• No se han encontrado resultados

Curso de filosofia do Direito

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Curso de filosofia do Direito"

Copied!
14
0
0

Texto completo

(1)

Eduardo C. B. Bittar

Professor Associado do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo

Guilherme

Assis

de

Almeida

Professor Doutor do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo

CURSO

de

FILOSOFIAdo

DIREITO

I - PANORAMA HISTÓRICO

11 -

TÓPICOS CONCEITUAIS

DÉCIMA PRIMEIRA EDIÇAo lU VI \ 1;\ I .\l \ \ 11'-: 1:\1>\

SÃO PAULO

EDITORA ATLAS S.A. - 2015 STJ00099855

(2)

© 2001 by Editora Atlas S.A.

1. ed. 2001; 2. ed. 2002;3. ed. 2004;4.ed. 2005; 5. ed. 2007; 6. ed. 2008; 7. ed. 2009; 8. ed. 2010; 9. ed. 2011; 10.ed. 2012; 11.ed.2015

Capa: Leonardo Hermano Composição: Formato Serviços de Editoração ltda.

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP. Brasil)

Bittar, Eduardo Carlos Bianca Curso de Filosofia do Direito / Eduardo C. B. Bittar, Guilherme Assis de Almeida. - 11. ed. - São Paulo: Atlas, 2015.

Conteúdo parcial: I. Panorama histórico 11. Tópicos conceituais Bibliografia. ISBN 978-85-224-9478-1 ISBN 978-85-224-9479-8 (PDF)

1. Direito - Filosofia 2. Direitos humanos 3. Filosofia Brasil 4. Filosofia do direito I. Título.

01-0093 CDD-340.12

índices para catálogo sistemático:

1. Direito: Filosofia 340.12 2. Filosofia do direito 340.12

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS - Éproibida a reprodução total ou parcial. de qualquer forma ou por qualquer meio. A violação dos direitos de autor (lei na 9.610/98) é crime estabelecido pelo artigo 184 do Código Penal.

Depósito legal na Biblioteca Nacional conforme lei na 10.994, de 14 de dezembro de 2004.

Impresso no BrasillPrinted in Brazil

".,..

'-I

Editora Atlas S.A.

Rua Conselheiro Nébias, 1384 Campos Elísios

01203 904 São Paulo SP 011 3357 9144 atlas.com.br

(3)

obra é dedicada

do Telles Junior,

o Ferraz Junior,

der

Comparato,

sos intelectuais.

,

SUMARIO

Prefácio, xix INTRODUÇÃO, 1

1 Filosofia e o simbolismo da sabedoria, 1 2 Filosofia: entre reflexão e ação, 4

3 A urgência do pensar: a inserção contextual da filosofia na sociedade contemporânea, 9

4 Podem os filósofos modificar o mundo?, 13 5 Os conhecimentos humanos, 16

6 Partes da filosofia, 22

6.1 A filosofia da história da filosofia do direito, 23 6.2 A filosofia ocidental e suas origens orientais, 27

6.3 Principais representantes da filosofia ocidental: síntese de

autores e de ideias para a compreensão da história da filosofia, 32 7 Método, ciência, filosofia e senso comum, 37

7.1 Filosofia, ciência e senso comum, 41 7.2 Os "ismos" e a filosofia, 44

7.3 Ciências jurídicas como ciências humanas, 47 8 A filosofia do direito como parte da filosofia, 49 9 O surgimento histórico da filosofia do direito, 52

10 A afirmação da Filosofia do Direito na história do ensino jurídico no Brasil,59

11 Filosofia do direito: conceito, atribuições, funções, 62

(4)

viii CURSO DE FILOSOFIA DO DIREITO' Bittar I Almeida

PARTE I PANORAMA HISTÓRICO, 69

1 PRÉ-SOCRÁTICOS: JUSTIÇA E COSMOLOGIA, 71 1.1 Pensaram os pré-socráticos sobre a justiça?, 71 1.2 A justiça na tradição homérica, 74

