Parásitos y enfermedades del bagre (Ictalurus spp)

Texto completo

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PARASITOS

Y ENFERMEDADES

DEL BAGRE

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Derechos Reservados p o r los Autores. Laboratorio de Parasitología:

"Dr. Eduardo Caballero y Caballero"

Facultad de Ciencias Biológicas

Universidad A u t ó n o m a de Nuevo León

A p a r t a d o Postal No. 22

San Nicolás de los Garza, N . L . , México.

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FOÍÍDO UNIVERSITARIO

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Primera edición: 1986 Registro en Trámite

U N I V E R S I D A D A U T O N O M A DE N U E V O LEON

San Nicolás de los Garza, N.L., México. Julio de 1986.

Segunda edición: 1988 S E C R E T A R I A DE PESCA ISBN 968-817-124-7 México, D. F.

D I R E C T O R I O

ING. G R E G O R I O F A R I A S L O N G O R I A Rector de la Universidad A u t ó n o m a de Nuevo León.

M. en C. L U I S JESUS G A L A N WONG Director de la Facultad de

Ciencias Biológicas de la U . A . N . L .

M. en C. F E R N A N D O J I M E N E Z G U Z M A N Subdirector de Investigaciones Biológicas

DR. REYES S. T A M E Z G U E R R A Subdirector Académico

DR. G U I L L E R M O A. C O M P E A N J I M E N E Z Subdirector de Estudios de Postgrado

B I O L . M A N U E L T O R R E S M O R A L E S Secretario de Investigaciones Biológicas

LIC. PEDRO O J E D A P A U L L A D A Secretarjo de Pesca

LIC. F E R N A N D O C A S T R O Y C A S T R O Subsecretario de Pesca

ING. JOSE L U I S C U B R I A P A L M A Oficial Mayor

LIC. R O B E R T O P E R A L T A S A N C H E Z Contralor Interno

B I O L . J U A N R I C A R D O J U A R E Z P A L A C I O S Director General de Acuacultura

A R O . F E R N A N D O R I V E R A A L V A R E Z Director General de Comunicación Social

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C O M P I L A C I O N

F E R N A N D O J I M E N E Z G U Z M A N L U C I O G A L A V I Z S I L V A

F E L I C I A N O S E G O V I A S A L I N A S H I L D A G A R Z A F E R N A N D E Z P E D R O W E S C H E E B E L I N G

I N D I C E

Pág.

Prólogo 9 Agradecimientos 10

Introducción 11

SECCION I. P A R A S I T O S

CAPÍTULO 1. PROTOZOARIOS 13

Generalidades 13 Clasificación Taxonómica 14

Protozoarios Parásitos del Bagre 15

Plasmodroma 15

CHiophora: CU ¡ata 21

CHiophora: Suctoria 26

Tratamientos 27

CAPÍTULO 2. TREMATODOS 31

Generalidades 31 Clasificación Taxonómica 32

Tremátodos Parásitos del Bagre 34

Monogena: Monopisthocotylea 34

Digenea: Strigeatida 37

Digenea: Echinostomida 40

Digenea: Plagiorchida 4 3

Digenea: Opisthorchiida 4 9

Tratamientos 52

CAPÍTULO 3. CESTODOS 53 Generalidades 53 Clasificación Taxonómica 55

Céstodos Parásitos del Bagre 55

Eucestoda: Pseudophyllidea 55

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Eucestoda: CyclophylUdea 57

Tratamientos

' CQ

CAPÍTULO 4 . NEMATODOS 6 3

Generalidades g2 Clasificación T a x o n ó m i c a

Nemátodos Parásitos del Bagre

Secernentea: Asear idida ' • • Secernentea: Spirurida

Adenophorea: Dioctophymatoidea

C A P Í T U L O 5 . A C A N T O C E F A L O S

Generalidades

Clasificación T a x o n ó m i c a

Acantocéfalos Parásitos del Bagre

Eoacanthocepha/a Paleocanthocepha/a

CAPÍTULO 6. HlRUDINEOS (SANGUIJUELAS) j j l Generalidades

Clasificación Taxonómica Sanguijuelas reportadas en Bagre Tratamientos

C A P Í T U L O 7 . A R T R Ó P O D O S ( C R U S T A C E O S / P E N T A S T O M I D O S ) 8 5

Generalidades gg

Copépodos Ectoparásitos del Bagre 8 6

Copepoda g 6

Brachiura ñ

Pentastómidos Parásitos del Bagre T r a t a m i e n t o s

89

CAPITULO 8. MOLUSCOS g g

Glochidia

C A P Í T U L O 9 . E N V Í O D E PECES A L L A B O R A T O R I O Y T E C N I C A S P A R A S I T O S C O P I C A S 9 1

Envío de Muestras de Peces al Laboratorio y Técnicas Parasitoscópicas 91

Flagelados g4

Sarcodinos g ^ Microsporidios y Coccidios

Mixosporidios

Ciliados 6

Tremátodos Monogéneos

Tremátodos Digeneos, Céstodos y Acantocéfalos

Nemátodos ^ Sanguijuelas

Crustáceos q® Reactivos

CAPITULO 10. LISTA DE PARASITOS REPORTADOS EN EL BAGRE 103

Referencias (Sección I) 1 0 3

SECCION II. E N F E R M E D A D E S I N F E C C I O S A S Y N U T R I C I O N A L E S

C A P Í T U L O 1 1 . E N F E R M E D A D E S B A C T E R I A N A S 1 1 7

Vibrionaceae 1 -j g Pseudomonadeaceae -j 1 g

Enterobacteriaceae 120 Cytophagaceae 120

Clasificación de Bacterias

Patógenas de Peces -j 22

Referencias 123

C A P Í T U L O 1 2 . M E T O D O S P A R A EL A I S L A M I E N T O E I D E N T I F I C A C I O N DE B A C T E R I A S 1 2 7

Sacrificio del Pez 127 Exploración de la Piel 128

Autopsia 131 Colecta de Muestras de Sangre 133

Técnicas para la Identificación de Bacterias Aisladas 137

A) Observación Microscópica 137 B) Diferenciación Bioqu ímica 150 C) Determinación de Patogenicidad de las Bacterias Aisladas 151

Medios de Cultivo 155 Reactivos y Colorantes 1 59

Referencias 162

C A P Í T U L O 1 3 . E N F E R M E D A D E S POR H O N G O S 1 6 3

Referencias 163

C A P Í T U L O 1 4 . M E T O D O S P A R A EL A I S L A M I E N T O Y O B S E R V A C I O N M I C R O S C O P I C A DE H O N G O S 1 6 7

Cultivo y Aislamiento 167 Observación de los Hongos 167 Medios de Cultivo y Reactivos 168

Referencias 173

C A P Í T U L O 1 5 . E N F E R M E D A D E S V I R A L E S 1 7 5

Referencias 1 75

C A P I T U L O 1 6 . E N F E R M E D A D E S N U T R I C I O N A L E S 1 7 9

Requerimientos y Enfermedades Nutricionales 179

Referencias 190

SECCION I I I . P R O P A G A C I O N DE E N F E R M E D A D E S

C A P Í T U L O 1 7 . I M P O R T A N C I A D E L M E D I O A M B I E N T E EN L A P R O P A G A C I O N DE E N F E R M E D A D E S 1 9 1

Temperatura

PH ! 192

Dureza 193 Alcalinidad 193 Turbidez 193

Referencias 1Qc;

C A P Í T U L O 1 8 . M E T O D O S P A R A D E T E R M I N A R C A R A C T E R I S T I C A S F Í S I C A S Y Q U I M I C A S M A S I M P O R T A N T E S D E L A G U A

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P R O L O G O

Este trabajo es la segunda aportación técnica de un programa institucional sobre Fomento de las Investigaciones Biológicas sobre uso de Recursos Naturales Renovables para Atender Prioridades Regionales de Producción, fue iniciada por la Facultad de Ciencias Biológicas de la U . A . N . L . c o m o una participación modesta en la ejecución del Programa Nacional de Desarrollo Tecnológico y Cientí-fico ( P R O N D E T y C ) , propuesto por el Ejecutivo Federal para el período 1984-1988.

Particularmente el presente d o c u m e n t o técnico es el resultado de un Convenio de Colaboración sobre el desarrollo de un programa permanente de capacitación, investigación científica y asesoría técnica en materia pesquera, celebrado por la Secretaría de Pesca y la Universidad A u t ó n o m a de Nuevo León. Es reflejo de la i n q u i e t u d de fomentar la capacidad y destreza en las actividades de investigación en el campo de la Patología de Peces, vinculando su aplicación y validación en sistemas de producción pesquera de interés social y privado.

El uso de este d o c u m e n t o puede ser familiar en los campos de Patología y práctico en la detec-ción específica de enfermedades del Bagre (Ictalurus sppj, incluye parasitosis de diversas taxas, enfer-medades causadas por microorganismos, problemas nutricionales e influencia de la calidad del agua y ambiente en la propagación de enfermedades, i n f o r m a c i ó n sin duda de valor incalculable por su uso práctico en los sistemas de producción de esta especie en la región.

