PDF superior Restabelecimento, ressurgência, renovação e resistência à mudança : efeitos da taxa de respostas e de reforços

Restabelecimento, ressurgência, renovação e resistência à mudança : efeitos da taxa de respostas e de reforços

Restabelecimento, ressurgência, renovação e resistência à mudança : efeitos da taxa de respostas e de reforços

quando as taxas de reforços foram mantidas constantes, maior recaída ocorreu com taxas de respostas menores (procedimento de renovação, medida de TT/TR). Com relação ao primeiro resultado, não foram encontrados estudos que relatem maior recaída com menor taxa de reforços, mas da Silva e cols. (2008, Experimento 3) observaram que quando as taxas de respostas eram similares, os efeitos das taxas de reforços foram assistemáticos. O segundo resultado, por outro lado, corrobora aqueles do estudo de Reed e Morgan (2007). Esses autores utilizaram um esquema múltiplo RR intervalo randômico (RI) e obtiveram maior ressurgência (TT/EL) quando a taxa de respostas era menor, a despeito do acoplamento do IRI nos dois componentes. Talvez seja relevante apontar que os componentes do esquema múltiplo utilizados por Reed e Morgan, e no presente estudo, corresponderam a esquemas de razão (RR e FR, respectivamente) e esquemas de tempo (RI e DRL, respectivamente), e que a taxa mais baixa de respostas foi obtida nos esquemas de tempo. É possível que não somente as taxas de reforços e de respostas sejam relevantes para a recaída, mas também a relação resposta-reforço (ver Aló & cols., 2015, para uma discussão sobre a contribuição da relação resposta-reforço para a resistência à mudança). Esse ponto será retomado a seguir.
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Relações resposta-reforço similares, taxa de respostas e resistência à mudança

Relações resposta-reforço similares, taxa de respostas e resistência à mudança

As pesquisas sobre resistência à mudança tradicionalmente investigam os efeitos de manipulações nos parâmetros do reforço (i.e., taxa, magnitude e, com menor frequência, atraso) sobre a resistência (Craig et al., 2014; Nevin & Grace, 2000). O procedimento típico de investigação é composto por duas fases: linha de base (LB) e teste. Geralmente, está em vigor um esquema múltiplo com dois ou mais componentes nas duas fases. Após o responder ser considerado estável na LB, aplica-se uma operação disruptiva no teste. Essas operações caracterizam-se por alterar as condições ambientais em vigor, modificando a taxa de respostas (e.g., extinção; Nevin, 1974, Experimento 2; saciação, Aló, Abreu-Rodrigues, Souza, & Cançado, 2015; apresentação de reforços independentes da resposta no intervalo entre componentes, IEC, Lattal, 1989; Nevin, 1974, Experimento 1). Esse procedimento permite que a resistência seja comparada entre componentes do esquema múltiplo intrassessão e intrassujeitos (cf. Nevin & Grace, 2000). A medida mais utilizada em estudos sobre resistência à mudança é a taxa de respostas no teste como proporção da taxa de resposta durante a LB. Essa medida é um índice de mudança proporcional que permite normalizar eventuais diferenças na taxa de respostas entre os componentes do esquema múltiplo na LB (ver Craig et al., 2014).
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55 Lee mas

Efeitos da História Comportamental e de Instruções sobre aquisição e a Resistência à Extinção em um Esquema Múltiplo FR DRL

Efeitos da História Comportamental e de Instruções sobre aquisição e a Resistência à Extinção em um Esquema Múltiplo FR DRL

A presente pesquisa teve como objetivo, também, verificar os efeitos de diferentes formas de exposição ao esquema múltiplo FR DRL sobre a resistência à mudança frente à suspensão do reforço. A taxa de respostas no “FR” foi menos alterada do que no “DRL”, resultados semelhantes aos de Soares et al. (2013). Esse resultado não corrobora, no entanto, os de Lattal (1989) e Nevin (1974, Experimento 5) que observaram maior resistência à mudança para o comportamento previamente emitido em baixa taxa do que para o comportamento previamente emitido em alta taxa. Todavia, os resultados de Lattal e de Nevin foram obtidos quando a taxa de reforços foi semelhante entre os componentes. No presente estudo, embora a Fase 2 tenha sido planejada, entre outras coisas, com o objetivo de aproximar o ganho de pontos nos dois componentes do múltiplo FR DRL, a taxa de pontos foi diferente quando se considera todas as sessões prévias à extinção (ver última coluna na Tabela 3). Esse problema também foi observado no estudo de Soares et al., não tendo sido contornado no presente trabalho porque os dados já haviam sido coletados quando o problema foi identificado em Soares et al.
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10 Lee mas

