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"3-E¿3
3S2 PLANIFICACION DE SITUACIONES Y P.HAXIS SITUACtOXAL f y p r o p i a : por lo tanto, l a eficacia d e l sujeto-transforma-,
dor y de los sujetos q u e resisten la t r a n s f o r m a c i ó n i»s v a -r i a b l e y p e c u l i a -r a cada m o m e n t o h i s t ó -r i c o , y e s t á i n f l u i d a \r t o d a la historia precedente. La r e a l i d a d misma es
dis^ t i n t a en cada momento t a n t o p o r q u e los sujetos son d i s t i n -tos o su n i v e l de aprendizaje ha v a r i a d o , c o m o p o r q u e sus acciones se acumulan en la h i s t o r i a c o m o p r o d u c t o y es-t r u c es-t u r a s sociales. Eses-to hace q u e la realidad sea irrepeti-ble y t e d a l e y sobre esa r e a l i d a d social sea siempre u n a "ley
tentativa"
y " ú n i c a " , s i n posible verificación general nigeneralización
de su verificación particular, p o r q u e s i e m p r e los elementos relevantes y c o m p o n e n t e s de tales leyes son distintos. La v e r i f i c a c i ó n i m p l i c a la " r e p e t i c i ó n " y ello es i m p o s i b l e en la r e a l i d a d s o c i a l . Sin e m b a r g o , a u n q u e m á s l i m i t a t i v a entérminos
d e l c á l c u l o del r e s u l -t a d o , e n l a praxis social r e f l e x i v a e i n -t e n c i o n a l se p r o d u c e "la r e t r o a l i m e n t a c i ó n d i a c r ó n i c a " , c u el s e n t i d o de que- l o a p r e n d i d o en u n a s i t u a c i ó n se "recrea"para
su a p l i c a c i ó n t e n t a t i v a en otra d i s t i n t a y p o s t e r i o r en e l t i e m p o . Nunca la e x p e r i e n c i a social se a p l i c a sobre la m i s m a r e a l i d a d de l a q u e se o b t u v o , y por ello l a e x p e r i e n c i a a p l i c a d a ," a l f u t u r o es u n c o n s t a n t e i s o m o r f i s m o p a r c i a l , d o n d e sea p r e n d e de las relaciones generales e n t r e los elementos , sociales i n d e p e n d i e n t e m e n t e de su c o n t e n i d o c o n c r e t o y e s p e c í f i c o . Así, c u a n d o en cada s i t u a c i ó n cambia'' lo c o n -c r e t o , p a r t i -c u l a r y e s p e -c í f i -c o de ella, p e r o se m a n t i e n e n . las r e l a c i o n e s generales, es siempre p o s i b l e el acto de p r e
-ver a p l i c a n d o c r e a t i v a m e n t e tales relaciones generales a u n c o n t e n i d o d i s t i n t o de los elementos relacionados. Pero j u s t a m e n t e ese c o n t e n i d o d i s t i n t o , sea en la s i t u a c i ó n o el escenario, i n t r o d u c e l a i m n r e d i c t i b i l i d a d cierta;. E l a p r e n d i z a j e de una p r á c t i c a , que es s i e m p r e algo c o n c r e t o , p e c u l i a r e h i s t ó r i c o , n o se
transforma
en e x p e r i e n c i aváli-da e n el á m b i t o social, s i n u n a a b s t r a c c i ó n i s o m ó r f i c a q u e p e r m i t a d e v e l a r c ó m o esas relaciones a p r e n d i d a s y recrea-das p o r l a praxis " p r c d i c i o n a i ": : son a p l i c a b l e s a u n a n u e -v a r e a l i d a d . E l i s o m o r f i s m o p a r c i a l n o s ó l o existe p o r 3 Recuérdese r l sentido tle '"predidón" con «na. sola ' V , capítulo v.
