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ROBERTO HERNANDEZ CACHOU RODOLFO NAVARRO MORALES

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(1)

UNIVERSIDAD AUTONOMA

METROPOLITANA IZTAPALAPA

J DlVlSlOll DE CIENCIAS BIOLOGICAS Y DE LA SALUD

-""

Evaluación de

los

posibles efectos de las plataformas petroleras

de la Sonda de Campeche, petróleo crudo

y

dispersantes sobre

la ecologia del fitoplancton y la producción primaria.

"

1

ROBERTO

HERNANDEZ

CACHOU

RODOLFO

NAVARRO

MORALES

(2)

.

& t e t r a b a j o fue r e a l i z a d o en el- l a b o r a t o r i o de Fitoplancton y

Pro

ductiv5-dud primaria d e l I n s t i t u t o

de Ciencias d e l M a r y LimnoloFia-

.de l a Universidad rqacional

AutÓno

(3)

A G R A 3 E C

I X

i

E

N

T

O :;

A l )I en C S e r g i o L i c e a Durán por l a dirección, ayuda

y apoyo para l a r e a l i z a c i i n de e s t a investigacion, y

-u:{

-

especialmente por l a ainistad brindnda durante l a r e a l i z ü

-

c i ó n de e s t e s e r v i c i o s o c i a l

.

A l o s b i ó l o g o s Ruth Luna y Pabio T o r r e s por e l entre- namiento que nos impartieron, sugerencias, coxrntarioc y

-

por toda l a ayuda qüe recibimos durante l a elaboraciÓE 6c e s t a i n v e s t i g a c i ó n

.

A nuestros padres por su valiosisimo apoyo nora1 y

-

t

4

f i s i c o

.

De iiianera e s p e c i a l a l a b i ó l o g a N a r i a Sugenia %a1?ora

por su aooyo moral que nos brindo durante e s t a i n v e s t i g a

-

c i ó n

.

k todas aquellas personas que d i r e c t a Ó inciirectürnin-

(4)

C

O ' N T E N

I

D O

Hoja

Resumen

...

1

Introducción

...

3

Objetivos

...

6

Area de estudio

...

7

Planteamiento y e s t r a t e g i a de l a i n v e s t i g a c i ó n

.

10 Metodología

...

15

J u s t i f i c a c i ó n

...

22

Conclusiones

...

24

Apendice

...

26

i l u s t z a c i o n e s

...

41

L i t e r a t u r a c i t a d a

...

Lt9

,

*

Kota

*

: Apendice ; reporte de l a s actividades t e c n i

-

I

I

I desarrol.ladas en e l Laboratorio de Fito2lnr.c-

t o n Y Productividad Primaria durante e i s e r v i -

c i o soci.al ( iode J u n i o

--

1 O de diciembre d.e

(5)

R E S U M E N

Este proyecto surgió de l a necesidac de zomplementar

l a s investigaciones hechas dentro d e l proyecto

*

Evalua

-

ciÓn de l o s p o s i b l v s e f e c t o s d e l derrame pozo I x t o c

-

I

-

sobre l a s comunidades d e l f i t o p l a n c t o n y l a producción

p r 2

maria de l a Sonda de Campeche

*

( L i c e a

&.

a.

1980a,

-

1980b, 1981, 1982~1, 1982b, 1 9 8 2 ~

.

)

.

El

proyecto pretende d i l u c i d a r l o s e f e c t o s de l a s p l g

taformas p e t r o l e r a s sobre l a e c o l o g í a d e l f i t o p l a n c t o n y

-

l a produccion primaria, así CONO conocer e l e f e c t o de l a

-

toxicidad d e l p e t r o l e o crudo y algunos dispersantes

.

Los o b j e t i v o s d e e s t a i n v e s t i g a c i ó n son susceptibles de r e a l i z a r en un año con 12 muestreos de periodiciüad

-

mensual en 8 plataformas

.

Los muestreos biológico,? s e

-

har& dc acuerdo a l porciento cic penetración de luz ( 100, I

60, 30,

16

y 1

$A

) ; l o s muestreos h i d r o l ó g i c o s ( s a l i n i

-

dad, temperatura, oxigeno d i s u e l t o y nutrientes ) s e r e a

-

l i z a r a n de acuerdo a l a s profundidades de ; O, 5,

30 y 5 G metros

.

1 10, 20,

, ... , . .,. .. , . ,.., , . . , . ..- _* .." ..~. .

(6)

.

. ,..--., - I

.",

. , I_

* . ~ _

. . .>

,

- 2 -

..

Los ariálisis cucalitativos y c u a n t i t a t i v o s de e s t o s

-

nuestreos s e r e a l i z a r á n por e l método de Utermzhl

,

l a b i o

masa por e l metodo fl-uorométrico y l a producción primaria

por e l método de carbono r a d i a c t i v o

.

Se r e a l i z a r á n tambien tratamientos e s t a d í s t i c o s de

to

dos l o s datos obteniendo t a b l a s de contingencia y análisis

de varianza, l o s cuales permitirán fundamentar s i l a a c t i -

vidad p e t r o l e r a de l a s plataformas t i e n e Ó no e f e c t o sobre l a e c o l o g í a y producc:iÓn primaria d e l f i t o p l a n c t o n

.

E l proyecto contempla también una f a s e experimental

en c u l t i v o s nonoclonales con 10 de l a s especies más cons-

picuas d e l area.

Esta f a s e se r e a l i z a r á en condiciones de l a b o r a t o r i o 4

a una temperatura de

-

20 OC con fotoperiodo de 1 0 horas l u z y

14

obscuridad con luz fluorescente

.

La precaracidn

de ext..ractos solubles y dispersantes se r e a l i z a r á n confor-

(7)

- 3 -

I N T R Q D U C C I O N

E l problema de l a contaminaci6n s e vislumbra en e l

-

horizonte con más gravedad que nunca, debido a l a gran

-

p r o l i f e r a c i ó n de l a industria p e t r o l e r a en l a s plataformas continentales de todo e l mundo, a s i como e l c r e c i e n t e ti-ans porte de p e t r o l e o en e l ocean0 con barcos cada vez más

grandes

.

-

Se ha calculado que en e l medio marino se v i e r t e n a

-

nualmente alrededor d.e

6

millones de toneladas de hidrocac buros d e l p e t r ó l e o por diversas actividades d e l hombre,

-

aunque una gran parte de esta penetra en e l m a r de una ma- nera relativamente icocua en pequeñas cantidades dispersas

para una gran s u p e r f i c i e VJaldichuk ( 1977 )

.

1

4

E1 p e t r o l e o crud.0 esta conpuesto de muchos hidrocar'bi

r o s arorn6ticoL. d.e bajo puntG d e e b u l l i c i ó n y se considera

potencialmente como e l más t d x i c o para l a vida marina

-

I

( Uluiiinir y Iiolcomti i959 )

.

j

I

I

(8)

- 4 -

pesados, probablemente debido a su mas a l t o porcentaje de hidrocarburos aromaticos, los cuales son conocidos por su

toxicidad en un amplia gama de organismos marinos

,

tam

-

b i e n es ampliamente conocido que e l contenido aromatic0

-

de un hidrocarburo e s usualmente i n d i c a t i v o de s u t o x i c i

-

dad

.

