• No se han encontrado resultados

Universidad Autónoma Metropolitana- I

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Universidad Autónoma Metropolitana- I"

Copied!
104
0
0

Texto completo

(1)

T t

U

L

J~~~~~~~~~ DB

UN

ADITIVO ALIMANTICION A PAR~IR

DE

SORGO (SoTghum b i c o l o r ( & e $ moench)

FdiWiiNTADO CON

AL

HONGO Rhizorms oliaosporus

J

Nabor

P.

Alvarez Kiranda.

Neftalf E. Escalona Alba.

Universidad Autónoma Metropolitana- I

Depart amento) de Bio t e cnolog

fa

.

J I n g . Bioquímica I n d u s t r i a l .

4 s e s o r e s :

M.

en C . Eduardo

E.

González

H.

R.

en C. Oscar Monroy.

H.

(2)

F

?.

.

~

OBTdNCION DS

UN

A D I T I V O ALIT?dNYICIO A PAHTIR

D&

SONGO (Sorghum bicolor

(2.

). moench)

PERWNTADO CON isL EONGO Rhizopus oligocoorus.

INFOBEIS FINAL,

Nabor

P.

h l v a r e z lid.

(No.

de c t a .

76312999).

Neftalí E.

f i s c a l o m A.

(No.

de cta.

77327750).

(3)

____.," ....

9

7

,

L

.

a

k

c

- i -

R E S U M E N .

Sorghum b i c o l o r

(La)

moench, .parcialbente desta- nizado, s e u t i l i z ó ) como sustrato básico de una fermenta- c i ó n s ó l i d a con Rhizouus o&igosporus ATCC 22959, con

eT f i n de obtener un producto con mayor contenido, de pro- t e í n a que e i grano o r i g i n a l .

E1 trabajo experimentar comprende esencialmente t r e s

partes, que en una forma m u y breve se exponen a continua-

ción:

l'). A n á l i s i s de l a Composición Química d e l

Sorgo.

Inicialmente, f u e necesario l'levar a cabo pruebas f i s i c o - qu&micas para c u a n t i f i c a r l'os principales componentes del'

sorgo que s e r í a empieado en i a investigación.

Los resultados obtenidos en l a s determinaciones de las sustancias de mayor relevancia para i a fermentación, fueron: 78.87 $, para almidón;

9.91

%,

para proteína 9p

2.342

$ de taninos.

2 ) . Destanización dell Sorgo. La destanización par- c i a r d e l grano ae l l e v ó a cabo apl'icando tratamientos térmico-alcalinos, con soluciones de NaOH'aT

5,

10 y 1 5 $;

50 C de temperatura, 10 minutos de extracción y a g i t a c i ó n controlada.

(4)

c

-

ii

-

T

L

1

La

máxima destanización s e obtubo con alcriii a l 3.5

56,

logrando e x t r a e r e l 90.77 $ de Xos taninos t o t a l e s . L i e n t r a s que en

Xos o t r o s dos casos se e x t r a j e r o n 85.75%

y 75.58 $, respectivamente.

3).

Fermentación. Para

Tos procesos

de fermentación se u t i i i z d como'sustrato, muestras de sorgo tratado a l a s t r e s d i f e r e n t e s concentraciones; incl'uyendo además una

de sorgo s i n tratamiento.

Los

mejores resultados fueron obtenidos en e l Lote A d e l segundo proceso de fermentación, con l o s medios de

sorgo sometido a tratamiento con NaOH a l 5

%

y sorgo s i n

(5)

c

-

iii

-

T

En nuestro país ae han realizado muy pocas inves- t i g a c i o n e s biotecnológicas donee e l sorgo s e a u t i l i z a d o como s u s t r a t o básico de a l g h t i p o de fermentación.

Los

e s t u d i o s que s e han publicado son esencialmente sobre mejoramiento g e n é t i c o de s e m i l l a s , con el: o b j e t o de d i s -

minuir e i contenido de laninos, a c e l e r a r s u produccián e incrementar Ea cantidad de proteína. An e s t o s traba-

j o s s e han obtenido f r u c t í f e r o s resultados, pero han surgido nuevos problemas, como

i a

p e r d i d a de r e s i s t e n c i a

a i ataque de los pájaros y a aigunas enfermedades causa-

das por microorganismos ( l , 2 , 3 ) .

En algunos países de Africa e s t e c e r e a l e s u t i l i z a - do para obtener bebidas alcohóllicas, de gran aceptación popular, como e s e l caso de l a cerveza d e l BantÚ, a l

sur

de Africa. Se preparan también aEgunos alimentos t r a d i - cional'es ae consumo infantiz, entre los que destaca e l Ogi de Sorgo, en Nigeria

í4,5).

Ambos productos s e ob-

tienen p o r fermentación sumergida con microorganismos E á c t i c o s , principalmente.

La

proteína de e s t o s alimentos

e s de baja calidad y practicanente tampoco

varia

en can-

(6)

0.

-

i v

-

f

L 4

c

t

L

Otros paises han desarrozlado v a r i a s técnicas con e l f i n de mejorar l a calidad de d i e t a s preparadas a ba- se de sorgo. dntre l a s más importantes s e encuentran: l a f o r t i f i c a c i ó n de aminoáciüos, adicionando concentra-

dos proteicos; l a germinación de l a s e m i l l a y l a fermen- t a c i ó n sumergida d e l grano (6,7,8,9).

i

Actualmente, l a l i t e r a t u r a sólo reporta un t r a b a j a

cuya f i n a l i d a d f u e mejorar c a l i d a d y contenido de protei- na en sorgo, mediante un proceso de fermentación s ó l i d a

con dicho cereal: Hesseltine

- -

e t a l (1967)

(lo),

u t i l i h a - ron s e m i l l a comercial de grado No. I de sorgo blanco y lo'ferme6taron con el' hongo

R.

oligosporus NRRi27IO.

El' producto obtenido, a l igual' que otros preparados con d i f e r e n t e c e r e a l , fue rebanado, metido en agua de s a l y f r i t o en a c e i t e v e g e t a i , con e l o b j e t o de v a l o r a r e l crecimiento d e l hongo, a831 como e l sabor, o l o r y co- l o r .

(7)

c

- v -

CONTENIDO

il

iii

C O N T ~ N I D O V

CUADROS

Y

PIGUtL4S

v i i i

1-1. Objetivo

...

3

CAPITULO 11:. BMVS S T U D I O DdL SORGO 4

Cul'tivo

...

4

...

Producción y Usos 4

Composición d e l Grano

...

5

Taninos

5

Taninos en Sorgo

...

6,

interacciones Tanino-Proteína

e

Almidón

...

TO

P r o t e í n a

...

12

...

...

CAPITULO 111:: PdRiúdNTACIONdS TIWDICIONiiLdS

Y4

IIId. Generalidades

...

1'4

111.2. P r i n c i p a l e s Alimentos Fermentaoos

...

14

111.3. Algunos Microorganismos U t i l i z a d o s

....

15

111.3.1. Breve Descripción d e l Hongo

(8)

,.

-

v i

-

7

111.4. Tempeh

...

2T

-

111.4.1. Definición 21

111.4.2. Propiedades

...

22

\I

...

I

CAPITULO I V : ANALISIS DA

LA

COMEOSICION

QUIE',ICA

DAL

SORGO 23

P

i IV.1. I V . 2 .

I V . 3 .

IV

.3

.Y.

IV.3.2. IV.4

I V . 5 .

IV.5.1. I V .5 - 2 .

S e l e c c i ó n y Pretratamiento de l a s e m i l l a 23 Extracción de Taninos

...

24 Determinación de Taninos

...

26 Método de l a V a i n i l l i n a (hW-HCl)

...

26

Ldtodol d e l Complejo A z u l de Prusia

...

29 Determinación de Almidón

...

32 Determinación de Proteína

...

36

Método de Biuret

...

