Estrategia: n° 1, noviembre de 1965
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(6) tepa p r l a que atraviesa hm9rica Latina, t i e n e w m a r a 1 que sacudi6 a ~ u r o pOriental y Centrai" sa y a1 que experiment8 Asia luego del t r i m f o ' d e #2.a &%vci&i$Esta ebpa - a b f e r t a eon l a RovulucidnoCubana, ha terzida pedodos de myor r o sfemwe dentro (!e una lfnea general de ascenso rovol\aciode G d a r t y 10s t r i u n f b s de Lead. y Frd, cons Atorto> p r o d e ninguna manera han s a c a d o a estables d& 3.nperialfsmo. La. situaci8n d e Am&rim LaCTm e ,-cualquier esquema m c a n i c i s t a acerca de p r f c d o e de're e s t a l l f d o de: gran~eshuelgas, swgirrdento y afbnmlrde ciones de t f e r r a s , desaxxollo d e l poder dual, etc,' . a t r o radgos esenciales c a r a c t e r i m n la actual situacibn Latinaasrerfca io de t&ctioa d e l imperialismo Yanqui3 b) l a misis titueionalesi*,o e) e l progreao del movh&ento h m r r y guerrillero y d) la f o m c i d n de movimientoo revoludonazloa de, I. 2.-. d i d o s p Kennedy a 10s gobiernos l a t i n o a m r i m n o s p r a i n i d a 11l ni, poder entregar esa a p d a que tenckfa a f r w r el m a Y @ o WmoMrWp.el hperialism yanqui e s t 5 decidido a prepmar $sip y a bponer su polftfca a sangre y %ago en A d r i c a Lati&. EI, a0 ejemplo de Oaba y l a s guerrfllas de Colombia, Guetemale, Vblheaxef&, &e, idhayen tanto corn el f a c t o r econ6mico en e s t a determinaci6n de Fed&ut&l. mr despes de mdio s i g l o l a polftica d e l 11big-at50kll. ffaciq eae .cTb$&iiin, Uende e l ppoyecto de crear una fuerEa interamericana miter y %vwsulu C i h de l a C & m m de Representantes de USA en e l senliido. de 'd.nbeE?pnir tefalnronte con e l E j 6 r c i t o yancpi en cualquier p f s de A d r i c a Bin esperm siquiefi l a a c t u a c i h de ia proyectada fberea i n t e r a m " m r E& Mpez"ial5sno yanqui est8 d i s p o s t o a crear un nuevo ViQtrian en Az&rica Latm C a m & t h carta p r s detener e l proceso r e v d u c i o n a r i o , E s Q polftia in temnclonista no atemor.iear8 B 10s puebloe l a t f n o a m r i c a n o s a i m querwoduCirCT un efecto contrarAo, Para 10s m o r b i e n t o s t h a c i o m l i s t d s t t Wgueges g peqpeKo4urgueses, alentados p r l c s PC, se los habr& cerr t o r n 1 y pcfflcop Los Xlucionados en e l l h ? e f d s m o l t de l a Bogreso, quedargn s i n p o l f t i c a o Para oponeree a la nueva de la a d m i n i s t r a c i h Johnson no mIdr6n 10s p a e r n o s r t ~ G sin0 el a m i n o i n m r e c c i o r i a l a , m d o , A l a doctrina intervend0 Johgcm h;ry que o p n e r l e e l derecho del pueblo l a t i n o a m r i defenea de l a soberenfa naciomlr yef-8,. 4 *. -.
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(9) En lus movimientor;? insurreccionnles se va abriendo p s o l a fund:;raental w m h F G a l c0ncepci.h de que p r a a b r i r un fnco guerril7erc;.
