PDF superior Resíduos de construção e demolição - Estado da Arte

Resíduos de construção e demolição - Estado da Arte

Resíduos de construção e demolição - Estado da Arte

Seguidamente, através do Decreto-Lei n.º 18/2008, de 18 de Janeiro, é apresentado o novo Código dos Contractos Públicos (CCP), referindo várias vezes a importância do PPGRCD (Plano de Prevenção e Gestão de Resíduos de Construção e Demolição) na gestão de RCD, em vários artigos deste mesmo diploma. O Regime de Gestão de Resíduos de Construção e Demolição, envolvendo a prevenção e reutilização e as operações de recolha, transporte, armazenagem, triagem, tratamento, valorização e eliminação de RCD é instituído, através do Decreto-Lei n.º 46/2008, de 12 de Março. Sendo muito importante no que diz respeito á determinação das regras metodológicas associadas aos procedimentos de gestão de RCD, de acordo com o dito no artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro, assegurando o emprego das políticas de gestão de RCD no que diz respeito á reciclagem, reutilização e redução de resíduos.
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Gestão de resíduos de construção e demolição em obras de edificação

Gestão de resíduos de construção e demolição em obras de edificação

Ao longo da redação desta dissertação foram abordadas práticas de gestão de resíduos provenientes de obras de construção e demolição por forma a incentivar a sua reciclagem, a reutilização, a redução e reabilitação dos edifícios, bem como o fomento da desconstrução, demolição e demolição seletiva de modo a garantir uma prática adequada no tratamento destes resíduos, visando sempre que possível a sua reutilização. Por outro lado, através da caracterização do ciclo de vida dos materiais e dos edifícios foi possível uma abordagem mais aprofundada de todos os resíduos produzidos e consequentemente de todos os que têm de ser devidamente encaminhados. Assim como implementar práticas em projeto mais sustentáveis tais como selecionar os materiais mais adequados para numa fase inicial de construção eliminar uma série de encargos em fase de utilização que acabam por não se tornarem ambientalmente e economicamente aceitáveis, para além de todas as questões relacionadas com os consumos de recursos e de matérias-primas no seu processo de fabrico.
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Aplicabilidade de resíduos reciclados da construção e demolição como agregados em misturas asfálticas

Aplicabilidade de resíduos reciclados da construção e demolição como agregados em misturas asfálticas

Devido ao aumento nas atividades da construção civil, a grande quantidade de resíduos de construção e demolição tornou-se um problema social , econômico e ambiental. Por outro lado, a deposição de pneus usados é outro grande problema nas sociedades modernas . Neste contexto , o principal objetivo deste trabalho é investigar a aplicabilidade de agregados reciclados a partir de resíduos de construção e demolição ( RCD) em conjunto com asfalto- borracha como materiais alternativos para serem usados em misturas asfálticas densas tipo Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ). Agregados calcários e ligante asfáltico convencional (CAP50/70) também foram testadas para fins de comparações de referência . O agregado calcário e o RCD reciclado foram inicialmente caracterizados por meio de ensaios laboratoriais convencionais , tais como granulometria , densidade , absorção, abrasão Los
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Modelo para a gestão de resíduos de construção e demolição : uma solução para as empresas de construção civil (Ilha de São Miguel - Açores)

Modelo para a gestão de resíduos de construção e demolição : uma solução para as empresas de construção civil (Ilha de São Miguel - Açores)

A actual Directiva Quadro dos Resíduos (Directiva 2008/98/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de Novembro) estabelece medidas de protecção do ambiente e da saúde humana, prevenindo ou reduzindo os impactos adversos decorrentes da geração e gestão de resíduos, diminuindo os impactos gerais da utilização dos recursos e melhorando a eficiência dessa utilização. Prevê uma hierarquia e uma ordem de prioridades sobre gestão de resíduos: prevenção e redução, preparação para a reutilização, reciclagem, outros tipos de valorização (ex. valorização energética) e, por último, a eliminação. Prevê ainda uma distinção entre subprodutos e resíduos, fundamental para o aproveitamento dos recursos, e também clarifica a fase em que um resíduo deixa de o ser (fim do estatuto de resíduo). De salientar que para o caso dos agregados (e de outros resíduos) está previsto que sejam considerados critérios específicos para o estabelecimento do fim do estatuto. Prevê a obrigatoriedade de realizar programas de prevenção de resíduos, que devem ser integrados nos planos de gestão de resíduos ou noutros programas de política ambiental, até 12 de Dezembro de 2013. O documento determina que em 2020 a preparação para a reutilização, reciclagem e valorização devem afectar no mínimo um aumento de 70% em peso dos resíduos de construção e demolição não perigosos, com exclusão de materiais naturais definidos na categoria 17 05 04 da lista de resíduos (adaptado da 2008/98/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de Novembro de 2008).
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Resíduos de construção e demolição: análise da viabilidade da sua aplicação em misturas betuminosas

