Exchange+Ci: Centro de Convenciones
Texto completo
(2) EXCHANGE + CI CENTRO DE CONVENCIONES. CATALINA RABA SIERRA. Monografía para obtener el título de arquitecta. DIRECTORES DE PROYECTO ARQ. JULIO VILLABONA ARQ. ALFONSO PINAUD ARQ. GIOVANNI CORNELIO. UNIVERSIDAD CATÓLICA DE COLOMBIA FACULTAD DE ARQUITECTURA BOGOTÁ D.C. 2014.
(3)
(4) Nota de aceptación. _____________________________________ _____________________________________ _____________________________________. DIRECTOR _____________________________________. JURADO _____________________________________. JURADO _____________________________________. JURADO _____________________________________. Bogotá D.C. Enero 2014.
(5) DEDICATORA Este título se lo quiero dedicar a mi abuela Teresa Torres que desde el cielo dirigió mis pasos y a mi abuelo Diego Raba que esperaba con ansias ver este momento..
(6) AGRADECIMIENTOS. Antes que todo y como siempre lo he hecho, quiero agradecerle a Dios por permitirme haber culminado esta etapa tan importante de mi vida, que durante todo el proceso me brindo la orientación adecuada y me permitió conocer personas que influenciaron en el desarrollo exitoso de esta etapa, para que esta sea solo una de las grandiosas experiencias q viviré de aquí en adelante.. Este logro no lo hubiera alcanzado sin el apoyo de mi familia, especialmente de mi papá Luis Omar Raba, que a pesar de las adversidades de mi carrera me alentó para seguir adelante, siempre brindándome su incondicional ayuda; que se complementaba con cada consejo de aliento, de mi mamá Cecilia Sierra que siempre tuvo las palabras indicadas para cada momento.. Todo esto sin dejar atrás a cada miembro de mi familia, que jugó un papel muy importante en este proyecto de vida, para ellos solo tengo gratitud y la satisfacción de saber que cada esfuerzo que ellos tuvieron es hoy recompensado con la culminación victoriosa de mi pregrado universitario..
(7) CONTENIDO. INTRODUCCION ................................................................................................... 12 1. PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA ................................................................ 14 2. OBJETIVOS ....................................................................................................... 15 2.1 OBJETIVO GENERAL ..................................................................................... 15 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ........................................................................... 15 3. MARCO REFERENCIAL.................................................................................... 16 3.1 MARCO TEORICO ......................................................................................... 16 3.2. MARCO CONCEPTUAL ................................................................................. 20 3.2.1. Hacia un codigo mundial .............................................................................. 20 3.2.2. Los sistemas de conectores......................................................................... 22 3.2.3. La nueva forma de centralidad ..................................................................... 22 3.2.4. Tejido ........................................................................................................... 24 3.2.5. De la idea a la arquitectura .......................................................................... 25 3.2.6. La ciudad global .......................................................................................... 26 3.2.7 La ciudad de post - conflicto ......................................................................... 29 3.3. MARCO CONTEXTUAL.................................................................................. 32 3.3.1 Componentes socioeconómico .................................................................... 32 3.3.2. Componentes ambientales .......................................................................... 33 3.4. MARCO FUNCIONAL ..................................................................................... 35 3.4.1. Espacio publico ............................................................................................ 35 3.4.2. Usos actuales del suelo ............................................................................... 36 3.5. MARCO OPERATIVO ..................................................................................... 37 3.5.1. Parametros del lugar .................................................................................... 37 3.5.2. Aspectos culturales ...................................................................................... 38 3.5.3. Aspectos demograficos ................................................................................ 41 3.5.4.Hogares, vivienda y servicios publicos ......................................................... 42 3.5.5. Aspectos ambientales ................................................................................. 46.
(8) 4. MARCO JURIDICO ............................................................................................ 47 4.1. EL ANILLO DE INNOVACION EN EL CONTEXTO DE PLAN DE ORDENAMIENTO TERRITORIAL ......................................................................... 47 5. EL PROYECTO ................................................................................................. 49 5.1. TERRITOTIO + GEOGRAFIA + CONCEPTO = FORMA ................................ 49 5.2. PROPUESTA URBANA .................................................................................. 49 5.3. PROPUESTA ARQUITECTONICA ................................................................. 52 5.3.1. Planimetria. .................................................................................................. 52 5.3.2. Forma e imagen ........................................................................................... 57 5.3.3. Funcion y programa arquitectonico .............................................................. 60 5.4. PROPUESTA CONSTRUCTIVO .................................................................... 61 5.5. MAQUETA ...................................................................................................... 65 6. CONCLUSIONES .............................................................................................. 66 BIBLIOGRAFIA ...................................................................................................... 68.
(9) LISTA DE FIGURAS Figura 1. Espacio Público y zonas verdes ............................................................. 34 Figura 2. Espacio Público Estructurante ................................................................ 35 Figura 3. Usos poligono de intervención ............................................................... 36 Figura 4. Anillo de innovacion de Bogotá – Sector de intervención ...................... 38 Figura 5. Fuentes hídricas .................................................................................... 47 Figura 6. Proyecto Innobo ...................................................................................... 48 Figura 7. Territorio +Geografia + Concepto = Forma ............................................ 49 Figura 8. Propuesta urbana general ...................................................................... 50 Figura 9. Propuesta urbana especifica .................................................................. 51 Figura 10. Planta 1 ................................................................................................ 53 Figura 11. Planta 2................................................................................................. 53 Figura 12. Planta 3................................................................................................. 54 Figura 13. Planta 4................................................................................................. 54 Figura 14. Cubierta ................................................................................................ 55 Figura 15. Fachada Nor -oriente ............................................................................ 55 Figura 16. Fachada Norte ...................................................................................... 56 Figura 17. Fachada Sur ......................................................................................... 56 Figura 18. Fachada Occidental .............................................................................. 56 Figura 19. Niveles 3D ............................................................................................ 57 Figura 20. Vista Arquitectónica .............................................................................. 57 Figura 21. Vista interior - Cafetería ........................................................................ 59 Figura 22. Vista interior - Auditorio......................................................................... 59 Figura 23. Vista interior – Lobby .......................................................................... 60 Figura 24. Funcion y Programa arquitectónico ...................................................... 60 Figura 25. Corte Fachada ...................................................................................... 62 Figura 26. Análisis y sostenibilidad I ...................................................................... 62 Figura 27. Análisis y sostenibilidad II ..................................................................... 63 Figura 28. Corte Longitudinal A ............................................................................. 63.
(10) Figura 29. Corte Transversal F .............................................................................. 64 Figura 30. Corte Longitudinal C ............................................................................. 64 Figura 31. Corte Transversal E .............................................................................. 64 Figura 32. Maqueta ExChange + Ci Centro de Convenciones .............................. 65 Figura 33. Rem Koolhaas. Exodus or the voluntary Prisioners of Architecture, 1971. Proyecto de fin de Carrera para la AA de Londres ...................................... 67.
(11) LISTA DE TABLAS. Tabla 1. Impactos en dinámica economica ............................................................ 33 Tabla 2. Aspectos turísticos ................................................................................... 39 Tabla 3. Aspectos turísticos – interés turístico ....................................................... 40 Tabla 4. Aspectos turísticos - Conectividad ......................................................... 40 Tabla 5. Construcción de ciudad ......................................................................... 41 Tabla 6. Área Ocupada- Área Construida genera ................................................. 45 Tabla 7. Área Ocupada- Área Construida especifica ........................................... 45 Tabla 8. Derecho a la ciudad ................................................................................. 48 Tabla 9. Entornos vitales ....................................................................................... 52.
