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by

Matthias F.W. Stehmann, Bernard Séret, Esmeralda M. Costa & Jorge Baro

Dear colleagues and reprint exchange partners, May 2008

We would like to add below to the publication PDF, containing black & white photographic illustrations of type specimens, in favour of all readers and users and particularly for better field identification of the newly described species:

a) Resumo in Portuguese and Resumen in Spanish,

b) photographic illustrations of figures 2–4 and 6–7 in colour. The layout of this appendix was prepared by Joachim Stehmann.

Resumo – Neoraja iberica n. sp., uma nova espécie de raia pigméia Europeia (Elasmobranchii, Rajidae) proveniente do declive superior da Península Ibérica (Atlântico Nordeste).

A descrição da Neoraja iberica n. sp., é baseada em séries de 50 espécimes–tipos representando todos os ta- manhos de ambos os sexos provenientes do declive da costa sul da Península Ibérica, abrangendo os sectores português e espanhol. Esta espécie de raia pigméia foi encontrada com comprimentos totais máximos de 316 mm e 327 mm para as fêmeas e os machos, respectivamente sendo os espécimes mais pequenos uma fêmea com 55 mm TL e um macho com 67 mm TL. A distribuição geográfica no declive continental superior é muito limitada tal como as outras três congéneres do Atlântico oriental. Apesar das características internas específicas do crânio, do escapulacoracóide e do esqueleto do pterigopódio, esta nova espécie é facilmente distinguida ex- ternamente das suas quatro congéneres denominadas N. stehmanni, N. caerulea, N. africana e N. carolinensis por possuir: face dorsal com côr de base ocre a mais ou menos castanho–acinzentado e cinzento escuro, com uma ornamentação viva nos espécimes pequenos com pontos e manchas castanhas escuras em toda a superfície do disco e nos lobos pélvicos posteriores até à extremidade das margens; acrescido frequentemente de poucos pares de pontos e manchas esbranquiçadas na face interna das barbatanas peitorais; 7–8 barras transversais escuras ou assimetricamente carregado de pares de manchas ao longo da cauda, cujo padrão se desvanece com o crescimento, reduzindo-se nos adultos a poucos pares de manchas, maiores e desvanecidas nas suas orlas, e acrescidas, sobretudo, de 1–2 pares de pontos esbranquiçados, e com barras transversais ou carregadas de manchas ao longo da barbatana caudal que se vão tornando menos nítidas; faces ventrais do disco, barbatanas pélvicas e cauda de côr branca, quando muito com uma margem acinzentada esbatida até ao disco posterior e lobos pélvicos, podendo ocasionalmente aparecer no centro de cada barbatana peitoral uma `nuvem´ de man- chas castanhas fundidas.

Um espécime macho maturo com cerca de 260 mm TL, proveniente da parte sul da Baía da Biscaia e em mau estado de conservação, originalmente identificado por Vaillant (1888) como Raja fullonica L, 1758, é actual- mente atribuído ao género Neoraja, baseado principalmente nas características dos seus pterigopódios quase reduzidos a esqueletos.

Discute-se sumariamente, para cada espécie, a natureza ocasional da informação disponível e a sua gama de distribuição muito limitada ao longo do Atlântico Oriental, desde a África do Sul até à Escócia, ocorrendo quatro dessas espécies a oriente e uma única espécie a noroeste do Atlântico.

Se describe Neoraja iberica n. sp. a partir de una serie constituida por 50 especimenes tipo que cubren todo el rango de tallas de ambos sexos provenientes del talud sur atlántico de las costas portuguesa y española de la Pe- nínsula Ibérica. La longitud máxima total encontrada para esta especie de raya pigmea ha sido de 316 mm para las hembras y de 327 mm para los machos. Los individuos más pequeños fueron una hembra neonata de 55 mm LT y un macho de 67 mm LT. Como ocurre con sus tres congéneres del Atlántico Oriental su distribución geo- gráfica sobre el talud superior es muy restringida. Además de características internas específicas de la anatomía del cráneo, de la cintura torácica y del pterigópodo, externamente esta nueva especie es fácilmente distinguible de sus cuatro congéneres N. stehmanni, N. caerulea, N. africana and N. carolinensis por su patrón de colo- ración dorsal, que va desde el ocre al gris oscuro pasando por un marrón grisáceo intermedio sobre el que se dispone, en los ejemplares de menor talla, una vívida ornamentación de puntos y motas de color marrón oscuro por todo el disco y los lóbulos posteriores de las aletas pélvicas hasta sus márgenes externos; además aparecen frecuentemente unos pocos pares de motas y puntos blanquecinos en la zona interna de las aletas pectorales y 7-8 bandas negruzcas transversales o bien manchas pareadas oscuras y alargadas dispuestas asimétricamente en la cola. Este patrón se desvanece con el crecimiento y llega a reducirse en los adultos a tan sólo unos pocos pares de manchas más grandes y oscuras, motas con bordes difusos y, en la mayoría, 1-2 pares de los puntos blanquecinos, además las bandas transversales o manchas alargadas a lo largo de la cola son menos patentes. El lado inferior del disco, de las aletas pélvicas y de la cola son blancos, con presencia en la mayoría de un débil borde grisáceo en la parte posterior del disco y los lóbulos de las aletas pélvicas, aunque ocasionalmente aparece un sombreado formado por motas entremezcladas de color pardo en el centro de cada pectoral. Un macho maduro conservado en mal estado de aproximadamente 260 mm de LT procedente del Golfo de Vizcaya, originalmente identificado por Vaillant (1888) como Raja fullonica L, 1758, se incluye ahora en el género Neoraja principalmente en base las características anatómicas de sus pterigópodos casi totalmente reducidos a esqueleto.

Se discute brevemente la fragmentada y muy limitada distribución de cada especie a lo largo de todo el Atlánti- co Oriental, desde Sudáfrica hasta Escocia, con la presencia de cuatro o cinco especies en el Atlántico Oriental y tan sólo una en el Noroccidental.

A

B

Figure 2. – Neoraja iberica n. sp., 322 mm TL mature male holotype, MB 4869, in total dorsal (A) and ventral (B) views.

B

Figure 3. - Neoraja iberica n. sp., 322 mm TL mature male holotype, MB 4869, close ups of head dorsally (A) and of left wing tip with alar thorn field (B).

Figure 4. – Neoraja iberica n. sp., 322 mm TL mature male holo- type, MB 4869, close ups of mouth/nasal region (A), pelvic fins and claspers dorsally (B) and enlarged tail section dorsally (C) showing transition from regular median thorn row to its becoming irregular and almost disappearing in posterior half of tail.

A

B

B

C

Figure 6. – Neoraja iberica n. sp., 316 mm TL mature fe- male paratype, ZMH 25434, in total dorsal (A) and ventral (B) views, plus enlarged mouth/nasal region (C).

A

B

Figure 7. – Neoraja iberica n. sp., 129 mm juv. female (MB 4873b) (A) and 143 mm TL juv. male (ZMH 25432) (B) paratypes showing distinct juvenile dorsal colour pattern.

Neoraja iberica n.sp. Stehmann, Séret, Costa & Baro, 2008 - Cybium 32(1):51-71

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