La t o x i c i d a d de l a f r a c c i o n soluble en organismos d e l f i t o p l a n c t o n ha s i d o demostrada previamente por v a r i o s au- tores, entre e l l o s Lacaze ( et. al. 1976 ), quien noto un 10 % de reduccion en el crecimiento de Phaedactslun t r i c o r

nutun cuando e l organismo se d e s a r r o l l a en medio de c u l t i - vo con e x t r a c t o soluble de Kuwait, asi mismo l a toxicidad decrece cuando l o s exts-actos son aereados

.

Se ha encontrado que en derrames de hidrocarburos fo-

siles, e l p e t r o l e o t i e n e un e f e c t o e c o l o g i c o inmediato so-

bre, e l medio ambiente marino con una duracion relativamen- c o r t a s i n que a la fecha se hayan demostrado da-ños perma

-

nentes Waldichuk ( op. c i t . )

.

(9)

- 5 -

nismos los cuales adquieren con e l tiempo c i e r t a t o l e r a n

-

c i a

,

sea por aclimatación Ó por adaptaciones geneticac a concentraciones relativamente grandes de petroleo, i n c l u

-

yendo algunos microorganismos d e l fitoplancton Nuzzi (

19-

71 )

A

través

de e s t e proyecto de investigación se pretcn- de conocer algunos de l o s e f é c t o s d e l p e t r o l e o crudo y d i g

persantes en l a e c o l o g í a d e l fitoplancton, a s i como e l po- s i b l e e f é c t o de l a s plataformas sobre esta taxocenosis

.

E s importante hacer notar que para r e a l i z a r e s t e pro-

yecto l a s autores dedi.caron l a mayor parte d e l tiempo d e l

s e r v i c i o s o c i a l a diversas labores técnicas en un buque o- ceanografico y en e l 1.aboratorio de fitoplancton y produc- t i v i d a d d e l I n s t i t u t o de Ciencias d e l Mar y Limnologia de l a Universidad Nacional Autonoma de f.íexico, bajo l a aseso- r i a d e l I b i en C Sergio L i c e a Durán, l o cual permitio desa

-

r r o l l a r l a capacidad c r i t i c a , que es indispensable en l a pianeación c i e n t í f i c a

.

Por considerar importante

el

d e s a r r o l l o de estas act-

(10)

- 6 -

O B J E T I V O S

De acuerdo a l o s lineamientos señalados en parrafos anteriores, los a b j e t l v o s de e s t e estudio pueden resumirse

de l a s i g u i e n t e manera :

1.- Evaluar l o s p o s i b l e s e f e c t o s que l a s plataformas

-

petroleras pueden tener sobre l a e c o l o g í a d e l fitoplancton densidad, bioniasa, diversidad, comunidades y productividad primaria

.

2.- Conocer e l e f é c t o de l a toxicidad d e l petroleo cru- do, a s í como de algunos dispersantes sobre 10 de l a s espe- c i e s

más

conspicuas d e l fitoplancton de l a Sonda de Cainpe- che y l a producción primaria, a través de bioensayos en

-

(11)

- 7 -

A R E A D E E S T U D I O

Las observaciones h i d r o g r á f i c a s en e s t a r e g i ó n han s&

do estudiadas fondamentalmente por expediciones extranje

-

ras. Los trabajos

más

intensos han s i d o las i n v e s t i g a c i o

-

ne6 Cubano

-

S o v i e t i c a s , entre e l l o s pueden c i t a r s e a Khrg

mov

1969,

V a s i l y T o r i n

1969,

Bogdanov

1969

y Bessonov

&.

-0 a l

1971

.

Enseguida se presentará en forma sumaria l o s a s

pectos hidrogrdficos más conspicuos

.

Esta r e g i ó n pertenece

a

l a zona t r o p i c a l y l a mayor parte esta conectada a l a península de Yucatán donde l a plataforma continental s e proyecta hasta l o s 216 metros

.

-

E l fondo es variado, húmico, rocoso, arenoso con con-

chas, lodos y en algunas lugares e s t a cubierto por masas de esponjas

.

La r e g i ó n e s t a dominada por a i r e maritimo t r o p i c a l

-

todo e l año, s i n embargo en ocasiones durante e l invierno

( octubre a febrero ) hay v i e n t o s d e l norte y noreste que

(12)

- 8 -

La iluminación solar es grande con evaporación a l t a

( 1000

-

1750 rnm/año :i y l a p r e c i p i t a c i ó n atmosférica se presenta de junio a octubre con un período de e s t i a j e b i -

en marcado de noviembi:e a mayo

.

.

La temperatura anual de variacidn d e l a i r e es l a ids

pequeña de todo e l g o l f o y s e ubica entre 6

-

7

endo l a temperatura máxinia en j u l i o y agosto con valores

promedio de 28.0

-

28.2 OC y l a s mínimas en enero y febre-

r o con 22.6

-

22.7 OC con una

variación

diurna de entre 5

y 6 O C .

OC y s i

-

La temperatura anual de variación de l a s u p e r f i c i e

--

d e l agua va de 24.0 a 29.5 OC siendo l a s temperaturas de

-

verano de 25.5 a 29.5 'C y l a s de invierno entre 23.8 y

-

26.1 OC ( entre novicinbre y enero )

.

E l agua de primavera y verano es fuertemente e s t r a t i - ficada pues existen d i f e r e n c i a s de temperatura de fondo ( 50 metros ) y s u p e r f i c i e de 8 a 9 'Cy sin ernbmgo l a teni--

peratura de fondo puede v a r i a r ligeramente dependiendo d e l i n f l u j o dc o t r a s regiones

.

En e s t e tiempo hay agua inuy c g

(13)

Canpeche, existen d i f e r e n c i a s de temperatura d e l agua entre l a s regiones e s t e y oeste d e l banco de Campeche ( siendo

-

mayores en i a región oeste )

.

Las salinidades más a l t a s s e r e g i s t r a n en mayo y j u n i o

con valores de hasta 37.80 '/o0 en l a parte más somera de l a Bahía de Caapeche u Esto es debido a l a intensa evaporg

ción

y escasa p r e c i p i t a c i & en é s t a época

.

\

(14)

-

'IO

-

PLANTEA:ZETTO Y ESTRATEGIA DE LA I I ~ ~ E S T I G A C I O l ~

Debido a l d e t e r i o r o que ha experimentado e l medio ma- r i n o , por las diversas actividades d e l d e s a r r o l l o en l o s

-

aspectos d e l aprovecha.miento de l o s recursos naturales

,

-

s e han creado en algunos paises progranas tendientes a i n - v e s t i g a r l a contarninacion en e l mar

.

E l muestre0 y análisis de contaminantes tanto en l a

-

b i o t a corno en e l nedio marino requiere medios y conocimien t o s d e l que s o l o disponen pocos l a b o r a t o r i o s d e l mundo

.

Más aun investigaciones ref.erentes a l estudio de l o s efec-

t o s de l o s contaminantes sobre l o s organismos y l o s ecosig temas marinos s e r e a l i z a n en escasos laboratorios a n i v e l -

mundial, ya que no

sólo

se requiere de una gran capacidad

para ejecutar experimentos en e l l a b o r a t o r i o y en e l medio ambiente natural sino también un conocimiento fundamental

de l o s procesos f i s i o l o ' g i c o s

.

