PDF superior Violência na escola : perspectivas na Educação Física escolar

Violência na escola : perspectivas na Educação Física escolar

Violência na escola : perspectivas na Educação Física escolar

A violência envolve uma série de determinantes. Sabemos por exemplo, que as situações em que somos expostos e a forma como somos estimulados, especialmente na infância, interferem fortemente em nosso comportamento, além, claro, das nossas condições psicológicas, a qual, por sua vez, também sofre interferência das situações em que somos expostos. A partir desse entendimento podemos fazer uma relação da violência com crianças pertencentes a classes sociais econômicas menos favorecidas, pois sabemos que estas muitas vezes têm um maior contato com a criminalidade, recebendo então muitos estímulos para a violência, entre eles valores morais degradantes, de modo que, se tais crianças não recebem outros tipos de estímulos e não são bem orientadas, há uma grande chance de desenvolverem comportamentos violentos e até mesmo que entrem na criminalidade, respondendo aos estímulos em que estão expostas. No entanto, independente das particularidades das classes sociais, podemos perceber que a sociedade como um todo está permeada por valores sociais decadentes, de modo que é necessário que crianças e adolescentes sejam bem orientados em relação a tais questões, tanto pela escola como também pela família, que tem papel fundamental na educação de seus filhos. Por fim, em termo de questão pedagógica percebemos que há a possibilidade da escola cometer violência através de suas próprias práticas pedagógicas, o que vai desde o tratamento dado pelos professores aos seus alunos até a forma como os conhecimentos escolares são transmitidos, o que, por sua vez, acaba sendo relacionado ao sentido dado ao conhecimento escolar, já que, dependendo da forma como é transmitido, podem parecer não ter uma real utilidade na vida dos estudantes, o que pode levar a uma relação conturbada entre aluno e escola.
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O papel da educação física frente à violência no ambiente escolar na Escola Estadual Mª Meriam dos Santos Cordeiro Fernandes

O papel da educação física frente à violência no ambiente escolar na Escola Estadual Mª Meriam dos Santos Cordeiro Fernandes

Quanto aos dados coletados com a professora, o que se percebeu é que há por parte dela uma consciência a respeito de atos violentos no contexto das aulas de educação física, para que isso fique proporcionalmente entendido compreende-se que a escola é uma “[...] instituição criada com objetivo de educar, desenvolver valores e princípios éticos na formação humana [...]” (RAMOS; SANTOS e LEITE, 2008, p. 05) e a educação física, dentre em outras ciências, possui uma grande responsabilidade de trabalhar o ajustamento ou melhoria do comportamento do aluno no ambiente escolar, já que está estuda o aprimoramento do corpo e da mente humana, “[...] para com a sua saúde, para com a sua própria vida e com as dos outros [...]” (LIPPELT, 2009, p. 20), por meio de atividades está disciplina favorece o pensar juntos em razão de muitas variáveis: amizade, respeito às regras e normas, disciplina, solidariedade, cooperação que ajudam a descarregar as tensões agressivas.
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A Educação Física e a integração das TDIC na escola de educação básica Walter Probst

A Educação Física e a integração das TDIC na escola de educação básica Walter Probst

Pode-se perceber que então não são os meios em si, mas os usos que são feitos dos mesmos que faz a diferença. Repensar a prática e o planejamento é o primeiro passo para a mudança que gostaríamos e queremos ver nas escolas. Mesmo com vários recursos tecnológicos, se não houver reflexão sobre mídia-educação, a tecnologia será apenas mais uma ferramenta presente em nosso cotidiano escolar. Por sermos imigrantes digitais 2 , ainda usamos e refletimos pouco as tecnologias às quais temos acesso, e acrescenta-se que também somos carentes de conhecimentos sobre o assunto. Porém, vale a pena ressaltar que as reflexões e as discussões de aprofundamento que estão sendo feitas nas reuniões e paradas pedagógicas veem contribuindo para o fortalecimento das práxis em nossa instituição de ensino.
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Gênero na educação física escolar : a prática do futsal na contemporaneidade

