DEGT-UNAH
/I
r \
o
á^\i
H C M A U tI O
fAgxnas
«KCCION I>E HISTORIA, Y CIEOGRAFIA ---
M a n dato d el A lca ld e M ayor G erón im o d e la Vesfa L a c a y o y Brlone^. p ara n u e s a lie s e de la P ro v in cia el p r estid i
g ita d o r Ju an J o sé María de T orres B a len zu ela y V e lá s - Q u e/. D iciem b re d e 17«S... ...
Decreton em itid o s por la A sam b lea C o n stitu y e n te d el E s
ta d o de H on d u ras.en los aílos de 1824 y 1825, n o. 48. .. .
M ensaje d irig id o por e l P re sid e n te d e la R ep ú b lic a d e H on du ras, G en eral D. S a n to s G u ard lola, a la s C ám aras L exfislatlvas reu n id a s en Comayasrua, e l 27 de en ero dó 1 83ÍT ...7 ... r . . . ...
Contestación d e l seíío r P resid en te d e la A sa m b le a G en e
ral, D. J o sé María C isneros. al a n te rio r M e n sa je ...
Crónicas d e la C iu dad d e Y oro (1800-1852), por el Prof, r*a- fa e l H elíod oro V a l l e ... ...
D iccion ario c e o e r á fíc o h o n d u r eñ o -D ep a rta m en to de In ti- b u cá. por el P rof. Ibraliíra G am ero Id iáciu ez...
D iccion ario Geoerráñco, H istó r ico y E t lm o ló ^ c o d e Honr d uras, p rim er tom o, por el P rof. D , Pedro R iv a s ...
A rea d e la R ep ú b lica d e H on du ras, por Zeus L. M a les..
M tm o g ra fia d el D ep a rta m e n to de C h olu teca. por varios m iem bros d e la S ocied a d Pedagógica d e la ciu d ad ca b e cera. b a jó -la di-feéción d eH PPof.--fiernardo- Oalindó"S^
G a llu d o ...
ARQUEOI.OOIA HONm.’REÑA
Investigaciones en el V a lle d e.U iu a , pórGeorg-e B yron Gor- don. T ra d u cció n d el lngrlés..por J u a m A S otto M ayor..
SECCION CIENTIFICO-L.ITEKARIA
<í
B otán ica, S istem ática’, por. e l P rof. L u is L an d a ...
320
.^Sl
.332
:135
.3,37 340 342 .344
347
355
360 364 Canto al M erendón, p o t Eugrenio D oré (M arco A . Ptm ee).
P rocedim ientos en m a te ria 'cr im in a r ,, por e l abogado don .losé María Sandoval,^... .. ... 366 P ágin as d el Corazón, novela,- por la d octora L u c ila G a
m ero de M ed in a ---- ... ... 369 L u is A n d rés Zúñisra,- n o ta s d el lib ro L ectu ras N acionales.
por el P rofesor-M iífu el N avarro h , . ... ... 336 Jt^rónimo J R ein a, n o ta s d el lib ro XircfM/'CW ATaci07ia?e«, i>or
el Prof. M iguel N avarro h ... ... ... 363 E F E M E R I D E S ... ...r ... 373
NOTAS BIBElOORAFICASi... B ra
C O N D IC IO N E S : E s t a r e v is t a s a ld r á el ú lt im o d e c a d a m es.
C a d a t o m o c o n s t a r á p o r a h o r a de 384? p á g in a s en 4*? m a y o r . L a D irecció n n o s e r á responsable p o r los a r t íc u lo s fiTmados.
L a c o la b o r a c ió n s e r á s o lic it a d a N o se d e v u e lv e n lo s o r ig in a le s
L a c o r r e s p o n d e n c ia d e b e r á d ir ig ir se a l D irecto r.
L a r e la t iv a a su sc r ip c io n e s a l A d m in is tr a d o r ,
P R E C IO S D E S U S C R IP C IO N
N ú m ero s u e lt o ... $ 0 . 2 5 ,, a t r a s a d o ... ... 0 , 5 0
A n u n c io s en el fo r r o , p r e c io s c o n v e n c io n a le s P a g o a d e la n t a d o
7
= í J
DEGT-UNAH
442066
2015-Colecci n de Hemeroteca
ír c h iv o y B ib l io t e c a N acionales
ORGANO DE LA SOCIEDAD DE GEOGRAFIA E HISTORIA DE HONDURAS
D IR E C TO R
L I C E N C I A D O D O N E S T E B A N G U A K D I O L A .
HED ACTORES:
LI CUO. I K » l A I » LANUA . DON « A L V A U O H T l ' R C l O » « .
ADMINISTRADOR; l h k n c i a d o d o n f e l i x. s a l g a d o.
TOMO X TEGUCIGALPA, 31 DE MAY’O DE 1932. No. XI
^ Icccié» 4c HIttOfla y Gcotnfia ^
MANDATO
D E L A L C A L D E M A Y O R G E R O N I M O D E L A V E G A L A C A Y O Y B R I O N E S , P A R A 9U E S A L I E S E D E L A
P R O V I N C I A E L P R E S T I D I G I T A D O R J U A N J O S E M A R I A D E T O R R E S B A L E N Z U E L A Y V E L A S Q U E Z . D I C I E M B R E 2 6 D E ’ l t6S.
Ed U villa dp Sao Miguel de Thga. en beinte y seis de Dicieme.
de mil setecientos sesenta y ocho anos. «Yo Dn. Gerónimo ríe la Ve
ga Lacayo Sargto mor. de la Plaza de Anos, de la ciudad de Grana
da Ale. Mor. pr. S. M en esta Prov^ de thg^.y villa de .Terez de Cboluteca y thnt.e» de Cppn Geni en ellas.
Por^quantO el beinte y tr^s del corriente se apareció en esta villa un bolatin, o maromero llamado Juan Jph. María de Torres (según me han informado) y aviendome el susodh^ pedido lisensiá para húsar de sus abilidades, se la consedí, por bose y en es^a atención, el día de ayer, por la noche, habiendo hecho unos juegos de manos en casa de Dn. Lucas Romero, en la selebridad de un Nacimt^? a lo que asistieron muchos vecinos republicanos y señoras de esta villa, y yo; por habérseme comhidado por el expresado Romero, a cascio que el dicho Bolatin, se dejo desir, en el yngrezo de sus Juegos pu- blicamte. siertas palabras, ynonestas y nada conducentes con exerci- cio faltando al respeto de vido, a mi persona y empleo, como a los demás sujetos distinguidos que se aliaban presentes, con lo que, en el mismo acto, lo reprendí, mandándole se actubiese, y que ejercita
se 808 abilidades sin exederse mas de lo que lo había hecho; y reflec- cionado mejor el asunto, por mí, considerando los ynconbinientes
DEGT-UNAH
q u e se o rig in a n de c o n s e n tir a s e m e ja n te s su jeto s en estos lu g a re s h e d e te r m in a d o q u e d h ^ B o la tín ( m ir á n d o lo con e q u id a d ) d e n tro del té rm in o d e b e in te y q u a tr o o ras d e la n o tificació n en a d e la n te salga d’e sta villa» y d e n tr o de ocho d ía s d e to d a e sta P ro v ic a , sin q u e p u e d a en d h ^ tie m p o n i a q u í n i en n in g ú n lu g a r de ello e x e rc e r dh'? oficio com o p o r este a u to así se lo m a n d o con a p e rse y im ie n to q u e de lo c o n tra rio se p ro x e d e rá com o c o rre sp o n d e en su re v e ld ía, lo q u e se n o tific a rá (s in e m b a rg o d e ser d ía fe ria d o p o r c o n v e n ir así al serv icio de a m b a s M a g e sta d e s) p r. D n . M igl. G a r in , u n o de los testig o s de a siste n c ia , p o r h a lla rse el E sn o . el d ía de hoy fu e ra del lu g a r; así lo proveo, m a n d o , y firm o , con testig o s p o r la cau sa d h ^.