(12) INTRODUCCION. Dentro del proyecto, Centro de Convenciones que edificare en el nodo ubicado en el anillo industrial y de innovación – Innobo, construiré un escenario dotacional que tal como se prevé, adoptara parte de la infraestructura que requiere la competitividad en el mercado global con sedes donde se desarrollan eventos internacionales, en los cuales se puede colocar los productos y los capitales, las creaciones y la innovación que mueve la economía contemporánea. También contribuirá a perfeccionar y profundizar los procesos y las dinámicas gerenciales y de gestión que le permitan al país promocionar y colocar, a su vez, en los centros mundiales los productos de modernización y cualificación de sus aparatos productivos, financieros, comerciales y culturales.. Para llevar a cabo mi proyecto constructivo he tenido en cuenta que es indispensable innovar en las formas de intervención urbanas, superando el urbanismo excluyente y depredador que ha caracterizado la construcción de la ciudad y aprovechar la oportunidad para construir una pieza urbana que debe servir como modelo de la gestión y la construcción de un proyecto de desarrollo que contribuirá a la formalización de la convivencia y la tolerancia en la construcción de la ciudad. La construcción del Centro de convenciones, aportara un ámbito urbano infraestructural y ambiental para los eventos internacionales, perfectamente competitivo así mismo coherente con los diseños proyectados en el macro proyecto que desea ubicar competitivamente a Bogotá al respecto de grandes centros urbanos del mundo.. Este proyecto introduce una transformación trascendental en la construcción misma de la sociedad que ha sido prevaleciente hasta ahora en la construcción de nuestras ciudades y del país entero, superando la preminencia de los intereses y las miradas endógenas – casi siempre limitados, por lo local y lo provinciano para asumir conciencia que la construcción del país futuro tendrá que hacerse mirando hacia afuera y confrontándose en los espacios y las dinámicas que se construyen en el orden internacional.. 12.
(13) El área de ubicación del proyecto tiene un previo estudio de factibilidad que permite el conocimiento de las dinámicas socioeconómicas a partir de un análisis físico-espacial. Se hizo un levantamiento urbanístico de todas las manzanas adyacentes al área objeto de estudio; de este modo se obtuvieron datos de áreas útiles, áreas ocupadas con base en las construcciones y del espacio público construido tomando referencia de los andenes, parques, calzadas y separadores. En cuanto a las edificaciones, se realizó una medición de las alturas, lo que permite calcular de forma aproximada los índices de construcción de las edificaciones. A su vez, se efectuó un levantamiento de la condición actual de los usos del suelo. Se agrupó la información por predio en los siguientes usos: vivienda, comercio, servicios, industria, dotacional, sin uso (que corresponde a lotes o edificios abandonados) y mixto, que comprende diversas variables como industria más vivienda, comercio más servicios, comercio más vivienda y servicios más vivienda. Se identificaron las variables y derivaciones existentes en cuanto a los usos mixtos, dotacionales y de servicios. Por último, se agrupo la información por manzana, identificando así el uso predominante del suelo, lo que permite asociarlo con la actividad económica y la dinámica del sector actual. De esta forma, la información se puede apreciar por medio del análisis de planimetría, y la consecución de indicadores urbanos, mediante la realización de cuadros de salida, aspecto que facilita la comprensión de los componentes urbanos que intervienen en el proyecto. Se identificaron aspectos cuantitativos y cualitativos referentes a los usos del suelo urbano, a los aprovechamientos urbanísticos, a la disponibilidad de equipamientos y de espacio público construido. El área objeto de estudio para el desarrollo de la investigación empírica se definió en el POT, y es una oportunidad para la definición de líneas estratégicas de propuestas encaminadas a lograr la atracción de inversión y apuestas dirigidas a promover el centro de convenciones.. 13.
(14) 1. PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA. La vocación del proyecto (INNOBO) es convertirse en uno de los procesos de transformación urbana, social, económica y ambiental más importantes para Bogotá, el cual mejorará la competitividad y productividad de la ciudad, y le permitirá competir con las grandes capitales del mundo en atracción de turismo de negocios. Su estructura se genera a partir de un eje longitudinal ubicado sobre la Vía Férrea del Ferrocarril de Occidente, aprovechando los espacio verdes y residuales existentes para conformar nodos de distintas naturalezas y usos, que irán generando espacios de uso público encadenados a través de un eje ambiental que posibilita la integración de las zonas norte y sur de la ciudad. Teniendo en cuenta la vocación del proyecto se plantea la siguiente pregunta ¿La ciudad, es el reflejo de las necesidades y aptitudes del presente? Generando de esta manera un aspecto a resolver teniendo en cuenta factores culturales tanto de la población actual como de la población futura del sector.. 14.
(15) 2. OBJETIVOS 2.1.. OBJETIVO GENERAL. Tomar como partida, la historia que forma parte del desarrollo urbano y social de la ciudad, ligado a la vez de evolución y crecimiento económico de su población.. 2.2.. OBJETIVOS ESPECÍFICOS. 1. Generar mayor inversión extranjera debido a que la economía de Bogotá es la más dinámica del país. Alcanza el 25 por ciento del PIB 2. Incrementar la infraestructura para facilitar el intercambio cultural y laboral de empresas nacionales así como de las 120 sedes de las 500 empresas multinacionales más importantes de mundo que en la actualidad funcionan en Bogotá. 3. Realizar un espacio apto para reuniones de negocios, en el 2007, Bogotá pasó del puesto undécimo al octavo en el escalafón de las ciudades más atractivas para hacer negocios en América Latina. 4. Proponer ámbitos que fortalezcan el crecimiento intelectual de la población habitante del sector por medio de la agrupación de proyectos de innovación y desarrollo.. 15.
(16) 3. MARCO REFERENCIAL. 3.1. MARCO TEÓRICO. ‘‘una sociedad que muda a partir de la arquitectura, una sociedad ‘‘nueva’’ que parte de parámetros necesarios diferentes a los encontrados hasta ahora’' Los cambios políticos y sociales que vive Colombia al finalizar décadas de conflicto armado serán visibles en todo el territorio nacional, e impondrán enormes retos a su ciudad capital Bogotá como epicentro de negocios; la reconstrucción del tejido social requiere de herramientas que indudablemente transitan por la arquitectura contemporánea y la construcción de un tejido urbano que responda a las expectativas internaciones de un país en posconflicto, debiendo apelar a una combinación entre la historia, la innovación y la adaptación de estrategias que han sido base del desarrollo de conglomerados urbanos en el primer mundo; es por ello que el desarrollo de este proyecto requirió dar una mirada al pasado, a los conceptos arquitectónicos y a los cambios sociales. A partir de esto considero importante mencionar tres apartados que resulten orientadores para conocer los fundamentos de este proyecto 1. El tejido como elemento importante de la cultura colombiana 2. El tejido como elemento arquitectónico 3. El tejido social como engranaje entre historia y arquitectura en el posconflicto Respecto al primer apartado es importante conocer que en Colombia los ancestros indígenas han fundamentado la satisfacciones de necesidades físicas, espirituales y sociales, en gran medida en el tejido, es así como el pueblo Waunana ubicado en el Choco procesa tradicionalmente las hojas de palma de las cuales obtienen las fibras de la cultura Waunana, este pueblo comparte territorio chocoano con los Emberá que procesan materias primas base de su cestería, fibras a manera de tiras largas de aproximadamente 3 mm de ancho con que tejen sus canastos esteras y sopladores de forma rectangular con asa tubular que se utilizan para avivar el fuego; en el departamento de la Guajira región árida y desértica, las mujeres Wayúu tejen mochilas, fajas y hamacas que se caracterizan por la riqueza cromática a partir de la combinación de varios colores básicos y que representan la cosmovision, los indios Ika que habitan en la Sierra. 16.
