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AÑO LXVIII BARCELONA 30 NOVIEMBRE 1 9 1 3 NÚM. 22

E L R E S T A U R A D O R

F A R M A C É U T I C O

R E V I S T A Q U I N C E N A L

F u n d a d a e n 1844, p o r DON PEDRO CALVO ASENSIO D I R E C T O R

3 o $ c U a l l é $ y KM

60 LABOR ADORES: Todos los farmacéuticos QUO deseen honrarnos con sus escritos y, por derecho propio, todos los señores socios del litre. Colegio de Farmacéuticos de Barcelona

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La Dirección no responde de artículos y sueltos firmados

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Para evitar confusiones

MARCA REGISTRY

El éxito alcanzado por el JARABE DE HIPOFOSFITOS DE J. CLIMENT que hace más de veinte años coiuenzanios áela- borar en üspaña, ha despenado tal avaricia entre algu.

nos negociantes, que por el tuero hecho de llevar el mismo apellido que el autor de tan importante y airti- guo preparado, se creen hoy ya muchos con méritos suficientes para expender su correspondiente Jarabe de liipofosíitos.

El íibaraiainiento de los precioscuando el de los com- ponenies lejos de disminuir han s u ñ i d o un aumento de consideración, esa asquerosa guerra mercantil sin pre- cedente en los anales de la farmacia, ese afán de buscar por iodos los medios el descrédito del competidor, bon motivos m á s que suficientes para llamar la atención de la ilustrada clase médica y del público en general sobre esos nuevos Jarabes de hipofosfitos, porque como ocurre en el de nuestra elaboración, no es más barato el medicamento que cueste menos, sino el que mejor reintegra la salud y más T-rollto conduce al restablecimiento de la normalidad funcio- nal; porque economizar d tiempo de la duración de una enfermedad es más económico que economizar en el valor del medio curativo

Mas como el nuestro nunca se ha distinguido orp otra denominación que la del mismo preparado y autor aunque algu- nos lo designen por marca VIUDA, según ¡a interpretación que dan al dibujo que figura en nuestras etiquetas y que repre- senta UNA SEÑORA SENTADA EN UN SILLÓN CON UN NlflO EN LOS BRAZOS-

Con el fin de que el médico que lo formula ó el cliente que lo adquiera, no se lleven el con- siguiente chasco, si desconocen esas designación que la fantasia popular muy acertadamante creó para evitar tristes decepciones, es necesario y asi se lo rogamos, que cuando deseen adqui- rir el primitivo y verdadero, lo pidan así:

JARABE DE HIPOFOSFITOS DE J. CLIMENT

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Contra el

ESTREÑIMIENTO

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de latos cuadrangalarea, marcas B. C. 6 sta marca, y otras redondas litografiadas imitando la»

nuestras, que no tiene nada de almendras. Afirma lo que decimos que en todos los centros donde — expeaden aceite de almendras dulces, se cotizan á meaos precio que la cantidad de almendías qae se necesitan para obtención. Bastará para convencerse de nuestra aserción tomar cuatre par- tes de aceite, siete de ácido nítrico r una de *gua en un tubo de ensayo ó frascríto de cristal, y

<*[ agitar la mésela: ne pierde el caler si es puro y toman color rojo más ó menas la tenso, casi todci Jjf los aoeltes que se acostambi-an emplear para la sofistieación.

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La síntesis de los glucósidos por los fermentos: glucósidos, (continua"

ción.)—Noticias.—Fellotin.

Hace pocos días la Junta directiva del Colegio de Farmacéuticos de Barcelona se enteró, de que la Comisión de Gobernación presentaba en la sesión del Ayuntamiento del día 20 del actual los siguientes dic- támenes referentes a la Beneficencia Municipal:

«Acordar que se abra un concurso para la provisión de una plaza

»de inspector farmacéutico encargado de la inspección del Servicio de

»la Beneficencia Municipal y tasador de recetas, bajo las siguientes ba- ses:

»i.o—Corresponderá a este funcionario tasar las recetas que expi-

«dan los médicos de la Beneficencia Municipal para los enfermos por

»dicho servicio extendidas; la tasación se hará con sujeción a la tarifa

»que tenga acordada el Ayuntamiento y a las reglas que para la apli- c a c i ó n de la tarifa estén vigentes. E l servicio de inspección lo practi-

»cará de conformidad con los preceptos que contenga el reglamento ha-

»cedero respecto al mismo.

»2.0—-El haber de esta plaza será el que determine el Ayuntamien-

»to en su presupuesto, que en la actualidad es de 3000 pesetas.

»3.0—Para tomar parte en este concurso deberán los concursantes

(12)

^acreditar las conclusiones siguientes: (A) Ser español: (B) Ser farma-

• céutico: (C) Ser menor de 40 años: (D) No haber tenido oficina de Far-

»macia abierta en esta ciudad durante los cuatro últimos años: (E) Po 5>seer conocimientos prácticos de la Administración publica. 4.0 E l pla-

>zo de este concurso será de 15 días a partir del siguiente a aquél en

»que se publique la convocatoria en el Boletín Oficial de la provincia,

^debiendo presentar las instancias documentadas en el registro central

»de la Secretaría los días hábiles de 10 a 13. 5.0 La Comisión de Go- b e r n a c i ó n estudiará y en su día propondrá al Ayuntamiento la resó-

»lución que estime más acertada en vista del concurso y el de las nece-

»sidades del servicio, sin que puedan los concursantes atribuirse dere-

»cho alguno en ningún caso, incluso en aquel en que el Ayuntamiento

»acordase declarar desierto el concurso.