Gênero na educação física escolar : a prática do futsal na contemporaneidade

o trabalho de reprodução esteve garantido, até época recente, por três instâncias principais, a Família, a Igreja e a Escola, que, objetivamente orquestradas, tinham em comum o fato de agirem sobre as estruturas inconscientes. É, sem dúvida, à família que cabe o papel principal na reprodução da dominação e da visão masculinas; é na família que se impõe a experiência precoce da divisão sexual do trabalho e da representação legítima dessa divisão, garantida pelo direito e inscrita na linguagem. Quanto à Igreja, marcada pelo antifeminismo profundo [...] ela inculca explicitamente uma moral familiarista, completamente dominada pelos valores patriarcais e principalmente pelo dogma da inata inferioridade das mulheres... Por fim, a Escola, mesmo já liberta da tutela da Igreja, continua a transmitir os pressupostos da representação patriarcal e sobretudo, talvez, os que estão inscritos em suas próprias estruturas hierárquicas, todas sexualmente conotadas, entre as diferentes faculdades, entre as disciplinas, entre as especialidades, isto é, entre as maneiras de ser e as maneiras de ver, de se ver, de se representarem as próprias aptidões e inclinações.
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BOXE NA EDUCAÇÃO FÍSICA: Possibilidades e tensões no ensino das lutas na escola.

BOXE NA EDUCAÇÃO FÍSICA: Possibilidades e tensões no ensino das lutas na escola.

As intervenções iniciaram no dia quatorze de setembro de dois mil e dezessete, com o primeiro questionário, realizado antes de qualquer aula sobre a temática. As demais aulas foram direcionadas à prática do boxe como seus fundamentos, regras, tática de lutas, questões de problematização como gênero e violência. Elas terminaram no dia seis de novembro do mesmo ano, com o segundo questionário, ou seja, após o módulo de intervenção. Foram um total de onze encontros ou de dezoito aulas com 45 minutos cada, sendo que, em uma segunda-feira, realizamos uma saída de campo, para um centro de treinamento de boxe, onde os estudantes puderam conhecer, ao ambiente de treino, um atleta da modalidade. A visita à academia durou cerca de três horas. O diário de campo era realizado após cada aula, sempre com o auxílio de pequenas filmagens e fotos. Para essa pesquisa, foi utilizado o termo de consentimento e de autorização de imagem da escola, pois os pais dos estudantes, no momento da matrícula já o assinam.
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Os Ciclos de Formação e Desenvolvimento Humano e a realidade da Educação Física na escola pública

Os Ciclos de Formação e Desenvolvimento Humano e a realidade da Educação Física na escola pública

Esta pesquisa objetivou compreender a realidade da organização escolar estruturada em Ciclos de Formação e Desenvolvimento Humano, a partir do olhar dos professores de educação física que atuam na escola pública. Como objetivo específico procurou investigar as mudanças que ocorreram a partir da implantação do novo modelo e quais as consequências pedagógicas para o ensino da educação física na escola. A pesquisa fundamentou-se no método da pesquisa-ação e do trabalho coletivo, mediado por diálogos e reflexões com os professores/as de Educação Física onde se procurou identificar as problemáticas, os conceitos, as concepções, as formas de avaliação educativa e os posicionamentos dos professores acerca do novo modelo escolar. Os resultados das análises possibilitaram identificar os elementos mais recorrentes relacionados aos problemas e estrangulamentos dos ciclos e as ações propositivas acerca da qualidade da prática da educação física nos ciclos de escolarização. De forma geral, pode se afirmar que os Ciclos de Desenvolvimento promovem avanços sobre o processo de escolarização e que a educação física apresenta contribuições significativas no processo de aprendizagem, principalmente em razão do trabalho coletivo. Foi possível constatar que o modelo seriado permanece enraizado nas práticas dos professores no cotidiano da escola, sustentado pela resistência à mudança, pela não compreensão do modelo de ciclos e pela dificuldade de ir contra a lógica hegemônica do modelo da escola capitalista.
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Escola e programa na educação integral:  abordagens e singularidades

