El resto de las c o m u n i d a d e s italianas no m a n te n ía n in g ú n lazo federal e n tre ellas sin o qu e e s t a b a n u n id a s cada u n a p o r pactos de a l ia n z a co n R om a. Tales pacto s so n de m u y diversa ín d o le según se h a y a n a lia d o e s p o n t á n e a m ente con R o m a o h a y a n sido o b li gados p o r la fuerza de las arm as.
D e Sanctis divide los tra ta d o s de a l i a n z a en d o s cate g o ría s: tra ta d o s con p a r id a d de derechos, foedera ae
qua, y tr a ta d o s co n d e s ig u a ld a d de derechos, foedera iniqua. E n los p r i meros las partes c o n tra y e n te s e sta b a n en condiciones de igualdad y la a lia n za tenía u n c a rá c te r e m in e n te m e n te defensivo. E n general son, según De M artin o , p ro p io s de la ép o ca en la cual R o m a no tenía u n a p o sició n p r e d o m in a n te , c u a n d o a ú n era m ie m b r o
de la liga latina. Pero fueron suscritos t a m b i é n c u a n d o R o m a se h a l l a b a frente a c iu d a d e s y p u e b lo s que no e n t r a b a n en su esfera de influencia. C a m e r in o , H e ra c le a y N eapolis, p o r r e c o rd a r tres casos citados con a n t e r io r id a d , e s ta b le c ie ro n este tipo de tr a ta d o con R om a.
Los foedera iniqua reflejan u n a p o sición h e g e m ó n ic a de R om a. Las p a r tes n o t e n ía n p o sicio n es de p a rid a d : los socii de R o m a no ten ían n in g u n a a u t o n o m í a en p olítica exterior — se les n egaba, p o r ejem plo, la facultad de esta b le c e r acu e rd o s políticos o c o m erciales c o n otras c iu d a d e s — y es t a b a n o b lig a d o s a c o n s id e r a r c o m o sus en e m ig o s a los de R o m a a la cual p r o p o r c i o n a b a n , en caso de guerra, tropas, naves y otras a y u d a s militares. D ic h a s tro p as no e ra n e n c u a d r a d a s en las legiones r o m a n a s sino puestas a la d e p e n d e n c ia de tr ib u n o s o p re fectos. T a m p o c o se excluían ayudas de o r d e n m a te ria l, c o m o p ro d u c to s industriales, etc.
Por lo q u e respecta a la a u t o n o m ía in te rn a de las c iu d a d e s aliadas, éstas m a n t u v ie r o n sus p rin cip io s n a c i o n a les, la lengua, las leyes, las institucio nes públicas. En N á p o le s la c o n s titu ción era griega, en Bantia, osea. Las m a g is tra tu ra s resistieron la in f lu e n cia r o m a n a y sólo en el siglo II a.C. se r o m a n i z a r o n en la f o r m a y en su conten id o .
Pero esto, c o m o en el caso de las c iu d a d e s latinas, no im p id ió que la clase d irig en te local p u d ie se c o n ta r siem p re que lo de se a ra con el apoyo in d irecto de R om a. In clu so al e s ta blecerse el pacto de a lia n z a era fre cuente la introducción de alguna c lá u sula q u e lo favoreciese.
La m a y o r p arte de las c iu d a d e s itá licas e s ta b a n libres de e s ta b le c im ie n tos m ilita r e s r o m a n o s , s alv o en el caso de q u e u n a de ellas lo solicitase. A lgunas, sin e m b a rg o , poco favoreci das en sus tra ta d o s con R o m a e ra n p e r m a n e n t e m e n t e vig iladas p o r e n claves militares, c o m o Tarento.
U n a cuestión m u y d e b a tid a es la facultad, p o r p arte de los aliados de R o m a , de a c u ñ a r m o n e d a . Parece ser qu e R o m a n o im p u s o a sus socii, ni si q u ie ra d esp u é s del 268, la o rd en de ce rra r sus cccas.
L a a u t o n o m í a ta m b ié n se m a n ife s ta b a e n el ius exili, es decir, en el d ere c h o de aco g er u n exiliado r o m a n o y conferirle la c iu d a d a n í a , en el foedus
a e q u u m tal d e r e c h o e ra r e c íp ro c o , a u n q u e m á s ta rd e fue unilateral.
A los socii p o d ía serles otorgados los d erech o s p ro p io s de los latinos, el
conubium y el com m ercium , n u n c a de
m a n e r a global sino, a j u z g a r p o r los d a to s de la tra d ic ió n , m e d ia n te reco n o c im ie n to s p articulares.
P o r ta n to los socii itálicos, al no p e rte n e c er a la c o n d ic ió n de cives sine
suffragio eran, pese a a lg u n a s c lá u s u las o n e ro sa s, los m á s a u tó n o m o s y li b res c o n respecto a R o m a. C o n s t i tu ía n un vasto c o n j u n t o de pueblos en to rn o a u n c e n tro político, el esta do r o m a n o , el cual resp etab a su es t r u c t u r a c i u d a d a n a y, sin t r a n s f o r m a rse en un estad o un itario , ligaba m e d ia n te m últiples vín cu lo s a los d is tintos p u e b lo s y ciudades.
