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PERIÓDICO CONSAGRADO Á LA DEFENSA DE LOS DERECHOS t INTERESES

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D

u

R E V I S T A C I E N T Í F I C A Y P R O F E S I O N A L

PERIÓDICO CONSAGRADO Á LA DEFENSA DE LOS DERECHOS t INTERESES

DE L A C L A S E F A R M A C É U T I C A E S P A Ñ O L A

D i r e c t o r : O . F r a n c i s c o M a r í n y S a n c h o .

El precio de suserición en Madrid y provincias es: 10 Las suscriciones pueden hacerse en la Redacción, calle de Silva, 49, segundo; Caballero de Gracia, 23, botica del Sr. Robert, sucesor del Dr. Font; Sacramento, 2, botica; Santa Isabel, 5, farmacia del Doctor Gómez Pamo; en la del Doctor Pizá,, Infantas, 26, en las principales libra-rias y también por medio de los corresponsales de pro» y. vincias.

pesetas un año; 5 pesetas semestre. Extranjero, 20 pesetas al año.

Anuncios y comunicados á precios convencionales. Toda la correspondencia al Director de L A FARMACIA ESPAÑOLA, calle de Silva, 49, segundo (esquina á la de la Luna), Madrid.

SE P U B L I C A T O D O S L O S J U E V E S

MADRID, JUEVES 24 DE NOVIEMBRE DE 1910

LO OÜE M QDE ESPERtR DEL "606,, W

Comunicación presentada á la Academia y

Laboratorio de ciencias m é d i c a s de Cata-luña por el sifiiiógrafo Dr. P. Umbert. S e ñ o r e s : Desde hace dos a ñ o s , en particu-lar el ú l t i m o i n v i e r n o , tuve el honor de pre-sentar á esta A c a d e m i a v a r i a s notas sobre Jos arsenicales, en p a r t i c u l a r el a t o x i l , en la sífilis. E x p u s e ante vosotros, con los detalles que p a s a r é ahora por alto, pero que eran entonces precisos, v a r i o s casos de sifilíticos que no r e a c c i o n a b a n a l H g y que en c a m b i o se m o s t r a r o n fuertemente influidos por el a t o x i l . Dos casos de a q u é l l o s deseo r e c o r d é i s y son los que corresponden á mis p r i m e r a y segunda nota, verdaderos casos de prueba, verdaderos y a d m i r a b l e s resultados obtenidos r á p i d a m e n t e , inesperadamente, con el a t o x i l . D e c í a entonces que el medicamento que tan útil se h a b í a mostrado en aquellos casos era completamente i n a c t i v o en otros, al parecer c o m p a r a b l e s , y c o n c l u í a diciendo q u e no acertaba á comprender las razones de aquellos resultados tan estrepitosamente c o n t r a -dictorios. De entonces a c á , los compuestos arsenicales han sido m u y estudiados,

habien-(1) De E l Restaurador farmacéutico.

do sido sus propiedades a n t i m i c r o b i a n a s a c t i v í s i m a s c o m p a r a d a s con su i n o c u i d a d p a ra f\ organismo, el origen de que fuesen l a n zadas á la c i r c u l a c i ó n científica ideas que g e r -m i n a b a n desde largo tie-mpo y que consisten, en resumen, en l a necesidad de a d m i t i r que ciertas sustancias q u í m i c a s obtenidas por s í n tesis tienen l a propiedad que E h r l i c h ha l l a -mado parasitotropa, es decir, que se dirigen y atacan a l microbio, mientras otras son o r ganotropas y se dirigen y a t a c a n a l o r g a -nismo en sus elementos celulares. E s t a t e o r í a , que indudablemente es cierta, parece u n a perogrullada s i se atiende á que de antiguo se sabe que l a q u i n i n a ataca a l hematozoario sin alterar las c é l u l a s o r g á n i c a s y adquiere solo toda su trascendencia cuando se l a ve en la base del sistema de l a t e r a p i a stertlisans magna, ideal que no creemos se h a y a t o d a v í a conseguido.

Cuando hice aquellas c o m u n i c a c i o n e s tuve la s a t i s f a c c i ó n de verme apoyado por algunos de nuestros c o m p a ñ e r o s , pero otros n e g a r o n al a t o x i l todo poder antisifllítico. L o mismo que nosotros, se fundaban ellos e n casos p r á c t i c o s , y o l v i d a n d o que un solo caso po-sitivo tiene m á s v a l o r que m i l negativos, se c r e í a n mis ilustrados contradictores en terreno tan firme como p o d r í a m o s estarlo n o s -otros.

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-738 L A F A R M A C I A E S P A Ñ O L A

ses h a b í a n s e visto casos a n á l o g o s á los míos^ y de tal modo l l a m a r o n l a a t e n c i ó n de los investigadores, q u e sucesivamente fueron apareciendo nuevos compuestos del m i s m o ó a n á l o g o s grupos q u í m i c o s , c a d a uno de los cuales representa u n progreso. M u n e i r a d e n -c o n t r ó l a he-ctina, de l a que se ha-cen grandes alabanzas, y E h r l i c h , d e s p u é s de l a a r s e n o f e n i l t a l e í n a , dió c o n el «606», del que se h a -b l a n m a r a v i l l a s .

Nosotros t a m b i é n hemos visto usar el «606» y nos proponemos trasparentar nuestra i m p r e s i ó n recopilando antes los datos y o p i n i o -nes que aportan á l a c u e s t i ó n aquellos c u y a experiencia de l a sífilis y del «606» constituye en autoridades; pero antes permitidme u n a

d i g r e s i ó n .

Si es permitido transportar un t é r m i n o m é -dico á un asunto v u l g a r , d i r é que hay epide-m i a s de entusiasepide-mo coepide-mo las hay ó las h a b í a de v i r u e l a . Acabarnos, ó a l menos en esta es-p e r a n z a v i v o , de estar sujetos á u n a de ellas y por m i parte puedo asegurar que no soy de los que l a epidemia h a y a atacado con m á s fuerza. E s decir, que desde el p r i n c i p i o del chubasco tuve abierto el paraguas de mi corta e x p e r i e n c i a . Y o no c r e í n u n c a que las p r i m e ras afirmaciones sobre los efectos t e r a p é u t i -cos del «606» eran tan satisfactorios como se a n u n c i a b a , p r i m e r o porque conozco l a prensa y segundo porque conozco l a sífilis.

V e r d a d es, s i n embargo, que el «606» ha sido lanzado con grande habilidad y no me e x t r a ñ a que algunos, excesivamente i m p r e -sionables, se hayan c r e í d o en el deber de per-sonarse en Francfort y c o m p r o b a r lo que tan-to les i n t r i g a b a . Dios me libre de acusar á E h r l i c h , quien s i n el «606» tiene infinidad de otros títulos á nuestro respeto y a l agradeci-miento de todos, pero desde a h o r a puede ase-gurarse que sus i m p r o v i s a d o s panegiristas le h a n prestado un flaco s e r v i c i o . L a necesidad del reportage sensacional se ha cebado en él como hizo con el i n m o r t a l K o c h , á quien su g r a n descubrimiento de l a t u b e r c u l i n a tantos sinsabores atrajo.

Quiero decir t a m b i é n , que el e s p e c t á c u l o que hemos dado en esta o c a s i ó n los m é d i c o s , lo mismo los que son l u m b r e r a s que los otros, es de lo m á s lamentable, pues á gusto de lo que c o n v e n í a á l a g r a n prensa, ha sido influida l a o p i n i ó n publica exaltando p r i m e r o l a n o v e -dad y tratando d e s p u é s por todos los medios de desprestigiarla. H a y m á s , se h a venido h a b l a n d o c o n el c o r a z ó n l i g e r o y s i n p a r a r m i e n

-tes en el eco desesperante que h a b í a de tener en el e s p í r i t u de los sifilíticos de que s é h a b í a descubierto el medio de c u r a r l a sífilis, dejan-do entender, ó diciendejan-do claramente, que antes del «606» l a sífilis no se c u r a b a .

¿Qué p e n s a r í a n los que habiendo estado en-fermos h a b í a n confiado su c u r a c i ó n a l viejo y a d m i r a b l e mercurio? ¿Qué concepto les m e r e c e r í a á los enfermos e l m é d i c o que h a b i é n doles dicho que estaban curados les h a b í a e n -g a ñ a d o , puesto que solo el «606» c u r a b a de verdad? ¡Con q u é inquietud, con q u é sobre-salto se p e r s o n ó en m i despacho un cliente á quien yo h a c í a tres meses d i p o r curado y a u t o r i c é á contraer m a t r i m o n i o ! Y o le h a b í a e n -g a ñ a d o , él estaba enfermo y expuesto á todas las consecuencias de l a sífilis; su mujer, tan p u r a h a c í a doce semanas, estaba q u i z á s y a infectada, y sobre todo ¿qué s e r í a del hijo que h a c í a pocos d í a s se le h a b í a anunciado? T r a bajos tuve p a r a convencerle de que el m e r curio c u r a b a radicalmente cuando se a d m i -n i s t r a b a e-n f o r m a y tiempo co-nve-nie-nte y que era n a t u r a l , ó mejor, h u m a n o , que y a que el «606» v e n í a á competir c o n el m e r c u r i o , p r o -curase antes desacreditarle.