Gey’onimo de la Vega Lacayo. M igl. día Pedrera. M igl. Jph. G a rin . Y n c o n tin e n ti yo D n , M iguel G a rín aq u ien se le c o m etió esta n o tificació n pase a la casa* m o rad a de D n . J u a n J p h . M aría de T o rres B alen zu ela y B elasq u e, a q u ie n en su p e rso n a n o tifiq u e el a u to q u e a n tese d e y en su in te lig e n c ia d ijo : q u e si el c o n sid e ra qe s u m e r - sed le n o tifica este a u to por. av er d h ^ q u e u n a de las p e lo tilla s h ir ía a las fald as de u n a m a d a m a la q u e no d ie re g ala, la q u a l h e ra la q u e llev ab a p re v e n id o p a ra la su e rte , com o lo hizo a n te s d este añ o en la m is m a casa, pues fingió q u e u n a m u g u e r p a rie ra u n cuyo, e sta n d o p re se n te el Sr. D n . Franc'? dál B u sto y B u s ta m a n te , a sim is
mo A lce -M or. d e sta v illa q u e en lu g a r de n o tific a r a lg ú n a u to dio un d o b lo n cillo de g ala, y q u e si acaso su m erce d , tu v o a m a l, el refe
rid o dh*? no lo hizo por m alo p u es no lo d ijq con y n te n c io n y si, p o rq u e lo tra e n los. juegos d e m a n o s p a ra eq u iv o ca r las su ertes,' y no p o r m a ld a d : lo o tro q u e el h a v e r d h ^ fald as de m a d a m a , las n a rise s, el so m b rero , y lo d e m á s q u e viste un h o m b re , se le puede, lla m a r fald as p o r ser n o m b re fe m e n in o y así su p lica, p id e y ru eg a, a V. M>
q u e e n te ra d o del caso según lo e x p lic a lé co n ced a su lisen cia co m o ta n c ab a lle ro y noble q u e es p a ra solo ex ercer la d a n z a d e ,m a r o m a . A la m b re y ' B asa en q ue no es n ecesario a b lá r cosa a lg u n a ,.q u e se p ueda sin d ic a r, ni tild a r por lo q u e vuelvo a sup.licar a V. M. se-sirv a in fo rm a rse en to d a form a de q ue no ab ló té rm in o q u e p a re c ie ra in.de*
coloso, ni m enos q u e o tro lla m a ra el de in d ey id o a la R. J u stic ia pues el d esp reciad o fue el de fald as, té rm in o c o rrie n te , y b a s ta n te usado, el q u e si fué m al so nado sería p o rq u e lo q u isie ro n re c r im in a r lo q ue p ro m e te a c r e d ita r con los que m as cerca se p u siero n a ver oydo esto dijo y lo firm o con m igo.
Migl. J p h . G arín. J u a n J p h . M aría de Toires.
Vi.«to lo resp o n d id o por D n. J u a n J p h . M aría de T o rre s; no a lu g a r lo q u e p id e; C u m p la con lo m a n d a d o sin rep lica n i escuda a lg u n a , p ues c la ra m e n te p ro firió las p a la b ra s q u e p o r y n d e ce n te s no se e x p re sa n , com o si fu era necesario lo d e c la ra ría n todos los q u e se
DEGT-UNAH
Revista del Archivo y Biblioteca Nacionales 331 aliaron presentes: y acredita el hecho el que Tiiego que profirió dhs.
palabras se salió de la sala todo el concurso que estaba, y lo dejaron quasi solo, pues si hubiera sido en los térm inos que dice en su res
puesta, siendo estos tan usuales, no se hubiera ydó la gente distin
guida, ni tampoco le hubiera yo mandado con tenerse, como lo bise:
y se le apersive no de respuestas maliciosos, y faltas de respetó por que a más de la pena que se le há' yin puesto, se prosederá a la que aya lugar; así lo proveo, mando, y firmo, yo el Sagto. mor. Dn.
Gerónimo de la Vega Lacayo, Ale. Mor, pr. vS. M. desta Prov^ de Thg^ y thne. de Cppn. G e n i,} en ella, y Villa de Jerez de Choluteca, a loa beinte y seis días del mes de Dicieme. de setecientos sesenta y ocho, ante testigos por lá causa dha. de que sertifiep.
(r^rommo de la Vega Ijacayo. Migl. Jph. Garin. Migl. dé la Pedrem.
Yncontiuenti, yo aqu.ien se le a cometido,, esta notificación: a las seis o sinco de la tarde pase a la casa morada de Dn. Juan Jph.
María Torres en su persona notifique' ;el-aúto que antecede, y. en su ynteligenoia-dijoi.que obedecía a lo ma-pdado, suplicando a su mer- sed el S. x\lce. Mor. mande a la Justicia del Pueblo de C om aya^ela le den los auxilios pronto para poder salir, pues en avios se ha veni
do conduciendo por no tener comodidad propia para transitar esto y ló firmo con migo. Migl. Jph. Ganin.:. -/yaujJph. María de Torres.
D E C R E T O S
E M I T I D O S P O R LA A S A M B L E A C O N S T I T U Y E N T E D E L E S T A D O D E H O N D U R A S . E N L O S A Ñ O S D E . 1 8 2 4 Y 1 8 2 5
XTMKRO 48
La Asamblea Constilnyente del t>tado de Honduras consideran
do la demora que padecen la,? causas en los jusgados por falta de le
trado con quien consultar en grave perjuicio de la administración de Justicia ha tenido a bien decretar y decreta.
19—Habrá dos asesorías para los jusgados de primera instancia del Estado dotadas con mil pesos anuales cada una.
29—El nombramiento de los letrados que las han de servir áe hará por el Gobierno a propuesta de la Corte Superior de Justicia, por esta vez y por no estar instalada la Corte, lo verificará el mismo Gobierno consultando a la Asamblea' para su aprovación.
DEGT-UNAH
39— El Gobierno señalará a cada una de las Asesorías los Juaga
dos que debe aconsejar, procurando dividirlos proporcionalm ente iguales.
49—La residencia de los aosesores será la ciudad de Comayagua y la de Tegucigalpa.
59—En los partidos en que recidan los Aseeores adm inistrarán justicia en priínera instancia en los térm inos que designa la ley. Co
muniqúese al Suprem o Jefe del Estado para su cum plim iento y que lo haga publicar y circu lar.—Dado en Comayagua a catorce de no
viembre de mil ochocientos veinte y cinco.— Al Jefe Suprem o del E s
tado.
M E N S A J E
D IR IG I D O P O R E L P R E S ID E N T E D E LA R E P U B L IC A D E ..H O N D U R A S , G E N E R A L D- S A N T O S G U A R D IO L A , A L A S C A M A R A S L E G IS L A T I V A S R E U N I D A S E N C O M A -
Y A G U A . E L V E I N T I S I E T E D E E N E R O D E 1 8 5 9
S .S . D .D . y S .S .
Es tan ta más cum plida hoy mi satisfacción al veros reunidos en el santuario de las leyes, cuanto que puedo congratularm e sincera
mente con vosotros, de que*la República se halla en plena paz.
Gracia! a vuestra cooperación en el trabajo que ha em prendido el Gobierno, de hacer.a los pueblos el mayor bien posible, el orden y la tranquilidad van dando frutos de día en día, que todos saborean con gusto, sin más al efecto, que m antener a los ciudadanos en el goce de sus respectivos derechos, y observar una conducta firme y resuelta, que sin salir de la legalidad ni traspasar los principios de justicia y moderación, pudiese, en cuanto es dable como a la vez, restablecer la confianza y reanim ar la sociedad, trayéndola a un solo pensamiento, al de su verdadero bienestar, que nunca será realizable en medio de la luz que produce los incendios, sino bajo el infiujo saludablf de la calm a y buena inteligencia.
