P R O V IN C IA D E B U E N O S A IR E S C O N S E J O F E D E R A L D E IN V E R S IO N E S
M U N IC IP A L ID A D D E L A P L A T A
A N Á L IS IS A M B IE N T A L D E L P A R T ID O D E
L A P L A T A
A p o r t e s a l O r d e n a m ie n t o T e r r it o r ia l
In s t it u t o d e G e o m o r f o lo g ía y S u e lo s
C e n t r o d e I n v e s t ig a c io n e s d e S u e lo s y A g u a s d e U s o A g r o p e c u a r io ( C IS A U A )
Convenio Ministerio de Asuntos Agrarios de la Provincia de Buenos
Aires-Facultad de Ciencias Naturales y Museo Universidad Nacional de La Plata
A U T O R ID A D E S
P r o v in c ia d e B u e n o s A ir e s
G o b e r n a d o r In g . A g r . F e lip e S o l á
M in is t e r io d e E c o n o m ía M in is t r o L ic . G e r a r d o O t e r o
M in is t e r io d e A s u n t o s A g r a r io s M in is t r o In g . A g r . R a ú l R iv a r a
M u n ic ip a lid a d d e L a P la t a I n t e n d e n t e D r. J u li o A la k
S e c r e ta r ía d e G o b ie r n o
S e c r e t a r io D r. O s c a r M a r t í n
C o n s e jo F e d e r a l d e In v e r s io n e s S e c r e t a r io In g . J u a n J . C iá c e r a
U n iv e rs id a d N a c io n a l d e L a P la ta R e c t o r A r q . G u s t a v o A s p i a z u
F a c u lt a d d e C ie n c ia s N a tu r a le s D e c a n o D r. R ic a r d o E t c h e v e r r y
A U T O R E S Y C O L A B O R A D O R E S
Lic. en Geo lo g ía Martín Adolfo H u r t a d o. D ir e c to r d e p r o y e c t o (U N L P )
Ing. Ag ró no m o Jo rg e Eloy G i m é n e z. C o - d ir e c to r d e p r o y e c t o (U N L P )
Lic. en Geo lo g ía Mirta Grac iela C a b r a l. G e o m o rfo lo g ía . H id r o lo g ía s u p e rfic ia l. R ie s g o h íd ric o .
P la n e a m ie n to a m b ie n t a l (C IC )
Lic. en Geo lo g ía Mario d a S i l v a. S u e lo s : tra b a jo d e c a m p o y d e la b o r a to r io (U N L P - C O N IC E T )
Lic. en Geo lo g ía Om ar Raúl M a r t í n e z. C u a te rn a rio . H id r o lo g ía s u p e r f ic ia l (U N L P -C IC )
Dra. en Cienc ias Naturales María Cec ilia C a m i l i ó n. A n á lis is m in e r a ló g ic o s (U N L P - C O N IC E T )
Dis. Industrial Carlo s Ariel S á n c h e z. C a rto g ra fía d ig it a l (C IC )
Lic. en Geo lo g ía Daniel M u n t z. C a rto g ra fía d ig it a l (U N L P )
Lic. en Geo lo g ía Jo rg e Arno ld o G e b h a r d . I m á g e n e s s a te lita le s (U N L P )
Arq. Luis F o r t e. S u e lo s . P a rá m e tr o s in g e n ie r ile s (M IV S P )
Lic. en Geo lo g ía Laura B o f f. A n á lis is d e la b o r a to r io (U N L P )
Lic. en Geo lo g ía Alina C r i n c o l i. A c tiv id a d e s e x tra c tiv a s (C IC )
Lic. Horac io L u c e s o l i. T ra b a jo d e c a m p o . A n á lis is d e la b o r a to rio
Instituto de Geom orfología y Suelos - UNLP
Com isión de Investigaciones Científicas de la Pcia de Buenos Aires - CIC Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Tecnológicas - CONICET
I N D I C E
P á g in a
I N T R O D U C C I Ó N 1
M E T O D O L O G Í A 2
U B I C A C I Ó N Y P O B L A C I Ó N D E L P A R T I D O 6
C L I M A 7
I N F R A E S T R U C T U R A D E C O M U N I C A C I O N E S 9
T O P O G R A F Í A 9
Características topográficas del área de estudio 9
Vertiente del Río de la Plata 10
Vertiente del Río Sam borom bón 11
Topografía y erosión hídrica 11
H I D R O L O G Í A S U P E R F I C I A L 12
Vertiente del Río de la Plata 12
Vertiente del Río Sam borom bón 14
G E O M O R F O L O G Í A 15
Características regionales 15
Unidades Geom orfológicas de la zona de estudio 15
Area de Influencia Estuárico- Marina 16
Area de Influencia Mixta 18
Area de Influencia Continental 18
S U E L O S 20
Clasificación taxonóm ica de los suelos 20
Las unidades cartográficas 21
Leyenda del Mapa Básico de Suelos 22
Descripción de las Unidades Cartográficas 24
Descripción de las unidades taxonóm icas 40
Series 40
Subgrupos 51
Alfisoles 51
Entisoles 57
Molisoles 59
Vertisoles 65
A P T I T U D D E L O S S U E L O S 67
La degradación de suelos en la región 70
P R O P I E D A D E S I N G E N I E R I L E S D E L O S S U E L O S 72
Parám etros utilizados 73
Relación entre % arcilla total, plasticidad y expansión libre 73
Actividad expansión- contracción por franjas de actividad 75
D E G R A D A C I O N D E S U E L O S P O R A C T I V I D A D E S E X T R A C T I V A S 78
La problem ática que generan las actividades extractivas 78
Extracción superficial del suelo 79
Conclusiones y recom endaciones 81
Extracción profunda de suelos 82
Índice de Peligrosidad de canteras 83
Recuperación de canteras 88
Conclusiones y recom endaciones 88
U S O A C T U A L D E L A T I E R R A 90
RIESGOS 92
Clasificación de riesgos 93
Riesgos determ inados para la zona de estudio 94
Riesgos Naturales 94
Riesgos Antrópicos 103
El m apa de riesgo hídrico 106
Recom endaciones 107
P L A N E A M I E N T O A M B I E N T A L 108
Unidades de planificación, im pacto de las actividades y cálculo de superficies 109
Conflictos de uso del territorio 111
Indicadores e índices 112
Un ejem plo de aplicación del indice de afectación territorial 113
Conclusiones y recom endaciones 116
R E F E R E N C I A S B I B L I O G R Á F I C A S 120
M A P A S * 124
1- Infraestructura de com unicaciones
2 - Topografía
3 - Pendientes regionales
4 - Hidrología superficial
5 - Geom orfología
6 - Suelos
7 - Capacidad de uso de los suelos
8 - Degradación del suelo por actividades extractractivas
9 - Peligrosidad de canteras
10 - Uso actual de la tierra
11 - Riesgo hídrico
12 - Unidades de planificación
IN TR O D U C C IÓ N
En esta o b ra se ve p la sm a d o el esfuerzo c o njunto y la tarea m a n c o m una d a entre d istinto s organism os. El inicio lo m arc ó la Munic ip alid a d d e La Plata, q ue en la d é c a d a del 90 ya vislum b ra b a la n ec esid a d d e c o ntar c o n inf orm ac ió n del m ed io natural y antrop izad o, q ue le p erm itiera realizar un a c o rrec ta planific ac ió n del territorio d e a c uerd o a sus p o tenc ia lid a d es y lim itaciones, De esta inq uietud se hizo ec o el g o b ierno d e la Pro vinc ia d e B uen o s Aires, ha c iend o suya esta nec esid a d y p o r en d e so lic itand o la financ iac ió n y evaluac ió n té c nic a al C o n sejo Federal d e Inversiones, q ue se c o nstituyó en el pro pietario intelec tual del c o ntenid o y q ue c o n su inestim ab le ap o yo perm itió c um p lir c o n este anhelo,
La realizac ió n del trabajo, o rig inalm ente d eno m ina d o Estud io d e Suelo s, rec ayó en el perso nal del Instituto d e Geo m o rf o lo g ía y Suelos, d ep en d ien te d e la Fac ultad d e C ienc ia s Na tura les y M useo d e la U niversid a d Nac io nal d e La Plata, q ue tiene esta b lec id o un c o n ven io c on el Ministerio d e A sunto s Ag ra rio s d e la Pro vinc ia d e B ueno s Aires, p o r el c ual se c o nfo rm a el Centro d e Investig a c io nes d e Suelo s y A g ua s d e Uso Ag ro p ec ua rio (CISAUA), Es p o r interm ed io d e este eq uip o téc nic o q ue se vienen rea lizand o investig a c io nes o rienta d a s a m ejo rar la c alid ad am biental del territorio y la c a p a c id a d p ro d uc tiva en la provinc ia, c o n la finalidad d e log rar una m ás alta c alid ad d e vid a d e sus hab itantes sin d eja r d e tener en c uen ta la sustenta b ilid ad d e sus rec urso s, El m o d erno c o nc ep to d e planific ac ió n estra té g ic a inc luye esto s c riterio s c o m o un a p rem isa a ten er en c uen ta a la ho ra d e esta b lec er polític as d e desarrollo, Para log rar esto s o b jetivo s es im p resc ind ib le c o n o c er y eva lua r las c arac terístic as físic as del m edio, sus p ro b lem átic as y su evo luc ió n a través del tiem po,
