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ICA: plan de acción 1986 1990

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(1)lovog 3 hP'. "n. ICA AGROPECUARTO INSTITUTOCOLOMBTANO. o. o. ICA: PLAN DE ACCTON. r986.1990. N J. z. Bogotá, D.E,, Julio de 1986.

(2) INSTITUTOCOLOMBIANOAGROPECUARIO,ICA OFICINADE PLANEACION. ICA:. P L A N DE ACCTON198G1990. Bogotá, D.E., Julio de 1986.

(3) DIRTCTIYAS. A.. J U f l T AO I R E C I I Y Á. de Agricultura. 0 r . R 0 0 E R TI 0E J ¡ A c A t C E D 0. linist¡o. O r a . C L E t t I l C I A6 0 l t ¿ P A R I S. Vicr¡inistra de Agricultura. SAnDI 0 r . J o R G EO S P I T A. J e f e 0 e p a r t a r e n t ot a c i o n a l d e P l a n e a c i ó n. 0r. MRIH PltACIo SATAZAR. J e f e l l n i d a dE s t u d i o s A g r a r i o s - D l l P. Dr. AilI0II0 G0ltZ tÉR[At0. Gereñte General Illc0RA. ARDEIIAS GUTIERRC EZ Dr. J0RGE. G e r c n t eG e n r ' a l F e d e r a c i ó nN a l ' d e C a f e t e r o s. SATPER VALEIIZUEIA 0r. GERllAt{. SubgerenteTécnico General FEoERACAFE. S0 Z 0 0 r . I A R C 0P A L A C I 0R. R e c t o r ü n i v e r s i d a dl l a c i o n a l d e C o l o r b i a. AO R R OHSE R ¡ A l l D t z S r D A G O O E R8 T. R e p r c s e n t a n t cA s o c i a c i ó nf l a c i o n a l d e l l su a ri o s C a ¡ P e s i n o s. R e p r e s e n t a n t edse l S c ñ o r P r € ri d c n t e de Ia flePública. 0 r . A ¡ r a n d oS a r P e r G n e c c o. P r i n ci p a l. Dr. Carlos Gustavo Cano Sanz. Suplente. 0 r . H c l . u t E i c k e n b a c hP l a t a. P r i n ci p a l. 0 r . J o s u é L ó p e zJ a r a r i l l o. S u pI . n t e. D r . F e ¡ n a n d oG ó r e r i o n c a y o. G r r e n t ¿G e n e ¡ a lI C A. Ora. lorella Rossi de lazzilli. Sccretario GencralIcA. D r . E d u a ¡ d oA l d a n aV a l d é s. lsesor de Ia Junta Oi¡cctiva. ¡l.

(4) 8.. GE¡€RAL DE I.A GENTTCIA COIITEASESOR. Dr, Fern¿ndoGórez loncayo. G e r c n t c6 c n t r a l. Dra. llorella Rossi dc i¡zzilli. Secretario Gcneral. I)¡. J a i r o U c l á s q u e z8 .. O f i ci n a d c P l a n c a c i ó n. D ¡ , F a b i o R o d r Í g u c zf. E d u c aicó n y C a P a c i t a c i d n. 0r. Pedro León Gdrez. S u b g c r c n t el n v e s t . Y T r a n s f .. 0r. Jaitc Tria¡a R.. S u b g c r c n t eF o r c n t o Y S e r v i c i o s. Dr. Eduardo La-Rotta R .. S u b g e r c n t eA d r i n i s t r a t i v o. a. RS EGIOTATTS GERETTE. Dra. Ruby lo¡doño ll.. G c r e n t c R e g i o n a lU n o. 0 r . C l a u d i o A c o s t aS '. G e r e n t en € g io n a l D o s. D r . t d u s r d o E . F u c n t e sl .. G G r e n t eR e gi q n a l I r c s. D ¡ . S e ¡ q io C o r r t a P .. G c r e n t e R e g i o n a lC u a t r o. Dr. IanuelJ.0calpo C.. t . R € g i o n a lC i n c o Ge¡cn. 0 r . P e d r ol e I G o n r á I c z. G e r e n t eR e q i o n a lS ei s. D r . J o a q u Í nl o r e n o I .. G e r e n t cR e g i o n a l S i e t e. 0¡. Carlos A. Rorán tl.. G e r e n t eR e g i o n a lo c h o. Dr. Rafael Estrad¡ R'. G e r e n t eR c A i o n a lI u e v e. It¡.

(5) D.. ¡ SECCIOT J E F E SO E D I V I S I O I Y. -). 5. I. ST U A L É S O I Y I S I O IC U T I I V OA. tuloz 8. 0r. DoRArcE. S c c c i ó nA r r o z S e c c i ó nt a f z y S o r g o S c c c i ó nL e g u r i n o s a sy 0 l e a g i n o s a sA n u a l € s S e c ci ó n C e r s a l c sl e n o r e s. Dr. DarÍoLealionsalre 0 r . F e r n a n d oA r b o l e d a 0 ¡ . G il b e r t o E a s t i d a s 0|^. Rod.igoSritto. - DIVISIO]ICUI.TIVOS IIIOUSTRIALES. D r . P A B L 0S U R IIIC A C . Dr, Dr, 0¡. 0r.. Sección Algod6n Sección Cacao S e c c i ó n 0 l e a g i n o s a sP e r e n n e s S e c c i ó nF n u t a l e s. Angel lcndoza Franci sco 0carpo oscar D. Ji¡énez Julio C. Ioro. 0 ¡ . S i l v i o S c l a l c á z a r( t ). _ O I Y I S I O IC IPTIS I U T T I Y OI ISI J I T S e c ci ó n C a ñ aP a n e l c r a S c c ci ó n Y u c ay l a r e S e c ci d n P l á t a n o S e c c i ó nC u l t i v o s A s o c i a d o sy f i q u c Sección Paga S c c ci ó n H o r t a l i z a s S e c ci ó n l a b a c o. - D I t l I S I ( ) TD I S C I P L I T AASG R I C O L A S. 0r. 0r. 0r. th. llr . Dr. Dr.. l-ufs lcjÍa José l. Luna AI f o n s o l l a ¡ t l n e z Josú H. Iobón Arrando Rodríguer J a i r c 0 s o ¡i o Pablo A. xorrno. IUllt VAnr. Dr. FERilAIDO. sccción Entorologia S e c c i 6 nF i t o p a t o l o g í a S e c c i ó nF i s i o l o g Í a V e g c t a l S e c c i ó nG e n é t i c aV e g e t a l S e c c i ó nS u e l o s S c c c i ó nl a n c j o d e A g u a s S e c c i ó nl l a q u i n a r i a A g r Í c oI a S e c ci ó n P r o c e s o sA g r í c o l a s. D r a . I n g c b o r g Z c n n e rd e P o I a ¡ i a D r . G u s t a v oG . a n a d a 0n. ca¡los Ro¡ero 0r. ta¡i o Lobo Dr. Jaire lavas 0r. Antonio Fo¡rro 0 r . L a u r e a n oG u e ¡ ¡ e r o 0 r . F e r n a n d ol o ¡ e n o. DIftslolt 0t 00l,nt0s. 0 r . L U IS l R l t G 0 i l t r 0. S c c c i ó n6 a n a d od c G a ¡ n e S c c c i ó n6 a n a d od e l e c h e Sección Gaoado0oble Pnopósito S G c c i ó nP a s t o s y F o r r a j e s. 0r. D¡. 0r. Dr. lv. Alva¡o Ca6t¡o L u is l é n d e ¡ llYaro Charry Pablo lendo¿a.

(6) - DIUISIOI OT ESPECIES ITIORES S e c c i ó nl v i c u l t u . a Sección Porcicultura S c c c i ó n0 v i n o s y C a p r i n o s Sccción Cunicultura y lPicultu¡a. . O ISIOi DE DISCIPLIIIAS PECÜARIAS Secci6n lutrición Ani¡al Scccidn Fisiologla y Gcnética Sección lsd, Yct ' Preventiva S e c c i ó nE n f . Y c s i c u l a r e s Sccción PatologÍa lniral Secci6n licrobiologfa. - 0rvtsroil0r cElTnos Y tsTAcl0its Sccción lencjo dG Crntros Sección Adecuaci6ndc Ccntrot Producción Corcrcial. D¡. A[BERI0IOICADA8. DrDr. D¡. D... Héctor Alvarcz Arnobio l-ópcz Alfonso ¡ara¡jo llcnry BoniIl a. Df . FCRIAiOOllLltft¡E D¡. 0¡. D¡. 0r. Dr. 0r.. A.. lar La¡edo R¿¡n¡ndoGutié¡¡ez I€stor Pcña J¿iro ftocha lléctor Gonzálcz Gustavo R¡vc. 0r. Luis llfonso Rrst¡epo 0n. Gu¡trvo Jaller Dr. Iau¡icio Gonzálcr 0 r . C a e l o sS i l v a. - DIVISIO¡ DE APOYO IECiICO Sección Estadfstica y Bioretria Sección Econoria Agraria Sección Co¡unicacidn Ru¡al. D¡. 0rlando la¡tlDez l. Dr. tlóctor H. lurcia Dr. Jorge t. Plara l.. OIVISIOIIDT,SEIILLAS. 0r. AL[JAIDn0ftrc024 0,. S e c c i ó nC ¿ r t i f i c a c i ó n S e ¡ i l l a s S a c c i 6 nF o r e n t o S c ¡ i l I a s S a c c i 6 nL a b . l l ¡ 1 . S e r i l l a s. 0r. Isrio luñoz 0r. Fcrnando HCiaro P. 0r. Jorgc Suárrr. - 0IltIsI0t lxslttosAGRIcotts S e c c i ó nP l a g u i c i d a s S e c c i ó nF c r t i l i ¿ a n t e s y S € r iI l a s S e c c i ó nA p l i c a c i ó n l n s u ¡ o s A g r i c o l a s S e c c i d nP ¡ u e b a sd e E f i c i e n c i a S c c c i ó nt a b . t e l . I n s u ¡ o s A g r Í c o l a s. 0 r . P A B L 0C t A V I J Ol . Dra. lartr I. Eeccrra 0r. Libardo llándcz Dr. Hu.berto Parra Dr. Carloe A. lo.ales 0 r . C a r lo s S a l c e d o.

