PDF superior Recursos Tecnológicos e Motivação para a Aprendizagem

Recursos Tecnológicos e Motivação para a Aprendizagem

Recursos Tecnológicos e Motivação para a Aprendizagem

As instituições escolares continuam a ser as principais responsáveis pela formação dos cidadãos que se pretende que sejam conscientes, ativos e respeitantes dos valores universais da Humanidade. Adivinha-se que a escola do futuro seja um espaço totalmente interativo não limitado pelas quatro paredes da sala de aula, onde alunos e professores poderão aprender mutuamente transformando informação em conhecimento, com motivação e satisfação, à luz das teorias de aprendizagem já defendidas a vários anos atrás. Perspetiva-se que tanto o professor como o educando vivenciem momentos diferentes dos que aconteceu em gerações passadas. Os professores deixam de ser meros transmissores de informações e passam a ser conselheiros numa prática educativa dominada pela tecnologia. Essa tecnologia vai permitir o desenvolvendo do pensamento crítico, a resolução de problemas, o saudável trabalho colaborativo, a interatividade entre grupos, o empreendedorismo e a comunicação oral e escrita, estimulando a curiosidade e a imaginação de todos os seus utilizadores, professores e alunos (Pinheiro, 2010).
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122 Lee mas

A motivação na aprendizagem de língua inglesa na escola pública

A motivação na aprendizagem de língua inglesa na escola pública

Este estudo, realizado em uma escola pública, de Planaltina DF, teve como objetivos investigar as motivações que alunos apresentam na aprendizagem de Língua Inglesa, bem como analisar se a forma como o professor atua pode contribuir para aumentar ou diminuir a motivação dos seus alunos. O referencial teórico é composto pelos autores Gardner e Lambert (1972); Gardner (1985); Dörnyei (1994,2001); Deci e Ryan (1985) entre outros. Os dados foram coletados por meio de questionário e observação com anotações de campo com 80 alunos do 1º e 2º ano do Ensino Médio. O estudo revelou que, apesar de muitos estudantes apresentarem a motivação integrativa/intrínseca na aprendizagem de inglês, o que mais os motiva a querer buscar essa língua são fatores externos (motivação instrumental/extrínseca), ou seja, predomina quase sempre a busca pelo conhecimento nesse idioma em virtude das exigências do mercado de trabalho.
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53 Lee mas

Crenças docentes : motivação e autonomia na aprendizagem de inglês como LE

Crenças docentes : motivação e autonomia na aprendizagem de inglês como LE

Esta dissertação consiste em um estudo de caso, de cunho interpretativista, que teve como objetivo investigar as crenças de duas professoras de inglês sobre a motivação de aprendizagem autônoma de seus aprendizes no contexto de uma escola pública de ensino médio, em Luís Eduardo Magalhães, Bahia. Este estudo teve como objetivos: a) Investigar a influência de crenças sobre autonomia de aprendizagem na prática de ensino de professores de língua inglesa; b) Refletir sobre as contribuições da motivação para a seleção e o engajamento de objetivos, metas e estratégias que auxiliem na contextualização de aprendizagem autônoma em língua inglesa, enfatizando o papel do professor e suas crenças; c) Analisar as relações entre os construtos crenças, motivação e autonomia nas ações desempenhadas pelas professoras em situações de ensino-aprendizagem de LE. Para tanto, o referencial teórico foi baseado no estudo de crenças (BARCELOS, 2003, 2004, 2006, 2007; FÉLIX, 1998; GIMENEZ, 2002; KALAJA, 2003; KUDIES, 2005; NESPOR, 1987; PAJARES, 1992, POSNER, 1982 entre outros), motivação (DÖRNYEI, 2001, 2003; GARDNER, 1995; PINTRICH; SCHUNK, 1996 entre outros) e autonomia (BENSON, 1997; DICKINSON, 1994; HOLEC, 1981; LEFFA, 2003; PAIVA, 2005, 2009; WENDEN, 1986 entre outros). Quanto à metodologia, este estudo é qualitativo (CHIZZOTTI, 2011) e utiliza o estudo de caso (TELLES, 2002), por se tratar das crenças de duas professoras em um contexto específico. Foram utilizados instrumentos como questionários com itens abertos, observação de aulas com notas de campo, diário do pesquisador e entrevista semiestruturada para a coleta de dados (VIEIRA-ABRAHÃO, 2006). Os resultados demonstraram que as participantes acreditam que a motivação seja um fator essencial para o sucesso na aprendizagem de inglês (LE), mas apontam para restrições quanto ao desenvolvimento da autonomia do aprendiz. Neste estudo também foi possível constatar que as crenças das participantes atuam, de forma determinante, sobre o desempenho de seus papéis e na tomada de decisões pedagógicas relacionadas ao ensino de inglês.
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147 Lee mas