La investigación fue apoyada en su ejecución por la Secretaría de Educación Pública a través del programa de Fomento a la Investigación Científica y Humanística y al Desarrollo Tecnológico, consolidando grupos de investigación interdisciplinarios. El Consejo Nacional de Ciencia y Tecnología apoyó con asistencia el programa de becas de postgrado y ha demostrado sumo interés en este y otros proyectos que han arrojado avances significativos en la disciplina de la Patología de Peces.

Biól. Manuel Torres Morales

Secretario de la Subdirección de Investigaciones

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A G R A D E C I M I E N T O S

L o s autores hacemos patente nuestro a c e n t o por su c o l o r a c i ó n v E s t e n o , a ,as s i e n t e s

personas: .

A l D r . Gleen L. H o f f m a n , precursor de ,a Parasitología de Peces en Norteamérica, por b n n d a r

-nos su amistad y cooperacion técnica.

L a Q.B.P. Gloria Mena R o m e r o co,abor6 con gran parte de los dibujos de ,a sección de

nemato-dos y céstonemato-dos.

L a Lie Raquel Serrato González y la Q.B.P. Gloria Carranza Imperial por la revisión t e x t u a l .

L a Q.B.P. M , de la Paz T ü e r i n a Gar za por c o m p i l . r parte de, cap í t u , o sobre enfermedades

virales. „

L o s señores Juan Abel Bárcenas García y E m i i i o Fuentes Ríos que l a b o r a r o n disenos graf,cos

en la sección de enfermedades por microorganismos.

L a v ¡g i ,an c ¡a en e, t raba io de impresión fue realizada por el B i ó l . .osé Ma. Torres Aya,a.

A, Q B P Sergio TreviHo B o n i „ a por su c o l o r a c i ó n en la etapa más d i f í c i l de este manusento.

A IOS estudiantes y co,egas del L a b o r a t o r i o de Parasitología por su a u x i l i o y a p o y o constante

para la realización de este d o c u m e n t o técnico.

Fernando Jiménez Guzmán, Lucio Galavíz Silva, Feliciano Segovia Salinas, Hilda Garza Fernandez,

Pedro Welche Ebelmg

I N T R O D U C C I O N

La acuacultura es una actividad relativamente joven en M é x i c o , siendo la Secretaría de Pesca el orga-nismo o f i c i a l encargado desde 1975 de la prevención y c o n t r o l de las enfermedades que se presentan en piscifactorías y vasos acuíferos dulceacuícolas, salobres o marinos.

Durante el transcurso de esta década la Secretaría de Pesca en c o o r d i n a c i ó n con otras Institucio-nes ha creado líneas de trabajo orientadas a la aplicación de las técnicas de c u l t i v o adecuadas a cada especie y se ha preocupado a la vez por establecer reglamentos de sanidad, métodos de prevención y c o n t r o l de enfermedades, así c o m o programas de investigación tendientes a conocer las causas de m o r t a l i d a d en los peces, p r i n c i p a l m e n t e de aquellos que se mantienen en cautiverio.

De las especies de interés que se cultivan en M é x i c o , el bagre es el más i m p o r t a n t e en pisci-factorías por su fácil manejo y elevado aprovechamiento en c o r t o t i e m p o , alcanzando en 1980 una p r o d u c c i ó n de 1,181 toneladas de las cuales 6 8 3 f u e r o n suministradas p o r Entidades sin litoral. O t r o detalle interesante es que esta cantidad fue consumida en nuestro país, según el A n u a r i o Estadístico de Pesca ( D e p t o . de Pesca, 1980).

El Southeastern Cooperative Fish Disease L a b o r a t o r y ( A l b u r n University) estima que el 10 por c i e n t o del bagre c u l t i v a d o se pierde debido a enfermedades infecciosas que pueden ser prevenidas, de aqu í nuestro interés por dar a conocer las enfermedades del bagre a t o d o t i p o de personal que se ocupa del c u l t i v o de estos, pues del c o n o c i m i e n t o de métodos de prevención, diagnóstico y t r a t a m i e n t o de las enfermedades depende la o p t i m i z a c i ó n de los recursos aplicados a la i n t r o d u c c i ó n de estos peces a las piscifactorías gubernamentales o privadas. Dada la i m p o r t a n c i a que tiene el bagre en la produc-ción comercial a gran escala en nuestro país, hemos preparado el presente manual esperando que sea una herramienta ú t i l para los piscicultores, describiendo los principales agentes etiológicos de enferme-dades parasitarias (protozoarios, h e l m i n t o s , etc.), bacterianas, micóticas, virales, así c o m o las de t i p o n u t r i c i o n a l .

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rm,r—r

CAPITULO 1

P R O T O Z O A R I O S

G E N E R A L I D A D E S

Los protozoarios comprenden organismos unicelulares microscópicos capaces de efectuar las mismas funciones vitales que desempeña un metazoario.

Como parásitos del tegumento de peces, pueden ocasionar cambios patológicos, manifestándose a veces c o m o una coloración anormal, acompañado de hemorragias dispersas, inflamación y excesiva producción de una capa de mucus blanco grisáceo, de esta f o r m a tenemos que las infecciones por

Costia en agallas provocan hiperplasia aguda en el epitelio branquial, fusión de las lamelas branquiales y proliferación de células mucuosas. La infección en piel produce una excesiva producción de mucus, degeneración y necrosis de células epiteliales e hiperemia en la dermis. Las infecciones por Trichodina

y Chilodonella son esencialmente similares a las de Costia causando irritación de la piel y epitelio branquial, que resulta en hiperplasia y degeneración tardía, por otra parte, los cambios inducidos por

Scyphidia, Glossatella y algunos suctorios es variable; regularmente causan hiperplasia de las branquias y en infecciones por Epystiüs la irritación es seguida por lesiones hemorrágicas con erosión en la piel y superficie de las aletas. El daño ocasionado puede complicarse con infecciones por bacterias (myxobacterias) y hongos, resultando en úlceras cutáneas y septicemia bacteriana.

Ichthiophthirius multifilis es o t r o protozoario que se manifiesta patológicamente con la apari-ción de pústulas blancas o grisáceas con un diámetro de 0.5—1 m m ; cada mancha es una pequeña vesícula que contiene uno o más parásitos, ésta vesícula es producida c o m o una defensa del pez contra la infección, pues el " I c h " se localiza entre la epidermis y la dermis alimentándose de eri-trocitos.

Otros protozoarios son parásitos internos y pueden provocar infecciones sangu íneas c o m o es el caso de las hemogregarinas que están asociadas con la proliferación de linfomatosis. Los myxospo-ridios y microspomyxospo-ridios son endoparásitos altamente específicos de tejidos (Myxosoma, Myxobolus)

estos pueden observarse en f o r m a de quistes blanquecinos en la piel, dermis, subdermis, músculo, agallas, periostio, cartílago y visceras. La ruptura de los quistes libera un l í q u i d o de aspecto lechoso.

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C L A S I F I C A C I O N T A X O N O M I C A

F i l u m Protozoa

S u b f i l u m Plasmodroma: Poseen pseudopodos o flagelos.

Clase Mastigophora: Protozoarios que poseen de uno a varios flagelos para su l o c o m o c i ó n . Se subdivide en la subclase Fitomastigia y Zoomastigia.

Subclase Fitomastigia: Con c r o m á t o f o r o s y generalmente h o l o f í t i c o s . Coloración

característica, Dinoflagelados.

Ejem. Oodinium y Glenodimium.

Subclase Zoomastigia: Carecen de c r o m a t ó f o r o s de n u t r i c i ó n holozóica o

sapro-zóica.

Orden Protomonadida: Uno o dos flagelos. La mayoría parásitos.

Ejem. Colponema.

Orden Polymastigida: Poseen generalmente de tres a ocho flagelos.

Ejem. Costia.

Clase Sarcodina: Con una membrana exterior delgada, f o r m a pseudopodos para su lo-c o m o lo-c i ó n y lo-captura de alimento. Presentan fase quístilo-ca.

Orden A m o e b i d a : U n o o más núcleos. Forma lobópodos.

Ejem. Acanthamoeba.

Clase Sporozoa: Carecen de organelos de locomoción y producen esporas al final de su ciclo sexual. La espora carece de filamentos polares y contiene uno o muchos espo-rozoitos. Todos son parásitos.

Orden Coccidia: Intracelulares y diferenciadas sexualmente, parásitos del epitelio del t u b o digestivo y glándulas asociadas.

Ejem. Eimeria y Haemogregarina.

Clase Cnidosporidia: Poseen esporas con uno o más filamentos polares y de u n o a muchos esporoplasmas. Son parásitos de vertebrados de sangre f r í a e invertebrados.

Orden Myxosporida: Esporas generalmente bivalvas, con una a cuatro cápsu-las polares, cápsu-las esporas derivan de varias célucápsu-las.

Ejemplo: Myxobolus, Henneguya y Myxidum.

