AGRADECIflIENTOS.
Deseo m a n i f e s t a r m i a g r a d e c i m i e n t o a l M. en C. Fernando Cervantes R e z a , por su c:olaboracidn, d i r e c c i ó n e i n t . e r & r , en el d e s a r r - n i l o d e l p r e s e n t e e s t u d i o .
A l U r . .
Jose Ramirez-Pii.lido p o r p e r m i t i r m e e l
i.tso de :las i n s t a l a c i o n e c : ciel l a b o r a t o r i o cle M a s t o z o o l o g l a de l a U n i v e r s i d a d A u t d n o m a Metropolitana-Iztapalapa.A l a M..V.Z. Lorirdes
F&rez
Moreno p o r b r i n d a r m e t o d a s l a s f a c i l i d a d e s p a r a e l mantenimiento de l a c o l o n i a de r o e d o r e s en e l b I. n t e ri
o.F1 1 c i ! i b i b l o g o r , G i l b e r t 0 Matamoros T r e j o , Consuelci L.orenzo M o n t e r r u b i o , JesLis M a r t i n e z Vazquez y H o r a c i o Segura, por- su d e s i n t e r e s a d a ayuda en l a c o l e c t a de :los e j e m p l a r e s y r e g i s t r o de
10s datos.
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CONTENIDO T n t r c i d u c c i b n . .
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.22A p e n d i . r e
...
3.a ) T a b l a s
...
I
h )
F i g u r a s...
. . . ~ . . . . V I II' E s t u d i o sobre l a v a r i a c i b n en tamaho de camada de
Microtus mexicanu+ (Rodentia: Muridae)".
INTRODUCCION.
, -
. I
En
el.s i ~ l o
pasado l a s poblaciones de peqciekos mamifer-os s o l o eran er;t.udiaijas e!n condiciones n a t u r a l e s , en l a a c t u a l i d a d es n e c e s a r i o e s t u d i a r l o s tamhien en cautiver-io, ya que a s i esposible
obtener informacihnmas
d e t a l l a d a de aspectos geneticor,, fi!ijtolbcjicos, e t o l h g i c o s y reproductivos (Mallory y Dietev-ich,1
Yt
i
1
5
).
L.os pequekus mamif
erns
comprenden un gran nCimero c.leespecies y sus h a b i t o s scin t a n d i v e r s o s que
no
es de extr-aflar-seque e x i s t a una gran variedad de patrones reprodrrc:tivos e n t r e e l I os.. f:%r stus tiAbit.nci notiti.irnus o subt-errAneos es i:Ii f ic:i 1 ob~,ervar :la cluractbn clel periodi:, r-epi-oiJixtI.vo, tainafio
d e
camada y niIimerci de camadas por atfo en estado si.lvest.re, pur l t ~ que sees f. ud i an ti a j (3 c: ciri ij i
c:
i on e s del
ab or- a t or i n.
El.
tamaRo de camada es un a t r i b u t o que presentan las pobl.aCiUnt'5, l a 5 v a r i a c i o n e s quepreienta
e s t a posee un g r a nEn u n
e!st,udi.o que r e a : l i z b F i t c h <ic?€35)e n r - e p t i % e r ,
meric:i.ona que c a d a e s p e c i e ,
a
t r a v + s d e l a sje1ec:crihn n a t u r a l t i e n d e a d e s a r r o 1 : l a run
.tamaf'íi, <*e camacla d p t i m o para 5t-i s o b r e v i v e n c i a y una mayor prcicli.iccibn es n e c e s a r i a p a r a compensarl o i , f a c t o r e s normales d e m o r t a l i d a d , p e r o una s c i b i ~ - e p n b l . ~ ~ r i h n p u e d e
!ser
d e s v e n t . a j o s a y cle a l yiltri modci se1 e c c i onada. I-as ;?embrasg r A v : i d a s
s o n
mA!j v u l n e r a b l e sa
La
d e p r ? d a c i d n s i e n d o 51.1 e s p e r a n z ad e v i d a inas cor-i.q.
De
t.al mantwa quee l
tarnaRo d e c a n i a d a puede! s e r t a n g r a n d e n t a n pequeRo !ieyr'.n sean l a s c : o n d i c i o n e s p r c - v a l e c i e n t e s q u e p e r m i t a n l a o p t i m i z a c i h n d e e s t e factcii- p a r a
l a p e r p e t u a c d n
de
l a e s p e c i e . T e n i e n d o q u el a s
d i f e r e i i c i . a s y e o g r a f i c a s i m l o s r a s y o s r - e p r o d u c t i v o sentre
l a s p o b l a c i o n e s esel
r - e s u l t.acio d euna
c o m b i n a c i bri d e c a r a c t e r e s : gen&ti.c:ci~j y rtz!;pue!;tas d i r e c t a s d e l o s i n d i v i d i . i o sa
e f e c t o s a m b i e n t a l e s .E:n marniferos peq~iePccis t a m b i e n
existe
una g r a n v a r i a c r i b nen
taniaiio d e camada. E l r i h e r o
de
jbvenes d e n - t r o d e l a camada9 tarnal% c o r - p o r a l ~ t a s a d ec:rec:h.mientor
yel.
i n t e r v a l oentre
l a scamadas sori elementos e s e n c i a l e s
e n
1OEí p a t r o n e s d e c r l a Oe s t r a t . e g i a s cie v i d a d e
los
maniiferos (Krcihne!, 1981) ISe
han
mencionadocomo
. f a c t o r e s r e s p o n s a b l e s d e e s t a variai:tdin:: l a edad y p a r i d a d ( M y e r s y M a s t e r s ?1985;
Dr-iclkamer y V e s t a l , 1973; Negus yF ' i n t e r - ,
l O b 5 ) carnbi.05 e s t a c i o n a l e s(t::ott
yfiobinrjIxiu : l 9 h 3 ; Nadeu, 1985; k::eller9
1.9851,
d e f i c i e n c i a s ncit.ri.~:ionales ( H a t z l i1985)
y r e s p u e s t a s f i s i o l b g i c a sII. . .. ?
.
.
< % ~ . t i . i i i a c i a ! ~ a l a d c - n s i d a d ( S e a b l o o m , 1983) o
a
l a p r e s e n c i a d e r j i i s t a n c i a s qulinicar; que e s t i m u l a n 1.a r e p r o d u c c i h n (Negus et:. a l . ~i j a r :i a h I. es d e va I. o r a d a p t a t i vn eii J. a r e p r od u c : c i hn d t? :l
os
maml
.f eros ( M i l l a r - 9 :1'?77).Ein e s t u d i os e f e c t u a d o s en Peromvscus mani.cu~-gl.g~ se tiricon.t,r~!i que til
tamafto
iie camada se encuen%ra coi*r-el.acic~nado n e y a t i v a m e n t e cion el. peso prnmridio d e l o s jovenesa l
nacer-
y a l destet:e y relacioriaclci posi-tbivamente conLa
masa
t o t . a l de l o s jhvfmes r e s p e c t o al. peso d ela
madre. La edad d e l a madre iridependierit.Eimente de su peso y p a r i d a d f u e import.ante p a r a dc~C-ermirtar t i l n h e r c i de jhvenes inacidos ! p e r o no su ptiso a l.,.
n a c e r ) yl a
'casa de c r e c i m i e n t o de 1.0s mismos, d u r a n t e e l p e r i o d ode c:ria y
al.
cle!ijt,ete (Myers y Masters,1983)"
.~,.
