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I'
I) c .
i:
e:
I:
*
:.ZETico 3 3 s e e Zi>ro>:5n"-?-.nente 10 3133 US.
2~
costa y 1~~-
2l?.t?.-forni. continental rJ.e 503 Q33 :.;:m:Law
condiciones t o p g f lficz.3 y l - . ~ tezypernturas tie 1n.n cquas, a s í coa0 13; ~ : > o ? t ~ c i o -
ne.?
Uc
las corriente,? fluvi2ie.zal
uar periiitc-n que nuestro p zí s cucntc con zoilzs ?esqueras de extr?-orCimria riqueza, e m o n trSndose eiitre l ? , ~ de m y o r gotenciZ.1 aprovechable de!. mado.
7
P o r
otri.
y r t e
se mke que una de I n s fuentes ?.e a i i u e n t z ci6n fundzrxntzlen pm?. 12. hLuz.gicP.2 es, sin du8.3 alguna, 1C+
procegente
e e l
nar.En iasor.tnntc considemr
el
vnlor n u t r i t Lvo
y econ.ór.!ico Se estos pro2ucton.E1 c,ontenido niedio de l o s prdtidos en l o s peces es de 1 6
a
125;
p o r 10 cue ressecta ?.i conteni8.o de grasa enion peces
e s muy v a r i a b l e ( de 0.3 a 305) ?or l o cual se debebhzcer
una'difere3cixcibn entre peces mgros y pecei, ;rrrsoe; l o s pi.iueros t i e n e n un contenitio de gr2.m
msxino
de 3$, y ioe peces ~ ~ B O Sson aquellos qrie contienen coapuestos i i p f d i c o s en una proporc c i ó n su2erior a l 3$.
LOS Bci d.os p z s o s insaturzcos foruan 3/4 partes aproximiia
-
mente de 10,s i í p i d o s de l o s peces, ya
éstos p r e c i s m e n t e de-- ben a t r i b u i r s e l o o o l o r e s e s p e c i a l e s que danl o c
a c e i t e s 8.e p e sca8.0, aden5s C?e que l o s hace susceptibles 3 rancidez oxidativcl.
Entre lor: ,?cidos granos szturados, debemos recordar a l 5-
c i d 0 palniftico, dc. n i r f s t i c o ,
Bc.
estedrico, etc.Tanliién l a l e c i t i n a , que f o r m p m t e de l o s f o s f 5 t i d o s
o
grrnszs fosforzC-s, se encuentra en tgran porcentaje.Los pescados ciag-ros son fgcilmente digeribles, tanto por
el níniioo 5.e i í p i d o s contenido en e l l o s , como
cor
e l escaso t eSido conectivo e l á s t i c o y f i b r o s o que se encuentra en sua inas3-s
c L
frlciinientc ztacn& p o r l o s Sugos fiigestivos.
La 3 í c i l y riZpilr Bigeutidn del pezcaco, es l o que provoca que
no
c a m e pesaclez en e l est6mago a quien lo come, y n~icha- gente piensa por e s t o que su v a l o r n u t r i r i v o e s i n f e r i o r a l deo t r a s carnes; pero se
hz? rlenostra¿!o
quelas
carnes de pescaao y la deotros animales t i e n e n
el mismovelar
n u t r i t i v o .minoácidos que fornan l a s proteínas de las carnes iie pescado y
sus proporciones son senejzntes también a las de oeras carnes.
Los R-
Es importante subrayar que e l pescado en general, contiene menos sustancias purínicas ( a c p e i i a c de las cuales se f o r m e i dcido iírico) que o t r a s carnes.
üaües (nenos d e l
I$).
Los azúczrec o giiíciCos están contenidos en pequeya3 canto
E1 mayor valor nurtritivo d e l pescado respecto a o t r a s
car
-
nes, e s SU a l t o contenido de sales, minerales y vitznims. E l c a l c i o se encuentra en mayor cantiSad en e l esqueleto ue io:: peces que en e l de o t r o s aninales, : t o con
el
f ó s f o r oen
proporciones m5s que s u f i c i e n t e s pzrz l a nece3idafies d e l o y@mismo.
Las v i t a i i n n s , sobre t o c o l a s l i p o s o l u b l e s cono l a
"A"
Y"E" se
encuentran en m y o r c7.ntida.d que en o t r a s carnes; l a s d e l complejo"E'*
se encuentran ai s i x i l a r proporción. Lit vitaminc"C" se eiicuentre en pequefías cnntitkde3.
En 102 peces marinos prcrionina e l cloruro de sodio sobre
e l f o s f a t o Be potpsio; en
l o s
?emu de SI- dulce sucede l o-
contrario.
'
El
yodo e s un iiiineral cai%ctcr€ctico de 1 ~ s carnes de pegcado; e l f i e r r o se preventn en c-riti&des dnirms.
..
.I/
^.
n.
..
C'
"
c
I -
¡
l d ~ i c o ,
La g l i . c . ~ g e n d l i s i o , qu- se v e r i f i c a despues de
la
muerte.:.
I I e v a a
la produccidn de Zc, i3ctjlco por
una depadacidn emirni-
ticssemejnnt-e
a 1s. que suceüe en lo:: animales de sangre caSien-t e
,:
obteniénabre cono pro8uc.tos intermedizrios a 103 mi.sínon, Ce-rjlvados f o siorado s
..
El:
pi; e e l músculo est$, por conr,&uieirfe,en r e i a c i d n dlí.ec-
%a
ala c a a t i a a a de dc. l d e t i c o que
se prwkce..
Cabe tz.nbi6n nenCicmar.103 compuestos zdenoc.fnicos, y2 que se encuentran en much%= especie2 í c t i c a s y
su
ruptura & o r i g e nun2
riñosa.IXpidos.- 4
los
produc.tos de l a pesca se l e s acostumüra d i-
vxdir, ir: acuerdo 2. TJ #cor.twi?:: ~TP,?.?. TI.:i m ~ ; r o . a ~
semimagrorj,QZLSOS y m q r o n l ' a s ~ ~ r
1
La3
grasa.7 de egtos animal.er, tienen. ulll constituciónmzs
c~oi;mXe ja 'que l a s de
las
naníferoo, por ex.m.yor núaera de liga.-
duras ins,zturc?iL^s que poseen sus
Se,.
grnso;,.Estas grasas por procesos h i d r o l f t i c o s prodmen Ac, gr;rasos Libres,lor,
cucles asu vez,, por ac.ci6n enzinAticz y I;iicrobiol6dca, puecen s u f r i r enrnncimiento, L o s nc. p a s o s , una vez liberados, pueden
ron2
erse h?.stn l a f o r a z c i ó n de ?-c. v o l a t i l r s ..
De
l a s aoc?Z!Iicacione= que sufren.los
l f p i d o z , l aoxidacibn
e s causa ae canbios inportantes e n l a caliüad de e s t o s productos,pues 12 oxiüacidn. de
los
n c e i t e s y pigaentos, asociados ( hematina),, provocan cambios de olor y de c o l o r conocidos como &e
enrzn
c:ianiilento, a l t e r m i i n en.