1.3 Os fragmentos de justiça nos textos e na doxografia dos pré-socráticos. 84

1.3.1 Escola jônica: cosmologia e justiça, 86 1.3.2 Escola eleata: ontologia e justiça, 90

1.3.3 Escola pitagórica: dualismo numérico e justiça, 92 1.3,4 Escola da pluralidade: atomismo e justiça, 94

1,4 Uma reflexão necessária: há uma uniformidade da noção de justiça entre os pré-socráticos? 99

Conclusões, 101

2 SOFISTAS: RAZÃO, DISCURSO E RELATIVISMO DA JUSTIÇA, 102 2.1 Contexto histórico: o surgimento da sofística, 102

2.2 A ruptura sofista, 103 2.3 Importância do discurso, 105 2,4 Retórica e prática judiciária, 107 2.5 Justiça a serviço dos interesses, 108

Conclusões, 110

3 SÓCRATES: ÉTICA, EDUCAÇÃO, VIRTUDE E OBEDIÊNCIA, 112 3.1 Filosofia socrática e testemunho ético, 112

3.2 Ética socrática, 113

3.3 Primado da ética do coletivo sobre a ética do individual, 116

Conclusões, 124

4 PLATÃO: IDEALISMO, VIRTUDE E TRANSCENDÊNCIA ÉTICA, 126 4.1 Virtuosismo platônico e socratismo, 126

4.2 Virtude e vício: ordem e desordem, 128 4.3 Idealismo ético e mito de Er, 132 4,4 Ética, justiça e metafísica, 135 4.5 Ética, alma e ordem política, 138

Conclusões, 139

5 ARISTÓTELES: JUSTIÇA COMO VIRTUDE, 141 5.1 O tema da justiça e a ética, 141

(5)

6

Sumário Ix

5.2 Justiça como virtude, 144

5.3 Acepções acerca do justo e do injusto: o justo total, 146 5.4 Acepções acerca do justo e do injusto: o justo particular, 149 5.5 Justo particular distributivo, 150

5.6 Justo particular corretivo, 153

~-socráticos,

5.7 Justo da cidade e da casa: justo político e justo doméstico, 158 5.8 Justo legal e justo natural, 161

5.9 Equidade e justiça, 168 5.10 Amizade e justiça, 172 5.11 Juiz: justiça animada, 176

~ justiça entre Conclusões, 177

6 EPICURISMO: ÉTICA, PRAZER E SENSAÇÃO, 180 6.1 Doutrina epicúrea, 180

[ÇA,102 6.2 Ética epicúrea, 182 6.3 Prazer e justiça, 186

Conclusões, 189

7 CÍCERO: ESTOICISMO ROMANO E LEI NATURAL, 191 7.1 Pensamento ciceroniano, 191

7.2 Ética estoica, 195

7.3 Ética ciceroniana e justiça, 198

Conclusões, 208

A, 112

8 JUSTIÇA CRISTÃ, 210 8.1 Justiça e religião, 210

8.2 Ruptura com a lei mosaica, 212 8.3 Lei divina e lei humana, 218 rICA,126 8.4 Lei de amor e caridade, 228

Conclusões, 230

9 SANTO AGOSTINHO: AJUSTIÇA E O DAR A CADA UM O SEU, 232 9.1 Filosofia e medievo, 232

9.2 Vita theologica, 235

9.3 Lex aeterna e lex temporalem, 239

9.4 Alma, justiça divina e livre-arbítrio, 245 9.5 Preocupações com o Estado, 249

Conclusões, 254

(6)

x CURSO DE FILOSOFIA DO DIREITO' Bittar I Almeida

10 AVERRÓIS E A FILOSOFIA ÁRABE MEDIEVAL: JUSTIÇA, RAZÃO E FÉ, 255

10.1 O mundo árabe e a retomada da tradição filosófica helênica, 255 10.2 A luta entre o analítico e o metafísico na tradição árabe medieval, 258

10.2.1 Sabedoria, fé e razão: a conciliação averroÍsta pela virtude, 263 lO.2.2 Ética, justiça e política no pensamento de Averróis, 267 10.3 O impacto do pensamento árabe sobre a filosofia ocidental, 269