Orden Microsporida: Esporas compuestas de una sola pieza con un f i l a m e n t o polar, derivan de una sola célula.

Ejemplo: Thelohania o Plistophora.

Subfilum Ciliophora: Poseen cilios, cirros u otras estructuras ciliares compuestas para su loco-moción. Cada organismo posee macro y micronúcleo.

Clase Ciliata: Posee cilos, citofaringe con estructuras fibriales y un citopogio. Posee dos subclases donde se encuentran géneros ictioparásitos.

Subclase Holotricha: Poseen protozoarios con ciliatura somática simple y uniforme en la superficie del cuerpo.

Orden G y m n o s t o m a t i d a : El citostoma se abre directamente al exterior.

Ejem. AmphUeptus y Chilodonella.

Orden Hymenostomatida: Cavidad bucal con una membrana ondulante a la derecha y tres membranelas a la izquierda. Ciliatura uniforme.

Ejem. Ichthyophthirius y Tetrahymena.

Subclase Peritricha: Extremo anterior a m p l i o , en f o r m a de disco, con ciliatura ado-ral prominente.

Orden Peritrichida: Con las características de la subclase.

Suborden Sessilina: Se encuentran individuos que se adhieren al sustra-t o por sustra-tallos.

Ejem. Scyohida y Epistylis.

Suborden M o b i l i n a ; Hay formas sin tallo, cuerpo más c o r t o en el eje con un organelo de fijación en el e x t r e m o adoral.

Ejem. Trichodina.

Clase Suctoria: Los individuos maduros no poseen cilios, sólo las formas juveniles. Presen-tan en cambio tentáculos con los cuales capturan y succionan el alimento.

Orden Suctorida: Con las características de la clase. Son holozóicos y se reprodu-cen asexualmente por gemación.

Ejem. Trichophrya.

P R O T O Z O A R I O S P A R A S I T O S D E L B A G R E

PLASMODROMA

Glenodinium

Fig. 1.

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Oodinium .

F i g . 2 .

parásito es similar al de G l e n o d i n i u m .

Colponema

Fig. 3

Protozoarios de c u e r p o pequeño « p o s e . u ; ^ ^ « ^ ^ J n S S T S

los flagelos en piel o b r a n c a s .

Ichthyobodo

(Sin. Costia) Fig. 4

C u e r p o ovoide en v i s , f r o n t a , v P — ^ ^ ^ ^ ^ ^ sión d o n d e se encuentra el c i t o s t o m a Y salen <ios flagelos largo., •y ; n É K a f r / x. La r e p r o d u c c . o n

r S ^ C S S S T v ta ^ x u a l p o r c o n j u g a c i ó n . Todas las especies de peces son

susceptibles a la i c h t h y o b o d a s i s .

L a ¡chthyobodasis se trasmite d i r e c t a m e n t e de — «

f i j a a la piel o las agallas del hospedero por m e d i o de los t l a g e , « L o s s i g n os c l í n i c o s i n c l u y e n

a m b i e n t e p r o v o c a n que los t r o f o z o ¡tos se enqu s t n 1p r o d u c c i ó n de m o c o en todas las

aparición de una película b l a n c o 9 n r f « o « u t o a d e h d o a l a e x c . P y ^ o c a s i o n a ,e t a r.

partes del cuerpo. El pez se rehusa a c o m e r p « - la .r n a c i ó n .l e P Y o b s e r v a c ¡ ó n d e l p a r á s l t 0 en

pre-go. El diagnóstico de Ichthyobodo ,d e^ J f JO SJa'9X r v a c i ó n de 50 o más organismos por¡ c a m p o

paraciones húmedas del m u c u s , p , e l y b r a n q u l o g r a r s e : a) i n c r e m e n t a n d o el flujo del

indica u n caso severo de e n f e r m e d a d y su p « c ) t r a t a n d o la

enferme-agua a los estanques; b) r e d u n d e P 1 » ^ s u m i n i s tr a r una adecuada a l , m e n t a c i ó n , e)

al-^ r T pqH ~ ae P| ' oa n e u t r o si es £ d o ^ es posible f , elevar la t e m p e r a t u r a e n e m a de los 3 0 C.

Acantamoeba

Fig. 5

A m i b a s pequeñas similares a las del género — ; presentan quistes c o n dos membranas, de las

cuales la e x t e r i o r es plegada y c o n mamelones.

Eimeria

Fig. 6

gonia se inicia en la célula hospedera u n g r a d u a | m e n t e. L o s m e r o Zo i

-m e r o z o i t o s que i n f e c t a n a otras células au-m .

fusionarse dan lugar al oocisto que es tos pueden desarrollarse a m a c r o y ^ ^ ^ ^ ¿ X para otros hospederos. El diagnóstico de la S r * b l a o r a c i ó n de esquizoontes en cortes

h.sto-lógicos de los órganos infectados.

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F i, P - , 7. d e n t r o de u n e r i t r o c i t o ; H , 8. M y ^ s .

liberadas

Haemogregarina

Fig. 7

Este protozoario requiere de dos hospederos para completar su ciclo biológico. La esquizogonia ocurre en las células sanguíneas del bagre y la reproducción sexual se lleva a cabo cuando los gametocitos son ingeridos por las sanguijuelas al alimentarse de la sangre del pez. Un exámen de los f r o t i s sangu íneos nos revela la presencia del p r o t o z o a r i o .

Myxobolus

Fig. 8

Espora en forma de pera, ovoide o elipsoidal con dos cápsulas polares en el e x t r e m o anterior, excepto la espora de M. thelohanellus que posee una cápsula polar; presenta esporoplasma c o n vacuola y o d o f í -lica m u y característica. La f o r m a vegetativa o esporoplasma al entrar al t u b o digestivo del pez, penetra a través del epitelio intestinal y después de un período de emigración se establece en t e j i d o conectivo, rí-ñones, hígado, mesenterio y branquias donde se transforma a t r o f o z o i t o reproduciéndose asexualmente.

A l desarrollarse el t r o f o z o i t o el t e j i d o adyacente degenera o se m o d i f i c a f o r m a n d o una envoltura quística la cual al romperse libera las esporas y son las fuentes para nuevas infecciones.

La enfermedad se diagnostica al detectarse los quistes blanquecinos en el t e j i d o conteniendo las esporas con la vacuola y o d i f ílica. La prevención se logra aislando los peces infectados del estanque y administrar un t r a t a m i e n t o adecuado.

Henneguya

Fig. 9

Espora oval o circular visto de f r e n t e , con dos cápsulas polares en el e x t r e m o anterior, la cubierta que recubre al organismo se prolonga posteriormente para f o r m a r una cauda larga. Esporoplasma con vacuola y o d o f í l i c a . La mayoría de las especies habitan específicamente agallas, t e j i d o subcutáneo, músculos, tejido conectivo, cuerpo v i t r e o , etc.

La infección tiene lugar cuando las esporas contenidas en los quistes se liberan en el agua, son ingeridas por los bagres y al llegar a estómago o intestino queda libre el esporoplasma el cual invade la mucosa entérica para establecerse en t e j i d o vfa sanguínea donde se convierte en t r o f o z o i t o , se repro-duce asexualmente, forma panesporoblastos y finalmente esporas que llenan el t e j i d o infectado. Al m o r i r el pez las esporas son liberadas en el estanque infectando más bagres.

Los signos clínicos de la enfermedad son el nado superficial debido a la anoxia y letargo. Las es-pecies de Henneguya producen papilomas cuando se localizan en tegumento; quistes en aleta adiposa; lesiones en mandíbula y vejiga natatoria y en las agallas pueden localizarse d e n t r o o entre los filamen-tos branquiales. La forma interlamelar desarrolla mayor patogenicidad para el hospedero.

El diagnóstico de la enfermedad se basa en la apariencia de las lesiones y el hallazgo de las espo-ras en el exámen microscópico de los quistes tomados de piel y branquias.

Las medidas preventivas son eliminar los peces infectados con Henneguya de los estanques.

Myxidium

Fig. 10

La espora es más o menos fusiforme con los extremos puntiagudos o rendodeados, dos cápsulas polares, sin vacuola y o d o f í l i c a . Forman numerosas esporas en el plasmodio. Los estadios vegetativos poseen f o r m a de b u l t o aplanado, localizándose principalmente en la vesícula biliar.

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Fig.9a. Ciclo biológico áeHenneguya: 1) Baqre con quistes en agallas y piel; 2) Esporas liberadas de un pez muerto; 3) Vista lateral y 4) Vista frontal; 5) Ingestión de formas infectivas

Fig. 9. Henneguya; Fig. 10. Myxidium; Fig. 11. Thelohania (Plistophora)

Thelohania

(Sin. Plistophora) Fig. 11

Esporas piriformes, ovales o en f o r m a de botella, los nodulos o quistes que f o r m a n en el t e j i d o son de tamaño variable de color blanquecino (de 1 m m a 0 . 8 c m ) . Puede localizarse en músculos abdominales, t e j i d o conectivo subcutáneo, hígado, bazo y aparato reproductor. Las células donde se f o r m a n los quistes sufren h i p e r t r o f i a , su núcleo aumenta de tamaño llenos de un gran n ú m e r o de panesporoblastos que contienen numerosas esporas.

