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Estudio de prospectiva de la generación distribuida en el sector eléctrico colombiano

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Academic year: 2020

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(1)IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. ESTUDIO DE PROSPECTIVA DE LA GENERACION DISTRIBUIDA EN EL SECTOR ELECTRICO COLOMBIANO. PRESENTADO POR: EDUARDO FELIPE MARMOLEJO OCAMPO RONNIE CRISTHIAN DUQUE GUTIERREZ. UNIVERSIDAD DE LOS ANDES FACULTAD DE INGENIERÍA DEPARTAMENTO DE INGENIERÍA ELÉCTRICA Y ELECTRÓNICA Bogotá, Julio de 2003. 1.

(2) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. ESTUDIO DE PROSPECTIVA DE LA GENERACION DISTRIBUIDA EN EL SECTOR ELECTRICO COLOMBIANO. PRESENTADO POR: EDUARDO FELIPE MARMOLEJO OCAMPO RONNIE CRISTHIAN DUQUE GUTIERREZ. TRABAJO DE GRADO. Asesora: ING. MARÍA TERESA RUEDA DE TORRES M.E.. UNIVERSIDAD DE LOS ANDES FACULTAD DE INGENIERÍA DEPARTAMENTO DE INGENIERÍA ELÉCTRICA Y ELECTRÓNICA Bogotá, Julio de 2003. 2.

(3) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. TABLA DE CONTENIDO 1. INTRODUCCION.................................................................................................................................5 2. GENERACION DISTRIBUIDA (GD)....................................................................................................7 2.1. Definición .................................................................................................................................................7 2.2. Causas De Interés En La GD..................................................................................................................8 2.3. Experiencias Del Uso De La Generación Distribuida En Otros Países..........................................9 2.4. Formas De Emplear La Generación Distribuida...............................................................................12 2.5. Consideraciones técnico económicas..................................................................................................12 2.5.1. Costos Y Evaluación Económica......................................................................................................12 2.5.2. ASPECTOS OPERATIVOS .............................................................................................................14 2.5.2.1. Ventajas .............................................................................................................................................14 2.5.2.2. Desventajas.......................................................................................................................................15 2.6. Conclusiones ...........................................................................................................................................16 3. PROSPECTIVA .........................................................................................................................................20 3.1. Definición................................................................................................................................................20 3.2. Categorías de la prospectiva.................................................................................................................21 3.2.1. Bottom-up forecasting:.......................................................................................................................21 3.2.2. Top-Down forecasting:......................................................................................................................21 3.2.2.1. Métodos Típicos..............................................................................................................................22 3.2.2.1.1. Juicio ejecutivo o Método de expertos:....................................................................................22 3.2.2.1.2. Composición de la fuerza de ventas:.........................................................................................22 3.2.2.1.3. Proyección de las tendencias:.....................................................................................................22 3.2.2.1.4. Promedio Móvil:...........................................................................................................................22 3.2.2.1.5. Regresión:......................................................................................................................................23 4. METODO DELPHI...................................................................................................................................24 4.1. Descripción del método.........................................................................................................................24 4.2. Ventajas y características del Delphi..................................................................................................27 4.3. Tipos de Delphi.......................................................................................................................................29 4.4. Problemas y Limitaciones en la aplicación........................................................................................30 5. IMPLEMETACION TECNICA DELPHI.............................................................................................32 5.1. Ronda # 1.................................................................................................................................................32 5.1.1. Encuesta................................................................................................................................................32 5.1.2. Lista de expertos.................................................................................................................................37 5.2. Ronda #2. .................................................................................................................................................39 5.2.1. Encuesta................................................................................................................................................39 5.2.2. Lista de Expertos.................................................................................................................................43 6. ANALISIS DE RESULTADOS.............................................................................................................44 6.1. INFORME RONDA #1.........................................................................................................................44 6.2. INFORME RONDA #2.........................................................................................................................74 7. CONCLUSIONES.....................................................................................................................................88 8. TRABAJO A FUTURO............................................................................................................................91 9. BIBLIOGRAFIA .......................................................................................................................................92. 3.

(4) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. TABLA DE FIGURAS. Figura 1 Comparación de Costos de la GD vs. La Generación Actual_____________ 9 Figura 2 Diagrama del Método Delphi ____________________________________ 27 Figura 3 Grafica resultados Pregunta #1 Tema B Ronda #1. ___________________ 46 Figura 4 Grafica de los resultados Pregunta #2 Tema B Ronda #1. ______________ 47 Figura 5 Grafica de los resultados Pregunta #3 Tema B Ronda #1. ______________ 48 Figura 6 Grafica de los resultados Pregunta #4 Tema B Ronda #1. ______________ 49 Figura 7 Grafica de los resultados Pregunta #2 Tema C Ronda #1. ______________ 51 Figura 8 Grafica de los resultados Pregunta #3 Tema C Ronda #1. ______________ 53 Figura 9 Grafica de los resultados Pregunta #4 Tema C Ronda #1. ______________ 54 Figura 10 Grafica de los resultados Pregunta #5 Tema C Ronda #1. _____________ 55 Figura 11 Grafica de los resultados Pregunta #1 Tema D Ronda #1. _____________ 58 Figura 12 Grafica de los resultados Pregunta #2 Tema D Ronda #1. ____________ 59 Figura 13 Grafica de los resultados Pregunta #1 Tema E Ronda #1. _____________ 60 Figura 14 Grafica de los resultados Pregunta #2 Tema E Ronda #1. _____________ 61 Figura 15 Grafica de los resultados Pregunta #1 Tema F Ronda #1. _____________ 63 Figura 16 Grafica de los resultados Pregunta #2 Tema F Ronda #1. _____________ 64 Figura 17 Grafica de los resultados Pregunta #1 Tema G Ronda #1. _____________ 65 Figura 18 Grafica de los resultados Pregunta #2 Tema G Ronda #1. _____________ 67 Figura 19 Grafica de resultados Pregunta #3 Tema G Ronda #1.________________ 68 Figura 20 Grafica de resultados Pregunta #4 Tema G Ronda #1.________________ 69 Figura 21 Grafica de resultados Pregunta #5 Tema G Ronda #1.________________ 70 Figura 22 Grafica de resultados Pregunta #6 Tema G Ronda #1.________________ 71 Figura 23 Grafica de resultados Pregunta #1 Tema H Ronda #1.________________ 73 Figura 24 Grafica de resultados Pregunta #1 Ronda #2. ______________________ 75 Figura 25 Grafica de resultados Pregunta #2 Ronda #2 _______________________ 76 Figura 26 Grafica de resultados Pregunta #3 Ronda #2 _______________________ 77 Figura 27 Grafica de resultados Pregunta #4 Ronda #2 _______________________ 78 Figura 28 Grafica de resultados Pregunta #5 Ronda #2 _______________________ 79 Figura 29 Grafica de resultados Pregunta #7 Ronda #2 _______________________ 81 Figura 30 Grafica de resultados Pregunta #8 Ronda #2 _______________________ 82 Figura 31 Grafica de resultados Pregunta #9 Ronda #2 _______________________ 83 Figura 32 Grafica de resultados Pregunta #10 Ronda #2 ______________________ 84 Figura 33 Grafica de resultados Pregunta #11 Ronda #2 ______________________ 86 Figura 34 Grafica de resultados Pregunta #12 Ronda #2 ______________________ 87. 4.