36

Ftlétodo de Kjel.dah1

...

4 0

CAPITULO V : FARK.U?TACION

43

V . 1 . v.2.

v.3.

v.4.

v.5.

V.6.

v.7.

V.8.

...

Preparación d e i S u s t r a t o

4 3

Obtención d e l 1nÓcul.o

43

Primer Proceso de Fermentación

...

44

Humedad d e l Kedio, 45

Segundo Proceso de Fermentación

...

4 6

Prueba de Rebanado 47

Secado d e l Alimento

...

47

Fermentación Sumergida 48

...

...

(9)

-

v i i

-

L

.

CAPITULO V I : RXSULTADOS

Y

COXCLEIONES

VI.1.

V I .2.

VI.3.

VI

.4. V I . 5 .

V I -6. VI.6.1. VI.6.2. VI.6.3.

VI.7.

S e l e c c i ó n y Pretratamiento

...

Aplicación de l o s tratamientos

Térmico-alcalinos

...

...

Contenido de Taninos

...

C u a n t i f i c a c i b n de P r o t e í n a

...

D e t e m i n a c i ó n de AXmidÓn

...

Procesos de Fermentación

...

Primer Proceso de Fermentación

...

Segundo Proceso de Fermentación

. . .

.

. .

.

Fermentación Sumergida

...

CmclusiÓn General

...

...

.

...

SUGEWNC IAS

B I BLI OGFZAPIA

(10)

.*

,.

-

v i i i

-

u 1’ 2 3 4 5

6

7

8

9

ro

11 1’2 1’3

CUADROS

Y

PIGUHirS

P r i n c i p a l e s Alimentos Producidos por Fermentación de Soya y Algunos Cereales

...

Extracción de Taninos

...

Cuadro Resumen d e l Contenido de Taninos en las

d i f e r e n t e s muestras de sorgo analimadas

...

Contenido de Taninos, medidos como^

Penoles t o t a l e s

...

Cuadro Comparativo‘ de l o s valores obtenidos

p o r l o s dos métodos

...

Porciento de Proteína determinada por e l método de R j e l d h a l , en micelio y diferentes muestras de sorgo

...

Contenido de Almidón

en

l a s diferentes mues- tras de sorgo analivadas

...

Evaluación visual: d e l producto obtenido en

e l

Primer Proceso de Pernsntación. Lote A

...

Cuadro comparativo d e l contenido de proteína en e l s u s t r a t o o r i g i n a l y en e l producto...,

16

57

58

62

63

68

71

34

76

BvalbaciÓn Visual’ d e l Producto obtenido en e l

Primer Proceso de Fermentación. Lote

B

...

77

Lote

A

...

79

Contenido de Eroteina d e l Lote A d e l 20. Proceso.. 80 Cuadro comparativo del contenido de proteína en

ros

productos de ambos procesos y en‘ s u s t r a t o

(11)

,

CAPIT'LJLO I.

INTRODUCCION

Actualmente uno de l o s p r i n c i 2 a l e s problemas de E$- x i c o y de muchos países d e l mundo e s l a excesiva e insa- t i s f echa demanda de aliment 3 9 , causada por l a i n s u f i c i e n -

t e producción a g r í c o l a y l a eleva(?a tasa de crecimiento de sus poblaciones.

Ante e s t a situación, en nuestro país, se investigan diversas soluciones FOSibleS. Por una parte, se encuen- t r a l a obtención de proteína a base de algunos microor- ganismos t a l e s como bacterias, Ievaduras, honzos filamen-

tosos y algas, empleando para SU crecimiento sustratos

de escaso v a l o r b i o l ó g i c o , t a l e s como almidones, residuos c e l u l ó s i c o s y algunos derivados d e l petróleo, a s í como desechos tanto de l a inciustria a l i m e n t i c i a corno de l a

'a-

groindus t r i a .

P o r o t r o lado, i a t e c n o l o g í a agropecuaria r e a l i z a constantes mejoramientos g e n é t i c o s con e i f i n de aceie- r a r y e l e v a r i a c a l i d a d y cantidad de l a producción a g r í c o l a y ganadera.

ET

maíz, e l sorgoi y e l trigo,

son

TOS c e r e a l e s re-

presentativos de l a a g r i c u l t u r a mexicana. E l c u l t i v o , d e l sorgo,comparado con e l de o t r o s cereales, e s r e l a t i v a - mente nuevo y constituye l a fuente de un gran número de

(12)

c

i

Un nuevo estudio de e s t e c e r e a l , con un enfoque d i - f e r e n t e a l o s realizn.dos a n t e r i o m e n t e en T?éxico, Consis- t e en e f e c t u a r una fsrnentación s ó l i d a , u t i l i z a n d o como sustrato básico sorgo, y e l hongo filamentoso

&.

-

oli-

Lospoius.

El s9rgo empleado en l a fermentación, Sori;F.ulr

&-

c o l o r

(5.)

aoench, es una variedad representativa, entre l a s miis cultivadas en nuestro p a i s ; se c a r a c t e r i z a por

t e n e r a l t a concentración de taninos y por su uso básico como f o r r a j e . Se espera que e l producto de e s t e proceso fermentativo pueda s e r u t i l i z a c o como a d i t i v o en alimen-

t o s balanceados, consumidos principalnente por ganado de engorda.

Las fermentaciones s ó l i d a s de e s t e t i p o ofrecen granües ventajas sobre 2 . a ~ l í q u i d a s o sumergidas y l a s semisólidas. Las ventajas encontradas son l a s siguientes:

31 eouipo requerido en fermentaciones s ó l i d a s normalinen- t e e s peque3o) y poco s o f i s t i c a d o , con un g a s t o mínimo de energía para mantener la a i r e a c i ó n y temperatura reque-

r i d a s en e I proceso. No se requiere e f e c t u a l procesos de separación, ya que l a blonasa d e l microorganismo es com- pletamente inocua y constituye parte e s e n c i a l d e l prodcc- t o f i n a l .

(13)

L

-

3-

1

Y dos procesos de separación d e l producto p r i n c i p a l y sub-

productos, además s e debe i n c l u i r e l tratamiento de de-

sechos orgánicos para e v i t a r contaminación biológica.

Consecuentemente, l o s productos obtenidos por e s t e t i r o

de fermentaciones tendrán un costo

más

a l t o , aunque SUB

rendimientos sean mayoren que l o s alcanzados por v í a f e r -

mentación sólida.

&a tecnología para fermentaciones sólidas s e encuen- tra muy poco desarrollada. Consideramos que una f a s e si- guiente de e s t a investigación deberá t e n e r corno o b j e t i v o

e l

d e s a r r o l l o de una tecnoiogia s e n c i l l a y de bajo c o s t o ,

de manera t a l , que pueda

ser

t r a n s f e r i d a a l medio

rural.

c e r c a de los p r i n c i p a l e s centros de c u l t i v o de sorgo.

1.X. Objetivo.

Obtener mediante una fermentación s ó l i d a , un a d i t i -

vo a l i m e n t i c i o , usando como materia prima sorgo b i c o l o r ,

(Sorghum b i c o l o r

(L.)

-

moench), y e l hongo Bhizopus oli,qos-

=,

con e l f i n de incrementar e l contenido y c a l i d a d

de proteha, en r e l a c i ó n a

la

d e l sorgo o r i g i n a l ,

E

(14)

C U I ?

‘LO

11.

BFf3VE ESTUDI3

DZL

SOZGO.

1I.l’. Cultivo.

ET

sorgo es un c e r e a l o r i g i n a r i o de A f r i c a (11). c d t i v o se ha extendido rapidamente a muchos países,’ hasta ocupar en l’a actual’idad ei quinto fugar en i a producción

m d d i a l de c e r e a l e s c12), y e i segundo) a n i v e l nacional(l3).