CILIOPHORA: CILIATA

AmphUeptus

Fig. 12

Organismos en forma de suela de zapato, semicomprimidos. Ciliatura u n i f o r m e , citostoma en f o r m a de hendidura sin tricocistos. Poseen muchas vacuolas contráctiles y dos o más macronúcleos.

Chilodonella

Fig. 13

Cuerpo foliado, ovoide y aplanado dorsoventralmente (33-70 ¡im x 21-44 /¿m). El lado dorsal es con-vexo y el lado ventral plano o cóncavo; ciliatura incompleta. Citostoma redondo situado en la región anterior del lado ventral. Macronúcleo esférico, cerca del e x t r e m o posterior (5-11 ¡irr\ x 4 - 9 / i m ) . Mi-cronúcleo adyacente al maMi-cronúcleo. Habita en piel y agallas. Se m u l t i p l i c a por fisión binaria transver-sal y algunas especies f o r m a n quistes si las condiciones ambientales son adversas.

Se divide más rápidamente durante la segunda m i t a d del invierno, entre los 5-10oC y muere por

encima de los 20°C o más. La luz inhibe su m u l t i p l i c a c i ó n . En la chilodonelliasis el cuerpo y las bran-quias del pez se cubren con una película mucuosa gris azulosa, más distinguible del lado dorsal de la cabeza, lo que facilita su diagnóstico; el exámen microscópico de este mucus muestra numerosos pará-sitos sobre el tejido. Más de 50 por campo señalan un caso severo. La especie más frecuente en bagre es C. hexasticha.

Ichthyophtirius

Fig. 14

Presenta un cuerpo redondo u oval (50 /¿m a 1 m m ) ; ciliatura u n i f o r m e y longitudinal. Citostoma pe-queño y redondo (8 a 10 /im). Macronúcleo en forma de herradura, situado a la m i t a d del cuerpo, m¡-cronúcleo pequeño adherido a la superficie convexa del mam¡-cronúcleo. Posee vacuolas contráctiles pequeñas distribuidas cerca de la superficie del cuepo.

Habitan por debajo del epitelio tegumentario del pez y agallas pero no se reproduce mientras esté adherido a la piel del hospedero; la reproducción asexual se intensifica en verano cuando el t r o f o

-z o i t o cae del hospedero envuelto en un quiste gelatinoso que por divisón m ú l t i p l e produce de 100 a 1000 ciliados pequeños, rendondos con macronúcleo oval. Este quístese rompe y libera a los terontes los cuales se adhieren a la piel de o t r o hospedero abriéndose camino con los cilios anteriores, liberando hialuronidasas; se inmovilizan y crecen dando lugar a la formación de pústulas blancas características de la ichtioptiriasis. La temperatura ó p t i m a para su desarrollo oscila entre los 25-26°C. Produce infec-ciones en la piel como hiperplasia y respuestas inflamatorias c o m o edema e i n f i l t r a c i ó n celular de la dermis. En casos severos destruye la epidermis y la dermis queda expuesta. La infección branquial cau-sa proliferación de epitelio intralamelar.

(14)

Fig. 14a. Ciclo biológico de Ichthyophthyrius: 1) Quistes blancos en la piel del pez; 2) Trofozoito

(15)

(Glossa-Las infecciones severas pueden ir acompañadas * ¡ n a c i ó n de pie, y b r a n q u i ^ letargo y d i f i c u l t a d para respirar deb.do al daño branquial• El diagno t.co se b sa e 9 c ¡ | ¡ a r e s

dos a tres veces con intervalos de dos días.

Tetrahymena

Fig. 15

^ Z L T Z Z ^ : : r i T d i ^ c S L n . 1 y'tres membranelas sobre el lado izquierdo,

una sola vacuola c o n t r á c t i l y macronúcleo ovoide.

Epistylis

t ó m i c ^ y ^ s e f ^ j a n e s p i n é c a u s a ^ ^ ¿ e l ' t ^ l o ^ e ^ o n e ^ h e m o

-que y eliminar "el exceso de materia orgánica para evitar el crecimiento del patogeno.

Ambiphrya

(Sin Scyphidia) Fig. 17

^ • r, I11 AR tím V 90-35 um) reqión anterior con peristoma y una zona adoral de

branquias de peces marinos o de agua dulce.

Apiosoma

(Syn. Glossatella) Fig. 18

La observación al microscopio de preparaciones en ^ " V ^ l V s f p ^ e r a ' ^ d f c ' o ' n t d ^ e

t e t a n d o 5 : ^ S ^ a T o s bagaes y los bace más

susceptibles a adquirir esta infección.

Trichodina

(16)

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CILIOPHORA: SUCTORIA

Trichophrya

Figura 20

Cuerpo sacci f o r m e , 5 4 , 20 , m « ¡ « ^ C S « S 2 = S ^ u £ x 6 - 1 8 n m ) micronúcleos con 3 . , m .

Protoplasma con vacuolas digestivas.

Se produce por gemación endógena simple o m ú l t i p l e .

Es necesario realizar el exámen microscópico de piel y agallas.

c í r c u l o de p e í n e l a s locomotoras - g a s ^ ^ ¡ ¡ ^ ^ ^ ^ ^ dos sobre el borde del velum, an.llo q u " ^ . ^ ^ i f u e r a . un cono central y u n rayo o espina

interna í S l a r c a s ^ o n d o y situado cerca de, macronucleo.

Estos ciliados yiven sobre ,a pie, y a g a „ a s ^ ^ ^ e s ^ ^ ^ d ^ ^ n e , agua de u n o a u n o y medio días. Se r e p r o d u c e p o r f.s.ón b ^ a n a tra ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ g

hijas más o menos iguales. E , p a r a s , t o )oven f o r m a u n n o d e ^ ^ ^ ^ ,a opalescencia

característicos de la especie. El d.agnos fleose: basa^en ,os ^ ^ | a .| n t e n s l d a d d

de ,a piel de, pez, con una delgada de estos organismos. En casos mode-infección y se corrobora med.ante la o b ™ ° n a' ™CJ ° 5 0 P e n c a s o s s e v e ro s cubre el cuerpo entero,

rados la peí ícula es delgada y se restringe a a. « t a » y, a, dor ^ ^ £ s n e c e s a r i o r e a l ¡ z a r e, examen

De 10 a 15 parásitos por campo (en 80 X) se consiaerd microscópico de piel y agallas.

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(18)

C A P Í T U L O 2

T R E M A T O D O S

G E N E R A L I D A D E S

Los tremátodos son gusanos de f o r m a oval, elongada, lanceolada generalmente y aplanados en sentido dorsoventral. Poseen un sistema digestivo c o n s t i t u i d o por boca, faringe, esófago y ciegos intestinales. El mismo i n d i v i d u o presenta u n sistema reproductor masculino y femenino.

Son parásitos obligados, para sujetarse del hospedero han desarrollado estructuras de adherencia mediante las cuales se f i j a n al pez, en el caso de los tremátodos monogéneos estas están altamente especializadas y se sitúan en la región posterior del cuerpo (opistohaptor) y están constituidos por anclas, articuladas por barras transversales, ganchos y escleritas de origen quitinoide. Los tremátodos digéneos poseen dos ventosas musculares, la ventosa oral que se encuentra rodeando la boca y una ventosa ventral o acetábulo, localizada generalmente en la región medioventral del cuerpo.

Los tremátodos monogéneos poseen un ciclo biológico directo (monoxénico) ocupando u n sólo hospedero para su desarrollo; generalmente el e m b r i ó n ciliado que eclosiona del huevo (oncomiracidio), es una fase nadadora con capacidad infectiva que se adhiere a la piel o agallas del pez, donde prosigue su desarrollo a adulto. Los tremátodos dactilogyroideos poseen una alta especificidad parasitaria pues el rango de hospederos de las especies se l i m i t a n a una o varias especies de peces del mismo género. El daño que le ocasionan al pez es hiperplasia epitelial, así c o m o una secreción copiosa de moco que altera la f u n c i ó n respiratoria de las agallas. En la piel, los signos clínicos incluyen opacidad e hiperamia, éstos parásitos se alimentan de células de la epidermis y ocasionalmente causan necrosis focal y heridas que son la puerta de entrada a infecciones bacterianas o micóticas.

Por otra parte, los tremátodos digéneos poseen un ciclo biológico indirecto (heteroxénico), ocupando dos o más hospederos intermediarios. El primer hospedero es un molusco donde ocurren las primeras fases del desarrollo (esporocistos, redias y cercarías) y el segundo hospedero puede ser un invertebrado o vertebrado. Los peces actúan en algunos casos c o m o hospederos intermediarios presentando formas meso o metacercariales y en otros c o m o hospederos definitivos, albergando al adulto.