(5) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. 1. INTRODUCCION La Generación Distribuida (GD), es una nueva tendencia que se ha venido desarrollando en los últimos años. Consiste en la utilización de pequeños generadores con capacidades entre 15 a 10,000 kW, cerca de los puntos de consumo. Característica que se convierte en la ventaja competitiva y tecnológica de mayor interés para la aplicación de esta, ya que se reducen los costos de transmisión y distribución. Se ha comprobado que en algunos mercados extranjeros donde se usa, la GD puede ser competitiva, ya que con ella se puede lograr una mayor confiabilidad y un mejor desempeño económico. Los sistemas de control computarizado y las tecnologías de monitoreo han convertido las unidades generadoras en unidades de operación automática. Esto ha reducido los costos de operación y permiten una explotación óptima, aunque incrementa los costos iniciales. Sin embargo, no en todos los casos estas tecnologías representan una disminución en los costos. Por los motivos anteriormente mencionados se decidió realizar el estudio que permita determinar la factibilidad de uso de este producto en el mercado en nuestro país, ya que no se ha hecho antes y no esta contemplada ni siquiera en la normatividad legislativa de la nación, aunque si se permite la autogeneración y cogeneración a pequeña escala, pero no como un negocio en donde se puedan vender los excedentes producidos en el mercado mayorista de energía.. El estudio mencionado anteriormente se realizo a través de un análisis de prospectiva aplicando la técnica Delphi, el cual puede ser orientado a diferentes tecnologias para conocer cuáles son las tecnologías claves para su desarrollo, cómo pueden estas afectar a la sociedad Colombiana y cuáles pueden ser los factores que la impulsen en un sentido o en otro.. 5.

(6) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. Ya que es muy importante tener en cuenta que los usuarios de hoy están demandando por un servicio de energía en cierta forma diferente al pasado, ellos buscan una correcta combinación entre la calidad, la confiabilidad y el precio de la energía. Asimismo, es muy importante la comunicación con las personas, entidades, empresas etc. con el fin de conocer sus preferencias, necesidades, posibles incentivos y si la generación distribuida se puede ajustar a los mercados locales, regionales o nacionales. Ayuda a visualizar la potencialidad de la GD en cuanto a tecnología, localización, inversiones, rentabilidad, impacto económico, del medio ambiente, social, riesgos.. 6.

(7) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. 2. GENERACION DISTRIBUIDA (GD) 2.1. Definición La Generación Distribuida o GD, es una nueva tecnología que se ha venido presentado en los últimos años y la cual consiste en la utilización de pequeños generadores con capacidades entre 15 a 10,000 Kw., para alimentar cargas que se encuentran localizadas cerca de los puntos de consumo. La GD ofrece soluciones de valor agregado a usuarios, compañías suministradoras de energía y operadores de redes de distribución, por medio de sistemas de generación en sitio y conectados a la red, que proporcionan, entre otras, las siguientes ventajas: •. Reducen pérdidas en las líneas de transmisión.. •. Suponen una fuente de bajo costo para atender demandas durante periodos de precio pico.. •. Mejoran la calidad de la energía eléctrica (estabilidad de la tensión, suministro de potencia reactiva y corrección del factor de potencia).. •. Son fuentes de alta confiabilidad para sistemas o usuarios sensibles a los que no se puede interrumpir el suministro de energía.. •. Reducción de emisiones atmosféricas (tecnologías renovables ) .. •. Emplea este tipo de generación como respaldo al sistema o en caso de emergencia.. •. Mayor eficiencia mediante el aprovechamiento del calor producido para su utilización en calefacción, calentamiento de agua o procesos industriales (cogeneración).. Las tecnologías de generación a pequeña escala incluyen turbinas de combustión de gas, micro turbinas, turbinas de ciclo combinado, pequeñas plantas hidráulicas, celdas combustibles y métodos de generación renovables, como lo son las plantas solares y eólicas.. 7.

(8) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. 2.2. Causas De Interés En La GD La eficiencia de las grandes plantas generadoras oscila entre un rango de 28 a 35%, mientras que las eficiencias conseguidas por distintas máquinas empleadas en la generación distribuida alcanzan los rangos entre 40 a 55%. Esto se atribuye a que la infraestructura de las grandes plantas generadoras es bastante vieja (20 a 50 años de edad), mientras que las unidades de GD son más modernas y nuevas. La mejora en los avances tecnológicos ha permitido emplear los combustibles en una forma mucho más eficiente y ha aprovechado la captura del calor producido, evitando pérdidas y volviéndolo a emplear para su propia calefacción, calentamiento de agua o procesos de cogeneración. Estas tecnologías, incorporan diseños avanzados que minimizan el desgaste y los tiempos de mantenimiento. Los sistemas de control computarizado y las tecnologías de monitoreo han convertido las unidades generadoras en unidades de operación automática en tiempo real. Esto ha reducido los costos de operación ya que no se requiere de un gran personal para mantener la planta funcionando. Sin embargo, no en todos los casos estas tecnologías representan una disminución en los costos. Al contrario, las tecnologías de GD son usualmente mucho más costosas que las tecnologías empleadas en las grandes plantas generadoras. Entonces hay que preguntarse, ¿Cuál es la ganancia entonces de implementar esta tendencia, si los métodos tradicionales son bastante efectivos y no tan costosos? La razón o la respuesta a esta pregunta radica en que la GD se puede ubicar cerca de los puntos de consumo. Esto reduce los costos de transmisión y distribución, que presentan una tendencia creciente con el tiempo, y son un factor bastante importante, ya que entran en juego al analizar los problemas de confiabilidad y de la calidad de los sistemas de potencia. Los costos restantes serían básicamente por generación, tal y como se muestra en la Figura 1.. 8.

(9) Costos medios kW/hr-US$ cent.. IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. 12 10 Medida y control Distribución. 8 6. Transmisión Generación. 4 2 0 Sistema con Sistema con generacion DG central. Figura 1 Comparación de Costos de la GD vs. La Generación Actual. Aunque los costos de generación de las unidades de GD sean mayores que los de las plantas centralizadas, el ahorro en los costos de transmisión y distribución vuelve a esta tecnología atractiva y en la mayoría de los casos más rentable. La utilización de la GD también presenta algunas desventajas tales como: •. Es menos conocida y empleada que la actual generación centralizada.. •. Los costos de inversión inicial en las distintas tecnologías son bastante altos.. •. Se presentan barreras para la incorporación a la red de potencia.. •. El costo del transporte del combustible es complicado y poco económico. Las nuevas tecnologías no están siempre disponibles para todos los mercados energéticos.. •. Las tecnologías son relativamente nuevas y no se han estudiado a fondo. 2.3. Experiencias Del Uso De La Generación Distribuida En Otros Países .. Las inversiones en fuentes renovables de energía siguen representando una pequeña parte del total de las inversiones en el sector energético.. 9.

(10) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. La GD es una alternativa que se ha venido implementando especialmente en los países desarrollados, para disminuir la cantidad de emisiones atmosféricas y cumplir con la normatividad y los requerimientos ambientales exigidos. La GD se está empleando actualmente tanto al nivel de transmisión como de distribución y se observa una tendencia en muchos países a eliminarla en subtransmisión. Actualmente la GD representa un 10% de la generación total tanto en Europa como en Estados Unidos. Europa: Las razones por las cuales se ha venido implementando la GD como alternativa de generación en Europa son los aspectos ambientales. Acuerdos como el protocolo de Kyoto, la ISO 14,000 y la preocupación en general por el medio ambiente y los efectos de invernadero han llevado a los países Europeos a buscar fuentes de energías renovables y procesos de cogeneración como alternativas de generación. En años recientes se ha comenzado a ver una participación y un desarrollo cada vez mayor de la GD en la generación total de energía de los países Europeos. Actualmente en la mayoría de estos países la GD participa con el 10% de la capacidad instalada e incluso en países como Holanda y Dinamarca, la GD ha llegado a ocupar un 30 o 40% de la capacidad total instalada. Dada que la capacidad de energía renovable (energía eólica, solar, microturbinas) normalmente se enmarca dentro de la GD. Por ejemplo en Austria el 78% de su generación para el año 2010 se basara en estas fuentes renovables. Tecnologías como las celdas combustibles y los parques eólicos se están volviendo bastante atractivos para ciertos países. Por ejemplo, el incremento de la potencia de 10.

