• No se han encontrado resultados

La política del feminismo en Chile

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2020

Share "La política del feminismo en Chile"

Copied!
28
0
0

Texto completo

(1)LA PO LI TI CA DEL FEMI NISMO EN CHI LE'". FACULTAD LATINOAMERICANA DE CIENCIAS SOCIALES.

(2) OOCUH:ENTO DE TRABAJO. PROGRAMA rLACSQ- SANTIAGO DE CH I LE NUME RO 183, J uni o 1983.. LA. POLITI CA DEL ftMIN I 5HO EN. CHI LEJul ieta Ki rkwood. --,. , - 'Es t e documento cor respo nde a l t exto de ,un ar ti c u l o s o l i c i tado po r e l Internatfon al So cia l 5ci e hce J o ur na l ! Pa rts .. 1983 ..

(3) [sta Serie de Documentos ea ed itada por el Programa de la facultad Latinoa~er icana de Ciencias Soc i a l es ( f LACSO) , e n Sa n t i a go de Chi le. Las op i niones que e n 108 do cume nto s se present an , &st c omo los anál i s i s e int erpretacione s 9ue en. ell o s se contienen , son de -la r e spoq~~bilidad e x clu6~ va de s úa 4utore s , y no r e f l e j a nece sariament~ 108 Dun \OB de vi sta de la-fa c ulta d.. .. -~.... ,. '1.

(4) R E S U ME N. Ref l e xi ón en torno a una idea : Cómo s e ha elaborado his tór i c ament e y cómo es posible ha c er hoy una po l í t i ca fe mi ni s t a e n Chile , considerando de que el mov imi ent o de la liberación de l a mujer se ha encontrado tironeado por dos e xi gencia s ló gica s aparentemente contradictorias: "d ominación de cla s e s" y "domi na c i ón pa t r i ar ca l " . La experienc ia concreta muestra e l predomi nio de l enfoque "cl asista " , que aunque acarr e a al gu no s efectos po s i t ivo s , termina ve l a ndo d ime n s i ones de primera importanc ia . El movimi e nt o f eminist a a c tua l , apen as emer gente, no ha teni do tiempo de "teoriza r " en e l sen t ido de dar co herencia a los pr i ncipios y proble mas expuestos po r las muj e r es e n su acti vi da d pr á ct ica, e s pecia lmente en l o s sectores pop ul are s . Frent e a l o s prob l e mas qu e pl an tea el autoritari s mo y los a gudi zado s ni vele s d e pob rez a, e l proyecto popular alte r na t i vo "atribuye" una fo rm a de hac er po l ítica a la s muj er es popu l a res , que desco noc e l a s carencias, necesida de s, r ei vindi ca c i one s y sentido que l a s mí s n.z s jll ~~ -::. ~.,~ .í mpr i me n a su acción ..

(5) La po l l t i=a. ~c. ,_o,. .n -·. ~'~ e n " ~.n ~ ~" , -~~ ~ a=~. del femi nismo .. Tampoco l o s problemas POlíti cos derivado s de l a incor_ por ación formal y conc reta de l a s Mujeres a l mundo ciudada _ n~ _con .la cons~c~~~te r ~p t ura del espacio interior domés ti -. co 1 pr1 vado - ha n sl do d1me nsiones · co nt e n i ca~ n' eVl' d entes .~ . en la políti ca . t o mada e sta en su expresi6n cientí fica o ideológica. ;>. ... As!: pa ra la J:ldyor la de l os' análi si s co nce r nie nt es a l os proble mas y obs t á culos a 1~ in cor~ ora c ión po l ~ t ic a de las ma s ~ $ excluidas e n Chi le~ l a ~me rgcnc ia de la t e ~t i c a. y del movimiento f e ~ ni s t~ su~ le s e r v is t a co~ i rre levan te y/o ajena a la s trem,endas ur gencias cor.C re ~ a5 de nues! ra 50cie da d sometida ~ l aut o r i tar i s~~ ~~litar .. Este enfoq ue p4; ecier a i gno ra ~ Gue la co~c i e n~ia femini sta de< hoy t i en e o r ígenes y ~ i bn i fi = a c ~ on e s soci ales. cu l t u• rale s e -hist6ri ca s . aá s pro : un d~ s . ~ r~aig ajas . y De n~s evi ~ dente s a una mirada de sde la o r~cdoxi 3 c ien ~ lfica o pol í t i ca . ccns ecuenreee ..... ,., .. :.!":...... c-e se -Ls-r-j ce, ~. '-~ el sur-g mi entc mis mo de las ~ s t ~ra s rol ítica s fe~~ n i s tl s , en l a cas i t otalidad de las s o cie ~a de s con t e~poráneas . roa cont ri~ ~ ido a plant ear la po si bili dad de nueva s fo rr.~ s ~rga n i za c i ona l es y nuevos contenido s sociale s - má s ~ ro ~ re si st 3 s y avanzados- al í. í. quehacer po l í t i co gl oba l . Esta po sibili dad r a di carí a en ~ l ~ e n ~ id o c ues t ionador . de : " ar r i ba - a ba j o " de l a e s t ruct ura s oci al y l os val or es que L a sus : _, t e n ta n , que. . '" f l' O d e c uen ras ,'... ..,cn-.' f'.. c.ar i ...- ·~. ' evar " '" 1-. las dimeo$ ion~ ~ de l pod er pa t r i arca l i nhe rent es a la divi s i ón ,. ,.

(6) - 2 -. de l o. "géne ros " se xuales. 11. En cier t os ~oentos . especialmente e n l os comienzos , el ca rácter e ue s r i cna dc r- del feminisllO hi s 't.5rico po s e e con no t a cio ne~ profunda=ente €ticas . no may~ r~nte e laboradas . ~ poco andar . y con el desarrollo mis de su praxi s - e n tant o. .cvimient o soci al que demanda l a incorporación civil y polít i ca ~ la marginalidad de las mujeres- s e i rán s uc edi e ndo de hecho , presiones creciente s s obre la cult~ . l a educa ción , e l sis teQa j urídico formal . el sis tema l e gi s l at i vo Y.. sobre el sistema ; conóm..ico , es pecialmante en el área del tra bajo remune rado . Bastante mAs d ~bilme n te . y cen disti n t o signo aparece r án las de~~ndas por incorporación ac tiva y efecti va de l a s mujere s en e l á mb i t o de la pol íti ca . Esta no pre sencia - o presencia t a rdía . co nt e ni da - y s u significado : la "p a s i v.i da d.. de l a muj er f rent e a la po lí t ica . no ha n mo t iva d~ una ~yo r ~ reocupa c i ó n por e l t ema al cual . s o steni~nte. se as igna escasa rele vancia cultural . Los anál i si s más progresis t~s . ab ie r~os a l a d uda . q ue e l vocab lo " mujer" ha n op t a do po r de s cri bi r =inuci o s~ente las condic iones ocje t ivas , econ6mi c o-sociale s que s e c ompa r t I a ~ r i gual por hombres y ~uj eres en l a soci e dad so_tida , de te r-ai nando , desde al l í . que la s "'du ras c ondiciones de exi st enci a" bas ta r ían ~ ra una " tOI!lCl. de conc i e nc i a " han. incor~rado. 11 Se usa aquí el c once pto ..g&ne ro" e n tanto. t~t'r.lino cultura l que alude a l a clasificaci6n "e nt re "mascul ino" y "fenc n no '' y 4 ~os ro les este re ~ti p ad o s q ue se a s i gna s oc ialmente a c~ d" uno de e llos . Ver Ann Oa kley " La mujer discriminada Bl o l oGIa y Soc i e da d" . Ed . Debat e. Tri buna femi nista Mad;id í. 1 9 71 .. •. •.