Este notable incremento s e debe a su f á c i l adaptación en 10s d‘iferentes medios a g r í c o l a s , que e s 10, que caracte- r i z a a e s t e cereal’. Crece en c o n d i c i m e s extremas de tempe- ratura, humedad, a l t i t u d y composicioxes e d á f i c a s d e l sue-

To.

Además presenta gran r e s i s t e n c i a a sequías prolongadas

y a l ataque de pájaros, a s í como a algunas enfermedades propias de l’os cereales. Debido a l a precocidad de su ci- c l o ) de vida, en condiciones favorables, e s posible obtener doe cosechas por año

c14).

Su

11.2. Producción y USOS.

ET Banco de México en su informe correspondiente a l a década

1970-80, reporta que en el: c i c l o ’ a n t e r i o r se c u i t i -

varon

l‘,579,000

Ha, ocupando> el’ segundo) rugar en área de siembra; con una producción t o t a l de

4,812 Toneladas

y un rendimiento de 3 TON/Ha

(13).

(15)

.

mana, con un v a l o r nutri,tivo s u p e r i o r a l d e l maíz.

h x i s t e un gran nÚme,ro de variedades h í b r i d a s de sor-

go. Su composición química v a r í a de acuerdo a.Ta e s p e c i e

variedad a l a que pertenezca. Cabe s e ñ a l a r aue los a g r i -

c u l t o r e s generalmente s e l e c c i o n a n las variedades de semi-

xla para siembra, en l a s d i f e r e n t e s zonas d e l país, de- acuerdo a l a s c a r a c t e r í s t i c a s arronómicas dex híbrido y

nunca por su val'or n u t r i t i v o ! (15).

Entre las variedades

más

cultivadas en Fnéxico s e en- cuentra l a de Sorghum b i c o l o r

(4.)

moench, clasificada co-

mo de a l t p > contenido, de t a n i n o s ,

ros

c u a l e s causan proble-

mas de d i g e s t i b i l i d a d cuando s e usa e s t e cereal: como! base en i-a aximentación de animales no:rumientes

CIA).

11.3. Composición del' Grano de Sorgo.

11.3

.I. Taninos

.

E l estudio d e l contenido de taninos en e l grano de sorgo! ha adqujlrido gran i n t e r é s . desde que s e encontró. que l a presencia de é s t o s en al'gunas variedades, reduce considerablemente s u v a I o r b i o l ó g i c o , cuando. s e alimenta con e l l a s a animales monogástricos y a humanos (16).

a). Definición.

Los taninos s e definen generaxmente como compuestos p o l o f e n ó l i c o s , h i d r o s o l u b l e s , con

un

peso moXecular e n t r e

500 y 3 O00 q$/gmolj presentan Tas reacciones clásicas de'

fenoLes. Tienen como c a r a c t e r í s t i c a e s e n c i a l ia capacidad

(16)

0.

-6-

C

1

W

combinan también con algunos o t r o s poliméros como celulo-

sa

y pectina (17).

La

i n h i b i c i ó n de l a 8-glucosidasa (18) y algunas enzimas d i g e s t i v a s como l a t r i p s i n a , l a ac-arnuasa y l a l i p a s a

(lg),.

se debe a l a combinación d e l tanino con l a f r a c c i ó n p r o t e i c o de l a misma. La astringencia percibida

en e l paladar cuando se i n g i e r e taninos,

es caueada por

la p r e c i p i t a c i ó n de l a s proteínas y g l i c o p r o t e h a s de l a s a l i v a , l o que reduce su propiedad lubricante

(141,

(15).

ii.3.2. Taninos en Sorgo.

50s taninos que s e encuentran en

el’

grano de sorgo,

son principalmente d e l t i p o de

los condensados. Se ioca-

Iiizen en e i p e r i c a r p i o y están asociados con l a pigmenta- c i ó n de l a t e s t a 116).

Los

taninos condensados son

Tos

más comunes en e l r e i n o vegetal. Son mezclas de productos de condensación de moléculas t i p o flaván, combinadas en dimeros, trimeros

o

polimeros. Los flavonoides

más

importantes que l o s f o r - man son

los

fiaván-3-oies

o

catequinas y los fiaván-3-4-

d i o l e s

o

leucoantocianidinas.

A

pesar de s e r economica- mente muy importantes, han s i d o poco estudiados debido a

(17)

-7-

I LOS únicos compuestos que pueüen s e r separados sa-

tisfactoriamente son

ros

fiavanes monoméricos y algunos dimeros, pero es muy d i f i c i l oDtenerlos puros debido a l a h a b i l i d a d que tienen de formar puentes de hidrógeno con

otras moléculas ( 2 0 ) .

Las fórmulas estructurales de l a s catequinas y Xas Ducoantocianidinas, son:

Catequinas:

OH

A f cerequina R=R*'=H

Catequina R=OH; R%H

Galocatequina R=R*=OH

(18)

Leucoantocianidinas: i

R

1

b s

Leucopelargonidina R=R*,=H

Leucocianidina R=OH; R*=H

Le ucodelf i n i dina R=R *'=OH

(22)

i3n realidad l a s leucoantocianidinas se encuentran tan extendidas en e l reino vegetal, que son l a s responsa- b l e s de l a s reacciones atribuidas a

ros

taninos (23).

,

,*

(19)

L

-9-

'

11.3.3. InteracciÓn con l a s Proteínas.

Se ha sugerido que l a formación de l o s complejos ta-

nino-proteína, se i i e v a a cabo, por t r e s t i p o s de interac- ciones químicas (24), que se describen a continuación:

a ) . Formación de puentes de hidrógeno entre e 1 grupo o x h i d r i l o (-OH), de l o s f e n o l e s que constituyen l a estruc- tura de las Teucoantocianidinas, y los grupos receptores

de l a s proteínas

(-NH2,

-COOHI u otros poliméros.

b). iSnlaces i ó n i c o s entre

Tos grupos aniónicos

de 10s

taninos ( f e n o l e s ionizados o' grupos carboxiloe

1

y grupos c a t i ó n i c o s de l o s aminoácidos de l a s proteínas, como el: grupo amino (-NH2) é p s i i o n de i a i i s i n a .

c).

Bnlaces covalentea formados por l a unión entre quinonas, l a s oue pueden e s t a r formando parte de l a estruc- tura d e l tanino o pueden s e r producidas POT l a oxidación, y algunos grupos r e a c t i v o s de i a proteína, u o t r o poli&-

r o .

Este enlace es de p a r t i c u l a r importancia, ya que im-

(20)

L

-10-

.

L

bi

11.3.4.

Almidón.

E l almidón e s uno de 1,os carbohidratos

más

ampliamen- t e d i s t r i b u i d o s e?l l a naturaleza. Se forma a partir de C02

y

H20,

en l a s h o j a s y p a r t e s verdes de l a s p l a n t a s , por

medio de l a c l o r o f i l a y l a l u z s o l a r .

E l almidón e s un homopolisacárido, ya que sus monome-

ros

son de un s ó l o t i p o . Iguar que

i a

c e l u l o s a , e i almidón

e s un glucano que s e encuentra en e l r e i n o v e g e t a l , s i n embargo t i e n e grandes d i f e r e n c i a s en sus propiedades f h i -

cas y quimicas. hlientras que l a c e l u l o s a t i e n e i a función

de s e r v i r como base e s t r u c t u r a l de las p l a n t a s , e l almidón s e considera como fuente de e n e r g í a de reserva. Se almace- na en r a í c e s , tubércul’os f r u t a s y s e m i l l a s en forma de grá-

nulos i n s o l u b l e s , los cuzles e s t á n debidamente ordenados

para impedir i a d i f r a c c i 6 n de Rayos

x

(25).

a). i?ktructura d e l liimidbn.

E1 producto comerciar l’lamado almidón e s generalmente

una mezcla de p o i i s a c á r i d o s . Los p r i n c i p a l e s componentes son l a amilosa y l a amilopectina.