(11) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. origen eólico en la red eléctrica en España está aumentando de manera notable y ahora, España ocupa el tercer puesto mundial en energía eólica, detrás de la inalcanzable Alemania. El potencial estimado para los próximos años es de unos 8/10 GW. La ventaja de este tipo de tecnologías es que son nuevas alternativas más económicas en los sistemas de distribución, para entrar en el mercado en periodo pico. Sin embargo se han encontrado algunos problemas tales como: •. La capacidad de los sistemas de distribución en cierto tipo de regiones puede ser bastante limitada y no soportar este tipo de operaciones.. •. Las restricciones en los niveles de fallas en las zonas urbanas, son una barrera para la GD.. •. El diseño de los sistemas de distribución de ciertas ciudades puede no ser el apropiado para aceptar este tipo de generación.. Estados Unidos: En EE.UU. el interés por la GD no es el mismo que en Europa, ya que su interés es aplicar la GD para aumentar la calidad de la potencia, como un substituto de la capacidad de transmisión y como una respuesta al alza de los precios de la energía eléctrica. Los actuales planes de política apoyan la GD como alternativa de generación, ya que además de las ventajas mencionadas anteriormente presentan una alta confiabilidad, pues se busca mejorar el suministro al ser un país puramente industrial y mejorar la capacidad del sistema. Actualmente se encuentran instalados una cantidad de parques eólicos y Paneles Fotovoltaícos particularmente en California y Arizona, donde su ubicación geográfica los beneficia para el empleo de este tipo de tecnologías.. 11.

(12) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. Grandes compañías quieren emplear las Micro turbinas como su única fuente de generación y así operar las 24 horas del día. En el caso federal norteamericano cada Estado impone sus reglas de juego para los sistemas de distribución. Cada estado establece el límite de los excedentes que se pueden vender y la cantidad de tiempo que deben atender. Sin embargo, en este país también se presentan las barreras tanto de capacidad como de regulación encontradas en el caso europeo. 2.4. Formas De Emplear La Generación Distribuida La GD es una alternativa, ya que ofrece una gran variedad de usos para los distintos compradores. Tales como: •. Cogeneración.. •. Autogeneración.. •. Generación de Emergencia.. •. Generación en Paralelo – Aumento de Capacidad.. •. Generación Aislada. 2.5. Consideraciones técnico económicas. 2.5.1. Costos Y Evaluación Económica Existe cierto tipo de costos los cuales no pueden evaluados, de una forma tangible, tan fácilmente. Por ejemplo, es difícil determinar cuanto le cuesta a una persona el perder cierto parque natural por la implementación de un parque eólico o por la instalación de una línea de transmisión que pasa por él.. 12.

(13) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. Por esta razón a la hora de evaluar este tipo de proyectos, se debe realizar un análisis más financiero que del tipo económico. Un análisis que sea más cualitativo y menos cuantitativo. En la Tabla 1.1 podemos observar los rangos en los cuales se encuentran disponibles las distintas tecnologías. Y en la Tabla 1.2 observamos los costos promedio de cada una de las tecnologías.. Tecnologias. kW 1 5 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 500 1000 1500 5000 10000 20000. Microturbinas Motores Comb. Celdas combustibles Energía Solar Energía Eólica. Tabla 1.1. Tecnología vs. Capacidad Tabla 1.2. Costos Costos US $700/kW US $900/kW US $2,000-$3,000/kW US $3,000-$4,000/kW US $4,000-$5,000/kW Los costos de estas tecnologías, son costos promedios y tienen en cuenta tanto la instalación de los equipos, los equipos en sí, la operación y mantenimiento. Las tecnologías menos costosas son las microturbinas y los motores diesel. Estas son las tecnologías más conocidas y que llevan un mayor tiempo en el Mercado y por eso es que presentan costos más bajos. Además entre las dos cubren un rango bastante. 13.

(14) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. grande de capacidad. Las tecnologías restantes, son relativamente nuevas y mucho más costosas. Con esta información y pensando un poco en el caso de los sistemas de distribución de Colombia, podemos concluir de una forma bastante simple, que los motores de combustión interna y las microturbinas serían las tecnologías que podrían competir como alternativa de generación distribuida. La actual situación económica del país, la ubicación geográfica y la capacidad de estos sistemas dificultan la posibilidad de competencia de las demás tecnologías en el caso colombiano. 2.5.2. ASPECTOS OPERATIVOS 2.5.2.1. Ventajas Económicas: Un propietario de una unidad de GD podría obtener posibles ventajas al conectarse a la red ya que en varias ocasiones, puede obtener energía más económica que la producida por la unidad. Cuando la demanda no sea pico, resultaría menos costosa comprar energía de la red que generarla por medio de la unidad. Las unidades de GD generalmente no proveen buena regulación de voltaje. Ante una baja en el voltaje, el sistema de control de la unidad debe regular el voltaje con la excitación de la máquina y aunque este tipo de compensación pueda llegar a ser más rápida que la obtenida por medio de un sistema de distribución, la regulación de un sistema fuerte como la red va a ser mejor que uno débil con una unidad de GD sin importar la velocidad. La interconexión y la operación en paralelo pueden resolver estos problemas de regulación de voltaje. Al variar la carga, la red proveerá una respuesta casi inmediata a. 14.

(15) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. el problema propuesto permitiendo así que la GD compense sin tener ningún problema de variación en el voltaje. Confiabilidad: Si son manejadas correctamente, dos unidades de generación son más confiables que una sola (el propietario de una unidad de GD puede ver a la red como otra unidad de generación). Usualmente una unidad de GD posee una confiabilidad del 92 – 93 %. En el mejor de los casos la confiabilidad de la máquina puede llegar hasta al 98%. Este valor sigue siendo inaceptable para una aplicación industrial y comercial. Con un adecuado manejo, la confiabilidad de la red, que es más elevada que la de una unidad de GD puede ser incrementada gracias a la conexión de una de estas unidades al sistema. Beneficio de la venta de energía: Una conexión a la red significa que un propietario de una unidad de GD puede vender la energía que produzca. Es evidente que no obtendrá un precio igual al de la red por la energía que produzca pero si es posible que pueda generar ganancias al vender la energía extra que genere. 2.5.2.2. Desventajas Costos asociados por interconexión a la red: sin importar que la red esté regulada o no, el dueño de esta puede cobrar un cargo por su conexión. De esta manera, un propietario de una unidad de GD que desee conectarse al sistema no solo deberá pagar un costo por la energía que obtenga de la red sino también deberá pagar un cargo por la capacidad instalada que el use o venda en algún momento (capacidad pico) Equipo adicional y mantenimiento: la operación de una unidad de GD en conjunto con la red es más compleja que la operación aislada. Aparte del equipo necesario para manejar la unidad de GD, el propietario que se desee conectar a la red, deberá instalar equipos adicionales de control, medición y protección para proteger a la red de 15.

(16) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. posibles salidas de servicio de la unidad de GD y viceversa. Usualmente el costo de los equipos de control, medición y protección se duplica, cuando se hace una conexión a la red. Confiabilidad: Aunque se había mencionado anteriormente que la confiabilidad podía ser una ventaja debido a los altos niveles obtenidos, llegar a tal eficiencia no es un proceso automático y puede causar más fallas de las esperadas debido a la complejidad de los controles usados para realizar la conexión. Existen dos razones que generan preocupación en una conexión red – GD. •. La primera razón es que problemas de confiabilidad en la red distante a la unidad de GD pueden causar daños en esta. Un ejemplo típico son los rayos que caen sobre la red. Es posible que la caída de un rayo suceda demasiado cerca de la unidad de GD pueda afectar a la unidad. Este riesgo puede ser disminuido si el propietario de la red y el propietario de la unidad de GD instalan elementos de protección causando así mayores costos, pero, dada la naturaleza aleatoria de los rayos, el riesgo sigue siendo latente.. •. La segunda razón que genera preocupación en una posible interconexión es que eventos inesperados en la red puedan perturbar una unidad de GD causando que esta se apague, particularmente, si esta posee equipos de control bastante sensibles. 2.6. Conclusiones. Aunque la generación distribuida como concepto tiene grandes posibilidades, existe factores que hacen que sea restringido su uso, y más motivo de estudio y análisis que hechos. A continuación se presentan algunos: •. Análisis de la conveniencia social de la GD.. 16.