(17) Nevada de Santa Marta, son tejedores por excelencia, las mujeres procesan el pelo o vellón de los ovinos, ovejas y carneros, de cuya lana obtienen al hilar la fibra textil, uniforme y resistente para tejer las mochilas que usan como complemento de su vestido; en el Guaviare se desplazan los Nukak Makú. Indígenas nómadas, cazadores, recolectores y tejedores, quienes han desarrollado amarres de alta complejidad para sostener los travesaños que soportan el enramado que constituye su vivienda, la cual abandonan una vez siguen su recorrido. Podría continuar mencionando incontables ejemplos del uso del tejido en nuestros ancestros en todo la extensión del territorio nacional, sin embargo quiero cerrar este apartado mencionando que en la cultura colombiana se identifican como coincidentes técnicas ancestrales que comprenden nudos, amarres, uniones y entrelazados de fibras naturales que interactúan en unidad con el trabajo hecho con las manos dando origen al objeto tejido, siendo estos artefactos expresiones materiales propias de cada cultura que se constituyen en representaciones y tejidos sociales que se han dado tradicionalmente alrededor de la artesanía, la construcción de vivienda y objetos que hacen parte de ésta. En el segundo apartado me remitiré a mencionar el tejido como elemento arquitectónico, a esta altura de mi disertación creo que resulta claro para el auditorio que mi proyecto se centra en el tejido, por lo que es necesario hacer hincapié en su concepto en la arquitectura que reconoce tejido como una matriz tramada y flexible que da soporte, de geometrías reconocibles o deformadas pero con capacidad para superar el rígido orden y propiciar encajes de trayectos multicapa, complejos, que se constituyen en grandes redes infraestructurales de articulación territorial, secuencias generadas a partir del diseño de “tensiones direccionales” carriles, railes, matrices o pautados1. Conceptualmente me valgo de la noción de tejidos como esas cintas y tiras que se entrelazan para conformar un nuevo elemento que a su vez configura espacios, texturas, perspectivas y sensaciones diversas; que no obstante también responden a preguntas personales que han venido incorporándose al desarrollo, procesos de aprendizaje y conocimiento durante el trascurso de mi vida. En mi proyecto cada ángulo y cada dirección dependiendo de la ubicación y posición del usuario dentro de él genera vistas completamente diferentes; vistas 1. MARTINEZ, Pablo. Circuitos,. densidad, disposiciones, housing, partitura, secuencias.2008. P 192. 17.
(18) del pasado y de sus vestigios, testimonio de todo lo que ha ocurrido, pero siendo prospectivos no solo recuerda su historia, su cultura, sino que proyecta lo que va a ocurrir y como se verá a futuro del sector2. Es entonces importante mencionar que mi proyecto se enmarca en INNOBO que es un proyecto urbanístico propuesto en el nuevo plan de ordenamiento territorial Bogotá 2013, orientado a integrar al sector público y privado para enfrentar los retos de la globalización y el posconflicto a través de un cambio generalizado al uso del suelo en un punto central de la ciudad capital como lo es La UPZ No. 109, Ciudad Salitre Oriental, la cual se caracteriza por hoy por ser una zona residencial y de uso múltiple en cuyo terreno se espera conformar una zona centraliza de negocios, vivienda, comercio, servicios, industria y dotacionales, lo anterior dada la cercanía de este terreno con el aeropuerto internacional, el terminal de trasportes, una vasta zona hotelera, así como la progresiva confluencia de las entidades del orden nacional de mayor influencia en el comercio y las relaciones internacionales. Dado que una de las principales características de las grandes intervenciones urbanas es su capacidad de generar procesos de centralidad, una vez reconocido el proyecto INNOBO y las proyecciones de la ciudad para esta UPZ que corresponde a un área sin construir hacia la avenida del Ferrocarril y una zona industrial, las cuales presentan un alto potencial de transformación para localizar proyectos que desarrollen alta tecnología industrial o empresarial, identifiqué como una necesidad el contar con un centro de convenciones complementario a Corferias ya que éste pronto se verá limitado en su capacidad de acuerdo a los estudios sociológicos encontrados respecto a este sector, por lo que se requerirá de nuevos espacios que integren la historia y cultura colombiana con la necesidades propias de la globalización en y sus efectos en el país y el distrito capital. Mi proyecto es entonces un planteamiento único, con programas y fundamentos inmersos en cuestionamientos colectivos, que presenta un centro de convenciones con una propuesta más natural, cimentado en el tejido lo cual marca diferencias con los encontrado tradicionalmente en las ciudades colombianas, busco hacer vivencial el concepto y tipos de entrelazado como: Tafetán (implica pasar alternadamente la trama por encima y por debajo de cada hilo o conjunto de hilos que forman la urdimbre, de modo que conforma un enrejado), Sarga (divide la urdimbre en series cortas de hilos (tres, cuatro o 2. SMITH Y TIMBERLAKE, History web. New York 1995, P. 289. 18.
(19) cinco), de los cuales sólo cubre la trama uno en la primera pasada, el siguiente en la segunda y así sucesivamente, resultando un tejido de espina de pescado) y Raso (dividen los hilos de la urdimbre en series algo mayores que para la sarga (de cinco a ocho), de estos hilos, sólo cubre la trama el primero en la primera pasada, pero en la segunda será el tercero, y así sucesivamente, salteando uno cada vez. Como la trama tiene pocos enlaces con la urdimbre, resulta de superficie lisa y brillante, debido a que la trama es de seda. Por esto le llaman satén además de raso). Logrando entonces características de: Permeabilidad: influye en donde la gente puede o no puede ir. Variedad: afecta a la gama de actividades disponibles. Legibilidad: importante desde la comprensión de las oportunidades que se le presentan al público. Versatilidad: influye en la utilización de un espacio por parte del público para diferentes propósitos. Imagen visual apropiada: influye en que la apariencia del espacio permita a las personas percibir las opciones disponibles en el mismo. Riqueza perceptiva: influye en el criterio de las personas para la elección de experiencias sensoriales. Personalización: influye en la capacidad del lugar para que las personas puedan imprimir su sello propio. Finalmente como tercer y último apartado les mencionare como el tejido social se constituye en el engranaje entre historia y arquitectura en el posconflicto Para ello es necesario acoger algunas definiciones como las dadas por el el Programa de Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD) que define tejido social como “el conjunto de redes personales, estructurales, formales y funcionales, de iniciativas o asociaciones que constituyen un activo para los individuos y la sociedad pues les permite ampliar sus opciones y oportunidades para mejorar su calidad de vida”, por lo que el tejido social es el que nos da un lugar en el mundo, el individuo es un hilo que participa con las acciones que impulsan sus valores y cultura en la sociedad que es el telar. En Colombia las décadas de conflicto armado debilitado el del tejido social presentando efectos en aislamiento de la nación frente a aspectos comerciales económicos y académicos, al contribuir a la pérdida de sus principales redes sociales, y de valores como la confianza y la solidaridad. Esto ha llevado a identificar internacionalmente a nuestro país como un territorio en el que las 19.
(20) normas de convivencia ciudadana son irrespetadas y violentadas impunemente y las leyes son fácilmente irrespetadas e incumplidas. Todo ello producto de una historia de conflicto marcado en principio por diferencia ideológicas y políticas y posteriormente por el surgimiento del narcotráfico, lo cual ha generado pérdida de oportunidades y cambio en la valoración que se da a los Colombianos y sus productos a nivel internacional, por lo que la negociación actual en la Habana es una oportunidad de mostrar la cara amable del país, lo cual facilitara el ingreso de extranjeros y de fortalecimiento de redes comerciales y de negocios que identifiquen más allá del café la diversidad de artesanías, productos y servicios de alta calidad cuya producción primaria se da nuestro país. El centro de convenciones que propongo permitirá, por su riqueza arquitectónica traducir e identificar un entramado entre la historia colombiana y el presente lleno de retos, al retomar las tradiciones ancestrales y las nuevas necesidades sociales; para tener un panorama más claro mi proyecto pretende ser un centro de apoyo a la reconstrucción del tejido social al presentar espacios de confluencia regional e internacional que se constituya en una venta de oportunidad al intercambio de saberes, experiencias y negocios que basado en el tejido sea una clara muestra historia y cultural entrelazada con la renovación y reconstrucción del tejido social de un país próspero a partir de la superación de conflicto interno.. 3.2.. MARCO CONCEPTUAL. 3.2.1 Hacia un código mundial: el concepto de la arquitectura en la red y sus 4 características básicas para que la red funcione correctamente. Antes de meternos en la arquitectura de red tenemos que destacar lo que es una red convergente y su finalidad. Antiguamente las redes se dividían dependiendo del tipo de dispositivos que la formaban de esta forma una red telefónica solo servía para comunicarse vía teléfono y una red informática para conectar dispositivos informáticos. Bien pues aparece un nuevo tipo de red que es la. ___________________________ 3. SANCHEZ, Andres. Natalini de Superestudio y propuestas de Archigram. ‘‘Monumento Continuo ’’. 1969 P.46. 20.
