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segundo Año de Estudios.
oooooooooooooooooooooooooooo Cátedra:TEORIA Y TECNICA DE LA L I T E R A T U R A
Catedrático: Dr. DANIEL MIR.
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Año Escolar:1952-53.
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JÌ L i t e r a t u e aü
GUADALUPE R. DS/I^S SANTOS.
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Monterrey,N.L., junio de
1953.-•• ~ . ' -i •i:"'-'"-; - • í
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INTRODUCCION.-En la selección de este tema he contado con la
bondadosa cooperación del señor catedrático.
En el fondo no hay originalidad alguna;
todo lo que asiento es algo que he tomado de
otros que, a su vez, ya lo habían tomado de otros.
El estilo -si lo hay - es
escueto,sinté-tico.
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Bi c O C' Oí J!
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M h f f t B i c í s r í e l 3 Y %s e v i / e a a o i í o
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I N D I C E
Introducción.
I.-Generalidades.
II.-Esencia:(de Estilo) 1.-En la etimología/ 2.-En Sentido lato. 3.-En la Literatura
III.-Clasificación del Estilo: 1.-Antigua.
2.-Formalista. 3.-Regional.
4.-Según el creador.
5.-Ornamental.
6.-Dimensional(por extensión) 7.-Potencial(según fuerza) 8.-Afectiva.
IV.-Otras Variedades (Posibilidades)del Estilo.
V.-Supuestos (Cualidades): 1.-E1 Buen Estilo (Virtudes) 2.-El Estilo Vicioso (Defectos)
VI.-El llamado "Gran Estilo".
VII.-Reglas para Cultivar y Mejorar el Egtilo.
VIII.-Conclusiones
APENDICES.
A.-Al Escritor.
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G E N E R A L I D A D ] ? S
l.-La idea debiera nacer ya vestida con el número adecuado de talla.
r^tura"*0^ ^ 6 1 V e s t i r 0 S o o m o e l estilo en la
lite-5.-El estilo es la cualidad que da carácter distintivo
y excelencia a la expresión. l v o
4.-Es independiente del pensamiento;es la modalidad de expresarlo dentro de una forma genérica.
5.-Las ideas solas forman el fondo del estilo (Les idees seules forment le fond du style) BUFFON
6.-Antes que estilo debe haber pensamiento,claridad de conocimiento,experiencia precisa,cordura ek el poder
ae razonar. *
7.-El idioma es peculair al temperamento del que lo
usa;es la fotografía mental del escritor.
U ^ ° Z á e m 0 3 ,C 0 n P l a u b e r t que para cada pensamiento precisión^" S°l a m 9 n t s U n a Pa l a^ a que. lo expresa con
9.-E1 problema del estilo se resuelve en una lucha entre la realidad y el arreglo de la e x p r ^ i ó n .
aStistlf d Q ^ d e f o r m a c l ó n d e l a realidad por el
la"ápoca]" 9 S t Í 1° l n f l u y e n l a s o b r a s 7 los autores de
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P l a u b e r t>l a ^ m a as la obra en sí-lo que ha ce la obra maestra es la superestructura d e ' L p r e s i ó n . 13.-21 pensamiento es la base del estilo.
li.-La fuente del estilo e3 la emoción creadora. 16.-La forma depende del guato de la época.
^ ¡ ^ ¡ e ^ u l ^ ^ e ^ i r l ^ c i !3 f°r m a 3 X el
^ : f ^l i t 9 r a?u r a hay pensamiento puro-el na n
Sarniento es el vehículo de la e m o c i ó n ^ lleva e ¡ el.
19.-Para mí, la precisión se logra a través de la m etáfora
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LA ESENCIA DEL ESTILO: l.-En la Etimología.
