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Plan nacional de investigaciones agropecuarias para la altillanura colombiana

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Academic year: 2020

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(1)Y fN N ftr. \ n\. \u I. o. o \. J. z.

(2) c0rrtTEt¡ID0 ¡-ag1 na. PRESENTACION. iii AREA AGRICOLA. sEccIo¡tARRoZ S E C C I O NF R U T AELS. 1 28. .. C U L T I V Of { A R A Ñ O N. .. C U L T I V OP I Ñ A. 7t.. .. CULTIVOfqANGO. 37. .. CULTIVOC SITRICOS. 39. S E C C I O NL E G U M I ¡ J O S A D S G R A N OY O L E A G I N O S AASN U AE LS. 59. .. C U L T I V OI í A N I. >v. .. C U L T I V OS O Y A. ó8. .. .CAUPI CULTIVO. 77. S E C C I O NP A L M AA F R I C A N A. 87. S E C C I O NS O R G O. 109. S E C C I O NS U E L O S. 118.

(3) P a gi n a. AREA PECUARIA. SECCION F I S I O L O G I AY G E N E T I C A NI I Y I A L. t+). SECCION G A N A DD OE C A R N E. 156. S E C C I O N U T R I C I O NA NI I ' 1 A L. 198. SECCIOP NA S T O S ES J Y FORRA. 218. SECCION P A T O L O G I A N I I , I A L. ¿o). 'Il.

(4) @A. 'l,li**'i'Jiiil "¡i::ff PRESENTACION. La extensión de. Las ALti ILanuras PLana Bien Drenadas se catcuta en. 3-400.000 hectáreas, Io cuaL incLuye sueIos ptanos a Iigeramente onduIados con sabanay Ios suetos oIanos deL EscudoGuayanés- La investigación generada en Ia Al-ti[[anura Ptana puede ser apticabLe, en gran p a r t e a L a A L t i L l . a n u r aD i s e c t a d a . c u y a e x t e n s i ó n e s s u p e r i o r a 8 . 5 0 0 . 0 0 0 hectáreas.. EI uso actuaI de Ias tierras. de La AttiLLanura es en ganadería exten-. s i v a , p e r o y a L a i n v e s t i g a c i ó n h a d e m o s t r a d oq u e e n e L t a s e p u e d e m e j o rar. La productividad de Ias exptotaciones.. Esto convierte a La ALt'i-. LLanura en La gran reserva nacionaL, Lo cuaI exige una investigación agropecuaria con carácter futuri sta, Lo requiera,. se puede recurrir. esa Subregión.. a. de taI Ia. m a n e r aq u e c u a n d o e L p a í s. exptotación de Los recursos de. A d e r n á s ,e s n e c e s a r i o b u s c o r e t m e j o r a m i e n t o d e I a p o -. btación actuaL a fin de eviter et éxodo a Ios Centros urbanos.. Con estas considéraciones, La pol.ítica de La Subgerenciade Investigac i ó n e s c o n t a r c o n u n P t a n d e I n v e s t i g a c i o n e s A g r o p e c u a r i a se s p e c í f i c a s para Ia Al-tittanura, ya que por tratarse de sue[os oxísotes, debe desarroLLarse una investigación apropiada que impida su deterioro, en cuenta sus caracteristicas Siguiendo estas instrucciones. y. Ias condiciones extremas de ctima.. se organizó en eI. CRI La Libertad. CertamenTecnotógico de La Al-ti Ltanura con ta perticipación de División,. teniendo. et. de Jefes. Coordinadores de Especie y Discip['ina, Técnicos deL CRI. L a L i b e r t a d y d e L C N I C a l i m a g u ae i n v i t a d o s e s p e c i a t e s .. En dicho cer-. tamen se hizo La discusión de tos Limitantes tecnotógicos de La ALtiItanura y. luego se procedió a etaborar tas propuestas por Disciptina. lll.

(5) y e s p e ci e .. E s t a s p r o p u e s t a sf u e r o n s u s t e n t a d a sy e t a b o r a d a sP o r L o s. s i g u ie n t e s p r o f e s i o n a t e s : Sección Arroz:. A t b e r t o D á v aI o s R . H e r n a n d oD eL g a d oH .. S e c c i ó nFr u t a I e s :. H. Carlos A. Román. Sección Legumi nosas:. SamueC t ai c e d o G . ci Iberto BastidasR.. S e c c i ó nF i s i o L o g í a v e g e t at :. J u a n G o n z a t oV é[ e z. Sección Entomo logí a:. 0r lando J i ménez[tl.. Sección 0teaginosas Perennes:. E n | . . i q uP e rieto ch. E ¡ i c J . O w e nB .. Sección Sorgo:. r Ruiz G. Césa. Sección Suelos:. J o s é E . B a q u e r oP . L u i s F . S á n c h e zS . J a i m e N a v a sA .. Sección Ganadode Carné:. JuvenaI GómezS.. S e c c i ó nF i s i o l . o g l a A n in a[ :. J a i m eJ i m é n e zL . H e r n a n d oG u t i é r r e z. Sección Nutrición Anits t:. ltlax A. Laredo Darío Cárdenas. Sección Patotogla Anina[:. r d o Gonzátez Héctor Edua.

(6) S i I v i a 8 ! . L a d in o. c i ó n p r o p u e s t o sp 8 r a [ a A L t Í t L a n u r a a d e f i n i r á n l o s p a r á j n e t r o sd e p r o ducción de est¿ subregión y¡ adri'más'eI documentoservirá de guia para e L C R E C EdDe L a A t t i t t a n u r a q u e s e e s t a b l e c e r á p o s t e r i o r r l e n t e .. L U I S F E R N A N DSOA N C H ESZ. Sección de Invest igaci ón R e g io n aL 8. T ransf e rencia.

(7) SECCION ARROZ. cALIFIcAcIoNDELLlfqITANTE'0FERÍATECN0LoGIcAYPRIoRIDIADESDEINDE PRODUCCION PORSUBFACTORES . VEST¡6ACION. Di sc ip Li nal Subfact o r. lilej orahi ento R e s si t e n ci a a c o n d i c i o n e sa m b i e n tates. 03. IP1. 04. IPE. o4 03 o4. IP2. R e s i s t e n c j aa e n f e r n e d a d e sy A d a p t a c i ó nd e v a r i e d a d e s. 09 OE. R e n dm i ie n t o d e v a r i e d a d e s. ne. CaLidad de var i edades. 07. ptagas. IP1 IP2. D i s p o n i b it i d a d d e n a t e r i a L e s IP1. mejo rados Entomo Iogl a llanej o de Ptagas C o m e d o r edse L F o t t a j e C h u p a d o r edse L F o L t a j e res TPozado. 07 07. 05. IP2. DP5. U). LPZ. DP5. 08 07. 05. IP2. DP5. 03 05 05. ÍP1. filinadores Barrenadoresdet Tat Lo. 07. TP2. DP5. IP2. DP5.

(8) Di sci p I i nal Subfact o r. r'l'nf. f i topat o Logía. 03 04 o1. IP3. H o ja b t a n c a. 05 08 08. P a t o I o ga í d e S e mIiL a s. 06. UJ. IP1. OE OE. 03 0¿.. tP1 rP7. 08 OE. 03 03. IP1. Epocasde siembra. ¡1''. 0¿l. C r e c i n i e n t oy d e s a r r o IL o. 07 08. 03 07. E n f e r n e d a d edse L f o L L a j e P ir i c u t a r i a. TPZ. Suetos FertiLidad Etementosen Exceso D is p o n i b iL i d a d d e e L e m e n t o s mayoresrmenoresy eva[uación de fuentes C o n s e r v a c í ó dn e S u el o s. IP'I. F i s i o l o g l a V e g e t aI. Controt de i'laIez as. IP1 IP5. DPA.

(9) 5. PO TECNOLOGIC AR CARACTERIZACY I OJNU S T I FI C A CI O N D E L L I M I A N T EY O F E R T A DCCI O N S U B F A C T ODRE P R OU. Prioridad Difusión fnvest.. tf. Subfactor de Producción. f t l ei o r a m i e n t o. R e s is t e n c i a a c o n d ic i o n e s. 09. Ambientates. 03. IP1. O c a s i o n a t m e n t es e p u e d e n p r e s e n t a r c o n d i c ' i o n e s e x t r e m a s d e t e m p e r a t u 0tro probl'ema ra (aIta o baja) que Iimiten ta producción de arroz. seria. Ia precipitación. cuyo promedio anuaL en Carimaguaes de 2100. mm,menor que en La Libertad (2800 mm) donde hasta ahora se han probado Las [íneas promisorias. Se espera que Ias [íneas promisorias toteren Las anteriores condiciones.. S i h a y d i f e r e n c i a s s e e s c o g e r á [ a r n á st o t e r a n t e a d i c h a s c o n d i -. ciones.. R e s is t e n c i a a E n f e r m e d a d e s. 09. y Ptagas. En Los Ltanos Orientates varias de arro¿ peno'Las plincipates. TP2. enfermedadesLimitan La producción. oj s o g a t a son pili cutaria y eI compLe. hoja bLanca, Las Líneas promisorias presentan buenniveI de toLerancia a estos Iimitantes.. E n c u a n t o a p l a g a s , p o r s e r u n a z o n a n u e v ap a r a e [ c u l t i v o s e r e q u i e r e d e e v a t u a c i ó n d e p o b L a c i o n e sd e i n s e c t o s y s u p o s i b t e p e l i g r o potenciat.. Se cuenta con buenaoferta tecnotógica para eI manejo.

(10) Prioridad. 0.T.. Subfactor de Producción. Invest.. Difusión. en Ios LLanos d e p L a g a sp o r I a e x p e r i e n c i a c o n e I c u t t i v o d e a r r o z. 0ri entates. A d a p t a c ió n d e V a r i e d a d e s. 08. 04. TP2. probtemas de Se espera que tas [íneas promisorias no tengan muchos pues han sido evatuadas a d a p t a ci ó n a I a s c o n d i c i o n e s d e C a r i m a g u a Ltanero' y s e Le c ci o n a d a s e n s u e L o s á c ' i d o s d e s a b a n a d e L P i e d e m o n t e. R e n dm i ie n t o d e V a r i e d a d e s. 08. u-). IP1. y con En oarcetas de observación en sueLos ácidos deL Piedemonte promisorias han preuti Lización de bajos insumos Las mejores [íneas rentabi Lidad' sentado rendimientos aceptabtes que dan un margen de y menos Es necesario evatuar su rendimiento en suetos más ácidos férti les de La ALti tLanura PLana.. C aLi d a d d e V a r ie d a d e s. 07. 04. rP2. Tanto Ia caLidad motinera comode cocina son importantes en eI arroz y seLeccionacomerciaL. Las Iineas promisorias han sido evatuadas que aseguran das desde generaciones tempranas por pruebas de catidad s u b u e n c o m o or t a mi e n t o . DisponibiLidad de ltlateriaIes M e jo r a d os. OE. 03. IP1. A c t u a L m e n t es e c u e n t a c o n 2 9 m a t e r ia I e s o r o m i s o r i o s a v a n z a d o sd e.