Resíduos de construção e demolição: análise da viabilidade da sua aplicação em misturas betuminosas

A indústria da construção é um grande consumidor de agregados naturais e simultaneamente um importante produtor de resíduos, designadamente em obras de construção, demolição e operações de manutenção e reabilitação. Por outro lado, sendo a construção rodoviária das que mais agregados naturais consomem, pensou-se ser oportuno avaliar a reutilização de RCD’s em misturas betuminosas. Nesta comunicação apresentam-se os resultados encontrados bem como a sua análise à luz do Caderno de Encargos Tipo de Obra de Estradas de Portugal, por comparação com as características exigidas ao agregado natural a utilizar em mistura betuminosa de camada de base AC20.
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O impacto dos resíduos de construção e demolição na zona montanhosa da margem Norte do Rio Lima entre Ponte de Lima e Arcos de Valdevez

O impacto dos resíduos de construção e demolição na zona montanhosa da margem Norte do Rio Lima entre Ponte de Lima e Arcos de Valdevez

Rio (2010), também avaliou a eficácia da aplicação da legislação espanhola, na gestão dos RCD em Espanha, mais especificamente na cidade de Madrid. No seu estudo verificou que apesar da crescente consciencialização da sociedade sobre a proteção ambiental e a necessidade de reciclagem, e apesar das iniciativas da legislação tentarem promover estes princípios, os RCD em Espanha ainda são maioritariamente depositados em aterros sanitários, principalmente devido às baixas taxas de custo de deposição. Esta torna-se assim uma solução pouco sustentável para o futuro, dado o volume crescente e descontrolado de descargas em aterro, e a crescente e desnecessária utilização de recursos naturais geológicos que seria minimizada se houvesse maior nível de reciclagem de RCD. A legislação nacional Espanhola e o Governo da Comunidade Autónoma de Madrid propunham, através de diferentes Planos de Gestão dos RCD, medidas para redução de desperdícios dos mesmos, e uma forte coordenação entre o governo e as empresas do setor de construção civil. A Comunidade de Madrid, através do seu Plano de Gestão Integrada de Resíduos construção e demolição (2002-2011), também propôs uma série de medidas como: a organização de uma rede pública de instalações (armazéns e centrais de reciclagem) com um sistema de taxas e obrigações para titulares dos programas de resíduos, a divulgação e sensibilização do público e um programa de vedação e restauração dos aterros municipais.
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Normatização sobre resíduos sólidos de construção e demolição no Distrito Federal

Normatização sobre resíduos sólidos de construção e demolição no Distrito Federal

Trata-se de um estudo em torno dos resíduos de construção e demolição e suas implicações para o meio ambiente e à sociedade como um todo. Discussões sobre o assunto ganharam força principalmente após a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que impulsionou um crescimento no interesse em torno do tema inclusive pela comunidade que cobra, cada vez mais, medidas que sejam favoráveis a um desenvolvimento sustentável. A geração desses resíduos é a maior se comparada a outros tipos de rejeitos e requer assim atenção especial de toda a coletividade, já que também são responsáveis por sérias consequências à saúde ambiental. Dessa forma, o Distrito Federal tem buscado se adequar a essa política, legislando sobre o tema dentro de sua competência e tomando medidas de gestão mais preocupadas com o tratamento, reciclagem, reutilização, transformação e destinação condizentes a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, de forma a reduzir a utilização de recursos naturais. Como exemplos de sua atuação tem-se a criação da Lei nº 4.704 de 2011 e a construção do Estádio Nacional Mané Garrinha que seguiu importantes requisitos de sustentabilidade, reaproveitando a maior parte dos rejeitos gerados em sua construção.
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Estratégia de sustentabilidade para a aplicação da análise do ciclo de vida à gestão de resíduos de construção e demolição em serviços municipais