Conclusões, 272

11 SANTO TOMÁS DE AQUINO: JUSTIÇA E SINDERESE, 274 11.1 Filosofia tomista, 274

11.2 Razão prática, sinderese e ética, 276 11.3 Sinderese e hábito, 279

11.4 Definição de justiça, 280 11.5 justiça e direito, 282

11.6 Acepções do termo justiça, 283

11. 7 Regime das leis, 288

11.8 justiça, lei e atividade do juiz, 289 11.9 Injusto e vícios da justiça, 292 11.10 justiça e sua prática, 293

Conclusões, 295

12 THOMAS MORE: UTOPIA E DIREITO, 296 12.1 Thomas More: seu tempo e sua obra, 296

12.2 A ilha de Utopia: narrativa, idealização e exposição de ideias. 299 12.2.1 Do encontro, 300

12.2.2 Da análise social, 300 12.2.3 Da geografia regional, 302 12.2.4 Do sistema político, 302

12.2.5 Das relações com outros povos, 303 12.2.6 Do bem-estar social, 303 12.2.7 Da juridicidade, 304 12.2.8 Do belicismo, 304 12.2.9 Do pensamento religioso, 305 Conclusões, 305 13 JUSNATURALISMO, 307

(7)

.267 Sumário xi RAZÃO ,,255 dieval,258 nrtude,263 ,269 tS,299 13.2 Hugo Grócio, 308 13.3 Samuel Pufendorf, 310 13.4 John Locke, 314 l3.5 Thomas Hobbes, 317 Conclusões, 319

14 JEAN-JACQUES ROUSSEAU E O CONTRATO SOCIAL, 321 14.1 Rousseau: seu tempo e sua obra, 321

14.2 A vontade geral e o contrato social, 322 14.3 Direitos naturais e direitos civis, 328 14.4 Leis e justiça, 334

Conclusões, 338

15 DAVID HUME: ÉTICA, JUSTIÇA, UTILIDADE E EMPIRISMO, 340 15.1 Empirismo humeano, 340

15.2 Ética, justiça e direito, 342 15.3 Ética, justiça, lei e utilidade, 346

Conclusões, 353

16 IMMANUEL KANT: CRITICISMO E DEONTOLOGIA, 354 16.1 Racionalismo kantiano, 354

16.2 Ética kantiana, 356 16.3 Direito e moral, 365

16.4 À paz perpétua e cosmopolitismo, 368

Conclusões, 374

17 GEORG W. F. HEGEL: RAZÃO, HISTÓRIA E DIREITO, 375 17.1 Sistema hegeliano, 375

17.2 Doutrina hegeliana, 379

17.3 Justiça e direito para Hegel, 382 17.4 Direito e Estado ético, 393

Conclusões, 399

18 KARL MARX: HISTÓRIA, DIALÉTICA E REVOLUÇÃO, 400 18.1 A história como prova da ruptura marxista, 400

18.2 Capitalismo e desigualdades sociais, 410 18.3 Marx e o direito, 416

Conclusões, 423

(8)

xii CURSO DE FILOSOFIA DO DIREITO' Bittar I Almeida

19 AVATARES DO POSITNISMO JURÍDICO, 424 19.1 jurisprudência dos conceitos, 424

19.2 Pandectismo e escola da exegese, 425 19.3 Escola analítica, 426

19.4 jurisprudência dos interesses, 427

Conclusões, 430

20 POSITNISMO JURÍDICO: O NORMATIVISMO DE HANS KELSEN, 431 20.1 Positivismo jurídico e normativismo, 432

20.2 Ciência do Direito, 438 20.3 justiça e Direito, 439

Conclusões, 447

21 CARLOS COSSIO: EGOLOGIA, CONDUTA E CULTURA, 448 21.1 Carlos Cossio e a teoria egológica, 448

21.2 Direito e conduta, 450 21.3 Direito e verdade jurídica, 451

Conclusões, 452 22 EXISTENCIALISMO JURÍDICO, 453 22.1 Os existencialismos, 453 22.1.1 Existencialismo camusiano, 456 22.1.2 Existencialismo sartreano, 458 22.2 Proposta existencialista, 463 22.3 Existencialismo jurídico, 467 Conclusões, 473