Dependência resposta-reforço e resistência à mudança : uma análise paramétrica

Dependência resposta-reforço e resistência à mudança : uma análise paramétrica

Os efeitos de diferentes porcentagens de dependência entre respostas e reforços sobre a resistência à mudança foram investigados em um experimento com quatro ratas. Respostas de pressão à barra foram mantidas por gotas de uma solução de água e leite condensado (50% vol/vol) sob um esquema múltiplo com três componentes. Em cada componente foram programados intervalos entre reforços variáveis de forma que a taxa de reforços fosse semelhante entre os componentes. Na Linha de Base de cada condição, a porcentagem de dependência em um componente foi sempre 10% (componente 10%) e, no outro, sempre 100% (componente 100%); no componente alternativo, a porcentagem de dependência variou de 10 a 80% entre condições. No Teste de cada condição, extinção esteve em vigor em cada componente por cinco sessões. Para cada rata, a resistência à mudança foi maior no componente 10% do que no componente 100% em todas as condições. Quando a dependência foi 10, 20 ou 30% no componente alternativo, a resistência à mudança nesse componente se aproximou daquela no componente 10%. Quando a dependência no componente alternativo foi 50 ou 80%, a resistência à mudança nesse componente se aproximou daquela no componente 100%. Em geral, a resistência à mudança foi uma função inversa da dependência em vigor em cada componente. Esses resultados replicam aqueles de estudos prévios e sugerem que a resistência à mudança é também função da relação resposta-reforço. Portanto, os resultados desse experimento não corroboram o pressuposto da teoria do momentum comportamental que a resistência à mudança é função apenas da relação entre estímulos antecedentes e reforços.
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54 Lee mas

Atraso dos reforços, taxa de respostas e resistência à mudança

Atraso dos reforços, taxa de respostas e resistência à mudança

Uma variável que pode ter relação com a diferença entre os resultados obtidos com ratos no presente estudo (ver também Madrigal-Alcaraz et al. 2018) e aqueles obtidos com pombos e humanos é a topografia da resposta. No presente estudo e no estudo de Madrigal-Alcaraz et al., a resposta exigida era operante (i.e., pressão à barra). Em estudos com pombos de Bell (1999), Dougthy e Lattal (2003), Grace et al. (1998), Nevin (1974, Experimento 4) e Podlesnik et al. (2006), a resposta exigida era operante, mas apresentava controles respondentes por se tratar de uma resposta típica da espécie (i.e., bicar um disco). Assim, seria interessante verificar se novas replicações, com diferentes topografias com ratos (e pombos) produziriam resultados similares (e.g., focinhar em ratos; pisar em um pedal em pombos; Lieving & Lattal, 2003) àqueles obtidos previamente com pombos e com humanos. Experimentos futuros manipulando esta, ou outras variáveis ambientais, são importantes para compreender melhor os efeitos dos atrasos dos reforços sobre a resistência do comportamento à mudança, já que a literatura não é extensa e há diferenças nos resultados entre estudos com diferentes espécies.
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70 Lee mas

Resistência à mudança : efeitos da instrução e da taxa de reforços

Resistência à mudança : efeitos da instrução e da taxa de reforços

Taxa de reforços. Conforme assinalado anteriormente, diante de uma alteração no ambiente, o comportamento mostra-se mais resistente quando está sendo mantido por uma taxa mais alta de reforços do que por uma taxa mais baixa de reforços. Esse resultado tem sido confirmado por várias pesquisas, tanto com organismos não humanos (Blackman, 1968; Bouzas 1978; Grace, McLean & Nevin, 2003; Harper, 1996; Mandel, 1980; Nevin, 1974, 1979, 1988; Nevin, Mandell & Atak, 1983; Shahan, Magee & Dobberstein, 2003; Shull, Gaynor & Grimes, 2002), quanto humanos (Mace, 1990; Mace & cols., 1988; Mace & cols., 1990). Por exemplo, Nevin (1974, Experimento1) expôs pombos, na Condição de Treino, a um esquema mult VI 1 min VI 3 min até a obtenção de um responder estável em ambos os componentes. Na Condição de Teste, a apresentação de alimento independente da resposta durante o intervalo entre componentes produziu uma diminuição na taxa de respostas em ambos os componentes, mas essa diminuição foi menor no componente correlacionado com a maior taxa de reforços (VI 1 min) do que no componente correlacionado com a menor taxa de reforços (VI 3 min). Resultados semelhantes foram obtidos no Experimento 2, no qual a extinção foi usada como DO.
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69 Lee mas