Estratégia de sustentabilidade para a aplicação da análise do ciclo de vida à gestão de resíduos de construção e demolição em serviços municipais

O sector da construção civil constitui uma actividade muito antiga que consome muitos recursos naturais e cuja gestão dos seus resíduos, Resíduos de Construção e Demolição (RCD), só recentemente começou a suscitar algumas preocupações. A significativa quantidade de RCD gerada pelo sector da construção civil é hoje um grande problema a ser enfrentado pelas empresas construtoras e pelos serviços municipais. A forma descontrolada como os RCD têm sido produzidos e geridos em Portugal, tem introduzido dificuldades acrescidas na obtenção de soluções conducentes à valorização/eliminação dos RCD como um todo. Urge reduzir e reciclar os RCD, adoptando uma atitude de uma forma preventiva, criar condições para uma intervenção mais criteriosa e sustentável. O presente trabalho visa discutir os aspectos relacionados com o diagnóstico da gestão de RCD através da Análise SWOT, para posterior aplicação da Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), apontando possíveis usos desta ferramenta na dinâmica urbana, providenciando informação necessária para aferir do estado da gestão dos RCD em serviços municipais, bem como ajudar na monitorização do progresso, através de uma gestão sustentável, como é o caso da Divisão
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Utilização do sistema de informação geográfica (SIG) na indicação de possíveis áreas aptas à disposição de resíduos de construção e de demolição

Utilização do sistema de informação geográfica (SIG) na indicação de possíveis áreas aptas à disposição de resíduos de construção e de demolição

Mesmo fazendo uso do correto gerenciamento – que é a não geração, minimização, reutilização, reciclagem e descarte adequado, primando pela redução na fonte (NAGALLI, 2014) – ainda assim muitos resíduos se tornam rejeitos, tendo como destino o aterro de construção civil e inertes (aterro classe A). Nesta instalação, considerada uma obra de engenharia, são empregadas técnicas e princípios adequados de engenharia para a correta disposição de resíduos de construção civil e inertes de maneira tal que não venham a causar danos à saúde pública e/ou ao meio ambiente, e que sejam reduzidos ao menor volume possível, tendo como objetivo reservar os materiais segregados para possibilitar o uso futuro, como também o uso futuro da área aterrada (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2004a). No Brasil são poucos os aterros de construção e demolição cadastrados no SNIS (Quadro 5). Na pesquisa elaborada pelo SNIS, os aterros de construção civil representavam 3% do total de áreas destinadas aos resíduos sólidos em geral e receberam 2.528,289 milhões de toneladas de RCD durante o ano de 2012. Os dados obtidos pelo SNIS não relataram qual é a real situação da disposição dos RCD e nesta pesquisa são considerados 41 aterros de construção, embora haja casos em que se confundam com os antigos “bota-foras” (SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÃO SOBRE SANEAMENTO, 2012).
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Gestão integrada de resíduos de construção e demolição: análise de estudo

Gestão integrada de resíduos de construção e demolição: análise de estudo

Na fase de concepção, desenvolve-se a ideia de elaboração de um projecto, seguida do projecto de execução, composto por caderno de encargos, cláusulas gerais, condições técnicas especiais, projecto de arquitectura, e especialidades, lista de quantidades, plano de segurança e saúde e mais recentemente, no caso de obras públicas, o plano de prevenção e gestão de resíduos de construção e demolição. A terceira fase refere-se à Construção, fase de execução do projecto. Segue-se a fase de operação, que inclui a fase de exploração, manutenção do edifício. Por último, a demolição, é fase em que se dá como terminado o ciclo de vida do edifício. Este pode terminar mais cedo que o horizonte de projecto, por factores extrínsecos à capacidade de resistência do edifício e degradação do edifício. No âmbito da gestão de resíduos, existe o objectivo de promover o desenvolvimento sustentável, cujo desafio é não efectuar apenas uma gestão integrada de resíduos, mas sim envolver e responsabilizar os intervenientes na concepção de projecto, para uma gestão sustentável de resíduos.
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Utilização do agregado proveniente de resíduos de construção e demolição em substituição ao agregado miúdo natural no concreto

Utilização do agregado proveniente de resíduos de construção e demolição em substituição ao agregado miúdo natural no concreto