23 HANNAH ARENDT: PODER, LIBERDADE E DIREITOS HUMANOS, 475 23.1 O poder não violento, 475

23.2 O desvirtuamento do poder e a violência, 476 23.3 Gandhi e a não violência, 478

23.4 Liberdade arendtiana, 483

23.5 Liberdade, agir comum e violação dos direitos humanos, 484

Conclusões, 487

24 JOHN RAWLS: ÉTICA, INSTITUIÇÕES, DIREITOS E DEVERES, 488 24.1 justiça como equidade, 488

(9)

Sumário xiii

24.2 Os dois princípios, 494

Conclusões, 503

25 THEODOR VIEHWEG E A REDESCOBERTA DA TÓPICA, 505 25.1 O que é a tópica, 505

25.2 Tópica e argumentação, 507

25.3 Tópica e o direito como sistema, 509

Conclusões, 510

ELSEN,431

26 CHAlM PERELMAN: ARGUMENTAÇÃO, LÓGICA E DIREITO, 511 26.1 O autor e suas preocupações, 511

26.2 Combate ao positivismo jurídico, 514 26.3 Combate à lógica formal, 517

26.4 Papel da argumentação no julgamento, 519 ,8

26.5 Nova retórica e proposta perelmaniana, 522

Conclusões, 523

27 RONALD DWORKIN: A RAZOABILIDADE DA JUSTIÇA, 525 27.1 Dworkin em face do positivismo, 525

27.2 A atividade interpretativa: razões e desrazões da justiça, 528 27.3 Hermenêutica, razoabilidade e a coerência do Direito, 530

27.4 Argumentos de princípio e argumentos de política: hard cases e o desafio à aplicação do Direito, 534

Conclusões, 537

28 SEMIÓTICA JURÍDICA: SENTIDO E DISCURSO DO DIREITO, 538 28.1 A afirmação dos estudos sobre a linguagem jurídica, 538

28.2 Definição dos quadrantes da semi ótica jurídica, 539

MANOS, 475 28.3 Semiótica jurídica: saber crítico sobre o sentido jurídico, 545

Conclusões, 549

29 jÜRGEN HABERMAS: RAZÃO COMUNICATIVA E DIREITO, 551 29.1 A razão comunicativa habermasiana, 551

29.2 A proposta ético-procedural acerca do Direito, 554

;4

29.2.1 O direito em face da moral: diferenciando as esferas normativas, 556

29.2.2 O Direito e o mundo da vida, 560 RES,488

29.2.3 Direito e esfera pública, 561

(10)