»Oiro, para que se tomen los acuerdos siguientes: El Ayuntamien-

»to de Barcelona abre un concurso para el suministro de medicinas a

»los enfermos pobres a quienes atienda la Beneficencia Municipal, bajo

»las siguientes bases: i.0 Podrán concurrir al concurso todas las socie-

»dades, entidades o particulares que justifiquen poseer oficinas de Far-

»macia abiertas en todos los distritos de la ciudad o que se comprome-

»tan a abrir dichas oficinas de Farmacia en todos los distritos antes de

»comenzar el nuevo régimen que como consecuencia de este concurro

»se establezcan. 2.0 E l período de duración de este suministro será de

»cinco años; pero podrá prorrogarse este período mediante las condi- ciones que en definitiva se señalen, todo ello sin perjuicio de las cau-

»sas de restricción que se estipulen, 3.0 Las oficinas de Farmacia a que

»se hace referencia en la base i.0 además de estar legalmente abiertas

>>y regentadas por facultativo competente, deberán estar constantemen-

»te surtidas de todo lo necesario para la prestación inmediata de los

>servicios que se le reclamen. 4.0 Las proposiciones que sé presenten

»deberán contener: (A) La justificación y en su caso el compromiso de

»establecer el número de oficinas de Farmacia a que hace referencia el

»apartado: i.0 (B) Las tarifas bajo las cuales se realizaría el servicio lo

»mismo en épocas normales que en períodos de epidemia: (C) Las con-

>diciones que estime más acertadas para evitar abusos o corruptelas en

>tan importante servicio y los demás que estime oportunos en especial

^respecto del plazo y sus prórrogas. 5.0 Para tomar parte en este con-

»curso será condición indispensable haber depositado en las arcas Mu- nicipales la cantidad de 10.000 pesetas en concepto de depósito provi-

»sional. 6.° El Ayuntamiento se reserva hacer adjudicación en méritos

>de este concurso o declararlo desierto sin que la prestación de la pro-

(13)

El Restaurador Farmacéutico 423

>posicion confiera derecho alguno a los concursantes. 7.0E1 Ayuntamien-

»to en caso de adjudicación se reserva así mismo el derecho de estable-

»cer la fiscalización que estime oportuna y de dictar la reglamentación

»necesaria del servicio que deberá aceptar en todo caso el adjudicata-

»rio. 8.° Las proposiciones unidas al resguardo del depósito se presen-

»tarán en la oficina del registro general de la Secretaría de las 10 horas

>a las 13, en pliego cerrado, en cuya carpeta habrá la indicación del

>concurso y la firma del proponente. El plazo de presentación será de

>30 días hábiles a contar desde el siguiente a aquel en que el Boletín

»Oficial de la provincia publica las presentes bases, g.0 Finido el plazo,

»la Comisión de Gobernación procederá a abrir los pliegos y propon- d r á al Ayuntamiento la resolución fundada del concurso y en ella se

>tendrá en cuenta en igualdad de condiciones al concursante que ofrez-

>ca mayor número de farmacias. En caso de que el acuerdo fuese de

^adjuducación, éste no creará derecho alguno a favor del adjudicatario

>hasta que el acuerdo esté debidamente requisitado.»

Reunida inmediatamente la directiva del Colegio acordó convocar, para el día 25, en reunión magna al Colegio, al Gremio y a todos los prestatarios del servicio de beneficencia, así como mandar inmedia- tamente al Excmo. Sr. Alcalde Constitucional de Barcelona la siguien- te comunicación. .

«Excmo. Señor: Habiendo leído en el «Diario de Barcelona» del

»i7 del corriente que serán sometidos a la sanción de ese Consistorio

»jos siguientes dictámenes: i.0 Uno proponiendo que se abra un con-

»curso para el suministro de medicinas a los enfermos pobres a quienes

»atienda la Beneficencia Municipal. 2 0 Otro, proponiendo que se abra

»un concurso para la provisión de una plaza de inspector farmacéutico

»encargado de la inspección del servicio de la Beneficencia Municipal

»y tasador de recetas. En nombre de la Junta Directiva del Colegio de

»farmacéuticos de Barcelona, entidad que representa a los prestatarios

»del servicio de Beneficencia Farmacéutica Municipal, me apresuro a

»poner en conocimiento de V . E., que en virtud de la R. O. fecha 30 de

»Septiembre de 1913 queda prohibido a los Ayuntamientos sacar a

»concurso el citado servicio que ha de regularse a tenor de lo precep- tuado por los artículos 64, 66 y 67 de la Ley de Sanidad; del reglamen- t o de partidos médicos de 14 de Junio de 1891; del artículo 93 de la instrucción de Sanidad; del Reglamento del Cuerpo de farmacéuticos

^aprobado por Real Decreto de 14 de Febrero de 1905; de la R. O. de

^18 de A b r i l del mismo año y de la de 15 de Septiembre de 1906 apro-

(14)

»batoria de la tarifa para la tasación de medicamentos destinados a la

^Beneficencia Farmacéutica Municipal.