(7) D r . E d g a ri a ¡ t f n e z 6 .. - OIVISIOflSAIIOAD VIGEI AT S c c c i ó nl a n e j o I n t . d e P l a g a s Y Enferredades S e c ci ó n P r o t e c c i ó n S a n i t a r i a a I Cafeto S c c c i 6 nd e I n 6 g e c c i ó ny C u a ¡ e n t c n a S c c c i ó n I n f o r r a ci ó n y V i g i l a n c i a E p i d e r i o l ó g ic a S € G c i ó nD i a g n ó s t i c ov c g e t a l. - O I U I S I O ]SI U P E N Y ¡ S IA OSI I S I E I C I A IECIIICAAGR0PECUARIA. 0¡. Ra¡iro Gó¡cz D r - R o b c r t oJ u r a d o. D¡. 0r. 0r. 0r,. Áricl G6¡ez H e ¡ r a nG o n z á I c r S a a t o sG d n g o r a Javi!¡ C.uz. 8' 0r. RAfAtl' R00RI60EZ. - OMSIOI| IXSUI0SPECUARIOS S e c c i ó nD r o q a sy E i o l ó g i c o s S c c c i ó nA l i r e n t o s y l a t . G e n á t i c o S c c c i ó nL a b . X a l . I n s u ¡ o s P e c u a r i o s. 0 r . S a l o r ó nl a r i n Dr. Joséllaría Segura Dra. Luz A- Cruz d¿ tirbina. L. AYOllAXRlQUE Dr, GUSI. AIlllAt SAIIIDAD. 0r. Dr. D¡. 0r. 0r. Dr.. S e c c i ó nC o n t r o l F . A f t o s a S e c c i é nC a r p a l a sS a n i t a ¡ i a s S e c c i ó nl n s p e c c . y C u a . e n t e n a sección centros de 0iagnóstico S e c c i ó nF r i g o r í f i c o s E r p o r t a c . S e c c i ó nE s t a c i 6 n C u a r e o t e n a r i a Sccciónlnfo¡ración y Yigilancia tpideriológica. - Dlllsloll. 0r. Raúl Aristizábal 0r. Horcrolo'a. H. Dr- ilECf0REERIUDEZ. S e c c i ó nS u p e r v i s i ó nA . I . A . S c c c i ó ¡ P l a n c s P r o d u c c i ó nA g r i c o l a secció¡ SuDlrv. A,l.P. S e c c i ó nP l a n e sP ¡ o d u c . P e c ú a ¡ i a. - oMSIOI. ora. Ligi a ¡úñez. H u g oS á n c h e z Jaire Cárdenas Jaile Cadena José Pé¡ez Jorge A. GarcÍa L e o p o l d ol a r t i n e r. 0r. José I. Pa¡cdes. Dr. ClR0 IILLAiIIAR I.. CAlPESlt0 DESARn0LL0. S e c c i ó nS i s t e r a ¡ d c P ¡ o d u c c i ó n S e c c i ó nP l a n i f i c ¡ c . y S c A u i r i c n t o Sccción CorponenteSocial S ü c c i ó nC t I l Á S e c c i ó nP r o y e c t o sE s p e c i a l e s. v¡. Dr. lanu.l Yillota D¡. llestor C¡stro Dra. latild. Ouiceno Dr. Jorge Jara¡illo D¡. Ca¡Ios Co¡tés.

(8) G. lu¡02 r-. OIYISIOTOIYUL6ACIOT. 0r. llLlol. S c c c i ó n P l a n e sC o r u n i c a c i ó n Sccción Producción de lledios. Dr. Éernardo Pclla 0 ¡ . F e r n a n d oP a r d o. ST G I O I A L E S O I Y I S I O ¡E S I U D I ON. 0r. RAIIR0 0R0ZC0L.. S e c c i ó nA n á I i s i s d e P r o Y c c t o s S e c c i ó nt ¡ t u d i o s D e s a r r o l l o A g r o p .. D¡a. tohora J. DIaz 0 r . R o d r i g ol a s c ó n. OIYISIOI OE PERSOTAT. 0E I . R00RIGZ 0 ¡ . J O R GE. S e c c i ó nR c g i s t r o Y C o n t r o l Srcción Selecc. Y Clasificaci6n S e c c i ó nB i e n e s t a r S o c i a l. Dr. Jorgc t. LóPcz D r a . R o s aL Í . B e l l o Dra. Clara Inés R€tes. O I Y I S I O IF I I I A I I C I E R A. tÉOt CRUZV. D¡. ADOLFO. Sccción PresuPuesto S e c c i ó nC o n t a b i l i d a d S e c c i ó nI e s o r c r i a S e c c i ó nC a r t e r a S e c ci ó n I n t e r v e n o i ó nF . R . T .. 0ra. llanta Ca.argo i llarón Dra. Clerenca Sr. José J' cotredoc 0r. fc¡¡an RarÍre¡ (E). O I V I S I O IS T E R V I C I OGSE T E R A T E S. 0. D r . J O S EE L I I I SS I T R R A. S e c ci ó n A d q u i s i c i o n e s Secci6n Alr¡rcncs S c c c i ó nS e r v i c i o s A u x i l i ¡ r e s. D¡.0rlando Fernándoz 0r. Guillcr¡o Alfaro D r . F r a n ci s c o Á y a. DMSIot 0t c0IsfRUCClo¡ES. l. 0r. HERllll YELASqUtZ. Secció¡ 0i3eñoc Interv. Slcción lant. Inlucbles. Dr. Rafael AviIa Sr. Gerardo Oíaz. D r a . E s p ! ¡ a n z aP e r d o l o. . O F I C I I AJ U R I O I C A. D r . t t I E C E RA R G U E L L 0. Y c0rlRol" - 0FICIIA 0R6AIIZ^CI01| OPERACIOITAL. A. nu8I0 D r . cARLoS. - OFICIXA ICA_8IRF COORD.. A[^ncotl. D ¡ . rrRlQUE J 0 S Él a . J I i É r t Z. - 0FIGIIAC00nD.Pn06n.lcA-usDA. vr I.

(9) CONTENTDO Pági na. l-. 1 . 1.. r.2.. INTRODUCCION. I. G E N E R A L I D A D E. S. . . . ' METODOLOGADE ELABORACIONDEL PRESENTE. I. P L A N .. . .. 1.3.. DE LA INFORMACION. PRESENTACION. ¡r. 6. {.,.. PLAN DE ACCION. 2.1. 2.1.1. 2.2. 2,2.1.. D E S A R R O L L ION S T I T U C I O N A L . . . . . . Educación y CaPacitación..'.... í .i. lo. Programas Agrícolas. 18 18. AjonjolÍ. 18. INVESTIGACIONY TRANSFERENCIA.. I. I I. ¡. lo. Caña Panelera..... '. 2l. Cebada .. 22 23. Cocotero Cultivos. Asociados Y Fique.. tq.. 26. Fríjol ... Frutales Hortalizas. 28. Lenteja y Garbanzo. 30 31. MaÍz ... 32 33 35. Maní .... Palma Africana. .. '.. Papa..... vlll. i.

(10) Página. 37 38 39. Plátano. . . . Sorgo. . Soya.......... ¿lU. Tabaco.. t¿ 43. Trigo ... Yuca y Ñame. 2.2.2.. 45 45 46. Disciplinas Agrícolas.. Entomología Fisiología. Vegetal. -. 4t. FitopatologÍa. t8. Genética.. Suelos.. 50 51 52. Programas Pecuarios. . .. 5t,. Manejo de A g u a s . Maquinaria. 2.2-3.. Agricola. Abejas. Aves. . .. 55. Bovinos. .. )o. 58 58 59 6l 62. Caprinos. Conejos . . ' Ovinos . Pastos Y Forrajes ' Porcinos . . 2.2.1.. DisciPlinas Pecuarias ' Enfermedades Vesiculares' Fisiología Y Genética '. 6l+. Medicine Veterinaria Preventiva"""'. 65. Microbiologia. D/. Nutrición. 68 69. Animal. .. Patología An i mal.. l¡. I. 63 63.

(11) Página. 2.2.5.. 70 70 72 73. Apoyo Técnico...... Comunicaciones. . . . . Economía Agraria. Estadlstica. y Biometría.. 2.2.6.. Centros y Estaciones.. 71.. 2.3. 2.3.r.. FOMENTOY SERVICIOS.. 75 75 75. lnsumos Agrícolas " Aplicación de lnsumos Agrícolas....... Plaguicidas. Fertilizantes,. Y. 76. Semillas . Laboratorio. 2.3.2.. Nacional de lnsumos. Agrícolas y Pruebas de Eficacia'....... 78. Sanídad Vegetal.. 79 79 80 81. Diagnóstico Vegetal. lnformación. y Vigilancia. Epidemiológica.. lnspección y Cuarentena Vegetal... '... Manejo lntegrado de Plagas y Enfermedades. Protección Sanitaria. al Café.. 82 83. 2.3.3.. Semillas. .. 85. 2.3.4.. lnsumos Pecuarios.. 86. 2.3.5.. Sanidad Animal.. 88 B8. Campañas Sanitarias. Proyectó para el Control de la Fiebre. 2.3.6.. Aftosa en el Paí2.. 90. Otras Actividades de Sanidad Animal ..... 92. Supervisión de Asistencia Técnica Agropecuaria.. 2.3.7. 2.3.8.. Desarrollo Campesino. Divulgación. .. 9t, 96 100.

