• No se han encontrado resultados

las am biciones de Craso

IV. Las guerras civiles

2. La dictadura de César

El sistem a p o lítico resu lta n te de la g u e rra civil y, en c o n se c u e n c ia , los p o d e re s de C é s a r h a n sido c a ra c teri­ z a d o s p o r la historiografía m o d e r n a

de fo rm a c o n tr a d ic to r ia ; la diversi­ d a d de hipótesis e m itid a s se ve c o n d i ­ c io n a d a ta n to p o r el ca rá c ter de n u e s­ tras fuentes, q u e d ifieren con respecto a al visión de C é s a r en fu n ció n de la época en la qu e se insertan, com o, en a lg u n o s casos, p o r el m ito de la p e rso ­ n a lid a d , q u e se gesta en la historia m o d e r n a c o n el a sc e n so de la b u r g u e ­ sía y la c o n stitu c ió n de poderes p e r­ sonales, q u e están en la base de la teoría p o lítica del «cesarism o».

D e las d iferentes hipótesis fo rm u ­ ladas, a p a r tir del siglo XIX, la p r im e ­ ra fue re a liz a d a p o r T. M o m m s e n , q u i e n c o n s i d e r a b a q u e C é s a r c o n ­ c e n t r ó e n s u s m a n o s los m i s m o s p o d e re s q u e los prim itivos reyes de R o m a ; en este sentido, h a b r ía que te­ n e r en c u e n ta que, incluso, se llegó a c o lo c a r u n a estatua suya j u n t o a la de los siete reyes de la m o n a r q u í a r o m a ­ na. E n teoría del «rein o arcaico» difí­ c ilm e n te p u e d e su ste n ta rse d e b id o a q u e en todos sus p la n o s la realidad r o m a n a del siglo I a. C. difería c u a li­ t a t i v a m e n t e de la de los p r i m e r o s a ñ o s de la h istoria de la Urbs.

C o m o r e a c c i ó n a la t e o r í a d e M o m m s e n , E. M ey er co n sid e ró que C é s a r llegó a p o s e e r al final de su vida p o d eres absolutos, qu e se veían a d e m á s p otenciados p o r la aureola re­ ligiosa que envolvía a su persona. En este sentido, los p o d e re s de C é s a r se a p ro x im a b a n a la m o n a r q u ía helenís­ tica, es decir, al tipo de realeza con c a ­ rácter divino qu e se h a b í a im p u e sto en el M e d i t e r r á n e o o rie n ta l tras la m u erte de A le ja n d r o M agno. La p r i n ­ cipal o b je c ió n que p u e d e h acerse a la teoría de M eyer es la de sus f u n d a ­ m entos históricos, pues los principales indicios de la m is m a se e n c u e n tr a n e n h i s t o r i a d o r e s b a s t a n t e t a r d í o s , que, c o m o D ió n C asio, p o d ía n tras­ v a s a r en su visión la re a lid a d de su tiem po, el siglo III d. C., a la época de César; m áx im e, c u a n d o n in g ú n testi­ m o n io co etá n e o in cid e en ello.

E n realidad, u n a característica del sistem a político y de los p o d eres de

a v e stib u lu m b fa u ce s c ce llae d c u b ic u la e a triu m f alae g ta b lin u m h a p o th e ca i a n d ro n j tric lin iu m k p e ris tilio I e xed ra m oeci n c u b ic u la

48 Akat Historia del M undo Antiguo

C é sa r tras la guerra civil d ebe te n e r en c u e n ta la p ro p ia realid ad en la q u e se d irim e la crisis de la R ep ú b lica, es decir, el conflicto entre populares y opti­

mates; sólo el an álisis de la rea lid a d

histórica y de las fuerzas que lo a p o ­ yan p u e d e n evitar la im a g e n de u n C é sa r p o r e n c im a de la realidad, q u e está presente en la teoría del «m ito de la p e rso n a lid a d » .