(17) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. •. Seria importante determinar las ventajas para así determinar que énfasis se le puede dar al formar una política nacional en el campo energético.. •. Adecuación de la GD Técnico-Económica a los requerimientos para trabajar conectada a la red. •. Las redes de distribución fueron construidas con base en un esquema totalmente diferente a la situación con GD. Por ejemplo las protecciones están diseñadas para un sistema radial. Es importante determinar los cambios requeridos y sus costos.. •. Cambios en las normas ambientales y reguladoras del sector eléctrico.. •. Adecuada preparación de los posibles inversionistas en GD.. •. La GD depende de los inversionistas que la acojan. Estos pueden ser muy variados y con muy diversos intereses, pero en general para que existan se requiere que la GD y sus características sean conocidas en los medios apropiados y la tecnología dominada por empresas especializadas.. Se presenta a continuación algunos escenarios de posibilidades de uso: •. Empresa de distribución: Puede emplearla para mejorar el perfil de voltaje, y disminuir pérdidas, y como fuente de ingresos adicionales. También puede mejorar la calidad de la energía a clientes especiales. Utilizaría plantas relativamente grandes en las subestaciones.. •. Industria interesada en cogeneración dado sus requerimientos de otros tipos de energía (mecánica, térmica): Estaría posiblemente interesada en explotar la capacidad instalada, vendiendo los excedentes.. 17.

(18) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. •. Industria con altos requerimientos de calidad de la energía: Para ello instalaría sus propios generadores pero desearía explotarlos en tanto esto no afecte la operación de su planta.. •. Inversionista deseoso de explotar alguna condición favorable, tal como altos precios de la energía o fuentes baratas (gas, caídas de agua, viento, etc.). •. Industria, comunidad o persona con gustos ecológicos o de deseo de independencia: Estaría interesado posiblemente en generación alternativa de bajo impacto ambiental.. •. Entidad que tenga plantas de emergencia importantes, tales como hoteles, centros comerciales, hospitales, o industrias) y estén deseosas de explotarlas siempre y cuando no lo distraiga de sus intereses primordiales.. La GD tiene la potencialidad de ser un factor importante en el futuro de los sistemas de potencia. En Colombia puede ser especialmente importante dado que, aunque cuenta con un sistema de transmisión funcional y suficientemente robusto, las necesidades en suministro de energía eléctrica, con niveles adecuados a gran parte de la población, está lejos de estar satisfecha. Se podría así buscar soluciones económicas adecuadas a las situaciones particulares. Una aplicación masiva en el mundo de la GD no se ha dado, pero eso no implica que no se produzca en unos años, cuando los desarrollos tanto técnicos como de legislación estén completos. Es por tanto importante que se esté estudiando el tema para poder incorporarlo, si es el caso, rápidamente dentro del sistema energético nacional. La GD requiere no sólo alta tecnología en los equipos, sino también en su instalación, mantenimiento y comercialización, y por eso requiere de estudios en muchos aspectos.. 18.

(19) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. Por ejemplo es difícil que sin medios de control remoto y despacho centralizado se pueda explotar adecuadamente.. 19.

(20) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. 3. PROSPECTIVA 3.1. Definición. Es predecir el futuro a través del análisis del pasado, que no necesariamente significa que los hechos ocurridos en el pasado van a ocurrir en el futuro, sino simplemente estos hechos son el comienzo de un proceso.. “La prospectiva tecnológica es un proceso por el que se tiende a lograr una comprensión más completa de las fuerzas que dan forma al futuro a largo plazo y que deberían ser tomadas en cuenta para la formulación de políticas, en el planeamiento y en la toma de decisiones. La prospectiva incluye medios cualitativos y cuantitativos para rastrear indicios e indicadores de evolución de tendencias y de desarrollos, y es mejor y más útil cuando se la vincula con el análisis de los posibles efectos sobre las políticas. La prospectiva permite visualizar las necesidades y oportunidades que puede deparar el futuro”.. En general el análisis de prospectiva cumple las siguientes funciones:. • Esbozar un espectro de posibles futuros a partir de diferentes conjuntos de presunciones referentes a nuevas tendencias y oportunidades sin predecir los detalles y el momento en que ocurrirán ciertos desarrollos específicos.. • Proporcionar una idea de cuáles son las acciones que se pueden ejecutar hoy, y de sus implicaciones, para el logro de ciertos desarrollos potenciales (es una herramienta para la acción). 20.

(21) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. • Brindar un análisis de tipo sistémico con un alcance bastante grande dentro de todos los campos del conocimiento, dado que los fenómenos y las actividades a que se refiere la prospectiva son múltiples, complejos e interrelacionados.. • Brindar un proceso de análisis transparente que permita observar y controlar externamente los supuestos en los que se basa, el marco analítico y los datos que lo alimentan. De esta forma garantiza el tener en cuenta que los distintos actores sociales tienen sus propias necesidades, siendo éstas frecuentemente contradictorias entre sí.. 3.2. Categorías de la prospectiva.. Ya teniendo claro estos términos, procedemos a explicar las dos categorías de la metodología de la prospectiva de ventas (Sales Forecast): 3.2.1. Bottom-up forecasting: Se refiere a las componentes de la fuerza de ventas, estudio detallado de las industrias y de las intenciones de compra, esta metodología es usada por los métodos típicos. Y se basa en la partición del mercado en diferentes segmentos para después calcular la demanda de cada uno. Y la prospectiva de las ventas totales es la suma de las demandas de cada uno de los segmentos. 3.2.2. Top-Down forecasting: Es el mas usado, excepto por aplicaciones industriales. En la secuencia del top-down, primero se estiman las ventas potenciales (Sales Potencial), se desarrollan las cuotas en las ventas y por ultimo se construye la prospectiva en ventas. En este método se presentan algunos problemas debidos a la correlación de las variables económicas y la cantidad demandada.. 21.

(22) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. 3.2.2.1. Métodos Típicos. Los métodos típicos son Juicio ejecutivo o método de expertos, composición de la fuerza de ventas, proyección de las tendencias, promedio móvil, regresión, el alisar exponencial y los indicadores principales. 3.2.2.1.1. Juicio ejecutivo o Método de expertos: Se basa en la entrevista a los expertos en el área a estudiar, los cuales exponen sus ideas y por ultimo se redacta un informe en el cual se muestran en su opinión cuales son las posibles alternativas que se tendrán en el futuro. Dentro de este tipo de metodología encontramos el método Delphi. 3.2.2.1.2. Composición de la fuerza de ventas: A cada vendedor individual se le asigna ciertas responsabilidades de prospectiva para un territorio particular. La suma de los estimados de cada vendedor nos da una idea de la prospectiva global. 3.2.2.1.3. Proyección de las tendencias: Consiste en un análisis de proyecciones, en donde se tiene en cuenta lo que ha sucedido en el pasado para obtener un valor aproximado de lo que se puede alcanzar en un futuro. Para lo cual se realiza un análisis de los datos históricos para proyectar un valor de ventas que se puede alcanzar en un futuro utilizando una proyección lineal para dicho fin. Un ejemplo simple seria que después de observar el comportamiento de al ventas en 5 anos se llegue a la conclusión que el aumento anual de estas es de un 10% por lo tanto se podría decir que el siguiente ano se podría obtener un incremento en ventas igual al de anos anteriores. 3.2.2.1.4. Promedio Móvil: Este es la manera mas sofisticada de realizar una proyección de las tendencias. Ya que por lo general estas se realizan de manera aleatoria y el promedio móvil busca. 22.