(21) convergente, la cual permite utilizar una única red para varias funciones. Esta red necesita una buena arquitectura de red para su funcionamiento y por ello es sumamente importante ver que es una arquitectura de red y sus principales características. Cuando hablamos de arquitectura de red, nos referimos a las tecnologías que admiten la infraestructura, servicios y protocolos que transmiten los mensajes a través de la red, para que esta sea fiable y funcione perfectamente. Actualmente una buena arquitectura de red debe cumplir 4 características básicas: . Tolerancia a fallos Escalabilidad Calidad del servicio Seguridad. A continuación se detallan cada una de ellas, para dejar estas características totalmente claras. . Tolerancia a fallos: Una red tolerante a fallos es aquella que limita el impacto de un error de software o hardware y que además puede recuperarse de dicho error rápidamente. Para que se entienda mejor, si nosotros enviamos un mensaje y nos da un error de enrutamiento, la red lo que tendría que hacer es mandar inmediatamente el mismo mensaje pero por otra ruta distinta de tal forma que el destinatario no conoce dicho error y recibe sin problemas el mensaje. Para aplicar este sistema utilizamos lo que se llama redundancia, y es simplemente implementar varios caminos, soluciones, etc, para que si uno falla, tengamos más y el mensaje siempre llegue a su destinatario.. . Escalabilidad: Esta característica no es otra que la de permitir el crecimiento de las redes sin repercutir en su funcionamiento. Para tener una idea, cada semana se conectan miles de usuarios nuevos y proveedores de Internet, para que esto no cree problemas de rendimiento se ha creado un diseño jerárquico de capas para la estructura física y la arquitectura lógica.. . Calidad del servicio: Para que una red suministre una buena calidad de servicio, crea lo que se denominan prioridades, para que así, de esta forma, por ejemplo, se dé más prioridad a un streamming de video que a una. 21.
(22) página web, ya que esta última no requiere tantos servicios para funcionar correctamente. . Seguridad: Esta es la característica que más se está desarrollando actualmente ya que es la que más preocupa a la sociedad actual. La confidencialidad de los datos es primordial a la hora de enviar mensajes a través de una red, y es por eso, que esta característica junto con la tolerancia a fallos, son las dos más importantes y las que requieren mayor desarrollo e investigación. Como sistemas de seguridad, en las redes se utilizan los sistemas de contraseñas cifradas, los firewall, los encriptadores de datos, etc.. 3.2.2. Los sistemas de conectores, la avenida Jorge Eliécer Gaitán conecta la UPZ con el aeropuerto Eldorado y el centro de la ciudad, puntos de referencia, de concentración de servicios y de integración urbana, nacional e internacional. La UPZ se proyecta hacia la región mediante la vía del ferrocarril y la avenida 68.. 3.2.3. La nueva forma de centralidad, una de las principales características de las grandes intervenciones urbanas es su capacidad de generar procesos de centralidad. La idea de centralidad urbana hace referencia a la capacidad de ciertos espacios y elementos urbanos de articular flujos de todos los tipos: La articulación de esos flujos depende del grado de influencia de estos espacios sobre los demás componentes del sistema urbano. Tradicionalmente, la noción de centralidad, se limitaba a la parte central de espacio urbano por su complejidad espacial y por concentrar diversas actividades urbanas Sin embargo, con el crecimiento de las ciudades y la dispersión de las actividades urbanas se produce la formación de nuevas formas de centralidad urbana. La caracterización de esta nueva forma de centralización se presenta diversificada en sus configuraciones espaciales y en su forma de implantación. Entre las diversas tipologías espaciales existentes, me enfocare en el papel que desempeña las grandes intervenciones humanas en la generación de centralidades.. 22.
(23) En primer lugar, nuestro punto de partida se basa en la hipótesis de que la configuración del espacio construido y la función del espacio tienen una relación directa con los procesos de centralidad. El grado de centralidad de un espacio es variable según su capacidad de atracción y articulación de flujos. Uno de los aspectos importantes de la centralidad es el significado colectivo de espacio. La construcción del significado espacial se establece por la experiencia directa del lugar urbano y de una valoración del grado de importancia de un espacio frente a otro. A través de estos dos mecanismos establecemos una red de circuitos urbanos en los cuales se construye nuestra idea de lugar y nuestra permanencia en el espacio.. El espacio urbano por su complejidad está dotado de muchos centros en la medida en que compartimos con los demás este sistema de lugares. La pérdida de significado colectivo de los espacios provoca una disminución de los niveles de centralidad urbana. La experiencia de la ciudad moderna ha puesto de manifiesto los riesgos de los procesos reguladores del espacio con objetivos de separación funcional en la ciudad (zonificación). Sin embargo constatamos la existencia de algunas orientaciones urbanísticas que buscan recuperar la noción de centralidad urbana a través de nuevos mecanismos y experimentaciones en materia de combinaciones funcionales.. Al analizar algunas de estas orientaciones, se verifica claramente la puesta en marcha de nuevas formas de concentración de actividades diferenciadas en un mismo espacio con el objetivo de alcanzar niveles más altos de centralidad urbana. En estas nuevas manifestaciones espaciales subyace la idea de reproducir la complejidad de los espacios urbanos tradicionales, donde los patrones espaciales y constructivos favorecían y mantenían la vitalidad urbana.. Desde este punto de vista se plantea la cuestión sobre de qué forma las grandes intervenciones urbanas multifuncionales ofrecen una aportación positiva a la ciudad en el sentido de generar nuevos polos de centralidad frente a las proposiciones Mono funcionales y a la estricta zonificación del espacio urbano.. 23.
(24) Para nuestro proyecto específicamente el ordenamiento de esta centralidad propiciará la consolidación de los centros empresariales centros de actividad productiva, zonas industriales y residenciales. En las áreas construidas inadecuadamente o no construidas, se desarrollarán usos múltiples de acuerdo con el carácter de la UPZ que rige el terreno donde se planea construir nuestro proyecto.. 3.2.4. Tejido : ‘‘El contenido de nuestra mente es como un tapiz que vamos tejiendo mientras vamos viviendo’’ El énfasis en la definición de una matriz tramada y flexible de soporte caracteriza aquellos dispositivos definidos aquí como virtuales (en) tramados evolutivos: [se trata, en efecto, de estructuras dinámicas -circuitos de movimientos- concebidas como aparejos pautados, organizativos y generativos a un tiempo; susceptibles de propiciar configuraciones diversas, desde la optimización y distorsión a la vez, de su propia definición mallada. (En) Tramados de geometrías reconocibles o deformadas pero con capacidad para superar el rígido orden reticular y propiciar encajes de trayectos multicapa, complejos y flexibles, que remitirían a la propia definición de las grandes redes infraestructurales de articulación territorial; trazas más que trazados.. ___________________________ 4. GONZALEZ, Ernesto. Plan regional de competitividad– Anillo de innovación, Innobo – Desarrollo de. clusters. 2008-2019. P 38. 24.
(25) 3.2.5. De la idea a la arquitectura: ‘‘La capacidad de innovación, la producción de imagen y la incitación de lo nuevo, constituyen aspectos nucleares del desenvolvimiento normal de nuestras sociedades’’. "Con el fin de no incurrir en la aleatoriedad del proyecto que propician las aproximaciones "imaginativas", los teóricos del realismo -y naturalmente, los profesores de proyectos- quisieron compensar el abandono de los criterios visuales de la modernidad con la transferencia de legalidad del proyecto al relato que lo describe; se recurrió a "la idea" como ente que legitima el proyecto desde su exterior. El hecho de afrontar la concepción a partir de la autoridad de la idea -o el concepto, como prefieren otros- ha tenido una influencia decisiva en el declive constante de los valores arquitectónicos a lo largo de los últimos cuarenta años y en la desorientación que ha caracterizado la enseñanza del proyecto durante ese período. La precariedad visual que exhibe gran parte de los arquitectos más celebrados de la actualidad tiene que ver con su recurso al "concepto" como instrumento capaz de legitimar la configuración del edificio. Al transferir la legalidad formal del objeto a "la idea", se obvia la cuestión de los valores estéticos o atributos formales que la arquitectura debiera acreditar: sencillamente se deja al ingenio de quien proyecta." "...se formula un relato cargado de intenciones y deseos, que serán plausibles con ser personales, mejor si la narración anuncia los síntomas de una personalidad fantasiosa: después basta con mover el lápiz al dictado de la proclama.(...) En todo este proceso de reproducción visual de la "idea" no aparece el programa, al que se considera, sin atreverse a proclamarlo, un residuo de la arquitectura del pasado: el éxito del contenedor extravagante ha reducido el programa como sistema ordenado de usos que garantizaba la identidad de la forma moderna, a un conjunto inorgánico de funciones, verificables una a una, sin la menor incidencia en la estructura espacial de la arquitectura. El programa desaparece, así, como ente complejo cuya estructura vertebra la formalidad del objeto, para convertirse en un elenco amorfo de requisitos, que predispone a una idea cuantitativa de satisfacción.". ___________________________ 5. 6. HELIO, Piñon. El proyecto como (re)construcción. Edicions UPC. Barcelona. 2005. P 56 HELIO, Piñon. Curso básico de proyectos. Edicions UPC. Barcelona. 1998. P 34. 25.