Se c o m p ren d e a d em á s la nec esid a d d e los p artid o s d e la Pro vin c ia d e B ueno s Aires d e c o nta r c o n este tipo d e herram ientas, De allí la im p o rtanc ia d e esta o b ra q ue c o ntrib uirá al c o no c im iento d e las c arac terístic as am b ienta les del partido q ue c o ntiene a la c iud a d c apital d e la Pro vinc ia d e B ueno s Aires, Sería interesante q ue este d ia g nó stic o local f uera a c o m p a ñ a d o p o r la b ú s q u e d a d e c o n sen so interjurid ic c io nal pa ra la elab o rac ió n d e p ro p uesta s m ás abarc ativas, d e m a nera d e ir c o nfo rm a nd o un a am plia Base d e Dato s q ue p erm ita planific ar y op tim izar el Uso del Territorio a nivel regio nal y provincial, Con este estudio, se p retend e b rind a r inf orm ac ió n q ue sirva tanto a los té c nic o s del m unic ipio, c o m o a entes p ro vinc ia les y a la ac tividad privada, a p o rta nd o a d em á s a la difusió n del c o no c im iento y c o n trib uyend o c o n la ed uc a c ió n en sus distinto s niveles,
Es sa b id o q ue la d iná m ic a natural im plic a c am bios, p ero é sto s se ven exp o nen c ia d o s ante la d iná m ic a d e la ac c ió n antró pica, A q uí se p resenta un análisis d e la situac ió n al año 2005, sin d eja r d e tener en c uen ta el a um ento d e los p ro b lem a s d e d eg rad a c ió n sufrid o s d esd e la f und a c ió n d e La Plata en el añ o 1882, El trabajo im plic a un a p uesta a punto al c o no c im iento d e las c arac terístic as naturales y d e las m o d if ic a c io nes q ue las afectaron, a partir d e la c ual será nec esa rio realizar un a c o nsta nte ac tualizac ió n d e los c a m b io s q ue se vaya n intro d uc iend o en el territorio, En este sentido, la c arto grafía tem átic a y la interrelac ió n d e la m últiple inform ac ió n aportada, son o p tim izad as p o r m ed io d e un Sistem a d e Inf orm ac ió n Geo g rá f ic a q ue perm ite o b ten er y p ro p o rc io na r herram ientas d e gestió n territorial m ás c o m p leta s y efec tivas, a tenua nd o los m últip les c o nflic to s d e uso del suelo entre intereses c o ntrap uestos, m inim izand o los riesg o s naturales y rec o m en d a n d o pa uta s pa ra su m itigación,
En m uc ha s o p o rtunid a d es, la falta d e inf orm ac ió n lleva a q ue los p ro yec to s d e planific ac ió n y g estió n am biental se lleven a c a b o en esta d o d e em erg enc ia , c o n resulta d o s q ue no siem p re son los esp era d o s, Es así c o m o o b ra s q ue d eb eria n ha b er g en era d o un a m ayo r c alidad d e vida, han a c tua d o en fo rm a neg a tiva so b re los rec urso s naturales y los habitantes, Se hac e nec esa rio eva lua r el im pac to q ue el ho m b re y sus a c tivid a d es p ued en ejerc er so b re el m ed io am b iente y tam b ién el im pac to q ue el m ed io am b iente transfo rm ad o p or el ho m b re p ued e tener so b re la poblac ió n, El resultad o del análisis realizado, se c o nc reta en un a d elim itac ió n d e U n id a d es d e Planificac ió n, las c ua les p ued en ser utilizadas pa ra la d isc usió n d e p ro yec to s d e d esarrollo p ro d uc tivo local,
Un Análisis Am biental p o d ría inc luir va rio s tem a s m ás d e los q ue están c o ntem p la d o s en este estudio, p ero se entiend e q ue los m ás im portantes, o b via m ente d esd e el partic ular perfil pro fesio nal d e los m iem b ro s del eq uip o d e trabajo, están tratados, Esta c arac terizac ió n p u e d e servir d e b a se pa ra el Ord ena m iento Territorial del partido, c o m p lem en ta d a d esd e otras d isc ip lina s c o m o salud, c ienc ia s so c iales, ed uc ac ió n, segurid ad, patrim onio, d esa rro llo urbano, etc,
M E TO D O L O G ÍA
Se describen a continuación los diferentes pasos m etodólogicos utilizados en la confección del presente estudio.
R e c o p ila c i ó n y e v a lu a c ió n d e a n t e c e d e n t e s .
Incluyen: bibliografía, cartografía, fotografías aéreas, im ágenes satelitales, datos clim atológicos, inform ación sobre geología, geom orfología, suelos, etc.
En el análisis regional se tuvieron en cuenta los trabajos realizados por otros equipos disciplinarios tales com o los h id ro g e o ló g ic o s (isofreáticos, contam inación y vulnerabilidad de acuíferos, etc.), d e n s id a d d e p o b la c ió n , según radios y fracciones censales, o los de rie s g o d e c o n ta m in a c ió n d e l s u e lo según tipo de actividades (industriales, urbanas, agrícolas, etc.).
La base cartográfica utilizó las cartas de la Dirección de Geodesia del Ministerio de Obras y Servicios Públicos de la Provincia de Buenos Aires y las cartas planialtim étricas del Instituto Geográfico Militar en escala 1:50.000: Villa Elisa (3557- 13- 4), La Plata (3557- 14- 3), San Vicente (3557- 19- 1), Estación Góm ez (3557- 19- 2), Coronel Brandsen (3557- 19- 4), Ignacio Correas (3557- 20- 1) y Oliden (3557- 20- 3).
F o t o i n t e r p r e t a c ió n
Los m ateriales aerofotográficos utilizados fueron los fotogram as aéreos de 1984 y 1985 (II Brigada Aérea Paraná), 1992, 1996 y 1997 (Dirección de Geodesia de la Provincia de Buenos Aires) en escala 1:20.000; fotogram as del año 2001 (Base Aeronaval Punta Indio) en escala 1:30.000 y fotom osaicos sem irrectificados del año 1966 (Spartan Air Services), en escala 1:20.000 y 1:50.000. Las fotografías fueron escaneadas, obteniéndose m osaicos digitales de distintos años.
Sobre la base de diferencias de relieve detectadas m ediante estereosc opio y a variaciones de tono, textura y patrón fotográfico se delim itaron unidades geom órficas y de suelos, al igual que la determ inación de usos del suelo. La tarea de fotointerpretación sirvió asim ism o para planificar los recorridos en el cam po e identificar áreas representativas. Se analizaron adem ás im ágenes satelitales Landsat y Aster de diferentes períodos.
R e c o n o c i m ie n t o d e c a m p o
El reconocim iento de cam po ha servido para verificar y ajustar unidades delim itadas durante la fotointeerpretación, com portam iento de los cursos de agua y el uso actual de la tierra.
A los fines de determ inar las características de los m ateriales originales y estudio de suelos, se efectuaron pozos de observación en las distintas unidades, analizando las variaciones en distintos sectores. Se eligieron perfiles representativos de suelos de los distintos am bientes en los cuales se efectuó una descripción m orfológica completa, consignándose secuencia y espesor de horizontes, estructura, textura, rasgos hidrom órficos, presencia de carbonatos, etc. Se describieron rasgos asociados tales com o nivel freático, vegetación, evidencias de erosión u otras degradaciones, etc. Las descripc iones se realizaron según las Norm as de Reconocim iento de Suelos (Arens y Etchevehere, 1967), el "L ib ro d e C a m p a ñ a p a ra D e s c rip c ió n y M u e s tre o d e S u e lo s " (Schoeneberger et al., 1998; Traducción INTA, 2000) y el S o il S u rv e y M a n u a l (Soil Survey Division Staff, 1993) con adaptaciones propias c uando se consideró necesario. En perfiles m odales se extrajeron m uestras de cada uno de los horizontes para su análisis físico, quím ico y m ineralógico. Durante las tareas de cam po se efectuaron distintas determ inaciones tales com o densidad aparente y velocidad de infiltración.
