PDF superior PRUEBA DE ACCESO (LOGSE) UNIVERSIDAD DE CASTILLA Y LEÓN SEPTIEMBRE - 2003 (RESUELTOS por Antonio Menguiano) MATEMÁTICAS II Tiempo máximo: 1 horas y 30 minutos

Tendências dos artigos apresentados nos Encontros de Pesquisa em Educação Ambiental (EPEA).

Tendências dos artigos apresentados nos Encontros de Pesquisa em Educação Ambiental (EPEA).

Devemos atentar também para os vários programas que possuem linhas de pesquisa em EA nos quais raramente tal indicação aparece no nome do programa. Nossa busca retornou dezenas de linhas e programas com referências ao meio ambiente ou EA existentes na grande área Multidisciplinar, muito embora não utilizem a denominação EA. Entre esses programas na área Interdisciplinar que possuem referência à EA, vários se localizam nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Por decorrência, inferimos que tais programas ou linhas podem ter gerado bom número de trabalhos e artigos em congressos, eventos e periódicos científicos pertinentes à área. Além disso, a busca realizada verificou que há mais programas e linhas de pesquisa na área Multidisciplinar da CAPES ligados à área ambiental nas demais regiões brasileiras do que nas regiões Sul e Sudeste. Todavia, tal parcela da produção acadêmica parece não ser direcionada para os EPEAs com tanta intensidade quanto a produção de programas ou linhas de pesquisa de instituições das regiões Sul e Sudeste do país. É possível que os pesquisadores em EA pertencentes a instituições de outras regiões geográficas estejam optando por apresentar seus trabalhos em outros eventos acadêmicos não-especializados em questões de EA. Um estudo posterior mais detalhado seria interessante, no sentido de verificar em quais congressos e eventos os trabalhos produzidos pelas diversas linhas de pesquisas em EA são apresentados com maior frequência e intensidade. Interessante verificar também em quais periódicos científicos os trabalhos no campo da EA têm sido publicados, inclusive os trabalhos apresentados nos EPEAs.
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Estudo da presença e importância atribuída aos animais nos artigos apresentados nos anais do Encontro Pesquisa em Educação Ambiental (EPEA)

Estudo da presença e importância atribuída aos animais nos artigos apresentados nos anais do Encontro Pesquisa em Educação Ambiental (EPEA)

Sua primeira edição aconteceu em 2001, em Rio Claro e teve como tema a "Pesquisa em Educação Ambiental: Tendências e Perspectivas", contou com a participação de representantes de 22 estados brasileiros e com três conferências e duas mesas-redondas durante os três dias de duração. A segunda ocorreu em 2003, teve como tema "Abordagens Epistemológicas e Metodológicas". Foi promovido pelas mesmas instituições e realizado em julho de 2003, na Universidade Federal de São Carlos-UFSCar, na cidade de São Carlos. Contou com sessões coordenadas, três conferências, duas mesas-redondas e Grupos de Trabalho cujo eixo de discussão foi a construção da identidade do pesquisador em EA e a identificação de características e problemas da área. O Encontro teve inscritos oriundos de 16 estados brasileiros. A terceira em 2005 em Ribeirão Preto, com a temática "Práticas de Pesquisa em Educação Ambiental". A quarta em 2007, novamente em Rio Claro, com o tema "Questões Epistemológicas Contemporâneas - o debate modernidade e pós-modernidade". A quinta edição, no ano de 2009, em São Carlos, teve como tema a "Configuração do Campo de Pesquisa em Educação Ambiental" (RINK; MEGID NETO, 2009; CARVALHO; FARIAS, 2011). A sexta edição aconteceu em setembro de 2011, na cidade de Ribeirão Preto e seu tema foi “A Pesquisa em Educação Ambiental e a Pós-Graduação no Brasil”. O VII EPEA, acontecido em 2013 não será abordado no trabalho, como explicado na metodologia.
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Educação Ambiental na Escola: reflexões sobre os trabalhos apresentados no XVI Encontro Paranaense de Educação Ambiental

Educação Ambiental na Escola: reflexões sobre os trabalhos apresentados no XVI Encontro Paranaense de Educação Ambiental