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d ^ t í n ! V°0 a b l° "e S t i l° " P r 0 0 8 d a ^ grieteo,a través
trumento para escribir. Punzón,aguja o ins
llamada^gri aga%' ta ñamo s S TYIQS* ^ ^ —
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las carulaadas o encaradas a°tiguos sobre tabli
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Í.-51 estilo es la expresíón del pensamiento. 2.-3s la manera, de presentar los pensamientos.útil i zando cualquier medio o forma. , U t l 1
3 -Hs el añadir a un pensamiento todas l-s
circunstan-c i a s propicircunstan-cias pera P,aducir todo el e f e c í o q í e S í c t o
pensamiento debe producir.-ST^IIAL (Henri Be e )
[L* 3 j 0 U t e r a u n e P^se'e donnee toutés
-, : ° f f C 8 S Propres a produire tout l'effet que aoit produire cette peneee.-STSHDHAL)
-El estilo es el hombre mismo (Le stvle c'e-t 1 «han
me meme iBUlVCU". ^
nom-Hota.-Flaubert encontró justa esta definición.
e5x " r e s i ón?X P r e S Í 6 n i n á i v i á u a l y individualidad de
6.-Es la técnica de le expresión.
7.-T3S la. manera particular que tiene el hombre de ver cosas,de p e n ^ r , d e sentir.-IM.UB3RT
l a e x p r e 8 i 6 n noéo particular de experiencia. In'^l TrfP d e j a d o estilo es una combinación del máxi-decir Pt rT *1 Í d a d Vo n 8 1 de impersona l i d i e s Cecir, ha ae concentrar 1-- emoción del escritor en la eopa. c r e a d a . - x M ^ « J.M.MÜRRY. r e n l a 10.-Es la manera propia ae c-da artista de expresar SU P e r E O n a h d la forma peculiar ae cadi l l o "
D.iuIH.
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I s S t e T í í i S i C Í de e j e c u t a 0 1?.-3h Ir. fisonomía del alma.-SCHOFEHHAÜ3R,
13.-Es el "mentis c^apcter" ^n -r—.*« j~cter en la frase renacentista
15.-E1 estilo ue un hombre es xa vo? de su mente -KMSESOH.
lo,-SI estilo es el gran sntislptico de la fa m a -J.R.L0W3LL.
^ ( c i f e í l l f o í t «1! 0 ^ ^ a T e n t?m ^ del « n i n o °itra ingegno non sí stende ). -PETRARCA.
19.-SI estilo es el vestido de los pensamientos. iORD CHESlEnFISLS.
20,-fe el vehículo del espiri tu.-..BEY SMITH.
-Ss lo que da valor y uso al pensamiento.-AME!.
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•3.- En la
Literatura.-UNIVERSIDAD DE HUEVÓ LÉCFÓ BIBLIOTECA UNIVERSITARIA
"MFOHsa R£Y¿S"
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j-i ft.;lWJli1.-S1 estilo literario es la manera peculiar de presenta
o expresar los pensamientos mediante la palabra.."
2.-La Gramática es insuficiente r-ra formar el estilo
-J.M.MUHRY.
3.-Precisa distinguir la forna,(el vestido) del
esti-lo (la moda)
' .-El eF tilo en la Literatura es el sello que imprime el autor( escritor) en su obra.- D.MIB.
T.-Ee el modo de expresar el pensamiento mediante
-nal i d a d6 r l d l ^ ^ e sPe c i a l^ t e para traducir la P
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-1 -1 -1.-Clasificación del Estilo.
ÔNIVERÇfOAO DE NUEVO Ü U
B I B L I C I - A M M M M
" A L F O H I O R L Y £ S "
oi^es'de e - H l V ' ' f r S G 6 B u^0 n' tendremos tantas exietido y e x is t ' n ° ° °S C r l t 0 r e s 0 0 n « " « l o hay, „
-d é ' v is t a ° e s p e c i a l ^1 °n 3 6 b S'3 8 e n " ™ P - t o
3.-He aquí ocho clasificaciones muy conocidas;
Aj-La clasificación antigua atiende a la m-yor o menor mÍBmosfU n ^ " » ^ « . « l r t i b l e derroche da loe
-a-estilo austero,
b- " medio,
c- " florido.
swrass
v s s *
a-grave, b-raediano.
c-sencillo. (sumiso)
C.-La regional toma como punto de vi^fq p!
-se origina el estilo: l a g a r a o n ü e
. .Lfl Tn^f • ? n? t"n Protensinso como el ori-nt-O
' Ü ^ Í ^ S a ' 1 ^ , 0 — «
a-pindarico, b-aemostino. c-virgiliano. ¿-hora ciano. e-cervantino, f-herreriano. ^-ciceroniano, h-danterco.