E l p e t r o l e o crudo c s considerado como un contaxinan

-

t e que t i e n e capacidad potencial para cambiar e l ecosiste- ma en un lapso c o r t o de tiempo en r e l a c i o n a o t r o s contu

-

(15)

-

1 1

-

minantes ( Blumer

1969,

Nelson y Smith

1971,

Button 1971 )

.

Se sabe tambien que l a parte que mas a f e c t a a l f i t o

-

plancton es l a f r a c c i o n soluble, a s i Stephen

&.

a.

( 19- 78 ), reportan que loa e f e c t o s varian con l a s especies

.

Prouse(

1976

), encontro que en concentraciones de

-

50 Ug/litro d e l crudo

*

Fuel 2

*

s e estimula e l crecimien-

t o de F r a K i l a r i a

se estimula e l crecimiento de Dunaliella

.

y a una concentracion de 106 Ug/litro

Por

o t r o lado Gordon y Prouse (

1973

), Nuzzi (

1973

)

y Pulich et. al. ( 1974 ) reportan que e l crudo inas t o x í

-

co para e l f i t o p l a n c t o n es e l

*

Fuel 2

*

.

Dunstan

&

.

-

-0 a l (

1975

)

,

encontraron que a bajas concentraciones se

estimula e l crecimiento de algunas especies, mientras que medianas y a l t a s concentraciones ( 10

4

ug/litro ) l o b l o

-

quea

o

inhibe

.

Cor:io puede observarse, e x i s t e contradiccion en l o s rg

(16)

*

-

12

-

.-

En nuestro caso y ante l a s limitaciones e x i s t e n t e s en

e l pais, l a e s t r a t e g i a para r e s o l v e r l o s o b j e t i v o s plant&

dos en e s t e proyecto s e desarrollara en 2 fases

.

1.- Evaluar l o s e f e c t o s de 8 plataformas p e t r o l e r a s so-

bre l a base de cambios en l a composicion taxon¿mica d e l f&

toplancton, bionasa,dkversidad, y producción primaria en

-

conüiciones naturales a t r a v é s de un c i c l o anual. E l con

-

t r o l para evaluar los cambios en l a estructura d e l f i t s

--

plancton l o constituye 5 estaciones ubicadas en un &ea de r e f e r e n c i a indicada e'n l a f i g u r a 1

.

2.- R e a l i z a r l o s bioensayos en condiciones de laborato-

r i o sobre l a s especies d e l área de estudio. Para e s t o s e

-

desarrollarán v a r i a s s e r i e s de experimentos

*

i n v i t r o

*

a diferentes concentracioncs de p e t r o l e o crudo y dispersa2 tes

.

(17)

-

13

-

N E T O D O L O G I A

Para l o g r a r los o b j e t i v o s propuestos, s e r e a l i z a r á n

-

12 muestreos con periodicidad mensual en 8 plataformas y

en

5

estaciones de un &ea de r e f e r e n c i a ( f i g . 1 ), a f i n de obtener l a información hidrológica y b i o l ó g i c a mínima

-

necesaria que permitirá conocer l a estructura d e l f i t o p l a n c

ton y su variación en e l tiempo, a través de un

c i c l o anu-

a l ( v e r i n c i s o I y 1:C m& adelante )

.

una segunda f a s e d e l proyecto incluye l a r e a l i z a c i ó n de bioensayos en c u l t i v o s monoclonales con algunas de l a s

especies

más

conspicuas d e l area

.

f a s e se desglosaran

más

adelante ( i n c i s o

I11

)

.

L o s d e t a l l e s de e s t a

I.- Actividad g d e s a r r o l l a r en e l camuo

.

a ) Determinacio'n de l a s profundidades de acuerdo a l o s porcientos de penetracion de luz; 100, 60, 9

30, 16, y 1 ib

.

Xsta operación s e r e a l i z a r á por

medio d e l disco de secchi y utilizando l a sigui- ente formula :

.

(18)

-

11,

-

= . I O O e'az

1

'Io

;

P

=

100

-az I = i o e

Donde :

l o

=

intensi-dad de l a radiación cuando z

= O

z

=

profundidad

a

=

c o e f i c i e n t e de atenuación de l a l u z

e

=

constante

P

=

porcentaje de penetración de l a luz

.

Una vez establecida l a s profundidades de mues- t r e o s e colectarán muestras de agua con l a ayuda de b o t e l l a s t i p o

*

N i s k i n

*

a f i n de medir los

-

siguientes parametros :

1. Células fitoplanctónicas

.-

s e tomaran 125

m l

de muestra y serán f i j a d a s con solución lu-

g o l m& la adiciori de 2

-

3

gotas de forinali

-

na neutralizada

.

2. Bioinasa fitoplanctónica

.-

s e colectaran

-

500 m l de agua que serán f i l t r a d o s con sistema

(19)

-

15

-

I

3.

Produccio'n primaria

.-

s e incubaran muestras ,

1

de agua en frascos c l a r o s y obscuros t i p o f

Wheaton

*

de 250

ml,

u t i l i z a n d o ampolletas de

1 0 m de CaCO marcado ( 14 )

.

-

3

b) Cala h i d r o l ó g i c a

*

standar

*,

se r e a l i z a r a a l a s

profundidades : O,

5,

10, 20, 30 y 50 metros

.

s e

tomarán

muestras di? agua con e l f i n de conocer

-

l a s condiciones h i d r o g r á f i c a s en l a columna de a-

gua. Esta c a l a estara destinada a conocer y medir

los

siguientes parámetros :

1. Pemperatura d e l agua

--

s e u t i l i z a r á n term& metros de inversión

.

2.

3.

uxigeno d i s u e l t o

.-

se colectaran 130 m l de agua en frascos &bar de tapon esmerilado y se f i j a r a n con 1 m l de solución bins0

solutio%

de ioduro A l c a l i n o

.

salinidad--se colectarán 125

ml

de agua

.

y un m l de 4

I

,

I

1

4.

Nutrientes :

a ) Ir'osfatos

.-

100 m l de agua f i l t r a d a en frascos

&bar y f i j a d a con 2

-

3

gotas de clorofor3io.

b ) N i t r a t o s

.-

100

ml

de agua f i l t r a d a en fras-

(20)

-

15

-

c ) S i l i c a t o s

.-

100

m l

de agua f i l t r a d a , sin con

geiación

c ) Colección de muestras v e r t i c a l e s con red conica de abertura de malla de

2 5 s

.

La f i j a c i ó n de

-

muestras s e h a r á con formalina neutralizada a l

-

3 %

e

d ) Coleccion de muestras de agua destinada a l a ob-

tención de c u l t i v o s

.

s e sembrarán por diluciones en proporción de 1: 10: 100: 1000 en tubos de cu?;

t i v o de 50 ml.. m t o s c u l t i v o s serviran para l a

-

fase experimental de bioensayos en l a b o r a t o r i o

.

11.- procesamiento &muestras y datos en laboratorio

.

a ) Células fitop1anctÓnicas.- l a s muestras de agua destinadas a i a n á l i s i s de fitoplancton seran tra tadas con e l método de sedimentación de Uterrnohl, o método d e l microscopio i n v e r t i d o , e l cual se

-

haya detallado en U t e r d h l ( 1931 )

.