Com base no contexto apresentado, esta pesquisa tem por objetivo realizar um levantamento dos trabalhos apresentados na modalidade “Resultados de Pesquisa” no Eixo temático “Educação Ambiental na Escola” do XVI EPEA visando analisar: foco temático de investigação, as representações sociais de meio ambiente (REIGOTA, 2010), suas tendências político-pedagógicas dentro do campo da EA (LAYRARGUES E LIMA, 2011) além de realizar considerações os encaminhamentos metodológicos das pesquisas. O intuito dos autores é o de contribuir com as discussões na área estabelecendo reflexões sobre as pesquisas e concepções dominantes presentes neste recorte de pesquisa.
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PERFIL DOS AUTORES DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS TRABALHOS APRESENTADOS NA ANPEDSUL (2002 A 2006)

PERFIL DOS AUTORES DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS TRABALHOS APRESENTADOS NA ANPEDSUL (2002 A 2006)

Finalmente, Rosso, Ferreira, Santos, Machado e Vieira (2009) analisam o VII Encontro de Educação Ambiental do Estado do Rio de Janeiro (VII EEA-RJ, 2003) e o IX Encontro Paranaense de Educação Ambiental (IX EPEA-PR, 2006). Neste trabalho, abordam- se a origem, a natureza e os objetivos dos artigos diante da intenção de se fazer pesquisa em EA. Foram documentados 139 trabalhos, disponibilizados por meio eletrônico ou CD-ROM. Com as análises, os autores concluem que é necessário desenvolver orientações para a apresentação dos textos; divulgação dos discernimentos de avaliação dos trabalhos; previsão de modalidades e espaços diferenciados de comunicação, dentre outras iniciativas que possam contribuir para a qualificação das produções nos encontros.
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TENDÊNCIAS DE PESQUISAS RELACIONADAS À TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL NOS ENCONTROS NACIONAIS DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS DE 2013, 2015 E 2017

TENDÊNCIAS DE PESQUISAS RELACIONADAS À TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL NOS ENCONTROS NACIONAIS DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS DE 2013, 2015 E 2017

Este trabalho descreve o resultado de um mapeamento dos trabalhos apresentados nos Encontros Nacionais de Pesquisa em Educação em Ciências IX, X e XI, cujo objetivo foi analisar os que abordaram os conceitos da Teoria Histórico-Cultural (THC) de Vygotsky e suas contribuições para o seu entendimento, bem como identificar as fontes bibliográficas utilizadas, as regiões que apresentaram trabalhos, quantidade de autores por trabalho e organizá-los em focos e subfocos temáticos. Foram sele- cionados 51 trabalhos, com destaque para as regiões Sudeste e Nordeste, com 58% deste total, dos quais 68% foram elabora- dos por 2 ou 3 pesquisadores. Nos aspectos relacionados à abordagem da THC os conceitos mais utilizados foram a Mediação e Linguagem, as obras mais citadas foram a Formação Social da Mente e Pensamento e Linguagem.
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A Educação Ambiental frente aos desafios apresentados pelos discursos contemporâneos sobre a natureza.

A Educação Ambiental frente aos desafios apresentados pelos discursos contemporâneos sobre a natureza.

O pensamento ecologista, como uma das vertentes do pós-modernismo, colocou em xeque as crenças laicas relacionadas com o pro- gresso industrial e científico, como as inerentes à melhoria da qualidade de vida da população. Esse pensamento se constituiu a partir da critica radical que fez da herança moderna e positivista da crença no “progresso pela ciência”. Porém, essa critica não pode ser confundida com um camuflado discurso contrário a toda e qualquer ciência. Ela teve o mérito e a audácia de tocar em crenças que se consolidavam e se aproxi- mavam de dogmas. Laicos é verdade, mas ainda assim com a força dos dogmas na comunidade científica em geral, na educação e nos meios de comunicação e de difusão das “contribuições da ciência” ao grande público.
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Pesquisa Qualitativa: rigor metodológico no tratamento da teoria dos custos de transação em artigos apresentados nos congressos da Sober (2007-2011).

Pesquisa Qualitativa: rigor metodológico no tratamento da teoria dos custos de transação em artigos apresentados nos congressos da Sober (2007-2011).