(11) Prioridad Subfactor de Producción. Invest.. D i f u si ó n. arroz para sueLos ácidos de Los cuaIes se seteccionarán Ios de mejor La evaLuación y c o m o o r t a m i e n t oc o n m ir a s a l i b e r a r u n a v a r i e d a d ' de s e l , e c c i ó n e n g e n e r a c i o n e s t e m p r a n a s d e m a t e r ia L e s p r o v e n i e n t e s nuevos cruzamientosse continuará para posibi Litar Ia postelior I iber a ci ó n d e n u e v a s v a r i e d a d e s .. EntomoIoqia. 07. M a n eoj d e P L a g a s. Por tratarse de una zona nueva para eL cuttivo iniciatmente mucho Limitante por pIagas. jo de Las principates. 7P2. 05. DP5. de arroz no se espera. Sin embargo, para eL mane-. pLagas deL arroz se tiene. oferta. tecnotó9ica. a d e c u a d ac o n b a s e e n p r á c t i c a s c u t t u r a L e s , r e s i s t e n c i a d e v a r i e d a d e s defensa de Los enemigos naturates y uso racionaI de insecticidas'. .. C o m e d o r e sd e L F o L L a j e. 07. U). 7Pz. DP5. En ausencia de ILuvias protongadas, estas ptagas son attamente ['imit a n t e s p o r c o n d i c i o n e s a d v e r s a s p a r a I o s e n e m i g o sn a t u r a L e s S e t i e n e oferta. tecnotógica adecuadacon base en prácti cas cuLturates, defen-. s a d e ( o s e n e m i g o sn a t u r a L e s Y s e h a t r a b a j a d o b a s t a n t e c o n i n s e c t i c i { a s d e d i f e r e n t e s g r u P o s P a r a e ( c o n t r o L d e e s t a s PL a g a s r o f e r t a q u e e s n e c e s a r io d i f u n d i r .. .. C h u p a d o r e sd e l . f o L L a j e. EL p r i n c i p a t. 08. 05. rPz. DP5. Limitante de estas especies de ptagas Lo constituye. transmisión. de enfermedades. En cuanto a oferta. tecn:tógi ca,.

(12) L.i.. S u b f e c t o r d e P r c d u c ci ó n. P": o. i.l¡t1. 0,T.. InYe:t .. Di tusi'in. L a s L í n e a s p r o m i s o r i a s s o n r e s i s t e n t e s a I v e c t o r S o g a t o d e so r i z i c o t a y. L a e n f e r m e d a d h o j a b L a n c a Y s e c o n o c e n r e c o m e n d a coi n e s s o b r e. a. eL petigro de manejar este comptejo con insecticidas.. 03. Trozadores Dentro de este 9rupo, et. cucarrón negro de Las gramíneas Euetheota. bidentata constituye un Iimitante arroz en Ios LLanos 0rientates, deL año.. IP1. bastante aLto para eL cuLtivo de. principatmente en et primer semestre. Para eI manejo de esta ptaga se tiene una oferta. t e c n oL ó -. gi ca retativamente baja.. 07. M i n a d or e s. 05. TP2. DP5. S o n p t a g a s q u e e s p o r á d i c a m e n t ea t c a n z a n n i v e t e s d e i m p o r t a n c i a e c o n ó mica.. Hay oferta. tecno[ógica para eI. base en prácticas cutturates. manejo de estas pLagas con. y uso racionaI de insecticidas. que es. necesario di fundi r.. B ar r e n a d o r e sd e I t a t L o. 07. 05. TP2. DP5. En este grupo se encuentran atgunas especies de insectos pLagas que pueden atcanzar niveIes de importancia económica. Se han reconocido y evatuado a[gunos enemigos naturaLes principaLmente deL estado de huevo. ^¡r^^. Para su controI se ha evaIuado una gran cantidad de insecti-.

(13) S u b fa c t o r d e P r c d t ¡ c c i ó n. i-.T. :!nva3;". "if:;si,in. F'itopatoLogía. E n f e r m e d a d e sd e L F o L L a j e. 05. E s c aI d a d o , h e L m i n t h o s p o r i u m , m a n c h a I i n e a [ , e c o n ó n i c a m e n t eL a p r o d u c c i ó n .. 03. I P3. a c t u aI m e n e t no Iimitan. Es necesario evatuar su incidencia. y m a n eoj .. 08. PiricuIalia. o4. TP2. E s e L L i m i t a n t e m á s i m p o r t a n t ee n I a p r o d u c c i ó n . L a s L í n e a s p r o m i s o l i a s m u e s t r a nu n b u e n n i v e I d e t o t e r a n c i a a I a e n f e r m e d a dp e r o s e r e q u i e r e d e I a e v a L u a c i ó ny s e L e c c i ó nc o n ti n u a d e n u e v o s m a t e r i a I e s p a r a r e e m p t a z a ra a q u e t I o s a L o s q u e t e s a u m e n t es u i n c i d e n c i a p o r a p a r i c i ó n d e n u e v a sr a z a s d e L h o n 9 o . .. 08. H o ja b t a n c a. 04. Es otro limitante importanteen Ia producción.. IP2 Las [íneas promiso-. r i a s t i e n e n t o L e r a n c i a a d i c h a e n f e r m e d a d , s i n e m b a r g on o h a y p I a n e s d e m a n e j op r e c i s o s . P a t oI o g í a. S e m [i [ a s. 08. 03. IP1. L i m it a n e I b e n e f i c i o e c o n ó m i c oe n I a p r o d u c c i ó n . S e c u e n t a c o n t í n e a s p r o m si o r i a s m o d e r a d a m e n rt e s i s t e n t e s y e s n e c e s a r i o p e r f e c c i o n a r [ o s p r o g r a m a sd e m a n e j o ..

(14) S u b f a c t o r d e F r o C u c ci ó n. t..T.. Fr'ic-ic¡:j. 0,T.. f¡vest.. D . ií u s i ó n. F i s i o L o g ia V e g e t a I. Epocas de Si embfa. 07. 04. IP2. por Se pueden uti Li2ar las mismas épocas de si embra que se conocen e x p e r ie n c ia e n I o s L L a n o s . C r e ci m i e n t o y d e s a r r o [ ! o de Las ptantas. 07. 03. IP1. D e s c o n o c e re I a r q u e t i p o d e p L a n t a p ue d e c o nI t e v a r a q u e u n a e s p e c l e e n e t u s o d e I o s f a c t o r e s a m bi e n t a L e s dada se torne insuficiente específicos para una región dadaL o s m a t e r i a L e s p r o m is o r i o s d e a r r o z. p a r a s u e t o s á ci d o s P o s e e n u n. raíces t i p o d e p t a n t a a d a p t a d o a e s a s c o n d i c i o n e s c o m ou n s i s t e m a d e e ni t o d e a g u a gruesas y profundas que permjte un r¡ejor aprovecham y nutrientes,. E s n e c e s a r i o s i n e m b a r g ou n m a y o r e s t u d i o d e e s e a s -. pecto.. C o n tr o I d e M a t e z a s. 08. 07. lr). DP2. S e e s p e r a q u e e n t a A l t i L t a n u r a P t a n a I o s p r o b t e m a sd e m a t e z a sn o s e a n t a n L i m i t a n t e s c o m o e n z o n a s a r r o c e r a s p o r e L m a L m a n e j od e L c u L t i v o y e L a b u s oe n e L u s o d e h e r b i c ' i d a s . L a o f e r t a d e i n v e s t i g a c i ó n e s a I t a p a r a e t m a n e j o d e m a t e z a se n a r r o z y f a t t a d i f u s i ó n pros o b r e é p o c a o p o r t u n a d e c o n t r o L , d i s m i n u c i ó nd e d o s i s y u s o d e ductos adecuados..

(15) Subfactor de Producción. L,T. P¡i;¡. 0.T.. Invest,. j. Ilfr:iú:r. SueIos. 08. Fe¡^tiLidad. 03. IP1. PIana crearía ferti I'jdad de Los suetos de La ALti l-[anura Sin emfertitizantes' La necesidad de apIicar attas cantidades de Ia acidez y con uso bargo con Los genotlpos de arroz toIerantes a como ya se na de bajos insumos se esperan rendimientos aceptabtes. La baja. Iogrado en suetos ácidos deL Piedemonte'. ELe m e not s e n E x c e s o La atta. acidez y. 08. 04. tp7. tóxicos. contenido de aLuminio en nivetes. Iimita. especies' Se cuenta eI crecimiento y desarroLto de Ia mayoria de Las a La acidez que se con materiates promisorios de arroz toterantes Al'tittanura PLana' e s p e r a t e n g a b u e n c o m p o r t a m i e n t oe n s u e I o s d e t a. C o n s e r v ai có n d e S u e t o s. 08. 03. 1T ¡. Ia erosión y por L o s s u e L o s d e L a A L t i L t a n u r a s o n s u s c e p ti b I e s a que requieren de un manejo especonsiguiente su degradación, por Io y más aún cuando se trata de 9raciaL con Ias especies introducidas a d e c u a d od e I c u t míneas. Hay muy poca información sóbre e['manejo tivo en estos sueIos-. D is p o n b i i L i d a d d e e Le m e n t o s m a y o r e s ,m e n roes y e v a t u a c i ó n de fuent es. OE. n?. IP1.

(16) 10. r'ricatcll. L.T,. S u s fa c t o r d e P r o d ' ¡ c c ¡ r i n. 0.T. 0: f u: i ón. I i'rv.. s,:. Los sueIos de La ALtitl-anura Ptana de tos LIanos 0r'ientaLes se caracterizan. por et. bajo. contenido de eLementosmayores y. menores, se. tienen atgunos pocos resultados sobre eI efecto de a[gunas fuentes de etementosnutricionaIes. c o m oe n e L c a s o d e f e r t i I i z a n t e s. fosfata-. oos.. P E R F I L E SD E P R O Y E C T O S. P R O Y E C TIO. Justificación: Los sueIos de La ALtiItanura PLanapresentan e[ [imitante de su baja ferti Lidad, acidez y. contenido de atuminio en cantidades tóxicas,. L o o u e d i f i c u L t a L a s i e m b r a y e x p L o t a c i ó n d e e s p e c ie s a g r í c o t a s .. La investigación en Ios úLtimos años se ha orientado hacia encontrar especies y variedadesde ptantas que toteren Ia acidez y eL a L t o c o n t e n i d od e a l u m i n i o e n e ( s u e ( o y q u e m e d i a n t ee [ u s o d e b a J o s i n s u m o s p o s i b iL i t e n L a e x p I o t a i i ó n a i r í c o L a d e e s t a g r a n á r e a d e s u eL o s . E n e [ c u [ t i v o d e l a r r o z s e h a n e n c o n t r a d oy a g e n o t i p o s q u e s e a d a p t e n y t o t e r e n d i c h a s c o n d i c i o n e sa d v e r s a s . E I p r o g r a m ac o o p e r a t i v o I C A C I A T - F e d e a r r o zc u e n t a e n L a a c t u a L i d a d c o n 2 9 [ í n e a s p r o m i s o r i a s.

