PDF superior Um modelo para gerenciar a comunicação em um ambiente distribuído de desenvolvimento de software

Um modelo para gerenciar a comunicação em um ambiente distribuído de desenvolvimento de software

Um modelo para gerenciar a comunicação em um ambiente distribuído de desenvolvimento de software

O participante tem a percepção de todos os membros que participam da reunião, ao iniciar sua participação deve votar para que seja definido o secretário, que será o responsável pela ata da reunião. Para fazer uso da palavra o participante deve efetuar sua inscrição e aguardar o momento de se expressar. O participante pode exibir documentos e/ou imagens e consultar artefatos de um projeto armazenado no repositório do ambiente, o que implica que a ferramenta apresenta integração com o ambiente permitindo o acesso as informações do DiSEN. Alguns assuntos discutidos na reunião poderão necessitar de votação para que haja um consenso na escolha de uma melhor solução, portanto, a ferramenta deve prover mecanismos para permitir a seleção de uma opção por meio de voto. Após a discussão de todos os itens de pauta, o participante deverá apreciar a ata de reunião, elaborada pelo secretário, e poderá dar a sua contribuição para que então possa ser aprovada a ata e por fim encerrada a reunião.
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Uma proposta de arquitetura para ambientes de desenvolvimento distribuído de software

Uma proposta de arquitetura para ambientes de desenvolvimento distribuído de software

A fim de sugerir uma arquitetura que dê suporte ao desenvolvimento distribuído de software e atenda às características citadas na seção 2, foi criado o projeto DiSEN. O DiSEN é um ambiente de desenvolvimento de software distribuído, incorporando a tecnologia de agentes segundo o padrão da FIPA (Foundation for Intelligent Physical Agents). Segundo Pascutti (2002), a arquitetura do DiSEN foi projetada para utilizar, dentre outras, a MDSODI (GRAVENA, 2000; HUZITA, 1999), que é uma metodologia para desenvolvimento de software que leva em consideração algumas características identificadas em sistemas distribuídos, tais como concorrência, paralelismo, comunicação, sincronização e distribuição. Em linhas gerais, o objetivo do DiSEN é fornecer o suporte necessário para o desenvolvimento do software distribuído; a equipe poderá estar distribuída em locais geográficos distintos e trabalhando de forma cooperativa com uma metodologia para desenvolvimento de software distribuído.
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Processo de software: um estudo de caso em xp

Processo de software: um estudo de caso em xp

Esse trabalho espera ter deixado duas contribuições principais. A primeira delas está relacionada à exemplificação textual e gráfica da aplicação do processo. A segunda contribuição está relacionada à busca constante de um modelo de processo que possa ser aplicado de forma “produtiva” em um ambiente de desenvolvimento de softwares. Uma das barreiras na aplicação de determinadas metodologias está relacionada ao excesso de recursos e controles que a mesma requer, pois acaba demandando um tempo excessivo à construção e atualização de artefatos, gerando custos. Considerando esse tipo de dificuldade, a comunidade de Engenharia de Software busca alternativas, como às metodologias ágeis (XP) e as metodologias práticas ou intermediárias (ICONIX). A definição de um processo ideal, que seja produtivo e que proporcione garantia de qualidade ao software produzido, ainda é um desafio a ser enfrentado e vencido pelos pesquisadores da Engenharia de Software. Enfim, existe um longo caminho a ser percorrido na busca do estado da arte para o processo de software.
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12 Lee mas

Um ambiente paralelo/distribuído para execução de software de controle

Um ambiente paralelo/distribuído para execução de software de controle

O desenvolvimento de sistemas de controle representa hoje um dos maiores problemas na criação de indústrias de manufatura flexível. Uma boa parcela desta dificuldade pode ser atribuída aos altos custos envolvidos no desenvolvimento e manutenção do software de controle. Grande parte dos problemas encontrados no desenvolvimento de software para sistemas de controle decorrem da falta de um modelo adequado para tratar as necessidades envolvidas neste tipo de sistema. Por exemplo, os modelos adotados incluem uma abordagem hierárquica seqüencial e centralizada para o processo de desenvolvimento do sistema. Por outro lado, os ambientes de execução do software de controle para chão-de-fábrica (Shop Floor Control) são na maioria não distribuídos (single-processor), fazendo com que os modelos não possam ser plenamente representados.
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Comunicação em grupo em um ambiente paralelo/distribuído baseado em multicomputador

