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IL La conquista de Italia

7. La guerra de Pirro

H em o s visto c o m o a fines del siglo IV. R o m a h a b ía s u p e r a d o ya los es­ trechos ho rizo n tes del estado agrario

c o m e n z a n d o a p a r tic ip a r m u y activ a­ m e n t e en la p o lític a m e d i t e r r á n e a . L as fuentes griegas m e n c i o n a n entre las e m b a ja d a s , q u e en el 323 e n v iaro n a A le ja n d r o M a g n o los etruscos, lu c a ­ nos y bruttios, u n a r o m a n a .

E n el 306 y 302 se p ro d u je r o n dos h e c h o s d ip lo m á tic o s de im p o rta n c ia , en b eneficio de sus intereses navales: la a m is ta d entre R o m a y R odas, a ú n no s a n c i o n a d a , q u e Polibio (XXX,5,6) r e m o n ta a esta época, y la firm a del tercer tr a ta d o c o n C a rta g o q u e defi­ nía las respectivas z o n a s de acción q u e e x c lu ía n a R o m a de Sicilia y a C a rta g o de Italia. Parecía, pues, c o m o si existiese u n re c o n o c im ie n to im p lí­ cito de q u e to d a la Italia m e rid io n a l p erte n e c ía a R o m a y ésta se arro g a ra el d e re c h o a d efenderla.

Escena de lamentación fúnebre

(siglo IV a.C.) M useo de Paestum.

CORSICA SARDINIA \ Sapina Arnus fl. Volaterrae * \ lArretium

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46 Aka! Historia del M undo A ntiguo

Los griegos del e x trem o su r — los italio tas— seg u ían , a c o m ie n z o s del siglo III, sufriendo las presiones de sus vecinos sabclicos, los lu c a n o s y brut- tios. Sólo Tarento, e n tre las c iu d a d e s de la M a g n a G recia, m e rc e d a la utili­ za c ió n de m e rc e n a rio s , se m a n t e n í a a salvo y estab a en c o n d ic io n e s de ofre­ cer p rotección a las d e m á s c iu d a d e s griegas que, sin em b a rg o , d e sc o n fia ­ b a n de sus b u e n o s propósitos.

R o m a m a n t e n í a co n ella excelentes relaciones, pues a m b a s tenían los mis­ m os enem igos. En tie m p o s de A le ja n ­ dro el M o lo sso (336-333 a.C.) h a b í a n c o n c lu id o un tr a ta d o de a lia n z a no só lo p a r a c o n t e n e r a los b á r b a r o s sino p a r a i m p e d ir los av an ces d e m o ­ cráticos. Pero d esd e e n to n ces el p r o ­ tectorado rom ano, impuesto a los apu- lios y lu can o s, i n q u ie ta b a p r o f u n d a ­ m e n te a la a n tig u a c o lo n ia e s p a rta n a y era visto, c a d a vez m ás, c o m o u n a v e rd a d e ra a m e n a z a .

N o s o r p re n d e que, en el 282 a.C., la c iu d a d de T h u rii, en el golfo de Ta­ rento. a m e n a z a d a p o r los lu can o s, no lla m a s e en a y u d a de T arento sin o — com o hizo N á p o le s — de R om a, quien la liberó de la p re s ió n lu c a n a y esta­ bleció u n a g u a rn ic ió n . P r o n to otras ciudades c o m o Locres y R hegión, ante el a v a n c e de los bruttios y m am erti- nos, s o lic ita r o n id é n tic o s e s ta b le c i­ mientos. In c lu s o C r o to n a que h a b ía r e c u p e r a d o su in d e p e n d e n c ia , su scri­ bió u n a a lia n z a c o n R o m a .

