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Banco de Crédito Hipotecario de Guayaquil : Informes de 1875.

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Academic year: 2017

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(1)

DE G U A Y A Q U IL .

--- —

(2)

CONSEJO DE A D M IN IS T R A C IO N P A R A 1876.

D I R E C T O R E S .

I '

P

r i n c i p a l e s

!

— -José E . F ra n co , presiden te.

R a fa el P ó lit, v icep resid en te.

1O

V

N ico lá s M oría.

D a m iá n J . M ed in a.

J u lio B u n g e .

S

u p l e n t e s

.

— I g n a c io Ica za .

V. i s f é

P e d ro P . G ó m e z.

J o s é A . Z im ig a .

P e d ro C am a clio.

J o s é T . N o b o a .

J

e r e n t e s

.

— D r . A lc íd e s D e stru g e , secretarlo»

(3)

Q U E E L C O N S E J O D E A D M I N I S T R A C I O N

DEL

garifo

&t ®víñitv

güpotoaio

&t

CSttapjjutl

P R E S E N T A A L A J U N T A J E N E R A L D E A C C I O N I S T A S , E N S U S E S I O N D E

2 7 D E E N E R O D E 1 8 7 0 .

*»$«

Se ñ o r e s Ac c i o n i s t a s:

O s a co m p a ñ a m o s el B a la n ce de las o p e r a c io n e s d el B a n c o d e C rédito h ip o te c a r io , co rre s p o n d ie n te a 1 8 7 5 . P o r él v ereis q u e a pesar d e h a b e r sid o p o c a la ca n tid a d p restad a, p o r causas q u e v o ­ sotros n o ig n o rá is, la u tilid a d neta fu é d e $ 5 4 ,3 2 5 .9 1 , q u e co rre s­ p on d e a 1 3 .5 S p . § anu al d e l ca p ita l p a g a d o , resu ltad o a co rd e c o n lo q u e os d ijim o s en n u estro a n terior in fo rm e .

D e co n fo r m id a d c o n lo s estatu tos, os p r o p o n e m o s el sig u ie n te reparto d e lo s $ 5 4 ,3 2 5 .9 1 :

10 p . § a n u a l d e in teres para el ca p ita l e f e c t iv o . . $ 4 0 ,0 0 0 .0 0 C u arta p a rte d e l resto p a ra el fo n d o d e r e s e rv a __ 3 ,5 8 1 .4 8 T r e s cu a rta s p a rtes id . d iv id e n d o d e a c c io n is t a s .. 1 0 ,7 4 4 .4 3

S e rep artirá , p u es, 1 2 .6 § 6 p . g a lo s s o - $ 5 4 ,3 2 5 .9 1 cios, en esta fo rm a :

P a ra 4 5 0 a ccio n ista s m a y o re s S 1 0 1 .4 S c. u . . $ 4 5 ,6 6 6 .0 0 P a ra 5 0 0 id. m e n o re s 1 0 .1 5 c. u . . 5 ,0 7 5 .0 0 S a l d o ... 3 .4 3

$ 5 0 ,7 4 4 .4 3 R e s e r v a ... 3 ,5 S 1 .4 S

$ 5 4 ,3 2 5 .9 1

E n la a ctu a lid a d la reserva d e l B a n c o es d e $ 1 7 ,0 3 7 .9 3 .

(4)

---- I V

---I n fo r m e d el secreta rio al C o n se jo de A d m in istra ción ;

N o ta al p o d e r e je c u tiv o i re so lu ció n , re sp e cto de la in scrip ción - d e las escritu ras de p résta m os celeb ra d os p o r el B a n co ;

N o ta al p o d e r e je cu tiv o i co n te sta ció n , sob re la e x e n ció n de de­ r e c h o s de im p o r ta c ió n d e las m á qu in a s i ú tiles p ara la agricu ltu ra i a r te s ;

C ircu la r a lo s g o b e rn a d o re s, n ota al p o d e r e je cu tiv o i con tes ta cio n e s, p id ie n d o datos rela cion a d os co n las o p era cion es del B an co h ip o t e c a r io ;

S o licitu d del B a n c o a la H . C ám ara de d ip u ta d os i corresp on ­ d e n cia c o n el S r. D r . R . P ó lit, relativas al p r o y e c to de lei pen d ien ­ te so b re B a n c o s h ip o t e c a r io s ; i

A r tíc u lo s d e re g la m e n to in terior.

D e b e is re n o v a r to d o el C o n se jo , in clu siv e lo s je r e n t e s q u e c o n c lu y e n su p e r ío d o en el presen te m es.

G u a y a q u il, E n e r o 2 7 de 1 8 7 6 .

El Pr e s i d e n t e d e l Co n s e j o, El Se c r e t a r io,

T H O . C . W R I G H T . C . G O M E Z V ..

--- »

B A L A N C E DE LIQ U ID AC IO N

del B a n c o de C réd ito H ip o t e c a r io de G u a ya q u il en el cu a rto

a ü o que v e n c e en 3 1 de D icie m b re de 1 8 7 5 .

A C T I V O .

A c c io n is t a s ... $ 1 0 0 ,0 0 0 .0 2 B a n c o d e! E c u a d o r ... 1 1 8 ,6 0 8 .7 2 P r e s ta m is ta s ... 1 .0 4 9 ,8 6 8 .8 8 C a j a ... 1 ,8 8 4 .3 9 N e g o c ia c ió n de c é d a la s ... 5 0 8 ,6 4 3 .0 5 M u e b le s ... 1 ,2 7 5 .9 6 Q a sto s d e in s ta la c ió n ... 1 1 ,0 4 2 .4 2 D iv id e n d o s d ife r id o s ... 2 ,1 7 2 .0 0

$ 1 .7 9 3 ,4 9 5 .4 4

G u a y a q u il, D ic ie m b re 3 1 d e 1 S 7 5 .

P A S I V O .

C a p ita l... $ 5 0 0 ,0 0 0 .0 0 ' C é d u la s en circ u la ció n ... 1 .0 0 6 ,3 0 0 .0 0 D e p ó s it o s ... 2 1 1 ,9 3 1 .7 5 F o n d o de re se rv a ... 13 ,4 56 .45 D iv id e n d o s a n t ic ip a d o s .... 90.00 In te re se s d ife rid o s... 6,476.00-V a r i o s ... 915.33 G a n a n c ia s i P é rd id a s ... 54,325.91 $ 1.793,495.44

El Pr e s i d e n t e,

T H O . C . W R I G H T .

El Co n t a d o r,

I G N A C I O C. R O C A .

El Je r e n t e Se c r e t a h h v

(5)

para ex a m in a r el B a la n ce q u e p r e c e d e , ce rtifica m o s : q u e está c o n ­ form e c o n lo s lib r o s d e l B a n c o de C ré d ito h ip o te c a r io i la e x iste n ­ cia de cé d u la s n e g o cia d a s.

C e rtifica m o s ig u a lm e n te q u e la co n ta b ilid a d d el B a n c o está b ien lle v a d a .

G u a y a q u il, E n e r o 27 d e 1S 7 6 .

p . p . J o s é M . C añádas,

Bamian J .

M edina.Santiago

R E S O L U C I O N E S D E L A J U N T A J E N E R A L .

IV- S e a p r o b ó el in fo rm e d e la co m is ió n n o m b ra d a p ara el ex á m en d el B a la n ce i q u e d ic e :

“ N u e v a m e n te e x a m in a d o el B a la n ce en n u estra ca lid a d de co m is io n a d o s d é l a J u n ta je n e ra l de a ccio n ista s, ra tifica m o s al a n ­ te rio r in fo rm e .

G u a y a q u il, E n e r o 2 7 d e 1S7G

.— Bam ian

M edina.

— p . p . J o s é M . C alladas,

Santiago

F

rcn

eh

.”

2 ? S e a p r o b ó la d is trib u c ió n d e u tilid a d es p r o p u e s ta p o r el C o n se jo de A d m in is tr a c ió n .

(6)

I N F O R M E

m

EL SECRETARIO

DE G U A Y A Q U IL ,

P R E S E N T A A L C O N S E J O D E A D M I N I S T R A C I O N ,

L a e le c c ió n e sp o n tá n e a i u n á n im e p a ra la je r e n c ia d e l B a n c o con que fu i fa v o r e c id o en 1 S 7 1 , i la n o m é n o s h o n ro sa p r u e b a de confianza q u e r e c ib í en 1 S 7 3 , m e imjDusieron el d e b e r d e co n sa ­ grarm e co n a b s o lu ta d e c is ió n al se r v ic io d e la in stitu ció n h ip o t e c a ­ ria creada en a q u e l a ñ o i d e se m p e ñ a r el c a r g o p o r u n p e r ío d o re ­ glam entario. E s te h a te rm in a d o , i cr e o q u e c o n él d esa p a rece todo co m p r o m is o m o ra l i p u e d o m a n ifestar c o n la sin cerid a d d e l hom bre q u e n o tie n e m o t iv o a lg u n o para to rtu ra r sus sen tim ien tos, i que d eb e a lo s a ccio n ista s d el B a n c o g ra titu d i p o r lo ta n fo fra n ­ queza i lealtad, q u e d eseo p r o c e d a n lo s señ ores m ie m b r o s de la j u n ­ ta jen era l co n á m p lia lib e rta d , i en p e r fe c to a cu e rd o se fijen en la persona q u e d e b e re e m p la z a rm e j a cu e rd o i e le c c ió n q u e con sid ero- m ui fáciles, h a b ie n d o en tre lo s a so cia d o s m u c h o s q u e c o n ventajas- para el B a n c o p u e d e n o c u p a r ese p u e s to , señ ores c u y a ilu stra ció n , recto i e le v a d o crite rio , a ca barán d e fu n d a r i desarrollarán la in sti­ tución q u e en la a ctu a lid a d s ó lo p u e d e co n sid e ra rse en jé r m e n .