xiv CURSO DE FILOSOFIA DO DIREITO' Bittar I Almeida

29.3 Por uma teoria pós-metafísica do Direito, 563 Conclusões, 564

30 AXEL HONNETH: JUSTIÇA, RECONHECIMENTO E LIBERDADE, 565

30.1 O Amor: primeira esfera de reconhecimento, 566

30.1.1 Um exemplo literário de maus-tratos como forma de desrespeito, 568

30.2 O Direito, 569

30.2.1 A pessoa moral ou o homem capaz, 571

30.2.1.1 Imputabilidade ou atribuição de responsabilidade a uma pessoa, 572

30.2.2 Sujeito de Direito, 572

30.2.2.1 Sujeito de Direito, autorrespeito e violência, 574 30.3 A estima social ou solidariedade, 576

30.3.1 Exemplo literário de desprezo e reconhecimento, 577 Conclusões, 579

PARTE 11 - TÓPICOS CONCEITUAIS, 581 31 DIREITO E TÉCNICA, 583

31.1 Direito, técnica e justiça, 583 31.2 Direito, técnica e consumo, 584 Conclusões, 586

32 DIREITO E MORAL: NORMAS JURÍDICAS E NORMAS MORAIS, 588

32.1 Regras morais e regras jurídicas: o circuito do dever-ser, 588 32.2 Moral e Direito face a face, 589

Conclusões, 593

33 DIREITO E JUSTIÇA, 594

33.1 Justiça: valor absoluto ou relativo?, 594 33.2 Justiça e finalidade do Direito, 596 Conclusões, 597

34 DIREITO E LIBERDADE: CONTRAPONTOS ENTRE PODER, NÃO PODER E DEVER, 599

34.1 Sentidos de liberdade, 599 34.2 A liberdade social, 601 Conclusões, 608

(11)

77

Sumário xv

35 DIREITO E DESENVOLVIMENTO: O HUMANO, O ECONÔMICO E A LIBERDADE, 609

35.1 Desenvolvimento como liberdade, 609

35.2 Direito, índice de desenvolvimento humano e segurança humana, 611

Conclusões, 613

DADE,565

ie desrespeito,

36 DIREITO E ÉTICA: O COMPORTAMENTO HUMANO EM QUESTÃO, 615

36.1 Diferenciando ética e moral, 615

lidade a uma 36.2 A dimensão do saber ético e a dimensão do saber jurídico, 617 36.3 A ética e o poder de escolha, 619

36.4 Ética e responsabilidade profissional, 620 l,574

Conclusões, 622

37 DIREITO, HISTÓRIA E VALOR, 624

37.1 O sentido da história e a teoria tridimensional do direito, 624

37.2 A teoria tridimensional do direito e a construção dos valores: direito e experiência, 626

37.3 Era nuclear e totalitarismo, 632 37.3 Valores: características principais, 634 37.4 Liberdade enquanto valoração, 636 37.5 Dignidade da pessoa humana, 637

37.6 Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), 638

Conclusões, 640

RAIS, 588

38 DIREITO, NORMA E SISTEMA, 642 38.1 A questão do sistema, 642 38.2 Norma jurídica. 643

38.3 Das várias espécies normativas, 645 38.4 Direito como sistema de normas. 645

38.5 Uma possível descrição do sistema jurídico, 648

Conclusões, 650

~,NÃO 39 DIREITO E LINGUAGEM: LINGUAGENS FORMAL E NATURAL NA

FORMAÇÃO DO DISCURSO JURÍDICO, 652 39.1 As práticas do discurso jurídico, 652

39.2 A violência simbólica das formas linguístico-jurídicas. 668

Conclusões, 670

(12)

xvi CURSO DE FILOSOFIA DO DIREITO' Bittar I Almeida

40 DIREITO E INTERPRETAÇÃO: A DISCUSSÃO SOBRE O SENTIDO DAS NORMAS JURÍDICAS, 671

Conclusões, 674

41 DIREITO E LÓGICA: RACIOCÍNIO RAZOÁVEL NO DIREITO, 677

41.1 Lógos e lógica, 677

41.2 Uma lógica propriamente jurídica, 678 Conclusões, 684

42 DIREITO E PODER: FORÇA, SANÇÃO, COERÇÃO E RELAÇÕES JURÍDICAS, 686

42.1 Investigando a experiência do poder ... , 686 42.2 Direito, normalização e poder, 689

42.3 A relação entre poder e direito, 691 Conclusões. 693

43 DIREITO E LEGITIMIDADE: PRÁTICAS JURÍDICAS E SEUS FUNDAMENTOS SOCIAIS E POLÍTICOS. 694

43.1 Política e neutralidade do jurista, 694 43.2 Legitimidade e desobediência civil, 695 43.3 Critérios para a aferição da legitimidade, 699 Conclusões, 703

44 DIREITO E NÃO VIOLÊNCIA: MINIMUM DOS POVOS, 704 44.1 O que é a não violência, 704

44.2 Kant: à paz perpétua - uma ordem internacional não violenta, 707

44.3 Direito Internacional dos Direitos Humanos (DIDH) como minimum dos povos, 715

44.4 Gênese da norma proibitiva de guerra, 716

44.5 Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 como Documento Matriz do Direito Internacional dos Direitos Humanos, 718