1s
cui.1 h a y . f o m c i b n de per&idos, cuyo í n d i c e nos puede i n d i c a r e l grado de conservación d e l pro-
aucto.!
4.
que e i i o z contribuyen a i conociniento de io8 fendmenos a l t e r a t i
V O S de
los
productos pesqueros, particularmente l o s grasos.e l OTEA ( oxiuo üc t r i m e t i l amina) y
l a
T U
(trimetii amina), r e v i s t e n p a r t i c u l a r i n t e r é s para l a determLnaW6n ciei estado decaneervaclidn de l o s productos marinos refrigerados.
EL
GTLX se encuentra en cantidades muy v a r i a b l e s , ü2pendiendoc
k
a i f e r e n t e s f a c t o r e s cono serfala
edaü,l a
especie,, epoca de l a captura yluanr de I s misma,
Coiupue s t o B ITitroCEnado s.
-
De l o s conpue st o
s nitrogena dos
I
En cuanto
?l.
T I I , 3u presencia e s t a l i g a d a en c a n portea
la presencia
de OTEA, e l cuai,>or reduccibn o x i d a t i m , se tram, -foroia en nkk, de t a lforma
que curanteei perfoao
de conservncidn,
¿!Ximinuyee l
OTEA y aumenta e l TXA. Sin embarro,.h%y
qcehacer notar e l hecho de que l a grenencia 6e l a
"XL%
en acasionen no depende estrictamente de l a presencia del O!i"L, pues en a u u-
nas especies se l e l l e g a a encontrar prefornada en pequeiías can- ti üaces..
Pos o t r a parte,, en 13. capkura d e l proaucto, una vez que e s t o
se
hz
efectuaoo e l pescado t i e n e que ser trasladado a plentas para su procesaniento y p o s t e r i o r sinacemmiento y aistribucibn, hasta l l e p r 3 1 consunidor,Los productos pesqueros a l s e r sepnrc.do3 de DU riiedio grensn -tan ininediatanenta simAos de a s f i x i a , hasta producirse su m c r t e , ci
partir
de 13, cuzl van a presnentnrse nodificac&ones en sus--
t e j i d o s que van c? causm- e l aeteriodo graduul de e = t o s hzsta su
degrndacibn t o t z i . Estas mofiificaciones vün a a i t e r c r
ei aspecto
f í s i c o U c 1 pezcndo,
nanifestZn6osc estos en canbio de color,olor, s a b o r y textura, vpxioción de pñ, v a r i a c i ó n enziaAtica y
n i crobi
-
naEstos fen6:wnos a p a r t i r de 1 ~ - muerte nppznccn en el s i ~ x i c ~ l
-
I]
í l i s o r
Xortin.-E s t i fenóriieno se n u i f i c s t r - por un2 contraccibn v i o l e n t a de 1r.s na.sas mmculares y
a.
a i pescado un endurecirAiento E V ~ Jpronunciailo. 33te fcndneno puede presentarse irmediatamente ?es
-
pue'z üe i r i . nuerteo
d u r m un poco Q C ~ ; 10 n n t e r i o r e s t a d.aa0 de acuerdo slar.
c s r a c t e r í z t i c u s G.e czda especie, tenpemtura que prevalece en e l nonento deIC?
czptura,Is
f o r m de iAorir,, e L entaao en que ?e encontrsb?. il zpnrato d i g e s t i v o a l a hora de l a murte y tienpo que yrnrinenen en l a 30z1bz-a o b a j o laluz
l a r directc?,. 2) Antol.isi s.
-
I
f . .
Al rnorir e l pescado se r o q e e l n q a i l i b r i o de todos l o s
procesos v i t a l e s J: y
ias
enzincs e x i s t e n t e s contikmm nu a,cci63,pero actu:inCo ahor". en contra de l o s propios teji.dos d e l or,:.nis mo degraüanC.oloi a sus constituyentes ,esenciales se,w 12
n2tv.r-
l e z a Up1 t e $ i ? o ; ente fen63eno limado n u t o l i s i s se l l e m a cabo o n el i n t e r i o r Cie t o d a s 12s cklulcls y dn cono resul.t~.üo el
ablnn
-
..o¿iar~ento de 12 carne,Estos c m b i o s suceden tanto en pescado f r e z c o como en cDngg
iado,
La velocidad en que se present?. e s t e fenUmeno v w i a segun La especie czpturada.EX
estado d e l aparato C i ~ e s t i v o e s m u y in-ortznte, pues 7.1.se encusntra en pleno a c t i v i b d d i g e s t i v a , l a a c t i v i d a d c m i - t i c 3 ser5 xucho a5.s &<?idaJ en-ezando prinero
a
d i g e r i r s elas
paredes d e l tubo di,yr;livo, prosiguiendo después l o s demzs 6rga-
nos que se convierten en uno masa s e m i l í q u i b que perfora en o c k
siones e l vientre.
do hasta e l nomento en que se confunde con l o s provocados por
la i n f e s t a c i d n bacterianz y p r i n c i p i o do l a putrefaccibn.
3 )
Putrefaccibn Orgánico.-La contzininacidn bacteriznct se pueBe
llevar a cabo cuando e l pezc6n
se h a l l a v i v o y en e l período comprendido en e l Eonent o
de su captura c l Be su conservacibn, variando e l b&TaBo detaninacibn Be ncuerdo a l a s medidas sanitarias adecuadas. E l .fe- ndaeno sucede como sigue:
Urn
vez dentro de l o s t e j i d o s , l a s b a c t e r i a s van a p r e c i p i t a r l a apnricibn de enzirnaso
ferzientos. Estas ewima.s y l a s secreciones de l a s kacterias rompen l o s te-jic?os en que se encuentran, desconponiénuolos O licuán2oloc pa- r a que l o s microorganisnos puedan absorberlos i? t r a v é s de
sus
propias p r e d e s , asu
vez por úzedio de estas paredes, l z s bacte-
riss e x c r e t m l o s productos de desecho provocando l a s c a r a c t e r f s-
t i c w de 'Ta de-composición or@nic?- prcvcccndo fiecagrzc',r.bl.e o l o ry l a destruccidn de i o n t e j i d o s .
4
) De sintegrncibn.