Los

almidones comunes

t i e n e n de un 75-80

%

de amilopectina y de un 20-25 $

amilosa. Los almidones de c e r e a l e s de t i p o ceroso, como ma- í z , a r r o z y sorgo, contienen casi unicamente amiiopectina

con una pequeña f r a c c i ó n de amilosa

(Y%

o menos) (26).

de

l

La amilosa e s t á c o n s t i t u i d a de grandes cadenas l i n e a - r e s de D-Glucosa, l a s cuales e s t á n unidas por e n l a c e s

a ( 1 - 4 ) . Bstas cadenas s e encuentran dispersas y s u peso

molecular v a r i a de 1x103 a 1x10 5 gr/gm>i. ds poco soiu-

(21)

..

-11-

b l e en agua, pero’ forma nic21as hidratadas l a s cuales dan un c o l o r azÚl con I o d o . ñn t a l e s micelas l a cadena d e l po-

I i s a c á r i d o tome forma h e l i c o i d a l (27).

La amilopectina e s t á altamente rdmificada. La longui- tud promedio, de l a s ramificaciones v a r í a de 24 a 30 r e s i - duos de glucosa., Se encuentran unidas en enlaces a: (1-4),

pero en 10s puntos de r a m i f i c a c i ó n los enlaces son cc(1-6).

La amilopectina da soluciones c o l o i d a l e s o , m i c e l a r e s l a s cuales dan un c o l o r r o j o - v i o l e t a con Iodo. Su peso molecu- Tar puede s e r tan a x t o comQ 1 0 8 g/gmUl.

Cuando e l almidón se h i d r o l i z a con ácidos, se obtiene unicaniente D-Glucosa como producto de I a h i d r ó l i s i s t o t a l . La composición der a.lmidÓn d i f i e r e ampliamente depen- diendo de l a fuente de don¿!e provenga, t a l e s como maíz, sorgo, papas, etc., (26).

b). Almidón de Sorgo.

E l almidón de sorgo se c a r a c t e r i z a por su composición

d i f e r e n t e a l a de o t r o s cereales. Contiene de 20 a 30

%

de amilosa y de 70 a 80 $ de amilopectina en sorgo cornÚn, mien-

tras aue e l sorgo de t i 2 0 ceres0 contiene 1 $ de amilosa y 99 ‘$ de amilopectina (28).

La d i s t r i b u c i h d e l almidón en e l grano, obtenida por d i s e c c i ó n manual d e l sorgo (291, es l a siguiente:

83 $ en e l endospermo. 1 3 ’$ en e l gérmen. 34.6 $ en l a t e s t a .

(22)

-12-

.

1.

Los gdnui!oe de aEmid6n &ex endosperm del eosgo’

m m

l’igeramente d e grandee que

ios

der alhLd6nide meh. =den aproximadamente entzis 1IQ y 25

p

bd,

de diámetro reepee-

tivamente,,

on

cambio> Tom gránuToe der gerlicsspiio, a d

muoh0

pequeños ( 3 0 ) .

(23)

LOS t i p o s de proteína que se encuentran en e 1 grano

de sorgo son:

Axbuminas T.3

-

1.7

s6

Globulinas 2.0

-

9.3 $ Prolaminas 32.6- 58.8

%

( K a f i r i n a )

Gliltel’inas 19.0

-

37.4

%

(39)

Como s e observa, l a k a f i r i n a es

l a proteína represen- t a t i v a de e s t e c e r e a l , y a l igual’ que l a s prolaminas se sa- i ’ u b i l i z a en etanoli a l 70 u 80 $. Son insolubles en agua al’cohoi e t í l i c o absoluto.

y

a ) . Composición de ].a i r o t e í n a d e l Sorgo.

La proteína de sorgo, como

i a de otros cereales, t i e - ne como p r i n c i p a l e s aminodcidos ximitantes i i s i n a y treo- nina, en primero y segundo l u g a r respectivamente. Eetioni- na, t r i p t o f ano, arginina y g l i c i n a , también han sido seaa- Xados cono aminoácidos Timitantes (40).

-

s a K a f i r i n a e s t á constituida por una a l t a proporción de ácido giutámico (iiutamina) y aminoácidos no porares co- mo leucina e isoleucina, p r o l i n a y alanina

(41).

(24)

i

FRBMBNTACION& TRBDICIONALSS

111.1. Generalidades.

En algunos países de o r i e n t e , principalmente aquellos que s e encuentran a l suroeste de Asia, l'os alimentos

más

n u t r i t i v o s y económicos s e preparan comunmente p o r f e r -

mentación s ó l i d a 01 semisóiiüa de soya y/.) algunos cerea-

l e s con hongos fiiamentosos

(43).

Tales productos tienen

una importante contribución en l a d i e t a de l a gente, como fuente básica de proteína, calorías y algunas vitaminas

( 4 4 ) .

I11 -2. Principales Xlimentos Fermentados.

R 1 f r i j o l ' de soya es l'a fuente 0 1 s u s t r a t o p r i n c i p a l

en

l a preparación de una amplia variedad de alimentos f e r - mentados. Entre 10s más importantes s s encuentran, princk-

palmente, l o s cuatro siguientes: Piso,, Shoyu, Tempeh y To- fu. E l miso y e l shoyu se caracterizan p o s

su

f u e r t e sa- bor, por

l o que

se usan como condimentos

o

agentes sabo-

r i z a n t e s , más que como'alimentos nutritivos. E l t o f u

con-

t i e n e mayor cantidad de protefna y grasa, por l o que con- tribuye sustancialmente en l a nutrición de l o s consumido? r e s

(43).

E l tempeh, e s e l producto

más

c o m h y estudiado;

constituye l a base de nuestra investigación y por t a l ra- zón, sus propiedades se describirán ampliamente en e l pun-

t o 4 .

I

(25)

.

U 111.3. Algunos Uicroorganismos Utilizados.

,

Generalmente l a literatura sobre microbiologia de a l i - mentos y fermentaciones, micamente menciona e l u s o de es- p e c i e s de bacterias Acido-Eácticas, algunos A s p e r g i l l u s y

levaduras, para l a obtención de alimentos fennentaaos, y

no hace r e f e r e n c i a a l u s o de hongos filamentosos, d e l

or-

den de Tos mucorales, t a n extensamente empleados en muchos países A s i á t i c o s desde hace c i e n t o s de años (45). Algunos géneros t a l e s como Rhizopus, Xucor y Actinomucor, s e ca- r a c t e r i z a n por s u crecimiento extremadamente rápido. Son capaces de formar grandes colonias sobre e l s u s t r a t o a par-

tir de una s o l a espora; producen gran cantidad de enzimas

y hasta donde s e sabe, d i o se han reportado una o dos m i -

cotoxinas de algunos miembros d e l orden de l o s Kucorales

(46)

Existe una gran c a n t i d a d de especies de hongos que han s i d o u t i l i z a d o s en las fermentaciones t r a d i c i o n a l e s e n e l o r i e n t e ;

s i n

embargo, casi todas e l l a s pertenecen a l o s géneros ya mencionados anteriwmente.

0

En

l a

f i g u r a

No.

X,

se mencionan algunas de las espe- c i e s principales para

l a

obtención de tenpeh, miao, Shoyu y tofu.

Para l a elaboración de tempeh se usan además, las s i - guientes especies de Rhizopus:

-

R.

s t o l o n i f e r

-

R.

orysae

-

R.

arrhizus

(26)

.,

"

3111.

do:!

]PO.

A l i

-

Ter-

Tc'

(SO.

"'i?

-

-1

6-

i:x:paies alimentos producidos por fermentación de soya y

122s consumidores y estado f í s i c o d e l producto (46).

dareales; d i f e r e n t e s especies de microorganismos u t i i i z a -

ñicroorganismo Sustrato Apariencia P r i n c i p a l e s usado en l a b.dSiC0 d e l producto. países con-

I Fermentación

-

-

sumidores.