Los tremátodos adultos pueden localizarse en intestino,estómago, sistema urinario, vesícula biliar, gónadas u otros órganos. No se han reportado lesiones graves producidas por tremátodos adultos en bagres, a excepción de Crepidistomun que causa inflamación intestinal severa.

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C A P Í T U L O 2

T R E M A T O D O S

G E N E R A L I D A D E S

Los tremátodos son gusanos de f o r m a oval, elongada, lanceolada generalmente y aplanados en sentido dorsoventral. Poseen un sistema digestivo c o n s t i t u i d o por boca, faringe, esófago y ciegos intestinales. El mismo i n d i v i d u o presenta u n sistema reproductor masculino y femenino.

Son parásitos obligados, para sujetarse del hospedero han desarrollado estructuras de adherencia mediante las cuales se f i j a n al pez, en el caso de los tremátodos monogéneos estas están altamente especializadas y se sitúan en la región posterior del cuerpo (opistohaptor) y están constituidos por anclas, articuladas por barras transversales, ganchos y escleritas de origen quitinoide. Los tremátodos digéneos poseen dos ventosas musculares, la ventosa oral que se encuentra rodeando la boca y una ventosa ventral o acetábulo, localizada generalmente en la región medioventral del cuerpo.

Los tremátodos monogéneos poseen un ciclo biológico directo (monoxénico) ocupando u n sólo hospedero para su desarrollo; generalmente el e m b r i ó n ciliado que eclosiona del huevo (oncomiracidio), es una fase nadadora con capacidad infectiva que se adhiere a la piel o agallas del pez, donde prosigue su desarrollo a adulto. Los tremátodos dactilogyroideos poseen una alta especificidad parasitaria pues el rango de hospederos de las especies se l i m i t a n a una o varias especies de peces del mismo género. El daño que le ocasionan al pez es hiperplasia epitelial, así c o m o una secreción copiosa de moco que altera la f u n c i ó n respiratoria de las agallas. En la piel, los signos clínicos incluyen opacidad e hiperamia, éstos parásitos se alimentan de células de la epidermis y ocasionalmente causan necrosis focal y heridas que son la puerta de entrada a infecciones bacterianas o micóticas.

Por otra parte, los tremátodos digéneos poseen un ciclo biológico indirecto (heteroxénico), ocupando dos o más hospederos intermediarios. El primer hospedero es un molusco donde ocurren las primeras fases del desarrollo (esporocistos, redias y cercarías) y el segundo hospedero puede ser un invertebrado o vertebrado. Los peces actúan en algunos casos c o m o hospederos intermediarios presentando formas meso o metacercariales y en otros c o m o hospederos definitivos, albergando al adulto.

Los tremátodos adultos pueden localizarse en intestino,estómago, sistema urinario, vesícula biliar, gónadas u otros órganos. No se han reportado lesiones graves producidas por tremátodos adultos en bagres, a excepción de Crepidistomun que causa inflamación intestinal severa.

(20)

El daño provocado por formas metacercariales es m u y importante y se debe primeramente a la migración de las cercarías para llegar al órgano adecuado y si es abundante el n u m e r o de cercanas que invaden al pez, éste puede m o r i r . Cuando la cercaría empieza su desarrollo la respuesta tisular se ve aumentada antes de que se enquiste. Las metacercarías pueden localizarse en cerebro y qu.asma ó p t i c o (Diplostomulum), visceras {Posthodiplostomulum), piel, aletas y musculo (Neascus, Negogatea

y Clinostomum) o boca y aleta caudal (Bucephalus); estas últimas por lo general causan deforma-ciones anatómicas y cambios fisiológicos debido al daño por compresión de t e j i d o s y necrosis séptica que puede ocasionar la muerte.

C L A S I F I C A C I O N T A X O N O M I C A

C L A S E T R E M A T O D A

Los tremátodos son u n grupo de parásitos muy diverso. Esta clase contiene aproximadamente 2 9 ^ a m i -nas de monogéneos y 6 8 de digéneos de los cuales se incluyen aquellas que poseen generos reportados

en Ictalurus.

T R E M A T O D A : M O N O G E N E A : Con opistohaptor en el e x t r e m o posterior. Generalmente

ecto-párasitos de peces. Ciclo biológico m o n o x é n i c o .

Suborden Monopisthocotylea: El o p i s t o h a p t o r es un disco o ventosa muscular.

Superfamília Dactylogyroidea: Ovíparos, cuerpo pequeño. Opistohaptor con uno o dos pares de anclas y 14-16 ganchos marginales.

Fam. Dactylogyrídae. Dactylogyrus.

Superfamília Gyrodactyloidea: Vivíparos, opistohaptor con un par de anclas, dos

barras transversales y 16 ganchos marginales.

Fam. Gyrodactylidae. Gyrodactylus.

T R E M A T O D A : D I G E N E A : Endoparásitos. Ciclo biológico heteroxénico.

Orden Strígeatida.

Superfamília Strigeoídea: Cercarías t i p o faringeata-longifurcata. Esporocisto en caracoles acuáticos. Cuerpo del adulto usualmente d i v i d i d o en dos regiones distin-tas. Endoparásitos de vertebrados.

Fam. Cyathocotylidae. Prohemistomum Holostephanus

Fam Diplosmatidae (Larvas del género larvario Neascus* pertenecientes a los géneros Crassiphiala y Posthodiplostomum; del género larvario Diplo-tomulum* pertenecientes a los géneros Bolbophorus, Thylodephis e Hyste-romorpha y del t i p o Tetracotyle*.

Superfamília Clinostomatoidea: Cercarías de t i p o clinostomatoideo. Poliembrionía en caracoles acuáticos, metacercarias en piel y visceras de peces, tremátodos adultos en boca y esófago de aves y reptiles.

Superfamília Bucephaloidea: Cercarías de t i p o gasterostoma. Esporocistos de f o r m a ramificada en moluscos lamelibranquios, su ciclo incluye tres hospederos, tremá-t o d o s adultremá-tos con la ventremá-tosa oral sitremá-tuada en la región medioventremá-tral del cuerpo. Parásitos intestinales de peces.

Fam. Bucephalidae. Bucephalopsis, Bucephalus.

Superfamília Azygioidea: Cercarías de t i p o furcocistícerca. Poliembrionía en caracoles operculados dulceacu ícolas. Parásitos de tracto digestivo de peces.

Fam. Azygiidae. Azygia y Proterometra.

Orden Echinostomida.

Superfamília Echinostomatoidea: Cercaria de t i p o echínostoma, gymnocefala o megalurus. El a d u l t o parásita generalmente intestino de aves, reptiles y mamíferos.

Fam. Echinostomatídae. Echinochasmus* Petasiger*, Euparyphium*.

Fam. Psilostomatidae. PsHostomum*.

Superfamília Paramphistomatoidea: Cercaría anfistoma. A d u l t o en t u b o digestivo de vertebrados o pulmones de tortugas.

Fam. Paramphistomatidae. Pisciamphistoma.

Orden Plagíorchiída.

Superfamília Plagiorchíoidea: Cercarías de t i p o xifidiocerca con los subtipos armatae (Plagíorchiidae) y u b i q u i t à (Microphalidae) y ornatae (Macroderoídidae) desarrolladas del esporocisto hijo -localizado en caracoles acuáticos o terrestres. Parasitan intestino, hígado, pulmones, uréteres, esófago, bursa de Fabricio o cloaca de vertebrados.

Fam. Plagíorchiidae. Vietosoma, Parastiotrema, Plagiorchis.

Fam. Macroderoídidae. Alloglossidium, Macroderoides, Pseutíomagnivite-l/ium.

Fam. Microphalidae. Microphallus.

Superfamil ¡a AUocreadiodea: Presenta cercarías microcerca (Opecoelidae y Troglo-tramatídae), macrocerca (Gorgoderidae), trícocercas oculadas ( Lepocreadiídae) y o f t a l m o x i f í d i o c e r c a (Allocreadiidae) que se desarrollan de redías en moluscos bivalvos de la familia Sphaeridae. La metacercaria parasíta artrópodos.

Fam. Allocreadiidae. Megalogonia, Crepidostomum, Allocreadium.

Fam. Opecoelidae. Plagioporus.

Fam. Lepocreadiídae. Lepidauchen.

(21)

Orden Opisthorchiida.

Superfamilia Opisthorchioidea: Cercaría pleurolofocerca (Cryptogonimidae) o parapleurolofocerca (ambos tipos en Heterophidae), desarrollo en caracoles acuá-ticos, f o r m a metacercarias en peces o anfibios. El t r e m á t o d o a d u l t o se localiza en intestino, conductos biliares, vesícula biliar o hígado de vertebrados.

Fam. Heterophidae. Apophalus.

Fam. Cryptogonimidae. Neochasmus, Allacanthochasmus, Acetodextra, Centrovarium.

* Los géneros marcados con asterisco son formas metacercariales que parasitan bagres.