Comunicação em grupo em um ambiente paralelo/distribuído baseado em multicomputador

A forma mais elementar de interação entre processos baseada em troca de mensagens é a comunicação ponto a ponto, onde um processo origem envia uma mensagem para um processo destino. Entretanto, por questões de desempenho e até facilidade de programação, muitas aplicações paralelas/distribuídas tem como requisito um sistema de passagem de mensagens que suporte comunicação em grupo. Por exemplo, considere um grupo de servidores de arquivos que tem como tarefa comum oferecer um serviço de arquivos tolerante a falhas. Neste caso, espera-se que as requisições de serviço emitidas por clientes sejam recebidas por todos os servidores de arquivos. Assim, mesmo que um servidor de arquivos não possa atender outros poderão atender o pedido. Para que isso seja possível é necessário que exista um mecanismo de comunicação alternativo, diferente da comunicação envolvendo apenas dois processos, onde é possível a recepção de uma mesma mensagem por vários recebedores. Este mecanismo, as suas primitivas de controle, podem ser fornecidos pelo Sistema Operacional, através de chamadas de sistema ou biblioteca de funções. Este trabalho apresenta o projeto e desenvolvimento de um conjunto de primitivas de suporte para comunicação em grupo em um ambiente paralelo/distribuído com arquitetura baseada em multicomputador.
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Um gerenciador de artefatos para ambiente de desenvolvimento distribuído de software

Um gerenciador de artefatos para ambiente de desenvolvimento distribuído de software

Os projetos de desenvolvimento de software têm, progressivamente, aumentado de tamanho e complexidade, sendo cada vez mais comum sua realização por equipes de médio porte (entre dez e vinte desenvolvedores) e grande porte (acima de vinte desenvolvedores). Com as facilidades de comunicação proporcionadas pela Internet, a necessidade de experiência em diversas áreas de conhecimento e a pressão por cronogramas mais restritos, acabam fazendo com que alguns projetos sejam desenvolvidos por diversas equipes trabalhando cooperativamente. Além disso, as dificuldades em reunir os especialistas necessários em um mesmo local físico e a delegação do desenvolvimento de determinados componentes para outras empresas, são exemplos de fatores que podem exigir que as equipes participantes de um projeto estejam geograficamente distribuídas [12]. As organizações têm cada vez mais utilizado o desenvolvimento de software remoto como uma facilidade adicional, levando a o que é conhecido como Desenvolvimento Distribuído de Software (DDS) [7] [9].
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12 Lee mas

Um mecanismo de captura de informações contextuais em um ambiente de desenvolvimento distribuído de software

Um mecanismo de captura de informações contextuais em um ambiente de desenvolvimento distribuído de software

Assim, o mecanismo apresentado no presente artigo faz parte do trabalho apresentado em [12] e tem como foco obter informações contextuais a partir de arquivos de código fonte escritos em Java e armazenados no repositório Mercurial. Para tal, faz se necessário verificar a localização destes códigos, para, posteriormente, realizar uma varredura através destes a fim de conseguir as informações desejadas, além de manipular os métodos/comandos existentes no sistema Mercurial para a manipulação/obtenção dos dados contidos no repositório, tais como versões anteriores, quem executou estas mudanças e datas e horários das modificações.
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10 Lee mas

Componentes de um modelo para adaptação de processos de software

Componentes de um modelo para adaptação de processos de software

Devido à diversidade de aspectos envolvidos na definição do modelo de adaptação proposto, optou-se por especificar formalmente os seus tipos de dados e algoritmos, de tal sorte que pudesse ser gerada uma especificação precisa e em alto nível de abstração, de modo a ser utilizada como base semântica para auxiliar no entendimento e na evolução futura da proposta. Além disso, segundo Wang e King, referenciados em [11], o campo de automação de processos de software é um terreno fértil para o desenvolvimento de soluções baseadas em métodos formais: a literatura especializada apresenta experiências com diferentes formalismos, incluindo LOTOS, Redes de Petri, CCS, Método Algébrico e Gramática de Grafos. Para a especificação dos componentes do modelo proposto, utilizou-se o Prosoft-Algébrico como formalismo, dentre outros motivos, pela possibilidade de derivação direta para implementação no Prosoft-Java 1 , visto que há uma correspondência semântica entre os elementos usados na especificação e na implementação dos componentes de software descritos neste paradigma.
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12 Lee mas