(23) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. minimizar el impacto de la aleatoriedad en la prospectiva por que es un promedio de muchos valores en vez de una simple proyección lineal. 3.2.2.1.5. Regresión: Una regresión puede ser lineal o múltiple. Con la regresión lineal se busca determinar el valor de una variable dependiente en función de una sola variable independiente, es utilizada generalmente para la prospectiva de las estadísticas de ventas. En el caso de una regresión multivariable se busca la misma proyección que en la. lineal pero. teniendo en cuenta mas variables independientes para dicha operación. La predicción de las ventas es realizada estimando los valores de las variables independientes e incorporándolos es una ecuación de regresión múltiple.. 23.

(24) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. 4. METODO DELPHI. 4.1. Descripción del método. La presentación de la técnica Delphi se hará con una definición que entrega Linstone y Turoff (1975) y que dice: "El Delphi puede ser caracterizado como un método para estructurar el proceso de comunicación grupal, de modo que ésta sea efectiva para permitir a un grupo del individuos, como un todo, tratar con problemas complejos". El método consiste en la consulta a un gran número de expertos de los sectores o temas específicos elegidos para el ejercicio (en este caso del sector eléctrico colombiano), que deben ser elegidos por el grupo monitor con ciertos criterios que permitan el correcto funcionamiento del método, como el grado de conocimiento, la experiencia, publicaciones, etc. Estos expertos deben responder un cuestionario realizado por el grupo monitor (que es el encargado del diseño del ejercicio en todas sus fases); este cuestionario se debe responde anónimamente en dos o más rondas las cuales cada una tiene sus propias características. El primera ronda para poder diseñar el cuestionario, se debe estudiar y explorar tema en discusión, en donde se deben plantear una serie de temas, preguntas e hipótesis sobre eventos futuros que se ven afectados por la tecnología en cuestión, la introducción de innovaciones del producto, proceso en el mercado de este, fecha de materialización esperada, el efecto de la situación del país(política/social), restricciones económicas, tecnológicas y comerciales, etc, es decir, todas las variables que puedan interactuar con la materialización de esta. El tipo de preguntas pueden se abiertas, de ranking, preguntas de votación, de control etc, dependiendo del tipo de pregunta se debe extraer la información mas útil para el estudio. Este cuestionario se entrega y es resuelto y devuelto por cada uno de los expertos, en donde cada uno debe contribuir con información adicional que considera pertinente.. 24.

(25) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. De la evaluación de toda esta información por parte del grupo monitor, salen a la luz los acuerdos y desacuerdos que existen entre los participantes con respecto al tema. En base a esto explora los desacuerdos, se exponen los porques de las diferencias y se hace una evaluación de ellas. La idea es que esta evaluación de los cuestionarios se realiza de modo tal, que sus resultados puedan incorporarse como información, adicional a las preguntas del siguiente cuestionario. En la segunda ronda se envía el segundo cuestionario adjunto con el informe o retroalimentación (feedback) en el cual se resume la información estadística de las respuestas recibidas de la primera ronda, en donde pueden figurar el promedio, la media de las respuestas, también se pueden mostrar medidas de dispersión; se pide a los participantes de la primera ronda, sobre todo a los que más disienten con el promedio, que vuelvan a considerar sus respuestas. Esto le permite a los participantes del ejercicio Delphi poder revisar sus planteamientos, a la luz de la nueva información que se les está entregando frente a las opiniones de los otros participantes. Estos cuestionarios se devuelven y son analizados de la misma forma. Esta segunda ronda permite reducir la dispersión y obtener un mayor unidad de conceptos. El número de rondas sucesivas depende del grado de consenso que se desee siguiendo la misma metodología utilizada hasta el momento, pero por lo general se hacen 2 rondas. A continuación se especificara el papel de cada una de las partes. Grupo monitor: Es el grupo encargado del estudio, las características que debe tener este grupo es conocer la metodología Delphi en forma cabal, ya que su desconocimiento llevaría errores fatales a lo largo del estudio, también es deseable que algunos de sus integrantes tengan alguna relación con el tema que se vaya a estudiar y deben de tener una gran creatividad e imaginación. Es preciso cuidar que la comunicación que se establezca entre los integrantes sea clara y beneficiosa. Un. 25.

(26) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. número excesivo de monitores podría entorpecer esta relación, en lugar de dinamizarla. Las funciones del Grupo Monitor: •. Fijar los objetivos que se persiguen con el ejercicio Delphi.. •. Reunir la información inicial para el estudio del tema que se trata.. •. Fijar los criterios de selección de los panelistas; determinar su número y composición.. •. Realizar el estudio del tema de acuerdo al objetivo.. •. Elaborar un programa lo más detallado posible del tiempo que se requerirá para la realización del ejercicio, estimando la duración de cada una de las etapas.. •. Diseño de los cuestionarios, lo que implica un estudio detallado de la forma de presentar la información, largo del cuestionario, largo de las preguntas, tipo de preguntas, etc.. •. Diseño de métodos de tabulación y evaluación de la Información obtenida a través de los cuestionarios.. •. Distribución y recolección de cuestionarios.. Panel de expertos: Este grupo proporciona la información que requiere el grupo monitor para su estudio, la que es obtenida a partir de un sistema de comunicación estructurado en base a cuestionarios, los cuales se elaboran en sucesivas vueltas e incluyen un sistema de retroalimentación. Los panelistas entre otras características deben poseer un alto grado de conocimientos sobre el tema de estudio, ya sea por que se ha dedicado a la investigación y estudios de aspectos relacionados con el tema, o bien porque en su experiencia profesional, el tema. 26.

(27) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. ha constituido parte importante de su trabajo; también deben tener imaginación y creatividad, cualesquiera sean las funciones que realicen y la posición social que tengan.. Figura 2 Diagrama del Método Delphi 1 4.2. Ventajas y características del Delphi. Las ventajas que posee el Método Delphi son:. · La amplitud de la consulta la cual permite llegar a expertos a quienes usualmente no se llega en otras consultas a través de paneles o comisiones.. · El anonimato, este no permite que las opiniones de los individuos sean forzadas o influenciadas por lideres de grupos, permitiendo consensos basados en las 1. Diagrama obtenido de la pagina Web: www.gtic.ssr.upm.es/encuestas/delphi.htm. 27.

(28) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. convicciones de los expertos y no en dinámicas de grupo ya que su decisión puede ser afectada por su deber laboral o por algún otro motivo cualquiera.. Algunas de las características o enfoques que se le encuentran al método por ejemplo son:. · Está dirigido a la acción y a la definición de prioridades, con un enfoque preventivo y de anticipación de los problemas, hay que aclarar que no es un estudio académico.. · No trata de pronosticar el futuro ya que parte del supuesto de que no hay uno, sino varios futuros posibles. Conocer las diversas posibilidades y los caminos hipotéticos permite una gran flexibilidad en la planificación, lejos de la rígida planificación clásica.. · Adopta una visión global y sistémica, dado que entiende los fenómenos sociales en su complejidad e interdependencia.. · Toma en cuenta los factores cualitativos, como el análisis sobre el comportamiento de los actores.. · Revisa críticamente las ideas recibidas. Esto se hace sobre la base de la consulta a expertos, método preferido de la prospectiva. Esto permite recoger las ideas más audaces e imaginativas, y llegar a sectores de expertos habitualmente menos visitados por las comisiones y grupos de trabajo oficiales de planificación.. 28.

