Consideraciones sobre las migraciones vascas a
América. Apuntes sobre el caso de México
f, Xavier Medina Antropólogo. Investigador titular del
Institut Cátala de la Mediterránia d^Estadis i Cooperado (ICM)
Barcelona
La emigración, desde fechas t e m p r a n a s , h a sido u n f a c t o r íntimamente l i g a d o a la h i s t o r i a del p u e b l o vasco, a pesar d e ser u n o de sus fenómenos r e l a t i v a m e n t e m e n o s estudiados. La m i g r a -ción vasca, e n u n a c o n c e p c i ó n histórica a m p l i a , se c a r a c t e r i z a tanto por su s i g n i f i c a t i v o v o l u m e n sobre el t o t a l de los e m i g r a n t e s peninsulares — s e h a b l a de a l r e d e d o r d e tres m i l l o n e s de vascos en la diáspora— c o m o p o r la s i n g u l a r i d a d de su a s e n t a m i e n t o e n las sociedades receptoras.
Desde esta p e r s p e c t i v a , es necesario a n a l i z a r problemáti-cas q u e nos p e r m i t a n la p o s i b i l i d a d de u n análisis c o m p a r a t i v o , útil tanto desde la p e r s p e c t i v a interna d e l g r u p o e s t u d i a d o c o m o desde el punto d e vista más a m p l i o d e l fenómeno m i g r a t o r i o e n general, al cual la migración vasca a p o r t a p e c u l i a r i d a d e s p r o -pias.
m o m e n t o una especial atención, p o r un lado, al caso a m e r i c a n o — p r i n c i p a l destino histórico de la emigración v a s c a — y, p o r o t r o , al e j e m p l o m e x i c a n o , de u n a especial solidez d e n t r o de este c o n t e x t o m i g r a t o r i o .
A m é r i c a c o m o d e s t i n o . A p u n t e s s o b r e l a e m i g r a c i ó n v a s c a a la A m é r i c a h í s p a n a .
Puede decirse sin m i e d o a c o m e t e r error que los vascos se e n c u e n t r a n desde u n p r i m e r m o m e n t o p a r t i c i p a n d o a c t i v a m e n t e en lo que se ha d a d o en l l a m a r la empresa americana. Los vascos p a r t i c i p a n en la c o n q u i s t a , en las diversas e x p e d i c i o n e s , e n la fundación de c i u d a d e s , en el c o m e r c i o o en la administración de las diversas c o l o n i a s . Ya desde un p r i m e r m o m e n t o o b t i e n e n algunos de e ll o s i m p o r t a n t e s cargos a d m i n i s t r a t i v o s en la e m p r e -sa c o l o n i z a d o r a española, t a n t o en América c o m o en Filipinas.
Estos intereses vascos en América se a c r e c i e n t a n c o n f o r m e la implantación española se a f i r m a en el N u e v o M u n d o . De este m o d o , la presencia vasca en las c i u d a d e s de Sevilla y Cádiz, puertos designados p o r Castilla c o m o de m o n o p o l i o c o m e r c i a l c o n América, se h a c e c a d a vez más i m p o r t a n t e ' . Así, se i m p l a n -tan instituciones c o m o el Colegio de Pilotos Vizcaínos de Cádiz, en el siglo XV, la Cofradía de los Vizcaínos en S e v i l l a , en el siglo XVI, o la delegación en B i l b a o de la s e v i l l a n a Casa de Contrata-ción en el siglo X V I .
La i m p o r t a n c i a de la emigración vasca a América se hará cada vez más i m p o r t a n t e c o n el a v a n c e y e s t a b l e c i m i e n t o de la c o l o n i a . C o m o señala A l c i n a ( 1 9 8 6 : 3 6 3 ) c i t a n d o a Thayer O j e d a ^ y c o m o puede observarse en la t a b l a q u e r e p r o d u c i m o s (tabla 1), sobre el total de regiones españolas, la población p r o c e d e n t e del País Vasco o c u p a b a el sexto lugar en el siglo X VI , mientras que había ascendido al p r i m e r lugar en la segunda m i t a d d e l siglo
' Para una mayor información sobre la presencia v a s c a en A n d a l u c f a en esta época, cf. Navarro (1990).
X V I I I , llegando a ser la población ibérica i n m i g r a d a más i m p o r -tante establecida e n la América española.
T a b l a 1.
E m i g r a c i ó n española a A m é r i c a p o r r e g i o n e s d e p r o c e d e n c i a (siglos X V I - X V I l l ) .
O r d e n de emigrantes
Siglo XVI Siglo XVII Siglo XVIII
1» mitad 2« mitad 1» mitad 2" mitad 1 Andalucfa Andalucfa Andalucfa Castilla la V. Pafs Vasco 2 Castilla la N. Castilla la V. Castilla la V. Pafs Vasco Castilla la V. 3 Extremadura Castilla la N. Pafs Vasco Andalucía N a v a r r a 4 Castilla la V. País Vasco Navarra Navarra Andalucfa 5 León Navarra Castilla la N. G a l i c i a G a l i c i a 6 País Vasco Extremadura León Asturias Asturias 7 G a l i c i a León Cataluña 8 Asturias
Fuente: E l a b o r a c i ó n p r o p i a a partir de A l c i n a F r a n c h , José (1986).