(17) 11. q u e s e s e t e c ci o n a r á n t a s de arroz toLerantes a sueLos ácidos de tas de ta ALtitLad e m e j o r c o m p o r t a m i e n t oP a r a s e r e v aI u a d a s e n s u e t o s nura PLana.. 1.. Títuto:. SE A R R O ZE N S U E L O SA C I D O S D E L A A D A P T AI O C N D E L I N E A S P R O T I I S O R I AD PLANA ALTILLANURA. 2.. 0bjetivos. 2.1. Generates 0 b s e r v a r L a a d a p t a c i ó n d e L í n e a s a v a n z a d a sd e a r r o z t o t e r a n t e s a s u e l o s á c i d o s e n s u e t o s d e L a A L t i L t a n u r aP t a n ad e C a r i m a g u a. 2.?. Específicos: Siembra de varias. pruebas regionaIes. y. semicomerciaIes para. e v a L u a r a d a o t a c i ó n , t o L e r a n c i a a a c i d e z , a e n f e r r n e d a d e sf u n g o s a s y plagas, asi comopotenciaI de rendimiento y caLidad de [íneas promisorias de arroz en coIaboración con Ias discipLinas agríco(as.. 3.. N ú m e r od e E x p e l i m e n t o s :. Fase I:. Siembra de pruebas reg'ionaIes con Líneas piómisorias Duración: 198E- 1990. FaseII:. S i e m b r ad e p r u e b a s s e m i c o m e r c i a L ecso n m e j o r e s L í n e a s P r o m sj o r i a s . Duración: 1990.

(18) 12 Lanzamiento de variedad comerciaI de arroz. Fase III:. toLerante. a s u eL o s á ci d o s . D u ¡ a c ió n :. 1991. Siembrade cuItivos comerciates en fincas de agricutto-. Fase IV:. res con la nueva variedad Durac'ión: 1991 en adetante. 4.. f{etas: Entregar una variedad de arroz toterante a sueIos ácidos que permita. ta incorooración de extensas áreas de La ALti t Ianura PIana a. t a p r o d u c ci ó n a g r i c o t a y. La adaptación det sueto para La siembra. posteri or de pastos mejorados. Permitir. Ia amptiación de La frontera. agr'ícota deI país así como. aumentar Ia producción de aLimentos, mejorar Ia dieta atimenticia y eL nivet de vida de l-os habitantes de dicha región.. 5.. Local.ización: Ca ri magua Región:. O r i n o q ua i. S u b r e gói n. Orinoquiabien drenada. A r e a a g r o e c[ ó g i c a h o m o g é n e a : A t t i [ [ a n u r a P I a n a 6.. R e c u r s o sH u m a n oys F i n a n c í e r o s :. 6.1. i{umanos'. Í T'iempo. 1 t é c ni c o 1 a u x it i a r d e t é c n i c o. 50. 3 Operarios Este personaI se encargarádeI manejode Ios di ferentes ensayos d e C e r e a t e s( M a í 2 , S o r g o y A r r o z ) ..

(19) 6.2. Financ'ieros: (lli Ies de $). 1991. 1988. 1989. Serv. PersonaIes. 2.777.4. 3.332.9 3.999.5 4.799.1. Gastos GeneraLes. 400.0. rorAL 7.. 1990. 0bjeto deL Gasto. 3.177-4. s03.0. ó29.0. 78ó.0. 3.835.9 4.ó28-5 5'585'4. Responsabtes: S e c c i ó nA r r o z C N I C a r i m a g u a A l , b e r t oD á v a t o sR . , D a r í o L e a t M . , H e r n a n d oD e t g a d oH ' , S e c c i ó nA r r o z - L a L i b e r t a d. Ii PROYECTO Ju s t i f i c a c i ó n : p o r c o n s t j t u i r L a A l . t iL t a n u r a P l a n a u n a z o n a n u e v a p a r a e I c u L t i v o d e I a r r o z , s e r e q u i e r e d e u n c e n s o y e v a t u a c i ó nd e I o s p o s i b l ' e s p r o b t e m a s p o r i n s e c t o s p t a g a s q u e i n c i d e n e c o n ó m i c a m e n et en I a p r o d u c t i v i d a d d e I c u t t i v o a s í c o m od e L a e x i s t e n c i a d e a g e n t e sd e c o n t r o t n a t u r a L ' 1.. TítuLo: DEL DELCULTIVO Y BENEFICOS. PLAGAS ITIIENTODE INSECfOS RECONOC PLANA EN LA ALTILLANURA ARROZ. Z.. O b je t i v o s. 2.1. GeneraLes:. .. Reatizar un censo de los insectos fítofagos. y benéficos que se.

(20) t4. e n c u e n tr a n. a 6 0 cI a d o s c o n e t. cuttivo. deI. arroz. en el. ecoslstema. de I,a ALti [ [anura PLana.. 2.2. EspecÍficos:. difeR e c o n o c i m i e n teo i d e n t i f i c a c i ó n d e I a s p l ' a g a sque aliaquen Las rentes estructuras de ta ptanta de a¡roz' P r e c is a r c u á l e s s o n l o s p r i n c i p a t e s a g e n t e s d e c o n tr o L n a t u r a L genoti Pos d e L a s p t a g a s d e i m p o r t a c i a e c o n ó m i c aq u e atacan Ios de arroz que se 'adaptana las condiciones de I a A L t l [ [ a n u r a P t a n a .. 3.. i entos: N ú m e r od e E x p e r m Uno, consecutivo durante 3 años. 4.. 14etas: Tener un conocimi ento [ o m á s c o m p t e t op o s i b I e s o b r e L a s e s p e c i e s de insectos pt algas y b e n é f i c o s q u e p e r m i t a d e t e r d i n a r m é t o d o sd e m a n e j op a r a e t ( u t t i v o d e l a r r o z e n t a A L t i L l a n u r a P l a n a . Locatización: Región:. 0 r i n o q u ia. S u b r e g i ó n O r i n o q u i a b i e n dr e n a d a Area agroecoLógica: Atti t Lanura PLana 6.. R e c u r g o sH u m a n oYs F i n a n c i e r o s. 6.1. Humanos: 1 técni co 1 a u x Í[ i a r d e t é c n ' i c o.

(21) 15 t. 6.2. nna¡:¡inc. F i n a n ci e r o s. 0bjeto deL Gasto. 7.. Año 1. Año 2. Año 3. S e r v ic i o s P e r s o n a t e s. ó00.000. ó40.000. 700.000. Gastos GeneraLes. 200.000. 250.000. 300.000. TOfALES. 800.000. 890.000 1.000.000. Responsa I ebs: S e c c i ó nE n t o m o L o g íCaN I C a r i m a g u a S e c c i ó nd e E n t o m o t o g í aC R I L a L i b e f t a d. P R o Y E C TI IoI I Justificación: sn arroz varían temporaI L a s p é r d i d a s o c a s i o n a d a sp o r I a s e n f e r m e d a d e e y geográficamente s e g ú ns e a n I a s v a r i e d a d e sc u t t i v a d a s , e L i n ó c u t o p r e s e n t e e n [ a r e g i ó n , L a s c o n d i c i o n e sa m b i e n t a L e sy e I m a n e j od e I c u t t i v o . E n L a A l . t i l L a n u r a P L a n an o s e c o n o c e ne s t i m a c i o n e ss o b r e L a s p é r d i d a s o c a s i o n a d a sp o r I a s e n f e r m e d a d e s ,I o c u a I e s n e c e s a r i o p a r a o r i e n t a r e I m a n e j oc o m e r c i a Id e I c u I t i v o . 1.. Títuto: EN EL CULTIVODEL ARRO¿ EVALUACION DE PERDIDAS POR ENFERIIEDADES EN LA ALTILLANURA PLANA.

(22) I I. 16. ¿.. 0bjetivos:. 2 - 1 G e n rea I e s : .. D e t e r m i n a rI a p r e v a L e n c i ay s e v e r i d a dd e I a s e n f e r m e d a d edse L a r r o z p o r e s t a d od e d e s a r r o L t o d e L a p t a n t a '. 2.2. Específicos:. .. E s t a b L e c e r I a i n c i d e n c i a d e p i r i c u I a r i a , e s c a I d a d o ¿a ñ u b L o d e t t a t t o , p u d r i c i ó n d e t a v a i n a y m a n c h a d od e g r a n o e n t o c a L i d a d e s p o t e n c i a t e sp a r a e I c u t t j v o d e a r r o z e n I a A L ti L t a n r ' ¡ r a '. .. .. 3.. D e t e r m i n a rI a s e v e r i d a d d e l - a s e n f e r m e d a d eesn [ o s d i s t i n t o s g e n o tipos de arroz introducidos a [a alti Itanura' E s t a b L e c e rI a ' i n fL u e n c i a d e L a i n t e n s i d a d d e L a s e n f e r m e d a d e es n I a p r o d u c c i ó nd e L c u t t i v o d e I a r r o z N ú m e r od e E x P e r i m e n t o s : 15 durante3 años. 1-. üetas:. .. O b t e n e r i n f o r m a c i ó n s o b r e I a i m p o r t a n c i a e c o n ó m i c ad e I a i n c i d e n c i a d e e n f e r m e d a d eesn e t c u L t i v o d e I a r r o z e n I a A L t i t L a n u r a P t a n a. .. I n f o r m a r a t p r o g r a m ad e m e l j o r a m i e n t so o b r e L a a g r e s i v i d a d y v i r u L e n c i a d e I i n ó c u L o d e e n f e r m e d a d e Isi m i t a n t e s p r e s e n t e s e n c o n d i cionesde La Atti [ [anura.. .. set D e t e r m i n a ra L t e r n a t i v a s e f i c i e n t e s d e m a n e j o d e e n f e r m e d a d e d arroz en ta Attiltanura Pl'ana-.

(23) 5.. Locatización: R e g ió n :. 0rinoquia. S u b r e gi ó n :. 0r'inoquia bien drenada. A r e a a g r o e c o L ó gci a :. ALtitLanura Ptana. ó.. R e c u r s o s H u m a n o sY F i n a n c i e r o s :. ó.1. Humanos:. 'l Técnico 1 Auxiiiar de técnico l0perario 6.2. Financ'ieros:. 0bjeto det Gasto. Año 2. Año 3. G a s t o sG e n rea I e s. 1.900.000 1.s00.000. 2.200.000 2.ó00.000 900.000 1.000.000. TOTAL. 3.400.000. 3,200.000 3.500.000. aes S e r v ic i o s P e r s o n L. 7.. Año 1. ResoonsabLes: S e c c i ó n F i t o p a t o t o g ' i aC N I C a r i m a g u a S e c c i ó nF i t o p a t o t o g í a C R I L a L i b e r t a d. P R O Y E C TI V O. Justificación: presentan Los suetos de La ALtiItanura Ptana de los Ltanos 0r'iental"es.