E, frente a isto, fizeram com que esses resíduos fossem reaproveitados. O setor da construção civil é responsável pelo consumo de mais de um terço dos recursos do planeta e gera, aproximadamente, 40% dos resíduos sólidos mundiais (PNUMA, 2011). Devido a isto, nas últimas décadas, especialmente por razões ambien- tais e econômicas, países como Holanda, Dinamarca, Estados Unidos, Japão, França, Itália, Espanha, Reino Unido, Rússia e recentemente o Brasil, vêm adotando a recicla- gem realizada por empresas particulares ou públicas (HANSEN, 1992; ZORDAN, 1997). A reciclagem dos resíduos de construção teve início em 1991 no Brasil, mais especificamente em Belo Horizonte, sendo que hoje ainda existem poucas estações de tratamento e reciclagem deste material, dispersas em alguns estados do Brasil. De acordo com a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos de Construção Civil e Demolição (ABRECON), o Brasil desperdiça 8 bilhões de reais por ano porque não recicla seus produtos. Os números indicam que 60% do lixo sólido das cidades vêm da construção civil e 70% desse total poderia ser reutilizado (MORAND, 2016, p.1).
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Análise da disposição final dos resíduos de construção e demolição na cidade de João Pessoa

Análise da disposição final dos resíduos de construção e demolição na cidade de João Pessoa

envolvem estes atores em relação ao preconizado na legislação, resultou informações sobre as explicações da aderência ou não à legislação.  Utiliza os seguintes meios de pesquisa: Bibliográfica, uma vez que a pesquisa começou a partir de um estudo sistematizado que se desenvolveu tendo como base o material publicado em livros, revistas, jornais e redes eletrônicas, sobre os assuntos indústria da construção civil, resíduos sólidos e resíduos de construção e demolição, nas bases de dados disponíveis para consulta; Pesquisa de campo, para atingir o objetivo geral proposto neste trabalho teve-se a necessidade de investigar em campo, a etapa final do fluxo de RCD, qual seja a disposição final, bem como para ilustrar as etapas de geração e transporte (objetivos específicos 1 e 2); Estudo de caso, utilizou-se de estudos multi casos, pois ocorreu nas empresas oficialmente responsáveis pela disposição final de RCD na cidade de João Pessoa (totalizando toda a população deste tipo de empresas); em uma empresa geradora de RCD e em uma empresa transportadora de RCD intencionalmente escolhidas.
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Resíduos de construção e demolição como substituto parcial do cimento - Efeito na durabilidade em materiais cimentícios

Resíduos de construção e demolição como substituto parcial do cimento - Efeito na durabilidade em materiais cimentícios

por agregados reciclados de betão com diferentes níveis de resistência. Verificaram que o uso de agregado reciclado com maior porosidade resultou numa maior profundidade carbonatada. R ESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO COMO SUBSTITUTO PARCIAL DO CIMENTO (P EREIRA , 2015) A investigação dos resíduos de construção e demolição tem sido realizada sobretudo como agregado em betão. Todavia foi iniciado um estudo, na FEUP, cujo objetivo foi o de analisar a viabilidade de utilização deste tipo de resíduos como substituto parcial do cimento. Os resultados mostraram que o resíduo testado (em particular) poderá substituir parcialmente o cimento Portland em pequenas percentagens, levando a uma perda marginal de resistência mas com um aumento de durabilidade, à exceção dos fenómenos que envolvam absorção capilar.
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Durabilidade de tijolos solo-cal incorporados com resíduos de demolição da construção civil

Durabilidade de tijolos solo-cal incorporados com resíduos de demolição da construção civil

Segundo Oliveira et al. (2006) apud Lima (2010), considerando a complexi- dade dos mecanismos de degradação, a prolongada vida útil esperada para os produtos da construção civil e os eleva- dos custos das obras civis, torna-se fun- damental a estimativa do comportamen- to do novo produto dentro dos princípios de avaliação de desempenho. Assim, a avaliação da durabilidade certamente é o aspecto mais importante do desenvolvi- mento de um novo material (Lima, 2010). Essa pesquisa teve como objetivo estudar a durabilidade dos tijolos solo-cal incorporados com resíduos de demolição da construção civil, utilizando o método do envelhecimento acelerado, por meio da aplicação de ciclos de molhamento e secagem.
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Resíduos de Mármore e Resíduos de Construção e Demolição no Cimento