E n esta perspectiva, d e b e m o s ten er en c u e n ta q u e la política de C ésar, d esde sus inicios, se e n m a r c a d e n ­ tro de las re iv in d icacio n es populares, c o m o o c u rrió c o n c re ta m e n te d u r a n te su c o n s u la d o ; en c o n se c u e n c ia, sus apoyos fu n d a m e n ta le s e s t a b a n c o n s ­ tituidos p o r la plebe, el « p ro le ta ria d o m ilitar» y p arte del o rd e n ecuestre, e sp ecialm en te d e t e r m i n a d a s societates

publicanorum , a los qu e h a b ía b e n e fi­

c iado en el 59 a. C. con la red u cció n de los m o n ta n te s de las con cesio n es de Asia. Este m ism o c a rá c te r posee la política q u e p o n e en p ráctica d u r a n t e la guerra civil, esp e c ia lm e n te en rela­ ción con el p r o b le m a de las d e u d a s; en el 49 a. C„ u n a ley c o n d o n a b a p a r ­ cialm en te las d e u d a s en el sen tid o de que concedía la remisión de los intere­ ses p o r dos a ñ o s y el d e sc u e n to del capital de los intereses p ag a d o s; en el m ism o p ro b le m a volverá a in c id ir en el 47 a. C., c u a n d o an te la situación existente d ic ta m in e u n a c o n d o n a c i ó n de alquileres, qu e en R o m a a lc a n z a r á los 500 d e n a rio s y en Italia 125.

Sin e m bargo, d e n tr o del con tex to de la política de los populares, estas m e d id a s se c a ra c te riz a n p o r su m o d e ­ ración, en c o n tra p o s ic ió n a las p o si­ ciones m ás ra d ic a liz a d a s q u e exigían, p o r ejem plo, la a n u l a c i ó n c o m p le ta de las d e u d a s c o n tra íd a s. Esta m o d e ­ ración, c o m o afirm a F. de M a rtin o , se ac e n tú a en el ú ltim o p e río d o de su vida, c u a n d o C é s a r tie n d a a llegar a p u n t o s de a c u e r d o c o n las fu e rz a s m á s m o d e r a d a s d e la , a r i s t o c r a c i a hasta el p u n to de q u e las refo rm as so ­ ciales p a sa ro n a u n se gundo término.

En este contexto, el régim en de C é ­

sa r p u e d e ser c a ra c teriz a d o c o m o de tra n s ic ió n entre la rep ú b lica y la m o ­ n a r q u ía , en ta n to en c u a n to qu e c o n ­ serva fo rm a lid a d e s del sistem a políti­ co en crisis j u n t o co n u n a im p o rta n te a c u m u l a c i ó n de p o d e r p erso n al; en este s e n t i d o , los p o d e r e s de C é s a r c o n s titu iría n el preced en te m ás i n m e ­ d iato del p rin cip ad o , in a u g u ra d o p o r Augusto.

Estos p o d e re s no le h a n sido c o n c e ­ d id o s de fo rm a re p e n tin a , sin o que re su lta n de u n a serie de actos a través de los cu ales se m o d ific a n las a n ti­ guas in stitu cio n es re p u b lican as. Las m a g is tra tu ra s co n c re ta s q u e c o n s titu ­ yen las bases fu n d a m e n ta le s de los p o d e re s de C é s a r están c o n stitu id as p o r el c o n s u la d o y la d ic ta d u ra ; fue n o m b r a d o d ic ta d o r en el 49 a. C., d u ­ ra n te el sitio de M arsella; co n p o ste­ rio rid ad , y h asta antes de la b a ta lla de T h a p s o s , seguiría s ie n d o d ic ta d o r y c ó n s u l , r e n o v á n d o s e l e los p o d e r e s c a d a año. D esp u é s de la victoria de T h a p s o s y, al m is m o tiem p o q u e se le c o n c e d e n nuevos h onores, se le n o m ­ b ra d ic ta d o r p o r diez años, a u n q u e t a m b ié n en este caso sus p oderes se­ rían re n o v a d o s a n u a l m e n t e p a r a ate­ n erse a la f o r m a l i d a d r e p u b lic a n a , c ó n su l y e n c a r g a d o de la curam orum p o r tres años, co n lo q u e a s u m ía parte de las fu n cio n es de los an tig u o s c e n ­ sores; en el 45 a. C. p asa a ser consul