(26) 3.2.6. La ciudad global, el tema de la “ciudad” no es un tema nuevo en la sociología, por el contrario ha estado presente en la reflexión de los autores clásicos de nuestra disciplina desde sus inicios, cada uno dando cuenta de la ciudad que les toco observar de primera mano, o como en el caso de weber además analizar su desarrollo histórico desde una perspectiva comprensiva, como lo hizo al estudiar la “la ciudad medieval” (weber, 1987).. Como ocurrió con la sociología de los clásicos y la sociología urbana que tomaron como su objeto de estudio las urbes desde la época en que les tocó vivir, nuestra concepción de “ciudad” responde necesariamente al contexto actual global en que se desarrolla. a primera vista el concepto nos puede conducir a centrar la mirada solo en las grandes urbes en las que se concentra la actividad económica, política y cultural del mundo (sassen, 2007), pero esto significaría quedarnos con una mirada demasiado restringida. La “ciudad global”, de esta manera debe ser analizada en sentido amplio, como una lógica que afecta la manera en que se estructuran, funcionan e interrelacionan las ciudades en el mundo. Por definición, la ciudad global es parte de una red de ciudades (sassen, 1998). De esta manera, el concepto de “ciudad global” como nos indica sassen, presenta tres características esenciales para hablar de ella: “…introduce un énfasis mucho más fuerte en componentes estratégicos de la economía global, típicamente sujetos a economías de aglomeración extremas en los niveles más altos de las funciones de gestión y servicios corporativos especializados; esto a su vez puede conducir a formas extremas de poder y desigualdades en la ciudad global”. “en segundo lugar, el concepto de ciudad global tiende a tener un énfasis más fuerte sobre la economía en red debido a la naturaleza de las industrias que tienden a estar localizadas allí: finanzas, medios, y otros servicios especializados”. “y en tercer lugar, tiende a enfatizar la polarización espacial y económica debido a la demanda desproporcionada de empleos de ingresos muy altos y muy bajos en estas ciudades, comparadas con lo que sería el caso para la región, que tendría mucho más firmas y empleos de tipo medio” (sassen, 2007). de esta forma al 26.
(27) hablar de “ciudad global” nos enfrentamos a una nueva forma de pensar lo urbano, producto de la importancia que asumen los procesos de globalización en las sociedades contemporáneas. las “ciudades globales” se compartan como lo nodos de una gran economía global, donde se llevan a cabo los procesos de integración de los distintos niveles de la economía (sassen, 2001; Castells, 2006). Así pensado, una ciudad global no puede ser definida ni descrita en relación con fronteras administrativa, y menos aún por el tamaño de su población, lo que la define son las funciones que desarrolla en relación con la economía mundial (sassen, 2001). Llegamos al punto en no podemos hablar si una ciudad es global o no, solo podemos argumentar el hecho de que si las ciudades son más o menos globales en relación a las funciones que cumplen, o no, en el contexto global. las ciudades globales, en sí, son centros a través de los cuales circulan los distintos flujos en las redes globales, y es en ellas donde también se llevan a cabo las operaciones de control de estos flujos. estos, a su vez, son los que le permiten a las ciudades globales conectarse entre sí, conformando de esta manera una red de ciudades globales a través de las cuales circulan los flujos de capital, información, mercancías, migrantes (sassen, 2001; García canclini n. , 1995).. Las ciudades latinoamericanas en perspectiva global una perspectiva que nos permite aterrizar la visión en torno a la ciudad global en el contexto latinoamericano es la que nos estrega García canclini, el cual nos plantea que la ciudad global no solo debe ser comprendida en relación a los sistemas de flujos, sino que además debe ser entendida como un escenario de la multiculturalidad (Borja & Castells, 1997; García canclini n. , 1995); esta nos posibilita, entre otras cosas, dar cuenta de las diferencias entre las ciudades europeas y las latinoamericanas: “mientras en Europa se habla de un "renacimiento de las ciudades" por su avanzado desarrollo de infraestructura y servicios de excelencia, conectados a las innovaciones internacionales, las ciudades latinoamericanas son cada vez más sedes de catástrofes. la contaminación que está casi todo el año por encima del nivel tolerable, las inundaciones y los derrumbes, la expansión de la pobreza extrema y el deterioro general de la calidad de vida, la violencia sistemática e 27.
(28) incontrolable, son las características con que Santiago de chile y México, Bogotá y caracas, buenos aires, lima y sao paulo se "preparan" para el siglo xxi” (García canclini n. , 1995) Dos son los grandes problemas que afectan a las ciudades latinoamericanas y que son: “… la desintegración y la desigualdad, o sea la idealización entre la ciudad global y la ciudad local marginada e insegura, son el principal obstáculo” (García canclini n. , 2005), para que las ciudades latinoamericanas se ubiquen en el rango de “ciudad global” que predominan en el mundo de hoy. “… las crisis económicas y financieras y el adelgazamiento de los estados han reducido la posibilidad de mejorar los servicios y la seguridad, movilizar nuevos recursos económicos y culturales con vistas de renovar y expandir su vida urbana y su proyección externa.” (García canclini n. , 2005). Una de las situaciones que ejemplifican está situación precaria son los altos índices de desempleo que se observan en la región, especialmente relacionado al desempleo en los estratos más jóvenes de la población.. Todos estos procesos se desarrollan producto “de profundas trasformaciones derivadas de los avances de los procesos de reestructuración socioeconómica y de la difusión y adopción de las nuevas tecnologías de la información y de la comunicación, como partes constitutivas del fenómeno de la globalización” (matoos, 2002).. ___________________________ 7. 8. CASTELLS, m. La sociedad red. Madrid: alianza. 2006. P 22 GARCÍA, Canclini, n. Consumidores y ciudadanos: conflictos multiculturales de la globalización. México,. Grijaldo. 1995. P 348 9. GARCÍA Canclini, n. la globalización imaginada. Buenos aires: Paidós. Buenos aires: Paidós. 2005. P 289. 28.
(29) 3.2.7. La ciudad del post- conflicto, conforme a una consideración histórica mundial, una transición exitosa del conflicto hacia la paz, no es un producto del acaso, el azar o la espontaneidad. Es el resultado del diseño e implementación de una cuidadosa estrategia postconflicto que posibilite la implementación de los acuerdos de paz en la práctica a partir del primer día de su firma y consagración.. Desde luego, los procesos de paz y desarrollo no pueden verse como obras o construcciones perfectas y absolutamente bien calculadas pues el mundo real funciona a veces muy diferente a lo que deseamos alcanzar, pero una estrategia postconflicto bien concebida y concertada marca la diferencia entre el éxito o el fracaso de los procesos de transición y desarrollo. Esta es una de las grandes lecciones que he aprendido a lo largo de mi extensa e intensa vida profesional, la cual ha estado vinculada por varias décadas a asistir importantes procesos de transición en diversas partes del mundo por encargo de las Naciones Unidas.. Escribo esta breve propuesta para ofrecer una contribución a la consagración de la paz en Colombia como proceso duradero y sostenible, es decir, una paz basada en la libertad, justicia y equidad que son los principios axiológicos fundamentales sobre los cuales se construye y erige un estado de derecho y una sociedad democrática moderna.. ___________________________ 10. MATOOS, c. Transformación de las ciudades latinoamericanas: ¿impactos de la globalización? Eure, 2002.. P. 28- 85. 11. SASSEN, s. Ciudades en la economía global: enfoques teóricos y metodológicos Eure, 1998. P 5-25.. 12. SASSEN, s. La ciudad global. The global city, new york, London, Tokyo. Princeton: Princeton University. press, 2001. P 78- 80. 13. SASSEN, s. Una sociología de la globalización. Buenos aires: Katz, 2007. P 77. 14. WEBER, m. La ciudad. Madrid: las ediciones de la piqueta, 1987. P 39-46.. 29.