Las cámaras

d e sedim?ntacio’n que se u t i l i z a r & ser& d e 50 y

I

(21)

-

17

-

100 m l de muestra y l o s voluinenes cuantificados

serán entre 10 y 20

ml

dependiendo de l a come:?--

t r a c i ó n de l a muestra

.

E l tiempo de sedinentaci- Ón de l a nuestra Ó a l i c u o t a s e r á de 24 horas y tg

niendo l a precaución de horiogeneizar l a nuestra

.

P r e v i o a i a n á l i s i s cuantitativo, se r e a l i z a r á n

ob

servaciones en preparaciones tenporales y perma

-

n e n t w de las muestras obtenidas por a r r a s t r e v e z t i c a l con red, a f i n de conocer y f a m i l i a r i z a r s e con l a s especies presentes en l a s muestras

.

b ) I n d i c e s de diversidad.- Los calculos de í n d i c e s

de diversidad s e efectuaran siguiendo l a fornula

propuesta por Shanon y Weaver (

1963

) :

D =

s n i /N l o g 2 ni/ri

en donde 1) es e l i n d i c e de diversidad Ó l a can

-

t i d a d de información en una conunidad; s, e s e l

número de especies; n i , es l a abundancia de l a

-

(22)

-

18

-

I

c ) Biomasa f i t o p i a n c t ó n i c a

.-

l a bioiiiasa f i t o p l a n c

-

tonica se determinará haciendo mediciones de 13

-

c l o r o f i l a

*

a

*

por fluorometría, siguiendo c l zetodo de Yentsch'y ::enzel ( 1963 )

.

31 procedA

miento completo es como sigue :

Una porción cie agua e s f i l t r a d a por vacío a través de un f i l t r o de f i b r a de v i d r i o , enseguida se r e a

l i z a l a extracción de 10 u1 ; a continuacion l a

-

muestra es centrifugada durante 15 minutos a

--

2500 rpm

.

Finalmente l a muestra es analizada a l

fluorometro; para f i n e s de cálculos se s e g u i r á l a

formula propuesta por Yentsch y Nenzel ( op. c i t . )

V o l ext

m g c i o r

*

a*/m3

=

D/

1 0

x

I(/ 1000 x

---

V o l

f i l t .

(23)

-

19

-

i L * veterminacion d e l oxigeno disuelto.- e s t e s e l l e - I

I

7aed a cabo mediante e l método de W n k l e r r e f e r i -

.io en Strickland y Parsons ( 1973 ) que s e basa

-

t n una iodometrsa

.

e ) Salinidad

.-

s e r á medida con ayuda de un saiinónig

t r o de inducción

.

r)

Nutrientes

.-

los a n á l i s i s de f o s f o r o t o t a l y si- l i c a t o s se realizilrán de acuerdo a l a s modifica

-

ciones establecidas por Strickland y Parsons ( op.

,it.

1

.

..

.'.oensavos l a b o r a t o r i o :

::::.;,a f a s e experimental de nuestro s e r v i c i o s o c i a l

-

::'.:.isiste en t r a t a r de conocer los e f e c t o s de l a f r a c

... -!>. soluble d e l petróleo. Para l l e v a r a cabo esta

-

recurriremos a l nietodo de l o s bioensayos que. se

#

"tende r e a l i z a r de l a siguiente manera :

.,rganizaran 3 grupos experimentales para cada es-

dentro de 1.0s cuales se mancjardn 10 concentra

-

:

. . ics

,

cada grupo tendra un lapso de exposicion

-

,: ~

(24)

-

20

-

c o r t o (

5

d i a s ) uno mediano (

13

d í a s ) y uno largo

( 21 d í a s )

.

En e s t e caso l a determinación de I.oc

-

tiempos fue determinado considerando l a demanda y a-

gotamiento de nutrientes dentro de c u l t i v o s con agua de m a r enriquecida.

Se establecerá u n fotoperiodo de 10 horas l u z y 14

-

de obscuridad en virtud de que es e l que más s e aprg xima a l a s condiciones naturales

.

En r e l a c i ó n a l a s concentraciones no se han determinado a h , pero s e

-

piensa nanejar 70 concentraciones l a s cuales i r a n de una mínima a una máxima guardando un gradiente y así

poder determinar dosis l e t a l e s para dichos lapsos de tiempo de exposición

.

Las pruebas seran llevadas a cabo con agua de mar en riquecida con ; 50 mg de g l i c i n a , 50 mg de sucrosa. La preparación de l a parte soluble d e l petrdleo s e

-

hará de acuerdo a l a s recomendaciones de Pulich (

-

op. c i t . ) de l a siguiente manera : una parte de pg

t r ó l e o ( 100

ml

) a s e r provado, s e colocará en l a

-

s u p e r f i c i e de 8 partes de agua de mar ( 800 n i l ) en

matrazconteniendo un agitador magnetic0 con cubierta

de t e f l o n

.

E l iaatrsz c e r a s e l l a d o y e l aeua agitada

(25)

c

-

21

-

Después e l agua de m a r equilibrada con petrdlco se-

f i l t r a d a a t r a v é s de un f i l t r o

*

X i l l i p o r e

*

dc

0.45

p

,

para después ascepticamente añadirse a d i -

ferentes concentraciones a l o s medios de c u l t i v o

.

Estas concentraciones variaran de O a 50 ;7 en incre- mento de 10 %

.

LOS matraces s e inocularán con l o s organismos en

prueba y serán incubados de 5 a 21 dias en condicio- nes de l a b o r a t o r i o con fotoperíodo 10

/

14, tenpera- t u r a

-

mente v a r i a s veces a l d i a

.

Se u t i l i z a r á n tapones de algodón rodeados de gasa

-

para simular un sistema a b i e r t o permitiendo que l o s compuestos más v o l á t i l e s se evaporen y haya i n t e r

-

cambio de gases. Los conteos f i n a l e s s e harán micros copicamente con un microscopiocon o b j e t i v o s i n v e r t i - dos. Para obtener resultados estadisticanente signi- f i c a t i v o s s e r e a l i z a r á n 10 r e p e t i c i o n e s para cada

-

grupo experimental, l o s experimentos con dispersantes s e l l e v a r á n a cabo siguiendo l a nisna secuencia que s e e s t a b l e c i o con e l extracto soluble d e l petrdleo

.

En arflbos casos s e tendrán c u l t i v o s de c o n t r o l

.

-

i

(26)

-

22

-

J

U

S

T

I

F

C

A

C

I

O

N

La Sonda de Campeche es una de l a s regiones mexicanas

con un a l t o p o t e n c i a l pesquero, el cual depende en grai.

--

parte del aporte orgánico de l o s elementos del. fitoplancton por esto es importante conocer y establecer e l posible e

-

f e c t o de e s t e continuo derrame por parte de l a s p l a t a f o r

-

mas, en l a estructura, e c o l o g i a y produccion p r i n a r i a d e l primer eslabdn de l a red t r d f i c a d e l ecosistema

.