(10) E l Mov%rAento 13 de Nov-icmbi*c de Guatemaln sxtiende lenka, pro firmemente, su :influ.onc:fn en e l canipesinqdo,. La3 decloraciones de sua-1f -. deres y d e l p e r i d d i c o i‘Rovolucidn SocinlistaI1 nos h c c n lleg& a l a condusi& de que estamos eil pz*e;;cncin d e l moviniento g u e r r i l l e r o con myor clarL dad polPtica, Su3 concepcfones 8 cerca d e l o dirdndca y el carzfcter de la rsvolucibn, sus planteamientos do revolucidn s o c i a l i s t a para llegnr a 1 go bierno Obrero-Campesino y a 1 Estado Obrero, constituyen l a expresign d e l a s mejores trodiciones de l a Revoluci An Pemqnente, E l guerrillaro F, Amdo ha de i l a r a do : 6.. . . e . .. -. 1. -.
(11) E - S . T R h ,T E G. I h. -. "NQ'henernos urz. program r e f o d s h d n h o y un program r. p s a un f u % w o .l e jano,, Tenemos un program revolucionqr donde todm r e i v h d i c n ci6n inmediifto de s a l a r f o s democr8tica a J.e lueha par l a r e v o l u c i h s o c i a l i s t a inseparablemente" ~ C J. ,. ,e. m, el d o m e n t o citado sobre Wonclusiones d e l M, 13 rse a 10s objetivos de su lucha, a f i m i ? "Asaltar e l poder nasas, a b a t i r e l sistema capitalists, e s t a b o y crear e l Estado. Obrero da Guatemla*l c r i t i c a n a1 PC ( E T en Guatemala) pur su l f n e esfa; no son incondicionales de €?him sin0 me c7 eamientos, como s e r p I n luctia contra l a d a pacf ( f l. Ad de l a consolidaci6n d o l movimiento guerr dqtta.mT que d t ~ e 1965 l r 7 lucha de msas ha alcnnzado a l t combatividad, La r e s i s t e n c i a armada de 10s mineros bol-iv5anos, patl: eL lechinismo p r o r e s p l d e a d o s y orientodos por e l Partido' mrb, l a lucha a m d a de 10s obreros, e s t u d i m t e s y camp b l i c a Dominicam, a pesar de l a direccidn capitulante d e C a a w ones d e t i e r r a s en P e d , l a huelga de 10s tmbajndores p6bl.i ebc, densuestra que h s organiaacioneo d e msas comervan u expLosho y e s t j n dispuestns a l a acci'on siempre qye haya urn par; de emprender? el wmino i n s u r r e c c i o n d .. E l hecho fundamental de I C .&tirnos ~ cinco afios en A na, l o constituye e l s u r g i r i e n t o de nuevos movimicntor3 revolucionar plantean la p r r s i b i l i d o d r e a l de superar I n crisis d e direccidn de1 r i a d o latinoamericano. La R e v o l u c i h Cubana provoc6 l a c r i s i s d e fo t r a d i c i o n a l e s de l a clnse obrera (E y F3) y d e 10s mcdrilientos t a s burgueses y pequeEio-hurgueses. La prueba rotunda de c s t e a s e r t o es a plastnnte de 10s a ctuales mov-hientos insurrectional 18 m pado a1 control d e 10s PC y PS. '. I. Toda rcvcrluci6n social. produce un i m p c t o decisivo en el miento de msas no s&o en e l p i s que se desarrolla s i n 0 en todas l a perestructuras polfticas m n d i a l e s . E l ejemplo de una rev en 10s partidos t r a d i c i o n a l e s , a celera l a contradicci8n e a s p i r a n a luchar y l a diroccidn buro&iticn gue 1 a s frena; 80s agudos de diferoncinciSn, ten4encias mfs a centuadamentc ce eentrspetas, r u p f k r a s de lss v i e j n s organiaacionos y mcimientos p r t i d o s rovolucionarios, Eate fud e l curso seguido por el, m o d i 6 mundfal desplds de l a Revolucidn Rusa d e 191y0 Paralizndo de 10s PC, b n j o l a batuta de S t a l i n , volvi# a r e s u r g i r despa@sde LR ci6n China, ASS mmo l a Revolucidn RUSR l i b e r 6 nuems fuersas que r con e l corrompfdo refarmism d e l a I1 I n b e m c i o n a l dando Z w g r a 1 t o de l c i s partidos comunistas, l e 7 Revcllueidn Cubm biz0 polftica d e 10s particles obreros t r a d i c i o a d e s de A d r i @ o h latinoammicanas a poyaron, durante 10s primeros afios de movimientos m cir?ntMstas burgueses y pequefio-burgWses m 1 $e&asco-ibarrismo, Acci6n Dcmocrihica, hm, MNR, e t c ) . $. ..
