Redacción II coord. [por] Celina Leal de Rodríguez... [y otras]

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Preparatoria

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R E D A C C I O N I I .

Coordinadoras:

Celina Leal de Rodríguez. Diana A. Guerra de *1uzza.

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R E D A C C I O N I I .

Coordinadoras:

Celina Leal de Rodríguez. Diana A. Guerra de *1uzza.

(5)

p c ' / i l o

FONDO UNIVERSITARIO

INDICE DE CONTENIDO.

Rag.

I n t r o d u c c i ó n . 5 I . - Cómo ordenar las palabras y las i d e a s . 7

I I . - Los vocablos p r e c i s o s .

Cómo s u s t i t u i r las palabras " c o s a " , " a l g o " ,

" e s t o " y "eso" por vocablos más p r e c i s o s . 19 Cómo s u s t i t u i r los verbos " s e r " , " e s t a r " ,

" e n c o n t r a r s e " , "haber" (impersonal) y " t e

-ner" por vocablos más p r e c i s o s . 27 I I I . - Cómo e s c r i b i r con e s t i l o .

Cómo e v i t a r las r e p e t i c i o n e s i n n e c e s a r i a s . 31

Cómo hacer una composición. 37 Cómo e s c r i b i r con e s t i l o . 39 I V . - El español de México. 43 V.- Los Gramemas Nominales. 51 V I . - Los Gramemas Verbales. 61 V I I . - El s i g n i f i c a d o de las p a l a b r a s . 71

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INTRODUCCION.

¿ES UTIL NUESTRO LENGUAJE?

Dentro de nuestro t a l l e r , el lenguaje está considerado como una h e r r a m i e n t a ; con e l l a fabricamos y perfeccionamos

-ideas y métodos de t r a b a j o necesarios para c o n v i v i r con nuest r o s semejannuestes. Esnuestamos consciennuestes de que el lenguaje es ú t i l también como medio de expresión de sentimientos y v i v e n -c i a s .

Ahora b i e n , ¿sería p o s i b l e que una «ersona s u b s i s t i e r a -d e n t r o -de una socie-da-d s i n e x t e r i o r i z a r jamás una i-dea o un a f e c t o ? Sicológicamente esto es i m p o s i b l e . El lenguaje es una forma de e x p r e s i ó n ; y el hombre es un ser e x p r e s i v o , c r e a t i v o por e x c e l e n c i a .

Pero, ¿respetamos l a expresión de l o s demás? Hay que r e cordar que e l l e n g u a j e no se puede emplear en forma a r b i t r a -r i a ; hay -r e g l a s y usos que, como las leyes que p-rotegen a los ciudadanos en nuestro p a í s , l i m i t a n , s i n r e s t r i n g i r , l a l i b e r tad de e x p r e s i ó n a l a que todos tenemos derecho. Con ayuda de esas r e g l a s podemos comprender o t r o s t e x t o s , o p i n a r , conocer y expresar nuestras i d e a s .

Y no sólo podemos expresar nuestras i d e a s , sino que tam-bién el l e n g u a j e c o n t r i b u y e a l a l i b e r a c i ó n s o c i a l del i n d i v i dúo ayudándol o a s a l i r de su c í r c u l o , de su medio, de su b a -r -r i o , i n t e g -r á n d o l o a un mundo más amplio.

En este l i b r o incluímos una segunda parte que contiene -unos c a p í t u l o s de L i n g ü í s t i c a , con los cuales continuamos el curso a n t e r i o r , aplicando el e s t u d i o m o r f o l ó g i c o de las p a l a -bras y el e n r i q u e c i m i e n t o de t u v o c a b u l a r i o . Lo a n t e r i o r , nos será de gran u t i l i d a d para l o g r a r l o que nos proponemos.

Actuemos pues, abriendo nuestro propio camino y el de -nuestros semejantes, expresándonos con p r e c i s i ó n y responsabi 1 izándonos a l a superación día ccn d í a .

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2o. SEMESTRE. AREA I I I . UNIDAD I .

COMO ORDENAR LAS PALABRAS Y LAS IDEAS.

Muchas veces las e s t r u c t u r a s gramaticales no nos permi ten expresarnos como queremos; entonces, saliéndonos de e l l a s , cambiamos el orden de las palabras de acuerdo al i n -terés que queremos despertar en el l e c t o r o i n t e r l o c u t o r y logramos el e f e c t o debido.

En esta unidad, aprenderemos algunos p r i n c i p i o s que aun siendo e l á s t i c o s , nos s e r v i r á n para expresar con propiedad -nuestras ideas.

OBJETIVOS.

1 . Enunciar y e x p l i c a r las t r e s r e g l a s de c o n s t r u c c i ó n l ó -gica .

2 . A p l i c a r las reglas de c o n s t r u c c i ó n l ó g i c a a los e j e r c i -cios dados.

PROCEDIMIENTO.

Estudia cuidadosamente el c a p í t u l o que está a c o n t i n u a -c i ó n , en él en-contrarás el m a t e r i a l ne-cesario para -c o n s t r u i r los o b j e t i v o s .

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RITMO DE TRABAJO.

l e r . d í a . - l a . r e g l a de c o n s t r u c c i ó n l ó g i c a y sus e j e r c i c i o s 2do. d í a . - 2a. r e g l a de c o n s t r u c c i ó n l ó g i c a y sus e j e r c i c i o s 3 e r . d í a . - 3a. r e g l a de c o n s t r u c c i ó n l ó g i c a y sus e j e r c i c i o s 4o. d í a . - Repaso general de la unidad.

NOTA: La autoevaluación de esta unidad c o n s i s t i r á en un repaso concienzudo de l o e s t u d i a d o .

COMO ORDENAR LAS PALABRAS Y LAS IDEAS.

El español no está sometido a reglas i n f l e x i b l e s . Esto q u i e r e d e c i r que para expresarnos no u t i l i z a m o s modelos p r e -e s t a b l -e c i d o s , gozamos d-e c i -e r t a holgura y l i b -e r t a d . En nu-es- nuest r o idioma el orden de las palabras se gobierna más por el -i n t e r é s p s -i c o l ó g -i c o (o l ó g -i c o ) que por l a e s t r u c t u r a gramat-i_ c a l . A s í , s i a veces cambiamos el orden de los vocablos de una o r a c i ó n es para dar mayor é n f a s i s o r i t m o a nuestra ex-p r e s i ó n .

En l a p r á c t i c a hay t r e s reglas de c o n s t r u c c i ó n l ó g i c a . He aquí l a primera de e l l a s :

Paxa la debida cZanXdad de, la {¡labe, conviene que eJL oAden de la¿ palabia* ¿e ¿omeXa al oAden de la¿ ¿dea4.

Lo a n t e r i o r s i g n i f i c a que una idea puede expresarse de d i f e r e n t e s modos, según l a importancia de dicha i d e a . Ejem-p l o :

Mi primo Juan, i n g e n i e r o de Caminos, regaló todos sus l i b r o s a mi padre poco antes de m o r i r .

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RITMO DE TRABAJO.

l e r . d í a . - l a . r e g l a de c o n s t r u c c i ó n l ó g i c a y sus e j e r c i c i o s 2do. d í a . - 2a. r e g l a de c o n s t r u c c i ó n l ó g i c a y sus e j e r c i c i o s 3 e r . d í a . - 3a. r e g l a de c o n s t r u c c i ó n l ó g i c a y sus e j e r c i c i o s 4o. d í a . - Repaso general de la unidad.

NOTA: La autoevaluación de esta unidad c o n s i s t i r á en un repaso concienzudo de l o e s t u d i a d o .

COMO ORDENAR LAS PALABRAS Y LAS IDEAS.

El español no está sometido a reglas i n f l e x i b l e s . Esto q u i e r e d e c i r que para expresarnos no u t i l i z a m o s modelos p r e -e s t a b l -e c i d o s , gozamos d-e c i -e r t a holgura y l i b -e r t a d . En nu-es- nuest r o idioma el orden de las palabras se gobierna más por el -i n t e r é s p s -i c o l ó g -i c o (o l ó g -i c o ) que por l a e s t r u c t u r a gramat-i_ c a l . A s í , s i a veces cambiamos el orden de los vocablos de una o r a c i ó n es para dar mayor é n f a s i s o r i t m o a nuestra ex-p r e s i ó n .

En l a p r á c t i c a hay t r e s reglas de c o n s t r u c c i ó n l ó g i c a . He aquí l a primera de e l l a s :

Paxa la debida cZanXdad de, la {¡labe, conviene que eJL oAden de la¿ palabia* ¿e ¿omeXa al oAden de la¿ ¿dea4.

Lo a n t e r i o r s i g n i f i c a que una idea puede expresarse de d i f e r e n t e s modos, según l a importancia de dicha i d e a . Ejem-p l o :

Mi primo Juan, i n g e n i e r o de Caminos, regaló todos sus l i b r o s a mi padre poco antes de m o r i r .