Este t i p o de i n v e s t i g a c i o n no se han r e a l i z a d o coi;

-

crudo de l a zona p e t r o l e r a de l a Sonda de Campeche, n i con

organismos f i t o p l a n c t o n i c o s que habiten aguas inexicanas,

y s i a esto

sumamos

que l a s investigaciones mundiales no

son a p l i c a b l e s en resultados a l a problemática de l o s i x

-

pactos ecológicos niexicanos, dado que l a s condiciones no

son l a s misiiias, i n c l u s o s e ha? reportado respuestas d i f e

-

rentes por parte de un misino organismo para crudos diferer? tes ( Batterton 1478 )

.

Es

importa:qtc considerar quo e l l l e v a r a cabo este

--

(27)

técnica para formar recursos humanos que e l desarrollo d e l I

pais requiere

.

I

Cubrir e l r e q u i s i t o d e l s e r v i c i o s o c i a l que nos per

-

mitira obtener e l t i t u l o a n i v e l licenciatura de b i o l o g i a

(28)

-

24

-

C O ii C L S I O li i: S

E l enfoque de l a s actividades de e l s e r v i c i o s o c i a l

-

fue v e r s a t i i , con e l i n t e r e s de lograr l a preparación'ade- cuada de acuerdo a los lineanientos establecidos en e l l a -

boratorio donde se desarrollo.

Las actividades desarrolladas tanto en e l l a b o r a t o r i o

como en e l campo s e constituyeron en un e j e r c i c i o prii:ior

-

d i a l que ayuda a norrnar c r i t e r i o s durante l a r e a l i z a c i ó n

-

de una i n v e s t i g a c i ó n

.

-

Es e s e n c i a l d e s a r r o l l a r un c r i t e r i o a n a l í t i c o , ya que como s e sabe todo planteaaiento dentro de l a investigación c i e n t i f i c a debe responder interrogantes como l a s siguientes para qué y c¿mo voy a l o g r a r l o ? , que b e n e f i c i o aportara y que tan rentable r e s u l t a r á ? etc.

Por e s t e motivo es importante d e s a r r o l l a r un a n á l i

-

s i s c r i t i c o de l a situación, l o cual

sólo

se l o g r a a t r a

-

(29)

-

25

-

nuestra forniacion acaderiica ;

a i

misno tiempo que nuestra

experiencia en algunos campos se incremento.

E l tiempo @ e forniar.ios parte d e l equipo d e l laborato- r i o de fitoplanctpn, s e trabajo no sólo en un aspecto teó- r i c o sino p r a c t i c o

é

i d e o i o g i c o

.

Este s e r v i c i o s o c i a l posee l a s c a r n c t e r í s t i c a s que

to

do proyecto de e s t a i n d o l e debe i n c l u i r , como son l a part& cipación d e l estudiante en algunos de l o s problemas nacio; nales de r e l e v a n c i a en l a e c o l o g í a marina.

La formación d e l estudiante capaz de emprender s a t i s -

factoriamente una una i n v e s t i g a c i ó n de e s t e t i p o , además

-

de. l a integracio? d e l prof.esionista egresado en cuestiones de nuestra realidad nacional y en l a s condiciones d e l p a i s dentro de una planeaci6n adecuada de nuestros recursos ma- r i n o s

.

(30)

A P E N D I C E

*

Reporte de actividades técnicas desarrolladas

en e l l a b o r a t o r i o de Fitoplancton y Producti

-

vidad Pkirnaria durante e l s e r v i c i o s o c i a l

*

( 10 de junio a 10 de diciembre 1982 )

1.- Revisión biblj.ográfica

11.- Manejo de c u l t i v o s

111.- Manejo d e l contador de p a r t i c u l a s

*

Coulter

*

IV.-

P a r t i c i p a c i ó n en ia campaña oceanográfica

FBC

-

81

-

1Ci ( 30 de octubre

-

6

noviembre

(31)

-

27

-

I. Revisión b i b l i o g r á f i c a

i

La correcta r e a l i z a c i d n de esta actividad representa

una gran ayuda en e l desempeño de una investigación, esta actividad muestra un panorama general de l o s trabajos de investigación que s e r e a l i z a n en todas partes d e l mundo

-

que presentan contaminacion por hidrocarburos, p r i n c i p a l

-

mente e l e f e c t o que e s t e t i e n e sobre e l crecimiento y pro- ducción primaria del. fitoplancton

.

Cabe mencionar que nos brinda tanibien ideas, alterna- t i v a s Ó modelos experimentales que son guia para futuros

investigadores e

.

La continua r e a l i z a c i ó n de ficheros y colección de ay t i c u l o s proporciona datos, inventos, descubrimientos, nue- vas tecnicas y conocimiento de aparatos r e c i e n t e s que hay

en e l campo de l a investigacion,

P o r tanto s e coiisidera necesarea l a r e v i s i ó n b i b l i o

-

(32)

-

28

-

IT.

J.?ane.io de c u l t i v o s

E l c u l t i v o de organismos fitoplanctónicos ha tomado relevancia en l o s últimos años debido a que permite rea- l i z a r estudios de cualquier í n d o l e ( estudios a n i v e l ge-

netico, f i s i o l ó g i c o taxonómico etc. )

.

Actualmente se

-

han u t i l i z a d o para estudios de bioensayos en condiciones de l a b o r a t o r i o en d i f e r e n t e s experimentos

.

Los c u l t i v o s deberán tener condiciones constantes y

Óptimas para de e'sta manera estimular e l crecimiento y

por ende e l d e s a r r o l l o d e l organismo que cultivemos

.

-

Estas condiciones procurar& ser le más semejantes

-

I p o s i b l e a l a s que encontramos en e l medio ambiente natural

en e l cual v i v e n los organismos que son motivo de cultivo. En e l caso de organismos d e l f i t o p l a n c t o n se recomienda tg ner una temperatura adecuada y estable, con una concentra- cio'n s u f i c i e n t e de nutrientes, medios de c u l t i v o e s t e r i l e s

a s i cono r e a l i z á r transferencias por l o menos cada 20 días.

i

Los c u l t i v o s de fitoplancton brindan apoyo en l o rc- f e r e n t c a estudios de t i p o taxondnico, debido a quc ha;

aL

(33)

-

29

-

l e s como l a forma, numero de cromatdforos, forma y t i p o

de colonias.

!

En e l caso de algas b a c i l a r i o f í c e a s l o s c u l t i v o s o

-

frecen una m p l i a gama de posibilidades para estudios t a

-

xonómicos y f i s i o l ó g i c o s a l poder contar con l a v a r i a b i l i - dad de l a especie ante d i f e r e n t e condiciones y de esta ma- nera conocer e l polimorfismo tan acentuado en algunas es

-

pecies que ha producido confusiones entre l o s taxonómos

.

Componentes y preparacion de medios de c u l t i v o :

a ) Agua de m a r

.-

ésta e s f i l t r a d a con ayuda de e

-

quip0

*

M i l l i p o r e

*

u t i l i z a n d o f i l t r o s de membrana con a

-

bertura de poro de 0.45

u

.

Esta operación s e hace con e l

f i n de l i b r a r p a r t i c u l a s y organismos que puedan i n t e r f e

-

rir con e l medio de c u l t i v o ; posteriormente esta agua de m a r f i l t r a d a es e s t e r i l i z a d a en un autoclave durante 15

minutos a 15 l i b r a s de presión

.

b ) Extracto d e suelo

.-

se elabora con 1 kg d e t i e -

r r a que e s t e l i b r e de f e r t i l i z a n t e s , a l a cual se l e agrc-

(34)

ga un l i t r o de agua d e s t i l a d a

.