Se tom ó contacto asim ism o con los pobladores que aportaron valiosa inform ación respecto a inundaciones y anegam ientos, com portam iento de los suelos, prácticas agrícolas, etc. Se identificaron acciones degradantes del suelo tales com o erosión, decapitación del horizonte A, presencia de cavas, etc.
T a r e a s d e la b o r a t o r io
Las determ inaciones físicas y quím icas de las m uestras de suelo se realizaron de acuerdo con los siguientes métodos:
• p H : m étodo potenciom étrico sobre pasta de suelo saturada.
• R e s is te n c ia e lé c tric a : m edición sobre pasta de suelo saturada en copa Standard. Los valores obtenidos han sido corregidos por tem peratura (15,5 oC). Para convertir los valores expresados en ohm s a ohm s. cm -1 se debe m ultiplicar por el factor 0,25.
• N itró g e n o to ta l: m étodo de Kjeldahl en escala semimicro. • F ó s fo ro a s im ila b le : m étodo de Bray - Kurtz.
• C a p a c id a d d e in te rc a m b io c a tió n ic o : en m uestras no salinas y exentas de calcáreo por saturación con acetato de am onio a pH 7 y posterior desplazam iento del am onio con cloruro de sodio. En m uestras salinas y/ o calcáreas la saturación se efectúa con acetato de sodio 1 N a pH 8,2. Se desplaza el sodio con acetato de am onio y se cuantifica por espectrofotom etría de absorción atómica.
• C a tio n e s in te r c a m b ia b le s (C a, M g , N a y K ): desplazam iento con acetato de am onio 1N a pH 7 y valoración por espectrofotom etría de absorción atómica.
• C a rb o n a to s : por neutralización ácida.
• A n á lis is g ra n u lo m é tric o : m étodos de la pipeta y de Bouyoucos. • D e n s id a d a p a re n te : m étodos del cilindro y del agregado.
• C a p a c id a d d e c a m p o y p u n to d e m a rc h ite z p e r m a n e n te : extracción de agua en m uestras m olidas (< 2 mm) y saturadas m ediante la aplicación de 0,3 y 15 atmósferas, respectivam ente, utilizando la m em brana de Richards.C o n d u c tiv id a d h id rá u lic a : m edición del agua percolada a través de un peso de suelo constante tam izado por 2mm y bajo carga constante. El registro se efectuó durante las prim eras 4 horas, realizando m ediciones de control en horas posteriores. El índice K (en cm/ hora) fue calculado para cada hora, obteniendo así la evolución de dicho índice con el tiempo.
• C o e fic ie n te d e e x p a n s ib ilid a d lin e a l (C O L E ): m edición de longitud de m uestras de suelo colocadas en m oldes a capacidad de cam po (Lh) y secas en estufa (Ls), aplicándose la fórmula:
COLE = Lh - Ls Ls
• E x p a n s ib ilid a d lin e a l p o te n c ia l (E LP ): sum atoria de COLE x espesor (en cm) de cada horizonte hasta 1 m etro de profundidad.
• E n s a y o d e e x p a n s ió n lib re : increm ento de volum en (en porciento) de una m uestra de suelo m olido y secado en estufa (10 cm 3), luego de ser colocada en una probeta de 100 cm 3 llena con agua destilada (Abete y Sánchez, 1970).
• V e lo c id a d d e in filtra c ió n : m étodo de los anillos concéntricos con carga de agua constante. Cálc ulo de la infiltración básica según ecuación de Kostiakov.
• L ím ite líq u id o y lím ite p lá s tic o : según especificaciones de la Am erican Society for Testing and Materials (ASTM, 1964).
• A n á lis is m in e ra ló g ic o d e a r c illa s: la fracción arcilla se separó por sedim entación. Una vez concentrada, fue hom oionizada con m agnesio (subm uestras Mg naturales y glicoladas) y con potasio (subm uestras K naturales, a 250 y 550 °C). Se obtuvieron 5 difractogram as de cada m uestra con radiación de Cu/ Filtro Ni para la caracterización cuali - cuantitativa.
T r a t a m ie n t o I n f o r m á t ic o y c a r t o g r a f í a
Tanto los m osaicos com o la cartografía elaborada, fueron escaneados, corregidos geom étricam ente y georreferenciados respecto a la base planim étrica de la Dirección de Geodesia (Ministerio de Obras y Servicios Públicos de la Provincia de Buenos Aires). La inform ación se procesó con un software de vectorizac ion sem iautom ática y luego se insertó en el CAD donde se procedio a la lim pieza y depuracion de errores. Para los m apas tem áticos de líneas (curvas de nivel, hidrología, etc) se organizó la inform ación en capas o “ layers” para su posterior representación, m ientras que en los de polígonos (suelos, uso actual de la tierra o geom orfología) se creó una topología que luego se exportó al form ato del SIG Arc View v 3.0. Ya en este entorno se editaron las bases de datos c orrespondientes y se asignaron los atributos a cada entidad. El entrecruzam iento de los diversos mapas, generó una cartografía que presenta nuevas unidades, com o la cartografía de Riesgo de Inundación y de Unidades de Planificación, sobre la cual se realizaron diversos cálculos estadísticos (superficies, porcentajes respecto al total del partido, afectación territorial, evolución en el tiempo, etc). Ver esquem a m etodológico en la Fig. 1.
E la b o r a c io n d e m a p a s t e m á t ic o s
t a r e a s d e c a m p o
F ig . 1 - E s q u e m a m e t o d o ló g ic o p a r a la o b t e n c ió n d e c a r to g r a fí a t e m á t ic a
M a p a s b á s ic o s
T o p o g ra fía (M a p a 2)
Se realizó a partir del volcado de curvas de nivel con equidistancias de 2,5 m extraídas de las cartas planialtim étricas del Instituto Geográfico Militar, en escala 1:50.000
P e n d ie n te s re g io n a le s (M a p a 3)
Sobre el m apa anterior se calcularon las distintas pendientes que sirvieron para caracterizar las principales geoform as de la región.
H id ro lo g ía s u p e rfic ia l (M a p a 4)
Se delineó la red de drenaje m ediante fotointerpretación sobre fotogram as aéreos, con apoyo en las curvas de nivel, y un porm enorizado trabajo de campo, que incluyó el m apeo de m odificaciones antrópicas al drenaje superficial, com o zanjas, canales y rectificaciones. Se establecieron las divisorias de aguas principales y secundarias. Esta cartografía sirvió de base para la elaboración del m apa geom orfológico.
G e o m o rfo lo g ía (M a p a 5)
La elaboración de este m apa incluyó la recopilación de inform ación técnica y cartográfica, el estudio de procesos geodinám icos actuantes, el reconocim iento de m ateriales y geoform as por fotointerpretación y control de cam po para verificar lím ites de unidades geom órficas y el análisis de las características de la red de drenaje natural y antrópica.
S u e lo s (M a p a 6)
La elaboración del m apa de suelos incluyó inicialm ente tareas en com ún con el m apa geom orfológico, especialm ente en lo que respecta a fotointerpretación y control de campo. Adicionalm ente se realizó la caracterización m orfológica de los suelos por m edio de pozos de observación y calicatas o en cortes naturales o artificiales del terreno. Se efectuaron determ inaciones físicas y quím icas c onvencionales en laboratorio y análisis especiales. Los suelos fueron clasificados de acuerdo con el sistem a Soil Taxonom y (Soil Survey Staff, 1999).
M a p a s d e c u a lid a d e s s ig n ific a tiv a s
C a p a c id a d d e u s o d e lo s s u e lo s (M a p a 7)
El m apa básico de suelos fue reinterpretado, evaluando la aptitud de los suelos para el uso agrícola, ganadero o forestal. Se obtuvo así el m apa de capacidad de uso de los suelos, a nivel de subclase, según la clasificación del Servicio de Conservación de Suelos de los EE.UU (Klingebiel y Montgom ery, 1961). Este sistem a está integrado por ocho clases (I a VIII), que indican un grado creciente de lim itaciones para el uso agropecuario y forestal. Las clases I, II y III son las más adecuadas para los cultivos.
M a p a s d e c a ra c te rís tic a s a n tró p ic a s
In fra e s tru c tu ra d e c o m u n ic a c io n e s (M a p a 1)
indicó en dicho m apa el parcelam iento urbano, cam inos y rutas, autopista Buenos Aires- La Plata, vías férreas, poliducto y canales.
