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Colombia: sanidad animal 2001

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(1)-"-"'-'qftlLl6TEC-" ^L'-" | DF COLOMlll. 7-c66] ¿. .oac\. o 3 ¡¡R2004. I. $ *Hfi¡""g*o*n"", r-fl/Rff\. IISTTTUIO[Gqto¡tElAl{O. AGRmtCuÁnlD. LJ r\?¿,ñ.1,. !. i. SUBGERENCIA OTPROTECCIÓN Y REGUI-ACIÓN PECUAFIA Grupo deEpidemi0logía Veterinaria. o tr). rt w. A fI (I. i0. Sistemade Informacióny Vigilancia Epidemiológica. COLOMBIA, SANIDADANIMAL2OOI. tJnurE. Oe¡uruM.; 2NÉsron E. PeMB.; 3otc,qLuci,E DínzM. aPronoM. Go¡,tatrzC.: sLrou¡noa Rtyes B.. TNFoRME rÉc¡tlco Bogotá, D.C.,2003. I D.M.II, MPhil., Profesional Grupo Epidemiología L'eterinaria. ICA 2 DMV MSc., Prcfesional Grupo Epidemiología l/eterineria, ICA. 3 D M.V, Coordin¿ttlor Gnrpo Epidemiologia Veterinaria, ICA 4 ZooÍecnista MSc., Grupo Prevención tle RiesgosZoosanitarios, ICA 5 DMV, Esp., Profesional Gtupo Epidemiologia Veterinqria.ICA..

(2) Contenido.

(3) PORMORTALIDAD DEANIMALES PERDIDAS ESTIMADAS NOTIFICADA ....... PATOLOGICA SEGÚN CONDICIóN. Y CONTROL ENLA PREVENCION INVERSIÓN REALIZADA A PROGMMAS OFICIALES.........................................29 SUJETAS DEENFERMEDADES . . . . . . . . . . .2. .9 d e a n i m a l eys p r o d u c t o sd e o r i g e na n i m a l . . . Importación . . . . ' . . . . . . ' .. . . . . . ' . .3 1 M e d i o sd e t r a n s p o r t ea r r i b a d o sa l p a í s . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. ........31 para exportación animales beneficiados Estadosanitariode . . . . . . . . . . . . . ' . . . .... . 3 l Boúnos.............., .... .32 O v i r u ¡ s. . . . . . . . . . . . . . . -- -tz. Y REACTIVOS CEPAS SEMILLA. R¡t-¡.crón DETABLAS Distribución vesiculares: Tabla1. Enfermedades Portipo y por 2001....... departamento.Colombia por municipios. Distribución vesiculares: Tabla2. Enfermedades Tabla3. Tabla4.. Tabla5. Tabla6. Tabla7. Tabla8.. .... C o l o m b i2a0 0 1. . . . .... . . . . . . . . predios de Distribucióttmensual vesiculares: Enfermedades a f e c t a d o s p odre p a r t a m e n t oC. o l o m b i a2 0 0 1 . . " . . . . . . " . . . . . . . .. . . Distribuciónsegúnla especie. vesiculares: Enfermedades. ....... 2001........... Colombia porcentual de la Responsabilidad vesiculares: Enfermedades 2001................ Colombia de episodios. notificación Analisiscríticode la atenciónde vesiculares: Enfermedades 2O0l...... .... . focos.Colombia bovinosy porcinosafectados tipo O: Predios, Fiebreaftosa 2001........ por municipio.Colombia por y bovittosafectados Predios Fiebreaftosasin tipificación:. 35 "" ......" 36. 37. ..38 .......... "" . "". 39. .. '...........' 39. ..........40 m u n i c i p i oC. o l o m b i 2a 0 0 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . Tabla9. Fiebreaftosa:Distribuciónmetrsualde prediosafectadospor 40 ......" " "" c l e p a r t a m e n tC o .o l o n b i a2 0 0 l . . . . . . . . . . . " . . . Riesgode presentaciónen predios vesiculares: TablaI0. Enfermedades . . . . . . .... . . . . . . . . . . . . . . ' 4 1 p o r d e p a r t a m e n t oC.o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . . . ...... . . . . Fiebreaftosarlbsas de ataqueen bovinospor departamento. ..........'..-.." 42 C o l o m b i 2a 0 0 f . . . . . . . . . . . . . . . . . . . T a b l a1 2 . Fiebreaftosatipo A: Distribrrcióllmensualde prediosafectados . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . 4. .3 C.o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . por depaftanrento T a b l a1 3 . Fiebreaftosatipo O: Distribuciónmensualde prediosafectados """""" """44 p o r d e p a f t a m e n t oC. o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . . .. . . . . . . ' predios Tabla14. Fiebreaftosasin tipificación:Distribuciónmensualde o .o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . . . . . . . ' . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 5 a f e c t a d oD s o rd e D a r t a m e n tC laDraI l..

(4) taD,a,5.. Tabla. I. T a b l a1 7 . EstomatitisIndiana:Prediosy bovinosafectadospor municipio. C o l o m b i 2a 0 0 1. . , . . . . . . . . . . . . . . . . .............................48 T a b l a1 8 . EstomatitisIndiana:Distribuciónnrensualde prediosafectados p o r d e p a r t a n e n t oC. o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . ...--.....................49 Tabla19. EstomatitisNewJersey:Prediosy bovinosafectadospor municipio. C o l o m b i 2a 0 0 . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. .0. . . . . . . Tabla20. EstomatitisNewJersey.Distribucióntnensualde predios a f e c t a d o s p odle p a r t a m e n t oC. o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . . : . . . . . . . . . . . . ..........52 T a b l a2 l . Brucelosis.Prediosy bovinosexaminadosy seropositivos s e g ú ns e x o sp o r d e p a r t a m e n t oC. o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tabla22. Brucelosis.Prediosy bovinosseropositivospor municipio. C o l o m b i2a0 0 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. .4. . . . . . . Tabla23. Brucelosis.Prediosbovinosexanrinados y seropositivossegútr p r o p ó s i t od e e x a m e np o r d e p a r t a m e n t oC. o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . . . . . , , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . - - 5 7 Tabla24. Brucelosis.Bovinosexaminadosy seropositivossegúnproposrto d e l e x a m e n , p odre p a r t a n t e n t oC s .o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . . . . .5. .g. . . . . . . . . . . Tabla25. Rabiarprediosy bovinosafectadossegúndiagnósticopor d e p a r t a m e n r oC s .o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . ....................,..........59 T a b l a2 6 . R a b i aT. a s a d s e a t a q u ee n b o v i n o sp o r m u n i c i p i oC . o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . 6 0 Tabla27 . SíndromeNeurológicobovino.Frecuencia mensualde predios afectadospordepaftamento.CoIombia2001..................................................... Tabla28. Rabia.Frecuencia nensual de prediosafectadospor departamento. C o l o m b i 2a 0 0 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .............................62 T a b l a2 9 . T ü b e r c u l o s iP s .r e d i o sy b o v i n o st u b e r c u l i n i z a d oC s .o l o m b i aZ 0 0 l . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 3 Tabla30. Pesteporcinaclásica.Distribucióngeográficamensualde predios a f e c r a d oC s .o l o m b i Z a 0 0 l. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ...... . .... . .. . . . . . . . . . . . . . . 6 5 Tabla31. Encefalitisequinas.Distribucióngeográficade prediosy equrnos afectadosclínicamente y con diagnósticosegúnenfermedad. C o l o m b i2a0 0 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .............................66 Tabla32. Enfermedadde Newcastley Salmonelosis aviar.Distribución geográficade prediosafectadosclínicamentey con cliagnóstico de laboratoriC o .o l o m b i Z a0 0 l . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..............,.................68 Tabla33. Enfermedadde Cumboroy Enfermedadde Marek,Distribución g e o g r á f i cdae p r e d i o sa f e c t a d o sC. o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 9 Tabla34. Enfermedades registradassegúndiagnósticoetiológicoy su p a r t i c i p a c i ósne g ú nl a e s p e c i eC. o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . - , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . - - . . . . . . . 7 O Tabla35. Especieaviar:Condicio¡res patológicasdiagnosticadas y rasas d e m o r b i m o r t a l i d aC d .o l o n b i a2 0 0 1, . . . . . . . . . . . . . . . . . . ........................21 Tabla36. Especiebovina:Condiciones patológicasdiagnosticadas y rasas d e m o r b i - m o r t a l i d aC d .o l o m b i a2 0 0I . . . . . . , . . . . . . . . . . . . 72 Tabla37. Especieporcina:Condicionespatológicasdiagnosticadas y rasas de molbi-mortalidad C.o l o m b i a2 0 0 1. . . , . . . . . . . . . . . . . . ..