(12) ED sfntj.cis, han s i d o el f a c t o r subjetivo qye ha acelemdo e l asmnso revolucionario de 10s 6ltims aiios, y constituyen l a dnica esperan rn r e a 1 para superar l a c r i s i s d e direcci6n d e l proletariado y conquistar l a s Rept'r'blicas Unidas S o c i a l i s t a s de hm0rica Latim.. -. Santiago,. 00000000000000. L W N TROTSICY. Octubre de 1965. Po. OOOO. OO. M a n i f i o s t o sobre la guerra LOS Crfmenes de S t a l i n. 8, eJa0. 49.
(13) Contactov subterrdneoa con 10s dirigentes de la iwerelp. ab.
(14) Especinlmpte a t r s v d s de unil organizaci6n secreta denominnda p e pesnmeflte como I,?I'L0gi.a Bolivar de 10s Libertndores d e A d r i m f l , mOvierOn a estc p r t i d o a h m p o r a r s e a l Partido S o c i a l i s t n en 1936 ponicndo ffn asf a una experrimoh que estaba m y l e j o s de r e n d i r todos 10s frutos; un equefio gsup se resistid a e s t a fist& y form6 el Partido Obrero Reuo'lucionado;. el grueso de l a i q a i e r d a C o r n i s t a t r a t 6 de rehacer e l m v h i e n t o r7 t r a d s del P a r t i d o S o c i a l i s t s de Tmbajadores, surgido en 1939 como m o W e n t o a s t n om l a cone%liacibn cnnmgradq en e l Frente Popular gue g o p r el,presidente Pedro Aguirre Cer8a.- Este Partido sc dividi8, mfs t o r 10s gue ingreearon a 1 P m t i d o Comuaista, encabezados por Cssnr G a d q Carlos R O B O ~ ~ Orlando S, M l l a s y Natalio k m n , y 10s qge i e g r e s o r a Z a p t a , Ramdn Sepfivedn Leal y e l a u t o r de e t i d o Socialists, coxno -io tes lhess. Pero ya l a consiliacibn de clases se habin convertido en l a n o m p l f t i c a habitnal, t a n t o de s o c i a l f s t a s corn de comunistas, pese n l a s v i 0 l e n t a s explociones f f s i c a s que enfrentaban a ambos p r t i d o s , como expresi8n de su rivolidnd por e l control de 13s msas. 'Fu& l a &pocc7 de los mqrtires so c i n l d s t a s cmo HQctor Barrueto (wsesinado p r 10s m a i s ) , Mario Mifio, asesf:: nodo por 10s comunistas, Pedro Arbultf, msncrqdo en Lota por e l s t a l k t a n t o s otros. En l a dpoca d e l p r t i d o S o c i a l i s t 3 de Trabajadores fu& ta asesinado Pablo L b w a , uno de IQS valorcs d s definidos dol movimien.t.io r o chileno, d c t h de l a M i l i c f a s S o c i a l i s t a s que dirigi-6 Jose Rodr$gucsz Coroes.. -. For e n c b de e s t a a luchas sangrientas terminaba siempre hpcmi&ndose, el oportunismo de 13s colaboracioncs con e l gobierno, en que l a &ec cidn se entregaba tmdicionslmente a 1 Partido Radical, que f r u s t r a b a 10s tirnidos planes reformistns de sus mliadns obreros. La 6 p c a de l a i n t r m s f g e n cia revolucionaria habia quedado a t r d s y l a c l a s e obrera c h i l e m fug obligada a abandomr la t r a d i c i d n de Luis Emilio Recabarren w r a summrse a 1 juego perfbdico de l a s consultas e l e c t o r n l e s e n e l m r c o de l a democracia burguesa.. -. En e l P s r t i d o S o c i a l i s t o so form6 una c o r r i e n t e opositora c7 l a colaboraci6n de 10s gobiernos d e f r e n t e pwlnr en l a que fom;lron 10s jdvenes s o c h l i s t a s que d i r i g f a R a a Ampusro y 10s r e s t o s d e l Partido So'cialista de Trabnjadoms que se habfan reincorporndo R sus cruadros. En e l XI: Congreso O s d i m r i o efectundo en Concepcidn en Noviembre de 194.6, e s t e c o r r i e n t e se km_ w s o por siete votos de rmyoria e l i g i e n d o S e c r e t n r i o General a Am*ero, que t e d a 29 a i k s de edqd, contra S a 1 m d c r Allende que era el. candfdsto de la I& j a burocracia acaudilloda h a s t a entonces por Bernardo IbaAes Aguila.. F t d l Ampuero, su segundo de c7 bordo Aniceto Rodrfguee, siis secuaces Mario Gamy, Eduardo Osoria y alguncis o t r o s que p r o v e d m de 10s madros de l a Juventud Socic'lista o del Ccrmitd Regional SanzliRgo, so h a b h f o r m d o pol i t i c a m e n t e a Za vera de Oscsr Schmke y on l a dpocrl d e l inconfombmo cerrg r o n f f l a s a 1 rededor d e 1.17 burocracia oporhnislta d e l antiguo C d t b Central. Si bien es c i e r t o que se h i c i e r o n i n t e n t o s plra pr0vocs.r unn d e f i n 5 d 6 n l u c i o n a r i a , e l l o s auedaron ideolbgicamente cnstrados como por ejemplo. en E& Program elaborado e n una conferencia durante e l d%:,1947.. mv.
(15) . <. Lo que h i s t a promedbr e l a50 1960 podfq considersrse oomo desviscicmes @mrtunistas, s o ha t r a n s f o r m d o de rn mnern irreversible em t r a i c i d n ncblfticl.! y t e % r i c n que hrl conuertido, t a n t o a 1 Partido Canunista como a 1 Partido SociaZiste, e n a d n d i c e s d e l regimen d e la dsmocrrlcia burgue sa.- Es decir, l r l mtamorfosis se ha consumado, y e l l u g a r de l a d e j a socigl democfaciil, con su insondoblc nbismo de c o r r u p c i h y d e iluciones en las et?f o r m s concedidas por 10s 6rgnnos d e l poder bur@&, ha s i d o ocuwdo en g l o r i g y mgestod por 10s partidos tradicSonaLes d e l a clase obrerw.. En un a r t i c u l o publicado en el d i q r i o oomniste "El S5gl.of1, e l 1% de Agosto de 1963, h p u e r o acept6 por p r i m r o vez en f o m i d b l i c a l a toe_ x i s t e n c i a pacffica como doctrina o f i c i d d e l socinlismo; declmb cpe l a flcoexi.stcnciall e r a preferible.. Durmte la d l t i m i I;arnpa% presidencial rep i t i d m c h a s veces, con desconcertante cinism3, que em eleeci6n entregaba il weblo Is posibilided de s o b r e m s a r el movimiento fom1 convirti6ndolo en una coyuntura revoluciongrin, o sec7 a d h i r i d tambie'n a l a t e o r i a de l a I 1 d a pacffica1I sin acordsrse par? m d n d e l fnntasmal ftfrente de trabajadoresg En la pr&ctico, pese a ococionales pol6nbcas de doloross superficialidad, l a p o l f t i c a d e l ConIitQ Centrnl S o c i d i s t a se asemeja, como una gota de agua a o t r a , a lo d e l Comite" Central Comunista, Las o c t u d e s discreoanciaa no derivan de d i f e r e n c i a s t e 6 r i c e s o e s t r a t g g i c n s sino de pedestres discuci&nes prkc t i c a s a cercq de la mejor m n e r a de haem s e n t i r a 1 pnrtido burguks g o b r nante 1-1necesidad de r e c u r r i r ~7 sus rfdesinteresodosJ1servicios.. .. '. -. Pero donde se dejd e s t a m m d r l k m c l a r i d q d I n impresiAn d i g i t a l d e l reformism t r a i d o r fub en e l r e c i e n t e .XI11 Congreso Naciona1 d e l Partido Comnista, cufros d o m n t o s bfisicos, singulamente el informe d e l S e c r e t a r i o General Luis C o r v a l h , hsn perdido todo v e s t i g i o de n n g l i s i s m a d s t a transformindose en l c 7 &IS ramplonq y dfsrmrsiva verborrea iequierdizante. E l Parti a~ Cmunista a s i m i l b l a s elucubraciones sobre l'cambiosft i n s u s t a n c b l e s de.