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m o r i r I T ^ T r e . ^ ™ '0 S ^ m 1 p r 1 m o> - t e s de

Si se q u i e r e d e s t a c a r l a idea del t i e m p o , e s c r i b i r e m o s :

r e g a l 5 ° t o d o s ^ s u s b r o s ^ mi * d e

Otro e j e m p l o :

Idea del d e b e r :

t u d_ Debemos c o n t r a e r e l h á b i t o de t r a b a j a r desde l a j u v e n

-Idea del t i e m p o :

j a r. D 6 S d e 1 8 j u v e n t u d» c o n t r a e r e l h á b i t o de

traba-E j e r c i c i o s :

a) Los alumnos aprenden f á c i l m e n t e l a p r o n u n c i a c i ó n fran cesa con los discos "Linguaphone". °n u n c , a c i o n f r aH

De l a o r a c i ó n a n t e r i o r , c o n s t r u y e c u a t r o más destacando:

El a p r e n d e r :

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La f a c i l i d a d .

- f ^ o ^ n j r _ y , e/7 ¿ M - M ^ I Á Í ^ ^ . ^ ^ «»

-La p r o n u n c i a c i ó n .

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Los d i s c o s .

he * y ' ^ - ; I j ^ e j d ^ / f L ^ ^ c M d & S & v c + s * .

b) El automóvil pequeño, de t i p o p o p u l a r , es l a gran preocupación de l o s f a b r i c a n t e s de coches de todos l o s países europeos.

Construye dos o r a c i o n e s más destacando: La preocupación.

El l u g a r .

e s

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c) Los sitemas a u d i o v i s u a l e s ocupan un l u g a r i m p o r t a n t e en l a enseñanza de l o s idiomas.

Redacta o t r a s dos o r a c i o n e s destacando:

El l u g a r .

J Z ¿ L ja r ocu^tn Us sis-t e -±c4Aio^ls^leS^ ej) U e ^

°r/ '

La enseñanza. "

£ ñ d e j o s ¡d '.v/naS ¿bz *L<(J¿vlSM*\e <> ocupan /ctcj^s fsn f'1 r> te . v ü

Frases desordenadas.- Estudiaremos ahora e l problema de las f r a s e s desordenadas porque no se tuvo en cuenta l a irmx>r t a n c i a de l o s elementos que e n t r a n en su c o m p o s i c i ó n , es de-c i r porque e l orden de l a s palabras no se sometió al orden de l a s i d e a s .

Ejemplo:

El maestro o b l i g ó a todos l o s alumnos a someterse al examen médico, por orden de l a s u p e r i o r i d a d .

C o r r e c c i ó n :

Por orden de l a s u p e r i o r i d a d , e l maestro o b l i g ó a todos los alumnos a someterse al examen médico.

Otro e j e m p l o :

El t e n i e n t e Martínez tuvo que tomar el mando del b a t a -l -l ó n cuando mataron a -l comandante López y a -l c a p i t á n G a r c í a .

C o r r e c c i ó n :

Cuando mataron a l comandante López y a l c a p i t á n G a r c í a , el t e n i e n t e Martínez tuvo que tomar e l mando del b a t a l l ó n .

E j e r c i c i o s :

A c o n t i n u a c i ó n unas o r a c i o n e s que deberán reordenarse l o más lógicamente p o s i b l e .

1 . El número de problemas que t e n í a que r e s o l v e r eran c i n -c u e n t a , según -c a l -c u l é después.

c-5eju/? ¿•¿¿Jcctlé' cjeb^iues el />u me/o de

^robiemci^ fen/c< <J¿J e> /es¿>/ver ,n t¡/j¿ a en

Las ciudades a n t i g u a s estaban s i t u a d a s en l a s proximida des de l o s r í o s o en l o a l t o de l a s montañas, dicen los' h i s t o r i a d o r e s , por necesidades de t i p o comercial o para su mejor d e f e n s a .

MlLen Los jn'isiorietjores cjue

.¡.en Jes cí e

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3 . Hubo muchos h e r i d o s ; algunas mujeres quedaron m a g u l l a -das y dos n i ñ o s f u e r o n pisoteados cuando se i n c e n d i ó e l a u t o b ú s .

« n d o S e j s i t e n d l o q u

j o muchas }) e/¡<Jozj a *nujefe

-l-P-0 /V «^J^Afo y c¡Q¿ nLd*5 fífót&tcloj

El orden en l o s p á r r a f o s . - Hasta c ,uí hemos procurado ordenar l a s p a l a b r a s de las f r a s e s u or¿ . i o n e s , ahora t r a t a -remos de c o n s t r u i r lógicamente l o s p á r r a f o s .

He aouí l a segunda r e g í * de c o n s t r u c c i ó n l ó g i c a :

En un pá/iAafio debe piocuiasise Liga* la ¿dea ¿n¿.c¿al ( o p/iínc¿pa? ) a la¿ 6¿gu¿ente6 ( o 6ecundaA¿a¿ ) .

E j e m p l o :

Cuando r e v e n t a r o n las t u b e r í a s de l a casa se p r o d u j o una c o n f u s i ó n e n t r e l o s v e c i n o s . El agua c o r r í a por todas p a r t e s ; l a s h a b i t a c i o n e s estaban c o n v e r t i d a s en pequeñas l a gunas. Todos g r i t a b a n y daban órdenes; pero nadie se e n t e n -d í a .

C o r r e c c i ó n :

Cuando r e v e n t a r o n l a s t u b e r í a s de l a casa se p r o d u j o una gran c o n f u s i ó n e n t r e l o s v e c i n o s . Todos g r i t a b a n y daban ó r d e n e s ; pero nadie se e n t e n d í a . El agua c o r r í a por todas p a r t e s ; l a s h a b i t a c i o n e s estaban c o n v e r t i d a s en pequeñas l a -gunas .

Otro e j e m p l o :

El l a d r ó n c o r r í a por l a s c a l l e s blandiendo una enorme navaja y sembrando e l pánico e n t r e l o s t r a n s e ú n t e s . La p o l i -c í a -c o r r í a t r a s él y , v a r i a s ve-ces, estuvo a punto de d a r l e alcance._La gente se apartaba al paso del e n f u r e c i d o y p e l i -groso d e l i n c u e n t e . Hubo algunas personas que se sumaron a l a p o l i c í a en esta accidentada p e r s e c u s i ó n .

C o r r e c c i ó n :

El l a d r ó n c o r r í a por las c a l l e s blandiendo una enorme navaja y sembrando e l pánico e n t r e l o s t r a n s e ú n t e s . La gent e se apargentaba a l paso del e n f u r e c i d o y p e l i g r o s o d e l i n c u e n -t e . La p o l i c í a c o r r í a -t r a s é l y , v a r i a s veces, es-tuvo a pun-to de d a r l e a l c a n c e . Hubo algunas personas que se sumaron a l a p o l i c í a en e s t a accidentada p e r s e c u s i ó n .

En ocasiones e l problema c o n s i s t e en que algunas de l a s f r a s e s u o r a c i o n e s d e l p á r r a f o no concuerdan c o n " l a idea p r i n c i p a l , es d e c i r "se s a l e n " del terna y hay que e l i m i n a r -l a s .

Ejemplo:

Las o r a c i o n e s de l o s s i g u i e n t e s p á r r a f o s van numeradas para poder s e ñ a l a r l a s que deban ser e l i m i n a d a s .

1 . - Cada día r e s u l t a más d i f í c i l en l a ciudad el p r o b l e ina del t r á n s i t o de v e h í c u l o s .

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3 . - Por c i e r t o que estas páginas de sucosos son l a s que cuentan con un mayor número de l e c t o r e s .

4 . - Una prueba de e l l o es el é x i t o de p e r i ó d i c o s t a l e s como " A l e r t a " , por ejemplo.

5 . - Cada día hay más automóviles en la ciudad y cada día hay más accidentes de t r á n s i t o .

6 . - Los peatones se lanzan a cruzar las c a l l e s s i n pre-caución .

7 . - Los conductores nuevos son o t i de las p r i n c i p a l e s causas de a c c i d e n t e s .

8.~ Y no olvidemos las m o t o c i c l e t a s , lanzadas a toda ve l o c i d a d por las c a l l e s , sorteando a los o t r o s a u t o s , e j e c u t a n

do verdaderos e j e r c i c i o s de c i r c o . ~ 9 . - Pero en r e a l i d a d , la causa de t a n t o "suceso" es que

no se obedecen los preceptos del Reglamento de T r á n s i t o .

(Sobran las oraciones 3 y 4 ) .

Otro ejemplo:

1 . - La pantera es uno de los animales más p e l i g r o s o s de l a s e l v a .

2 . - A su l a d o , el león es c a s i i n o f e n s i v o . 3 . - El l e ó n , normalmente, ruge antes de a t a c a r . 4 . - La pantera ataca s i n a v i s a r .

5 . - Los domadores saben perfectamente que l a pantera es uno de l o s animales más d i f í c i l e s de domar.

6 . - Yo conocí una vez a un domador al que, en c i e r t a ocasión, atacaron los t i g r e s con que se e x h i b í a en el c i r c o .

(Sobra l a número 6 ) .

E j e r c i c i o s:

1 . - Uno de l o s problemas del urbanismo moderno es e l de los "espacios verdes" o "pulmones" de l a ciudad.

2 . - Estos "pulmones" p a l i a n en p a r t e el p e l i g r o que pa-ra nuestpa-ra salud representa el a i r e e n r a r e c i d o de l a s gpa-ran- gran-des c a p i t a l e s .

