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Utilización de páginas web para potenciar el aprecio y la valoración de la música tradicional del Sinú en los estudiantes del grado 07 – 01 del Colegio Germán Vargas Cantillo del corregimiento de Manguelito Cereté

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Academic year: 2021

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UTILIZACIÓN DE PAGINAS WEB PARA POTENCIAR EL

APRECIO Y LA VALORACIÓN DE LA MUSICA

TRADICIONAL DEL SINU EN LOS ESTUDIANTES DEL

GRADO 07

– 01 DEL COLEGIO GERMAN VARGAS

CANTILLO DEL CORREGIMIENTO DE MANGUELITO

CERETE.

JAVIER FRANCISCO BETTIN FERNÁNDEZ

GUILLERMO ALIRIO MUÑOZ HERNÁNDEZ

UNIVERSIDAD DE CORDOBA

FACULTAD DE EDUCACIÓN Y CIENCIAS HUMANAS

LICENCIATURA EN INFORMATICA Y MEDIOS

AUDIOVISUALES.

MONTERIA 2002

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UTILIZACIÓN DE PAGINAS WEB PARA POTENCIAR EL

APRECIO Y LA VALORACIÓN DE LA MUSICA

TRADICIONAL DEL SINU EN LOS ESTUDIANTES DEL

GRADO 07

– 01 DEL COLEGIO GERMAN VARGAS

CANTILLO DEL CORREGIMIENTO DE MANGUELITO

CERETE.

JAVIER FRANCISCO BETTIN FERNÁNDEZ

GUILLERMO ALIRIO MUÑOZ HERNÁNDEZ

TRABAJO PRESENTADO PARA OPTAR EL TITULO DE

LICENCIADO EN INFORMATICA EDUCATIVA Y MEDIOS

AUDIOVISUALES

Director:

MAGISTER WILLIAM FORTICH DIAZ

UNIVERSIDAD DE CORDOBA

FACULTAD DE EDUCACIÓN Y CIENCIAS HUMANAS

LICENCIATURA EN INFORMÁTICA Y MEDIOS

AUDIOVISUALES.

MONTERIA 2002

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NOT A DE ACEPT ACI ÓN.

Este trabajo titu lad o:

“U

tilización de pagina s W eb para potenciar el aprecio y la va lo ración de la música tradiciona l de l Sinú en los estudiantes del grado 7º–4 del colegio Germán Vargas Cantillo del corregimiento de Mangue lito–Cereté”. Es presentado por Javier Bettín y Guille rmo Muño z, estud iantes de décimo se mestre de la Licenciatura en Informática y medios audio visuales para optar al titu lo de Licenciados. ____________________________ Presidente Ju rado ____________________________ Jurado ____________________________ Jurado Moteria, 21 de no viembre de 2002.

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AGR ADECIMIENTOS.

Exp resamos nuestros mas sin cero s a gradecim ientos a:

A Dios Todopodero so, por habernos p ermitido concluir con é xito esta importante etapa d e nuestras vida s.

A nuestros familiares más cercanos, por apoya rnos y darnos ali ento cuando sentimos d esfallecer.

Al profesor W illiam Fortich po r su valiosa colabo ración.

A nuestros amigos y compañero s, p or el mara villoso re galo de su amistad y confian za.

(5)

DEDIC ATORI A.

Le dedico e ste trab ajo a Dios po r da rme una segunda oportunidad a l salva rme la vida.

A mis padre s por su amor y apo yo in condicional.

Guillermo Muñoz.

Dedico este trabajo a Dios todo poderoso por haberme dado toda la vo luntad, la pacie ncia, el conocim iento y la fuerza e spiritua l para triunfar y cumplir todas mis metas.

A mi familia po r su apo yo incond icional, especialmen te a mi tía Olimpia po r encom endarme en sus o raciones.