(16) E S. I I__-.-I -. T R l" T E G I IL. I --I__-_-. ->. La demc)cra&q c r i s t i a n a y ofrecib'su npciyo. R. esos supzestos mmbios, a i. tando l a s i l u s i o n e s cle algunos sectores populares.. E l proletariado chileno, 10s campsinos, 10s scc2;ores. e eidos de l a c h s e media, 10s i n t e h c t u a l e s y estbdiantes de iz;quicrda,. of&eiCilirlontc notifidados de que no h a b h rltro c a l l 2 qw e l de l a s eleccfones burguosos y I n s reformis nmobadas por el Parlamerrto plra co su lbbpracidn ecozi8hict7 y pol$tica *, Todq unn ethpn d e clariffcakibn defh5tivamente sopultadq, algunos r m t e w e r o s traidoreb, e 8 d e l stalinismo y lo socialdemocracia, ConsUTnilron as< hna l a de conciliacionos, concasiones c r l enemigo de d o s e , renuncias a l a aire&a, c7bandono d e Ins d t o d o s de lucha revolucionwios y retorno it l a s nds p d r i d a s concepciones de Bcrnstein y de Kaubkg.. La izquierdo revoluciofiiria 'p Parolelamente a l a d e s v h c i 6 n acelorarda que se ccmstatab.7 en d e l a claso obrera chilena, el r=ensnmien.to rewla Cbmr3.o y l a honrodo trndici6n ccmbatiente sobyevivfa en pequeflos gmpos @onat&tuidospor e x d l i t a n t e s comunistas y s o c i a l i s t a s , por e l e w n t o s indepmdientes y ptnr m i l i t a n t e s trotskistas. La mayor p r t c de estos grupos'$g~&mrm fld'Ue$adndose, en hgosto de este aHo, en el Movimimtd de Z w e ~ d a Rev~Xucionar i a. l ~ sW r t l d o s t r a d i c i o n a l e s. 1. ,. ,. hl Congreso Ccmstituyente d e l Movimiento d e Isquierda Revc&uc@ miria $e inUit6.a todos 10s grupos d e la izquierdil nanrxista, sin exce no concwrid Espartam, l i g i d o -?1PC Chino,.g clofensor A cwtrance d e a l @ x ~ ~ s cr*iacepcioncs cnducas clfisicas en 1 n l i t e r s t u r a d e I n s tiempos dc? StaUn. Espartaco mintiene e l cultc- a P t a l i n s i n pronuncisrse s(-)breIns horsgbles crfG menes que l i q u i d w o n c7 ln v i e j q guardin de l a Revolucidli de 0ctubre;mnntiene t m b i Q n rebrotes d e scctarismc) respectc~ t;ido camarxla que defienda o haya defendido pcreici::.nes te6rhcas inspiradas en I r i s librcis g tesis de Trotsky j soetiene la necesidnr: d e hrtccr participr7r l a burguesfc? de izquierda (?) en l e t Wi&rn etapa de l a revcilucih, a trav6s d e un gobierno policlcrsfstn,.o sea preooniea Icr revoluciiin pcr '1edrapas, cc-~ncegcithqnti-leninistn que se opone a l a de la revolucidn s o c i a l i e t a , dirigida por e l prcletsrindo y d c d s sectores oprimidos ,que l l e m o 12 pr4cticn l r 7 s reforms democrAtico-bwguedas ba jo l a h s p i r a c i h ?e una dictadurn de clnse y en f@mqininterlXlElfid@v . 1.