»E1 Colegio hace constar que en virtud del concierto vigente entre

»ese Excmo, Ayuntamiento y los farmacéuticos de esta ciudad y pue-

»blos agregados, tienen dichos farmacéuticos derecho a ser considera-

»dos como titulares y por consiguiente a disfrutar de las prerrogativas

»inherentes a ello.

»En cuanto a la tarifa para el servicio, sólo cabe el concierto con-

»forme existe hoy con la debida autorización del Gobernador Civil pre-

»vio informe de la Junta de Sanidad, o bien la aplicación de la tarifa

»aprobada y oficial de 15 de Septiembre de de 1906 que en ningún mo-

»do ha podido ser derrogada por el Real Decreto de 1909 conforme re- conoce y manda restablecer la R. O. de 30 de Septiembre de 1913.

»Respe2to a la inspección del servicio, podría encargarse de ello

»el Colegio de farmacéuticos, que teniendo medios para ejercerla

»eficazmente, sólo necesita se le concedan por ese Ayuntamiento las

»debidas facultades, con lo cual se evitarían al Erario Municipal nue-

»vos gravámenes ya que aquella se desempeñaría gratuitamente. De to-

»dos modos el Colegio desearía ser oído respecto a la organización de

»este servicio, pues entiende esta Corporación no se escapará al ele-

»vado criterio de V . E. la gran importancia económica y muy especial-

»mente de orden moral que encierra tan capital asunto; por quya razón

»antes de que recaiga resolución sobre el mismo, deben poseerse el ma-

»yor número de datos y adquirir todos los conocimientos posibles a fin

»de poderlo juzgar y resolver con toda equidad y en beneficio de los

»menesterosos que se vean oblgados a beneficiarse con el indicado ser- v i c i o .

»No dudando este Colegio que verá atendida su justa petición, da-

»do el recto proceder de V . E., Dios guarde a V . E. muchos años, Bar- celona 20 de Septiembre de 191J. E l Presidente, Julio Trenard. Exce-

>lentísimo Sr. Alcalde Constitucional de Barcelona.»

El primer dictamen fué discutido en la sesión que el Consistorio celebró el día 20, a pesar de que el concejal señor Rosés, deseando al- gunos antecedentes, pidió quedara ocho días sobre la mesa, y de soli- citar lo mismo el Sr. Matons, por encargo del Sr. Ferrer, ausente Fué aprobada la urgencia por 23 votos contra 13.

Se pasó luego a la discusión del fondo del dictamen, manifestando el Sr. Vallés y Pujáis^ según referencia de los periódicos políticos al reseñar la sesión, que fué aprobado por la comisión a escondidas y por sorpresa. Que en cuanto al empleo lo cree inútil, porque precisamente

(15)

El Restaurador Farmacéutico 425 la tasación de las recetas (i) se hecho si'enjpre legalmente y riurjca ha

dado lugar a queja de ninguna clase. Los abusos, continúa diciendo el señor Vallés y Pujáis son por otro lado, recordando los esfuerzos que se han hecho paía remediarlos, esfuerzos neutralizados por algunos a los cuales convenía que dichos abusos continuaran.

Contestó el Sr. Rius i Rius, según la reseña de los periódicos lo- cales, afirmando que ha podido comprobar que las tarifas de benificen- cia son mucho más caras que las usuales en las farmacias, y que la mis- ma tarifa reguladora presentada por el Colegio de Farmacéuticos tam- bién es mucho más cara que los precios que adoptan las farmacias.

Dice que la Real Academia de Medicina y Cirugía, a la cual se pi- dió la opinión sobre las tarifas, dio un dictameq que el orador califica de oprobio, porque—según dice,—fija unos precios también superiores a los usuales.'

Afirmó que la beneficencia cuesta la enorme cifra de 200.000 pe- setas anuales; que el derecho de tarifación cuesta al municipio 16.000 pesetas; que el Colegio de farmacéuticos vive boyante, permitiéndose sus socios viajes de l u j j a Madrid; que el Colegio hace repartos anua- les a sus socios; que se cometen abusos; deduciendo de todo esto que es preciso inspeccionar las tarifas y por lo tanto, crear el empleo de inspector que propone el dictamen.

Rectifica el Sr. Vallés y Pujáis sosteniendo que el Qolegio defarnja- céuiicos ha hecho grandes esfuerzos para regularizar el servicio, pero el JIyuqtamieqto, por desidia, no ¡]a cooperado.

Insiste en que no se ha presentado nunca ninguna denuncia res- pecto a las tarifas inspeccionadas por el Colegio. Es cierto que se han de buscar garantías para el buen servicio, pero es peligroso ir a buscar sobre todo la baratura, porque ya sabemos como son confeccionadas las recetas baratas. Si ni el Colegio de Farmacéuticos, ni la Real Aca- demia inspiran confianza, ¿quién podrá ofrecer garantías? En opinión del orador, es más sólida la garantía del Colegio de farrqacéuticos er¡ ta- rifar las recetas, que no el empleado que se trata de crear. A l fin y al ca- bo, dice, todo se reduce a esto: a crear un empleado más.

Interviene- el Sr. Aróla y el debate se alarga lastimosamente enca- minándose por senderos tales que el Sr. Muntanyola reclama que se circunscriba al dictamen de que se trata y las enmiendas presentadas.