K ó n ™ ^ ? 1 ^ 6 Adorno, el or„:to,l, pro'u-a-árido»claro, exacto, sin adorno?
^ l i m p i o «moderadamente adornado, discreto
CT o r f s f oe i e S T , l e n d í d '"lente atrevido,
pin-''iU^l^ZiZ
? e c e f ^ S f m e n t e f C o nesterilidad) defectuoso,por su posible
e x t e í s r ó f d ^ f a ^ o T0 « T i . i S n la.
a-ooncisospresenta eí c l« i d a d > i n o r e s ^ i e n e p r c c l i v ? HÍ e ní0 e 8 e n e i^ . s i n
por-rudeza ProclividaA a la oscuridad y a la " I d e ^ í ^ a í e s ^ ^ olvi.iento de las
para que no h-ya í u ^U* ^ ^ ' í 6 todo, m o n ó t o n o
r ^ í i ^ t r - ^
i i e s s r *"s enérgico^nervioso) -h-y Í V ™ Y'
b-úébii»hay energía^ l m g e n e S ^ . r e l i e v e s .
-La afectiva gira, en torno de cierto« « f W f „
y c o n
b" d i S c t i ^ Ie' 8 i n *ro io de las obra e-Patético,hay entusiasmo y vivez, en los sentimien
"en ^ r i c , ^ ti.nde a 1, é p o c, o si,lo
a-medieval. ' l i 0*
1 -renacentista .
c-clasico.
¿-del Sicri o de O o " • H - |
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He aquí unr lista alfabé'icr de las posibilidad s del estilo, non ^l.^nas -notaciones de escritores que
1"s han cultivado.
Absoluto. Artificial ÍGh. Lamb) Abstracto (Pascal) # ' Austero
Afectado. " '
Ambiguo,
A r i d o.
A m ó n i c o (Shakespeare ;Ed. Garnett)
BrillanteJMontaigne) Bello (Henri Poincaré) C ^ t o Claro (Cervantes). Colorido Concentraco (Stendhal). Culto.
Deslumbrador (Henri Poincsr!)
' Dinámico.
Económico. Elegante. Emotivo (Berkelev)
^ergico Esplendente (Mi. ton) ~ 3 i'
S i r s e n t e * ! ^ * * -tof sucinto) :no puede supri-mirte nada de lo escrito sin alterar el s-ntido
Exuberante.- Exquisito (Berkeley). '
P ^1? -" Fluido ("fácil) (Castiglione)
Griego(abs olut o, imPe rs ona 1, subíime ) gracioso (Ke^ts)
Hueco..
I t t t * - ' Límpido.- Llano.
-Ketaforic o (Shakespeare) Natural.- Uo afectado
-sentimentalmente) ( Chaucer;Tolst oi ).
Ornamental (europeo),
ierfectoicuanclo pl +
í | SU emoción - l 0 g r a o o m u n i c a r exactamente
latltico.- Pintoresco. - Preciso.-iíítffiico (Shakespeare)
Lecin?o( e°st;lcto)®Ío^ued, ^ t e n d h n ) . -£ i s Wt i c o . Sencillo.- P U e d C n?da sin deformar SÓMdo (impersonal) «económico, preciso, d silgado del q ,, . ? u "C o r.
Sublime.- Suculento ¡demasiadas perífrasis.
Tedioso.- Templado.- Ter«n T M ^ n (n- ' \
• -Lerso.- ileso (Cicerón).
Liüiiiu . aw 1
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SUPUESTOS DEL ESTILO.
.-Virtudes.
UNIVERSIDAD DE HUEVO LEOR B I 3 L ¡ 0:; / P O T A R I A
"ALFOHSü k,Y¿S"
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I,-Üntre la r condic5 ones del estilo aceptable, positivo,
bueno, es coman^menci on-r. 1? s siguientessclaridád,unidad, variedad,armoní-,naturalidad, esmero, sobriedad, o
ortuni-dad,elegancia,ne rvi o„
5.-31 buen estilo supone un arreglo claro (lucidus
or-do). -HOEACIC.