Y a l decir esto d e c í a yo l a v e r d a d , porque y a no cuento s i q u i e r a los individuos á quienes he curado de solteros, y que d e s p u é s , casados, han tenido l o z a n a y numerosa descendencia, y otros, m á s viejos que y o , h a n podido esta-blecer e s t a d í s t i c a s en que se demuestra de u n modo indubitable que el m e r c u r i o , tomado como se debe, es u n a g a r a n t í a c a s i absoluta c o n t r a las consecuencias de l a sífilis.

L a sífilis se c u r a hace cuatro siglos, a h o r a mejor que antes, y en toda E u r o p a no m u e r e n a l a ñ o los doscientos sifilíticos que con e v i -dente e x a g e r a c i ó n y c r a s a i g n o r a n c i a se afir-ma haber salvado y a de l a muerte c o n el «606». E l que tal cosa afirmó no s a b í a de que h a b l a -ba, porque si muere a l g ú n sifilítico es porque no se h a medicado como d e b í a . Se me puede objetar que si la sífilis no m a t a lo hace l a pa-rasífilis, pero es indudable no solo que no se r e f e r í a n á esta forma de sífilis los 200 r e s u c i -tados, sino que l a c u e s t i ó n de l a c u r a b i l i d a d de l a tabes y P . G . , q u e d a r á c o n el «606» en el mismo l u g a r que estaba.

A c l a r a d o s estos conceptos, varaos á exponer el estado actual de l a c u e s t i ó n de l a c u r a -b i l i d a d de l a sífilis por el «606», y deducir lo que se ha de esperar de é l .

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con el nombre de «606», responde á l a f ó r -m u l a :

O H \ / O H H C 1 N H 2 / \ N H 2 H C 1

E s u n d i c l o r h i d r a t o de d i o x i d i a m i d o a r s e -nobenzol, derivado del diarse-nobenzol, cuer-po de c o n s t i t u c i ó n a n á l o g a á los diazobenzo-les, estudiados hace mucho tiempo.

E l diarsenobenzol C6H5As = AsC6H5, t o m a n -do -dos grupos o x h i d r í l i c o s y -dos NH2, se transforma sucesivamente: O H - C6H4As = AsC6H4 — O H ó d i o x i a r s e n o b e n z o l , y O H s . / O H xTTTI, y C m ^ A s = AsC6H5C N H 2 / \ N H 2 ó d i o x i d i a m i d o a r s e n o b e n z o l .

Este ú l t i m o cuerpo constituye l a base de l a sal «606» que es el d i c l o r h i d r a t o :

L a m a n i p u l a c i ó n e x t e m p o r á n e a p a r a po-n e r l a epo-n estado de ser ipo-nyectada, copo-nsiste epo-n l a s a t u r a c i ó n por l a sosa en exceso de dos m o l é c u l a s de HC1: l a base p r e c i p i t a en s o l u -c i ó n a l -c a l i n a y es en r e a l i d a d u n a s u s p e n s i ó n de esta base poco estable l a que se inyecta.

0 H X C T P A s - A s C « H ^ 0 H H C J N H V Ü H AS - A S b * \ N H 2 H C 1 + m a O H =

N 0 H ^ ) c ^ A s

= A s C B H 3 ( ^ 2

+ SJNaCl + 2H20

P a r a inyectar el polvo es preciso en el m o -mento de l a o p e r a c i ó n saturar en exceso c o n u n a d i s o l u c i ó n de sosa dos m o l é c u l a s de HC1. L a o p e r a c i ó n en sí no es m á s l a b o r i o s a ni d i -fícil que c u a l q u i e r a de las que se p r a c t i c a n en a n á l i s i s q u í m i c o , consistiendo el objetivo en dejar l a s o l u c i ó n saturada con un exceso lo menor posible de sosa, g u i á n d o s e en l a ope-r a c i ó n poope-r medio de l a f e n o l t a l e í n a y el papel de tornasol. Objetivamente se comprueba que l a s o l u c i ó n e s t á bien preparada por l a a p a r i -c i ó n de un ligero -color rosado en l a parte su-p e r i o r del l í q u i d o .

Y a en este momento existen diversas m a -neras de p r e p a r a r l a s o l u c i ó n , pues cada uno de los que lo han experimentado ha i n t r o d u -cido a l g u n a modificación que bautiza d e s p u é s con el nombre de m é t o d o de X . Es probable que se publiquen muchas otras y acabe por generalizarse alguno de los que e s t á n p a r a inventar, pues todos los actuales adolecen del

defecto de no l o g r a r verdaderas y completas soluciones.

Solo e x p o n d r é el m é t o d o p r i m i t i v o de E h r -l i c h . E n un tubo de ensayo se c o -l o c a n 30 á 70 centigramos de «606» con un c e n t í m e t r o c ú -bico de alcohol m e t í l i c o puro. Se a ñ a d e n 10 c e n t í m e t r o s c ú b i c o s de agua destilada esterilizada y una s o l u c i ó n n o r m a l de sosa e s t e r i l i zada en cantidad suficiente p a r a dejar c o m -pletamente neutralizado el producto. E n fin, se a ñ a d e de 10 á 30 c e n t í m e t r o s c ú b i c o s de agua esterilizada cuando se quiere hacer l a i n y e c c i ó n i n t r a m u s c u l a r y de 100 á 150 s i se quiere h a c e r l a i n t r a v e n o s a . L a e s t e r i l i z a c i ó n no debe hacerse con el c a l o r y l a i n y e c c i ó n debe hacerse inmediatamente, lo que prueba l a desconfianza que tiene E h r l i c h en l a per-fecta solubilidad del producto.

L a i n y e c c i ó n i n t r a m u s c u l a r tiene por el momento m á s partidarios que la i n t r a v e n o s a , porque tiene menos peligros, y l a e l i m i n a c i ó n del compuesto es menos r á p i d a , teniendo por consiguiente m á s tiempo p a r a obrar. A d e m á s , en la i n y e c c i ó n intravenosa es m á s fácil perder l í q u i d o ; m á s lenta, i m p r e s i o n a m á s al e n -fermo y le expone, digan lo que se quiera, á u n a muerte repentina por e m b o l i a .

Con efecto, hay que tener presente que las embolias deben producirse casi siempre, ó mejor siempre, en las inyecciones i n t r a v e n o -sas con sustancias imperfectamente solubles como Jo es el «606» y que si los casos de muerte por este mecanismo son raros, es s i n duda por la r a z ó n de que las embolias no t i e -nen gravedad per se, sino por el sitio en que se r e a l i z a n . SI la e m b o l i a se verifica en un arte-r i o l a cuyo tearte-rarte-ritoarte-rio i arte-r arte-r i g a d o no e s t á encaarte-r- encar-gado de una función vital ó que e s t á n d o l o tiene otras que l a sustituyen, no p a s a r á n a d a , pero si el paso d é l a c i r c u l a c i ó n se r e a l i z a en el bulbo, por ejemplo, entonces l a muerte r e pentina s e r á l a consecuencia del a t r e v i m i e n -to. Afortunadamente, p a r a los aficionados á jugar con fuego, estas regiones o r g á n i c a s que con respecto á las embolias pueden calificar-se de intolerantes, son relativamente pocas y de escasa e x t e n s i ó n . T é n g a s e t a m b i é n en c u e n t a que los accidentes mortales ocurridos por l a i n y e c c i ó n intravenosa no se dan á l a publicidad, porque el m é d i c o no i g n o r a que en l a o c u r r e n c i a no e s t á libre de r e s p o n s a b i -lidad. A ñ a d a m o s que sabemos de algunos que usan de l a i n y e c c i ó n intravenosa en el hospital y c a m b i a n de m é t o d o en l a clientela p a r -t i c u l a r .