Escola e programa na educação integral: abordagens e singularidades

Ainda na década de 1980 – entre 1984 e 1987, a educação integral foi introduzida em outros Estados, a exemplo do Rio de Janeiro, num programa que buscou inspiração nas ideias de Aní- sio Teixeira. Tratava-se da implantação dos Centros Integrados de Educação Pública (CIEP), pelo governo de Leonel Brizola, sob a coordenação de Darcy Ribeiro. Seu objetivo declarado era operar uma revolução no sistema educacional capaz de diminuir os altos índices de evasão e repetência (MIGNOT, 2001, p. 155). Na análise da equipe responsável pela educação, o quadro de abandono da escola pública só poderia ser revertido pela expansão da rede física, pela revisão de objetivos e metodologias, pelo fornecimento de materiais didáticos a professores e alunos, pelo provimento de assistência mé- dica e nutricional. Porém, ampliar a rede física escolar foi entendido como criar uma nova escola para novos tempos. A nova proposta de trabalho pedagógico implicava, ao lado das atividades de estudo, também a priorização das atividades ligadas à saúde, à nutrição e ao esporte (MIG- NOT, 2001, p. 157).
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A DESIGUALDADE DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

A DESIGUALDADE DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

A perspectiva hegemônica de EF escolar, de caráter tecnicista, biologicista e que privilegia a performance esportiva, impõe a lógica competitiva e do rendimento reproduzindo na escola relações de sobreposição entre os mais «fortes» sobre os mais «fracos». Do ponto de vista pedagógico, há evidentes prejuízos de que esta perspectiva limita sobremaneira o acesso à outros conteúdos da EF e, ainda, o conteúdo esportivo é tratado somente pelo viés do desempenho físico- técnico, não abrindo possibilidades de compreensão do fenômeno esportivo de maneira mais ampla. Portanto, cerceando o acesso a este conhecimento para um numero significativo de estudantes que não experiências esportivas exitosas e acabam por terem seu aprendizado prejudicado. Outro aspecto a destacar é que o aprendizado na escola não se limita ao conteúdo das disciplinas, mas também pelas relações estabelecidas entre os sujeitos das instituições de ensino, na relação com docentes e gestores e entre os próprios estudantes que convivem com uma naturalização da desigualdade existente fora do ambiente escolar.
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14 Lee mas

PET NA ESCOLA: trabalhando a diversidade escolar em contexto de ataque a educação pública

PET NA ESCOLA: trabalhando a diversidade escolar em contexto de ataque a educação pública

Em seguida perguntamos o que eles en- tendiam por bullying e apesar da diversida- de de resposta, tivemos um eixo em comum, violência física ou psicológica que tem a intenção de diminuir o colega ou o grupo a quem são direcionados os ataques, causan- do dor e sofrimento aos atingidos. Após as nossas apresentações, mostramos dois en- velopes e entregamos duas folhas em bran- co para cada um. No primeiro envelope eles tinham que colocar o que não gostavam de serem chamados pelos colegas e o segundo precisam escrever o que eles chamavam os colegas da turma.

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Inclusão educacional de estudantes com deficiência:  práticas pedagógicas da educação física na escola

Inclusão educacional de estudantes com deficiência: práticas pedagógicas da educação física na escola

A partir das análises das informações pode-se destacar que os/as educadores/as planejam e realizam suas aulas de maneiras distintas. Buscam adaptá-las com diferentes estratégias para que os/as alunos/as com deficiência possam realizar as mesmas tarefas que os/as alunos/as sem deficiência, procurando assim promover a inclusão. No entanto, apesar de, na maioria das vezes, elaborarem atividades adaptadas, foi possível observar que nem sempre os/as educadores/as planejam propostas para que toda a turma participe, o que, juntamente com outras questões, pode provocar dúvidas quanto ao que de fato significa incluir. Pode-se pensar que, ao realizar atividades separadas, os/as professo- res/as podem estimular o desenvolvimento das habilidades motoras e cognitivas dos/as alunos/as com deficiência. Portanto, pensar em inclusão vai além de simplesmente adap- tar e criar estratégias, porque é necessário que esses/as estudantes, em alguns momentos, realizem atividades que possam desenvolver sua singularidade e busquem eliminar as barreiras que impedem sua participação plena, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas. Apesar da importância de adaptar e pensar em estratégias para a inclusão educacional e eliminar barreiras como as arquitetônicas e atitudinais (preconceitos de ou- tras crianças e professores/as, conforme relatado nas entrevistas), estas demandas não podem ser consideradas uma responsabilidade única e exclusivamente dos/as professo- res/as, mas da comunidade escolar como um todo.
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PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O CUIDADO Á SAÚDE NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O CUIDADO Á SAÚDE NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

Desse modo, a escola, apoiada pela família e pelo estado, deve ser a primeira relação dos estudantes com a compreensão de saúde. Tendo em vista que possui a Educação Física enquanto componente curricular obrigatório em todo o ensino básico, possibilitando assim o enriquecimento da cultura corporal de movimento, formando o cidadão que vai transformá-la, em benefício do exercício crítico da cidadania e da melhor qualidade de vida.