3.-Igualmente ride el. latino la frase redondeada (ore rotundo)
4,-31 estilo aceptable no tiene leyes fijas,(Oratio
cer-tain r gulam non habet;consuetud© illam civitatis versat)
puefc cambia con el uso .
-S3UECA.-5,-Hay que emplear la p-labra. debida en el lugar
debi-
do.-SVIPT.-6.-Si tienes duda sobre el epíteto, suprímelo.
I . M 4 E K T Y . A I H .
-7.-La^claridad adorna los pensamientos rrofundos (La
ciarte orne les pensées prof ondee) .-VAUVEMHGTJES.
8,-Todos los estilos son buenos, menos los de la "cla-se tediosa.-VGlTj I E S ,
-.-La. cualidad fundamental es. la oportunid d, o sea la
íntima relación con e"> a sunt o. - J . M . K I J R R Y .
10.-11 buen estilo adapta, el idioma al aruntotla
pala-bra, a la emoci on c
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UNIVERSIDAD DE NUEVO LEO«
BIBUOÏLVA l^'iyFRITARIA
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o «1.-31 mal estilo es el que necesita interpretación.
e i i s t S t eC &H , ° rd° 6 1 e E t i l° inapreciable -no defectuoso. T e c e- n o ñ e distingue del tipo
3.-No es buen idioma aquel que no todos entienden.
• W i n la cátedra hemos anotado e s t o s ^ S o s ' c o m ó s,
puestos ael mal estilo -estilo negativo, e f
entredi-cho, oscuridad, diversidad,monotonía, c a l o f o n í f yfolen-¡ !' í " í ín "' noportunidad, vulgarldad,desmlyo.
•CULTIVO Y M3JORAMTCIITO DEL ESTILO, -H e a; 1 a s
UNIVERSIDAD Di HUEVO LEO*
BIBLIOTECA Ufs'IVfRSITARÍA '"ALFONSO YES"
1.-Vosotros que escribís,escoced ur tema adecuado a vuestras fuerzas (Sumite mnteriam v e s t n s cui scribitis ae quam vi ri "bu s ). -H ORA.C IO. q scribiois
-d? e a ^ f c i r aumenta escribiendo (Grescit scnbendo scribendi studium) 3RASH0
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--Escribiendo,aprendes a escribir.
¿ ,T ^ übqpresi 'n L-t. cit. por s] JGHííSCW
6 - ,o hay aue olvid-r que el l^ondo es antes que la for-ma. y antes que el estilo.
7.-Mientras más escribe un hombre, más podrá escribir. 0 . V. HAZLITT.
.-Bjsouemos, a nt e todo , la expresión mas natural, clara y precisa. " ' '
c Í M r ^ ^ i r ^ tendremos qué borrar, si queremos es-cribir caigo digno de leerse dos veces. -HORA.CIO.
10.-El mucho pulimento debilita la obra en vez ae mejorarla (Nimi cura deterit nagis quam eSendat)
;
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-1.-41 estilo es el modo peculiar que cada uno tiene pa -ra expresar la belleza,a través de su T>ropia n e r s o n a U
-dad^y mediante un bien cultural cualquiera.
2.-El estilo en la literatura es el modo peculiar que -cada escritor tiene para manifestar o expresar la belle-za por medio' de la palabra,utilizando como bien cultu-ral _ la ob ra 1 i t e ra ri a.
3.-3s indispensable distinguir la forma (el vestido,
la palabra) del estilo (la moda, el arreglo especial, la combinación)
4 m u c l 1 ? clases y variedades de estilo,y cada una
ae ellas^atiende a un punto de vista especial, - una
característica determinad-, con exclusión de otras
5.-ta ra mi, los supuestos esenciales del estilo virtuo-so (el estilo en oposición a la no existencia de él) son dos jsencillez y rrecisi 6n;los subordinados, t - m M e n
aoe; oportunidad y ritmo.
6.-Para llegar a poseer un estilo, o mejorarlo si ya se
tiene, es preciso leer orient damente,meditar, practicar
1.-El hecho de escribir no es literatura,a menos que su ministre placer al leetor.-Importa no sólo lo que'se di garsino la manera de decirlo.
S.A.Brooke.
2.-Hay qué dar al lector el mayor conocimiento,tomán-dole el menor tiempo.
G.C.Golton.