Los r-oedores m i t r r o t i . n o s del. IVcievo Hundo p r e s e n t a n una c:onsider-able v a t - i a c i h i i en tarnafto de camada t a n t o i n t r a como : i n t ~ - i ~ . c ~ s p ~ ~ c I f ic:ameiit.e. Como e j e m p l o s extremos t.enemoci a
mj-&.cntgi
.~
-
:iarit.hoqrm-mg.;._
-
._
-
_.
clue i::ierie de b a13
cr-Ias
por- camada con proiniidio de8.8 y a H. gi-r~gtgrgm que t i e n e de 1 a :3 ci-las con promedio cle
1.9.
I"
L a s
e s p e c i e s deEi-~clt\&s
se encuentran d i . s t I - i b ~ 1 3 . d a s enEuropa,
nrjia
y Nor-teambrica,de las c u a l e s
19 se encuentran en. -
estia il1.t.itna iregicttn (Johnson y Johnson, 1982). En n u e s t r o pa7.s sobr-esale M&crg-gi mexicang.; cuya d i s t r i b u c i h n comprende l a regi.bn centr-o sur cie l o s Estados Unidos h a s t a l a p a r t e c e n t r a l de MG:.:ir:o c~cupando ambas C i e r r - a s Iladres y e l E j e Neovolcani'co í t i a l l I "
i98i)
!,
í F i g u r a 1 ) .I Se ericuentra habit.ando a l t i t ~ . t d e s que var1.an cle .22!4i:i a 424.0 tn.s.,n.m. !kill :l9131; Johnson y Johnsori, o p . c i t . ) .i%.crgfgs
innsícanrrs
es c o n o c i d o comtinmente cnmo " m e t o r i t o " ,"zacra.torito"!, " r a t h n c:hincolcr" y " r a t . h n a l f a r - e r o " (Mac:hado-
._
& l . l i x m ! , 1960)
.
S e
1recoiioc:e f A c ii.mer?%e!
p o r c;t.t pequehac:ola,
o r e . j a s c o r t . a a y redondeadas c a s i c u b i e r t a s p o rel
p e l . a j e . E l p e l oes
: l a r g o y suave, su !iolorac:i.dn es c:a.f& o s c u r o con 1.0s l a d o s
mas
c:I.arocr. El. v i e n t r ee!%
g r i ! j A s e o . Lac:ola
e s 1igerament:e b i c o l o r - , c a fP
o s c u r a p o r a r r i b a y mi'tc; p&:l i d a p o r debajo. La 1.ongi tudt o t a l
v a r l a de I21 a 1.52 mm. yel
peso
de 26 o 43.4 9..La
e s t a c i b r l r e p r o d u c t i v a se e x t i e n d e cie may[:, a agost:o yel
p e r i o d o de g e s t a c i . b n esde
.?;O d l a s ( D a v i s , 194.4; c?sclell
II 1964.; Maiihado-. A l l . i s r i i i ,1960;
C e b a l i o s y í3alinclo, 1984).E;:i.s.t.en pocas estudios s a b r e r-tiproduc:cihri y aspecto?% d e l
de!i;arrol I. 1:) 1poc-t ernbr i onar i
c)
mi n i a m l f e r a % m i c r o t i. nos en caut.i
ver io
I , ' ..e s p c x i
alment.e r e f e r e i i t e s a:l g & i e r o Mic:ri3tg- par-a I\lorteam&ri(ia,p o r
lo
d l fici
I. que 1resct1.tael.
manteniniierito y r e p r o d u c c i d n enel.
. . 1 a b o r a t c i r i e).En el. p r e s e n t e e s t u d i o se p r e t e n d e a n a l . i z a r 1.a v a r i a c i h n
e n
el
.t.amaPfi:i de camada y til d e s a ~ r r o l . l . i ~ posembricinario dem i c i g i : g i
._
rne:iic:anus-
.-
._
_.
- - -
-__.._.--I rnesicantrs.-
__
L.a :i.nCoi-macihn que se t i e n e s o b r e @s.te tema es escasa y
._* d i ;E p e r sa
..
Brown (1768) e n c o n t r b una v a i - i a c i d n par-aM.
c.
cngg~,,giaiijA~ de I
a
4 c : r l a s p a r camada, moda 2 y promedio 2.25.
..t o m a c i o s en 1'2 hembras de fir-izona. P a r a
F.
c.
auada1upensi.s de I\li.ievo M&x:i.c:o enc:uentra de 1 a 3 c r f a s p o r camada, moda 2 y promecltn de 2.25 eii !ma i r e v i s i b r i de 8 hembras. B a i l e y i 1 9 X 1, l i
, . menciona tiria v a r i a c i b n de 2 a 5 p a r a e j e m p l a r e s de Nuevo M+xic:o. Hakiir (1.956j en un examen de
1 5
hembras defl.
0. ~ c i b s i m u s de C:oahu:ila e n c o r i t r d ~ i i i promedio de 2.7, moda 3 y v a r i a c i b n de 1 a4 crlas. .Raker- (:1962) e n c u e n t r a en Durango en una muestra de 3 hembras una v.sriac:ibn en t a m a P r o de <:amada de 2 a 3 p a r a
mu
q..
.-rnadreiicji;!
.
En p a r t i c u l a r para
l a
!:ube!zpeciem.
