PDF superior A Psicologia de senso comum em cenários para a evolução da mente humana

A Psicologia de senso comum em cenários para a evolução da mente humana

A Psicologia de senso comum em cenários para a evolução da mente humana

37 Em um dos nossos encontros na Universidade Nacional Australiana, per­ guntei a Godfrey-Smith como a biologia entrou em cena na sua pesquisa. Respon­ deu-me que ele e Sterelny começaram trabalhando em filosofia da mente, e que foram muito influenciados por abordagens naturalistas-reducionistas com respeito ao conteúdo mental, especialmente pelos trabalhos de Dretske e de Millikan. A biologia já comparecia aí. Mas as pessoas, segundo ele, não reconheciam, à época, que a interpretação e a circuitaria são diferentes características, que elas podem coevo- luir etc. Intérpretes e agentes não eram distinguidos. Na verdade, ambos fazem parte (em diferentes títulos) do meio ambiente social. Os escritos de Sterelny pare­ cem confirmar essa genealogia. Nos artigos pertinentes da sua coletânea de 2001, não há qualquer referência às habilidades interpretativas. Os elementos fundamen­ tais da história evolutiva que Sterelny conta no seu livro de 2003 estão ausentes do livro anterior. E sintomático que não haja qualquer referência à folk psychology no índice remissivo da coletânea de 2001. E um indicador, também, dessa mudança de perspectiva, que no livro de Godfrey-Smith em que a tese da complexidade ambiental é formulada (1998a), ele não a aplique ao ambiente social, e que nenhu­ ma menção seja feita à hipótese da inteligência social. Acredito que a participação de Godfrey-Smith foi decisiva na articulação de cenários evolutivos mais comple­ xos, envolvendo a interação entre os dois tipos de características acima mencio­ nadas (ver, em especial, Godfrey-Smith 2002a, 2002b e 2004).
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Naturalismo em filosofia da mente

Naturalismo em filosofia da mente

Enc o n tro s com as Ciên cia s Cog nitivas corpo. Kim caracteriza tal perspectiva, basicamente, pela rejeição do dualismo de substância proposto por Descartes. Proponho que se inclua também posições eliminativistas nessa categoria de fisicalismo redutivo, embora não se deva confundir 'eliminar' (e.g. conceitos ou termos associados ao mental) com 'reduzir'. O eliminativismo é a tese de que determidados estados ou propriedades mentais simplesmente não existem, embora tendamos a vê-los como a referência de conceitos utilizados na linguagem mentalista ordinária. O eliminativismo pode ser associado, portanto, ao não-realismo com respeito aos conceitos ou termos mentalistas, como eles são compreendidos, por exemplo, no âmbito da psicologia de senso comum. Se não existem os estados e propriedades a que se referem os conceitos associados ao mental, não faz sentido tentar reduzi-los. Podemos ser não-realistas com respeito às chamadas atitudes proposicionais ('crenças', 'desejos', etc. e, de modo geral, com respeito a estados mentais com conteúdo), mas também com respeito às chamadas propriedades fenoménicas associadas à consciência.7 O chamado 'niilismo de qualia', defendido por Dennett entre outros, exemplifica esta última posição.
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Admirável senso comum? Agência e estrutura na sociologia fenomenológica