R o m a fue, en té rm in o s generales, b a s ta n te resp etu o so co n sus sociia los cuales se dirigía c o m o a estados so b e ranos, n u n c a c o m o súbditos, a u n q u e cosa distinta s u c e d ía c u a n d o surgían co n tro v ersias entre ellos o c u a n d o se p r o d u c í a n d e s ó rd e n e s internos: el tri b u n a l arbitral no p o d ía ser otro qu e R o m a.
Será este respeto m a n ife s ta d o cn la form a de u n tratad o , la a u se n c ia de trib u to s , la c o l a b o r a c i ó n m ilita r lo q u e asegure a los r o m a n o s la fideli d a d de los aliados, p o r lo d e m á s i n c a paces de unirse a un a nueva acción co mún. Recordemos, u n a vez más, que los ciu d ad an o s de pleno derecho eran d é b ile s n u m é r i c a m e n t e e n p r o p o r c ió n al i n m e n s o territo rio so b re el q u e se ex te n d ía la h e g e m o n ía r o m a na. Esta atm ó sfe ra de recíproca fides se m a n ifiesta en el h e c h o de que los
s o ld a d o s de la m ilicia territorial fue ron lla m a d o s c o n el n o m b r e de to g a dos, de la i n d u m e n t a r i a p ro p ia del p e río d o de p a z y la fó rm u la de los re c lu ta d o s tuviese el n o m b r e d e fo n n u la
togatorum.
¿ C uál es, pues, el resu lta d o final de la o r d e n a c i ó n de la Italia p e n in s u la r tal c o m o q u e d a establecida en el 268 a.C.? P r o p i a m e n t e , c o m o advierte E.T. S a lm o n no se p u e d e h a b l a r ni de u n a c o n f e d e r a c i ó n r o m a n a ni de u n a u n i ó n federal, p u es n u n c a existieron los ó rg a n o s característicos de tal o r g a n iz a c ió n . Es u n sistem a m ás que federativo c a r a c te riz a d o p o r su divi s ió n a u n q u e to d as y c a d a u n a de las c iu d a d e s y p u e b lo s estuviesen c o n tr o la d o s p o r R o m a m e d i a n t e tra ta d o s bilaterales.
El p o te n te g o b ie rn o de R o m a puso c o n este o r d e n a m i e n t o fin a siglos de lu c h a , e sta b le c ie n d o c alm a, o rd en y s e g u rid a d en el in te rio r y exterior de la p e n ín s u la .
El E sta d o r o m a n o , b a s a d o m ás en u n a s relaciones de c i u d a d a n o s con sus aliad o s que de s o m etim ien to , se dotó así, c o m o c o n tanto acierto ha d e sc rito R o l d a n , de u n a m ag n ífic a c o b e r t u r a de c í r c u lo s c o n c é n tr ic o s q u e p a r te n de la c iu d a d , ro d e a d a del
ager romanus, d o n d e los h ab ita n te s li bres son c i u d a d a n o s y cuyas costas son vigiladas p o r c o lo n ia s rom anas. El e n to rn o de este ager se cubre co n los a lia d o s latin o s y co n colonias lati nas q u e p rotegen las fronteras de u n a p o b la c ió n c i u d a d a n a de seg u n d a c a tegoría, la de derecho latino. F in a lm e n te ésta, a su vez, q u e d a re sg u a rd a d a p o r los a lia d o s itálicos en el en to rn o m ás exterior.
Sólo la p re se n c ia del enem igo exte rior en suelo itálico p o n d r á v e rd a d e r a m e n te a p r u e b a el g ra d o de c o h e sión de esta o rg a n iz a c ió n qu e R o m a d e sarro lló en Italia. Y esto sucederá, m e d io siglo d e s p u é s de h a b e r sido c o n c lu id a , c o n la in v a sió n del c a rta ginés A níbal.
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Cronología
367 Leges Liciniae-Sextiae.
356 Primer dictador plebeyo.
351 Primer censor plebeyo.
348 Segundo tratado con Cartago.
342 Leges Genuciae.
339 Leges Publiliae Philonis.
338 Disolución de la Liga Latina.
336 Primer pretor plebeyo.
321 Batalla de las Horcas Caudinas.
312 Censura de Appio Claudio.
304 Censura de Q. Fabio Rulliano. Edilidad de Cn. Flavio. Batalla de Bovianum. 300 Lex Valeria de provocatione.
Lex Ogulnia. 295 Batalla de Sentinum.
287 Lex Hortensia.
283 Batalla del Lago Vadimón.
280 Pirro en Italia.
275 Batalla de Beneventum.
265 Destrucción de Volsinii.
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