Nuestras relaciones, señores, con los países extranjeros, si bien no progresan, coritinúan en un pie amistoso. Por mi parte, he cuidado de darles toda la atención que se merecen; y, como ahora, siempre estaré dispuesto a no om itir nada, para que se cultiven y aum enten. Muy grato es para mí, el informaros que entre Hondu-
DEGT-UNAH
Revista del Archivo y Biblioteca Nacionales 333 rae y las demás Repúblicas de Centro-^América reina la mejor arm o
nía. Los testimonios de sincera consideración y fraternidad que he recibido, me llenan de fe y esperanza, tanto, cuanto más se refieren al interés que tengo por la paz. Se me ha excitado a la unión nacio
nal que yo he visto siempre, como la única garantía de nuestro por
venir, y he accedido con franqueza, creyendo cumplir con el deber de una necesidad bien palpitante. En consecuencia, hubiera deseado adherirme a unos dos tratados de alianza con que últimamente se nos ha querido favorecer, de parte de nuestros vecinos y hermanos;
pero resintiéndose en puntos de alta gravedad, he creído oportuno someterlos a vuestro soberano conocimiento, como de todo os dará cuenta el Ministro respectivo.
P#r lo que hace al interior de nuestra República, las cosas ofre
cen cuando no un aspecto bastante lisonjero, una disposición tan favorable a toda clase de adelantos,que mediando vuestros patrióticos esfuerzos como corresponde, muy posible considera el Gobierno, el engrandecimiento del país; hay genio, y la naturaleza nos convida a llenar el destino de las naciones más felices.
Debo aquí, no obstante, haceros presente, que las reformas cons
titucionales decretadas el año de 1857 han sido desatendidas por va
rios tribunales de justicia, como es de pública notoriedad. Si han traspasado el principio a que han debido limitarse, calificándolas de impropias, o interpretándolas en vez de atenerse a su texto, y si esta conducta es o no voluntariosa o alarmante, ya porque desconozca o ya porque invada las atribuciones del Soberano Poder Legislativo, es de vuestra incumbencia el considerarlo atentamente. Pienso yo, que para evitar escándalos y desacuerdos sobre el cumplimiento de esas reformas, se hace indispensable una solución atinada y justa que re mueva desde luego las complicaciones que pueden resentir la actua
lidad. El Ministro del despacho os presentará los documentos que se han podido recojer sobre el particular.
El decreto que'emitisteis el 9 de febrero de aquel mismo afio, estableciendo Jueces del Crimen en todos los departamentos, en muy pocos ha tenido buena acojida. Como los capitalistas no han queri
do satisfacer el sueldo de esos empleados, a falta de regla para com
pelerlos al pago, se ha visto en la necesidad, el Gobierno de obse
quiar las representaciones que han dirigido los pueblos, pidiendo la supresión de tales funcionarios, mientras resolvéis lo que mejor convenga.
Me es sensible manifestaros que la administración de justicia se halla en un estado poco satisfactorio. El mal está, menos en los jueces que en la imperfección de nuestras leyes. Siendo en su ma
yor parte obscuras y contradictorias, no puede ser fácil el acierto en
DEGT-UNAH
cuanto a la inteligencia y aplicación que reciben; en cuyo sentido, la sociedad sufre más de lo que a primera vista se puede considerar.
Llamo, como debo, vuestra atención hacia este importante punto;
recomendándoos de nuevo la emisión de los Códigos Penal y de Pro cedimientos que hace notable falta, como bien lo sabéis. Empero, al través de tales inconvenientes no deja de pronunciarse cada vez más, el amor al orden y a las buenas costumbres. Varias munici
palidades, comprendiendo quizá la ineficacia de la legislación crimi
nal, se han puesto de acuerdo en perseguir constantemente a lOvS famosos malhechores y en no consentirlos, según parece, en sus res
pectivas demarcaciones. Cuando así se haga cumplidamente por todas las del Estado, persiguiendo el crimen y reuniendo sus esfuer
zos en uno solo, para desenvolver los gérmenes de riqueza que encie
rren en sus localidades, se habrá acelerado el paso en la vía del progreso.
Algo más se ha hecho este año en favor de los indios selváticos que habitan las montañas del Norte en los departamentos-de Yoro y Olancho. Mil doscientos, hasta ahora entre hicaques y payas, han sido instruidos y bautizados por el señor Presbítero misionero D.
Manuel Subirana,- que continúa prestando de buena voluntad, tan importante servicio a la Repxíblica. Resuelto, como estoy a favore
cer la conquista y cristianización de esos seres desgraciados; y con
tando con los oficios y deferencias del Prelado Diocesano, mis deseos son, que dictéis cuantas medidas sean apropósito para castigar las depredaciones y crueles tratamientos que reciben de algunos malos hondureños, según estoy informado.
No he dejado de protejer la instrucción pública, ni de'impulsar la agricultura en cuanto me ha sido permitido; puedo decir lo propio de varias edificaciones de pública utilidad. 8i los medios con que debo contar, correspondiesen a los fines de mi voluntad siempre cre
ciente en todo lo que mira al bien de la patria, ya hubiera ensa
yado el sistema de premios para estimular la industria en toda su comprensión: el estado de los caminos y la situación del comercio, serían evidentemente mejores. Empero, las leyes que hay, son in.^u- ficientes al efecto.
En cuanto a la hacienda pública, he dirigido mis esfuerzos a conservarla en buen término. Los ingresos que ha tenido en el año económico ante próximo dan en su favor, comparativamente hablan
do, un aumento o diferencia bastante considerable; pero pienso, no sucederá así en el presente.
Varios ramos han caído por desgracia en un doloroso abatimien
to, debido al imperio de ciertas cau.sa.s que no ha estado en mi mano
DEGT-UNAH
Revista del Archivo y Bibliotecas Nacionales 335 ya no digo vencer, ni siquiera atenuar. El Ministro de Hacienda,
08 dará cuenta circunstanciadamente.
Por último, previendo el extremo a que puede conducirnos la crisis monetaria que vamos atravesando, he dado algunas disposicio
nes. a efecto de prevenir un mal que más tarde debe desarrollarse indefectiblemente.
Creo, señores, haberos informado fielmente de todo. Espero, pues, que el bien general sea vuestro único pensamiento: que el orden, la paz y la moralidad sea el fin a que encaminéis en primer lugar vuestros trabajos, y últimamente, que con la prudencia y bue
na intención de que confío estáis animados, Os ocupéis de todo cuan
to más demanda el bien estar y engrandecimiento de nuestra queri
da patria.
He dicho.
E L H O N O R A B L E P R E S I D E N T E D E LA A S A M B L E A G E N E R A L , D . J O S E M A R I A
d S N E R O S , C O N T E S T O E N L O S T E R M I N O S S I G U I E N T E S :
EXCELENTISIMO SEÑOR PRESIDE.YIE:
Bastante plausible es al Cuerpo Lejislativo la narración que aca
báis de hacer a cerca de la situación en que se haya el Estado.
Si ella no es tan venturosa cuanto pudiera decirse, es al menos más que favorable, porque reposa enmedio de la paz, sobre cuyo elemento los pueblos hacen consistir su común bienestar.
Honduras ha sentido esta benéfica influencia, siempre apetecida, y no-dudo mediante la acción protectora del Gobierno, que serán desarrollados los elementos de su engrandecimiento a medida que se ensanche más y más el deseo con que se le procura.
Entre tanto, es muy lisonjero el estado en que se encuentran las buenas relaciones que hoy se cultivan con las repúblicas vecinas, debido al vivo deseo de mantener este lazo de unión y de inteligen
cia que tanto favorece a la común seguridad del país.
Bajo la convicción de que el Cuerpo Legislativo abriga las m i
ras más nobles en cuanto a un convenio que dé por resultado la rea
parición de un Gobierno que rija legalmente a la Nación, no dudo que será aceptada con entusiasmo la alianza con que se convida en los tratados que Os le ofrecéis presentar, ai salvarse pueden los incon
venientes que por su gravedad llegarán a afectar.