(29) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. 4.3. Tipos de Delphi Existen muchas clases de Deplhi, las cuales se diferencian el la forma en la que se hace el estudio, sus objetivos, entre otros, algunos de estos tipos son: 4.3.1. Delphi por Objetivo: se puede clasificar o de proyección o de política, dependiendo del objetivo que se desee. El primero es realizado. para proyectar. variables, eventos o tendencias, que son necesarias para poder tomar una decisión sobre el tema. Su característica más importante es que busca la afinidad del consenso entre las opiniones de los participantes. El segundo es una herramienta de análisis de políticas alternativas y no un mecanismo de toma de decisiones. Su objetivo es asegurar que todas las posibles opciones de un problema han sido expuestas y consideradas de modo que se pueda estimar el impacto y consecuencias de cualquier opción en particular, analizar y estimular la aceptabilidad de una determinada opción. No busca el consenso, sino más bien, se pretende acentuar las divergencias 4.3.2. Delphi por Conducción: dependiendo de la forma en que se conduzca un ejercicio Delphi podemos distinguir dos tipos, convencional que es el más común y se caracteriza por la importancia del grupo monitor tanto en el diseño, como en la evaluación de las respuestas, y el Delphi Computador en donde el grupo monitor es reemplazado en gran medida por un computador que es programado para realizar la compilación de los resultados del ejercicio. La ventaja del Delphi convencional es que puede adaptarse o mortificarse en función de las respuestas del grupo. La ventaja del Delphi Computador es que permite una mayor rapidez en el procesamiento de la información y se minimizan los errores en la tabulación de la información. 4.3.3. Delphi Cara – Cara: La diferencia con los otros tipos radica en que el cuestionario se lleva personalmente a cada integrante del panel, a quien se le hace la entrevista en forma individual, lo cual permiten aumentar la flexibilidad de las. 29.

(30) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. respuestas, pues el entrevistador puede resolver cualquier duda o ambigüedad que se le presente al panelista en relación a las preguntas del cuestionario. 4.4. Problemas y Limitaciones en la aplicación. Aunque el método Delphi pueda parecer una técnica simple y de muy fácil uso, es necesario considerar cuidadosamente los problemas en su aplicación ya que el obviar esto incurriría a un ejercicio mal desarrollado. A continuación se enuncian algunas limitaciones que puede tener el método. La composición del panel es un aspecto básico en este método. Para ello existe una serie de reglas que observar cuando se elige un panel; la no observancia de ellas conducirá a una mala constitución del panel y por tanto a una mala aplicación de la técnica. Muchas veces al constituir un panel se introducen sesgos en su composición, y la no corrección de éstos, conducirá a resultados sesgados. Deficiente formulación del cuestionario: Preguntas vagas, muy largas, separadas, con exceso o falta de información, inducirán a Interpretaciones erróneas de parte de los panelistas, por lo tanto, la desviación de las respuestas con respecto a la media será mayor que en aquellas preguntas correctamente formuladas. No entender el tema: La no comprensión del tema objeto del estudio Delphi, por parte del grupo monitor puede conducir a plantear un cuestionarlo excesivamente largo. Prejuicios del monitor: Ideas preconcebidas de parte del grupo monitor conducirán a la elección de un panel que tienda a asegurar resultados en la dirección pensada o puede llevar a plantear preguntas dirigidas o restringidas. En fin hay una infinidad de limitaciones por lo que no se va a profundizar en cada una de ella sino simplemente se mencionan:. 30.

(31) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. •. Manipulación de los datos en la evaluación de los cuestionarios. •. Ignorar desacuerdos entre los panelistas. •. Lentitud en la realización del ejercicio. •. Exceso de simplificación.. •. Sobreestimación de la técnica.. 31.

(32) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. 5. IMPLEMETACION TECNICA DELPHI. 5.1. Ronda # 1. 5.1.1. Encuesta. UNIVERSIDAD DE LOS ANDES DEPARTAMENTO DE INGENIERIA ELECTRICA Y ELECTRONICA. ESTUDIO DE PROSPECTIVA DE LA GENERACION DISTRIBUDA (GD) EN EL SECTOR ELECTRICO COLOMBIANO. A. IDENTIFICACION Formulario No. _________________ Fecha:__________________________________ Especialista:____________________ Cargo:__________________________________ Empresa: ______________________ Dirección:_______________________________ Teléfono Correo electrónico: B. La GD (Temas generales) ¿Cree Ud. Que la GD es una tecnología sostenible en los SD a nivel mundial? [ ] Si [ ] No ¿Cree Ud. Que la GD es una tecnología aplicable en los SD colombianos? [ ] Si [ ] No ¿Cree Ud. Que la calidad del servicio y de la potencia eléctrica en los Centro Urbanos en Colombia es buena en general? [ ] Si [ ] No ¿Cree Ud. Que debe mejorarse la calidad del servicio y de la potencia eléctrica en los Centros Urbanos en Colombia? [ ] Si [ ] No C. VENTAJAS COMPETITIVAS DE LA GD EN SISTEMAS DE DISTRIBUCION 1. Entre las razones citadas para emplear la generación distribuida están : 1-[ ] Reducción del impacto ambiental (Atmosférico, visual, ruido, etc.) 2-[ ] Uso eficiente o racional de la energía 3-[ ] Explotación de la estructura comercial o de políticas energéticas (Desregulación) 4-[ ] Diversificación de fuentes de energía 5-[ ] Necesidad de incrementar la capacidad instalada 6-[ ] Mejor utilización de los recursos existentes 7-[ ] Control sobre las fuentes de energía y las cargas 8-[ ] Mejora los niveles de confiabilidad y calidad del servicio. 32.

(33) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. 9-[ ] Apoyo instantáneo al sistema en caso de emergencia 10-[ ] Otros _______________________________________________________________ ¿ Cuáles considera sean aplicables a Colombia ?. Numéralas en orden de importancia. Si considera que existen otras anótelas y si no existen en su opinión deje todos los campos en blanco. [ ] __________________ [ ] __________________ [ ] __________________ [ ] _____________________________________________________________________ [ ] _____________________________________________________________________ [ ] _____________________________________________________________________ 2. Una de las principales aplicaciones de la GD en el mundo es el suministro de energía (MWh). Sin embargo, podría proporcionar otros servicios ¿Cuál de las siguientes opciones considera en su opinión sería conveniente además de la mencionada? [ ] Regulación de voltaje y suministro de reactivos [ ] Mejora la confiabilidad del sistema [ ] Se requiere menos capacidad de generación en reserva [ ] Reducción de perdidas [ ] Otro __________________________ 3. ¿Cuáles aspectos de los sistemas de distribución considera que requieren ser analizados con mayor prioridad? [ ] Confiabilidad de la GD [ ] Efecto sobre la confiabilidad de los SD [ ] Impacto en la calidad de la potencia eléctrica [ ] Impactos ambientales [ ] Flexibilidad de operación y de expansión [ ] Impacto sobre el uso racional o uso eficiente de la energía [ ] Impacto sobre las necesidades de expansión de la capacidad de los SD 4. Según su experiencia ¿Considera usted que el servicio de energía del sector eléctrico Colombiano es adecuad a las necesidades de los usuarios? [ ] Si [ ]No , Por qué ______________________________________________________ _________________________________________________________________________ 5. ¿Considera que la GD podría ayudar a solucionar esos problemas en el país? [ ] Si [ ] No , Por qué ______________________________________________________ _________________________________________________________________________ 6. Considera Ud. que la GD tendría impactos ambientales negativos en las ciudades Colombianas? Enumere en orden de importancia los factores contaminantes que la GD podría tener? (Depende de la Tecnología a utilizar pero dé una respuesta general) [ ] Emisiones atmosféricas [ ] Ruido [ ] Residuos sólidos(industriales y domésticos) [ ] Vertimientos residuales [ ] Residuos peligrosos tales como quemados, baterías, PCBs, entre otros. 33.

(34) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. D. TECNOLOGIA 1. Existen muchas alternativas dentro de la generación distribuida. Algunas tienen sus capacidades de aplicación plenamente definidas, otras son promisorias aunque por motivos técnicos y económicos no se pueden considerar actualmente. ¿Cuales considera usted que tienen posibilidades de utilización actual y cuáles deben seguir su proceso de maduración para uso posterior? TIPOS USO ACTUAL POSIBILIDAD FUTURA Plantas industriales de cogeneración. Miniturbinas o motores diesel ( Industria mediana, hoteles, hospitales). Microturbinas hidráulicas. Generación eólica. Fotovoltaica ( Casera ). 2. Algunos países ya han tomado la decisión de implementar la GD en sus sistemas, corriendo sus propios riesgos económicos y tecnológicos. Han iniciado la normalización y las políticas de regulación. Otros países van implementándola a medida que observan resultados positivos en otros sistemas.¿Cuál piensa debería ser la actitud de Colombia? [ ] Esperar a conocer la experiencia de otros países similares [ ] Modificar la reglamentación para que existan ensayos y experiencias para un juicio mas maduro. [ ] Modificar la reglamentación y dar incentivos de acuerdo a delineamientos establecidos por el Ente Regulador.. 34.