-
Este fencímno no e s ;.iSs que un2 3eshiamtacidn t a l , que l a s b z c t - r i z s mueren y 1r.c sustancias orzánices por accidn del t i e n
-
2 0 , ?.ire, etc. y ce va reduiienCo a partículas ~ ; n y ?equeA?as que
se i n n eapnrciendo. Desee e l punto de v i s t a s z i i i t ~ ~ r i o , como
2
liliiento, e s t o no t i e n e
m q o r
i z ~ o r t a n c i a , ya que en e s t e estrc?o se u t i l i z a ;irLrz. l a elnbor?.ción <.e f c r t i l i x a n t e s .La rínic?. form
?e
i o g m
que e l 2rodacto ca-tura6o I i e y u e en p c r f e c t í n condiciones pr.rc: su proccunniento, es congel5ndolo i r m e di?.t?.neiite c?eyués de x i czptur,?.,
ya cue denaiortunrzhnentee l ?e-cc.5.o es, en general, un p r o h c t o de f s c i l Ccacon~osición, l a cual cc zcelnra ;iz 1 t - i ~ feaperctures y l o r e l l o , e s de G r a n
iiqort".ix-!in el Cenm-rollo
?e
t 3 c ' n ~ I n s tf5micr.s quc contribuy-en7
i o u e q u i p s
Ce congciacibn,
ccyo buen fwicionnrniento colnbora. i?la
o' I u - l 4.- 1 c:i611 3.c proGuc't-on ¿!e buen?. c z l i ? c ü .Lc coiiCel-.cidn e,?
U J ~ ziétodo iiiujr v a l i o s o pura conmrvar e lpescs-20 y
h ~ .
tenidog r a i
aceptecidn, y2 Tuesu
ventaja cobre-
o t r o z xétodos cono e l secado, salazón o salado, aliu~mdo, feme; tncidn y e n l z t i z o , e s que los ca^ibios en l a mtur.?leza riel pro-Fucto 702. pen,ueños, pues cu.,?.nao se Ceszcowel?. se puede u t i -
l i z a r generalaente con 12 misma % c i l i d a e quo e l ?escado fresco.
Es
necesni-io conocer l o s cwi3ios quc sufre, para poder to-u2.r a e e i r b s necesari2.s y r e d u c i r l o s c
un
nlni~lo.A
continuacibnse lmrS una breve descripcidn d$ cada uno de e s t o s f z c t o r e s no-
E f i c z n t e s :
a) ~ o m ~ o s i c i ó n d e l producto: e s muy inportante e s t e osoec
-
t o debido a la i n f l u e n c i a que t i e n e sobre l= g o s i b i l i d n d de con
g e l a r sa-bisfactorianente determinada especie
,
asf se considera
que l o u pescados con nayor cantidad de p z s a son d s suceptibles de e d q u i r i r olor rancio y cnrnbios de sabor, que en l o s que t i e-
nen menos ,masa, s i n embargo, no e s l a ,irasa e l único f a c t o rse
ectda. Est?. S i f e r e n c i a se aebe a que l a grasa de i o 3 pescadose s t á constituída por g l i c é r i d o s fornadoü por d i f e r e n t e s &idos
grasos de
1 4
a 20 átomos de carbono ya sea saturados o i n s a t u s dos.b) !Iratamiento p r e v i o a l a congelacibn:
e l
estado en que se encuentra la materia ?rim i n f l u y e en l a c a l i d a d d e l pesca3 que seva a congelar. k t u a l m e n t e e l pescado que se
va asome
t e r a congelacidn se ?repara a p a r t i r de piezas verdaderamente f r e s c a s porque van a tener mayor duración.A l trztnr de que e l pescneo sea l o nás f r e s c o p o s i b l e
se
ha v i s t o que e s mejor c o n g e l r r f o desouds dela presentación d e l8
I
productos í c t i c o s consiste en provocar e l congelaniento
detodos
los
liquiaos o r d n i c o s , de
t a l modoque se obtenga
unasolidif&
cacidn
internal.
Ii
i
La
c~ne;eincibn deteraina en
los
t e j i d o sde
los
productos
!f
c t i
cosno
d i ficacione
s fisi
coquímicas
.
Los
fendmeno
scausantes
IÍ
de
e s t a s mo&ficaciones son l a temperatura,
elestado higfométri
-
co del ambiente,
elmetodo
ymodalidad de aplicacibn,
l o scuales
tienen influencia en
l aveiociaad de congelacidn, de
Is
cual
d ependen
lasdimensiones de
1 0 9c r i s t a l e s
dehielo que se formen
en los
tejidos.
Desae
e lpunto de
vista anterior, se pueden tener products
de
4
categoxias:
1.
Con crict:.le::
grindes dis2uestos entre
las
fibrasmusculares.
2 .
Con
cristaicsde ne¿?ic.no
tamaEoi n t r a
yextracelulares, pero
capaces de
romper lasmembranas celulares.
3.
Con cristales pequeEos dentro de
l a s fibras,pero toüavia
ca-
paces de
romper
l a snenbranas celularea.
4.
Con c r i s t a l e s
muypequeños que no dañen
n it e j i d o s
ni
membra
-
?las.
La
congelacidn que
nos
i n t e r e s a e s
l a que 2d 1-r a cris-t a l e s pequeños
Q U ~no rompen
nidaíían
los
t e j i d o s , yaqpe de e-
ta
forma
se conservan mejor
las
características del producto f r e g
co
d)
Congelador Euppleado: estos influyen en e l
aspecto yca
l i d a d
del producto congelado,
asi
en
l acongelacibn profunda,
en
l aque
los
productos
seenfrían en congefaaores de contacto
de placas. Pue&n proaucirse
C O L ' ~ & ~ ~ Z So aeformaciones en
l o spaquetes de pescado acomodados
conoconsecuencia de
l a falta depresión e x t e r i o r que e v i t e
,la dilatación delproducto.
La.
coneelndón en coxriente de aire,puede causar quemaduras
9
.
r e l a t i v a o a l a a p l i c a c i ó n de c o r r i e n t e s de E i r e de unos 160
m/min
sobre productos s i n proteccidn.
debe controlarese con todo c i l i b d o l a temperatura d e l medio am- biente re'frigersnte y e l tiempo que permnezca e l ,producto suner gido. S i n o se hnce z s i , penetra
la solución en e l pescado
pu- diendo i n f l u i r üesfmorablemente sobre l a calidad d e l producto.En l a congelación p o r i m e r s i ó n
e ) Glaseedo P r o t e c t o r :
los
productos congelados, a l contac-
t o con e l a i r e circulanteo
a l perder hune&d, suiren cambios adversos, eebido a q i e e l a i r e circulilente present=.un?-
tensiónde vapor menor a l a d e l pro¿lucto, por
i o
que z,ctúa como esponja extrayen66 hune&d del producto, yhaciéndolo parecer f i b r o s o
o
yesoso por l a deshidratzcidn sufrica, además de aperecer sabores y o l o r e s desegrad?bles.
producir l a o x i & . c i ó n de 12s grasas del pescado l o que va a
pro
aucir e l "herrumbreoo" y l a aparición de o l o r e s y sabores ran-E l contacto con e l a i r e va tUnbi6n a
cios.