Admirável senso comum? Agência e estrutura na sociologia fenomenológica

Como herdeiro de uma tradição filosófica que enfatiza- va a presença ativa e ordenadora da subjetividade cognoscente no ato de conhecer, ele reconhecia decerto que ambas as cate- gorias de ciência são “impregnadas de teoria”, na medida em que, ao contrário do que propugnava o “indutivismo ingênuo” (Chalmers, 1993, p. 24), não há percepção empírica “imaculada” (Nietzsche) da realidade. A observação de eventos nos mundos natural e social não consiste no registro perceptual passivo de estímulos sensoriais, mas envolve a construção cognitiva de “objetos de pensamento”, estando assim enraizada na “ativida- de seletiva e interpretativa” da mente humana (Schutz, 1962, p. 5). Entretanto, Schutz notava que, na investigação científico- natural, o trabalho de seleção e interpretação da realidade é realizado apenas pelo sujeito cognoscente, enquanto o inqué- rito científico-social se dirige a um campo observacional que já foi, ele próprio, pré-selecionado e pré-interpretado por suas instâncias constitutivas. Os cursos de conduta urdidos por essas últimas não poderiam ser, assim, devidamente deslindados sem a clarificação dos esquemas simbólicos responsáveis por esse tra- balho de seleção e interpretação, isto é, das construções cogniti- vas através das quais os atores atribuem (mesmo que de maneira tácita e espontânea) inteligibilidade e ordem aos seus ambientes socioculturais de atuação e experiência. Habermas resumiu esse ponto com perspicácia ao afirmar que, nas ciências humanas, “não é apenas a percepção de fatos que é simbolicamente es- truturada, mas os fatos em si” (Habermas, 1990, p. 92). Se os atores constroem e reconstroem a realidade social com base nos esquemas simbólico-cognitivos que mobilizam para orientar-se, prática e cognitivamente, em relação a ela, o primeiro passo para compreender a realidade social é compreender como a compre- endem os atores que a habitam e vivificam.
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13 Lee mas

Educação em/para os direitos humanos e senso comum nos processos educativos: um estudo de caso no Liceu Paraibano, João Pessoa - PB

Educação em/para os direitos humanos e senso comum nos processos educativos: um estudo de caso no Liceu Paraibano, João Pessoa - PB

O estilo abstrato e generalizante distingue, nitidamente a Declaração de 1789 dos Bill of rights dos Estados Unidos. Os americanos, em regra, com a notável exceção, ainda aí, de Thomas Jefferson 18 , estavam mais interessados em firmar a sua independência e estabelecer o seu próprio regime político do que em levar a ideia de liberdade a outros povos. Aliás, o sentido que atribuíram a sua revolution, como acima lembrado, era essencialmente o de uma restauração das antigas liberdades e costumes, na linha de sua própria tradição histórica. Os revolucionários de 1789, ao contrário, julgavam-se apóstolos de um novo mundo, a ser anunciado a todos os povos e em todos os tempos vindouros. Nos debates da Assembleia Nacional Francesa sobre a redação da Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão, multiplicaram- se as intervenções de deputados nesse sentido. Démeunier afirmou na sessão de 3 de agosto que “esses direitos são de todos os tempos e de todas as nações”. Mathieu de Montmorency repetiu, em 8 de agosto: “os direitos do homem em sociedade são eternos (...) invariáveis como a justiça, eternos como a razão, eles são de todos os tempos e de todos os países”. Pétion, que foi maire 19 de Paris, considerou normal que a Assembleia se dirigisse a toda a humanidade: “Não se trata aqui de uma declaração de direitos unicamente para a França, mas para o homem em geral”.
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Interioridad Humana Su Mistica y Psicologia

Interioridad Humana Su Mistica y Psicologia

5 4 INTERIORIDAD HUMANA puede atar, ni soy señora de hacerle estar quedo un credo ”.35 La im aginación, que tanto le había ayudado para expresar sus vivencias místícas, para describir su Castillo in terior y para re­ c rear la vida de Cristo, le estorbaba ahora para contem plar los m isterios de Dios, ya que el alma sólo podía entrar en tales m is­ terios con la ayuda exclusiva del Espíritu. Finalmente, al sepa­ rar la im aginación (a la que identificaba como el pensam iento) del entendim iento y no considerarla ya una de las potencias del alm a, se tranquiliza, e incluso sugiere un método para tratar de controlar sus desvarios. Así, dado que no podem os quitárnosla de encim a, pues tiene su causa en el pecado original y estam os sujetos a ella lo m ism o que “a com er y dormir, sin poderlo excu­ sar, que es harto tra ba jo”,36 indica estos remedios: “que no se haga caso de ella más que de un loco, sino dejarla con su tema, que sólo Dios se la puede quitar”;37 fijar la atención en una im a­ gen de Cristo, inspirarse en la naturaleza o leer un libro... pero lo más im portante para no distraerse está en el desasim iento y recogim iento, controlar los sentidos externos y las potencias y retirarse hacia lo interior, ya que: “No nos im aginem os huecas en lo interior... dentro de nosotras está un palacio de grandísim a riqueza, todo su edificio de oro y piedras preciosas, en fin, como para tal S eñor”.38
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66 Lee mas