D e g ra d a c ió n d e l s u e lo p o r a c tiv id a d e s e x tra c tiv a s (M a p a 8)
Com o ya se indicó, las actividades extractivas constituyen la principal causa de pérdida de suelo en el área de estudio. Por lo tanto se consideró de sum a im portancia elaborar el correspondiente m apa temático. En el m ism o se diferenciaron 1) Áreas decapitadas, 2) Localización de hornos de ladrillos, antiguos y en actividad y 3) Canteras. Para las áreas decapitadas se consideraron tanto los hornos de ladrillos en explotación com o los sectores donde existió extracción del horizonte hum ífero y que en la actualidad se encuentran principalm ente baldías o bajo uso ganadero extensivo. La delim itación se realizó m ediante fotointerpretación ya que las áreas decapitadas presentan un patrón fotográfico particular que perm ite delim itarlas con cierto m argen de seguridad, com plem entándose la identificación con control de campo. Las áreas con decapitación antigua y luego recuperadas o bajo uso urbano resultan de difícil identificación.
P e lig ro s id a d d e c a n te ra s (M a p a 9)
Surge com o concecuencia de la elaboración del índice de peligrosidad de canteras, y perm ite clasificar el peligro que im plica cada cantera, m ediante el có digo del semáforo, para diseñ ar proyectos de mitigación, reconversión o recuperación de estos pasivos am bientales, producto de la actividad extractiva de suelos.
U s o d e la tie rra (M a p a 10)
El uso actual de la tierra se determ inó m ediante fotointerpretación con fotogram as aéreos de los años 1997 y 2001, actualizado al año 2004 m ediante trabajo de campo. Se diferenciaron los siguientes usos: urbano, baldío, servicios, agricultura intensiva, forestación, agricultura experim ental, agropec uario extensivo, de engorde a corral, enterram iento de basura, extractivo superficial y subterráneo y recreativo. Tam bién se determ inó el uso de la tierra para el año 1966, m ediante la utilización de m osaicos aerofotográficos en escala 1:20.000.
M a p a s d e rie s g o s n a tu ra le s
R ie s g o h íd r ic o (M a p a 11)
Se elaboró a partir del análisis del m apa geom orfológico, estableciéndose el grado de anegabilidad de cada unidad geomórfica, realizando el entrecruzám iento con el m apa de uso de la tierra. El m apa perm ite diferenciar áreas urbanas localizadas sobre planicies naturales de inundación, así com o alertar sobre terrenos baldíos con posibilidades de ser urbanizados y que presentan un alto riesgo de inundación.
M a p a s s ín te s is p a ra e l p la n e a m ie n to
U n id a d e s d e P la n ific a c ió n (M a p a 12)
Este es un m apa síntesis en el que se han integrado áreas delim itadas en varios de los m apas tem áticos descriptos, clasificándolas en un pequeño núm ero de unidades de planificación, las cuales presentan características internas hom ogéneas, desde el punto de vista ambiental. Se diferenciaron así las 11 unidades caracterizadas más adelante.
Í n d ic e A g r e g a d o d e A f e c t a c ió n t e r r it o r ia l (IA A T )
U B IC AC IÓ N Y P O B L A C IÓ N D E L P A R T ID O
El área de estudio se ubica en el NE de la provincia de Buenos Aires, lim itando al NE con los partidos de Ensenada y Berisso, al NO con los de Berazategui y Florencio Varela, al SO y S con San Vicente y Coronel Brandsen y al SE con el partido de Magdalena, ocupando una superficie de 893 km 2. Las coordenadas geográficas de sus puntos extrem os son: latitud 34° 50’ y 35° 30’ S y longitud 57° 45’ y 58° 20’ O (Fig. 2).
La población del partido es de 574.369 habitantes (Censo de 2001) distribuidos en el casco urbano fundacional y en las siguientes delegaciones m unicipales: Villa Elisa, Arturo Seguí, El Peligro, City Bell, Gonnet, Ringuelet, Tolosa, Hernández- Gorina, San Carlos, Melc hor Romero, Abasto, Olm os, Los Hornos, Etcheverry, Altos de San Lorenzo y Villa Elvira (Mapa 1). La distribución de la población del Partido m uestra una concentración del 98 % en las áreas urbanas, m ientras que el resto se localiza en las zonas rurales.
C LIM A
Para la caracterización clim ática se em plearon los registros de la Estación Clim atológica La Plata (Inform ación sum inistrada por Departam ento de Sism ología e Inform ación Meteorológica, Facultad de Ciencias Astronóm icas y Geofísicas, UNLP), dado que cuenta con el m ayor registro continuado (período 1909- 2005) de precipitación y tem peratura (Tabla 1). Dicha estación se ubica en latitud 34o 55' S y longitud 57o 57' O, a una altitud de 15 m snm.
Tom ando los valores medios, la precipitación anual para el período c onsiderado fue de 1040 mm, siendo el mes más lluvioso m arzo (111 mm) y el m enos lluvioso junio (63 mm). La distribución estacional de lluvias es bastante regular, aunque se produce una dism inución apreciable en invierno:
Ve ra n o ( d ic iem b re , en ero , f e b re ro ) 2 8 9 m m 2 7 , 8 %
O to ñ o (m a rzo , ab ril, m a yo ) 2 8 9 m m 2 7 , 8 %
In vie rn o (junio , julio , a g o s to ) 1 96 m m 18, 8 %
P rim a ve ra ( s e p tiem b re, o c tub re , n o vie m b re ) 2 6 6 m m 2 5 , 6 %
Considerando los valores absolutos, el año de m ayor precipitación fue 1914 (1926 mm) y el más seco 1916 (416 mm), m ientras que a nivel mensual, el m ayor registro fue abril de 1959 (356 mm) y el m enor julio de 1916 (0 mm).
La tem peratura m edia anual es de 16.2 °C, con enero com o el mes más cálido (22,8 °C) y julio com o el más frío con 9,9 °C. Las tem peraturas absolutas han sido 43 °C y - 5 °C. Según la clasificación de Thornthwaite (1948) le c orresponde a la zona el clim a B 1 B ’2 r a ’ (húmedo, m esotérmico, con nula o pequeña deficiencia de agua y baja concentración térm ica estival).
La intensidad m edia anual de los vientos es de 12 km/h, predom inando los provenientes del E y secundariam ente los de NE y NO. Las m ayores intensidades se dan en octubre, diciem bre y enero, con valores m edios de 15 a 17 km/ h. Los vientos con dirección NE- SO provocan la llegada de malos olores, ruidos y polución debido a la cercanía del Polo Petroquím ico de Ensenada y al Relleno Sanitario del CEAMSE.
La hum edad relativa m edia anual es de 77 %, variando entre 85 % (junio) y 70 % (enero) (Auge et al., 1995).
Los datos de tem peratura y precipitación han perm itido elaborar el balance hídrico m edio m ensual (Tabla 1) según el m étodo de Thornthwaite y Mather (1957). Se ha utilizado para el cálculo una capacidad hídrica de 200 mm.
T a b la 1 - B a la n c e h í d r i c o m e d io m e n s u a l ( 1 9 0 9 - 2 0 0 5 )
C a p a c id a d H íd r ic a : 2 0 0 m m
E ne F e b M a r A b r M a y J u n J u l A g o Sep O c t N o v D ie A ñ o
T 22,8 22,1 20,2 16,6 13,3 10,4 9,9 11,0 12,8 15,5 18,5 21,2 16,2
i 9,95 9,49 8,28 6,15 4,40 3,03 2,81 3,30 4,15 5,55 7,25 8,91 73,27
ETPd sa 3,5 3,3 2,9 2,0 1,5 1,0 0,9 1,0 1,4 1,9 2,5 3,1
FC 36,9 31,2 31,8 28,2 26,7 24,6 26,1 28,2 30,0 33,9 35,1 37,5
ETP 129 103 92 56 40 25 23 28 42 64 88 116 806
P 101 94 111 95 83 63 66 67 77 93 96 94 1040
P- ETP - 28 - 9 19 39 43 38 43 39 35 29 8 - 22
Ppaa - 50 - 59 - 22
Alm 155 148 167 200 200 200 200 200 200 200 200 179
Valm - 24 - 7 19 33 0 0 0 0 0 0 0 - 21
ETR 125 101 92 56 40 25 23 28 42 64 88 115 799
Def 4 2 1 7
Exc 6 43 38 43 39 35 29 8 241
Referencias:
T o d o s lo s valores e s tá n e x p re s a d o s e n m m ., e x c e p toi
yFC
(a d im e n s io n a le s ) yT
( ° C ) L a s a b re v ia tu ra s u tiliz a d a s e n las ta b la s c o rre s p o n d e n a :El balance perm ite apreciar la existencia de un pequeño déficit de agua en el suelo durante el verano y un exceso, que es más im portante entre fines de otoño y principios de prim avera. A partir de estos datos se clasificó al ré g im e n d e h u m e d a d de los suelos según lo establecido en la Taxonom ía de Suelos (Soil Survey Staff, 1999). De ac uerdo al mismo, a los suelos zonales bien drenados del área le corresponde el régim en de hum edad ú d ic o . A los suelos hidrom órficos, existentes en depresiones, planicies de inundación y otros am bientes de drenaje deficiente, no se puede aplicar el m ism o criterio pues adem ás del agua de precipitación reciben aportes adicionales por escurrim iento superficial desde áreas más elevadas y por agua freática cercana a la superficie. A tales suelos les corresponde el régim en á c u ic o .