L as c r e c ie n te s i n t e r v e n c i o n e s de R o m a en los a su n to s de los italiotas n o h u b i e r a n p o d id o llevarse a cabo de no h a b e rse p r o d u c i d o p o r e n t o n ­ ces la m u e rte del tira n o siracu san o . Agatocles. Este p e rs o n a je h a b ía e m ­ p re n d id o u n a lu c h a de los griegos si­ cilianos c o n tra los C a rta g in e se s c o n ­ q u is ta n d o la s u p r e m a c ía en la parte o riental de la isla. A través de varios tratad o s logró e x te n d e r su in ílu e n c ia tam b ién a algunas ciudades de la M a g ­ n a G recia y so m e te r b ajo su tutela a los griegos de O ccidente. Su o b ra se vio fo rz o sa m e n te i n t e r r u m p i d a c u a n ­

do, en el 289, le s o rp re n d ió la m uerte: los c a rtag in eses r e c u p e raro n el p r e ­ d o m i n i o de Sicilia y en la M a g n a G r e c i a los itálicos r e a n u d a r o n sus a ta q u e s c o n tra las c iu d a d e s griegas. E n este co n te x to debem os, pues, si­ tu a r la in te rv e n c ió n r o m a n a .

La n u e v a a lia n z a de R o m a co n las c iu d a d e s griegas s u p o n ía u n alto ries­ go p a r a la U rbe, q u e se ex p o n ía a e n ­ trar en gu erra c o n tra los lu c a n o s y b ruttios y. c o m o sucedió, c o n tra Ta­ rento. Sin em bargo, u n grupo de h o m ­ bres influyentes era partidario, en Ro­ ma, de e m p r e n d e r este tipo de in i­ ciativas en la M a g n a G recia en u n m o m e n t o en el q u e las acciones o fe n ­ sivas de galos y etruscos a c o n s e ja b a n u n a p o lítica m á s p ru d e n te . Se ha s u b ­ ra y a d o el p a p e l p ro ta g o n ista de los jefes plebeyos en el conflicto. Es evi­ d e n te q u e la lex Hortensia del 287, q u e c o n fe ría p le n a a u to r id a d legislativa a lo s c o m i c i o s p o r trib u s , r e f o r z a b a esas asp ira c io n e s. P re c is a m e n te u n o de sus p rim e ro s actos fue, a p ro p u e sta de u n tr ib u n o de la plebe. C ay o Elio, v o tar —en el 286— a favor de la deci­

sión de proteger Thurii de los lucanos. A u n q u e la línea de e x p a n s ió n h a ­ cia el su r fue o b ra , en b u e n a parte, de los pleb ey o s y d e h e c h o m u c h o s de sus có n su le s m a n d a r o n las o p e ra c io ­ nes en esta z o n a a p a rtir del 280, es evidente q u e d ic h a política no fue fa­ v orecida e x c lu siv am en te p o r este g ru ­ po social. A diferencia de épocas p a ­ sad as, la clase p leb ey a estaba a h o ra en m ejores c o n d ic io n e s p a r a o b te n e r beneficios p erso n ales: la victoria ro­ m a n a s u p o n í a la co n fiscació n de v as­ tas e x ten sio n es de tierra q u e a c a b a ­ b a n en m a n o s plebeyas. Pero t a m ­ bién la política m e rid io n a l era soste­ n id a p o r in d iv id u o s de origen p a tr i­ cio a tra íd o s p o r las m ú ltip les p o s ib i­ lid a d e s co m e rc ia les de las' c iu d a d e s griegas, e sp e c ia lm e n te con el O riente h e le n ís tic o . A p p i o C l a u d i o era u n p a r t i d a r i o a u l t r a n z a de la g u e r r a c o n tra Pirro: P. C o r n e lio Rufo. P. Va­ lerio L evino o L. P ap irio C u r s o r d e s ­

ta c a r o n en el S e n a d o o en las m a g is­ tra tu ra s p o r su política favorable a u n a ex p an sió n m ilitar hacia el sur. P a­ rece m á s o p o r t u n o , e n c o n c lu s ió n , p e n s a r qu e d u r a n t e este p erío d o d i­ ch a p o lítica era favorecida y m a n te ­ n id a p o r u n a i m p o r ta n te facción de la nobilitas patricio-plebeya.