El caso de México. La época de la colonia.
e n c o n t r a m o s a u n vasco c o m o p r i m e r o b i s p o y a r z o b i s p o de M é x i c o en la persona de Fray Juan de Zumárraga^ ( 1 4 6 8 - 1 5 4 8 ) , d e s i g n a d o para el c a r g o el 12 de d i c i e m b r e de 1 5 2 7 . A su a l r e d e d o r se agruparán — é l m i s m o se rodeará de b u e n a parte de-— los primeros vascos residentes en la c o l o n i a , desde d o n d e participarán en las diversas e x p e d i c i o n e s de exploración y colonización, ya sea en el m i s m o v i r r e i n a t o de N u e v a España, o e n lugares más distantes, c o m o s o n , p o r e j e m p l o , las F i l i p i n a s .
Será en México d o n d e se p u b l i q u e también el p r i m e r l i b r o v a s c o d e l Nuevo Mundo — n o p o r c a s u a l i d a d : n o h a y q u e o l v i d a r q u e el m i s m o Zumárraga instalará en M é x i c o la p r i m e r a i m p r e n t a de la N u e v a España ya en 1 5 3 9 — . Se trata de la o b r a Discurso de la antigüedad de la lengua cántabra bascongada ( 1 6 0 7 ) , de Baltasar de Echave O r i o ( Z u m a i a , 1548-16??), m i e m b r o de la c o m u n i d a d vasca y d e s t a c a d o p i n t o r , d e l q u e se c o n s e r v a n algunos lienzos en la c a t e d r a l m e x i c a n a . La edición y el c o n t e -n i d o de esta obra puede h a c e r pe-nsar y a e-n este m o m e -n t o e-n u -n a cierta c a n t i d a d e i m p o r t a n c i a de los vascos y v a s c o - m e x i c a n o s en el virreinato, cosa que v i e n e a ser c o r r o b o r a d a p o r Brading* al afirmar que en p o c o t i e m p o los vascos s u r g i e r o n c o m o u n g r u p o económicamente i m p o r t a n t e y p r o b a b l e m e n t e n u m e r o s o .
La a c t i v i d a d m i l i t a r y e x p a n s i o n i s t a de los vascos en t e r r i t o r i o m e x i c a n o es n o t a b l e en estos años. D u r a n t e la década de 1 5 6 0 , una expedición vasca c a p i t a n e a d a p o r F r a n c i s c o de Ibarra conquistó la parte d e l n o r t e de M é x i c o b a u t i z a d a c o m o
^ No es ni m u c h o m e n o s nuestro c o m e t i d o en estas líneas el llevar a c a b o una mención exhaustiva d e todos a q u e l l o s v a s c o s r e n o m b r a d o s que pasaron por y contribuyeron a construir parte d e la historia m e x i c a n a . Para una m a y o r abundancia de datos, remito a las c a s i i m p r e s c i n d i b l e s obras de M a r t í n e z S a l a z a r y San Sebastián (1992) y Gárate Arrióla y Telíechea Idígoras (1992). E s p e c i a l m e n t e la primera de ellas esta f o r m a d a p r i n c i p a l m e n t e por un d i c c i o n a r i o a e gran parte de los principales personajes v a s c o s que han t e n i d o algún protagonismo en la historia m e x i c a n a , hasta época m u y reciente. Para el c a s o c o n c r e t o de la v i d a y obra de fray Juan de Zumárraga, r e m i t i m o s , además de las obras c i t a d a s , a l e ó n -Portilla (1990) — e s p e c i a l m e n t e en lo que se refiere a la política i n d í g e n a — y G ó m e z Cañedo (1990).
N u e v a V i z c a y a ' , al norte d e Z a c a t e c a s , Los n o m b r e s vascos se ligan igualmente a la a c t i v i d a d c o n q u i s t a d o r a y c o l o n i z a d o r a d e otras áreas destacadas, c o m o N u e v o León o N u e v o M é x i c o . Desde México, c o n U r d a n e t a y L e g a z p i , se a b r e la rtita e n t r e Nueva España y las Filipinas en 1 5 6 4 .