R é sta m e ú n ica m e n te c u m p lir c o n el ú ltim o d e m is d e b e r e s para con el B a n c o , i p u d ie r a d e c ir c o n u n o d e lo s q u e te n g o p a r a

al te rm in a r el p e r ío d o p a ra el cu a l fué n om b ra d o.

(7)

c o n el p a ís : in d ica ro s lo q u e la esp erien cia i el estu d io m e han he­ c h o c o n o c e r c o m o co n v e n ie n te i aun n ecesario en a lg u n os pu n tos, p a ra e sta b le ce r v erd ad era i defin itiva m en te el cré d ito territoria l i ■ agrícola en el E cu a d o r, p u e s lo q u e existe es apén as un b o s q u e jo , esp u e sto a disip arse, arrastrando co n s ig o las ilu sion es q u e in ca u ta ­ m e n te se h u bieran fo rm a d o . E n este e scrito m e lim ita ré a in dica­ cio n e s j enerales, p o r q u e seria p re ciso darle u na gran d e estension p a ra co m p re n d e r lo s p orm en ores, i p o r q u e si ellas son b ien a c o ji - das, y o estaré siem p re a d isp o sició n d e lo s señores adm inistradores -del B a n c o p ara p ro p o rcio n a rle s los datos q u e p o se o .

I .

E l cré d ito en je n e ra l i el territorial en esp ecia l, son , c o m o t o - <las las g ra n d es verdades, sen cillos en su esp resion e in co n tro v e rti­ b le s en p r in c ip io . ¿ Q u ién du da de q u e el cré d ito es la confianza, la seg u rid a d en el d eu d or, i q u e si éste da p o r garan tía de su p r o ­ m e sa de p a g o lo m é n o s esp u esto a d e stru cció n , q u e es la tierra, ha­

b rá c o lo c a d o una firm ísim a base a esa con fian za q u e se dispensa, esto es, al cré d ito ? N a d ie ; i sin em b a rg o , m u ch o s años i aun si­ g lo s pasaron á n te s d e q u e su rjieran los B a n co s territoriales, a pesar d e q u e la n o c io n d el cré d ito es tan a n tig u a c o m o el m u n d o ; i una v e z en tra d os en esa v ia p u e b lo s adelan tadísim os en to d o s los ram os d e l saber n o han co n sid era d o q u e co n lo h e ch o se h u b iera e n co n ­

tra d o las co lu m n a s d e H é rcu le s del cré d ito , sin o q u e p o r el con tra ­ rio, lo han re p u ta d o c o m o m eras bases, llam adas a p erfeccion a rse seg ú n las flu ctu a cio n e s i v icisitu d es del m o v im ie n to e c o n ó m ic o , in - ta n jib le a u n q u e im p re scin d ib le p ara q u e el cré d ito sea u na rea­ lid a d .

N a d a tien e, p u es, de estraño, q u e en tre n osotros, co n el ardor p r o p io «de la raza q u e qu isiera elim in ar el tie m p o , n o h a y a m os he­ c h o u n a o b ra co m p le ta , d efin itiva i p erfecta , sin o a pén as un sim ple e n sa y o , q u e si ha sid o feliz, req u iere para su d esarrollo la m ás ac­ t iv a i u n íson a c o o p e r a c ió n de to d o s lo s a ccion istas, así c o m o el efi­

ca z a p o y o de la lei i d e la au torid a d .

L a e x a lta ció n de las p asion es i lo s estravíos a q u e ella3 co n d u ­ ce n , siem p re la m en ta b les, tien en a lg u n a escu sa en el terren o fugaz i tra n sitorio d e las rela cion es p o lít ic a s ; p e ro en el ca m p o esen cial­

(8)

— 3 —

frió cá lcu lo , i to d o tien e q u e ser tan in fle x ib le e im p a rcia l c o m o las m atem áticas. E s a v u estra razón ilustrada i a la de to d o s lo s se­ ñores a ccion ista s, a la q u e y o c o n ju r o en n o m b re de la p atria, pa ra qu e se p r o c u r e el p e r fe c cio n a m ie n to d e una in stitu ció n a lta m e n te b en éfica para el pais. I c o m o to d o tien e su solidarid ad i ló jic a en el m u n d o , co n s id e ro o p o r tu n o re co rd a r el p a sa d o para q u e se j u z ­ g u e co n verdad el p resen te, i p u e d a fu n d arse so b re sólidas bases e l p orv en ir.

n.

E l g ra n F e d e r ic o de P ru sia se e n co n tr ó , d esp u és d e la gu erra d e siete años, en fren te d e una g ra v e situ a ción e c o n ó m ic a , p a rtic u ­ larm en te en S ilesia, p u e s la p ro p ie d a d territoria l, p r in c ip a l fu e n te de riq u eza , estab a en ru in a p o r las deu das q u e la a g o v ia b a n i a b ­ sorbían su in su ficien te ren ta. P re te n d ie n d o e l re m e d io , a p e ló d es­ de lu e g o al e sp e d ie n te a co stu m b ra d o de r e d u c c ió n o p r o r o g a c io n v io le n ta de la d eu d a , i el d e re ch o d e lo s a cre e d o re s fu é sa crifica d o, im p o n ié n d o le s, p o r d is p o s ició n d el g o b ie r n o , u n a p r ó r o g a de tres años en el p la z o p ara el r e e m b o ls o de las d eu d a s d e lo s p ro p ie ta rio s, m e d id a c o n tr a p ro d u c e n te m , c o m o tod as las d e su c la s e : así es q u e el cré d ito p riv a d o a c a b ó de postrarse, i só lo b a jo c o n d ic io n e s d em a ­ siado usu rarias e in so p o rta b le s p a ra la a g ricu ltu ra se lo g ra b a v e ri­ ficar a lg ú n p r é s t a m o ; es d e cir, la in seg u rid a d del a cre e d o r re flu y ó , c o m o d e b ía su ce d e r, en d a ñ o d el d eu d or.

F u é e n to n ce s q u e K a u fm a n n B ü rin g , c o m e rcia n te d e B erlín , h o m b re p r á c tic o i, c o m o tal, c o n o c e d o r d e lo s e le m e n to s q u e form a n el cré d ito , c o n c ib ió la o b ra de re p a ra ció n i d e re s ta b le cim ie n to d e l e q u ilib rio fin a n ciero, c o n la fu n d a c ió n de un B a n c o territoria l, q u e d e v o lv ie n d o la con fia n za a lo s prestam istas, p r o p o r c io n a s e a lo s p ro p ie ta rio s lo s recu rsos d e q u e ca re cía n , sin el p e lig r o d e la e x ­ p r o p ia c ió n , ni m é n o s c o n s titu y é n d o lo s en sie rv o s d e la g le b a , c o m o lo eran b a jo el a n tig u o r é jim e n h ip o te c a r io . E l p r im e ro d e esos e s ta b le cim ie n to s se cr e ó en S ilesia, en 1 7 7 0 , p r o te jid o p o r e l g o ­ b ie rn o i so b re las b ases fu n d a m en ta les sig u ie n te s :

a

— S e g u rid a d p a ra el ca p ita lista p o r razón d e la g a ra n tía d e l p ré sta m o .

b

— In te re s b a sta n te p a ra atraer lo s ca p ita le s, a u n q u e re la tiv a ­ m e n te m o d e r a d o p a ra lo s p r e s t a d o s ;

(9)

d

— S e rv icio e x a c to de lo s in tereses i segu ridad p erfecta para el re e m b o lso d el p rin cip a l, sin fu ertes gravám en es, ni dificu ltades pa­ ra e l d eu d or.

L o s resu ltados fu eron m u i fe lic e s : la con fian za se restableció, «el in teres de lo s ca p ita les b a jó , 1 a la tirantez i a la m iseria se su ce ­

d ie ro n la co m o d id a d i la h olg u ra , en térm in os q u e la in stitu ción , con sid era d a c o m o una P ro v id e n cia , se d ifu n d ió e n P o m e ra m ia , P ru - sia o c c id e n ta l i orien tal, H a n n o v e r, W u r te m b e r g , & c. & c., en toda la A le m a n ia , R u sia, P o lo n ia i B é ljic a .

E sa s in stitu cio n e s son de dos c la s e s : unas q u e tienen sólo en m ira el in teres d e los q u e re cib e n p restado, a las q u e dirije, su b ­ v e n c io n a o p r o te je d irecta m en te el g o b ie r n o , c o m o las de Prusia,

P o s e n , P o m e ra n ia i otras, la m a y o ría de las fun dadas en A lem an ia, R u sia i P o lo n ia ; i otras q u e , a ten d ien d o los in tereses de lo s p res­ ta d os, fa v o re c e n ta m b ién a lo s p r e s ta m is ta s : éstas son del to d o o casi in d ep en d ien tes de los g o b ie rn o s , c o m o el B a n c o H ip o te ca rio d e B a v iera , la C aja de cré d ito d el d u ca d o de N assau, la C aja de los p ro p ie ta rio s i la h ip o te ca ria de B é ljic a .