(30) Debo señalar que la presente propuesta de estrategia postconflicto se enfoca principalmente en los temas de la justicia restaurativa y distributiva que conciernen al futuro de las poblaciones, territorios e instituciones afectados por el conflicto armado. No se abordan por el momento los aspectos de la justicia transicional que conciernen al futuro político-jurídico de las organizaciones guerrilleras y sus miembros, a la espera de los acuerdos que se firmen en La Habana y su ulterior refrendación ciudadana.. Pensando en el día después. Colombia avanza hacia la firma de un acuerdo de paz con las Farc. y,. probablemente, con el ELN también. Este hecho histórico debe ocurrir antes de la finalización del 2013 o comienzos del 2014 como es ambicionado por el Gobierno. Una pregunta lógica que deviene de ese proceso es: ¿qué debe pasar luego? Es decir, ¿qué se espera debe ocurrir el día siguiente de la firma del acuerdo de paz?. Por esto es importante indicar que la consolidación del proceso de paz pasa ineludiblemente por las ciudades. Dicho de otra forma, es imposible darle salida creíble al proceso de paz sin que se reforme de manera estratégica el gobierno de las áreas urbanas.. El problema no es solamente diseñar un dispositivo institucional en los gobiernos locales, sino que este esté en consonancia con lo que está sucediendo en las grandes ciudades de otros lugares del continente y del mundo.. En el caso colombiano el problema adquiere una connotación especial, ya que una sociedad en posconflicto requiere un modelo de cohesión social que evite el regreso de la violencia como una forma de obtener prebendas políticas y económicas.. 30.
(31) Dado que la mayoría de la población es urbana y que el desarrollo económico ha llevado a que la ciudad sea el centro de generación y acumulación de riqueza, no es posible creer que un grupo armado que ha hecho la guerra por varias décadas se desmovilice y reintegre a la sociedad para mantenerse alejado de las grandes ciudades, en áreas rurales marginales, y sin competir por el poder central.. En las condiciones actuales es evidente que para optar por el poder central es necesario competir dentro de la política urbana y el gobierno de las ciudades. Esta situación es mucho más fuerte cuando los ciudadanos demandan una paz que no sea solo entre los guerreros sino que incluya las realidades de aquellos a quienes necesariamente afectará y que tienen algo que decir al respecto.. Este activismo ciudadano se presenta porque las ciudades son la forma de vida básica en el mundo de hoy. Por eso hay que tomar nota de lo que viene sucediendo en países como México, donde grupos ilegales, ya sean mafiosos, narcotraficantes, o de otra naturaleza, tomaron el control directo de poblaciones pequeñas y medianas. A esto han respondido las fuerzas militares (de forma tardía), pero también se han producido respuestas armadas de civiles (y de otros oportunistas) cansados del vacío institucional.. Es importante tener claro que el futuro está en las ciudades (incluso hay que pensar en fundar ciudades nuevas en los lugares donde se concentren los desmovilizados) y que la consolidación de la paz y la cohesión social implica revisar el significado del gobierno urbano.. ___________________________ 15. RAMIREZ, Juan Carlos. Instituto de Estudios Urbanos – IEU- Las ciudades en el posconflicto. 2012.. P 27 16. ELNUEVOSIGLO.CO - El decálogo del postconflicto [Citado el noviembre 24, 2013 - 12:28am]. 31.
(32) 3.3.. MARCO CONTEXTUAL. 3.3.1. Componente socioeconómico La UPZ No. 109, Ciudad Salitre Oriental, donde se ubica nuestro proyecto está vinculada a la Estructura Socioeconómica y Espacial a través de la centralidad de integración nacional e internacional Salitre - Zona Industrial, donde se planea promover el desarrollo del corredor férreo de occidente y constituir el Anillo de Innovación, que conectará la UPZ con Corferias, Puente Aranda y la Terminal de Transportes, a través de la Malla Vial Arterial.. Aunque prevalecen los usos dotacionales y de servicios, en la UPZ se encuentra un área central ocupada por edificios de vivienda en altura, que alberga gran cantidad de habitantes. Esto garantiza la dinámica característica de las zonas residenciales, es decir que hay actividad durante todo el día.. Específicamente en la UPZ No. 109, Ciudad Salitre Oriental, no se encuentra actividad económica relevante. Se presenta una gran demanda de empleo por parte de la Gobernación de Cundinamarca y la Fiscalía General de la nación, aunque no necesariamente los trabajadores residen en la zona.. Los establecimientos más antiguos se asientan sobre las avenidas Eldorado y del Ferrocarril de Occidente; esto concuerda con la localización de mayor cantidad de activos sobre las vías arterias. Una de las actividades económicas de mayor importancia en la UPZ corresponde con impresión y edición, principalmente a cargo de la Imprenta Nacional.. Uno de los planes para la UPZ es promocionar las actividades empresariales y académicas mediante espacios de encuentro sobre la calle 26 y la carrera 68, que atraigan la inversión nacional y extranjera. Esto iría de la mano con la consolidación del sector residencial y la renovación del área industrial dirigida a la localización de usos empresariales e industriales de tecnología ecoeficiente. Por supuesto estos planteamientos están encaminados a elevar la calidad de vida de los habitantes del sector.. 32.
(33) Tabla 1. Impactos en dinámica económica. Fuente: Innobo, Estudio de pre factibilidad ‘‘Anillo de innovación de Bogotá’’. 3.3.2. Componente ambiental, la Estructura Ecológica Principal cumple un papel importante dentro de la UPZ No. 109, Ciudad Salitre Oriental, ya que favorece el equilibrio ambiental de la zona y algunos de sus componentes son de gran significación para la ciudad. Entre ellos se destacan: Canales: canal San Francisco, que atraviesa la UPZ en sentido oriente - occidente. Elementos como los canales están clasificados en el Plan de Ordenamiento Territorial como corredores ecológicos de ronda, los cuales son zonas verdes que siguen el recorrido de los principales ríos del Distrito y que por ser elementos tan importantes para el medio ambiente cuentan con un plan de manejo ambiental y de preservación especial.. Corredores Ecológicos Viales: avenidas del Congreso Eucarístico (avenida 68), Batallón Caldas (calle 50), Jorge Eliécer Gaitán (avenida Eldorado), Ferrocarril de Occidente, Luis Carlos Galán (avenida La Esperanza) y La Esmeralda.. 33.
(34) Los Corredores Ecológicos Viales son alamedas que siguen los bordes de las vías principales como parte del manejo ambiental de las mismas y que incrementan la conexión ecológica con otros elementos de la estructura ecológica principal, desde los cerros Orientales hasta el río Bogotá.. El parque Simón Bolívar conforma otra UPZ ubicada en la localidad de Teusaquillo, y gracias a su alto valor ambiental, sus paisajes y su biodiversidad, tiene una gran influencia sobre la UPZ No. 109, Ciudad Salitre Oriental.. Figura 1. Espacio Público y zonas verdes Innobo. Fuente: Libro Análisis de Innobo – Proyecto de Grado Grupo1 2013-3. 34.