(24) 18. características. especial-es como su gran. manejo extensivo y peIigro. extensión,. baja. de degradación debido aL frágit. ferti Lidad, ecosistema. de Esto hace necesario que se efectúe un manejo adecuado adaptación de atguestos suetos. Es importante estabtecer estudios de adaptados a tas n a s e s p e c i e s d e L e g u m i n o s a sy g r a m í n e a s c o n m a t e l i a t e s. existente.. condiciones de sabana y. su respuesta a La ferti Lización en cuanto a. tanto de correctrvos métodos de apLicac'iónr épocasr dosis y fuentes con eL fin de encontrar atternativas positivas como de fertitizantes, para eI. manejo de Los sueLos de esta. importante zona det territorio. nacionat.. 1. TítuLo: SA D E L E G U M I N O S A S G R A N OY G R A M I N E SS P E C I E S R E S P U E S TDAE A L G U N A E Y SF E R T I L I Z A N T EEN S S U E L O SD E L A A L TI ( A R R O ZA ) L U S OD E C O R R E C T I V O L L A N U R AP L A N A. 2.. 0bjetivos:. 2.1. Generates: L a r e s P u e s t a d e a t g u n a s e s p e c i e s d e I ' e g u m i n o s a sy g r a m í n e a s a I a a P L ic a c ' i ó n d e c o r r e c t i v o s y f e r t i L i z a n t e s e n s u e t o s d e E s t u d ia r. Ia ALti ILanuna Ptana-. 2.2. Específicos: Estudiar eL efecto de Ia apLicación de var'ios métodos, dosis, époPtana cas y fuentes de correctivos en suetos de La Attittanura e I c u L t i v o d e l e g u m i n o s a sd e g r a n o y g r a m i n e a s a d a p t a d a s a L a z o n a ' Estudiar et efecto de La fertiIizac'ión. con eIementos mayores, meno-. res y secundarios en ta producción y rentabi Lidad de atgunas espe-. I I. i L.

(25) 19. c i e s d e L e g u m i n o s ¡ ys g r a m i n e a s . E s t u di a r e I e f e c t o d e L a s L e g u m i n o s a s o b r e a t g u n a s p r o p i e d a d e s f í s i c o q u í m i c a sd e I o s s u e I o s d e L a A L t i [ [ a n u r a P t a r \ a . 3.. N ú m e r od e E x p e r i ñ e n t o sP o r a ñ o : D o s E x p e rm i e n t o s-. 4.. Arroz. l'let a s : E n c o n t r a r n u e v a sa' I t e r n a t i v a s d e m a n e j oy p r o d u c c i ó np a r a I o s s u e l o s d e l a A l t i I t a n u r a P l a n ad e l o s L [ a n o sO r i e n t a t e s . I n t r o d u c ir a t g u n a s e s p e c i e s d e l e g u m i n o s a sd e g r a n o y g r a m i n e a s q u e p r e s e n t e n c i i e r t a r e n t o b Ít i d a d y a L t e ¡ n a t i v a s p a r a e I m a n e j o. y c o n s e r v a c i ódnt e s t o s s u e t o s P e r m i t i r L a a r n p L i a c i ó nd e L a f r o n t e r a a g r í c o t a d e L p a í s E s t a b l , e c e ru n m a n e j oa d e c u g d od e e s t o s s u e L o sm e d i F n t ee L u s o d e L i nosa. si stema g ramínea: Legum q. L o c aL i z a c ió n : R e g ói n :. 0rinoquia. región: Srrb. 0 r i n o o u ia b i e n d r e n a d a. A r e a a g r o e c o t ó gci a h o m o g é n e a : A I t i [ [ a n ur a Pl a n a ó.. R e c u r s o sH u m a n : sy F i n a n c i e r o s. 6.1. Humanos: 1 Técni co 1 A u x iL i a r d e t é c n i c o 3 Operarios.

(26) 20 6.2. Financieros:. 0bjeto deL Gasto. Ano. I. Servicios Personates. 1.967.817 2.159.771. G a s t o s G e n er a I e s. 1.073.354 536.777. Transferencia TOTALES. Año 3. ANO Z. 1 . 3 4 1. 6 9 2 670.846. 3.577.848 1.472.310. 3.O71.713 1. A77. 11<. 83E.557 q (on ?R7. ResponsabIes: S e c ci ó n S u e t o sC N I C a r i m a g u a S e c c i ó nS u e L o sC R I L a L i b e F t a d. P R O Y E C TVO. Justificación:. E L f ó s f o r o e s u n o d e L o s e t e m e n t o sm á s d e f i c i e n t e s e n L o s s u e I o s á c i d o s de Ios Ltanos 0rientaIes debido a su bajo contenidonaturaI y a Ia presencia de cationes de hierro y atuminio, Los cuates fijan eL fósforo t r a n s f o r m á n d o t od e u n a f o r m a a s i m iL a b t e p a r a L a s p L a n t a s a f o r m a s n o a s i m iI a b t e s , é s t o c o n [[ e v a a I u s o d e a t t a s y c o s t o s a s c a n t i d a d e s d e fertitizantes fosforados para supLir estas deficiencias. Es por ésto q u e s e c r e a I a n e c e s i d a dd e e s t u d i a r e I e f e c t o d e d i f e r e n t e s f u e n t e s sobre diversos cuttivos en estos sueIos de Ia ALti [[anura cotombiana con eI fin de poder encontrar atternativas importantespara eL manejo d e a t g u n o sc u t t i v o s d e u s o e n L a a t i m e n t a c i ó nh u m a n ay a n i m a I i n t r o d u c i dos oara esta zona..

(27) 21. 1.. Títuto: ACIDOS EN SUELOS U S OE F I C I E N T ED E L O S F E R T I L I Z A N T EFSO S F A T A D O S. 2.. 0bjetivos. 2.1. GeneraIes:. Encontrar fuentes. fosfór'i cas eficientes. en sueLos ácidos de. La. ALtiLLanura Ptana de Ios LLanos. 2-Z Específicos: Encontrar reemptazoeficiente. de tas fuentes tradicionaLmente usa-. das comoLas Escorias Thomas n i v e L e s , f u e n t e s y m á t o d o sd e a p t i fosfatados en La disponibiLidad det fósforo. Estudiar eI efecto de distintos cación de fertiIizantes. por Las pLantas' en los suetos y ta absorción deL mismo Estudiar eI otras. efecto de Las rocas fosfóricas. fuentes. fosfatadas. sobre. Ias. soIas o en mezcta con. caracteristicas. agronómicas. deLoscuItivosysuefectosobreaLgunaspropiedadesquímicas de los suetos. Estudiar el sobre Ias. efecto de tas rocas fosfóricas parciaImente acidutadas y su características agronómicas de aLgunos cuLtivos. sueLos' efecto sobre aIgunas propiedades quimicas de Los. 3.. N ú m e r od e E x P e r im e n t o s :. 5 e x o e r im e n t o sP o r a ñ o.

(28) ¿¿. 4.. Metas:. .. Dar aLternativas sobre nuevas fuentes f osfór'icas para Los cuttivos introducidos a La ALti tLanura Ptana-. .. G e n e r a r n u e v a s r e c o m e n d a c i o n e ss o b r e n u e v a s f u e n t e s f o s f ó r ' i c a s. .. AmpLiar La frontera agricoLa. .. F o m e n t a re L d e s a r r o L l - o a g r o p e c u a r i o y s o c i a I d e I a z o n a. 5.. Locatización:. R e g ió n :. Orinoquia. Subregó i n:. 0rinoquia bien drenada. Area agroeco[ógica homogénea: AItiItanura. 6.. R e c u r s o s H u m a n o sy F i n a n c i e r o s :. 6.1. Humanos:. PLana. 1 técni co 1 auxitiar. de técnico. 3 operarios. 6.2. Financieros:. 0bj eto deL 6asto. S e r v ic i o s P e r s J n a I e s G a s t o sG e n e r tae s Transferencia TOTAL. Año 1. 134.750 918.516 118.5ó8 1.501.8ó4. Año 2. Año 3. 513.437 1.185.ó82 148.210. 679.296 1./'82.103 185.262. 1.E77.329. 1.346.661.

(29) 23. R e s p o n s aLbe s : S e c c i ó n S u et o s C f l l C a r i m a g u a - CRI La Libertad S e c ci ó n d e S u e t o s. P R O Y E C TVOI. Justi fi cación: PIana se caracterizan por su aLta acidez Lo Que crea Ia necesidad y attos contenidos de aLuminio intercambiabte' poder cantidades de correctivos para de apLicar también aLtas y costosas para condiciones más favorabIes ofrecer a tos cuLtlvos introducidos H a s t a e t m o m e n t oe L m é t o d o su adaptación, desarroLLo y crecimiento' tos sueLos ha sido La apLicación más usado para corregi r ta acidez de aL voteo de al-gunos correctivos e incorporación aL sueLo en bandas o principaLmente- Sin embargo' existen c o n o I a c a L a g r ' Íc o l a y d o t o m í t i c a en Ios suetos de Los LLanos otros métodos que aún no se han estudiado peLetización de Ia semitLa con correcOrientates, tat es eL caso de La Lcoatizado puede posibtemente tivos o ferti tizantes que por su efecto Es por ésto que se creó [a necesidad ofrecer resuttados satisfactorios' buscar nuevos y más eficientes d e e s t a b L e c e ne s t e p r o y e c t o c o n e L f i n d e Los suetos de La AttiILanura. y ferti Lizantes' m é t o d o sd e a p t i c a c i ó n d e c o r r e c t i v o s. 1. Tituto: CO S E N S U E L O SA C I D O SD E L A A L T I L L A R E S P U E S TD AE C U L T I V O SI N T R O D UI D D E L A S E M I L L AC O NV A R I A S F U E N T E S N U R AP L A N AA L A P E L E T I Z A C I O N. ?.. 0bjetivos.

(30) ¿4. 2.1. 6 e n e r aL e s :. Fsrahlé.Fr ñ,pv.rq v eficientes tivos. métodosde apticación de correc-. y ferti Lizantes a cuttivos. introducidos en suetos ácidos. de ta ALti I Lanura Ptana.. ¿.¿. ESpecrfrcos:. Estudiar eI. efecto de La petetización. d e L a s e m it L a c o n v a r i a s. fuentes de correctivos y ferti Iizantes sobre atgunas caracterist i c a s a g r o n ó m i c a sd e c u t t i v o s i n t r o d u c i d o s a s u e t o s á c i d o s . Estudiar et. efecto de La petetización. de Ia. s e m ii t a. sobre La. disponibi Lidad y absorción de fert i Iizantes. C o m p a r a rd i f e r e n t e s m é t o d o s t r a d i c i o n a l . e s d e a p t i c a c i ó n d e f e r t i I i z a n t e s c o n e t m é t o d o d e p e L e t i z a c i ó n d e L a s e m iL t a . E v a t u a r t a c o m b i n a c i ó nd e d o s o m á s m é t o d o s d e a p I i c a c i ó n s o b r e eL rendimiento de grano de Los cuttivos ción, en banda, aI voteo, foIiar,. 3.. estabtecidos (peLetiza-. etc.). l ' l ú mreo d e E x p e r i m e n t o s : Cinco por año. 4.. P l e t as :. A m p L i a rI a f r o n t e r a a g r í c o L a Aumentar la productividad de Ias especies introducidas mediante el. uso de nuevos y eficaces métodosde apticación de correctivos y ferti Ii zantes. EstimuLar et desarroLIo agropecuario de La región..

(31) z5 A u m e nat r I a e f i c l e n c i a. c o r r e c t rv o s. f e r t i I i z a n t e s p ar a d i s m i-. nui r .costos.. Locatización:. Región:. 0rinoquia. S u b r e g ió n :. 0rinoquia bi en drenada. A r e a á gr o e c oL ó 9i c a :. A L t i L L a n ur a P t a n a. 6.. y F i n a n ci e r o s RecursosHumanos. ó.1. Hunanos: 1 t é c n ic o 1 auxiIiar de técnico 3 Operalios. 6.?. Financieros. 0 b j e t o d e I G as t o. Gastos GeneraI es. 8ó9.500 17tt.273. Transf e renci a. ? 3 7. 1 3 6. S e r v ic i o s P e r s o n Iae s. TOTAL. '7. 1.5E0.909. Responsab Les: S e c ci ó n S u e t o s C N I C a r i m a g u a S e c c i ó nS u e t o s- C R I L a L i b e r t E d. 1.08ó.875 592.841 296.420. 1.358.593. 1.976-136. e.470.170. 711.O52 320.525.

