Instituto de Ciencias Políticas Facultad de Ciencias Sociales Universidad de la República Constituyente 1502 piso 6 CP. En el segundo, destaca la investigación germen de Cuevas (2019) sobre la persecución que sufrieron los homosexuales durante el régimen castrista, comenzando con el famoso atentado a los “108 amorales” en 1959.
Algunos factores dinamizadores del cruce entre autoritarismos y disidencias sexo-genéricas
Otro factor importante fue la creación de archivos y consecuentemente el desarrollo de una política de recuperación de fuentes primarias, imágenes fijas y en movimiento, entrevistas, recortes de prensa y publicaciones de organizaciones disidentes de género, que democratizó el acceso a una gran cantidad de material documental que hasta entonces momento estaban bajo custodia de exmilitantes y a quienes era muy difícil consultar. Esta proliferación de colecciones institucionales y comunitarias, así como el surgimiento de una generación de archiveros militantes, se consolidó en junio de 2019 con la creación de la Red de Archivos, Museos, Colecciones e Investigadores Latinoamericanos, que actualmente cuenta con 125 miembros.
Balances y desafíos pendientes
En sus propias palabras, sus vidas precarias y escandalosas son la 'explicación o justificación de la violencia recibida'. Muy a menudo, las agendas y proyectos de las organizaciones de diversidad no toman esto en cuenta o los replantean “en el contexto de lo trascendental”.
Sobre historia reciente, historia de las mujeres e investigaciones de género: intersecciones y desafíos. Construcción de identidad policial y representación de la violencia política en la revista pFa-Mundo Policial en los años 70.
DISSIDENTES SEXUAIS E DE GÊNERO E A DITADURA CIVIL-MILITAR BRASILEIRA
Introdução
Diferentemente do que aconteceu em alguns países vizinhos que também viveram anos de regimes ditatoriais na segunda metade do século XX, o acerto de contas com o passado da ditadura civil-militar brasileira ainda mostra avanços tímidos. É necessário apreciar as diferenças em termos de exposição à violência do Estado e também daquelas perpetradas pela sociedade civil, o que leva à necessidade de considerar os riscos assumidos quando a categoria "homossexualidade"" como um "bloco homogéneo de experiência histórica comum" é considerado (Simonetto, 2018, p. 30).
Breves considerações teórico-metodológicas
Em 2018 e 2019, foram realizados seis depoimentos na cidade de São Paulo, gravados, transcritos e devolvidos aos entrevistados. Para pluralizar e situar essas percepções, neste artigo amplio as fontes da memória oral, incluindo outras experiências do mesmo período, ainda que limitadas à cidade de São Paulo.
O cotidiano da ditadura
As experiências narradas limitam-se à cidade de São Paulo e, se ampliam parcialmente as questões levantadas pelos proponentes da CNV sobre o impacto no cotidiano, reproduzem um certo padrão de memórias ambientadas no Sudeste e narradas por pessoas brancas de classe média. homens e, com algumas exceções, diplomados do ensino superior. A oportunidade de ouvir testemunhos entende a memória como mediadora cultural entre gerações (Bosi, 2003), apostando no seu poder em termos de divulgação e compreensão crítica da história.
Sem descentralizar o papel do Estado e sua inegável responsabilidade, entendo que este instrumento analítico dialoga com as condições histórico-sociais do momento de forma mais ampla, levando em conta, por exemplo, certo apoio social ao golpe. Como veremos nas seções seguintes, há uma interação constante entre as ações do Estado e as de outras instâncias sociais.
No mesmo sentido, o profundo contraste entre as memórias de Lili Vargas e do casal César Giobbi e Paulo Mortari narradas no programa «Memórias da diversidade» do Museu da Diversidade Sexual de São Paulo2 ilustra parte dessas diferenças. 2 Todos os depoimentos da série “Memórias da diversidade sexual” aqui citados estão disponíveis no canal do Museu da Diversidade na plataforma de vídeos YouTube.
Considerações finais
Enfatizo esse trecho porque além das disputas pelo capital da memória entre os agentes da memória e o Estado, também haveria diferenças na forma como o passado é lembrado e narrado entre os próprios agentes da memória e os agentes do poder político. mundo. campo, o que por vezes se reflecte em diferenças de recursos. Qual o espaço dos grupos sociais mais afetados por essas ações de memória no passado e no presente.
Recuperado de https://www.casaum.org/nos-caminhos-de-leo-e-gretta-nos-caminhos-de-outras-historias-do-brasil/.
NA CERTEZA DE SER»: REDES DE LUTAS NAS CARTAS DO MOVIMENTO
Ditadura e dissidências sexuais e de gênero no Brasil
É importante notar que a repressão no Brasil, ou mesmo no Cone Sul, não começou com as ditaduras, mas com a colonização e posteriormente com as suas formações nacionais. O historiador argentino Daniel Lvovich (2020) explica a importância da categoria de violência estrutural como ferramenta analítica para compreender a repressão no Cone Sul, através de uma perspectiva de longo prazo.
Escritas de si: discursos e redes de luta
Desse ponto de vista, mesmo dentro de um contexto brutal de repressão, censura e medo, sexualidades dissidentes de Norte a Sul do Brasil e internacionalmente, conseguiram obter o endereço postal de movimentos brasileiros organizados. Estes e outros espaços foram fundamentais para a organização de redes de comunicação dentro dos movimentos feministas.
Conclusão
Algunas preguntas y una agenda para una historia de la violencia estatal en la Argentina del siglo XX. Espacios de resistencia: el archivo Edgard Leuenroth como lugar de memoria de la sexualidad disidente en Brasil.
Fontes
Coleção de Pesquisas, Memórias e Mulheres: Laboratório de Estudos de Gênero e História e Ditaduras do Cone Sul.