Resíduos de Mármore e Resíduos de Construção e Demolição no Cimento

 Por fim o material é separado por diferentes granulometrias, resultando num agregado britado fino (0-10 mm), médio (10-30 mm) e grosso (30-80 mm e superior a 80mm). Fig. 3.10 - Processo de transformação dos resíduos de construção e demolição (adaptado do site www.rcd.pt) A amostra utilizada no desenvolvimento do presente trabalho, apresentada na figura 3.11, foi recolhida em Outubro de 2015 e é semelhante à utilizada num trabalho anterior realizado por Pereira (2015). Corresponde ao material mais fino, com granulometria entre 0 e 10 mm, que resulta do processamento de resíduos de construção e demolição após as etapas de seleção e separação dos materiais indesejados. Normalmente, este material é de difícil escoamento porque, devido ao facto de absorver muita água quando utilizado no fabrico de betão e por vezes conter constituintes perigosos na sua composição, poderá limitar a qualidade do betão, pelo que é necessário encontrar uma aplicação inovadora que permita a introdução deste resíduo no mercado (Pereira, 2015).
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O gerenciamento de resíduos de construção e demolição em obras da Universidade Federal do Espírito Santo

O gerenciamento de resíduos de construção e demolição em obras da Universidade Federal do Espírito Santo

Esta dissertação aborda conceitos ligados à sustentabilidade nas construções, especialmente daquelas realizadas na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com foco no gerenciamento de resíduos da construção e demolição (RCDs), e discute a importância de se adotar procedimentos ecologicamente corretos no processo de gestão desses resíduos. Para tanto, fez-se uma pesquisa de caráter exploratório, com abordagem qualitativa, de natureza aplicada. Os procedimentos utilizados foram a pesquisa bibliográfica, a pesquisa documental e o estudo de caso, com entrevistas e conversas com o corpo técnico da Prefeitura Universitária da UFES, buscando entender o processo de gerenciamento dos RCDs realizado na universidade. Destacou-se a necessidade de mudança de paradigma, no sentido de se buscar soluções para o problema do entulho gerado nas construções, seja pela escassez dos recursos naturais não renováveis, ou pela falta de espaço adequado para deposição; seja pelo alto custo que essa operação gera, ou então, pelos problemas ambientais e sociais causados. Abordou-se os benefícios e impactos do gerenciamento de resíduos dos pontos de vista social e econômico. Por fim, relatou-se a situação atual da Universidade Federal do Espírito Santo quanto ao gerenciamento de resíduos provenientes das construções, os procedimentos que são adotados e algumas dificuldades encontradas para a implementação de diretrizes sustentáveis de gerenciamento. Esperou-se com isso identificar possibilidades de aplicação desses conceitos à realidade da universidade, levando-se em conta custos, prazo, segurança e qualidade na sua aplicação. De posse dos dados levantados, ao final do trabalho, foi apresentado um plano de ação, contendo alternativas de melhores procedimentos para o problema levantado.
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VALORAR: valoração de resíduos de construção e demolição como alternativa a redução de mitigação dos impactos ambientais da Indústria de Construção

VALORAR: valoração de resíduos de construção e demolição como alternativa a redução de mitigação dos impactos ambientais da Indústria de Construção

O trabalho a seguir foi desenvolvido devido à preocupação com o alto índice de exploração e a quantidade limitada de matéria prima, em conjunto com os desperdícios gerados no meio. Estes são desafios impostos a indústria da construção e que podem ser contornados reutilizando materiais que seriam descartados, mas que ainda são capazes de desenvolver seus preceitos inicias, mesmo que alguns necessitem de processos físicos ou químicos para nova aplicabilidade. Dentro deste conceito, estudou-se a aplicabilidade dos resíduos de construção e demolição (RCD) como agregado para produção de artefatos de concreto, a fim de levar conteúdo didático a comunidade e instigar a valorização destes resíduos, os quais podem substituir parte da matéria prima natural.
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Usina de reciclagem de resíduos de construção e demolição do município de Passo Fundo-RS: avaliação da viabilidade econômica