Resumo: O objetivo deste artigo foi analisar como são construídas as pesquisas de natureza qualitativa em artigos sobre a Teoria dos Custos de Transação (TCT), considerando as publicações dos anais da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober), de 2007 a 2011. Foram focados aspectos metodológicos relacionados aos tipos de pesquisa, recorte temporal, métodos de coleta, tipos de dados e métodos de análise utilizados. Para tanto, realizou­ ­se uma pesquisa qualitativa, do tipo descritiva e exploratória, com abordagem teórica, recorte transversal com perspectiva longitudinal e fundamentada em dados secundários. Os resultados demonstraram que grande parte dos artigos analisados é de natureza qualitativa, do tipo exploratório, com recorte transversal, sendo o questionário, seguido por entrevistas estruturadas, os métodos de coleta predominantes. Os dados primários em conjunto com os secundários foram os mais utilizados. Os métodos de análise não se apresentaram de forma clara nos artigos selecionados, sendo observadas três situações: a) não são citados; b) são citados, mas não são explicados e observados no momento da análise; c) são citados e explicados, mas não são adotados na análise. Concluiu­se que a ausência de rigor metodológico, notadamente nos métodos de coleta e análise de dados, prejudica a análise dos resultados, reduzindo a possibilidade de contribuição dos trabalhos para o avanço do conhecimento que envolve a TCT.
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A pesquisa em educação na Região Sul: percursos e tendências

A pesquisa em educação na Região Sul: percursos e tendências

de elite acadêmica, mas como uma política que amplia as possibilidades da prática educativa em todos os níveis, desde a educação básica até o ensino superior. A outra exigência é o balanço entre prioridades institucionais e iniciativas individuais de pesquisadores. Por um lado, a internacionalização passa por interesses específicos de pesquisadores que constroem suas relações, às vezes com muito investimento pessoal. Ao mesmo tempo, precisa- se pensar em políticas institucionais ou mesmo regionais de internacionalização, nesse caso, possibilitando a integração de vários programas, o que hoje é favorecido por vários editais de agências de fomento. Por último, sabe-se que junto com isso vem o que pode ser chamado de “política de língua” (LANGUAGE POLICY, 2012), o que não se resolve fazendo todos falarem e escreverem em inglês, hoje cada vez mais considerada a língua franca no mundo acadêmico. Entre as perguntas que precisam ser respondidas nessa política, citam-se três. Qual é o lugar e o papel que se deseja para o português como língua acadêmica no contexto internacional? Como se trata o espanhol, especialmente considerando a proximidade geográfica dos países de fala espanhola e o pertencimento do Brasil à América Latina? Que estratégias linguísticas possibilitam a mobilidade docente e discente em mão dupla de um verdadeiro intercâmbio? Percebe-se que a intencionalidade das políticas de internacionalização vai desde a criação de um ‘cosmopolitanismo’ solidário até o interesse mercadológico de importar estudantes e exportar conhecimentos, muito comum entre os países do primeiro mundo, que amam receber os estudantes brasileiros, muitas vezes para preencher vagas ociosas, mas raramente confiam os seus às instituições bra- sileiras.
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TENDÊNCIAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM LIVROS DIDÁTICOS DE CIÊNCIAS

TENDÊNCIAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM LIVROS DIDÁTICOS DE CIÊNCIAS

O marco histórico para a questão ambiental mundial foi a 1ª Conferência Mundial do Meio Ambiente Humano 2 realizada na Suécia em 1972, na cidade de Estocolmo. O relatório intitulado "Os limites do crescimento” (The limites of growth) alertou a população mundial sobre a necessidade do uso racional dos recursos naturais, manifestando o direito fundamental à vida em ambiente saudável e não degradado. Essa Conferência, além de propiciar o diálogo entre nações industrializadas e países emergentes, trouxe dois importantes marcos para o desenvolvimento de uma política mundial de proteção ambiental: a criação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e o estabelecimento do Programa Internacional de Educação Ambiental (Piea) - conhecidos como a Recomendação 96 da Conferência de Estocolmo. No bojo da Recomendação está sugerido que se promova a Educação Ambiental como uma base de estratégias para atacar a crise do meio ambiente, mas de acordo com Gaudiano (2007, p.94) “al interior del próprio PIEA es posible reconocer vertientes, enfoques y aproximaciones pedagógicas distintas, tanto em lo que respecta a lo educativo como em su concepción de lo ambiental”.
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL E OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE ENSINO: ENCONTROS E DESENCONTROS

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE ENSINO: ENCONTROS E DESENCONTROS

Entretanto, o que se observa é uma realidade muito distante do preconizado pelo documento e, apesar de algumas mudanças terem sido e continuarem sendo implementadas (aumento de carga horária, programa de avaliação de livro didático, melhoria ao acesso às universidades), mesmo que lentamente, outras têm sido proteladas, como a melhoria das condições de trabalho, a valorização dos espaços educacionais e do docente enquanto profissional de educação (mantendo baixos salários e falta de recursos nas escolas, por exemplo) e de programas para o aperfeiçoamento e desenvolvimento profissional dos docentes (BORGES, 2002; CORRÊA et al, 2006; ECHEVERRÍA e BELISÁRIO, 2008). Faz-se oportuno frisar que o professor, devido a esta realidade, necessita trabalhar em diferentes escolas, mantendo uma carga de trabalho extensa e exaustiva, o que muitas vezes o impede de buscar e promover seu aprimoramento.
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Educação Ambiental, paisagem e ecosofia: o afeto que surge de encontros