Evolução da Educação em Cabo Verde antes e depois da independência

Evolução da Educação em Cabo Verde antes e depois da independência

Muito embora houvesse muitas opiniões favoráveis à manutenção do Liceu Nacional em S. Nicolau, tendo em conta as possibilidades de aproveitamento dos equipamentos ali existentes, a sua transferência para S. Vicente efectivou-se devido às vantagens de navegação nesta ilha. É de se admitir igualmente a hipótese de essa transferência servir para enaltecer o perfil do Senador Augusto Vera-Cruz, um dos maiores defensores da instalação do Liceu em S. Vicente, a ponto de ceder o seu próprio palacete da Praça Nova onde funcionou o referido liceu durante quatro anos, até ser transferido para o edifício do quartel. Depois da instituição do curso complementar, o Liceu Nacional passou a chamar-se Liceu Infante Dom Henrique. Vinte anos mais tarde, isto é, em 1937, por decreto nº 28.114, publicação de 26 de Outubro do mesmo ano, extinguiu-se o Liceu Infante Dom Henrique para se reabrir quinze dias mais tarde, devido a uma grande manifestação organizada e dirigida pelo Senhor António Augusto Martins (Filhito Martins) que era na altura o presidente da associação dos pais e encarregados da educação e associação comercial. Após a sua reabertura, o Liceu Infante Dom Henrique passou a designar-se Liceu Gil Eanes. 20
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63 Lee mas

Gestão da farmácia comunitária em tempo de crise: que cenários equacionar

Gestão da farmácia comunitária em tempo de crise: que cenários equacionar

No ano de 2012, os portugueses gastaram menos 200 milhões de euros em medicamentos, sendo que em igual período o Estado também poupou 70 milhões de euros, segundo dados do Observatório do Medicamento e Produtos de Saúde. (15) O relatório da Infarmed sobre o mercado total e mercado de medicamentos genéricos, anunciou que o mercado total de medicamentos vendidos em farmácias comunitárias diminuiu 11,6% no primeiro semestre de 2012 (1,54 mil milhões de euros), face ao período homólogo (1,74 mil milhões de euros). Sendo que este decréscimo não se traduz numa diminuição da venda de medicamentos, uma vez que o número de embalagens vendidas subiram 2,7% (mais 3,7 milhões de embalagens vendidas). (15) Entre Janeiro e Novembro de 2013 o mercado de medicamentos vendidos em farmácia comunitária apresentou uma diminuição de 4,1% (menos 99 milhões de euros) comparativamente a igual período de 2012. No entanto ouve um ligeiro aumento no número de embalagens vendidas de 0,5% (mais 1 milhão de embalagens vendidas), segundo o Gabinete de Estudo e Projetos do Infarmed. 3
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“Matemática? Eu trabalho primeiro no concreto”: elementos para a história do senso comum pedagógico

“Matemática? Eu trabalho primeiro no concreto”: elementos para a história do senso comum pedagógico