sine collega; d u r a n t e este ú ltim o a ñ o y

c o m ie n z o s del 44 a. C. sus p o d e re s no h a r á n m ás q u e a u m e n t a r h asta c u l­ m i n a r el 15 de febrero del 44 a. C. con el n o m b r a m i e n t o de d i c t a d o r p e r ­ petuo.

Sin embargo, sus poderes no se cons­ tituyen e x c lu siv a m e n te b a s á n d o s e en las fu n cio n es y p rerrogativas de estas dos m a g istra tu ra s r e p u b lic a n a s; p o r el co n trario , leyes específicas le c o n ­ c e d ie ro n otra serie de privilegios; d e s ­ ta q u e m o s u n a lex Cassia, p r o b a b l e ­ m e n te del 45 a. C., q u e reg u lab a las relaciones de C é s a r co n el patriciad o , co n c e d ié n d o le s el p o d e r de la adlec-

Mariscal de Tívoli

(prim era mitad del siglo I a.C.) Roma, Museo Nacional

50 A ka l Historia del M undo Antiguo

c o m o nuevos patricios; o u n a lex A n ­

tonia del 44 a. C. q u e le p erm itía a C é ­

sar el d e re c h o de la com endatio de la m itad de las m ag istratu ras, excluida el co n su la d o , es decir, en la práctica v irtu alm en te el n o m b r a m i e n t o de los mismos.

D e te rm in a d o s h o n o re s y d istin cio ­ nes p o te n c ia ro n a ú n m á s sus p oderes p ersonales; entre ellos m e n c i o n a r e ­ m os el uso del m a n t o p ú r p u r a , que los m ag istrad o s tan sólo p o d í a n utili­ z a r el día del triunfo, el d erech o a sentarse en la silla d o r a d a , la de m ás alta distin ció n en la curia, el im p r i­ m ir su efigie en las m o n e d a s , el h o n ­ rar su natalicio co n p ú b lic a s c e r e m o ­ nias, el título de pater patriae, etc.

La victoria en la g u e rra civil y los am p lio s poderes a c u m u l a d o s le van a p e rm itir realizar u n a serie de refor­ mas q u e en el p l a n o social se incardi- n a b a n d e n tro de la política tra d ic io ­ n a l d e lo s p o p u la r e s ; se p u s o e n práctica un a m p io p la n de c o lo n iz a ­ ción que, a falta de ager publicus en Italia, afectará b á s ic a m e n te a las p r o ­ vincias; en la c o l o n iz a c ió n p a r tic ip a ­ rá a n te todo el « p ro le ta ria d o militar», que veía c o m p e n s a d o s sus servicios m e d i a n t e la d ed u ctio d e c o l o n i a s ; pero, j u n t o a las c o lo n ia s militares, ta m b ié n se f u n d a r o n civiles; de h e ­ cho, Suetonio cifra en 80.000 la p o ­ blación civil a s e n ta d a en las p r o v in ­ cias; los efectos se h iciero n sen tir en la plebe u rb a n a , e sp e c ia lm e n te en el n ú m e ro de aquellos que te n ía n d e re ­ cho a repartos de trigo, q u e d i s m i n u ­ yeron desde 320.000 a 150.000.