Esta riezcla s e sovote a e-

b u l l i c i ó n durante 15 :ninutos, g o s t e r i o r w n t e se decanta y f i l t r a pasando por v a r i o s f i l t r o s hasta l l e g a r a l f i l t r o

de 0 . 4 5 ~ de poro

.

Esta parte es l a que contiene todos

los oligoelementos necesarios para e l crecimiento de l a s

-

algas, y debe mantenerse cn r e f r i g e r a c i ó n a f i n de d i s v i

-

nuir e l crecimiento bacteriano

.

i

c ) Stock de nutrientes

.-

esta solución se prepara 2.0 g de IiaP04 aforados en 100

ml

con 0.1 g de Itra??03

de agua d e s t i l a d a , e s t a solucidn stock tambien debe man

-

tenerse en r e f r i g e r a c i 6 n

.

y

d) Modo de preparacidn

.-

en un l i t r o de agua de

-

mar f i l t r a d a y e s t e r i l i z a d a se mezclan 40 m l de extracto de suelo y 10

ml

de solución

*

Stock

*

de nutrientes

.

Durante e s t e proceso debe tenerse cuidado de mantener a

-

(35)

-

:jl

-

111. Eane.io d e l contador & p a r t í c u l a s

*

Coulter

*

.

,

Para l o s estudios hechos en e s t e l a b o r a t o r i o es par- ticularmente importante e l uso de e s t e contador de partí- culas

*

Coulter

*

debido a l a necesidad de conocer e l c r g cimiento de algas microscópicas

.

Como parte de nuestro s e r v i c i o s o c i a l y con l a aseso-

r i a d e l s e r v i c i o técnico de mantenimiento de l a compañia

*

Coulter

*

s e c a l i b r ó y s e aprendió a.manejarlo. En s i e s t e aparato o f r e c e v a r i a s ventajas sobre l o s métodos con

-

vencionales para determinar ndmero de c é l u l a s y cantidad

-

de material c e l u l a r en c u l t i v o s unialgales puros

.

Primeramente, una de l a s ventajas de e s t e aparato es que l a s c é l u l a s pueden s e r contadas rapidamente y menos

-

tediosamente que con otros ndtodos comunmente usados. O

-

t r o s métodos usados son l a centrifugacidn d e una alicuora

de un c u l t i v o a un volimcn constante, y e l secado de una a l i c u o t a a un peso constante

.

(36)

A continuación presentamos un bosquejo d e l funciona

-

miento de e s t e aparato y algunos pormenores d e l mismo

.

-

Con un minim0 de manipulacion e s t e instrumento es capaz de

determinar vólumen c e l u l a r y distribución de t a l l a s rapid2 mente

.

Desde luego e l contador de partículas, no puede d i s

-

t i n g u i r entre especies a menos que su t a l l a sea conocida

y sean de magnitud d i f e r e n c i a l s i g n i f i c a n t e

.

Los contadores de p a r t i c u l a s

*

CouLter

*

fueron o r i

-

ginalmente designados para conteos a gran velocidad de cé- l u l a s sanguíneas( Couiter, 1953 )

.

En e l conteo de célu-

las sanguíneas s e ha observado que e l e r r o r

*

standar

*

d e l metodo d e l hematocitómetro es

más

d e l doble que e l observs

do en e l contador

*

Coulter

*

( Richard y B r e a k e l l 1959 ).

Un a d l i s i s d e l procedimiento d e l

*

Coulter

*

r e v e l a que l a mayoría d e l e r r o r obtenido se debe a l a mala prepa- ración de l a suspensioh de c é l u l a s y que e l e r r o r d e l a

-

parato es de s o l o 1 Ó ;I

.

E l p r i n c i p i o d e l contador de particulas, consiste en

(37)

forzada a pasar a t r á v c s de una pecueEa abertura con un

-

e l e c t r o d o innerso en l a suspension

.

A l pasar l a particcula

a través de l a abertura pequeña, e s t a cambia l a r e s i s t e n c i a entre l o s electrodos, produciendo un iniaulso de corta durn

cidn en e i v o l t a j e

.

I

Dependiendo d e l volÚmen de l a p a r t í c u l a sera de mane- r a proporcional l a magnitud d e l impulso, a s í l a sucesión

-

de impulsos son medidos y contados

.

La

suspensión y su

--

f l u j o es controlada por una Iiiecte de v a c í o externa y x i

-

manómetro de mercurio

.

Esto e s t a dispuesto de t a l manera

que cuando e l v a c í o se corta, e l mercurio regresa a su ci-

v e l o r i g i n a l manteniendo un f l u j o constante de l a sus-er

-

siÓn y sucesivamente activando y deteniendo e l contador

-

por contacto con 2 e l e c t r o d o s dispuestos de t a l manera que

s o l o 0.5

ml

de l a suspensión es contada

.

E l uni.bra1 de respuesta puede s e r colocado a v a r i o s n&

veles y a s i l a s c é l u l a s de c i e r t o tanaño son medidas

.

,s- t o f a c i l i t a estudios minuciosos en l a d i s t r i b u c i ó n dc t a

-

.-

l l a s

.

121 periodo de cuenta e s aproxinadanente dc

ir

s c , . ~ ~ I

dos

.

Puede d e c i r s e que e l contador de p a r t i c u l a c pueLe

-

1

I

#

s e r riuy aceptable en cuanto a p r e c i c i ó n y econo:-.ia de t i c -

PO, ndemns que l a rnucetra no requiere ningiin tratasiciito

antes d o l conteo y e l resultado s e obtiene d i r e c t o ( n i h e -

r o dr, orpnir;i-::os

/

voI.i~~::cn

,

I

(38)

I IV. p a r t i c i r a c i ó n E

&

can:paña oceanocrafica

v

FíX

-

E

-

0

.

-

Campaña

.-

FBC

-

81

-

10

-

Fecha

.-

d e l 30 de octubre a l

6

de noviembre de 1981

-

Znbarcacion t

.-

*

Marsep

-

1

*

-

Puerto de embarque y desembarque

.-

Cd Lerrna, Canpeche

-

Personal c i e n t f f i c o

.-

7

personas (

5

biologos, 2 quimi

cos )

-

Tripulacion

.-

4

personas

-

Responsable

.-

14 en C S e r g i o L i c e a Duran

.

-

J e f e de Campaña

.-

Juan Pablo Torres G

.

-

Area de estudio

.-

Eahia de Canipeche, Golfo de Píéxico

.

-

j# de estaciones'oceanograficas

.-

16 estaciones

.

Objetivos generales :

a) ::valuar l o s e f e c t o d de 10s hidrocarburos sobre l a s co-

(39)

-

35

-

b) Determinar los n i v e l e s de contaminación por hidrocar

-

buros en los sedimentos y en e l agua

.

i

Objetivos particulares : I

!

1 ) Cuantificar

6

i d e n t i f i c a r los organismos fitoplanctÓn&

cos

.

Obtención de lea bioraasa d e l fitoplancton

Nediciones de l a producción primaria

Determinación de parametros hidrológicos ; salinidad temperatura, oxígeno disuelto, nutrientes( f o s f a t o s , n i t r a t o s , y s i l i c a t o s )

.