(35) 3.4.. MARCO FUNCIONAL. 3.4.1. Espacio público, Es importante destacar que, para el Plan de Ordenamiento la operación Anillo de Innovación busca, como primer objetivo, consolidar un espacio óptimo para la localización de actividades empresariales, financieras, dotacionales y productivas ligadas a la innovación y a la tecnología. Además, pretende promover el desarrollo de las líneas del ferrocarril de Occidente, solucionando problemas de acceso y de movilidad para esta zona de la ciudad, así como desarrollar a un nivel más alto las actividades de Corferias. Contempla también el mejoramiento de vías y de transporte público sobre las avenidas Boyacá, 68 y Jorge Eliécer Gaitán, así como nuevos proyectos de ciclo rutas, sobre la avenida Las Américas.. Figura 2. Espacio público estructurante. Fuente: Innobo, Estudio de pre factibilidad ‘‘Anillo de innovación de Bogotá’’. ___________________________ 17. VIRVIESCAS, Fernando – Estudio de pre factibilidad Innobo. 2010. P 32-45. 35.
(36) 3.4.2. Usos actuales del suelo, la UPZ No. 109, Ciudad Salitre Oriental, se caracteriza por ser una zona residencial y múltiple (vivienda, comercio y servicios, industria y dotacionales), en la que se contrarresta la tendencia general a la disminución de la vivienda en zonas centrales de la ciudad. La vivienda ocupa las manzanas construidas de la UPZ, los dotacionales se ubican hacia las vías arterias y el comercio y los servicios se asientan en el costado norte de la avenida Esperanza.. El límite sur de la UPZ corresponde con un área sin construir hacia la avenida del Ferrocarril, y una zona industrial, que presenta un alto potencial de transformación para localizar proyectos que desarrollen alta tecnología industrial o empresarial. Figura 3. Usos polígono de intervención. Fuente: Innobo, Estudio de pre factibilidad ‘‘Anillo de innovación de Bogotá’’. 36.
(37) 3.5.. MARCO OPERATIVO. 3.5.1. Parámetros del lugar, el albergue físico determinante para el Proyecto que ofrece el Anillo de Innovación en tanto que zona demarcada, designada, por el orden institucional de la Ciudad para “consolidar un espacio óptimo para la localización de actividades empresariales, financieras, dotacionales y productivas ligadas a la innovación y a la tecnología” que le garantiza a INNOBO, desde el inicio de su trasiego, un espacio tanto significativo como funcional para su desarrollo. La única condición, pero ciertamente imperativa, que obviamente le prescribe esta enorme facilidad institucional e histórica brindada por el devenir ordenador de la urbe es que la intervención que implica la realización de INNOBO -dado que se realiza sin ningún antecedente: de hecho es la primera que se llevaría a cabo en cumplimiento de lo dispuesto desde el Plan de Ordenamiento Territorial vigentesea de tal significación, coherencia y calidad que la Ciudad pueda confiar en que hacia delante su referencia e influencia sean determinantes para lograr la realización de toda la Operación en las condiciones de calidad y eficacia que se han determinado para ella en el mismo POT. La disponibilidad enorme que brinda el territorio en el cual se ubicaría el Proyecto no sólo es real y de enormes proporciones sino que, incluso, gran parte del área asignada al AI así como su entorno se encuentran experimentando un proceso de transformación y, eventualmente, de reconversión y deterioro tales que, en consecuencia, están demandando de manera urgente y perentoria la iniciación de las intervenciones con vocación de futuro que la planeación de la ciudad ha determinado para ellas.. ___________________________ 18. VIRVIESCAS, Fernando. Proyecto Innobo – Empresa de renovación urbana de Bogotá. 2009. P 22. 37.
(38) Figura 4. Anillo de innovación de Bogotá – Sector de intervención. Fuente: Innobo, Estudio de pre factibilidad ‘‘Anillo de innovación de Bogotá’’. 3.5.2. Aspectos culturales, la pieza urbana configurada por la arquitectura y la espacialidad de este complejo de actividades y funciones derivadas y requeridas por la integración de INNOBO a la innovación de la vida bogotana, está constituida en torno y a lo largo de la línea férrea, la cual constituye la base morfológica del Complejo Ciudadano del Agua, que estructura el espacio público sobre el cual se construye y ordena toda la espacialidad del soporte funcional de INNOBO: el que lo hace factible en términos económicos, competitivos, innovadores y culturales. A su vez, se une a su núcleo generador por el espacio de la Plaza localizada entre la nueva sede de la Empresa de Acueducto, el futuro Centro de convenciones y las instalaciones de CORFERIAS. Es indispensable resaltar que el territorio asignado para la Operación Anillo de Innovación, como ningún otro sector de la ciudad, dota desde ahora al desarrollo que se pretende plantear con la mayor y mejor disponibilidad para que el Espacio Público –entendido como la forma por excelencia de disposición, utilización y disfrute de los complejos temáticos de exposición e intercambio- sea no solo. 38.
(39) posible sino, efectivamente, la principal componente y determinante del ordenamiento del territorio de INNOBO. En términos culturales, ambientales y espaciales es imposible contar con un emplazamiento mejor para las instalaciones de las funciones y actividades que hemos mencionado anteriormente contando con el área libre, mayormente verde, que envuelve en la actualidad al Ferrocarril, y próximamente al Tren de Cercanías, en tanto que componente del Sistema Integrado de Transporte de la Capital, contando con la posibilidad de utilización del agua como elemento, cultural, lúdico y ambiental proveniente del rescate del Río San Francisco y su “Complejo Ciudadano del A.. Tabla 2. Aspectos turísticos. Fuente: Innobo, Estudio de pre factibilidad ‘‘Anillo de innovación de Bogotá’’. 39.
(40) Tabla 3. Aspectos turísticos – interés turístico. Fuente: Innobo, Estudio de pre factibilidad ‘‘Anillo de innovación de Bogotá’’. Tabla 4. Aspectos turísticos - Conectividad. Fuente: Innobo, Estudio de pre factibilidad ‘‘Anillo de innovación de Bogotá’’. 40.
(41) 3.5.3. Aspectos demográficos, la zona de Ciudad Salitre, conformada por las UPZ No. 109, Ciudad Salitre Oriental y No. 110, Ciudad Salitre Occidental, se considera como un sector privilegiado de Bogotá por su carácter de centro de actividad empresarial incluso de orden internacional, de transporte terrestre de pasajeros y mercancía, de larga distancia, de conexión con el aeropuerto Eldorado, de corredor de acceso férreo regional y de zona residencial de alta densidad con niveles altos de capital humano, que puede soportar las demandas de empleo de la operación estratégica Anillo de Innovación. Para caracterizar estas unidades de planeamiento podríamos decir lo siguiente: tiene una población de ingreso alto y medio alto, un espacio de concentración de empresas de considerable capital, una buena dotación de infraestructura urbana, representada en espacio público, zonas verdes y dotacionales y una fuente importante de recursos fiscales.. Tabla 5. Construcción de ciudad. Fuente: Innobo, Estudio de pre factibilidad ‘‘Anillo de innovación de Bogotá’’. 41.
(42) 3.5.4. Hogares , vivienda y servicios públicos de la Localidad - Teusaquillo (13) Límites Norte: avenida Jorge Eliécer Gaitán (avenida Eldorado). Sur: avenida Ferrocarril de Occidente Oriente: avenida Batallón Caldas. (Carrera 50). Occidente: avenida Congreso Eucarístico (carrera 68). Área total: 180,77 hectáreas Área urbanizada: 74,28 hectáreas Área sin urbanizar: 25,94 hectáreas Población: 53.686 habitantes Viviendas: 11.372 Hogares: 15.125 Hogares por vivienda: 1,15 Personas por hogar: 3,6 Estratificación Estratos: 3, 4 y 5. Estratos dentro de la UPZ donde se localiza el proyecto: Estrato. %. Estrato 3. 17,00 %. Estrato 4. 33,94 %. Estrato 5. 13,60 %. TOTAL. 100 %. En el sector donde se ubica el proyecto INNOBO, los servicios públicos tienen una cobertura total. Hay que tener en cuenta que la extensión de redes de telecomunicaciones y gas depende de los usuarios que quieran conectarse al servicio y por eso puede haber zonas sin cobertura. De igual manera es importante resaltar que dentro de la UPZ donde se desarrollara el proyecto tenemos cinco áreas de actividad: 42.