(7) - J -. pOlítica ge n e ra l i z.ada Qe l os v i rt ud e s "c i udada no. " a i n dis-. tinci6n de se xo ; afi rmando que esta c onduc~a s e exprea~ r la tarde o teQprano en una opc i 6n alter nativa por el s ocialismo o ' pro fund i z.a c i 6 n· d ~c ra t ic a . s i n embargo , l os escasos análisi s elect orales reali~­ dos s ue len most rar una fuert e tendenc ia fe~~nina naci A e l "cons e r va nt i smo" ideo16 gi co . testifi cando que , en términos ma si vos , l a s o u jeres rechazan , o so n hos t i les a l a emancipaoi 6n soc ia l y colectiva . Y. co n sorpr enj ent e virulenci a , a l a emanc i pac i 6 n fe menina .' ne s p ect c de Las mujeres . t o do ~ . l o e de t o s proporcionan idénti ca e videncia. t error al cdl'lt<io o.. ,. Las ex pl i caci one s q ue ha n co nsi de rado l a "cues . tión f emen i na " como pro long;ació n o ha r-e nc í a de la c l ase de I padr-e o de l mar i do , a dvi ert e n pr ont o .8u error ; hay s i gni fi cativa mente; una ' na - cor r e spondenc i a e n l as a ~ ti tu des y mv t ivacione s Po l í tica9 ~fe~enina s y maSculi nas . p~~ e je mp l o . a una e levada proporción de tra b a j a d~re s - d ~ l ~ c l ase , t r abaj ador al a propia mujer "s e l e es capa" de l ee e pc r-t aní.enre poH t i co "a de c ua do " atr1. b u~• b l e a s u c lase po ,l tl. c a -21 • Los " obst! cu l o"'''. 3.. 1.1. N rtici?~ci6n rc H tic a ¿e la. muj er en Ch ile . ' ¡. Ya t e a , entonc e s , pa r a i ncon forr.~daG y/o re sponsabil i d ad de l proyec t o popular al t ernati va . l a no :-el evanci a . cuando "no 'l a ambiruedad ot or gad a a la inseI'C i6n pol h ica de l a. l'. 'i:s t'a s i't ua ciSn tue r e conoci da e n Chil e . por Sal~ad~~e~~ ~~­ r 1a de con motivo de l a últi ma e le cc i6n par lament l da en e l per í odo de l a Unidad popul ar (1 973)..

(8) _ 4 -. -o a. s u ritua li za c i 6n e lec t or a l- s u~ l e n ge ner a r . pe rs i s tent e~ent e~ di sefi os pol ítico s qu e acarrea n e f ec tos cont rar i os a l a a l t er nativa" de l ca mb io democrá tico . Ta l co s a ha s uc e di do e n l os caso s de la movilización po l í t ica . r ea cc ionar i a de mu je r. l a s mujeres no 56 10 en Chi le tvcec e r ca e s" ) , s i no también en. Argent i na y Br a3 i l en momentos pre vio s - y co nt r i buye ndo al a dvenimiento de s us re gíme ne s a~ t o ri ta ri os . Esta i nse r ció n c onservadora o reac c i on aria y s u anver s o: l a pa si vida d , abul i a y des i nterés por -una mi l i tanc i a act i va , int egrada, de l a s gr a ndes mayo r ías f eme ni nas en e l proc eso democrátic o , f u e s i empr e explicada por l a via de l o s "o b s t á c u-. l os " que s e ope ne n o que i nhiben l a i n corporac ión po l í t i ca de l a s !D.u j e res .. Dichos obs tácul os a pa r ecen . más que a me nudo . e nr a i za dos e n -ar gumentos natura l í sta s- bi o1 6rico s que t er minan rea firman do la exis tenci a sepa r ada de dos ámbi t o s eXF¿r ie nc i a l e s : l o pÚb li co y l o privado ; donde " l o pr -ívecc '' e s vis t o como un domini o e fe ctivo . i r r e duc ti ble y c onfus o de l a afectividad , l a co t i di ane idad 'y l a i ndi vi dua lida d . Que--e s t e dominio.- pr esen te.. una _s erll;;ilo;i.Udac!' e?=t r ema a l o s predi camento s de l orde n ccnservador . no pa r e ce a l os 'anali s tas s er de f i ni t or io en el t ema de l os obs t dc ulo s a la par tici pa ci6n pol i t ica f~me ~i na . HA s a llá de l a s a t isfacc i6n o e l r ep ud i o . l a s i de olo gia s de i zquier da . centro o derecha , in s t i t uy ~ n a l a muj e r e n e l ámbi t o de l o pr-Lvado domés tico ; s i n rel e var s e . hace r c ues t í én ,.

(9) -,ni de l a _" i~Si ~d " ,~f~ Jos _ ~r" í. nw....¡;;rogr~iatas. e n c ua nt o a l a co ndici6n de l a llIuje r . ni ce la not a b l e "expre s 1 v i dde " Id e-:-l a s ideol o gi!ls de de recha pa ra l hacer c auda l d e la ' or f a n d a d Pol hica 'f e me"o i na . Desd~' arribas pe r s p'ec ti va s l _paradoj:,llmtlnt e - e L pro blel:lil -if bnenino ~ e r e duc i r á a Ú , disputa por l a c on di c i ón de 'a da li d de-'la de fens a de "l a farrl Úa " _ l~ase' fami lie. popular o famili a ~. eec eev- dej a ndo ' i ntoca"tlas y / o sacralizadas , l ~s re de s inte riere s je r~ rqu iCas y ~i sc;~ pl i na r i a s q ue l a conforman hi s t6ri camente. T~poco e s cues tionada~ e n c o nsecu enc i a , t oda l a re~roducci6n' d~1~ ord~n a t ravés ' de la ~o c i~ lizaei ó n i n f ant i l que s e r ealizá , l ;reci sam~nte'. e n l a fari':ili a .. Pa re ci era que l o qu e e stá en disput a en el tra s f ondo , e s la i done i da d co~ que cada i de ologí a ofrece caute l ar ese núc leo d e ve í cee s.__.del or den "que es - en nue s tro se ntido- la familia . __ De e st e modo , - par a l a s -conce pc i one s. ideo 16gi~as. or todo xas , e l ' prob l e ma 'que ' s e pl an tea , no es el de l a búsqueda de s i gn i f ica dos a i rqué - es , 'J cémo es , "nacer- pol ! t i ca " des :' de l a s muj er e s; por e l contrari o . cuando se pie nsa en "osbe t écutc s" , s e piens a en es t r-a t e g í a s Y en t ác t i ca s : se piensa en qu é hacer pa r a a carrea r -aunque sea esporád i camente y por i nvoca eione s simb61i eas- , la -l a s mayor !as femeni nas hacia , ~ . para , l a po l i ~ica de s us r e s pec t i vos proy ec t os . "Obst!cul OS· , s er ! t odo aq~e l lo que impi de -que es to sea así.. , .. ,,.