! ' l A: ' . ! ;;y: * f ' : ( i \S Y PRAXIS SITUACION!
i¡r.:íf:>:¡\:i'. i-'.yi e n t r e dos sistemas de distinta naturak • : : i : : . : t : ! : ; •> v .< !/-»,lrU*>, por ejemplo), sino t a m b i é n fentf d"> ••• :r:.'i> s:t>:ati.::u> i"í«ms»l«'ijíícajni-:»ta distintas y sucesi-vas di- u u v:-::;!!! si-.ti n:a. F.:< e*tu último tipo de isomorfis-• ;no el '!»!<isomorfis-• ti"-ie 'isomorfis-•isomorfis-•*:isomorfis-•-vial isomorfis-•:::".port.,.!¡.v:.i i ' t l hi plunificuoion de situaciones y en la r.uv.m.tUú.ui dy ¡- p:av»> :» u> viva
<.-intcncional. D e aquí que la experiencia poli tico-social ad« . quirida o vivida como historia propia. sóln tiene
senti-do cuansenti-do las relaciones sociales básicas se mantienen, aun cuando el contenido preciso de los elementos relacionadas sea distinto. Sin embargo, d e s p u é s de cambios gcniViiua-cionales significativos; cuando tales relaciones básicas se han roto y remplazado por otras nuevas, la experiencia aprendida de la propia historia es limitadamente útil y debe recurrirse a la historia de otros conglomerados socia-. les que tengan o hayan tenido caracteres isomórficos pare-•• ciclos para comprender las leyes.básicas de la transforma-ción y recrear sobre ellas y sobre la propia realidad'que sigue dependiendo de su propio legado histórico. Hay a q u í otro nuevo e importante elemento de inrpredecibilidad V-.cierta de los resultados.
i . E l ' p l a n normativo" es en parte, la materia prima oricnta-/ dora del plan de situaciones, en la misma forma que el
plan de situaciones es orientador de la praxis intencional constructora de la s i t u a c i ó n . E l plan normativo expresa la v o l u n t a d l e "una fuerza social; la planificación de si-tuaciones e ¿ c n cambio, la síntesis d i a l é c t i c a entre volun-tad y posiHjiJIdad en permanente e r e a c i ó n _ y _ j r c r c a c j ó j L I . comoJTeTíulsito de su objetivación progresiva en el
des-\o encadenado de la praxis situacional. Por eso
mis-V mo, c l p l m T T T c ^ i r t u a c ^ ^ por anticuado y
.• poco científico el plan normativo, sino que lo supejii,dia-l é c t i c a m e n t e y supejii,dia-lo articusupejii,dia-la para sí en su correcta dimen-... sión, tomando de él todo lo que tiene de validez en la
nueva perspectiva que abre la planificación de situaciones.
-VINIFICACIÓN" DH SITUACIONES Y PRAXIS SiTUACION'AL ú
!a existencia da
un 'mundo, de sorpresas" y de diseordan-,c¿as entre plan y praxis. Por ello, n i n g ú n proyecto de transfor-m a c i ó n social tiene asegurado su éxito; sólo podetransfor-mos decir que en unos casos es más probable el éxito y en otros la derrota. Pero de ninguna manera es despreciable lo que se puede co-nocer con a n t i c i p a c i ó n , porque las "leyes isomórfieas" basadas en la " r e r r o a l i m e n t a c i ó n diacrónica" entre historia y plan, y plan y praxis, a d e m á s de precisar las reglas de la lucha social permiten delimitar el área de lo m á s probable, reduciendo así el universo de lo imprevisible. Es el mismo problema de " i n -d e t e r m i n a c i ó n " -de los juegos -de inteligencia. No existe una ley eme permita predecir que ci resultado de una partida do aje-drez será laderrotó