Educação Ambiental, paisagem e ecosofia: o afeto que surge de encontros

Para Guattari (1990) as relações da humanidade com o socius, com a psique e com a "natureza" tendem a se deteriorar cada vez mais, não só em razão de nocividades e poluições objetivas, mas também pela existência de um desconhecimento e de uma passividade fatalista dos indivíduos e dos poderes com relação a essas questões consideradas em seu conjunto (GUATTARI, 1990, p. 23). Assim, a ecosofia ambiental “aponta a necessidade de se relacionar, de forma ao mesmo tempo racional e subjetiva, as relações da natureza com o meio social, implicando no social, no político e no econômico” (TORRES, 2009, p. 160). É preciso tomar consciência da problemática ambiental em que se está inserido para aprender a cuidar de si e do outro, pois a crescente deterioração dos recursos naturais coloca em risco a qualidade de vida. Com isso, faz-se necessário uma reforma de pensamento, para que se possam promover ações que contribuam para o equilíbrio do meio em que se vive.
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Encontros e desencontros entre adolescência e educação: relato de pesquisa-intervenção.

Encontros e desencontros entre adolescência e educação: relato de pesquisa-intervenção.

Resta aos educadores pensar sobre como acolher esse apelo, sem cair numa oposição que reforçaria a alienação, mas também sem se furtar ao encontro. É interessante notar uma distinção na posição ocupada pelas duas professoras que trabalham com a turma (em dias alternados) no que diz respeito ao modo de res- ponder à transferência a elas dirigida. A diferença no manejo da turma adotado pelas duas professoras nos remete à ideia já trabalhada por Kupfer (1995) e por Lajonquière (1996) da diferença entre o discurso pedagógico mais tradicional, que se dirige ao aluno ideal e um outro, mais próximo do discurso psicanalítico, marcado pela falta e pelo impossível da educação. No caso da professora que teve mais sucesso na relação com os alunos, de fato, podemos identificar o discurso de um mestre não-todo, que sustenta seu lugar e seu valor na transmissão, sem iden- tificar-se ao lugar de todo saber que implicaria num embate com os adolescentes. Desta maneira, talvez essa professora tenha facilitado a circulação discursiva e desejante dos alunos, de forma que o saber por ela transmitido tenha tido valor, não de coerção, mas de oferta de significantes para que o sujeito adolescente pos- sa deles se apropriar na produção de um discurso próprio.
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Os entraves da tendência pragmática para uma educação ambiental emancipatória / The challenges of the pragmatic tendendy for emancipatory environmental education

Os entraves da tendência pragmática para uma educação ambiental emancipatória / The challenges of the pragmatic tendendy for emancipatory environmental education

Se uma parte do conhecimento consiste no cultivo e no exame atentos da tradição científica (especialmente onde ela se vê entregue ao esquecimento como um lastro inútil pelos expurgadores positivistas), em compensação, no colapso atual da civilização burguesa, o que se torna problemático é não apenas a atividade, mas o sentido da ciência.[...] Se se tratasse apenas dos obstáculos resultantes da instrumentação desmemoriada da ciência, o pensamento sobre questões sociais poderia, pelo menos, tomar como ponto de partida as tendências opostas à ciência oficial. Mas também estas são presas do processo global de produção. Elas não se modificaram menos do que a ideologia à qual se referiam. Com elas se passa o que sempre sucedeu ao pensamento triunfante. Se ele sai voluntariamente de seu elemento crítico como um mero instrumento ao serviço da ordem existente, ele tende, contra sua própria vontade, a transformar aquilo que escolheu como positivo em algo de negativo, de destrutivo. (ADORNO; HORKHEIMER, 1985, p.2)
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Desafios dos movimentos sociais em tempos de globalização — Outubro Revista

Desafios dos movimentos sociais em tempos de globalização — Outubro Revista

Nesse contexto de despolitização dos movimentos sindicais, nada mais significativo que uma central sindical brasileira, a Força Sindical, organizar, durante as comemorações do 1º de maio[r]