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740 LA F A R M A C I A E S P A Ñ O L A

U n a vez inyectado el enfermo, si lo ha sido en un m ú s c u l o siente un dolor intenso que v a en aumento y dura hasta ocho d í a s en a l g u -nos casos, durante cuyo tiempo el enfermo puede verse obligado á guardar c a m a . L a fie-bre, que m á s ó menos intensa se presenta siempre, llega á las dos ó cuatro horas y a l -canza hasta 40° en a l g ú n caso. Hemos visto un caso c o n delirio intenso y otro en que l a enferma estaba p o s i r a d í s i m a el tercer d í a de la i n y e c c i ó n . Otros han visto c i l i n d r o s y a l b ú m i n a , a n u r i a , y a b o l i c i ó n de reflejos, f e n ó m e -nos que E h r l i c h atribuye al alcohol m e t í l i c o i m p u r o . T a m b i é n se han publicado casos en que ataques epleptiformes y amaurosis pasageras h s n demostrado la certeza de las p a l a -bras de E h r l i c h a l afirmar que tenía el «606» por una sustancia a c t i v í s i m a que c o n v e n í a manejar con l a m a y o r p r u d e n c i a , a b s t e n i é n dose por ahora y mientras tanto las c o n t r a i n -dicaciones no sean bien determinadas, de-in-yectarlo á individuos que a d e m á s de l a sífilis tengan alguna otra tara o r g á n i c a .

Ha habido casos de muerte de los que se han publicado 15, h a b i é n d o s e dado distinta i n -t e r p r e -t a c i ó n al mecanismo de su muer-te; pero aun dejando á un lado todos aquellos cuyo fallecimiento puede explicarse de otra m a -n e r a que por l a a c c i ó -n del medicame-nto, quedan algunos, 7 en cifra exacta, c u y a muerte no puede atribuirse m á s que a l m e d i c a -mento inyectado. L a p r o p o r c i ó n , si se tiene en cuenta el n ú m e r o de inyectados, que llega y a á unos doce m i l , no es muy grande; pero es lo suficiente para poner en guardia y usar de l a prudencia recomendada p o r . E h r l i c h .

Estos casos han obligado á E h r l i c h á fijar las contraindicaciones, que son por el m o -mento l a vejez, afecciones renales, c a r d í a c a s , h e p á t i c a s , e s p l é n i c a s , pulmonares, arterio es-clerosis, afecciones del fondo del ojo, ú l c e r a s de e s t ó m a g o , lesiones degenerativas del sis-tema nervioso, embarazo. Se puede pensar que a u m e n t a r á n , pero pueden t a m b i é n d i s m i n u i r á medida que el medicamento se m a -neje mejor, d i s o l v i é n d o l e bien y fijando l a dosis por k i l o de enfermo.

Hago g r a c i a de las historias c l í n i c a s p a r a sentar principios generales. Como se ve, desde los p e q u e ñ o s m o v i m i e n t o s febriles, ligeras anurias y taquicardias, amaurosis pasageras, etc., hasta en los casos de muerte, hay la posi-bilidad de accidentes variados, o b s e r v a c i ó n que habiendo sido hecha á E h r l i c h le s u g i r i ó la idea de preguntar c u á l es el medicamento

de los que se tienen por activos que no e x -p o n g a á iguales contratiem-pos.

Lo cierto, lo positivo, es que el «606» o b r a activamente sobre l a sífilis y lo dudoso es: 1.° que esterilice de una vez como t o d a v í a p r e -tenden algunos, y 2.° que pueda usarse c o n esta utilidad general que tiene el H g .

El «606» obra activamente sobre los i n f i l t r a -dos ulcera-dos ó no exactamente como el H g aunque de un modo m á s r á p i d o , pero fracasa en algunos casos sin saberse por q u é , como le pasaba a l a t o x i l y como sucede c o n el H g . Ya se comprende que s i fuese esta su ú n i c a ventaja s e r í a y a apreciable, pero en evidente d e s p r o p o r c i ó n con lo que de él se esperaba. Si a d e m á s se tiene en cuenta que no son los accidentes c u t á n e o s los que hacen l a g r a v e -dad de l a sífilis sino las parasífllis y é s t a no es modificada por el «606», se c o m p r e n d e r á que el problema de las sífilis no e s t á t o d a v í a re-suelto. Es m á s , yo pienso que si el «606» no c u r a de una sola vez como se nos h a b í a p r o -metido, el «606» s e r á un nuevo d e s e n g a ñ o . L a s c o n t r a i n d i c a c i o n e s numerosas y los efectos inmediatos á l a i n y e c c i ó n son dificultades que solo estirilizando completa y r á p i d a m e n t e e l organismo pueden ser compensadas.

Si el «606» no garantiza contra l a p a r a s í f i -lis, yo prefiero el H g y es por esto que debe suspenderse todo juicio definitivo y pensar y obrar en l a fe de que estamos en el periodo de ensayos.

L a s ventajas del «608» sobre el H g son v e n -tajas de tiempo, acortando l a e v o l u c i ó n de los gomas, ú l c e r a s , p á p u l a s , etc., pero esto no es bastante, esto, no es el ideal, porque si l a s í -filis fuese sólo u n a dermatosis, s e r í a u n a de las enfermedades m á s benignas que e x i s t i -r í a n . E s p e -r e m o s que el «606» si no en una, en dos ó tres i n y e c c i o n e s , c o n s t i t u i r á u n a g a -r a n t í a segu-ra de que n i n g ú n enfe-rmo l l e g a -r á á l a tabes n i á l a p a r á l i s i s g e n e r a l . E s p e r e -mos, s e ñ o r e s , el «607».

UMBERT.

PROYECTO DE BASES PARA LA FU1ACIÓN

DE LA ASOCIACIÓN DE FARMACÉUTICOS ESPAÑOLES

Objeto y fin de l a A s o e i a e i ó n .

L a s presentes bases e s t á n destinadas á u n i r en una sola entidad las asociaciones p a r c i a -les de f a r m a c é u t i c o s existentes en E s p a ñ a : el nombre de la nueva entidad s e r á : ASOCIACIÓN DE FARMACÉUTICOS ESPAÑOLES, y t e n d r á por r e s i d e n c i a M a d r i d .

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E l fin p r i m o r d i a l que con esta a s o c i a c i ó n se persigue, es crear una entidad por medio de Ja que podamos ponernos en r e l a c i ó n con los d e m á s f a r m a c é u t i c o s del mundo c i v i l i z a d o y tengamos l a debida r e p r e s e n t a c i ó n en l a « F e -d e r a c i ó n Internacional -d e f a r m a c é u t i c o s » , propuesta en el Congreso I n t e r n a c i o n a l de f a r m a c i a celebrado en Bruselas en Setiembre pasado, y poder al mismo tiempo influir en l a c o n f e c c i ó n de l a F a r m a c o p e a i n t e r n a c i o n a l que se e s t á discutiendo hace y a tiempo en aquella c i u d a d .

E l segundo fin que con l a a s o c i a c i ó n que se proyecta se persigue, es u n a i n t e l i g e n c i a en-tre todos los f a r m a c é u t i c o s e s p a ñ o l e s , á fin de que con esta u n i ó n podamos defender m á s i n -tensamente nuestros intereses, hasta el pre-sente mirados con i n d i f e r e n c i a r e m a r c a b l e .

L a A s o c i a c i ó n ae f a r m a c é u t i c o s e s p a ñ o l e s , t e n d r á como g u í a al constituirse, en el orden i n t e r n a c i o n a l , los acuerdos tomados en el y a mencionado Congreso Internacional de far-m a c i a de Bruselas; y a s í , h a r á lo posible p a r a que pueda nuestra A s o c i a c i ó n ser reconocida civilmente y tenga potestad j u r í d i c a en c i e r -tos asun-tos en los que sólo el f a r m a c é u t i c o puede d i c t a m i n a r y ú n i c a m e n t e él con sus con o c i m i e con t o s puede hacerlo cocon extricta j u s t i -c i a ; p r o -c u r a r á t a m b i é n que «el monopolio de l a venta de especialidades medicamentosas sea reservado exclusivamente al f a r m a c é u t i -co» y e s t u d i a r á l a c u e s t i ó n de las patentes y marcas de f á b r i c a para dar cuenta de sus tra-bajos en el nuevo Congreso i n t e r n a c i o n a l que se convoque.

E n el orden interior, l a A s o c i a c i ó n que se pretende formar, i n c u l c a r á la c o n c o r d i a entre los comprofesores, c u i d a r á con todos los medios que á su alcance se encuentren de l e v a n tar el estado m o r a l de ios profesionales, a u -mentando la confianza en l a p r o f e s i ó n que d e s e m p e ñ a m o s , haciendo que se vea con me-nos pavor y m á s serenidad el p o r v e n i r que nos espera.

Esto d a r á á l a farmacia e s p a ñ o l a m á s fuer-zas para l u c h a r y m á s confianza en el triunfo.