de A frente a B ; pero exilien leyes para jugar ai ajedrez derivadas de la t e o r í a y reglas del juego y de la historia crítica de las partidas de los grandes maestros. Es-tas leyes isomórfieas aplicadas creativa e imaginativamente le dan u n a \ e n í a j a de c á l c u l o ' y p r e v i s i ó n al jugador que las dom i n a y las practica dom á s correcta y eficientedomente. A q u í " p r á c -tica correcta" significa otra cosa que en el caso do las leyes de la q u í m i c a . Es capacidad de "recreación" de la experien-cia ante cada s i t u a c i ó n nueva y capacidad de a d e c u a c i ó n de las ieyc-s singulares aprendidas de una sucesión de experien-cias a los nueves y cambiantes ingredientes que ofrece la re?.; l i d a d siguiente. Es t a m b i é n capacidad de previsión de m u -chas y vanadas situaciones futuras posibles, tanto propias como de los oponentes, cuestión que no tiene sentido en la praxis repetitiva. De esta forma, el mejor jugador tiene m á s probabilidades de llegar ai resultado que se propone (tiene m á s fuerza), y a veces esa superioridad puede ser tan mani-fiesta que el resultado probable sea casi una certeza. É s t a es la gran diferencia entre "predecir" y "presidir" la realidad. E l p l a n del jugador de ajedrez preside y precede, pero no predice la praxis. L a p r e d i c c i ó n es pasiva y constituye sólo u n ingre-diente del pian, pero nunca su elemento determinante. Por ello, el c a r á c t e r de i n d e t e r m i n a c i ó n de los procesos sociales no afecta OÍ meollo del problema de la planificación n i el rigor científico de sus postulados, porque las leyes sociales y la p r á c -t i c a polí-tica p e r m i -t e n "presidir" y "preceder" la praxis in-ten-inten-I LANinCAClON DE Sinten-ITUACinten-IONES Y PRAXinten-IS SÍTUACinten-IOXAL 363 C'ionul. En n].\n, el cálculo predictivo está subordinado a-la i!i!'.-::;.i<;::.:!;;!.í'l activa v transformadora que "preside" y "pre-cede" a la pr.i\iv. A su vez la importancia del error inevitable de! cálenlo p r e d i í : i \ se immmr.i .significativa.o; en te cuando: ftJTeTaliuftdorn t rrx-Trtcrffrrpfr d U-jt i v a ¿ iu gi i i a r y se sustituye por el cálcaÜQ_dc: un conjunto de variantes'posibles; /.»; ei cálculo p r e d i c í i v o queda subordinado a la praxis intencional v no cons-tituye el objeto del pian sino un insumo d<.-l mismo; ye) el plan es permanentemente influido por la praxis y se reaÜmentA opor-tunamente de ella para persistir creativamente en su intencio-nalidad.
Se puede "calcular" la conducta de laJFuerra :idver-:.iri:t pero como1 "ingrecliei i te para" su combate; se puede "calcular" el es-cenario, pero como elemento cognoscitivo aplicado a aprove-char o neutralizar el comportamiento calculado en función de los objetivos propios; se puede "calcular" la eficacia y debili-dad de la fuerza propia en la situación siguiente, pero como identificación de una meta para superarla. E n cambio, lo que no tiene sentido calcular, como mero significado de "predecir', es el producto integral del plan ya objetivado en realidad. Lo que preside el p l a n no es la p r e d i c c i ó n , porque este es un cálcu-lo pasivo y subordinado de las partes dentro del c a r á c t e r "pre-sidente" y orientador del todo planificado en la construcción activa y consciente de la praxis. C o n ei mero cálculo predic-tivo, el hombre' disocia el "conocer" del "hacer", la "'posibili-dad"-de la "intencionalidad", se somete a su futuro, no lucha por su futuro, no elige el presente corno construcción del fu-turo, sino simplemente vive el presente tal como se le ofrece para su disfrute o sufrimiento y, por lo tanto, aun cuando pue-da extraer de él el máximo de lo que le ofrece hoy, permanece atado y prisionero del presente. Y , a d e m á s , con la simple pre-dicción, el hombre entra en el c á l c u l o singular de lo imposible en vez del cálculo plural de l o previsible como elemento de la praxis intencional que supone el cálculo de "variantes estra-tégicas" y "variantes tácticas".