Poco a p o c o , la p r e s e n c i a vasca e n M é x i c o — y m u y especialmente e n la C i u d a d de M é x i c o — se irá f o r t a l e c i e n d o y a u m e n t a n d o en número, d e d i c a d a p r i n c i p a l m e n t e al c o m e r c i o , a la navegación y a la minería'. D o u g l a s s & B i l b a o (op.c/t.:108) señalan en este s e n t i d o q u e e n este m o m e n t o , e n N u e v a España "Los vínculos étnicos y d e p a r e n t e s c o v a s c o i b a n a b r o t a r " , a y u d a n d o a c o n s o l i d a r la expansión. E l l o tendrá u n fiet r e f l e j o e n la creación d e d e t e r m i n a d a s i n s t i t u c i o n e s p r o p i a s . Así, en 1 6 7 1 se funda en M é x i c o ia Cofradía d e N u e s t r a Señora d e Aránzazu', al a m p a r o de los f r a n c i s c a n o s , y en ia c u a l , y a t e m p r a n a m e n t e , se hace m a n i f i e s t o el carácter g r u p a l v a s c o e n la diáspora; Telíechea Idígoras ( 1 9 9 0 : 2 1 6 ) señala en este s e n t i d o q u e "Es notable el espíritu l o c a l m o s t r a d o p o r los vascos y su s e n t i d o d e i n d e p e n d e n c i a d e a u t o r i d a d e s ajenas. Por e l l o se n e g a r o n a p e d i r limosna para la Cofradía e n las iglesias y la sostuvieron c o n sus cuotas. Las d o n a c i o n e s debían p r o c e d e r s o l a m e n t e d e o r i g i n a r i o s o naturales d e las p r o v i n c i a s vascas y n o h a y q u e d e c i r q u e sólo ellos podían ser c o f r a d e s " . En 1 7 2 9 , tras diversos p r o b l e m a s c o n la administración c o l o n i a l , la Cofradía se ligará u n a p o d e r o s a organización vasca d e M a d r i d : la Real Congregación de
Natura-^ Seguido por h o m b r e s c o m o Cristóbal de O ñ a t e , José A n g u l o y G i n é s Vázquez de M e r c a d o , q u i e n e s s e e n c a r g a r o n d e la c o l o n i z a c i ó n . Los límites d e este territorio fueron d e s d e el p r i n c i p i o v a r i a b l e s , a b a r c a n d o u n a e x t e n s a área al Norte de Z a c a t e c a s . Su capital se situó en la a c t u a l D u r a n g o ( b a u t i z a d a c o m o Guadiana). El territorio se disgregó p a u l a t i n a m e n t e hasta 1 8 2 3 , en que fue definitivamente d i v i d i d o entre D u r a n g o y C h i h u a h u a . P a r a u n a m a y o r información, cf. Mathes ( 1 9 9 0 ) , D o u g i a s s & B i l b a o ( 1 9 8 6 : 1 0 8 - 1 1 2 ) .
° Dougiass & Bilbao (op.c/t.:103n), c i t a n d o a B o y d - B o w m a n , e x p r e s a n que, entre 1 5 2 0 y 1 5 3 9 , los v a s c o s r e p r e s e n t a b a n el 1 7 . 2 % d e los m a r i n o s , el 1 4 % de los comerciantes, el 8 . 8 % de los m i n e r o s , el 8 . 5 % d e los a d m i n i s t r a d o r e s d e alto rango y el 4 . 8 % de los clérigos.
' U n precedente de e l l a será la Hermandad de Nuestra señora de Aránzazu
les y Originarios de las tres provincias Vascongadas, c o n o c i d a c o m o la Cofradía de San Ignacio, gracias a la c u a l sería puesta bajo la protección d i r e c t a d e l rey Felipe V. Es e v i d e n t e q u e la i n f l u e n c i a vasca en los círculos a d m i n i s t r a t i v o s españoles — y n o s o l a m e n t e en M a d r i d , sino a u n en Sevilla y C á d i z — es en esta época bastante extensa,
íntimamente l i g a d o a la cofradía se e n c u e n t r a el C o l e g i o de San I g n a c i o o de las Vizcaínas, u n a de las más i m p o r t a n t e s instituciones vascas de M é x i c o . El c o l e g i o , f e m e n i n o , se dirigía p r i n c i p a l m e n t e a las d o n c e l l a s o v i u d a s vascas o d e s c e n d i e n t e s de vascos, a u n q u e en r e a l i d a d estaba " a b i e r t o a todas a q u e l l a s que p a d e c i e r a n e s t r e c h e z * " iibíd.:2) 7). Las obras se i n i c i a r o n en 1 7 3 4 , a u n q u e n o iniciaría su a c t i v i d a d hasta 1 7 6 7 . A c t u a l m e n t e , el c o l e g i o p e r t e n e c e al Estado m e x i c a n o y continúa e j e r c i e n d o a c t i v i d a d d o c e n t e .
En el siglo X V I I , los flujos m i g r a t o r i o s vascos h a c i a América se d i r i g e n c l a r a m e n t e hacía los dos p r i n c i p a l e s núcleos u r b a n o s y de población: M é x i c o y Perú. S i g u i e n d o a Martínez Salazar y San Sebastián {op. cit.: 1 7 2 . Cf. D o u g i a s s & B i l b a o , o p . cit.), a través de los p a d r o n e s de 1 7 9 2 , después de restar los "españoles europeos" y los " o r i g i n a r i o s de los reinos d e C a s t i l l a " q u e d a b a n 722 inmigrantes, de los cuales el g r u p o más n u m e r o s o está formado p o r montañeses' c o n 2 1 0 personas ( a l r e d e d o r d e l 2 8 % ) , y al que siguen los vascos, c o n 151 personas ( u n 2 0 % ) .