(32) z6 P R O Y E C TIO II. J u s t i f i c a c ió n : i a ej ercida La conpetenc y dañaLa catidad de las c o s e s d a ñ in o p a r a e I t e c n o t o g aí d e s a r r o [[ a d a a Le ALti[[anura Ptana. 1.. Tltuto: ['4ANEJO DE FIALEZAS EN ARROZ SEC¡¡NPARA SUELOSACI DOS. 2.. O b je t i v o s. 2.1 Gene r a Le s : Promoverun uso adecuadoy tacionaI en Ia Aiti LIatrura Ptana de [a tecnotogía desarrottada en cuanto a manejo de malezas. ¿.¿. ESpecllrcos:. Suministrar información oraI y escrita a asistentes técnicos y a g r i c u t t o r e s p a r a u n m e j o r m a n e j od e m a [ e z a s . Difundi¡ eI criterio.de. 3.. Númerode Exper i mentos : 4 en totaL:. 1 oor año. manqjode ma[ezas..

(33) 27. 4.. Metas:. R e d u ci r c o s t o s d e p r o d u c c i ó n L o g r a r u n u s o a d e c u a d od e h e r b i c i d a s q. LocaLización:. Región:. Orinoqu'ia. S u b r e g ió n :. 0rinoquia bien drenada. Area agroecotógica homogéneaA : tti ttanura PLana. 6.. R e c u r s o sH u m a n oys F i n a n c i e r o s Humanos: 1 T é c n ci o 1 A u x iL i a r d e T é c n i c o 2 Opera ri os. 6.¿. F i n a n c i e r o s ( l ' l iL e s d e $ ) :. 0bj eto deL Gasto. 1988. Imprevi st os TOTAL. 7.. ,580. 70. 1. q 0 5 .. 1990. 1991. 130.. 537. E70. 100.. 1.015. 1.015. 140.. 2.080.. 1.507.. 2.170.. 790.. S e r v ic i o s P e r s o n a t e s G a s t o sG e n e r a t e s. 1989. 1.1ó0.. Responsab I es: S e c c i ó nF i s i o l . o g í a V e ge t a L - c¡!I C a r i m a g u a S e c ci ó n F i s i o L o g í a V e g et a I - C R I L a L i b e r t a d.

(34) 28. T A B L A1 .. R E S U M EDNE A C T I V I D A D ED S E L A E S P E C I EA R R O ZP A R AL A A L T I L L A N U R AP L A I I A. 'r989. DiscipLinas. 1988. M e jo r a m ie n t o. 1. 2. E n to m ot o g i a. 1. 1. FitopatoLogía. 1. F i s i o t o g í a V e g e ta L. 1. Suetos ' v,¡rL. 8. 1990. 1991. Totat. 1. 6. 1. 1. 1. 1. 1. 1. 1. 1. 1. 4. 4. 4. 4. 16. 9. 9. 8. 34. SECCION FRUTALES. En La caracterización deI contexto microregionaI para eL pLANIA, se trató en forma bastante extensa La probLemática corfespondiente a La Atti t Ianura con sus respectivas propuestas de investigación. En este documento sóto se presentará un compendiode La .investigación ya propuest¿ que tiene apticación en La ALti Ltanura y se ind.i carán Los trabajos específicos que se adetantarán en esa región; también se presentarán unos perfi Ies de proyecto que no habían sjdo mencionados en e[ primer documenro. EI caso deL t4arañónes muy sobresatiente porque se muestra como un cuLtivo que encuentra en ta ALtiItanura Ias condiciones óptimas oara s u d e s a r r o t L o . E s t e c u t t i v o , p o r p ¡ e s e n t a r c a r a c t e r . ís t i c a s t a n e s p e ciales. y. ofrece¡. perspectivas para cuItivar. en gran escata, además.

(35) 29 de ser motivo de interés por parte deI Gobierno NacionaI y PR0EXP0, mereceráespeciaI atención en estos comentarios-. Los cítricos,. e I m a n g oy. condiciones en casi. La piña, aunque se ven creciendo en buenas. todos Los "patios. de finca". de Ios predios de. l a A L t i L t a n u r a , p o r r a z o n e s d e m e r c a d e od e b e n e s t a r L i m i t a d o s a u n a zona no muy atejada de ta vía Puerto López - Puerto Gaitán; además para acondicionarLos mejor a un critelio deben cumotirse requisitos y. oportunidad en Ia. c o m od i f i c u t t a d. comercial en estas especies. mínimos como excetente caLidad, sanidad. cosecha para poder enfrentar. y costo de transporte y precios.. f¿ctores adversos En La investigación. que se adetante sobre estas especies proyectadas a. l-a ALti Ltanura. se debe poner especiaI atención en todos Ios factores que tienen importancia. en Ia. principaI. producto La "nuez procesada" que atcanza precios hasta de. c ome r c i a Li z a c i ó n .. U.s.$3.20 l-a Iibra. ($1.ó00.00 kilo),. Por otro. lado el- lltarañón, cuTo. cuando es de Ia mejor caIidad,. n o t e n d r á q u e e n f r e n t a r e s t e t i p o d e p r o b L e m a sp o r r a z ó n d e I a d i s t a n cia a los Centros de Consumo.. f{ARAÑON ( A n a c a r d i u mo c c i d e n t a l e ) E I 1 9 a r a ñ ó n( A n a c a r d i u mo c c i d e n t a L e . ) a u n q u e e s o r i g i n a l i o. deL Brasi L,. ha sido cuLtivado principatmente en Ia India y países det Africa cono T a n z a n i a , f 4 o z a m b i q u eK , enia y Tanganika. A partir. de La cosecha1984-. 8 5 , B r a s i I a p a r e c e c o m oe I p r i m e r p r o d u c t o r m u n d i a L ( v e r T a b t a 2 ) .. E L l . ' l a r a ñ ó np r o d u c e p r i n c i p a t m e n t e n u e c e s , y s e c u n d a l i a m e n t eu n p s e u d o fruto. Itamado "manzana", tambján se aprovechaeL aceite de Ia "castañ a " o c u b i e r t a d e [ a n u e z d e [ P ] a r a ñ ó n( C N S L ) ..

(36) 30. nueces' eI llarañón es La En comparación con otras 8 de Las mejores eI plimer Lugar en más baja en grasa y comparte con e[ "pistacho" En eI mercado internacionat' durante eL año contenido de proteínay 53'20 l-a Libra de atmende 1985' su precio f I'uctuó entre U'S'$2'05 y U ' S ' $ 1' 2 0 a $ 1' 9 3 dras enteras' U.S.$1'70 a U'S.S2'80 l-as mitades Ios pedazos. Et pseudofruto o "manzana" se utiIiza. para etaborar una bebida muy. medicinaLes' Este reffescante a Ia cuaL se te atribuyen cuatidades donde se aprovecna rengLón tiene especiaL signifi cación en et Brasi I casi La totatidad de este subproductodeI Marañón' (CNSL)' de La cáscara o "castaña" de Ia nuez del' Marañón un que representa én:re eL 12 aL 21% del peso totaI de La nuez es Unidos' IngIasubproductomuy lmportante de múLtipLes usos en Estados En estos países, existen 243 patentes para terra, Japón y La India. matee I u s o d e L C N S Le n L a m a n u f a c t u r a d e r e s i n a s , c o I o r e s , t i n t e s , riaL de aisLamiento eLéctricor "armaduras" magnéticas, adhesivos, EL aceite. productos. La mi n a d o s ,. aceites,. pinturas,. Lacas, impermeabitizantes. y m u c h o so t r o s u s o s . monzóE L á r b o L d e l v l a r a ñ ó ne s m e d i a n o Y s e a d a p t a m e j o r a I ' o s c L i m a s frutos n i c o s d o n d e n o h a y P r o b t e m a sP a r a L a f L o r a c i ó n y p r o d u c c i ó n d e L ' i b r e s d e " a n t r a c n o s i s " q u e e s L a e n f e r m e d a dm á s I i m i t a n t e . Se adapta casi a cuatquier tipo aprovechar en otros. cuttivos-. de sueIo, aún los que no se pueden En Colombia se encuentra eL l4arañón. creciendo muy bien en Ia Costa At l'ántica y en Ios LLanos 0rientates' (ilagdatena)' E x i s t e n c u t t i v o s d e a L g u n a c o n s i d e r a c i ó n e n Ri : f r í o (Meta) y Vichada' PaiLitas (Cesar), PUerto Lopez y PLanas propagados P r á c t i c a m e n t e t o d o s t o s á r b o t e s e x i s t e n t e s e n C o L o m b i as o n.

(37) por. s e m it I a s. obtenidas de "tipos". inferiores. (nuez pequeña), pero. d e t o d a s m a n e r a sh a y u n a g r a n v a r i a b i L i d a d g e n é t i c a q u e s e p u e d e a p r o v e c h a r p a r a I o s p r o g r a m a sd e s e t e c c i ó n y o b t e n c i ó n d e c L o n e s s o b r e s a I i e n t e s m e d ' i a n t ep r o p a g a c i ó n v e g e t a t i v a .. A d e m á sd e L o o b s e r v a d o a n t e r i o r m e n t e e n r e I a c ' i ó n c o n e L c u L t i v o d e Marañón en CoLombia se conoce muy poco sobre variedades, sistemas de propagación, ferti tización, prácticas cuIturates,. controL de ptagas. y e n f e r r n e d a d e sy d e m á sa s p e c t o s r e t a c i o n a d o s c o n e L c u t t i v o .. CALIFICACION D E L L I M I T A N T E ,O F E R T AT E C N O L O G I CYA P R I O R I D A D EDSE I N V E S T I G A C I OPNO RS U B F A C T O RDEES P R O D U C C I O N. 0.T.. Subfactor de Producción. Plioridad. I n v e s t.. D if u s i ó n. G e n ét i c a. .. Adaptación de variedades o hibridos. .. Propagación. 07 08. u¿. IP1. 02. IP1. o7. l\2. IF1. FitopatoIogía .. Enfermedades. Entomol,ogía .. M a n e oj d e p t a g a s. Suelos. 07. IP2. ñp<.

(38) )¿. p"iorjdr:j. Subfactor cieProducciÓn. .. Ferti L'idad. .. EI e m e n t o s m a y o r e s , s e c u n d a r i o s. .. l-. | .. U. | {. I n v e st .. l''1u;ii'¡. y menores. 0ó. 01. IPz. DP5. l v l ci o r r i z a s. 0ó. 02. IPZ. DP5. 07. 03. rP1. Ec o n o mi a. .. R e n t a b iI i d a d. Y O F E R T AT E C N O L O G I C A DEL LIITIITANTE C A R A C T E R I Z A C IY O NJ U S T I F I C A C I O N P O RS U B F A C T O RDEES P R O D U C C I O N. Pri ori dad Invest. Difusión. S u b f a c t o r d e P r o d u c ci ó n. G e né t i c a. .. Adaptación de variedades o híbridos. 07. 02. IP1. N o s e h a e v a I u a d o a g r o n ó m i c a m e n t eI o s m a t e r ' i a t e s e x i s t e n t e s r e g i ó n y t a m p o c o s e c o n o c e e I c o m p o r t a m i e n t od e L o s i n t r o d u c i d o s .. .. Propagación. OE. 02. IP1. en ta.