(12) Pógina de Estudios Regionales.. 2.3.9.. División. 2.4. 2.4.r. 2:4.2. 2.4.3. 2.4.1... .. .. ADtrlNlSTnAcloN.. 2.5.. 103 10¿. Servicios Generales. . División. 101. r05. Financiera.. Personal.. 106. Constrr¡cciofies.' ... ... 107. FINANCIEROS.... REQUERIHIENTOS. ro8. x¡.

(13) I.. INTRODUCCION. de dirección de sistema Corresponde aI y conducir el planificar una institución, las acciones de Ia entidad en su coniunto' si se quiere garantizar el cabal cumplimi'ento funciones que le corresponden y de lai que los objetivos y metas se logren con el más racÍonal uso de los recursos'. 1.1.. GENERALIDADES.. Dentro del sistema de dirección del lnstituto colombiano Agropecuario' ICA, corresponde a la Oficina d'e Planeación la programación, seguimiento y evaluación de 1as actividades que eI Instituto como o conjunto debe desarrollar, señalando los requerimientos la ejecución humanos, físicos y financieros necesarios para. unidad de para. mlsmas. Las. determinar. manera. oPortuna. realizando. en. Ia. y. previendo. instrumentos se. recursos. si.. los. y. suficiente,. forma. los si. prevÍsta. y. están. las. indispensables. suminÍstrando. actividades. si. se están. esta. función. se. de. están. logrando. los. efectos esDerados.. Sii. embergo,. el. cumplimiento. de. no. significa,. de Io como Pudiera desprenderse de la interPretación literal expuesto, que es 1a oficina de Planeación la responsable de.

(14) Es fundaqué es Io que el lCA debe hacer o no hacer' que en el diseño de Políticas ' mental tener plena claridad en 1a definición de las actividades a realizar y en la planificay 1a particiPacÍón ción operativa, debe dominar 1a iniciativa. definir. de los profesionales de la lnstitución, que ellos tienen de los problemas Su. b). y de. actividades. las. selección,. de. capacidad. a. interpretación. e. ejecución. deben llevarse. que. Productores y de agrícola o Pecuario'. los. de. producción. proceso de. del. problemas. los. a) El conocimiento. dados:. contribuír. cabo Para. a la soluclón de esos Problemas' planteamientos. Estos. a. la. práctica. gobierno. en. eI. llevar de. 1o que. eI. muy. son. momentos en. en. se. y. paÍs. importantes. ICA considera. quiere. y. un. que se inicia. más urgente. y. útil. nuevo. proPuesta. una. presentarle. querido. han. se. de. realizar. periodo de su mandato, en materia de investigación' prestacÍón de los servicios necesarios para y transferencÍa durante el. eI fomento de la producción agropecuaria colombiana' pena anotar. Vale la en. aquÍ. señalado,. momento histórico. el. aI. que adicional. este plan. deseo de exponerlo tiene. la. especial. cuatrenlo' característica de ser el Primero que se elabora para un orgánica definida Para eI ICA reclente estructura bajo Ia que se cuenta en eI Decreto 7174 de 1984 y en momentos en los cuales con otros planes de mediano y de corto Plazo a el. lnstituto. en. eI. de. ha. dedicado. grandes. esfuerzos como lo. han. sido. eI Plan Nacional Primer caso, el PLANIA, el PLANTRA' eI Plan de Control de la Fiebre Aftosa ' Rehabilitación,. elPlanNacionaldeSanidadVegetal,etc"yenelsegundo' eI PIan Operativo 1986. Otro. hecho. con. Ia. en. forma. cierta. elaboración. de. este. nuevo Plan. que y. se da. que. debe. simultáneamente considerársele. como un Punto o término de r e f e r e n c i a a d i c i o n a l a l o s a n o t a d o s ,.

(15) es. que. de. Oficina. Ia. det. Planeación. Instituto. el. con. apoyo. directivas que 1e han brindado Ias directivas y especialmente las la Regioy los profesionales de lnvestigacíón y de Fomento de panal 4, ha iniciado en forma más sistemática que en ocasiones d.ebido entre otras. sadas, quizá. consultoría. de. una. la. puesta. marcha. en. la. eval.uación de obtengan. contratada una. las. metodología. de. seguimiento y. de. los. resultados. actividades. del. lnstituto'. programación. 1986 con. en. de. razones a la orientación recibida mediante el Convenio ICA-BIRF' y. que. se. Todas. de la "situaciones coyunturales" que se dan alrededor tenidas formulación del presente Plan de Acción, esPeramos sean como en cuenta en el futuro inmediato tento Por los directivos del Sector por los técnicos del ICA y de otras instituciones é s t a s' q u e para que se entienda aI interÍor y al exterior de. estas. alelaborarlonosedesconoceelvalorquetienenydeben tener tales planes para eI desarrollo del trabajo del tiene. asi. como no. se. se. presenta. responda. lnstituto'. pretensión de que el Plan que aquí de su tanto desde el Punto de vista la. elaboracióncomode]desuutilidad,alosinteresesdetodas en usuarlos las personas que de una u otra forma se constituyen Sin embargo sÍ se asPira a que de las acciones det ICA. y concretamente los interrogantes: eI mismo resPonda clara próximos En qué, por qué y cómo pretende trabaiar el lCA en los cuatro años, dentro del marco que las nuevas situaciones señal.adas le determinan. Por tanto,. los. objetivos concretos que con este Plan se esPeran. lograr pueden slntetizarse enl a). a de medio de información Que sirva sobre los niveles, todos a lnstituto. desde el. punto. de. vista. ICA en los p r ó x i m o s c u a t r o. técnico años '. se. los. directivos. del. las. acciones. que. propone. realizar. el.

(16) It. D,,. Que les sirva como el más imPortante marco de referencia para definir el sentido en que debe orientarse e1 desarrollo de cada Sección y con base en éI elaborar Las programaciones de actrvidades al. deberá realizat sido. como ha. y. PresuPuestales que cada dependencia comienzo de cada Duevo año de labores, y. metodología de. siendo la. seguirá. trabajo. por 1as dePendencias de planificaclón deI gobierno (OPSA) y (DNP), del Ministerio de Agricultura. trazado central. del Ministerio de Hacienda. Sea ésta la desde. a. ahora. que. anuales. vez solicitar. a la. elaborar. responsables de. funcionarios. los. y. aclarar. para. oportunidad. el. bren,. si. Presente plan puede estar elaborado basándose más en €1 conocimiento que los técnlcos tienen sobre la problemática de la producción agropecuaria y menos en la discusión de tales problemáticas con los productores' al hacerse las programacrones programaciones. estas. que. detenimiento y los. PLANTRA y. productores. y. Problemáticas aquí planteadas en otros planes. las. que en. con las otros. el. las. requlera. expuestas con. ahora. como ei. se. con. confrontar. necesario. será. mencionadas. anuales. su de. usuarios. momento expongan las. acciones. del. TCA. ^l. al camino Que les sirva de marco orientador en cuanto que debe seguir. cada dependencia para trazar las estratede gias a utilizar Para colaborar en la consecución Ios recursos que desde este momento se contemPlan en este. como adicionales. plan. Esto. dispondrá ' adicionales lograr sección, precios. las. a. los metas. se. clarifica. disponibles y. los. consid.erand.o que constantes '. a. ha. aquellos diciendo en. 1986 y. venido. los. que. cuales. los. se. recursos. necesarios para. Por cada en ICA ' PresuPuesto dei disminuyendo en los cinco. objetivos el. de. indicados.

(17) como. conseguidos Por el lnstituto y con la participación iniciativa. por. decir. es. mismo,. PIan. este. en. señalados. ser. deberán. indispensables,. en términos prácticos,. Por 1o tanto,. adicionales. recursos. esos. años. 1986.. de. al. igual. supuesto Posible será eI de q.ue será eI presupuesto del lnstituto,. mejor. próximos. los. en. el. años '. últimos. de Ias distintas dePendencias. Para. finalizar. Plan. la. det. ICA. hacen. relación. con. las. técnicos en. para. necesario realizar agropecuario. y. que. funciones ello. comPeten es. éste. a. deL pais. desarrollo. al. del sector. desarrollo. al. contribuír. mediante. este. ProPuesta que los gobierno sobre lo que. nuevo. al. trene. que. la. constituír. de. expectativa. decirse. puede. punto. este. y. aI éxito de la gestión del nuevo gobierno.. DE ELABORACIONDEL PRESENTEPLAN. METODOLOGIA. 1.2-. Haciendo. el. presente ICA. del. en. de. todo. del. ICA. de. nació. Mayo. de. tomó a. del. Comité. En. decisión. la. de. Pertinentes'. esta. el. fín. de. que. la. idea. los. ParticiParon iniciar. la. de. de. la. se recibió del. de. los. División. Gerencia. del. elaboractón. Planeación En Abril. Nacional. además Jefes. los. elaborar. de. Comité de. el. Marzo/86,. proveniente. acción. cual. el. en. reconocer. Directivo. Comité. t Il. evento. de. Oficina. la. actividad.es. adelantar. en. 1985,. I n stit uto.. el. encargando d.e Ias. Plan. propios. miembros. decirse. debe. el. con. remembranza. de quién,. cada. de. méritos. poco. un. mismo'. coordinación una. solicitud. Vlceminlsterio. de. Agricultura.. Para. elaborar. el. PIan '. Ia. Oficina. de. Planeación. estructuró.