(5) y Tabla38. Especieeqltina:condiciotrespatológicasdiagnosticadas . . . . . . . . 2 0 0 1 . . . . . . . . t a s a sd e n r o r b i - m o r t a l i d aCd o. l o n r b i a Tabla39. Pérdidasestimadaspor mortalidadsegún[a condiciónpatológica 74 v l a e s n e c i eC. o l o m b i a2 0 0 1 . . . , . . . . . . . . . . . Tabla40. Númerode avesy prodtlctosavícolasimportadossegún p e s o r e f a t i v¿oe l b á í s¿ e o r i g e n .C o l o m b i a2 0 0 1 . . . .. . . . . . . . . . . . - - . . . " . . . " " " " " " " 7 6 Tabla41. Númerode bovinosy stlsProduc-tosimpottadossegúnpeso "77 " " r e l a t i v od e l p a í sd e o r i g e n .C o l o m b i a2 0 0 1 . . . . . . . . . . . . . . Tal:la42. Núurerode porcinosy susproductos importadossegúnpeso "" ' 78 a 0 0 1. . . . . . . . . . . . ' .. r e l a t i v od e l p a í sd e o r i g e n ,C o l o n r b i 2 peso relatlvo Tabla43. Cantidadde prodr:ctosoviuosimportadossegún " "" 78 "" d e l p a í sd e o i i g e n .C o l o m b i a2 0 0 1 . . . . . . .. . . . . . ' . Tabla44. Númerode equinosy susproductos importadossegÚnpeso "" """"" """ "' "'79 r e l a t i v o d epl a i sd e o i i g e n .C o l o m b i a2 0 0 1 Tabla45. Cantidad de atrimalesy ptoduectosde especiesvariasimPortadas '79 "" "" """ s e g ú np e s or e l a t i v od e l p a í sd e o r i g e n .C o l o m b i a2 0 0 1 Tabla46. Cantidadesde materialpara reproducciónde peces'pescado, moluscosy susproductos ilrportados segútrpeso crustáceos, 80 "" relativodel paíscleorigen.Colombia2001 .... .. "" Tabla47. Productosde origen animalinpoftados a las islasde SanAndrés " 81 y Proviclencia, t"gún p"to relaiivodel paísde origen Colombia200| " Tabla48. Numerode avionesarribadosal paíssegúnaeropuertode "" 81 " ingresoypesorelativoclelpaíscleorigen.Colombia2001 " " segútr Tabla49. Númerode camionesarribadosal paíse inspeccionados puestofronterizode itlgresoy pesorelativodel paísde origen """""" """ ""82 t o l o m b i a2 0 0 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . y puerto ingreso de país según Tabla50. Numerode barcosarribadosal "" " "" " 82 "" pesorelativodel paísde origerl. Colombia200| " "" en los Tabla51. Causasde concienade órgauosde bovinossacrificados "" 83 f r i g o r í f i c odse e x p o r t a c i ó nC. o l o m b i a2 0 0 1 . . . . . " Tabla52. Causasde condenade órganosde ovinosy caprinossacriñcados ""83 " "" enlosfrigoríficosde expórtación.Colombia2001 enfermedades de para diagoóstico Tabla53. Cepassemillay reactivos 84 "" importaclosségúnpesorelat¡vodel paísde origen Colombia2001 ". Rpl¡cló¡i DE FIcuRAs " "87 """"""" ¡ e n s u a lC, o l o m b i a2 0 0 1" : i s t r i b u c i óm "" F i g u r al . F i e b r eA f t o s a D -"" ' 87 FiebreAftosa,Colombia1997 2001""""" F i g u r a2 a . Tendenciapresetrtación 87 "" Figura2b. ConrportanientoFiebreAitosa tipos A y O' Colombia1997 2OO1" Tasasde lncidenciaPoI gruPosetáreos, vesiculares: F i g u r a3 . Enfermetlades "" 88 " " C o l o m b i 2a 0 0 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . "" 89 " Figura4. EstonlatitisVesicular:Distribuciónmetrsttal,Colombia2001 "" 2OO1 1997 Colombia " 89 " Figura5a. TentlenciapresentaciónEstomatitisVesicular,.

(6) Figura5b. CompoúamientoEstomatitisVesiculartipos NewJerseye lndiana.. l. j. Figura6. Figura7. Figura8. Figura9. Figura10. Figura1I . Figura12. Figura13. Figura14. Figura15. Figura16. Figura17. Figura18. Figura19..

(7) (. B T E L T O T E CAAG r r t : t : , " - ! ¡ hF. nftt. r)-¡rr. -. SITUACIÓNEPIDEMIOTÓGICA EN COLOMBIAR-ESPECTO DE LASENFERMEDADES DE LA LISTA'A'DE LA O.I.E.. 1. ENFERMEDADES QUENUNCASEHAN REGISTRADO Fiebreaftosa- virusSatl - virusSat2 Fiebreafltosa Fiebreaftosa- virusSat3 Fiebreaftosa- virusAsia1 Enfermedad vesicular del cerdo Pestebovina Pestede los pequeños rumiantes Perineumonía contagiosa bovrna -contaeiosa Dermatosis nodular. Fiebredel Valledel Rift Viruelaovinay viruelacaprina Pesteequina Pesteporcina africana Pesteaviar(lnfluenzaaviar). ENFERMEDADESR'GISTRADASEN ALGUNAOCASION Fiebreaftosa- virus C; último foco 1970 Lenguaazul:Serología 1975.. SITUACIÓN EPIDEMIOLÓGICA ENCOLOMBIA RESPECTO DH LASENFERMEDADES DELA LISTA"B'' DELA O.I.E. 1 . ENFERMEDADESQUE NUNCA SE HÁN REGISTP.'/.DO I , 1 E N F E R M E D A DCEOSM U N E S A VARIASESPECIES. -. Equinococosis / hidatidosis Cowdriosis(Hearnvater). I .2 ENFERMEDADES DELOSBOVINOS -. Theileriosis Encef,alopatíaespongiforme bovina. ] .3 ENFERMEDADES DELOSOVINOS Y CAPRINOS -. Brucelosisovina (B.ovrs) Brucelosiscaprinay ovina (8. melitensis) Agalaxíacontagiosa Pleuroneumoníacontagiosa caprina Adenomatosispulmonarovina Enfermedadde Nairobi Salmonelosis (5.obortusovis) Maedi- Visna. 1,4 ENFERMEDADES DELOSEQUINOS -. Metritis contagiosaequina Durina Linfangitisepizoótica Muermo Viruelaequina Arteritisviral equina Encefalitisjaponesa. 1.5 ENFERMEDADES DELOSPORCINOS -. Triquinelosis. 1.6ENFERMEDADES DEIASAVES -. Hepatitisviral del pato Enteririsviral del pato Clamidiosisaviar. I .7 ENFERMEDADES DELOS LOCOMORFOS -. Tularemia Enfermedadhemorrágica viral del conejo. 1.8ENFERMEDADES DELASABEJAS - Loqueamericana.

(8) -. EN REGISTRADAS 2 . ENFERMEDADES, ALGUNAOCASION. DE LOSPORCINOS 2.5 ENFERMEDADES. A COMUNES 2,1 ENFERMEDADES ESPECIES VARIAS -. -. FiebreQ: Serología1976.. -. DELOSBOVINOS 2.2 ENFERMEDADES -. -. -. Tuberculosis aviar:1985 Cóleraaviar:1991. DELOS 2.7ENFERMEDADES LOCOMORFOS. Aborto enzoóticode ovejas:1981 Prurigolumbar:1981. -. DELOSEQUINOS 2,4 ENFERMEDADES -. Gastroenteritis 1973 transmisible; por Encefalomielitis enterovirus:1975. DELASAVES 2.6 ENFERMEDADES. (C.bovls):1989 Cisticercosis. DELOSOVINOS 2.3 ENFERMEDADES Y CAPRINOS -. equina:1992 Rinoneumonía (Trypanosomo 1990' evansi): Surra. Mixomatosis:1993. DELASABEJAS 2.8 ENFERMEDADES. Gripeequina (virustipo A): 1992. -. de lasabejas:1991 Acariasis Loqueeuropea:1970. DE EN COLOMBIARESPECTO EPIDEMIOLÓGICA SITUACIÓN DE LA LISTA'C"DE LA O.I.E' LASENFERMEDADES. 1. ENFERMEDADES QU¿NUNCASEHAN REGISTRADO. 2,. A COMUNES 1,1ENFERMEDADES ESPECIES VARIAS -. Melioidosis Botulismo. DELOSBOVINOS I .2 ENFERMEDADES -. Disenteríavibriónica. DELOSOVINOS 1.3 ENFERMEDADES Y CAPRINOS -. Oueratoconittntivitisrickeftsica de los óvidos Siudotuberculosis. DELOSEQUINOS 1,4ENFERMEDADES -. genitaleqtlino Exantema Linfang¡tisLllcerosabacter¡ana. EN REGISTRADAS ENFERMEDADES OCASION ALGUNA A COMUNES 2.1 ENFERMEDADES VARIASESPECIES - L i s t e r i o s iosv i n a: 1 9 7 8 - F i l a r i a s irs1 9 9 3 DELOSBOVINOS 2.2.ENFERMEDADES - Barros:'1988en bovinos importados. 2 . 3 E N F E R M E D A DEENSO V I N O S Y CAPRINOS - Ectirnacontagioso: 1993 - P e d eol : 1 9 8 8.

(9) Resumen e continúomanteniendo el estatusde zona libredefebre aftosa sinvacunación para Ia regíónnor-occídental del Chocósegúncertifcociónde la OIE;ol igualqueseconservon comodreasindemnes de [a enfermedodsinvacunación el Archipíéhgode SanAndrésy Providencia y parte de la Regióndel IJrabdAtttioqueño;elTrapecioAmazónico,mont¡eneeste mismoestodo,perocon vacunación. La OIEcertificóen mayode 2001 la zonaconformadapor los departamentosde Antioquia (exceptuandoel nrunicipiode Necloclíy los m u n i c i p i o sd e l M a g d a l e n aM e d i o ) ,e l n o r t e de Caldas,Córdoba,Sucre,Centroy Norte de Bolíva¡Atlántico,Magdalena,Centroy Norte de Césary La Cuajiracomo ZONA LIBREDE FIEBRE AFTOSACONVACUNACIóN. Duranteel año 2001 se notificaron1253 episodiosde enfermedad vesicularquecomparativamentecon lo registradoen 2000 significaron un aumentodel 34%en su presentación. Deltotalde episodiosnotificados y con colecta de muestrasse diagnosticóFiebreAftosa en 6 (1%),EstomatitisVesicularen 920 (889;)y el resultadofue negativoen 120episodios(l t%). Enparticularlos diagnósticosde enfermedades vesicularescorrespondierona FiebreAftosa tipo O en cinco (5) episodios,FiebreAftosa sin tipificaciónen un (1)predio,FiebreAftosatipo A no seregistró,EstomatitisIndianaen 250predios y EstomatitisNewJerseyen 670 exploraciones. Los episodiosde vesicularesse notificaron en 27 (84%.) de los 32 departamentosdel país,presentándoselas mayoresfrecuencias en Antioquia y SantandeIy las menoresen Chocóy Guaviare;no ltubo registrosen los departamentosde Amazonas,Guainía,San Andrésy Providencia, Vaupésy Vichada.. En Antioquiay Casanarese concentróel mayornúmero de muestrascon diagnósticos de estomatitisvesicularasícomo de diagnósticosnegativos,mientrasque en Nariñoal igual que en el año anterior se registró la mayor ocurrenciade fiebre aftosa. En lo que a responsabilidad porcentualde la notificaciónde episodiosse refiere,a nivel d e t o d o e l p a í s , 7 6 4( 6 1 9 "d) e l o s e p i s o d i o s de vesicularesregistradosfueron notificados por los propietarioso administradores de los prediosafectados,mientrasque 138 (1I %)se conocieronpor el serviciooficial,resultadode la vigilanciaepidemiológicaacrivay 351 (28%) fueron notificadospot terceraspersonas. Duranteel año. en seis (6) ocasionesse encontraronanimalesafectadospor enfermedadesvesicularesen frigoríficosy plazasde ferias,de las cualestodas comprometierona la especieporcina. Con relacióna Brucelosis bovina,se realizaron análisisserológicosde 58.515bovinos, de 4.550 predios localizadosen 28 (88%)de departamentosencontrándosepositividad en 3.235(6%)bovinosde 830 (18eá) exploraciones, de 26 depanamentos, conunadisperción de seropositivossuperiora la observadaen 2000. Respectoal síndromeneurológicoy rabia bovina,se registraron33 y 35 predioscon bovi-.