posi-355 PLANIFICACION DE SITUACIONES Y PRAXIS SITUACION'AL hiliducles son cxcluyentes entre sí, sólo ana, se d a r á como pra-.xis de- c o n s t r u c c i ó n de la situación. Pero esa posibilidad que
se materializa no está determinada de antemano; existe a ve-ces como posibilidad, ¡unto con otras y en ese caso so plasma en realidad como resultado de una lucha entre fuerzas sociales. E l desarrollo social es un proceso de transformación de po-sibilidades en realidades. L a posibilidad es una tendencia con existencia .real y que permanece latente en alguna situación pasada, presente o futura, convirtiéndose en realidad y h a c i é n -dose evidente sólo cuando se dan determinadas condiciones para ello. Esas condiciones son sociales, en el sentido que res-ponden a leyes sociales y a la actividad de fuerzas sociales en el marco de esas leyes. L o posible no es aquello que surge en la mente humana en virtud de razonamientos lógicos o ilógicos, sino tan sólo lo que corresponde a las leyes objetivas de la so-ciedad y al desarrollo de las fuerzas sociales como parte de esas leves. Esto es lo que nos permite diferenciar lo posible de lo imposible. •
Ahprft bien, lo posible no es algo que estuvo siempre latente en la s i t u a c i ó n . E n el proceso de desarrollo social no se produ-ce "únicamente la d e g r a d a c i ó n de las viejas posibilidades, sino t a m b i é n la constante aparición de otras nuevas qiu^surgen de las características_fenosituacionalcs v genositúaciunalcs de las niuTéáTIitiñiciones o del escenario. Esas nuevas posibilidades "dañábase para ei desarrollo encadenado de situaciones, en que unas le l i b r e n camino a las quesiguen y el abanico de posibi-lidades se va abriendo y cerrando y cambiando de carácter a lo Iarco de esa cadena de situaciones. Por ello» todas las
nosi-• -— — . ——nosi-•nosi-• W nosi-• *»-bilidades no existían antes, no estaban implícitas en las situa-ciones anteriores, sino que se originan en uiia fase determinada del cambio social como posibilidades de nuevas situaciones. Gomó las posibilidades se crean por cambios situacionales, no todo cuanto se realiza hoy d í a estaba i m p l í c i t o en un pasado tan remoto como se quiera, l o mismo que no todo cuanto se origine en el futuro está latente hoy día. E l grado de determi-nación e s t á limitado por la variabilidad en el tiempo' de las características relevantes de cada situación y, por eso, el des-arrollo social no viene predeterminado. Ahora podemos
com-»:' \ \ * } : < * . * . « I J K MTÍ*ACIONES Y PRAXIS SITÚA
' . 1; \rv el «IrvírruUti social, porque é s t e no es
i •• :•• • ! i r . v j j <:•• fas posibilidades existentes c
; ¡ ! ¡ ; < : : i . < - ! : ; • / I.;:JIII¡'-J! un T I \o de crrvcvm constante de . ]>i>\ihil:.düde.<. tuu i a\. C.id.i s i t t r t o m i vuceiiva sólo está
X. SITUACIÓN: OBJETIVO Y UTOPÍA
Hemos dejado para el final algo que quizás d e b e r í a ser del co-mienzo de este libro. Porque d e s p u é s de todo, hacia dónde se camina es m á s importante que cómo se camina. Los valores envueltos en el objetivo son m á s trascendentes que la posibilidad de alcanzarlo. Se puede marchar bien, con eficiencia, r á -pida, segura y perseverantemente.'.. hacia u n abismo. Lo mis-mo se puede hacer desordenada e ineficazmente. Pero, al final, el "menor costo" de la primera o p c i ó n no tiene significado, si la meta perseguida y alcanzada resulta ser un desastre.
L a "razón técnica" o t e c n o c r á t i c a , es sin duda alguna una r a z ó n parcial, "incompleta, adjetiva. De a q u í la falsedad del carácter "neutro" de las. técnicas} Nada que es adjetivo es neu-tro; siempre adquiere el signo del sustantivo. Afirmamos, por ello, que nada es neutro en la lucha social, y la 'racionalidad del objetivo", que es una "razón humana", no técnica, es la ra-cionalidad de la rara-cionalidad.