Las fuentes, fra g m e n ta rias y c o n ­ tradictorias, no p e r m ite n u n a clara y s i s t e m á t i c a e x p o s i c i ó n c r o n o ló g ic a de los aco n te c im ie n to s. Pero es p o si­ ble q u e el crédito y prestigio a l c a n z a ­ do p o r el E s ta d o r o m a n o de cara a los nu ev o s a lia d o s italiotas exigiese que la a r m a d a r o m a n a no estuviese ex­ clu id a de a q u e llo s mares. Por esta ra ­ zón, en el 282, u n a e s c u a d ra de diez naves de g u e rra p a s ó el estrecho y, si­ g u ie n d o la costa, a v a n z ó hasta e n tra r en el golfo de Tarento. Esta m a n io b r a naval fue j u s t a m e n t e c o n s id e ra d a c o ­ m o u n a violación del, ú ltim o tra ta d o firm a d o entre T aren to y R om a, en el 302, p o r el q u e ésta se c o m p r o m e tía a no r e b a s a r el lím ite al norte del c ab o L a c in iu m , a la a ltu ra de C ro to n a . Era la o c a s ió n id ó n e a p a r a T a re n to de c o n te n e r el p r e d o m i n i o r o m a n o en la z o n a y re c u p e r a r la a u t o r id a d p e rd i­ da an te el resto de las c iu d a d e s grie­ gas. Las naves r o m a n a s fueron a t a c a ­ d as y d e s tru id a s y. poco después, un ejército c o n q u is ta b a T h u rtii o b lig a n ­ do a la g u a r n ic ió n r o m a n a a retirarse. La analística ro m a n a en su afán —un a vez m á s — de ju s tific a r la guerra, hace alusión al envío p o r p a rte r o m a n a de u n a e m b a j a d a a T arento a la q u e no se quiso recibir.

El frágil eq u ilib rio de la z o n a q u e ­ dó roto; a T arento se u n ie ro n los e n e ­ migos p o ten ciales de R o m a , lu can o s y s a m n ita s . C o m o p a r a a f r o n t a r el conflicto T arento no d is p o n ía de fuer­ zas a r m a d a s suficientes, sig u ien d o la vieja c o stu m b re , los ta re n tin o s a c u ­ d ie ro n en d e m a n d a de a y u d a a Pirro, rey del Epiro.

De la fam ilia de los E ácid as, Pirro accedió al trono, tras varios intentos, co n la a y u d a de P lo lo m e o 1. en el 297.

D e sp u é s de h a b e r e n g r a n d e c id o su reino al norte, c o n la c o n q u is ta de la lliria m e rid io n a l, al este, con alg u n as regiones periféricas de M a c e d o n ia , y al sur, co n la A ta m a n ia , A n filo q u ia y A m b r a c ia — de la q u e hizo la c a p i­ tal, o b t u v o , g r a c i a s a las n u p c i a s con la hija de Agatocles, la c iu d a d de C orcira. A lia d o con los etolios, d i s p u ­ tó el reino de M a c e d o n ia a D em etrio Poliorcetes, p e ro fue fin a lm e n te ex­ p u ls a d o p o r L isím aco en el 294.