(10) - 6 •. Q u ~ s i gn ifica "h.lce r. po lí t i c a " d esde las mujeres?. Para nuestra perspe~tiva fem i nista , l o f undamen t a l en el tema de l a r e lac i ón rnujer-po l ltica . no está e n que s e l o gre consigna r l a cu antía , natural e za y pe rsiste nc i a de l os ob s t áculos a l a participaci6n de l a muj er en l a po l í t ica , puesto que es a pe squisa dirá poco o nada sobre l a di me ns ión pol í t ica propia de ·la muj er en cuanto t~ l . En ~fec to l no se trat a entonces de es t ablec er qué o c uá nt o l es f~ l ta ~ las muj e r e s para i ncorporarse , en l a f orma y en e l fondo , a una ~o l í t i c a que ya está en mar cha y pr ede t e r -. minada .. ,. El problema .. .. e s . más bien . pr e gun tar se ,qué significa e l "necee poUtica " de,.las muj e re s . pero . a pa r t i r de la pro pia eKper iencia y de l a co ns t a t aci ón de l as propi a s carenciap . ~. Luego de definido e se qué hacer . podr í a. pe nsarse en establ~cer cuáles son l os obs t á c ul os -s ubj e t i vo s y ob j e t i vo~ que se opone~prime ro . a ~ u fo rmu l ac ~6 n po l ítica misma . y luego . a s u po steri or r e a l i z a~ i 6 n. Má s c lar amente: no se trat aría tan sólo de pr eg un t a rse cómo ~e i ncorporan - o no- se inc orpor an - la s mujere s a l a po ~í t i ca •. ví a la ~on d ucta .e le c tora l efe cti va; c6mo ' s e inse r t a n y cuánto en or ga ni zaciones comunal e s o soc iet a l e s ¡ en parti~ dos po l íticos ; cómo luchan - o se abst i e nen de ha ce r l o _ en l a s s i t uaciones de poder . et c • . • si no que . la cues t ión e s . f unda ment almente . apuntar a cuá l e s l a dim en sión po l í t ica que le.

(11) -. 7 _. cor Nu¡po nde a la nat ural e za de l a ~x accié n . o a prop i aci6n, o alie na e i 6n de q ue la rauje r . c c~ t al , ha s i do objeto e n l a. sociedad . f rent e a e s ta di~ensi6n ~at r t a Ce detect ar se si e l l a se expre sa o no; qué e s l o qUe i=pide su expr esión ; c6ao se con cret iza e n "fue r za " ; cómo . una ve z co ns t itu i ~a en expres i ón pol ítica plant ea "con c i l i a c i one s , est ablece al ian zas . C6mo fo rmu la l a s upe r ación de su con dición a lienada (utopí a) Y. f i na l mente c6mo s e ac t ual i za, se planta en el Hoy , y •• vi ncula al proy ecto global . Brevement e . pa r a l os efe ct os 'de es ta presentaci ón ente nde r emo s por " queha c er " po lít i co . a l pl a nte amie nto y orga.ni za-. c ión de l a prose c ución de l fin o estadio , que pE rmita la plena ~al.i, z &<: i 6n de l ente que s ~_ ~p_l~E.t ~.~ su pr-op a vi rtual idad . í. Co n c re t ame n ~e . ~ odo. individuo humano aún el má& alienado y e xpropiado co n t ienA ~na 'i dea . un~ vi r tualidad de s u s er humano en p le ni tud. La reali za ci 6n -el pl ant eo y la búsq ue da- de esa vi rtual~ d ad es su hac er - pol í t ico . par a . desde allí . ~pre nd er l a vi r t ual i da d h ~a n l t otal .. ,. -více ,VE'l"S4:. r ee li za r la s 6la vi r t ualid3.d globa l o de "o tro" - i~ d i v i d uo . grupo o c l ase - por j us t ~ . hist6ri ca a cie nt ífic a que sea . se r á pa r a s S: mismo - si se ignor a a s i eds me- espúrea . i n t erpue s t a. ,~. i. Cons i de rando l o d i cho . la acci6n polí t ica de UlÚ -sectOr' o gr upo ma r g i na do e n e l i nt erior de la colec t ividad a ~ue pert en ec e ze r" pr imordia lmt<nte . el acto de negar -v . eeeeo ccer . ".

(12) _ 8 -. pa ra negar - .quello que lo ni e ga e n esa colec t ivi dad ; pa r a luego .y a pa r t i r de all{- pa rticipar en l a t otal i za ci 6n y conc i l i aci 6n de t oda s las negaciones par ticulares o especi.. ficas . Dent ro J e l a 16gica de la domi nac i ón de c lases , la supe r a ci 6n de l a a lienac i 6n de l a c lase t r abaj adora se p rod~ce s6lo y cuando di cha c l ~ s e niega l a ' enaj ~na ci 6 n de que ha s i do ob j eto y que ha pr i va do a l os i ndiv iduos miembros , de s u a ctividad humana . de s u li berta d y cr ea t i v i dad . Con la. ~sma. pun tualidad . e l centre del quehace r po l i t i -. co del gpupo co ns t i tui do por l a s mujer es habr ! de co n s is t i r 111 • t ' en la ne gaci 6n de ' aque l l o que l a s ' n i ega : 1.. La. ne ga c i ón de su alie nac ión de l mundo "exter i or ". I. ". púb li -. co , productivo . e n vi rtud de la cual ha sido r ele ga da h is t6rieamente, de ecec exclusivo , prioritario e i ne ludible·, en el ámbito de la reproduc c i 6 n doméstic a . ~e gac i 6n. de la .exacci6n de su "identidad": al se r re legada la aujer al ámbito d~stico, ha sido pri va da de su activi dad creadora , del product o de s u actividad , y de su libe rtad . Rec uperar su identidad será la negaci6n de su condici6n "se c undaria" y .... rjependiente'", objeti....a y subjetivame nte . 2.. No es pa r te de nuestro prop6sito ne ga r l a rea~idad y vige ncia co ntenidas en la 16gica de inte rpretaci6n de l a domi na c i 6n de clases. Por el cont rario . cuando desde el f emini s mo se a punta a l sesgo excesivame nte economicista que e l la cont iene . se ha ce e n l a.. pe rspec tiva de un en r iquecim ie nto de eee 1.