U n dato interesante al respecto p u e d e ser el q u e o f r e c e la referencia a la Real Sociedad Bascongada de Amigos del País,
^ Esta afirmación d e b e de ser e n t e n d i d a , sin e m b a r g o , en su propio contexto temporal; tan sólo podían entrar en el c o l e g i o a q u e l l a s m u j e r e s que fuesen hispanas o criollas — e s o sí, de nacimiento legítimo—, estando e x c l u i d a s desde un primer momento las indígenas y, e n g e n e r a l , todas a q u e l l a s p e r t e n e c i e n t e s a cualquier otra raza.
asociación dedicada a la promoción y e s t u d i o d e las c i e n c i a s , la economía, las h u m a n i d a d e s y las artes, l i g a d a a las ideas ilustradas más en b o g a en t o d a Europa y q u e será f u n d a d a en Euskadi en 1 7 6 5 . De u n a relación de 1,181 socios en 1 7 9 3 , 4 9 6 residían en América, centrados e s p e c i a l m e n t e en M é x i c o , L i m a y La Habana, y t a n sólo 211 e n el País V a s c o . En la C i u d a d d e México se e n c o n t r a b a el g r u p o más n u m e r o s o d e América (1 32 socios), i n c l u i d a la p r o p i a Real Congregación de Aránzazu (Dougiass & Bilbao, op.c/"í.:142-144. D u p l a , 1 9 9 2 : 8 2 ) .
Durante el siglo XVIII y hasta la i n d e p e n d e n c i a , los vascos serán especialmente s i g n i f i c a t i v o s en la C i u d a d d e M é x i c o , Zacatecas, D o l o r e s y San M i g u e l . Las p r i n c i p a l e s a c t i v i d a d e s seguirán siendo el c o m e r c i o y la minería, j u n t a m e n t e c o n la agricultura y la ganadería. Es también i m p o r t a n t e la presencia vasca en el i n t e r i o r d e las órdenes religiosas, y m u y e s p e c i a l -mente entre f r a n c i s c a n o s , d o m i n i c o s y jesuítas.
El p e r i o d o m o d e r n o de las m i g r a c i o n e s v a s c a s .
Para c o m p r e n d e r el carácter d e l fenómeno m i g r a t o r i o e n una época histórica d e t e r m i n a d a , es necesario c o n o c e r y c o m p r e n d e r también las alternativas existentes, así c o m o la p e r c e p -ción q u e d e ellas t i e n e n los c a n d i d a t o s p o t e n c i a l e s a la migración.
La elección f i n a l p o r parte de los actores d e u n d e s t i n o fuera de su país r e s p o n d e , en t o d o p r o c e s o m i g r a t o r i o , a u n a c o m p l i c a d a c o m b i n a t o r i a d e factores d e atracción y d e r e p u l -sión. Por un l a d o , y en l o q u e hace r e f e r e n c i a a las sociedades
receptor de oleadas migratorias, p r o c e d e n t e s e s p e c i a l m e n t e de otros puntos diversos de la península Ibérica***. C o m o señalan Dougiass & Bilbao (op. c/í.:168. Cf. H e i b e r g , op. cit), "entre 1 7 9 7 y 1 9 0 0 , las tres p r o v i n c i a s vascas de V i z c a y a , Guipúzcoa y Álava pasaron de representar el 2 . 6 % de la población n a c i o n a l (española), al 3 . 2 % . Este c r e c i m i e n t o se p r o d u j o a pesar d e ser m u y alto el índice de migración de la población n a t i v a d e l País Vasco"
Podemos c o n s i d e r a r q u e el p e r i o d o m o d e r n o de la e m i g r a -ción vasca al o t r o l a d o d e l Atlántico e m p i e z a h a c i a 1 8 3 0 y corresponde p r i n c i p a l m e n t e a u n a d e m a n d a de m a n o de o b r a requerida por las nuevas repúblicas l a t i n o a m e r i c a n a s , así c o m o a un i n c r e m e n t o c o n s i d e r a b l e de la población vasca desde finales del siglo X V I I I " . La p r i m e r a generación de i n m i g r a n t e s vascos llegaba a los Estados U n i d o s — u n o de los p r i n c i p a l e s destinos durante el siglo XX, j u n t o c o n otros c o m o A r g e n t i n a o U r u g u a y — entre 1 8 7 0 y 1 9 1 4 , y estaba c o n s t i t u i d a p r i n c i p a l m e n -te por pastores itineran-tes, asalariados o i n d e p e n d i e n t e s , en u n a gran dispersión geográfica a lo largo y a n c h o d e l oeste n o r t e a m e -ricano.
Es necesario, sin e m b a r g o , m a t i z a r esta afirmación. C o m o señala Dougiass (en prensa), "a m e d i a d o s d e l siglo d i e c i n u e v e en Argentina y en el siglo v e i n t e en el Oeste a m e r i c a n o , el d e c i r
^° Para el caso de V i z c a y a , "el intenso ritmo de industrialización exigía una siempre creciente m a n c o m u n i d a d d e m a n o de obra (...) en n ú m e r o m u y superior a lo que Bilbao, V i z c a y a e i n c l u s o el País V a s c o en su totalidad podían proporcionar. D e aquí que una i n m e n s a c a n t i d a d de inmigrantes no-vascos, procedentes de las regiones rurales e m p o b r e c i d a s d e España, fuera a b s o r b i d a por estas áreas en vías de industrialización" ( H e i b e r g , 1 9 9 1 : 6 9 ) .
vasco quería d e c ir ovejero. La implicación es q u e los e m i g r a n t e s vascos se d e d i c a b a n a c u i d a r rebaños a causa del c o n t e x t o p i r e n a i c o de pastoreo d e l q u e procedían. El e st er eot ipo e s c o n d e el hecho de que la conducción d e a n i m a l e s e n las p a m p a s de Argentina o en el Oeste a m e r i c a n o d i f i e r e r a d i c a l m e n t e de !a de los Pirineos y que m u y p o c o s pastores profesionales e n el País Vasco fueron a engrosar las listas de e m i g r a n t e s . A s i m i s m o , el estereotipo ig nor a el h e c h o de q u e e n A u s t r a l i a d e c i r vasco
significa ser cortador de caña, ¡A pesar de q u e A u s t r a l i a es el productor de ovejas más i m p o r t a n t e d e l m u n d o ! " .