(43) Las áreas urbanas integrales, sectores casi siempre sin desarrollar, donde se quiere combinar armónicamente vivienda, comercio, servicios, industria y dotacionales. Las áreas de comercio y servicios, donde se localizan establecimientos que ofrecen productos y servicios a empresas o personas. Las áreas de actividad residencial, donde predominan las viviendas. Las áreas de actividad dotacional, correspondientes a sectores donde se concentran escuelas, hospitales, puestos de salud, salones comunales u otros equipamientos. Las áreas industriales, donde existen establecimientos dedicados a la fabricación, preparación, construcción, ensamblaje y manipulación de materias primas para producir bienes o materiales. Para llegar a un mayor nivel de detalle, cada una de esas áreas de actividad se divide en varias zonas, con las cuales se pueden determinar con más precisión los usos y actividades que se aceptan y permiten. En la UPZ Ciudad Salitre Oriental tenemos las siguientes zonas: Residencial: Residencial con zonas delimitadas de comercio y servicios: Zonas de uso residencial en las cuales existen unas áreas de uso residencial exclusivo y otras limitadas de comercio y servicios, localizadas en ejes viales, manzanas comerciales o centros cívicos y comerciales. Residencial neta: Zonas de uso residencial. Se permite la presencia limitada de comercio y servicios, localizados de forma tal que no generen impactos negativos, especialmente en manzanas comerciales, en centros cívicos y comerciales y/o ejes que ya tienen comercio y servicios. Dotacional: Equipamientos colectivos: Zonas para el desarrollo de instalaciones: a) Educativas (como colegios, escuelas, universidades). b) Culturales (como bibliotecas, teatros). c) De salud (como puestos de salud, hospitales).. 43.
(44) d) De bienestar social (como salones comunales, guarderías). e) Culto (como iglesias). Servicios urbanos básicos: Zonas definidas para edificaciones e instalaciones de servicios relacionados con: a) Seguridad ciudadana (CAI, estaciones de policía). b) Defensa y justicia (cárceles, casas de paz). c) Abastecimiento de alimentos (plazas, supermercados). d) Recintos feriales (feria de exposición). e) Cementerios y servicios funerarios. f) Servicios de la administración pública. g) Servicios públicos y de transporte. Comercio y servicios: De servicios empresariales: Zonas para centros de negocios y oficinas de escala metropolitana. Urbana integral: Múltiples: Zonas donde se permite la combinación libre de usos de vivienda, comercio y servicios, industria y dotacionales. Industrial: Zonas señaladas en el plano de áreas de actividad.. ___________________________ 19. ÁLVAREZ, Camilo. Cámara de comercio de Bogotá – Nodo de innovación, Innobo. 2010. P 12. 44.
(45) Tabla 6. Área Ocupada- Área Construida general. Fuente: Innobo, Estudio de pre factibilidad ‘‘Anillo de innovación de Bogotá’’ Tabla 7. Área Ocupada- Área Construida especifica. Fuente: Innobo, Estudio de pre factibilidad ‘‘Anillo de innovación de Bogotá’’. 45.
(46) 3.5.5. Aspectos ambientales, la pieza urbana configurada por la arquitectura y la espacialidad de este complejo de actividades y funciones derivadas y requeridas por la integración de INNOBO a la innovación de la vida bogotana, está constituida en torno y a lo largo de la línea férrea, la cual constituye la base morfológica del Complejo Ciudadano del Agua: Este Complejo, innovador del Espacio Público en Colombia, estructuraría en su totalidad la Operación Anillo de Innovación al Río San Francisco. Se genera incorporando, mediante su rescate urbano y ambiental de la canalización que ahora las conduce, en el sector al frente de las instalaciones de ECOPETROL, las aguas del Río San Francisco para diseñar con ellas y a lo largo de la línea del ferrocarril un parque extenso que determine el urbanismo del Anillo de Innovación, llegando hasta la Plaza del Agua que propone el conjunto urbanístico para la nueva Sede de la Empresa de Acueducto y Alcantarillado de Bogotá. , que estructura el espacio público sobre el cual se construye y ordena toda la espacialidad del soporte funcional de INNOBO: el que lo hace factible en términos económicos, competitivos, innovadores y culturales. A su vez, se une a su núcleo generador por el espacio de la Plaza localizada entre la nueva sede de la Empresa de Acueducto, el futuro Centro de convenciones y las instalaciones de CORFERIAS. Ese Complejo ambiental, articulado estructural y visualmente a la Estructura Ecológica Principal (EEP) de Bogotá, se extiende en lo que corresponde al Distrito Empresarial, en el sentido occidente-oriente, desde la Carrera #50 (ECOPETROL) –integrando lo que son actualmente las instalaciones de CEMEX y salvando la Avenida. de Las Américas-hasta la que será en el futuro la Estación Multimodal del Sistema Integrado de Transporte (sobre la Avenida 30 ó Norte-Quito-Sur). Aquí establece un nexo muy significativo con la Operación Centro, pues una parte del Anillo de Innovación salta sobre la Avenida NQS y llega hasta la Plaza de Paloquemao. El límite sur está demarcado, diagonalmente, por la Avenida de las Américas y en el occidente puede llegar hasta los linderos del Batallón Caldas.. 46.
(47) Figura 5. Fuentes hídricas. Fuente: Libro Análisis de Innobo – Proyecto de Grado Grupo1 2013-3. 4. 4.1.. MARCO JURÍDICO. EL ANILLO DE INNOVACIÓN EN EL CONTEXTO DEL PLAN DE ORDENAMIENTO TERRITORIAL (Unidades de planeamiento zonal). El área donde se desarrollara el proyecto INNOBO pertenece a la UPZ No. 109, Ciudad Salitre Oriental, está vinculada a la Estructura Socioeconómica y Espacial a través de la centralidad de integración nacional e internacional Salitre – Zona Industrial, donde se planea promover el desarrollo del corredor férreo de occidente y constituir el Anillo de Innovación, que conectará la UPZ con Corferias, Puente Aranda y la Terminal de Transportes, a través de la Malla Vial Arterial.. El ordenamiento de esta centralidad propiciará la consolidación de los centros empresariales, centros de actividad productiva, zonas industriales y residenciales. En las áreas construidas inadecuadamente o no construidas, se desarrollarán usos múltiples de acuerdo con el carácter de la UPZ.. 47.
(48) Figura 6. Proyecto Innobo. Fuente: Libro Análisis de Innobo – Proyecto de Grado Grupo1 2013-3. Tabla 8. Derecho a la ciudad. Fuente: Innobo, Estudio de pre factibilidad ‘‘Anillo de innovación de Bogotá’’. ___________________________ 20. CARDENAS, Gustavo. Cartilla UPZ N. 109 Ciudad Salitre. 2009. P 36- 53. 21. VIRVIESCAS, Fernando. Innobo, Estudio de pre factibilidad ‘‘Anillo de innovación de Bogotá’’. 2010. P24. 48.
Figure
Documento similar
La combinación, de acuerdo con el SEG, de ambos estudios, validez y fiabilidad (esto es, el estudio de los criterios de realidad en la declaración), verificada la
Sabemos que, normalmente, las cookies deben ser almacenadas y enviadas de vuelta al servidor sin modificar; sin embargo existe la posibilidad de que un atacante
Habiendo organizado un movimiento revolucionario en Valencia a principios de 1929 y persistido en las reuniones conspirativo-constitucionalistas desde entonces —cierto que a aquellas
o Si dispone en su establecimiento de alguna silla de ruedas Jazz S50 o 708D cuyo nº de serie figura en el anexo 1 de esta nota informativa, consulte la nota de aviso de la
6005 .- Lentejón de limolitas rojas intercalado entre dos niveles conglomeráticos pertenecientes a una terraza media (3) del Río Esla en la localidad de Santas Martas.. 6006 .-
Pliegue asimétrico mostrando una pizarrosidad de plano axial (martillo) en las pizarras del volcanismo ácido inicial del anticlinorio de Coto Vicario.. El martillo muestra la
__^ La linea del horizonte corresponde a la superfi-... Utri- llas a
Un examen detenido del artículo 149, i, que enumera las compe- tencias exclusivas del Estado, nos enseña la diversa terminología que se emplea para referirse a aquellos supuestos en