-

R.

ol'iposporus soya s ó l i d o

Ac. elegans soya g e l

K c o r sp

As. oryzae arroz, pastoso

Sc.

r o u x i i soya Y o t r o s c e r e a l e s

-

As. oryzae soya Y l í q u i d o Lactobacillus sp t r i g o

Saccharomyces sp Hansenula sp

Indonesia

China y Formosa

Japón, China y o t r o s luga-

res de Oriente

(27)

-1'7-

111.3.1. Breve Descripción d e l Hongo

E =

oliRosPoruS-

Uno de los hongos fiiamentosos más ampliamente usa- dos en l a preparación t r a d i c i o n a l de tempeh en paises

o-

r i e n t a l e s y actualmente en Norte América, e s Rhizopus oligosporus, con l a c l a s i f i c a c i ó n

NBBL

2710; a i s l a d o p r i - meramente en e l Regional Research Center d e l Cepario de Peoria, ILLinois, y ahora también disponible como AYCC

22959

(471.

a). c l a s i f i c a c i ó n .

La base para l a c l a s i f i c a c i ó n e i d e n t i f i c a c i ó n de

los hongos ea l a morfología de l a s unidades filamentosas

o

h i f a s y de su conjunto, a s í como de l a estructura re- productora

(451.

Según Alexopoulus e t a l , l a c l a s i f i c a c i ó n de e s t e hongo s e r í a

(46)

( 4 8 ) :

Super-reino: Eucarionta División: Wastigomycota

Subdivisión: Diplomastigomycotina

Clase : Zigomycetes

Orden: Eucorale 8

Familia: Kucoraceas

Gknero: BhiZODUS Oli.&?OSROrUS

(28)

I

-18-

O t r a forma importante de c l a s i f i c a r a

a.

oligosporus e s l a establecida por K ü l l e r e t a l

(451,

( 4 9 ) .

Reino: Vegetal

Divis i 4 n 2 Fungi

Subdivisión: iQunycotha

Superciase : Phycomycetes (clase Clase: Zigomycetes (subclase) Orden: Muc o r a l e s

Pamil’ia: JEucoraceas

Género: Wizopus oligosporus.

+

+

+

La d i f e r e n c i a que e x i s t e con l a c l a s i f i c a c i ó n dada por

o.tros autores, e s e l cambio de e s t o s términos.

b). C a r a c t e r í s t i c a s Porfológicas.

-

-

R.

oligosporus, presenta h i f a s no, septadas, polinucleadas.

-

Posee estorones y rizoides poco desarrollados que gene-

ralmente s e oscurecen al’ envejecer.

-

Presenta estructuras de r e s i s t e n c i a llamadas zigosporas, después de una reproducción sexual.

(29)

L

-13-

g i ó f o r o , mediante e s c i s i ó n d e l plasma en porciones.

-

Los esporangióforos son cortos y s e originan en nódu-

l o s , en l o s que también s e forman los r i z o i d e s .

-

Los esporangios son grandes y generalmente ne&ro".

-

Columela hemiesférica y a p ó f i s i s (base d e l esporangio) en forma de copa.

-

m i c e l i o abundante y algodonoso; puede continuar s u c r e - cimiento hasta l l e g a r a l l e n a r l a v a s i j a que l o contiene.

-

Carece de esporangiolosr

-

Abundantes clamidosporas.

-

Las esporangiosporas carecen de paredes gruesas y son de tamaño y medida i r r e g u l a r .

-

En medio natural' vive como s a p r ó f i t o .

c ) . Aspectos Bioquimicos y F i s i o l ó g i c o s .

-

E s t e hongo s e c a r a c t e r i z a por t e n e r desarrollado un s b -

tema enzimático altamente i i p o i i t i c o y p r o t e o i í t i c o .

-

La a c t i v i d a d de s u sistema a m i l o l i t i c o es m u y baja y

algunas veces casi nula, dependiendo d e l s u s t r a t o por degradar.

-

Además de u t i l i z a r l i p i d o s como fuente de carbono, pue- de c r e c e r degradando azúcares pentosas como ia x i l o s a ;

hexosas, como l a glucosa y l a g a l a c t o s a ; disacáridos come l a t r e a l o s a y l a c e l o b i o s a , y p o l i s a c á r i d o s como

e l

almidón s o l u b l e .

(30)

,.

-20-

-

Como fuente de nitrogeno, además de proteína, puede in- y aminoáci- corporar sales de anonio, como L N H ~ ) ~

so4,

dos como asparagina (C

H O

N

), para c u b r i r sus reque-

rimientos proteicos.

4 8 3 2

-

Cuando se cul'tiva en medio s ó l i d o Ctubos inclinados o'

p l a t o p e t r i ) , presenta crecimiento superf i c i a i , desa- rrollando gran cantidad de h i f a s estolón; penetra a l medio a travez de rizoides.

-

S u máxima esporulación I a alcanza d e s p d s de

7

días, incubado a 2OoC de temperatura,

en

medio

PDA.

-

bn medio l í q u i d o , dependiendo de l a a g i t a c i ó n , c r e c e formando pequeñas e s f e r a s conocidas como "Pellets".

-

Por

sus bajos requerimientos de oxígeno, s e clasifica como microaeroffiico.

-

Por l a temperatura óptima de crecimiento, s e

l e

c o n s i b -

ra

mesófiio.

(31)

L

-21-

,

111.4. Tempeh (pronunciado correctamente: Tern-pay)

IiI .4.1. Def i n i c i b n .

El’

tempeh es un al’imento fermentado,, de traaicionál. consumo en Indonesia. Comiste basicamente de soya f r a g - mentada

u

o t r a s leguminosas y c e r e a l e s ( o ) por combinación

de é s t o s ) fermentados con

R.

oligosporus.

Los fragmentos

de l a soya y/o r o s cereales, constituyen e l sustrato de

l a fermentación, se hayan completamente unidos por un denso y blanco m i c e l i o de aspecto algodonoso durante l a fermentación. Con

e l

secado e l producto toma una l i g e r a c o l o r a c i ó n café y

su

forma

es

m u y s i m i l a r a l a de una pa- lanqueta de cacahuate (dulce de consumo popular en nues- t r o país). Su sabor es m u y aceptable y t i e n e un agradable

y c a r a c t e r i s t i c o oilor a levadura

u,

hongo (47).

IiI

4 . 2 . Propiedades.

E l contenido de proteína en e l tempeh de soya

es

a-

r r i b a d e l 4 6 $, en base seca,

6.19.5

6

en peso h6medo

(47). Su excelente d i g e s t i b i l i d a d , demostrada por Hacitier

- -

e t a i (r964) (53) y s u a z t o val‘or n u t r i t i v o

l a

constitu- ye en un buen s u s t i t u t o de Ila carne en l a d i e t a de huma-

nos.

Se ha observado que el’ tempeh obtenido con c u l t i v a

(32)

-22-

contaminación

con

l a b a c t e r i a K l e b s i e l l a pneumoniae, l a c u a l e s responsable del incremento en e l contenido de as-

t a vitamina, ya que e s capaz &e s i n t e t i z a r l a durante e x proceso de fermentación

( 4 4 )

( 4 7 ) .

También s e ha encontrado que las personas que consu-

men tempeh con regularidad en s u d i e t a , d i f i c i l m e n t e pa-

decen anemia perniciosa ( 5 4 1 , causada por d e f i c i e n c i a s de

vitamina B y presentan mayor r e s i s t e n c i a a algunas

in-

f e c c i o n e s bacterianas

(55).

(33)

CAPITULO I V .

ANALISIS Di3

LA

COK?2OGICION Q U B I C A DEL SORGO.