Con esta confianza, e n t r a r á con m á s a r d o r á la lucha y r e s o l v e r á con m á s a r m o n í a á s u s necesidades y derechos los problemas que en l a actualidad la conmueven; l o g r á n d o s e con nuestra resuelta y confiada actitud, que las farmacias m i l i t a r e s se mantengan en su justo límite y que su existencia no d i s m i n u y a los ingresos del f a r m a c é u t i c o c i v i l ; que se resuelvan equitativamente los pleitos de las

farmacias cooperativas y l a l i m i t a c i ó n de far-macias, y llegaremos á conseguir que sea el f a r m a c é u t i c o el ú n i c o que intervenga en el comercio de drogas, sean é s t a s para l a i n d u s -tria ó para el consumo.

A fin de no m e r m a r el prestigio de l a A s o c i a c i ó n , é s t a f u n c i o n a r á , pues, solamente c u a n -do los altos intereses de l a f a r m a c i a lo e x i j a n ; esto es, cuando un asunto de i n t e r é s g e n e r a l p a r a l a f a r m a c i a e s p a ñ o l a ó internacional r e

-clame su i n t e r v e n c i ó n ; en casos p a r t i c u l a r e s , • no s e r v i r á m á s que de mediadora entre la e n

-tidad demandante y los poderes p ú b l i c o s y h a r á v a l e r su influencia en los casos que l a s entidades asociadas lo r e c l a m e n .

O r g a n i z a e i ó n de l a parte d i r e c t i v a de l a Asociación.

L a A s o c i a c i ó n de f a r m a c é u t i c o s e s p a ñ o l e s e s t a r á constituida por dos Juntas: una repre-sentativa y consultiva, y la otra ejecutiva, que n a c e r á del seno de la p r i m e r a .

L a Junta consultiva e s t a r á constituida por un representante de cada u n a de las regiones naturales en que se divide E s p a ñ a ; d i c h a J u n t a , c o n s t a r á , pues, de siete miembros, que r e p r e s e n t a r á n las regiones siguientes: A n d a l u c í a , A r a g ó n , Castilla, C a t a l u ñ a , G a l i c i a , r e i nos de V a l e n c i a y M u r c i a , las p r o v i n c i a s V a s -congadas y A s t u r i a s .

A l constituirse l a A s o c i a c i ó n , f o r m a r á n l a p r i m e r a Junta los siete presidentes de los C o -legios ó A s o c i a c i o n e s f a r m a c é u t i c a s que cuenten mayor n ú m e r o de a ñ o s de e x i s t e n c i a en l a r e g i ó n respectiva; y las siguientes, por el presidente del Colegio ó A s o c i a c i ó n que por m a y o r í a designen los presidentes de Colegios ó A s o c i a c i o n e s de cada r e g i ó n . E s t a J u n t a s e r á renovada cada cinco a ñ o s .

Del seno de esta J u n t a consultiva s a l d r á l a Junta ejecutiva, que se c o m p o n d r á de tres miembros: el presidente, el vicepresidente, que h a r á las veces de tesorero, y el secreta- . r i o . L a J u n t a ejecutiva s e r á renovada p a r c i a l -mente c a d a dos a ñ o s ; en el p r i m e r bienio, ser á n sustituidos el vicepseresidente y el s e c ser e t a -rio, y en el segundo, el presidente.

Los cargos de l a J u n t a ejecutiva s e r á n designados por los miembros de l a Junta c o n -s u l t i v a .

Como la J u n t a consultiva ha de renovarse c a d a c i n c o a ñ o s y los de la ejecutiva s e r á n renovados c a d a dos a ñ o s , los s e ñ o r e s f a r m a -c é u t i -c o s ú l t i m a m e n t e elegidos q u e d a r á n un a ñ o en el seno de l a nueva Junta p a r a poner a l corriente á ios comprofesores entrantes de

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742 L A F A R M A C I A E S P A Ñ O L A

los asuntos pendientes de r e s o l u c i ó n ; al final i z a r efinal a ñ o , c e s a r á n en efinal cargo finalos tres i n d i -viduos y s e r á n elegidos los tres de l a nueva J u n t a .

C o n s t i t u i r á n los m i e m b r o s electores y ele-gibles de la A s o c i a c i ó n , todos los presidentes de los Colegios ó A s o c i a c i o n e s de f a r m a c é u -ticos que representen l a m a y o r í a de los de l a p r o v i n c i a que deba tener r e p r e s e n t a c i ó n ; c a -da p r o v i n c i a no t e n d r á m á s que un voto.

P a r a formar parte de l a A s o c i a c i ó n , los C o -legios ó A s o c i a c i o n e s f a r m a c é u t i c a s e n v i a r á n , junto con su a d h e s i ó n , la c o n f o r m i d a d con las bases aprobadas á l a Junta ejecutiva, y é s t a d e c r e t a r á su a d m i s i ó n s i r e ú n e las c o n d i c i o -nes establecidas en estas bases.

L o s cargos de los i n d i v i d u o s de las dos J a n tas s e r á n completamente honoríficos; se a b o -n a r á -n -no obsta-nte á los mismos los gastos que ocasione el d e s e m p e ñ o de cargos de re-p r e s e n t a c i ó n en A s a m b l e a s ó Congresos, si a s í lo a c u e r d a l a J u n t a c o n s u l t i v a por m a y o r í a de votos.

O r g a n i z a c i ó n e c o n ó m i e a de l a A s o c i a c i ó n . P a r a c u b r i r los gastos que el f u n c i o n a m i e n to de l a A s o c i a c i ó n ha de ocasionar, los C o legios adheridos á l a m i s m a , i a s u b v e n c i o n a -r á n c o n una c a n t i d a d a n u a l de 2 pesetas po-r i n d i v i d u o como m í n i m u n .

Esta cantidad no obstante, atendida l a fina-lidad de l a A s o c i a c i ó n , p o d r á v a r i a r , fijándo-se como m á x i m u m l a cuota de cinco pefijándo-setas anuales por i n d i v i d u o .

L a c a n t i d a d a n u a l á pagar por los Colegios d e b e r á fijarse previamente por u n p r e s u -puesto hecho por l a Junta ejecutiva y que a p r o b a r á l a Junta c o n s u l t i v a , en vista á los gastos que los asuntos á resolver p o r l a A s o -c i a -c i ó n pueden o-casionar; di-cho presupuesto d e b e r á estar aprobado y repartirse á los C o -legios antes de 1.° de N o v i e m b r e , á fin de que los Colegios puedan consignar en sus respec-tivos presupuestos l a cantidad fijada por l a Junta de l a A s o c i a c i ó n .

A l presupuesto a c o m p a ñ a r á t a m b i é n un es-tado de cuentas del a ñ o anterior, p a r a que las Juntas de los Colegios adheridos tengan notic i a de l a m a n e r a noticomo los fondos s u m i n i s t r a -dos por ella han sido inverti-dos.

Base transitoria.

Se c o n s i d e r a r á constituida l a A s o c i a c i ó n , cuando se h a y a n adherido a l proyecto l a c u a r t a parte de los Colegios p r o v i n c i a l e s de l a P e n í n s u l a .

SECCIÓN O F I C I A L

M I N I S T E R I O D E L A G O B E R N A C I Ó N REAL ORDEN

l i m o . S r . : Vistas las actas r e m i t i d a s p o r V . I. de las sesiones celebradas en los d í a s 4, 5 y 6 del corriente mes por l a A s a m b l e a e x t r a o r d i n a r i a de asociados del M o n t e p í o de m é d i c o s titulares, convocada por r e a l orden de 4 de Octubre ú l t i m o :

Resultando de las mismas:

Que puesto á d i s c u s i ó n , con a r r e g l o a l p á -rrafo 2.°, art. I.0 de l a referida r e a l o r d e n , l a conveniencia p a r a los asociados de l a l i q u i d a -ción del M o n t e p í o , devolviendo á los socios el importe de sus cuotas, con las utilidades que pudieran corresponderles, «la A s a m b l e a u n á -nimemente, por a c l a m a c i ó n y s i n u n a sola protesta, a c o r d ó l a l i q u i d a c i ó n i n m e d i a t a » , a p r o b á n d o s e t a m b i é n u n a p r o p o s i c i ó n en el sentido de que esta l i q u i d a c i ó n se practique todo lo r á p i d a m e n t e que sea posible, con dev o l u c i ó n de las cuotas ingresadas por c o n c e p -to de t í t u l o s , 8 por 100, certificaciones, sub-venciones é intereses del c a p i t a l .