3 . Madrid cuenta con t r e s "espacios verdes" p r i n c i p a -l e s : e-l R e t i r o , e-l Parque de-l Oeste y -l a Casa de Campo.

4 . - Gracias a estos parques, l o s niños pueden r e s p i r a r un a i r e menos nocivo que el de las c a l l e s de gran c i r c u l a -c i ó n .

5 . - En el R e t i r o está el Parque Z o o l ó g i c o , en el que hay gran variedad de animales.

6 . - En el Parque del Oeste apenas s i hay bancos para que descanse el paseante.

7 . - En las grandes urbes modernas se procura que, cada b a r r i o o sector nuevo, tenga su "pulmón" p r o p i o , su pequeño "espacio v e r d e " .

Sobran las oraciones y £

1 . - Juan e l i g i ó l a c a r r e r a de Derecho, s i n saber l o que hacía.

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1 i d a s " " A J U d n ^ d l j e r o n q u e e r d "u n d c a r m - . i de muchas sa

4 . - Empezó sus e s t u d i o s j u r í d i c o s s i n (justo a l g u n o . 5 . Siempre había s i d o muy buen e s t u d i a n t e , pero e n t o n -ces empezaron sus t r o p i e z o s .

l p 6: ~ J ;o s t e x t o s d e Derecho Romano y Economía P o l í t i c a se i e re s i s 11 a n .

7 . - Conoció a un compañero que l e pasaba l o mismo.

e s c u l t u r a1 1"6 9 0 S U P° ^ SU c o m p a ñ e r o s e a b í a dedicado a l a

. . 9" ~ S i a J u a n l e h u b i e r a n dejado e l e g i r a su qusto

hu-b i e r a e s t u d i a d o Medicina o Astronomía. '

h,h p!0 o- m e a r r ep e n t i r é b a s t a n t e - s o l í a d e c i r - de naDer e s t u d i a d o una c a r r e r a que rne repugnaba" .

Sobran l a s o r a c i o n e s g

t e. L a t e r c e r a r e g l a de l a c o n s t r u c c i ó n l ó g i c a es l a s i g u i e n

denteU t*0"0"*"1* n^cvtlv0 coloccme ceAca de 6u

antece-Ejemplo:

t e r e s a n ? el 3 r é " " C a p U u l° e n e s t e l i b r o ^ parece muy i n

-C o r r e c c i ó n :

Señalaré en e s t e l i b r o un capitulo que me parece muy i n t e r e s a n t e .

Los pronombres r e l a t i v o s son " q u e " , " c u a l " , " q u i e n " y " c u y o " . Cuando nos sea d i f í c i l c o l o c a r el r e l a t i v o cerca de su a n t e c e d e n t e , podemos s u s t i t u i r l o por " e l c u a l " , "del c u a l " , e t c . , o d a r l e o t r o g i r o a la f r a s e , suprimiendo e l r e l a t i v o .

Ejemplos:

Hay una edición de e s t e l i b r o que r e s u l t a muy agradable por su i m p r e s i ó n .

C o r r e c c i o n e s :

Hay una edlc-íón de e s t e l i b r o , la cual r e s u l t a muy agra dable por su i m p r e s i ó n .

Hay una e d i c i ó n de e s t e l i b r o gratamente Impreca.

E j e r c i c i o s :

De acuerdo a l o recomendado en ía t e r c e r a r e g l a de l a c o n s t r u c c i ó n l ó g i c a , redacta de nuevo l a s s i g u i e n t e s o r a c i o -nes :

1 . - El á r b i t r o s a l e en e s t e momento al campo que da l a señal de empezar e l p a r t i d o .

-ef>fe m ornen jo Sq¡e

~£íjr b i t f o cj i j f h c¡Cj I I eje e t»ht?zc,r

(15)

2 . - Tengo un t r a b a j o para e n t r e g a r al p r o f e s o r , que me t i e n e muy preocupado.

L-e n^ o - u a / r « h^jlo a r<i en t r e ^ r <HJ Pcp Seso r e L cu«! a . f¿ ?n e ^ ^ y ^ f e c c ^ L

y 0

3 . - Compré hace un año una casa, con un hermoso j a r d í n , que pienso vender ahora.

C omrtjx? A<^Ce un cf fío Ljna CaS^ us\ y ' " - ' T - f -—UUJUZ* .y L ' ' - •—

h e / rn - A C J til ens o pender i horq c J J ¡I

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4 . - T r a i g o unos caramelos a los n i ñ o s , cuyo sabor es a g r a d a b i 1 í s i m o .

-X> —cijas niño'! unos ¿arrime los,

C u yp. £_<* _£>o r e s __ 5? qrjt A°tbi J f s ¡sno*

2o. SEMESTRE. AREA I I I . UNIDAD I I .

LOS VOCABLOS PRECISOS.

Una persona c u l t a se d i s t i n g u e por un v o c a b u l a r i o am-p l i o y exam-presiones am-p r e c i s a s . En cambio, l o s medios de comu-n i c a c i ó comu-n masiva u t i l i z a comu-n ucomu-n v o c a b u l a r i o r e s t r i comu-n g i d o porque están d i r i g i d o s a un gran numero de personas, en su mayoría i n c u l t a s . Debido a e s t a s i t u a c i ó n , nos hemos acostumbrado a palabras f á c i l e s que u t i l i z a m o s como comodines en nuestra -e x p r -e s i ó n . En -e s t a unidad tratar-emos d-e a p l i c a r l o apr-en- apren-dido en l a r g o s años de e s t u d i o del e s p a ñ o l .

OBJETIVOS.

1 . T r a t a r en l o p o s i b l e de m e j o r a r e l v o c a b u l a r i o s u p r i -miendo o s u s t i t u y e n d o en e j e r c i c i o s dados, l o s vocablos

" c o s a " , " a l g o " , " e s t o " y "eso" por o t r o s más p r e c i s o s .

2 . T r a t a r en l o p o s i b l e de a m p l i a r e l v o c a b u l a r i o s u p r i miendo o s u s t i t u y e n d o en l o s e j e r c i c i o s l o s verbos -" s e r -" , -" e s t a r -" , -" e n c o n t r a r s e -" , -" h a b e r -" ( i m p e r s o n a l ) y " t e n e r " para dar o t r o s verbos más p r e c i s o s .

PROCEDIMIENTO.

(16)

RITMO DE TRABAJO.

l e r . d í a . - O b j e t i v o 1 (con e j e r c i c i o s )

2do. d í a . - O b j e t i v o 2 (con e j e r c i c i o s )

3 e r . d í a . - A u t o e v a l u a c i o n e s .

4 o . d í a . - Repaso g e n e r a l .

S u s t i t u y e l a palabra "cosa" por o t r a más p r e c i s a .

1 . - Esto es cosa suya.

fo <?5 f r e j ^ S ^ y c ,

2 . - S i e n t o una cosa r a r a en e l estómago.

3 / e / i j o u/i<? Molesta*! f*t'<* p / psiosn&j °

3 . - Una cosa l o a c o n g o j a .

iMi s?eñCj lo 9 (o r>jep

4 . - Recuerda l a s ú l t i m a s cosas que t e d i j o .

Recetes Je, ]<*s 4 )f'Jn*5 hW/W.r j a? ff ¿j\

S u s t i t u y e l a palabra " a l g o " por o t r a más p r e c i s a .

5 . - Este l i b r o t r a t a algo de b i o l o g í a .

te \ / b f o f r ^ j g Je fe

6 . - F1 v e s t i d o e s t á a l g o d e s p i n t a d o .

leí uesitd» esjzj Ui Xes^-ínfardo ,

S u s t i t u y e l o s pronombres " e s t o' " y "eso" por e l r e l a t i v o o por e l a d j e t i v o d e m o s t r a t i v o . Si es n e c e s a r i o , puedes d a r l e o t r o g i r o a l a f r a s e .

7 . - A b r i r é una t i e n d a . Esto me mantendrá ocupado todo e l d í a .

$})r'ift u n * * / / acl^y ¡ m e s w i f e * Jt

-ñcn/retdo

re,

t

8.'- Ayer me v o l v i e r o n ^ premiar en mi t r a b a j o . Eso me hace

s e n t i r b i e n . » >

(17)

8 .

1 0 .

-AUTOEVALUACION.

En l a s s i g u i e n t e s o r a c i o n e s hay vaguedad debido a sus v e r b o s , s u s t i t u y e l o s por o t r o s más p r e c i s o s .

Vamos a t e n e r una f i e s t a de b i e n v e n i d a .

¡/q rr)o j—^ ÍAM f i esta de Lewe/ii¡

En e s t a casa hay una f a m i l i a numerosa.

¿n es CRlJl l / i ^ e h n ; L \ / iu fnefo

Hay que e n c o n t r a r e l punto de i n f e c c i ó n .

Jfay ¿j c1e / ^ / A ^ el yjo Je .¿ifectio/)

En sus o j o s hay a l e g r í a . **

/Vt S^S ojos L/&.Q ^ ! y / j'cf

Entre l o s homenajeados se encuentra mi hermano.

J^r'fre /„,t horren* lerdos -es s* ¡ ¿»es*^

Deben e s t a r f e l i c e s .

iDebe/i s e ^ í / r c e f e j / r e s

Las c u a t r o f á b r i c a s se encuentran por e l mismo rumbo.