(18) 6 una. ProPuesta de. contenido Y. del. procedÍmiento. a. segulr '. fue aprobada en Comité de Gerencia y establecia básicael conocimiento mente que cada Jefe de SeccÍón del Instituto' dado y ia colaboración que que tiene del camPo en que trabaja escribiera podÍa tener de los técnlcos de su dependencia' que buscarÍa la problemática de su cultivo, esPecie o disciplina' que se resolver en ]os próximos cuatro años; los objetivos las metas 1as estrategias que utilizaríai proponía alcanzar;. la. cual. imPacto que buscaba Producir' y finalmente 1986 que estimaba los recursos adicionales a los disponibles en poder cumPlir con la Propuesta que estaba necesarios para que se trazaba;. el. formulando. ser envÍada a1 Jefe de División correspony aprobación y luego envíada por diente Para su revisión los mismos fines qui'én éste aI Subgerente correspondiente Para A ésta a la Oficina de Planeación' deberÍa hacerla llegar de toda Ia información correspondía el estudio y consolidación generada y su concretización en un documento'. Tal. 1.3,. información debla. DE LA INFORMACION' PRESENTACION. ConsiderandolanecesidaddePresentarsolucionesParauna es conveniente elaborar especie en su cÓnJunlo y Por tanto que ' se consideró planes Para las esPecies agrÍcolas o Pecuarias información toda la de integrar posibilidad la inicialmente que trabaia el lnstituto' reclbida bajo los cultivos y esPecies en diversidad de acciones pero por el corto tiemPo disponible y Ia quesellevanacaboencadarenglón,seoptóporresumir en los tóPicos información suministrada por cada Sección la impacto' metas, estrategias e problemáti.ca, objetivos, de.

(19) 7 información. la. tanto,. Por. presenta. se. estos. en. discriminada. cada Sección, e n q u e i n t e r n a m e n t e e s t á o r g a n i z a d o ordenando éstos en secuencia alfabética.. aspectos para eI Instituto,. que. Es. obvio. Ia. información. información La. Esta. la. llue. puede original. de. necesidad. suministrada. informaci.ón. Programa. dada. ser. Por de. puede. 1as. ser. permite. al. mínimo se. S e c c l o n e s'. interés. resPectivo o por la Oficina. presentaci.ón. reducir. Para. ha. algunos por. sumi'nistrada. Ia. posible excluido lectores ' Sección-. de Planeación'. identificar. cada. dependencia. del. de PaPeI que ellas cumPlen dentro 1a entidad como Piezas fundamentales para la genera-ción y soluciones tecnológicas y los servicros que entrega de las AsÍ se entlende Por qué el ICA demandan los productores. lnstituto. y. visualizar. eI. requiere de las dependencias y de los especialistas que tienc (y que le faltan ) 1o mismo que sus necesidades y por tanto las demandas que Presentan. Los. recursos. que. el. lnstitutó. requerirá. en. eI. período. 1987-. 1990 para cumplir con el Plan de Acción que propone' se presentan en el último capítulo del documento'.

(20) 2.. 2,I,. -. PIAN DE ACCION. THSTITUCIONAL. DESARROLLO. Probl.n{tlc!.. sl bien cl ln¡tltuto he logrado cn los úItimos allos tmportante6 définictén avenc€c cn lce Cre¡¡ de 6u or¡anizacfón, dc h de sus polftleeo, de le eon¡eeucfónde reeur¡o¡t ete.' ¡ctuelmente enfrente fundcnenteles limitéeion€E qu€ e. RseelÉ11o ÉuPÉrar cn el nedl¿no plcao y que pued€R rcsumir¡G en los Elguiente¡ puñtoot. ¡). Dcflclcncia PrcruPucrtal.. L& dcflcfentc aslgnaclón de recur¡sg pfovenlcnteEdel presupueeto neeional egraveda por 1c permanentefelta de flulo de fondoc de lc Tesorcrle Generel de la Repúbliea,ademéede loa perjulelos obvios, hc oblrgedo cl ln€tituto a de¡tincr loe pocoe feeur€o8 É€€ibidosdcl Teooro Nccionel y too provenlenteFdc 5uÉ reeurgo€ propieg e ateRdef les servlefoe personalesy 1aF tren6fereneíae de loE funéienéfi60, 1o euel he llmitedo arln md¡ el decarrollo de leE eeüividedeoprapies d€l lnstltuto, De otr¡ p¿rte' €¡t¡ eitueeién .€ ha r€fleJédo tembién cR 1a llñtfcdc rpropicclón dc l¡¡ contraP¿rtidct p!re lol eompromiaos dcl lcA y por conolguientcpafr la aprobacióndc lo¡ Acuercloe d€ Ga5to6. Dc Enero a Jul,lo/l!, por cJcrnplo, sc aproPló tan Par6 el crédito ICA-BIRF y sólo el 71t, dc la contrrprrtidt.

(21) 9 se acordaron el 2.5% de los gastos programados' Ia. fraccionamiento de. El. se. PresuPuestal que. cuota. alaslnstltuclonesenunaPartidalnicialyotraadicional' instr'tucional por cuanto es otra seria limitante. asrgna. Tesorería. como la. Generalde]aNaciónacuerdagirospordoceavasparte5del meses del año siempre en los primeros apropiado, presupuesto y en flnancieros marcacla escasez de recursos se ti.ene una m e s e s' q u e e s en los últimos cambio se tlene una congestión los adicionales'. cuando se asÍgnan. de. Planta. la. de. Congelación. b). Nómina. la. de. Personal. del lnstituto. básico es el personal Dadas las funciones del ICA, su instrumento 1a congelación de Ia adecuadamente capacrrado, Por 1o cual iderablemente de personai y de 1a nómina afecta cons planta de. cumplimiento. el. toda su dimensión (6.400 cargos) no y. qu€ por. el. en. se contaba. en. Diciembre de. que. alta. se han. mencionar. se. ha. contrario. qüe. aquí la. al. que. lg82 se ha. planta. esa. aumentado en. se ha. planteamiento. Este. funciones '. sus. debilÍtado pasado a. los ya. de. toma. personat. últi'mos 18. años. que de 5'796 con. 5'531 que. se tenían. Adicionalmente es necesario mencionar migraeión del personal capacitado y las dificultades prima tenido desde 1984 para la creación de una 1985.. que permitiera soluci.onar este problema'. c). lnternos' Restricción a las lmPortaciones e ImPuestos. Para'el mente Centros. e t ICA requi.ere ineludible1os y materi.ales Para equiPos. cumplimiento de sus funciones' de. la. imPortación. Experimentales,. de. laboratorios. y. oficinas. de. comunrcación,.

(22) 10. en eI país que. rable. diferentes sufragar. restricciones. Las. otros.. entre. impuestas. como las. al el. lCA,. y. Instituto'. a. los. los. imPuestos. limitan. aI. 1985, unidas y. exlstentes. imPortaciones. las. licitaciones. Ias. demandan. en. a. tÍempo consideen. entidades. el. M. trámites. que. como el. grandemente. debe. desarrollo. de. sus actividades '. d). Modelo lnstitucional.. EI. ICA. es. un. establecihiento. público '. descentralizado. según. Se rige por las práctica' Pero no del todo en la de funciones normas de los e stablecimientos públi'cos encargados cuales no siempre se comPatibilizan con administrativa s , las ífic a ' las funciones y necesidades de una entidad técnico-cient. la. Ley,. AsÍ. mismo,. por. su. naturaleza. jurídica'. el. ICA. está. sujeto. Ia señaladas por incompatibilida de s e inhabilidades y adminisLey, en especial en lo relacionado con la contratación De otra Parte, eL ICA presenta un exceso tración de personal . a. las. defuncionesdediferentenaturalezaquecomPitenentresí por escasos recursos' además de que muchas de ellas. resultan. antagónicas dentro de la lnstitución' Laentidadtieneresponsabilidadessobreunnúmeromuygrande múltiples áreas de especies agrÍcolas y Pecuarias y trabaja en prioridades asignade apoyo a la producción, que aunque tienen eI punto d€ das, no reciben el apoyo que requieren desde Gobierno' vista de la asignación de recursos Por Parte del De lo del. se desprende que para realizar las actividades modelo m¿is seria restrlccrón Ia constituye el actual Su organización y administración no son compatibles. anterior. lCA, Ia. institucional..

(23) I1. de. investigación. la. de. Y. requisitos. y. prestación. de. de. servicios. los. ejecución. de. procesos. fomento. producción.. a la. e). c aracterÍstica 5 ,. las. con. Aspectos Administrativos.. en aPreciable magnitud Ia administración la agilidad del Instituto, Particularmente en lo que se refiere a Concretamente se pueden señalar aquí con que debe trabajar. las siguientes liúitaciones' por su singular importancia:. Todo lo anotado dificulta. Programaciones anuales y en los dos de presupuesto, acción que se ha intensificado acclones de últimos años, no ha sucedido lo mismo con las último año seguimiento y evaluación, las cuales apenas en el de manera sistemática y consistente con Ia se han iniciado. Sí. bien. se. slempre. han. elaborado. programación. proceso Prog ram&ción-seguimientorequiera evaluación, el ICA debe hacer todo eI esfuerzo que se a fín de que a Ia mayor brevedad se desarrollarlo, para dlsponga d'e un procedimi-ento y unos lnstrumentos operativos Dada Ia. imPortancra del. gran. una. q.ue permitan. a nivel nacional'. del lnstituto Los. sistemas. cuales. 5e. acertada. adquisición,. de el. rige. orientación. y. técnica. económlca. regional y loca1' frscalización. ICA como entided. y. pública,. Por los concuerdan. control no. técnico-ci en t{fic a puesto que tiene que ejecutar investigación, transferencia y fomento en aspectos. con su naturaleza proyectos de. fisico-biológicos , que d,emandan un tratamiento Para. cumplir. las. funciones. que. le. esPecial'. corresPonden. se. requlere.