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Desafios de Educação Ambiental na perspectiva de técnicos do Parque da Cidade Dom Nivaldo do Monte em Natal (RN)

Desafios de Educação Ambiental na perspectiva de técnicos do Parque da Cidade Dom Nivaldo do Monte em Natal (RN)

A Educação Ambiental é um instrumento que contribui para conservação do Parque e tem cumprido seu papel no Parque Dom Nivaldo Monte. Percebeu-se com a pesquisa que a área verde possui uma equipe multidisciplinar capacitada responsável pelas atividades do CEA, porém mesmo com as capacitações que eles participaram, foi notada uma falta de aprofundamento de conteúdo sobre a temática “Unidade de Conservação”. Poucos foram os que citaram a lei do SNUC em suas falas. Porém, o trabalho exercido pelo Centro de Educação Ambiental, de maneira geral, tem contribuído para sensibilização dos que participam de suas atividades. Ainda existem algumas questões que precisam ser melhoradas, como a forma de avaliar suas ações e a falta de Planejamento Político Pedagógico. Concluiu-se que a linguagem conservacionista e generalizada da Educação Ambiental nos discursos dos técnicos reproduz uma perspectiva ultrapassada de EA.
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Educação Ambiental e a Permacultura na escola<br>Environmental education and permaculture at school

Educação Ambiental e a Permacultura na escola<br>Environmental education and permaculture at school

O objetivo das palestras é ampliar os conhecimentos e propiciar um espaço de discussão crítica. O agrônomo Altair Braatz da secretaria da agricultura é um dos colaboradores de nosso projeto, palestrou sobre a importância da horta, cuidados, época de plantio e mostrou vídeos. Os alunos interagiram com perguntas relacionadas a horta. Dessa forma, podemos afirmar que para a real transformação do quadro de crise em que vivemos, a “Educação Ambiental se define como elemento estratégico na formação de ampla consciência critica das relações sociais que situam a inserção humana na natureza” (LOUREIRO, 2000). Consciência no sentido proposto por Freire (apud, Loureiro, 2003, p.38), [...] “que implica o movimento dialógico entre o desenvolvimento crítico da realidade e a ação social transformadora, segundo o princípio de que os seres humanos se educam reciprocamente e mediados pelo mundo”.
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DESAFIOS DA AÇÃO GESTORA EM UMA ESCOLA AMAZONENSE: UMA ANÁLISE DOS IMPACTOS DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NOS RESULTADOS DO SADEAM – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

DESAFIOS DA AÇÃO GESTORA EM UMA ESCOLA AMAZONENSE: UMA ANÁLISE DOS IMPACTOS DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NOS RESULTADOS DO SADEAM – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Diante dos relatos dos professores e da gestora entrevistada, vimos que alguns projetos foram realizados pelos próprios professores na escola, como: Sarau Literário; Projeto de incentivo à leitura em sala de aula; Elaboração do livro de cada turma. Além desses, havia paralelamente outros projetos implementados pela secretaria de educação como: Conte um conto e ganhe um ponto; Livro da história da vida de cada aluno, realização de peças teatrais ou dramatizações de romances da literatura brasileira e até pelo Governo federal como o programa Mais Educação. Porém, não percebemos haver registros escritos dos outros projetos citados pelos entrevistados. Não vimos nada sistematizado, planejado ou algum tipo de cronograma dos projetos citados. O que podemos perceber foram registros fotográficos e os relatos de ações distintas e pontuais por turno e por anos de ensino de alguns professores. Os registros encontrados foram os do Programa Mais Educação que desenvolve reforço em Língua Portuguesa e as atividades desenvolvidas pela secretaria como o projeto Rede de Letras (no qual as escolas socializam suas ações desenvolvidas nas aulas de Língua Portuguesa na escola). De acordo com o relato do professor1:
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Educação Ambiental: encontros e vertentes na perspectiva civilizadora de Norbert Elias

Educação Ambiental: encontros e vertentes na perspectiva civilizadora de Norbert Elias