Internacionalização de Empresas: os Efeitos da Taxa de Câmbio sobre o Investimento Direto Brasileiro no Exterior

Internacionalização de Empresas: os Efeitos da Taxa de Câmbio sobre o Investimento Direto Brasileiro no Exterior

de empresas, testando a hipótese de que a taxa de câmbio apreciada seria um fator que de expulsão de empresas, levando à sua internacionalização. A partir da revisão da literatura referente às principais abordagens e teorias de Negócios Internacionais, pretendeu-se apresentar fatores que expliquem o comportamento das empresas inseridas no processo de internacionalização, trabalhando com as variáveis Foreign Exchange (FX) e o investimento direto brasileiro no exterior (IBD). Foram realizados testes de causalidade de Granger, usando as variáveis citadas, o que resultou na não evidência da importância do fator cambial como vetor para o processo de internacionalização. Da mesma forma, a análise de regressão revelou uma baixa significância da variável FX como explicativa da variável IBD. Assim, embora a taxa de câmbio seja freqüentemente citada, em particular nos momentos de apreciação, como fator de expulsão de empresas, a evidência dos dados agregados não corrobora com esta hipótese.
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15 Lee mas

Método de avaliação da resistência de clones de cajueiro à resinose

Método de avaliação da resistência de clones de cajueiro à resinose

Baseado nos dados obtidos nos ensaios preliminares, elegeu-se os métodos do bisel e da suspensão para os estudos de avaliação do efeito do estresse hídrico. No primeiro ensaio, o sintoma externo mais característico foi a exsudação de goma no local de inoculação. Verificou-se que os dados obtidos pela utilização do estresse hídrico através da variação dos intervalos de rega proporcionaram uma maior severidade da doença considerando a intensidade de exsudação de goma. A exsudação de goma em plantas do clone CP 76 sem estresse hídrico foi (p<0,05) menor, independente do método de inoculação, do que em plantas submetidas aos dois níveis de estresses. Os estresses hídricos decorrentes dos intervalos de rega provocaram a exsudação de goma em quase todas as plantas de ambos os clones, consequentemente este sintoma não representou uma boa característica para comparação das reações de resistência com as de suscetibilidade. Torna-se evidente que a exsudação de goma é uma reação natural da planta que independe da origem da injúria. Entretanto, o estresse provocou uma maior intensidade dessa injúria. L. theobromae é um organismo de baixa capacidade parasitária, pois a sua capacidade patogênica aumenta em plantas estressadas. Esse aspecto ficou demonstrado pela aplicação de diferentes intervalos de rega, confirmando estudos que relatam o uso do estresse hídrico em patossistemas envolvendo L.
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5 Lee mas

Mapeamento de QTLs ligados à resistência parcial da soja à ferrugem asiática.

Mapeamento de QTLs ligados à resistência parcial da soja à ferrugem asiática.

Os 87 marcadores Microssatélites utilizados neste trabalho foram previamente identificados para a cultura da soja (TABELA 1A), os mesmos estão distribuídos nos 20 [r]

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A Mudança organizacional e a Gestão da Mudança

A Mudança organizacional e a Gestão da Mudança

Os mercados laborais constituem-se como um quinto veículo de globalização: aquele que mais resiste aos efeitos da economia global e o que mais permanece sob a alçada dos Estados; por um lado, os governos permanecem responsáveis, perante o eleitorado, pela garantia do bem estar económico dos seus cidadãos, ao mesmo tempo que a admissão de migrantes é vista como uma ameaça a expetativas de emprego [2]; por outro, o trabalho continua sujeito a preferências individuais estabelecidas com base no parentesco, na língua, em investimentos domésticos e na familiaridade cultural, que apenas adversidades económicas e políticas graves parecem conseguir ultrapassar. Não obstante o facto de se virem a verificar, desde as primeiras fases da expansão global, importantes padrões migratórios internacionais, a maioria dos países que antes tinha aberto as suas fronteiras começou a levantar, na sequência das crises económicas registadas a partir dos anos 70, várias restrições de ordem numérica e de qualificações à imigração, resultando em mercados laborais que atualmente se caracterizam por movimentos irregulares que flutuam ao sabor de motivações puramente económicas por parte dos países que acolhem e de quem se desloca.
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10 Lee mas