O final do século XIX assiste à emergência de uma verdadeira contracultura pedagógica. Muito antes disso, a Educação tem referências que apontam para a não coerção dos alunos, para um modo diferenciado de conduzir a criança a seu estado adulto. Rousseau, Pestalozzi, Fröebel são autores que inspiram essa contracultura pedagógica. E, por volta de 1880, em circuito internacional, alastra-se a vaga intuitiva como forma moderna de tratar as questões educacionais 6 . Contra uma cultura estabelecida de considerar o homúnculo – a criança como ho- mem em miniatura – assentando-se na ideia de que a criança é um ser diferente, alguém que está em processo de formação e tem estágios evolutivos. Contra um modo considerado antinatural de imposição e coerção de padrões e mesmo de violência física. Contra uma cultura chamada livresca, baseada em processos de memorização. Enfim, estabelece-se uma contracultura peda- gógica. E essa contracultura pedagógica se faz método: Método intuitivo – lição de coisas – como
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Intervenção desenvolvimentista em psicologia da doença

Intervenção desenvolvimentista em psicologia da doença

A Psicologia das pessoas já doentes, ou con- vencidas que o estão, coloca questões metodoló- gicas muito mais complexas do que a Psicologia das pessoas a quem se pretende preservar a sua condição, real ou suposta, de saúde. De forma tosca, poder-se-á dizer que a Psicologia do Do- ente engloba todas as problemáticas cognitivas, emocionais e comportamentais do doente a que a Psicoterapia e a Psicologia Clínica procuram dar resposta, e ainda mais todos os problemas psico- lógicos de confronto de sintomas somáticos e/ou adaptação à doença, que são específicos da Psi- cologia da Doença. Embora, como se verá, as me- todologias de intervenção desta disciplina se apoiem substancialmente nas da Psicoterapia e da Psico- logia Clínica, mesmo no que diz respeito ao con- fronto e/ou adaptação com/aos sintomas somáti- cos e processos biomédicos de tratamento.
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11 Lee mas

Risco de erosão para diferentes cenários de evolução do litoral de Aveiro

Risco de erosão para diferentes cenários de evolução do litoral de Aveiro

territoriais dos concelhos costeiros. As características biofísicas do território são fundamentais no ordenamento e desenvolvimento da zona costeira e, consequentemente, na sua definição. O quarto cenário propõe uma delimitação da zona costeira assente na presença de ecossistemas característicos destas áreas: dunas e areias eólicas, estuários e zonas húmidas ou matas litorais que se estendem para o interior do território numa faixa cuja largura poderá variar entre os 2 e os 10 km. O quinto e último cenário integra a perspectiva dos Planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC), onde a zona costeira surge definida por uma faixa ao longo do litoral, designada por “zona terrestre de protecção”, cuja fronteira é imposta por uma linha que dista 500 m do limite da margem das águas do mar (representado pela linha máxima de preia-mar de águas vivas equinociais) e pela batimétrica dos 30 m, pelo lado terrestre e marítimo respectivamente (Pinto, 2008).
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90 Lee mas

La construcción simbólica de la mente humana

La construcción simbólica de la mente humana

un movimiento orientado hacia un objeto se convierte en un movimiento dirigido a otra persona, en un medio de establecer relaciones. Como el propio Vygotsky lo señala, en [r]

12 Lee mas

Cerebro, Currículo y Mente Humana

Cerebro, Currículo y Mente Humana

La Psicología Configurante concibe la mente humana como una configuración de configuraciones (afectivas, cognitivas e instrumentales) y busca precisamente configurar los afectos, las emociones, los sentimientos, las actitudes y los valores en la cualidad o configuración mayor que moviliza al ser humano y determina su comportamiento: el amor, formando así la configuración afectiva de la mente humana. Asimismo, esta configuración afectiva determina la configuración cognitiva, es decir, las nociones, conceptos, informaciones, creencias, teorías y conocimientos del ser humano, con sus procesos de memorización, imaginación, pensamiento y creatividad, se configuran en la configuración cognitiva del ser humano. A su vez, las configuraciones afectivas y cognitivas determinan la configuración instrumental, integrada por el conjunto de operaciones, acciones, habilidades, destrezas y actos que el ser humano muestra en el desarrollo de su actividad. En efecto, el ser humano actúa como piensa, y piensa como siente, dime lo que tienes en tu corazón y te diré lo que tienes en tu mente, dime lo que tienes en tu mente y te diré lo que eres capaz de expresar y hacer. Dime lo que sientes y te diré lo que piensas, dime lo que piensas y te diré cómo actuarás. La configuración afectiva, determina la configuración cognitiva, y ésta determina la configuración instrumental (Ver Apéndice No. 1).
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135 Lee mas