Cree así mismo, hallar dentro de la esfera de su deber, una dis
posición conveniente para estirpar el espíritu confuso con que se han
DEGT-UNAH
querido desatender las pequeñas reform as dictadas en obsequio de la adm inistración judicial, porque cualquier silencio respecto del escán
dalo que causa éste desacato, atraería indudablem ente consecuencbi perjudiciales.
A doptará igualm ente medidas bien hechoras para atraer
a
nuestro seno las tribus selváticas, librándolas de las crueles vejacionea que las aleja y debilita la ambición de unos pocos sedientos. Ellos tienen derecho á nuestra estim ación; de consiguiente, siendo como en efecto son,habitantes del Estado,m erecen que se esparza entre ellos el santo fruto del apostolado, y cuanta protección se leí pueda dar.
Tal es la inspiración de los honorables Miembros del Cuerpo Legislativo, que se proponen hacer el bien posible en la serie que hoy los ocupa, i Quiera el Cielo que, sin salir de este recinto legislativo, sean cumplidos tan solemnes deseos!
He dicho.
En seguida, todos los concurrentes se dirigieron a la Iglesia Catedral en donde se ofició un solemne Tedeum: de allí regresaron al local de las sesiones, y á continuación S. E . volvió á la Casa de Gobierno con toda su comitiva.
Queda, pues, reunido el Poder Soberano: para su instalación no hubo, como en otras épocas, necesidad de repetidas excitativas á los Representantes: todos han concurrido con la mejor voluntad y esto prueba, que nuestras instituciones se consolidan bajo la influen
cia de la seguridad y el orden.
L U I S A N D R E S Z U Ñ I G A
nació en Comayagüela en 1880. Estudió Derecho en la Universidad Central. H a desempeñado im portantes cargos públicos, y en la actualidad es Director de la Biblioteca y Archivo Nacionales. H a publicado tres libros: Un dram a, “ Los Conspiradores” ; una colección de trabajos en prosa y en verso, “ El B anquete” : y “ Fábulas” , que es su libro más leído.
Luis Andrés Zúñiga es un poeta de m ucha inspiración y un co
rrecto prosador. E ntre sus mejores trabajos podemos m encionar además de la fábula í^a Alondra y el Pito Real, los hermosos poemas
“ Al Río Guayape” y “ Aguilas Conquistadoras” . Sus mejore.» obras son sin duda las fábulas, algunas de las cuales revelan m uchísima originalidad, penetración psicológica e ingenio.
ÓDel libro L E C T U R A S N A C IO N A L E S^ por el Profesor don Miguel Navarro h).
DEGT-UNAH
Vista de la ciudad de La Esperanza,
. cabecera del departainento occidental de Intibucá, y del parque Oenmtl Antonio Lope- ubicado en la misma población. Con el tí
tulo de ciudad de Ln Esperanza se comprenden el centro de este nond)re y el pueblo indígena de Intibucá. Se encuentra .situada a 1.400 metros sobre el nivel del mar y en una preciosa altiplanicie.
DEGT-UNAH
Crónicas de la Ciudad de Yoro
l / 5 0 0 . / S 5 2 f Por Rafael Heliodoro Valle
A P E N D IC E
A L C A L D E S D E Y O R O
De 1827 a 1913 hubo en Yoro 126 alcaldes, entre los que merecen citarse a Francisco Araya, Angel Suárez, Saturnino Quezada, Tomás Ürmeneta, Manuel Uclés, Pompilio Romero, Olegario Varela, Nico
lás Ürbina, Dionisio Romero, Sabino Tinoco, Pío Suárez. De estos Ponipilio Romero, figuró como alcalde dos veces; Manuel Uclés, cin
co, y Olegario Varela cinco.
A L G U N O S C U R A S P A R R O C O S
Miguel Jerónimo Gutiérrez, 1827; Faustino Arriaga, 1880; .1.
Irene de Zepeda, 1831; Juan Manuel Alvares de Medina, 1833;Pedvo José Reyna, 1836; J. Irene de Zepeda, 1837 (hasta junioj; José Ignacio Milla, 1887; Juan Manuel Alvarez de Medina, 1889 (hasta 1844); Miguel Bustillos y Pavón, 1844; Rosendo Zepeda. 1856;
Manuel Palet, 1860; Alvaro Escoto, hasta 1930; • V E C IN O S D E IM P O R T A N C IA
Arias, Juan Angel—Antes de la Independencia fué escribano del Juzgado.
Aguila, Fray Antonio del—Electo Diputado por Yoro en 1834.
Alvarez, Mariano—Secretario de la Municipalidad en 1838 y Gober
nador del Departamento en 1846 a 1848 y en 1852.
Betancourt, Francisco Cándido.—Escultor contratado para retocar la imagen de Santiago.
Bográn, Saturnino.—Intendente interino en 1840.
Betancourt, José--Preceptor de primeras letras en 1847.
Bustillos y Pavón, Miguel.—Cura párroco desde 1844, Diputado por el Departamento en 1848 a 1852 y Gobernador y Ecónomo de los indios jicaques en 1852.
Bustillo, Simón.—Preceptor de primeras letras en 1849 y 1850.
Cacho, José María. —Intendente del departamento en 1827.
Caballero, Darlo.—Secretario de la municipalidad en 1839.
Covachuela, Juan Benito.—Intendente en 1839.
Caballero, x’edro Antonio.—Carpintero en 1846.
DEGT-UNAH
838 R ep ú b lica de H o n d u r a s — A m érica C en tral
Diez de N a v arro , L uis. — In g e n ie ro R eal q u e estuvo de v isita en la villa en u n a ju n ta de g u e rra , en 1743.
E s tra d a , S ix t o .—Ju e z de P rim e ra I n s ta n c ia de la Sección T e rr ito ria l de Y oro.
F e rn á n d e z , B u e n a v e n tu ra , — D ire c to r de la p rim e ra escuela en 1930.
G óm ez, P 'ran cisco .— S u b —D elegado en 1808.
G uiza, F ra n c is c o .— M aestro c o n stru c to r en 1836.
G u tié rre z , Ig n a c io .— In te n d e n te en 1837.
G arcía, V ic e n ta ,— Jefe P o lítico y C o m a n d a n te de A rm as en 1842.
G a rcía, V ic to ria n o .— In te lig e n te en M ed icin a en 1846.
G a lin d o , J u a n . — D irecto r del te a tro p ú b lico en la feria de 1852.
J a v a lo is, S a lv a d o r.— T e rra te n ie n te y h ace n d a d o a p rin c ip io s del siglo X IX .
L u b én , J u a n . — C o m a n d a n te de A rm as en 1852.
M o n tero , A n d rés. —Jefe P o lítico S u p e rio r e In te n d e n te en 1829.
M ad rid , R a fa e l.— C o m a n d a n te a cc id e n tal d e l-E sc u a d ró n de D ragones 1831.
M illa, Jo sé I g n a c io .—In te n d e n te en 1833 y p re sb ítero y c u ra del Beneficio en 1837.
M ad rid , A lo n so .— In te n d e n te in te rin o y S ecretario M u n icip al en 1840 M an zan ares, J o s é .— S ecretario M u n icip al y d ire c to r de la escuela p r i
m a ria en 1842.
M ejía C iríaco .— I n te n d e n te en 1843 h a s ta 1846, M artín ez , J u a n P a b lo .— In te n d e n te en 1848.
M ejía, D o m in g o .— D irecto r de la escuela en 1848.
M artín ez, N o rb erto . —S ecretario M u n icip al en 1850.
M edrano, R e y e s.—M aestro tejed o r de so m b rero s de p a lm a real y de ju n q u illo en la escuela in d u s tria l c re a d a 'e n 1852.
P a rd o , M a n u e l.— In te n d e n te in te rin o en 1831.
(güiros, Jo sé. —D ire c to r de C am inos del D istrito en 1848.
R ivas, S im ó n .—I n te n d e n te in te rin o en 1831.
Rojas, José M a ría .— In te lig e n te en M ed icin a en 1851.
