• No se han encontrado resultados

MANEJO INTEGRADO DE PLAGAS Y ENFERMEDADES DEL MANGO

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "MANEJO INTEGRADO DE PLAGAS Y ENFERMEDADES DEL MANGO"

Copied!
51
0
0

Texto completo

(1)

MANEJO INTEGRADO DE PLAGAS Y

MANEJO INTEGRADO DE PLAGAS Y

ENFERMEDADES DEL MANGO

ENFERMEDADES DEL MANGO

Paulo Roberto Coelho Lopes

Paulo Roberto Coelho Lopes

Embrapa Semi

Embrapa Semi-

-Árido

Árido

Piura, noviembre de 2005

Piura, noviembre de 2005

(2)

z

Manejo Integrado de Plagas (MIP)

1. Definición de metodologías de muestreo y niveles

de control;

2. Manual de metodologías para evaluación y monitoreo

de plagas y enfermedades;

- Permite detectar problemas antes de causar daños;

- Prohíbe el control químico sin cumplir con los criterios

de intervención;

(3)

z

Definición de metodologías para determinación de niveles

para el control de plagas y enfermedades

(4)
(5)

5

Método de muestreo

Muestrear: 10 plantas en parcelas hasta con 05 ha, 14 plantas en parcelas de 05 hasta 10

ha y 18 plantas en parcelas de 10 hasta 15 ha. Áreas con parcelas de más de 15 ha,

reducirlas en parcelas más pequeñas.

Frecuencia: semanal.

Hojas: Observar, al azar, la presencia de cochinillas vivas en hojas de dos ramos (de la

parte mediana e inferior de la planta) por cuadrante.

Frutos: En fase de chumbillo hasta 25 días antes de la cosecha, observar, al azar, la

presencia o ausencia de cochinillas vivas en un fruto (parte interna de la planta) por

cuadrante.

Nivel de acción

A. tubercularis: 10% o más de hojas infestadas y/o presencia de cochinillas en los

frutos;

P. tribitiformis: 50% o más de hojas infestadas;

(6)

ESQUEMA EXPERIMENTAL PARA MUESTREO DE PLAGAS Y

ENFERMEDADES EN UNA PARCELA DE MANGO

• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

Entrada del

Técnico

Primera

semana

Tercera

semana

Salida del

Técnico

Segunda

semana

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

(7)

Entrada na

2ª semana

Saída do

amostrador

Entrada na

1ª semana

Entrada do

amostrador

Entrada na

3ª semana

10ha

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15ha

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18

Entrada na

4ª semana

5ha

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

Entrada na

1ª semana

Entrada do

amostrador

Entrada na

2ª semana

Entrada na

4ª semana

Saída do

amostrador

Entrada na

3ª semana

Entrada na

1ª semana

Entrada do

amostrador

Entrada na

4ª semana

Entrada na

2ª semana

Saída do

amostrador

Entrada na

3ª semana

(8)

VISTA DE FRENTE DE LA

PLANTA A SER MUESTREADA

VISTA DE ENCIMA DE LA

PLANTA A SER MUESTREADA

Ramo 2

Ramo 1

Hojas del ultimo

flujo apical del ramo 2

Hojas del ultimo

flujo apical del ramo 1

Panícula 2

Panícula 1

Fruto 1

C1

C2

C4

C3

Fruto 2

C = Cuadrante

C1

C2

(9)
(10)

TRIPS

TRIPS

-

-

Selenothripes rubrocinctus y Frankliniella shultzei

(11)

DA

DA

Ñ

Ñ

OS -

OS

Selenothrips rubrocinctus

• Color gris, necrosis y queda de hojas;

(12)

DA

DA

Ñ

Ñ

OS

OS

-

Selenothrips rubrocinctus

(13)

8

10

2

10

2

7

10

10

10

8

1

1

1

31,25

8

5

6

10

3

10

10

5

5

3

6

6

10

1

8

2

1

0

1

16,6 22,5

5

4

≥ 40 % de los ramos infestados por trips

Nivel de acción

:

≥ 10% de las inflorescencias con 10 o mas trips

(14)

SIMULACIÓN DE LOS CÁLCULOS

TRIPS

INFLORESCENCIA Y FRUTO

BORDADURA

ÁREA INTERNA

% INFEST. TOTAL

16 --- 100%

5 --- X

X = 5 x 100

16

X = 31,25 %

24 --- 100%

4 --- X

X = 4 x 100

24

X = 16,66 %

40 --- 100%

9 --- X

X = 9 x 100

40

X = 22,5 %

(15)

PULGNES

(16)
(17)

LEPIDÓPTEROS

LEPIDÓPTEROS

(18)
(19)

MOSQUITA DEL MANGO

MOSQUITA DEL MANGO

-

Erosomyia mangiferae

• Hojas nuevas con puntos emblanquecidos,

contiendo la larva en el interior;

• Los puntos se tornan oscuros y necrosados,

despues de la salída de la larva.