(35) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. E. CALIDAD DEL SERVICIO 1. De los impactos negativos que puede tener la generación distribuida sobre el sistema de distribución, ¿Cuáles considera usted que merecen atención especial? [ ] La regulación de voltaje en estado continuo y transitorio. Se considera que la regulación cambia apreciablemente en diferentes periodos de operación. [ ] Nivel de la corriente de corto-circuito. Se considera que aumenta. [ ] Disminución de la efectividad de las protecciones del sistema de distribución. [ ] Efectos sobre la operación y mantenimiento de las redes de distribución. Se considera que la GD hace más compleja la operación del SD. [ ] Aumento de la complejidad de los mercados energéticos. [ ] Cambios negativos en la calidad de la potencia eléctrica (V, f, FES, DES) [ ] Aumento de la incertidumbre y disminución de las responsabilidades en los actuales actores. 2. De los problemas que puede generar la instalación de GD en el sistema de distribución, ¿Cuáles considera usted que merecen atención especial? [ ] Sistema de protecciones contra sobrecorrientes. [ ] Sistema de recierre instantáneo. [ ] Sistema de protecciones contra sobrevoltajes [ ] Interrelación de operación entre el GD y el Operador de Red [ ] Aspectos comerciales de la GD entre el Operador de Red y la GD 3. Cuáles de los siguientes factores cree usted que pueden ser mejorados con la generación distribuida? (enumere en orden de importancia) [ ] Costo de la Generación [ ] Interrupciones del servicio [ ] Seguridad del sistema [ ] Regulación de voltaje en estado estable [ ] Calidad de la potencia eléctrica [ ] Costo de reactivos [ ] Otros___________________________________________________________________ F. MARCO REGULATORIO 1. La reglamentación actual en Colombia no contempla la generación distribuida. ¿Considera Ud. Que debería introducirse en la regulación? [ ] SI [ ] NO , Por qué _____________________________________________________ __________________________________________________________________________ 2. ¿En cuál de los negocios debería introducirse la GD? [ ] De Distribución. [ ] De la comercialización [ ] De distribución pero con precios y obligaciones limitadas. [ ] De la generación [ ] Como opción de los usuarios de servicios con posibilidad de vender excedentes a comercializadores. [ ] Otro: __________________________________________________________________. 35.

(36) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. G. COMERCIALIZACION 1. ¿Cuáles tipos de usuarios cree usted que serían los más interesados en participar en la GD? [ ] Residenciales agrupados como clientes no regulados [ ] Comerciales agrupados como clientes no regulados [ ] Comerciales no regulados [ ] Residenciales en edificaciones o condominios [ ] Industriales no regulados [ ] Regulados [ ] En zonas no interconectadas [ ] Otros _______________________________ 2. ¿Cuales de las siguientes cualidades de la GD considera puede motivar más a los usuarios inversionistas? [ ] Calidad de la potencia (Disminución de interrupciones) [ ] Costo de la energía [ ] Posibilidad de vender excedentes [ ] Costos de los reactivos del sistema [ ] Posibilidad de vender capacidad instalada para mejoramiento de la seguridad [ ] Reducción en pérdidas de transmisión y distribución 3. ¿Cuales de las siguientes cualidades de la GD considera puede motivar más a los Operadores de Red interesados como inversionistas? [ ] Calidad de la potencia (Disminución de interrupciones) [ ] Costo de la energía. [ ] Posibilidad de vender energía. [ ] Reducción en perdidas de distribución. [ ] Posibilidad de vender capacidad instalada para mejoramiento de la seguridad.. 4. ¿Cuales de las siguientes cualidades de la GD considera puede motivar más a inversionistas comercializadores? [ ] Negocio de generación a precios no regulados [ ] Costo de la energía con respecto a los generadores [ ] Posibilidad de vender energía en condiciones de contingencia a precios no regulados [ ] Posibilidad de vender capacidad instalada para mejoramiento de la seguridad [ ] Mejoramiento de la calidad a clientes no regulados 5. Desde el punto de vista del riesgo cuáles considera de mayor trascendencia si se instalara GD. [ ] Riesgos financieros (Dificultad de recuperación de la inversión) [ ] Inestabilidad regulatoría [ ] Dificultad de consecución de contratos de largo plazo [ ] Dificultad de contratos de largo plazo con los Operadores de Red [ ] Incertidumbres en precios de combustibles [ ] Incertidumbres en costos de mantenimiento [ ] Riesgos técnicos de los equipos en la red [ ] Dificultad de establecer responsabilidades en la operación con respecto a los OR. 6. ¿Económicamente seria viable para el país invertir en GD para solucionar adecuadamente los problemas de reactivos que tenemos en el momento en el sistema?. 36.

(37) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. [ ] Si [ ] No, Por que?_____________________________________________________ _________________________________________________________________________ H. APLICACIONES y USOS 1. Los ambientes de la aplicación de la generación distribuida suelen ser muy diferentes. ¿Cuáles considera posibles en Colombia? [ ] Dentro de la ciudades [ ] En subestaciones de las empresas distribuidoras o empresas industriales o comerciales grandes [ ] En zonas rurales o municipios pequeños como refuerzo a redes débiles [ ] En cualquier zona que disponga de recursos energéticos baratos y la posibilidad de conexión al sistema eléctrico. 5.1.2. Lista de expertos. Especialista Joaquin Torres Jorge L. Traslaviña Guillermo Caicedo Gildardo Martinez Guido Jose Escobar Roberto Nader Alvaro Torres Mario Rios Fabio Sanchez Fernando Navas Roberto Rios Paula Rios Ignacio Forero Ramon Antolines Jerson Castañeda Ricardo Ramirez Guatavo Guevara Alvaro Chavarro Jaime Blandon Dario Riaño Ana Maria Briceño Ciro Vivas Maribel Rueda Maribel Rueda Maribel Rueda Maribel Rueda Gustavo Ramos Julian Villarruel Toro Hector Hernandez Miguel Cabanzo Carlos A. Rueda WillIam Morales Luis Carlos Torres Carolina Acevedo. Cargo Jefe de mantenimiento eléctrico Gerente de Fabricación Jefe Departamento Telecontrol Jefe de Estudios de Expansión Gerente Comercial Gerente Técnico Director de Proyectos Investigador Profesor Profesor de Planta Profesor de Planta Profesor de Planta Jefe de Proyectos Asesor Experto Comisionado Director de Proyectos Director de Proyectos Experto Comisionado Asesor Experto Comisionado. Gerente Técnico Director General Decano Ing. Eléctrica Gerente de Cuenta Jefe de unidad de plantas Jefe Planta Termobarranco Gerente de Generación Ing. Aux. Control de Producción. Empresa Ingenio Central Tumaco Ingenio San Carlos Ingenio Providencia Emcali Epsa Termovalle Concol Concol Universidad de los Andes Universidad de los Andes Escuela de Ingenieros Escuela de Ingenieros Escuela de Ingenieros Consultores Unidos CREG CREG Concol Concol CREG CREG CREG IEEE CONDENSA CONDENSA CONDENSA CONDENSA EME UPME Escuela de Ingenieros ABB ESSA ESP. ESSA ESP. ESSA ESP. ESSA ESP.. Ciudad Palmira Tulua Cerrito Cali Cali Yumbo Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Bucaramanga Bucaramanga Bucaramanga Bucaramanga. 37.