L a cau sa orijin a ria de tod a s ellas ha sid o dar resp iro, m ejora r la co n d ic ió n de la p ro p ie d a d territorial, m ás o m én os abru m ada de cargas q u e la anu laban , sien d o el p en sa m ien to co m ú n , dom in a n te, q u e p re sid ió a su cre a ció n , em a n cip a r al cré d ito territorial de esa a tm ósfera de re striccio n e s i recelos q u e le ob lig a b a n a pagar u n a fu erte p rim a de seg u ro al capitalista. E lim in a d o s los in c o n ­ v e n ie n te s q u e hacian d escon fia r de los títu los h ip o te ca rio s, la em i­

sión i circu la cid n de éstos fu é m ás fá cil i m én os on erosa para los q u e se veian en la n ecesid ad de apelar al cré d ito .

A l p r in c ip io se p r e s t ó l o din ero, d espu és una p a rte en papeles de cré d ito , hasta a clim a tar la

P/an B rieffe

o b ille te h ip otecario, lla m a d o

lettre de gaye

en B é ljic a i F ra n cia ,

mortgagc

en N o rtc- A m é r ic a , cé d u la o b illete h ip o te ca rio en E sp a ñ a i S u d -A m é rica .

(10)

E l m alestar d e la p ro p ie d a d territoria l en A le m a n ia p r o c e d ía d e causas n aturales i n o p e cu lia re s a esos países, las q u e en d o n d e quiera d eb ía n p r o d u c ir ig u a les e fe cto s, su scita n d o e sta b le cim ie n to s sem ejan tes, c o m o ha s u ce d id o en F ra n cia i en la G ran B reta ñ a , au u qu e en esta n a ció n , p r o p ia m e n te h a b la n d o n o ha e x istid o la ins­ titu ción h ip o te ca ria , sin o q u e los B a n co s del R e in o U n id o , e sp e cia l­ m en te lo s e sco ce se s, prestan a la a g ricu ltu ra para sus tra b a jos o adelan tos, o p e r a c io n e s q u e co rre s p o n d e n al c r é d ito a g r íco la i p e r ­ sonal, no al estricta m e n te territoria l. E l g o b ie r n o , p>or su p a rte, ha a y u d a d o c o n im p o rta n te s p résta m os, la d e s e ca ció n de los te rre ­ nos in cu lto s p o r las cién a g a s q u e im p ed ía n la p r o d u c c ió n , s e r v ic io que en F r a n c ia lo d ese m p e ñ a el cré d ito h ip o te c a r io .

L a h istoria cTel

Crédit

F

o

n

cier

en esta gran n a ció n , c i espíritu v iv a z i je n e ra liz a d o r, to d o se lo asim ila m e jo r á n d o lo , e n ­

vu elve una ú tilísim a en señ an za, i b ien m e r e ce q u e os h ag a de e lla una reseña, p u e s seg ú n la a u toriza d a p a la b ra del ilu stre g o b e r n a d o r del B a n c o , la in s titu c ió n fra n cesa ha serv id o i sirve d e m o d e lo en E u ro p a i en A m é r ic a p ara p e r fe c cio n a r las q u e le han p r e c e d id o i para la fu n d a ció n d e otras p osteriores.

C o m o lo s p u e b lo s v e cin o s , la n a ció n fran cesa se sen tía a b ru ­ m ada p o r lo s g ra v á m e n e s q u e pesaban so b re la p ro p ie d a d in m o b i­ liaria ; su ren ta n o era b astan te para a ten d er al s e rv icio d e lo s in ­ tereses d e los p ré sta m o s en ella v in cu la d o s i a lo s g astos q u e é stos oca sion a ba n . E n 1 S 4 0 , se g a u el in fo rm e d é l a co m is ió n le jisla tiv a (1S 5 1) en ca rg a d a d e l p r o y e c t o so b re c r é d ito territoria l, a la q u e servia de ó rg a n o o rela tor M r. d e C h e g a ra y , la d eu d a h ip o te ca ria as­ cen d ía a d o c e m il q u in ie n to s m illo n e s d e fra n co s, a p re ciá n d o s e la riqueza rep resen ta d a p o r in m u e b le s en c in c u e n ta i seis m il m illo n e s, es d ecir, q u e la d eu d a a b so rb ía a lg o m á s de la q u in ta p a rte de este valor, d eu d a q u e eri lo s diez añ os sig u ien tes se a u m e n tó en diez m il m illon es, sin p r o b a b ilid a d e s d e d ism in u ir. L a p r o d u c c ió n a p én a s sufragaba al p a g o d e in tereses, i el r e e m b o ls o d el p r in c ip a l se h a cia im p o sib le , p o r lo q u e , tras la m ora , ven ia la on erosísim a p r ó ro g a , i tras de ésta, la e s p r o p ia c io n i la ruina d el a cu ita d o p r o p ie ta rio .

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liq u id a ció n i lib erta d , so p en a de q u e si no se arbitraban m edios, si n o se p ro cu ra b a n a la a g ricu ltu ra los ca p ita les q u e n ecesitaba a p r e c io m o d e ra d o , “ la p ro p ie d a d territorial m a rch a n a in fa liblem en ­ te a la b a n ca ro ta .”

D o s causas p rin cip a le s ten ia esa d ep lo ra b le situ ación : el v icio ­ so ré jim e n leg a l a q u e estaba som etid a la p rop ied a d in m u eb le, i la n aturaleza esp ecia l de ésta. A q u e l se describía gráficam en te en es­ ta s p a labras del gran ju ris co n s u lto D u p in : “ E n F ra n cia n o hai se­ g u rid a d cu a n d o se co m p r a de ser p ro p ie ta rio , ni cu a n d o se presta d e reem b olsa r el ca p ita l.” I las co n d icio n e s de la p rop ied a d terri­ to ria l son de tal naturaleza q u e la renta n o guarda p ro p o rció n con lo s valores in v ertid os, sien d o el r e c o b r o d e éstos le n to , paulatino.. S e p e n só en b u sca r el rem ed io a tales m ales, em p eza n d o por la reform a d e la le jisla cio n , o b ra en q u e . tom aron parte Casimir P e rie r, T r o p lo n g , D u p in i o tro s h o m b re s n o m én os distinguidos,. E l g o b ie r n o co n s u ltó a las co rte s de a p ela ción i a las facultades de d e r e ch o , i n o m b ró u na co m isió n para q u e form u lara el p r o y e c to de reform a , la q u e, p o r la re v o lu ció n de F e b r e r o d e 1S 48, q u e d ó sin e fe c to .

P e r o el im p u lso estaba dado : la re v o lu ció n q u e, au n qu e apa­ re n te m e n te p o lític a , ten ia m u ch o de e co n ó m ic a i social, n o podía d esa ten d er trascen den tales intereses, i las asam bleas con stitu y en te i le jisla tiv a , así c o m o el g o b ie r n o , se o cu p a ro n de tan im p orta n te o b ­ je t o , i elab ora ron p r o y e c to s , lo s q u e se discu tían i estudiaban p or

h o m b r e s em in en tes, cu a n d o el g o lp e de E sta d o del 2 de D icie m b re v in o a reem p la za r el estado de e b u llició n en q u e se en con tra b a eL p a is, p o r la ca lm a i la rijid e z del sistem a im perial.

E n el c a m p o e c o n ó m ic o , señores, n o es p o s ib le ser recalcitran ­ te , sin o p o r rara e s c e p c io n : allí el lib era lism o se im p o n e p o r co n v ic­ c ió n o p o r c o n v e n ie n c ia ; así es q u e el m ism o q u e g u illo tin a b a las lib e rta d e s p ú b lic a s i se alzaba co n el p o d e r su p rem o en n o m b re del. su fra jio u n iv ersa l, le v im o s m ás tarde, abatien do las barreras mer­ ca n tile s b a jo la in flu e n cia de la irresistible ló jic a de C o b d e n , libe­ ra lizar p o r la lei de F e b r e r o d e 1 8 5 5 el réjim en h ip o te ca rio , i ser

u n o d e lo s p rin cip a le s fu n d a d ores d e la in stitu ción fin an ciera de que m e o c u p o , q u e h a ca m b ia d o ra d ica lm en te la faz e c o n ó m ic a d é la F r a n c ia .

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sólo en la p rim a d e se g u ro q u e, p o r la in su ficie n cia d e la le jis la c io n , se p a g a b a al ca p ita lista : h abía o tro íu tim o , esen cia l, q u e aun su ­ pu esta la b on d a d de las le y e s, m a n ten d ría la p ro p ie d a d te rrito ria l en la p o stra ció n en q u e se h allaba, i éste era la im p o s ib ilid a d d e reem bolsa r de una vez, o a co r to s plazos, lo s ca p ita les e m p le a d o s en obras p erm a n en tes j los q u e p o r su e m p le o se llam an fijos i se les con sid era co m p le ta m e n te co n fu n d id o s i a sim ilad os al in m u e b le . D e aqu í la p r ó r o g a d el p la zo b a jo c o n d ic io n e s en ca d a p e río d o m ás gravosas, i en fin de fines, la e x p r o p ia c ió n i la ru in a para el im p r e ­ visivo d eu d or.

M r. W o lo w s k i, e c o n o m is ta de vasta ilu stra ción i ta len to s u p e ­ rior, d esd e 1 8 3 5 h a b ía e m p e z a d o a llam ar la a te n ció n p ú b lic a sobre la c o n v e n ie n c ia de in tro d u c ir en F r a n c ia la in stitu ció n h ip o ­ tecaria, d e q u e g o z a b a A le m a n ia h a cia m ás de c in c u e n ta años, i su m em oria p resen ta d a a la A c a d e m ia de cie n cia s m orales i p o lític a s , en q u e h a cia c o n o c e r tales a so cia cio n e s, d e sp e rtó el esp íritu p ú b lic o en fa v o r de su a clim a ta ció n , en té rm in o s q u e el g o b ie r n o se c r e y ó

en el d e b e r d e so licita r la o p in ió n de los co n s e jo s je n e ra le s i n o m ­ brar un co m is io n a d o e sp e cia l para q u e reu n iese d o c u m e n to s i e s­ tu diase, en el tea tro m ism o en d o n d e h ab ía n n a cid o i c r e c id o lo s e s­ ta b le cim ie n to s h ip o te ca rio s , su o rg a n iz a ció n i la m a n era d e tras­ p la n ta rlos.