(20)

Inflorescencia con daño

Ramo con Daño

(21)

NIVEL DE ACCIÓN:

≥ 5% de los ramos y/o brotaciones, y/o hojas nuevas infestadas.

≥ 2% de las inflorescencias y/o frutos pequenos con presencia o

(22)

COCHINILLAS

(23)

Pseudococcus adonidum

Aulacaspis tubercularis

(24)

P. adonidum: presencia de cochinillas en los frutos.

(25)

MOSCAS DE LAS FRUTAS

MOSCAS DE LAS FRUTAS

-

-

Anastrepha spp. y Ceratitis

capitata

• Amarilla – 8 mm de largo

• Hembra hasta 10 huevos/fruto

• Hembra oviposita 1 a 2 huevos/fruto

• 4 a 5 mm de largo

Ceratitis capitata

Anastrepha spp.

(26)

DA

DA

Ñ

Ñ

OS

OS

-

Moscas-das-frutas

(27)

Trampa

Trampa

McPhail

McPhail

Una trampa para cada 10 ha, para Anastrepha sp.

Colecta semanal.

(28)

Trampa Jackson

(29)

RESULTADOS OBTENIDOS

RESULTADOS OBTENIDOS

Reduc

Reduc

ción

ción

de

de

hasta

hasta 72,10%

72,10%

del o número de

del o número de

aplicaciones de

aplicaciones de

agroqu

(30)

z

Manejo integrado enfermedades

1. Definición de metodologías de muestreo y niveles

de control;

2. Manual de metodologías para evaluación y monitoreo

de plagas y enfermedades;

- Permite detectar problemas antes de causar daños;

- Prohíbe el control químico sin cumplir con los criterios

de intervención;

(31)

31

Método de Amostragem

Amostrar: 10 plantas em áreas até 5 ha ; 14 plantas em áreas >05 a 10 ha e 18 plantas em áreas >10 a 15 ha.

Freqüência: semanal (durante todo o ciclo fenológico da cultura).

Folhas: avaliar a presença de sintomas (secamento de toda a folha iniciando , por infecção no pecíolo, ou secamento na folha

iniciando nas bordas ) considerando a presença destes em folhas de oito ramos por planta, sendo dois por quadrante, fazendo

uma observação de cinco folhas do último fluxo de um ramo e de cinco folhas do penúltimo fluxo do outro ramo.

Ramos: avaliar a presença de sintomas (escurecimento com ou sem exsudações em gemas ou em rachaduras do ramo)

considerando sua presença em oito ramos por planta, sendo dois por quadrante, fazendo observações de todas as gemas ao

longo deste.

Inflorescências: avaliar a presença de sintomas (panículas com flores totalmente secas e/ou panículas com alguma queda de

flores e com secamento apical de sua raque) considerando a presença deste em oito inflorescências, sendo duas por

quadrante.

Frutos: avaliar a presença de sintomas (escurecimento peduncular e/ou basal de aparência seca ou com amolecimento)

considerando a presença destes em oito frutos por planta, sendo dois por quadrante e em panículas distintas.

Avaliação: cálculo da % de ocorrência em folhas, ramos, inflorescências e frutos.

Nível de ação

Medidas preventivas: Recomenda-se o tratamento periódico (anual) de troncos e bifurcações; realizar o pincelamento dos

ferimentos da planta, quando na poda de formação e após o toalete, nas podas de indução como proteção fitossanitária dos

ferimentos, além de uma pulverização no estresse de indução.

(32)

Propriedade:_________________________________________________________________________ Data:____/____/____

Parcela:__________________________________ Variedade:__________________________________ Área: _________ ha

Responsável pela amostragem:________________________________________________ Horário: ________ à _______ h.

Plantas a am ostrar : 01 à 05 ha - amostrar 10 plantas; > 05 à 10 ha - amostrar 14 plantas; > 10 à 15 ha - amostrar 18 plantas.

Doença

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

Total

% Inf.