El ré g im e n d e te m p e ra tu ra d e l s u e lo fue estim ado a partir de la tem peratura del aire según lo establecido por las norm as de la Taxonom ía de Suelos (Soil Survey Staff, 1999). De acuerdo con las mismas, la tem peratura m edia anual del suelo a 50 cm de profundidad es 17,2 °C y las tem peraturas m edias del suelo de invierno (junio, julio, agosto) y de verano (diciembre, enero y febrero) a la m isma profundidad son de 11,0 °C y 21,4 °C, respectivam ente. De acuerdo con estos datos, a los suelos del partido de La Plata les corresponde el régim en de tem peratura del suelo té rm ic o .
IN FRA E S TR U C T U RA D E C O M U N ICAC IO N E S
Al m apa de infraestructura de com unicaciones (Mapa 1), se lo c onsidera com o m apa base de la cartografía elaborada, agregándose una toponim ia básica y la delim itación de delegaciones m unicipales. Puede apreciarse que la zona está surcada por una im portante red de com unicación vial. Se destacan la Autopista La Plata- Buenos Aires, cuya traza corre en el partido de Ensenada, contigua al límite con el partido de La Plata, la ruta nacional 1 c orrespondiente al Cam ino General Belgrano y las provinciales 2, 6, 10 (calle 66), 11 (calle 122), 13 (calle 520), 14 (Cam ino Centenario), 19, 36, 53 y 215 (calle 44). Asimismo, la región se halla conectada a la ciudad de Buenos Aires a través del Ferrocarril Metropolitano (ex Ferrocarril Roca). Se han indicado otros ram ales activos e inactivos, m ediante consultas a los organism os correspondientes.
T O P O G RA F ÍA
Para com prender la dinám ica del escurrim iento superficial, la distribución de las formas más significativas del terreno y su relación con el tipo de suelos de un área resulta im prescindible conocer su relieve. La herram ienta más práctica para representar las diferencias del relieve en dos dim ensiones son las c u rv a s d e n iv e l o is o h ip s a s , las cuales unen puntos de igual altura. Constituyen la proyección de la intersección del terreno con planos horizontales im aginarios separados por intervalos verticales iguales. La distancia vertical entre curvas contiguas se denom ina e q u id is ta n c ia . En las curvas de nivel de las cartas del IGM es de 1,25 m, salvo en la hoja La Plata, que es de 2,50 m, lo cual obligó a utilizar este últim o valor de equidistancia para la totalidad del m apa topográfico.
La interpretación de las curvas de nivel perm ite apreciar un rasgo fundam ental del relieve, com o es la pendiente o inclinación del terreno. Las pendientes se definen de acuerdo con tres parám etros: gradiente, longitud y forma. Gradiente es el ángulo que form a el terreno respecto a un plano horizontal ideal. Se puede m edir en porcentaje o en grados sexagesim ales. Longitud es la distancia entre la parte superior y la base del plano inclinado. Forma: es la disposición del terreno: cóncavo, convexo, plano, o una com binación de tales formas.
La distancia horizontal entre curvas de nivel sucesivas perm ite tener una idea de las pendientes dado que cuanto más cercanas se encuentran, m ayor es la pendiente. Por el contrario, cuanto más separadas se hallan, el terreno es más plano. Por otra parte, la m anera en que se disponen las curvas perm ite deduc ir la form a de las pendientes (convexa, cóncava), lo cual determ ina, junto con el gradiente la m anera en que se distribuye el agua de escurrim iento.
T o p o g r a f í a y e r o s ió n h í d r ic a
La pendiente es uno de los rasgos del terreno que influye en el proceso de erosión hídrica. Este fenóm eno produce la remoción, transporte y depositación de los sedim entos siendo en gran m edida responsable del m odelado de la superficie terrestre. Puede ser así causante de graves degradac iones ya que produc e pérdida de suelo, sobre todo de la parte más superficial del mismo. La erosión puede ser natural o acelerada por el hom bre (antrópica).
En razón de que la erosión hídrica puede produc ir una degradación grave de los suelos, se ha tratado de predecirla o cuantificarla m ediante diversos procedim ientos. Uno de los más am pliam ente utilizados es la Ecuación Universal de Pérdida de Suelo (conocida tam bién por la sigla en inglés: USLE, Universal Soil Loss Equation) (Wischm aier y Smith, 1978, Galetovic et al., 1998). La resolución de la m isma perm ite tener una idea aproxim ada de la cantidad de suelo que se perdería en toneladas por hectárea y por año en un determ inado sitio. Para el cálculo se utilizan los siguientes factores: e ro s iv id a d d e la llu via (R), c a ra c te rís tic a s d e l s u e lo (K), g r a d ie n te y lo n g it u d d e la s p e n d ie n te s (LS), c o b e rtu ra v e g e ta l (C) y p rá c tic a s d e m a n e jo (P). Se ve así que los m apas de curvas de nivel y pendientes proporcionan parte de la inform ación que requiere la resolución de la USLE.
C a r a c t e r í s t ic a s t o p o g r á f ic a s d e l á r e a d e e s t u d io
Las características topográficas del partido de La Plata han sido representadas en los Mapas de Topografía (Fig. 3 y Mapa 2) y de Pendientes Regionales (Mapa 3). En ellos es posible diferenciar dos zonas de topografía totalm ente diferentes que responden a su caracterización geom órfica: la Llanura Costera y la Llanura Alta (Cavallotto, 1995), que en el Mapa de Geom orfología (Mapa 5) descripto más adelante, se han denom inado Area de Influencia Estuárico- m arina y Area de Influencia Continental, respectivam ente.
La L la n u ra C o s te ra ocupa, dentro del partido de La Plata, sólo pequeños sectores hacia el norte, en su límite con el partido de Ensenada y hacia E cerca del lím ite con los partidos de Berisso y Magdalena. Se extiende aproxim adam ente entre la cota de 5 m snm y la costa del Río de la Plata. Se trata de una zona de relieve plano a plano- cóncavo, con pendientes en general inferiores a 0,03 %, con im portantes sectores deprim idos con diseño de drenaje anárquico. Se encuentran aquí las cotas más bajas del partido, aproxim adam ente entre 2 y 2,5 m snm. La llanura costera se vinc ula a la llanura alta a través de un “escaló n” o antiguo paleoacantilado, hoy en parte disim ulado por la erosión y la actividad antrópica, cuya pendiente oscila generalm ente entre 1 y 2 %.
La L la n u ra A lta com prende casi la totalidad del área de estudio, por encim a de los 5 m snm. En ella se destaca un in te rflu v io p rin c ip a l, el cual tiene un rum bo aproxim ado NO- SE, descendiendo en altura desde 30 m snm hacia el NO (cotas más altas del partido) hasta cotas próxim as a los 20 m snm al SE. Este interfluvio, de relieve plano, actúa com o divisoria de aguas entre las dos vertientes principales del partido: Río de la Plata hacia el N y río Sam borom bón hacia el S las cuales tienen características bien diferenciadas en cuanto al relieve.
V e r t ie n t e d e l R ío d e la P la ta
divisoria secundaria que se desprende del interfluvio principal, aproxim adam ente a 30 m snm cerca de la intersección de ruta 36 y calle 44, extendiéndose de O a E y luego de S a N hasta alcanzar la ruta 11.