(13) - 9 _. f ormula ~ l a nt e o ~ . a . ci6n. ... a l a~adir l e e l r ... spec r os fu ndamentale s . no de l t o do conte nidos en su e s pecificidad . En efecto , el femini s mo s e co ns t i t uye realmente en movi mi ento ,de l i berac i 6n soc i al en Chi l e . en ta n t o 1c gee art l' cu' lar la l uc ha .y tonsec ue nte c reaci6n ideológ,' ca • Sl' mu l canee' ment " _ e e n• co nt ra de l~ op r e s i6n de cla se s y ". ,... 1a o¡<re s1un pa~riarcal . s i n pr ior i zar ni s a cr f f i c ar una l 6gi ca a l ~ ot r a ; s i no pl a nteando una nue va int egraCi ón de e sa s-a nt i no.u as eperent a ment e i r r educt i ble s . Todas la s pos tu r as po l h: i cas co rrr erapor -á ne ea reconoce n e xpresa 0 . d. citament ~ la exi s tencia -de 2- ár eas- dee xp e ri"en". cia: -lIlUndo int e rio r pr i v ado y mundo e x te r i or público que i n-. cruif fa - l o pol i t i co . Para l a s i d e o~o g l a s c on servad ~ r as . la idea de l o que es y debe ser l a experi enc i a pol í t ica de l a s ~u je res ha pasado sucesivamente po r la idea de " a?Q rta ra. l a po lít i c a " r u gc s. " priva t i vo s " fem e nino s : t ono mora l . s en sibili dad soc i a l y co mp l e me n t a r i e da d ; e ~ ge ne r al, conte n idos ; ue a po rtarían e l lado humano s e n, s ibl e en la im pe r s pnali dad , ari dez ~ a~ sivi-. .. '. dad de. ~a. po l ! ti cd .. De a c ue rdo a esos con te n idos , s e de mar -. car.! ér -ea s de " e c t Lv .ídad po lí t ica feme ni na " pos i b l e:. ser;vici o soc ial , volunt ari a do a si s te nc ial de la e xt r ema miser ia ,recu-. ... peraci6n moral .d e lac ras soc , . i a les , et c . . . . • o Esta vi si6 n' c onsi de ra a l o "int e r i or pr ivado" COI1lO I1IOr i ger-ado r- de la brutali da d del ámbito púb lico "e xees i ...-n t eori~ntad.P a la. l uc'h a p or el pode r po li t i c9" . E:l e j em,p io !!lh. g~ático. -e s t a rí a. e~. e l pr edi 'cament o d e r-eccrccer el valor del "fOrte.

(14) _. 1 0 -. f.-eniao en la adminiatr&ci6ft comuna l ~ _ "uAici~~ I l~ 4J y~Jun ­. tAS de Vecinos que no so n s ino "una casa -más ~grande " 1. 1. La ~odoxia de izquierda, t ambi é n reconociendo lA e xis -. .. tencia separad3 pcr se xo d. a que l l as dos áreas e xpe r iene i a l es , difiere preci sar ci teorizar .n ~l presente sobr e la, co ndu c ta, 'politicaB a ctuale s }. espeeíf-icas de las ¡au-jeres , er-ee're~dQ 1 planteo y l a resoluei 6n de l problema . al futurd. s ubordinándolo- a la res oluci6n revolucionaria global. ! r: ...,. Así , otorga pr ioridad al probl ema pol í t ico que de r iva de la activ i dad productiva; _a.dv i r t i endo que una vea cambi a das las· ccnd í c ones de las relaciones'_de pl'Od\K:<ii 6n . 'na t ur a l ~ sobrevend r Á el ac omodo de la s relacione s · de re2rO duc~ c i 6n: ámbi t o públ ico y pr ivado r e s pe ct ivamente . j , .. j ' í. -O,-~= [ =lCJ~robl~. que se nos presenta con ~ sta post ura . es que al reco ~er ,la exi stenc i a ~e · la "cuesti6n te men i na '~_ ~l ~ oto r~ ·una cj~ r ta val i dez; ~ro , a par t i r de ese mi&mO recono c~e nto , est ipulArá la " ~oct: rina· - e n base-a un impec a b l e de s ar rol lo i ÓCico ce cont radjcci6n pri ncipa l . ( produc c i 6n ) y con tradi cc i ón secunda ria {repr04ucci6n}- y marcar á los l1mite s en d6nde y.cómo e sa subordinaci6n f e~nina puede expresa rse pol !1:icu.ente . Así , se abandooa . no ~ro ~ eQe . en el Hoy . una -mayor profundi da d en e l a ná lisis . r a r a €8te e nfoque . e l feminismo , 31 Ver : · Ser Políti ca en Chi le ": las f emin i st a s y l o s'l pa r t i _. . do" Julíeta Kí rkwoo~ , fLACSO, ' Sant i a go. Documento lde Traba j o N.o 1 5 3 . 1982 . ;¡'J.-.

(15) - 11 -. como expresi6n de demanda s espec í f icas de un ámbi to " p riv~do" nO es per ti nente ; no es ne c e s ~ri ~ . Pero; ¿qué s i gni ficados concret os ha acarre ado est a pos tura pol ítica despreocupa1a ? En la pr á ct ica soci a l , l a izquierda suspender á , dejar á de ocuparse de a lrede dor de un 70\ a 80\ de ~uj e res adu l tas que se vue lcan e n cada ocasión po l í t ica forma l hacia el lado de l Orde n . La De recha , conside r ar á " ant i na t ura " a l 20\ o 30\ de muj ere s adul tas que se ins criben en las márgenes del iz qui e r d ismo ; cosa que s e t r a ducirá - en l os die z afios de aut or i tari smo- e n condic ione s r e pr e s i va s espe l uznante s - t or t uras , ve jámen e s se xuales , vio laci ones - par a aquélla s que tra sgreden e l límit e y s e i nmi scuyen en e se ámbi t o públ ico que "no le s corre s ponde " • Para muchas de las conce pci one s femi nista s cont empor áneas l a suma y la t otali da d de la e xpe r i enc i a de las muje res conce r nient e a s us condi c i one s de v i~a - t r aba j o r ec unera 10 o no ; r e produc c i ón, relaci one s f~~ili~re s . pol í t i cas Y econóoicas r equi e re de una interpret ac i ón globa l que inte gre y expre se ac tualme nte la condi ción femeni na alienada . Al mismo ti empo , l a t eor i zaci ón femi nis t a buscar ! _~ - c o n~ ­ cer t o do s aque llos e lemen t os que han hecho pos i bles tales condi c iones de vida . Es deci r . s e trat a de determinar ha sta donde sea posible . de dónde emanan e soS mecanismos condi cionadore s hi s t óri c ament e de l a opre s i ón de l a muje r ..