M é x i c o " , j u n t o c o n otros países c o m o A r g e n t i n a o C h i l e , proveerá parte de la p r i m e r a o l e a d a de migración vasca a los Estados U n i d o s , antes de ta aparición d e l grueso de los pastores vascos europeos p r o p i a m e n t e d i c h o s .
A partir de la l l e g a d a de estos " p i o n e r o s " a América, otros
emigrantes s i g u i e r o n su e j e m p l o y a b a n d o n a r o n el País V a s c o c o n la intención de e n c o n t r a r nuevas e x p e c t a t i v a s económicas y sociales. La emigración a América p u e d e ser vista c o m o u n a a l t e r n a t i v a más a t r a c t i v a q u e el t r a b a j o e n las z o n a s industrializadas d e l País V a s c o , ya que en América existían unas mayores p o s i b i l i d a d e s de m o v i l i d a d económica y s o c i a l , y e l l o representaba u n g r a n a t r a c t i v o a los ojos de m u c h o s e m i g r a n t e s vascos.
Para el caso m e x i c a n o , el p e r i o d o m o d e r n o de la e m i g r a -ción vasca a estas tierras c o m i e n z a h a c i a la década de 1 8 4 0 , y durará hasta b i e n e n t r a d o el siglo XX. H a y que destacar, sin embargo, la i n e s t a b i l i d a d social y política m e x i c a n a en estos años, cosa que acabaría p o r d i f i c u l t a r la inmigración de vascos hacia el país, y p o r f a v o r e c e r otros destinos, c o m o Estados Unidos o ta República A r g e n t i n a . Sin e m b a r g o , y c o m o establece Lorin Gaarder'^, a partir de 1 8 7 6 , M é x i c o c o n o c e p r i n c i p a l m e n t e cuatro flujos m i g r a t o r i o s vascos: el p r i m e r o llega hasta la década
" Aunque no sólo de pastores. D o u g i a s s & B i l b a o {op.cit:260) citan que "bastante antes de la llegada de los primeros c h i l e n o s (a los y a c i m i e n t o s de oro), en octubre de 1 8 4 8 , habían e m p e z a d o a l l e g a r a C a l i f o r n i a c a r a v a n a s de m i n e r o s mexicanos procedentes de S o n o r a " .
de 1 9 2 0 y, p o r p r i m e r a v e z , llegan g r u p o s s i g n i f i c a t i v o s de vascofranceses. El s e g u n d o p e r i o d o — e l más relevante d e l s i g l o X X — se d a en los años de la G u e r r a C i v i l Española. El t e r c e r o , tras la Segunda G u e r r a M u n d i a l ; y el c u a r t o y último, e n ta década de 1 9 5 0 . En este último caso, se trata de personas q u e llegaban al país p a r a t r a b a j a r en empresas vascas o españolas en g e n e r a l . "
En et p r i m e r p e r i o d o m e n c i o n a d o , a d e m á s d e los inmigrantes, c o m i e n z a n a llegar también algunos e x i l i a d o s vas-cos procedentes de España. La difícil situación política d e l país (la guerra d e África o, sin ir más lejos, la d i c t a d u r a de P r i m o de Rivera) f a v o r e c e el q u e m u c h o s vascos — e n t r e otras r>acionali-dades del Estado e s p a ñ o l — a b a n d o n e n su lugar de o r i g e n . En 1907 se fundará en la C i u d a d d e M é x i c o el Centro Vasco, c o n m i e m b r o s o r i u n d o s p r i n c i p a l m e n t e d e N a v a r r a , G u i p ú z c o a y V i z c a y a , j u n t o c o n a l g u n o s vascofranceses; a m e d i a d o s de los años t r e i n t a , sin e m b a r g o , parte d e los navarros p e r t e n e c i e n t e s a este c e n t r o fundarían el Centro Vasco español, q u e fomentaría las relaciones c o n los demás centros d e i n m i g r a n t e s españoles, distanciándose más d e l i d e a r i o n a c i o n a l i s t a . Por su p a r t e , Eusko
Ikaskuntza, ta S o c i e d a d d e Estudios Vascos, f u n d a e n 1 9 3 4 su sede m e x i c a n a , en el D.F., s i g u i e n d o c o n ta idea de su p r o y e c t o expansivo por a q u e l l o s lugares d o n d e las c o l e c t i v i d a d e s vascas contasen c o n implantación. La sede de M é x i c o será la s e g u n d a abierta en América, tras la de Buenos Aires, i n a u g u r a d a en 1931 (Estornés Z u b i z a r r e t a . 1 9 8 3 : 2 4 6 ) .