E. ~g-icigys e:.:is.teii, t.amtii&n, a1,clunas r e f e r e n c i a s . ita11 y i i a l q u e s t en ungr'upo
d e 7 tiemtira~sd e
Veracruz encuentran cm promedio de 2.57, moda 7; y v a r i a c i h n de 1 a 3 i n d i v i d u o s p o r camada. Machado-,Allic,on( 1 9 6 0 )
e n c u e n t r a que? ocho hembras en
el
D.F. p r o d u j e r o n un promedio de 2.86, moda3
y v a r i a c i d n d e 2 a 3 i n d i v i d u o s p o r camada. CAnchez( 1 9 8 1 ) a l :i.ni:or-mar- s o b r e sus r e s u l . t a d o s i n d i c a un promedio
de 2.7
can ima v a r i a c i h n d e 1 a 5 : i n d i v i d u o s p o r camada,sin
mericiimar e:l % a m a P l o LIE? muestra. D a v i s ( 1 9 4 4 ) da e j e m p l o s p r o v e n i e n t e s de v a r i a c , l o c a i , i d a d e s d e P u e b l a y T 1 a x c a : l a y er1cuet.r-a una modade
Z r no p r o p o r c i o n a n d omas
d a t o s .De acuerda
c o n
estas antecedentes e l tarnaPio d e camada enpliciotg-
m':.:icanus va de 1 a 5 c:on un promedio t o t a l de 2.57.E s t e t.amaPln de camada ha s i d o determinado p o r cont.eo de embriones de i n d i v i d r r c i s c o l e c t a d o s en e l campo, no t.eniiindose dat.n!:
de
tamaho de c:amada de i n d i v i . d u o s mantenidos en c a u t i v e i - . i o p a r a e s t a especyi e.OBJETIVOS.
1 )
Ret.erminai- e l t a m a P r o de camada de l a ciuberjpetiieplj&,LOflli
ggciG$ng-
g.*gic$n.gg.2) Observar
si.
e x i s t e una c o r r e l a c i h n e i . g n i f i c a t i v a e n t r eel
t a m a h o de c a m a d a y e l t a m a h o c o r p o r a l de l a hemkirac o r r e s p o n d i e n t e . A s i carno t a m a h o d e camada
con r e s p e c t o
a l desarroi. l.a delos iieonat.os.
9 ) A n a l i z a r - s i e x i s t e ! var-.iacihn geograf
i c a en
el
t a m a R o decamada dcz!
micri.ggg
p s c i c a n u s .MATERIFILEC Y METODOC.
1-05 e:jempl a r e s
de
Fí~~%i~'s-
ons.i.cgzti. 'g:.&ai.!~i f uerori c o l e c t a d o s enel
Ex-Lago de Te:~cuco a l n o r e s t ede ].a
c i u d a d de ikléxicu ( F i g u r a 2 ) , a .iina alti:t.ud de 22.4; m.s.n.m. Considerada como una de l a s zanasmas
secas d e l V a l l e de M & > : i c o can i ~ n aprec:ipi.tati:i¿m anual. i n f e r i o r a 1cis (riOci mm. I l a s l l u v i a s mas
abwidan%e.s cie p r e s e n t a n de j u l ici a sept.iembre represent.ando
el
72:! de l a p r e c i p i t a c i h n a n u a l ; l a t e m p e r a t u r a media anual es de
1.4.7 í q - a d o s c e n t i g r a d o s ) con rnAxtmos en
mayo
y minimos en enero ( C c h l a e p f e r , 1969). P r e s e n t a s u e l o smal
drenados con a l t o s n i v e l e sd e
s a l i n i d a d , encontrandose enmayor
propor-ciar1 c l o r u r o y c:arl:ionatod e
5odio. E l t i p o de v e g e t a c i h n p r e s e n t ees
p a s t i z a l de.-
D i s t i c h l i s
.-
-
.-
-.
-
s p i c a t a..
- -
- -
_. con manchones abundantes de " r o m e r i t o "
Su$cb$
t o r r e y a n a (Cruz, 1969)
.
Para
la c a p t u r a
d e
l o s i n d i v i d u o s se u t i l i z a r o n trampas det i p o Shermai-in d e a l . r r m i n i ~ (2.3 X 7 X 7.9 cm) y l a s cuales
se
cebaron ccin una mezcla
de
h o j u e l a s ;de avena,
esenciade v a i n i l l a
y m a i z quebr-adn. Los e.jemplares f u r i r o n t.r.ansportadosal.
b i o t e r i o de l a U n i v e r s i d a d /Ai.l.tBnoma M e t r o p o l i t a n a I z t a p a l a p a en c a j a s cle p l a s . l r i c occin
a a e r r i n y c:ubie,rt.as con m a l l a de alambre. A !XI1 legada - f u e r o n bafíados en Lima scilcician de "Asunt.ul" a l 1% por e s p a c i o de dos m i n u t o s p a r a e l i m i n a r
los
e c t o p a r & s i t . o s .Despcies d e d e a p a r a s i t , a r l o s se colocar-on en c a j a s 1 i m p i d a c o n
a s e r r i n , e l cual fue cambiado cada semana.
Di
a s drirjpL@s se colocabari poi" p a r e j a s,
macho y hembra, ( d e p r e f e r e n c i a adu:it«c;j y $;e procedib a :;u r e g i s t r o .La.;
p a r e j a s fL.ieron r e v i s a d a sdiariamente. L a d i e t a u t i l i z a d a c o n s i s t t o en alimento espec:ial para ira.tone:i "Rlbinosa". 53, les doth de agua y aIimerito
arJ
-
1ibi.tum. .--
._ .- ...
E l c i c l o de iluminacihn .f:ire de 12 horas.1.Los cla.t.os que se reqisjtrarori fueron l o s sig~iien~te!ii: nürnero
de
c a j a , fecha de c o l e c t a y de r e v i s i d n , nbmer-o de ejemplar- (marcados p a r medio de ec:tiomii:aci?n selecti,'.? de ].as f a l a n g e s ) , sexo, edad, medidas romat.icas convencionales (de acuerdo conHall ~ 196: j I peso y muda. Para determinar e l estado reprntiuc-tor
de l a s hembras se observb l a vagi.na (cerrada, semiabierta o
a b i e r t a ) , el d e s a r r o l l o mamario, presencia de l a c t a n c i a y ci gestacihn ( a l t a c t o c i e einbrioriesj. P a r a cada mac:ho se anntd l a poaicibn de l o s t e s t i c u l o s (ahdominales, i n q u i n a l e s o
escrotados) y t.amaPio (longi'tud y ancho en mm)
si
estaban escr-okados .,P a r a cada nueva camada se contb y march a l o s neona.toc;. Detiido a que los ineonatocj presentan l o s dedos unidos a l nacer, se mar-caroii marichando
los
miembros con una soli.ic:ibn de cr:i.!s.tal vtole-ta, asignandoles un nliiniero c l a v e( p a t a
a n t e r i o r izquierda IVo. :IIr pata a n t e r t o r derecha No. 2, pata postericii- derecha No. 3 y pata posterior- izquierda No.4) para su poc,tei-ioi- identi.f icacihii. E s t a operacidn fue r e p e t i d a cada tercer d i d porque e l c o l o r se perdia, probablemente porque l o s padres lamen a l o s pequef'fos odebido a l c:anlbio rapid0 de l a epidermis (Martin y Alvarez, 1982). E:ito se r e a l i z h hasta que pudo efectuarse l a ectciniizacihn de :lac,
e l p c i ! ~ i . T o d o s l o s dat.oi, i n e n c i
cinadoií c o n
ant.1ir.i or-i ciad SE?r e g i . s t i - a i ~ - o n d e s d e a l i i a c : i t n i e n t o d e
los
r i e o n a t o a y desciLi&s r a d asemana hacita que l o s necmalros a1.c:an~ar-on e l tamirr'fo de u n adciltu !solo pudo r e a l i . r a r s e
e%to
c:nn % a m a f i o s d e camada 2 y .>.-
~ : i c j r c ~ u l iS%JlO S e tt.ivo lmi3 c:amada d e 4 y 1575 c l " f a r i m u ! - i e r - C J n polio despueí d e
su r i s c : i m i e n t o )
.