Que en l a del 6 del citado mes, c u m p l i e n d o acuerdos tomados en l a del d í a 5, se eligió por u n a n i m i d a d l a C o m i s i ó n l i q u i d a d o r a , c o m puesta de nueve vocales en concepto de p r o -pietarios y de otros nueve como suplentes, representando todos los nueve grupos regionales que creyeron conveniente formar, p r o p o n i é n d o s e d e s p u é s , y a c e p t á n d o s e por a c l a -m a c i ó n , p a r a presidente de l a C o -m i s i ó n refe-r i d a a l E x c m o . S refe-r . Conde de R o m a n o n e s ; y

Que, por ú l t i m o , con aplauso u n á n i m e de l a A s a m b l e a , y p a r a t e r m i n a r las sesiones, se a c o r d ó un voto de gracias a l presidente y se-cretarios de l a d i c h a A s a m b l e a , para l a prensa y para l a C o m i s i ó n a d m i n i s t r a t i v a a c t u a l del M o n t e p í o :

Vistos, a s i m i s m o , el real decreto de 17 de Octubre de 1905 aprobando e l reglamento del citado M o n t e p í o , s e ñ a l a d a m e n t e en sus ar-tículos 38, 39, 67 y 68; la real orden de 10 de J u n i o y el r e a l decreto de 20 de Octubre de 1908, y las reales ó r d e n e s de 19 de J u l i o de 1909 y 4 de Octubre ú l t i m o :

Considerando que son acuerdos concretos y terminantes adoptados por u n a n i m i d a d y s i n protesta a l g u n a por los asociados del M o n t e -pío reunidos en l a A s a m b l e a e x t r a o r d i n a r i a convocada, los de d e c l a r a r en l i q u i d a c i ó n l a

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referida a s o c i a c i ó n benéfica; que esta l i q u i d a -c i ó n se pra-ctique -con toda u r g e n -c i a y -con arreglo á los acuerdos adoptados, y que l a lleve á efecto l a Comisión l i q u i d a d o r a n o m -b r a d a en s e s i ó n del 6 de los corrientes, -bajo l a p r e s i d e n c i a que en l a m i s m a se d e s i g n ó :

Considerando que procede por lo expuesto practicar l a l i q u i d a c i ó n del M o n t e p í o , dentro de los t é r m i n o s s e ñ a l a d o s en los apartados 7.° y 8.° de l a r e a l orden de 4 de Octubre ú l t i -mo, con l a i n s p e c c i ó n que este ministerio se reserva detallar, y que a s i m i s m o es p r o c e . dente que cese y a l a C o m i s i ó n a d m i n i s t r a t i v a especial, que v e n í a funcionando á los efectos de l a r e a l orden de 10 de Junio y del real de-creto de 20 de Octubre de 1908, h a c i é n d o s e por esta C o m i s i ó n á l a l i q u i d a d o r a l a entrega que prescribe el dicho apartado 7.° en l a forma en él c o n s i g n a d a ,

S. M . el rey (q. D . g.) se h a servido d i s -poner:

1. ° Que se declare en estado de l i q u i d a -c i ó n á l a a s o -c i a -c i ó n b e n é f i -c a denominada M o n t e p í o de m é d i c o s titulares, á que se refiere el real decreto de 17 de Octubre de 1905.

2. ° Que se proceda á hacer efectiva l a d i -cha l i q u i d a c i ó n , dentro de los plazos y en l a f o r m a s e ñ a l a d a en los apartados 7.° y 8.° de l a real orden de 4 de Octubre ú l t i m o , por l a siguiente C o m i s i ó n l i q u i d a d o r a propuesta por l a A s a m b l e a , y que se acepta í n t e g r a m e n t e : Presidente, E x c m o . S r . Conde de R o m a -nones. V o c a l e s : P o r l a R e g i ó n de las p r o v i n c i a s V a s c o n g a d a s , N a v a r r a y Santander, v o c a l propietario, D . J u a n Antonio A r z o l a . Idem suplente, D. J o s é E g u i g u r e n . P o r las p r o v i n c i a s de C a s t e l l ó n , V a l e n c i a * A l i c a n t e , M u r c i a y Albacete, vocal p r o p i e t a -rio, D . V i r g i l i o Saez. Idem suplente, D. A r t u r o C u b e l l s . P o r G a l i c i a , A s t u r i a s y L e ó n , vocal p r o p i e -tario, D . J u l i o L a r e d o . Idem suplente, D . A n d r é s V á z q u e z V e r e a . P o r C a t a l u ñ a y Baleares, vocal propietario, D. F e l i o V i l l a r r u b i a s . Idem suplente, D , E u s e b i o V e l l i . P o r A r a g ó n y L o g r o ñ o , v o c a l propietario, D. A n t o n i o V a l e r o . Idem suplente, D . J o s é S e l m a . P o r M a d r i d , T o l e d o , C u e n c a , Guadalajara, Ciudad R e a l , Segovia y A v i l a , v o c a l propieta-r i o , D . Antonio J i m é n e z Vepropieta-rdejo.

Idem suplente, D . M a n u e l M a r t í n e z Saldise. P o r Z a m o r a , S a l a m a n c a , Burgos, S o r i a , P a

-l e n c i a y V a -l -l a d o -l i d , v o c a -l propietario, don Teodoro Diez S a n g r a d o r .

Idem suplente, D . J o a q u í n F e b r e l E s t e r a s . P o r E x t r e m a d u r a , C ó r d o b a , S e v i l l a y H u e l -v a , -vocal propietario, D . S i m ó n Serrano.

Idem suplente, D . A n t o n i o Cabello.

P o r las d e m á s p r o v i n c i a s andaluzas, v o c a l propietario, D, M a n u e l M o y a .

Idem suplente, D . S e b a s t i á n L ó p p z C a m p o s . 3. ° Que l a precitada C o m i s i ó n l i q u i d a d o r a , a l realizar su m i s i ó n , tenga en cuenta las prescripciones a d m i n i s t r a t i v a s procedentes, y s e ñ a l a d a m e n t e , en cuanto a i m o v i m i e n t o de fondos propios del M o n t e p í o , los a r t í c u l o s 38 y 39 del real decreto de 17 de Octubre de 1905, y respecto á los p r i n c i p i o s fundamentales de la l i q u i d a c i ó n , el 67 y d e m á s concordantes de dicho real decreto.

4. ° Que por la actual Comisión a d m i n i s t r a -t i v a especial del M o n -t e p í o , que cesa en sus funciones, se haga entrega á l a C o m i s i ó n l i -q u i d a d o r a designada en l a d i s p o s i c i ó n 2.a, con l a posible urgencia, en l a forma d e t e r m i -n a d a e-n el apartado 7.° de l a real orde-n de 4 de Octubre ú l t i m o , de cuantos valores, d o c u -mentos y papeles de l a referida a s o c i a c i ó n , e s t á n hoy bajo su custodia, y

5. ° Que se den las gracias a l presidente, contable y vocales que constituyeron l a C o -m i s i ó n a d -m i n i s t r a t i v a especial á que se refie-re l a refie-real orden de 10 de Junio de 1908, por l a i n t e l i g e n c i a y celo c o n que h a n d e s e m p e ñ a d o su difícil cometido.

De real orden lo digo á V . I. p a r a su cono-v cimiento y efectos. Dios guarde á V . I. muchos a ñ o s . M a d r i d , 11 de N o v i e m b r e de 1910.—iíe-rirío.—(Gaceta del 13).

SECCIÓN C I E N T I F I C A

Procedimientos para depurar y esterilizar las aguas destinadas á la a l i m e n t a c i ó n de las grandes urbes (1).

E l sistema de los Sres. Siemens y H a l s k e , de B e r l í n , es muy sencillo. Se diferencia de los que hemos descrito anteriormente en que los aparatos ozonogenadores son tubulares y no se emplean deflagradores, n i emulsores.

L o s generadores d e ozono, q u e a c t u a l mente funcionan en W i e s b a d e n , en P a d e r -b o r n y en Hermannstadt, e s t á n constituidos por unas cajas de hierro de 40 k i l o g r a m o s de peso (cuya figura t a m b i é n se pone en este

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744 L A F A R M A C I A E S P A Ñ O L A

discurso), divididos en tres c o m p a r t i m i e n t o s , que son: uno superior, otro intermedio y otro inferior. E n el intermedio ó c e n t r a l , h e r m é t i -camente cerrado, se hallan ocho dobles tubos c o n c é n t r i c o s , que son de v i d r i o los exteriores y de a l u m i n i o los interiores.

Estos tubos se refrigeran continuamente por u n a corriente de agua fría.

Sus extremidades c o m u n i c a n con los c o m -partimientos inferior y superior, que s i r v e n p a r a dar entrada y s a l i d a a l aire qne se ha de ozonar y a l ozonado.

Todos los tubos m e t á l i c o s interiores e s t á n unidos con uno de los polos (4-) de un trans-formador que da corrientes de 8.000 voltios, y el otro polo (—) con l a t i e r r a mediante el agua que c i r c u l a en el aparato.

L a s cajas tienen en su c a r a anterior u n a l á m i n a de vidrio ó l i n t e r n a , que deja ver el Color de los efluvios, y, por lo tanto, sirve p a r a asegurarse de su buen funcionamiento.