(39) JJ. S , J baf c t o r C - ' P r o d u c ci ó n. L.i.. ii-icr';4;d. 0.T.. lnvesi.. i iiusión. 'indispenPara avanzar en Ia obtención de Ios ctones sobresaLientes es práctico y ecos a b t e d i s p o n e r d e u n s i s t e m a d e p r o p a g a c ' i ó nv e g e t a t i v a n ó m ic o .. FitopatoLogía. Enfermedades. .. 07. 03. IP1. Las condiciones det cIima de La región, favorabte para eI desarroLIo gLoespode patógenos, ha permitido Ia persistencia de CotIetotrichum Igj!Se. en forma endémica, hecho que prioriza. estudios epidemioLógicos para determinar Ias. Ia necesidad de reaLizar estrategias. deI. manejo. d e [ a e n f er m e d a d .. Entomotogía. .. t t l a n jeo d e p l a g a s. 07. 04. IPZ. DP5. S e h a c e n e c e s a r i o c o n o c e r y e v a L u a r I a e n t o m o f a u n aq u e t i e n e t a e s p e c i e c o m o h o s p e d e r o sp a r a d i s e ñ a r L o s s i s t e m a s d e m a n e j o '. S u eL o s. .. Fert i Lidad. .. EI e m e n t o s m a y o r e s , s e c u n d a l i o s y menores. 0ó. 04. fPZ. DP5. No se conocepara La zona [a respuesta de [a especie a [a fertitización con etementosmayores, secundarios y menores..

(40) 7t.. r,r1;f1c:13. L.¡.. S u b f a c t o r C e P r o d u c ci ó n. inv,i!l. 0ó. 1 1 ci o r r i z a s. o2. I P2. ". Dii"sión. DP 5. de micorrizas es La mejor atternativa para costos de fert i Lización en llarañón y además Las pLantas inocuIadas c o n m í c o r r i z a s s o n m á s r e s i s t e n t e s a I a t a q u e d e e n f e r m e d a d e sr a d i c u t a -. La utitización. res.. Su significación. e s m a y o r e n l . a m e d i d aq u e L o s p r o y e c t o s d e s i e m br a. s e L o c a L i c e ne n z o n a s a L e j a d a s c o m o e t V i c h á d a .. Econom ía. 07. R e n ta bi t i d a d. U.). tP1. S e d e s c o n o c e n L o s a s p e c t o s e c o n ó mci o s d e I a e x pL o t a ci ó n c o m e r c i a I d e l.¡. reña.ia. v. forma en que interactúan. v ar i a bL e s s o c i o e c o n ó m i c a s. c o n r e s u I t a d o s de p r o d u c t i v i d a d .. PIÑA ( A n a n a s c o m os u s). La Piña es originalia. d e A m ér ' i c a , e n u n a r e g ] O n q u e c o m p r e n d e L a A m a z o -. n i a C o t o m b i a n ay B r a s i I e r a . S e g ú n L a s e s t a d í s t i c a s d e L a F A O , e n e I m u n d os e p r o d u c e n9 m i I t o n e s de tonetadas aI año, siendo tos principates productoresen su ordent TaiIandia, Fi Iipinas, d í s t j c a s C o t o m bai aL año.. B r a s i t y E s t a d o sU n i d o s ( H a w a i ) . E n e s t a s e s t a -. ocupa et. p u e s t o n ú m n e r o1 5 c o n 1 1 0 . 0 0 0 t o n e t a d a s.

(41) a. 35. La Piña se desarrotIa. mejor en suetos ácidos y bien drenados, como. tos que se observan en Lebrija. (Santander) donde se siembran 5.000. de Las ó.000 hectáreas cul.tivadas en et. pais.. I n f o r t u na d amen t e e n. esta región aunque Ios sueIos son aptos para eI cuttivor. eL cLima pre-. senta inconvenientes para un mayor desarrotLo comerciaL de La Piña, por la ocurrencia de bajas de temperatura que inducen ftoración naturaL y d e t e r m i n a n u n a m u y m a r c a d ae s t a c i o n a t i d a d e n I a p r o d u c c i ó n , L a c u a I inftuencia Ios precios en una forma muydesfavorabte. E n L a A L t i t L a n u r a C o t o m b i a n ad o n d e p r e d o m i n a n t o s s u e t o s á c i d o s y b i e n drenados, aptos para eI. cuttivo. de La Piña, aunque se observa fIora-. ción naturaI con Ia variedad "criotta" dad "Cayena ['isa",. no ocur¡e Lo mismocon [a varie-. Lo cuat es una gran ventaja para efectos de poder. r e g u t a r l a p r o d u c c i ó n y a s í a c o m o d a r s ea l a d e m a n d ad e I m e r c a d o . N o se conoce Io que puede ocurrir. en este aspecto con Ias otras varieda-. des importantes en eL país comoson Ia "PeroLera" y Ia "filanzana". Es impoftante mencionar que en un estudio adeIantado por R.E. NeiLd y. F. BushetL "Un procedimiento agroctimático para La expIotación de. áreas potenciaLes para La producción de Piña en CoLombia",se encontró que sitios ticas. c o m oG a v i o t a s y V i I t a v i c e n c i o. superan en condiciones ctimá-. a ¡lataybatay (Fi Lipinas), que ha s'ido considerado comoeL mejor. para producir piña en eL mundo..

(42) 7. I. Y AP R I O R I D A D EDSE I N V E S TECNOLOGIC C A L I F I C A C I OD NE L L I M I T A N Í E . O F E R T A T I G A C I O NP O RS U B F A C T O RDEESP R O D U C C I O N. Prioridad Invest. Difusión. Subfactor de Producción. 6 e áé t i c a. .. Adaptación de variedades o híbridos. 07. 03. rP1. 08. 03. rPz. 0ó. 01. fP1. Suetos. .. Ferti Lidad. F i s i o I o . g j a V e g e t aL. .. FIoración. C A R A C T E R I Z A C I OYN J U S T I F I C A C I O N D E L L I ¡ I t I T A N T EY O F E R T AT E C N O L O G I ; A P O RS U B F A C T O R E DS E PRODUCCION. Prioridad Subfactor de Producción. L.T.. 0.T.. 07. 03. lnvest.. ut f u s t o n. G e n é ti c a. .. Adaptación de variedades o hibridos. rP1. N o s e h a n . e v a t u a d o a g r o n ó m i c a m e n t eL o s m a t e r i a t e s g e n é t ' i c o s e x i s t e n t e s.

(43) 37. F.il.iaa.. Subf¿ctor de P¡oducción. en La región.. lnve;i,. Di l'"rsi5¡,. La introducción de materiaLes ha sido muy precari a'. S u eI o s. .. 08. FertiLidad. 03. tP7. No se conoce para Ia zona ta respuesta de Ia especíe a Ia fertiIizac i ó n c o n e t e m e n t o sm a y o r e s , s e c u n d a r i o s y m e n o r e s '. F i s i o [ q g í a V e g e t aL. .. 0ó. Ftoración. 04. rP1. Es necesario ajustar La tecnoIogía existente para obtener producción e n l v l a r z oy O c t u b r e q u e s o n l o s m e s e sd e m e j o r e s p r e c i o s '. f{ANGO ( t 4 a g nfi e r a i n d i c a ). E L t q a n g oe s o r i g i n a r j o. de La India donde, según Ia FAO, se producen. 9 de Los 14 1t2 nltLones de tonetadas que es ta producción mundiaI de esta fruta durante eI año. Con menos de 1 miLl'ón de toneLadas, con producciones simitares aparecenen su orden México, Pakistán, FiLiC o L o m b i ao c u p a e n e s t a s e s t a d í s t i c a s e t p u e s t o N o ' pinas y Brasi L. 2ó con 22.000 tonetadas aL año..

(44) 38 E t i l l a n g oa L i g u a L q u e s u p a r i e n t e e L l l a r a ñ ó n s e d e s a r r o L t a e n L a m a y o ría de sueIos y prefiere l-os ctimas monzónicospara ftorecer norma[mente y. p r o d u c ir. frutos. aceptabtemente Libres. de "antracnosis". que. c o m o e I M a r a ñ ó ne s I a e n f e r m e d a dt i m i t a n t e . En La ALti ttanura se observan árboLes senbrados en "patios creciendo y produciendo muy bien frutas aunque bastan:e "timpias" sis".. de finca". de caLidad muy aceptabte que. n o e s t á n c o m p t e t a m e n t ei i b r e s. de "antracno-. T a m b i é ns e o b s e r v a L e t e n d e n c i a a p r o d u c i I e n u n a f o r m a t e m p r a -. na (abri L), con retación a otras zonas deI país,. Io cuaL es muy venta-. joso desde eL punto de vista deL mercadeo.. SE I N D E L .L I I { I T A N T E , O F E R T AT E C N O L O G I CYA P R I O R I D A D ED CALIFICACION V E S T I G A C I OPNO RS U B F A C T O RDEES P R O D U C C I O N. Subfactor de Producción. Prioridad. tf. Invest.. G e n é ti c a. Adaptación de variedades ó híbri dos. 07. 03. IP1. 0ó. 02. IPl. F i s i o t o g í a V e g e t aI. FI o r a ci ó n. Difusión.

(45) .tY. D E L L I I I i T A N T E Y O F E R T AT E C N O L O G I C A C A R A C TIEZRA CI O N Y J U S T I F I C A C I O N P O R S U BF ACT O RE S D E P RO D UCI O N. Prioridad IT. S u b f a c t o r d e P r o d u c ci ó n. NT. Invest.. D if u s ' i ó n. G e n é ti c a Adaptación de Variedades o. 07. Hibridos. 03. IP1. N o s e h a n e v a L u a d o a g r o n ó m i c a m e n t eI o s m a t e r i a L e s g e n é t i c o s e x i s t e n t e s en [a reqión.. La introducción de materiaIes ha sido muy precar'la.. F i s i o t o g i a V e g e ta L. 0ó. F L o r a ci ó n. u¿. IP1. Es necesario ájustar Ia tecnoLogía existente para aprovechar Ias condiciones de cl-ima, inducir fLoración en Noviembre Diciembre y conseguir desarrotLo de Los frutos en ta época seca, obtenertos Libres de ántracn o s i s c o s e c h á n d o L o se n M a r z o - A b r i L , q u e e s I a é p o c a d e L o s m e j o r e s precios en eI primer semestre.. C I T R I C O (SC it r u s s p ). D e I o s f r u t o s c í t r i c o s L a N a r a n aj ( C i t r u s s r n e n s js ) o c u p a e I p l i m e r I u g a r e n á r e a s e m b r a d aY e n p r o d u c c i ó n c o n S o no r i g ' i n a r i o s d e A s i a .. 4 0 m iI t o n e s d e t o n e t a d a sa L a ñ o ..