(17) E S T R R T E G I A 1. 1. ’ Una. tiscucii3n sobre. 0. *. I. d e l o r t e contempora ne0. t. AFUE REvoLucIomIo f.
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(19) -. Documento o f i c i a l $el EllR mruanil --. /EL. G U E R R I L L E R O. / /. a-M h o. 10-11. 25-10-65. Corm Wpac hmru,Luis d e l a Puente ha muerto pcs l i b e r t a r e l P e d , El. J e f e d e l Mmimientc~cle Izquiertla R e v c h c i r m r b (m)ha 'probado, con su vide, m e pnrw 61 y mr-7 1 ~ miristas, 3 " 1 P a t r i s o Muc?rteI" no son mras palabrae; sirio nmna sunrema fie cnnr'ucta. ... Su breve e x i s t e n c i s sfirlsrende y conmeve wr e l acendramiento consbnte de este hc)hbre, que s u p Cleprarse y elevsrse siernme, rcmp$endrj con un arisen sncial m e l c 1 ubicabo e n t r e 10s pr5ivilegiachs cle 19.clqse dc.minnnte d e l mis; p w n d o , s i n mncharse, pc'r I n prrlftica trnddici!ma1, en el ~ W La,1 cucll l o - , llevqron sus p r h e r a s ir.quietudes; suprnndc) todas l a s l h t l t a c i o n e s r'e su edu c a d 8 p y d e su rncrlio, pwc7 ingresar con lucidez a l a p r l i t i c a revr,luci.)mrizlj vencic ndn l a s terrtsciones d e l w-vrtunismo, s i n dej mse c s t e r i l . i m r j a d s por el sectorismc., incapaz de resignarse a l a rutinn y -71 verbnlismo n r d o b n t e s en l a ieauierda, porque e s t a b 3 decifiirlp CI p b smr en accidn h i s t b f i a l a s ideas s m i a l i s t a s que hab% Iiechc* suynsj. M8s d e un g&? v i v i 6 entPe l c ~ scnmpsfnos d e l Cukco) crmyrtiendu ccmeUoB Cclminda, este l i d e r que hgbfa sic?c.rccibido con tcdos l r r s honwea y l a s comorWndes en La H-7banr7, Par% y Pekin, lleganclo a ser conncidc) y queri $0 ccmo pcxos por el sufrido cmpesifi-do d e ~a Convenci fin. ~ l l z preprif I n g l m i o s a g u e r r i l l a lfPaChac6tecll y n l l f supo c s e r comc) 10s h&roes, a m bn ma no y cam r d cielo, cfisA y. L... -. L U ~ Sd e l a mente, que fue unii d e ncmtrcls, que &e n w s t r o Jefe, entrd en l a h i s t o r i a a 1 i n i c h r 13 Revoluudn Peruana desde Illmrec CHfasca, y aho'ra empiem a hacerse leyenda, a l r m m r su puesto e n t r e Las grandes sombras de Cahuide, Juan Sontos y N n a c hmaru, aue son l a Patria, y en cl corazth de lc~srWic)s, que serdn e l Perd inacabbI.e,. Sus 8sesincts nc han poc'iclf my tarlo. Nn eel torlo. N i 10s mrcenarios ciegos y sorclcts, que brutKLim6cls y envileciclrs, r l l Pismmr c m t m 61 acribillnban a su pr~pi"reflentor y tratnban $62 d e s t r u i r su 6nice esmrmen. N5 l c l s o f i c i a l e s y jefes d e l E j e r c i t n , que q u e r h n n n i c u i l a r l o para -7nicpiI.m con 1,'que es inc'estructible: l a verchcl es gue e l deber <Id lserurlnn, y la mi&&. -. d e l m i l i t a r , cnnsiste en