El segundo p e r i o d o es sin d u d a el más i m p o r t a n t e d e l presente siglo en a f l u e n c i a de m i g r a n t e s h a c i a M é x i c o , y se produce entre 1 9 3 7 y 1 9 4 2 , c o m o c o n s e c u e n c i a de la G u e r r a Civil Española. Es éste, en g e n e r a l , u n período de a m p l i a agitación y a c t i v i d a d m i g r a t o r i a en el País V a s c o . La v i c t o r i a franquista en la G u e r r a C i v i l española significó, en el corazón d e l siglo XX, la salida h a c i a el e x i l i o de m u c h a s personas
c o m p r o m e t i d a s o simpatizantes c o n la causa r e p u b l i c a n a . Este éxodo llevó también fuera de Euskadi, c o m o factor de expulsión m i g r a t o r i a , a un sector de ta población vasca c o n t r a r i o política y sociatmente al a d v e n i m i e n t o del n u e v o d i c t a d o r , el G e n e r a l Franco. Varias de las c o l e c t i v i d a d e s vascas en la diáspora reciben en este m o m e n t o u n a gran a f l u e n c i a de personas, c o n v i r -tiéndose en a l g u n a de ellas — c o m o es el caso de tos vascos que residen en C a t a l u ñ a — e n el p e r i o d o de m a y o r a f l u e n c i a inmigratoria'^.
En lo q u e a M é x i c o se refiere es también el p e r i o d o de la Guerra Civil u n o de tos q u e llevará u n m a y o r número de emigrantes y, d e n t r o de e l l o s , i n d u d a b l e m e n t e , un m a y o r número de e x i l i a d o s . Para r e a c c i o n a r ante la situación en Euskadi y en España, así c o m o ante el número c a d a vez m a y o r de vascos q u e llegan a t e r r i t o r i o m e x i c a n o , un g r u p o de a n t i g u o s residentes, encabezados p o r Francisco de Belausteguigoitia f u n d a el Comité de Ayuda a ¡os Vascos. Entre los años 1 9 4 2 y 1 9 4 6 , el G o b i e r n o V a s c o tendrá su sede en u n a o f i c i n a de ta calle D i n a m a r c a , en el D.F.
Los p r i m e r o s refugiados c o m e n z a r o n a llegar a América — e s p e c i a l m e n t e a A r g e n t i n a , M é x i c o , V e n e z u e l a , C h i l e y U r u -g u a y — ya en 1 9 3 7 . C o n la lle-gada de los e x i l i a d o s , el -g r u p o v a s c o en M é x i c o cobraría u n a n u e v a dimensión; n o t a n sólo numérica, sino también en relación c o n el i n c r e m e n t o de a c t i v i -dades y de asociaciones, d a n d o un n u e v o i m p u l s o t a n t o a la a c t i v i d a d c o m o a la i d e n t i d a d vascas m e x i c a n a s . En este s e n t i d o , u n b u e n número de p u b l i c a c i o n e s de c o r t e n a c i o n a l i s t a se publicarán en M é x i c o a partir de este m o m e n t o : Aberri Aídez, Alkartu, Euzko Deya, Eberri, Ekin, o Euzkadi Askatuta.
Este p e r i o d o c o i n c i d e c o n ta necesidad y la reclutación de pastores ovejeros por parte d e l g o b i e r n o de tos Estados U n i d o s . Así, se promoverá ta búsqueda de pastores vascos t a n t o en Europa c o m o en América, y M é x i c o será u n lugar p r i v i l e g i a d o
para e l l o . Dos artículos p u b l i c a d o s en el Eiko Free Press d e la c i u d a d de EIko ( N e v a d a ) , c i t a d o s p o r Dougiass & B i l b a o (op.c/í.:379), hacen hincapié e n este h e c h o . U n o de ellos, c o n c r e t a m e n t e , lleva p o r título "Se buscan en M é x i c o 100 vascos pastores de ovejas". - '
Desde la v i c t o r i a f r a n q u i s t a de 1 9 3 9 , diversas o r g a n i z a c i o -nes vascas — q u e pasan a ser c l a n d e s t i n a s — , c o m o el Partido Nacionalista V a s c o (EAJPNV) sin ir más lejos, o r g a n i z a n s e c c i o -nes en México. El m i s m o G o b i e r n o V a s c o en el e x i l i o , c o n sede en París, m a n t u v o sedes e n las c i u d a d e s d o n d e se e n c o n t r a b a n las principales c o l o n i a s vascas a m e r i c a n a s , y entre ellas la de la Ciudad de M é x i c o , c o m o h e m o s p o d i d o ver líneas atrás. P a r t i c u -larmente la C i u d a d d e M é x i c o , Caracas, Buenos Aires y Santiago de Chile se convertirán en centros activos de la resistencia vasca contra la d i c t a d u r a d e l G e n e r a l Franco, y g r a n parte de la literatura n a c i o n a l i s t a , c o m o hemos visto líneas atrás, se p r o d u c e en estas c i u d a d e s .