(46) I. 40 BrasiI es eL olincipal. p r o d u c t o r c o n 1 4 m i L L o n e s d e t o n e L? d a s , s e g u i d o. o o r E s t a d o s U n i d o s c o n ó m ' i L t o n e sy c o n c e r c a d e 2 m i t t o n e s d e t o n e t a d a s e n 3 o . r 4 o . , 5 o . y ó o . L u g a r , t { é x i c o , E s p a ñ a ¿l t a L i a y C h i n a , r e s pect ivamente.. CoLombiafigura. en I'as estadísti cas de La FA0, como. eL No.21 en producción de Naranjas con 250.000 toneIadas aL año.. La oroducción de Plandalinas es de 7.5. miI Lones de toneLadas siendo. Limones y. Limas ácidas 5.5 miLLones de. Japón eL primer productor.. toneIadas, apareciendo en su orden Estados Unidos, ItaLia como principaLes. productores.. Se producen 4. y. México. mittones de toneIadas. de Toronjas de tas cuaIes La mitad es producida por Estados Unidos. Cotombiano figura. en tas estadísticas de La FA0 produciendo Plandari-. n a s , L i m o n e so T o r o n j a s .. En ta Attittanura. Cotonbiana se observan creciendo y produciendo bien. árboLes de cítli cos, especiatmente naranjas, Iimas ácidas y toronjas. C o n I a s n a r a n j a s p r i n c i p a t m e n t e s e o b s e r v a m u y m a r c a d a m e n t eq u e L a c o s e cha ocurre en unos mesesen que no hay abastecimiento de fruta. en eL. m e r c a d od e B o g o t á y p o r [ o t a n t o s e o b t i e n e n b u e n o s p r e c i o s .. Es necesario conocef bien eI Ias frutas. voLumende producción y. Ia caLidad de. a La vez que determinar Ia mejor o mejores variedades en. Ias condiciones de Ia ALti LLanura, en donde Ias expIotaciones deberán s e r a e s c a t a c o n s i d e r a b L e o a r a o o d e r h a c e r u n a a d e c u a d ac o m e r c i a t i z a ción..

(47) t1. SE I N V E S DN E L L I I I I T A N T E ,o F E R T AT E C N O L o G I CYA P R I o R I D A D ED CALTFICACTO E PRODUCCION ES T I G A C I O NP O RS U B F A C T O R D. Priolidad. D i s c i p L i n a / S u baf c t o r. L.T.. 0.T.. Invest.. 07. 03. IP1. 08. 03. tP?. Difusión. Genéti ca .. A d a p t a c i ó nd e v a r i e d a d e so hibri dos. Suelos .. FertiLidad. Y JUSTIFICACIONDEL LIfi|ITANTEY OFERTATECNOLOGICA CARACTERIZACION ] ON DE PRODUCC PORSUBFACTOR. Prioridad Di sc i p I i na/ Subfa ct o r. L'T'. o'T'. 07. 03. rnvest.. Difusión. Genéti ca .. A d a p t a c i ó nd e v a r i e d a d e so hlbri dos. rP1. N o s e h a n e v a t u a d oa g r o n ó n i c a m e n tteo s m a t e r i a t e s g e n é t i c o s e x i s t e n t e s en [a región. La introducción de nateriates ha sido nuy precaria-.

(48) 12 Prioridad S u b fa c t o r d e P r o d u c c i ó n. ,. lnvest.. Difusión. S u el o s. .. 08. Fertitidad. 03. rP?. N o s e c o n o c ep a r a I a z o n a r e s p u e s t ad e I a e s p e c i e a t a f e r t i L i z a c i ó n c o n e I e m e n t o sm a y o r e s ,s e c u n d a r i o sy m e n o r e s .. TABLA2.. rañón Producción MundiaLde f¡1a. P a ís. 198?t83. 1983184. 1984t85. Indi a. 110.000. 90.000. T a n za ni a. 45.000 12.000 20.000 ó0.000. 0tros (Afri ca). 35.000 12 . 0 0 0 35.000 90.000 120.000. 't05,000 40.000 10.000 30.000 '130.000. 12.000. 12.000. TotaI. 294.000. 239.000. 327.O00. Kenya M o n za m b iq u e Brasi t. Fuente: EdibLe Nuts and Spices. P u b Lci L e d g e r .. C o m o d i t yt r J e e k . J u L i o 1 9 E 5 . T h e.

(49) 43 P E R F I L E SD E P R OEYC T O S. P R O Y E C TIO. ,. 1.. Titulo:. DE CITRICOS,I{ANGO,PAPAYA, GENETICOS EVALUACION DE I.IATERIALES MARAÑON Y PI ÑA ?.. 0bjetivos:. 2.1. GeneraLes: D e t e r m i n a r I a s m e j o r e s v a r i e d a d e sd e s d e e I p u n t o d e v i s t a d e c a r a c t e r í s t i c a s a g r o n ó m i c a s ,p r o d u c c i ó n y. caLidad de fruta. para. r e c o m e n d aar I o s a g r i c u t t o r e s i n t e r e s a d o s . 2.2. Específicos:. .. D e t e r m i n a r t a s c a r a c t e r í s t i c a s a g r o n ó m i c a sd e L o s m a t e r i a t e s j n t r o d u c i d o s c o m ot a m a ñ od e [ o s a r b o t e s y / o p t a n t a s , h á b i t o d e c r e cimiento e inicio de producción.. .. D e t e r m i n a r I o s r e n d i m i e n t o s : N ú ¡ n e r od e f r u t o s p o r á r b o t , p e s o d e t o s f r u t o s y p r o d u c c i ó np o r h e c t á r e a .. .. t a m a ñ od e I o s f r u t o s , c o L o r e x t e r n o , p e s o y Í o r n a ; t e x t u r a , u n i f o r m i d a dd e m a d u r a c i ó n ,c o t o r j n t e r n o , c a n t i D e t e r m i n a rI a c a t i d a d :. dad de sótidos, retación S.S./acidez. 3.. filetas:. .. Estabtecer una coLecciónde materiates de ampIia variabjIidad g e n é ti c a ..

(50) 44. .. Determinar Ias mejores varieÉadespara Ia zona, Ias cuaIes se u t i L i z a r á n p a r a s u r e p r o d u c i ó n p o r s e n i L t a s e x u a Lo v e g e t a t i v a m e n t e ,a t r a v é s d e L a i n j e r t a c i ó n y / o c o t i n o s .. 4.. Actividades:. .. I n t r o d u c c i ó nd e v a r i e d a d e sd e c í t r i c o s ( 2 ) I n t r o d u c c i ó n d e m a t e r i a l e s d e m a n g o( ? ). . .. I n t r o d u c c i ó n d e v a r i e d a d e sd e p a p a y a( 2 ) I n t r o d u c c i ó n d e v a r i e d a d e sd e p i ñ a ( 2 ). .. I n t r o d u c c i ó n d e m a t e r i e t e s d e m a r a ñ ó n( 2 ). 5.. Locatización:. .. S u b r e g i ó nH a t u r a t : 0 r i n o q u i a b i e n d r e n a d a 6.. R e c u r s o sH u m a n oys F i n a n c i e r o s. 6.1. RecursosHumanos:. 6.2. Profesionat il.S.. 'l. Ayudantede Técnico. 2. Secretaria. 1. obre¡os. 4. R e c u r s o sF i n a nc i e r os : Servi cios Personaies Gastos Generates. 7.. 10.9Qó.OOO 5.100. Responsab Ie: S e c c i ó nF r u t a t e s - C l { l C a r i m a g u a C a r l o s A . R o n á nH . , S e c c i ó n F r u t a l e s.

(51) 45. P R O Y E C TI IO. 1.. Título:. E S T U D I OESPl D E tI{O L O GCIO SD E C o t t e t o t r i c h u mg t o e s p o r o i d e s 'P A T o G E N o I SE L M A R A Ñ OYN I V I A N G O E L A A N T R A C N O SD R E S P O N S A BD LE. 2.. 0bjetivos. 2.1. Generates:. D a r r e c o m e n d a c i o n epsa r a e I c o n t r o I d e L a A n t r a c n o s i s d e L m a n g o y e I m a r a ñ ó n( C o L I e t o t r i c h u mg t o e s p o r o i d e s ) 2.2. Específicos:. .. E s t u d i a r I o s f a c t o r e s p r e d i s p o n e n t e sp a r a e L a t a q u e d e t h o n g o ( C . g I o e s p or o i d e s). .. E v a L u a rI a s f t u c t u a c i o n e s d e L a i n c i d e n c i a d e I a e n f e r m e d a d. 3.. frletas:. .. C o n t r o t a r L a e n f e r m e d a de n f o r m a e c o n ó m i c ap a r a o b t e n e r a t t a p r o d u c c i ó nd e [ a m e j o r c a L i d a d. .. P r o d u c i r f r u t a s d e e x c e t e n t e c a L i d a d I i b r e s d e m a n c h a sp r o d u c i d a s por [a Antra cnosi s.. .. Actividades:. .. E v a t u a c i ó nd e [ a s f t u c t u a c i o n e s d e I a i n c i d e n c i a d e I a e n f e r m e d a d. (s).

(52) 46 E s t a bI e c i m ie n t o d e I a s m e d i d a s d e c o n t r o t d e I a A n tr a c n o s si d e I mangoy eL narañón (5) Subreg ión Naturat: 0rinoquia bien drpn¿da ó.. R e c u r s o sH u m a n oys t i n a n c i e r o s !. 6.'l. RecursosHumanos:. I. g. <f R. 1 P r o f e s i o n a L1 4S. .. ffs eEl. 1 Ayudantede técn i co. €gl. I S e c r e t a r ia. 6.2. 1 0b¡ero. tr9 (m. R e c u r s o sF i n a n c i e r o s :. e., ,:E. S e r v ic i o s P e r s o n a t e s. ú¡ -.{. 4s. tr& G a s t o sG e n e r [ae s i Inversión a. 3.800.000 3.000.000 2,000.000. Responsab I e: S e c c ói n F r u t a t e s - C N I Car i nagua Frut a Les , C a r L o sA l b e r t o R o m á n Sección. III PROYECTO I. T lt u t o : ilANEJODE PLAGASEN FRUTALES. I. fJ'l. ii,.

(53) 47 2. ñhi. a+ irrnc. ?,1. GeneraIes: D i s e ñ a r u n m a n e j oe f i c i e n t e d e I a s p t a g a s q u e a t a c a n I o s f r u t a I e s en et DepartamentodeI l'leta. 2.?. Específicos:. .. D e t e r m i n a rL a i m p o r t a n c i ae c o n ó m i c ad e I a s p L a g a se n f r u t a t e s. .. E s t u d i a r I a f L u c t u a c i ó nd e t a p o b t a c i ó n d e I o s p r i n c ' i p a t e s j n s e c t o s f i t ó f a g o s a s o c i a d o sc o n f r u t a L e s. .. EstabLecen r ivetes críticos de daño. .. E s t a b l e c e r u n m a n e j oi n t e g r a d o d e p t a g a s. 3.. Hetas:. .. p sa r a e I m a n e j od e p L a g a se n f r u t a L e s G e n e r a rr e c o m e n d a c i o n e. .. D i s m i n u i r p é r d i d a sp o r e L d a ñ c c b i n s e c t o s p t a g a s. .. D i s m i n u ri c o s t o s d e p r o d u c c i ó n. 1.. Actividades:. .. t t l a n e j od e p t a g a s e n c í t r i c o s ( 2 ) M a n e j od e p t a g a s e n m a n g o( 2 ). . .. l¡lanejode plagas en papaya (2) llanejo de plagas en marañón(1). .. M a n e j od e p t a g a s e n p i ñ a ( 1 ). 5.. S u b r e g i ó nN a t u r a t :. .. Orinoquia bi en Drenada.