DESENVOLVIMENTO DE UM ATLAS CARTOGRÁFICO TEMÁTICO

DESENVOLVIMENTO DE UM ATLAS CARTOGRÁFICO TEMÁTICO

Na Figura 1 são apresentados os mapas resultantes do método qualitativo (a), onde são apresentados os dados dos depósitos de minerais presentes na região, cada mineral representado por uma cor diferente. O segundo mapa (b) apresenta o método ordenado onde mostra a hierarquia das rodovias, sendo as federais mais importantes em tons mais escuros e as outras em tons mais claros, e o terceiro mapa (c) representa o método quantitativo abordando o método das figuras geométricas proporcionais e também o gráfico de setores. O tamanho de cada ponto representa a quantidade da população e com relação as cores, azul representa população urbana enquanto a vermelha representa a população rural.
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7 Lee mas

Proposta de validação de um modelo para mensuração do desenvolvimento regional sustentável em uma região turística

Proposta de validação de um modelo para mensuração do desenvolvimento regional sustentável em uma região turística

Como forma de atender o objetivo proposto, realizou ‑se uma pesquisa quantitativa do tipo survey com 465 pessoas dos municípios de Gramado, Canela e Nova Petrópolis. Para validação, primeiramente, realizou ‑se o cálculo do alfa de Cronbach para verificação da confiabilidade dos construtos teóricos, seguido de uma análise fatorial exploratória com o objetivo purificar o modelo. Após, utilizou ‑se o coeficiente de correlação de Pearson para tentar estabelecer relações entre as dimensões do constructo e realizou ‑se a modelagem de equações estruturais para analisar a força das correlações existentes no modelo.
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15 Lee mas

A AGILIDADE DO FRAMEWORK SCRUM COMO UMA PRÁTICA VIRAL DE DISSEMINAÇÃO DO CONHECIMENTO

A AGILIDADE DO FRAMEWORK SCRUM COMO UMA PRÁTICA VIRAL DE DISSEMINAÇÃO DO CONHECIMENTO

O “Manifesto Ágil” não rejeita de forma alguma os processos e ferramentas, a documentação, a negociação de contratos ou o planejamento. Simplemente apresenta-os com importância secundária quando comparado com os indivíduos e interações, com o software estar executável, com a colaboração do cliente e as respostas rápidas a mudanças e alterações. Esses conceitos, segundo os autores do Manifesto Ágil aproximam-se melhor da forma que pequenas e médias organizações trabalham e respondem a mudanças. Apesar de muitos entenderem que o Manifesto Ágil está associado as melhores práticas para o desenvolvimento de software, pode-se sim aumentar o leque de abrangência e empregá-lo à qualquer projeto.
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12 Lee mas

DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE PARA DETERMINAR O EQUILÍBRIO SÓLIDO   LÍQUIDO DE ÓLEO PARAFÍNICO

DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE PARA DETERMINAR O EQUILÍBRIO SÓLIDO LÍQUIDO DE ÓLEO PARAFÍNICO

A modelagem termodinâmica e computacional é uma ferramenta indispensável neste cenário, uma vez que, se bem conduzida, é capaz de prever em quais condições a deposição desses compostos irá ocorrer no interior do duto . Este trabalho objetiva a elaboração de um software para o problema de precipitação de ceras geradas pela transição de fase em misturas de óleos parafínicos. Neste momento da pesquisa será considerado o modelo de coeficiente de atividade de UNIFAC e o método numérico de Newton- Raphson Multivariável. A fase sólida é caracterizada pelo modelo multisólido. A previsão de formação de fase sólida é inicialmente determinada por um teste de estabilidade termodinâmica. Posteriormente, o sistema de equações não lineares que caracteriza o equilíbrio termodinâmico e as equações de balanço material é resolvido numericamente. A validação dos resultados é realizada comparando com dados experimentais. No presente trabalho o software é utilizado para o cálculo de duas misturas, apresentando resultados comparados aos experimentais, já oferecendo graficamente o diagrama sólido-líquido.
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6 Lee mas

Um diálogo em eterno porvir: nove poemas de Rafael Alberti para Federico García Lorca