(16) - 12 -. Con disti ntos _ tices , ha a ;>untado '! l feeinisl!lO a l con cep to de Patriarcado , como ewpli caci6n te6ric4 de la problem&t i ca de la muje r; no s i n hab e rse vi sto tironea10 lar go t i empo , por 135 exige ncias de dos 16gi ca s aparenteme nte con t radic torias : Cna , la 16gi ca de la sociedad de clase s , la ot r a , l a 16g i c~ de la domi nac i 6n pa t r i a rca l. Una fOrDa s ugere nte de arti cula ci6n de ambas 16 gi ca s es formulada por Ca rmen Ele jabeit!a ~/ , qu i en cuestiona la distinci6n e xc l uyent e ent r e l o s ámbito s de la Producción y Reproducción en el análi si s Ma rxis ta , cons ide r&ndo l as a ambas , como una so l a y misma cosa . En e fec to , amba s f ormas cons t itui r!an LA PRODUCCION , va riando tan s610 el medi o al cua l es t án r e f eri das. y a s1 , hab r ía rela ci one s de produccié n a c tuando sobre el medio no-humano y relac i one s de rroducci6n actuando sobre el sed í c hu:aanc (esto es: la produccié.n de la "re producci6n" humana o f~e rza de traba j o). El medi o humano se r ía en es t a pe rsp~c t iva ~ o bj e tO de produc ci6n como l o es e l medi o no - h uman o ; l o que impl ica que el me dio h~~an o 2uede ser y de he~ho l o es , no su1e t o , sino obj e to de l a act i vi da d produc tiva . ""El pa t r~a~a ' d ? ~ la producci 6 n de l a r e producción " , Cá r ce~ de EI~)a ~e~t~a ~ "J ornada s de Es tud io sobre e l Pat r~arcado. (¡ur:.eo) .. ,. Un ~v .. Aut 6noma de Barcelona Ab ril. '. 1980.

(17) - 13 -. Las mujeres , exclusivamente a cargo de la reproducción bio lógica y social de l a fUerza de traba j o , partici ~a rían como e ntes alienados e.. la r ro~ucci ó n de l medio humano . Aún c ua ndo a es te ti po de aná li sis le fal te cl ar i f i car muchos aspectos , con siceremos una cues t ión que se de ~i va d~ e l l a : el único suje to en l a r e l ación de producción as í mencionada , estaría cons t i t ui do por la co nve r gencia de l capi tal y e l pode r pa t r i a rca l , l o que e x i gi r í ~ una revisión de l~ teorí a de l valo r en ~~r x y e n l os marxi s tas. Aún a pe sar de t oda s s us impre ci sione s , e l pl anteo de l a t eoría pa t riar cal se ña lada , nos su gi ere nuevas pregunt as en la r e l a c i ón mu je r y po l í t ica que debi eran se r cont es t ada s . Usémosla en ese senti do: Si no hay " s e c undari e da d" de la r eproducc i ón de l a fuerde traba j o , por que t o da acti vi da d h u~ana es , en e l se nt i do dicho " producción", tecpocc podrá habe r secundar ied.1d en la formula ción ni en la pr áctica ?Ql í tica concreta de l as. lo. ••. mujere s . 2. Si t oda fo rmaci6r: SOCi d l se ce r-íve de las re laci ones de producción así re ce f ini da s. cabr ía pens ar si , entre las fe rmas de alienación no e s m& s illl?or t ante - pcr más "or~gi na l" aque l la q ue s e eje rce sobre 1as pro duc t oras en e l medio huma no . y des de la que se proyect a , como desde un mode lo , t oda 14 subord inaci6n de l os productore S en e l me di o no- humano..

(18) - 1:" -. 3. Eso significaría un 4j .J~te o un "cambi e .de ce nt .. una inversi6n l 6gica y una mod ifi c= ci6n e n e l re con ~E~ent o de l eje político revolucionaric y de la s alianzas po l í t i cas pos i bles . Seg6n e sta posi bili da d 16gi ca . la al i en aci 6n de las mujeres estar1a en el ? rincipi o de l a cade n~_de e na j e na c ione s Y. vice vers a . en e l i ni ci o de l proceso de li beración. 1 ~ ?Qdr & se r camni ajo en las ~l a ci on e ~ de producci6n s i n pl a nt ear e l cambio sim ul t áne aaente en e l ámbito co noc ido como "proce s o reproduct i vo". Est:a inversión . o " ca mbio .de c l ave" . co ns t i t ui r í a e l nu do es pecí f i co y embriona r io de l o s movimi en tos femini stas con tempor áneos y "pos bLemerrra tambi~ n l a r a z6n más pro f un da y última p~ ra la ruptura del or de n pat r iarca l y e n co nse cuenc i a ?ara la lib~r3ci6n humana" i /. í. y en consecu~ncia t40bién pa ra el quehace r po l í tico de las lIIu j ere s . La capacidad hist6ricamente difer~nc iada de la s mu j ere s pa r a r e s i s t ir y o~c ne rse a su e najenación ha modi f icado y ~ i fe re nciado a l os ~is tint05 modo. de dominación pa t r i a rca l . pese a qu~ la tot alidad de esta resis tencia ha es tado inv is ib le en l a historia. Có.c se e ~presa hoy , a qué se opone hoy en nue s~ ro pala l a resi st enci a fecenina y c6mo h3 sido su proceso de co nc ien -. .s.!. op .c i t ..

(19) - 15 _. "t i%tl c. i 6 n . de. lB. c o ridici6n. d l;cn .. ce , ....a. ma ti-tuye ~reQg\ol~_-_. c ión present e de l o s grupos f e llli "itlt '5s e n C h il~ . -eIn que a porte c uan con f us aoen te s e a est .. " resietenc1a " p l a n t e a da o. ,. e Xilr esada .. -. '". Derivando d e es t a s i n terpre t acio nes , l a pr a xi s po l1tica de l a s mu j e re s habrá de ser e l ac to d e ne ga c i 6n ! I de l os mecani s mos interpuesto s a s u l i berac i ón , Y. a l aUsmo t iempo , de t o do a l\Qe llo q ue con s t itl:Yó el o rige n o la g.1 nesis de su excl u si ón y o pr e s i 5n .. ,. s. ». Como pr imer a -a pro xi ma c i ó n esbo za r emos al gu no s con t e ni dos d e ' e's a ne g a c i ón . - La pr ecede nc ia no ne e e e e r -í aee n te a pu nta a la i mpo r t a nc i a . l.. Ne ga c i Ón ele 1.3 e x iste nci a de dos á r e a s de ex pe rienc ia y. a cti vi d.1d h umana exc l uy e nte s y s epe r ece s :. p úbl i c a 1 pr i va da ,. en t anto e nc ub r e n clas e s ce r radas e i r re d ucti ble s de activid ~d e n ' v i ~tud de l o s gé ne ros mas cul inc y f e oen ino . l!r:. t sta n e gaci6n se ins e r t a en e l g r a n e s paci o de l a Di vis i 6 n s oc ial de l tra ba j o, y a ~unta a nega r ~ 3s pe cto no con s i de ra do en s u i nt e rior Y -d e J: r :¡ue st.1':l---se - hll.-r'C! conocido la s eparaci6n ali ena n t e de l t raba j o P. ",~n~ l " v~rs us 2.. tra ba j o. ffinte leci~ l" .. elucti\'O e n tra baj o. Ne gaci6 n d e la condición de "ünproductividad" , de "no. trabaj o" , a bribu! d a soc i a lme n te a l a s muj e res e n su rol de •. ' C". •. Hemo s .us a do e l ' c o ncept o de nef~ci6n.seg~ fu~ f~ rmu!ado . _ por Géo rr,e Lu ckac s " Hi s t o r i a Y Conc l enc l a de c t aeee Gr l jalbo , M~xico 1 9 6 9..