(54) I. 48. 6.. R e c u r s o sH u m a n oys F i n a n c i e r o s :. 6.1. R e c u r s o sH u m a n o s : l ProfesionaI ft1. S. 1 Ayudantede téCnico l Secretaria l0brero. 6.2. 7.. R e c u r s o sF i n a n c i e r o s : S e r v ic i o s P e r s o n a t e s. 1.645.000. G a s t o sG e n e r lae s. 2.4ó5.000. R e s p o n s at eb: S e c c i ó nF r u t a t e s - C l l I C a r i m a g u a C a r t o s A . R o m á nH . , S e c c i ó nF r u t a l e s. PROYECTO IV. 1.. Títuto: PROBLET',IAS DE FRUTALES NUTRICIONALES EN SUELOS DE LOSLLANOSORIENTALES. 2.. o b je t i v o s :. ?.1. G e n rea L e s : Deterninar ta respuesta de lop cltricos,. mango, papaya y narañón. a ta.apticación de ferti IizantÉs en suetos de los Ltfnos.

(55) 49 ¿.¿. tsspecrfrcos:. Estudiar a niveI. de invernadero y campo, Ias respuestas de dife-. rentes especies frutates. a Ia fertil.ización. con etementosmayores. y secundarios. Estudiar eI efecto deI encatamientosobre eI rendimiento y comport a m i e n t o a g r o n ó m i c od e v a r i a s e s p e c i e s f r u t a t e s .. .. E s t u d i a r I a s i n t e r a c c i o n e s d e e t e m e n t o sn e n o r e s , m a y o r e sy s e c u n darios. 3.. Metas:. .. ALcanzar Ios. c o n o c i m i e n t o sn e c e s a r i o s q u e p e r m i t a n r e c o m e n d a r. d o s i s e c o n ó m i c a ps a r a I a s e s p e c i e sf r u t a L e s . .. A u m e n t a rI a p r o d u c t i v i d a d d e L o s c u L t i v o s ,. .. D i s m i n u ri c o s t o s d e p r o d u c c i ó n . F o m e n t an r u e v a sa t t e r n a t i v a s a g r l c o t a s p a r a I a z o n a. 4.. Actividades: D e t e r m i n a rI a r e s o u e s t ad e I o s c í t r i c o s a I a f e r t i t ' i z a c i ó n ( 2 ) (3). .. D e t e r m i n a rI a r e s p u e s t ad e I m a n g oa [ a f e r t i t i z a c i ó n. .. D e t e r m i n a rI a r e s p u e s t ad e t a p a p a y aa L a f e r t i t i z a c i ó n. .. D e t e r m i n a rI a r e s o u e s t ad e I m a r a ñ ó na L a f e r t i L i z a c i ó n ( 1 ). .. D e t e r m i n a rL a r e s p u e s t ad e [ a p i ñ a a [ a f e r t i t i z a c i ó n. 5.. S u b r e g i ó nN a t ur a [ : 0 r i n o q u i a b i e n dr e n a d a. (1). (1).

(56) 50 ó.. R e c u r s o sH u m a n oYs F i n a n c i e r o E :. 6.1. Humanos: l Profesionat ftl.S. 1 A y u d a n t ed e t é c n i c o 1 Secret a ri a 1 0bre ro. 6.2. Financieros: Servi ci os PersonaLes G a s t o sG e n e r La e s. 7.. 2.379-OOO 950.000. sabt e: Respcin S e c c i ó nF r u t a l e s - C N I C a l i m a g u a C a r l . o sA . R o m á n S r e c c i ó nF r u t a t e s. PROYECTO V 1.. T ít u [ o : SE S I C U L OA R B U S C U L A R I N V E S T I G A C I OE NN I 4 I C O R R I Z AV. ?.. O b je t i v o s. ?.1. G e n rea I e s : B a j a r e L c o s t o d e t a f e r t j t i z a c i ó n e n á r b o l . e sf r u t e L e s.

(57) 51 2.2. Específicos: I m p t e m e n t a ru n p r o g r a m a d e i n v e s t i g a c i ó n p a r a i d e n t i f i c a r pticar Ies. micorrizas efectivas y competitivas para frutates. (mango, guanábana, citricos. La absorción det. fósforo. y. marañón) y. y muttitropica-. mejorar con eLto. en suelos fuertemente ácidos y bajos. en fósforo como los de CLasesIII. y IV de Los Ltanos 0rientaLes-. 3.. M e ta s :. .. DesarroIar metodotogías para La producción en gran escaLa de tas micorrizas para uso como inocutante en suetos fuertemente ácidos bajos en fósforo de tos LLanos 0rientates. EstabIecer Datrones de catidad oara actividades de controI. r.. Actividades:. .. Cotección de micorrizas vesicuLo arbuscuLar (MVA) sitvestre y l a s d e o r o o i e d a dd e t C I A T ( 2 ). .. Purificación, identificación c o t e c t a d a s( 2 ). .. Efectuar pruebas regionates para evaIuar Ia efectivjdad y compet e n c i a d e I a s c e p a sf { V Ae n I a s e s p e c i e s c o n s i d e r a d a s( 4 ). y. mul.tipticación de Ias especies. Inoculación en vivero de cuItivos de cítricos,. p a p a y a , r ] a n g oy. m a n a ñ ó nu, s a n d oL o s m e j o r e s f i l V Ae v a I u a d o se n p r u e b a s r e g i o n a L e s . (4). 5.. Subreg i ó n N a t u r a[ : 0 r i n o o u i a b i e n dr e n a d a.

(58) T. >¿. 6.. y Financieros Recursos Humanos. 6.'l. Recursos Humanos: . . l ProfesionaI FlS 1 Ayudantede técni co 1 Secretaria l0brero. 6.2. R e c u r s o sF i n a n ci e r o s : S e r v ic i o s P e r s o n a I e s. 1.000.000. G a s t o sG e n e r a I e s a. 500,000. R e s o o n s aI eb : S e c c i ó nF r u t a I e s - C l l I C a r i m a g u a C a r t o s R o n á nH . , S e c c i ó nF r u t a t e s. P R O Y E C TVOI a. Títuto: DETERI.II NACION DE SISTEMASDE P R O P A G A C I OEN N fqARAÑON 0 b je t i v o s. 2.1. G e n e ¡ aI e s :. Encontrar sistemas vegetativos de propagación efect ivos,. econó-. m i c o s y f á c i L e g p a r a d a r t e s a p l . i c a c i ó n c o m e r c ' i a Le ¡ m a r a ñ ó n.

(59) 53 2.2. Específicos:. .. D e t e r m i n a r L o s t i p o s d e i n j e r t o y / o e n r a i z a m i e n t od e e s t a c a s m á s fácites y efectivos para producir arbotitos de marañón. 3.. flet as:. .. R e c o m e n d at ro d o s l o s p a s o s c o n d u c e n t e sa o b t e n e rr á r b o l e s d e m a r a ñ ó n p r o p a g a d o sp o r i n j e r t o y / o e s t a c a s e g ú n r e s u [ t e m á s c o n v e n j e n te. 1.. Actividades:. .. D e t e r m i n a r e I m e j o r s i s t e m a d e p r o p a g a c i ó nv e g e t a t i v a d e m a r a ñ ó n (1). .. S u b r e gói n N a t u r a[ : 0 r i n o q u ia b i e n d r e n a d a. 6.. R e c u r s o sH u m a n oys F i n a n c i e r o s :. 6.1. R e c u r s o sH u m a n o s : l P r o f e s io n aI f l . S . 1 A y u d a n t ed e t é c n i c o 1 Secretaria 1 0bre ro. 6.?. R e c u r s o sF i n a n c i e r o s : S e r v ic i o s P er s o n aLe s Gastos Genera t es. 1.080.000 750.000.

(60) 54. 7.. s bI e : R es p o n a S e c ci ó n F r u t a t e s - C N I C a r i m a g u a H . , S e c c i ó nF r u t a t e s Cartos Román. PROYECTO VII 1.. Títuto: DE LA PRODUCCION DE TECNICAY ECONOf!ICA ESTUDIODE FACTIBILIDAD IqARAÑON EN LA ORINOAUIA Y CARIBECOLO$BIANOS. 2.. O b je t i v o s :. ¿.'l. G e n rea t e s : Tener ctaridad sobre Ios aspectostécnicos y económicod seI cutt i v o d e I m a r a ñ ó n ,s u f i c i e n t e s p a r a s u s t e n t a r p r o y e c t o s d e s j e m b r a a g r a n e s c a L a ,c o n m i r a s a I a e x p o r t a c ' i ó n .. 2.?. E s o e c l fi c o s : H a c e r u n e s t u d i o d e L a d e m a n d a ,o f e r t a ,. p r e c i o s , m e ¡ c a d o sy p e r s -. p e c t i v a s e c o n ó m i c a sd e I a p r o d u c c i ó n d e t m a r a ñ ó n C o m p t e t a r e I b a n c o d e g e r m o p t a s m ay L a i n f o r m a c i ó n t é c n i c a n e c e s a ria. en aspectos comovariedades, sistemas de propagación, prácti-. cas cutturates y cosecha. .. Obtener Ia tasa interna de retorno (TIR), retación beneficio-costo (B-C) y eI vator neto actuaL (VAN). 3.. l\l|etas: Generar aIternativas. e c o n ó m i c a so a r a e L d e s a r r o t t o d e L a A l . t i L l . a -.

(61) 55 nura cotombiana. Produci r un paquete t e c n o t ó 9 i c o p a r a s e r u t i t i z a d o p o r t o s a g r i cuItoreB inversionistas. 4.. Actividades: Reconocimientode Ias zonas productoras de narañón (2) R e c o t e c c i ó ne i n t r o d u c c i ó n d e m a t e r i a t e s p a r a o o s e n v a c r o n ( 3 ) E I a b o r a c i ó nd e I d i a g n ó s t i c o d e t c u [ t i v o ( 1 ) E t a b o r a c i ó nd e I m a n u a ld e I c u t t i v o ( 1). ).. S u b r e g i ó nN a t u r a t : 0rinoquia bien drenada. ó.. R e c u r s o sH u n a n o sy F i n a n c i e r o s :. 6 . 1 R e c u r s o sH u m a n o s : l Profesi onaI fil.S. 1 Ayudantede técni co l Secretaria 1 0brero 6.?. R e c u r s o sF i n a n c i e r o s : S e r v i c i o s P e r s o n Iae s Gastos GeneraI es. 7.. 10.90ó.000 5 .1 0 0 . 0 0 0. R e s p o n s a b t e!s S e c ci o n e s F r u t d t e S y E c o n o m í a A g r a r i a C l l I C a r i m a g u qy C R I L a L i b e r t a d.

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TABLA 9. R e s u m e n r e n n e  s 1 9 8 8   -d e  Lp a  ra 1992 L a   S e c c i ó n  d eP L A N I A  d e   L a  A 5

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