Por eso, s i se u t i l i z a una protección qiie cubra e l producto
,
e impida l a deshidratc~ción y o x i d ~ c i ó n , l a v i d a comercial delmismo se poürá prolongár
For
mucho n8s tienpo.Uno de
l o s
sistemas niás enplezdos como protección e s e l CO-nocido cono &aseado, cuye f i n a l i a d e s proporcionar
u m
p e i í c u l a que se eahiera a i producto para r e t r a s a r l a oxidación y l a s p6rCi&s de hunedad, esta protecciónse
a p l i c a $or inmersidn Qpor pulverización.
f)Te;íperatura:
la
temperatura y ei tiempo de almacenadoson
mirg' importantes en lz c o n g e l ~ c i ó n d e l pescado y poeemos 6% b i r , en formageneral,
que l e v i d a ú t i l a e l producto conselado..
r
i
c.
'; [
I
-i
1
["'
.'s i c i d n ee l a s
mis:nas,
por eco l a s e l e c c i 6 n . d e l a tenperaturade
aimcentmiento d e l producto se r e a l i z a de acurdo con e l costo
d e l depbsito, e l d x i m o 3eríodo de tiempo p r e v i s t o de almacena
niento y En propecsión de ia especie en cuestión
a
s u f r i r a i t e-
raciones i??tpndo congelado.,g)~
tIunc6.ad R e l a t i v a : l a huneead r e l a t i v a e s l a proporcidn que se estab'ece entre l a cantirladae
m p o r fie agua contenida en e l zire e. LUIZ tenperaturs dada y l a máxima que podrfa conteneren esa misma tenperatura. A aefli&. que Üicwinyre l a tenperzt&
ra
del a i r e , también decrece su c a p c i & d 2e r e t e n e r vnpor ire agua.El
a i r e tcahién e j e r c e c i e r t a presión de vapor,' que aumertacon e l contenido de huiiiedad y la. tenperatura.
Los productos 2e)squ.eros congelados contienen alre2eCor d e l 801. de agua y por ello poseen-una tensión de vapor relativaroerle
a l t a .
A l disilinuir l e huneCad r e l a t i v a dei .ambiente de depósito
,
l a tensi6n de vapor flei a i r e d.ecrece proporcionalmente, estable
-
ciendo unz. cliferenciTv riiayor entre 17. tensidn de vcpor (le1 proEug
t o y del a i r e circun8.ante.
de el prodccto h r c i a e l , e i r e que l o roüea h m t a que se estable
-
ce un e q u i l i b r i o .
'
La humedad =e trasla&% entonces ¿ie-
L
?
i:?.ten.Tidhf¡ ~ con zue l a himeclod s z l e d e l ,gro<lucto est5 en funcidn ?.irectr. cie la Fifeyencia e x i s t e n t e entre 17. t m s i d n tiev?.por 6.~1. ?rodccto y 8.el a i r e .
Lon ;>ro¿iucto: p e q u e r o s con,el?.dos se ven sonetidon acoii8.i-
C i O i l C " C?C? 7.2. .cc:in:niento, trehsportc y ~ ~ n i ~ * d a , c i 6 n er, ins que,
tanto In :?ui.ied.?bü rel?.",v?b coso 1u tcnpmiturc pueden v a r i a r con
siderr.~:l.m;nente. Lr. tci.i?er::-tarc. c Serce sobre
la
canti ¿iad 8.el y o-
duct0 UZK! iizfluencia nuy superior aI.?.
decarrolla?a por i?. hii.me-P I .
11
I”__
I I-.
”. ... c-..
”..
c T’ 1..r-
L..r’
U.i‘
I ‘
ju.¿iicinics de la hwdedad r e l a t i v z , s0bi.e todo cui¿nClo ,se trnta ?.e p o f u c t o u de I?. ?csca coii,el??oc jl ?Ac,ccn?.3os g i n envolver,
E e z d t r .
;,or
t2nto ir:!?oztr.nte quelar,
p . n t z s Se zlnncem-iie; t o f r i z ü r i f i c o ? e e i c z ü m .?I- depósito a inrgo ? l a z o 5.e aliinentos c o ~ ~ e l ~ , S o ~ r.i,zEtc,ngan su 3abiente con una huneaad re?.ntiv- del90$o superior.
To8.a~
1.n eviüencins a i e f e c t o Benuestran que e l ea2leo 6.e bzj2.3 tezperaturas de de26sito y 6.e elevada hunekdr e l a t i v a , me jorzrfa de i.iancrz notable Ir czlia3.ü de 103 tllimeltos
nzrinos congelaCox envueltos y s i n envolver.
Ahom. bien, coi10 hay
cue
naxtener e l producto a bajas tein-
peraturas, parc. su trnnsporte y d i ~ t r i b u c i d i i 3 103 centros deconsuJo se requieren vehículos e s 2 e c i a l e s O sobrecar@ de h i e l o
oca.siot%ndo ~c.s:tos que l l e v a n ineluPitjlenente a hacer que e l me- cioncüo yroducto s u k de p r e c i o , quec‘nndo
nor consiLWente
n& l e j o s del alcance d e l poüer a d q u i s i t i v o de 12s c l a s e s d o -obres,agrandando l a p r o b l e d t i c s s o c i a l ?e l a r a q u í t i c a elinentacidn que sufren l a s c l a s e s ncís necesit?.das d e l gueblo mexicano. Sin eañnrgo, se ha observado, que e l consumo nacional zparente
per
c a p i t z se ha i d o increnentando a30 con ZEO, 3 así teneinos que en1958
era de3
Kgs/año/inclividuo, yen
1981
era de19
I?gs/zño/i~
üividuo.Eo
obstante, a b grzndes volúmenes de l a groduccibnpesquerz se almacenan en periodos de t i e a p o que 1 l e g - a a d e t e r i o
-
r a r l a calidad d e l producto hist3 e l grado de c l a s i f i c a r s e como inconibles.-
iTo e s p o s i b l e t e n e r
un
?anorama general sobre e l manejo Bel pescado en Xéxico porque hay unn d i f e r e n c i a en cuanto al trata-miento d e l misno en 103 e f e r e n t e s barcos y cooperativzs.
Solo un peaueño
nilncro de bzrcos cuenta con tanqncs -araagua Be m i r refrigera<?a.. La mayoría de
los
barcos transgortsn1 2
Una vez que l l e p , e l agua contzxinada d e l puerto e s bombeada para l l e n a r l a s bodegas y e l pescado a
su
vez e s bombeado junto con ésta y luego transportado a los centros de distribución p-l-ra
su consumo en f r e s c o y procesamiento.E1 resultado de e s t e t i p o de manejo e que e l pescado, e s p e
cialmente e l que fué alnacenadb por d s deun dfa,
no es adecua
-
do
para e l .consumo huinano y se destina, aunque con bajos rendi-mientos para l a producción de harina y aceite. I
I
El mnne
jo actual d e l 3escad.o de escama v a r i a de lugara
i u-
gar.
Solo a1,aunos barcos separan e l pescado p a r t i p oo
tanaiio;l o s demás almacenan todo t i p o de pescado con h i e l o en e l s i s t g Ea a pariel;
no
se usan anaqueles pern hacer l a separación de l a bodega en departamentos horizontales yla
a l t u r a del pescadoestibado es, a veces, de dos a tres metros.