(24) 12. personal buenas. altamente. de. facilidades. acorde con. 5u. eI. capacitado' trabajo'. preparación'. La. cual debe falta. contar. además de tener. una. con. remuneración salariales. de incentivos. ha incrementay de facilidades de oPerativÍdad para los técnicos' do la migración de profesionales calificados' carecen de un adecuado En general todas lao acti'vidades del ICA Por nQ disponer de equiPos de proceso de sistematrzacÍón' realizar manualmente procesamiento de información es necesario conlleva exceso de trabajo la mayoría de los trabajos, 1o cual demora en Ia entrega operativo' reducida caPacidad de análisis' de una adecuada de resultados, etc. ' todo ello en perjuicio de Ia entidad' y oÉortuna toma d'e decisiones para el manejo. -. Obietivos.. En el período 1986-1990 el ICA se proPondrá: a). lncrementarSusfuentesderecursosProPiosconmlras Presupuesto Nacional dependencia del su disminuír a personal' de inversión' y a solucionar así sus problemas de etc.. b). en otra u lnstituto del reestructuración requerida para instituciones con la especialización. Conseguir otras. la. reilizarinvestigaciónytransferenciayParaprestar producción servicios de fomento a la los nacional.. Este. objetivo. es. esencial. Para. y Para administrativas efectiva y eficientemente con sus funciones'. actuales. c). llmitantes. agroPecuaria suPerar poder. Estableceranivelnacional,regionalylocalunsistema. Ias. cumplir.

(25) y evgluacíón ágil y técnico de programación' seguimiento ,l de sus actividades ' decisiones administraAdecuar eI Proceso Ínterno de toma de realizaciones Io mismo que el de control de las tivas exigencias y necesidades reales en este campo' a las. d). del lnstituto. e). Sistematizar regional. Instituto. del. apoyar. a. miras. con. niveles. los. de. información. la. naci-onal. y sus. todas. en el cumplimiento dependencias haciéndolas más eficientes de sus funciones' i.. -. Metas.. se Propone:. En el próximo cuatrenio el lnstituto a). lncrement&r en. los. particiPación. Ia. lnstituto'. del. ingresos. sus. de del. recursos. propios. 26'3% registrada. en. f985 al ÁO%,en el cuarto año' b). Haber. logrado. finales. de. reestructuración. la. Ia. 1988 y. del. hacia. lnstituto. implertlentación de ésta al. terminar. el período que comPrende este Plan' c). AI. finalizar. PIan,. este. tener. en. pleno. funcionamiento. entodoellnstitutoelsistemadeprogramación,seguimiento Y evaluación de las actividades' d). y ponerlo en Primer año del Plan del segundo año' un sistema de toma Práctica a partir de las mismas de decisiones administrativas y de control. Diseñar. durante. el.

(26) r1 que responda a las necesidades del lnstituto. e). AI. finalizar. Plan. el. en plena operación el proceso. tener. de sistematización de la información del lnstituto'. Estrategias.. Es. obvio. que. las. diferentes. Por. tanto. las que. se. enseguida. para. seguirán. se. pueden. no. exPuestas. metas. las. que. estrategias. enuncian. ser. las. lograr rnismas.. corresponden a. las. distintas metas y obietivos Propuestos: de. ElevacÍón costo. Ias. de fomento con base en las agropecuarias;. tarifas otras;. de. creación. y. real). actuales. ampliación. (ajustándolas creación. imPortaciones y. de las. de. a. su. cuotas. exportaciones. explotaciones comerciales. en los centros exPerimentales; incremento de 1os convenios con gremios e instituciones nacionales e internacionales del sector. Contratación. de. concertación intra Amplia y. de. e interinstitucion aI .. participación las. participacrón. amplia. Consultorías,. de. los. dependencras del. universldades. gremios,. Gobierno. relacionadas. con. eI lnstituto. Mejoramiento de. respaldo. de. la. técnico y. i.magen institucional político. para. las. y. consecución. ProPuestas que. se hagan al Gobi.erno' Establecer un plan a corto y mediano plazo de capacitación.

(27) 15 y. motivación. los. para. funcionarios. lCA sobre aspectos. del. de programación, seguimiento y evaluaci'ón y de sistematización e informática. buscando. Procedimientos y métodos de trabajo su sistematización y mayor efÍciencia' los. Revisar. que Pautas flujo procedimiento y. orientaciones. Establecer. eI. estandaricen. y. reglamenten de. y. información. .. intrainstitucional. lttrpacto.. AI lograr las metas ProPuestas eI ICA contará con la financiación' operativided y autonomia necesarias para cumplir eficientemente en mucho mayor grado sus funciones, con lo cual contribuirá del y. que. lo. demris. como de la. ha. tanto. hecho,. productores población. al. desarrollo. de. los. campesinos. Personas relacionadas con eI agrol colombiana en general , Io cual redundará y. en un más rápido desarrollo del paÍs' Los. beneficios. que. procesos informáticos. se. obtendrán. del. ICA,. con. la. modernización. serán. la. información. de. Los. oportuna. para la toma d.e decisiones en la gestión administrativa' eliminación de esfuerzos y trabajo excedente en los procesos informáticos' disminución. y. eliminación. de. costos. causados. de planta para procesamiento de información'. Por. incremento.

(28) lo. 2.L.1.. Educación Y CaPacitación '. Problemática.. UnadelasfuncionesdellCAesPrePararycapacitarpersonal del sector profesional y técni.co Para su propio servicio y el limitantes agropecuarÍo; sin embargo, existen algunos factores esPacio físico intrainstitucionale s resPecto al recurso humano, otros de orden extrain stitucional ' recorte presupuestal y y del Programa como la congelación del tope de nómina, el cierre con el lnglés d.e Estudios para Graduados ICA-UN, dificultades insuficiente para los candidatos a universidades de habla inglesa ' funcionarios oficiales en coml'sión monto de las becas para deestudiosene]exterioryelmontodelapóIizaexrgida estudios' a los funcronanos como garantia Por su comisión de. Objetivos.. Convenio ICA-BIRF en el exterior y en , a n i v e l d e estudios de post-grado los programas de caPacitación no e l p a í s , Y reiniciar contemPlados dentro del mismo. Continuar. eI. plan. de. Capaeitación. del. IniciarlasactividadeseducativaScontemPladasdentro delconvenioMarcosuscritoentreellCAylaUniversidad Nacional en febrero de 1986' en Programas de caPacitación de cursos cortos a nivel exterior. Realizar el. y. en. eI. paÍs. en. coordinación.

(29) L7 con otras entidades nacionales e internaclona res .. Metas.. a nivel de Ph.D., 111 a nivel 80 funcionarios d e M . S . e n e l exterior y l+7 a n i v e l d e M . S . e n e l P a í s .. Capacitar. Realizar. 416 cursos. particiPantes. 6.21ñ. en. cortos. el. los. durante. País Para un total 4 años Y un total. de de. 172 participantes en cursos cortos en eI exterior'. Buscar el. incremento. de. los. las. de. rubros. becas Para. estudios en eI exterior.. Estrategias .. La. capacitación. se. a. dará. ni-vel. orientada primordialmente a adeiantar en el exterior Y en el PaÍs. A. nivel. de. No. Educación. Formal. de. con. actividades. entidades. de. nacionales. Formal. estudios de postgrado. se. los funcionarios de actualizar o adquirir tos en las áreas de su especialidad. Adelantar. Educación. da. a. nuevos conocimren-. coordinación e internacionales. existan convenios de cooperación técnica'. oportunidad. extrainstitucion al con las. cuales.

(30) 18 lmpacto Esperado. Es. apenas. obvio. que. la. capacitación. de. los. funcionarios. deI. de primer orden en el logro de la generación y transferencia de Ia tecnología necesaria para lograr incrementos agroPecuarras en la producción y productividad significativos ICA es un factor. del país.. INVESTIGACIONY TRANSFERENCIA.. 2.2. 2.2.L.. Programas Agrícolas. AjonJolí.. -. Problem¡ítica.. enfermedades' algunas Presenta como limitantes de control inadecuadas e inoPortunas prácticas de cultivo' falta de escasez de mano de obra y falta integrado de plagas, mejorada' equipo para cosecna mecánica, bajo uso de semilla ' poca asistencia técnica y problemas de comercialización. El. cultivo. -. Objetivos.. mediante Desarrollo de tecnologla agronómica y su transferencia variedades paquetes adecuados. Obtención o adaptación de nuevas y enfermedades' de alto rendimiento y resÍstentes a plagas que faciliten de cultivo de prácticas desarrollo Estudio y producción' los métodos de manejo y redutcan costos de -. Metas.. Recuperación de tecnológica.. áreas. de. producción'. Disminuír. la. Reducir imPortaciones y costos de producción'. brectra.

(31) r9 -. Estrategias.. variedades resistentes Realización de hibridación para obtención de de Precocidad' a enfermedades e lncorPoración de características paquetes de Desarrollo resistencia al volcemiento y otras' se fortalecerán Ias Para el sector tradicional tecnológicos. en fincas demostrativas y acciones de pruebas regionales ' en la definición de de agricultores involucrando más a éste Además se estimulará el uso de Ia tecnologia a generar ' semilla de buena catidad. -. lmpacto.. El. desarrollo. permitirá baja. dar. mayor. productivídad.. la. producción. de. trabajo.. y. de nuevas variedades. de EI. estabilidad A. aceites. al. tecnología apropiada' y mejorar la agricultor la. en Permitirá un cambio y tortas generando nuevos frentes actualmente contemPlado de cultivar. corto. plazo. Programa cumplirse en 1990' 35.OOOhas. Para exportación, porá. Arroz. -. Problemática -. para Ia última década Los incrementos en rendimiento del arroz altos rendimientos han sido relatlvamente bajos, debido a los más eficiente ya obtenidos, requÍriéndose Por 10 tanto un uso se necesita y racional d.e la tecnologÍa generada' para Io cual y políticas plantear estralegras de investigacÍón, transferencia crísis por la de gobierno que solucionen integradamente 1a por que atravi.esa eI sector arrocero causada esencialmente de la principal los altos costos de producción, consecuencia del cr¡Itivo' deficiente utilización de algunas prácticas de manejo a plagas En general , las limitantes de este cultivo se refieren densÍdad y enfermedades; problemas nutricionales del suelo; alta tardías aplicaciones inadecuada; fertilización siembra; de aplicaciones ínnecesarias de insecticidas y herbrcidas; de.