(20) - 16 -. reproductora , condición qu~ ac~ividad que especi fi co en 3.. individua l s rle la fuerZd de tra bd i o cQlec ti va , las convier~e c n ejecut an t es obl i ga da s de una va más a l U .",je loa propia e ubs e tenc e (a apeoto que e s i nevi~able invocar el t~bajo esclavo) . í. Negación de l a si tuaci5n de. soci al y cul t ura l sufren las (derechos civiles y pa i colólic:o .. ~dependencia". ~ujeres. .a -~ imé t r1oo9 ) ,. í. que como grupo. en l os ámbitos cSvioos económico , sexual "\. polí~ico ,. 4. Como re su l tante de l a s nega ci ones ant e r ior e s , s ur ge l a ne gaci6n de la condici6n de "objeto" , de "a lte ridad" y de "s e c un da ried ad ~ , a que esas c4tegor í as her, r e duc i do al g éne 1"0 femenino . 5 . t-iegaci6n de l a "atempo ralidad" rea l o at r i c uida a la r e ivindicac i6n feminista .. Negaci6n d&l ai slamiento , la atOlr.ización e ~ i n d i v i d u a ci 6n " d~ loa proble.as de las a u jeres y Conse c uent e a f i rmac i 6n del ':!no sot r a s " • 6.. La. pregunt a. fe~i~ i sta. , en l a his tor i a .. Si hubi er a qU€ s i nt e ti za r el interé s en la p reos upa ci 6n por la mujer y la POlíti ca , d i r ! amos que é s te pa sa por e l desarrollo de una idea : ¿c6mo s e ha ~echo , elaborado his t 6ric~~e n t e , y c6mo e s pos ible hace r , hoy , una políti ca f emi ni sta , en co n3ider aci6n COn la s !orm~6 y l as r a zone s por Lu que ~h~ ~ 6ido r~ci b i 4a ,. ,.

(21) - 17 -. cana l i zada , des v i r tuada , o ne ga~ como una opc ión po l í t i ca v! l ida? Cuá l es son , a l a luz de l a e xperiencia his t 6r i ca , las via bil i da de s de l a acogida , confrontación y diá logo al presente ? Den t ro ge l problema planteado de por qué no se asume c l a r ament e que pa r a l a ccndici6n femenina es t án ope rando a l o meno s do s 16 gic a s de domi naci6n , habr ía que buscar más e s pecíf i camen te : _ qué inci denc i a t i en e y ha t eni do l a conce pción ideo16gica que pod r íamos llamar pa t r iarcado de i zqui erda en l a dificul tad - o impos i bili da d- de que l a s ~uje re s co lect i vament e ~ a suman s u r e i vi ndi ca c i 6n específica , ~ r ela ción dire cta a l a l uc ha de c l ase s ? _ c6mo es l a pe rcepci ón de l a políti ca fe mini sta pos ib l e en la s mu j ere s mi l i t a n tes de partidos de izquierda ? _ c6mo a ce pt an o a s umen - o ro a eep t a n , y QU6. signif ica ..1 recha zo- e l se r defi n idas objetos Y no suj etos de la pol í t ica? y , f i na lmen t e , _ por qué no se s i e nt e desde las mujeres de i zquie rda e l derecho a a sumi r una l ~c ha propia rei vin dica ti va , no "secundariza da" ? [ sta s pr e gunta s y su nece s i da d nos han su rg ido de una . .... r ude s por que ha pasa do la reV1S1·6 n de ·1os pr o b1 emas Y v.ic ~ . ~~ . . . ' Chi l e desde los i ni , f ormaci ón de l a conc 1e nc14 fem1 n1s ta en c i os de s u co ns t i t uc ión , h asta s u dis olución de fi ni ti va en.

(22) - lB -. l o s pr-Lme r-ca año s ,:':e 11. c écece de l 5 (l , j us tamen te en moment o s en que se l o gra ba e l vo to po lí t i co ,pAra l a mu j e r . A pa r t i r de l r e c onoc i mi en t o de q ue l a r efle xi ón del pre s e nt e no pUe d~ en f re nt a r se por l o m~ no s s i n tratar de s upe r ar la i gnorancia~ pas a do y q ue , i nve rsamen t e , t odo in tent o , de conoc imi en to y e Kp l i c aci6n de l pas a do e s a bsurdo si . no s e ha cono c ido , r e - conocido e l pr es e n t e e n s u v ida-viva ( Bl och) intentaremo s s i nt e tiza r , co n r e s pe cto de l movimien t o femini sta chi leno . t r e s pe r í odo s s i fft ificat i vos : r.. Pe r íodo de l primer femi nis mo s uf rag i s ta . des de 191 3 a 1953 .. Apa r ici ón de l o s primeros bro t es femi nis t as ; s u des a rro l l o en expa n ~i6n ce~ ~e y hac ia d is t i n tas ve rt ie n t es i de o ló gica s; s u pc s eer-acr- diso luc ión . Pod r í a ' di s t i ngui r s e en é l tre s momen t os s ignif icat i vos . 1 ) e l Asce nso : la cons t i t uc ión de organi zaci o ne s propia s . Cl ub e s , Ce n t r o s de es t udio y mov imi ent o s de €manc i pación de l a ~u j er . En e ste pe r í odo , l a fue rza del mo v ~ m ~ ent o se or ienta a la consec uc i ó n de de r e cho s ci v i l~ s y pc l í t icos . Aún c uan do ha y bas t a n t e 6 inquie tude s soc i a l es e st ruc turales es posib le obs e rva r una f uerte pe r-cepc í.én. de l a domi na c i ón pa t ri a rca l en el a ná li s is d e t o do s l o s gr upo s . 2 ) Un ~ nt o de a rt i c ula c ión naci o na l de t o da s las or ga ni zacione s . dond e , j unt o con l o s gr a nd es éxito s de l movimi ento ( l o gr o de l vo t o po l í t ico , 194 9 ) comi e n za a e xp resarse pr i o ri tar iamente e l conf l ic to que s e i nscr ibe en la ~6gica de c l as es . Es t a termi na po r impone r s e . 3 ) Cr i s i s y rcaí da del moviDiento . La primac í a a bs o l uta . e n l a percepc i ón de fue r t es gr upo s de mu j e re s , de l a pr i or idad de l.