R am írez, Ig n acio . — In te n d e n te en 1852.
Suárez, A n g e l.— P rec e p to r de la escuela en 1852.
S an d o v al, J e ró n im o .— Jefe P o lítico q u e en treg ó el títu lo de c iu d a d , en 1862.
T osta, F ra n c is c o .— Secretario M u n icip al en 1846 e in te lig e n te en M e
d icin a.
U rb in a , M an u el. — Jefe in te n d e n te in te rin o en 1836 y 1827.
U rb in a , J u sto . — S ecretario M u n icip al en 1848.
Vega, N ic o lá s .—C arp in tero en 1846.
Z ubillaga, J u a n M a n u e l.— S ecretario M u n icip al en 1827.
DEGT-UNAH
F U E N T E S D E C O N SU L T A
(1) Archivo Municipal de Yoro (consultado en marzo y abril de 1913.
(2) Asamblea Constituyente del Estado de Honduras. (Actas del 22 y *23 de febrero de 1925) En “ Revista del Archivo y de la
Biblioteca Nacional” (Tegucigaipa, 1909), pgs, 365 y 406.
(3) Díaz del Costillo, Rg/’nfl/.—Historia Verdadera de la Con
quista de la Nueva España. (México, 1904), tomo II, p. 340.
(4) Diez de Xo.varró- Lkw. —informe del Ingeniero Don Luis Diez de Navarro, con motivo de la visita que hizo a las Provincias y Puertos de Comayagua, Nicaragua y Costa Rica. “ Revista del Archivo y de la Biblioteca Nacional” (Tegucigaipa, 1909) tomo V, pg. 22.
(5^ Gozeta de Guatemala.—^0 de abril y 30 de noviembre 1910.
(6) Juanas^ Doííiin.g'o.—Historia de la ciudad de Guatemala {1857), tomo 1, p. 49.
(7) Méndez, José Mariano.—Memorh del estado político y eclesiástico de la Capitanía General de Guatemala (1821J. En
“ Revista del Archivo y de la Biblioteca Nacional, de Honduras”
(Tegucigaipa, 1909), tomo V, p. 135.
(8) Quesada, Prnírífacíon. —Estudio sobre el departamento de Yoro.— “ Revista del Archivo y de la Biblioteca Nacional” (Te- gücigalpa, 1906), tomo III, pg. 83.
(9) Repartmienío de la Villa de San Pedro de Puerto Caballos y su fundación por Pedro de Alvarado (Año de 1536). En “ Revis
ta del Archivo y de la Biblioteca Nacional” , (Tegucigaipa, 1908), tomo IV, p. 147.
(10) Romero Antonio.—La Feria de Santiago. En “ El Cronista” (Tegucigaipa, Ju lio 1918).
(11) Valverde, de Mercado, Lie. Fr<mcÍ8co.—Rozón y parecer de don Francisco de Valverde, acerca de la mudanza de la’navega- ción del Puerto del Nombre de Dios al de Caballos, (siglo XVI).
En “ Revista de la Universidad’' (Tegucigaipa, 1-910), tomo II, p. 313.
(12) Vásquez, P. Francisco. —''[^0 cabeza del Cristo’’. En
“ Revista del Archivo y de la Biblioteca Nacional” (Tegucigaipa, 1909), tomo V, p. 518.
¡¿áia Permanente.—Se advierte a todas las personas que envíen docu
mentos, artículos, estudios, etc., para su publicación en esta Revista, que debeñ venir escritos por un solo frente, pues de lo contrario no serán publicados por dificultarse así el trabajo tipográfico.
DEGT-UNAH
340 República de Honduras—América Central
Diccionario Geográfico Hondureño
(Sugestiones para su formación)
Departamento de Intihucá
POR IBRAHIM CAMERO IDIAQUEZ.
{Continúa)
II IN D U S T R IA
P R O D U C C I O N E S N A T U R A L E S . V IA S DE C O M U N I C A C I O N . M O V I M I E N T O C O M E R C I A L
A . — Producciones Naturales
Sería de nuefetro mayor agrado hacer aquí un cuadro completo de la flora, de la fauna y de la gea departamentales; pero siendo, por una parte, tan limitados nuestros conocimientos en ese sentido, y por otra, tan breve nuestro estudio, nos vemos precisados a no dar a este capítulo toda la extensión que requiere, concretándonos solo a presentar un bosquejo de las producciones naturales y de su aplica
ción.
aj Riqueza Vegetal.—Desde el punto de vista de, la utilidad que ofrecen nuestras plantas, las especies nutritivas ocuparán, desde luego, el primer lugar. Las más importantes, entre las que se culti
van, son: el maíz, el trigo, los frijoles, el plátano, la patata, la yuca el ayote, el camote, el pataste y algunas de hortaliza.
Por su valor económico anotaremos en segundo lugar, como es
pecies estimulantes y aromáticas: el café y el tabaco que principian a cultivarse; como tintóreas: el añil, cuya producción ha decrecido por falta de consumo; como textiles: el junco, que se utiliza con éxi
to en la fabricación de sombreros, y el maguey que da fibras estima
das para tejidos, cuerdas y sacos; como frutales: el durazno, el membrillo, la manzana rosa, las granadillas, la naranja, la piña, el mango, el higo y el marañón; como oleaginosas: el liquidambar;
como sacarinas: la caña de azúcar; como maderables: la caoba, él cedro, el pino, el guachipilín, el arrayán, el roble, el chaparro, el guayabo, el laurel, el ronrón y muchas más, y como ornamentales, todas las que embellecen los jardines cultivados...
b ). Riqueza Animal.—La fauna es extensa; pero no podemos mencionar todas las especies. Nos limitaremos a aquellas que tie
nen un valor económico más grande y, por lo mismo, ofrecen interé, para el servicio del hombre:
DEGT-UNAH
E n tre los anim ales domésticos figuran el caballo, la m uía, el as
no, que interesan por su fuerza para silla, tiro y carga; la vaca, la cabra, el cerdo, por sus productos; el perro y el gato por sus servi
cios. Las aves de corral, que son un accesorio indispensable en las casas de labor, donde el producto de sus huevos y su carne compensa con exceso los cortos gastos que se hacen para alim entarlas, están re
presentadas por las gallinas, los pavos, los patos, y las palom as.
E n tre los anim ales monteses, están los de caza m ayor como los venados y pecaríes, y los de caza m enor, como palom as, chachas, paujiles, tepescuintles, conejos, tacuacines y m ap ach es...
c) Talqueza ¿JlíÜineraL— H ablando con propiedad, no existe la riqueza m ineral en este departam ento porque entre los de la Re
pública es uno de-los muy pocos en que su suelo y subsuelo no fue previlegiado por esta clase de productos naturales. Sinembargo d i
remos que se presenta pafa su aprovecham iento, una hermosa' va
riedad de tierras coloreadas con las que bien pudieran prepararse esa clase de p in tu ras terrosas que im portam os; que se encuentran m u chas clases de arcilla y que existen vetas de piedra de cal blanca, de cal y canto y de pizarra. Y anotarem os además, como una riqueza inadvertida, el yacim iento de carbón de piedra que, en el m unicipio de M agdalena, pretendió explotar una sociedad de capitalistas sal
vadoreños. (*)
(d • Riqueza IndusiriaL— Los habitantes de este departam ento se han dedicado casi exclusivam ente al cultivo de la tierra, de la que obtienen todo lo necesario para su cotidiana subsistencia. La falta de capital y de víás de comunicación han dejado sin desarrollo ui explotación la riqueza industrial y por eso su progreso se desenvuel- be con m ucha lentitud.
Las industrias agrícolas apenas pueden señalarse; más no hay duda que ten d rán verdadera im portancia los productos obtenidos del café, la caña de azúcar y el trigo, el día que puedan ser distribuidos y transform ados cual corresponde. Los árboles frutales que se desa
rrollan expontáneos, no son, por de.s;gracia, objeto de ningún cultivo ni cuidados especiales, porque de serlo asi, se tuviera ya en.ellos una fuente segura de riqueza. En la cabecera departam ental se preparan muy sabrosos dulces de fruta y tam bién el afam ado licor de durazno, todo lo cual tendría m ucha dem anda, si su producción no se reduje
ra a lo necesario para el consumo local.