Os modelos de senso-comum das cefaleias crónicas nos casais: Relação com o ajustamento marital

Os modelos de senso-comum das cefaleias crónicas nos casais: Relação com o ajustamento marital

Os componentes da representação cognitiva foram identificados em diversos estudos (Leven- thal et al., 1980; Leventhal, Nerenz, & Straus, 1982; Leventhal et al., 1984; Lau & Hartman, 1983; Lau, Bernard, & Hartman, 1989; Leven- thal & Diefenbach, 1991). Estes componentes são a identidade que consiste na associação dos sintomas da doença a um rótulo ou vice-versa; as atribuições causais que consiste na percepção de factores que estão na origem da doença; a dura- ção que se refere ao curso da doença ao longo do tempo, isto é, se é uma doença de curta duração, de longa duração ou uma doença cíclica; a per- cepção das consequências reflecte as crenças dos indivíduos sobre a gravidade da doença e o seu impacto no funcionamento físico, psicológico e social. A percepção da cura refere-se à crença do indivíduo sobre a possibilidade de curar ou con- trolar a doença. Os primeiros estudos realizados nesta área utilizaram entrevistas para recolher in- formação sobre os modelos de doença (Leven- thal, 1980; 1984). Uma abordagem quantitativa foi utilizada posteriormente com o Illness Per- ception Questionnaire (IPQ) (Weinman, Petrie, Moss-Morris & Horne, 1996), que permitiu medir os componentes da representação da doen- ça de forma mais sistemática e avaliar a inten- sidade das crenças sobre a percepção da doença. Recentemente, foi revista a versão anterior do IPQ que inclui novos componentes considerados por Leventhal e col., como por exemplo a repre- sentação emocional, e outros componentes que se referem às crenças sobre o controlo pessoal, o controlo do tratamento e a coerência da doença (Moss-Morris, Weinman, Petrie, Horne, Came- ron, Buick, no prelo).
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14 Lee mas

Senso comune/buon senso

Senso comune/buon senso

greco cristiano» tra soggetto e oggetto 20 ; e un articolo di Giovanni Gentile del 1931 su La concezione umanistica del mondo, che esordisce definendo la filosofia «come un grande sforzo compiuto dal pensiero riflesso per conquistare la certezza critica delle verità del senso comune e della coscienza ingenua» 21 . Gramsci infine viene a conoscenza del libro di Santino Caramella, Il senso comune. Teoria e pratica», di cui annota gli estremi bibliografici nel Quaderno 15, § 65, del giugno-luglio 1933, e che richiede a Tania nella lettera del 23 agosto successivo; il libro è conservato nel Fondo Gramsci e presenta i contrassegni carcerari, per cui deve essere arrivato a Turi prima del trasferimento del prigioniero nella clinica di Formia, avvenuto nel novembre. Non può avere influenzato le considerazioni gramsciane sull’argomento, che sono quasi tutte precedenti, ma è sintomatico di un clima culturale senza il quale queste non si comprendono. Caramella entra infatti nella discussione sopra delineata, cercando di ritagliarsi una posizione in qualche modo autonoma (e intermedia) rispetto a Croce e Gentile, e sostenendo innanzitutto che il senso comune «non è da confondere, notoriamente, con il buon senso... perché il “buon senso”, sinonimo di ragione (tanto per Cartesio che ne fa “la cosa meglio distribuita del mondo”, quanto per il Manzoni che lo rappresenta nascosto “per paura del senso comune”) è rivendicato naturalmente a sé dalla filosofia» 22 . Questa, a sua volta, «si presenta... come critica del senso comune, o della coscienza ingenua, o del realismo e utilitarismo volgare: ma con ciò stesso mostra di voler confermare che il senso comune sia una forma mentale, precritica sì e prefilosofica, ma in qualche modo propria della natura umana» 23 .
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LA MENTE HUMANA EN EL FILOSOFÍA ROSACRUZ Y LA ASTROLOGÍA