1 V . i . S e i e c c i ó n y Pretratamiento, de l a Semilla.

Para f i n e s de nuestra investigación, f u e neceeario u t i l i z a r s e m i l l a de sorgo sin t r a t a r con fungicidas n i in-

e e c t i c i d a s ,

u

o t r a c l a s e de agentes químicos de e s t e t i p o , para

su

preservación.

Generalmente cuando

se

Ievanta l a cosecha de granos,

éstos

se hayan infestados por plagas de insectos, a s í como por algunos microorganismos que constituyen l a mi-

c r o f l o r a natural o nativa, que f á c i i h e n t e s e desarrollan durante su almacenamiento. P o r e s t a razón fue necesario d e s a r r o l l a r una técnica que

nos

permitiera conservar en buen estado l a s e m i l l a de sorgo, durante l a i n v a s t i g a c i b , s i n emplear agentea químicos

como s e hace comunmente.

i V . 1 . i . Procedimientoi

E1

eorgo. obtenido en

el

Edo. de Guanajuato, correa- pondiente

a

l a cosecha de Septiembre

(19811,

se d i v i d i ó

en l o t e s de

500 g r y s e tamiz¿

en

mallas

No.8

y

No.

10,

con e l proposito de obtener granos de tamaño homogdneo,,

a s í corno, para separar semillas contaminantes, residuos de eorgo quebrado y basura en general.

de 250 g r y se puso

en vasos

de precipitados de 1 I t , pa-

ra

l a v a r l o t r e s vecee consecutivas con 400 m l de agua Terminada l a c r i b a se subdividid e 1 eorgo en I o t e s

(34)

-24-

d e s t i l a d a a temperatura ambiente y a g i t a c i ó n magnética durante 5 minutos. Se desechó e l agua de lavado y e l exce-

so de humedad se q u i t & . con papel absorbente. Zn seguida

se metió a secado durante 24 horas

a

50 C, en

una e s t u f a

"Precision" GCA Co. Yodelo>

l%,,

con c o r r i e n t e de a i r e .

Transcurrido este tiempo s e envasó en f r a s c o s de vidrio, completamente cerrados, de 500 gr, poniéndolos en conge- l a c i ó n durante 24 horas. Concluido este tiempo se almace-

naron dichos f r a s c o s

a

temperatura ambiente.

O

Durante e l d e s a r r o l l o de e s t e procedimiento s e d e j ó un f r a s c o t e s t i g o que contenía i a misma cantidad de

sor-

go que los demás, pero envasado con granos unicamente ta-

mizados, con e l o b j e t i v o de observar su deterioro, a s í como e l rápido ataque de plagas, durante e l transcurso de l a investigación.

1v.2. Extracción de Taninos.

Empleando soluciones de NaOIi, KOH y Na CO

,

y combi-

naado l a s variables: tiempo,, temperatura y concentración, se ensayaron aigunos métodos OJ tratamientos con e l

fin de

extraer

l a mayor cantidad de taninos s i n dañar l a s d i f e -

rentes

partes de l a semilla. Algunos estudios a l respec- to, r e a l i z a d o s

por Bllessin

C.W.

e t

a l , concluyen que

un

tratamiento con NaOH a l 20$ a 16OoP

i71.11°C),

en un ran-

go de

4

a

8 minutos,, s e remueve unicamente

e l

pericarpio,

quedando i n t a c t o s e l germen y e l endospermo (56).

N8OH

o

KOH a l 0.276 (0.05V) a 3OoC y 24 horas,

o incremen-

2 3

(35)

.

O

tandoi l a temperatura a 100 C,. en 20 minutos, s e l o g r a ex- t r a e r de un 75 a 85 $ de l o s taninos t o t a l e s , Tocalizados principalnente

en

el:

pericarpio. Bajo condiciones simila-

res, Na

CO se remueve un 77

46;

mientras que remojando

con agua destilada, unicamente s e extrae un 30 $ (57). Considerando e s t o s resultados y con e l f i n de e v i t a r e l mínimo daño en l a semilla, se a p l i c ó un tratamiento

térmi-

co-alcalino menos drástico, d e s c r i t o a continuación.

2 3

IV.2.l’. Procedimiento.

IniciaiiEente se

fijaron

l a temperatura y e l tiempo,

O

de extracción a 50 C y 1’0 minutos respectivamente, mane-

jando cono v a r i a b l e s tres d i f e r e n t e s concentraciones de NaOH: 5, 1 0 y 1 5

$.

Preparadas e s t a s soluciones,

se

adi- cionaron 25 ml a t r e s matraces erlenmeger de 125 m l , ma-

ne jando cada maestra por duplicado y etiquetando debida- mente todos los matraces. A continuación s e colocaron d i -

chos matraces en un a g i t a d o r g i r a t o r i o con baño de agua

a

temperatura constante, G i r a t o r y water bath shaker, New Brunwick s c i e n t i f i c co. model 0-74. Cuando l a s soluciones

en

el’

i n t e r i o r de l o s matraces alcanzaron

los 50

C s e a- gregaron

5

g r de sorgo n cada matraz y bajo estas condl- ciones, s e agitó durante 10.minutos. Transcurrido e s t e

tiempo,. se separó rapidamente e l ’ e x t r a c t o de l a semilla O

se adicionaron 25 Q1‘ be agua destilada a cada matraz,

para n e u t r a l i z a r con una s o l u c i ó n de ácido l á c t i c o i

N,

usando

un

potencibmetro, pH-meter

E 520 Vetrohm Herisau.

(36)

,. , .

-26-

a g i t a c i ó n durante 5 minutos y se midió o t r a v e z e l pH,

como había algunas variaciones, se reajustó a 7. Cada

muestra s e pasó por una malla No. 20, para separar e l a- gua de l a semilla, s i n tener pérdidas considerables; e l exceso de hmedad se q u i t ó con papel absorbente. Después, s e sometió a secado i a semilla, en las mismae condiciones

d e l punto

IV.l.

Transcurridas Ins 24 horas de secado se

pesaron nuevamente l a s 6 muestras, con e l f i n de c a l c u l a r

e l

porciento de materia seca perdida con los tratamien-

t o s y se pulverizaron dichas muestras;

e l

harina se alma- cenó

en pequeños frascos de v i d r i o , para c o m e m a r l a

dis- ponible y en buen estadoy para l a s determinaciones poste- r i o r e s .

I V . 3 .

Determinación de faninos.

Eo8

metodos reportados para l a c u a n t i f l c a c i ó n colo- rirnétrica de taninos en sorgo, han s i d o modificados y e- valuados por v a r i o s autores en d i f e r e n t e s ocasiones, de- bido a que l a composición de l a s estructuras p o l i f e n ó l i - cas de estos compuestos es poco conocida a h , a s í como a l a interferencia de algunos plgmentos que se hayan asocia- dos con l o s taninos condensados.

IV.3.l.

M6todo de l a V a i n i l l i n a (W-HCl).

En esta i n v e s t i g a c G n e i método seleccionado para l a

determinacldn de taninos es e l establecido por Burns

-

e t

(37)

-27-

/

Booney

(1972) ( 5 9 ) y Price-Butler

(1977)

(60). Se r e v i s ó

además, l a Última evaluación reportada por Barp F.C.

a l

(1981)

(61).

Este método se basa quimicamente, en l a reacción de La v a i n i l l i n a con e l a n i l l o

"A"

de las moléculas de l a s catequinas g leucoantocianidinas para dar un complejo de c o l o r a c i ó n r o j a , cuya tonalidad depende de l a concentra- c i ó n de e s t o s polimeros.

a ) Procedimientot.

Se pesacon p o r dupl'icado 5 muestras de 500 mg de ña-

rina de

sorgo, de l a s cuales 3 fueron de sorgo.

con trata-

miento térmico-alcalino, (5,.