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Inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais na educação física escolar

Inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais na educação física escolar

A inclusão pode ser feita com todos os alunos sejam eles com algum tipo de deficiência ou não. Um estudo realizado por Mazzarino e colaboradores, em uma escola do interior do Rio Grande do Sul, teve como objetivo investigar o processo de inclusão e de acessibilidade de uma aluna que tem deficiência visual. Pôde ser observado que houve uma interação com o professor de Educação Física e com os colegas de classe e, além disso, as atividades em que a aluna participou foram adaptadas para ela, o que resultou na sua inclusão em aulas práticas. A aluna demonstrou ter gostado da aula de Educação Física e apresentou boas habilidades em atividades complexas para uma pessoa com esse tipo de deficiência (MAZZARINO et al, 2011).
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24 Lee mas

A IMPORTÂNCIA DA CAPOEIRA NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR:  VIVÊNCIAS PRÁTICAS NO 1°ANO

A IMPORTÂNCIA DA CAPOEIRA NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: VIVÊNCIAS PRÁTICAS NO 1°ANO

Ao nos reportarmos a implementação da Lei Federal 10.639/03, nos propomos a minimamente contextualizar este aparato legal, buscando na trajetória do Movimento Social Negro entender como as propostas deste segmento se configuraram em ações afirmativas, considerando-se o momento histórico que o país estava vivendo quando da aprovação da referida lei. Explora-se aqui, as motivações que fazem surgir a necessidade das ações afirmativas e quais encaminhamentos são dados a partir do aparato estatal. Busca-se assim fundamentar nossa compreensão de que a capoeira por ser uma arte brasileira, desenvolvida em um momento de extrema exploração da mão de obra escrava do povo negro que foi trazido brutalmente para o Brasil para exercer o trabalho braçal necessário para o "enriquecimento" dos colonizadores europeus. Neste processo, ocorre a expropriação dos bens culturais e materiais de África, os quais são preservados como estratégia de resistência do povo negro. Neste contexto, busca-se demonstrar que a capoeira pode constituir-se em uma ferramenta pedagógica no trato com a implantação da lei federal 10.639/03 na escola, fazendo sentido então buscarmos compreender algumas estratégias de luta do povo negro no Brasil nos aproximando e refletindo sobre suas perspectivas. Após termos vivido mais de 300 anos de escravidão e considerando que fomos o último país da América latina a abolir a escravidão, e que, portanto, ainda hoje pagamos a conta deste processo, pois vivemos as consequências das mazelas que o sistema escravocrata nos deixou como herança, dentre elas podemos citar as graves desigualdades sociais e raciais, além do mito da "democracia racial", o qual faz que muitas vezes não se assume o racismo existente no país. Entendendo a capoeira como Patrimônio Histórico imaterial, tombada pelo IPHAN e 2009, consideramos que a esta modalidade das lutas proporciona resultados e benefícios apresentados depois da implementação do projeto na comunidade. Em algumas observações realizadas na escola próximo ao bairro a escola Moacir Pereira Jaques durante o recreio identificamos que os alunos da escola participantes do projeto, realizavam rodas de capoeira ensinando aos demais colegas movimentos da capoeira, mobilizando assim, boa parte dos alunos onde muitos observavam atentamente principalmente alunos do 1° ano ao 5° ano do ensino fundamental. O objetivo do trabalho foi analisar as possibilidades de inserção da capoeira nas aulas de Educação Física escolar, com crianças a partir do 1º ano do ensino fundamental com subsidio das vivencias desenvolvidas no Projeto Capoeira Joao Paulo II.
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Educação física na educação infantil : prática pedagógica e formação docente