T R E M A T O D O S P A R A S I T O S D E L B A G R E

M O N O G E N E A : M O N O P I S T H O C O T Y L E A

Gyrodactylus

Fig. 21

Opistohaptor con un par de anclas y 16 ganchos marginales Son vivíparos

rosas especies y está ampliamente distribuido). Provoca d e s p a c h a m i e n t o de las aletas, rr.tac.on e n l a s zonas de adherencia en la cabeza y f o r m a ámpulas en las barbetas. En las crias causa los daño

más severos, c o m o son emaciación y muerte. Estos síntomas y la observación , * los gusanos sin manchas oculares conteniendo el e m b r i ó n son útiles para diagnosticar la enfermedad.

La g y r o d a c t i ^ s i s se previene u t i l i z a n d o agua libre de parásitos y revisando cuidadosamente las crias o a Itos provenientes de otras piscifactorías antes de introducirlas a los estanques Su p e n o d o de incubación es de aproximadamente 6 0 horas. La especie de .mportanc.a en America Latina es G. ,cta-íuri ya que parasita al bagre al Sureste de los Estados Unidos.

Dactylogyrus

Fig. 22

Presenta una l o n g i t u d aproximada de un m m . cuatro manchas oculares en e x t r e m o anterior, opis-t o h a p opis-t o r con un par de anclas unidas por barras, 16 ganchos marginales (ésopis-te genero posee numerosas especies y está ampliamente d i s t r i b u i d o ) . A diferencia de Gyrodactylus que v.ve exclusivamente sobre |aT acallas las cuales se vuelven pálidas o se cubren de manchas blancas con abundante exudado

mu cu oso La dactH ogy r osi s se diagnóstica revisando al microscopio las agallas de; peces que p r e s t a n

la sintomatología y se diferencia por poseer las manchas oculares, huevos d e n t r o del útero y los 16

ganchos marginales.

Ancyrocephalus

Fig. 23

Ciegos no fusionados posteriormente, opistohaptor con dos pares de anclas, barras transversales

no articuladas.

Cleidodiscus

Fig. 24

Opistohaptor discoidal o subexagonal con dos pares de anclas y siete pares de ganchos m ^ g i n a l e s . l a s anclas se conectan en su base por barras disímiles. Son m u y pequeños y viven s o b ^ l o s

branquiales, los cuales deben examinarse bajo el microscopio, se d i f e r e n c i a por las dos manchas oculares y dos pares de anclas largas. Las especies más frecuentes son C. pnce, y C. flondanus.

Fig. 22b. Ciclo biológico de Dactylogyrus: 1) Huevecillos inmadu-ros; 2) Huevecillos embrionados; 3) Oncomiracidio ciliado libre; 4 y 5) Estadios juveniles; 6) Monogeneo fijado a boca o filamentos branquiales.

(22)

Fig. 23. Ancyrocepha/us; 23a. Anclas; 23b. Barra transversal dorsal; 23c. Barra transversal ventral; Fig. 24. deidodiscus; 24a. Barras transversales y anclas de C. mirabilis.

D I G E N E A : S T R I G E A T I D A

Neascus *

Fig. 25

Este t i p o de metacercaria posee la región posterior del cuerpo mas desarrollada que el género Dip/os-tomu/um y no presenta pseudoventosas. Las aves piscívoras son los hospederos definitivos donde se desarrollan las especies de estrigeidos adultos de los géneros Crassiphia/a y Posthodiplostomum. Causa neascusiasis la cual está m u y relacionada con la enfermedad de manchas negras (black spot); las meta-cercarias se localizan en la piel, músculo y ocasionalmente en órganos internos del pez en el i n t e r i o r de quistes elipsoidales o globulares de color blanco o grisáceo que miden de 1-8 a 2-3 m m . de diámetro.

Diplostomuium *

Fig. 26

Esta metacercaria presenta el e x t r e m o anterior foliáceo y cóncavo y el e x t r e m o posterior c o m o una protuberancia cónica pequeña, posee un par de pseudoventosas a los lados de la ventosa oral. Los mira-cidios infectan a caracoles (Fossaria, Stagnicola y Lymnaea) de donde posteriormente se liberan las cercarías que penetran al bagre por branquias, llegando a vasos sanguíneos y de ahí a ojos o cerebro; aunque también pueden llegar directamente a través de la córnea del ojo. Esta metacercaria al alcanzar su estado adulto da lugar a especies del género Bo/bophorus o Hysteromorpha. El primer género se

localiza naturalmente en intestino de Pelecanus sp. y Buteo sp. c u y o estadio larvario se le denomina

D. confusus que parasita músculos de peces. Hysterompotpha es el parásito intestinal de Phaiacrocorax sp., Egretta sp. y Ardea sp. La metacercaria de este se ha encontrado en pared corporal y músculo del bagre y utiliza c o m o hospederos intermediarios a caracoles del género Planorbis y larvas de anfibios del género Leptodactylus, D. spsthsceum, que es la especie más c o m ú n en el bagre. Este t r e m á t o d o vive en la cámara vitrea, causando opacidad blanquecina y ceguera. A simple vista se observan c o m o formas elongadas con m o v i m i e n t o en el interior del ojo. La prevención y c o n t r o l consiste en eliminar los mo-luscos que requiere para efectuar su ciclo biológico.

Tetracotyle*

Fig. 27

Este t i p o de metacercaria presenta la parte anterior del cuerpo oval u oblonga y relativamente gruesa, en forma de copa, la parte posterior es corta y con una prominencia redondeada; a cada lado de la ventosa oral presenta una pseudoventosa, se encuentra en músculo, pericardio y mesenterio de peces.

Prohemistomum *

Fig. 2 8

Cuerpo no b i p a r t i d o , oval, cóncavo ventralmente. Organo t r i b o c í t i c o en la m i t a d posterior. Poro geni-tal subterminal. La metacercaria parasita Ictalurus punctatus, Cottus bairdi y Natrix sipedon. El primer intermediario es el molusco Pleurocera acuta.

Hoiostepñanus

Fig. 29

(23)

Fig. 25a. Ciclo biológico de

Pos-thodiplostomum; 1) Huevecillo;

2) Miracidio libre; 3) Caracoles intermediarios: a) Physagirina, b) P. integra, c) P. sayi; 4) Cercaría, fase infectiva para el bagre donde se desarrolla el estadio larvario (Neascus); 5) El adulto (Posthodi-plostomum) parasita a aves ictó-fagas.

Fig. 25. Neascus*; Fig. 26. Diplostomulum Fig. 27. Tetracotyle*;

i de aves ictiófaaas; 2) entra al pez por

(24)

Clinostomum

Fig. 3 0

La metacercaria es de cuerpo l i n g u r f o r m e ¡ ^ ^ t ^ S T S t o ^

cuentra un püegue cefálico que rodea a La clinostomiasis se detecta por la

mo posterior o cerca del e x t r e m o posterior, ovariointertesticmar.• ( „ b ) l o c a M z a.

presencia de quistes amarillos de tamaño vanab le conten, Lo s caracoles del

género Z Z T s ^ X ^ ^ ^ ^ " * " ^ C U a n d° ^ ^

p e c e s infectados. La especie más frecuente es C . margmatum. Proterometra

Fig. 31

desarrolla el adulto en esófago e intestino de peces de agua dulce.

Azygia

Fig. 32

Cuerpo elongado, n o espinoso. Ventosa ora, ' H j ^ ^ ^ ^ ^ POÍ e " U a n s t o m a r s e en t r e m á t o d o adu,to. Se localiza en

estó-mago e intestino de peces de agua dulce.

Bucephalus

Fig. 33

Ventosa anterior, con tentáculos boca en «

saco del c i r r o extendiéndose en ,a m i t a p o s « ñ o r e l a d u l t o se lo ^ ^ ^ ^ ¡ g

la metacercaria también se halla en a etas, t e j ^ o subcutáneo y g ^ a l e t a s d e

caria bucefaloide se desarrolla en la almeja ^ ^ ' ^ ^ ^ ¡ ¡ d ^ ^ c u t á n e o o músculo, siendo esta la los peces de, genero L e p ó o s de los huevecillos

caracte-" c a b e z a j e b u e y caracte-" en las almejas.

Bucephalopsis

Fig. 34

En e, e x t r e m o anterior presentan u ^ a - n £ £

ssrras^rsr ¡n»

en

^

— . E, ba9 r e s e i n f e r a . ,

ingerir esta metacercaria.

DIGENEA: ECHINOSTOMIDA

Echinochasmus

Fig. 35

Fig. 30a. Ciclo biológico de Clinostomum: 1) Huevecillo; 2) Miracidio penetrando al molusco, intermediario; 3) Cercaría, fase infectiva para el bagre, en él se enquista para formar la metacer-caria; 4) Ave ictiófaga (garza, cormorán o pelí-cano) donde madura a tremátodo adulto en la faringe o el esófago.

Fig. 30. Clinostomum.

(25)

Fig. 32. Azygia,

Fiq 32a. Ciclo biológico de Azygia: 1) Hueve-cilio embrionario; 2) Los caracoles que utiliza como intermediario son: a) Amnícola, b)

Pleuro-cerca, c) Goniobasis; 3) La cercaría es ingerida y

se transforma en tremátodo adulto.