J-etí C u e j j f o lílíctcj ^sU* jpas

Tengo muchos d o l o r e s .

^ en jo no uc hoS pjo ¡o r r 5

En ese f a r o hay una l u z .

r:n J^/o se <¿e ím

r-A d e l a n t e del d e s f i l e e s t á n l a s b a s t o n e r a s .

fldeknfe d e l J e s f / / e ¡ c jS fator*.

' VI

COMO SUSTITUIR LAS PALABRAS "COSA",

"ALGO", "ESTO" Y "ESO" POR VOCABLOS MAS PRECISOS.

Nuestro idioma e s t á s u f r i e n d o una verdadera a g r e s i ó n y es necesario que nos esforcemos, que nos preocupemos un poco por mantener su b e l l e z a y e l e g a n c i a . Dejemos a un lado l o s -apresuramientos y l a s palabras f á c i l e s , " a q u e l l a s voces vagas, i m p r e c i s a s , i n c o l o r a s que —como d i c e G. M a r t í n Vi v a l -d i — a f u e r z a -de s e r v i r para t o -d o , terminan por no s e r v i r pa_ ra nada". El mismo a u t o r nos d i c e : "Cosa" es probablemente l a palabra de s e n t i d o más vago, más i m p r e c i s o ; el vocablo más v u l g a r y t r i v i a l de l a l e n g u a " . Y nosotros l a usamos -frecuentemente, sobre todo cuando no encontramos l a palabra adecuada o simplemente "por f l o j e r a " . De hoy en adelante -nos esforzaremos un poco más, e v i t a n d o en l o p o s i b l e l a impre^ c i s i ó n .

E j e r c i c i o s :

S u s t i t u y e en l a s oraciones s i g u i e n t e s l a p a l a b r a "cosa" por o t r a más p r e c i s a .

Ejemplo:

La humildad es una cosa muy r a r a .

(18)

8 .

1 0 .

-AUTOEVALUACION.

En l a s s i g u i e n t e s o r a c i o n e s hay vaguedad debido a sus v e r b o s , s u s t i t u y e l o s por o t r o s más p r e c i s o s .

Vamos a t e n e r una f i e s t a de b i e n v e n i d a .

¡/q rr)o j—^ ÍAM fiesta ¿e Lewe/ii¡

En e s t a casa hay una f a m i l i a numerosa.

¿n es CRlJl l / i ^ e h n ; L \ / iu fnefo

Hay que e n c o n t r a r e l punto de i n f e c c i ó n .

Jfay ¿j c1e / ^ / A ^ el yjo Je .¿ifectio/)

En sus o j o s hay a l e g r í a . **

/Vt S^S ojos L/&.Q ^ ! y / j'cf

Entre l o s homenajeados se encuentra mi hermano.

J^r'fre /„,t horren* lerdos -es sn l

Deben e s t a r f e l i c e s .

iPeíps) s e ^ í / r c e f e j / r e s

Las c u a t r o f á b r i c a s se encuentran por e l mismo rumbo.

J-etí Cu^i/O jAf 1/yV^s f** jpas e ) Qn y.

Tengo muchos d o l o r e s .

^ en jo no uc hoS pjo Jos

En ese f a r o hay una l u z .

r:n J^/o se ve ím

r-A d e l a n t e del d e s f i l e e s t á n l a s b a s t o n e r a s .

fldeknfe del Jes f i l e ¡cjS fator*.

' VI

COMO SUSTITUIR LAS PALABRAS "COSA",

"ALGO", "ESTO" Y "ESO" POR VOCABLOS MAS PRECISOS.

Nuestro idioma e s t á s u f r i e n d o una verdadera a g r e s i ó n y es necesario que nos esforcemos, que nos preocupemos un poco por mantener su b e l l e z a y e l e g a n c i a . Dejemos a un lado l o s -apresuramientos y l a s palabras f á c i l e s , " a q u e l l a s voces vagas, i m p r e c i s a s , i n c o l o r a s que —como d i c e G. M a r t í n Vi v a l -d i — a f u e r z a -de s e r v i r para t o -d o , terminan por no s e r v i r pa_ ra nada". El mismo a u t o r nos d i c e : "Cosa" es probablemente l a palabra de s e n t i d o más vago, más i m p r e c i s o ; el vocablo más v u l g a r y t r i v i a l de l a l e n g u a " . Y nosotros l a usamos -frecuentemente, sobre todo cuando no encontramos l a palabra adecuada o simplemente "por f l o j e r a " . De hoy en adelante -nos esforzaremos un poco más, e v i t a n d o en l o p o s i b l e l a impre^ c i s i ó n .

E j e r c i c i o s :

S u s t i t u y e en l a s oraciones s i g u i e n t e s l a p a l a b r a "cosa" por o t r a más p r e c i s a .

Ejemplo:

La humildad es una cosa muy r a r a .

(19)

La e n v i d i a es una cosa d e s p r e c i a b l e .

L ^ en ** J i h . -e-s Uin ¿ o * t fajen ío _é If^ecS

La f a l t a de i n t e l i g e n c i a es una cesa i r r e m e d i a b l e .

¿ « l i o ; Je fa t e j ; ^ 3 ¿ j u

i La gula es una cosa vergonzosa / ' - ^ J

7 I ^ ¿ l e !

Esta e s t a t u a es una cosa n o t a b l e .

Á U est* Íipl 0 UAl.e

La educación de l o s niños es una cosa d i f í c i l .

A É . j o s ! El amianto es una cosa i n c o m b u s t i b l e .

La cosa se someterá al Consejo.

- C m & s l j e r 4 cy/ consejo. __

Una sola cosa ocupa su mente.

[/n* 5 o ) Gf ¿rj?/jg_ Q C l ^ c , SV fT> e r ) t e c

Nunca contemplé una cosa tan m a g n í f i c a .

La b u r l a es l a ú n i c a cosa que t e queda.

jz

f

1

y e d *t

11. El m i c r o s c o p i o es una cosa i n d i s p e n s a b l e para e l b i ó l o go

-£ I __ microscopio _-es_ci n tr«m fe

yens* bi€._ jp*tr*t. ¡ )?¡olo^o- __

12. Exponga usted l a s cosas como han pasado.

c W

13. r a r a un niño e l juego es una cosa n e c e s a r i a .

. .td/!_ o i »ño € I J&ecjo j£_S tunoi Jl^ez-S/o/) oeGeScy;

14. El v i e j o General se v a n a g l o r i a b a de cosas i n v e r o s í m i l e s .

O^neccf I c, •e ' ^ ^ ¡ r m Á^lfL^5 / / W « -f o s í n n H 5 .

LA PALABRA ALGO.- " A l g o " es un pronombre i n d e f i n i d o y , por t a n t o , sólo debe usarse cuando queramos dar a l a " f r a s e un s e n t i d o i n d e t e r m i n a d o .

Ejemplos:

Leeré a l g o m i e n t r a s v i e n e s . ( C o r r e c t o ) .

Esta h i s t o r i a t i e n e a l g o t r á g i c o . ( I n c o r r e c t o ) .

Esta h i s t o r i a t i e n e un argumento t r á g i c o . ( C o r r e c t o ) .

E j e r c i c i o s :

En l a s s i g u i e n t e s oraciones s u s t i t u y e l a palabra " a l g o " por o t r a más p r e c i s a . No a l t e r e s l a s que creas c o r r e c t a s .

1. Esta música t i e n e algo m e l a n c ó l i c o .

(20)

2. Sus palabras t i e n e n algo de m a l i c i a .

- S s i - s - h i r i s fiene/i_ tono Jp m

3 . He v i s t o en t u s o j o s a l g o de o d i o .

4 . Todos l o s genios t i e n e n algo de l o c o s .

1° 5 Cj^n) * j _ f j e n e n fm c? Je Jocos

5. Encestas r u i n a s hay a l g o de e s t i l o románico.

-¿Ll—r s hs r „ , J e esh

6 . En su cara había a l g o de f e r o c i d a d . A c o.

Sh c a re, JheLhjJL- desead« A.

7. El hombre más f u e r t e t i e n e algo d é b i l .

J / h o ^ h r ^ . ^ s t ^ r t e h t n e « n ^ n í

8 . Esta señora t i e n e algo d i s t i n g u i d o .

Jr'j M Señorc, fiene c^/e/^dt J.'s M

O b s e r v a c i ó n . - Otras veces, no se t r a t a de s u s t i t u i r l a p a l a b r a " a l g o " , s i n o de s u p r i m i r l a . Es l o que sucede c a s i siempre que se emplea " a l g o " seguido de un a d j e t i v o . En e s -t o s casos, bas-ta con s u p r i m i r e l pronombre i n d e f i n i d o y sus-t i sus-t u i r o no e l a d j e sus-t i v o por un s u s sus-t a n sus-t i v o , según l o s casos.

Ejemplo:

Esto es a l g o i n f a m e . Esto es una i n f a m i a .

E j e r c i c i o s :

1. Esto es algo p r o d i g i o s o .

feto e s 4?ro J¡tj/.