Usina de reciclagem de resíduos de construção e demolição do município de Passo Fundo-RS: avaliação da viabilidade econômica

civil e reduzem os impactos ambientais negativos causados por estes resíduos. O objetivo deste artigo é desenvolver um projeto para a implantação de uma usina de reciclagem de resíduos de construção e demolição no município de Passo Fundo e verifi car sua viabilidade econômica. O trabalho foi dividido em três etapas: a primeira consiste na determinação dos investimentos, custos e despesas provenientes da implantação e operação do empreendimento; a segunda etapa tem por fi nalidade elaborar um layout de implantação do projeto; e na terceira etapa foi realizada uma análise da viabilidade econômica do negócio a partir de métodos de análise econômica de projetos. Através da análise de sensibilidade, foi estabelecido um valor ideal de venda do agregado reciclado para que o negócio se tornasse economicamente viável. O resultado mostrou que para o negócio ser considerado viável sob o ponto de vista econômico, o valor de venda do agregado reciclado deve ser muito elevado se comparado ao valor de mercado e semelhante ao preço do agregado convencional.
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Resíduos de Construção e Demolição - Índices de Produção

Resíduos de Construção e Demolição - Índices de Produção

A Diretiva nº2006/12/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 5 de abril, codificadora da vasta regulamentação sobre resíduos, favorece a evolução do direito e da ciência de modo a consagrar um conjunto de princípios de grande importância na gestão de resíduos. São eles a autossuficiência, prevenção, prevalência da valorização dos resíduos sobre a sua eliminação, preferência tendencial pela reutilização sobre a reciclagem e uma preferência tendencial da reciclagem sobre a recuperação energética. Esta Diretiva é transposta pelo Decreto-Lei nº178/2006, de 5 de setembro que revoga o Decreto-Lei 239/97 substituindo o regime jurídico de gestão de resíduos por ele instituído e apresentando pela primeira vez na legislação portuguesa a definição de Resíduo de Construção e Demolição.
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Rota sustentável dos resíduos de construção e demolição oriundos das obras de pequenos geradores: uma proposta para o município de São Carlos - SC

Rota sustentável dos resíduos de construção e demolição oriundos das obras de pequenos geradores: uma proposta para o município de São Carlos - SC

Constatam-se, atualmente, disposições irregulares de Resíduos de Construção e Demolição (RCD) nos diversos municípios brasileiros que, em sua maioria, são resultantes de pequenas obras ou reformas realizadas informalmente. Tal condição torna-se ainda mais recorrente em pequenos municípios, que não possuem a gestão de RCD em funcionamento efetivo nos moldes da legislação brasileira, não oferecendo, assim, opções adequadas de destinação e disposição final desses materiais. O aprimoramento da gestão dos RCD, além de ser uma ferramenta efetiva para o seu gerenciamento, é uma das estratégias para diminuir os impactos ambientais associados. Diante do exposto, esta pesquisa objetiva propor uma rota sustentável para os resíduos de construção e demolição (RCD) oriundos das obras de pequenos geradores do município de São Carlos/SC, fazendo-o por meio da caracterização do gerenciamento dos RCD; de mapeamento do atual fluxo de processos da gestão de RCD oriundos dos pequenos geradores; da identificação do fluxo ideal de processos para a gestão dos RCD oriundos de pequenos geradores; da indicação de mudanças necessárias ao município para adequar o fluxo atual existente ao fluxo ideal e apresentação ao Poder Público de um estudo eficiente quanto ao fluxo dos RCD, apontando soluções quanto à destinação ou disposição final. Esta pesquisa foi realizada tendo como base teórica estudos já realizados sobre os RCD, a legislação vigente e as ferramentas de gestão de projetos, todos publicados em artigos científicos, dissertações, teses e livros. Como resultado, obteve-se o fluxo ideal, nomeado, neste trabalho, como Rota Sustentável dos RCD. O fluxo ideal possibilitou visualizar que os pequenos geradores não possuem uma opção ambientalmente correta para destinação de seus RCD, que o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS) não contempla os procedimentos pertinentes à gestão dos RCD e que precisa passar uma atualização, que a legislação municipal deverá ser alterada para adequação ao PMGIRS atualizado e que todas essas informações deverão chegar à comunidade, através da educação ambiental que deverá ser efetiva e contínua, devendo haver a fiscalização para alinhar: legislação federal > PMGIRS > legislação municipal > educação ambiental > ações concretas e ambientalmente adequadas. Conclui-se que esta pesquisa trouxe informações úteis ao município de São Carlos e que se essas informações forem disseminadas, certamente, resultarão em benefícios de ordem ambiental e social para o município e a sua região.
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