E l aire penetra en el ozonogenador, entra en el compartimiento inferior, pasa por el es-pacio en que se producen los efluvios, llega a l c o m p a r t i m i e n t o s u p e r i o r y sale por l a parte é u p e r i o r . E l espacio intertubular, por donde pasa el aire y se ozona, es de muy pocos m i -l í m e t r o s .

E l aire o z o n a d o — c o m p r i m i d o ligeramente— se conduce á l a parte inferior de las torres de e s t e r i l i z a c i ó n , que contienen en su interior guijarros no muy gruesos, y el agua que se h a de e s t e r i l i z a r se l l e v a á la parte superior, pe-netrando por un conducto provisto de u n a v á l v u l a e l e c t r o a u t o m á t i c a que se c i e r r a cuan -do los ozonogena-dores no funcionan por falta de corriente.

E n su consecuencia, por la parte i n f e r i o r de dichas torres, que son de cemento, penetra el ozono y s e eleva i n t e r i o r m e n t e , e n c o n -trando en su c a m i n o el agua que desciende y sobre l a c u a l ejerce su a c c i ó n depurante y a b i ó t i c a .

Si fuese insuficiente l a cantidad de aire o z o -nado que llega á las torres, hay u n a v á l v u l a que a l descender c i e r r a un circuito derivado, y un e l e c t r o - i m á n a c t ú a sobre l a p a l a n c a de a d m i s i ó n del agua y detiene su entrada.

E n cada torre de las instaladas en W i e s b a -den penetran 80 metros c ú b i c o s de aire ozo-nado por h o r a y s a l e n 43 metros c ú b i c o s de agua esterilizada.

S e g ú n los informes de P r o s k a u e r y S c h ü d e r , del Instituto K o c h , y los de B* • T t r i c h y S c h u l -t e - O v e r b e g , los r e s u l -t a d o » son

Verdaderamente satisfactorios lo m i s m o en W i e s b a -den-Schierstein que en P a d e r b o r n , habiendo desaparecido per completo de entrambas c i u -dades l a fiebre tifoidea y otras enferme-dades que allí antes eran e n d é m i c a s .

Y de las experiencias realizadas en S a i n t -M a u r ( P a r í s ) desde el 30 de -M a r z o al 19 de A b r i l de 1908, resulta que l a i n s t a l a c i ó n S i e -m e n s - F r i s e ha producido el agua esterilizada á 0,0072 francos el metro c ú b i c o y l a O t t o -M a r m i e r á 0,0096.

V e m o s , pues, que científica y e c o n ó m i c a -mente la Q u í m i c a ha resuelto uno de los m á s importantes y magnos problemas de l a H i -giene p ú b l i c a , y, por lo tanto, de indiscutible utilidad para l a h u m a n i d a d entera.

Hasta a h o r a las autoridades sanitarias no p o d í a n g a r a n t i r l a s a l u b r i d a d del agua desti-nada á l a a l i m e n t a c i ó n de las grandes urbes, pero actualmente se ha conseguido abaste-cerlas de dicho l í q u i d o impoluto ó no Conta-minado, y l i b r a r l a s así de las hecatombes causadas por las terribles epidemias de o r i -gen h í d r i c o . Y como l a p r o t e c c i ó n de l a s a l u d p ú b l i c a es l a m á s importante f u n c i ó n de todo gobierno, hay que d i v u l g a r y p r o c l a m a r en alta voz, para que lo oiga quien debe oirlo y evitarlo, que m á s de «ciento sesenta m i l h a -b i t a n t e s » de nuestra E s p a ñ a p o d r í a n salvarse cada a ñ o de l a muerte, si v i v i é r a m o s con l a c i v i l i z a c i ó n m o d e r n a .

Linimento de Rosen; por G. Michel.

L a farmacopea francesa m a n d a preparar el L i n i m e n t o de Rosen « d e s l i e n d o en m o r t e r o » la m a n t e c a de nuez moscada con las esencias y el aceite de ricino y a ñ a d i e n d o en seguida el alcohol (1). E s t a t r i t a r a c i ó n es l a r g a y d e l i -cada, y no puede evitarse l a f o r m a c i ó n de grumos. M i c h e l opera de l a m a n e r a siguiente:

E n una c á p s u l a p e q u e ñ a se licúa a l b a ñ o de m a r í a l a manteca de nuez moscada (50 g r a -mos).

P o r o t r a parte p r e p a r a l a m e z c l a de: A l c o h o l de 95° 560 gramos. Aceite de ricino 20 — en el frasco que ha de contener el l i n i m e n t o y vierte en hilo delgado y por p e q u e ñ a s p o r c i o

-(1) L a fórmula de este linimento (Godex, pág. 379) es la siguiente:

Manteca de nuez moscada 5 gramos. Esencia de clavo 5 — Esencia de enebro 2 — Aceite de ricino 2 — Alcohol de 93° 86 —

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nes, la materia l i c u a d a agitando fuertemente á cada a d i c i ó n de este producto.

Enjuaga l a c á p s u l a con los 300 gramos de alcohol restantes y a ñ a d e , por ú l t i m o , los aceites esenciales.

Se obtiene así r á p i d a m e n t e un linimento de Rosen en el que la manteca de nuez moscada se h a l l a perfectamente emulsionada.

^ _ C R Ó N I C A S

C a m p a ñ a de los Colegios profesionales.— L o s representantes de los Colegios de farma-c é u t i farma-c o s , reunidos en M a d r i d en estos d í a s , han trabajado con celo y actividad, dignos de encomio, para c u m p l i r con su honrosa misión. H a n celebrado juntas, presididas por el s e ñ o r B l a n c o y Raso, presidente del Colegio de M a d r i d , a c o m p a ñ a d o de los Sres. S á n c h e z S a n -tana y M a r t í n e z Salas, para estudiar la cues-t i ó n , sin duda a l g u n a de m u c h a i m p o r cues-t a n c i a , de las farmacias de Sociedades cooperativas, y t a m b i é n el proyecto p a r a constituir la A s o ciación de f a r m a c é u t i c o s e s p a ñ o l e s ; han c o n -ferenciado con el presidente y con funcionarios del Instituto de reformas sociales y v i s i -tado al ministro de l a G o b e r n a c i ó n y á varios senadores y diputados para rogarles que atien-dan en j u s t i c i a la razonada petición de l a clase f a r m a c é u t i c a , y, por fin, han elevado al susodicho Instituto una instancia en solicitud de que modifique el informe de la s e c c i ó n p r i -m e r a t é c n i c o - a d -m i n i s t r a t i v a que propone se autorice á las mencionadas Sociedades para instalar por su cuenta oficinas de f a r m a c i a .

E n todas estas reuniones de los represen-tantes de los Colegios de f a r m a c é u t i c o s ha predominado la nota de c o m p a ñ e r i s m o y res-plandecido el deseo u n á n i m e de trabajar por la u n i ó n de los profesores para defender los derechos y los intereses colectivos, y en ver-dad puede afiro)arse que l a labor r e a l i z a d a por estos d i g n í s i m o s comprofesores puede dar, si es secundada por todos, resultados positivos para nuestra profesión.

A s o c i a c i ó n de f a r m a c é u t i c o s e s p a ñ o l e s . — L a C o m i s i ó n o r g a n i z a d o r a de esta A s o c i a c i ó n , cuyas bases insertamos en otro lugar de este n ú m e r o , l a forman los s e ñ o r e s siguientes:

Por V i z c a y a , D. F r a n c i s c o M a r í n y Sancho; por Z a r a g o z a , D. M a r i a n o G ó r r i z L e ó n ; por B a r c e l o n a , D. J e r ó n i m o M a r t í n e z Salas; por Gerona, D. Eduardo A b r a s Xtfra; por V a l e n c i a , D. A g u s t í n S á n c h e z Santana; por G r a n a -da, D. Epifanio Ballesteros; por M a d r i d , don Eduardo B l a n c o y Raso; por F a l e n c i a , D. A n -tonio Fuentes T a p i s ; por C ó r d o b a , D. Rafael L ó p e z M o r a ; por G u i p ú z c o a , D. J u l i á n de M a -d a r i a g a ; por M u r c i a , D . F r a n c i s c o G a r c e r á , y por Sabadell, D. F r a n c i s c o G u a r d o .

Montepío de m é d i c o s titulares.—En la sec-ción oficial de este n ú m e r o insertamos la real orden, dictada por el ministerio de la G o b e r -n a c i ó -n , dispo-nie-ndo que, de co-nformidad co-n lo acordado por l a A s a m b l e a de socios r e u -nida en M a d r i d en los primeros días de este

mes, se proceda á l a l i q u i d a c i ó n de l a A s o -c i a -c i ó n benéfi-ca denominada « M o n t e p í o de m é d i c o s l í i u l a r e s » .