(38) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. Carmen H. Maldonado Arcenio Torres Humberto Rodriguez Antonio Mejia Ruben Dario Cruz Jaime Marulanda Juan Carlos Toro Maurico Mañosca David Aponte. Ing. Aux. Contro de Producción Director Comercial y Ambiental Profesor Jefe Post Grados Ingeniería Investigador Coordinación de Energía Ing. De Despacho Centro de Control de Potencia Profesional Especializado Asesor Viceministro. ESSA ESP. ACOLGEN Universidad Nacional Universidad Nacional ISA ECOPETROL ECOPETROL MIN. MINAS Y ENERGIA MIN. MINAS Y ENERGIA. Especialista Gustavo Adolfo Garcia. Presidente Capitulo. Luis E Buitrago. Ingeniero Analista Gerencia Comercial. Daniel Acevedo. Jefe Instalaciones, Registros y Medicion. Ivan Borrero. Subgerente TC. Hernando Diaz Diego Andres Gaitan. Fernando gutierrez Omar Vivas. Gerente Comercial Profesional Especializado Ingeniero de Proyectos Profesional Especializado Profesional Especializado Subgerente Distribucion y Generacion Gerente Generacion Director Inginieria Consultor Gerente comercial Gerente. Jorge Garcia Jorge Luis Rodriguez Humberto Marmolejo Pedro Valencia Julio Valverde Jairo Sarrian Jaime Chacon Oscar Forero Carlos Alberto Arango L.E. Marulanda E. Escobar. Ingeniero Electricista Especialista Gerente Gerente Técnico Director Área Técnica Dirección Instalaciones Asesor-ExGerente de energía EMCALI Gerente Pensionado-Exdirector proyectos especiales energía Pensionado-Exdirector planeacion energía Gerente. Roberto Vergara Jose Rafael Chaustre Fredy Quintero Luis Alfonso Robayo Pablo Fernandez Pedro Galvis Victor Soto Jeremias Caro. Ventas Transmisión y Distribución Jefe Dpto. conexión al cliente Ing. Planeacion y control PIENSE Gerente Jefe Dpto. comercialización Subgerente de Distribución Jefe de Proyectos Ing. Diseño eléctrico Gerente de Proyectos. Didier Navarro Luz M Gomez. Docente Gerente. Yuri Lopez Rodolfo Garcia. Docente Exgerente comercialización. Fabio Aldana Helmut Mejia Ivan Lopez Jorge Ignacio Correa Alonso Salazar. Cargo. Bucaramanga Bogota Bogota Bogota Medellin Barrancabermeja Barrancabermeja Bogota Bogota. Empresa ACIEM TERMOTASAJERO S.A. ESP CONENERGIA S.A. ESP SIEMENS-Suc. Occidente TERMOTASAJERO S.A. ESP IPSE IPSE SSP IPSE CEDENAR S.A, ESP ISAGEN ISAGEN Energia de Colombia EMGESA SA ESP PRODUTEC Aciem Huila-INGESA LTDA ISAGEN ENERGIZAR LTDA. Mega Ingenieria S.A. DICEL S.A. ESP DICEL S.A. ESP Mega Ingenieria S.A. Electromecanicas Ltda. EMCALI EMCALI Mega Ingenieria S.A. SIEMENS-Suc. Occidente CENS CENS LARA ingeniero ltda CENS CENS SCHNEIDER Electric SCHNEIDER Electric SCHNEIDER Electric Universidad autónoma de occidente Comercializar ESP Universidad autónoma de occidente Emcali. Ciudad Cali Bogota Bogota Cali Bogota Bogota Bogota Bogota Bogota Pasto Medellin Medellin Bogota Bogota Buga Neiva Medellin Cali Cali Cali Cali Cali Cali Cali Cali Cali Cali Cucuta Cucuta Cucuta Cucuta Cucuta Bogota Bogota Bogota Cali Cali Cali Cali. 38.

(39) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. German Vargas Jose Perez Raul Gil Miguel Ruiz. Profesional Especializado Coordinador de mantenimiento subestaciones Profesional Especializado Profesional Especializado. EEB EEB EEB EEB. Bogota Bogota Bogota Bogota. 5.2. Ronda #2. 5.2.1. Encuesta. UNIVERSIDAD DE LOS ANDES DEPARTAMENTO DE INGENIERIA ELECTRICA Y ELECTRONICA. ESTUDIO DE PROSPECTIVA DE LA GENERACION DISTRIBUDA (GD) EN EL SECTOR ELECTRICO COLOMBIANO DELPHI RONDA # 2. A. IDENTIFICACION Formulario No. _________________ Fecha:__________________________________ Especialista:____________________ Cargo:__________________________________ Empresa: ______________________ Dirección:_______________________________ Teléfono Correo electrónico: 1. Entre las siguientes razones para implementar GD cuál considera la más importante en el caso Colombiano? [ ] Uso eficiente de la energía [ ] Reducción del impacto ambiental de la Generación [ ] Mejorar niveles de calidad 2. Cree Ud. que seria económicamente viable invertir en GD para mejorar la calidad del servicio en los Centros Urbanos? Si [ ] No [ ], Por que? _______________________________________________________ __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ 3. Cree Ud. que seria económicamente viable invertir en GD para mejorar la calidad de la potencia eléctrica en los Centros Urbanos? Si [ ] No [ ], Por que? _______________________________________________________ __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________. 39.

(40) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. 4. Según su criterio, considera viable actualmente invertir en GD para evitar y reducir pérdidas económicas generadas por atentados terroristas a la infraestructura eléctrica del país? Si [ ] No [ ], Por que? _______________________________________________________ __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ 5. Cual de los diferentes costos que se trasladan a los diferentes usuarios a través de tarifa, se ve afectada al instalar la GD en el país? [ ] Costo promedio por uso de líneas de transmisión nacional [ ]Costo unitario de prestación del servicio [ ]Costo de compra de energía [ ]Contribuciones para subsidios 6. Cuáles limitaciones (barreras) considera Ud. que tendría la implantación de la GD actualmente? (Enumérelas en orden de importancia). [ ] Económicas [ ] Políticas [ ] Sociales ( situación de orden publico actual) [ ] Legislativas/normativas/reglamentarias [ ] Infraestructura [ ] Ambientales [ ] Intereses políticos y/o económicos [ ] Tecnológicos [ ] Recursos no renovables (Petróleo / gas) 7.Qué clase de impacto (positivo/negativo) tendría implementar GD actualmente en: Positivo Negativo -Desarrollo industrial: [] [] -Competencia del mercado: [] [] -Tarifas: [] [] -Marco regulatorio: [] [] -Prestación del servicio: [] [] -Necesidades de los usuario: [] [] 8. En cuál de las siguientes zonas del país seria mas útil la instalación de la GD? (Seleccione solo una opción) [ ] Norte [ ] Occidente [ ] Centro [ ] Oriente [ ] Sur. 40.

(41) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. Por qué? ______________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ 9. Si contemplara la idea de la GD como viable en el país, en cuánto tiempo cree Ud. que se debería comenzar a implementar? [ ] 1 - 5 años [ ] 5 – 10 años [ ] 10 años en adelante 10. Considera que el país tiene la madurez, el soporte, los recursos humanos y el análisis necesario para desarrollar un marco regulatorio estable que no deba ser ajustado continuamente para la generación distribuida? Si [ ] No [ ], Por que? ____________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ 11. Considera que el país posee los recursos energéticos necesarios para poder poner en marcha el uso de las diferentes tecnologías que puedan ser utilizadas para generar con GD a corto, mediano y largo plazo, CUÁLES SÍ, CUÁLES NO? TIPOS SI NO Plantas industriales de cogeneración. Mini turbinas o motores diesel ( Industria mediana, hoteles, hospitales). Micro turbinas hidráulicas. Generación eólica. Fotovoltaica ( Casera ). 41.

(42) IEL1-I-2003-07 IEL1-I-2003-17. 12. ¿Cuáles de los siguientes agentes serían el más beneficiado al instalar GD en el país? [ ] Comercializador [ ] Generador [ ] Operador de Red Local [ ] Gobierno Nacional [ ] Usuario. 42.

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