Estratégias para eficiência da seleção de feijoeiro quanto à resistência à murcha-de-fusário

Estratégias para eficiência da seleção de feijoeiro quanto à resistência à murcha-de-fusário

o coeficiente de variação experimental (CV) é um dos mais utilizados. Nas simulações realizadas, observou-se que quando a precisão foi avaliada por meio do CV, as estimativas variaram pouco entre os diferentes números de repetições. Por exemplo, com 5 repetições, em 600 simulações, o CV médio foi de 32,4%, e com 15 repetições, foi de 32,5% (Tabela 5). Observou-se que os valores dos limites inferior e superior foram bem semelhantes. Contudo, na avaliação de resistência a doenças, por meio de notas, normalmente a estimativa do CV é alta (Marques Júnior et al., 1997). Mesmo com o CV dessa magnitude, ocorreu uma boa discriminação entre as linhagens, o que é fundamental nesses experimentos. Infelizmente, na maioria dos trabalhos que avaliaram a reação à murcha-de-fusário, os autores não utilizaram a análise de variância, apenas classificaram as linhagens em grupos de reação, de acordo com a nota obtida (Pastor-Corrales & Abawi, 1987; Piza, 1993; Rava et al., 1996; Sala et al., 2006), o que evidentemente pode restringir a comparação entre as médias. Um único relato de análise de variância, neste tipo de avaliação, foi o trabalho realizado por Nascimento et al. (1995).
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8 Lee mas

Efeitos da distribuição da carga externa nas respostas fisiológicas durante sessões de treino intervalado

Efeitos da distribuição da carga externa nas respostas fisiológicas durante sessões de treino intervalado

Bishop et al. (2002) verificaram em canoístas, exercitando-se por 2 min em intensidade supramáxima, que a estratégia de IR produziu potência média superior (748 W) quando comparado à estratégia C (558 W), representando um aumento de ~25% na potência pico produzida no exercício. Esses dados concordam com Jones et al. (2008), que analisaram o efeito das diferentes estratégias de distribuição de intensidade sobre o Tlim em indivíduos ativos, na carga estimada para uma duração de 120 s. A estratégia de IR proporcionou um maior Tlim (174 s) em relação às condições C (128 s) e IL (128 s), e também acarretou em um atingimento mais rápido do VO 2 max. Além disso, não foram encontradas diferenças entre os modelos para os valores de [Lac] e FC, no entanto, a estratégia IR apresentou um menor déficit de O 2 em relação às outras estratégias. Com estes resultados os autores concluíram que a estratégia IR proporcionou uma maior tolerância ao exercício. Em outros estudos, Abbiss et al. (2008) e Turnes et al. (2014) sugerem que durante exercícios de curta duração (2-3 min), os atletas parecem se beneficiar de uma estratégia de ritmo explosivo máximo (IR).
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88 Lee mas

Efeitos Tardios do Isolamento Social Neonatal e do Desamparo Aprendido sobre os Níveis Tissulares e Taxa de Renovação da Serotonina das Regiões Dorsal e Ventrolateral da Matéria Cinzenta Periaquedutal de Ratos

Efeitos Tardios do Isolamento Social Neonatal e do Desamparo Aprendido sobre os Níveis Tissulares e Taxa de Renovação da Serotonina das Regiões Dorsal e Ventrolateral da Matéria Cinzenta Periaquedutal de Ratos