La racionalidad supone una relación de eficacia entre el ins-trumento y el objetivo, y el objetivo y el hombre. Siendo la ra-cionalidad la ley del sistema, su forma de funcionamiento, la " r a z ó n " del comportamiento, esa racionalidad no es completa n i humana, sino culmina en el hombre. L a relación "instrumento-objetivo-hombre" supone una relación entre cesas (instrumen-to-objetivo) y entre las cesas y los hombres (objetivo-hombre). L a primera es una ' r a z ó n técnica", ya se refiera a lo económico, lo político, lo social o cualquier r e g i ó n de la realidad; y la se-gunda es una "razón humana". Para el hombre libre ambas con-forman indisolublemente la " r a z ó n total". L a racionalidad de la racionalidad está en el campo d e los valores humanos.
L a racionalidad formal o t é c n i c a es una racionalidad instru-menta!. Y así como la t e o r í a e c o n ó m i c a capitalista oculta las-relaciones entre los hombres para presentarlas como las-relaciones
entre
m e r c a n c í a s , la planificación "neutra" o tecnocrática, al negarse a examinar la racionalidad del objetivo, esconde las relaciones do las cosas con el hombre, para darle la apariencia de relaciones entre cosas. . . • .SITUACION: OBJETIVO Y UTOPÍA 3C9 La concepción t e c n o c r á t i c a de l a planificación encierra una contradicción irresoluble. En nombre de la racionalidad afirma la irracionalidad. A l negarse a
examinar
los objetivos, dispone contradictoriamente la racionalidad de la "forma" alservicio
de. la "irracionalidad* del contenido. Es tá ciega a la razón
to-tal, queriendo iluminar la razón técnica, que es su subordinada. Los médicos nazis que experimentaban con los judíos, los biólogos de la Eucrra fría nue producen bacterias canaecs de destruir la humanidad, los físicos que diseñaron y produjeron las primeras
armas
atómicas, el ingeniero que d i s e ñ a un puen-te que no recibe n i entrega a ninguna carrepuen-tera, el economista que se deslumhra por la eficacia y aparente libertad del mer-cado que esclaviza al hombre, el planifimer-cador que sólo calcula y no piensa c r í t i c a m e n t e en los objetivos, el g u a r d i á n que tor-tura científicamente en un campo deconcentración,
el hombre que obedece disciplinadamente una orden inmoral o inhuma-na de su superior jerárquico, el d i p l o m á t i c o que usa su ca-pacidad para defender una dictadura repugnante, el "buró-crata" que organiza "refinadamente desde las puertas de su oficina hacia adentro", el empresario que evalúa la reníabüi-dad económica de un proyecto que contamina el ambiente y destruye la naturaleza, . . . v tantos otros casos que a diario exhibe el mundo, constituyen ejemplos de las aberraciones a que puede conducir la "razón t é c n i c a "disociada
de la "razón humana". Maquiavclo hizo una frase inolvidable con el pen-samiento de "que el fin justifica los medios". L a r a z ó n pura-mente técnica ha logrado, sin decirlo, convencer a muchos de que "los medios justifican el f i n " . L a razón t é c n i c a se ha con-vertido en la opaca íenosituación do la razón humana.Cuando la " r a z ó n humana" se da aislada de l a "razón téc-nica", estamos en presencia de una " u t o p í a pura". Las utopías de Tomás M o r o ,1 Campanella,3 Saint-Simon,3 Fouricr,'1 y
i Torcéis .Moro (1771-1858), Uiopíc, 1SI6, donde define su concepción del Eifcldo ideal basado r.n la razón.
- Tonunuo Campaneíla (1538-1639), Cittá del Sale, 1602, du::de « p o n e su reícrma política basada cr. la teocracia.
» Saint-Simen, Claude-Hcnri (1730-1323), Llniattti» (ISIS), CatschU-ñus des Industriáis (1S24), Nouuesti Cluzttiaaistnt (IS25).