A l tnisnio t . i e n i p o se i r - e y i s % r oesta
:infur-niacit~Iipara
Los K,aclres (:fe l a camada..
Para el a r i A l i s t s
d e
l o s dat.i:ir, l a c ; p r u e b a s e!;tacli~i~itc~ar; empileadae; fi.wron a n a l i s t s d e cirirreliacihn y I r e g r e s i h n as1 como% a pi*-i.reliia de F para c:otnpar-ai:iOri d e variazas y pri.iehas de I:--
!i~i:.uciiii-i.t parisi ccitnpar-aciOri de m e d i a s y (Cokal and R n h l f I 1.981;
RESULTADOS
E:l tamaPio de camada se determina medi.ant.e camadas nacidos en e l :laboratorio ín- 14) y en
el
campo (n= h ) teni@ndoz;e en todos l o s casos seguridad enal
rifimero tot.al de descendi.entes Los datos se obtuvieron de uri t o t a l de 18 part.oe, donde 4 hembras .tuvieron dos camadas y l a s rest.ant.es !solo una. Las o t . r a s dos camadas f irer-on determinadas por r e v t s i h n de embriones en hembr-as disectadas.15:l
tamaiYo de camada promedio observado p a r aM$.cc-iLc!s
mgr:i.n+ggime-i.c.angs
.fue d e 2.80 con un ranyo d e 2 a 4, un a desviacibri esthiidar de 0.52 una moda de :3 (Tabla1).
E l 70% del a s camadas c::oi-respondieron a un taniailo de camada 3 íFii3t.w-a 3 ) .
De
acuerclo alos
antecedentes indicados previameri.te, l a s ].oca1 idades mencionadas para e l %amaiYo de camada deMiccg&iis
~ s g -
se
organizaron en cuat:roregiones
cjeogrCif i c a s en futiibn de su l a t i t u d . Grupo I : Artzona-Nuevo Mexico 34 gradosla.t.itt.id Ncirt.e) Grupo I I :
Coahui
l a - - V i i r a c r ~ i z25
y I 7 q r a d o s r-espectivamente l a t i t u d Norte; G ~ U P O T I 1 D i s t i - i t . 0 f e d e r a l , Estadode M@:.:icci, F'ueb:la y 71ar:c:ala 14 g r a d o s l a t i t u d Norte ( T a b l a 2 ) .
E s t a agrupac:iBn .fue hecha en base a l o s
analisis
de variarizas en l a s cuales dos o m a s l o c a l i d a d e s agrupadas no resultaron ser si.qriif i.cativemente dif:erent.es poi- l o cual se t i i z o un pi-omediode l a s n i e d i . a s para t o m a r un so:io grupo de acuerdo a l a r-eg:ihn yecigi-iif ic::a.
obteni&ndocíe quci
los
grupcis 1-11 y :II--111 son s i g n i f i c a t i v a m e n t e di.ferentes si 11 embargo 1 cis gi'-upos 1-1I I 1 1 o scinsigiii.fic:a.ttv~imente d i f e r e n t e s en cuanko a sus tamahos de camada.
L.os r e s u l t a d o s de l a prueba de F son los si.gciierit.es: 1-11
F=
?,
..
.L.il(.i ,.I:= .<ci.(i5; C+I.IP~ 1 - 1 1 1 F-: i . b i . p= 'o.05; Cir-upo
r 1 - 1 1 I
F=3.55
p =
.::o.<>:;.
E:n l a prueba de t-student se obt.ctvierort
los
s i g u i e n t e s resrrltados en e l grupo]:-.-I1
t= 1.'78, p= >.O.D5 c l u e i n d i c a que est.os 13ri.tpo.i no son s i g n i f i c a t i v a m e n t e diferentes. Gri-~pa I-.I11t = 4 . . 9 1 p:= .::13.05, s i g n i f i c a t ~ i v a m e n t e diferentes. Grupo I 1 - I I I t= i . S l p:= -10.05 l o s c u a l e s rin son s i g n i f i c a t i v a m e n t e d i f e r e n t e s .
E:n 1 . o ~ a n a 1 i s i . s de tamaflo de camada y lat.it.ud se obtrivo una corr-elatii.bn negativa s i g n i f i c a t i v a (r:= .-0.937 y p= <:0.05) para l a especie
mgi_r:g!ggs
nwsicanusv es clecir conforme l a 1atit.ctd aumentael
tamafio c i e camada disminuye (Figura 4 ) .C:omparando e1 tamafio corporal de lit hembra en funcibn d e l tímafio cle camada se obtuvier-on l o s s i g u i e n t e s resill-tadas. El a n a l i s i s de c o r r e l a c i b n practicado para longitud de l a hembra cont.ra e% tamafio de camada no fue s i g n i f i c a t i v o (r= t'. 112, p=:
::.
C ) - C ) 5 . Figura, 5 ) . En tanto que dicho a n a l i s i s fue sigr1ific:ativo y pncji.tivo para, e l p e s o dela
hembra contr-ae1
tamaho de camatia ir=0 . 5 3 3 , p= C Ci.i:>5, F i g u r a 6 , Tab1.a I ) .
Para 1.0s .t.amaRos de (camada 2 y 3 se encontrb t.ti-t<a c n r r e l a c i b n s i g n i f i c a t , i v a para crecimiento en 1ortgi.tud y pesa, teniando c:nma r e s u l t a d o s de este
a n a l i s i s
r-0.8975,
p= 2:: O.Ci5 yr = 0 . 71:3:1 p= 4:
0.05
para l o n g i t u d y tamahos decain<%cla
2 y :Trespectivamente (Figura 71. Para peso
los
val.ores son r-.= ( 3 . 8 9 ~ ~ yp;: -I
.:
(3.05
p a r atamafía
tie camada C r=: (:>.6934 y p-: .':0.05
p a r atamaho d e camada .3 ( F i g u r a 13).