LA MENTE HUMANA EN EL FILOSOFÍA ROSACRUZ Y LA ASTROLOGÍA

Lo siguiente que queremos saber sobre la mente es cómo y dónde será empleada. Para saber dónde será empleada observaremos qué oportunidades hay y dijimos hace unos minutos que esas oportunidades son mostradas en las casas. La casa en la que esté Mercurio indica donde se encontrará la más directa oportunidad para la mente. Si tienes a Mercurio en la quinta casa, la mayor parte del pensamiento se desarrollará trabajando con tus hijos. Si Mercurio está en la sexta o décima casa, las oportunidades estarán en el trabajo y si está en la decimoprimera casa, será en conjunto con sus amigos, donde se presentarán las oportunidades para crecer. Hay dos clases diferentes de oportunidades indirectas para emplear la mente. Una de ellas es a través de los aspectos: si Mercurio está en trino con Neptuno y Neptuno está en la novena casa, esta casa también será un lugar de oportunidades para el uso de la mente. El otro lugar de oportunidades son las casas regidas por Mercurio. Si Mercurio rige la segunda casa, se tendrá la oportunidad de desarrollar la mente por medio de la estimulación del valor de los objetos o cosas. Esto nos da una compresión muy simple de cómo encontrar la mente concreta, qué sabor tendrá y las mejores oportunidades para expresarla.
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Investigando em História da Psicologia: contribuições metodológicas

Investigando em História da Psicologia: contribuições metodológicas

RESUMO Este artigo tem por objetivo apresentar discussões metodológicas acerca da pesquisa em História da Psicologia. Utiliza como eixo norteador da compreensão de história as perspectivas teóricas e metodológicas da Nova História. Esta, em sua crítica à história tradicional, propõe a análise das condições de construção dos fatos. Uma de suas consequências foi a ampliação do campo do documento histórico, com a utilização de outras fontes que não os textos oficiais. Na História da Psicologia, essa ampliação significou a preocupação com o caráter científico das pesquisas históricas e a reflexão sobre os modos de pensar e fazer Psicologia, considerando o contexto e as vozes daqueles que ajudaram a construi-la enquanto conhecimento e prática profissional. No caso do Brasil, diferentes iniciativas e laboratórios têm reafirmado a importância do debate sobre a organização sistemática e análise cuidadosa do material de pesquisa. Aqui são referidos brevemente alguns exemplos de investigação para demonstração deste tipo de proposta.
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Relatorio de Estágio em Psicologia  clínica e da saúde

Relatorio de Estágio em Psicologia clínica e da saúde

1) Modelo Fisiológico A diferenciação sexual pubertária, que transforma tão profundamente as crianças em adolescentes, é o resultado duma reacção em cadeia, cujo a cronologia é a seguinte: primeiro, uma secreção hipotalâmica que, pelo seu ritmo desencadeia uma secreção de gonatrofinas hipofisárias que por sua vez desencadeia segundo um ritmo particular uma secreção gonádica. Esta ultima modula, após um certo tempo, as modificações morfológicas periféricas dos receptores. Em média, este desenvolvimento sobrevém numa idade fixa: 10 anos e meio – 11 anos na rapariga, 12 anos e meio-13 anos no rapaz, mas estes dados cronológicos, nos casos limites, devem conceber-se como idade fisiológica e óssea, e não como idade real, a partir do momento em que existe uma discordância entre o início da puberdade e a idade real.
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NEURODIDACTICA Cerebro Curriculo y Mente Humana