Educação física na educação infantil : prática pedagógica e formação docente

Encontramos na Educação formações iniciais que não se mostram suficientes para o exercício da docência, formações continuadas que não envolvem o cotidiano escolar e decisões governamentais que prejudicam toda a comunidade escolar, admitindo professores que não foram devidamente formados em suas áreas de atuação, negligenciando o ensino de componentes curriculares, tal como é o caso da atual situação do ensino de Educação Física na Educação Infantil no município de Uberlândia, em Minas Gerais. Além disso, a legislação brasileira que trata da Educação Física na Educação Infantil é ainda lacunar. A presente pesquisa parte das seguintes questões norteadoras: Qual é o papel da Educação Física na Educação Infantil? Como tem acontecido o trabalho de professores de Educação Física na Educação Infantil? Em quais aspectos o trabalho educativo desenvolvido por professores de Educação Física em instituição de Educação Infantil nos ensina sobre os limites e as possibilidades da Educação Física na educação de crianças no espaço-tempo da pré-escola? Qual tem sido a relação entre o trabalho de planejamento destes professores e a legislação vigente? O trabalho pedagógico tem acompanhado a realidade escolar? Este estudo teve como objetivo contribuir para o repensar da formação inicial e continuada do professor de Educação Física para atuar na Educação Infantil. Para tanto, a presente pesquisa constituiu-se como uma investigação de caráter qualitativo, combinando descrição e análise de práticas educativas de uma professora de Educação Física que trabalha em instituições de Educação Infantil no município de Uberlândia, buscando responder ao seguinte questionamento: Como tem sido desenvolvida a prática educativa de professores de Educação Física na Educação Infantil nas escolas da Prefeitura Municipal de Uberlândia? Buscar respostas para tal problema de pesquisa implicou
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(AUTO)IMAGENS DOCENTE FRENTE A CONTEMPORANEIDADE NA EDUCAÇÃO, PERSPECTIVAS E DESAFIOS NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

(AUTO)IMAGENS DOCENTE FRENTE A CONTEMPORANEIDADE NA EDUCAÇÃO, PERSPECTIVAS E DESAFIOS NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

Segundo Bauman (2009) a contemporaneidade requer a estes atores, escola/professor, incitar a dúvida, estimular a imaginação, desafiando um consenso prevalecente, o que significa assumir a prática de pedagogia crítica. Esta constatação, em geral percebida pelos professores gera influências no seu modo de pensar e agir, a partir deste ponto de vista que o projeto intitulado µ(Auto)imagens docente frente a contemporaneidade na Educação %iVLFD 7pFQLFD H 7HFQROyJLFD¶, visa desvendar como o professor atual se sente frente a todas estas transformações constantes no cotidiano escolar.
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Educação Física e gênero: Analisando questões na educação física escolar

Educação Física e gênero: Analisando questões na educação física escolar

Com esse trabalho vimos que, nas aulas de educação física, podemos encontrar diversas questões de gênero a serem analisadas. Como foi dito no trabalho, questões de gênero estão sendo levantadas cada vez mais todos os dias, não só na escola, mas também na mídia e em outros veículos de comunicação, bem como na sociedade em geral. Com o aumento da atenção em cima do tema, é emergente que os professores e as famílias busquem cada vez mais conhecimentos sobre gênero. Esse que ainda para muito é um tabu e gera certa dificuldade a ser debatido. Falar sobre gênero é difícil. O assunto é polêmico, amplo, com diversas ramificações, e por isso, é necessária uma desconstrução dos envolvidos para uma análise desprendida de padrões já estabelecidos em nós mesmos, mostrados ao decorrer da pesquisa. A questão central que consistia em analisar as questões relacionadas a gênero nas aulas de Educação Física foi contemplada. Identificamos as questões e buscamos compreendê-las através do aprofundamento destas questões com o objetivo de entender o porquê de elas ocorrerem. Pudemos perceber que muito se deve a construção de muito tempo atrás, que a educação que os alunos trazem de casa, tem forte influência na sua formação escolar, e em como eles vão lidar com essas questões que emergiram das observações. Pouco a pouco essa educação vem sendo desconstruída com o auxílio da escola e família, por conta da ascensão do tema, e junto, o interesse de muitos movimentos em aprofundar o conhecimento dessa área.
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Bullying e Educação Física na escola