E s to s tra b a jo s, e je cu ta d o s p o r un h á b il fin an cista, c o m p le m e n ­ tados a lg u n o s a ñ os d esp u és i a co m p a ñ a d o s d e l v o t o ra zon a d o d e l co n g re s o ce n tra l de la a g ricu ltu ra , d el c o n s e jo je n e r a l d e las m a n u ­ factu ras, a g ricu ltu ra i c o m e r c io , así c o m o de otro s, crea ron tal fu e r­ za d e o p in ió n q u e se h iz o in m in e n te la fu n d a ció n d e las in s titu c io ­ nes h ip o te ca ria s. L o s p rin c ip a le s p ro p ie ta rio s residen tes en P a rís se reu n ieron b a jo la d e n o m in a ció n d e “ S o cie d a d c e n t r a l” i n o m ­ b ra ron u n a c o m is ió n d e c in c o m ie m b ro s n o ta b le s p o r su saber, p a ­ ra q u e red actase d o s p r o y e c t o s : u n o d e lei i o tro d e estatu tos soJjre c r é d ito territoria l, e n c a r g o q u e se lle v ó a e fe c to . E l g o b ie r n o , r e - j i d o p o r e l p r ín c ip e p re sid e n te q u e d esp u és fu é e m p e ra d o r, p r e p a r ó ta m b ié n su p r o y e c t o , h a cie n d o o tr o ta n to u na c o m is ió n d e la asam ­ b le a le jisla tiv a .

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fe liz éx ito . E n estas circu n sta n cia s, e l g o lp e de E sta d o del 2 de D i­ c ie m b re a p resu ró la re so lu ció n d el p r o b le m a ; pu es L u is N a p oleón , q u e liab ia resid id o la rg o tie m p o en A lem a n ia , c o n o c id o de cé rca la s in stitu cio n e s h ip o te ca ria s i p re se n cia d o sus b en eficios, no p o d ia m é- n os q u e a p ro v e ch a r el p o d e r d icta toria l de q u e estaba in vestid o pa­ ra im p la n tarlas en la n ación c u y o s destin os rejia. In m ed iatam en te n o m b r ó la co m isió n q u e d e b ia p reparar el p r o y e c to de d e cre to , qu e rev isa d o p o r su c o n s e jo , p resid id o p o r él m ism o, se p ro m u lg ó c o m o le i en 2S d e F e b r e r o de 1 S 5 2 , au toriza n d o la fu n d ación de socie­ d a d es h ip oteca ria s.

E l “ M o n ite u r ” del 9 d e M a rzo de ese añ o, co m e n ta n d o el d e­ c r e to , d e cía en tre otras c o s a s :

u

L a s bases d e las socied a d es q u e se autorizan p u ed en resu m irse en p o c a s p a la b r a s :

a ¿ C u ál d e b e ser el o b je t o de to d a in stitu ción de cré d ito terri­ to ria l ? E l p résta m o a la rg o p la zo, re e m b o lsa b le p o r anualida­ des,

111

C u á l es el m e d io ? L a em isión d e b illetes o céd u la s h ip o ­ teca ria s. E s to s b illetes, garan tizados p o r h ip o te ca s, p ro d u ce n in ­ teres i se n e g o cia n sin gastos.

C u ál es el in stru m en to ? U n in term ed iario en tre lo s p r o - p ie ta rio s i lo s capitalistas. L a s fu n cio n e s d e este interm ediario- con sisten en v erifica r el cré d ito de la p ro p ie d a d territorial, em itir lo s b ille te s h ip o te ca rio s , re cib ir las anualidades a ca rg o de los deu­ d o re s, i p a g a r lo s in tereses a lo s ten ed ores de los billetes.

C u á l es este in term ed ia rio ! U n a a socia ción , p e ro esta aso­ cia c ió n p u e d e co n stitu irse b a jo d os distintas fo rm a s : sien d o sus­ m ie m b r o s lo s q u e re cib e n p resta d o i esclu siva m en te para su servi­ c io , es d e cir, sin m iras de e sp e cu la ció n i sin el co n c u r s o de a ccio ­ nistas, lo q u e prestan es cré d ito ; así es q u e dan a sus afiliados la& cé d u la s h ip o te ca ria s en ca m b io del r e s p e ctiv o c o n t r a t o : o formada- p o r prestam istas, esto es, p o r capitalistas, da d in ero a los qu e reci­ b e n p résta m os, p o n e en circu la ció n i n e g o cia las céd u la s o billetes h ip o te c a r io s . L o s a ccion ista s tien en d e re ch o a los intereses i a cier­ t o b e n e ficio q u e p a g a el p resta d o i es u n o de lo s elem en tos de la» a n u a lid a d .

11

E l d e c r e to a u toriza estos d os tip o s de a socia ción , les impone* re g la s in d isp en sa b les p a ra su b u e n é x ito , i les asegura p o r medios- e n é ijic o s , el r e c o b r o e x a c to d e lo s p résta m os efectu a d os.

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— 9 —

del lejisla d or. E l d e ja a las socie d a d e s el cu id a d o de con stitu irse b a jo la in s p e c ció n del g o b ie r n o .”

E ste d e cre to , tan se n cillo en a p arien cia, p u e d e con sid era rse c o ­ m o la síntesis d e lo s tra b a jo s d e m ás de m e d io s ig lo : a su e la b o ra ­ ción co n tr ib u y e r o n em in e n cia s en finanzas, e c o n o m ía socia l, ju r is ­ p ru d en cia , a d m in istra ció n , in du stria, a g ricu ltu ra i c o m e r c io , tales co m o W o lo w s k i, V iv ie n , P a ssy d ’A rtig u e s, G a u tier, T h ib a u lt, B e - noist, d ’A u d iffre t, B o u ssin g a u lt i otros m u ch o s no m e n o s ilustres.

In m e d ia ta m e n te a la p u b lic a c ió n d el d e c re to d e 2 8 de F e b r e ­ ro i p o r la in icia tiv a d e M r. W o lo w s k i, q u e fu é su p r im e r d irector,, se fo rm ó el B a n c o territoria l de P aris, c o n el ca p ita l n om in a l de fs. 2 5 .0 0 0 ,0 0 0 , d el q u e se su scrib ieron fs. 1 0 .0 0 0 ,0 0 0 , a u toriza d o p o r d e c r e to d e 2S de M a rzo d el m ism o añ o, en el q u e se d is p o n ía que ula c o m p a ñ ía p o d ía a d o p ta r o tro sistem a de o p e ra cio n e s (dis­ tin to al d el d e c r e to d e 2 8 d e F e b r e r o ) q u e te n g a ig u a lm e n te p o r o b je to fa cilita r lo s p résta m os so b re in m u e b le s, i el m o d o d e re d i­ m irlos los p r e s ta d o s ” ; i se le fa cu lta b a p ara re c ib ir d e p ó sito s q u e se ded icaran a c o lo c a c io n e s h ip o te ca ria s, p u n to s so b re lo s cu a les llam o vuestra a te n ció n . E n 3 d e J u lio sig u ien te se a p ro b a ro n Ios- estatutos.

A e je m p lo d e P aris, M arsella i N ev ers fu n d aron e s ta b le cim ie n ­ tos de la m ism a clase, q u e o b tu v ie r o n la a u to riza ció n en 1S d e O c ­ tu bre de 1 S 5 2 ; i en las otras ciu d a d e s im p o rta n te s, c o m o L e ó n , R ú an , O rlean s, T o lo s a , P o ith ie rs, L im o g e s , & c. se crea b a n ig u a l­ m en te, p o r lo q u e el g o b ie r n o c r e y ó co n v e n ie n te , p a ra e v ita r las a b erra cion es de la in e sp e rie n cia , en ca rrila r i asegu rar el b u e n é x ito del m o v im ie n to en fa v o r d e la re d e n ció n de la p r o p ie d a d te rrito ria l que p u lu la b a , en tod a s las clases d e la so cie d a d , a u m en ta r i r e g u ­ larizar la v ijila n cia i dar u n idad a l a reform a , e sta b le cie n d o un c e n ­ tro co m ú n para el c r é d ito i un so lo tip o p ara las letras q u e lo re ­ presen ta ba n , co n fo rm á n d o se a l a o p in ió n d e sus co n s e je ro s oficiales,, así c o m o a la d e n o ta b le s e co n o m ista s, e l p rim e ro M r. W o lo w s k i,, quien d e c ía refirién d ose a la u n id a d d e l tip o , q u e eso e q u iv a lia a su stitu ir el v a p o r a u na m u ltitu d d e fuerzas aisladas i d iscord a n tes,, reu n ien d o p o r ese m e d io la e c o n o m ía d e lo s resortes al g ra n p o d e r de la a c c ió n .