Añade que las bases del concurso son tales, que no parece sino que só- lo pueda concurrir una sola persona. Después presenta enmiendas para

(1) Dicha tasación la efectúa el Colegio de Farmacéuticos de Barcelona,

(16)

lacilitar que se presenten concursantes, pero—como dice gráficamente un periódico local—como hay un «partí pris» evidente, son rechazadas casi todas.

Por fin, después de tres horas de discusión se aprueba el dictamen por 21 votos contra 8.

Se acordó continuar la sesión el día siguiente, 21, y al irse a dis- cutir el segundo dictamen, o sea el Concurso para el suministro de me- dicinas a los enfermos pobres, el Sr. Mir y Miró dijo retiraba el dicta, men, en vista de que existía una R. O. contraria al mismo, al objeto de que la Comisión de Gobernación lo adaptara a lo qué preceptúan las le- yes vigentes.

El día 25 del actual reunióse en junta magna el Colegio de Farma- céuticos, el Gremio y los prestararios del servicio de beneficencia. En la misma, el Sr, Trenard, explicó detalladamente todo el proceso de la Beneficencia Municipal y todo lo hecho por la directiva del Colegio en este asunto, pidiendo a los reunidos expusieran sus opiniones. Des- pués de largo debate se acordó por unanimidad:

Hacer constar un voto de gracias para la directiva del Colegio de Farmacéuticos por lo mucho que ha batallado en pro de la clase farma- céutica de Barcelona,

Darle un voto de confianza para que continúe trabajando como ha venido efectuándolo hasta hoy.

Dar por oficio las más expresivas gracias a los Concejales Srs. Va- llés y Pujáis y Matons por la brillante defensa que del Colegio hicieron en el Ayuntamiento.

Redactar un documento, al que debe dársele publicidad, refutan- do las manifestaciones que,—según varios periódicos locales—hizo al parecer el Concejal Sr. Rius durante la sesión del Consistorio celebra- da el 20 del corriente.

Este documento es el que sigue: .

«Sr. Director de «El Restaurador Farmacéutico.»

>Muy Sr. mío y de toda mi consideración:

>Espero de su amabilidad se sirva hacer insertar en las columnas

»del periódico que tan dignamente dirige, el adjunto remitido aclarato-

»rio de los conceptos erróneos transmitidos por varios órganos de la

>Prensa local al reseñar la sesión celebrada por nuestro Ayuntamiento

»el día 20 de este mes.

•Por ello le anticipa expresivas gracias el Presidente del Colegio

»de farmacéuticos.

• Barcelona 25 de Noviembre de 1913.

(17)

El Restaurador Farmacéutico 427

•Los socios del Colegio de farmacéuticos de Barcelona, el Gremio

»y los prestatarios del servicio de Beneficencia Farmacéutica Munici-

>pal, reunidos hoy en sesión extraordinaria han acordado por unanimi-

»dad hacer públicas las siguientes manifestaciones, refutando las que

»según varios periódicos locales, hizo al parecer el Concejal Sr. Rius

• durante la sesión del Consistorio celebrada el 20 del corriente.

•Según varios periódicos, el Sr. Rius afirmó: i.0 *Que la benefi-

»cencia Farmacéutica cuesta la enorme cifra de 200.000 pesetas anua.

»les.> Esto es exageradísimo, por cuanto el promedio durante los últi-

»mos 8 años es de ptas. 133*835 anuales ascendiendo en 1912 ai 76.141'15;

»debemos añadir, que aunque importara no 200.000 ptas. sino el doble

»o el triple, no alcanza por ello responsabilidades ni al Colegio ni a los

•farmacéuticos, estando coms están éstos obligados a despachar todas

»las recetas formuladas por los médicos municipales, y no teniendo

• aquél intervención ninguna en la entrega de certificados de pobreza a

>los enfermos pobres o que dicen serlo. 2.0 ¿«Que el derecho de tarifa acuesta al Municipio 16.000 ptas.» Tales palabras en boca del Sr. Rius

^resultarían inexplicables, ya que a dicho señor, mejor que a muchos

^concejales le consta hasta la sociedad que la tarifación qo le cuesta un

• céntimo. Si el Colegio descuenta a los farmacéuticos (no a nadie más)

• de un 7 a un 8*50, lo hace para cubrir las siguientes atenciones i'20 0/o

»de descuento que imponen el Estado y el Municipio. 2*50 0/0 gastos de

• tarifación, local, luz y encargado de distribuir las cuentas; sólo retie-

»ne, pues, de o'8o a i'8o % , que según acuerdo unánime de los presta-

»tarios del servicio le fué expontáneamente cedido en 1892 para aten-

»der a la defensa de los intereses profesionales. 3.0 «Que el Colegio de

•Farmacéuticos vive boyante permitiéndose sus socios viajes de lujo a

• Madrid.» Algo hay de eso, pero sepa el Sr. Rius, que para dichos via-

»jes, hechos siempre en beneficio general de la Clase, cuenta el Colegio

•con medios propios, pues su domicilio social radica en una finca que

»le pertenece gracias al generoso donativo' del Dr. Andreu; por otra

»parte, tiene un capital acumulado desde hace más de cien años y per-

>cibe cuotas de sus socios, todo lo cual le permite vivir con relativa ol-

• gura prescindiendo del exiguo antes mentado o'8o a i'8o 0/0 inferior

»en ocasiones a los gastos que acarrea la intervención en el servicio.