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T ABL A DE CONTEN IDO 1 I N T R O D U C C I Ó N . . . 1 5 2 J U S T I F I C A C I Ó N . . . 1 9 3 D E S C R I P C I Ó N Y F O R M U L A C I Ó N D E L P R O B L E M A . . . 2 5 F O R M U L A C I Ó N D E L P R O B L E M A . . . 3 0 4 B J E T I V O S . . . 3 1 4 . 1 O B J E T I V O G E N E R A L . . . 3 1 4 . 2 O B J E T I V O S E S P E C I F I C O S . . . 3 1 5 A N T E C E D E N T E S . . . 3 2 6 M A R C O T E O R I C O . . . 3 8 6 . 1 C U LT U R A : . . . 4 5 6 . 1 . 1 L a C u l t u r a C o m o U n S i s t e m a A d a p t a t i v o . . . 4 5 6 . 1 . 2 C a m b i o s C u l t u r a l e s . . . 4 6 6 . 2 T E C N O L O G Í A E N E D U C A C I Ó N . . . 4 6 6 . 3 M U S I C AT R A D I C I O N A L D E L S I N U . . . 4 8 6 . 3 . 1 P o r r o T a p a o . . . 4 8 6 . 3 . 2 P o r r o P a l i t i a o . . . 4 9 6 . 3 . 3 F a n d a n g o . . . 4 9 6 . 4 I N T E R N E T YL A C U LT U R A . . . 5 0 6 . 4 . 1 L a P á g i n a W e b C o m o E s t r a t e g i a D i d á c t i c a . . . 5 1 6 . 5 L A C O M U N I C A C I Ó N Y L O S V A L O R E S C U LT U R A L E S D E L A M U S I C A T R AD I C I O N A L D E L S I N Ú . . . 5 3 6 . 6 E LP AP E L D E L A E S C U E L A E NE L F O M E N T O D E L A M U S I C A T R AD I C I O N A L S I N U A N A ( P O R R O Y F A N D A N G O ) . . . 5 5 6 . 7 E LP AP E L D E L M A E S T R O E N E L F O M E N T O D E L S E N T I D O D E P E R T E N E N C I A R E G I O N A L . . . 5 6 6 . 8 E LC O N S T R U C T I V I S M O Y AP R E N D I Z AJ E S I G N I F I C AT I V O . . . 5 7 6 . 9 T E O R I A S S O B R E E L A P R E N D I Z AJ E S E G Ú N V I G O S K Y . . . 5 9 7 M E T O D O L O G I A . . . 6 5 7 . 1 T I P O D E E S T U D I O . . . 6 5 7 . 2 V A R I AB L E S E I N D I C A D O R E S . . . 6 5 7 . 3 M E T O D O S . . . 6 6 7 . 3 . 1 O b s e r v a c i ó n . . . 6 6 7 . 3 . 2 D e s c r i p c i ó n . . . 6 6 7 . 4 T É C N I C A SE I N S T R U M E N T O S . . . 6 7 7 . 4 . 1 O b s e r v a c i ó n d i r e c t a . . . 6 7 7 . 4 . 2 E n c u e s t a s . . . 6 7 7 . 4 . 3 E n t r e v i s t a s . . . 6 7

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7 . 5 E T AP A D E D I A G N O S T I C O . . . 6 8 7 . 6 E T AP A D E A C E R C A M I E N T OI N S T I T U C I O N A L . . . 6 9 7 . 7 E T AP A D E D E T E R M I N A C I Ó N D E C O N T E N I D O S . . . 6 9 8 F U E N T E S D E I N F O R M A C I Ó N . . . 7 0 8 . 1 P R I M A R I A . . . 7 0 8 . 2 S E C U N D A R I A . . . 7 0 9 T R A T A M I E N T O D E L A I N F O R M A C I Ó N . . . 7 1 1 1 U N I V E R S O Y P O B L A C I Ó N . . . 7 2 1 2 P R O C E S A M I E N T O Y A N Á L I S I S D E S C R I P T I V O D E L O S D A T O S . . . 7 3 1 2 . 1 R E S U LT A D O S . . . 7 3 1 2 . 2 A N A L I S I SG E N E R A L . . . 9 2 1 3 P R O P U E S T A M E T O D O L Ó G I C A . . . 9 4 1 3 . 1 T I T U LO . . . 9 4 1 3 . 2 I N T R O D U C C I Ó N . . . 9 4 1 3 . 3 F U N D A M E N T A C I Ó N . . . 9 5 1 3 . 4 J U S T I F I C A C I Ó N . . . 9 6 1 3 . 5 O B J E T I V O S . . . 9 7 1 3 . 5 . 1 O b j e t i v o G e n e r a l . . . 9 7 1 3 . 5 . 2 O b j e t i v o s e s p e c í f i c o s . . . 9 7 1 3 . 6 I M P L E M E N T A C I Ó N D E T A L LE R E S . . . 9 8 1 3 . 7 G U I A P R Á C T I C A . . . 9 9 1 3 . 8 T A L LE R E S . . . 1 0 0 1 4 R E S U L T A D O S D E L A I M P L E M E N T A C I Ó N D E L A P R O P U E S T A . . . 1 0 4 1 5 C O N C L U S I O N E S Y R E C O M E N D A C I O N E S . . . 1 0 7 1 5 . 1 C O N C L U C I O N E S . . . 1 0 7 1 5 . 2 R E C O M E N D A C I O N E S . . . 1 0 8 B I B L I O G R A F I A . . . 1 1 1 A N E X O S . . . 1 1 4

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LIST A DE T ABL AS

pág. Tabla 1. Tipo de música que les gusta a los e studia ntes de

grado 7-1.