La industria pecuaria tampoco tiene desarrollo debido a que has ta la fecha no se ha prestado ninguna atención al ganado; pero abrigamos la creencia de que el rico valle de Otoro, y parte del dis-
(*) Datos publicados e)i “EL CRONISTA” de Teguci^alpa. poí’ el Profesor U. del Cid.
DEGT-UNAH
842 República de HonduiaB—América Central
trito de La Esperanza, se convertirán dentro de poco, mediante el esfuerzo sostenido y continuado de los hacendados, en los centros de producción más importantes de la comarca.
De manera paulatina, porque así lo requieren las circuntancias, se desarrolla la industria fabril, obteniéndose, hasta ahora, como productos dignos de mención “ los canastos de carrizo y los petates de tule, en el pueblo de Intibucá, los de suelas y calzado burdo en San Juan, la jarcia en San Marcos de Sierra y Dolores, los sombre
ros de palma en Jesús de Otoro y las telas en Camasca” . (*) Y en cuanto a la industria extractiva, nada puede agregarse a lo dicho al respecto de la riqueza mineral.
( Contínmrá).
Diccionario (íeográíico, Histórico y Etimológico de Honduras
Primer tomo.
Por PEDRO RD'AS.
( Confilv'io)
Alvarez de Caéro (Fernando). Ciudadano español que en 1745 fué nombrado juez pesquisidor en la provincia de Comayagua, para que tomara conocimiento y dictara providencia en el comercio de contrabando que se hacia en la costa Atlántica, entre ingleses avecin
dados, en ol.rfo Tinto y algunos pueblos del interior; siendo gober
nador de la provincia en ese tiempo, el séñor Tomás Hermenegildo de Arana; como el contrabando en vez de disminuir, iba en aumen
to de día en día, la x\udiencia de Guatemala entró en sospechas sobre la participación que podría tener de Arana en dicho comercio;
como para confirmar de manera indudable esa sospecha, el Goberna
dor fué acusado ante aquel alto Tribunal por contrabandusta y con tal motivo y para favorecer los intereses de Honduras y averiguar la verdad, fué nombrado en el delicado cargo que se menciona atrás, por el Capitán General don Tomás de Rivera y Santa Cruz, el Oidor don Fernando Alvarez de Castro. Por considerarlo de interés y oportunidad, reproducimos la interesante narración que sobre el particular trae el historiador Agustín Gómez Carrillo, en el capítulo
(*) Meza CáU.\.-Geo*rrafía de Honduras, pátdna 103
DEGT-UNAH
XV, página 282 del tercer tomo de su notable historia de la America Central.
“ La Capitanía General de Guatemala, dio también al Oidor Alvarez de Castro, el carácter de Gobernador Provisional, para que actuase en tal concepto, mientras substanciaba la causa contra el Gobernador Propietario don Tomás Hermenegildo de Arana y se sin cerara éste de los cargos que contra él resultaran.
“ En ésas medidas del poder central resplande-ce el espíritu de la justicia, libre de extemporáneas influencias y de esos oficiosos empe
ños que suelen en tales casos hacerse valer.
“ Los que creen que en aquellos siglos estuviesen a cubierto de la acción judicial y fueran per ende impunes los agentes del gobierno ligados a lew» mafrflatarios por los- vínculos de la sangre o de la amis
tad estrecha, no siempre están en lo cierto. Experimentábanse a veces desviaciones de la ley, infracciones del derecho; pero esos abu- 8ÓS no constituyen la regla común. El Gobernador Arana contra quien iba despiadadamente a procederse, era hijo del Decano de la Audiencia; y sinembargo, el alto puesto en que éste se hallaba,-no le valió a aquel para eximirse de responsabilidades. Los fueros de la justicia tuvieron a menudo durante el régimen de la Colonia, sal
vaguardia eficaz, protección verdadera,-aunque los delincuentes fue
sen por.aino u otro título hombres de importanria en el escenario oficial.
Salió de la eiudad de Guatemala con alguna fuerza armada, el Oidor Alvarez de Castro, el 22 del-me? de marzo y el 23 de abril subsiguiente llegó a Comayagua, hizo el viaje por tierra, por la vía de Esquipulas y Gracias, levantando actas sobre su arribo en cada uno de los puntos en que le tocaba pernoctar. La primera diligen
cia que en la capital de Honduras practicó, fué la que tenía por objeto presentar al Gobernador Arana las credenciales relativas a la misión'qúe llevaba y‘aquel gobernador entendido de lo que necesita
ba saber sé mostró dispuesto a ejecutar lo que se mandase. ’
“ Lleno de actividad, el Juez Pe.=:quisidor, título dado al señor Alvares de'Castro, comenzó desde luego a tomar informes sobre !o ocurrido relativamente a la persecusión del contrabando y del trá
fico con extranjeros.
“ Observando que las cárceles de Comayagua eran tan inseguras, que de ellas se habían fugado varios reps de graves delitos, entre otros algunos de los acusados y convictos de trato y comercio con ene
migos de la corona; evasiones que según él no hubieran podido efec
tuarse si los Goberdadores y justicias hubiesen ejercido la vigilancia del caso, dispuso que se celebrase una sesión extraordinaria en el Cabildq, para tratar de reparar las cárceles y construir una nueva
DEGT-UNAH
344 República de H o n d u ras—América Central
casa m unicipal, ya que para una y otra obra contaba con fondea aquel A yuntam iento. Acordó además, que en esa junta se tom aran las necesarias medidas, para el cobro de las cantidades que a los fondos de propios se adeudasen y para que se tuviesen listos sin de*
mora la madera y otros m ateriales que sería m enester em plear en dichos edificios. Esto pasaba en agosto y en ese mismo mes tuvo efecto la sesión m unicipal acordada, principiándose inm ediatam ente después la fábrica de las cárceles y casa de Cabildo, para que en bre
ve plazo estuviesen concluidas’’. "
( Continuará.)
AREA DE LA REPUBLICA DE HONDURAS
POR Z E U S L. M A IE S . {Continíia).
CALCULO TEORICO DEL AREA DE HONDURAS
Areas en kilómetros cuadrados, de los trapecios curvilíneos d^
30’ X 30’. entre las latitudes de 13^ a IG'?:
Trapecios curvilíneos
Número de trapecios
Area por Area por trapecios Fajas
del 13900’ al 13^30’ 1 2997 2997
del 13930’ al 14900’ 3 2991 8978
del 14900’ al 14930’ 8 2985 23880
del 14930’ al 15930’ 10 2978 29780
del 15900’ al 15980’ 11 2972 82692
del 15930’ al 16900’ 8 2966 23720
Superficie total contenida en los trapecios 122042 kmts. 2 La cantidad anterior es ol área de los trapecios enteros pero como el perímetro del territorio corta varios de esos trapecios en las costas y los linderos con los países vecinos; se hizo uso de un pía*
nímetro rodante Coradi (Z urich, Suiza) para medir los espacios extreriores de la cuadrícula, se promediaron las medidas, se estable
DEGT-UNAH
ció su s’gno y encontrada la diferencia se multiplicó por la cons
tante del planímetro determinada previamente a esta operación y que fué: 0.252945 kms.2 El producto, por corresponderle sij^no menos, se dedujo del área conocida, de los cuadriláteros curvilíneos, así;
Superficie total contenida en los trapecios, kmt< 2. Areas comparada-,producto
con signo menos, kmts 2. Luego se agregaron pe
queñas superficies, apre
ciadas separadamente así:
Pequeñas porciones ex
cedentes, en cabo de llon duras y S. de! río Negro
(Choluteca)
Superficie de las Islas de , la Bahía
Superlicié de las Islas Ti
gre, Exposición y Gairobo.
l'ütal: Superficie de la Re
pública de Honduras:
122 042
4804766 1 1 7 23 7 . 2 5 4 kmts. 2.