NEURODIDACTICA Cerebro Curriculo y Mente Humana

Estas tres configuraciones (afectiva, cognitiva e instrumental) se configuran también entre sí en la mente humana, en unos procesos e interacciones dinámicas, complejas e interdependientes. La Psicología Configurante concibe la mente humana como una configuración de configuraciones (afectivas, cognitivas e instrumentales) y busca precisamente configurar los afectos, las emociones, los sentimientos, las actitudes y los valores en la cualidad o configuración mayor que moviliza al ser humano y determina su comportamiento: el amor, formando así la configuración afectiva de la mente humana. Asimismo, esta configuración afectiva determina la configuración cognitiva, es decir, las nociones, conceptos, informaciones, creencias, teorías y conocimientos del ser humano, con sus procesos de memorización, imaginación, pensamiento y creatividad, se configuran en la configuración cognitiva del ser humano. A su vez, las configuraciones afectivas y cognitivas determinan la configuración instrumental, integrada por el conjunto de operaciones, acciones, habilidades, destrezas y actos que el ser humano muestra en el desarrollo de su actividad. En efecto, el ser humano actúa como piensa, y piensa como siente, dime lo que tienes en tu corazón y te diré lo que tienes en tu mente, dime lo que tienes en tu mente y te diré lo que eres capaz de expresar y hacer. Dime lo que sientes y te diré lo que piensas, dime lo que piensas y te diré cómo actuarás. La configuración afectiva, determina la configuración cognitiva, y ésta determina la configuración instrumental (Ver Apéndice No. 1).
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Educación basada en el cerebro y la mente humana

Educación basada en el cerebro y la mente humana

Según Enciso (2004; p. 93), “todo lo que se hace y se crea en la vida, desde lo más elemental hasta lo más difícil, proviene de una actividad cerebral constante, que se manifiesta primero en la mente y luego en la realidad.” “Por eso es tan urgente promover una buena educación, que enseñe a pensar claramente a través de conceptos y no de mera memorización de datos. Hay que entender la diferencia entre saber (conocer las partes) y entender (ponerlas en contexto). Por ejemplo, una lora sabe hablar pero no entiende nada.” (Llinás, 2003, citado por Enciso, 2004; p. 103) Teniendo en cuenta que no existe pedagogía sin cerebro, pensamos que es necesario construir la pedagogía del cerebro, o sea, la Neuropedagogía y la Neurodidáctica, en el sentido de que las estrategias pedagógicas, didácticas, curriculares y evaluativas deben estar encaminadas a configurar las configuraciones cerebrales y deben contribuir a estimular la creación de nuevas redes y circuitos de comunicación neuronal, que permitan orientar la formación de los estudiantes basándonos en los avances de las neurociencias.
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Relatório de Estágio em Psicologia Clinica e da Saúde

Relatório de Estágio em Psicologia Clinica e da Saúde

Segunda sessão Chegou a consulta à hora marca, bem-disposto e ativo, conversando sobre o seu final-de-semana e os festejos do carnaval, pegou-se da conversa para faze-lo falar e assim poder analisar a sua expressão da linguagem, o seu raciocino, e o modo como flui as palavras. Por momentos encontrou-se dificuldades em manter o diálogo porque o mesmo não entendia o conteúdo. Seguidamente foi explicado a R1 sobre uma tarefa que ia ser feito que era aplicação do teste de inteligência de Raven infantil. Apos ter-lhe explicado os procedimentos da sua aplicação, ou seja qual era o seu papel e como o iria faze-lo, deu-se inicio a aplicação do referido teste, para avaliar as suas capacidades intelectuais. Demorou-se algum tempo para o início porque ele não estava compreendendo o objetivo, a finalidade e a realização prática do mesmo, então teve-se a necessidade de introduzir o conteúdo de forma lúdica, como se se tratasse de um jogo para que o mesmo pudesse compreender o processo de realização. Fez o teste até ao final, apesar de ter sido intuitivo em alguns momentos. Após a sua concretização, deu- se por finalizada a sessão.
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