defender a SIB hemanos y no en masaerarlos, en.l$be r a r a su Pqtria y no en m n t r i b u i r a e s c l a v i z a r l s , N i 10s plumfferos g 10s p; litiqueros, que hoy festejan, en su cobr&a y su bn jeza, I n muerte de este. I I. dr$ir. Luis fie 18 Puente, muerto, e s t 8 m6s Vivci que todos esos crimindes. PMx'ue cuando nndie sc scucrtle, ni pirn nbg-minnr de c l l o s , d e Haya d e l a T u r r e o Bela&@, en e l P e d l i b m y s o c i a l i s t a del ftrturo, h a b d trabsjadcrcs g habrd &os, que i r d n vonclra'n c'e sus ftfbricas y sus escuelns, pc'r unh avrildda o p r un p r s u e IILU~S cle l a Pwrrte", y m e amAq su nemorh y su ejeaplo, Hoy, a 1 renclir cste primer hnmnn3e n l g-7n sacrif3.caCIc cle Imybmba, tern,mo8 gue v o l t e a r 10s ojcts h a c b su noble cornprlfipra, la esnnsa que d i e terrrura (.). I. 3.
(20) I. e , Discurso en 1.7 Pqaza $an Ksrtfn, e l 7 +e,. Homcnn j e r e v o l u d om r i o clel KlR c h i l e n y a 1 camirrids y m 5 r t i r Luis c1e la Puente. E l MIR chileno r i n d i 6 un hcmena j e revoludonar&o a l . . m h - t i r de l a Revolucih Peruarm, camiarqda L u i s d e l a Puante, en e l a c t o d b l i c o realizacqo en el Teatro Romi de Ssntiagcr e l 7 d e Nc)viembro d e 1965.. Camaracla Luis de l a PUente: &.PRE,WN'IE 4. Tu s a c r i f f c i o no 119 s i c ? < )en mno, Junto a nuestros hermmos perunnos y l a tinoomericanos, 10s zniristas chilcnos sabrcmos cumplir la prcmese cle ccmz vertir n l a C o r d i l l e r a d e 10s Ilnc'es en 18 S b r r a Mestm d e Adr5ca Lzttiina, '.
(21) ESTRATEGIA REVISTA TEORICA DEL MOVIMIENTO DE IZQUIERDA REVOLUCIONARIA. ( M. l. R. ) DIRECTOR-PROPIETARIO :. OSCAR WAISS piRECCION Y REDACCION :. TEATINOS 5é7 • CASILLA 10369 • SANTIAGO-CHILE. no quiere ser una revista informativa más, sino un órgano de elaboración teórica que contribuya a enriquecer el programa de la Revolución Socialista ·Chilena, para cuyo fin dará preferencia a los trabajos de investigación sobre la realidad nacional.. ESTRATEGIA. ESTR "A. TEGIA. ESTRATEGIA. es una TRIBUNA ABIERTA a todas las corrientes del pen· samiento marxista revolucionario. Aspira a · superar el viejo pasado sectario y dogmático . ofreciendo generosa· mente sus columnas a todas las tendencias marxistas que quieran expresar libremente sus puntos de vista.. quiere convertirse en una revista polémica en la que dis· cutan fraternalmente todos aquellos que quieran contribuir a elaborar la estrategia de la Revolución Socialista Latinoamericana.. es sólo responsable de los editoriales. Los artículos firmados representan las opiniones personales de cada autor, los que púeden no coincidir necesariamente con la dirección de la revista..
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