2. Este l i b r o es algo estupendo.

3. Esta mujer es a l g o imponente.

Est* m ^ j t r -es Jrn^c nenie

4. Aquí huele a algo r a r o .

w T Jwe Je £ f

5. El nuevo modelo es algo f o r m i d a b l e .

F j múdelo es J?/en for rr>id<*¿)e

LAS PALABRAS ESTO Y ESO.- Los pronombres d e m o s t r a t i v o s " e s t o " y " e s o " , por i n f l u e n c i a f r a n c e s a , se nos i n t r o d u c e n cada vez más en n u e s t r o i d i o m a . Pero l a f r a s e queda más e l e -gante, más española, s i s u s t i t u í m o s dichos pronombres por e l r e l a t i v o o por e l a d j e t i v o d e m o s t r a t i v o seguido de un sustan t i v o .

E j e r c i c i o s :

En l a s o r a c i o n e s s i g u i e n t e s s u s t i t u y a n s e l o s pronombres " e s t o y " e s o " , por e l r e l a t i v o o por e l a d j e t i v o d e m o s t r a t i vo, según l o s casos. Si es p r e c i s o , dese o t r o g i r o a l a f r a -se.

Ejemplo:

Tú amas a t u s padres. Esto t e honra.

(21)

Está entregado a l v i n o Eso l o a r r u i n a r á

en f r e í d o uin?^!^ CMÍL k ^ m ,

P r a c t i c a mucho e l d e p o r t e . Esto t e s e r v i r á para f o r t a l e ' c e r t e .

ra_ jn<4e he e J de¿>cx f e , ^AJ^Wcúo

J <frcny,\

5 e / u j

f ar

L u i s acaba de ganar o t r o p r i m e r premio. Esto ya no asom bra a n a d i e .

luí > ^ <zcctbc{ Je <kd?v_<r S pj/o * rimes z?re*> ¡o

El abogado e s t u d i a un p l e i t o muy d i f í c i l . Esto l e t e n d r á en el b u f e t e toda l a t a r d e .

f ^ÉkJl%__ ^ O - t f l e i A ^ ári^y ¿Ju,\ L c uc¡) _ Je _ h?d<« fP'L^^ l ^ í ^ f e t^ f o j e , } ^

Tú t e c o n f í a s a c u a l q u i e r a . Esto puede a c a r r e a r t e d i s - <

g u s t o s .

J h _

Pedro se na c a í d o de l a b i c i c l e t a . Esto se l o había ad-v e r t i d o y o .

Se expresa con a f e c t a c i ó n . Esto hace d i f í c i l su l e c t u r a

Juan p e r d i ó t o d o su d i n e r o en M o n t e c a r l o . Eso no l e hun-d i ó n i mucho menos.

9. Es un hombre i n t e l i g e n t e y t r a b a j a d o r . Esto l e hará t r i u n f a r .

(22)

COMO SUSTITUIR LOS VERBOS

! !5 E R \ "ESTAR", "ENCONTRARSE", "HABER"

(IM-PERSONAL) Y "TENER" POR VOCABLOS MAS PRECISOS.

Por l o r e g u l a r un buen d i c c i o n a r i o del español es un -gran volumen con miles y miles de p a l a b r a s ; pero, ¿cuántas de e l l a s u t i l i z a m o s ? Teniendo un idioma tan preciso como es el nuestro ¿por qué no procurar ampliar nuestro vocabulario?

En o t r o s idiomas, un solo vocablo designa v a r i o s o b j e t o s ; en el español hay, para cada o b j e t o varias p a l a b r a s . No hay manera de caer en l a c o n f u s i ó n , hay muchas formas de e v i t a r l o . Pero aún a s í , caemos en el e r r o r de u t i l i z a r palabras como " c a b a l l i t o s de b a t a l l a " en codas nuestras conversaciones y -en nuestros e s c r i t o s .

Dejemos a t r á s esos v i c i o s que no adornan en nada a núes t r a personalidad y s i , por el c o n t r a r i o , nos hacen aparecer como personas i n c u l t a s . Olvidemos esa mala costumbre y adop-temos uria nueva: l a de mejorar día con d í a .

SUSTITUCION DE LOS VERBOS "SER", "ESTAR", "ENCONTRARSE" Y "HABER" (IMPERSONAL).

(23)

Ejemplo:

En el t e j a d o de l a casa se encuentra una bandera. S u s t i t u c i ó n :

En el t e j a d o de l a casa ondea una bandera.

E j e r c i c i o s :

En las oraciones s i g u i e n t e s e s c r i b e el verbo que debe reemplazar a " e s t á " , "se encuentra" o "h / " . No hagas l a sus^ t i t u c i ó n s i no l a crees p r e c i s a .

Ejemplo:

En el c i e l o azul está el s o l .

En el c i e l o azul b r i l l a (o resplandece) el s o l .

1. En sus palabras hay una i n d i g n a c i ó n .

2. En el fondo de mi corazón está la esperanza.

3. En el alma de un poeta hay una música d i v i n a .

4. Sobre el cesped se encuentran los rayos de l a luna.

5. En el fondo de su alma hay una tempestad de o d i o .

6. En l a chimenea hay unos trozos de encina.

SUSTITUCION DEL VERBO "TENER"

En l a s oraciones que siguen e s c r i b e el verbo que cebe reemplazar a " t e n e r " , para que l a expresión sea más p r e c . s a . No hagas l a s u s t i t u c i ó n s i no l a crees necesaria.

Ejemplo:

Tener el ú l t i m o puesto. Ocupar el ú l t i m o puesto.

1. Tener un i d e a l muy elevado.

2. Tener una esperanza.

3. Tener un o f i c i o l u c r a t i v o .

4. Tener un lenguaje c o r r e c t o .

5. Tener una mala conducta.

6. Este negocio t i e n e grandes v e n t a j a s .

7. Esta sala t i e n e diez metros de l a r g o .

(24)

2o. SEMESTRE. AREA I I I . UNIDAD I I I .

COMO ESCRIBIR CON ESTILO.

En esta unidad aprenderemos no sólo a hacer composicio-nes, sino a hacerlas con e s t i l o .

El e s t i l o es l o más b e l l o de nuestra e x p r e s i ó n . Todos t e nemos e s t i l o propio desde el momento en que podemos expresar-nos. ¡Dejémosle l i b e r t a d a nuestro e s t i l o , dejémoslo expresar libremente nuestras ideas 1

OBJETIVOS.

1 . - Enumerar y e x p l i c a r brevemente l o s cuatro pasos para e l a borar una composición l i t e r a r i a .

2 . - Elaborar una composición l i t e r a r i a .

3 . - Expresar un concepto propio de e s t i l o .

4 . - Expresar un concepto p r o p i o de e s t i l í s t i c a .

5 . - Expresar y e x p l i c a r brevemente l a s cualidades fundamen-t a l e s del buen e s fundamen-t i l o .

6 . - E x p l i c a r brevemente en qué c o n s i s t e l a o r i g i n a l i d a d .

7 . - E x p l i c a r brevemente en qué c o n s i s t e el e s t i l o demostrad vo.

8 . - E s c r i b i r un cuento c o r t o .

(25)

PROCEDIMIENTO.

Estudia primeramente los c a p í t u l o s V y VI de t u l i b r o "Redacción I I " . Contesta ampliamente los o b j e t i v o s ; t r a t a de comprenderlos y a p l i c a r l o s a las autoevaluaciones correspon-d i e n t e s , que correspon-deberán correspon-de ser correspon-de correspon-dos hojas mínimo.

Antes de e l a b o r a r el retoque de cada una de las compo s i c i o n e s , e s t u d i a el c a p í t u l o IV que es el a n t e r i o r denomina do "Cómo e v i t a r r e p e t i c i o n e s i n n e c e s a r i a s " , te será muy ú t i T y así l l e n a r á s el r e q u i s i t o que se t e pide en e l o b j e t i v o 9.

NOTA: El sesenta por c i e n t o de l a evaluación c o n s i s t i r á en l a entrega de las autoevaluaciones de los dos c a p í t u -los e s t u d i a d o s . Deben de tener una presentación inme-j o r a b l e . No o l v i d e s que también se t e c a l i f i c a r á o r t o g r a f í a y puntuación.

RITMO DE TRABAJO.

l e r . d í a . - O b j e t i v o s 1 y 2, con l a a u t o e v a l u a c i ó n .

2o. d í a . - Retoque f i n a l de l a composición. El maestro acia rará dudas.

3 e r . d í a . - O b j e t i v o s 3, 4 , 5, 6 , 7 y 8 ( r e t o c a en t u casa).

4o. d í a . - Entrega los t r a b a j o s y repaso g e n e r a l .

De l a s s i g u i e n t e s o r a c i o n e s , subraya l a s r e p e t i c i o n e s i n n e c e s a r i a s s i l a s hay. Si l o crees n e c e s a r i o , redac t a l a s oraciones de nuevo.

1 . - La h e r i d a l e hacía s u f r i r unos dolores espantosos.

2 . - Se defendió c o n t r a l o s ataques publicados contra él en l a prensa.

3 . Ya hemos t r a b a j a d o bastante h o y ; mañana seguiremos t r a -bajando.

4 . - El enfermo padecía de c e f a l a l g i a c r ó n i c a , y e l doctor d i j o que el d o l o r de cabeza podría c u r á r s e l e con reposo

5 . - Fstoy cansado, agotado, d e s h e c h o . . . . Me g u s t a r í a tumbar me en una hamaca.