(10) Encomparación nosafectadosfespectivamente. con el año anterior,sedisminuyóen I l9,ila notificaciónpor síndromeneurológico,en tanto que de rabiadisminuyóen | 99;. el diagnóstico Entuberculosis bovinaseidentificaronpor laboratoriodos (2)episodiosde la enfetmedad en un {l ) mataderode en aninalessacrificados Bogotá,procedentesdel municipiode Ubaté en Cundinamarca. Con relacióna peste porcinaclásicacuacon estaenfermedad drosclínicoscompatibles p|edios deparde | 1 (34%) senotificaronen 16 tamentos,en tanto que la pesteporcinaclásica fue confirmadapor laboratorioen dos (2)prey de Cundinamarca dios de los departamentos clínicos Nariño.La mayorfrecuenciade casos se registróen los municipiosde AgustínCodazzi en Cesary Vergaraen Cundinamarca, en tanto que de la enfermedadcorrespondió y al municipio de Gachetáen Cundinamarca Ricaurteen Nariño. El síndromeneurológicocompatiblecon Equinassenotificóen 74 predios lasEncefalitis de los cualesen ocho (8) se diagnósticoEncefalitis EquinaVenezolana(EEV),en tanto que al igual al año anteriorno se diagnosticópor laboratorioEncefalitisEquinadel Este(EEE). ón los mtlnicipios L a E E Vs e d i a g n o s t i c e de Chigorodó,Turboy Yalíen Amtioquiay en el municipiode Moralesen Bolívar.La mayor frecuenciade prediosafectadosse registróen Turbocon cinco(5)episodios,en tanto que en los demás municipiosse diagnosticóun (1) solo episodiorespectivamente. Durauteel año, se notificaron24 predios afectadospor cttadrorespiratorioo nervtoso y en 43 prediosse diagnosticóNewcastle.En clínica esteperiodoseincrementóla casuística y el diagnósticode la enfermedadcon relación al alio anterior,al notificarserespectivamenle cuatro(4) episodiosclínicosy un (1) ciiagnóstico adicionalde la enfermedad, Lasáreascomprometidaspor la enfermey departanlentos dadselocalizaronen 11 (34%) en 28 (3'o)municipiosdel pais,en tanto quelos cuadrosclínicoscomprometieronáreasde l2 ( l % )m u n i c i p i o d s e s e i s( 6 )( 1 9 e "d)e p a r t a m e n -. tos. La mayordispersiónde la enfermedadse que presentóen Cundinamarca, departamento conjuntamentecon Santander,obtuvo el mayor número de registros;Ibaguéen el Tolilna de la enfermedad presentóla mayorcasuística al igualque el año anteriory Villa del Rosario en Norte de Santanderel mayor número de registrosclínicos. E n e l a ñ o 2 0 0 1 . s e r e g i s t r a r o nd o s ( 2 ) c u a d r o sd i a r r e i c o sy d i e z ( 1 0 )e p i s o d i o sd e salmonelosisaviar Las áreascomprometidas por la enfermedadse localizaronen dos (2) y siete(7)(1%)municipios. (6%)departamentos fueron:Cundinaafectados Losdepartamentos marcacon nueve(9) registrosy Risaraldacon uno (l). El cuadro diarreicocompatiblecon esraen[ermedadse notiflcóen los municipios de Circasiay La Tebaidaen Quindío. Otras patologías detectadas mediante pruebas microbiológicas,histopatológicas, necropsiay observaciónclínica, incluyeron p a r a l a e s p e c i ea v i a r l a s m a y o r e st a s a sd e para la histomoincidenciarespectivamente n i a s i s ,m i c o t o x i c o s i sy m i c o p l a s m o s i se, n tanto que las mayorestasasde mortalidad f u e r o n p a r a I a h i s t o m o n i a s i sy b r o n q u i t i s aviar En la especiebovina al igual que en años anterioreslos parasitismosvolvieron a presentaruna frecuenciaalta de legistrosde ocupó el predios afectados;la anaplasmosis predios afectados, primer lugar en cuanto a tambiénque los parásitosgasobservándose la mastitisy otros hemoparasitro¡ntestinales, t¡smos,el carbónsintomáticoy la coccidiosis, elevadas.La presentarontambiénfrecttencias tasa de incidenciay de mortalidadmás altas se registraronpara la anemiay el carbónsinen . p o r c i n o s ). a s t o r n á t i c o r, e s p e c t i v a m e n tE y mortalidadse de incidencia nayores tasas para la salmoneobservaronrespectivamente l o s i s .E n e q t r i n o sl a a n e m i ai n f e c c i o seaq u i n a al igualque elatlo anterior,fue la enfermedad regisrradacon mayor frecuenci¡ Duranteel 2001.laspérdidasocasionadas únicamentepor mortalidadde animalescomo notificables de lasenfermedades consecuencia bajo programasde control oficialy otrascon-.

(11) dicionespatológicasregistradas, se€sttmaron en dos mil quinientosseteutay dos millones, q u ¡ n i e n t o sv e i n t i c i n c or n i l t r e s c i e n t o st r e s p e s o s( $ 2 . 5 7 2 . 5 2 5 . 3 0 3 ) . En el transcursodel año fueron importadas al país 1.046.6'1,4 aves,correspondiendo un 93 %a pollitos de un día. La cantidadde huevosfértilesdestinados a la producciónde pollitosde un día presentó un aumentonotableal importarse26.653.633 unidades,lo cualequivalea 2.9 vecesmásque la cantidadingresadaen el 2000. Losproductosavícolas, paraconsrrmohumano,introducidosal paístuvieronun ligero descensoal ingresarun 5.5 % menos que la cantidadimportadaen el 2000.De las30.408 toneladas,fueron la pastade pollo (aS.3%)y la carnefrescade pollo (38.7%)los prodtLctos más importantes. E n e l 2 0 0 1 s e i m p o r t a r o n1 . 1 8 8b o v i n o s para reproducciónprocedentesde Estados Unidosy Canadá.Del total de 46.971 tonela-. dasde productosde origenbovinoimportados (16.2%más que el año antefior),los mayores volúmenescorrespondierona lecheen polvo (34.9%), carnaza(13.29;),lactosuero(l 1.5 %)y despojoscomestibles(5.69ó). En el 200l se realizóuna importacióude 37 ejemplaresporcinospara reproducción. E n e l a ñ o 2 0 0 1 s e i m p o r t a r o n1 . 0 4 7 . 8 8 9 k i l o g r a m o sd e p r o d u c t o sd e o l i g e n o v i n o , correspondiendo un 92.4 % a fibras (tops d e l a n a ,l a n as u c i ay l a n al a v a d a ) , 3 . 0% a t r i p a p a r a l a i n d u s t r i ad e e m b u t i d o s ,3 . 4 % a h a r i n ad e c a r n eu t i l i z a d ae n l a f a b r i c a c i ó n de alimentospara mascotas{perrosy gatos), 1.0 % a cuero curtido y 0.291a qarr. t..a c o l l s u m oh u m a n o . S e i m p o r t a r o n3 . 5 3 1. 5 3 6k i l o g r a m o sd e productosde origen animala las Islasde San Andrésy Providencia, los principalesfueronla carnede pollo (62.1%), carnede cerdo (7.0%) lecheen polvo(6.3.%),y losdespojosde cerdo 8.4 eA..

(12) Introducción ste documentopresentaIa informaciónofcial sobrelos enfermedodes exóticaspara Colombia,segfu los reportesol Anuario de SanídodAnimol FAO-OIE-WHO, sobre et comportamiento espacio tenrporaly sobrelosindicadores de morbi- mortalídadde kts síguientes enfermedades incluidasenprogramasnacionoles de control:febre aJtosa,estomatitis vesicular, brucelosis, rabiay tuberculosis en [osbovinos,pesteporcinaclósicaenporcinos, encefalitis equina(EEE y EEV)enequinos y enferntedod de Newcastle y Salnonelosis en aves. lncJuyeademásla verjficacjónde ocLlrrencia de patologíasen diferentesespecles,resume aspectosdel comerciointernacionalde anir t t a l e sp. r o d r r c t o ys s u b p r o d u c l ops e c u a r i o s . suministradatos de pérdidasproducidaspor m u e r t e d e a n i m a l e sc a u s a d a sp o r d i v e r s a s enfermedadesy de partidas presupuestales aportadaspo¡ el sectot'públicoen Ja lucha contra las patologíasobjeto de programas n a c i o n a l edse c o n t r o l . Estainformaciónes nlaterialbásicopara: la evaluaciónde Losprogramasde control, el análisisde lasestrategias que seestánutilizando, la determinaciónde losestudiosde riesgo necesariospara la preservaciónde la saludanimal y humanacon respectoa algunaszoonosis,asícomoparadeterminarlasimplicacio¡res de algunasenfermedadessobre la economía pecuariay el comerciointernacional.. METODOLOGí¡PRN¡I-R RECOLECCIÓN DE LOSDATOS El Sistemade Informacióny VigilanciaEpidemiológicaoperacon baseen unidadeslocales constituidaspor oficinasubicadasen puertos, aeropuertosy puestosde frontera,)asque en. conJuntoobraDcomo primera barrerade defensalealizandoel control de impoftaciones de animales,productosy subproductos pecuarios; por oficinasde campo que recogenla infbrmaciónrelativaa ocurrenciade enfermedadesy que actúancomo segundabarrerade d e l e n s ap; o r l o s c e n l o s d e d i a g n d s r i c po a r a la identificaciónde enfermedadesy además por sensoresextelnos constituidospof instituciones,centrosy profesionalesextraJCA que iDtegranel Sistema. Lainformaciónsetransmiteperiódicamente en forna iltmediata,semanaly mensuala las catorceoficinasregionalesde epiderniología, lascualesa su vezla envíana la unidadcen¡ral para la homologación,análisis,coordinación y elaboraciónde informes,boletinese inforr n a c i ó rsra n i t a l i aq t r ec o l l l . i n u a m e ntt.ee q u i e r e l a i n s t i t u c i ó no , t r a s e n t i d a d e sg, o b i e r . n oys particulares. Lo anterior permite desarrollaracciones para el control de enfernredades y la comun i c ¡ c i ó nd e a l e n a ss a n i t a r i a ps a r a e v i t a r . s u d ifusión. La informaciónaquí presentada,consigna la casuísticaregistradaen Colombiapara 2 0 0 1e i n c l u y el o s 3 2 d e p a r t a m e n t oys1 1 0 6 municipiosy al igual que en eJaño anterior,.