370 SITUACIÓN: OBJETIVO Y UTOPÍA
O v e » ,3 sen pura ' j a z ó n humana"; son una creación d margen de las leyes de la transformación social. E n los términos ° d e ..Fierre Masse se
traía
deutopías
fuera de laposibilidad y
de lapracticabilidad
N o se puede llegar a ellas por transformación de la realidad. En nuestra terminología, la utopia pura está fuera ce toda trayectoria probable. N o hay ti-aycctoria alguna que pueda u n i r la situación inicial con la u t o p í a pura. Si h i -ciéramos esatrayectoria
"ahora" cada segmento de la misma tendría una probabilidad cero, y la probabilidad de que dejara de ser cero es t a m b i é n cero. ( í )..Pero por u n lado la u t o p í a es necesaria, porque así como las situaciones intermedias apuntan a la situación-objetivo, é s t a debe a su vez, dirigirse hacia alguna forma de utopía.' Pero esta u t o p í a debe ser posible, practicable, a l s a n z á b l e por trans-formación escalonada de las situaciones, estar en el ámbito de
alguna
trayectoria real. E l concepto "utopía concreta" B es, pues, necesario,- tanto más cuanto el hombre busca reencontrarse con cualquier'forma de u t o p í a .^ Constituye p o r ello, una exigencia de este análisis poder dis-tinguir con rigor entre: a) situación-objetivo; b) u t o p í a concre-ta v j ¿ i i t o p í a _ ^ ^
_La .situación-objetivo es u n a anticipación que- influye, con-diciona y altera la acción presente: Es una g u í a de la acción práctica. Es e l propósito posible y practicable p o r transforma-ción de l a s i t u a c i ó n inicial en e l horizonte de tiempo contem-plado para l a acción. Es la " r a z ó n total" en el á m b i t o de la acción.
La utopía concreta es una a n t i c i p a c i ó n que no afecta direc-t a m e n í e j direc-t T a c ^
dasímóís genéreles, 1805, donde expone las bases de su sistema social basa-do en ei fr.ianstsrio, grupo de personas que habitan un edificio ev. común. „ .p' f, : c r t
9
V V C :}
í 1771-1S5S), A Neto V¡m of Societij, or Estay on.tke rnnc/p.a oi xr.o Forrr.ction of i)ia Human Charccier ar.d tha AppUcatlOn of tnc Principa ta rraciiqua (1S13), dórale exalta la sociedad cooperativista; ñcpoii io tha Country of Lanerk ( 1 8 2 i ) , donde denuncia los postulados del leiaez {:ire;A Bock of thc Wu) Moral World (1S2S), donde expone su leo-na trabajo del v.-.lor y la noción de fuerza da trabajo.\s Héctor Silva Michslena y Heinz R. Sonntag, Capitalismo, buro-cracia y planificación, Ecií. Nueva Izquierda.
MUTACION: OKJE7IVO Y UTOPÍA
i-'.-t I : : W-ms cri:ich*ta no influve n i transforma la a c c i ó n •.::""?• i >.•• ¡i:"\-íldú p'><ib!e. alcanzable p o r transfor-m a ion d-- ia k i t n a u ú u ' i n i c i a l , <sld fuera del horizonte de iierr.-]>o con.tf.nplado para la acción y necesario para producir, su prtn-ticalnHdad. Es la "razón total" en el á m b i t o de '"lo posible".
L a utopía pura no es una a n t i c i p a c i ó n . Es u n producto de la imaginación que no corresponde a ninguna trayectoria; e s t á fuera de las leyes de la
transformación
social y per lo tanto está siempre fuera del horizonte de tiempo para l a acción. Es una creación disociada de la posibilidad que tiene como ú n i c o límite la imaginación. Es una r a z ó n puramente humana, diso-ciada de la r a z ó n técnica.L a situación-objetivo e s t á a medio camino entre la u t o p í a concreta y la situación inicial. Y, una vez desplazado el tiem-po, la~lituación inicial será historia, alguna s i t u a c i ó n - o b j e t i v o s e r á aproximadamente s i t u a c i ó n i n i c i a l y ia u t o p í a concreta t o m a r á forma en una situación-objetivo. Pero la u t o p í a pura seguirá siendo u t o p í a , adelante o atrás del presente.