Lim itados por el tram o N de la divisoria principal y la divisoria secundaria se pueden reconocer varios interfluvios secundarios perpendiculares a la divisoria principal y a la divisoria secundaria, asociados a una serie de arroyos, desde el Carnaval al NO al Garibaldi al SE, dispuestos en form a subparalela entre sí (Fig. 3, Mapa 4). Los interfluvios tienen form a generalm ente convexa, ancho de 1- 2 km y dirección aproxim ada S- N o SO- NE, dism inuyendo su longitud desde 7 km al O hasta alrededor de 2 km al E. Los perfiles longitudinales varían en altura de 27- 10 m snm hacia el NO a 20- 10 m snm en el SE, con pendientes longitudinales que oscilan entre 0,15 y 0,25 %. Las pendientes que vinculan los interfluvios con las planicies de inundación son cortas (100 a 300 m) y su gradiente varía aproxim adam ente entre 0,80 y 1,10 %.
Por otro lado, se encuentra la cuenca del arroyo El Pescado, diferenciada de las anteriores por su m ayor superficie - en gran parte situada fuera del partido de La Plata- y por la dirección de su curso, la de sus afluentes y la de los interfluvios que los separan. La cuenca está lim itada al N por la divisoria secundaria y al S y O por la divisoria principal, con cotas entre 20 y 25 m snm. El c urso superior tiene dirección O- E, dism inuyendo paulatinam ente en altura y cam biando su rum bo en dirección casi S- N, integrando el cierre de la cuenca y el límite E de la zona de estudio. Los interfluvios secundarios asociados a la m argen izquierda m uestran una continuidad relacionada con la escasa longitud de los afluentes. Por el contrario, la m ayor longitud y grado de bifurcación de los afluentes de la m argen derecha determ inan la presencia de num erosos interfluvios de form a irregular, desconectados entre sí, con alturas que oscilan entre 15- 20 m snm. Las pendientes varían entre 0,10 y 0,15 %; sus longitudes son m uy variables oscilando entre 200 y 1000 m aproxim adam ente.
V e r t ie n t e d e l río S a m b o r o m b ó n
H IDR O L O G ÍA S UP E R F IC IA L
En relación con el drenaje superficial de la Llanura Alta, se deben distinguir los m ism os ám bitos ya identificados al describir la topografía: v e rtie n te d e l R ío d e la P la ta al norte y v e rtie n te d e l río S a m b o r o m b ó n al sur (Fig. 4, Mapa 4).
F ig . .4 - C u e n c a s d e d r e n a je
V e r t ie n t e d e l R ío d e la P la ta
Los arroyos de esta vertiente tienen un rum bo general de escurrim iento SO- NE, desaguando en la Planicie Costera y no en el Río de la Plata. Ello se debe a que entre los 5 m snm y la costa del Río de la Plata se produc e un cam bio de pendiente regional, la cual se hace m ínim a (< 0,03 %), dando lugar a que los arroyos pierdan energía y sus cursos se hagan divagantes, insum iéndose y generando bañados.
La vertiente está integrada de NO a SE, parcialm ente por las cuencas de los arroyos Pereyra y San Juan y totalm ente por las cuencas de los arroyos Carnaval, Martín, Rodríguez, Don Carlos, del Gato, Pérez, Regim iento, Jardín Zoológico, Circunvalación, Maldonado, Garibaldi y El Pescado.
A rro y o C a rn a v a l. Se origina de la confluencia de dos cursos de agua de carácter transitorio, en cotas cercanas a los 25 m snm, con extensiones próxim as a los 3 km y una dirección de escurrim iento SO NE. A partir del cruc e con el Cam ino Gral. Belgrano tiene un pequeño cam bio de dirección al SSO- NNE com o c onsecuencia del alto topográfico ubicado en las proxim idades del Parque Ecológico Municipal.
A rro y o M a rtín . Tiene su origen en dos cursos de agua, cuyas cabeceras se encuentran en cotas próxim as a los 27,5 m snm. Tiene una longitud de 14,5 km, con un rum bo casi N- S hasta desem bocar en la Planicie Costera. Al ingresar en el Parque Ecológico Municipal ha sido rectificado m ediante un canal de 1,3 km de largo.
SO- NE, m anteniendo esta dirección por espacio de unos 5,5 kilómetros, para desem bocar en la Planicie Costera. En las proxim idades del Cam ino General Belgrano desagua en su m argen derecha otro curso de carácter transitorio que tiene sus nacientes en cotas cercanas a los 20 m snm en las proxim idades de la localidad de Gorina.
A rro y o D o n C a rlo s . Es de carácter perm anente en casi todo su curso. Tiene una extensión de 4 km y un rum bo S- N. A partir de Gonnet se encuentra entubado y luego canalizado hasta desem bocar en el arroyo Rodríguez.
A rro y o d e l G a to . Se extiende por una distancia de 15 km en dirección N- S. Al llegar a la Planicie Costera, al E de la localidad de Ringuelet, es canalizado para que sus aguas desem boquen en el Río de la Plata. Presenta en general tributarios bien desarrollados com o el arroyo Pérez, el cual recibe a su vez por su m argen derecha al arroyo Regim iento.
Dentro del ejido urbano fundacional se pueden reconocer tres arroyos: Pérez, Regim iento y Jardín Zoológico, los cuales, junto con sus tributarios tienen gran influencia en la m orfología de la ciudad. En la actualidad se encuentran entubados al ingresar al ejido, por lo cual las descripc iones siguientes se refieren al curso original existente antes de su entubam iento.
A rro y o P é re z . Tiene sus nacientes a la altura de la Ruta Provincial No 10, siguiendo una dirección S N en la m ayor parte de su recorrido a través de 12 km de extensión. En su tram o inferior, unos 3 km antes de su desem boc adura en el arroyo del Gato, cam bia su rum bo a una dirección SE- NO
.A rro yo R e g im ie n to . Presenta una longitud de 10 km con un rum bo S- N, desc ribiendo una am plia inflexión hacia el E, antes de desem bocar en la m argen derec ha del arroyo Pérez. Cruza totalm ente y en form a diagonal el ejido urbano de La Plata. Sus cabeceras se encuentran a casi 25 m snm.
A rro y o J a rd ín Z o o ló g ic o . Se trata de un c urso de escasa longitud, cercana a los 4 km, que escurre en dirección S- N atravesando la parte norte del casco urbano. Su cabecera se sitúa en las cercanías del Parque Saavedra en cotas de 20 m snm.
Los arroyos localizados al S y SE del ejido urbano fundacional siguen una dirección de escurrim iento predom inante SO- NE, teniendo una im portante influencia sobre la m orfología presente en la zona periurbana. Se trata de los arroyos Circunvalación, Maldonado, Garibaldi y El Pescado.
A rro y o C irc u n v a la c ió n . Tiene una longitud de 4 km y se origina en alturas próxim as a los 20 m snm, en las proxim idades de la ex estación ferroviaria homónima. Se encuentra totalm ente entubado.
A rro y o M a ld o n a d o . Tiene sus nacientes en cotas próxim as a los 20 m snm, es de carácter perm anente y presenta una extensión de 8 km. Un afluente, c onocido localm ente com o arroyo Monasterio, nace en cota de alrededor de 20 m snm, desagua en su m argen izquierda y tiene una longitud de 4 km. Se encuentra parcialm ente entubado. Existe otro afluente de 5 km de extensión que desem boca en su m argen derecha.
A rro y o G a rib a ld i. Posee aguas perm anentes aproxim adam ente a partir de la calle 13. Su extensión total es de alrededor de 9 km, originándose en alturas próxim as a los 17,5 m snm en las proxim idades de la estación Arana. Estos dos últim os cursos m uestran características sim ilares en cuanto a su desarrollo; con pocos cursos tributarios pero de im portante extensión, lo cual configura el desarrollo de cuencas bien drenadas. Por otra parte, en los sectores próxim os a las desem bocaduras se advierte una am pliación del valle, principalm ente en el últim o de los cursos, con extensiones cercanas a 1 km por la cual drena el curso principal y sus tributarios.
V e r t ie n t e d e l río S a m b o r o m b ó n
El ám bito que drena hacia el sur presenta características m orfológicas y de drenaje notablem ente diferentes del anterior. Se trata de los sectores de cabeceras de los cursos que conform an el escurrim iento hacia el río Sam borom bón, siendo el más im portante el arroyo Abascay, que es el único que se describirá en detalle. Se encuentran adem ás pequeños sectores que c orresponden a las nacientes de los arroyos San Carlos, Godoy, Cañada Larga y San Luis que se extienden en su m ayor parte en los partidos de Brandsen y Magdalena. Se destacan además, una cantidad apreciable de depresiones, generalm ente ocupadas por agua y que se ubican indistintam ente en relación con cursos de agua y en divisorias.
A rro y o A b a s c a y . Presenta una dirección de escurrim iento N- S, con una extensión dentro del partido de 15 km y una cota en zona de cabeceras de 25 m snm. A partir de la cota de 20 m snm presenta áreas anegadas a am bos lados. En los últim os 4 km dentro del partido presenta un recorrido entre barrancas, m anteniendo esta condición fuera de los límites del partido.