Figura 3: Modelo da hipótese de Deakin e Graeff no cérebro de rato: A) Deakin e Graeff (1991) sugeriram que enquanto o transtorno da ansiedade generalizada é produzido pela supra- atividade das projeções excitatórias serotonérgicas (5-HT) provenientes do núcleo dorsal da rafe (DRN) (setas pretas) para áreas do córtex préfrontal (PFC) e amígdala (BLA), as quais processam ameaça distal, o ataque de pânico é uma disfunção das projeções inibitórias de 5- HT na matéria cinzenta periaquedutal dorsal (DPAG), desse modo liberando a resposta a ameaças proximais, medo inato ou anóxia. Por sua vez, o conflito da ansiedade é o resultado da atividade simultânea das projeções de 5-HT do DRN e das projeções dopaminérgicas provenenientes da área tegmentar ventral (VTA), que se projetam para o estriado (STR), e medeiam os comportamentos de esquiva e aproximação, respectivamente. B) Deakin e Graeff (1991) também propuseram que as eferências 5-HT que se projetam do núcleo mediano da rafe (MnR) ao hipocampo, sejam o substrato do "sistema de resiliência comportamental", que é responsável pelo equilíbrio dos eventos estressores das rotinas diárias. Os níveis aumentados de glicocorticóides (CORT) dessensibilizaria os receptores 5-HT 1A no hipocampo, levando ao
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100 Lee mas

Efeitos do exercício físico na resistência à insulina em indivíduos obesos

Efeitos do exercício físico na resistência à insulina em indivíduos obesos

Contudo, torna-se imprescindível o estudo da fi- siopatologia da resistência insulínica e da DM2 para ter condições de se trabalhar o tratamento e a prevenção da morbimortalidade, provocando assim mudanças no estilo de vida de indivíduos obesos. 23 Apesar das reco- mendações clinicas de tratamento da obesidade serem baseados na união de inúmeras intervenções, tais como mudança de hábitos alimentares, uso de medicamentos e prática regular de exercícios físicos, há a necessidade de se avaliar a contribuição destas possíveis formas de tratamento, tendo em vista o caráter multifatorial da obe- sidade e da resistência à insulina, para que se evidencie o grau de contribuição do exercício físico nestes casos. 31
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5 Lee mas

Atributos da mudança organizacional : sua influência sobre as atitudes, as respostas comportamentais e o bem-estar no trabalho

Atributos da mudança organizacional : sua influência sobre as atitudes, as respostas comportamentais e o bem-estar no trabalho

mudanças na sua imagem externa, nos seus resultados e no desenvolvimento da competência profissional dos seus membros, mesmo havendo percepção de que a organização tem baixa capacidade para as mudanças. Os dados ainda revelaram que as atitudes dos indivíduos em relação à mudança foram de aceitação, mas também de temor. As características culturais da organização se mantiveram estáveis. O estudo em duas coletas de dados permitiu detectar, que houve durante o período pesquisado um decréscimo considerável no grau de insatisfação com os valores organizacionais. Os respondentes continuaram insatisfeitos com os polos de valores igualitarismo e autonomia, desejando que esses polos estejam mais presentes na organização. Os resultados indicaram que o polo dos valores organizacionais e hierarquia permaneceu como menos desejado pelos respondentes, mas apresentou, em 2003, um alto grau de insatisfação que não havia sido identificado na aplicação anterior (pouco desejado, muito presente). As duas coletas de dados possibilitou identificar a troca de posição entre os polos harmonia e domínio, o que indica um desejo atual de maior harmonia com as organizações que coexistem no mesmo ambiente externo.
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260 Lee mas

Educar com ética em tempos de mudança e resistência

Educar com ética em tempos de mudança e resistência

Desde 2004, ano em que foi criado, o Programa Escola sem Partido, por Miguel Nagib, advogado e procurador paulista, em detrimento do fato passado com sua filha que comparou Che Guevara com o santo católico São Francisco de Assis, pois ambos abandonaram a riqueza pela causa que defendiam, conforme RBA (2016) e, no momento atual colaborador do Instituto Milienium, uma entidade privada, sem fins lucrativos, formada por intelectuais e empresários, que atua no campo de grupos de interesses comuns, promove valores e princípios que garantam a liberdade individual, direito à propriedade, economia de mercado e democracia representativa, estado de direito e limites na ação governamental, um movimento que defendia tais ideias por militantes da sociedade civil, cidadãos comuns, contaminados por ideias fundamentalistas e conservadoras, compondo como nos afirmou Ricouer (1993) um grupo com ideias próprias, autor de uma ideologia fundamentada em princípios diferenciados dos ideais democráticos preconizados pela Constituição Federal de 1988.
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15 Lee mas