(13) porcentualesse utilizan para las estadíst¡cas como denominador€spoblacionesigualeso superioresa 30 animales.. VESICULARES ENFERMEDADES GENERALIDADES D u r a n t e l a ñ o2 0 0 1s e n o t i f i c a r oln2 5 3 e p i s o d i o sd e e n f e r m e d avde s i c u l aqr u e c o m p a r a t i vamentecon lo registradoen 2000significaron un aumen(odel 34%en su presentación. D e l t o t a l d e e p i s o d i o sn o t i f i c a d o s ,s e t o m a r o n m u e s t r a se n 1 0 4 6 ( 8 3 % )p r e d i o s obteniéndoselos siguientesresultados:Fiebre Aftosa en 6 (19ó),EstomatitisVesicular y diagnósticonegativoen 120 en 920 (889ó) (11%);FiebreAftosatipo A no se diagnosticó en ningúnpredio, en tanto que FiebreAftosa tipo O se diagnosticóen 5 (0.5%)episodios, preFiebreAftosa sin tipificaciónen 1 (0.19ó) dio, EstomatitisIndianaen 250 (24%)predios y EstomatitisNewJerseyen 670 (64%)explotaciones(Tabla1). De los episodiosnotificados,327 (26'Á) lepresentaronen conjunto eventos clínicos y diagnósticosnegativosde laboratorio,esta proporciónsin confirmacióndel tipo de enfermedades la masbajaobtenidaen los últimos cinco (5) años. Al compararlos últimos cinco (5) años, el año 2001 registróel lnayor porcentaJe de muestrasrecolectadaspara diagnóstico, en tanto que el porcentajede muestrascon resultadonegativofue el masbajo de todo el período(Tabla1). senotificaron Losepisodiosde vesiculares en 27 (84%)de los 32 departamentosdel país, en Anpresentándose lasmayoresfrecuencias tioquia y Santandery las menoresen Chocó y Cuaviare;no hubo registrosen los departamentos de Amazonas,Cttainía,SanAndrésy Vaupésy Vichada(Tabla1). Providencia, se concentraron EnAntioquiay Sanltander el mayornúmero de muestrascon diagnósticosde estomatitisvesicularasícomo de diag-. nósticosnegativos,mientrasque etr Nariño, al igual que en el año anterior se registró la mayor ocurrenciade fiebre aftosa(Tabla1). Duranteel año 2001 no se registróla preselcia del virus A de fiebreaftosaett ninguno de los depanamentosdel país,en tanto que el virus O se diagnosticóen cuatro(4) departamentos.Losdos virusde estomatitisvesicular en los deparse registraronsimultáneamente A n t i o q u i a , A r a u c a ,A t l á n t i c o , t a m e n t o sd e Bolíva¡ Boyacá,Caldas,Caquetá,Casanare, Huila, Cauca,César,Córdoba,Cundinamarca, La Guajira,Meta,Nariño,Norte de Santander, SuSantander, Putumayo,Quindío,Risaralda, (Tabla y 1 cre,Tolima Valle ). L o sd o s ( 2 ) v i r u sd e e s t o m a t i t i vs e s i c u l a r s e d i a g n o s t i c a r o ne n A m a g á ,A n g e l o p o l i s , B e l l o , B u r i t i c á ,C o p a c a b a n aE, b e j i c o ,E n v i ' g a d o , F r e d o n i aF , r o n t i n o ,G i r a l d o ,G i r a r d o t a , G u a r n e J, e r i c ó ,L a E s t r e l l a ,L a P i n t a d a , , antafé M a r i n i l l a ,M e d e l l í n ,S a n t aB á r b a r a S de Antioquia,Turbo y Veneciaen Antioquia; Saravenaen Araucay Arjona y SanJuan Nepomuceno en Bolívar;Garagoay Tinjacáen , e n s i l v a n iya V i l l a m a r í a B o y a c áM : a n i z a l e sP an e n C a l d a s ;M o n t e r r e y y S a b a n a l a r g e Casanare;Caloto y Silvia en Cauca;AyaPel, Lórica,Montería,Sahagún,SanAntero y San C a r l o se n C ó r d o b aA; l b á n ,M e d i n ay S a s a i m a en Cundinamarca:Tello en Huila; Riohacha y SanJuan del Césaren La Cuajira; Puerto Caitán,Restrepoy Villavicencioen Meta;San Bernardo,Tangua,y Yacuanqueren Nariño; y Sardinataen Norte de Ábrego,La Esperanza Mocoay Villagarzónen Putumayo; Santander; Circasiay Montenegroen Quindío;Pereiraen a ,a r m e nd e C h u c u r í , R i s a r a l d aB;u c a r a m a n gC Pinchote,Rionegro,Tonay Vélez en Santander; Guaranda,Ovejas,SanOnofrey Sincéen Sucre;Chaparral, Falán,lbaguéy Venadilloen Tolimay Praderaen el Valle(Tabla2). Duranteel año 2001. la dispersiónde las enfermedadesvesicularesfue mayor que en un 3l% más de munici2000, presentándose pios con prediosafectados. vesicularesse notificaLasenfermedades ron durantetodos los mesesdel añoobserván-.

(14) doselas mayoresfrecuenciasrespectivamente, en los mesesde marzo,noviembrey octubrey lasmenoresfrecuencias en los mesesde abril, junio yjulio; los departamentos con episodios durante todo el período fueron Antioquia, Cauca,Cundinamarca y Santander(Tabla3). Los depaltamentosque registraronlas m a y o r e sf r e c u e n c i a sf u e r o n e n s u o r d e n A n t i o q u i a ,S a n t a n d e rC , u n d i n a m a l c ya N a r i ñ o ( T a b l a3 ) , m i e n t r a sq u e e n 2 0 0 0 é s t a s f u e r o np a r aC a s a n a r eA,n t i o q u i a ,S a n t a n d e r y Cundinamarca. La especiemás afectadapor enfermedadesvesiculares fue la bovina,pero igualmente h u b oe p i s o d i o cs o n m á sd e u n ae s p e c i ec o m prometidacon unaparticipación relativamente impoúante,tal es el casode los predioscon bovinosy equinos(Tabla4). Con relacióna la orientaciónde ias explotacionesbovinasse obtuvoinformaciónde 1223 (98v4,siendo las de carácrerde doble propósito las mas afectadas(48",0), seguidas de las de leche(38%)y de las de carne(1'19ó), situaciónsimilara la del año inmediatanrente antefl of. En lo que a responsabilidad porcentualde la notificaciónde episodiosse refiere,a nivel d e t o d o e l p a í s , 7 6 4( 6 1 1 ;d) e l o s e p i s o d i o s de vesicularesfegistradosfiLeronnotificados por los propietarioso administradores de los prediosafectados,mientrasque 138 (l 'll;) se conocieronpor el serviciooficial,resultadode la vigilanciaepidemiológicaactivay 351 (2S%) fueronnotificadospor terceraspersonas.Esta situaciónse reflejó en general en la misma formaa nivelde los diferentesdeparramenros, observándosela mayor participaciónde los propietariosen Casanare y Toiimay la nrenor en Bolívar.Así lnismo,el mayor esfuerzopor partede funcionarios del estadofue en Bolívar (Tabla5). En la atención de focos, en general se observóque el períodotranscurridoentre la iniciaciónde los episodiosy la notificacióual serviciooficial, correspondióa valoresde la nredianade dos (2)díasparalos departameny Tolimay de 38.5díasparael tos de Risaralda. departamentode Guaviarecon fluctuaciones entre el mismo día qr.rese observaronsignos clínicosy 69 días.Elvalor másalto observado en la mediana,correspondióal departamento de Guaviarea diferenciadel año anteriorque fue para La Guajira(Tabla6). Entre la notificaciónal serviciooficial y la prinreravisita efectuadapor el mismo al predioafectado,elvalor de la medianaestuvo entfe cero(0)díasy l.5 días,con fluctuaciones entre el nismo día en que se notificó y seis (6) díasparalos departamentosde Antioquia y Putumavo.Es importanteanotar,que hubo valoresaltostambiénparalos departamentos de Huila,l\4etay Nariñocon cinco(5) díasres(Tabla6). pectivarnente En cuantoa la oportr.rnidad de la disponibilidadde resultadosa nivelde camoo.elvalor de la medianaes¡uyoentre dos (2)y siete(7) días,con fluctuacionesentre el nrismodía en que se recibió la notificacióny 165 díaspara el departamentode Santander(Tabla6).. FIEERE AFTOSA Se continúamanteniendoel estatusde zona libre de fiebre aftosa sin vacunaciónpara la región nor-occidentaldel Chocósegúnceftificaciónde la OIE;al igual que se couservan como áreasindemnesde la enfermedadsin vacunaciónel Archipiélagode SanAndrés y Providenciay parte de la Regióndel Urabá Antioqueño;el TrapecioAmazónico,rrantiene e s t em i s m oe s t a d op. e l o c o n v a c L r n a c i ó ¡ 1 . Así misnro, la OIE ce¡tificó en mayo de ?001 como ZONA LIBREDE FIEBRE AFTOSA CONVACUNACIÓN, la zona conformadapor los departamen¡osde Antioquia (exceptuand o e l m u n i c i p i od e N e c l o c lyí l o s m u r r i c i p i o s d e l M a g d a l e n aM e d i o ) ,e l n o r t e d e C a l d a s , Córdoba,Sucre,Centro y Norte de Bolívar, Atlántico,Magdaleua,Centroy Norte de Césat'y La Cuajila. E n e l a ñ o 2 0 0 1 . d e l o s 1 2 5 3e p i s o d i o s de enferlnedadesvesicularesnotificados.la fiebre aftosase diagnosticóen seis(6) (0.5%) episodios,observándose una disminuciónde.