G EO M O R F O L O G IA
El Mapa de Geom orfología (Mapa 5), pone de m anifiesto las características naturales del drenaje superficial de la zona de estudio, la localización de c uencas y subcuencas de los arroyos y la identificación y delim itación de Areas y Unidades Geom orfológicas. Se han identificado los procesos geodinám icos que originaron las geoform as y el grado de intervención que sobre ellas se ha ejercido. Com o referencias del m apa geom orfológico se incluye un c uadro descriptivo (Tabla 3) que incluye los nom bres de las unidades con su forma, localización topográfica relativa en el paisaje, material que la com pone, origen de ese material, grado de erosión tanto hídrica com o eólica, características generales de la hidrología superficial y subterránea y el grado de riesgo de inundación. Este mapa, junto con los de topografía y pendientes, y el análisis del uso del suelo, han sido la base de la elaboración del Mapa de Riesgo de Inundación (Mapa 11).
C a r a c t e r í s t ic a s r e g io n a le s
La Llanura Alta está form ada por sedim entos loéssicos eólicos o retrabajados por el agua, de origen continental. Corresponde a la Terraza Alta de Frenguelli (1950) o a la Zona Interior definida por Fidalgo y Martínez (1983). Ha sido incluida por diversos autores dentro de la “ Pam pa Ondulada” . Daus (1946) ubica a esta región en una franja ribereña de los ríos Paraná y de la Plata entre Rosario y Buenos Aires “con la form a de un arco de c orona” . El límite oeste no está bien definido, afirm ando que en el ám bito bonaerense sigue el curso del río Salado. Describe a la región com o una llanura con ondulaciones ocasionadas por una red de drenaje relativam ente abundante. Tricart (1973) com enta que la región situada al norte del río Salado ya pertenece a la Pam pa Ondulada. Fidalgo y Martínez (1983) afirm an que la Pam pa Ondulada se extiende desde el arroyo del Medio hasta la bahía de Sam borom bón, quedando incluídas la totalidad de las c uencas de drenaje que desaguan hacia los ríos Paraná, de la Plata y Sam borom bón.
A nuestro juicio, la vertiente del Río de la Plata presenta dentro del partido de La Plata rasgos m orfológicos que guardan sem ejanza con los de la Pam pa Ondulada, evidenciados en las ondulaciones producidas por la alternancia de interfluvios y planicies de inundación. Un ejem plo típico lo constituyen las im portantes diferencias de cota entre el interfluvio entre la c uenca del arroyo del Gato y el Pérez en relación con los c ursos de agua. Esta m orfología se torna más plana en el interfluvio principal y en la vertiente del río Sam borom bón, en la cual las reducidas pendientes podrían indicar una transición hacia la Pam pa Deprim ida.
U n id a d e s G e o m o r f o ló g ic a s d e la z o n a d e e s t u d io
Teniendo en cuenta diferentes criterios de análisis geom orfológicos com o origen y tipo de m ateriales de cobertura, litología, estratigrafía, suelos, geoform as y sus procesos generadores, se caracterizaron dos grandes áreas en la zona de estudio: el A r e a d e I n f lu e n c ia E s t u á r ic o - M a r in a, y el A r e a d e I n f lu e n c ia C o n t i n e n t a l, separadas entre sí por una franja que denom inam os Z o n a d e O r ig e n M ix t o (Cabral,
2000). Ver Mapa 5 y Perfil esquem ático en la Fig. 5.
A re a d e In flu e n c ia E s tu á ric o -M a rin a
Se encuentra dentro de la denom inada Planicie Costera (Fidalgo y Martínez, 1983) o Llanura Costera (Cavallotto, 1995), aproxim adam ente entre la cota de 5 m y el nivel del mar. Violante et al. (2001) diferencian en la provincia de Buenos Aires tres llanuras costeras, que de norte a sur son: Río de la Plata, Ajó y Mar Chiquita. Los extensos depó sitos m arinos y costeros que las cubren se han originado: a) por su ubicación en la zona central más deprim ida de la cuenca del Salado, b) por la intensa sedim entación induc ida por las enorm es descargas del Río de la Plata y c) por el transporte litoral; dichos factores interactuaron con las fluctuaciones del mar producidas después de la última glaciación.
Una pequeña parte del partido de La Plata se ubica dentro de la Llanura Costera Río de la Plata, cerca del límite con los partidos de Ensenada y Berisso. Se trata de una zona llana que contiene una sucesión de form as originadas durante el ciclo transgresivo- regresivo ocurrido en el Holoceno, tales com o cordones conchiles, llanuras de mareas, bañados, canales de marea, etc.
Una característica del drenaje superficial y subterráneo de esta región es que las aguas provenientes del continente no llegan directam ente al Río de la Plata, sino que se insum en o se distribuyen superficialm ente sobre esta planicie. Sólo el arroyo El Pescado logró elaborar un cauce que atraviesa esta área por su m ayor caudal originado en una extensa cuenca de drenaje. Esto hace que la Planicie Costera, que está separada de la costa por un albardón, perm anezca anegada durante períodos prolongados, particularm ente en los bañados. Para lograr una m ejor y más rápida evacuación de las aguas de crecidas de los arroyos, se realizaron varios canales que atraviesan la Planicie Costera y desaguan directam ente en el Río de La Plata.
C o rd ó n c o n c h il
Son geoform as positivas generadas por la acum ulación de valvas de m oluscos enteras y fragm entadas, acom pañadas por arenas finas a m uy finas de color castaño claro. Constituyen formas alargadas, discontinuas, dispuestas en form a paralela a subparalela a la actual línea de costa, localizadas cerca de la Llanura Interior. Son producto de las regresiones m arinas del Cuaternario.
Los depósitos c orresponden al Miem bro Cerro de la Gloria de la Form ación Las Escobas de edad Holocena. Las geoform as han sido en gran parte alteradas por la extracción de conchilla y urbanizaciones. Dos de los sitios en que se encuentran m ejor preservadas son el Parque Ecológico Municipal y el cam po “ La Casuarina” , cerca de la desem bocadura del arroyo Garibaldi (Ruta 11 y calle 620).
L la n u ra d e fa n g o (C a v a llo tto , 1 995)
Se trata de una zona de relieve plano, cuyo límite interior está m arcado por un pequeñ o escalón que m arca la antigua línea de costa. Los cursos que drenan la Llanura Interior, al llegar a ella no pueden labrar su cauce y dispersan sus aguas en grandes depresiones o bañados, lo que ha m otivado la necesidad de su canalización hasta el Río de la Plata.
Las secuencias sedim entarias observadas presentan una m arcada heterogeneidad litológica. Efectuando una am plia generalización se pueden distinguir tres m ateriales superpuestos de diferente origen: en la parte superficial aparece un m aterial sum am ente arcilloso, posiblem ente de origen mixto, con rasgos vérticos marcados, tales com o cutanes de tensión y grietas que van desde la superficie hasta cerca de 1 m de profundidad. Lo subyace un m aterial de origen m arino de alrededor de 1 m de espesor con estructura laminar, alternando capas arcillosas y arenosas y restos de conchilla (Fm. Las Escobas, Miem bro Canal 18) (Fidalgo et al., 1973). Por debajo, aproxim adam ente a los 2 m de profundidad, aparece un m aterial loéssico m asivo de color pardo y abundantes concreciones calcáreas (Fm. Ensenada) (Riggi et al., 1986).