Tras el r e s t a b l e c i m i e n t o de la d e m o c r a c i a en España y la recuperación d e l Estatuto V a s c o de Autonomía, los c o n t a c t o s c o n la diáspora vasca a m e r i c a n a han t o m a d o u n n u e v o i m p u l s o , reforzado por la creación, en el seno d e l G o b i e r n o V a s c o , de u n a secretaría de a c c i ó n e x t e r i o r , prestando u n a especial atención a las comunidades vascas a m e r i c a n a s . En 1 9 9 2 , el íehendakari^^ Ardanza visita oficialmente México, siendo homenajeado en el Centro Vasco de la c a p i t a l .
La diáspora v a s c a en el siglo X X . A l g u n a s p r o b l e m á t i c a s de estudio.
N o es nuestro c o m e t i d o aquí el entrar a f o n d o en un análisis de las diversas tipologías y épocas de la migración vasca d u r a n t e el presente siglo. Sí que nos interesa, a pesar de t o d o , e x p o n e r algunos planteamientos que c o n s i d e r a m o s de i m p o r t a n c i a .
En p r i m e r lugar, entre la l i t e r a t u r a — n o e x c e s i v a m e n t e
a b u n d a n t e , por o t r o l a d o — p r o d u c i d a sobre el fenómeno m i g r a t o r i o vasco en g e n e r a l , p o c a es la atención q u e se ha prestado al siglo XX. Et análisis histórico de la migración vasca ha abarcado p r i n c i p a l m e n t e desde la participación — y a m e n c i o -n a d a — de los vascos e-n la empresa a m e r i c a -n a , ya e-n sus primeros tiempos, hasta el siglo XIX, en q u e se d a n , entre otros acontecimientos, las i n d e p e n d e n c i a s de g r a n parte de tas Repúblicas del N u e v o M u n d o " . El siglo XX, sin e m b a r g o , ha p r o p o r c i o -nado una menor producción y, c u a n d o lo ha h e c h o , ésta se ha centrado en muchas ocasiones únicamente en los aspectos ligados al n a c i o n a l i s m o y al e x i l i o político.
Exponemos, pues, s o m e r a m e n t e en este a p a r t a d o a l g u n o s factores y p r o b l e m a s q u e c o n s i d e r a m o s s i g n i f i c a t i v o s y q u e atañen a los estudios sobre ta emigración vasca, y e s p e c i a l m e n t e al p e r i o d o que c o r r e s p o n d e al siglo XX. América, c o m o p r i n c i p a l punto de destino histórico de la migración vasca, ha c e n t r a d o , c o m o es n a t u r a l , casi la t o t a l i d a d de la atención de los i n v e s t i g a -dores que se han d e d i c a d o a esta temática. N o en v a n o Fierre Lhande (1971:9) decía en 1 9 0 9 , en ta introducción de su o b r a , que "Para ser u n auténtico vasco, se r e q u i e r e n tres c o n d i c i o n e s : llevar u n a p e l l i d o s o n o r o q u e i n d i q u e el o r i g e n , h a b l a r la l e n g u a de los hijos de A l t o r y ... tener u n tío en América". Bastante menos, sin e m b a r g o , — e n m u c h o s casos p o c o o n a d a — se sabe sobre otros destinos d i f e r e n t e s , ya sean lejanos y exóticos, c o m o Australia o las F i l i p i n a s , o tan cercanos al País V a s c o c o m o pueden ser diversos p u n t o s de Europa o i n c l u s o de la m i s m a península Ibérica.
Igualmente, la problemática del r e t o r n o al tugar de o r i g e n presenta también u n especial interés, ya q u e al m i s m o t i e m p o y en t o d a la diáspora vasca, h u b o s i e m p r e u n a c o r r i e n t e c o n s t a n t e
d e personas que regresaban al País Vasco**. Sin e m b a r g o , m u -chos de los emigrantes que han v u e l t o se han s e n t i d o p o c o cómodos en una realidad t o t a l m e n t e c a m b i a d a en su lugar de o r i g e n . A s im ism o , se e n c u e n t r a n c o n que a su a c t o de emigración "le han puesto un sello", el de Amerikanue o Australianue, de f o r m a que sin ser considerados t o t a l m e n t e c o m o forasteros, q u e d a n ubicados en una situación social intermedia que ni les r e c o n o c e plenamente c o m o a m e r i c a n o s o australianos, n i les a d m i t e del t o d o c o m o m i e m b r o s de la c o m u n i d a d .
El t e m a de la i d en ti d ad étnica, por o t r o lado, o c u p a u n a c i e r t a centralidad en gran parte de ios análisis realizados hasta el m o m e n t o . La reproducción y recreación de la i d e n t i d a d , así c o m o las formas manifiestas de ésta, el paso d e l r e g i o n a l i s m o a l a e t n i c i d a d , o la invención de ta tradición son algunas d e las problemáticas concretas abordadas.
En relación con este t e m a , c a d a p e r i o d o histórico ha d e b i d o e x p l i c a r y organizar la i d e n t i d a d y la d i v e r s i d a d c o l e c t i v a de diferente manera. C o m o señala Ramírez G o i c o e c h e a ( 1 9 9 1 : 1 0 8 ) , el discurso étnico se ha o r g a n i z a d o de m a n e r a c o m p l e j a y disímil en cada época y en t o r n o a a t r i b u t o s , rasgos y prácticas diversos elevados a la categoría de símbolos étnicos cuyas relaciones entre sí varían a cada lapso de t i e m p o , e n c o n s o n a n c i a c o n el c a m b i o social de la sociedad vasca unas veces, y de m a n e r a más autónoma en otras.