Una vez que l l e g a a l puerto, l a mayor parte d e l pescado e s t r z n s f e r i d o del barco a camiones con o s i n aislamiento térraico;
una vez mezclado COD hielo, las capEs de pescado tienen aprori-
madanente 1.5 m de a l t u r z , y e s t r a n s i e r i ? o
en
esas condicionesa
l o s
mercados d e l i n t e r i o r e e l pars.-
Naturalmente, l o conún e s que l a ciuda6 de Xéxico, print&
p a l mercado para e s t e producto carezca de
un pescado f r e s c o de
buenc. caliced.Los
p r i n c i p a l e s puntos c r í t i c o s 8etectadosen
e l manejo de pescadoson
los siguientes:1.
Condiciones higiénico-nanitorias i n s u f i c i e n t e s en l a mayoría de l a s bcrcas.2. B n i p u l e o inzducuado en: l a barca,
durante
e l proceso y en l a exposición y venta d e l producto,13
j e s y transportes u t i l i z a d o s .
5.
Ausencia, i r ~ p r o v i z a c i d n y f a i t n Ze diseños convenientes en todo t i p o ae ins";rlaciones, particulcrmente en canpos pesqueros, plantas 8e procesanionto y transportes.6. F a l t a de c o n t r o l s z n i t r r i o en e l personal trabajador de l a s bemas, e l personal encargado de l a venta direc,ta d e l ?roZucto a l público consunido y f a l t a de inspeccidn m n i t a r i a a l o l a r g o
ae
todo e l proceso i n d u s t r i a l r7.
F a l t a Be n o r x ~ z generales y e s p e c í f i c a s a todos&os n i v e l e s
d e l proceso i n d u a t r i a l l , particularmente en las que se r e f i e r e na l producto f r e s c o y su m n g i o .
8. Fnltu de conocimien+o de l a s nrls elenentales norn7.s de h i g i e
-
ne
por parte fiel personal trabn:ador, particularmente e n i v e l de ejecución y con f r e c u e n c i r a n i v e l de Zireccidn.En
l a ciudza de Xéxico uno de l o s priricipales centros a í s -t r i b u i ? o r e z a e l pesca20 frer;con;.ela?o y o t r o s proauctos Bel mar
es
Befriceraaora Tepepan, S.A.(mrEsA
Iztapalapa) donde se r e c g be e l Sroducto directunente delos centros pesqueros
y osu
vez l o distribuye a l o s centros de consunio, e s decir, e s t a enpresa funcionn cono naiiiadora e n t r e p-oductores y consunidores.c a l i d a $ d e l producto que aquí se r e c i b e no e s l a dptima nara ca
-
i i f i c z r i o como "fresc8 por l a s rezones entes mencionadae, sino que l l e p c l a s i f i c z d o por e t i q u e t a s blanca, a n e r i l l a , verde yr o j a (en oraen decreciente r-specto a la celitkü) sineo l a blan
-
ca l a $e myor c z l i d a d y l a r o j a ae íienor cnlia'zd c l a s i f i c a d z cono no apta parn C O ~ S L U ~ O humho y que por l o tanto se destinaa
produccidn de a c e i t e y harina.Pero
e s t a denoninacióno
codi-
La
f i c a c i ó n se r e a l i z a en base n o l é p t i c o ) por i o que puede
r e c i b i r l o Reteso. efecttíln un
a
un sonero n n d i i s i s f í s i c o
( orLa-lle,car a r e s d t a r poco conficble, Al
\
i
nuevznente a a n s i i s i s o r s n o l 6 p t i c o para v e r i f i c a r s i l a caliílad con que viene c l a s i f i c a d o se nantuvo durnrite su transporte des
-
deel
centro ?esquero.P o r
otro
lado, anualmente Iletesa r e a l i z a un inventario de todo eL proc?ucto que t i e n e almacenado con e l propbsito Qe v o l v e ra
v e r i f i c a r s i l a c a l i d a d d e l nisroo ha variado, ys i
esto ha SEcedido, reetiquetan nuev-mente
el proCucto
según l e correagonda. IDuraEte e l Liencionado ir-ventario se r e a l i z a n a n d l i s i n p r i n c i p a
-
mente de t i p o o r p h o i é p t i c o y por e l l o , nuestro propdsito e s r e 3
-
i i z a r un anzliisic f i s i c o q u í n i c o m l n y o f u n d o que podría resuitLLraún d s c o n f i r b l e y, ade-i¿k, e s t i , m r
e l
tien?o Se cilnacenaaien-
t o 6stimo y d x i n o parr qGe dicho y o d u c t o ;iueüa considercrse apto pa-3 consuuo humano.
I
Para dichos a n s l i s i s se u t i l i z a r a l a Lisa ( Y u z i l ce>hnlL>ic,), Se ti- e s s e c i e ~ 1 u y abundmte y vr.liosa Sie 12-6 costzs de Xéxico.
tinmé
tle Ins o t r a s ecpecies peque l a seba¿ia ü.leta dorsal ca-
r e c e deeccaims en tocks l a e?.sc?es. Present. frcznjm oscuri?s
eAi l o s cout:.:'os < e l cuer2o; e l c o l o r d e l Oorso e s azul g r i x ? c e o
i i o s o t r o ~ l a u t i l i z a r e a o s Srescongelnda.
L? l i s 2 fre,zconSele&. I l e s ?a2%cadE Cesde l a - p l a n t s r o l r e un?. charclla de 2 o l i e s t i r e n o cubierta con
una cupa de clonu'o cie
v i n i i i e r r t o (%K?X) e l c u z l t i e n e Lmja transnisibn de -ses y va-
por h h e d o . Ente r i s t e r i i l protege ~fis que cualquier o t m p e l í c u
-
l a y 2á iiayor vida ú t i l y conservación d e l
?reducto.
tiler,o de a l t a densiead l i t o g r a f i z Z a , que
es
c a s i imperaeatileE va-or de
z2v.a
y gasec, con r e s i s t e n c i a a 13 transmisidn de-
aromas y olores. Lo más im-ortn.nte de p o l i e t i l e n o , e s que t i e
-
ne
- a l t a r e s i s t e n c i a a l a abrasion, por l o que se conserva. el-
proCucto iiatisfactorianente
.
E1
eribnlaje de nuestro proclucto son cajas de cnrtdn c o r q@do e l cual en importante ya que e v i t a
e l
p s o de l a luz, l acual poc?r:ía t r z e r cono consecuencia e l enrancianiento Bel pr>;
ducto; esto co::ipienents a 12s p e i í c u i z s de p l g s t i c o anteriorslez
t e der,cri.tns, ya que esb3.s no pwiiiiten e l paso de oxigeno, que taubi6n
sería cui
atente
causante i s q o r t a n t e cie l a rencidez.Fin?Jixente cabe mencionar que en c a b charola de produc-
t o
vienen contenidas de 3 O. 4 p i e z a s de peso26.o entero jr e v i c erado.