25 250 kmis 2. 2S0 270 kmts 2.
26 8 11 kmts 2.
1 1 7 5 6 9 . 5 6 5 kmts 2.
MEDIDAS DE AREAS DEPARTAMENTALES
Reconocida la necesidad e impoi'tancia de un c;ílculo <le las áreas departamentales, el Instituto Panamericano de tipografía e Historia dispu.«o el’e(‘tuai'el trabajo, empleando el mismo planíme
tro rodante Corad i.
Durante la construcciini dr* la ('arta Cleneral de la Re{)úbli'*a de Honduras se tropezó con sío ias dilicultade'^ al malvar las líneas de límites de sus divisiones imlílicas; pero podemos a.-cgurar (pie se buscó), mediante estudios detcnidu- de la estadística y de la evolucitui de las juriedicciones, el mayor acierto posilde al señalar sus términos.
?]n e.ste lugar i'iuizá fuera pertiriente indicar la convenieiicia de una rectificación de los linderos departamentales y aun del número (le esas divisioiu's, mirando al componer las nai'vas partes, no tanto el interés político, como las divisiones naturales i:[iie se perfilan por ríos, cordilleras de montañas, etc. Pensamos nosotro.s que esto ayu
daría al gobi(-rno a haeer ile la administración pública una obra de mayor eficacia v economía.
DEGT-UNAH
m República de Honduras—América Central
El cuadro que sigue muestra la labor realizada para determinar jas áreas de los departamentos de Honduras. Se verá que la suma de las superficies es mavor que la cantidad encontrada por el cálcu
lo teórico para el area general del país, por lo cual liubo de ha(‘erse una corre(TÍón proporcional a las áreas particulares, lo que dio la definitiva superíicie de los departamentos.
CALCULO DE LA SUPERFICIE DE HONDURAS POR DEPARTAMENTOS
Unidades Supei'íicie S uperticie
NOMBRE del Plañí- por corregir Corrección definitiva,
metro en kms 2. en kms 2
Atlántida... 17297.66 4375.357 - 13.200 4362.157 Co lón ... 118562.10 29989.690 - 90.558 29899.132 Coínavagua... 20386•00 5156.537 - 15.557 5140.980 Copán ... 14822.33 3749.234 - 11.311 3737.923 Cortés... ,. 17866.66 4519.292 - 18.685 4505.657 Choluteca... 17421.JO 4406.555 - 18.295 4393.260 El Paraíso. . . . 26338.00 6662.065 - 20.099 6641.966 Gracias... 11625.00 2,940.486 - 8.871 2931 615 Intibucá... 11172.00 2825.902 - 8.526 2817.376
Islas de la Bahía . 280.270 280.270'
La Paz ... 11873 60 3003.368 - 9.061 2994.307 Ocote peque... 677cS.OO 1714.461 - 5.173 1709 288 Olancho... 98162.66 24829 754 - 74.911 24754 483 Santa Bárbara.. . 23604.00 5970.51*4 - 18.018 5952 501 Tegucigalpa... 261)77.00 6596.046 - 19.900 6576.146 Valle... 7095.00 1821.4511 - 5.415 1816.041 Yoro... 35911.00 90.S8.508 ' 27.4ti5 9056.103 117924.495 -354.930 117569.565 DISPUTA CON GUATEMAÍ.A: MAGNITUD DEL
TERRITORIO
Asimismo fue calculada la superíicie del lerritoi io que nuestra ve
cina la República de (Hiatemala disputa a Honduras. Este país de
fiende ese territorio apoyándose en el derrelio colonia!, afirmado por el lili poSHÍflefis del ¡nio de IS^I. dentro de l¡is línciis desciitas al prin
cipio de este trabajo. El área resultó ser d"^ ó(J8j1.42-1 kilcimetros cuadrados.
*
Terminamos este memorial con el deseo tie que los datos que contiene sean útiles a la Naci()u Hondurena
Diciembre de lb91 —México, D. F.—República Mexicana.
DEGT-UNAH
El Departamento de Clioluteca
{c o n t i n u a)
D I S T U I T C )
I I
S A N M A u r o s D K C O I R O N S A N M A U Í ’O S m-: ( ‘O L O N D l ' v r u i í
^ M O K O I . K ' A
M I M C I I M O D E S A X M AUC O S D E C O LO N
*S77/(r(cvon. —El municipio de San Marcos de Colón está situado en la parte meridional de la República y al Nordeste del departamen
to, confinando dirt'ctamente con la República de Nicaragua, por los rumbos Este y Sur, y entre los municipios de Duyun*, Morolica, Apacilagua, El Corpus y Concepción de María.
■ Esta ventajosísima situación da al municipio, una perspectiva balagad.ora comercialmente ven cuanto a «u vida, de relaciones con los pueblos circunvecinos y República de Nicaragua
Límites. - ^on los límites físicos del municipio los siguientes; al Norte, los municipios de Morolica, Duyure y una parte de Nicara;
gua; al Sur. los territorios de los municipios de El Corpus, Concep
ción de María y parte de Nicaragua; al Oriente, la República de Ni
caragua al Occidente, los territorios de los municipios de El Corpus, A[)acilagua y Morolica.
F.iieihsión si'p erjic in l^0 es posible dar un dato exacto de la extensión superficial de este municit)io, por no haberse pi'acticado nunca una medida de su peiáinetro, pei’o e.« nuestra creeiuna (jue tie
ne una supei’ficie aproximada de 2ñ() kilíumáros cuaLlrados. Advii'- tiendo que la forma del terreno es de un polígono incgular, teniendo su mayor longitud de Nortea Sur.
l*ohlacióii.. — Li\ poblaciíHi absoluta del municipio, según el últi mo censo |1930| es de (3.701 liabitnntes, siendo la relativa de IS pf>r kilómetro cuadrado. Témanos. sinend)aigo, la creem^ia, que e.^te dato del último censo está errado, poi'que nuestra experiencia nn^
dice que es demasiado poco, calculándole nosotros una población de 7.ÜU0 habitantes.
Eo anterior lo decimos porque vimos levantar el censo a que nos referimos, pudiendo notar la falta de personal competente para com
penetrarse de la importancia de un documento de tanta trascenden
cia, como de las instrucciones que se les dieron para hacer el trabajo.
\sperto físico 1/ climn.- El suelo del municipio dé San Marcos de (Mlón es en su totalidad quebrado, no presentándose sino de ve/, en cuando pequeñas llanuras de muy poca consideración. Todo el municipio está colocado en el sist--nia montañoso de las cordilleras de
DEGT-UNAH
848 República de H o n d u rae—América Central
Colón y de La Botija, lo que le da un elima tVesco, agradable y be.
nigno en todas las épocas del año. A est^ respecto podemos afirmar que todo el municipio es un verdactero sanatorio, pues sus aires tóni
cos, contribuyen a que no se presenten enfermedades endémicas ni epidémicas. El suelo es seco y su terreno es refraetaido a la hume
dad. Por todo lo anterior los casos de long(>vidad en sus ha))itantes no son raros y en los últimos tiempos hemos visto a una persona de 1 2o años.
¡Producciones naturales.— M\neYa\es. — En la mina de Cacamuyá se extrae oro, y cobre en la llamada I^iedra del Jicote, en la fron
tera de Nicaragua.
Animales. Los que se encuentran en el resto del departamento ya enumerados.
Wgetales. — Maderas de construcción, hay pino en abundancia, roble, guachipilín, etc.
Toda clase de legumbres. Cebollas y ajo® se producen en abuu dancia y buen tamaño, siendo el patrimonio especial del valle de Caire de donde exportan grandes cargamentos para el .Salvador y Tegucigalpa, Choluteca y otros pueblos, así como tainhiéu los repo
llos que llegan a pesar hasta más de media arroba cada uno.