Fig 33b. Ciclo biológico de Bucephalus: 1) Hue-vecillo inmaduro; 2) El miracidio eclosiona y 3) penetra a la ostra (Ostrea edulis) donde se desa-rrolla la redia (a) con cercarías en su interior; 4 Cercaría llamada "cabeza de toro"; 5) Infecta al pez Catastomus commersoni y se transforma en metacercaria; 6) En el intestino del bagre se de-sarrolla a adulto (b).

Fig. 33.

Bucephalus

Petasiger

Fig. 36

Cuerpo pequeño, con la anchura máxima en la región media. Collar cefálico reniforme y doble que se continúa dorsalmente. El molusco intermediario es Helisoma, la metacercaria se enquista en peces dul-ceacu icol as. El adulto parasita aves.

Euparyphium

Fig. 37

Cuerpo delgado subcil índrico, collar cefálico reniforme con una doble hilera de espinas continuas. Acetábulo largo situado en la m i t a d anterior. La cercaria echinostoma se desarrolla en Stagnicola, nor-malmente se enquista en renacuajos. El a d u l t o parasita intestino de aves y mamíferos.

Psilostomum

Fig. 38

Cuerpo oval, sin espinas, el a d u l t o se encuentra en intestino de aves, en los peces se encuentra la meta-cercaria invadiendo el canal de la I ínea lateral del pez.

Pisciamphistoma

Fig. 39

Son de cuerpo elongado, ventosas terminales, "ventosa o r a l " (o faringe) sin divertículos, esófago con un bulbo en el e x t r e m o posterior. Ventosa posterior p r o m i n e n t e , se localiza en el intestino de peces, ciclo biológico desconocido.

DI GENE A: PLAGIORCHIDA

Vietosoma

Fig. 40

Cuerpo amplio, oval. Ventosas iguales o acetábulo más pequeño que la ventosa oral. Ovario lobulado, pretesticular. Testículos opuestos. Parásito intestinal de peces dulceacuícolas.

Parastiotrema

Fig. 41

Parásitos del bagre. Cuerpo f u s i f o r m e o elongado. Vitelaria escasa situada entre la región acetabulotes-ticular.

Plagiorchis

Fig. 42

Cuerpo elongado, ventosa oral subterminal, ciegos amplios alcanzando el e x t r e m o posterior. Acetábulo en la m i t a d anterior del cuerpo. Testículos oblicuos o en tándem, ovario pretesticular. Parásito de ver-tebrados. El molusco intermediario es Stagnicola, la cercaría se enquista en larvas de dípteros (Crirono-midae).

(26)

Bucephalopsis; Fig. 35. Echinochasmus; Fig. 36. Petasiger; Fig. 37. Eupharyphium

Fig. 38. Psilostomum; Fig. 39. Pisciamphostoma.

Fig. 40. Vietosoma; Fig. 41. Parastiotrema; Fig. 42. Plagiorchis; Fig. 43. Alloglossidium; Fig. 44.

Ma-croderoides; Fig. 45. Microphallus.

(27)

Alloglossidium

Fig. 4 3

Cuerpo espinoso, fusiforme, acetábulo menor que la ventosa oral, el ú t e r o pasa entre los• ^ í c u l o s e invade el e x t r e m o posterior del cuerpo, vive en el intestino de peces de agua dulce, los carac^es d ^ ge-nero Helisoma son los hospederos intermediarios, la cercana se enqu.sta en ninfas de

moscas dragón, larvas de libélulas y cangrejos. A corti es la especie mas c o m ú n y se considera un pato-geno potencial en Norteamérica.

Macroderoides

Fig. 44

Cuerpo elongado, espinoso. La bifurcación intestinal localizada a media distancia entre las ventosas, acetábulo preecuatorial. Testículos en tándem u oblicuos en la m i t a d postenor del cuerpo Ovario. pos-tacetabular Vitelaria confinada en la m i t a d posterior. El hospedero intermed.ar.o es el molusco He!,so-ma y la metacercaria se desarrolla en peces y anfibios.

Microphallus

Fig. 4 5

El adulto posee cuerpo pequeño, rodeado de pequeñas espinas, prefaringe " f ^ ^ ^ ^ ^ ^ f 3'

esófago estrecho y alargado y ciegos cortos. Ocasionalmente se localiza en estomago e intestinos de peces, la metacercaria se encuentra en cangrejos.

Megalogonia

Fig. 4 6

Cuerpo p i r i f o r m e , elongado. Ventosa oral subterminal con dos papilas musculares, W ™ * ^ ™ " * igual al acetábulo preecuatorial. Cuatro testículos arreglados en dos pares o p u e s t o s intercecale . Vite-laria lateral extendida de la faringe al e x t r e m o posterior. Parasita intestino de peces dulceacuícolas.

Crepidostomum

Fig. 47

Cuerpo oval, elongado, ventosa oral con un par de papilas ventrolaterales y dos pares de papilas dorsales, los miracidios penetran el molusco Musculim sp., la cercaría o f t a l m o x i f i d i o c e r c a se enqu.sta en el hemo-cele de ninfas de Ephemeroptera. Parásito del intestino de peces de agua dulce. C. ictalun es a especie más frecuente, se diferencia por las dos papilas que presenta sobre la ventosa oral; causa inflamación

intestinal.

Al/ocreadium

Fig. 4 8

Cuerpo más o menos elongado. Ventosas y faringe bien desarrolladas^ Acetábulo en la m i t a d anterior del cuerpo. Testículos en tándem o ligeramente oblicuos. V i t e l a n a abundante localizada a lo largo de los ciegos, poro genital medial.

Plagioporus

Fig. 49

Oval o elongado, ciegos largos, p o r o genital posterior a la faringe siniestra!. Vitelaria distribuida en la región anterior y posterior. Testículos en tándem, u oblicuos.

Fia 47a Ciclo biológico de Crepidostomun: 1) El huevecillo sale con las heces del bagre; 2) M.rac.d.o;

3) M o l u s ^ intermediario (Musculium); 4) Cercaría; 5) Se enquista en las ninfas de las moscas de mayo; 6) El bagre ingiere las ninfas infectadas; 7) Adulto en intestino.

(28)

Fig. 52a. Ciclo biológico de Nanophyetus; 1) Huevecillos inmaduros; 2) Miracidio eclosionado; 3 ) Molusco intermediario (Oxytrema silicula); 4) Cercaría; 5) Metacercarias en el pez; 6) El tremá-todo adulto se desarrolla en el intestino de los cánidos.

J í i / S V i i

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Fig. 49. Pagioporus; Fig. 50. Lepidauchen; Fia.

51. Phyllodistomum; Fig. 52 Nanophyetus* (Troglotrema)

Lepidauchen

Fig. 50

Cuerpo elongado u oval, no crenulado. Ventosa oral sin papilas musculares. Testículos en tándem. V i

-telaria de la zona acetabular al e x t r e m o posterior.

Phyllodistomum

Fig. 51

Cuerpo aplanado, translúcido, p i r i f o r m e , faringe ausente, ciegos sinuosos, el adulto vive en »a vejiga urinaria, uréteres y túbulos renales del bagre. La cercaría monocerca se desarrolla en el molusco.del

gé-nero Musculium y la metacercaria en artrópodos. Su presencia en el aparato urinario provoca tapona-m i e n t o en los conductos urinarios por lo cual es un patógeno potencial. La especie tapona-mas frecuente es

P. lacustri.

Nanophyetus*

Fig. 52

Cuerpo ovoide, pequeño (2 m m o m e n o s ) . Testículos ovoides, posteriores al acetábulo. Vitelaria lateral

extendida de ¿ f a r i n g e al extremo posterior de. cuerpo. El intermediario e ^ ^ ^ ^ cercaría se enquista en músculo, agallas, ríñones y t e j i d o conect.vo subcutaneo ^ ^ ^ * desarrolla en intestino de mamíferos. Su importancia en salud publica se debe a ^ e t r ^ e a 'a ^ ckettsia Neorickettsia helmintheca que causa intoxicaciones graves en cánidos y p r o b a b l e m e n t e tamoien

al hombre.

DI GENE A: OPISTOfíCHIlDA

Apophallus*

Fig. 53

metacercaria en músculo. El hospedero d e f i n i t i v o natural es perro, gato y / o garza.

Neochasmus*

Fíg. 54

músculo y el a d u l t o en intestino de peces y reptiles.

A llacanthochasmus *

Fig. 55

La metacercaria (fase larvaria de tremátodo) presenta cuerpo pequeño

anterior Ovario lobado, extendido transversalmente entre la ventosa ventral y testículos. Se localiza en

intestino de peces de agua dulce.

(29)

Fig. 53. Apophallus*; Fig. 54. Neochasmus*; Fíg. 55. Allacanthochasmus*; Fig. 56. Acetodextra; Fíg. 57. Centrovaríum.