74

Tabla 2. Gu sto por la música re gional. 76 Tabla 3. En señan za de la música re gional. 77 Tabla 4. Ayudas didáctica s preferida s por lo s alumnos 79 Tabla 5. Rea lización de Actividade s para el fomento de la música regional.

80

Tabla 6. Frecuen cia de actividade s institucionale s para el fomento de la música trad icional.

82

Tabla 7. Impo rtan cia de las actividad es para e l fomento de la música regional.

83

Tabla 8. Materia les didácticos mas u sados 86 Tabla 9. Realiza ción de actividades p ara el fomento de la

música tradicional.

87

Tabla 10. Asignaturas en las cua les se debe hacer énfasis en la divu lgación de lo s contenido s culturales de la música

tradiciona l del Sinú .

89

Tabla 11. Activida des re lacionadas con la música sinua na. 99 Tabla 12. Facto re s que influ yen en e l desconocimi ento de la

música regional en los a lumnos.

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LIST A DE FIGUR AS

pág. Figura 1. Tipo de música que le s gusta a los estudia ntes de

grado 7-1.

75

Figura 2. Gusto por la música re giona l. 76 Figura 3. Enseñan za de la música re gional. 78 Figura 4. Ayudas d idácticas p referida s por los a lumnos 79 Figura 5. Rea liza ción de Actividad es para el fomento de la música regional.

81

Figura 6. Frecue ncia de actividad es institu ciona les para el fomento de la música trad icional.

82

Figura 7. Importa ncia de la s activida des para el fomento de la música regional.

84

Figura 8. Materiale s didáctico s mas u sados 86 Figura 9. Realización de actividade s para el fomento de la

música tradicional.

88

Figura 10. Asignaturas en las cua les se debe hacer énfasis en la divu lgación de lo s contenido s culturales de la música

tradiciona l del Sinú .

89

Figura 11. Activid ades rela cionadas con la música sinu ana. 90 Figura 12. Fa ctores que influ yen en el desconocimiento de la

música regional en los a lumnos.

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LIST A DE ANEXOS

pág. Anexo A. En cuesta s dirigidas a e stud iantes 115 Anexo B. encue sta s dirigidas a doce ntes 116

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RESUMEN AN ALÍTICO EDUC ATIVO RAE.

1. DESCRIPCION BIBLIOGR AFIÍT A

1.1 TIPO DE DOCUMENTO: Trabajo de Grado 1.2 TIPO DE IMPRESIÓN: Computador

1.3 ACCESO AL DOCUMENTO: Biblioteca Unive rsidad de Córdoba

2. TITULO

“U

tilización de paginas Web pa ra potenciar e l a precio y la valoración de la música tradiciona l del Sinú en los estudiantes del grado 7º–4 del colegio Germán Vargas cantillo del corregimiento de Manguelito–Cereté”.

3. AUTORES

J AVIER FR ANCISCO BETTIN FERNANDEZ GUILLERMO ALIRIO MUÑOZ HERN ANDEZ

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Cultu ra, identidad, educación, pagina W eb, integración, acultu ración , metodología, valo ración, música.

5. DESCRIPCIÓN

Para la rea lización de este trabajo de in vestigación se h izo nece sario la aplicación de distintas activid ades de sondeo, la unidad in vestigativa analizó la situación problémic a que se estaba presentando con respecto al despe go por la música sinuana en los estudiantes, despu és de una serie de estudios y encue stas se lle gó a la conclusión que la he rramienta más eficaz pa ra atacar ta l problemática era la página Web.

Se trabajó con estudiantes de grado séptimo, cu yas e dades oscilan entre los 13 y 15 años de edad , habitantes de la comunidad de Man guelito, comunidad con una amplia trad ición musica l, lo cua l facilitaba la aplicación de la pagina W eb para fomentar el aprecio y la va lora ción po r la música tradiciona l sinuana.

FUENTES

Para el desa rro llo del pre sente traba jo de in ve stigación se consulta ron te xto s relacionados con cultu ra, educació n en va lore s,

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música re gional, identidad cultu ral, medios informático s, diseño de página s W eb e hiperte xto.