Um diálogo em eterno porvir: nove poemas de Rafael Alberti para Federico García Lorca

não mudou e continua no momento da enunciação, contrariando as expectativas e os desejos. É a permanência de uma situação inaceitável e a onipresença da morte – estado permanente por defi nição – que explica que o sujeito lírico sinta que os trinta anos desde o início da Guerra Civil não tenham, na década de 60, efetivamente passado. Nessa pers- pectiva, o corpo nunca encontrado de Lorca impossibilita a vivência do fi m. Figura-se um Federico condenado à clausura de interpretações que só sabem encontrar os pre- núncios da sua própria morte em sua poesia. Um poeta confi nado a sua poesia, tra- gado pela própria imaginação. Esta espécie de limbo em que está “plantado/ delante del azogue sangriento de un espejo/ mirándose en su obra” (187) evoca, por analogia, o lugar de paralisia imposto aos exilados. Ao constatar isso, o poema reivindica o direito de viver a conclusão dos fatos, de enterrar os mortos, de dar fi m à sensação de vida abre- viada, vivida na Sala de Espera, lembrando o signifi cativo título da revista editada pelo também exilado republicano Max Aub entre 1948 e 1951.
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19 Lee mas

Planejamento, projeto e gestão ambiental participativa do espaço universitário

Planejamento, projeto e gestão ambiental participativa do espaço universitário

Os campi universitários são organizações complexas que se assemelham nos aspectos físicos a cidades e nos aspectos administrativos e organizacionais a empresas e, portanto, apresentam diversos problemas que devem ser previstos e embasados por programas de gestão e planejamento. O desenvolvimento sustentável deve fazer parte dos planos e estratégias de gestão do espaço universitário. O presente artigo visa fazer uma análise comparativa entre planejamento tradicional e planejamento estratégico e participativo; plano diretor e plano de desenvolvimento institucional, e discutir diretrizes de gestão ambiental no espaço universitário. Método: A metodologia se baseia na reflexão e discussão pautada nas referências bibliográficas levantadas. Resultados: A preocupação das universidades em busca de um desenvolvimento sustentável deve se dar nos aspectos educacionais, de pesquisa e extensão, como também em práticas sustentáveis, através de instrumentos de gestão participativos, desenvolvimento de planos diretores sustentáveis, educação ambiental, implantação de sistemas de gestão ambiental nos campi, estabelecimento de diretrizes para construção sustentável das suas edificações. Conclusões: A gestão ambiental dentro das Universidades pode contribuir de maneira efetiva para a disseminação e aplicação de práticas sustentáveis perante a sociedade, visto seu papel de formação e educação.
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24 Lee mas

Suporte a aplicações de tempo real em um ambiente baseado em multicomputador

Suporte a aplicações de tempo real em um ambiente baseado em multicomputador

deadline associado na geração de cada uma delas. A ordenação é feita de acordo com o deadline mais próximo (earliest deadline first- EDF). Enquanto ocorre o “enfileiramento” das mensagens de cada NT, o NC verifica, através do BS, se os NT tem mensagens para enviar. Essa verificação ocorre em um intervalo de freqüência freq entre um NT e o seguinte. O NC é um recurso de capacidade unitária, ou seja, ele somente atende uma requisição de conexão por vez. O NC verifica se o NT destino e o CB tem disponibilidade de canais para efetivar a comunicação. A comunicação é efetivada quando existe a disponibilidade de recursos, sendo o tempo gasto na comunicação proporcional ao tamanho da mensagem e ao número de canais utilizados. No modelo dinâmico é feito também a verificação do número de canais necessários para cumprir o deadline de cada mensagem, com base no tempo estimado para a comunicação. O NC verifica se com a utilização de um canal o deadline será atendido, senão testa com dois ou mais canais, até o limite da capacidade de cada NT. Se, mesmo com a utilização do número máximo de canais, não for possível cumprir o deadline, a mensagem é descartada. Obtido o número de canais necessários, é verificado a disponibilidade de recursos e feita a alocação destes. O Crossbar possui 32 canais, o que permite 16 conexões simultâneas entre pares de canais dos NT. O tempo gasto no CB (t CB ) será o tempo de comunicação (equivalente ao tamanho da mensagem: 1 byte /
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13 Lee mas

A construção do conhecimento matemático com engajamento e aprimoramento de habilidades cognitivas apoiada por um agente conversacional

A construção do conhecimento matemático com engajamento e aprimoramento de habilidades cognitivas apoiada por um agente conversacional