-y - ~ ~

(26)

6 . - Prometió pagarme a primeros de o c t u b r e ; pero cuando l i e gó el día primero de octubre me p i d i ó un nuevo p l a z o .

7 . - Redacta una composición breve de una o dos páginas e v i t a n d o r e p e t i c i o n e s i n n e c e s a r i a s .

AUTOEVALUACION.

(27)

Tomando como base una anécdota de t u v i d a , redacta un cuento c o r t o y a p l i c a l o s conocimientos encerrados en el c a p í t u l o v i .

COMO EVITAR LAS REPETICIONES INNECESARIAS.

Cuando a l e s c r i b i r se r e p i t e mucho una palabra o una idea se da l a impresión de pobreza de v o c a b u l a r i o , de i n e x -p e r i e n c i a . Lo cual no q u i e r e d e c i r que sea -p r e c i s o e v i t a r l a r e p e t i c i ó n a todo t r a n c e . Lo que se recomienda es r e p e t i r -b i e n , evitando l a c a c o f o n í a .

Ahora b i e n , hay que d i s t i n g u i r e n t r e las r e p e t i c i o n e s viciosas y las l e g í t i m a s .

Entre las r e p e t i c i o n e s v i c i o s a s están los pleonasmos. Ejemplos: "vuelva usted a empezar de nuevo", "acerqúese más c e r c a " , "porque en e f e c t o " .

Otro ejemplo de r e p e t i c i ó n v i c i o s a : Al m i r a r por l a -v e n t a n i l l a del -vagón los escarpados pasos por donde habíamos pasado, quedé espantado y me preguntaba cómo habrían podido los ingenieros hacer pasar el f e r r o c a r r i l por unos pasos tan d i f í c i l e s .

Corrección:

(28)

Tomando como base una anécdota de t u v i d a , redacta un cuento c o r t o y a p l i c a l o s conocimientos encerrados en el c a p í t u l o v i .

COMO EVITAR LAS REPETICIONES INNECESARIAS.

Cuando a l e s c r i b i r se r e p i t e mucho una palabra o una idea se da l a impresión de pobreza de v o c a b u l a r i o , de i n e x -p e r i e n c i a . Lo cual no q u i e r e d e c i r que sea -p r e c i s o e v i t a r l a r e p e t i c i ó n a todo t r a n c e . Lo que se recomienda es r e p e t i r -b i e n , evitando l a c a c o f o n í a .

Ahora b i e n , hay que d i s t i n g u i r e n t r e las r e p e t i c i o n e s viciosas y las l e g í t i m a s .

Entre las r e p e t i c i o n e s v i c i o s a s están los pleonasmos. Ejemplos: "vuelva usted a empezar de nuevo", "acerqúese más c e r c a " , "porque en e f e c t o " .

Otro ejemplo de r e p e t i c i ó n v i c i o s a : Al m i r a r por l a -v e n t a n i l l a del -vagón los escarpados pasos por donde habíamos pasado, quedé espantado y me preguntaba cómo habrían podido los ingenieros hacer pasar el f e r r o c a r r i l por unos pasos tan d i f í c i l e s .

Corrección:

(29)

Conviene e v i t a r l a r e p e t i c i ó n de p a l a b r a s , sobre todo cuando dichas palabras están demasiado próximas l a una a l a o t r a , salvo en el caso de que t a l e s r e p e t i c i o n e s s i r v a n para dar más fuerza o emoción a l a f r a s e .

Ejemplo:

Hoy no se habla de o t r a cosa que de d i v e r t i r s e . Todos queremos d i v e r t i r n o s . Yo me d i v i e r t o , t a t e c f m e r t e s , él se d i v i e r t e , es e l verbo que to3os~con3ugamos hoy.

En l a poesía se dan casos de r e p e t i c i o n e s v o l u n t a r i a s y , por t a n t o , l e g í t i m a s . Estas r e p e t i c i o n e s son para poner en re l i e v e , para destacar l o que se quiere d e c i r .

Ejemplo:

La luna v i n o a l a fragua con su p o l i s ó n de nardos. El niño l a m i r a , mira n ~ n i ñ o la está mirando.

García L o r c a .

E j e r c i c i o s :

De l a s s i g u i e n t e s o r a c i o n e s , subraya l a s r e p e t i c i o n e s innecesarias s i l a s hay. Si l o crees n e c e s a r i o , redacta l a s f r a s e s de nuevo.

1. El avión volaba por l o s a i r e s a gran v e l o c i d a d .

2. Estas son sus obras póstumas, para p u b l i c a r después de su muerte.

3. La c u e s t i ó n del desarme no se a r r e g l a r á antes de un l u s t r o completo de c i n c o años.

4. Con los a n t i b i ó t i c o s se cree haber d e s c u b i e r t o l a pana-cea u n i v e r s a l de todos los males.

5. Pero, s i n embargo, el autor de l a obra fue a p l a u d i d o .

Modos de e v i t a r l a s r e p e t i c i o n e s . He aquí algunas r e -glas p r á c t i c a s para e v i t a r r e p e t i c i o n e s innecesarias y mal so nantes:

1 . - Pónganse en orden las ideas antes de e s c r i b i r . 2 . - Evítense l o s vocablos poco p r e c i s o s .

3 . - Escójanse las palabras adecuadas al tema.

4 . - Para e v i t a r l a r e p e t i c i ó n de una palabra se puede: a) Suprimir el vocablo.

b) S u s t i t u i r l o por un sinónimo.

(30)

E j e r c i c i o s :

Escribe los s i g u i e n t e s p á r r a f o s evitando las r e p e t i c i o -nes. No modifiques l o s p á r r a f o s s i no l o crees necesa-r i o .

1 . Parece.que el d i r e c t o r m e s t i s a t i s f e c h o c o n t i g o p o r -que no t r a b a j a s l o s u f i c i e n t e para p r e p a r a r t e para l o s exámenes. Si f r a c a s a s en estos exámenes» e l d i r e c t o r no quedará s a t i s f e c h o c o n t i g o , y posiblemente serás e x p u l

-sado de l a Academia. ~ v ' • :

2 . - Es un hombre digno de su f a m i l i a , digno de su pafs y

digno de su r e y . ^

3 . - Juan t e n í a una c o l e c c i ó n de s e l l o s que t e n í a n gran va 1 o r .

4 . - Es una mujer que no sabe c a l l a r . Sólo usted sabe hacer-l a c a hacer-l hacer-l a r .

(31)

COMO HACER UNA COMPOSICION.

Todas l a s personas hablamos y escribimos para entendernos y el lenguaje es un instrumento — i m p e r f e c t o — que t r a ta de t r a n s m i t i r f i e l m e n t e nuestras i d e a s . A s í , el mejor -lenguaje será el que con más f a c i l i d a d comunique a o t r o s l o que queremos d e c i r .

E s c r i b i r es algo más que pensar; es también s e n t i r , ima g i n a r , v i v i r . Pero sólo puede e s c r i b i r s e bien cuando se domi_ na e l ' t e m a y se ha pensado l o s u f i c i e n t e sobre l o mismo. En pocas p a l a b r a s : hay que pensar primero para poder e s c r i b i r -después. Y también hay que someterse a c i e r t a s reglas y p n n c i p i o s para e v i t a r caer en l a anarquía y t r a n s m i t i r l o más -f i e l m e n t e p o s i b l e nuestro l e n g u a j e .

Si queremos hacer una buena composición debemos pasar -por cuatro pasos: La i n v e n c i ó n o búsqueda de i d e a s , l a dispo s i c i ó n u ordenamiento de t a l e s i d e a s , l a e l o c u c i ó n o modo de expresar nuestros pensamientos y el retoque o c o r r e c c i ó n .

LA INVENCION.- Es i n v e n t a r , encontrar ideas para desa-r desa-r o l l a desa-r detedesa-rminado tema o asunto.

Para hacer una buena composición es necesario conocer el tema, es d e c i r que seamos capaces de d e s a r r o l l a r l o .

(32)

LA DISPOSICION.- Una vez que se t i e n e el tema, hay que d a r l e forma, poniendo en orden las ideas fundamentales y de-sechando las menos i m p o r t a n t e s .

Para poner en orden l a s i d e a s , hay que tomar en cuenta el " i n t e r é s " , es d e c i r , d i s t r i b u i r el m a t e r i a l de acuerdo a su i m p o r t a n c i a . Hay que r e c o r d a r que las obras maestras son las que están bién compuestas.

LA ELOCUCION.- Hasta a q u í , ya tenemos las ideas y las hemos ordenado; sólo f a l t a ponernos a e s c r i b i r . La elocución es l a expresión por e s c r i t o de las i d e a s .

Sentémonos y pongamos en el papel todo l o planeado. No nos preocupemos mucho por dar con l a palabra exacta por el momento. Dejemos c o r r e r l a pluma, ya vendrá el momento de r e t o c a r y t a c h a r .

EL. RETOQUE.- Una vez terminada l a composición, dejemos^ la reposar unas h o r a s , unos d í a s , o el tiempo s u f i c i e n t e pa-ra que podamos r e l e e r l o nuestro como s i l o hubiepa-ra e s c r i t o o t r o .

Casi siempre se e s c r i b e un poco más de l a c u e n t a . Rara es l a composición l i t e r a r i a en l a que, a l a hora de l a revi_ s i ó n , no sobre a l g o . Este es e l momento de e n c o n t r a r las palabras e x a c t a s , de e l i m i n a r " l a paja" y de c o n s u l t a r el -D i c c i o n a r i o en caso de duda.