(15) 859ocon resPectoa la ocurrenciaen 2000;los diagnósticosde fiebre aftosa representaron el l% del total de muestrasenviadasal laboratorio (Tablal). del La fiebre aftosaindependierrtelnente (0.59ó) (5) cinco tipo de virus, afectóáreasde s .lv i r u s m u n i c i p i oes n 5 ( 1 6 %d) e p a r t a m e n t oE tipo A no s€ diagnosticó,en tanto qtLeelvirtts tipo O aunqueen diferentesperíodosdel año, se identificóen Boyacá,Cauca,Cutrdinamarca n ,o y N a r i ñ oE . ne l d e p a f t a m e n tdoe C a s a n a r e q f u e p o s i b l ed e t e r m i n aer l t i p o d e v i r r t sv a t l e e l d i a g n ó s t i c fou e p o r i n v e s t i g a c i ósne r o e p i demiológica(Tablas1 y 2). Los episodios por virus aftosos se presentarondurantecnatro(4) mesesdel año. El virusO sediagnosticóen losmesesde febrero, marzoy mayo.El foco de fiebreaftosaque tlo fue tipificado ocurrió en el mes de junio La sepresertÓresPect¡vamente mayorfrecuencia en los mesesde marzo y mayo con dos (2) e a b l a9s , 1 2 , 1 3 , e p i s o d i o sr e s p e c t i v a m e n(t T 1 4 y F i g u r al ) . Ninguno de los departamentosregistró fiebre aftosa en forma continua y el departamento d€ Nariñofue el único que presentó dos (2) episodiosde la enfermedaden un (1) mismo mes (Tabla9). Parala fiebre al'tosaen general,de los s e i s( 6 ) e p i s o d i o se n q u e s e d i a g n o s t i c ól ,a informacióndel estadoinmunitariopermitió determinarquesoloun (l ) predioteníavigente el registrode vacunación. Drlranteel año 2001. el riesgopara que en Colombiaenfermaranbovinos por fiebre aftosaen un predio fue de 0.1 x 10.000y la proporciónmás alta se presentóen el departamento de Nariño (Tabla10), mientrasque la tasa de ataqueen bovinosfue de 4 x 100, siendo mayor en el departamentode CundiDamarcay ausente en el departamentode Nariño,por no afectarsepor la enfermedad estaespecieen los dos (2)ePisodiosregistrad o s ( T a b l aI 1 ) . La tasa de ataqueen porcinosfue de 29 1 0 0 ( T a b l a7 ) . N o s e e n f e r m a r o no v i n o sl t i x caprinos.. Al analizarla frecuenciade presentación de la fiebreaftosaen los últimoscinco(5)años, se continúaobservandouna significativadis(Figura2a). minuciónen su ocuLLencia La distribucióntemporalde la aftosatipo A, entre los años 1997 a 2001 presentóun comportamientobajo y sostenidocon ausellcia de focos a paftir de septiembredel 2000 (FigrLra 2b). Con relaciónal virutstipo O en el período ha. seobservóun colnportamiento 1997-2001 cia la disminución,con presettciade algunos picoshaciamediadosy finalesde 1998,inicios de 1999y mediadosde 2000,no registrándose la presenciade focosa partir de junio de 2001 (Figura2b). AFTOSATII'OA FIEBRE De los seis(6) episodioscon diagnósticofinal correspondióal de fiebreaftosa,ninguno(09") virustipo A. Entanto que en el año2001hubo u n ( l ) p r e d ¡ oa l e c t a d oe l c u a l c o m p r o m e t i ó al mLrnicipiode Tameen el departamentode s . 2 , 1 1 , 1 2y F i g u r al 0 ) . A r a u c a( T a b l a 1 De acuerdo con lo legistlado etr los ú l t i m o s c i n c o ( 5 ) a ñ o s ,e n e l a ñ o 2 0 0 1 s e interrumpió en el país la presenciade la en'1. fermedadocasionadapor el vilus A (Tablas 1 2 y F i g u r a1 ) . f.IEBREAFTOSATIPOO Lafieb¡eaftosase diagnosticóen seis(6)ocasionesde lascualescirrco(5)correspondieron a aftosatipo O. En el año 2001 hubo ttnadisminució¡rdel 869oen los prediosafectadospor aftosatipo "O" con relacióna 2000 y la dispersióndismidos (2)departamentos nuyóal comprometerse el añoinmediatamente nenos de los afectados anteflot El virus tipo O se presentóen cuatro (4) la mayor observándose (12%)departamentos, al Nariño de departameuto frecuenciaen el y (3) años anteriores, la igual que en los tres rrenor coll solo un (1) predio afectadoen los.

(16) departamentosde Boyacá,Caucay Cundinam a r c a( T á b l a1s. 2 , 7 , 1 1 . 1 3y F i g u r a1 0 ) . No lrubo registrosen Amazonas,Antioquia,Arauca,Atlántico,Bolívar, Caldas,Caquetá, Casanare, Cesar,Chocó,Córdoba,Guainía, Cuaviare,Huila,La Guajira,Magdalena,Meta, Norte de Santander,Putumayo,Quindío, Risaralda,SanAndrésy Providencia, Santander, Sucre,Tolima,Valle,Var.rpés y Vichada(Tabla l F i g u r a1 0 ) . De los departamentosq[Lese afectaron, Cundinamarca y Nariñotambién presentaron la enfermedaden 2000.En los departamentos de Boyacáy Caucano se presentabala enfermedaddesde 1996y 1998respectivanente. ElvirusO afectóáreasde cuarro(4)(0.4có) municipios,registrándose Ia mayorfrecuencia en Pastoen el departamentode Nariño y la menor en tres (3) municipiosque presentaroll lun(1)solo predioafectado.A difere¡rcia de los tres(3)añosanterioresNariñopresentótan solo un (1)municipiocomprometido,de los64 existentesen el departamento(Tablas 2 y 7). De acuerdocon los registrosde los últimos cinco (5) años, la enfermedadpresentó en el 2001 la menor ocurrenciade todo el período(Tablaslyl3). El virus O se presentódurantelos meses de febrero,marzo y mayo, observándoselas mayoresfrecuenciasen marzo y mayo con dos (2) episodiosrespectivamente (Tablal3 y Figura1). En los predios afectadospor virus O, se encontraroncomprometidosindividualmente b o v i n o se n u n a( l ) o c a s i ó r rb,o v i n o s - p o r c i n o s en tres 13)ocasionesy stilo porcinoselr una ( 1 ) o c a s i ó nE. s d e m e n c i o n aqr u e e n u n o ( l ) de los episodiosregistradosen el nrunicipio de Pastoen Nariño,no obstanteencontrarse bovinosy porcinosexpuestos,solo se afectó estaultima especie. En los cuatro (4) predios en que se afectaron bovinos,su sistemade explotaciónes la lechería. Respectoal origen probablede la enfermedad,en los episodiosdiagnosticados y con informaciónrelacionada, sereportóen dos (2). de ellosquelosvectoresestabaninvolucrados, e n u n ( 1 ) e p i s o d iloa m o v i l i z a c i ócno m oc a u s a l y en dos (2)no huboconclusiónsobreel origen del evento. La proporciónde incidenciade que aparecieranpredioscon bovinosafectadospor aftosa O en los departamentos en que se diagnosdcó fue de 0.2 x 10.000y la tasade ataqueen bov¡nosfue de l0 x 100(Tabla11),observándose la tasamásalta en Bogotá,DC,no obstanteque la relaciónmasalta correspondióal municipio de Tipacoqr.re en Boyacá(Tabla7). Durantelos episodiosde aftosaO en el año 2001 no se registraronbovinosmuertos. En la especiebovina,el grupo más afectado fue el de las hembrasde l-2 añosy el menos afectadoel de los ¡nachosrnayoresde tres (3) a ñ o s( F i g u r a3 ) . La tasa de ataqueen porcinosfue de 29 x 100{Tabla7), registrándose la tasamásalta en el grupo menor de dos (2) mesesde edad con 88%. FIEBREAFTOSASIN TIPIFICACION De los seis(6)episodiosen los que se presentó fiebre aftosa,la tipificaciónno fue posible e n u n o ( l ) d e e l l o s ,y a q u e e l d i a g n ó s t i c soe realizópor investigaciónseroepidemiológica { T a b l al y F j g u r a1 0 ) . Esteepisodiose presentóen un (l)predio del mr.rnicipio de Hato Corozalen el departamento de Casanare, siendola segundaoportunidad en que se realizaun diagnósticode este tipo en Colombia.Durante el episodio no fue posiblecolectarmúestrasde epitelio de los a¡rimales afectados,realizándose por lo tanto una investigaciónserológicaen la que se muestrearon25 de los bovinosque enfermaron o fueron contactos,de los cuales22 fueron positivospor el sistemaI-ELISA-3ABCEITB.A suvez la investigación epidemiológica también permitió establecerla existenciade factoresde riesgo,que favorecían la presencia delvirusde la fiebreaftosa,por lo cualse concluyó que dicho episodiovesicularse debió a la Dresencia de estevirus..