(23) - 19 -. confli cto de c l ases , t e rmi na por negar el ~rogresismo de l a reiv indi c a ci6n a nt ipa t riarcal . El feminisco e s abandonado y a s ignado a l a s "demandas burguesas " . 11 .. Un segundo pe r iodo l o constituye e l silencio femini sta . 19 5 3 a 1978.. Abarca c as i tre in t a afios . Se disue lven las organi za c i one s propi as . Las mujere s , ahora " po.litizadas" acu den a 10 5 par tidos . Su de~nda especifica pierde ex pre si6n; se confun de con -l a r ela c i ón madre-hi j o . Pasa a ser reivindi c4 ci6n de sa l ud , previsi6n so cia l . Las di mens iones de una r e i vi nd i ca c i 6n po r l a o pr es i 6n se xual es t án ausente s de t odo pl an teo po l ít i co , c ua l Quie ra sea s u i deologia , pe s e a la má s que r elati va ev idencia de la opres i ón y la discrimi naci6n sexua l e n las e stadí s t i ca s soc i a les . Est e período cor r esponde t amb ié~ a l a ~ovi li zaci6 n fe me nina po r el la do de l Orden: e l co n s e r v~n t is mo pol í t ico de las mu j ere s se hace p úbl ic~ y mil i tante . Cul mi nando su ex pre si6n e n el perí o do G ~ la Uni da d Popular ( 70 -7 3) , en l a "e vr ee nc ae :de ' l a tremenda f uerza de ce rens e de l o r de n t radi ci ona l con te nida e n la " pa s i vi da d" ~o l í ti ca feDe n i n~ . 111.. El t e r c er pe r í od o que nos i nteresa es , a par t i r de 19 78 , l a emergencia de una i ~ea , O e l re surgimi ento de una conc ie nc ia femi ni s t a. Se r e comien za a plantear l a li bera ci 6n con la s dime nsion e s Y cont radicc iones señaladas Y' controve r t i da s . Hay grupOS funcionando , hay alguna s propues t a s i de o16 gi c a s y de a ~ ci 6 n ; pero aún s e e ncuentran muy envue lt a s en fen6meno s dif ícile s de de ve l a r Y expli ca r . (.

(24) - 20 -. Entre ot ros , y co~c ejem; lo : a) e l doh le problema de l a "te~porali da j " Y "d t em poral i ~a d~ de l f l ant eo f emi ni s ta , de bido qu iz& a e s ~ tensi6n no re suelta a qu e nos re f e riDOS m.S. s arribos. El problema de l a h tempo r~ l idad h afec t a sobre t od o a las nocion e s de par t i c ipac i6n púb l ica po l í t ica d~ l as mujeres . El reconoc imiento de l a 16gica pat riarca l no s e ex pre sa di rectaDent e , s i no uti lizando el l en gua j e co ns t r uí do en t orno a l as cont ingenci as que prescribe l a l 6gi ca de c l ases . La dimensi6n femini st a es t ' presente , l atente , pe ro es dis fraza da en e l lengua j e yUblico re i vi n-dicativo. El probl ema de la "atempo ra l idad" : 1 " 5 prob lemas de l a s mu j ere s pa recen es t a r ubicados fuera ,~ el t i empo , f ue r a de l a hi s t oria , fuera ~e l acontecer y- la co nt i nge ncia po l í ti ca; son vagas fo~u lacicne s Ge s c o ne c t a~as de l os co nt e ni dos rea l es Je la pol í t ica . < l a r ame nt e puede pe r c i bi r s e es ta atemporal i da d e n l as r e vi st a s femeni na s y , a ún en l a s pub l i ca cione s f emini s tas . Se habla de un ti empo de s co ne c t a do , ab s trac ~o . P~ ' Q q ~ ~ p~rc las cujeres co nno t a pro fundas re ~ ­ na ncias . b) El ;roblema de la identida d . Aún l ue go de l a t oma de co nc iencia de la 16gi ca pat r i arca l , és ta no es as umida y proyectada y tran s formada en herramienta de lucha. la ex pe ri en cia de op res i ón no es "epr-cp a da'" , t.echa a rma propia , en el s ent ido que ~os t ~ l a el feminis~ . í. Nos preocupa en est e s ent i do , conocer cómo es q u~ e sta f orma de se r femini sta - como r e sultado de una p ~ x i8 po l í t i ca i~pue s ta - es tá siendo afkctada por l a t e ns i 6n crec ie nt e - . " p:..u. ·~ u· cas ,, _ 71 .. ., rnov ~" " é sta úl t i ma que en.....'" m ~e nto • f orma 71 "folf ticas " es el apelativo que se dan a s1 misrras l as IIIJ jeres militantes de partió:::os de i zqui erda ..

(25) - 21 -. r e co noc e la no- contrad i ?Ci6n ~ ntre l6gica de c l ases y pat r i ar _ cAl .. e> Un o t r~ último pl"Ob l ellla s i gni ficdtü"o de l momento', e s el r e conoci mi ent o de la invi si bilidad ,p e la hi st or i a de la dominaci 6n patri arcal y más aú n pe- la i nvisibi l i dad de l a s lucha s co l ec t i vas empre ndidas po r las mu je re s cont r a s u opr esi6n . Est e prob l ema afe cta de modo especi a l "pues se ti ene la- i mpre s i ón de tene r- que generar .rocc desde la nada hist 6rica . Es pr ec iso e vi denciar dich os ocu l t ami ent os . El de ba t e f emi nis t a hoy La nece si da d de pro f undi za r en es ta , ~ ideas comienza a evidenciar s e en l a s pr eo c upa9 ione s de d i~e rsos grupos de muj eres que se ve n f rente a l momen t o crí tico que plantea una p ~~ bab le aper tura po H t ica: -pr eoc upa ci 6n que Se e xpresa en p ~e&un ta r se qué va a . s uce der con l a s r e i vi ndi cacione s ' femi ní.s s e e •.q ue hoy se e v ío e nc r e e co n f ue r za crecien te: volverá a rs er ~ra gad a , f agoci t a d a ~ l a ;de manda por par tici pación pol í t i ca de l a s muje res , por l a pol í tica partidaria? , En Ch i l e". el movimie nto ·femi ni s t a es apenas emergente .. ' y. ~o . ~a ~~n~dQ ·a ún e l t iempo de t~ ori z ar , én el sentido de. dar .cc he r -enc.ia a l o s p'r i n.cipio s y pr-ob-Lemas expuestos por las .~uj er.e ~ ~n ~ ~ a ctiviqa d prá.c t ica . ~amFoco ha t e ni do el t i empo, 'd~-' eiaborar es t r a t eg ias .en t orno al problema de [l a a utonomí a. de la doble mil i t a nc re , .de l a .rcr na dli' u nse r-re r -Be e n e l campo po~í t i co , de ini ci a r una pr axi s pública .! ~l momenco es de li cado- por-que en él se está r e sol vi e ndo el fnt ur o y é ste de pend e~á a bsb l u t a m~ n t e de c6mo ,se r es uelva la.