Evaluación de l a s concentraciones de hidrocarburos fÓ- s i l e s en sedimentos s u p e r f i c i a l e s

.

Cuantificar l o s hidrocarburos aromáticos disueltos en e l agua s u p e r f i c i a l

.

2 )

3 )

4)

5 )

* I

I

6 )

Actividades durante l a campaña :

Zn cada estación oceanográfica s e llevaron a cabo 2

(40)

-

36

-

metros f i s i c o

-

quimicos, a su vez s e colectaron sedimcn

-

t o s y nuestras de agua s u p e r f i c i a l

.

En algunas estaciones

I

se h i c i e r o n a r r a s t r e s v e r t i c a l e s

6

incubaciones

*

i n situ

*

14

con carbono r a d i a c t i v o ( C )

I

Hidrocala b i o l ó g i c a :

Para esta se emplearon b o t e l l a s t i p o

*

Niskin

*

colo- cadas a profundidades correspondientes

a

l a penetración de luz de acuerdo a l 100, 60, 30,

16

y 1 $6

.

E l agua colecta-

da en esta hidrocala fue destinada para l a s ddterainacio-

ne6 de biomasa, conteos de c é l u l a s y para incubaciones

*

-

i n situ

*

con C

14

.

E l proceso para determinar bionasa fue e l s i g u i e n t e :

s e f i l t r o e l agua con ayuda d e l equipo

*

X i l l i p o r e

*

a t r a v é s de f i l t r o s de 0.45 u l o s ' cuales fueron 'tratados con acetona y macerados para centrifugarse y posteriormen- t e l e e r e l sobrenadante en e l fluorometro de

*

Turner

*

xg

-

-

d e l o 110, con f i l t r o s apropiados para c l o r o f i l a s

.

POS

-

teriornente se acidificaroncon H C 1 0.01 N para l a detec

-

ci6n dc feopigxentos

.

I

(41)

-

77

-

Para e l conteo de c é l u l a s fitoplanctdnicas, e l agca'

se f i j o con una mezcla de l u g o l

-

acetato y s e guardo pa

-

r a su a n á l i s i s en e l l a b o r a t o r i o

.

Arrastre de f i t o o l a n c t o n :

Este s e r e a l i z o en forma v e r t i c a l , empleando una peque-

ña red cónica de 20 cm de diámetro y una abertura de malla

de

6 0 p

,

las muestras obtenidas se f i j a r o n con formo1 a l

10

%

para SU p o s t e r i o r i d e n t i f i c a c i ó n y conteo de organis-

mos fitoplanctbnicos en e l l a b o r a t o r i o

.

Incubaciones con C

14

E l agua obtenida en cada n i v e l de l a hidrocala bioló-

g i c a se d i v i d i o en 2 partes, una fue destinada para obte

-

ner l a a l c a l i n i d a d y la o t r a se coioc8 en b o t e l l a s c l a r a s

y obscuras inyectadas con el carbono r a d i a c t i v o ( S t r i c k

-

land y 1%.rsotis, 1972

1,

l a s cuales se colocaro'n a l a s Fro- funrlidades ue penetración de l a luz antes nencionndas, so5

(42)

r e s en forma de cruz, se dejaron aproximadamente 2 horas

-

*

i n situ

*

aseguradas a l a embarcacion que s e encontraba

*

a l p a i r o

*

.

1

Despues de extraer las b o t e l l a s de agua

,

e l agua que contenian l a s mismas fue f i l t r a d a a través de un f i l t r o de tamaño de poro de 0 . 4 5 ~ con equipo

*

M i l l i p o r e

*,

se l a v a

ron

los

f i l t r o s con HC1 a l 0.01

N,

se dejaron secar y se

-

guardaron para su a n á l i s i s en e l laboratorio con un conta- dor de particuias por c e n t e l l e o

.

Cala hiddológica

I

Se emplearon b o t e l l a s t i p o

*

Niskin

*

con termómetros t

I

r e v e r s i b l e s para l a toma demuestras de e s t a hidrocala,.las

cuales fueron colocadas a lsts profundidades de O,

5,

10,

-

, ,

20

,

s a l

30, y 50 metros

.

E l agua obtenida era destinada para determinar ; l a

-

n$dad, oxfgeno disuelto, y nutrientes

.

E l oxígeno d i s u e l t o se determinó a bordo por e l méto-

(43)

l i n i d a Q e l agua s e guardo para su a n á l i s i s con un s a l i n o

-

m t r o de induccion

.

E l agua destinada para f o s f a t o s fue

-

guardada en frascos ae c o l o r ambar y f i j a d a s con clorofor-

mo ; para n i t r a t o s y s i l i c a t o s se u t i i i z a r ó s frascoü c e

-

p l a o t i c o para guardar dichas nuestras en r e f r i g e r a c i ó n s i n congelar

.

Las mucstraE de s i l i c a t o s fueron f i l t r a d a s an- t e s de s e r vaciada6 a l o s frascos de p l a s t i c o

.

Colecta de Sedimentos :

Se u t i l i z ó una drega t i p o

*

Van Veen

*

de 6 l i t r o s

de capacidad, los sedimentos s e colocarón en frascos de

-

v i d r i o l i n p i o s y luego se f i j a r o n con metanol. Los f r a s

-

cos fueron tapados papel aluminio y su tapa correepondien- t e para despues s e r congeladas y transportadas para su

and

l i s i s en e l l a b o r a t o r i o

.

Colecta de agua s u p e r f i c i a l :

Kztn se obtuvo introduciendo en l a s u p c r f i c i e del a

-

gua unn b o t e l l a de v i d r i o de un galdn de capacidad ricUian-

I

i

(44)

t e una c a n a s t i l l a lastrada con ploico, despues dc que 6e

to

ma l a muestra s e Le agrega n

-

hexano s e a g i t a e l frasco

-

y luego s e elimina e l agua para guardar sdlo e l extracto

que se forma en b o t e l l a s de c o l o r ámbar y se congelan para

(45)

-

41

-

.. .

(46)

-

42

-

TABLA # 1

Localización y fechas de l a s estaetones de muestre0

CAMPANA OCEANOGRAPICA FBC .* 81

-

1 0

( 30 de O c t u b e

-

6 de N w i e n b e de

19üll

Estac

ian

1 2 3 4 6

7

9 1 0 11 12 13 15

L a t t t u d

,l8'50' 19O35' 19*35' 19.02' 1 9 e n I

19O18' 18'57'

Longttud

92'34' 92'51

'

92"42' 92.22' 9z0m

'

92'10' 91'52'

Fecha

3 - 8 1 O-X 3 - 8 1

o-x

31 -X -81 31 -X -81 141-81

1 -X 1-81

1-xi-a

19O14' 91'25' 5 - x r a

19'30' 91'34' 6-XI-81 19'31

'

91'48l 6-Xrr81 19O43' 91'36' 6-XI-81 20'06' 91 *ll' 6rX.xI-81

16 19.43 I 90*58' 5-xi-83

Pozo I Abka turn 19O18' 92'1 O' Pozo I1 Nooch 19021' 92OOO'

(47)
(48)

-

44

-

r 0

o

n

hi

n

o

-.

o

(49)

s

i

U

.