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D ic ie m b r e d el m ism o a ñ o, p o r el cu a l se le p erm itía b a jo la d en o­ m in a ció n de

11

C ré d it F o n c ie r de F r a n c e ,” q u e con serv a aún, esten- d e r su a c c ió n a to d o el te rrito rio n a cion a l, c o n e s c e p cio n de los de­ p a rta m e n to s en q u e fu n cio n a b a n lo s B a n co s de M arsella i N evers,

a u to riz á n d o lo para q u e p u d ie ra in co rp o ra rlo s. A d e m a s de estas * c o n c e s io n e s se le s u b v e n cio n a b a co n fs. 1 0 .0 0 0 ,0 0 0 ; p e ro en cam bio se le im p o n ía n las sig u ien tes o b lig a c io n e s : prestar fs. 2 0 0 ,0 0 0 ,0 0 0 a la p ro p ie d a d territoria l, reem b olsa b les en 5 0 años, p a g a n d o una anua­ lid a d de 5 p . g , sin o tr o g ra vá m en i sien d o esta u na tasa perm an en ­ t e *, elev a r el ca p ita l s o cia l a fs. 6 0 .0 0 0 ,0 0 0 , de lo s q u e debían sus­ c r ib ir s e in m ed ia ta m en te 3 0 ; i e sta b le ce r sucursales en las p rin cip a ­ les ciu d a d es d en tro de u n p la z o q u e n o pasaría d el 1? de J u lio de 1 8 5 3 . A l c o n c lu ir e l añ o d e 1 8 5 2 , se m o d ifica ro n a lg u n os a rtícu ­ lo s reg la m en ta ries i se d isp u so q u e el d e le g a d o del g o b ie r n o su scri­ b ie s e el

visto bueno

a las céd u la s q u e se em itiesen .

P e r o a u n q u e g o z a n d o el B a n c o d el fa v or, i p u d iéra m os decir d e l en tu siasm o p ú b lic o , i a g ra cia d o c o n las co n ce sio n e s, los h ech os n o estaban a la altura de las a sp iracion es, ni m én os colm a b a n los an­ h e lo s n acion ales, p o r q u e hai a lg o , señ ores, q u e se esca p a a la om n i­ p o te n c ia d el cesarism o, aun en e l cé n it d e la fo r t u n a : la in flex ibili­ d a d d e las le y e s n aturales q u e rijen e l m u n d o e c o n ó m i c o .. S e qui­ s o so m e te r el ca p ita l al le c h o de P r o cu s to , i e l ca p ita l, q u e n o p u e­ d e resp ira r otra atm ósfera q u e la de la lib erta d , h u y ó , h a cie n d o nau­ fra ga r el e m p ré stito d e lo s 2 0 0 .0 0 0 ,0 0 0 .

E l g o b ie r n o o cu r rió en a u x ilio d e la in stitu ció n , i rindiendo h o m e n a je a las co n d ic io n e s d el m e d io so cia l p a ra el q u e lejislaba, r e fo r m ó las le y e s v ije n te s en varios p u n to s, de lo s cu a les el más im p o rta n te i fu n d a m en ta l fu é el q u e se refería al m o n to de la anua­ lid a d , la q u e en adelan te se fija b a seg ú n u na escala m o v ib le , basa­ d a en las flu ctu a cio n e s de la ren ta d el 3 p . g . P a ra m e jo ra r a los te n e d o re s d e -o b lig a c io n e s d el e m p ré stito de 2 0 0 .0 0 0 ,0 0 0 se autori­ z ó la co n v e rs ió n d e éste p o r títu lo s d e l 3 i d e l 4 p . g , lo q u e pro­ d u jo tan b u en e fe c to q u e en lo s p rim eros m eses d e 1 S 5 4 , lo s prés­ ta m o s se e le v a ro n a la su m a d e fs. 5 0 .0 0 0 ,0 0 0 . E sta fu é la obra d e l d e c r e to d e 2 1 de D ic ie m b r e de 1 S 5 3 ; p o r o tr o de 2 4 de Junio d e l sig u ie n te a ñ o, el cr é d ito territoria l se s u b o rd in ó a la vijilancia d e l m in iste rio d e fin an zas.

S in e m b a r g o , a pesar de to d o , la e sp e cta tiv a n o estaba satisfe­ c h a , lo s resu ltad os en tres años n o co rre s p o n d ía n a la s esperanzas

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-11 —

cion fin an ciera d e p r im e r ord e n , e n ca rg ó a su m in istro d e h a cie n d a el estudio de las reform as q u e d e b ía n a d op ta rse para a lcan za r e l fin deseado. E l m in istro d e s e m p e ñ ó cu m p lid a m e n te su co m is ió n . M r. B in ea u , en su in fo rm e al e m p e ra d o r, d e 5 de J u lio d e 1 8 5 4 , in d ic ó co m o m ed id a s c o n v e n ie n te s p a ra m e jo ra r la situ a ció n d e l c r é d ito territorial, a u m en ta r la v ijila n cia del g o b ie r n o , h a cie n d o m as in m e ­ diata i eficaz su a c c ió n , sin q u e fu era in c o m p a tib le c o n la lib e r ta d de qu e d e b ia g o z a r el e sta b le cim ie n to , para lo cu a l p r o p o n ía se le diese una o rg a n iz a ció n se m e ja n te a la d el B a n c o d e F ra n cia , e n c a r ­ g an d o su d ir e c c ió n a un g o b e r n a d o r i d os s u b g o b e r n a d o r e s ; i m o ­ dificar las c o n d ic io n e s de lo s p résta m os, p o r la a b o lic ió n d el

m áxi­

mum

de la an u alidad, re s ta b le cie n d o las bases d e l d e c re to d e 2S d e F e b re ro , c u y a b o n d a d d e m o stra b a la e sp erien cia .

D e s d e 1 S 0 6 el B a n c o d e F ra n cia , p o r d is p o s ició n de N a p oleón : I, estaba d irijid o p o r un g o b e r n a d o r ; i c o m o h a b ía v e n id o a ser e n E u ro p a u n o d e lo s m ás im p o rta n te s e sta b le cim ie n to s de su clase,, si no el p rim e ro , h a b ie n d o lle g a d o a ten er u n a em isión d e fs.. 5 2 5 .0 0 0 ,0 0 0 co n IO S .0 0 0 ,0 0 0 de reserva, se a trib u ía u n a g ra n p a r­ te de esa e x c e le n te p o s ic ió n a la o rg a n iza ció n q u e se le h a b ía d a d o ; así es q u e n o só lo p o r tra d ició n im p eria lista , sin o p o r c o n v e n ie n c ia e co n ó m ic a , el I I I N a p o le ó n s ig u ió las h u ellas d el I i a c e p tó la in d i­ ca ció n de su m in istro d e finanzas re s p e c to al c r é d ito te rrito ria l.

E n cu a n to a la re fo rm a rela tiv a a las c o n d ic io n e s de lo s p r é s ­ tam os, c o n m u c h a razón d e cía el e n te n d id o m in istro q u e era n e c e ­ saria para dar al B a n c o la fa cilid a d d e aju star sus o p e r a c io n e s al m o v im ie n to d e los ca p ita le s, co n fo rm á n d o la s en cie rta m e d ida, c o n las v a ria cio n e s a q u e está s u je to el uso d e ellos, sin

le som eta a d em a sia d a m o v ilid a d .

P a ra a ten d er a lo s p ré sta m o s en m o m e n to s d e j tancias estraord in arias en q u e n o q u ieren o n o c o j p ro p ie ta rio s a ce p ta r lo s p la zo s i c o n d ic io n e s d e l rio, se so licita b a la a u to riz a ció n p ara p resta r d en td

tes, a c o r t o p la z o , r e e m b o ls a b le

en bloc,

est sin p a r tic ip a c ió n a las p re ro g a tiv a s c o n c e d id a s a los

din arios.

T a le s fu e ro n las m o d ific a c io n e s p ro p u e sta s i c o n

creía fa v o re c e r a la in s titu c ió n i al pais. M r. B in e a u a g re g a b a a lg u ­ nos c o n c e p t o s q u e c o n s id e ro o p o r tu n o re co rd a r te x t u a lm e n t e ; hélo& a q u í :

(17)

cu e s tio n e s im p o r ta n t e s : la o rg a n iza ció n de las sucursales i la susti­ t u c ió n d e l p ré sta m o en céd u la s h ip oteca ria s al p résta m o en m etálico.

“ P o r m e d io de las sucursales la socied a d se a cercará a los que ^necesiten p résta m os.

“ P o r el p résta m o en céd u la s h ip otecaria s, en lu g a r del présta­ m o en e fe ctiv o , se ex im irá de la o b lig a ció n de to m a r a préstam o d in ero co n u n a m a n o p ara p restarlo co n la otra. E l cré d ito terri­ to ria l n o esta rá defin itiva m en te fu n d a d o hasta el dia en q u e el pres­ ta d o re c ib a en b illetes h ip o te ca rio s el m o n to de la deu da i pueda n e g o cia rlo s fá cilm e n te .

“ M ién tras se resu elve la seg u n d a de estas cu estion es, la socie­ dad con tin u a rá p ro cu rá n d o se los ca p ita les q u e n ecesite para sus o p e ra cio n e s , e m itie n d o sus céd u la s h ip oteca ria s, i, m erced a la m a­ y o r lib e rta d q u e se le h a y a co n c e d id o , p o d rá con form a rse con las circu n sta n cia s i c o n las co n d icio n e s del m e rca d o para em itir sus c é ­ du las, d e m o d o q u e n o lle g u e n a faltarle lo s capitales.

“ E n tra n d o en la senda q u e a ca b o de in dicar, el cré d ito terri­ toria l p o d rá , así lo esp ero, ser ú til a la p ro p ie d a d territorial i a la -a g ricu ltu ra .