(26) - 22 -. euesti5n de la léGica pa t riarcal , y. l~. lSgica de clases.. • A~ que parezca parad6jico , y a pa rti r de l a exper iencia s ufri da ba j o el s istema autoritario dict ator ial . hoy s e ha he cho mAs evi de nt e , para ~ uchos sectores , que el 6u tor i t a r i s lllO e s al,go IIl.!i s que probl ell\4 econ6m ico y a l go MS q ue probl ema po l í t ico ; que t i ene raí c e ~ y c a uces prof undos e n t oda la e s t ructura socia l ; que hay que cuestiona r y rechaza r muc hos elementos y contenidos an te s no ccnsdce r e dc a "pol í t icos " por atr ibuIdos a la vida co tidiana-pri vada . Se ha c omenzado a deci r que la faailia es autoritaria; que la soc i a l i za ci6n de l os ni ~o s e s a utc ritaria y rígida en la a signaei6n d. roles sexuale s; que l a educaci 6n , l a s fá bri c a s , las or ga nizacio nes inte~dia;, l os partidos po l í t i cos . s e hayan cons ti tuid06 auto ri tarialllen te .. También s e ha hecho plante o común que la s "ne cesidades reales " sociale s no pueden s e r atri bui d.:ls-definidas desde fue ra a l os grupo s que su pua st a ~ente las e~pe rime~tar ían ; que es t a "at ri ~uci6 r. " c onsr í t uf r-I una nue va y doble ene j ena d 5n . Ln e ste sentido e s explicable la preocupaci6n femi nis t a de hoy . ¿Ser!n los par~i do s a pt09 pa r a l a r.presentaci6n de las -nece si 1a de s" ~e l a s mujeres , re conoc iéndose l as di s tancias y a i ¡ ue da de s en la s relac i one s de cúpula , base s ailitante s y bas e s e l e c t~ra les , y las dificultades ~e la adecuaci6n i ceo16 giea a l os nue vos temas y a las nuevas exige ncias que 8. pres entan ? ¿:e cons t i t uir á un . s pa c io pol í tico donde t e ngan efe ctivamente representatividad y expres i6n l os movimientos Soc i a l es? y por último , s e c ons ti t ui r! una.

(27) - 23 -. inst Anc i a aut6noma , pol!tica , de ~xprEsi 6n femi ni sta? Obvi ace nte , e stos son temas que tras ci enden " con torl a s egur i dad , a l debate del quehace r po11ti co COncreto I pre sente e n n uest ro pa! s , pero eonstit~yen l a tota l i ~ donde s e i nserta e l mo vimi~ nt o fe~inis ta y , de termina su sigriifi _ ca ci 6n den t ro de l t ema de la socializaci6n del pode r y l a lucha co nc re t a cont ra el aut oritari smo , ya bas t ant e es t ruc t ura do socia lme nt e . La r eali da d de l con ocimi ento en l os t ema s de l a mujer y la pol! ti ca en Ch i l e so n cas i de una absol ut a au senci a y va gue da d en e l an á l i s i s ; l os tra ba j os que exis ten apuntan a pe r s pectiva s muy e spec1fi ca s de aná l i s i s de l a i ncorpo raci6n O presenci a de la mu j e r en la educac i ón , salud , traba j o , en l a a gric ul t ura , etc. Afo rtun~dament e . es ta s i t uac i ón presentA visos de r evert irs e s i a te nde mos al c reciente inte r és , den t ro y f uer 3 del movioie nto fe~ ini sta , por rleba ti r y deve l ar l os s i gnificadOS y expresi o~e s de las pr !cticas p~ l !ticas . ~ale s y vi r t ual es de las mujeres . Y s i est o es hoy a s í en l os ~it o s ~ e oposi c i 6n po 1 1 t i c ~ . e s porque ca~ia r . ha blar ~ " c amb i o s " es h3b lar de alt erD~ t i v a democr á tica; Y ha bl ar de 1emocra cia e s fo rmu lar c6mo , alte rnati v~ment e , que re~os las m~jeres reali -. zar l a vida pol ítica . La r e a l i za c i 6n de la po l ttica es algo má 3 que una r efer e nc i a a l pode r del Esta do , a l a s or g3ni zac i one s ins t it uci onale s , a las or ga niza c iones de l a econoo1 ~ y a la di a l Jc t i ca del e je rcicio del poder: es también, Y t an f undament al -.

(28) -. aen~e. 2~. -. coao l o anterior . re pensar I d or ga ni La c i6n de la vida cot i di a na de a ujeres y de ho~tres ; es cuest iona r . pa ra negar . -o a lo ..nos para e.peLar a duda r de la afirsaci6n de la ne cesidad vital de la existencia d_ dos áreas experiencia les tajanteMente cortada s de l o pútl i c o ( políti c o> y lo priva do (doméstico) . Que sac rali za e stereo~ipadamente ámbitos de acc i 6n ex cluyentes y rígi dos pa ra hombres y muj e res ..

(29)

Referencias

Documento similar

•cero que suplo con arreglo á lo que dice el autor en el Prólogo de su obra impresa: «Ya estaba estendida esta Noticia, año de 1750; y pareció forzo- so detener su impresión

En estos últimos años, he tenido el privilegio, durante varias prolongadas visitas al extranjero, de hacer investigaciones sobre el teatro, y muchas veces he tenido la ocasión

que hasta que llegue el tiempo en que su regia planta ; | pise el hispano suelo... que hasta que el

E Clamades andaua sienpre sobre el caua- 11o de madera, y en poco tienpo fue tan lexos, que el no sabia en donde estaña; pero el tomo muy gran esfuergo en si, y pensó yendo assi

Para denegación hegeliana del mal: «Así como no existe lo fal- so, no existe el mal, es objetada primero por Sade y luego por la subjetividad romántica: en la mé- dula de la

Proporcione esta nota de seguridad y las copias de la versión para pacientes junto con el documento Preguntas frecuentes sobre contraindicaciones y

Fuente de emisión secundaria que afecta a la estación: Combustión en sector residencial y comercial Distancia a la primera vía de tráfico: 3 metros (15 m de ancho)..

La campaña ha consistido en la revisión del etiquetado e instrucciones de uso de todos los ter- mómetros digitales comunicados, así como de la documentación técnica adicional de