CONSTRUINDO UMA POLÍTICA SEXUAL
HOMOSSEXUALIDADES MASCULINAS NA ARGENTINA (1973-1976) E
NO BRASIL (1978-1981)*
Primeiras palavras
Posteriormente veremos os elementos que dão sentido ao que se entende por boa moral neste contexto. De modo geral, este artigo deixa claro que estes são alguns dos possíveis pontos que podem ser levados em consideração em qualquer publicação, limitando-se às vezes em apresentar de forma mais ampla outros elementos que delineiam a formação de uma política de repressão à homossexualidade na Argentina. e Brasil.
Entre ditaduras, autoritarismos e novos personagens sociais
O Movimento Homossexual Brasileiro seria organizado dez anos depois, quando as estruturas autoritárias e a formação da unidade do regime já estavam ameaçadas. Esta é, sem sombra de dúvida, uma das questões internas no processo de formação do movimento homossexual que mais tarde seria aparentemente criticada por um movimento lésbico ao qual se opuseram políticas discriminatórias, de natureza sexista, dentro do próprio movimento homossexual.
Inventando uma política sexual
A activista e intelectual recorda que nesse período as lésbicas “quase não conseguiam falar, e quando tinham oportunidade era sempre para facilitar aos homossexuais a superação dos preconceitos que tinham contra as lésbicas” (2018, p. 92). .
Somos e Lampião da Esquina contra os bons costumes
No Brasil, o que se observa é um processo de reflexão sobre a moralidade à medida que a identidade gay é mediada. A equipe editorial dos colaboradores do Lampião da Esquina apresentou uma crítica que, baseada em um contexto histórico mais brando que o argentino, confrontou a moralidade vigente.
Considerações finais
Os esforços neste texto pretendem facilitar uma análise das origens de uma política moral ou de uma política moral da sexualidade que é cada vez mais repressiva da sexualidade masculina e da homossexualidade. Isso significa que pesquisas futuras precisam ampliar o escopo para compreender como a relação entre família, homossexualidade masculina e ideias de inversão de gênero se articulam na criação de políticas repressivas nesse contexto.
Peralta (De.), Palabras para una tribu: estudios del argot gay en Argentina, España y México (págs. 17-104).
Fontes documentais
MARICAS CHICHARRAS Y TRAVESTIS
MERCADOS, ESPECTÁCULOS E
INTERCAMBIOS TRANSNACIONALES EN LOS ORÍGENES DE LA IDENTIDAD
DE MUJERES TRANS
BUENOS AIRES, AÑOS 1960-1970)
Introducción
En este artículo examinaré la aparición en la ciudad de Buenos Aires desde finales de los años 1960 hasta finales de la siguiente década de formaciones identitarias que desafiaron el binarismo sexo-género dominante: los quemantes quemantes o chicharra y los travestis. 2 En el texto ya clásico de Stallybrass y White, The Politics and Poetics of Transgression, léase "disgusto". que el carnaval produce en la sensibilidad burguesa.
Historias fuera de archivo
En parte a través de Ivana entré en contacto con el Archivo Trans Memoria (amt). Ambas ejercieron la prostitución en los años 1970 (Magalí era casi una niña) en el barrio Norte, sobre la avenida Libertador, antecesora de la Panamericana.
La Coccinelle, entre el cabaret y la pantalla
Otro proyecto central de archivo fue Moléculas Malucas, que no sólo me proporcionó cobertura periodística de Coccinelle en Argentina, sino que también me ayudó a contextualizarlo dentro de una represión más amplia de las sexualidades disidentes durante esas décadas. La película la mostró cantando y bailando en Le Grand Carrousel, realzando la sensualidad de la estrella con el nuevo uso del Technicolor.
Buenos Aires: entre el mundo global del espectáculo y la represión católica
Como muestra Lucía Cytryn (2021), leyendo las sensacionales revistas Así y Panorama, el uso del término travesti se utiliza en Brasil al menos desde principios de los años sesenta y parece estar migrando a Argentina con Les Girls, donde serán . llamó a las portadas como "Tercer Sexo" (incluyéndolas en la serie homosexual) y "travestis" en referencia a su actuación femenina en el escenario. Durante esos primeros años de la década del setenta, los grandes teatros de la calle Corrientes comenzaron a incluir espectáculos casi estrictamente travestis.
Las vedetes son ellos
La tensión ya señalada entre el crecimiento de la fascinación pública y la vigilancia de la censura parece condensada en la película de Enrique Cahen Salaberry de 1975 Mi novia en... Si los senos fueron producto de un proceso de hormonación, descubrimos que data de los años setenta.
Crecimiento de la prostitución marica
Las quejas de los vecinos terminaron con policías allanando sus casas, creando la vergüenza de ser acusada de puta en el barrio. Pero si la violencia clientelar no aparece siempre presente en la historia, en el caso de la policía el riesgo es cotidiano y multidimensional.
Represión
Éramos prisioneros en el departamento de policía […] y te bajaron al patio y los soldados te insultaron, me gritaron. Una vez en el patio, ambos se paran frente a los policías, y cuando tienen que gritar su nombre masculino (con voz masculina), así como el presunto delito y el nombre elegido.
Buenos Aires desierta: represión y migración
Luego te castigaron por luchar contra los guardias, y en lugar de cumplir dos años, cumpliste cuatro. Desde mediados de la década de 1970, muchas han emigrado a la parte norte de la ciudad, donde las mujeres cis anteriormente se habían dedicado a la prostitución y habían tenido éxito con los clientes.
Conclusiones
Las comedias sexys en la filmografía argentina durante los años de la última dictadura militar argentina: una conferencia sobre control y censura. Buenos Aires, Argentina: Ministerio Público de Defensa de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires.
Películas y videos
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