»Lejos de constituir motivo de desconfianza el hecho de que el Co-

»legio tenga vida económica propia y desahogada, vemos por el con-

»trario, en esta circunstancia, una garantía más para el Municipio. 4.0

»Según varios periódicos afirmó el Sr. Rius: «Que el Colegio hace re- apartes anuales a sus socios.» Atrévase alguien a sostener tan calum-

(18)

>niosa especie, y verá si sabe ese Colegio, velando por su dignidad,

»cumplir con su deber. 5.0 «Que la tarifa resulta cara, que se cometen

»abusos.» ¿Quién lo duda? y quien antes que el Colegio lo ha manifes"

»tado a la Comisión correspondiente del Ayuntamiento? ¿No presentó

»aquél en 1907 una tarifa reducida en 15 p. % comparada con la vigen-

»te de 1904.'' ¿No solicitó en 1910 la aprobación de otra tarifa un 21 0/o

»más baja que la antes citada? ¿Acaso el Colegio en 1910 no presentó

»para su aprobación en el Ayuntamiento unas bases que de haber sido

^aceptadas constituirían el remedio más eficaz para prevenir y castigar

»abusos probables?

»Lo que ha dicho el Sr. Rius y afirma con orgullo el Colegio, es:

>que a pesar de estar éste legalmente autorizado para aplicar la tarifa

¡•de 1904, viene, desde 1907, aplicando la aun no aprobada de dicho año

>y ha ahorrado expontáneamente al Municipio una respetable suma no

• menor de 90.000 a 100.000 ptas.

»Manifestó el Sr. Rius «que las recetas de beneficencia se pagan

>más caras que las despachadas a particulares y adujo pruebas de ello.»

»E1 Colegio puede demostrar con numerosos casos prácticos que si ello

»es cierto en contadísimas ocasiones, resulta en otras todo lo contrario

•llegándose al extremo de que son bastantes las recetas tarifadas a

>raás bajo precio que el de su coste material; y esto es debido única-

»mente porque rige una tarifa ya antigua. Además al establecer com-

»paraciones no ha tenido en cuenta el Sr. Rius que los particulares pa-

>gan al contado y el Ayuntamiento, prescindiendo del carácter prefe-

»rente anejo a los servicios de la índole del qne nos ocupa, lo hace a

»largo plazo; ahora, por ejemplo, adeuda a los farmacéuticos el impor-

»te del suministro de medicinas de dos años, aproximadamente unas

>300.ooo pesetas.

»Fueren los que fueren los acuerdos tomados en definitiva por el

> Ayuntamiento, el Colegio, fiel a su pasado, se mantendrá en el terreno

»digno cuyos senderos ha tenido siempre por norma recorrer, esto es,

»servir por igual los intereses del Municipio y de la clase en beneficio

> siempre de los enfermos pobres, y no claudicará aceptando tarifas que

»por su excesiva baratura juzgue inmorales, ni irá corporativamente a

»ningún concierto prohibido por la Ley.

»A1 criterio imparcial de la Opinión Pública que acaso alguien in-

»tenta desencauzar, sometemos todo lo antes expuesto para que sirva j>de refutación alas imputaciones erróneas vertidas con tanta ligereza

»y con tanta injusticia contra este, por todos conceptos respetable, Co-

»leQfio de Farmacéuticos.

(19)

Eli. Restaurador Farmacéutico 429

•Barcelona, 25 de Noviembre de 1913. Por el Colegio, el Presi-

»dente,

J. TRENARD.

El »Restaurador Farmacéutico» al reseñar todo lo ocurrido estos días con motivo de la presentación de los dictámenes de referencia al Ayuntamiento, se abstiene de hacer comentarios, bastantes ha hecho durante los dos últimos años en que esta cuestión está sobre el tapete;

sólo ha de dirigir una calurosa felicitación a la Junta Directiva del Co- legio de Farmacéuticos de Barcelona, por las energías que despliega siempre para acudir a la defensa de la clase, así como a los Sres. Tre- nard, Palau y Vilaseca que.no se dan un momento de reposo para ve- lar por la dignidad del Colegio y de la clase farmacéutica de Barce- lona.

Y para terminar, nuestra sincera felicitación y las gracias más ex- presivas a los dignos Concejales Sres. Valles y Pujáis y Matons por la brillante defensa que del respetable Colegio de Farmacéuticos de Bar- celona hicieron en la sesión del Ayuntamiento del 20 del actual.

XI Congreso Internacional de Farmacia

La Haya 17—21 Septiémbre 1913

Segunda sección armada ffalénicaj

€1 profesor J)r. p. Van der W/e/en, presidente, habla de la evolución dé la farmacia galénica. Se dió importancia primero a los caracteres exte- riores de los productos medicamentosos; más tarde se ensayó de obte nerlos en forma más concentrada y más absorvible. Pero, según el pro- fesor, se ha concedido demasiada importancia a algunos principios ac- tivos: alcaloides, glucósidos, etc., mientras que, según él, la actividad reside sobre todo en la combinación de los diferentes productos activos tales como se presentan en la planta misma. Cree que el ensayo fisioló- gico es superior al ensayo químico. Se muestra partidario de las mate- rias de actividad fisiológica normal. Desearía también se hiciera un es- tudio de la conservación de cada droga en particular para ver la acción

(20)

de los fermentos presentes. Es partidario, por último, de que el farma- céutico prepare él mismo los medicamentos galénicos utilizando para ello primeras materias de buena calidad.