Far M t i m a
se
g r a + i r i b e:i c r e c i r n i e n t . a e n l o g a r i t m a s c o ni r e s p e c t o a l t i e m p o t a m b i h
e n
lagar-i.tnias, ijraficas9
y1(3,
en daride se p u e d e o b s e r v a r cluelos
i n d i v i d u a % d e tamaPro d e camada L crec:ei-i m,As r a p i d a m e n t e q u e Ins i n d i v i d u a s d e tamaho d e camada 3. Cama e j e m p l o e n l a t e r c e r a semana l o s i n d i v i d u o s d e tamaho dc' c:arniida 2 t . i e r i e i i una l o n g i t u d d e98
mm. y el p e s o a l c a n z a d o es d e18 9. rnien.t.ras qtre l a s d e t.amaho d e camada :3 p r e s e n t a n a ese
DICCUCION
E:ii l a
presente
discusi.itirise
compara e l tamafio d e camada d er!i-<;r:.h.t-i
Ensi
c a n ~ 1 5 fngz.in&ngs #quese
o b s e r v a durante el tiempo d eest-uciio curl a l g u n o s resultads3s c i t a d o s
en
l a l i t e r a t u r a . ,Ce
a n a l i z a n pcieiib1.es f a c t o r e s causa:le!; que pueden a f e c t a r e:l
, t~imafici d e carnada I
t . a l e s c1:mo
v a r i a c i h n gecigraf i.ca y tamafio ci:irpc:,ral.d e
1.a hembra ~asi
como t a m a M o d e camada en f u n c i a n d e l d e s a r r c i l 1cJ d e lnc, neonatos..Determinacibn de tamako
d ecamada en campo y laboratorio.
E l tamaMo promedi
o
tie c.sniada p a r a 1. a scibespeci.e
!"ijl&~."i&,.'--
me:.:ic:anus
- -
._
m.eg,ic,g-ir-i_ .Fue d e 2 . 8 0 ,datos
que 5e iiibti.ivieron a l o l a r g o d e un aficia
part.ir-de
e j e m p l a r e se n
c a u t i v e r i o y c?ri e1 c:arnpo.Eri l a 1.i.terati.ira
se
tial.l~sron l o s r , i g u i . e n t e s promedios p a r aesta
sctt)espel::iri2.
57 p a r aVer.sc:ri.m
íi-lal:l y D a l q u e s t , 1963) p a r ae l D.Fm y a l r e d e d o r e s
se
tienen ].cis s i g u i e n t e s promedios 2 - 8 6, , ( M a c h a d c i - ~ ~ ~ l l i ~ i u r i : , l 1 ? h 0 j y 2.7 !SAnc:liez-H!, 1981)
.
Si
se
r e a l i z ai.ma c:cimpat-acidn
cll'
l o s dato!: anttis mencionados con l a s t a b l a s quepresent.a K e i 1 e r í:lY85) EjObri? Ins tamaMos d e camada d e v a r i a s er,pec:ies d e l gener-ti mFg,ríi.i;: se puede o b s e r v a r que l a espec1.e
~ i ~ ; . ~ , c ~ t ~ ~
f i ~ ~ x i c a r i c t s se e n c u e n t r aentre
l a stres
e s p e c i e scon
tamafTo dri c:arnada
mas
pequeMocon
cin promedic:, d e 2.57.P a r a c!i.cro.tus mein&ag,$u~ me:.: i c$c.g- e l tamafin d e camada so1.0
.
..-
sli h a b l a deterininadci lpor
con,teo
d e eintirtimes sir1 embargu en e l p r e s e n t e €-s.tudio adem& d e lconteo de embriones
y camadas de e j e m p l a r e ssi
1vest:res f u e r o ~ n tomadas en c u e n t a camadar: dee j emp I. a r e s et? c a i i t i v e r i (3 >I
S i n embargo se ha e n c o n t r a d o que el tamaho de c:amada v a r i a
en est:imaiz:iones de campo
y de l a b o r a t c ! r i i ~ ,
Naclerr ( 1 9 8 5 ) enccient.i-aque
P'l~-crick\ic.
Q = ~ ~ C . Q I ~ - en c:oindiciones de 1.aboratorI.ot i e n e
c . ~ ntamairo cle c:amada medio de 4..1::! c r - i a s ( d e s v i i a c i h n estandar
=
0. 1.) si.ertcio e l tamalYo de c:amada de .5.6 ( d e s v i . a c i . h i e s t a n d a r=
1 - 9 ) enpotilaciortec; n a t u r a l e s , l o m i win sucede con
M+lcrgkus
~+lgf:ui
el. ct.ia:l t , t e n eu n
tamaffo medio de camada de3,.9
c : r l a s en coI.on.ias d e % a b ~ : i i ~ a t ~ r I . o y de 8..2 en poblaNziime!s n a t u r a l e s . Negus y F ' i i i t e r( 1 1 6 5 )
e n ~ o n t r a r o n tambier7 mayor nümeru de embriones en el.c a m p o
que en e l l a b o r a t o r i o eri
MIIZIZQ~&J~
mmtg~n-.
En
o t r o e s t u d i oreali.zaclo con m i c : r o t i n o s se miinci.ona (Iririesp 1978) que e l c o n t e o
cie
eml:!i~.i,cirie!í es f rec:uentemente usado para E?stimacioiies de tamah'isde camada y
esto
no reC1.eja iuii v a l o r verdaclei-oy a que
existen v a r j. ab I. e s de pt.!r
d i d a i nt
r at.! t e r i ria IP a r a
F.
m.
gjw:cxjcgnu- no se e n c o n t r a r o n d i f e r e n c i a s e n t r e ' t a m a F m s de camada d e e j e m p l a r e s en c:autiver-i.o y s i l v e s t r e s , como se ha r e p o r t a d o p a r a o t r a s e s p e c i e s aunque debe t.enerse en corisiclerarric)ri q u e l a s miie!st.ra!í toinadaí par-a e s t a sutiespeci e han s i d omuy
peqLieffas..F a c t o r e s que a f e c t a n
el
tamako de camada.S e han p r o p u e s t o v a r i a s h i p b t e s i s . q t . ~ t r a t a n de e x p l i c a r
el
porque d e l a v a r i a c i t i n en tamaho d e camada en v e r t e b r a d o s .,
A s l
se
ha a t r i b u i d oa
l a cispei-anza de v i d a d e l a hembra a d u l t a !,~ f r e c i u e n c i a y p r o d u c c i o n d e c r i a s poi- hembra, e d a d
de
maduraci ¿ i nd e l a hembr-a, tamafío usual. de
ci-ias
I:j.mnpo e i n v e r s i b nde
e r i e r g i a e n c-1 c u i d a d o p a r e n t a l,
e s t a b i l i d a d d e l a m b i e n t e , n i v e ld e tiepredac:iilin y
estrategias
d e f o r r - a j e o y e s c a p e d e ].as e s p e c i e s (C:ocfy, 1965; Fi.tc:h, 1905) aunqueesto
ha s i d omas
estcidI.acioen
a v e s y r e ~ i t i l e s quee n mamlferos..