XOTA
: T&a coinposici6n de ic l i s a (Kucil c e ~ l i x l u c ) en estaco f r e g
co p o r cz??, 100 6. de
sw.n?,
riuscular e s 12 siguiente: Ame...
75.69 gP r ó t i d o s
...
15.80 Lfpidos...
,7.49 gGlúcieos
...
0.131 gV i t . B
...
0.08 mgV i t .
B1
...
0.06ng
V i t . B2
...
0.12 ingV i t ;
PP
...
5.20ne;
V i t . C...
0.00Calcio
...
36.00 mg2.- O b j e t i v o s P a r t i c u l a r e s :
a ) . Zv.zbar la ioriiiacián fie ;Jeróxidos en 12 carne be pesc-
rlo conzeiaao a. a f e r e n t e s i n t e r v z l o s de tienPo d.e almacenmie-
t o .
b).. Deterrnin3.r la pérdida de humedad
&l
profiucto en l a s condicione:: enten nencionr:il.ac.c.). Deterxim.r.ia v a r i m i b n &e pH.
8 ) . Deteriainar l a s variaciones
S e i
en-eo f f z i c o generslde3 7roeucto ( carzc-terilcti c m orgz;coié?tims
1
..
e). Deterruzx?.r i c i foraEción
o
iricrenento de fi.imetilrxim"7
..
22E:
I'
[ '
C'
i
:
C'
I
I1
I11
' I V
V
VI
TXIVITI
Para
la
e v ~ , l u a c i d n?:l
;~im?.ii.ci;o
?entro de l o s p-i:.iel'oc, G Beses cc ;y.rte ¿cl ;ro?iict¿i iTrer;cc ?cr c c i m t e
recescidtien
RETZSA. Izt>p-,lz-:>~. z l a ?echa &e i n i c i o .
-
21% c ~ . - ~ ~ t o 2. ?--. e v ~ , i ~ x c L 6 n . (:e7 .;reducto coii vic'i. en e l ?.L:.:?,
-
cgil f ; - i p r l f i c o
i-.c
9 2 1,; ;-ie.:es, zc ni.rte Se ;roc'ucto l>rocec'.eii-
te
-1.b-#+..,Lcne,~
, ~.,- z. ,rii;or'íficGs r35Tl I z k p l ~ p ~ . ,coil
ieciin:certj,iic-?.zs Ze recescidn ;' c?-iickü. ~LT?. soser dzr c o i i f i a b i l i -
322 2- 1-n 2rueLcs que ue reeliceil.
Za8.?, l o t e i,e coz~;i,ocr ;x-rc. su = & l i s i s $e t r e s Luestras, co-
rres-onGiendo c:~ü.-
rn?,
üeé:tm
a LU- Lxquete de pro?.Licto. E s t ose hzce con .el f f n ae rec.;izar 10.9 a n s l i s i s por t r i l l i c a a o .
En cada
n=.
de los muestrcseei
l o t e se incluyen todas l a spiezzi, conteni&. oentro de cadc paquete y
m
de e l l a s se a n a l i z a orsnolEyticL?mente.Para e l znC1isi.s f i s i c o q ü í n i c o de cada paquete (que corres
-
ponde cad2 uno am
u
muestra d e l l o t e ) se elabora una ínueutra r e p r e s e n t a t i v a tomando un3. porcibn de cada una de l a s o i e z a s-
d e l paquete se honosenizan e s t a perfectamente y de a q u i se to-
mzn
l a s rmestrns requeridas en ca& prueba fisicoquínica.Toitos l o s l o t e s se mantuvieron bajo congela.ci6n dentro de
'una,
de l a c cinco c8naras f r i g o r í f i c a s de REZSI Iztapolaoa, enl a cual se r e g i s t r 6 uns- texqeratura de almcenamiento promedio ae -22 a -25 O C.
Cabe mencionar que previamente a los ansllisis que se r e a l &
CUADRO I11
CUADRO I V
CUADRO
V
CUADEO V i
CUADRO V I 1
CUADRO VI11
24
Deterndnacidn ?e Dimetilmina como Fases TXtrogenzüas V o l 5 t i l e s Totales üe IS L i s a en h n c i d n ? e l Tieo;po de hli?acenaai.ento Deteríiiinacidn 2el Indice 6e Peróxidos de l a L i s 2 en Funcidn d e l Tiempo de Almacena
-
miento.Deterr!inacidn de Humedad üe l a L i z a en Funcidn d e l Tiempo Ce ,lmcenzmiento 2arSmetros icormies para L i s a fiesconge- laüa.
C a r a c t e r f s t i c 3 s Crgznoiépticas ( O l o r ) de
l a L i s a 'er. Funcidn 8.el Tiemno 6.e Alnace- namiento
m r a c t e r í s t i c r s CrGnoié2ticz.s (Aparien- c i a Ge.nerc.1) de la L i s a en k c i d n fiel
d e l Tiexpo 6e Almcenacieiito.
& r z c t e r í s t i c n s Crganoié2tican (Consi sten
-
cia)
de iu L i s a en b c i b n $.el Tiexpo de A i m c e nzni e nto.
&raci;erísticas Or;-nolépticzs
( c o l o r
üe Erarqu.izs) de 12 LiTa en i?uncicin Gel Tien-
I i I1 111
IT
V
Tii
VI11
O
I
2
I
31 2
1 3
I
I
13
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2
I
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I ;
3
1
6 2
3
1
9 2
3
1
12 2
3
1
18
-
3
3
-
6.46
6.32
6.50 6.42
6.45 6.52
G.48 6.50
6.57 6.56
6.6'1
--
6.506.49
6.71 6.62
6.65
7.01 6.G4
6.62
7 .ls
7.33
G.21
7.74
V
.32u
.?I
9.32 2.60
ü.21
--
--
7.20o .r v .+>I
10.27
CUADRO
I1IRDICE
DI
PXROXIDOSDE
U-
LISAEN
F U W I O N DEL
TIE120 DE!