€1 profesor €. Perrot, de París, habla de la influencia que las oxidasas de las drogas pueden tener sobre la calidad de los productos galénicos prepara- dos con estas drogas. Bajo la influencia de fermentos que se encuentran en las drogas, ciertos productos activos de estas mismas drogas se des- componen. Así es que para la nuez de kola, se obtiene 30 por 100 en más de extracto, si se mata el fermento antes de la desecación. Se inu- tilizan los fermentos sometiéndolos rápidamente a una temperatura de 100o durante algún tiempo. Pero las drogas esterilizadas de esta suerte difieren de composición con las drogas no esterilizadas y es necesario tener en cuenta este hecho en las tarmacopeas futuras,

C. %üt¡rer (Clarens) demuestra que para los productos heróicos cuando varía la cantidad de producto activo, deben indicarse los lími- tes entre los cuales puede variar esta cantidad.

JYÍ. Saville Peck (Cambridge) se expresa en el mismo sentido y pide la inscripción en las farmacopeas de una cantidad máxima y de una cantidad mínima.

Jtf. W. puliere, Jqspedor principal de farmacias er¡ Bélgica defiende la utilidad que hay para el farmacéutico de preparar por sí mismo los medicamentos galénicos; sobre todo para los medicamentos que no con- tienen principios bien dosificables.

£1 Dr' J - S- Jfieulenhrff {Zwolle). Defiende la adopción en las far- macopeas de métodos de dosificación fisiológica al lado de los métodos de dosificación química. Principalmente para productos como sueros, preparaciones bacterianas y organoterápicas o para otras que es impo- sible dosificar químicamente tales como el cornezuelo de centeno, digi- tal, etc. He aquí las conclusiones de su trabajo: i.a Cuando no es posi- ble la titulación química es de desear se prescriba la titulación fisioló- gica. 2 ;a Para la digital es posible indicar un método fisiológico de titu- lación, para el cornezuelo de centeno es imposible, para la adrenalina es superfluo. 3.a La comprobación fisiológica sólo será posible cuando se haga oficialmente o bien cuando la fisiología formará parte de los esT tudios farmacéuticos,

JYÍ. J . J . ¿(offman [Xa J{aya) ^ ^ z - exánjer/ de las aguas de fueqte y de las aguas medicinales. Cree necesaria la comprobación, •

€1 ])r. §.Var¡der Stícf¡elen {jYíoqs) quisiera ver una comprobación oficial de las aguas minerales. Muchas aguas son artificiales y se fabri-

(21)

J V O T A I S

preparación del aire líquido, propiedades y aplicaciones

A C. Linde, catedrático de la Escuela tecnológica de M u - nich, se debe la resolución del problema, cuya finalidad es con- seguir le p r o d u c c i ó n continua de cantidades considerables de aire líquido, ü l es el inventor de una m á q u i n a cuya descripción es la siguiente: consta de dos partes principales: los compreso- res y ej aparato de contra-corriente (serpentín).

Los compresores son bombas aspirantes impelentes que toman el aire atmosférico y lo impulsan a la otra parte, donde convenientemente lo comprimen; el serpentín o aparato de con- tra-corriente, está formado por dos tubos de cobre, concéntricos, de gran longitud y arrollados en espiral; en el de en medio pe- netra el aire que procede de las bombas y en él es c o m p r i m i d o hasta llegar a la presión da doscientas atmósferas; por un juego de llave se da expansión al aire, que está comprimido, hasta la p r e s i ó n de 16 atmósferas, lo que, por tal efecto hace descender la temperatura hasta 46o; ascendiendo por el s e r p e n t í n atraviesa el espacio anular que está comprendido entre los dos tubos cen-

(22)

tral y el intermedio, da lugar al enfriamiento del aire que de las bombas procede y que baja por el primero volviendo a aquellas para nuevamente alcanzar la presión de doscientas atmósferas;

otra e x p a n s i ó n realizada con este aire m á s frío que en el mo- mento anterior da lugar a nueva baja de temperatura, llegando a 36o mk* inferior de la que ya tiene, y así sucesivamente, y adicionado estos descensos, se consigue una baja tal de tempe- ratura que es suficiente una expansión de 16 atmósferas practi- cada por medio de una determinada llave para que descienda la temperatura^ bajo el punto crítico que al aire corresponde y éste entonces se liquida.

E l aire líquido así obtenido se recoje en tubos de dobles paredes entre las que se efectúa un v a c í o idéntico al que se u t i - liza en los tubos de Crookes, pudiendo salir de ellos por medio de una espita que va adaptada a un tubo que se sumerge hasta su fondo. E l aislador, dispuesto como se haMicho, constituye el mejor termo-aislador, pues todo cuerpo rodeado por el se enfría o calienta 30 veces m á s lentamente que si se pusiera en contacto directo.