Tras varios siglos de emigración, las diversas c o l e c t i v i d a des vascas establecidas fuera de Euskadi continúan c o n s t r u y e n -d o y renovan-do gr u p al me n te su i -d e n t i -d a -d . En Norteamérica o Sudamérica, en Europa, en Asia o en O c e a n í a , los Otros vascos
h a n estado abiertos a diversas i n f l u e n c i a s , al m i s m o t i e m p o q u e han aportado su parte de bagaje, h i s t o r i a , i d e n t i d a d y c u l t u r a a las sociedades que les han r e c i b i d o .
BIBLIOGRAFIA
Alcina Franch, José
1986 "La cultura de Castilla y León en América. La cultura material", en Díaz Viana, Luis (Coord) Etnología y folklore en Castilla y León,
Salamanca, Consejería de Educación y Cultura, Junta de Castilla y León.
Dougiass, WiHiam A.
"Los vascos de North Queensland, Australia", en Medina, F. Xavier
iComp) Los otros vascos. La migración vasca en el siglo XX. (en prensa),
Dougiass, William A. y Bilbao, Jon
1986 Amerikanuak. Los vascos en el Nuevo Miando. Lejona/Leioa, Universidad del País Vasco-Euskal Herriko Unibersitatea.
Dupla,
Antonio1992 Presencia vasca en América 7492-7992. Donostia, Tercera Prensa-Hirugarren Prentsa.
Estornés Zubizarreta, Idoia
1983 La Sociedad de Estudios Vascos. Aportaciones de Eusko Ikaskuntza a la cultura vasca (1918-1936). Eusko Ikaskuntza. Donostia.
Gárate Arrióla, Justo y Telíechea Idígoras, José Ignacio
1983 El Colegio de las Vizcaínas de México y el Real Seminario de Vergara. Vitoria/Gasteiz, Eusko jaurlaritza/ Gobierno Vasco. Gómez Cañedo, Lino
1990 "Juan de Zumárraga y Jerónimo Mendieta (dos grandes artífices de taprimitivacristiandad en América", en Arana, Ignacio {Coord) Los vascos y América. Ideas, hechos, hombres. Madrid-Sevilla. Gela/ Espasa Calpe/Argantonio,
Heiberg, Marianne
1991 La formación de la nación vasca. M a d r i d , Arias M o n t a n o . Jiménez de Aberasturi, Juan Carlos (ed)
1991 Los vascos en la Segunda Guerra Mundial: El Consejo Nacional Vasco de Londres (1940-1944). (Recopilación documental). Centro de Documentación de Historia Contemporánea del País Vasco,
No. 6. Eusko Ikaskuntza. San Sebastián. Lhande S.]., Pierre
León-Portilla, Miguel
1990 "Fray Juan de Zumárraga y las lenguas indígenas de México", en ARANA, Ignacio {Coord) Los vascos y América, Ideas, hechos, hombres. Madrid-Sevilla. Gela/Espasa Calpe/Argantonio.
López, Emilio (BELTZA)
1977 El nacionalismo vasco en el exilio 1937-1960. San Sebastián, Txertoa.
Martínez Salazar, Ángel y San Sebastián, Koldo
1992 Losvascos en México. Estudio biográfico, histórico y bibliográfico.
Vitoria/Gasteiz, Eusko Jaurlaritza/Gobierno Vasco. Mathes, Michael
1990 "Los vascos en la expansión de la frontera norte de Nueva España en el siglo XVI: La fundación de Nueva Vizcaya y Nuevo México", en Arana, Ignacio {Coord) Losvascos y América. Ideas, hechos, hombres. Madrid-Sevilla. Gela/Espasa Cálpe/ Argantonio.
Medina, F. Xavier
1992 "La migració basca cap a Barcelona durant la Guerra Civil. Antropología i historia a la memoria del lehendakari Aguirre", en
Generado, 4.
1995 "La religión c o m o diacrítico. Práctica religiosa e identificación colectiva entre los emigrantes vascos", en Anuario 1994. Centro de Estudios Superiores de México y Centroamérica. Tuxtla Gutiérrez, U N I C A C H .
1993 Identitécentripéteetforcescentrifuges dansl'Espagneautonomique. Le cas basque. Barcelona-París, Institut Cátala d'Estudis
Mediterranis, (Documento inédito). Navarro, Luis
1990 "La colonia vasca en Andalucía en la Edad Moderna", en Arana, Ignacio (Coord) Los vascos y América. Ideas, hechos, hombres.
Madrid-Sevilla, Gela/Espasa Calpe/Argantonio. Ramírez Goicoechea, Eugenia
1991 De jóvenes y sus identidades. Socioantropología de la etnicidad en Euskadi Madrid, ClS-Siglo XXI.
San Sebastian, Koldo
1988 f / . * lio vasco en América (1936-1946). San Sebastián, Txertoa. Telíechea Idígoras, José Ignacio
1990 "El Colegio de las Vizcaínas de la Ciudad de México", en Arana, Ignacio {Coord) Los vascos y América. Ideas, hechos, hombres.