L a Comisión l i q u i d a d o r a h a r á ejecutiva l a l i q u i d a c i ó n dentro de los plazos y en la forma s e ñ a l a d a en la real orden de 4 de Octubre ú l timo. Esta C o m i s i ó n t e n d r á en cuenta, al r e a lizar su m i s i ó n , las prescripciones a d m i n i s -trativas procedentes, y s e ñ a l a d a m e n t e , en cuanto al movimiento de fondos propios del M o n t e p í o , los a r t í c u l o s 38 y 39 del real decreto de 7 de Octubre de 1905 y r e s p e c o á los p r i n -cipios fundamentales de la l i q u i d a c i ó n el 67 y d e m á s concordantes de dicho real decreto.

L a actual C o m i s i ó n a d m i n i s t r a t i v a especial del M o n t e p í o , que cesa en sus funciones, h a -r á ent-rega á l a C o m i s i ó n l i q u i d a d o -r a desig-nada con la posible u r g e n c i a , en la f o r m a determinada en el apartado s é t i m o de la r e a l orden de 4 de Octubre ú l t i m o , de cuantos v a -lores, documentos y papeles e s t á n hoy bajo su custodia.

T a m b i é n se dan las gracias al presidente, contable y vocales que constituyeron l a C o misión a d m i n i s t r a t i v a especial, por l a i n t e l i -gencia y celo con que han d e s e m p e ñ a d o su difícil cometido.

L a l i q u i d a c i ó n no p o d r á hacerse, s e g ú n d i -cen, en el plazo s e ñ a l a d o , y esto sin contar con los o b s t á c u l o s m á s ó menos difíciles de vencer que pueden presentarse en esta ú l t i m a etapa del M o n t e p í o de titulares.

P e t i c i ó n de los titulares.—La A s a m b l e a de m é d i c o s titulares ha acordado s o l i c i t a r del g o -bierno: 1.° A c l a r a c i ó n al real decreto de 15 de N o v i e m b r e de 1909 en la forma y modo que lo tiene solicitado la Junta de gobierno y patro-nato; 2.° Que se haga firme y eficaz l a r e a l orden del ministerio de la G o b e r n a c i ó n de 27 de Setiembre de 1907 respecto á rectificación y clasificación de partidos m é d i c o s ; 3.° Que para asegurar el pago de l a las dotaciones de los m é d i c o s titulares sea el Estado el e n c a r -gado de hacerlo, de igual modo que lo ha he-cho con los empleados de c á r c e l e s por r e a l decreto de 22 de A b r i l de 1910, i n c a u t á n d o s e de las cantidades que hay consignadas en los presupuestos municipales p a r a tales s e r v i c i o s .

Proyecto de ley de Sanidad.—Se trata de presentar á las Cortes un provecto de ley de S a n i d a d , cumpliendo con ello l a promesa apuntada acerca de este p a r t i c u l a r en el m e n -saie de l a C o r o n a leído al i n a u g u r a r sus tareas los Cuerpos colegisladores.

Esta labor, ciertamente a r d u a y difícil, se ha encomendado, s e g ú n se asegura, á personalidades m é d i c a s de relevantes m e r e c i m i e n -tos en l a profesión y en la política.

Les deseamos acierto en su espinoso c o m e -tido.

Colegio de f a r m a c é u t i c o s de Barcelona.— L a s M e m o r i a s presentadas al Concurso de premios del Colegio dp f a r m a c é u t i c o s de B a r -celona para el a ñ o 1910, son las siguientes:

T e m a 4 ° — D e s i n j e e t n n t e s del / e n o Z . — U n a M e m o r i a con el lema «Me fecit».

T e m a b.0—Libre p r o f e s i o n a l . — U n a M e m o r i a titulada « P r o y e c t o de p e r s e c u c i ó n del i n -t r u s i s m o » ; l e m a : « R e g e n e r a c i ó n posible».

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746 L A F A R M A C I A E S P A Ñ O L A

T e m a Q.0—Libre cje/i^f/ico.—Cuatro M e m o -r i a s . L a s e ñ a l a d a c o n el n ú m e -r o 1 tiene po-r l e m a : «El enaltecimiento de l a profesión es-t r i b a en l a r e v e l a c i ó n de nueses-tros conoci-m i e n t o s » ; l a del n ú conoci-m e r o 4 se titula: «Guía p r á c t i c a para el a n á l i s i s del jugo g á s t r i c o » ; l e m a : «Digestión»; l a del n ú m e r o 7: «El m i -croscopio y e l f a r m a c é u t i c o » ; lema: »Dum sbiro s p e r o » , y l a d e l n ú m e r o 8: « C o n c e p t o de l a i n m u n i d a d , anafilaxia y d e s v i a c i ó n del complemento. Suero d i a g n ó s t i c o de l a sífilis y de l a t u b e r c u l o s i s » ; lema: « A n t i c u e r p o s » .

P r e m i o s e x t r a o r d i n a r i o s . — D e D . Felipe Guasch y Bordes: Dos M e m o r i a s c o n los l e -mas « B a s c a n d o nuestra r e g e n e r a c i ó n » y «Mo-r a l i d a d y estudio asegu«Mo-ran l a v i c t o «Mo-r i a » .

R e c o m p e n s a m e r e c i d a . — E n l a E x p o s i c i ó n n a c i o n a l de V a l e n c i a han obtenido los pro-ductos elaborados en el laboratorio de nues-tro amigo y c o m p a ñ e r o D . F e l i p e Guasch y B o r d e s , d i p l o m a de m é r i t o con medallado oro. F e l i c i t a m o s cordialmente á tan distinguido c o m p a ñ e r o por el premio tan justamente g a -nado.

P é s a m e . — H a fallecido en B i l b a o e l presti-gioso m é d i c o D . C a r m e l o G i l y G o r r o ñ o , pa-dre del inteligente jefe de r e d a c c i ó n de nues-tro s i m p á t i c o colega l a Gaceta M é d i c a del N o r t e .

E n v i a m o s sentido p é s a m e por esta i r r e p a -r a b l e p é -r d i d a a l hijo y d e m á s familia del fi-nado.

N e c r o l o g í a . — E n el pasado mes de Octubre falleció en Astudillo (Falencia), nuestro muy querido amigo y c o m p a ñ e r o D . J o s é E n c i n a s y G o n z á l e z .

E j e r c i ó l a profesión muchos a ñ o s en aquel distrito, y esclavo de su deber profesional y a.siduo en el trabajo d i a r i o de su acreditada oficina, l o g r ó l a confianza y l a s i m p a t í a de sus clientes.

A l a v i u d a y d e m á s familia del finado e n v i a -mos nuestro sentido p é s a m e .

E n honor d e l D r . A b r a s X i f r a . — E l jueves pasado, 17 del corriente, celebraron en el C a sino de l a Bolsa u n banquete los f a r m a c é u t i -cos de M a d r i d en honor del D r . A b r a s X i f r a , p o r haber sido nombrado consejero de S a -n i d a d .

A l final de l a fiesta, el S r . S á n c h e z Santana ofreció el homenaje en nombre de l a C o m i -sión o r g a n i z a d o r a al S r . A b r a s .

H a b l a r o n t a m b i é n los Sres. Bonet, c a t e d r á -tico de l a F a c u l t a d de f a r m a c i a ; Salas, Blas y M a n a d a , Ors y M a s i p . Todos enaltecieron las cualidades del agasajado, y expresaron la ne-cesidad de defenderse contra el intrusismo que tan descaradamente menoscaba los inte-reses de l a clase f a r m a c é u t i c a .

E l doctor A b r a s X i f r a a g r a d e c i ó el agasajo de sus colegas, y r e c a b ó e l importante apoyo de l a prensa, p a r a que coadyuve á l a labor de los subdelegados de f a r m a c i a .

V i n o s a r t i f i c i a l e s . — P o r real orden de 14 del corriente, dictada por el ministerio de F o m e n -to, se dispone que para l a calificación de lo que se entiende p o r vinos artificiales, se ten-d r á en cuenta c o n l a m a y o r exactituten-d lo que

prescribe la ley de 27 de Julio de 1895 y los

a r t í c u l o s 1.° ai 5.° inclusive del real decreto de 11 de Marzo de 1892; y e n osa d i s p o s i c i ó n se de-terminan los requisitos que h a b r á n de obser-varse p a r a perseguir l a f a b r i c a c i ó n de tales vinos.