A motivação no processo educativo: relação entre os interesses e a aprendizagem da criança

A motivação no processo educativo: relação entre os interesses e a aprendizagem da criança

Relativamente à questão sobre se as educadoras concordam com a citação de "deve ser entendida como um meio para alcançar o sucesso escolar, e para cumprir tal premissa o aluno deve sentir em casa e na escola um ambiente favorável ao seu interesse pessoal” (Oliveira 1999, cit in Simão, 2005, p. 10) todas as educadoras apresentaram a mesma opinião, afirmando que a motivação é fundamental para alcançar o sucesso na aprendizagem. Desta forma, Educadora1 afirma que “a motivação é um fator fundamental para o sucesso, só uma criança que sente prazer no que faz consegue caminhar para alcançar o sucesso”, assim como, pode-se verificar a resposta da E3 “a motivação é algo que estará sempre presente nas crianças e leva-lhe ao sucesso, não só escolar, como também pessoal. Uma criança motivada irá ter êxito e sucesso na escola, assim como irá sentir-se bem com ela própria e otimista”.
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125 Lee mas

A motivação na aprendizagem da matemática no pré-escolar e no 1.º ciclo

A motivação na aprendizagem da matemática no pré-escolar e no 1.º ciclo

as ideias dos outros; discutir essas ideias e validá-las coletivamente e dar importância às conclusões a tirar (Orton, 2004, citado por Sousa, Cebolo, Alves & Mamede, 2009). Ao longo do processo ensino-aprendizagem, um dos aspetos importante são as práticas de avaliação, sendo os momentos de avaliação muito importantes para os alunos do 1.º ciclo do ensino básico. As práticas de avaliação constituem uma forma de auxiliar o aluno, indo de encontro às suas dificuldades e facilitando a adaptação da sua prática, diversificando estratégias consoante as dificuldades surgidas. Posto isto, o professor não deve apenas dar atenção às respostas certas nos testes escritos, mas valorizar igualmente os raciocínios e os trabalhos apresentados pelos alunos e as reflexões que eles fazem do seu trabalho (Ponte & Serrazina, 2004). Compete ao professor desenvolver uma boa motivação no aluno, a qual é uma condição essencial para a aprendizagem, e criar condições favoráveis a essa mesma aprendizagem, sabendo que todo o aluno é capaz de aprender, embora os ritmos de aprendizagem variem de aluno para aluno. Assim, é importante uma avaliação diagnóstica realizada antes do processo ensino aprendizagem a qual pode levar a uma alteração das estratégias elaboradas pelo professor. Além desta avaliação diagnóstica existe a avaliação formativa que tem um papel importante na melhoria do processo ensino aprendizagem. Esta tem uma função pedagógica, que não se limita apenas à observação, mas também, leva a uma intervenção pedagógica sobre o ensino e/ ou aprendizagem tendo como objetivo ajudar o aluno e o professor no processo ensino/ aprendizagem (Menezes, Santos, Gomes & Rodrigues, 2008).
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141 Lee mas