EEn
m a m l ~ f e r o s l a var-j.ac:ihn ha s i d o .tambi+r.i a t r i b u i d aa
d e + i c i e n c i a s nu t. r I.c
io n
a 1 es I H a t z l i , 1985) a r e s p u e s t a s.
e r i d c i c r i n a s i r e l a c i o n a d a sa
1.3 d e n s i d a d (Seabloom, 1985) y a r e s p u e s t a s f i s i o l b g i c a s clue e s t i m u l . a n l a r e p r o d u c c i b n INeguse t
al. 19'77) Y
P a r a m i c r o t i n a s
se
p r o p o n e que el tamahod e
camada d e p e n d ede
f a c t . o r e s t , a l e ! ic:omo
p a r i d a d o e d a d , e s t a c i h r idel
arto
y c o i i d i c i o n t x d e l a c o l o n i a ( N ~ C I E U , op. c i t . 1.N e g u s
y F'int.er ( o p .<::it
... ! ccincl.uyen que e n al.guna!; e s p e c i e s d e Ml.CrotUS (g~n_2iin_l.ii_el
t,iirnartci de camada se incremen.ta
con
l a e d a d y p a r i d a d . Kel1.er( o p . . c r i t ) m e n c i o n a
q u e
l a v a i - i a c i h ne n
tamaf'ro d e c:amada p u e d e deber-!se a c a m b i o s a m b i e n t a l e ? ; y que ].as e s p e c : i e s p r e s e n t a n a. esto rii!;pi.ier;t:as mas b i e n.f
erioti
p i ca?i q u e g e n o t i p i c a s .Cltros .fac:t.ores a los c u a l e s se Iris tia a t . r i b u i d o l a var-iac:icliri
e n
tamarto d e camada han s i d o l a 1atit:i.G y tarnriPrn c o r p o r a l 2i i
Variacibn latitudinal y
tamaho
de camada.
E x i s t e n v a r i o s t r a b a j o s s o b r e este iUtirno a s p e c t o como e l
cl:i.fei*.entes
p r o m e d i o s en tarnaPrci d e camadae n
e s p e c i e s s i m p A t . r i c a s .E::: p:i i c a q u e
l
a
v a ri
ac i dn qeogr-.$f i c a iin p a r a m e t r o s reprnduc t:i
Y(I)S, e s p ~ c i a l . n i e n t ~ eri t,amaPro dec:amada
@.)e: un .fenbrneni~ iinnip1.ej0 y nf3f A c i 1 m e n t . e p i * - i i d e c i b l e d e b i d o
a
l a e!zcasex di? dat.os quese
,t.ienensobre l a s h i ! ; t o r i a d e v i d a
de
l a s p o b l a c i o n e s d e lnorte
y dell sur e s p i i c i a l m e n t e sobreestas
i-ilt.iniass. I n n e s ( n p . c i t . ) e n c u e n t r a u n acorr--e:Larihn p o s i t i v a s i g n i f ic:a.tiva
e n t r e
t a m a m d e camada c:ontr-a1.ati.tud y a l t i t u d p a r a mgiro.tus y
Clethrimumys
y d a ejemp1o.j d e a l g u n a s e s p e c i e s en d o n d e lest& h i p b t e s i i ;no se
c:irmpleasi
mencr:i.ona aMi
o c h r o a a s t e r ya
u.
mon,$,mn~s que Eje enc:uentr-an a ].ami 6 m a 1 a t i. trrd Ii9."'. 2 8 ' ) y s i n embargo p r e s e n t a n un tamakc:,
cie
camada muydiferente
3. 18 y 6. 47 r e s p e c t . i v a m e n t . e yM.
g!da-ua$,gy y_.
M u
pi.!>g:h~r~!!j los c u a l e s pi-e!sen.tan aprn:~imadainerit.e e lmismo
t a m a f i o d e camada y ?;e h a l l a n separadas
a
16'" d e l a t i t u d ( >y1.- y-;/y.
r e s p e c : t l v a m e n t e ) .La v a r i a c i b n i n t r a e s p c c i f i c : a e n
el.
tamaflo d e camada d e !!j&f:.g$.&u- gt?i?&i_n.es p r e s e n t b una c o r r e l a c i hn s i g n i f i c a t i v a ntzqat.iva con l a l a t i t u d , T e n i e n d o s eun
tamaPro d e camada menora
una mayor l a t i t u d o b t e n i * n d o asi:' r e s u l t a d o s s i m i l a r e s a los
ericorit.r-ado!z por Lac:key (cip. c:i
t
1 e!nk r g m y s & ~ s
I.e.eco~&xs,
yd
i
.t'ren
it
e!% a l o s p l a n t e a d i i l s p o r Tnnezs p a r aELcri&&!i
y._
C l e t h r i o n o m y ~-
._
-
._
._
__
en
1cis c:cia:I.es e n c u e n t r a una c o r r e l a c : i . b n s i g n i f i c a t i v a p o s i t i v aentre
t a m a l l o de camada y l . a t i t u d . ,Detie
t
O I T I ~ I ~ ' s
E?( i n
c u e n
t. a
que
'tndo!sl o s
e s t u d i o s han s i d oi n t e r - e s p e c i f i c o s y
no
i n t r - a e s p e c i ficos.
RdemAsd e
que en tzst,as I-escil. tadoci no se han tomadoEm
c u e n t aotros
.fact~.ores r e l a c i o n a d o sa
l a z i eeiti-ategia!: i3e v i d ad e
esta
e ? j p e c i e como por e j e m p l o inttmerode c r i a s poi- año, tamaño c:oi-poral de l a r ; c r i a s , c:ompetencia i nter-espec I. f i. c a entr-e
ut
r-os..
ii) Tamaho c o r p o r a l d e
l a
hembra y tamaho de camada.En un e s t u d i o rea1i;:acio s o b r e mamifer-os (Tuomi I
1980)
%e
encLientr-a que
el
tamaffi3 de c:amatja se ha1 l a c o r r e l a c i o n a d o p o s i t i v a m e n t e c:on 1.3 1.ongI.tud y peso deJ. cuerpo dela
hembra eri marn1.Fei-cisí peq~ieffcic; y en mamifera!s grandes e s t a c o r r - e l a c i d n r e s c i l ti3 riiajat i va.L.ayrie s e ñ a l a que e l tamoflo de camada de
í%?rggyi:;!.!-
n o
gi-iarda re1.ai:ihn conel
tamaffo ' c o r p o r a ld e
:la especie. S i n embargo Myer-:j y Masters (17133) o b t i e n e nen
F'er.~gy-.cgs
ggiI.cu1.ati.i:;una
c i 7 r r e l a c i b n p o s i t i v a tie tamahci de camada con peso y eclad de la inad ire.