(17) El episodiose presentóen el mesde junio (Tabla14, Figura1).El predioafectadoera una explotaciónde tipo carne,la cualsobrepasaba en 22 díasla inmunidadconferidapor la vacunación parcialrealizadaen elciclo anteriorsobre una poblaciónde 100bovinos.En esteevelrto no fue posibledetectarel origendel brote. En el prediose encontraban435 bovinos. de los cualesenfermaroncuatro(4),parauna '100. En particularentasa de ataquede I x (3)hembras mayores de tres (3) fermarontres añosde 150 animalesde estacategoríay una (l ) hembrade un lote de 70 animalesdel grupo d e u n o ( 1 ) a d o s ( 2 )a ñ o s( T a b l a8s y | 1 ) . Enesteepisodiono seregistraronbovillos muertos,. El riesgo de presentaciónde estomatitis vesicularen predios para los departamentos en donde se registró,fire de 12 x 10.000y lasproporcionestnásaltasse observaronrespectivamenteen Quindíoy Arauca(Tabla10); en bovinosla tasa de ataquefue de 6 x 100 la másalta al departamento correspondiendo de Cesar{Tabla16). La tasade ataqueen porcinosfue de 0.9 x 1 0 0 ,e n o v i n o sd e 0 . 3 x 1 0 0 ,e n c a p r i n o sd e 0 . 3 x 1 0 0y e n e q u i n o sd e 3 x 1 0 0 . E n c u a n t o a l p o s i b l eo r i g e n d e l a s e s de los predios que tomatitis, en 447 1499í,) Dresentaronesta información, se relaciona la presenciade vectores,cambiosclimáticos, predioscercanosafectadosy la movilización de animales.. ESTOMATITISVESICULAR ESTOMATITISINDIANA De los 1253 predios afectadospor enfermedadesvesiculares,la estomatitisvesicularse presentóen 920 (73%),con un aumento del 659ácon respectoa lo ocurrido en 2000; los diagnósticosde estomatitisvesicularcorrespondieronal 88%de las muestrasenviadasal laboratorio(Tabla1), Las estomatitis afectaronáreas de 352 dePartamentos (329ó) municipios,en 26 (8.1%) y los dos (2) tipos de virus, se presentaron en 75 nunicipios de los departamentosde Antioquia,Arauca,Bolívar,Boyacá,Caquetá, Caldas,Cauca,Casanare,Córdoba,Cundinamarca.Huila,La Guajira,Meta, Nariño,Norte de Santander,Putumayo,Quindío,Risaralda, Sucre,Tolimay Valle(Tabla2). Santander, Los episodiosde estomatitisvesicularse registrarondurantetodos los mesesdel año; de Antioquia,Cttndinamarlos departamentos durante cay Santanderpresentaroncasuística todo el período(Tabla15). Al analizarla frecuenciade presentación de Iasestomatitisen los últimoscinco(5)años, elaño 2001 registróun aumentoconsiderable con respectoa lo observadoen todo el período (Tablal). La tendenciade presentación incrementalpara muestraun comporl.atniento todo el período(Figura5a).. De los 920 predioscon diagnósticode estomacorrespondierona estotitis vesicular,250 (279") matitisIndiana.Enel año2001estaenfermedad presentóun incrementode 37%con respectoa 2000 y se presentóen dos (2) departamentos más.Al igualque en añosanterioresla casttística del virus Indianafue considerablemente menor que la del virus NewJersey. L a e n f e r m e d a ds e d ¡ a g n o s t i c óe n 2 4 la mayor observándose (759ó) departamentos, frecuenciaen Antioquiay las menoresen Atafectadoscon un lántico,Caquetáy Risaralda, ( T a b l a ( 1 )s o l of o c o l . F i g u r aI l ) . No se registróestomatitisIndiatraen los de Amazonas,Chocó,Guainía, depaftamentos Guaviare,Magdalena,SanAndrésy Providencia,Vaupésy Vichada(Tabla1. Figural2) La enfermedadafectóáreasde 134 (12%\ municipios,presentándoselas mayoresfrec u e n c i a se n l o s m u n i c i p i o sd e J e r i c óy R i o negro en los departamentosde Antioquia y y la menoren 106 respectivamente Santander, municipiosque ttlieron cadauno entre uno ( l ) y d o s ( 2 )r e g i s t r o se; l d e p a r t a m e n tcoo n e l mayor número de municipiosafectadosftte Antioquia(Tabla17);en este períodose afecmásque en 2000. taron 33 mtLnicipios.

(18) I. De acuerdoconlo legistradoen losúltimos cinco(5)arlos,la enfermedadmostróIa mayor frecuenciaen todo el período (TablaI ). Laenfermedadse diagnosticódurantetodos los mesesdel año, presentandola mayor ocurrenciaen marzoy la menorenjtLnio(Tabla 18, Figura4); el departarnentode Antioquia registrófocosdurantetodo el períodoy Sant a n d e rd u r a n t ed i e zI l 0 ) m e s e sm , i e n t r a sq u e Atlántico,Caquetáy Risaraldasolo presentaron episodiosduranteun (l ) mesa lo largode todo el período(Tablal8). En el período 1997-2001.Iaenfermedad presentóun comportamientoincrementalobservándosepicos al final de 1997,inicio de 1998,inicioy finalesde 2000e inicioy finales de 2001 (Figura5b). En los predioscon la enfermedadse afectaron individualmentebovinosen 232 (939ái) episodios,bovinosy equinosen 13 (59ó), únic a m e n t ee q u i n o se n 4 1 2 %y1b o v i n o sp. o r c i n o s y e q u i n o se n u n o ( l ) , De los predios en que se afectaronbovinos, el 52%correspondióa explotacionesde doble propósito,el 35%a lecheríasy el 139;a explotacionesde carne. El riesgo de que enfermaranbovinosen un predio por estomatitislndianafue de 3 x 10.000a ¡rivelde los departamentosque presentaronla enfermedad y en losbovinosIa tasa de ataquefue de 6x I 00 con mayor indicador en el municipiode Medellínen Antioquia.En 1 0 6 m u n i c i p i o sd e 2 3 d e p a r t a m e n t o s o l o se afectaronentre uno (l) y dos (2) pledios l T a b l a1 7 ) . D u r a n t ee l a ñ o2 0 0 1. e n l o se p i s o d i o cs o n diagntisticode estomatitisIndiana se registraron 15 bovinos muertos. En los bovinos, el grupo en el cual se observóIa mayor tasa de ataquefue en el de las hembrasmayores de tres (3) años,en tanto que la menor tasa correspondióal grupo de machosde uno (l) a dos (2) años(Figura3). La tasade ataqueparalos equinosfue de 4 x 1 0 0y p a r al o s p o r c i n o sd e 0 . 2 x 1 0 0N . o se registraronovinosni caprinosenfermos.. ESTOMATITIS NEWJERSEY De los 920 predioscon diagnósticode estomatitis vesicula¡ 670 (73%)sevieron afectados por estomatitisNewJersey(Tabla1). En el año 2001 sepresentóun 79%nás de prediosafectadoscon respectoa lo observado en 2000, pero con una dispersiónsinrilar al comprometerseáreasde igual número de departamentos. La enfermedadafectó áreasde 26 (81%) departamentos(Figura12),prcsentándose la mayor frecuenciay dispersiónen Antioqu¡a, al igual que el año anteriory las menoresen Chocóy Risaralda, en dondesolo se afectóun ( l ) p r e d i o( T a b l a1s y l 9 ) . N o s e r e g i s t r ó p r e s e n c i ad e e s t o m a t¡tis New Jersey en los departamentosde A m a z o n a s ,C u a i n í a ,C u a v i a r e ,S a n A n d r é s y Providencia,Vaupésy Vichada (Tabla1 y F i g u r al 2 ) . La enfermedadse presentóen zonas de 291 (2694nrunicipios,registrándose la mayor frecuenciaen Medellín en Antioquia con 24 focosy la menor en 245 municipiosque sólo registraronentre Llno (l) y tres (3) predios a f e c t a d o se:l n ú m e r om á sa l t o d e r n u n i c i p i o s afectadosse presentóen el departamentode Antioquiatal como ha ocurridoen los últimos cinco (5) años(Tabla19). Observando el registrode losúltimoscinco (5)años,en el año2001seobservólafrecuencia másalta de todo el período(Tablal). En lo referentea la distribucióntemporal, la estomatitisNewJerseysepresentódurante todos los mesesdel año, registrándose la mayor frecuenciaen marzo y la menor en abril, con presenciade focosen los departamentos de Antioquia y Cundinamarcadurante todo el períodoy en Car.rca y Santanderdurantel l meses(Tabla20 y Figura4). La enfermedaden el período 1997-2001 . p r e s e n t óu n c o m p o r t a m i e n t oi n c r e m e n t a l , observándosepicos a mediadosy finalesde 1997,principiosy finalesde 1998,mediados de 1999,principiosy finalesde 2000 y principios y finalesde 2001 (Figura5b)..