La l l a m a d a de T arento le ofrecía la p o sib ilid a d de i n te n ta r en O ccidente las c o n q u is ta s qu e se le h a b í a n im p e ­ d id o en el m u n d o griego. M u c h o se h a e s p e c u l a d o s o b re las c a u s a s de esta intervención, considerándose tra­ d ic io n a lm e n te q u e la e m p re sa era un p a s o previo p a r a u n a su p u esta u n ifi­ c a ció n de Italia, mícleo de un im perio occid en tal, b a jo su h eg em o n ía. Se ha p r o p u e s t o t a m b i é n la h ip ó te s is de qu e P irro fue o b lig a d o a in terv en ir en O c c id e n te — p r e s io n a d o p o r la m o ­ n a r q u ía lá g id a — en su deseo de eli­ m i n a r el m o n o p o l i o c a rta g in é s del M e d ite rrá n e o . E n su em presa. Pirro c o n ta b a c o n la c o la b o ra c ió n de los s o b e ra n o s helenísticos, entre los que figuraba P to lo m e o C e r a u n o , q u ie n le ofreció, según dice Ju stin o , 5.000 i n ­ fantes y u n cierto n ú m e r o de caballos y elefantes. E n total, las fuerzas e p iro ­ tas c o n c e n tr a d a s en Italia en la pri­ m a v e ra del 280 a l c a n z a b a n los 30.000 h o m b re s y 20 elefantes.

El genio militar de Pirro —el único, según A p ian o , d ig n o de ser c o m p a r a ­ do co n A l e j a n d r o —, sus e x tr a o r d in a ­ rias dotes o rg a n iz a tiv a s , su c o n o c i­ m i e n t o d e l a r t e d e la g u e r r a se p u s ie r o n de m an ifiesto p o r vez p ri­ m era. en Italia, en la b a ta lla de H e r a ­ clea. C erca de este lugar, en la d e s e m ­ b o c a d u r a del Sinni, las legiones del có n su l P. Valerius L aevinus, que se mantuvieron tenaces en el choque fren­ te a la in fa n te ría epi rota, fueron dis­ p e rs a d a s p o r la c a b allería y los ele­ fantes del m o n a r c a griego, que c a u ­ s a ro n graves p é r d id a s al enemigo.

48 Aka! Historia del M undo Antiguo

La victoria fue ta n r e so n a n te q u e a lg u n a s c iu d a d e s griegas —c o m o con a n t e r i o r i d a d s a m n i t a s y l u c a n o s — e n tr a r o n a su servicio. D esp u és de d e ­ v astar el valle del Liris y en p a rtic u la r el territorio de Fregellae, Pirro a v a n ­ zó en direcció n a R o m a , s ig u ien d o la vía L atin a, hasta A n a g n i a 60 kms. de la capital. Su p ro p ó sito no era caer p o r s o rp resa sobre R o m a , bien p ro te ­ gida p o r sus m u ra lla s , ni asediarla, lo q u e h u b ie r a req u e rid o m á q u i n a s que no llevaba consigo, sino p o s ib le m e n ­ te p a s a r a E tru ria p a r a un irse a las c i u d a d e s e tru s c a s en un frente c o ­ m ú n . Pero, c o m o ya h e m o s visto, no a tra v e s a b a n éstas su m e jo r m o m e n to ; sus h a b ita n te s, a d e m á s de h a b e r sido d u r a m e n t e c a stig a d o s en la b a ta lla del lag o V a d im ó n , h a b í a n su sc rito d istintos tra ta d o s de p a z con R om a.

D e esta form a, el rey epirota no tuvo o tro re m e d io q u e replegarse, regre­ s a n d o al sur.

E n el in v ie rn o del 280-279 u n a m i ­ sió n r o m a n a solicitó a P irro el rescate de los prisioneros. Este, p o r m e d i a ­ ción d e C in e a , p id ió a c a m b io la li­ b e rta d de las c iu d a d e s griegas y la i n ­ d e p e n d e n c i a de los bruttios, lu can o s y s a m n i t a s . U n d i s c u r s o d e A p io C la u d io , ya m uy a n c ia n o , decidió al S e n a d o a r e h u s a r la paz, al m e n o s m ie n tra s el in v a so r p e rm a n e c ie ra en suelo itálico. A lgunos estudiosos m o ­ d e rn o s c o n s id e r a n , sin e m bargo, qu e estas n e g o c ia c io n es so n u n a re d u p li­ c a c ió n de las c e le b ra d as un a ñ o más tarde y niegan por tanto su autenticidad.