I ' . ;

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(51)
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de d i s p e r s n n t e s sobre l a s e s p e c i e s mis consnicuas d e l f i.toplíincton

de l a Sonda de Campeche

I>) i.;vaiuar i n t o x i c i d a d c r i t i c a del p e t r o l e o crudo y d i s p e r s a n t e s

sobre algunas esnecies d e l f i t o p l h n c t o n .

'.',.'T-L<: ./Y

a ) Conocer y e v a l u a r 1.0s e f e c t o s a c o r t o y l a r g o p l a z o (!e los hidro-

cnrhuros del. p e t r o l . e o crudo y d i s p e r s a n t e s sobre l a s comunidades del

f i t o p l a n c t o n y 1 a prociiiccion primaria.

h) Evaluar l o s p o s i b l e s e f e c t o s ?ye pueden t e n e r l a s acti.vidades pe-

trol e r a s en l a s p l a t a f o r m a s mari.nas sohre l a e c o l o r i a d e l . f i t o p l ~ a n c - t o n

c ) C u b r i r ese r e n i i i s i t o indispensabl e del s e r v i c i o s o c i a l .

l:;?~>,.

.

.

Se l l e v a r a n a cabo bioensayos con l a s e s p e c i e s a i s l a r l a s d e l f i t o -

(58)

..

p l a n c t o n de dicha zona, l a t o x i c i d a d del. p e t r o l e o crudo y

d i s p e r s a n t e s , se deter~riinai-a haciendo mediciones p e r i o d i -

c a s de l a densidad d e organismos, biomasa y produccion p r 5

maria sobre c u l t i v o s u n i e s p e c i f i c o s previamente a c l i m a t n t a I

dos y sometidos a p e r i o d o s c o r t o s y l a r g o s de e x p o s i c i o n

-

t a n t o n l a f r a c c i o n s o l u b l e d e l petrol.eo como a l a f r a c c i o n

s o l u b l e d e l p e t r o l e o como iil a f r a c c i o n dispersnnte.

La densidad de orranismos se e v a l u a r a mediante un con-

t,ador de p a r t i c u l a s y por fluorornetria; I n biomasa se es- t a b l e c e r a mediante e l analitsis d e l o s pigmentos f o t o s i n t e

-

t i c o s y l a produccion priinarin n o r e l metodo d e l carbono

r a d i a c t i v o .

CO?II!K'T. i :<I( )S

Intentaremos v i v i r todo el. proceso que un p r o y e c t o de

e s t e t i p o i m p l i c a , s e r i a poco a c r e t a d o r e s t r i n g i r n o s ya

quw nos a g r a d a r i a c o l a b o r a r en l o mas que podamos, aunque

basicamente l a a c t i v i d a d a d e s a r r o l l a r e s l a experimenta-

c i o n en c u l t i v o s de a l g a s sobre e f e c t o s t o x i c o s de l a pa^

t e s o l u b l e d e l p e t r o l e o en c o n d i c i o n e s de l a h o r a t o r i o . L1

h o r a r i o trataremos que sea l o memos cambiante ya que e s t a

-

remos s u j e t o s a l a actividaid e s c o l a r normal en l o s prime-

r o s t r e s meses y despues ya! s e r a f i j o , pero siempre cum-

(59)
(60)

C A T ? , IJTJCTIPJCACI0’- 7E S1W’IJCTO JCCIAL.

Consicicrarnos que e l tema esoogido pra r e a l i m r ente S e r v i o i o Sosia1

e s e l rnns p r o p i c i o a nuestros i n t e r e s e s ya que creemos que eon este es-

tudio nprrnderernos bastante no si010 en l a experimentadon en l a b o r a t o r i o

eon l o s bioensayos, s i n o tainbien en l a experimentaaion en e l mampo.

LR se-undn n z o n por In que estarnos haoiendo e s t e S e r v i o i o s o o i a l

es que es un r e q u i s i t o indispens?ble p e n poder obtener e l t i t u l o de Big

l o g í a .

Ahora l a ternera y ultima razon por l a que realizarnos nuestro Servi-

cio S o e i a l en 01 I n s t i t u t o de Cienoias d e l Mar en e l laboratorio de Fi-

toplaneton y Produetividad es porque s e nos d i o una oportunidad de tra-

b a j a r haeiendo nuostro C e r v i o i o S o o i a l y poder u t i l i z a r todo e l equipo

(61)
(62)

E l lugar en donde se l l e v a r a a c a b toda l a experimentmion sera en e l

l a b o r a t o r i o de Fitoplanoton y Prciiuctividad d e l I n s t i t u t o de Ciencias d e l

Mar a oargo d e l M. en C. S e r g i o Lioea hiran. Este l a b o r a t o r i o ouenta eon

e l equipo neoesario psra e s t e tip, de investigaoion ya que desde haee dos

años se traba..ja sobre l o mismo; e s t e equipo e s el siguiente:

Contador de P a r t i o u l a s Coulter

Fluorome tro

Centrifugfidora

I nauba do ra

Agitador O r b i t a l

b?iorcsaopios l n v e r t i d o s oon cubetiis

C r i s t a l e r i a

Rea0 t i v o s

(63)

CAIENNLRIO E3 ACTIVIIIADES

1.- Se hard revision de toda la b l b l i o g r a f i a para 8ono8er las teeniaas

mas adeeuadas p r n los bioensayos

2.- Se haran observasiones a l m i e i ~ s o o p i o de las muestras ya e x i s t e n t e s de

l a Sonda de Campeshe, para eonoeer las espeoles mas eonspieuas e irnos fa-

mlliarizandorios son e l l a s

3.- Se solaborara en la preparasion de todo e l material para l a salida del

oruoero oceanografioo con duraeiori de 15 dias en la Sonda de Campeehe.

4.- Se r e a l i z a r a un aruoem oeeanc~grafiso a l a Sonde de Campeohe en donde

s e recolectaran las muestras para los bioensayos.

5.- Se prosesaran todas l a s muestms del erusero ya en e l laboratorio

6.- Se deJaran s r e e e r las especies en e l laboratorio

7.- Se trabajara en e l laboratorio esterilizando material

,

agua de mar,

medios de aultivo, preparar nutriaintes para r e a l i z a r los inoaulos.

8.- Durante todo este tiempo, s e h a d n o b s e m a i o n e s a l micmsiiopio, y se

haran transfereneias de l o s c u l t i v o s de las espeoies mas csonspieuas, para

obtener mas pureza cn los oultivoa en cuestion.

9.- De nuevo se aolaborard en la preparaeion de todo e l material para una

segunda salida en crutwro oeeanograafico a l a aisma zona, para tomar mues-

tras.

10.- Se hara un remorrido en orueeIY) oceanografioo a l a Sonda de Campeohe

para nueva reaoleata de organismos.

llr- Se empezaran las pruebas en e l laboratorio

,

con bioensayos <ron las

espeoies esaogidas y las partes dispersantes d e l petmleo a s i oomo e l pe-

t m l e o crudo. Asimismo s e snalizaran l o s resultados cle e s t o s bioensayos.

12.- Se hara e l reporte f i n a l del proyecto, integrando todos l o s datos y

Referencias

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If certification of devices under the MDR has not been finalised before expiry of the Directive’s certificate, and where the device does not present an unacceptable risk to health