3.-Todo escribir procede de la gracia de Cios. Emerson.
4.-Nadie puede escribir nada si no piensa que lo que es cribe es la historia del mundo.
Emerson.
5.-El arte de la pluma consiste en suscitar la visión interna.
George Meredith.
6.-Con la pluma y el lápiz se aprende a decir que no
-con habilidad.-William Allingham.
7.-Hay pocos libros buenos,porque entre los que se de-dican a escribir la mayoría no sabe nada.-Bagehot.
8.-Cuando quiero leer un libro,lo escribo.-B.Disraelli.
9.-El que ama las letras,ama también el poder.-Emerson,
10.-Lo que escribí, lo escribí (Quod scripsi, scripsi ) Pilato, en el Nuevo Te stamento.
UNIVERSIDAD Di m m LEOi
B I B L I O T E C A üwvasru*.
11.-Repentinamente un hombre toma la pluma y el papel y decide escribir;no tiene talento para escribir", pero necesita 50 guineas.- La Bruyere.
12.-Antes del deseo de crear la belleza está al de o-a
-nar dinero;después,el de hacer ruido.-H.L.Mencken. °
13.-La dedicatoria es la pierna de palo.-Young.
14.-El que escribe para sí mismo, escribe para un oúbli-co eterno.-Em6rson.
15.-Los viles o indecentes no son los temas,sino los escritores . - J. C-. Nathan.
16.-Mira tu corazón y escribe.-Longfellow.
17.-El escritor más diestro es primeramente jardinero (selecciona pensamientos) y después cocinero(ios sui-'
sa).-J. CS y A.W. Piare. b
18.-Aprende a escribir bien o pprende a no escribir na
da.-John Dryden §r John Sheffield.
19.-Cuidémonos de escribir demasiado bien:es la peor manera de escribir.-Anatole Prance.
20.-SI Conocimiento es la base y la fuente del buen escribir (Scribendi recte sapere est et principium et ions).-Horacio.
21.Algunos hombres tienen el mérito de escribir M a n
-otDos, el de no escribir mada absolutamente .-La Bruyere'
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23.-Hay dos tipos de escritpres geniales:los que piensan
y los q u e h a c e n p e n s a r. - R o u x . P i e n s a n
24.-Ah,si yo poseyera el arte de escribir con facilidad
que debe ser el de leer con facilidad.-Byron. I a c i l l d a d'
^ T ^r l b Q S l n e s f u e r z o> S ^ e r a l m e n t e se lee sin placer.-S.Johnson.
26.-Lo fácil raras veces es excelente.-S.Johnson.
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.-Agustín,San:eScrit. relig. latino (354-430). 2.-AllIngha^,WilUam:po9ta inglés (1824-1889).
-Ami el, Enri que Federico:filós. y c M t . s u l z o { 1 8 2 8_8 1 )
4.-Bagehot,Walter:eoonoin. y period.ing(1842-19l4)
5.-Berkeley,George: prel.y filos, ing. (1685-1753)
6.-Beyla,Kaiie Henrirnov. fr.(1783-1842)
BHOOKE,Stoppford Augustus:lit. ing.(1832-1916)
B.-BTJFFOH,Goerge Louis Leolero de:nat.y f i l0 3. fr. <1 7 0 7_ U B Y R O N (Lord) George Gordon:Poet.ing. (1788-1824) 10.-Castiglione,Baltazar,Conde de:lit. y p o e t. l t a l
U• -CERVANTSS Saavedra,Migue 1 de:nov. y
(1547-1616)
12.-CICERON,Marco Tulio;P11os.,estad, y orad, lat COLTON,Char 1 ea Caleb:escrit. e p í g r a " ^ . f i ^ f 'J 14.-C0RKIPlci0,Quinto:poet.lat (50 A. de J.c.) 1 8 3 8 )
5.-Chaucer, Geoffrey: poe t. ing. (1340-1400)
6.-Chesterfield (Lord)Philip D o o m e r s t a n h o p 0.
Il.-Dem6stenes :orador gr.(385-322 A.de J.C.)
18.-DISRAELI,Benjamin :estad. y lit. ing (1804-1881)
19.-DRYDEIT, John;poet. y dramat. ing. ( 1631-1700)
20.-EMERSON,Ralph Waldo :filos.,ensay.y poet. n.am.