Motivação ao Ensino/Aprendizagem da Língua Inglesa no ensino médio

Motivação ao Ensino/Aprendizagem da Língua Inglesa no ensino médio

Dessa forma compreendemos que a linguagem além de escrita, falada, nos dias atuais se pode olhar de uma forma diferente, estudantes motivados assumem postura crítica, adequadamente fundamentada, acerca do contexto social, político, econômico e ideológico que modela as condições em que o seu direito linguístico é exercido, é compreender que a aprendizagem pode gerar-se a traves das ferramentas tecnológicas como forma de gerar consciência crítica da linguagem utilizada na sociedade, é usar essas ferramenta como forma de motivação nos alunos que estudam uma LE nas escolas. Fizemos até aqui um relato retrospectivo do ensino/aprendizagem de LI. Tentaremos abordar a LI e seu papel na vida cotidiana. 1.2. INGLÊS NA ATUALIDADE
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35 Lee mas

A motivação no processo de aprendizagem musical : estudo de caso no Conservatório de Música de Barcelos

A motivação no processo de aprendizagem musical : estudo de caso no Conservatório de Música de Barcelos

A terceira, e última subcategoria (ativo), é respeitante à preferência por aprendizagens que desenvolvem a utilização de metodologias de aprendizagem ativa, estimulando a motivação e compreensão. Desta forma, o professor terá um papel essencial no envolvimento da realização das tarefas, usando metodologias e estratégias que estimulem os alunos a desenvolver aprendizagens motivadoras e alcance de sucesso. Os resultados obtidos evidenciaram a presença desta subcategoria nos seguintes indicadores: “O que me motiva mais a estudar Viola D’Arco é a professora, porque juntas tentamos arranjar métodos para conseguir ser sempre melhor”; “O professor é importante para o meu sucesso na Viola D’Arco porque ensina muitas coisas novas e incentiva a melhorar as minhas capacidades”; ela dá-me a motivação necessária para evoluir”.
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151 Lee mas

Crenças e estratégias da motivação na aprendizagem: Desenvolvimento de uma escala

Crenças e estratégias da motivação na aprendizagem: Desenvolvimento de uma escala

Uma outra conclusão que pode retirar -se dos resultados é que o uso de estraté- gias de AMA está ligado às crenças dos alunos sobre a motivação. Já anteriormente, Wolters (2003) havia afirmado que a relação entre o uso de estratégias e as crenças dos alunos é íntima e complexa, uma vez que regular a motivação implica a monito- rização e a intervenção deliberada sobre o nível de motivação para realizar a tarefa. Isto significa que, quando as metas a atingir estão relacionadas com o valor atribuído à aprendizagem, os alunos fazem um maior apelo aos procedimentos (estratégias) que facilitam um melhor controlo na realização das tarefas escolares.
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23 Lee mas

Motivação para a aprendizagem de ferramentas de utilização do arco

Motivação para a aprendizagem de ferramentas de utilização do arco

Durante a minha prática enquanto docente, percebi que existem inúmeros problemas nos alunos, que serviriam como tema de possíveis investigações. No entanto, percebi que, tanto nos alunos da minha classe, como nos alunos com os quais estagiei este ano, existe um problema que é imperativo tentar melhorar: a técnica do arco. A aprendizagem da técnica do arco é uma das etapas mais complexas da aprendizagem dos jovens violinistas. Para além de ser bastante complexa é, também, uma fase muito complicada em termos de motivação. A sua aprendizagem é morosa e pode tornar-se aborrecida, pois demora muito tempo a ser bem consolidada. O tempo que dedicamos ao ensino da técnica do arco pode torna-se muito perigoso para nós, professores de um instrumentos de cordas (neste caso de violino), pois corremos o risco de desmotivar o aluno facilmente. Apesar disso, acredito que, com os exercícios adequados e num contexto mais aliciante, esta aprendizagem pode torna- se mais fácil e ter resultados eficazes em menos tempo. Cada aluno é diferente e torna-se muito complicado, numa fase inicial, conseguir motivar os alunos para esta tarefa tão difícil. É necessário tempo para a aprendizagem da técnica do arco, que é de extrema importância. Para isso propus à escola onde leciono uma atividade em que participassem todos os alunos da minha classe de regime integrado e os alunos de ensino integrado da classe da professora cooperante, Anna Pereira, para que pudessem usufruir, de uma forma mais lúdica e informal, de uma aula exclusivamente dedicada à técnica do arco.
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151 Lee mas