Marcadores RAPD para detecção de resistência à ferrugem-asiática-da-soja

Marcadores RAPD para detecção de resistência à ferrugem-asiática-da-soja

E-mail: sahuneda@hotmail.com (3) Universidade de São Paulo, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Departamento de Genética, Avenida Pádua Dias, n o 11, CEP 13418-900 Piracicaba, SP. E-mail: baldin@esalq.usp.br (4) Tropical Melhoramento e Genética Ltda., Rodovia Celso Garcia Cid, Km 87, CEP 86183-600 Cambé, PR. E-mail: romeu@tmg.agr.br, ebersoncalvo@tmg.agr.br Resumo – Os objetivos deste trabalho foram confi rmar a herança da resistência da PI 459025 (Rpp4) à ferrugem- asiática-da-soja e identifi car marcadores moleculares do tipo RAPD, ligados a este gene de resistência, em populações de soja. Pelo cruzamento dos genitores contrastantes PI 459025 x Coodetec 208 obteve-se uma população, cujas populações das gerações F 2 e F 2:3 foram artifi cialmente infectadas e avaliadas quanto à reação
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7 Lee mas

Estudo experimental da resistência à compressão de laminados carbono/epóxido

Estudo experimental da resistência à compressão de laminados carbono/epóxido

No que diz respeito aos laminados das placas C10 e C12, recorreu-se a provetes híbridos com camadas de Araldite Standard, obtidos mediante o vazamento da cola em pequenos moldes de PTFE, no intuito de facilitar a sua desmoldação. Na verdade, foram testados 3 tipos de moldes, sendo que o último se revelou mais eficaz. Inicialmente, tentou-se utilizar um molde onde era colocado o provete na horizontal (Molde I – figura 9, à esquerda), em cima do qual era vertida a resina. Porém, este método não se revelou adequado, porque o provete era difícil de retirar e também porque a camada de resina não estava plana, o que traria problemas na colocação da restante. Ainda nesta primeira fase tentou usar-se uma bomba de vácuo com o objetivo de retirar as bolhas de ar que ficavam presas na resina. Contudo, este processo mostrou- se dispendioso, porque além de necessitar de um molde com cerca de dez vezes a dimensão utilizada, também a quantidade de resina a depositar era muito superior ao utilizado, o que levaria a um desperdício pela sua alta adesão às paredes do molde.
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70 Lee mas

ESTUDO DA RESISTÊNCIA À TRAÇÃO DE CORPOS DE PROVA DE CONCRETO ARMADO

ESTUDO DA RESISTÊNCIA À TRAÇÃO DE CORPOS DE PROVA DE CONCRETO ARMADO

Os corpos de prova cilíndricos apresentaram resistência a compressão de 17,96 e 16,33 Mpa respectivamente, mostrando valores próximos e coerêntes com bibliograficas pesquisadas. Os corpos de prova reforçados com a barra de aço de 8 milímetros apresentaram valores consideráveis de resistência a tração, sendo que a maior força sustentada pelo corpo de prova foi de 22,11 KiloNewtons. As tensãos geradas foram calculadas tendo como base a área da menor sessão do corpo de prova que é de 26 centímetros quadrados. Com a carga máxima atigida de cada corpo de prova chegou-se aos seguintes valores de tensão de tração máxima apresentados na tabela 1:
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7 Lee mas

Estudo da resistência à corrosão de ligas de magnésio para a indústria automóvel

Estudo da resistência à corrosão de ligas de magnésio para a indústria automóvel

Embora o magnésio seja rapidamente atacado por ácidos minerais existem duas excepções a esta situação estas são os ácidos crómicos (H 2 CrO 4 ) e os fluorídricos (HF). Tanto no caso dos meios básicos como na presença destes dois tipos de ácido, a resistência à corrosão é o resultado da formação na superfície de películas protectoras insolúveis - passivação. Consequentemente, os dois ácidos são utilizados em formulações de pré-tratamentos de pintura e tratamentos anódicos de superfície. Como o ácido crómico puro tem uma afinidade limitada para o magnésio metálico, dissolve facilmente produtos de corrosão de hidróxido de magnésio. Consequentemente, uma solução em ebulição com 20% de ácido crómico é frequentemente utilizada para remover os produtos de corrosão do magnésio para dar novo acabamento às peças. A elevada alcalinidade da película de hidróxido natural existente no magnésio significa que existe uma fraca tendência para o composto abdicar de um protão a favor de um alcalino resistente; por conseguinte, a película confere uma excelente protecção mesmo em soluções quentes de elevada alcalinidade, que iriam atacar de imediato as ligas de alumínio ou zinco.
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