(32) n tener. sin. fungicidas. cuenta. en. el. económico:. daño. de. nivel. enemigos naturales; la baja resistencia genétiinsuficiente ca de las vari.edades; mal manejo de agua de riego e resistentes a plagas y enfermedades, número de variedades la. presencia. Io. que. obtigado. ha. para. años. dos. cada. de. liberar. a. equilibrar. una. nueva. la. pérdida. de. variedad de. arroz. estabilidad. de. patógenos' la resistencia genética de la planta al ataque de -. Objetivos.. lntensificar. la. suministro. eI. permita. que. financiaúienlo. con el correspondiente. inv€stigación. de tecnologia apropiada. y. suficiente. que incremente la producción Promover el cambio tecnológico y la productividad, acorde con los lineamientos del PLANIA'. para. -. lletas. componente genético de resistencia como elemento básico de producel manejo de enfermedades' Reducción de costos producción' lncorporación de áreas subutilizadas a la. Uso del para ción.. Promoción de una tecnología que usa Pocos insumos' ' del paquete tecnológico sobre tecnologÍa arrocera. Presentación Desarrollo. ldentificación d.e técnicas de manejo integrado de enfermedades' Promoción de zonas óptimas de producción de semillas' de Efectuar benéficos' técnicas de mane]o apropiado de los insectos de nivel crítico' recomendaciones con base en un diagnóstico Obtención de Determinar el óptimo económico de produccién' variedades de alta calidad ' -. Estrategias.. Obtención con. resistencia. del. cultivo.. las. técnicas. disciptinas. de. variedades. de. genética. a. Optimización de. manejo del. agrícolas. a. los. agricultores.. de. rendimiento'. PrinciPales limitantes bióticos y económica del uso de técnica cultivo mediante el aporte de las los. través. tecnológicos de producción Para a. potencial. alto. Estudios. de. la. cada sobre. elaboración variedad. de. paquetes. que se entregue. alternativas. de. control.

(33) 2l Uso plagas y enfermedades' manejo racional de malezas' y fuentes no convencionales de efici.ente de los fertilizantes producción con eI Anátisis de los costos de fertilización. de mayor peso dentro de los objeto de identÍficar los rubros de investigación orientadas mismos Para establecer prioridades a la reducción de costos'. y. -. lmPacto.. tiene los más paÍses productores de arroz' Colombia aI uso exagerado de insumos altos costos de producción debido Con de aplicaciones' tanto en cantidad como en frecuencia sobre prácticas de manejo los resultados de la investigación se ha calculado un ahorro de implementos por los agricultores un ahorro anual que significaría de $21.88/, por hectárea, 1o rnil hectáreas sembradas a de $8.753.6 millones en las 400 nivel nacional .. Entre. los. Caña Panelera-. Problemática-. La. producción. y. pequeña. de. panela. propiedad'. en. Colombia proviene. Dentro. del. contexto. de Ia. mediana. agronómico'. eI. factoreo: sólo dos variedades' lo que En el 8O% del área se cultrvan de semilla de buena calidad; exige aumentar la disponibilidad de elaboracién de la panela; hay deficiencras en el proceso del cultivo son ácidos los suelos dedicados a Ia exPlotación y en Potasio; las y bajos en fósforo, en materia orgánica rendimientos, y 1a presencia malezas reducen hasta en 50% los 60%' del carbón ocasiona pérdidas hasta del. cultivo. -. de. Objetivos.. caña. panelera. está. limitado. por. diversos. las zonas Paneleras de Colombia Y seleccionar Para concentración de sacarosa variedades de caña de azúcar de alta lntroducir.

(34) 22 y. de. buena. calidad. de. óptimos sistemas de. Estudiar. iugo.. manejo del cultivo. -. Metas. Determi-. de semilla de buena calidad.. Proveer a los agricultores. sistemas de mecanizaclón y Iabranza al productor. una mayor rentabilidad nar. mínima que garanticen Reducir. la. i.ncidencla. de plagas y enfermedades. -. Estrategias.. Se. desarrollarán. con. Disciplinas y. Se revisarán. Proyectos de investigación AgrÍcolas, gremios del sector. en. y. coorornaclon. universidades '. perr.ódicamente el PLANIA y eI PLANTRA. evaluarán. a f í n d e a j u s t a r l a s a c t i v i d e d e s a l a s n e c e s i d a d e sd e l a g r i c u l t o r . en coordinación con la proyectos integrales Se desarrollarán División. de. Capacitación. Pecuarias.. Disciplinas. del. personal. técnico. El. lmpacto. uso. de. racional. asociados o uso. en. el. en. reducción. recursos. los. con. intercalados de. 1a. de. tierra.. los. bajo. caña, La. costos de. la. forma. incrementará. de la. cultivos eficiencia. tecnologÍa generada redundará producción e i.ncremento de la. producción haciendo mds eficiente al productor de panela'. Cebada. -. P roblem¿itica.. Durante muchos años, antes de 1975' Colombia alcanzó a autoabastecerse de cebada, Pero con la aparición de Ia Roya Amarilla muchos eI. paÍs. abandonaron. agricultores en. importador. cómo controlar oara erradicarla.. esta. de. su. este cereal.. enfermedad sólo. cultivo. convirtiéndose. Dado que. se reguiere. una. se conoce campaña.

(35) 23 -. Objetivos.. Rebajar. la. incidencia. de. la. Amarilla. Roya. con. el. ProPósito. la rentabilidad. de aumentar la Productividad Y mejorar -. Metas. incidencia. Rebajar en 90% la. de la. roYa amarilla. de la cebada'. buscando reducción de costos ' -. Estrategias.. Capacitación. de. técnicos. en. el. conocimiento de. 1a. etiología,. caPacitación ePidemiología Y control d.e la enfermedad; días productores mediante cursos ' Darcelas demostrativas Y. biología, de. de campo, -. lmpacto.. Conunaadecuadadivulgaciónsobreelmanejoycontrolde de 1a cebada, se incrementará el número Roya Amarilla la la producclón de agricultores dedicados a este cultivo' aumentando nacional' y la productrvidad hasta el punto de cubrir la demanda. C.ocotero. A. Problemática. pesar de que. Colombia. dispone. potencialmente de. más. de. no del cocotero' esta industria Para el cultivo de subsistencia se ha explotado comercialmente sino como cultivo factores seriamencon rendimientos muy bajos por Ia incidencia de Esta situación y enfermedades' te llmi.tantes como plagas coPra' aceite de ha conducido al país a ser imPortador de deshidratado con miras a ábastecer de coco y coco rallado materia prima el mercado nacional' 1OO.OO0has.. -. Objetivos.. Como prioridades. de. investlgación. se. busca. el. meioramiento.

(36) ¿lt. ensayos. genético, plagas. y. enfermedades. y el rendimiento. -. de. cqn el. objeto. de. cÓntrol. adecuado. fertilizacÍón,. de incrementar. la. malezas'. Producción. de Ia esPecie.. Metas. los. Ampliar. Bancos. de. Germoplasma e. iniciar. un. programa. decruzamientoscon!roladosentrevariedadesenanasporaltas. eI cultivo' Esrudiar Ia fertilidad de los suelos potenciales para de control Obtener tecnologÍas que Permitan dlsminuír los costos eI cocotero d.e malezas y tecnologías que Permitan intercalar investigacloRealizar con otros cultivos en áreas de minifundio' obtener métodos de prevención y/o control de las nes para Adelantar investigaciones entomológicas enfermedad.es del cultivo. reconoclmrento de i.nsectos inductores de enfermedades y métodos d.e control que eviten alterar el medio ecológico' sobre. -. Estrategias.. Realizar. investigaciones. relacionadas. con. Ia. ampliación. del. los materiales Banco de Germoplasma' evaluación y selección de obtención de variedades genéticos nacionales e introducidos, y de plántulas; e hÍbridos meiorados y producción de semilla y su efecto sobre Ia enfermedad "Porroca del fertillzación de cultivos cocotero": sistemas de manejo de malezas y es¿udios y control identificación intercalados en áreas de minifundio; de plagas; de enfermedades; reconocimiento, manejo y control En transferencia asPectos económicos del cultivo' comerciales' de tec¡rología se utilizarán parcelas demostrativas divulgativos' capacitación del recurso humano y diferentes medios. finalmente,. -. lmPacto.. Con. un. adecuado. suministro. de. semilla. certificada '. control. d e m a l e z a s , p l a g a s y e n f e r m e d a d e s ,e l c u l t r v a d o r p u e d e e s t a b l e c e r y clerta plantaciones con un alto Potencial de rendimiento disminuyendo además problemas fitosanitarios, a resistencia.