B a ñ a d o
T a b la 2 . G e o m o r f o lo g ia
O R I G E N
D E L AR EA U N I D A D FO R MA
LO CA L I Z AC I Ó N
T O P O G RA F ICA M A T ER IA L
P R O C E S O S E R O S I Ó N AC T UA L H I DR O L O G ÍA R I E S G O D E I N U N D AC I O N D E FO R MAC I O N E O L I CA H I DR I CA S UP E R F I C IA L S U B T ER RA N E A
o
C o r d ó n C o n c h ill leve elevación en el paisaje aprox. cota 5 m valvas marinas acumulaciónmarina nula mínima escurrimientocontrol del sin ¡incidencia mínimo z
S <t
L l a n u r a d e f a n g o plana baja arcilla/ limo/ arena fina aluvionalestuárico nula mínima infiltraciónmoderada y con semipermanenteanegamiento freática salinizada
cercana a la superficie máximo
S ó
o B a ñ a d o
irregular
poco pl'ofunda baja arcilla estuárico nula elevada anegamientopermanente cercana a la superficiefreática salinizada máximo
te <c D H (0 U
L l a n u r a d e M a r e a
I n t e r i o r plana baja arcilla estuárico nula
elevada y con
mínima infiltración semipermanenteanegamiento cercana a la superficiefreática salinizada máximo
A n t i g u o s C a n a l e s
a e M a r e a meandrosa baja arcilla/ limo/ arena fina
aluvional
estuárico nula máxima semipermanentedrenaje cercana a la superficiefreática salinizada máximo
A n t i g u o E s t u a r i o
I n t e r i o r quiebre de pendiente
entre cotas
de 3 y 5 m arcilla/ limo
fluvial estuárico
marino nula máxima
area desagüe
de arroyos zona de descarga máximo
0 H X
1
A n t i g u a F r a n ja
C o s t e r a suavizadodesnivel entre cotas de 3 y 5 m loess erosiónmarina nula moderada drenaje en manto cercana a la superficiefreática salinizada medio
I n t e r f l u v i o
d e O r i g e n M i x t o plana media arcilla/ limo/ loess
fluvial
estuarica nula moderada anegamientoesporádico cercana a la superficiefreática salinizada medio
I n t e r f l u v i o
C o n v e x o convexa alta loess
erosión
h idrica nula mínima nacimiento de afluentes zona de recarga nulo
I n t e r f l u v i o
P l a n o plana alta loess/ arena fina
erosión hidrica y
eòlica moderada mínima
cabecera de los
arroyos zona de recarga mínimo
-1
A r e a c o n P e n d i e n t e
plano
inclinado media loess erosión h idrica nula elevada drenaje en manto zona de recarga medio
í
z
III
P l a n i c i e d e I n u n d a c i ó n
elongada
plana área baja arcilla/ limo acumulaciónfluvial nula elevada áreas de desbordes periódicos
esporádicamente mantiene caudal
de base máximo
z
H
z O
C a ñ a d a s plano- cóncavaelongada área levemente deprimida loess/ limo/ arcilla erosiónfluvial
incipiente nula moderada drenaje incipiente zona de recarga medio
o
C a u c e d e A r r o y o s lineal
cóncava área deprimida arcilla/ limo erosiónfluvial nula máxima cursos permanentes y transitorios
cursos alternati vamente influentes
o efluentes máximo
C u b e t a s d e
d e f l a c i ó n cóncavacircular media- alta limo/ arcilla
erosión eòlica e
h idrica mínima elevada
drenaje centrípeto esporádico
cuerpos alternati vamente influentes
o efluentes medio
L a g u n a s cóncava variable limo/ arcilla eòlica e erosión cuerpos alternati
L la n u ra d e m a re a s in te r io r (C a v a llo tto , 1 995)
Esta unidad se extiende desde la m argen derec ha del arroyo El Pescado, tom ando una pequeña zona al noreste del partido, una parte de Berisso y se desarrolla fundam entalm ente en el partido de Magdalena. Tiene m ateriales sim ilares a la Llanura de fango, pero se caracteriza por contener una gran cantidad de antiguos canales de mareas.
A n tig u o s c a n a le s d e m a re a s
Constituyen una serie de antiguos cauces de diseño m eandroso o localm ente sinuoso, desarrollados sobre la Llanura de m areas interior. Son geoform as relictos de un área afectada por m areas durante el m áxim o de la transgresió n holocena, quedando desactivados al depositarse en su frente los cordones conchiles. Luego, estos canales fueron rellenados con depósitos aluviales (Cavallotto, 1995). Esta unidad se extiende solam ente sobre el antiguo estuario interior c orrespondiente al arroyo El Pescado.
Z o n a d e O rig e n M ix to
A n tig u o e s tu a rio in te rio r
En vinculación con los tram os inferiores de los cursos de agua del Area de Influencia Continental y generalm ente por debajo de la cota de 5 m snm se puede apreciar un ensancham iento con formas sem ejantes a “em budos” cuyos vértices apuntan en dirección aguas arriba. Se trata de áreas inundables que funcionaron com o “estuarios” durante la últim a ingresión m arina del Holoceno, m uchas veces asociadas a depósitos conchiles. Los sedim entos depositados en esta unidad presentan características sim ilares a las descriptas en la Llanura de Fango.
A n tig u a fra n ja c o s te ra
Esta unidad se desarrolla sobre un paleoacantilado que m arcó el límite de la última ingresión y en la actualidad se visualiza com o un pequeño escalón topográfico o un quiebre de pendiente, en algunos sitios de pocos centím etros y en otros de unos pocos metros. Un ejem plo lo constituyen determ inados sectores cercanos a la calle 122, límite con los partidos de Ensenada y Berisso, entre las calles 44 y 66.
In te rflu v io d e o rig e n m ix to
Son pequeños sectores levem ente sobreelevados de relieve plano situados entre brazos del arroyo El Pescado o de antiguos canales de marea. Están constituidos por m ateriales m edianam ente finos a m edianam ente gruesos de origen fluvial y estuárico.
Á re a d e In flu e n c ia C o n tin e n ta l
Esta área pertenece a la región denom inada Pam pa Ondulada y se caracteriza por un m odelado fluvial, con suaves ondulaciones, que afectan depósitos loéssicos pam peanos. Ha sido tam bién llam ada Zona Interior (Fidalgo y Martínez, 1983) o Llanura Alta (Cavallotto, 1995). Se han distinguido en ella dos vertientes: la del Río de la Plata y la del río Sam borom bón, separadas por una am plia divisoria (Interfluvio plano). Los arroyos que constituyen cada una de las vertientes han sido indicados en el capítulo Hidrología Superficial.
In te rflu v io c o n v e x o
Se trata de áreas elongadas en el sentido de los arroyos y en general de form a convexa, form adas por m ateriales loéssicos. Corresponden a las divisorias de aguas entre los arroyos y/ o sus afluentes. Pueden tener entre 7 y 11 km de largo. El ancho es más variable, pues hay zonas en las cuales m ide sólo unos pocos m etros y otras donde llega a los 2 km.
In te rflu v io p la n o
Se encuentra en la zona de cabecera de los arroyos e inc luye la divisoria principal de aguas entre la cuenca del río Sam borom bón y el sistem a de arroyos del Río de la Plata. En él se encuentran las m ayores cotas del partido y se caracteriza por su chatura, la existencia de pequeñas cubetas de deflación eólica y la ausencia de un sistem a integrado de drenaje.
A re a c o n p e n d ie n te
del río Sam borom bón, las pendientes tienen gradiente más bajo, generalm ente entre 0,03 y 0,1 %, y longitudes m ayores (500 a 2000 m). En am bas vertientes pueden presentarse localm ente evidencias de erosión hídrica.
P la n ic ie d e in u n d a c ió n
En épocas de grandes lluvias, ya sea en intensidad o duración, el agua tiende a ocupar naturalm ente este ám bito fluvial. Por consiguiente, esta unidad ha sido definida en base a criterios hidrológicos. Estas planicies de inundación pueden tener un ancho de entre 100 y 200 m según la im portancia del curso principal. En el arroyo El Pescado el ancho es aún mayor. En otros cursos de prim er y segundo orden, puede reducirse a unos 20- 50 m.
El área delim itada por el Cam ino Gral. Belgrano, Cam ino Centenario y vías del ex Ferrocarril Roca (que com prende las cuencas inferiores de los arroyos Carnaval, Martín, Rodríguez, Don Carlos y El Gato) ha experim entado un intenso proceso de urbanización. Ello ha originado que las planicies de inundación de esos arroyos sean ocupadas en m uchos casos por viviendas, las que por un lado sufren perm anentes inundaciones y por otro lado se constituyen en un obstáculo físico para la norm al evacuación de las aguas.
C a ñ a d a s
Esta subunidad inc luye las depresiones elongadas que se encuentran en las nacientes de los arroyos o en la planicie costera, de poca profundidad y donde el m ovim iento del agua no se produc e por un cauce definido.
C a u c e d e a rro y o s
En general se trata de pequeños cauces de poca profundidad, con canales de estiaje de unos pocos m etros de ancho, con agua perm anente sólo en la cuenca m edia y baja.
C u b e ta s d e d e fla c ió n
Son en general depresiones subcirculares pequeñas, de m enos de 50 m de diámetro, de poca profundidad y con un grado im portante de colm atación, aunque existen otras de m ayor tam año y formas irregulares. Se originaron por deflación eólica en épocas de extrem a aridez, aunque en la actualidad funcionan com o depresiones perm anentem ente húm edas o anegadas. Se encuentran en m ayor cantidad dentro del Interfluvio Plano.
L a g u n a s