La im p o rta n te fu n d a c ió n de co lo ­ nias a r r a s tr a r ía i m p o r t a n t e s c o n s e ­ c u e n c i a s , en t a n t o en c u a n t o q u e co n trib u iría d e c i d id a m e n te a la r o ­ manización de las provincias de H ispa­ nia, G a lia y Africa; en el p l a n o socio- jurídico, el a s e n ta m ie n to de los co lo ­

nos en las pro v in cias i m p lic a b a u n a cualitativa t r a n s f o r m a c i ó n en ta n to que la c iu d a d a n ía r o m a n a , con todas sus im plicaciones, se p ro y e c ta b a en las mism as. P re c isa m e n te , la c o n c e ­

sión de todos o de alg u n o s de los d e ­ r e c h o s in h e r e n t e s al c i u d a d a n o ro ­ m a n o c o n stitu y ó u n o de los p ro c e ­ d i m i e n t o s m e d i a n t e el c u a l C é s a r c o m p e n s ó a p ro v in c ia s o a c o m u n i ­ d a d e s co n c re ta s los servicios p re s ta ­ dos d u r a n t e la g uerra civil. N u m e r o ­ sas c iu d a d e s provinciales recibieron de esta fo rm a el d e re c h o latino, c o n ­ c e d i d o , p o r o t r a p a r te , a la G a l i a T r a n s p a d a n a .

Sus refo rm as políticas afectaro n a g ra n p arte de la o rg a n iz a c ió n del E s­ t a d o r e p u b lic a n o ; el S e n a d o se vio a fectad o m e d ia n te el a u m e n to de sus m ie m b ro s , qu e p a s a r o n de 600 a 900, r e c l u t á n d o s e los n u e v o s s e n a d o r e s entre los p a rtid a rio s de César, a lg u n o de los cuales, c o m o Balbo de G ad es, p r o c e d ía n del á m b ito provincial; el n ú m e r o de in d iv id u o s que c o n fig u ra ­ b a n a lg u n a s de las m ag istratu ras a u ­ m en tó ; tal o c u rre con los cuestores, q u e a lc a n z a r o n la cifra de 40, o con los pretores, cuyo n ú m e r o llegaría a 16; p ero j u n t o al a u m e n to , se aprecia u n a tra n s f o r m a c ió n en el ca rá c ter de estas m a g istratu ras, que r e s p o n d ía n en a lg u n o s aspectos m ás a la c o n c e p ­ ción del f u n c io n a rio que a la del c lá ­ sico m a g istra d o ro m an o .

La c o m p o s ic ió n de los trib u n a le s de j u s tic ia fue m o d i f i c a d a , p a r t i c i ­ p a n d o en lo sucesivo de los m ism o s e x c lu siv m a n te los se n a d o re s y el o r ­ d e n ecuestre, co n la c o n s e c u e n te ex­ c lu sió n de los tribuni aerarii; los colle­

gia, q u e h a b í a n d e s e m p e ñ a d o u n

p apel im p o r ta n te a p a rtir de su revita­ l i z a t i o n p o r C lo d io c o m o form a de o rg a n iz a c ió n de la plebe, fueron p r o ­ hibidos. O tras m e d id a s a fe ctarían a las reform as del c a le n d a rio , con la in ­ t ro d u c c ió n del j u l i a n o de 365 días y seis horas, a las c o stu m b re s, etc.

F in a lm e n te , la a d m in is tr a c ió n p r o ­ vincial se vio a fe c ta d a p o r u n a ley que reg u lab a la d u r a c ió n de la activi­ d a d de los g o b e rn a d o re s, lim ita d a a u n a ñ o en el caso de los pretores y de dos en el de los cónsules; al m ism o tie m p o u n a ¡ex Julia M unicipalis in-

D Alturas ATLÁNTIO OCEANO Tolósa r . m c u ¿ íu g U s ti \ ™ ' ' (( ■ ' ¡ ( í¿ g ó ) A S S U R E S ¡ f ¿i gÁ L A f e C I — J - l - X - J ’a to , y ¿ · - Panuiacloï ■ ü^^níplo^)

^ w m

^^^alhf^rris /i1 í^^Tunaw )y ^mpurias) '.Barcino \¿ ? (Barcelona) Tarraco y / (Tarragona) J jjhrto sa f M A R ÏaraugusU ^Zarago: YACCÁfej^** -^Séptim a tea ^Ñuniánlia\· <P B E k l Segoiitiii i \ ■■. Bracara A (Bra Portus Caí (Oporto 4quae, PÍaviat ISalamantloa , ¡ . ' / ■- Mirobrigífi AenilniUi \ / < , y * . / \ ‘Óoí im bnga / 1 ) . 9 , v ^ /ííírí» í|