“ S in dejarse estraviar p o r las ilu sion es q u e el cré d ito territo­ rial ha h e ch o n a cer en a lg u n os e s p íritu s ; sin soñar en la liberación c o m p le ta d e lo s co m p ro m is o s q u e ha co n tra id o la p ro p ie d a d terri­ to ria l i q u e suelen ser su p eriores a sus fuerzas, p u e d e esperarse que -esta in stitu ció n prestará em in en tes se rv icio s a la a g ricu ltu ra i a la

p ro p ie d a d .

“ L a p ro p ie d a d territoria l q u e esté lib re de deudas, p e ro que ca re zca d e ca p ita l, en con tra rá los fo n d o s q u e n ecesite p ara m ejorar su s c u ltiv o s i a u m en tar sus p r o d u c t o s ; la p ro p ie d a d recargada con h ip o te c a s p o d rá a m in orar sus ca rgas i en m u ch o s casos con segu ir lib r a r s e co m p le ta m e n te .

“ E sto s serán y á g ran d es resu ltados, v erd a d eros b en eficios que la F ra n cia d e b e rá a g ra d ecer, p o r lo s esfuerzes q u e n o cesa Y . M. d e h a ce r para co n se g u irlo s. P e r o estos resu ltad os

es preciso saber

■ esperarlos, porque sólo el tiempo puede fundar mstiticciones sólidas de

■ esta

cla

se

,

i para que puedan prosperar es preciso caminen con prur

■ dencia i se desarrollen con

len

titu

d

,n

(18)

— 13 —

p rescrib ió la reform a de los estatu tos i se p o s te rg ó la cre a ció n d e sucursales. P o r o tro d e c re to d e la m ism a fech a , se n o m b r ó a M r. de G e rm in y , q u e h abian d e se m p e ñ a d o altos p u e sto s en la h a cie n d a p ú b lica , g o b e r n a d o r d el B a n c o .

L a reform a fu e ra d ica l. E l g o b e rn a d o r, d esp u és de o rg a n iza r p e rfe cta m e n te el ré jim e n e c o n ó m ic o de la o ficin a de P aris, i de sim ­ p lifica r el m e ca n ism o d el e s ta b le cim ie n to en sus varias ra m ifica cio ­ nes, a p ro v e ch a n d o la c o o p e r a c ió n de los a jen tes p ú b lic o s en los d e ­ partam en tos, se c o n tr a jo a lev a n ta r el cré d ito d e las cé d u la s co rre s­ p on d ien tes a lo s 2 0 0 .0 0 0 ,0 0 0 d e l e m p ré stito , para lo cu a l co n s ig u ió que el B a n c o d e F r a n c ia prestara so b re p ren d a d e céd u la s, q u e se coloca ra n algu n as fu era d e P aris i q u e se a u toriza ra lo s d e p o s ita s e n cu en ta co rrie n te i de otras clases, e sta b le cie n d o lo q u e se lla m ó la

Caja

de

serv

icio

, de c u y o s fo n d o s se p o d ía im p o n e r hasta la q u in ta parte c o n g aran tía d e céd u la s. T o d a s estas m ed id a s p rep a ra b a n la co m p le ta n atu ra liza ción en el m e rca d o d el p a p e l territoria l, e fe c to n ecesario para q u e se con sid era se fu n d a d o el B a n c o , p u e s sin é l su ex isten cia era p reca ria , o m e jo r d ich o , sus fu n cio n e s e im p o r ta n c ia m u i lim itadas, d esde el m o m e n to q u e era e stre ch o el c ír c u lo d e c r é ­ dito en q u e jir a b a . L a letra h ip o te ca ria b ie n a ce p ta d a es el v erd a ­ dero c r é d ito territoria l, así c o m o el b ille te d e c ir c u la c ió n es el cré d ito m e rca n til. E ra p u e s p re cis o lleg a r a ese resu lta d o para p o ­ der d e c ir co n e x a ctitu d q u e se h ab ía en tra d o en la sen da n o rm a l d e l B a n co h ip o te c a r io .

A llá ten d ieron lo s esfu erzos del g o b e r n a d o r ; así es q u e lo s es­ tatu tos se re fo rm a ro n en ese sen tid o. P e r o al p r in c ip io se m a rc h ó con m u ch a c a u t e la : se p re sta b a m itad en m e tá lico i m ita d en c é d u ­ las, o b ie n se d a b a d in ero s o b re h ip o te ca s rurales i cé d u la s so b re las u rban as, h asta m e d ia d o s d e 1 8 5 7 , en q u e se h izo ca rg o d e la g o ­ b ern a ción d e l B a n c o M r. F r é m y , co n s e je ro de E sta d o , p o r p r o m o ­ ció n d e M r. d e G e r m in y a la d ir e c c ió n d el d e F ra n cia , i d isp u so el n u e v o g o b e r n a d o r , d e a cu e rd o co n el c o n s e jo d e a d m in istra ció n , q u e lo s p ré sta m o s en a d ela n te se h iciera n en céd u la s.

(19)

p o r lo q u e se co tiz a b a m ás a l t o : las de 4 p . g de interes alcan za­ ro n en oca sion es la p a r i aun a lg o m ás, i las del 5 p . g se m a n tu ­ v ie ro n siem p re a ese n ivel, o m u i ce rca de él.

A l p r in c ip ia r el añ o de 1 S 6 0 , es d e cir, o c h o años despu és d e su cre a ció n , lo q u e d e b e h acern os m en os im p a cien tes, p o d ía asegu ­ rarse q u e la in stitu ció n h abía atravesado su p rim ero i m ás d ifícil p e r ío d o , el d e fu n d a ció n , i q u e en tra b a b a jo favora bles au spicios, en e l de su d esa rrollo, q u e el g o b ie r n o fa v o re cía ám pliam en te. P o r d e cre to s im p eria les se esten d ió la a cció n del B a n co al territorio de Á r je lia , b a jo co n d ic io n e s esp ecia les en cu a n to a la d u ra ción , form a i a m ortiza ción de lo s p r é s ta m o s ; se le en ca rg ó de sum inistrar fon ­ d os para la d e se ca ció n d e las cién agas, ta m b ién b a jo con d icio n e s p e c u lia r e s ; se le h izo in terv en ir, co n el ca rá cter de B a n c o garantí— za d or, en las o p e ra cio n e s de las cajas de d e scu e n to de los em presa­ rio s d e co n s tru cc io n e s u rban as, cajas q u e se crearon p o r co n se cu e n ­ c ia de la crisis p o lític a i so cia l de 1 S 4 8 , co n gran p r o v e c h o para el p a i s ; se le a u torizó a prestar a los dep artam en tos, m u n icip ios, aso­ cia cio n e s sin dicales i esta b le cim ie n to s p ú b lic o s , su jeta n d o estos p ré sta m o s a co n d ic io n e s particu la res, c o m o la de q u e se h iciesen en, d in e ro , d iferen cia en cu a n to a l a anualidad i o tr a s ; se am p liaron ' las o p e ra cio n e s de la

Caja

de servicio

o de d p a ra q u e nada faltase, se le a u torizó a fu n dar el B a n c o agrícola, s u b v e n c io n a d o p o r el g o b ie r n o i co n su garan tía para los intereses

d el ca p ita l.

G o z a n d o , p u es, de la alta p r o te c c ió n i con fian za del g o b ie rn o , así c o m o d e la d el p u e b lo , el B a n c o to m ó gran desarrollo, ha­ b ie n d o a lca n za d o sus o p e ra cio n e s en 1 8 7 0 la en orm e cifra de fs. 2 ,0 8 3 .1 0 1 ,4 5 7 , te n ie n d o en la m ism a é p o c a , después de h aber re­ p a rtid o d iv id e n d o s anuales, u na reserva d e fs. 1 8 .2 9 0 ,3 2 3 . L o s resu lta d os n o p o d ia n ser m ás satisfactorios, i para no p e rju d ica r su lib e rta d d e a cció n , se reform aron (cu arta reform a) los estatutos, en 1 S 6 9 , en lo rela tiv o a d e p ó sito s i adelan tos, co n ce d ié n d o le s m a y o r esten sion .

(20)

— 15 —

francesa, m o tiv o p o r el cu a l os lie h a b la d o d e ella c o n a lg u n a e s - ten sion, pu es si ha serv id o de m o d e lo a las de C h ile i el P e rú , éstas a su vez han se rv id o de base i g u ia a la ecu a toria n a , d e b ie n d o p o r lo tan to a p ro v e ch a rn o s de la e sp e rie n cia a jen a p ara salir co n fe lic i­ dad del p e río d o d o v erd ad era je s ta c io n q u e se atraviesa, hasta dar -al B a n co su fison om ía p r o p ia i n orm a l.

I V .

C h ile es de las re p ú b lica s su d -a m erica n a s, la q u e co n paso más firm e ha en tra d o en el ca m in o d el p ro g re so , d is tin g u ié n d o se p o r su m esu ra i b u e n ju i c i o . L a p r o d u c c ió n q u e tie n e p o r p r in c ip a l fuente de riq u eza la e s p lo ta cio n de su feraz su elo, ha a lca n za d o n o ­ tables p r o p o r c io n e s , i era n atu ral q u e se p en sa se en re m o v e r to d o •estorbo i aun en a y u d a rla en su d esarrollo, c o m o lo han p r o c u r a d o

-con seguir lo s esfu erzos d el g o b ie r n o i de lo s ciu d a d a n o s.