(19) seafectaroninEnlos prediosregistrados, (93%)ocasiolles. bovinosen 626 dividualmente bovinosy equinosen 20 (3%),solo porcinos e n 1 3 ( 2 % )s, o l o e q u i n o se n 8 ( 1 % )b, o v i n o sy p o r c i n o se n d o s l 2 l ( 0 . 3 %yl b o v i n o se q u i n o s y p o r c i n o se n u n a( 1 ) ( 0 . 1 % ) . De los predios con bovinosafectados,el de doble propósito,el 48%eranexplotaciones 43%de lechey el 9?"explotacionesde carne. El riesgo de que enfermaranbovinosen un predio por estomatitisNewJerseyfue de 9x 10.000,en los departamentosque presentaron la enfermedad;la tasade ataqueen bovinos en los prediosafectadosfue de 6x100 (Tabla19). Duranteel año 2001,en los episodiosen que se diagnosticó estomatitis New Jersey .12 se registraron bovinos muertos,no hubo muertesen otras especles. Elgrupode bovinoscon mayortasade ataque fue el de las hembrasmayoresde tres (3) añosy los menosafectadosfueronlos machos de dos (2) a tres (3) años(Figura3). Latasade ataqueen equinosfue de 3x100, en caprinosde 0.5x100 en ovinosde 0.5x.100, y e n p o r c i n o sd e 1 x ' I 0 0 . De los 670 predios con diagnóstico.se registró el posible origen de la enfermedad y de estosen 147 (65%)estuvo en 225 (349ó), asociadocon vectoresy cambiosclimáticos, en 38 (17%)con movilizaciones,en 36 (16q") de la enfermedaden fincas con la presentación vecinasy en cuatro(4) (2%)con el ingresode vehículosy personas.. EN VESICULARES ENFERMEDADES Y PLAZASDE FERIA MATADEROS se enconDuranteelaño, en seis(6)ocasiones t¡aron animalesafectadospor enfernredades de vesicularesen este tipo de instalaciones, a la especie lascualestodas comprometieron porclna. La fiebre aftosatipo O se diagnosticóen dos f2) ocasionesen el mataderode Pastoen Naririoy en las restantescuatro(4)ocasiones. no fue posiblellegara un diagnósticofinal;de estasdos (2) se registraronigualmenteen el mataderode Pasto,departamentode Nariño, una(1) en PuertoAsís,departamentode Putudepartamento mayoy una (l ) en Villavicencio, def Meta.. DEFIEBRE DEVIRUS SUBTIPOS IDENTIFICADOS AFTOSA Vesiculares, El Laboratoriode Enfermedades para serolóel virusO componetrtes identificó gicosdel subtipoO I en los departamentosde y Nariño;este Boyacá,Cauca,Cundinamarca subtipoestabaprotegidopor la cepavacunal O1 Campos.. BRUCELOSIS Parael diagnósticode estaenfurmedadse procesaron6l . 102lnuesIrasde suerosangttíneo d e l a s e s p e c i e sb o v i n a ,b u b a l i n a ,c a p r i n a , equinay porcina.Támbiénse examinarotr301 snerosde humanos.Al compararcon lo regisfrado en 2000 se observóunadisminuciónde 1l% en el número de muestrasexaminadas e n 2 0 0 1. Laspruebasutilizadasparaestosanálisis fueron Rosade Bengala,ELISAindirectay ELISA Competjtiva.Ademásse realizaronotros e x á m e n e sp a r a e s t u d i o sd e i n v e s t i g a c i ó n , prevalencia, importacióny exportación. BOVINA ESPECIE S e r e a l i z a r o na n á l i s i s e r o l ó g i c ods e 5 8 . 5 1 5 bovinos,de 4.550 predios localizadosen 28 ( 8 8 % )d e p a r t a m e n t o se n c o n t r á n d o s ep o s i tividad en 3.235 (6%)bovinos de 830 (18e4 e x p l o t a c i o n e sd, e 2 6 d e p a r t a m e n t o sc, o n una dispersióude seropositivossuperiora la observadaen 2000 al comprometerseun (l ) departamentomas (Figura13, Tabla2l ). con mayorproporción Losdepanamenl.os fueronen su ordenCesar, de prediosafectados Bolívar,Córdobay Sucre,conCundinamarca,.

(20) dición que se repite para Bolívary Sucrecon relacióna 2000.En lo referentea bovinos,los departamentos de Casanare, Sucrey Magdalena presenlaronlas mayoresProporcrones, esparaSucreunasituaciónsimilar tableciéndose a la registradaen el año anterior(Tabla21). Observandolos diagnósticosde los cinco (5)últimosaños,la proporciónde prediospositivosdisminuyócon relacióna 1999y 2000, peroessuperiora l997 y 1998,en tanto queel indicadorparabovinoses superioral de 2000, p e r o i n f e r i o ra 1 9 9 7 ,1 9 9 8y 1 9 9 9( T a b l a2 l ) . pertenecían Losprediosexaminados a 216 (20 %)municipiosdel total existenteen el país y seencontraron reactorespositivosen 830(l8 En 10l municipioshuboentre %)explotaciones. tres(3jy 45 predioscon bovirrosseropositivos. mientrasque en 115el númerode explotaciones con reactorespositivos fluctúo entre uno I l) y dos (2);el municipiocon el mayornrimero de boünos seropositivosfue Moralesen el departamento de Bolívar(Tabla22) En cuantoa la informaciónpor sexos,se establecióque la mayor proporciónde hembrasreactorespositivosse encontrabaen Sucre,Atlántico,Casanare, Bolívary Magdalena y la de machoscorrespondióa Magdalena; en seis(6) departamentosen los que se procesaron suerosde animalesmachos,no se encontraron reactorespositivos(Tabla21). Paralasmuestrasprocesadas en elperíodo 1997- 2001.la proporciónde hembrasseropositivasha fluctuadoentre6%y 99;,mientras que en los machoséstaseha encontradoentre ?s¡y 5%(Tabla211. En la actividadde certificaciónde hatos l i b r e s ,d e l o s 4 4 9 p r e d i o s e x a m i n a d o ss, e encontraron125(28r")positivosen l1 departamentoscon una reactividaden los animales entre el 0.2%para el Meta y el 17 9; para La Guajira(Tablas23 y 24). En Ia act¡vidadde verificaciónde signos clínicos,de los 1263 prediosexaminados,se encontraron325 (26%)positivosen 19 departamentoscon una reactividaden los anilnales entre el 1%paraAraucay Nariñoy el 40%para Magdalena(Tablas23 y 24).. Bn los exámenespara accionesde saneamiento de predios,de los 1879 prediosexapositivos minados,se encontraron319 1179ál en 20 departamentoscon una reactividaden losanimalesentreel 19;paraAntioquia,Cauca, .16 Valley Vichaday el % para Bolívar(Tablas 23 y 24). E n l o s e x á m e n e sr e a l i z a d o sp a r a m o v i lización,de los 959 predios examinados,se encontraron6l (6%)positivosen l5 depaftamentos con una reactividaden los animales entre el 0.2%para Santandery el 69ápara La Cuajira(Tablas23 y 24). ESPECIESEXAMINADAS DIFERSNTESA LA BOVINA Especiebubalina Seanalizaron129 sueros,de 87 hembrasy 42 machos,pertenecientesa l4 predios,localizadosen los municipiosde Barrancabermeja, Cimitarray PuertoWílchez(Santander),Jamundí (Valle),La Dorada(Caldas), PuebloNuevoy Valencia(Córdoba)y Prerto Salgar(Cundinamafca),estableciéndose serologíaspositivas en siete (7) hembrasde dos (2) predios de los municipiosde PuebloNuevo(Córdoba)y (Figura13). PuertoWílchez(Santander) Especiecaprina Se procesaron302 sueros,de 283 hembrasy l 9 m a c h o sd, e 1 9 p r e d i o sl o c a l i z a d oesn l o s municipiosde Amagáy Venecia(Antioquia); Sogamosoy Duitama(Boyacá); Canalete(Córdoba);Chocontá,Cota, Cuasca,Mosqueray Pandi(Cundinamarca); Garzón,Suazay Villavieja(Huila)yLebrijay SanGil (Santander), no r e g i s t r á n d o saen i m a l e p s ositivos. Especieequina En esta especiese analizaron494 sueros,de 4 1 8 h e m b r a ys 7 6 m a c h o sd, e 1 2 7p r e d i o sS .e hallaron24 animalespositivos,18 hembrasy seis(6) maclros.Los animalesposttlvosesta-.

(21) ban localizadosen los municipiosde Barbosa, Envigadoy Turbo (Antioquia);Cartagena {Bolívar);Cienagade Oro, Lorica,MonterÍay SanAndrésde Sotavento(Córdoba);El Roble, Sincelejoy Tolú (Sucre);Facatativa(Cundinay Puerto Boyacá marca);Pivijai(Magdalena), (Boyacá), (Figura13). Especieporcina SeexaminaronI662 suerosde I 538 hembras y 124 machos,de 66 predios.Por las pruebas realizadasse identificaroncuatro(4) hembras localizadas en los municipiosde seropositivas, (1) (SantanPiedecuesta Garagoa(3)(Boyacá); d e r )y S a nA n t o n i od e T e q u e n d a m(al ) ( C u n (FiguraI 3). dinamarca), Especiehumana E n e s t a e s p e c i es e a n a l i z a r o n3 0 1 s u e r o s , peftenecientes a 173 hombresy 128 mujeres. obtenidosseidentificaron Segúnlosresultados reactorespositivos,quecorrespondie25 (159o) ron a 18 hombresy siete(7)mujeres,los cuales on selocalizal segúnel municipioy lafrecuencia (3), (3), en Bogotá(1),Bucaramanga Cartagena Corozal(l ), Cúcuta(2),Hatillode Loba(2),Maní ( 1 ) ,M a r i n i l l a ( l ) , P a i p a( 1 ) ,P a s t o( 3 ) ,P a zd e A r i poro(3),Sabana de Torres(1),Tulúa(l ),Turbaco ( 1 ) y V i l l ad e l R o s a r i (o1 ) ,( F i g u r a1 3 ) . De otra parte,no seconocela iltfot'mación r e l a c i o n a d cao u e l d e s t i n od e l o s a n i m a l e s s e r o p o s i t i v o sn,i d e a q u e l l o sq u e s e g L i ns u s propietariosson llevadosa matadero,debido son seguidospor el a que excepcionalmente serviciooficial. úniCon respectoa coberturasvacunales, camentese conocenlos datos generalesde e imPonadas dosisproducidasnacionalmente por los laboratorios,pero no sll suministradas distribucióny aplicacióna nivelde campo Los exámeuespracticadosa huttranosen los Centrosde Diagnósticodel lCA, obedecen a pacientesremitidos por los Servicios compatiblecon de Saludcon siDtomatología brucelosis.. Thmpocoexiste información,sobre si la c a s u í s t i c ae n h u m a n o se s t u v o r e l a c i o n a d a con casosen bovinos u otras esPecies.por consumode lácteoscrudos,por manipulación de fetosy órganosde la reproduccióna nivel de mataderoso por manejodeJgermena nivel de laboratorio.. RABIA Seregistraron33 predioscon bovinosafectados y 35 con diagnóstico por síndromeneutológico rabia.En comparacióncon el año anterior,se disminuyóen I l9ála notificaciónpor síndrome neurológico,en tanto queeldiagnósticode rabia disminuyóun l9%(Tabla25). selocalizaronen Lasáreascomprometidas y del total de predios l6 (50?ddepartamentos con notificación,se confirmó la enfermedad de los 68 por pruebasdiagnósticas en 35 (519;) en el episodiosocurridosen l2 departamentos, clínihubo diagnósticos eventos solo restode como síndromeneurológico; cosidentificados másaltade registrosconfirmados la frecuencia por laboratoriocoIrespondiórespectivamente y Cesary la de Magdalena a los departamentos y Putulos de Chocó, Cundinamarca meno¡ a ('l)solo presentaron diagnóstico un nrayo,que de laboratorio(Tabla25, Figural4). Signoscompatiblescon la enfemedad se y se confitnotificaronen 26 (21"1municipios mó la enfermedadpor pruebasdiagnósticas er¡ 24 (2%l;la mayor frecuenciade predios afectadospor rnunicipiose registró eu siete (7) municipiosde cuatro (4) departamentos c o n d o s ( 2 ) e p i s o d i o sr e s p e c t i v a m e n t e ,u t a n t o q u e e l m u n i c i p i od e S a n t aM a r t a e n Magdalena,registróla mayor casuísticade la enfermedadcomprobadapor Iaboratorio;se notificó d¡agnósticoclínicoen 19 municipios con r.rn(l) predioafectadoy en l7 municipios tambiéncon un (1)solo predioafectadohubo diagnósticopor laboratorio(Tabla26) Adicionalm€nte,se diagnosticóla enfennedaden la en especieequinay porcinarespectivamente los municipiosde Pivijayen Magdalenay Valle del Cuamuezen Putumavo..