Jj

alla

L U

N orbert n tíjrcm ) i_ j ^ =J=== = ^ ffià œ rc ÿ

Jo ü sip o ‘*1 E n ie à ittjS u g tïIid f,

C aesarphrtga, ♦· / >«?! nugii5toj)riga - Baleares » gw uum ' a len tia / a encía) Bb/fíus * / ■ -·.( Piiyusae lae Saétabisi Iiaimni pretuin M etellin um ~ ^ ~ ~ h ^ ^ U i l L a

__<.

V ifc(NíO ' V ip Ó s c a fÍn lLA t u r d e ; M v r li/ ix i '■ -* v - '\‘ ^ ,ςρΝί --'Mss^Hh MEDITERRÁNEO^A stigr” ^ í \ . ,M u m ^% U fso ~ 'III ¡grV \Salpcnsa Y T U L · ' .. ^ J ^ f Afàhcù , (Mál iga) ^.¿¿7 áarieia ST’· Julia Traducta Carthago N iva (Cartagem ) loi Caesarea (ChercJ^ ¿«te/ -¿Mera OCÉANO ATLÁ1 Rusaddir (M clilla) Pom aria, (T Iem ce n ) Numerus Syrorum (Mamia) la de los m apas 8 y 9

Hierro- ' ' ” Cereales, trigo, esj Plom b Viftcdo l . 0rf,/ λ ^ 1 . P Olivos ( laT Ganaderln L Pesquerías y w salazones de pescado ' { ^ .¡calazones de cerdo 2? X / )

5 ¡ S Cer Arnica, alfaroí/vidrios

Carbón Bronce

Cinabrio .Cobre

Escala; 1/8 000 000 Kilómetros Limites provin ;¡ales

Estaño Vlas romanas

Hispanias y Mauritanias

t e n t a b a o r d e n a r la a d m i n i s t r a c i ó n m un icip al.

La política de a p ro x im a c ió n a la

nobilitas, u n a de c u y as e x p re sio n e s

era la co n c o rd ia , no p u d o evitar que la o p o sició n de la m is m a , cuyos id e a ­ les e ra n y s eg u irían sie n d o re p u b lic a ­ nos, a u m e n ta r a ; ex p resió n de este fe­ n ó m e n o sería la b iografía de M. P o r ­

cio C a tó n , escrita p o r C icerón, en la q u e se re p re s e n ta b a al a n tig u o repre­ se n ta n te de los optim ates c o m o el ciu­ d a d a n o ideal. Los elem en to s p r o p a ­ g an d ístico s de la m is m a in te n ta ro n ser c o m b a tid o s p o r C é s a r m e d ia n te u n «Anticato».

L a o p o sic ió n llegó a tales límites q u e C é s a r in te n tó b u s c a r u n a solu-

52 A ka l Historia del M undo A ntiguo

ción a la m is m a m e d ia n te u n a e x p e­ dició n c o n tra los p a rto s p a ra la q u e p r e p a r ó co n tin g e n te s en o rm es, parte de los c u a le s fu e ro n t r a s l a d a d o s a A p o l o n i a . S u s p r o y e c to s se v e r ía n frustrados en las idus de M a r z o del 44 a. C., c u a n d o C é s a r fue a s e s in a d o en la curia, c a y e n d o m u e rto bajo la esta­ tua de P om peyo; S u e to n io afirm a q u e en la c o n ju r a c ió n p a r tic ip a r o n a lre ­ d e d o r de 60 c a b a lle ro s y senadores; de ellos, c o n o c e m o s al m e n o s el n o m ­ bre de 17, e n tre los cuales se e n c o n ­ tr a b a n a lg u n o s de sus co la b o ra d o res , c o m o J u n io Bruto. C. C a s io L o n g in o o C. Trebonio.

3. Roma tras la muerte

Documento similar