N í v e l d e a ç ã o

R 1

5

5

R 2

2

5

7

R 1

3

3

R 2

1

1

R 1

5

5

R 2

0

R 1

3

3

R 2

0

24

Q1

Q2

Q3

Q4

To ta l

To ta l

Planta

Q1

Q2

Q3

To ta l

Q4

Q2

Q3

6%

Q1

M

O

RT

E DE

S

C

EN

DE

NT

E

Q4

(33)

PORCENTAJE DE INFECCIÓN PARA 10 PLANTAS

FOLHAS

INFLORESCÊNCIA

400 --- 100%

45 --- X

X = 45 . 100

400

X = 11,2 %

80 --- 100%

5 --- X

X = 5 . 100

80

X = 6,2 %

RAMO

FRUTO

MORTE

DESCENDENTE

80 --- 100%

8 --- X

X = 8 . 100

80

X = 10 %

80 --- 100%

6 --- X

X = 6 . 100

80

X = 7,5 %

(34)
(35)

NÍVEL DE ACCIÓN

:

> 10% de las hojas con síntomas

> 5% de los ramos y/o inflorescencias y/o frutos con

síntomas

Protección fitosanitaria de las heridas después de la

poda, en la retirada de los ramos y en el stress para de

inducción.

Tratamiento periódico (anual) de troncos e bifurcaciones.

(36)
(37)
(38)

NIVEL DE ACCIÓN

≥ 10 % de las hojas con síntomas en plantas sin flores.

≥ 5% de hojas con síntomas en plantas con flores y/o

frutos.

≥ 5% de inflorescencias con síntomas

Temperatura al rededor

de 25º C (media/día), humedad

relativa

≥ 60% con mojamiento foliar o rocío asociado

a período sin lluvia, en la floración y brotación .

(39)

MANCHA ANGULAR

Xanthomonas campestris pv. mangiferae indica

NÍVEL DE ACCIÓN :

> 10% de las hojas con síntomas

> 5% de los frutos con síntomas

(40)
(41)

41

Colletotrichum gloeosporioides

(42)
(43)
(44)

NÍVEL DE ACCIÓN:

≥ 10% de las hojas con síntomas cuando la planta

estuviera sin flores.

≥ 5% das folhas com síntomas quando a planta

estuviera con flores y/o frutos.

≥ 5 % de inflorescencias y/o frutos con síntomas.

Humedad relativa

≥ 70% y temperaturas amenas de 20

a 25º C (media/

día

) por un período continuo

(45)
(46)
(47)

NÍVEL DE ACCIÓN:

> 10% de las hojas con síntomas

> 5% de los frutos con síntomas

Humedad relativa alta y temperaturas amenas

≤ 25ºC

(media/día ), asociadas a vientos fuertes.

(48)

RESULTADOS OBTENIDOS

RESULTADOS OBTENIDOS

Reduc

Reduc

ción

ción

de

de

hasta

hasta 73,19%

73,19%

del o número de

del o número de

aplicaciones de

aplicaciones de

agroqu

(49)

INDICADORES DE REDUCCIÓN DEL USO DE

AGROQUÍMICOS EM LOS CULTIVOS DE MANGOS

93,0%

72,0%

73,0%

Herbicida

Inseticida

Fungicida

(50)

“TODO ES VENENO, NADA ES SIN

VENENO, SOLAMENTE LA DOSIS

DETERMINA LO QUE ES VENENO”

(51)

Semi-Árido

BR 428, km 152, Zona Rural, Cx. Postal 23

CEP: 56300-970 Petrolina-PE

Fone: 0 ** 87 3862-1711

Fax: 0 ** 87 3862-1744

[email protected]

Referencias

Documento similar

Os tratamentos aplicados foram: T1 = sem injúria mecânica (controle); T2 = queda livre de uma altura de 60 cm, sendo que cada fruto sofreu três impactos na região mediana, no

1. Se cuantificará para cada parcela el valor de la producción real final, real esperada, base y en su caso el valor de producción correspondiente a las pérdidas debidas a los

En el caso de ser indemnizables, se aplicará para el conjunto de los riesgos cubiertos en cada una de las parcelas y para el mismo tipo de plantación la franquicia absoluta del 20%.

Además ha sido el primer cultivar en cuanto a número de frutos/planta de calibre >90 mm, y peso unitario en frutos > 90 mm. El fruto del cultivar autóctono ha

Los pulgones de los cereales son pequeños insectos chupadores que se encuentran en hojas, vainas y espigas, causando en ciertos años daños im- portantes aunque normalmente

Vale salientar que a as- sociação entre maiores níveis de ativação com a menor presença de sintomas pode ser uma explicação para que pacientes em HD sejam menos ativados, pois

Ou seja, com a aplicação de modelos hierárquicos ou multinível, em particular os modelos de coeficientes aleatórios, aos da- dos longitudinais de estudantes brasileiros que fizeram

De maneira semelhante, nossa intenção é avaliar em que medida contextos democráticos mais ou menos está- veis, assim como mais ou menos inclusivos e abertos à con- testação, afetam