ALNA'.XEIA!ZCZ!?l!O.Tiempo de
I
Indice aeAlmacenamiento
muestra
Perdxi do (meq/?cg) KO. aeLote
&eses)
1
6.83
I
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2 6.503
6.53
1
6.63
I1
1
2
6.47
3
6.97
1
6.98
I11 2 2
6.75
3
6.83
1
6.91
3
6.68
1
6.54
V
4
2
6.74
3
6.61
1
7.01
5
2
6.94
6.89
3
1
6.99
V I 1
6
2
7.14
3
7.03
1
7.54
VI11
9
2
7.61
3
7.60
1
8
.i7
IX
12
2
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IV
3 2 10.10--~
~V
'
3
10.43
1
6.64
x
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2
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3
8.51
+
Los
vüiores dispc.rcdos no se torinn en cuenta paraPromedio
6.62
6.69
6.85
6.79
6.63
6.94
7.05
7.58
8.15
8.54
e l promeüio
KO. $.e
Lote
75.5
76.3 74.9I
75.56I1
I11
74.9 74.9 75 *3IV
75 3 3
V
9
V I '
VI1
3 74.9
1 73 .I
2 74.2 72 e76
3 71.0
VI11
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Ix
2 72 -9 72 e333 71.8
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CUADRO
I11
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I 1
2
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1 2 3 2 3 PromedioI
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r
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I
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1 21 3
1
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-
74 70I
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1 0O L O X
23
riempo de
hlioacenmni
ento
(meses)O
2
3
4
5
6
CUADRO
V
C-4RACTERISTIChS 0IiGAi:OLEPTICAS (OLOR) UE
W L I S A EN FTJN!ICN DEL TIE!;iPO DE ALL-ACEILh.I~JENTO
O L O R
EIarino, a l g a s marinas
Lhrino, a l p s marinas
W r i n o , a l @ s marinas
W r i n o , r 1 ~ - s marinas
pero dos piezas con l i g e r o
5
lor caoniacal
lilzrino, a l s s marinas
lvIarino, algas marinas
Ligerisimo o l o r anoniaczl NO. ae
Lote
9
12
I1
L i g e r o
olor
moniacnlLigero o l o r amoniacal I11
I V
V
V I
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V I 1 1
I X
30
140.
&e
Lote-
I
I1
I11
IV
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VI11
I X
x
~~iienipo de
il:na c encni ento
o
J. 2 34
5
6
9
-__--
1218
APARIEKCIA GEIEFAL
-
Orillante.Djos con epariencia de v i v o s
E r i l l o n t e
.
Ojos con epp-riencia de
vivos
B r i l l z n t e .
Ojos con aLiarieiicia de vivos
B r i l l a n t e . Ojos con aseriencia
de v i v o s ; pero 2 p i e z a s opacas totrlmente.
B r i l l a n t e .
Ojos con npüriencin de v i v o s
B r i l l a n t e
Ojos con a p - r i e n c i a de v i v o s
Ligeramente opaco, t a t o cue; PO como ojos.
Ligeramente opaco, tanto cue;
PO COEIO ojos.
Opaco totalmente
I
Tienpo de
I
Almec e ncoi entoKO.
deL o t e
I
I1
XI1
IV
- v
CORSI STEHCIAResistencia a
la presidn
Oi&-O
t a l , se borrun las huellasResistencia a l a presidn ai&- t a l , se borsan l a s huellas
1
~
Resistencia a l a presidn
di,&
t a l ,
se borran l a s huellasResistencia. a l e presidn ¿Lid-
2 p i e z a s sstzban blandas
Resistenciu a l a presidn
a@-
t a l , se borran lar, h u e l l a s 2
3
t a l , se borran las huellas.4
VI
5
I
Resistencin t a l , se borran a l a presidn l a s huellas d i g i -VI11
IX
Flácida., blanda,el&tica.
A
La p r e s i ó n d i g i t a l queSan huellas.9
Fl,5ci¿k, blunda,el&tica. A l a precidn 2 i g i t a l quednn t-uellas
12
V I I
r
6
X
I
Resistencia a l a p-esidn di@- t a l , se borr3.n l a c huellas. Cm p i e z a 3 hzber e l s s t i c i ? a d .
ncfcida, biandn,eMstica. -1 la
prenión c?iGital Tuedi.n huellas
I
18
.
I
I
l
o
I1 1
I11
2IV
35
I
10
I
X
COLOR DE
BR%!:;UIASRojo SanQe
R o j o rangre
R o j o 5an-e
1
pza.
teníarojo fadriíio
R o j o Sangre
2 p a n . tenían café rosdceo
Rojo Sangre
R o j o Sangre
Púr?ura, r o j o Z a ü r i l l o ~ ..
12
11
10
8
7
t
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c
f’
7
G
E:
E:
5
c:
O
76
75
74
$
IIune dr. d73
7
7
e l ?ro=ier!io del l o t e r c q e c t i v o , con el.-?iE $e obtener un -<-.lor
c6 en e l on3lizi.s orgcaiol&tico, y no se to&.ron en cuenta 2 2
ra
los
a s 2 i s i s fir;icoq,tdilicoas puesto que 103 resuitafios nohubiercn sirlo re2,re uentetivou.
Zn cuanto a l e 8eterninacidn de pH, 6stn. no se pudo r e a l i
-
z a r en iiia,qno de l o s ccluos debido 3, que e l equipo üisponialeen e l l z b o r n t o r i o 6e IW!L”!L’Sl ne encontrzba en
aal
estado. Ca- be aquf nericionar Tuc todoslor:
Zndli3i3 tuvieron que l l e v a r s eLT cabo d.entro Ze l a s i r x t a l m i o n e s de dichs? enpresa, ya que
no
se nos > e r n i t i d sacar Ian i-iuestrns, p o r l o que se tuvieron li
-
n i t s c i o n e s en e l eiittlisis nencionaüo.A1
r e a l i z a r e s t a prueba con ;)il?el pH l o s resultados obtenidos fueron poco confiables y por e l l o no se tomaron en cuenta.Por
l o que toca a l a deterr?im.cibn de Diiirl (como &se V o l 5-
t i l e s Sitrogenadns t o t a l e s ) en funcidn fiel t i e q o de a i m c e n z niento, se observó que a nayor tienpo de almcenaniento, se incrementd e l conteniao fie e s t é compuesto en 13 czrne de pescado.
Es
necesario a c l a r a r que l a Dl.3 e s un producto de 13 ¿ t e p adacidn de
in
Trinetiinnina. ~ i i p o s entudios re?ortan que dura;determina,cidn se evaltían ai;;iLas. Dichos conpuest.os
son
l o s r e g poasaúiesdel
, o l o r amonincz.1 y fecaloide. Esto se puede c o r r o borar compnrmx6olos cuz2ros I
yV.
Asinismo vdnse en
la
,mgfica 1 l a tendencia ascendente del a i ? o ~ ~ i ~ c i b n ile sustancies v o l á t i l e s 1,Iiitrogemcbis y a p a r t i r d e l sexto mes se
observa
7 x 1 ascenso pronunciada de l a produc-cidn
ar
nYA.Referente a l a detersinacidn de Perdvidos en l a carne de pescado congelaio, cuyo
v z l o r
n o r m 1 en l a l i s a e s de5
a 1 0 m i l i e q u i v a l e n t e s/
kg, se observd que l a forrracidn de este cornpuesto se increnenta
en füncibn d i r e c t z d e l tienpo,pero
l o svz
l o r e s obtenidos no sobrepasaron, s c l v oen dos casos,
l o sv a l s
r e s conprendidos dentro d e l rango mencionado.