Motivação para a aprendizagem e orientação para a felicidade em idosos que frequentam a universidade sénior

Motivação para a aprendizagem e orientação para a felicidade em idosos que frequentam a universidade sénior

O princípio da palavra motivação traduz-se por "mover". A motivação pode ser definida como um complexo de estruturas biológicas e psicológicas, sendo o estudo da motivação baseado em compreender o que leva o indivíduo a agir, ou seja, o que o motiva (Martins, 2005; Rosa & Mata, 2012). A nível psicológico, cada sujeito tem a sua personalidade, o que se relaciona com a motivação, tal como os gostos, expectativas, aptidões, razões e visão de futuro, entre outros, influenciando a forma como o indivíduo perceciona o ambiente escolar envolvente (Leal, Miranda & Carmo, 2011). Assim, a motivação é considerada como um mecanismo de regulação biológica, cognitiva e social (Ryan & Deci, 2000b).
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89 Lee mas

Los recursos tecnológicos y su influencia en el desempeño de los docentes

Los recursos tecnológicos y su influencia en el desempeño de los docentes

Um estudo quantitativo e qualitativo, descritivo e transversal na Unidade Privada Educação "Cinco de Mayo" cidade de Chone, uma instituição ligada ao Universidad Laica "Eloy Alfaro" Manabi, Equador, em uma população de 134 alunos foi realizada educação básica superior e 33 professores, a fim de demonstrar como os recursos tecnológicos afetam o desempenho dos professores. Com os resultados da série foi demonstrado que o uso de recursos tecnológicos tem um nível significativo de importância em relação ao desempenho dos professores no desenvolvimento de seu trabalho em sala de aula, como mostram os resultados dos instrumentos de pesquisa que foram aplicadas , uma vez que os percentuais mostraram que o uso de recursos tecnológicos tem um impacto positivo sobre a motivação dos alunos e interesse para o ensino ea aprendizagem, assim, contribuir para a melhoria do desempenho dos professores que se aplica em suas aulas.
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19 Lee mas

Retroalimentación en lecciones de estadística con recursos tecnológicos

Retroalimentación en lecciones de estadística con recursos tecnológicos

Resumen. En muchos cursos la retroalimentación del profesor es oral, como cuando interactúa con los alumnos, o escrita, como cuando evalúa sus producciones escritas. Pero los recursos tecnológicos y el software educativo están creando nuevos contextos de aprendizaje. En esta comunicación los objetivos son (a) retomar ideas sobre la retroalimentación en situaciones de aprendizaje de contenidos de Estadística, mediadas por el uso de recursos tecnológicos; (B) reflejar cómo estos recursos generan potencial en la participación con las tareas; (C) revelar la necesidad de que los profesores tengan la oportunidad de trabajar con estos recursos antes de usarlos con los alumnos. Los resultados ilustran que cuando los profesores tienen la oportunidad de explorar contextos donde se recurre a estas herramientas, ellos también desarrollan conocimientos y competencias que les dan confianza para implementarlos en sus clases.
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17 Lee mas

FORMACIÓN DOCENTE EN EL USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS

FORMACIÓN DOCENTE EN EL USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS

En cuanto al uso educativo de los recursos tecnológicos, se pudo observar, que la mayoría de los docentes no tiene conocimiento y manejo de las nuevas tecnologías de información y comunicación y por lo tanto no incorporan dentro del proceso formativo estas herramientas, para consolidar un aprendizaje significativo en el estudiante. Además, se pudo apreciar, que algunos docentes no identifican con exactitud, ni aplican los tipos de recursos tecnológicos existentes, ya sean tangibles (como una computadora, una impresora, un viedeobeam, un celular inteligente entre otros) o recursos intangibles (como sistemas, programas, o aplicaciones virtuales), según la necesidad que amerite el contenido para desarrollar en las clases. Existe mucho desconocimiento por parte de los docentes investigados, en cuanto al software educativo y a las aplicaciones que ofrece la Internet. Además, el 100% de los docentes encuestados, no ha compartido información o material pedagógico en las herramientas para la creación y publicación de recursos didácticos como YouTube, Slide share, Blogger, entre otros.
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14 Lee mas