21.-EPICTET0:filoa. gr.(estoico) ( q u i z í ^ t o ^ e O - ^ O *
22.-ERASM0, C-erard Didier : l i t e r a t f i l o s .y compilador ho land. (1465-1536)
23.-FENELON,Francois de Sallgnac de la Mothe : ascrit romant. fr. (1651-1715')
24.-FLAUBERT,Gustav:lit. y nov. fr.(1821-1880)
25.-FRANCE,Anatole (paeud.de Jacques Anatole Thibault)-nov.,dramat. y poat fr.(1844-1924)
26.-GALERIO.(Emperador) Gayo
Valerio/Maximiliano-27. - GIBBO N, Edward : hi s tor i a d d i n g. (*1737-1794
28.-GOURMONT,Rémy de : cri t., ensay. y nov. fr( 1858-1915)
29.-GRANADA,Fray Luis de ¡sabio dominico asp(1504-1588)
30.-HARE,J.C. y A.W.; clérigos ing. del siglo XIX .
31.-HAZLITT,Wi111am:cri t. y ensay. ing.(1778-1830)
32.-HERBERT,Georges:teól. y poet. ing.(1593-1633)
33.-HORACIO¡Quinto Horacio Flaco:el primero de los poestas latinos (65-8 A. de J 0 )
ff
35.-JOHNSON,Samuel:lexicograf, y poet. ing.(1709-1784)
36. - JO VELLANO S,Gas par Malchor de : jurisc., poet. y 9 C On .
37.-KEATS, John:poet. i n g . ( 1 7 9 5 - 1 8 2 1 ? ' '1 7 4 4 - 1 8 1 0>
38.-La BRUYERA, Jean de :escrit. y moralist. fr.
39 ,-LAMB, Charles : ensay. y -poet. ing. (177 t i sf 4 ì
40.-LIVIO,Tito.-histriad. rom.(59. A. de J.C.-17 desp.
41.-LOCKE,John:Pilos. ing. (1632-1704) ^ J - G')
42.-LONGFELLOW,Henry Wadsworth:Poet. y lit. n.am.:
43.-LOPEZ DE AYALA , Fedro : nd li t. e h i , t f
44.-LOWELL,James Russell: Poet. y crft. n.am.:
45.-MILTON,John:peet. ep. ing.{1608-1674) ( 1 8 a 9"1 8 9 1>
46.-MENCKEN,Henry Luois: period. y satir. n.am.
(188o-"?)
47.-MEREDITH,George:nov, y poet. ing.(1828-1909)
48.-MONTAIGNE,Michel Eyquem de sfilos. y ensay.fr.
49.-NATHAN,George Jean:ensay. y crit. H i l l . . )
50.-OVIDIO: Publio Ovidio Naso:poet. romant. lat.
(43.A.C.-18 D.J.C.)
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51.-PASCAL,Blaise:Mat.,fís. y moralist, fr.(1623-1662). 52.-PETRARCA,Francesco:poet. i tal.(1304-1374)
53.-PQINCARÉ ,Henri:mat. fr.(1854-1912)
54.--QUINTILIANO,Marco Pabioiret. rom.(35-95)
55.-R0TJX, Joseph: sacerd.y epigramat. fr.(1834-1886&)
56.-Schopenhauer,Arthur:filos.pes.alem.(1788-1860)
57.-SENECA,Lucio Anneo:filos.,estad.,morañist. y dramt.
rom.(5-65)
58.-SHAHESPEARE,William:poet, y dramat.ing.(1564-1619)
59.-Sheffield,John:cortesano,sold.y ensay.ing. (1648-1721)°
60.-SMIfH,Alexander:poet. escocés (1830-1867)
61.-Smifeh,Sidney:cler. y ensay. img.(1771-1845)
63.-STENDHAL,(véase Beyle,Henri)
63.-STEVENSON,Robert Louis:poet.,nov. y ensay. ing. 64.-SWIFT,Jonathan:teól.,satir. , íit¡rat!}ing.
(1667-65.-TOLSTOI, (Conde) León Nicolaevich:nov. y reforilídor L social ruso (1828-1910)
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