O arranjo emocional dos seres humanos muda com o tempo, o que se revela, por exemplo, nos encontros ambientais. Estes precisaram passar por um período de conhecimento das questões ambientais para a sensibilização da humanidade e chegar, finalmente, a alguma ação. O processo é lento e descontínuo, tendo de enfrentar situações de “descompasso” entre o conhecimento científico e a aceitação moral e comportamental das pessoas. Os primeiros encontros deram-se dentro da realidade européia e formaram uma maneira de lidar com o ambiente que é civilizadora em alguns aspectos, bem como destrutiva em tantos outros. Ninguém discorda, porém, que há um processo de destruição galopante do planeta, mas, para que se chegasse a essa percepção do problema foi necessário que vários encontros acontecessem progressivamente, aliando interesses, desenvolvimento, mudanças comportamentais nas formas de agir. É aí que a questão torna-se mais complicada, pois comportamentos não são alterados repentinamente, dependem de uma série de configurações individuais e maneiras de se apropriar do ambiente físico, seja na forma concreta, seja na forma imaginária. Vemos os encontros ambientais como um estágio do processo civilizador que está em pleno desenvolvimento, sendo difícil mapear todas as suas nuanças. Os conflitos fazem parte do processo, pois harmonização não significa ausência de luta. Essa luta, porém não se apresenta igualmente para todos os povos, pois as formas de ocupação dos espaços serão diferenciadas e envolverão questões bem definidas (como o poder, por exemplo), por outro lado, o elemento comum do processo diz respeito às evidências de civilização encontradas em cada um deles, como por exemplo: o reconhecimento de que hoje habitamos um mesmo planeta, com uma mesma humanidade, com direitos naturais para todas as espécies. Certamente falamos em um avanço de civilização, pois seria impensável falarmos de um só planeta no século XVI ou mesmo
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D 6º Concurso Nacional de Arte Educação do MST

D 6º Concurso Nacional de Arte Educação do MST

Com essa chamada o MST quer fortalecer e envolver toda base Sem Terra - as famílias acampadas e assentadas, setores do movimento, escolas dos acampamentos e assentamentos, educ[r]

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Concepções de professores de escolas públicas de São José do Rio Preto/SP sobre ensino de ciências naturais e educação ambiental

Concepções de professores de escolas públicas de São José do Rio Preto/SP sobre ensino de ciências naturais e educação ambiental

A presente pesquisa teve como objetivo identificar concepções de professores de Ciências de 5 a a 8 a séries (6º a 9º anos) do Ensino Fundamental de escolas públicas estaduais sobre suas práticas e sobre o trabalho com questões relacionadas a meio ambiente. Foram realizadas entrevistas com roteiro semi-estruturado com dez professores de Ciências, de dez escolas da rede pública estadual São José do Rio Preto, estado de São Paulo, com a finalidade de identificar as ideias dos docentes sobre suas práticas e suas concepções a respeito de ensino de Ciências, meio ambiente e educação ambiental. Além disso, buscou-se verificar os principais recursos utilizados no tratamento dos temas ambientais e de que maneira o professor utiliza o livro didático. Foi questionada, também, a visão dos professores sobre o papel da formação inicial para o trabalho com Educação Ambiental. Foram utilizados os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), a Proposta Curricular do Estado de São Paulo, trabalhos de autores que pertencem à vertente da educação ambiental crítica e as concepções de currículo em seus processos de desenvolvimento de Gimeno Sacristán (2000). Os resultados, baseados nas análises das respostas, indicam que todos os professores participantes da pesquisa consideram importante tratar os conteúdos de Ciências de forma integrada e trabalhar as questões ambientais. Os temas ambientais são abordados, majoritariamente, por meio de discussões em sala de aula, com poucas atividades práticas quase sempre pontuais ou realizadas em datas comemorativas. A maioria dos professores entrevistados apresenta uma concepção antropocêntrica de meio ambiente e uma visão de educação ambiental voltada à conscientização dos alunos para atitudes corretas em relação ao meio. Consideram, também, que a formação inicial pouco contribuiu para suas práticas com relação aos temas ambientais e buscam informações, em diferentes fontes, para se atualizarem. As apostilas da Secretaria da Educação (Cadernos do Professor e do Aluno do Currículo do Estado de São Paulo) são apontadas como o principal suporte para o trabalho com os conteúdos de Ciências e com os assuntos relacionados a meio ambiente. Os professores mencionam o uso de livros didáticos para complementar o trabalho com Educação Ambiental. Embora os relatos dos professores indiquem que a Educação Ambiental venha sendo trabalhada nas aulas de Ciências do ensino Fundamental, consideramos que isso acontece de modo pouco crítico, privilegiando aspectos comportamentais e individuais. Acreditamos que essa forma de tratamento tem poucas chances de conduzir à formação de sujeitos mais participantes na defesa do meio ambiente e na busca de uma melhor qualidade de vida para todos os habitantes do nosso planeta.
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