IO

JT: 1'5

%

de NaOH),

muestras de harina de sorgo sin tratamiento. A I mismo dos

tiempa,. s e colocaron en el' a g i t a d o r g i r a t o r i o los matra-

ces erlenmeyer de I25 m l , l o s cuales c o n t e n h a 25 mT de

RCI: a l 1% en metanol, cuando, l a solución aTcanzÓ los 40QC,

se agregaron

los 500

mg de harina de cada muestra, a l o s r e s p e c t i v o s matraces previamente etiquetados. se a g i t ó

au-

rante una hora

.

Los tapones de hule. usados para

Tos

ma- t r a c e s , s e cubrieron con papel garafilm,. para e v i t a r que

fueran

atacados por e l HCT y se leberaran grupos s u l f h i - d r i l o j d e l hüke,,

los cuales a f e c t a n

l a absorbancia de

las

muestras

(14).

Después de i a a g i t a c i ó n , se centrifugd e r e x t r a c t o

a 3500 rpñi durante TO minutos.

Del'

sobrenadante se toma-

ron

2 a l i c u o t a s de 1 ml, de l a s cuales una f u e u t i l i z a d a

(38)

-2%

.

Para Xa determinación se agregaron 5 mi de l a mezcla reac- ción: v a i n i l i i n a a i 4

$

d i s u e l t a en metanoi y HC1 a l 8 $ en metanoi, mezclados en proporción.T:i; e s t a mezcla se preparó a l instante de s e r usada, pues por oxidación s e a l t e r a

su

c o l o r de blanco a amarillento.

B1

blanco de cada muestra se preparó agregando 1 m i de e x t r a c t o a 5 mi de o t r a mezcla semejante a l a de reac- c i ó n pero ?a v a i n i l l i n a fue s u s t i t u i d a por

HC1

(2.5 m l de HC1 a l 4

5

en metanol

+

2.5 ml de HC1 a l

8

s6

en metanol),

88 üecir,

5

m l de

una solución de

HC1 en metanol a l 6

5.

A p a r t i r d e l instante en que se adicionaron l a s mezclas

de reacción, con i n t e r v a l o s de medio minuto e n t r e tubo y tubo, se cronometraron 20 minutos para toner l a e l e c t u r a s de absorbancia e n un espectrofot&netro Bausch and Lomb, Spectronic 20, puesto a funcionar una hora antes. Ajustan-

do a cero, momentos antes de s e r usado, con 6 m l d e l reac-

t i v o MV-HCl a una l o n g u i t u d de onda de 525

nm.

Por

o t r a parte, el sedimento obtenido> en los tubos

después de l a centrifugación, s e resuspendiói con oitros 20 m l de HC1 a l 1’

$

en metanol, agitando vigoroeamente en

un

Vortex-Genie, y se t r a n s f i r i ó a los matraces de 125 m i

para e f e c t u a r una segunda extracción, incrementando e i

tiempo, a doe horas Pasado e s t e tiempo, se hizo! l a deter-

minación de l a misma manera que l a primera

vez.

Con

e l sedimento> se e f e c t u ó ~ u a s Última e x t r a c c i ó n durante

3

ho-

(39)

-29-

b). Curva Estandar.

?

Debido) a que no, f u e posible a d q u i r i r l a D-catequina, i a curva patrón se preparó empieando.taninos naturales

obtenidos de Acacia (Donados por I n t e r c o

s.

A,)

con

un grado de pureza d e l

71.7

$, procediendo, de l a siguiente manera:

139.47 mg de taninos fueron pesados y disueltos en una solución de HC1 a l 1% en metanol, aforando,a 50 m l .

Con e l f i n de separar l a materia insoluble, se filtró a v a c í o u t i l i z a n d o una capa doble de papel Watman Nb.

5.

A

p a r t i r de e s t a solución s t o c k se prepararon

i o

diluciones, variando l a concentración de 0.02 a 2 mg/ml!. En seguida

se

tomaron a i i c u o t a s de i m l de cada diluci.6n y se trans- f i r i e r o n a tubos de ensaye que contenían

5

m l de l a mez- c l a r e a c t i v o ETV-HCl. Transcurridos 20 minutos se l e y e r o n l a s absorbancias de l a s 1 0 muestras.

iía preparación de l a curva patrón se

hizo,

junto) con

l a de

las primeras extracciones de l a s muestras problema,

con e l

f i n

de t e n e r un Zote de Xecturas.

IV.3.2. Método del: Complejoj

Azul

de Prusia.

Price

y Butler

(1977),

(60) desarrollaron

un

método

cuantitativo

para determinar f e n o l e s t o t a l e s en

e l

grano

de sorgo, 20s cuales son capaces de r e d u c i r

e l

cl’orurs i 6 r r i c o

a

cloruro f e r r o s o y

éste

reacciona con e l f e r r i - cianuro Be potasio dando e l complejo soauble f e r r i c i a n u r o j i 6 , r r i c o de p o t a s i a , cónociao.como h u i de Pruaia.

(40)

-

-30-

f e r r i c i a n u r o de potasioxes amarilla, pero

en

presencia de pequeñísimas cantidades die los reductores f e n ó l i c o s , una

parte d e l f e r r i c i a n u r o , reacciona con e l ión f e r r o s o ya reducido por l o s fenoles, para producir e l pigmento a z u l que e s d i l u i d o en e l r e s t o d e l f e r r i c i a n u r o en solución, apareciendo una coloraci6n verde, que cambia a turquesa y a a z u l

en

presencia de mayores concentraciones de feno- les.

a)!. Erocedimiento.

La extracción de los taninos condensados

fue hecha

e n tuboe de centrifuga con 6 nrl' de HC1 a2 l% en metano1

y muestras de 60 mg de harina de sorgo, a l o s d i f e r e n t e s

tratamientos y s i n t r a t a r , pesados en portaobjetos.

Los 8

tubos que contenían e l harina y e l solvente fueron tapa- dos con papel parafilm y s e agitaron durante un minuto en un a g i t a d o r vortex-genie. Inmediatamente después

ae

cen- trifugó a 3500 rpm durante 1 0 minutos.

EI sobrenadante

se

diluyó.

en 50

m l de agua destilada, contenida en matra- cea erlenmeyer de 125 m l y e l aedimento se suspendió con 6 ml de agua destilada, agitando duxmiiie un minuto.

En

seguida se centrifugó., adicionando

e l

sobrenadante a Tos matraces respectivo€?, y

se

d e j ó reposar durante 30 minu-

tos, con e i propósito de que Be eliminara

ex

a i r e aisuel-

to, en e i metanox durante i a extracción.

Transcurrido e s t e tiempo, se agregaron 3 m l de l a so+

X!uciÓn de cloruro f d r r i c o 0.1 iU d i e u e l t o en HC1 0.1N g

3

(41)

c

-31-

.

e l

tiempo. de adición; a los 10 minutos

se

l e y ó l a absor-

bancia a 720 nm, ajwtandm el' espectrofotómetro, Varian- Techtron rodelo.

634,

a c e r o con una d i l u c i ó n preparada de

i,cgaal forma, pero omitiendo e l e x t r a c t o de harina de sor- eco *

b). Curva Patrón.

De l a misma manera que en e l método de EV-HCl, l a

curva

estandar se construyó emplean do^ taninos condensadcm

naturales, en i-ar de ácido tanino como sugieren algunos autores, por considerar que a i

ser

é s t e un tanino s i n t e -

tico

e

h i d r o l i s a b l e , es menos representativo.

Se preparó una soluci&n s t o c k con

139.47

mg de tani-

nos d i s u e l t o s en

HC1 a l

1$ e n metanal,. aforando a

IO0

m l d

Se filtró, dicha solución y a p a r t i r de é s t a se prepararon l a s d i f e r e n t e s d i i m i o n e s , variando i a concentración de

EO

a 1'50

y9/"1.