Por su parte, l a fiscalía del T r i b u n a l S u p r e -mo ha dirigido á los fiscales de las A u d i e n c i a s una c i r c u l a r excitando el celo de estos funcio-narios á fin de que p r o m u e v a n , con todo r i g o r y a c t i v i d a d , l a p e r s e c u c i ó n y castigo de l o s actos punibles relativos á l a e l a b o r a c i ó n y ex-p e n d i c i ó n de vinos artificiales, dedicando es-pecial a t e n c i ó n á los sumarios que sobre los mismos versen.

I n s t i t u t o R a d i u m t e r á p i c o de Madrid.—Es-te Instituto, de condiciones a n á l o g a s á los de P a r í s y L o n d r e s , posee todos los aparatos de r a d i u m p a r a c u r a r el c á n c e r , lupus, a n g i o -mas, leucoplasias, bocio e x o f t á l m i c o , ú l c e r a s , varicosas, tumores escrofulosos, manchas y graves enfermedades de l a piel, que no ceden con ninguno de los recursos t e r a p é u t i c o s hasta ahora empleados. E n él se a p l i c a n y r e c i ben, sin molestias para los enfermos, c o n s u l -tas. P a s e o de Recoletos, 31, M a d r i d .

A N U N C I O S

—FARMACIA: Se vende en 3.000 pesetas, p o r asuntos de familia, l a ú n i c a existente en u n ayuntamiento d e l pintoresco v a l l e de S a l n é s , c e r c a d^ l a R í a de A r o s a (Pontevedra), de la Isla de Cortegada y del renombrado balneario de )a T o j a . Su despacho anual no baja de 4.000 pesetas, que bien atendida puede en realidad d u p l i c a r s e .

I n f o r m a r á , enviando sello, D . J o s é de P i ñ ó n , R i v a d u m i a , p r o v i n c i a de Pontevedra. (10-24).

—REGENTE: Se ofrece p a r a capital ó sitios de centros de e n s e ñ a n z a , con bastante p r á c tica, buenas referencias y m ó d i c a s a s p i r a c i o -nes, no teniendo inconveniente ponerse a l frente de farmacia y d r o g u e r í a por haber p o -s e í d o ambo-s e-stablecimiento-s. T a m b i é n -se c o m p r a f a r m a c i a en sitios indicados. D i r i girse á A u r e l i a n o Perrote, en V a l l a d o l i d , Z ú -ñ i g a , 11, p r i n c i p a l . (2 a.)

F A R M A C I A : E n 20.000 pesetas se desea e n a -genar u n a muy acreditada, garantizando los ingresos, situada en p o b l a c i ó n importante de N a v a r r a . I n f o r m a r á n detalladamente ios se-ñ o r e s R i v e d y Chóliz, en Z a r a g o z a . (4)

—FARMACÉUTICO: Estable y c o n p r á c t i c a , a c e p t a r í a regencia ó t o m a r í a en arriendo farmacia. I n f o r m a r á D. J o s é L . L ó p e z , Santa M a -r í a , 20, 2.°, M a d -r i d .

—PRACTICANTE de f a r m a c i a , de 33 a ñ o s de edad, casado, con 20 a ñ o s de p r á c t i c a , se ofrece p a r a externo. Dirigirse con sueldo y condiciones á D . Dionisio V a l v e r d e , f a r m a -c é u t i -c o , V e z d e m a r b á n , p r o v i n -c i a de Z a m o r a . — I m p o r t a n t í s i m o . — S e gestiona l a venta y c o m p r a de farmacias con g r a n actividad, y para los que piensen establecerse, esta casa cuenta c o n un buen n ú m e r o de oficinas en venta en distintas regiones de la P e n í n s u l a , v a r i a n d o los precios de ellas desde 4.000

(11)

pueblos y capitales de p r o v i n c i a s ; e s t á n b i e n surtidas y acreditadas y algunas de ellas sus rendimientos son fijos y seguros, pasando de 30.000 pesetas al a ñ o .

T a m b i é n se gestiona toda clase de c o l o c a ciones p a r a los s e ñ o r e s regentes y p r a c t i c a n -tes en buenas farmacias, siempre que cuenten con excelentes informes y esmerada p r á c t i c a , y los honorarios s e r á n con a r r e g l o á l a i m p o r -t a n c i a y condiciones de l a c o l o c a c i ó n .

Las s e ñ o r a s viudas y f a r m a c é u t i c o s que ne-cesiten personal i d ó n e o con buena p r á c t i c a y de intachable conducta p a r a sus o r c i n a s , pue-den d i r i g i r s e á este centro, el cual les propor-c i o n a r á buenos dependientes por m ó d i propor-c a re-t r i b u c i ó n .

P a r a m á s detalles, d i r i g i r s e con sellos p a r a l a c o n t e s t a c i ó n á D . N a r c i s o B i r l a í n , en A l i

-cante. ( 2 m . ) —Se vende u n a f a r m a c i a en A l b a c e t e . P a r a

informarse pueden d i r i g i r s e á D . M a n u e l G r i -l -l a n , ca-l-le de San A g u s t í n , 11, A -l b a c e t e . (P) —VENTA: P o r fallecimiento del f a r m a c é u t i c o D . A n g e l Conde, se vende su oficina de f a r m a cia, establecida en Z a m o r a , calle de la R e n o -va, n ú m . 13, con u n a v e n t a de 7 á 8.000 pese-tas y un gasto de 3.592, i n c l u y e n d o la renta de l a casa h a b i t a c i ó n ; y se cede en l a cantidad

de 10.000 pesetas. (P) —REGENTE: Se necesita con buena p r á c t i c a

para l a f a r m a c i a de Codos, p r o v i n c i a de Z a -ragoza. D i r i g i r s e , expresando condiciones y referencias, á D . Juan J o s é L a t o r r e , en T o b e d ,

de l a referida p r o v i n c i a . (P) —REGENTE: Se necesita para l a f a r m a c i a de

d o ñ a T o m a s a R u i z de O g a r r i . Se le r e t r i b u i r á con 75 pesetas mensuales y asistencia. L o s viajes s e r á n por cuenta del regente. D i r i g i r s e á dicha s e ñ o r a , p r o v i n c i a de Santander, por Q u i n t a n i l í a de las T o r r e s , en V i l l a n u e v a l a

N í a . (1) —Se necesita practicante de esmerada p r á c

-tica p a r a sustituir ausencia de f a r m a c é u t i c o . P a r a detalles y condiciones dirigirse á D . Juan R u i z , f a r m a c é u t i c o , en A l m a r z a , p r o v i n c i a de

S o r i a . (1) —FARMACIA: Se vende, por retirarse su

due-ñ o de l a p r o f e s i ó n , l a ú n i c a que existe en L a P a r r a (Badajoz). E s t á instalada ha v e i n t i ú n a ñ o s . S u c r é d i t o en el despacho de medicinas es p r o v e r b i a l en l a r e g i ó n . Tiene abundante surtido de medicamentos antiguos y de los r e c i é n usados en l a t e r a p é u t i c a , a s í como es-pecíficos. T i e n e todos los utensilios y apara-tos de laboratorio. E l v a l o r material de su r e p o s i c i ó n y aparatos no es menor de 7.000 pesetas, y se cede en venta en menos de la mitad de su v a l o r , ó sean 3.000 pesetas. E l pueblo tiene 450 vecinos. L a d o t a c i ó n por re-sidencia y l a cantidad para, pago de medicinas á las familias pobres, es de 993,20 pesetas. A m e d i a legua escasa existe el pueblo de L a M o r e r a , con 220 vecinos, que acostumbran á surtirse de medicinas en L a P a r r a . E l despacho es tanto en é s t a como en L a M o r e r a , a l c o n -tado. Del 24 al 27 i n c l u s i v e , se celebra en L a P a r r a un mercado ó feria de ganados de g r a n

importancia por las transacciones que se rea-lizan.

L a casa en que e s t á instalada l a f a r m a c i a , es de c o n s t r u c c i ó n moderna, tiene toda clase de comodidades, entre ellas l a de tener un m a n a n t i a l copioso de a g u a potable; cuece las legumbres y no corta el j a b ó n ; d i c h a casa c u -yo v a l o r en l a localidad es 4.500 pesetas, se vende t a m b i é n si conviene a l c o m p r a d o r de la botica en 3.500 pesetas ó se a r r i e n d a . P a r a tratar, d i r i g i r s e a l f a r m a c é u t i c o D . R i c a r d o A l o r H e r n á n d e z , en L a P a r r a (Badajoz). (1)

—REGENTE: Con u r g e n c i a se necesita p a r a la f a r m a c i a de l a s e ñ o r i t a H i j a de M e d r a n o , con sueldo de setenta y cinco pesetas m e n -suales y asistencia completa. Se desea estabi-lidad. L a correspondencia á l a interesada en C a l a t a ñ a z o r , p r o v i n c i a de S o r i a . (1)

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(12)

748 LA F A R M A C Í A E S P A Ñ O L A

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