Una l e í d a en voz a l t a ayuda a c o r r e g i r las ú l t i m a s im-perfecciones .

COMO ESCRIBIR CON ESTILO.

Las palabras son los u t e n s i l i o s , l a herramienta del es_ c r i t o r ; y como en todo o f i c i o o p r o f e s i ó n es i m p r e s c i n d i b l e el conocimiento de los u t e n s i l i o s de t r a b a j o , nuestra base, pues, es el conocimiento del v o c a b u l a r i o . El empleo de l a -palabra e x a c t a , propia y adecuada, es una de las reglas fun damentales del e s t i l o . Como el p i n t o r , por ejemplo, debe co nocer los c o l o r e s , así el e s c r i t o r ha de conocer los v o c a -b l o s .

ESTILO.- Es l a manera que t i e n e cada uno de nosotros de expresar su pensamiento por medio de l a e s c r i t u r a o de l a p a l a b r a .

Los e s t i l o s l i t e r a r i o s v a r í a n con l a época y además han de ser f l e x i b l e s , es d e c i r , que se adapten al tema. Un mismo autor v a r í a su e s t i l o conforme varía el asunto: n a r r a t i v o , d e s c r i p t i v o , h u m o r í s t i c o , dramático, e t c .

No obstante l o d i c h o , el buen e s t i l o l i t e r a r i o ha de r e u n i r una s e r i e de cualidades que estudiaremos más adelan-t e .

(33)

CUALIDADES FUNDAMENTALES DEL BUEN ESTILO.

C l a r i d a d . Consiste en l a f a c i l i d a d que t i e n e e l e s -c r i t o r para que sus palabras sean -comprendidas de i n m e d i a t o por e l l e c t o r de c u l t u r a media.

Pero e l s e c r e t o de l a c l a r i d a d no c o n s i s t e s ó l o en que l a s ideas sean c l a r a s . Es p r e c i s o que l a c o n s t r u c c i ó n de l a s o r a c i o n e s responda al orden l ó g i c o - p s i c o l ó g i c o del pensamier^ t o y que l a s palabras no sean rebuscadas.

C o n c i s i ó n . - El e s t i l o c o n c i s o es aquél en e l cual em-plea-nos l a s palabras absolutamente p r e c i s a s para e x p r e s a r l o que queremos.

La c o n c i s i ó n no e q u i v a l e a brevedad. Un e s c r i t o conciso es aquel que está l i b r e de " p a j a " y de palabras i n n e c e s a r i a s , aunque sea e x t e n s o .

S e n c i l l e z . - S e n c i l l o es el e s c r i t o r que u t i l i z a palabras y f r a s e s de f á c i l comprensión. La d i f e r e n c i a e n t r e c l a r i d a d y

comprensión c o n s i s t e en que m i e n t r a s l a c l a r i d a d se r e f i e r e a l a s i d e a s , l a s e n c i l l e z hace a l u s i ó n a las p a l a b r a s .

N a t u r a l i d a d . - N a t u r a l es q u i e n al e s c r i b i r , emplea su p r o p i o v o c a b u l a r i o , su forma de e x p r e s i ó n h a b i t u a l , huyendo del rebuscamiento.

Hay que a c l a r a r que no es l o mismo h a b l a r que e s c r i b i r . Nadie e s c r i b e como h a b l a , ni nadie habla como e s c r i b e . Pero s i al e s c r i b i r u t i l i z a m o s " n a t u r a l m e n t e " nuestras mejores palabras y empleamos l a s r e g l a s elementales de r e d a c c i ó n , -tendremos un buen e s c r i t o s i n necesidad de f r a s e s elaboradas y palabras rimbombantes. Esto es e s c r i b i r con n a t u r a l i d a d .

ORIGINALIDAD.- Ser o r i g i n a l es ser s i n c e r o a l expresar se. Todos somos o r i g i n a l e s cuando somos nosotros mismos. Hay que h u i r de l a s f r a s e s p r e f a b r i c a d a s y d e c i r l o que sentimos con nuestras p r o p i a s p a l a b r a s .

De r o hay una o r i g i n a l i d a d a u t é n t i c a y o t r a f a l s a . Por eso e l que busca l a o r i g i n a l i d a d s i n ser o r i g i n a l , cae en el amaneramiento. Ser amanerado s i g n i f i c a ser falsamente -o r i g i n a l ; es n-o m i r a r l a s c-osas c-on l -o s pr-opi-os -o j -o s y d e c i r , sinceramente, l o que vemos, s i n o m i r a r las cosas como "de -p r e s t a d o " , y e x -p r e s a r l a s con f r a s e s hechas, en forma hueca.

La o r i g i n a l i d a d , por c o n s i g u i e n t e , no c o n s i s t e t a n t o en la novedad del a s u n t o , como en el modo nuevo, personal y s i r ^ c e r o , de e n f o c a r l o y de r e a l i z a r l o .

EL ESTILO CIENTIFICO 0 DEMOSTRATIVO.

S i g n i f i c a que s i hacemos una a f i r m a c i ó n a l e s c r i b i r , -debemos d e m o s t r a r l a para que e l l e c t o r quede convencido. Si decimos " e r a una mujer b e l l í s i m a " , tenemos que d e s c r i b i r l a ampliamente par* que l a persona que l e e e n t i e n d a n u e s t r a -a f i r m -a c i ó n . escriDimos ::es un hombre bond-auü^u", debeniub contar hechos que demuestren su bondad.

(34)

i

1

2o. SEMESTRE. AREA I I I . UNIDAD IV.

EL ESPAÑOL DE MEXICO.

Todos suponemos que el i n g l é s b r i t á n i c o es mejor que el i n g l é s americano por l a s e n c i l l a razón de que a l l í tuvo sus orígenes. Entonces, ¿el español de España es mejor que el español de México? ¿Y s i f u e r a l o c o n t r a r i o ? Esta unidad es un a n á l i s i s d e t a l l a d o de las d i f e r e n c i a s que e x i s t e n en el -español hablado en España. Y t e aseguramos que será muy i n t e r e s a n t e .

OBJETIVOS.

1 . - E x p l i c a r en qué c o n s i s t e el seseo.

2 . - E x p l i c a r en qué c o n s i s t e el yeísmo.

3 . E x p l i c a r cómo se presenta l a ausencia de l a segunda p e r -sona del p l u r a l en nuestro español.

4 . Mencionar l a s palabras que proporcionan el náhuatl y -o t r -o s lenguajes nativ-os al españ-ol.

5 . - Mencionar palabras que se conservan en nuestro español y que se han perdido en España.

6 . - Mencionar l o s anglicismos más frecuentes que encontramos en nuestro idioma.

7 . Enumerar expresiones desaparecidas en o t r o s lugares y -que se han conservado en e l ' h a b l a mexicana.

8 . - Enumerar rasgos de c a r á c t e r r ú s t i c o o vulgar en l a forma de hablar del mexftano.

(35)

PROCEDIMIENTO.

E s t u d i a atentamente e l C a p i t u l o VI Bis del l i b r o , y -después c o n t e s t a l a a u t o e v a l u a c i ó n para que t ú mismo comprue bes t u s c o n o c i m i e n t o s .

RITMO DE TRABAJO.

l e r . d í a . - O b j e t i v o s 1 a 3. 2o. d í a . - O b j e t i v o s 4 a 6 . 3 e r . d í a . - O b j e t i v o s 7 a 9 .

4o. d í a . - A u t o e v a l u a c i ó n y repaso g e n e r a l .

AUTOEVALUACION.

1 . - ¿En qué c o n s i s t e e l seseo?

b ti/)}

/ 'I¿

• n

Sr> * UAC.itLlO* de l e í S y C y Z .

2 . - ¿Qué es yeísmo?

1 no r ) / 5 t * n g u r f

IT

i h hr*i

(A**} con

y

-3 . - ¿Cómo se presenta l a ausencia de l a segunda persona de p l u r a l en n u e s t r o español?

Pe r C* cA e ) tf forte;

irP

7

r cj tA ? -él pfQri ¿///i. t> se uSiedet fo¿vt A*. ror^Q ck°* rt+t&o ñct Je f ^

5(4 Gane ¡O^n f j for m -t Sen Çj

ttfâ

/

er&t lân*. A* I j i l f c , / ,

r> çlejs

4 . - Menciona 20 palabras procedentes d e l n á h u a t l o de o t r o s l e n g u a j e s n a t i y o s .

tA i r * t e r¿ifc¿¡rUjctJTe c &

,choco-J i m m mm. / , A t v ^

fe

2

\ \ C ci . t / . loe* \/0 / Toma T¿> ' a íoccf yO J fe

Cf

J f / Z* y ' 7occf yO J tortQ f&J C oyó 71?

, u JccAd* -f * o ) Con ^ ^ ^

(36)

5 . - Menciona c i n c o p a l a b r a s que se han conservado en nues-t r a forma de h a b l a r y que se han p e r d i d o en España.

C c y / - e / 7 fcgr*f

—xjj Cor* O J ^ j . h ' $ ja .