Acetodextra

Fig. 56

Cuerpo pequeño, oval. Ventosa oral más grande que el acetábulo. Testículos elongados en el e x t r e m o posterior del cuerpo. Acetábulo a la derecha o izquierda de la línea media. Parasita vejiga natatoria y ovario, se le observa c o m o una mancha café en el ovario o vejiga natatoria. Se desconoce parte de su ciclo biológico. Ej. A. ameiuri.

Centrovaríum

Fig. 57

(30)

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CAPÍTULO-3

C E S T O D O S

G E N E R A L I D A D E S

Los céstodos pertenecen al f i l u m Platyhelminthes por ser gusanos acintados, aplanados dorsoventral-mente a excepción de la f a m i l i a Nematotaeniidae. Su c u e r p o presenta t í p i c a m e n t e u n escolex o cabeza, cuello y e s t r ó b i l o . Los céstodos son generalmente h e r m a f r o d i t a s o m o n o i c o s p o r l o cual cada proglo-t i d e c o n proglo-t i e n e u n juego de órganos r e p r o d u c proglo-t o r e s masculino y f e m e n i n o c o n pocas excepciones. Care-cen de un sistema digestivo y o b t i e n e n los n u t r i e n t e s a través del t e g u m e n t o .

A u n q u e habitan el t u b o digestivo en su estado a d u l t o existen pocos reportes acerca del daño ocasionado a peces dulceacuícolas d e b i d o quizá a la estrecha asociación hospedero-parásito, pero c u a n d o se presentan en gran c a n t i d a d causan enteritis hemorrágica, d i s t e n c i ó n a b d o m i n a l y emaciación c o m o en el caso de Botricephalus. A s i m i s m o Corallobothrium y Eubothrium se han r e p o r t a d o c o m o responsables de la pérdida de peso en peces de Canadá, Asia y E u r o p a .

Las formas larvarias (Fig. 58) p r o v o c a n los daños más severos d e b i d o al bajo grado de especifici-dad hospedatoria que poseen en contraste c o n los a d u l t o s , p r i n c i p a l m e n t e c u a n d o m.gran entre los órnanos del pez antes de enquistarse. Los daños que ocasionan i n c l u y e n fibros.s en visceras o gonadas

7™t?oc7phalus ambloplitis). Las larvas plerocecoides (Fig. 58c) del género Diphyllobothnum pueden provocar p e r i t o n i t i s plástica o granulación edematosa en estómago y ciegos, inclusive la m u e r t e , si pene-t r a en órganos vipene-tales.

Triaenophorus es la otra f o r m a patógena que se encapsula en m ú s c u l o o visceras, asimismo) los olerocercoides de Lígula y Schlstocephalus se desarrollan en cavidad celóm.ca de peces y el daño oca-sionado se debe a la c o m p r e s i ó n de los órganos d e b i d o a la presión ejercida por su gran t a m a ñ o , los cambios patológicos i n c l u y e n o b l i t e r a c i ó n de gónadas, p r o l i f e r a c i ó n de t e j i d o c o n e c t i v o y m u e r t e .

C L A S I F I C A C I O N T A X O N O M I C A

C L A S E C E S T O D A

C o m o parásitos del bagre se han r e p o r t a d o sólo m i e m b r o s de la subclase Eucestoda.

(31)

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CAPÍTULO-3

C E S T O D O S

G E N E R A L I D A D E S

Los céstodos pertenecen al f i l u m Platyhelminthes por ser gusanos acintados, aplanados dorsoventral-mente a excepción de la f a m i l i a Nematotaeniidae. Su c u e r p o presenta t í p i c a m e n t e u n escolex o cabeza, cuello y e s t r ó b i l o . Los céstodos son generalmente h e r m a f r o d i t a s o m o n o i c o s p o r l o cual cada proglo-t i d e c o n proglo-t i e n e u n juego de órganos r e p r o d u c proglo-t o r e s masculino y f e m e n i n o c o n p o c a s excepciones.

Care-cen de un sistema digestivo y o b t i e n e n los n u t r i e n t e s a través del t e g u m e n t o .

A u n q u e habitan el t u b o digestivo en su estado a d u l t o existen pocos reportes acerca del daño ocasionado a peces dulceacuícolas d e b i d o quizá a la estrecha asociación hospedero-parásito, pero c u a n d o se presentan en gran c a n t i d a d causan enteritis hemorrágica, d i s t e n c i ó n a b d o m i n a l y emaciación c o m o en el caso de Botricephalus. A s i m i s m o Corallobothrium y Eubothrium se han r e p o r t a d o c o m o responsables de la pérdida de peso en peces de Canadá, Asia y E u r o p a .

Las formas larvarias (Fig. 58) p r o v o c a n los daños más severos d e b i d o al bajo grado de especifici-dad hospedatoria que poseen en contraste c o n los a d u l t o s , p r i n c i p a l m e n t e c u a n d o m.gran entre los órnanos del pez antes de enquistarse. Los daños que ocasionan i n c l u y e n fibros.s en visceras o gonadas

7™t?oc7phalus ambloplítís). Las larvas plerocecoides (Fig. 58c) del género Diphyllobothnum pueden provocar p e r i t o n i t i s plástica o granulación edematosa en estómago y ciegos, inclusive la m u e r t e , si pene-t r a en órganos vipene-tales.

Triaenophorus es la otra f o r m a patógena que se encapsula en m ú s c u l o o visceras, asimismo) los olerocercoides de Lígula y Schístocephalus se desarrollan en cavidad celóm.ca de peces y el daño oca-sionado se debe a la c o m p r e s i ó n de los órganos d e b i d o a la presión ejercida por su gran t a m a ñ o , los cambios patológicos i n c l u y e n o b l i t e r a c i ó n de gónadas, p r o l i f e r a c i ó n de t e j i d o c o n e c t i v o y m u e r t e .

C L A S I F I C A C I O N T A X O N O M I C A

C L A S E C E S T O D A

C o m o parásitos del bagre se han r e p o r t a d o sólo m i e m b r o s de la subclase Eucestoda.

(32)

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(múltiple con escólex expuesto y con escólex protegido, respectivamente); 58 h. Larva plerocerco.de de Proteocephalidea.

Subclase Eucestoda: Comúnmente polizóicos. U n o o més juegos de órganos reproductores por proglótide. E m b r i ó n con seis ganchos. Parasitan intestino de vertebrados.

Orden Pseudophyllidea: Escólex con dos botrios.

Fam. Haplobothridae. Ej. Haplobothríum.

Fam. Bothriocephalidae. Ej. Bothriocephalus.

Fam. Triaenophoridae. Ej. Triaenophorus.

Orden Proteocephalidea: Escólex con cuatro ventosas, algunas veces con ventosa apical adicional o rostelo armado: Vitelógenas foliculares en márgenes laterales.

Fam. Proteocephalidae. Ej. Corallobotrium, Crepidobotríum, Ophiataenia

y Protocephalus.

Orden C y c l o p h y l l i d e a ; Escólex con cuatro ventosas. Rostelo presente o ausente. Víteliaria com-pacta, medial, usualmente postovárica.

Fam. Dilepididae. Ej. Dendrouterina*, Dilepis*.

CESTODOS P A R A S I T O S DE B A G R E

E U C E S T O D A : P S E U D O P H Y L L I D E A

Haplobothríum

Fig. 59

Gusano adulto pequeño y delgado. Pseudoescólex con apéndices cónicos, depresiones poco profundas dorsal y ventral, acanaladuras del margen posterior hacia el proglótide anterior en sentido l o n g i t u d i n a l ; dos pares de apéndices auriculares posterolaterales. Segmentación externa confinada a la región ante-rior del estrobilo. Testículos y vitelaría en la médula medial y lateral hasta los cordones nerviosos, con vesícula seminal externa.

El adulto parasita peces, la larva procercoide se desarrolla en copépodos. El plerocercoide se enquista en hígado de peces. Ej. la plerocercoide de H. g l o b u l i f o r m e se desarrolla en Ictalurus nebu-losus.

Bothriocephalus

Fig. 6 0

Escólex elongado, identaciones a los lados. Botrios elongados longitudinalmente. Sin cuello. Progló-tides acampanulados. Pseudometamerización secundaria algunas veces presente en las proglóProgló-tides más viejas. A t r i o genital dorsomedial. Poro uterino medial, anterior al a t r i o genital. Ovario elongado transversal mente, compacto. Vitelaria vertical. De las seis especies que han sido encontradas en Amé-rica B. acheilognathí se diferencia por su escólex que es más grande y triangular que en las demás especies. Vive en el duodeno, la presencia de varios gusanos causa obstrucción y distención, los daños a la mucuosa incluyen degeneración y necrosis acompañada por enteritis hemorrágica e i n f i l t r a c i ó n celular. Para efectuar su ciclo biológico utiliza a un copépodo del género Cyc/ops, que ingiere al coracidio y se desarrolla una larva procercoide en la cavidad del cuerpo; el bagre adquiere la enferme-dad cuando ingiere copépodos infectados. La quimioterapia es la única f o r m a de erradicar el parásito.

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