En el 279. R o m a envió c o n tra Pirro dos ejércitos c o n su la re s al m a n d o de Sulpicio y Decio. efectivos Considera-

Representación de juegos fúnebres en una tum ba de Paestum

Aes signatum. Anverso: cerda.

En co n m e m o ra ció n de la v ic to ria so b re Pirro. Londres, M useo B ritánico.

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bles pero e q u iv a le n te s a los q u e dis­ p o n ía el epirota. La b a ta lla tuvo lugar en la lla n u r a al s u r de A u sc u lu m ; el resultado, pese a ser dis fra z a d o p o r la trad ició n b a jo la fo rm a de u n a i n d e ­ cisa victoria, c o n c lu y ó con miles de p e r d i d a s en el b a n d o r o m a n o . La m u e r te de D e c io M u s se p r e s e n t ó c o m o u n a re n o v a c ió n de la devotio de su p a d r e en S e n tin u m .

El m o n a r c a griego intentó, p o r se­ g u n d a vez, c o n c lu ir la p a z con los ro­ m a n o s en un m o m e n t o e s p e c ia lm e n ­ te delicado, pues las c iu d a d e s de Si­ cilia r e c l a m a b a n su a y u d a p a ra s a c u ­ dirse el d o m i n i o cartaginés. Los ro­ m a n o s r e h u s a r o n n u e v a m e n te , lo que se explica b ie n si te n e m o s en c u e n ta que C artago, in te re s a d a en m a n t e n e r a P irro lejos de Sicilia, p ro p o r c io n ó ba rc o s y d in e ro a c a m b io de q u e R o­ m a no suscribiese el tra ta d o de p az con P irro (Polib. III 25 3 ss). Los tér­ m in o s de este a c u e rd o , c o n o c id o co­ m o el IV tr a ta d o de R o m a c o n C a r t a ­ go (278 a.C.), no so n bien co n o cid o s pero todo pa re c e i n d ic a r q u e C artag o c o n t i n u a b a r e c o n o c ie n d o la h e g e m o ­ nía r o m a n a en Italia y reiv in d icab a p a ra sí la de Sicilia.

Pirro, no o b stan te, decidió interve­ nir en Sicilia, d a n d o así a los r o m a ­ nos la p o s ib ilid a d de re o r g a n iz a r sus p ro p ia s fuerzas, lo qu e c a m b i a r á el curso de la guerra. O b tu v o ex tra o rd i­ narios éxitos frente a los cartagineses pero t a m p o c o en Sicilia logró s u p e r a r el ú ltim o o b s tá c u lo y e x p u g n a r la só­ lida p o sic ió n del e n e m ig o en la parte occidental de la isla. C u a n d o a fines del 276, la a b a n d o n ó , con graves p é r­ didas sufridas en el estrecho, se e n ­ c o n tró a los ta re n tin o s en u n a p é sim a situación.

E n a u se n c ia suya los r o m a n o s h a ­ b ía n c o n t i n u a d o c o m b a t i e n d o c o n tra los sa m n ita s, bruttios y ta re n tin o s y c a d a año, según los Fastos, los r o m a ­ nos h a b í a n c e le b ra d o u n ,triu n fo .

Pirro, p ro b a b le m e n te a n te la falta de m edios e c o n ó m ic o s, trató con gran d u r e z a a las c i u d a d e s g rie g a s, s a ­

q u e a n d o el te m p lo de P e rsé p h o n e en Loercs y la c iu d a d de C ro to n a. Los r o m a n o s , a p r o v e c h a n d o la presen cia de dos de sus ejércitos en L u can ia, s a ­ lieron n u e v a m e n te al e n c u e n tro del c o n q u i s t a d o r epirota. El criterio de la tr a d ic ió n sobre el resultado de esta b a ta lla no es u n á n im e ; p a re c e qu e h u b o , al m enos, u n a victoria r o m a n a — q u iz á no a b r u m a d o r a — en las in ­ m e d ia c io n e s de M ale v e n tu m . C u riu s D e n ta tu s triu n fó en el 275 de S a m n iti­

bus et rege Pyrrho y las fuerzas a liad as

no p u d i e r o n im p e d ir qu e la «capital» de los c a u d in o s cayese en p o d e r de R o m a aquel m is m o año.