Esto puede apg
yarse con e l a d l i s i s o l f a t i v o del producto que s e r e a l i z ó dg rante torlo e l perfdod Se pruebas, gü que en ninguno 2e 1 0 3 ca-
sos
se present8 un olor rancio u oxicado, dado por l o s perdxi-
dos f o r m d o s por accidr, d e l oxigeno y
luz presentes en e l ng
d i o .Puede observarse en e l cuadro 11 y
en
l a p f f i c a 2 queen
el c u ~ f t o
xes ael experinento se ?resent6 una l i g e r a cüída r e s-
pectoei
v-lor z a t e r i o r .?or o t r o l-?do, d.zdo cue l a l i s a e s m2. especie consideru.
-
da dentro d e l u ~ 3 0 de l o s pescuZo3 ~ T , T D C O S , era de eloperarseque n l csbo Be un corto tiempo Se alrnacenz-niento (8e
3
a 6 me-
ses) se e i e v m i pronuncicl.d:.Liente
ei í n d i c e de peróxic?os, ya
qel e
nayoría de su porcidn -r-.sa est5 constitnida por 5cidos gt-2 sos inr;,?turu6.os, sienZo éstosmuy
susceptibles de sEfYir enran-
cia.i:iicl-.to.ni-i-e ;::ixiao t o l e r a b ?:ir--: 2ercibi.r rc.?ici?.cz.
c-JI'"
.
7" - 7 mu
,A
.>I(A
f>11--~ resdtai-i-&ns r: l o l : - z ~ o 80 2oc'os
l o s
eqeriLie& t o s re-.i:izcc'oz se :'.c'rieron c errore= técnicos, hu:t.noü y üe1-12
teri.Ce.7 :r rei-ctivos.Lra
Zs~3-3.dc.cibn
?.e 1 ~ u ~ t : . i i ~ i ? - ~ g r o t e i c a s aurnrtela
vi-
?a de zl-iacén, e s 6ebiCo ?rinci>.?,lcentem l
zzilejo durantel a ca?tLLrc? 7 evicer,zr'o del prodticto, y e l l o provoca e l t c n no-
brL2C.o olor . x ~ o n i z c ~ Q y/o Ieci.loi?e.
Szt-. Zebpn.&ci63 p o t e i c z -tambi6n t r i e como coiisecuencia
e l ableadmiento d e los te!i¿?os ?.e l a c w n e d ~ e pesczflo.
Tonr.ndo en cuentr?.
d i o
ente pzrdnetro, se recor-ienda a l -macorer en c5mras ee conyreiacidn i a l i s a evicereda
a
un
tiemgo ,no
i q o r
de 5 a6
mesesen
12.3 condiciones preestebleciCias,ya que e s t e e s e l f a c t o r 3á3 i q o r t n n t e que deternina l a ace2
t a c i ó n o rechazo d e l producto
en e l .mercado, porque a l t e r a t a g
t o SUolor
como consistencio.Ze pérdida de hunedad que s u f r i d e l pescado durante su
5
macencuiento se v e r e f l e i n d a en 12 pErdida de la b r i l l a n t e z de 12piel y
o j o s , por i o que se a e t e r i o r a su ?specto generaltrs
,yendo como consecuencia e l rechmo d e l consuid.or.
Esto no repercute en e l v a l o r nutricional d e l producto ya que Ir p6rdiC.a de hunedaa e s
muy
tajz durcnte e l almecenamier t o31 bajo Cecremento en e l contellido de humedad y l a
Wja
. .
f o r x z c i d n Be perdxiüos durante e l nlinacenztliento se deben a que 1 1 3 c n r e c t e r í s t i c x s 6ei e q q u e , aunadas a l a s buenas con
diciones de niaacenmriento qvs se m.ntuvieron durante e l expe Yimento, redujeron en ,qzn proporci6n e l contacto d e l producto con
e l
medio amhiente, sienao 13 luz, e l oxígeno d e l a i r e y 13.humedad Cel alm.cén l o s p r i n c i p a l e s responsables de t a l e s d e
Zoala@ndo datos dos
dlf
que
e i titrmpo
ódtiaio aea-
debe ser hBistr
B
&=es
cow
Tkdo que e l cionsurul&oir
d e l
p r o a u m ,
y ' m s rectulsasus br&anos se&orici.es* es
para
la
ackptacidno
rercm8o
Englotmndoto
ao 'lo
parametros sd puede
concluir,
iiento d~ peshao c o n a ~ ~ e m d p ,,
uea priyai$al de
la
calidadsis
o r i w b + * i c o
decisivocuentá
P+=
evaluarla eone s t e ,
sellage
a
la
rEn@iento parala
ro+dio de -22 a conclusión de qtm e l tke
lisa ( ~ u d i
cephzius
)-25OC
es de sei8 meses Goñamento e l cleteripro se
imo,
ya que a partir de enteng
sente que hubieton
fa
congeiacidnT i a ,
qmisma
loc$liOad
del
dalios
ocasionadas
u
.,.
c.
"..
S
L.
.
..
I!
i .
R%%TXE
CI aimscenariicnto de pro6inctos periqueros en c d m r z s
fri-
gorífic:.s nernite su protección por diferentes i n t e r v a l o s üe
tienpo 2e2endien8.o de
la=,
c n r c c t e r í s t i c e s propias de l a espe-c i e nlmcentv3a.
La f i n a l i d a d de e s t e t r a b z j o fue encontrar l a s a l t e r a c i o
-
nes
a d s comunes sufritias p o r 12 c w a e depesenao
congelado 6u-
rente su alm?,ccnamiento,
nsí
como 13 de+erninacibn d e l tieupo óptimo Curante e l nismo, dela especie ?.:uL~,l
cenhzlus ( l i s a )a
una tenperatura de -22 a-
25
C, ya que &st3 e s n$y abwdznt e en i n s costas de Z&xico, de t a j o p r e c i o y de a l t o consumo popular.
O
La carne Be pescado en general, r e s u l t 3 s e r EGIS
susceptL b l e a Z e s c o q o s i c i d n cue o t r a s carnes y Cumdo a las camCte- r í s t i c n s que prezeii- eote pesca¿lo, * 2 o rsu
r e l a t i v r n e n t e a l t o contenido de grasa l o hace, d s susceptible a s u f r i r a l t e m c i ones que reTercutirfnn en l a calidad d e l misno.
I)uri-nte e s t e estudio los paiduetros evaiuutios fueron:
D e t e r n i ~ n c i b n eie Dimetilauin?., Indice de Perdxiüos, 9érdida de ñuiiie8ua
y
a l t e r c c i o n e s en i z s c a r a c t e r l s t i c z s o r s n o i é p t i c a s ,siendo Estos los w & i i s i s nrís i q > o r t z n t e s que Beterninan
los
cambios i n d c c e a l i e s en Ir. carne fie pescado durc?nte su almacena miento en cUm-rm de congeiución.Se observó que e l t i e q o dotino d.e slrcrcenaiiento de e s t a
euaecie, ai.tes de que sufra un deterioro percentiblc
,
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