6 . - Menciona d i e z a n g l i c i s m o s que encontramos en n u e s t r o i d i o m a .

s h o ^ s f r ¡ j p - t e t s e j )\<^ef Xa/- T/> • fe» / -v « . . i i A v i u , 0 < "f-P / n rt e /

•r. j C • • - • •m' • r1 — — j-

-O u t ^ U f o u J ^ ^ 7

7 . - Enumera c i n c o e x p r e s i o n e s , desaparecidas en o t r o s luga^ r e s , y que se han conservado en México.

X, r e y } * » J P J^I / í * / * * & N jb$[

^ e f y

-lsj»s> j e lo ^ f e t oJ '

l( J I )>

c Cj o l g r C <4<*h ¿ó

8 . Enumera c i n c o rasgos de c a r á c t e r v u l g a r que se p r e s e n -t a n en l a manera de h a b l a r del mexicano.

denr / c J f /? f e * * * * ? 7 p

<¡r ¿prrj'.ereto co o* r o j A vo s £

m^ts " ktn en o ton a 5 c f / f A c í e , —_ ]

9 . - Enumera c i n c o rasgos innovadores en e l habla de México.

t i a Jo l e . l ** *=> y ¿'-esto * íC¿ o*

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(37)

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-EL ESPAÑOL DE MEXICO.

El descubrimiento de América por C r i s t ó b a l Colón en -1492 t r a j o como consecuencia l a desaparción de las c u l t u r a s n a t i v a s , ya que hizo d e c a p i t a r l a r e l i g i ó n , las a r t e s , l a c i e n c i a , e t c . Al mismo tiempo hubo una mezcla de elementos europeos que perduran hasta nuestros d í a s . Ahora b i e n , s i e n do s i n duda l a lengua l a p r i n c i p a l m a n i f e s t a c i ó n de una cuT t u r a , habría que preguntarse s i en l a actual lengua español a de América se r e f español e j a esa mezcespañola, esa amaespañolgama de c u español t u -r a s . Aunque a simple v i s t a pa-rezca l o c o n t -r a -r i o , l a lengua española de América, no se ve fuertemente matizada por las lenguas indígenas que se hablaban antes y durante l a C o n -q u i s t a y C o l o n i z a c i ó n .

Sin embargo, a través de numerosos estudios en l a mat e r i a , se ha l l e g a d o a l a conclusión de que el español de -América no es i g u a l al español de España.

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-EL ESPAÑOL DE MEXICO.

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Sin embargo, a través de numerosos estudios en l a mat e r i a , se ha l l e g a d o a l a conclusión de que el español de -América no es i g u a l al español de España.

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s i g n i f i c a c i ó n , e t c . , con l a f i n a l i d a d de p r o p o r c i o n a r una de t a l l a d a r e a l i d a d i d i o m a t i c a . A l a vez se está observando -o t r -o aspect-o de l a lengua mexicana: el españ-ol de l a ciudad de México.

Esta i n v e s t i g a c i ó n r e v i s t e mucha i m p o r t a n c i a , s i se t o -ma en cuenta que l a ciudad de México no es sólo l a que cuenta con mayor número de hispanohablantes en l a República, s i -no t a l vez en el mundo e n t e r o . Este e s t u d i o de español urba-no no se está llevando a cabo sólo en México, sino que, en f o r ma coordinada, se está haciendo también en las demás c a p i t a

-les de Hispanoamérica y España.

El e s t u d i o de l a lengua en los ú l t i m o s años se ha i n c r e mentado notablemente; y aunque sólo sea con c a r á c t e r de mera i n f o r m a c i ó n y no de e s t u d i o e s p e c i a l i z a d o , debemos a d e n t r a r -nos en su conocimiento ya que siempre -nos será de suma u t i 1 i_ dad.

El seseo.- El seseo es l a u n i f i c a c i ó n en l a pronuncia-c i ó n de las l e t r a s s , z , y pronuncia-c ( e , i ) , en s . En gran p a r t e de España se d i s t i n g u e l a pronunciación de l a s , por un l a -do, y de l a z , pur o t r o .

La s_ l a pronuncian e l l o s colocando l a punta de l a l e n gua en los a l v é o l o s superiores y l a z y l a c colocándola en t r e los d i e n t e s .

El y e í s m o . El yeísmo c o n s i s t e en no d i s t i n g u i r , al -p r o n u n c i a r , una -palabra que vaya e s c r i t a con 11, de una que vaya e s c r i t a con pronunciamos exactamente i g u a l vaya y -v a l l a ; de esta i g u a l a c i ó n de p r o n u n c i a c i ó n , no sólo en esta l e t r a sino también en o t r a s , d e r i v a n muchas veces nuestras d i f i c u l t a d e s o r t o g r á f i c a s . Sin embargo, es conveniente acla^ r a r que en l o que concierne al seseo y al yeísno no puede ni debe hablarse de c o r r e c c i ó n o i n c o r r e c c i ó n , pues s ó l o se

t r a t a de dos normas d i f e r e n t e s , ambas r e s p e t a b l e s , pero n i n -guna i m i t a b l e por l a o t r a . Tan r i d í c u l o s e r í a que un mexicano t r a t a r a de sesear, como que un español t r a t a r a de sesear. Lo mismo puede d e c i r s e del yeísmo. No es más o menos c o r r e c t a de l a d i s t i n c i ó n o l a no d i s t i n c i ó n de y y 1J_; se t r a t a so lamente de dos sistemas d i f e r e n t e s .

Ausencia de l a segunda persona del p l u r a l . - La persona en l a conjugación verbal nos aclara s i l o s i g n i f i c a d o por el verbo l o e j e c u t a el que habla ( l a . persona) a quien se habla ( 2 a . ) , o de quien se habla ( 3 a . ) . Estas t r e s personas pueden ser s i n g u l a r e s o p l u r a l e s , según sean uno o varios -los e j e c u t a n t e s de l a acción v e r b a l . Además, generalmente se i d e n t i f i c a a las personas gramaticales con c i e r t o s pronom-bres personales que las m a n i f i e s t a n :

S i n g u l a r P l u r a l l a . persona

2a. persona 3a. persona

Yo Tú E l , E l l a .

Nosotros Vosotros E l l o s , E l l a s

(40)

a c i n c o .

Vocabulario o r i g i n a d o en América. Son numerosos l o s -indigenismos en el español de América. Entendemos por indi_ genismos las palabras que, de las lenguas indígenas que se -hablaban o se hablan en las d i f e r e n t e s r e g i o n e s , pasaron al español.

Se c a l c u l a n en unos 170 grupos o f a m i l i a s de lenguas que se hablaban en América, cuando 11 eraron los españoles; s i n embargo, son r e l a t i v a m e n t e poco numerosas las lenguas indígenas que t u v i e r o n c o n t a c t o con el español.

Las nuevas r e a l i d a d e s observadas por los españoles, a su l l e g a d a a México, fueron designadas por éstos con palabras tomadas de l o s lenguajes n a t i v o s . El más antiguo y p r i n c i p a l núcleo de americanismos procede del arahuaco: canoa, cacique, bohío, maíz, c a r e y , c a n í b a l , enaguas, hamaca, sabana, guaca-mayo, tabaco, t i b u r ó n , y u c a , e t c .

El náhuatl proporcionó a l a lengua española de América y , en algunos casos, a l a de España, palabras como aguacate, cacahuate, cacao, c h o c o l a t e , h u l e , p e t a t e , n o p a l , petaca, j í c a r a , t i z a , tocayo, tomate, c o y o t e .

El quechúa: a l p a c a , v i c u ñ a , guano, cóndor, mate, papa, pariipd, puma, c t c . De o r i g e n guaraní son: ñandú, t a p i r , j a -guar, gaucho. Palabras c a r i b e s son: c o l i b r í , l o r o , manatí, mico, e t c .

Los nahuatlismos p r i v a t i v o s del español de México son:

1. Nahuatlismos c o e x i s t e n t e s con l a voz española general como: q u a j o l o t e ( p a v o ) , e s c u i n c l e y chamaco ( n i ñ o ) , -cuate (amigo), tatemar ( t o s t a r ) , mecate ( r e a t a ) , y o t r o s más.

2. Voces indígenas con matiz e s p e c i a l , d i s t i n t o al de l a -voz española: m o l c a j e t e , d i f e r e n t e a m o r t e r o ; t i a n g u i s , c i e r t o t i p o de mercado al a i r e l i b r e ; t l a p a l e r í a , t i p o especial de f e r r e t e r í a ; huarache, c i e r t a clase de sanda^ l i a s , y muchas o t r a s .

3. Voces indígenas que han desplazado a las españolas co-r co-r e s p o n d i e n t e s : t e c o l o t e (buho), chapulín ( s a l t a m o n t e s ) , a t o l e ( p a p i l l a ) , zacate ( h i e r b a j o ) , milpa ( m a i z a l ) , e t c .

4. Indigenismos que designan r e a l i d a d e s p a r t i c u l a r m e n t e nre xicanas para las que no e x i s t e n palabras c a s t e l l a n a s -adecuadas: ahuhuete, zapote, huizache, t e j o c o t e , jícaitía, c e n z o n t l e , t u z a , c a c o m i z t l e , c h i l a q u i l e s , pozole, t o t o -pos, t a m a l , mole, p i n o l e , h u a c a l , comal, metate, e t c .

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