En el o to ñ o del 275, P irro e m b a rc ó de nuevo deja n d o en Tarento u n a g uar­ nició n al m a n d o de su hijo H e le n o s y de su p rin c ip a l lugarteniente, M ilón. Él se d e s p la z ó a G re c ia p a r a in te n ta r c o n te n e r el a v a n c e del hijo de D e m e ­ trio P oliorcetes, A n tig o n o G o n a t a s , qu e h a b ía sido n o m b r a d o rey de M a ­ ce d o n ia . Al a ñ o siguiente, sin e m b a r ­ go, e m b r ia g a d o p o r sus prim ero s éxi­ tos militares, P irro reclam ó su ejér­ cito de T arento r e n u n c i a n d o así a la e m p r e s a itá lic a y a b a n d o n a n d o la M a g n a G re c ia a su suerte.

N o le resultó a R o m a difícil c o n ­ clu ir en corto tie m p o la guerra. E n el 273 fueron v en cid o s los p u eb lo s itáli­ cos a lia d o s de Pirro, lucanos, bruttios y sa m n ita s. Éste es ta m b ié n el a ñ o de la fu n d a c ió n de P a e stu m , co lo n ia la­ tina en la costa lu c a n a . U n a ñ o d e s ­ pués, e n el 272 —el m is m o en que P i ­ rro m o ría en G re c ia en c i r c u n s t a n ­ cias poco c o n o c i d a s — , la c iu d a d de T aren to era en tre g a d a p o r la s im b ó li­ ca g u a r n ic ió n ep iro ta que h asta e n ­ tonces la d efendía. T arento recibió el estatuto de c iu d a d aliada, m a n tu v o su a u t o n o m í a ad m in istra tiv a , p e rd ió su i n d e p e n d e n c i a p olítica y, c o m o Ñ a ­ póles, fue o b lig a d a a c o l a b o r a r m ili­ ta rm e n te con R o m a m e d ia n te la e n ­ trega de naves y tripulaciones en tiem­ po de guerra. O tra s c iu d a d e s griegas del sur. c o m o Velia, H eraclea, T hurii, M e ta p o n to , C r o t o n a o Locres, fueron

DD VK DM LIMES limes prorsus STRIGA DECUMANUS MAXIMUS quadratura limites maximi limites actuarii rigores linearii

Reconstrucción de una quadra por datos de Higinio

(según F. Favorit)

ta m b ié n o b lig a d a s a c o la b o r a r m ili­ tarm en te, en c a lid a d de socii navales.

De los p u e b lo s itálicos, los bruttios fuero n p riv a d o s de la m itad de sus re­ giones boscosas, pero se les perm itió u n a cierta a u to n o m ía . La A pulia y la M e s s a p ia fu ero n o b lig ad as a a c e p ta r la a lia n z a r o m a n a (267-266). Para los s a m n ita s las c o n d ic io n e s de la paz fueron sin d u d a m ás duras: tuvieron que ceder n u ev as z o n a s de su territo­ rio — t r a n s f o r m a d a s en las colonias de A esern ia y B e n e v e n tu m — y disol­ ver su liga. Los r o m a n o s c o n tro la rá n d e sd e e n to n c e s el e x tre m o sudeste, el territorio de los m e sa p io s y. de esta forma, el acceso al mar. C o n pocas victorias pero con la tenacidad y cons­ ta n c ia q u e les c a ra c te riz a lo g ra b a n someter la Magna Grecia a su dominio.

8. Roma ante

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