Bullying e Educação Física na escola

O objetivo desde artigo foi fazer uma análise, por meio da revisão integrativa, do fenômeno do bulling, uma vez que ele ocorre com muita frequência no ambiente escolar, principalmente nas aulas de educação física, quando as crianças e adolescentes são estimuladas à competição e acabam por ver a agressão como algo normal. O bullying é caracterizado por uma atitude agressiva, intencional e repetitiva e sem motivo aparente, muitas vezes disfarçado de brincadeiras, apelidos, trotes, em outras ele é ainda mais sutil, é a calúnia e difamação. Todas essas formas de violência levam a vítima/alvo ao isolamento, eles se sentem infelizes, depressivos, trocam de escolas ou abandonam os estudos. Assim, buscou-se analisar como esse tema é abordado nas publicações cientificas e como os autores trabalharam suas pesquisas. O estudo apontou que esse fenômeno vem ganhando espaço cada vez maior nos trabalhos científicos de diversas áreas do conhecimento, como a psicologia, pedagogia, direito, educação física, dentre outras.
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A violência escolar na adolescência inicial durante as aulas de Educação Física e o recreio

A violência escolar na adolescência inicial durante as aulas de Educação Física e o recreio

Sin embargo, las investigaciones brasileñas acerca de esta temática son bastante limitadas. En el periodo de 2003 a 2013, sólo trece artículos con las palabras-clave violencia, agresión y agresividad fueron publicadas en revistas académicas de la Educación Física clasificadas en A2, B1 y B2 del sistema CAPES 3 . Ese número representa un ínfimo 0.60% del total de los artículos en las principales revistas del área. Sólo seis son relativos al ambiente escolar. Los temas versan sobre la relación profesor-alumno, el bullying en las clases de Educación Física, la percepción y actuación del alumnado ante los conflictos y el bullying, percepción y vivencias del profesorado ante las manifestaciones de violencia, la utilización del fútbol para concienciar acerca de la violencia y el juego como estrategia de intervención contra la violencia en la Enseñanza Infantil (PRODÓCIMO et al., 2014). Otros estudios brasileños que tratan la violencia escolar en las clases de Educación Física fueron: Lippelt (2004), en el que se asegura que las manifestaciones de violencia son en un 83% agresiones físicas y en un 17% agresiones verbales, con una media de 3 a 4 episodios por minuto en las clases observadas; Oliveira y Votre (2006), que analizan la violencia a partir de la perspectiva de género, concluyendo que las conductas violentas son practicadas principalmente por los chicos que adoptan un estereotipo de masculinidad dominador; Botelho y Souza (2007), que recogen relatos de alumnos y profesores acerca de la temática, además de indicar posibles estrategias para combatir la violencia.
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EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PERCEPÇÃO DE PAIS/RESPONSÁVEIS

EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PERCEPÇÃO DE PAIS/RESPONSÁVEIS

Segundo BALBÉ (2009), o que vai diferenciar a presença de um professor de EF dos demais atendentes na Educação Infantil é a comunicação, a compreensão, a leitura, a interação e o envolvimento, a promoção da evolução da criança por intermédio das manifestações corporais, do movimento, do jogo e das atividades lúdicas. Essas capacidades são exercitadas pelos profissionais que, conscientes da importância das primeiras comunicações não verbais ± através dos tônus ±entram em comunicação corporal com as crianças.

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Matriz de referencia para avaliação cognitiva na dimensão sociocultural da educação física escolar

Matriz de referencia para avaliação cognitiva na dimensão sociocultural da educação física escolar

A Educação Física foi incluída no conjunto de disciplinas curriculares na Educação Básica em 1851, através da Reforma Couto Ferraz, para que as escolas do município da Corte tivessem aulas de ginástica capazes de formar homens fortes e aptos a defender a pátria. A Educação Física tinha então uma forte tendência Militarista em que as aulas enfatizavam movimentos ginásticos para for- talecimento muscular de preparação para a guerra (Valente & Almeida Filho, 2006). Não havia o caráter de inclusão e sim de seleção dos mais fortes e aptos. A avaliação da aprendizagem restrin- gia-se a analisar os níveis de condicionamento físico dos alunos, sem considerar as atitudes e os conhecimentos aprendidos (Soares, 1994).
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