Posteriormente, se s i g u i ó e l procedimien-

t o

d e s c r i t o en e l primer i n c i s o , procurando l e e r l a s ab- sorbancias, tanto de l a curva patrón como de las muestras,

en

un

sólo

l o t e .

h e d i a t a m e n t e después de terminar e i l o t e de lectu-

ras, l a s f o t o c e l d a s fueron lavadas perfectamente con

una

(42)

c

-32-

,

I IY.4. Determimación de Almidón. \ I

La cantidad de almidón presente en e l grano de

sor-

go. u t i l i z a d o , se determinó por e i método de Fairbairn,

(621 e l cual se basa teoricamente en l a h i d r ó l i s i s t o t a l d e l almidón con e l r e a c t i v o de antrona (obtenido con an- trona pura d i s u e l t a en ácido> s u l f ú r i c o concentrado).

Es-

t a mezcla r e a c t i v o h i d r o l i s a dichos porímero hasta su uni- dad más simDie que e s i a giucoea, y e s t a forma un queia- t o c o l o r i d o con l a antrona. Dependiendo) de l a concentra- ci6n de glucosa i a coioracihn v a r í a desde un tono verde

Timón

transparente hasta a z u l oscuro.

En

e l primer paso ente técnica, e s l a extracción de

1’0s carbohidratos t o t a l e s contenidos e n l a s muestras de

harina de

sorgo,

En seguida, a l almidón se separa de

a d -

care8 sojLubles como glucosa,. fructuosa y sucrosa (16),

prhcipaihente,. empleando para e s t e f i n una eoiución e t a n o i a i

S@$.

Posteriormente, s e procede a d i s o l v e r e 1 almidón de l a f r a c c i ó n s ó l i d a obtenida después de l a ex- t r a c c i ó n e t a n ó i i c a , adicionando. una s o ~ u c i ó n de ácido1 p e r c l ó r i c o a l 52%. que es un excelente s o l u b i l i z a n t e de dicho p o l i s a c á r i d o , (63). 21’ almidón a s í 8olLibilizado s e

a i s i a por i a formación de un querato co;lorido (armidón- yodo) que se l o g r a al‘ a d i c i o n a r una solución yodo-yoduro de potasior E1 complejo a s í formado,, e s desintegrado en

almidón y Iodo. Una v e z l i b e r a d o e l ’ almidón

se

determina co~orimetricamente con

er

r e a c t i v o ae antrona.

(43)

-33-

a )

.

Procedimiento.

Preparación de l a s muestras. Se pesan 500 m~ de se-

m i l l a de sorgo

sin t r a t a r

y s e muelen hasta obtener

una

f i n a harina que pase por marla

No.

40. Se toman 2 mues- t r a s de TOO mg, y 6

más

de harina de sorgo sometido a l o a

3 d i f e r e n t e s tratamientos térmico-aicaiinos.

Bxtracci6n de Carbohidratos. Pesadas l a s

8

muestras,

se t r a n s f i e r e n a tubos cónicos de c e n t r i f u g a de 50 m l , hu- medeciendo e l harina con

3

gotas de e t a n o i a i 80

96.

Se agregan 5 m l de agua d e s t i l a d a y s e a g i t a vigorosamente

en un a g i t a d o r Vortex-Genie, 2 minutos.

En seguida

l o s

tu- bos s e sumergen durante 2 minutos

en

baño de agua calien-

t e , e n t r e 60 y 65 OC. Transcurrido e s t e tiempo, se sacan

y s e l e s agrega 25

mr

de e t a n o l a l 80

$

g nuevamente se

a g i t a n

5

minutos,

a

a l t a velocidad. P o s t e r i o m e n t e ,

los

tubos se ponen o t r a v e z

en e l

baño p o r dos minutos y sea-

gitan. Ea mezcla s e e n f r i a a temperatura ambiente y 88

c e n t r i f u g a 1 0 minutos a 3500 rpm.

Los

sobrenaaantes 8e de- sechan y a l o s sedimentos empacados

en

ToB tubos, se

les

rypricrr

ex mismo tratamiento, de extracción

3

veces más.

SoXubilizaciÓn d e l AlBiiidÓn. Terminada l a e x t r a c c i ó n de

Toe carbohidratos, se adicionan 5

mP de agua d e s t i l a d a a l & . i d o contenido en

los tubos

y se a g i t a fuertemente has-

t a

homogenizar l a mezcla;

en

seguida l o s tubos se meten

en

baño de agua h i r v i e n t e durante 15 minutos. Se e n f r í a n

(44)

-34-

percl6ri.c

temperalaid ambiente, se sacan dichos tubos y se a g i t a n 3 veces en lapsos de 5 minutos. Después de e s t a a g i t a c i ó n s e l e s adiciona 20 m l de agua destilada, s e a g i t a n y s e c e n t r i f u g a 15 minutos a 3,500 rpm.

E1 sobrenadante obte-

nido se t r a n s f i e r e a un matraz aforado y el‘ sedimento1 s e

resuspende con 6.5 m l de á c i d o percPÓrico; s e agregan 1’0 m l de agua destilada, s e homogeniza y s e centrifuga

como

en e l caso a n t e r i o r . E l sobrenadante se t r a n s f i e r e a l ma- t r a z y e l sedimento se desecha. Se a f o r a con agua desti- Yada y e s t e e x t r a c t o s e f i l t r a en un embudo con f i l t r o de v i d r i o o en un buchner con f i l t r o de lana de v i d r i o .

Formación d e l Quelato Almid6n-yodo. Se toma una a l í c u o t a de 1’0 r n l y

se

t r a n s f i e r e a un tubo. de centrifuga, a d i c i o - nando 5 m1’ de NaCl a l 20% y 5 ml. de yodo-yoduro de pota- sio, s e a g i t a en Vortex

3

minutos y

se

deja reposar 20. En seguida, se c e n t r i f u g a 1’0 minutos a 3,500 rpm; s e de- secha el’ sobrenadante, separándolo cuidadosamente para e v i t a r pérdidas d e l sbiido, e x cual’se l a v a 2 veces con 1 0 ml de cl’oruro) de sodio en etanol‘, agitando) 4 minutos

en

v o r t e x a a l t a velocidad y centrifugando 1 0 minutos a 3,500 rpm. En cada lavado1 se desecha el’ sobrenadante.

a l 52%. Se ponen 2 minutos en baño agitado a

A l s ó l i d o j o b t e n i d o en cada tubo s e l e agrega 4 ml’ de

Figure

Cuadro  Resumen  d e l   Contenido  de  Taninos  en  las
taba  la  concentración  &e  taninos.
Figura  No.  3
Figura  No.  4  ~
+5

Referencias

Documento similar

ÁREA 1: Gestión, organización y liderazgo ÁREA 2: Procesos de enseñanza y aprendizaje ÁREA 3: Formación y desarrollo profesional ÁREA 4: Procesos de evaluación. ÁREA 5: Contenidos

2 Universidad Autónoma de Madrid, España Se describe el proceso de construcción y validación de dos instrumentos destinados a evaluar las representaciones que estudiantes

El proceso de fermentación alcohólica debe completarse hasta el agotamiento total de los azúcares fermentables, debiendo ser el periodo de maceración de al menos 12 horas,

I. La presente normativa tiene por objeto establecer las pautas que regularán el cobro administrativo y judicial de las obligaciones vencidas que se le adeuden al Colegio

Master Universitario en Prevencion de Riesgos Laborales 206 Facultad de Ciencias de la Salud Máster Universitario en Innovación e Investigación en Actividad Física en.

México, Colegio Nacional de Ciencias Políticas y Administración Pública; Universidad Juárez Autónoma de Tabasco; Benemérita Universidad Autónoma de Puebla; Universidad Nacional de

Estante: El proceso de extraer el vino del sedimento, como las lías, después de la fermentación y trasladarlo a otro recipiente.. Extracción: La liberación de sustancias, en su

Este artículo se deriva de la evaluación del Modelo Educativo de la Universidad Autónoma Metropolitana Unidad Cuajimalpa (UAMC), proceso que se llevó a cabo