E n 1S-54 se p re se n tó i d is cu tió en el c o n g re s o un p r o y e c t o s o ­ bre B a n c o d e fo m e n to a la a g ricu ltu ra , e s p e cie de c r é d ito a g r íco la i person al, q u e si era a lg o en el sen tid o de m e jo r a i p r o t e c c ió n a esta im p o rta n te in d u stria, n o era to d o lo q u e p o d ía dársela i r e q u e ­ ría ; p u e s c o m o b ie n se esp resa b a u n p ro m in e n te estadista de ese pais a fortu n a d o, lo q u e la a g ricu ltu ra n ecesita n o son a u x ilio s tra n ­ sitorios i co n tin je n te s, sin o recu rsos fijos, estables, co n q u e siem p re pu eda c o n t a r ; i el m e d io d e p r o p o rc io n á rs e lo s se e n cu e n tra en el desarrollo d e l cr é d ito territoria l.

O b e d e c ie n d o a esta c o n v ic c ió n , el h o m b r e de E s ta d o a q u e m e he referid o, q u ien al ca rg o d e d ip u ta d o reu n ía el d e m in istro d e l in terior, p r o p u s o al co n g r e s o en 1S el p r o y e c t o so b re B a n c o s h i­ p o te ca rio s q u e , c o n lije ra s m o d ifica cio n e s , se s a n cio n ó en 2 9 d e A g o s to d el m ism o a fio, i es aún la lei v ije n te .

R e c o n o c e lo s d os tip o s d e a s o cia ció n e sta b le cid o s en el d e c r e ­ to im p e ria l fr a n c é s ; p e r o o rg a n iza co n m ás p r e cis ió n i ló jic a el de cré d ito m u tu o en tre los p ro p ie ta rio s, h a c ié n d o lo d e p e n d e r m ás in ­ m ed ia ta m en te d e la le i i d e la a u torid a d . S o b r e e s tá b a s e se fu n d ó la C aja h ip o te ca ria , c u y a s letras de c r é d ito o c u p a n el p rim e r lu g a r en tre lo s p a p e le s b u rsá tiles.

(21)

d octrin a ria s i d e esp erien cia , p o r lo q u e cu m p le a m i o b je to tras­ crib iro s a lg u n os párrafos.

P a rtie n d o d el p r in c ip io de q u e el cré d ito territorial tiene el m ism o fu n d a m e n to q u e el cré d ito p ú b lic o i c o m o éste, para conser­ varse, ro b u ste ce rse i am pliarse, n ecesita e scru p u losa ex a ctitu d en el cu m p lim ie n to de lo s co m p ro m iso s, se co m b in a n las disposicion es de la lei i se arm a al B a n c o de m ed ios esp ed itos i cn é r jic o s para hacer e fe ctiv o s sus d erech os, a fin de q u e el cré d ito se m a n ten g a intacto e in sp ire p le n a con fian za, d icie n d o a p ro p ó sito de esto el a u to r:

“ P a ra a ten d er a este o b je t o p rim ord ia l a todas las in stitu cio­ n es de esta e sp e cie , d on d e q u iera q u e se han esta b lecid o, se han c o n c e d id o lo s recu rsos estraordin arios q u e estab lecen d os de sus ar­ tícu lo s , para o b te n e r sin d em ora i sin los p ro ce d im ie n to s lentos i

em b a ra zosos de las e je cu c io n e s ju d icia le s ordinarias el p a g o de las an u alidades atrasadas. E l se rv icio reg u lar i e x a cto d é lo s intereses i a m o rtiza ció n n o p u e d e h a cerlo la ca ja si las anualidades no se le p a g a n o p o rtu n a m e n te . E s p re ciso , p u es, arm arla de recu rsos efi­ ca ce s para q u e su cré d ito no sufra. E so s recu rsos son m ás bien u n a c o a c c ió n m o ra l q u e otra cosa. N o ob sta n te figurar en todos lo s estatu tos o reg la m en tos de socied a d es análogas, su e m p le o ha sid o estrem a m en te raro. H a i socied a d es q u e en el esp a cio de vein­ te o m ás añ os n o lo s han e m p le a d o u n a sola vez, sin e m b a rg o de- jir a r co n m u ch o s m illon es de p e s o s.”

E l q u e esto e scrib e fu é el p rim e r m in istro de la administración; M o n tt, q u e p re se n tó al co n g re s o el p r o y e c t o i sa n cion ó el código civ il, la o b ra m o n u m en ta l del sa b io B e llo , q u e ha sido adoptado p o r várias n acion es, in clu siv e el E c u a d o r ; así es q u e n o hai incom ­ p a tib ilid a d en tre la le jisla cio n esp e cia l q u e la naturaleza de estos B a n c o s e x ije , i el d e re ch o co m ú n , c o m o han p re te n d id o algu n os que se han o p u e sto a la san ción de una lei sem eja n te p o r el congreso- e cu a to ria n o , sin p re o cu p a rs e d el m a l q u e hacían a la institución, q u e ta n to n ecesita el pais.

H a b la n d o d e lo s in co n v e n ie n te s co n q u e tendrían q u e tropezar estos B a n c o s , se esp resa en térm in os q u e cu adran perfectam ente a lo q u e h a p a sa d o en tre n o s o t r o s ; é l d ice :

(22)

17 —

p o r lo p r o n to algú n ta n to d e las v en taja s q u e le son p ro p ia s i de q u e se g oza rá m as tarde.

D e a cu e rd o co n estas ideas se fijó el

máximum

d el in teres i d el fo n d o de a m o rtiza ció n , se señ aló una p e q u e ñ a cu o ta p a ra g a stos de a d m in istra ción , se p r o cu ra ro n varios m e d io s d e c o lo c a c ió n a las c é ­ du las, i se d isp u so el re e m b o lso de un 5 0 p . g de éstas, a la par, d is ­ tr ib u id o en los cu a tro p rim e ro s años : 2 0 p . g para el p rim e ro , 15 p . g para el se g u n d o , 10 p . g para el te rce ro , i 5 p . g para el cu a r­ t o , re e m b o lso q u e v erifica ría el g o b ie r n o , cu m p lie n d o u n o de sus p r in c ip a le s d eb eres i sien d o lo m é n o s q u e p o d ría e x ijirse a l E sta d o en fa v o r de una in stitu ció n c u y o sólid o fu n d a m en to seria el o r íje n

d e in m en sos b ien es p ara el p a is.”

D e s p u é s d e in d ica r las v en ta ja s de m ás im p o rta n cia q u e estos B a n c o s p r o p o r c io n a n a lo s p ro p ie ta rio s, p o r la fa cilid a d i c o n d ic io ­ n es d e lo s p résta m os, a g re g a :

u

L a co m o d id a d i fa cilid a d q u e la in s titu ció n p re se n ta al p r o ­ p ie ta rio para lev a n ta r fon d os, p r o d u ce resu ltad os je n e ra le s de g ra n d e im p o rta n cia . Si m u ch o s p ro p ie ta rio s se a p ro v e ch a n d e ella, se habrán a g r e g a d o a lg u n o s m illo n e s al ca p ita l circu la n te d el pais, es d e cir, a l ca p ita l q u e fo m e n ta i desarrolla la p r o d u c c ió n . I si el e fe c to de esa cir cu la c ió n se co n sid e ra c o n rela ción a ca d a p r o p ie ta r io in d iv i­ d u a lm e n te , su u tilidad se presen ta m ás de b u lto : E n un p ais en q u e las p ro p ie d a d e s rú sticas son tan estensas, en q u e el c u lt iv o a lg o esm era d o está tan en p r in c ip io , p r o p o r c io n a r r e c u r ­

sos para q u e esas p ro p ie d a d e s se m e jo re n es h acer un g ra n b ie n . E l c u ltiv o d el ca m p o , el c u ltiv o q u e lo m e jo ra , e x ije la in v e rsió n d e ca p ita le s con sid e ra b le s, q u e req u ieren el trascu rso d e años p a ­

ra q u e se a lca n ce una p r o d u c c ió n q u e co rre s p o n d a a los sa crificios. T o m a n d o el a g ricu lto r fo n d o s en la fo rm a a co stu m b ra d a al p resen ­ te, tien e q u e separar ca d a añ o u na ca n tid a d d e lo q u e e l fu n d o

(23)

-al a g ricu lto r e l m e d io d e p ro p o rcio n a rs e fo n d o s sin separar anu-al­ m e n te de sus en tradas m ás ca n tid a d q u e la q u e al p resen te h abría d e p a g a r p o r in tereses, i c o n esa ca n tid a d al fin de a lg u n os a ñ 03

q u e d a lib re de su d eu d a , sin h aberse v isto en el ca so d e e n to rp e ce r o estrech a r la e sp lo ta cio n d e su fu n d o, ni d e sacrificar el a u m en to d e renta q u e le p rom etía n sus tra b a jos, p o r la n ecesid a d de re e m ­ b o lsa r el ca p ita l p resta d o. C o n este p ro ce d e r, i seg ú n las bases del p r o y e c t o , un ca p ita l de $ 1 0 0 ,0 0 0 q u e p erm itiría a un p ro p ie ta rio d a r g ran fo m e n to a la p r o d u c c ió n d e un fu n d o rú stico , q u e si le co n v ie n e lo con serv a en esa a p lica ció n d u ran te 2 0 años (2 1 d e b e ser), al fin de ese p e r ío d o h a b rá a m ortiza d o su deu da, a b o n a n d o un 2 p . g anual, i lib e rtá n d o se d e u n a d eu d a d e $ 1 0 0 ,0 0 0 , p a g a n d o so lo

$

4 0 ,0 0 0 ($ 4 2 ,0 0 0 ) de u n a m an era in se n sib le .”