(37) ¿3. intercalados Para Los cultivos Producción' meiorar sLl pequeños Productores, ofrecen una solución Para la migración n i v e l d e v i d a , d i s m i n u í r l a t a s a de desempleo Y de. costos. sus. del campo a la ciudad. Cultivos Asociados Y Fique ' *. Problemática.. Laasociacióndecultrvosesuncomplejoagronómicoque y que constituye una combina recursos generalmente escasos rendimiento de caracteristicas con tradicional agricultura proviene más del y productividad muy bajas, de la cual El frque directo del paÍs' 55% de los alimentos, de consumo agrícola y su produces la esPecie más pauperizada del sector ¡ícrdos y ción está Iocallzada en los suelos más infértiles ' de poca caPacidad Productiva ' -. Objetivos. divulga¡. y. Desarrollar. aumenten. meioren. que. tecnologías. Y dlferentes. arreglos de los Y ProductÍvidad relaciones agronómicas y económicas agrícolas, determinar !us y optimizar sus relagiones de producción en las condiciones. la. producción. de explotación. de. Desarrollar. producción.. producción. de. Para algunas zonas marginales menores costos de que signifiquen. agrícolas. arreglos tabaco. alternativas. o. café. costos. los. Reducir. del pequeño productor'. de. en. fique '. producci'ón. y menor incidencia de fitopatógenos' -. Metas.. Realizar. demostracrones con. arreqlos. estudiados. divulgativo cación en. de. nuevas. en. especializado. cada. r e c o m e n d a c j . o n es. que. bajo. obtenldos. resultados. Desarrollar. área '. lniciar. de. los. medio. investigación para. con. el. DRI '. ventaia5. en. arreglos. Convenios. garanticen. trabaios. un. en. de multipli-. y otros medios divulgativos. recomendaciones . áreas. los. obtener. Principales.

(38) lo. de las mismas. -. Estrategias. y. Amplia. medios. diversos. de. del. capacitación. sólida. atención. la. centrará. Se. divulgativos '. Desarrollo. humano'. recurso. como Prlorltarios en cada área de trabajo' de fincas dil:ectamente en realizará se investigación La como del Centro Experimental eI recurso teniendo productores datos agronómicos' Se realizará anáIisis económico de los apoyo. definidos. en arreglos. -. lmpacto. aumentar. el. la. frontera. agrícola. costos. para. agricultura ' MúltiPles. "sistemas. benefictos. d.e los. y. incorPoración. de. altos. adecuación. lograría. de. Producción. mayor. áreas. metodológico que. Fincas". de. significa. a g r o e c o n ó r r ,i i o s. nuevas. de. avance. un. Se. evitándosc. fincas '. sus. de. interror. al. amplía. se. minifundista. agricultor. de1. ingreso. At. en. además. especialrzación. de los técnicos.. FríjoI .. -. Problemática.. 1a produccrón y productiviLos princi.pales factores que Iimitan con la presenci'a de enfermedades se relaclonan clad del fríjol siembra en zonas adversas' condiclones climáticas plagas, y susceptibles tardías variedades de utrlizacrón laclera, de de semilla certificada y altos a plagas y enfermedades, falta por rnsumos' costos de producción representado -. Objetivos.. Obtener nuevas Estudro los. -. y. varledades. desarrollo. métodos de. de. resistentes prácticas. manejo en los. PIagas y de cultivo a. diferentes. enfermedades. que. faciliten. s i s t e m a s de producción.. Metas.. Propiclar. la. ampliación. de. Ia. frontera. agricola'. Disminuír.

(39) /,1. la brecha tecnológlca. -. Reducir costos de Producción.. Estrategias.. Mediante y. semllla.. tanto. para. enfermedades tamaño. Desarrollo de variedades volubles y arbustivas monocultivo como Para sistemas de asocíación '. el. de. transferencia. La. a. precocidad y. de maduración uniforme,. características. de Ia. resistencia. incorporar. hibridación,. se. tecnología. realizará. mediante Pruebas. regionales Y demostratrvas. -. lmpacto.. alimentos Se espera un cambio d.e la proporción de producción de a corto plazo como resultado del desarrollo de nuevas variedades y mejoren 1a estabilidad productividad que incrementen la del productor. Frutales. -. Problemática. ICA. E1. producción. de. de. un. uso de riego,. un. lograr. Para. requiere. se. frutas. para. aumentar. la. los. desarrollar. para. planificados.. tecnología. frutales ' Pero se requrere Fruticola que Pueda absorber la. de. Sector. existente. tecnologÍa bien. suficiente. productividad. y. creación. la. con. cuenta. tecni.ficar. Ia. huertos. comerciales. suministro. permanente. fruticultura. mediante el. y obtención de variedades esta situación mantendria precios. mejoras en fertilización. precoces, medianas y. tardias;. estables y generarÍa emPleo. -. Objetlvos.. Para producción rcntable compuesta de variedades de alto rendimrento, amplia adaptación y buena calidad, con resistencia de campo a los prrncrpales. Generar. y. problemas. entregar. que. una. la. limitan. agronómicas mejoradas. tecnologÍa. y. producción sencillas. que. rentable. y. prácticas. puedan. ser. aplicadas.

(40) 28 Por cualquier tipo de agricultor. -. Metas,. Entregar 40 variedades mejoradas de frutales al sector productor' Vender al usuario boletines técnicos que incluyan el paquete tecnológico para producción rentable de 11 especies de frutales' y. Montar. poner. en. Fortalecer. frutales,. eI Centro de Documentación sobre forma efectiva la relación con los. servicio en. vlveristas. -. Estrategias.. Para solucionar el problema de la estacionalidad de la producción et ICA ha seleccionado variedades Precoces' medianas y tardÍas m e r c a d o d e m a n e r a P e r m a n e n t e' aI que suministren frutas Fortalecimiento de vivérista. mediante. de variedades su. la. caPacitación en. la. venta. de. hacia. Ia. ICA'. Apoyar. al. Patrones y yemas El Programa contlnuará. senilla '. y mediante capacitación.. orientación. el. identificación. de. variedades. aDtas. para 1a agroindustria. -. lmpacto.. El fortalecÍmiento de los frutales con destino a Ia agroindustria incide en la generación de empleo, incremento en la rentabilidad en principalmente cultivos de diversificación cultivo, del Ia Zona Cafetera y generación de divisas. mediante 1a producción. de fruta de exPortación. Hortalizas. -. Problernática.. Los problemas que Presenta el cultivo de hortalizas s e r e l a c i o n a n con su excesiva dependencia de semrlla imPortada, b a j a d i s p o n i de de variedades obtenidas en Colombia' c a r e n c i a bilidad materiales con resistencia o tolerancia al ataque d e l a s p r i n c i de A d e m á s , l a producción pales plagas Y enfermedades..

(41) 29. tropezado. con. adversas. Y. sido. ha. agricol&. renglón. importante. este. lenta. muy. y. ha. negativos como condiciones climáticas presencia de malezas, creando dificultades. factores Ia. e n e l m a n e j o d e l cultivo.. -. Obietivos.. zonas. de. 1a. cultivo,. actuales. limitantes. las. de. disponible. tecnologia. adaptar. y. Generar. y. potenciales'. a. diferentes. las. de. acuerdo. con. especies seleccionadas' de sistemas de producción que garanticen. producción. de. las. Presentar alternativas rentabilidad y condiciones de explotacÍón' -. Metas. de. Obtención de. plagas. y. variedades. resistentes. enfermedades'. o. aI. tolerantes. Producción d e. semilla '. ataque Manejo. Colección, evaluación, de enfermedades y malezas en hortalizas' Respuesta de las selección v conservación de variedades' hortalizas a la fertillzación química y orgánica'. -. Estrategias.. de especies y limltantes de producción como crlterlo Considerar asPectos económiorientador de Ias lnvestig acicnes ' y de control de nutricionales fisiológicos ' genéticos' cos, Capacitación del recurso malezas, plagas y enfermedades' Priorización. humeno. -. lmpacto.. Con. la. solución. de. los. problemas. que. afectan. la. producción. rendimientos promedios se rncrementarán los hortalizas Se productos ' nacionales y se me¡orará la calidad de los reduciendo logrará un uso racronal de los insumos agrícolas' Habrá costos de producción e incrementando la productividad'. de. una. mayor. oportunidad. de. diversificación. de. 1a. produccÍón.

(42) 30 altas. las. de. disminución. y. pérdidas. de. producto. en. cosecha. y post-cosecha. Lenteja Y Garbanzo. -. Problemitica.. de su produccrón factores limitantes PrinciPales Presencia de enfermedades' se encuentran: y productividad, Falta de variedades prÍncipalmente Pudriciones de 1a raíz' Por falta y ausencia de tecnología disponible al agricultor Entre. de. los. Altos. investigación.. costos. de. producción '. Problemas. de mercadeo y comercializac ión ' -. Objetivos.. obtener nuevas variedades resistentes a plagas y enfermedades. Producir y mantener semilla fundamental de Ias variedades mejoradas. Desarrollar tecnología agronómica para los diferentes sistemas de producción. -. Metas.. Recuperación de tecnológica' -. áreas. de. produccÍón.. Disminuír. la. brecha. Reducir costos de producción.. Estrategias.. Estudio de colecciones Para búsqueda de resistencia a enfermedavariedades, adaptación y potencial de rendimiento' Desarrollo de del suelo des que respondan más eficientemente a la nutrición Desarrollar Paquetes tecnológicos buscando o al déficit de agua. Las pruebas mayor eficiencia de los recursos de producción' capacidad de en fincas de agricultores permiti'rán medir la la la. nueva tecnologla que se ofrezca en el medio del agricultor' prácticas cual no debe representar un cambio radical de las. agrÍcolas actuales..