(22) Conrelacióna la distribuc¡óntemporal,en todos los mesesdel año se reportó síndrome neurológicoy la mayorfrecuenciacorresportdió a febrero.Respectoa los episodiosde rabia,estatambiénse diagnósticodurantetodo el año y la mayor frecuenciacorrespondióal mesjunio (Tablas27 y 28). Parael período 1997 -2001la enfermedad con diagnósticode labofatoriomostróunaclara tendenciahaciala disminución(Figura6). El departamentodel Quindíopresentóel mayor número de prediosafectadospor síndrome neurológicoy el Magdalenael mayor número de predioscomprobadospor laboratorio y la mayordispersiónde la enfermedad correspondióal Cesar(Tablas25 y 26). Parael año 2001 la frecuenciatanto del síndromeneurológicocomode la enfermedad comprobadapor pruebasde laboratoriofue la mas baja observadaen el periodo 1997 al 2001 (Tablas27 y 281. C o n b a s e e n l a i n f o r m a c i ó ns o b r e p o blacionesbovinasexpuestasy afectadas,se quelastasasde mortalidaderanresestableció pectivamentede l% y 2%paralos pred¡oscon notificaciónde síndromeneurológicoy rabia por diagnósticode laboratolio(Tabla25).. TUBERCULOSIS BOVINA Ef año 2001 se caracte(izó por un aumento del 102%en la aplicaciónde la prueba de la tuberculinaen bovinos,y del 39%en los predios examinadoscon relacióna 2000. La informació¡rrecolectadasobrela aplicaciónde pruebasalérgicasintradérmicasen bovinos correspondióa la realizadaen 605 p r e d i o sd e l l 8 ( l l % ) m u n i c i p i o sl ,o c a l i z a d o s en 11 (34 eó)departamentos(Tabla29). Por confirmaciónde laboratoriose identificaron dos (2) episodiosde la enfermedad en animalessacrificadosen un mataderode B o g o t ál C u n d i n a m a r c aE)n. é s t e s e i n i c i a r o n accionesde seguimientocon miras a la localizaciónde los prediosde origen,loscualesse localizaronen el municipiode Ubatéparaprocederasíal saneamiento y erradicaciónde los. focos.Actualmentecontinúanen saneamiento los focosactivospresentesen Cundinamarca, Caquetáy Nariño(Figural6).. PESTE PORCINA CLASICA Crradrosclínicoscompatiblescon esta enfermedadsenotificaronen 16prediosde I 1 (34%) departamentos. en tanto que la pesteporcina clásicafue confirmadapor laboratorioen dos (2)prediosde los departamentos de Cundinamarca(l)y Nariño('l). La mayorfrecuenciade casosclínicosse registróen los municipiosde AgustínCodazzien Cesary Vergaraen Cundinamarca,con dos {2) episodioscadauno, en tanto que la enfermedadse presentóen los m u n i c i p i o sd e G a c h e t áe n C u n d i n a m a r cya Ricaurteen Nariño(Tabla30, Figura16). La pesteporcinaclásicase registróen los mesesde mayo y octubre,en tanto que los eventosclínicosse registraronen febrero,marzo, mayo,julio,agosto,septi€mbre,octubrey noviembre.Enlos mesesde enero,abril,junio y diciembreno se notificaro¡rcasosclínicos ni diagnósticosde la enfermedad;la mayor frecuenciade casosclínicoscorrespondióa octubre(Tabla30). Conrelacióna 2000,en esteperíodohubo menos predios notificadosy la enfermedad tegistró una menor dispersiónal comprometerseáreasde tan solo dos f2) municipiosen igual numerode departamentos.En el departamentosde Nariñose registróla enfermedad al igual que en el año anterior. Parael período1997-2001 . seobservauna tendenciahaciala disminuciónen la presentación de Ia enfermedad(Figura7). En los 16 pledios con cuadros clínicos compatibles con la enfermedad,la información poblaciones de las afectadasy expuestaspermitierondeterminarunastasasde morbilidad y mortalidaddel l2% y I 29órespectivamente. Asimismo,en los dos (2) predioscon diagnóstico de la enfermedad,enfermóen el primer predio un (1)porcino de ocho (8) existentesy en el segundopredio afectadoenfermó tlno ( l ) d e d o s ( 2 )a n i m a l e e s xpuestos..

(23) EQUINA ENCEFALITIS VENEZOLANA El síndromeneurológicocompatiblecon las Equinassenotificóen 74 prediosde Encefalitis los cualesen 8 (119dsediagnosticóEncefalitis (EEV), en tanto que aligual EquinaVenezolana que el añoanteriorno sediagnosticópor laboEn los Equinadel Este(EEE). ratorioEncefalitis 66 prediosrestantesno ftl€ posibleconfirmar el diagnósticopor laboratorio(Tabla3l) L o s e p i s o d i o sc l í n i c o ss e I o c a l i z a r o n en 49 (49ó)nrunicipiosde 22 (69't')deParta'18). Esteperíodo mentosdel país(Figura c o n r e l a c i ó na 2 0 0 0 , s e c a r a c t e r i z óp o r u n a u m e n t od e l 3 5 9 "d e l o s e p i s o d i o sc l í n i c o sy p o r l a p r e s e n c i ad e l a E E V ;a d i c i o n a l m e n t e se aumentó la dispersión geográficade la n o t i f i c a c i ó nd e l s í n d r o m e n e u r o l ó g i c o a l c o m p r o m e t e r s eá r e a sd e o c h o ( 8 ) m t l n i c ¡ p i o sy t r e s ( 3 )d e p a r t a m e n t om s as. LaEEVsediagnosticóen losmunicipiosde de Chigorodó,Turbo,yYalíen el departamento BoAntioquiay en el municipiode Moralesen lívar.La mayor frecuenciade predios afectados se registróen Turbo con cinco (5) episodios, en tanto que en los demásmunicipiosse diaglrosticóun (1) solo episodiorespectivamente ( T a b l a3 1) . El depaÍanrentode Antioquiapresentóla mayordispersióndel síndromeneurológicoy de la EEVal comprolnetersen$eve(9)y tres (3) m r r r : i c i p i orse s p e c t i v a n r e n tLeo,s m u n i c i p i o s de Daguaen el Valle,Moralesen Bolír,ary Valledtrpaten Cesarregistraronel mayornúmero de episodiosclínicos.Losmunicipiosde Turbo EEV y MoralespresentaronsimLrltáneamente y episodiosclínicos{Tabla3l ). L o s e p i s o d i o sc l í n i c o ss e P r e s e n t a r o n la mayor durantetodo el atlo, observándose frecuenciaen marzo, en tanto que la EEVse diagnosticóenjunio,julio y octubre,registrandosela mayorfrecuenciaen junio (Figura8). En los 66 prediosafectadospor el síndrome neurológicose encontraron858 équidos, en los cualesla tasa de ataqttefue del 12% y Ia mortalidaddel 8%,mientrasque en los. ocho (8) prediosdonde se diagnosticóEEVla poblaciónera de 130 équidosy las tasasde ataquey mortalidaderandel | 19;y /9" ¡s5ps6tivamente(Tabta31).. DE NEWCASTLE ENFERMEDAD Duranteel año, se notificaron24 predios afectadospor cuadrorespiratorioo llerv¡osoy en 43 predios se diagnosticóNewcastle(Tabla32, Figural9). Enesteperiodose incrementóla casuísticaclínicay eldiagnósticode la enfermedad con relaciónalaño anterio¡,al notificarseLespectivamentecuatro(4)episodiosclínicosy un (1) diagnósticoadicionalde la enfermedad. Lasáreascotnprometidaspor la enfermedad se localizaronen 11 (349;)departamentosy del país,en tantoque los en 28 (3%)municipios cuadrosclínicoscomprometierouáreasde I2 ( 1 %m ) u n i c i p i o sd e s e i s( 6 )( 1 9 %d) e p a r t a m e n tos. La mayor dispersiónde la enfermedadse que departamento presentóen Cundinamarca, obtuvo el macoiuntamente con Santande[, yor númerc de registros;lbaguéen el Tolima de la enfermedad presentóla mayorcasuística y que el año anterior Villa del Rosario al igual en Norte de Santanderel mayor número de registrosclínicos(Tabla32). La eufermedadse registró en todos los mesesdel año excepto en julio, presentándose el mayor n(tmerode predios afectados en los mesesde ablil y noviembrey Ia menor frecuenciaen el mes de junio (Figura9). En los 43 predios con diagnósticode la enfermedadse encontraron807.367picos,de los cualesenfermaronun 32%y nrurielon79o. AVIAR SALMONELOSIS En el año 2001.se registrarondos (2)cuadros aviar diarreicosy 10 episodiosde salmonelosis (Tabla32. Figura20). Lasáreascompronetidaspor la enfermey7 dad selocalizaronen 2 (6%)departamentos (1%)mtLnicipios. Losdepaftamentosafectados con nueve(9) registros fueron:Cundinamarca.

Figure

Tabla  37 . Especie  porcina:  Condiciones  patológicas  diagnosticadas  y rasas d e  m o l b i - m o r t a l i d a d
Tabla 5. Enfermedacles  vesiculares:  Respotrsobilidad  porcentuol  de la notificacíón de episodios
Tablo 8. Fiebrc  aftosa sin tipificoción: Predios  y bovinos ofectados  por rnunicipio' Colombio  2001 Departamento  Municipio CASANARE  }TA]'OCOROZAL Pr€dios1 Boünos expüestos435 Bovinos enfermos4 Tasa dc ataquex1001
Tabla 10. Enfermedades  vesiculares:  Riesgo  cle  presentación  en predios por cleportontcnto
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