Uso de recursos tecnológicos en la escuela primaria

Uso de recursos tecnológicos en la escuela primaria

El problema de investigación se basa en el cómo llevan a cabo los docentes en el aula de clase, las innovaciones educativas del proceso de enseñanza en educación básica primaria. Se respondió a esta pregunta de investigación y a sus objetivos planteados. También se resolvieron, los cuestionamientos relacionados con el cómo los profesores realizan esas innovaciones y cómo las están integrando en el proceso de enseñanza, en el aula de clase. La metodología de investigación realizada fue de naturaleza cualitativa, basada en el estudio de caso y la unidad de análisis fue por conveniencia. Se escogieron a tres profesores de primaria que impartían clases en el nivel básico de tercero, cuarto y quinto. La entrevista, la observación y los documentos de clase fueron los instrumentos de recolección de datos; apoyados en la narración de conductas observables del objeto de estudio. Se documentaron las opiniones y el sentir de los profesores en un contexto de innovación en el uso de recursos tecnológicos y el área social, que promueven calidad educativa y dan pautas para futuras investigaciones educativas. Con el hallazgo de las categorías, se develó cómo los docentes incorporaron el uso de recursos
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152 Lee mas

Gerencia de los Recursos Tecnológicos en Organizaciones Educativas

Gerencia de los Recursos Tecnológicos en Organizaciones Educativas

En ese sentido, se abordó el estudio de la Gerencia de los recursos tecnológicos en organizaciones educativas como un enfoque emergente para auxiliar los procesos de la gerencia educativa convencional, lo cual condujo al estudio de la escuela como espacio formal de educación de cara al desarrollo tecnológico, y otros aspectos vinculados como, la distribución y generación de conocimiento, la horizontalidad como principio rector de las relaciones entre actores educativos y la apertura de los sistemas educativos al mundo centrada en la colaboración como principio para la construcción del conocimiento. Finalmente, se ofrecen las reflexiones finales producto del estudio realizado.
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15 Lee mas

Recursos tecnológicos para la difusión de la información financiera

Recursos tecnológicos para la difusión de la información financiera

“La tecnología no es una herramienta para aplicar una estrategia estática, sino un elemento de fractura constante que crea amenazas y oportunidades a la vez, las cuales pueden ser conver[r]

9 Lee mas

Vista de LOS RECURSOS TECNOLÓGICOS Y LA MEDIACIÓN PEDAGÓGICA

Vista de LOS RECURSOS TECNOLÓGICOS Y LA MEDIACIÓN PEDAGÓGICA

El constante cambio por el que atraviesa la sociedad es innegable, la globalización tecnológica comunica- tiva está presente en el diario convivir pues ésta es utilizada constantemente en las diferentes actividades sociales llegando a conceptualizar esta innovación como la sociedad del conocimiento. El proceso en- señanza-aprendizaje en la Educación Superior no puede ser una excepción, por el contrario su trans- cendencia implica la utilización constante de los re- cursos tecnológicos: por la actualización de la información didáctico comunicativo en la mediación del conocimiento entre docentes-estudiantes, docen- tes-estudiantes; estudiantes-estudiantes.
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Recursos tecnológicos en comprimidos de liberación sostenida

Recursos tecnológicos en comprimidos de liberación sostenida

Este trabajo tiene una finalidad docente. La Facultad de Farmacia no se hace responsable de la información contenida en el mismo... Su concentración plasmática máxima[r]

20 Lee mas

Recursos pedagógicos tecnológicos para aprender a programar

Recursos pedagógicos tecnológicos para aprender a programar

Más allá de la interfaz gráfica, la forma de escribir los programas con estas herra- mientas se rige por las mismas normas que el lenguaje de programación real, lo cual tiene la ventaja[r]

12 Lee mas

RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA LA ENSEÑANZA E INNOVACIÓN EDUCATIVA

RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA LA ENSEÑANZA E INNOVACIÓN EDUCATIVA

RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA LA ENSEÑANZA E INNOVACIÓN EDUCATIVA... P ROYECTO E DITORIAL.[r]

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