Estos tres conceptos, en nuestra n o t a c i ó n s i m b ó l i c a , quedan relacionados entonces, de la siguiente manera:
S i . V [P¿] |:S Í - > Sobf V'TP?] | Sobj . . . - * U t o p í a concreta
y así encadenan l a realidad, los p r o p ó s i t o s de
transformación
y la "razón total" que inspira ésos p r o p ó s i t o s .E l hombre puede decir "sí" o "no" a su destine, s e g ú n la fra-se de Masfra-se; é s a es l a r a z ó n humana. Pero nc puede "crear" su destine, justamente porque es hombre, cuya capacidad m á -xima es transformar.
E l hombre puede liberarse de muchas cosas, pero s e r á siem-pre prisionero de las leyes de la realidad que él mismo modi-fica; cuando rompe u n velo de la ignorancia que l o aprisiona, con la misma mano que lo destroza, palpa otro u n metro m á s allá. Amplía su á r e a de libertad y al mismo tiempo ei
períme-tro de su prisión.
~í SITUACION: OBJETIVO Y UTOPIA
i-¿ c c e s i d a d y sin b necesidad de ser libre. La u t o p í a pura está en el reino de los sueños y es la expresión más "limpia y perfec-ta de la liberperfec-tad. Pero, ¿ d e d ó n d e viene o d ó n d e comienza la u t o p í a concreta? ¿ P a r t e realmente de una proyección de las leyes de la transformación social o termina allí? ¿So nace p r i -mero como u t o p í a pura, informe, irracional? Si todo lo que existe es .necesario, ¿cuál es la necesidad de la u t o p í a pura?
Cuando Bolívar reconoce haber "arado en el mar", confiesa su u t o p í a de una América Latina unida, y esa u t o p í a pura, i n -alcanzable, ¿acaso no ha inspirado varias veces m á s de una u t o p í a concreta y alguna situación-objetivo integracionista?
Q u i z á ; podemos afirmar que i a u t o p í a concreta está a me> ctic camino entre la situación-objetivo y la u t o p í a pura; pero la m i t a d ú l t i m a del camino sólo existe en el s u e ñ o de los hom-bres. Y los sueños son influyentes como
parte
de la realidad.Pero esto no es todo. Shakespeare' dijo, en un acto de realis-mo materialista notable para su é p o c a "nuestro destino no está en las estrellas sino en nosotros mismos". £ 1 no p o d í a sospechar qtre el avance tecnológico h a r í a posible los viajes hacia las es-trellas. H o y , eme el hombre ha pisado la L u n a y depositado artefactos científicos en Marte, el pensamiento profundo, claro y 'antiutópico de Shakespeare, sigue siendo válido, en su con-tenido, pero no en su forma m e t a f ó r i c a . Una u t o p í a pura se ha transformado en utopía concreta. O, m á s . b i e n dicho, hay u t o p í a s concretas que el hombre sólo puede concebir como uto-p í a s uto-puras uto-porque todavía ignora, mucho de las leyes que rigen su universo. . .
INDICE
iPrólogo .'."; 7
Prefacio 11
I . Introducción • 15
1. Consideraciones generales 1.... 15
2. Crítica de la planificación económica 21
a) La planificación económica como técnica cerrada, 22, b) El carácter exclusivamente normativo de las técnicas de planifica-ción, 26, c) Tratamiento inadecuado de los cambios estructura-les, 27
3. E l aporte de la teoría general de sistemas 2S
I I . Sobre los sistemas autopoiéticos . . . 32
1. Los conceptos de sistema y estructura 32 . - 2. La transformación estructural ." 45
3. Conclusiones 53
I I I . Sobre la teoría de las situaciones sociales 55
lK' E l concepto de situación 55
2. Xa fenosituación ..' 70 3. La situación como unidad dialéctica 74
a) La interacción antagónica, 79, b) La sustitución, S4, c) La. transformación de entidades antagónicas. 85, d) Conclusiones, 85
4. La asimetría actores-situación SS
IV. Sobre las categorías y leyes fenosituaciona'es y e;G
r¡osi-tuacionales ' . •. 93