E l aire l í q u i d o , en el momento de salir del aparato produc- tor, es turbio y de aspecto lechoso por el efecto del gas carbó- nico solidificado y que se encuentra interpuesto en su masa; de esa opalescencia puede privársele por medio de la filtración, a lo que se presta de modo sorprendente el aire l í q u i d o : filtrado es transparente, color ligeramente azulado, volátil y de densidad aproximada a la del agua.

Si se impregna en el algodón, ardev al contacto de la llama con la misma rapidez que si fuera piroxilina.

Recientemente liquidado apaga los cuerpos encendidos, por efecto del n i t r ó g e n o que per ser m á s volátil es el cuerpo que primeramente se desprende, propiedad por la que advierto po- dría obtenerse el nitrógeno una vez fijado con exactitud 'el mo- mento inicial del desprendimiento del otro gas. Transcurridos

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breves momentos, aumenta la cantidad de o x í g e n o en términos tales que no sólo no se apagan los cuerpos encendidos, sino que se encienden los que sólo tienen un punto en ignición. Si; se toma carbón en polvo, se vierte en un plato incombustible, se empapa en aire líquido y agita; arde con deslumbrante luz, pro- piedad por la que auguro al aire liquido su aplicación al alum- brado.

Las combustiones vivas que ofrece en contacto del carbón, hierro, magnesio, etc., fueron causa originaría de que el emi- nente químico Linde lo aplicara a la p r o d u c c i ó n de cartuchos explosivos, los que forma por medio de tierra silícea porosa, como medio de a b s o r c i ó n del aire líquido y del petróleo que es la materia combustible de que hace uso.

De esta propiedad han de derivarse aplicaciones, no sólo para sustituir la dinamita en barrenos, para la d e s t r u c c i ó n de ro- cas y otras aplicaciones, sino que t a m b i é n el empleo en el arte de la guerra.

L a q u í m i c a tiene un provechoso auxiliar de laboratorio, gracias a su baja temperatura (191o) y olvidadas quedan las en- gorrosas mezclas frigoríficas para dar lugar a la aplicación de medio tan sencillo.

Solidifica el mercurio de tal modo que permite sea golpeado sin que sufra muy ostensible deformación; el alcohol, el éter, y otros muchos cuerpos igualmente se solidifican; endurece las materias orgánicas de un modo tal que las hace quebradizas;

propiedad que, en ciertos l í m i t e s utilizada, ofrece la ventaja de poder aplicarla a lo conservaciónn de substancias alimenticias.

Otra aplicación ingeniosa es la de utilizarlo como ventila- dor de habitaciones. A Ostergren se debe esta aplicación y él ha ideado un aparato que consiste en un recipiente metálico lleno de aire l í q u i d o , el que se suspende en medio del departamento

(24)

rarse pone en movimiento un ventilador, como los eléctricos, que esparce por la estancia el aire fresco y puro.

Para terminar, h a r é m e n c i ó n de estarse ensayando para utilizarlo como motor fundando este empleo en su extraordinaria dilatabilidad.

(25)

El Restaurador Farmacéutico 431 can con una agua cualquiera, de procedencia a veces dudosa, saturada

de ácido caibónico,

JYÍ. €. JieutTjanq, Xreuznach se ocupa de los medicamentos radioac- tivos y de su acción. Es igualmente necesario comprobar el poder ra- dioactivo de estos diversos productos.

3(. J . Jtfoller de Compenhague. ¿Qué condiciones deben tener ¡os frascos usados en farmacia? El vidrio no ha de ceder jamás una cantidad tal de álcali al agua que los medicamentos se descompongan. Para los frascos destinados a uso externo, exige una forma especial, la forma hexagonal. El color del vidrio debe ser de preferencia amarillo-oscuro.

J)r. Ser¡Z [j/JIemania). Trata del mismo asunto. He aquí sus conclu- siones: El vidrio no debe dar reacción con el agua conteniendo CO2; se obtiene este resultado por la adición de óxido de zinc, ácido bórico, et- cétera. E l vidrio no debe descomponer los medicamentos. Debe ser so- metido al análisis; recomienda la reacción a la fenolftaleina. Los resul- tados del análisis deben ser calculados por centímetro cúbico de super- ficie.

,2>r. glumenthal {St. fetesburgó). S a deferniinación de la calidad de los apositos. Deben tener un gran poder absorvente y ser fácilmente de- secados. Deben fabricarse con excelentes primeras materias. El olor debe ser bueno. La preparación debe hacerse bajo la vigilancia de un farmacéutico responsable. El profesor Van Itallie encuentra exagerado el máximum de grasa ©'03 gr. por 100. La farmacopea neerlandesa to- lera o'20 p. 100. Según M . Van Itallie no pueden obtenerse algodones con menos de 0*30 por 100 de grasa sin atacar la longitud de las fibras.

Profesor %err¡ington {piladelfia) se ocupa del Comité Jnternacional de las farmacopeas. Quisiera ver crearse un comité destinado a reprimir los fraudes en los medicamentos. Según dicho profesor el comité debería estar domiciliado en Europa, en Holanda, Bélgica o Suiza. Con este mo- tivo se promueve una larga discusión reclamando cada uno para su país el comité. Finalmente la asamblea no se decide por el sitio donde debe tener su asiento dicho comité y nombra una comisión encargada de aclarar esta cuestión.