Como plantas medicinales podemos mencionar: ipecacuana, eucaliptus, zar^apanilla, friegaplato, etc.
También el maguey, pero no se cultiva. Como plantas ríe ador
no hay una gran vaiaedad de heléchos y orquídeas. Hay también parásitas como la hoja de aire y la muy curiosa y atractiva llamada Flor de Cacho, que toma su nombre vulgar por la forma que se ase
meja a una cabeza de vaca con bonitos cuernos, y de un pei'fume agradabilisimo que se siente a gran distancia de las montañas; flore
ce en mayo, al empezar el invierno.
Montaña>i. —Como lo hemo.s diclio, el municipio de San Mai'cos de Colón se encuentra atravesado por las estribacione.s de las cordille
ras de Colón que lo verifican de Norte a ."^ur, con variación hacia el Occidente formando la.-j montañas llamad.MS de ICI Corpus, las cuales son una continuación de ella.
I,a corddleia de La Botija esiá situada casi en su totalidad en es
te municipio y corre de Este a 8ui>^>te formando los cerros de La Caguasca [mojón limítrofe entie esta R^'{)^^bíic.a y la de Nic.iragua | y el de “ El \hiriador” qun tiene una considerable altura, también en la línea divisoiia.
Las principales alturas de la cordillera de Coliin, son; la íiionta- ña de Colón, ICl Inveutai'io o dhigo y FJ (roheriKidor, esta última cer
ca de la aldea de .San Franci.sco, todas al occidente de la ciudad de San Marcos. También se encuentra en esta cordillera la altura de
DEGT-UNAH
Kl ('h¡nchayoie, fam osa por las vi«>tas panorámic-as que de ella se ob
serv an , com o por haberse librado m ás de u n a acción de. arm a s en n u e stras penosas g uerras (uviles. T am b ién .so n notables los cerros del T am boyac y de Los Kncinos, al O rien te y m uy cerca de la ciudad de San M arcos, fam osos com o posiciones m ilitares
Los terren o s de estas m o n tañ as, son feraces, p resen tan una veje- tación e x u b eran te y verdor p erp etu o , su clim a es frío y en su m ayor extensión están cultivados con grandes plantíos de café, que dicho sea de paso es de excelente c alid ad , po d ien d o co m p etir con los mejo res del m u n d o .
ru^/c.v.--lCxisten los de Colóu, qn ° au n q u e no son m uy extensos pueden figurar como tales, se llam an de la ParnSa^ Loa Braailes y tam b ién Laa LnfpiníKaí^.
Ríos — El de San M arcos que nace en la falda N orte de la m on
ta ñ a de r.a J-^otija; corre de S ur a N orte h a -ta ju n ta rse con el .laya cay án , que viene de Este a Oeste. U na vez uniilos tom a el nom b re de
Com alí y siguiendo en i'umbo N orte hasta que recibe el río de San Francisco, cam b ia hacia el ICste con el nom bre de río de San M arcos y pasando al N orte cerca de la ciudad d i este nom - l)re p e n etra luego en N icaragua para unirse p ro n to al T apacale y c o n stitu ir el Segovia como el lío p rin cip al.
(rohieriio ?í)amV/puL — ( iob iern an esto m un icip io , dado el n ú m ero de sus h ab itan tes, un Alcalde, seis Regidores y un Síndico. Un .Juez P ro p ietario y un Suplente de n o m b ra m ie n to tlel Ju ez de í.,etras.
Este m u n icip io tiene num erosas aldeas y caseríos, es de lo.s m ás poblados del d e p a rta m e n to .
lientas Mv'oidpales. — Las rentas del m u nicipio son* m uy exiguas, si se to m an en cuenta las riquezas de que dispone, pues el ingreso m u n icip al anual asciende apenas a unos doce mil pesos. C reem os que estas i-entas podrían a u m en tar y con ellas m ejoraría el progreso m aterial e intelectual del m unicipio, sino se em pleara p ara au colec
tación y a rb itrio los sistem as arcaicos.
Ayricultam - Esta ha progresado m ucho, au n q u e sig u ié n d o lo s m ism os m étodos del tiem po de la colonia, pero han alcanzado un gran desarrollo en m ateria de repastos, los que m ontan a la respetable c aid id ad de 75.000 m anzanas de diverso.s zacates, como el jaraguá, gu in ea, p a rá , in d o stán , africano, etc.
Loa cultivos de otra índole, como el del café, existen en este mii- ni(*ipio, habiendo fincas valiosas como la de í>a F ran cia, de los here
deros de A badie, con 2 0 0 .0 0 0 árboles; La B otija, de los herede
ros de don E steban M olina, con ISO.000 árboles; M iravalles, de Va
lladares, con 100 000 cafeto.« y otros finqueros de m enor im p o rta n cia, pero que sum ados con las can tid ad es anteriores m ontan a cerca de unos 600.000 cafetos cosecheros, que producen a n u alm en te .. ..
G.OOO a 7.000 q u in tales de ese grano
DEGT-UNAH
8oO República de H o n d u r a s — América Central
('aña de azúcar.—8e cultiva en una e.scala muy insignificante, pero su producción basta para el consumo local.
(I a n a d e j 'í a. — Está empezando a desarrollarse y progresa admirablemente con la introducción de muchos sementales de raza americana, suiza y holandesa. La sangi’e de esos progenitores, ha sido aclimatada y ha da<io muy buenos resultados en materia de pro
ducción de leche.
ÍjOS mejor(‘S individuos de esas razas los poseen don Roíiolfo Cal
derón en sus hatos de ívos Cacacf?^ y de San José; en las haciendas de Jamalí, Colón, Peor es Nada, El Naranjo, Oyocto; propiedad de las señoras doña Antonia v. de Turcios, doña Josefa v. de Montoya, do
ña ígnacia v. de Ortez y doña Ester Osorio, respectivamente.
Hay además, otros ganaderos en pequeña escala, pero que en el monto total de la ganadería pesa muy sensiblemente su haber.
Tanto la piopiedad raíz, como la ganadera está muy dividida en esta zona, entre su® habitantes. Todos tienen sus fundos rústicos aunque pequeños, pero en ellos desarrolllan sus actividades como criaderos de toda clase de ganados, por esta circunstancia, el número de haciendas es regular y la riqueza pecuaria puede competir quizá con la de Choluteca, existiendo según cálculos heííhos por las distin
tas municipalidades, anualmente, la respetable suma de 10.489 cabe
zas de ganado vacuno; 1484 de ganado caballar, mular y asnal; y
531 de cerda. ,
Co?yíe/v,v‘o. — Está colocado el municipio en un punto verdadera
mente comercial, pues su proximidad a la frontera de Nicaragua y su riqueza agro-pecuaria ha(;e afluir a él gr.m número de comercian
tes, podiendo afirmar que esta actividad humana, tiene gran impor
tancia, no siendo pocos los que se dedican a esta profesión.
Cuenta la ciudad de San Marcos de (’ohín con cuatro eétableci- mientos fuertes de comercio y con once pequeñas tiendas.
hidiislrin. — Existen pequeñas industrias en estado rudimentario tales como la elaboración fiel queso y la mantequilla, fábricas peque
ñas de calzado, tenerías, talabarterías y fábricas de aguas gaseo.sas bien montadas y una de ladrillos de cemento.
Vías de comunicnción. — l.os eaminos de herradura son las vías actuales que tenemos en este municipio, que la comunican con la ca
becera departamental, hasta El Banquito; con Morolica, hasta El Sobren; con Duyure, hasta El Mojón; con el departamento de .Nue
va Segovia, hasta El Espino y Santa Rita; con el de Chinandega, basta r>os Puentes; con Loma de Enmedio, hasta La Botija, hasta más al Setentrión dei caserío El Anonal; y son en su mayor parte de buena calidad.
Actualmente se construye con to la actividad una hermosa carre
tera, que en tiempo no lejano, pondrá en comunicación esta ciudad