(43) 31 lmpacto. El. de nuevas. deearrollo. mayor estabilidad. pernitir{í. y. actuales del. fertflidad. en. deben. Tembién. dad. ¿íreas. variedades. y. agricultor. al. esperarse. apropiada'. de tecnología y mejoraf. la. indiiectos. beneficios. cuales las Potenciales' suelo y mejor utilización. i ncluyen de. los. productilas. en. efectos recursos. ds producción '. -. Prohlendtica.. de las PancoBer en cAsi el 85% en forma irnpactante explot4€iones, a las cuales no llega gituación agravada Por la tecnologia genereda Por el ICA, la no existencia de mercado; la inexistencia de vías de comunicaEl .cultivo. del. mals. es. de. ción:eldeficientesuministrodesemillamejoradadadoque sus va,riedades no son tan rentables como la de hibridos' A ello se agrega e insuficiente servicio de asistencia técnÍ.ca. que escaseu de mano de obra en el sector tradicional la grandes Por la redunda en coseches pobres y en pérdidas externporaneidaddealgunaslaboresesenciales;finalmente' nu¿va mediante semilla la "adopta" tradicional sictor el un Proceso muy lento de introgresÍón genética' -. ObJctlvos. o adaptar. Desarrollar distintoo sus. sistemas. limitantes. la tecnología agronónica disponible a los solución de dar a fin de producción. tecnológicas. e. incorporar. nuevas. dreas. a. Ia. pfoducción . -. Xeta¡.. Obtener. variedades. e. híbridos. vartetales. mejorados de. altos. rusticidad' adaptación y de amplia ProIíficos' específico propios para el sector tradicional ' Mejorami€nto Creación de genotipos mejorados dé mafces para clima caliente.. rendmientos.

(44) 32 de asociación, relevo Y l¡abilidsd estudios fisiológicos aumento' Manejo' interlineamiento. evaluación de las colecciones del Banco de Germoplasma.. por. -. rendimiento. alto. e Y. Estrategias. prioridades. Las. proyectos de investigación se. fitomej oramiento. En de. las. colecciones. se. investigación. de. dentro. de. fitogenéticn en tres áreas princiPales' el estudio y conservación realizará Banco. del. encausarán. de. Germoplasma y. el. us.o del. la obteneión de Para genéticas' mejores' condiciones de y varielades híbridos En agronomfa se realiaará el estudio de Prácticas culturales y sistémas de produqción, y de procesos fisiológicos' En transfe labores de rencin de 1a tecnólogía generada se realizarán a todos los niveles mediirnte siembras de pruebas difusión gerúoplasma. nacional. reglonales y demostrativas -. introducldo. e. y otros medios de divulgación'. lnPacto.. de tecnologías mejoradas dirigidas al sector tradicional, se incrementarán la productividad y los rendimientos ÍncÍdiendo en un incremento de de la pequeña producción,. Con el. desarrollo. ingresos de los agricultores y con ello mejorando su nivel De otra parte' con la creación de maíces mejorados de vida. de alto valor nutritivo se incidird Positivamente en Ia alimentación dq la población rural que produce para el autoconsumo'. loo. Manf -. Problemática.. se su producción Para cotos altos de enfermedades, presencia la con relacionan de producción Por insumos, lÍmitadas áreas de cultivo debido. Los. principales. fa,ctores. limitantes. alafaltademaquinariaadecuada,faltadeindustrialización de aceites del cultfvo por Parte de la industrla. y. grasas.

(45) 33 problemas. y. de. y. mercodeo. y consumo directo'. mercado exclt¡sivo Para confiteria -. debidos. comercializacién. Objctivos.. Estudio. y. facilitar. de. desarrollo los. prCcticas. de. cultivo. manejo. en. los. métodos de. que. además de sistemas. diferentes. beneficien económicamente a los productores' Producir y ña,ntener semilla fundamental de las veriedades mejoradas. de producción, obténidas. -. lletas.. Propictcr. la. de. amPlioció$. la. Reducir. agrÍcola.. frontera. los costos de producción. -. Estrat€gias.. lncorporación, Cercospora y. la. mediante RoYa.. hibridación,. Obtener. y semilla con testa suave.. de. variedades. de. resistencia hábito. erecto. confiteras. variedades. Desarrollar. a. y acelteras. -. lmpacto.. La generación de tecnología J'¡¡¿ las óreas actuales y potenciales permitirá a corto plazo un r:ambio en 1a producción de aceite y tortag en el pefs, generando nucvos frentes de trabajo' Esta expansión ayudard a resolver el déficit de aceite' PalEa Africana. -. Problemática.. La la. producción. palma. producción de aceites y. apenas que. de. el. africana. contribuye. grasas del país, la. 56% del consumo total nacÍonal' país debe imPortar aceites y grasas. el. demanda nacional , o sea, que todavía. con. el. 77% de. cual rePresenta Esto. significa. su Para suplir existe un gran potencial.

(46) 3l+ el. en. nacional. mercado. 1a. incrementar. para. Producción. de. palma africana. -. Objetivos. las. Disminu{r el. imPortaciones. condtciones ecológica6' a plagas. semilla,. proPio material. produzca su. pais. de. eI cual. propendiendo. adaptado a las. debe ser tolerante. y/o. Porque diferentes resistente. enfermedad€s y con un alto potencial de producción. y. de aceite. -. lletas.. Banco de Gerrnoplasma con materiales de diferentes lnÍciar estudios de propagación asexual o vegetativa orígenes. o para reproducir en eI futuro meiores materiales genéticos' las potencialmente productora región en cada lnvestlgar Aumentar el. en. variaciones. eI. grado. de. fertilidad '. fín. a. de. determinar. lnvestigar nuevos requerimientos nutricionales del cultivo' productos químicos y otros sistemas de control de malezas' los la. de. etiologia. en la. nuevas. enfermedades, y. el. manejo adecuado. regulación d.e las poblaciones de insectos dañinos mediante. el control biológico o cultural. -. Estrategias.. sobre mejoramiento Proyectos de investigación requerimientos de riegó y maneio de genético, fertllización, etiología quimico de malezas; reconocimiento' control agua, Formulación. y. control. de. de. enfermedadesi. control. microbiolégico'. biológlco. Promoción de eventos tales como conferencies, cursos y días de campo para capacitar el recurso humano' Parcelas demostrativas comerciales ' y cultural. -. de plagas.. lmpacto.. Aunque los trabajos de meioramiento genético Presentan resultados podrá a muy largo plazo, se estima que a Partir de 1990 se.

(47) 35 número. el. aumentar. de. progenitores. de. palma. africana. y. productivos y toleranobtener materiales genéticos cada vez más del paÍs; esta tes a las condiciones climáticas y sanitarias los aunada a un mejoramiento y mayor uso de situación, bajo dos sistemas al manejo de Ios cultivos fertilizant€s, enfermedades y de riego y a un buen control de plagas' incrementar su producción de país al malezas, Permitiró una disminución 350.OOOa unas 7O0.O0Osemillas, obteniéndose de los costos actuales y dismÍnución importaclones de las por hectárea Y Por año en un 3O%' Papa. -. Problemática.. Dos. son. que. en. es. eI. en. que. los. problemas. mercadeo,. producción. ti.enen los. actualidad. la. hay. no. obtenida. en. del. princiPales. especial. suficiente debida. de. para. algunas nacional. incremento. de. papa. Ia. primero. El. agricultores'. demanda aI. cultivo. épocas del área. alta. la. para y. año. a. los. El segundo son los Por hectárea' costo de altos costos de producqión como resultado del alto y del los insumos para el control de plagas y enfermedades un aumento del que sÍgnifican uso de variedades tardías variedades nrlmero de aplicaciones de pesticldas con relación a aumentos de. rendimiento. de perfodo vegetativo más corto' -. Objetivos.. Mantener actualizado el conocimiento de los factores Iimitantes para orientar la investigación y la transferende este cultivo, de la producción sobre usos alternativos lnvestigar cia. especialmente en zonas cultivo PaPa; mecanización del de ladeta; adaptación de las prácticas culturales a las diferentes zonas y variedades donde se explota el tubérculo; uso eficlente mediante insecticidas ' de plagas control fertilizantes i de. de.

(48) 36 de enfermedades var.Íedades resrstentes y control biológico; control Determinar las producidas por hongos, bacterias y virus' del semilla con el rendimiento del manejo de la relaciones Realizar transferencia cultivo y con los costos de producción' pruebas en fincas ' de la tecnologÍa mediante demostraciones' parcelas demostrativas y cursos cortos' -. Mebs .. Adaptar. las. varied.ad.es. Prácticas del que se est¿in Selección de. fertilizantes.. las. Racionalizar. ladera' variedades. zonas Y el cultivo. diferentes. Mecanizar. utilizando'. de. zonas. en. principalmente. en. cultivo. el. de. uso. Incrementar. precoces.. el uso de semilla mejorada ' -. Estrateglas. de. Realizar. Proyectos alternativos de la. investÍgación. orientados. a. buscar. usos. de PaPa, meiores prácticas más eficiente' métodos para fertilización manejo det cultivo, de genotrPos eI control de plagas y enfermedades, selección Como resistentes a vrrus y selección de variedades Precoces' pruebas proyectos de transferencia se realizatdn demostraciones' cursos ' demostrativas ' parcelas agricultores, de fincas en son el Mantenimiento además de las actividades permanentes como de. producción. delaColeccióncentralColombianadePapa,Producciónde la Semilla y atención a los Usuarios' -. lmpacto.. Con. la. nuevas. difusión y. productores,. de. adecuadas se. nuevas. variedades. prácticas. aumentará. el. y. culturales. con. Por rendÍmiento det. Ia. adopción. de. Parte de y cultivo. los 5e. Además' producción' conseguirá una disminución de los costos de industriales' las alternativas de uso de la I'aPa en procesamientos Eolucionar permitirá animal' aliment'ci'ón consumo humano y oferta sobre Ia demanda los problemas de mercadeo Por exceso de naci,ot¡al Por PaPa ..

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