61 profesor J{ondius $oldir¡gh {JJrrjsterdam) y el profesor Sc/joorl ha- blan de la Sinjplificación de la farmacopea. Preconizan diversas modifi- caciones en la descripción de la droga o del producto químico, de su identificación y de su ensayó de pureza.

€1 2>r. flora {Turin) lee la comunicación del farmacéutico Zampo- Jli sobre la preparación de las oguas aromáticas njedicir¡ales. Preconiza la preparación con las esencias. E l profesor Var¡ der Wieleq prefiere el

(26)

método destilatorio, ^/yfr Van Jtallie recomienda el método mixto: des- tilación y adición de esencia. El Sr. jYíeulenhoff es partidario del méto- do destilatorio.

€1 profesor ¿(uifinga (rfu¡sferdam) envió una comunicación sobre la titulación fisiológica y química de las hojas de digital. Sobreviene una viva discusión sobre el método de la titulación que hay que emplear.

€1 profesor Van der Wieleq recomienda el sistema de los farmacéuticos de Amsterdam que cultivan ellos mismos la digital de calidad superior,

•con lo que se puede determinar de una vez para siempre, por cada re^

colección, la dosis máxima que puede dar.

Jtf. g. }(• Van der Wal {Xa j(aya) demuestra que es preferible ex- presar el grado del alcohol en peso en lugar de indicarlo en volumen como se hace en la actualidad. Aceptado.

M. J)ryon {St. Q'lles) habla también en favor de la preparación de los medicamentos galénicos por el farmacéutico mismo.

, ' . OSCAR VAN SCHOOR

Socio < correspondiente del Colegio de Farmacéuticos . . de Barcelona y delegado del mismo Colegio en el

Congreso Internacional de Farmacia de la Haya 1913.

La síntesisis de los glucósidos por los fermentos!

Glucósidos, a

Confererjcía del profesor €njiÍío J}ourquelof, e/j la Jfsamhiea general del día 20 de S^ptienibre

(Continuación)

He aquí algunas noticias sobre esta preparación:

jYíetilglUcósido a.—La. operación se ha hecho a la temperatura ordi- naria, con i litro de alcohol metílico conteniendo, p. 100 c. c, 20 cen- tímetros cúbicos de alcohol metílico puro, 1 gr. de glucosa y el mace- rado de 1 gr. de levadura baja desecada. La reacción se ha prolongado durante 15 días y, cuando se ha detenido, habían pasado unas 48 cen- tésimas de glucosa al estado de raetilglucósido a de manera que se ha- bían formado un poco más de 5 gr. de este glucósido.

Para aislarlo, se ha llevado el todo a la ebullición, filtrado y aña-

(27)

El Restaurador Farmacéutico 433 dido al filtrado levadura alta que ha destruido, por fermentación, la

glucosa en exceso. Se ha filtrado de nuevo, evaporado a sequedad bajo presión reducida, y tratado el residuo, a la ebúllición, por éter acético anhidro.

Por enfriamiento, el metiiglocósido a se ha depositado bajo la forma de largas agujas. Se han obtenido 3 gr,, 20, rendimiento que puede considerarse bastante elevado.

Uno de mis alumnos, M . Aubry, ha proseguido recientemente, en mi labaratorio, el estudio de la acción sintetizante de la glucosidasa a

^n medio metílico, con objeto de precisar más las condiciones experi- mentales en las cuales es preciso colocarse para obtener los mejores resultados. Nosotros habíamos hecho nuestros ensayos en alcoholes que diferían íentre sí de 10 p, 100 en volumen; él ha hecho los su- yos en alcoholes diferiendo uno de otro de 2 gr. por 100 centímetros cúbicos solamente.

He aquí algunos de los resultados que ha obtenido, y que aún no se han publicado. Aún en los alcoholes más diluidos, la síntesis es apreciable: así en el alcohol a 2 gr, p. 100 c. c, la proporción de glu- cosa combinada ha sido de unas 9 centésimas, ¡creciendo con el título alcohólico hasta 16 p. 100 (glucosa combinada : 50 centésimas) para decrecer enseguida y anularse a 32 p. 100; su acción destructiva sobre el fermento, se hace pues sentir desde que el contenido en alcohol me- tílico pasa de 16 p. 100.

Stilglacósido a.—La síntesis bioquímica de este glucósido se ha hecho en alcohol a 30 p. 100 en volumen.—La reacción ha alcanzado solamente 33 centésimas de glucosa,—El mismo modo de extracción.

Propilglucósido a y alilglucósfdo a.—Los líquidos alcohólicos sobre los cuales se ha operado, contenían 15 c e . de alcohol propílico o de alcohol alílico solamente, para 100 c. c. El mismo modo de extracción.

Para los tres últimos glucósidos, los rendimientos han sido mucho más débiles que para el primero, pero es cierto que si se somete su síntesis a un estudio metódico análogo al qne ha hecho M , Aubry, se llegarán a encontrar las condiciones para las cuales los rendimientos serán superiores.

* *

Sea lo que fuere Señores: la prueba de que el fermento de la leva- dura que hidroliza los glucósidos a es capaz también de realizar la sín- tesis, se encuentra establecida por la preparación bioquímica de los cuatro glucósidos de los cuales acabo de hablar.

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