M e n cio n a adem as en tre las v en tajas d e estos B a n co s, el p o d e r serv ir de ca ja s de a h orro p a ra la clase m en esterosa i la co n v e rsió n d e las deu das d e c o r to p la zo en otras a m ortiza b les p a u latin a m en te.

E n cu a n to al p r o v e c h o para lo s ca pitalistas n o es m é n o s cla ro, a u n q u e no tan im p orta n te. “ L a C aja, d ic e el a u tor d el p r o y e c to , o fr e c e en sus letras m e d io s d e c o lo c a r fo n d o s c o n la m ás co m p le ta seg u rid a d , sin q u e el prestam ista ten g a q u e o cu p a rse en in d a ga r ni cu á l sea la situ a ció n p erson a l d el d e u d o r, n i su resp on sa b ilid a d , ni su ca rá cte r m oral, c o m o es in d isp en sa b le p a ra lib ra r la con fian za cu a n d o se fia en el c r é d ito p e rso n a l; ta m b ié n se ah orra la m ism a in ­ v e s tig a c ió n re s p e c to d e l fia d or q u e se le o frezca , n i n ecesita entrar en la a p re cia ció n siem p re d ifícil d e la v erd a d era im p o rta n cia del fu n d o o fre cid o en h i p o t e c a ; tien e la certeza d e p e rcib ir, c o n reg u ­ la rid a d , lo s in tereses en é p o ca s determ in adas, sin n in g u n a je s tio n

ju d ic ia l n i e stra ju d ícia l d e su p a rte, i de ser cu b ie rto g ra d u alm en te d e su ca p ita l sin verse p re cisa d o a su jetarse a lo s m o le sto s i e m b a ­ ra zosos p r o ce d im ie n to s ju d ic ia le s d e e je c u c io n e s o co n cu rso s , ni su­ frir p érd id a s p o r q u ieb ra s, i p o r ú ltim o p u e d e en trar en p osesión de p a rte de su ca p ita l i d eja r c o lo c a d o el resto, seg ú n le co n v e n g a , sin

n in g u n a d ificu lta d .”

(24)

— 19 —

C o n c lu y e el in fo rm e co n estas palabras, q u e n o d e b ié ra m o s o l­ v id a r :

“ M e he e ste n d id o en esta e sp o sicio n , p o r q u e se trata de u n a in stitu ción n u e v a en q u e p o c o s han p e n sa d o sériam en te en tre n o s o ­ tros, d e u na in stitu ció n q u e co n s id e ro de la m ás alta im p o rta n cia i q u e te n g o la m ás ín tim a c o n v ic c ió n , prestará al pais e m in e n te s ser­ v ic io s .”

“ Q u ed a ré sa tisfech o co n h a b er p r o v o c a d o a la cám ara a o c u ­ parse de una in stitu ció n q u e , m ién tra s m ás se pien sa en ella, m e jo r se a p re cia su im p o rta n cia i lo s n u m erosos b ie n e s q u e p r o m e te a la a g ricu ltu ra .”

D e l m in isterio del in te rio r i rela cion es esteriores p a só al s e ñ o r V aras, a u to r de la a n te rio r lu m in o sa e sp o sicio n , a d e se m p e ñ a r e l ca rg o de d ir e cto r de la C aja h ip o te ca ria , q u e hasta el p resen te e je r ­ ce , a p esar d e h a b e r p e r d id o el g o b ie r n o de la n a ció n el p a rtid o p o ­ lític o a q u e él co rre s p o n d e . C o m o en F ra n cia , lo s b a n d o s p o lít ic o s en C h ile han co n sid e ra d o n eu tral el c a m p o e c o n ó m ic o i creen de- su d e b e r resp eta r a lo s d ire cto re s de lo s B a n c o s ; así es q u e , c o m o M r. de F r é m y , tien e y á el d ir e cto r c h ile n o un p e r ío d o de m ás d e q u in ce a ñ o s : 1 S 5 5 , é p o c a de la fu n d a ció n d e la C aja , lo fu é ta m b ié n de la reorg a n iza ción d e l B a n c o fra n cé s; i c o m o ésta hai algu n as otras n o ta b le s c o in c id e n cia s en tre lo s d os B a n c o s .

In sta lad a la C a ja en 2 7 d e D ic ie m b r e d el m ism o añ o, se a c o r d ó fijar el in teres d e las cé d u la s en un S p . g anual, la a m o rtiza ció n e n 2 p . g , i lo s g astos d e a d m in istra ción en £ p . g M ás ta rde se a u to ­ rizó la em isión d e cé d u la s al 5 p . g ; i en 1 8 6 9 se d is p u s o : q u e p u ­ dieran em itirse letras d e c r é d ito del 7 i d el 6 p . g d e in teres, c o n 2 p . g de a m o rtiza ció n ; q u e la c u o ta p a ra g a sto s d e a d m in istra ció n , se re d u jera a £ p . g en to d a s las s e r ie s ; i q u e en lo s p ré sta m o s d e letras d el 5 p . g se ad m itiesen éstas a lo s d e u d o re s en p a g o d e lar p rim era a n u alidad.

V e is , p u es, q u e estas n o son m aterias in m u ta b le s c o m o la p ie ­ dra de San P e d ro , q u e están su je to s a ca m b io s n ecesa rios i q u e es p r e cis o en tales flu ctu a cio n e s un g ra n ta c to p ara n o ca e r en e l d e s - p re stijio o en la in m o v ilid a d , p re cu rs o ra d e la m u e rte .

(25)

m ie n to d e ca p ita les. E n 1? d e E n e r o d e 1 8 7 4 la C a ja ten ia u n a em isión de $ 5 .1 6 3 ,2 0 0 * , un fo n d o d e reserva d e $ 2 G 5 .0 6 5 ,1 8 j i d eu das rezagad as p o r S 1 9 .6 9 4 ,2 8 .

P re m e d ita d a m e n te h e co n s ig n a d o la d eu d a rezagada, p u e s a d e s p e ch o d e la e x ce le n te o rg a n iza ció n in te rio r d e l B a n c o , d e h a ­

b e rse p r o ce d id o “ co n

todo rigor

p a ra a co stu m b ra r la p u n tu a lid a d ” , seg ú n las p a labras d e l d ire cto r, a q u e lla d e u d a

existe i se v ien e tra sm itien d o d e a lg u n o s añ os atras, lo q u e d e b e is ten er p resen te cu a n d o con sid eréis la situ a ción d el B a n c o e c u a t o ­

rian o.

11

L a re ca u d a ció n de las anu alidades, d ice el señ or V a ra es, c o m o era d e su p on erse, la o p e r a c ió n q u e ha o fr e c id o m ás e n ­

to r p e cim ie n to s en la p rá ctica . L o s retardos en los p a g o s se h icie ­ ron sen tir desde el p rim e r a ñ o d e la in sta la ción d e la C a ja .” N o ex ajerab ais, p u e s, al d e c ir en v u estros in form es d e 1 8 7 4 i 7 5 q u e e l B a n c o d e G u a y a q u il era e l ú n ic o q u e n o ten ia d eu d a rezagad a.

R e c o n o c ie n d o la leí ch ile n a el d e re ch o i la co n v e n ie n c ia de fo r­ m a r B a n c o s p o r a so cia cio n e s particu la res, se fu n d aron v a r io s : en 1 8 de E n e r o de 3 8 6 5 e l G a ra n tizad or, c o n $ 1 .0 0 0 ,0 0 0 d e c a p i t a l ; en 15 de D ic ie m b r e de 1 8 6 9 e l M o b ilia rio , c o n 8 1 0 .0 0 0 ,0 0 0 d e c a p i­ tal j i en 2 3 de M a y o de 1S 70 e l G a ra n tiza d or d el S u r, c o n $ 5 0 0 ,0 0 0 d e ca p ita l. T o d o s , e sp e cia lm e n te el p rim e ro , h an te n id o b u e n é x i­ to : así es q u e a q u é l en A b r il d e 3 8 7 4 ten ia u n a em isión en letras h ip o te ca ria s de m ás d e $ 9 .0 0 0 ,0 0 0 . P r o d u jo en 1 8 7 1 el 2 7 p . §

d e l ca p ita l p a g a d o ; e n el l . cr sem estre d e 7 2 , el 1 4 p . § ; en el 2 ? d e l m ism o a ñ o, e l 19 p . § ; en el l . ° d e 1 8 7 3 el 1 4 p . § , sin in clu ir la reserva i fo n d o d e garan tía, q u e a sce n d ió en la m ism a fe ch a a

$ 1 2 8 ,2 0 7 *, i en el 2 ? sem estre d el m ism o a ñ o, e l 18 p . g .

L a C a ja tien e c o lo c a d o e l fo n d o d e reserva en cé d u la s i a ín te­ res ; en lo s o tr o s B a n c o s lo s d e p ó sito s son u n o d e lo s p o d e ro s o s ele­ m e n to s d e a c ció n co n q u e se cu e n ta i c u y o s e rv icio tien en p e rfe cta ­ m e n te o rg a n iza d o , d e l q u e ca re ce la C aja, p o r estar p u ra m e n te des­ tin ad a al b e n e ficio d e lo s p ro p ie ta rio s, n o te n e r m ira a lg u n a d e es­ p e c u la c ió n i ser en realid ad u na o ficin a d e l g o b ie r n o . E n este sen ­ tid o se c r e ó , en 1 8 5 9 , un e m p le a d o co n e l n o m b re d e fiscal, q u e ha­ ce p a rte d e l c o n s e jo d e a d m in istra ción i está e n ca rg a d o d e la d efen ­ sa d é lo s in tereses d e l B a n c o .

Figure

Cuadro de los fundos urbanos h ipotecados al B an co,

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