44.6 Histórico da proteção internacional dos direitos humanos, 727 44.7 Sistema global de proteção dos direitos humanos, 727

Conclusões, 741

45 DIREITO E COSMOPOLITISMO, 742 45.1 Paz e cosmopolitismo, 743

(13)

727

Sumário xvii

~NTIDO DAS 45.3 Ética, solidariedade global e cultura cosmopolita, 747

Conclusões, 758

46 DIREITO E PÓS-MODERNIDADE, 759 rO,677 46.1 Modernidade e pós-modernidade, 759

46.2 O momento pós-moderno, 761 46.3 O debate pós-moderno, 763

46.4 As mudanças no Direito: da modernidade àpós-modernidade, 764

Conclusões, 766

ÇÕES

47 DIREITO, ESTÉTICA E HUMANIZAÇÃO, 767

47.1 O exercício da sensibilidade e as faculdades humanas do pensar, do sentir e do intuir, 767

47.2 A reconstrução do mundo pela arte: o antipositivismo da resistência estética, 769

47.3 A estética e o poder da significação, 773 47.4 Estética, humanização e direito, 777 S

Conclusões, 779

48 DIREITO, DEMOCRACIA E PLURALISMO: POLÍTICA DEMOCRÁTICA, DIVERSIDADE E DIREITOS HUMANOS, 781

48.1 Estética, humanidade e diferença, 781 48.2 Estética, pluralismo e dissenso, 782

48.3 Diversidade, autoritarismo e direitos humanos, 785

48.4 Dignidade humana, democracia pluralista e direitos humanos, 789

Conclusões, 792

1,707

minimum dos

49 DIREITO, SENSIBILIDADE E AFETO, 793

49.1 Modernidade e racionalismo: para uma crítica da razão instrumental, 793 Documento 49.2 O lugar do afeto como lugar da razão: Éros, razão e biofilia, 796

\ 49.3 Razão e afeto, direito e justiça, 800

49.4 Cultura e educação em direitos humanos e para os direitos humanos: a ética do cuidado e a dignidade da pessoa humana, 809

Conclusões, 811

50 DIREITO, INTERNET E PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA, 813 50.1 A sociedade dígito-cêntrica e a crise da liberdade, 813

50.2 Ameaças na rede, segurança e o risco da impunidade virtual, 817

(14)

xviii CURSO DE FILOSOFIA DO DIREITO' Bittar I Almeida

50.3 Potencial político da Internet e a "democracia virtual", 820

50A A Internet, as manifestações de rua e o direito, 823

Conclusões, 825

Conclusões. 827

Referencias

Documento similar

27 Nas palavras de Paulo Henriques, “a ideia de incluir o direito de voto no âmbito da proibição da segunda parte do artigo 180.º, isto é, no leque dos direitos que o associado

A certeza, ou, ao menos, a forte perspectiva de uma tutela paternalista da jurisdição, mesmo em casos nos quais não se configure impossibilidade objetiva (para fins de afastamento

Palabras claves: Derecho a la vida, derecho a la salud, cooperación al suicidio, eutanasia, autonomía del paciente, ley de muerte digna, suicidio médicamente asistido.. La

Resumo: O presente trabalho, relacionado à linha temática da tecnologia 4.0 e os conflitos normativos, tem por finalidade apresentar, de um modo conciso e sistemático,

Assinala-se que o contexto de surgimento do MIEIB traz os marcos legais da CF/1988 que estabeleceu a creche e a pré-escola como direito da criança, dever do Estado e escolha

Esta dirección delegada tena asumido unha profesora do Departamento de Ciencia Política e da Administración da Universidade de Santiago de Compostela, que dirixe a implantación

32. Sobre o tema, alguns estudos se debruçaram no tratamento do dano corporal – para além das obras citadas nesta pesquisa, cfr. 2005: A Reparação do dano corporal na

Universidade de São Paulo has campi in eight cities of the state: Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto, São Carlos, Santos and São Paulo.. The town of Bauru has