A   assistência   do   agente   conversacional   Blaze,   num   sistema   de   aprendizagem   autorregulada  através da resolução de problemas, favorece o acesso do estudante a fontes de informação direta  e  diversificada, ajudando a desenvolver habilidades de pensamento crítico, pensamento criativo, tomada  de decisão e destacando durante o processo de aprendizagem estabelecer significado e funcionalidade. A  versatilidade   de   informações   que   podem   ser   inseridas   na   base   de   conhecimentos   do   agente  conversacional,   assim   como   a   diversidade   de   conceitos   em   diferentes   áreas,   como   na   escrita,   na  Matemática, na Física, na Biologia, entre outras, permite que os estudantes aprendam coisas novas e até  mesmo desenvolvam o pensamento lógico e estratégico. 
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16 Lee mas

RELATEC - VOL 10 Nº 2

RELATEC - VOL 10 Nº 2

Para os alunos do ensino médio, assim como, os outros estudantes desta pesquisa a média de  engajamento   foi   de   aproximadamente   3,5   numa   escala   de   1   a   5.   O   conceito   de   engajamento   está  diretamente relacionado à motivação que o participante tem em verdadeiramente realizar uma tarefa,  sem que para isto ele precise ser recompensado externamente (Paas, 1993). Para avaliar o engajamento do  estudante durante a resolução dos problemas foram consideradas as variáveis: concentração, tomada de  decisão,   autocontrole,   satisfação,   desempenho   e   sucesso   na   obtenção   do   objetivo   (Blom,   2002).  Comparando as respostas obtidas pelos dois grupos de alunos, com relação ao engajamento (tabela 1)  durante a resolução dos problemas, afirma­se que o G1 se mostrou mais concentrado que o G2, enquanto  que o G2 obteve mais sucesso no alcance da solução dos problemas em relação ao G1. Percebe­se que  concentração e satisfação foram os dois aspectos que mais se destacaram no engajamento dos alunos  (tabela   1).   A   concentração   requer   esforço   mental,   assim   como   em   toda   aprendizagem   em   que   os  aprendizes precisam estar motivados para desenvolver suas atividades.
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42 Lee mas

Um ambiente de ensino colaborativo baseado em agentes inteligentes

Um ambiente de ensino colaborativo baseado em agentes inteligentes

Como visto anteriormente, a arquitetura genérica do ambiente de ensino colaborativo possui três tipos de agentes assim definidos: agente de interface, agente de informação e agente consultivo (Fig. 1). Pode-se notar que estes agentes comunicam-se através de um agente especial denominado facilitador. A função inicial deste agente é atuar como um broker, fazendo o papel de um roteador de mensagens entre os agentes. Entretanto, ele é também responsável pelo armazenamento de todas as informações trocadas entre os agentes. Estas informações são analisadas pelo agente consultivo para o processo de tomada de decisão. Além disso, elas são aproveitadas para a avaliação do nível de participação dos participantes de um grupo de discussão. Toda a comunicação é encapsulada através de mensagens KQML (Knowledge Query and Manipulation Language) [FININ 93]. Além das mensagens padronizadas, foram definidas algumas mensagens especiais para a conexão e cadastro dos agentes no facilitador. É importante notar que apenas este agente conhece os detalhes necessários para a comunicação com os demais agentes.
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Uma ferramenta intervalar em um ambiente de processamento vetorial

Uma ferramenta intervalar em um ambiente de processamento vetorial

Urna das ャゥュゥエ。セッ・ウ@ do Fortran 77 no uso de ヲオョセッ・ウ@ residia no fato que elas eram limitadas aos tipos pré-definidos de dados. O resultado de urna ヲオョセゥッ@ era apenas um valor. Nao s[r]

12 Lee mas

Desenvolvimento de uma ferramenta para avaliação do desempenho de fornecedores de medicamentos na divisão de farmácia de um hospital universitário brasileiro

Desenvolvimento de uma ferramenta para avaliação do desempenho de fornecedores de medicamentos na divisão de farmácia de um hospital universitário brasileiro

Objetivo: O presente estudo tem como objetivo desenvolver uma ferramenta para avaliação do desempenho dos forne- cedores capaz de gerar indicadores que possam ser utiliza- dos como critério de qualificação dos mesmos na divisão de farmácia de um hospital universitário brasileiro com intuito de garantir a aquisição de medicamentos seguros e eficazes, dentro dos prazos adequados e a custo reduzido, assegu- rando a prestação de um serviço de qualidade ao paciente. Métodos: O trabalho foi desenvolvido por meio das seguintes etapas: pesquisa bibliográfica, desenvolvimento da ferra- menta por meio da elaboração de critérios e estabelecimento de um sistema de pontuação e avaliação do fornecedor me- diante um score final. Em seguida foi realizado um estudo
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