Noi-malmente peso y 1.ongi.t.ud
d e l a
heinbra son i n d i c a d o r e s de" tamaffo coi-poral de l a hembra y su tamaffo de camaija s e r i a s i m i l a r s i n embai-.cjo en I a subespei-i
'e
micrgtis
me:.: i canus mexi tank!? se n b t ~ i v o una c o r r e l a c i a n p o s i t i v . 3 e n t r e t.amaño de carnada y pciso de la hembra. Por o t r a p a r - t e in0se
obtuvci una c o r - r e l a c i h n c m i - e ! í p ( i c t o ala l o r i g i . t u d ,
en1ei;te
casa h a t i r i a que considerar-se t a i r i l : i i ~ n 1,s. eclad y piaricladd'e
l a hembra far:t.cires que pcidrian res;cil.t.ar de.terminant.es enla v a r i a c i d r i en
tamaffo de camada.Tamaho de camada y c r e c i m i e n t o d e l o s neonatos.
Myers y M a s t e r s (op.
c i t . )
ericontr-ar-on que e l tamaño decainacia e!nta c o r - r e l a c i o n a d c inegativamente con e:l prOmt?diKl y peso
de 1.0s .jhvenes a l nacer, y r - e l a c i o n a d o possitivamente con l a masa
total.
de l o s jbvenes. A s i como el. tamañod e
l o s
jdvenes al. nacerCONCLUSIONES.
E:l t . c i n i a í i o clt? camada p a r a 1 a z:i.rliiespec::i e P ~ ~ . c ~ Q & . Q s mg-n.&.+mo;
.-
tiei::ic:ar!LiL= ...
... ._
-
._
._
._
.fi.ic: t i e :?.€IC) con cin m i n i m o d e 1 y Lirima:.:imn
d e 4.En
D.
nn,:i.cir.c:i a l aume;itar 1.a l a t i t u del
tamano titic a m a d a
(11 i mi i n u y e aNo se encuentr-an d i f e r - e n c i a s s i g n i f i c a t i v a s e n e l tamano d e
c a m a d a
a n i v e l s u t i e s p e c i f i c c i en Plicrotcis mexic:anus.El
tamaho d e camada d e MiKrOt!Ms mexic:anus mgxi,n~~~~ e s t a c : o r r e l a c i o n a d o s i g n i f i c a t i v a m e n t econ
el p e s o de l a hembra I !.:inembar-go no S E e n c o n t r b c c i r r e l a , c i b n
con
l a 1.ongitudc i e
l a hembra,.S e cibservb que
l o s
iri~:iiividucis d e tamaPlo d e camada dos p r e s e n t a n uncrecimiento
ma5 r a p i d o q u e 1.05 d e camada tres,,tial
I. andose e l tamafio d e c a m a c h c o r r e l a c i o n a d o p o s i t i v a m e n t e conRESUMEN.
En el. p r e s e n t e est.~.idI.~c~ se apoi-ta in.Formac:ihn sobr-e e l taiiiai'fo
d e
c:amada deM~clot~~~
!nek:i-c_anns
! ! e > c i . c m g i
contia!%?
a obsei-vacioriei r e a l . i z a d a s durant.e i~ii aRo tant.0 en e l l a b o r a t o r i o comci tin e:lcampo.
E?'i ,. t - mako ijecamada
p a r a e s t a subespecie .fuedeter-minado de un t o t a l de 2'3 camadas o b t e n i e n d o como promedio
;?,,a(:i
c o n t.ma v a r i a c i h n cie 2 a 4 c r i a 5 p o r camada y s i e n d ola
moda(ir?
:X.
L.os ejernplare!: esti.idiados f i m r o n c:o:lectados enel.
E::.:--Lagod e
-rel:coco.A l comparar
la
i n f o r m a c i b n p r o c e d e n t e de l a l i t e r a t u r a conrírrlt.ada c o r r e l a c i b n s i g n i f i c a t i v a y n e g a t i v a e n t r e tamai'fo tiecamada y 1atit.i.id p a r a variazz l o c a l i d a d e s de mexicanus SE? I - e a l i z d un a n a l i s i s s o b r e
la
r e l a c i t i n en tamaRo d e c i m a d a y 'tatnaPco ( i c i r p o r a l dela hembra
(1.unyitud ypeso).
Se nhser-vbu n a
c o r r e l a c i b n s i g n i f i c a t i . v a entr-e tamaPro de camada y peso de l a hembra, pero no se e n c o n t r a corr-elaci.bn e n t r e tamai'fo de camada y l o n g i t u d de ].a tiemhranFor t i l t i m n se r e a l i z a r - o n compar-aciones s o b r e el. crecimieri'tro i n d i v i d u a l tie e j e m p l a r e s pr-ovtmientes de tamaPro de camada d o s -/
LITERATURA CITADA.
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Tab1 a s
T a b l a 1. H e l a c i b r i cie tamat'lo c o r p o r - a l y t.amaPco d e carnada c l e l a s hembras; d e píL,'í,r~tii flex,:Lcmgi.
me>:
icanuc,,provenientes
d e lE?:
--L.3.g O d elei:
0C:D. 1:T a b l a
7 .
V a r i a c i b n y e o y r a f i c a d e l tamaPlo d e camada d e a l y u n a s s c i t i e s p e c i e s tie Microt-Qc, fl'?qj.canus,..Tat1 I.
a
3 , Crecimientoe n
lni-iyitcid y p e s o cie 105 e j e m p l a r e s d et:.rmafYo
d e camada 2 , n a c i d o se n
c a u t i v e r i o .T a b l a 4.
Crecimiento
en LoiTyituci y p e s o cie 1.05 ejemplar-esj d e tamaPíci d e camada 3 , naciclc>!;en
c a u t i v e r i o .Tab1.a 5.
Crecimiento
e n 1.oyai-itmc)s de l a l o n g i t u d ypeso
tie
l o s e j e m p l a r e s d e tamaPír-J d e c.smaclaX r
n a c i d a se n
c : a u t . i v e r i o .T a b l a h.
Crecimiento
en
lnqai-itmosj d e l a l o n y i t u d y p e s o d elos
e j e m p l a r e s d e tamat'lu d e c:.smada Z 5 inaciclose n
cai.it.iverii:,,,F i g u r a s
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-tamaRo
de camada y l . a t i t n t i , p a r a a l g u n a s subespecies tie Ll.i&'gtg- myikgigs.F i g u r a 5 . R e l a c i h n e n t r e tainaflo de camada y 1.ongitud t o t a l . dci
la
h e m b r a de Microtu;; me:ticangsipw:-&gngs,
d e l Ex-Lago de Te>: c o c oMe:.:
ico.
Ficjnr-a 6 . Re1ac:i.h entr-e t,maf'ío d e camatía y p e s o de l a hembra d e -i.c~,itgs
m~xi-cg-~ii
n~n:~Lcangr., del. Ex-Lago de Te:.:iioco, riel: i C:O.Figiir-a 7. Compar-acihn d e l c r e c i m i e n t o en l o n g i t u d e n t r e i i i d i v i t í u o s de tamafio de icamada 2 y 3 de micrgt-~js me>:i.canug
n!iiicangs,
en caut.i v e r i o.F i g u r a U,. Comparacihn del. c r e c i . m i e n t o en peso e n t r e indiyii.duos
de
t.amafio
de camada 2 y 1; de Mi-crotus gwiLcnang- me:ri.&angu,en i:autj.ver-io.
FigLira
Y.
C r e c i m i e n t o i n d i . v i i j u a 1 en 1ongi.tud d e 105 ejemp:l.ai-es prc!venient.es de tamaf'ío de cantada 2 y 3 de Microt.u!s m w i c a n u s ~ ~ ! . ~ - i . c _ g n g i , en c a i r t i v e r - i o.F ' i yl,ira :IC!. C:reci.mi.ento i n d i v i d u a l en
peso
de e j e m p l a r e s de tamaflo de camada 2 y 3 dinYíic-%tLii
fiei_i.c_a~!~~
mexican!Au,
en cairt i: v e r i o.Local i d a d e s
Cciah~ii l a (Bal.::er', 1956) 1L-.--13 m i l l . a s este c i e San
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,_
.
No.
de herbra Longitud t o t a l (ail Pesolgi Tamaho de camada Fecha de n a c i l i e n t o Lugar de n a c i i i e n t o157
___
__
3 18 de febrero Caipo +47 132 25 3 25 de f e b r e r o Laboratorio 65 14? 32 3 25 de febrero L a b o r a t o r i o
143
-_-
-_
2 4 de # a r m Campo +50 140 38 3 25 de marzo Labora t o r i o
125 117 23 3 I de a b r i l Laboratorio
65 144 26 3 Z? de a b r i l L a b o r a t o r i o t
244 132 21 2 14 de i a y o Campo t
7!3 136 42 3 26 de mayo Caipo
bao 133 35 % 26 de i a y o Canpo
% l
134 27 3 ? de j u n i o Labordtorio150 132 27 3 14 de j u n i o L a b w a t o r i o
!9t8 127 27 2 24 de j u n i o Canpo
129 135 25 2 19 de j u l i o Laboratorio
144 140 32 3 23 de agosto Laboratorio
1 58 12? 27 3 29 de agosto t a b o r a t o r i o
144 140 30 3 I de noviembre Laboratorio
26 1 137 24 2 26 de noviembre Laboratorio
281 130 26 3 4 de diciembre Laboratorio
263 145 30 3 4 de d i c i e i b r e Laboratorio
labia I . R e l a c i h de taaano corporal de herbras y tamaño de camada de !ticrktgr 41xicmgo
?$&-ir+ng
provenientes del E x - t a p de Texcoco, M x i c o .I Datos provenientes de la diseccibn
de l a s hembras
en enPI
l a b o r a t o r i o .Suberpeciec de
n
Tanaha de d e s v i a c i h nada Ranga Regiim L a t i t u d Referenciai%c_roius_
bY*tm<*bLls_
camada IW estandar geoqrdfica...
1'
?:¶!&!Qe!:i:
08 2.2s 0.22 2 1-3 Nuevo nexico 34* Brown, 1968I:
'"' .@*!ge*lI:l:
--
----
---
3 2-5 Nuevo berico 34^ Bailey, 1932?:
I'&iau:
15 2.6 0.82 3 1-4 Coahuila 2S* 1730" Baker, 195603
---
--_
-
2-3 üuranqo 24" Baker, 1962?:
!!'?3bC!n_s_iS
I>
?rox_i<ab!s
07
2.57 0.19 3 1-3 Veracruz I?* 30'Hall
yDalquest,
19631'
?:oti<a!!s
20 2.BO
0.52 3 2 4 Texcoco 19* 30' Fresente estudio?'
?:?ni:ca?E
O8
2.86 0.35 3 2-3 nkxico 19* 25' ltachado-Allison, 1960__-
3--_
Puebla, I9^ Davis, 1944_-
---
?I E'oxlCanE
Tlaxcala
.. . 4.5
b.5
8.4 7.4 10.4 11.4 12 1; 14 15I6
123.0 134.0 137.0 137.0 137.0 141.0 141.0 145.0 145.0 147.0 147.0 24.0 26.0 26.0 27.0 33.0 35.0 40.o
32.0 32.0
30.0
32.0
17 150.0 34.0
Tabla 3.-
Crecimiento en longitud
y peso de loszjenplares de taiano
decamada
2, nacidos
encautiverio.
. . O 1 2 3 4 5
6
7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 1s 19 20 21 22 23 24 25 2639. I
58.3 78. 2 82.0 105.0 112.5 122.0 124.0 123.0 132.0 140.3 141.3 138.5 146.0 133.0 136.0 136.0 137.0 137.0 137.0 137.0 137.0 137.0 137.0 128.0 134.0 134.0 2.9 5.3 7.1 8.0 13.: 17.0 20.0 21.5 21.0 27.5 28.3 28. 0 28.0 29.6 25.0 22.0 23.0 25.0 20.0 23.0 26.0 26.0 23.0 23.0 31.0 24.0 25.0
-
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Loqaritio del
Logaritmo de
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indPesu
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l.b3
0.49
0.47
1.72
0.57
0.05
1.81
0.74
0.38
1.93
1.00
O.
47
1.99
1.25
0.74
2.00
1.30
0.07
2.12
1.41
0.92
2.13
1.41
0.97
2.14
1.k6
1.01
2.141.51
1.05
2.14
1.54
1.07
2.15
1.60
1.11
?.lb
1.50
1.14
2.16
1.50
1.17
2.16
1.17
1.20
2.16
1.50
1.23
2.17
1.53
...
o
O
0.30 0.47 O.
60
0.69 0.77 0.840 . w
b.95 1.0 1.04 1.08 1.11 1.14 1.17 1.20 1.23 1.25 1.27 1.30 1.32 1.34 1.36 1.38 1.40 1.42 1.59 1.76 1.89 1.91 2.02 2.04 2.08 2.09 2.08 2.12 2.14 2.15 2.13 2.16 2.12 2.13 2. I3 2.13 2.14 2.14 2.14 2.14 2. I4 2.14 2.10 2.12 2.12 0.47 0.72 0.85 O.? 1.13 1.23 1.30 1.33 1.32 1.43 1.45 1.44 1.44 1.47 1.u 1.34 1.36 1.39 1.36 1.36 1.41 1.41 1.36 1.56 1.47 1.37 1.39
K
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4.M.m.huaLpaicnbih
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el v a l l e d eMBxico
(Chavaz y H u e r t a , 198;:).70
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de camada observados en M i c r o t u s
p x ~ c a ~ g -
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F i g u r a 4 . - C o r r a l a c i O n