Con respecto a la música trad icio nal se tu vieron e n cuenta autores como. W illiam Fortich, Augusto Amador Soto, Marga rita . Cante ro Pére z , entre otros.

Por otra parte , referente a los temas de antropología cultu ral se consulta ron texto s de Jorge Morales, Rubens Baya rdo, Serena Nanda.

Por otra parte, en lo refrerente a educación e informática se consulta ron te xtos de lo s siguiente s autores. Re vista Alegría de enseñar, Jo sé Orihue la, Luis y Santos, Ma ría Lu isa.

CONTENIDO

Esta in vestigación consta de dos partes fundamentales, la prime ra de ellas comp rende la fase investigativa del p ro yecto: introducción, descripción y formulación del pro blema, objetivo s, justificación, antecedentes in vestigativos, marco teórico , referentes conceptuales, metodología, aná lisis y pro cesamiento de datos.

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En segundo lu ga r, encontramos la e tapa de propuesta metológica, comprendida a su ve z por: etap a de diagnostico , etapa de acercamiento institucional, e tapa de d eterminación d e co ntenidos .

METODOLOGÍ A

 Selección de marco conte xtual

 Observa ción de la realidad

 Delimitación y de scripción de l prob lema

 Análisis y re visión de la litera tura

 Organiza ción de lo s materia les

 Aplica ción de los in strumentos pa ra la recole cción de datos

 Análisis de dato s

 Desarro llo de la propuesta Aplica ción de la p ropuesta

Conclu siones y recomendaciones

CONCLUSIONES

Con la puesta en marcha de este pro yecto se con firmó que la aplica ción de herra mientas informáticas como la página W eb facilita la adqu isición de los conocimientos por parte de los estudiantes,

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además de propiciar los espacios n ecesarios pa ra que el alumno desarro lle su creatividad y hab ilidades comunicativas.

De igua l forma, se conclu ye que u sando herram ientas tecnoló gicas sumadas al int eré s que estas desp iertan dentro de los estudiantes, se puede lo gra r la im plementación de u n espacio educativo que fomenta la in ve stiga ción, la creatividad, y e l interés del estudiante .

En la institu ción se observó que a pesar de tener una sala de informática bien do tada, los docentes no están usando la informática como herramienta inte grado ra de la s demás áreas del conocimiento, esto debido al poco conocimiento de manejo que lo s do centes posee al re specto, de sco nociendo la s venta jas que la informática ofre ce a los p roceso s de e nseñanza -ap rendizaje. Sin embargo, durante la s fechas especiales se organizan actividades cultura le s donde se resalta la música regiona l.

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1 INTRODUCCIÓN

Cualquie ra que sea el juicio que pueda merecer el desp lie gue contemporáneo de lo tecnoló gico, es indispensable cobra r conciencia de que se tra ta d e uno de los he ch os materia les y cu ltura les más sobresa liente s y más ca rgados de co nsecuencia s de nu estra épo ca. Es necesario entender, además que se trata de un hecho irre versib l e. Se hace inevitable , por lo tanto, asumirlo como tal, co mo un destino que es inelud ible vivir y ha y que tratar de comprend er. En este sentido la escuela está llamada a jugar un pape l importante en e l tratamiento de la cultura y el le gado histó rico . Es importante explica r en la escuela el carácte r social, la evo lución h istó rica y las consecuencias de la tecnolo gía en lo s distintos nivele s de la cultu ra de un pueblo, de manera que sumerja a ésta en los nuevo s cambios que la te cnolo gía ofrece. En nuestr o caso el va lor qu e cobran los recu rsos informáticos y todas las implicaciones que trae su uso.

Aunque la inte racción de los recursos informáticos en una comunidad todavía está en su infancia, ha cambiado espectacularmente e l mundo en que vivimos, elimina ndo las barrera s del tiempo y la

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distancia, permitie ndo a la gente co mpartir informació n y trabaja r en colabora ción. El a van ce hacia la su perautopista de la información continuará a un ritmo cada ve z más rápido.

Teniendo en cuenta que la sociedad modern a se ve con trolada por la influencia de e stas nue va s te cn ología s, en comu nicación se conside ró p ráctico y llamativo usa r los re cursos informáticos como un medio para d ifundir la música tradiciona l como una muestra específica de lo qu e es la comun idad de M an guelito.

Basados en lo anterio r, e sta in vestigación busca básicamente preservar y difundir la música trad icional del Sinú en la loca lidad antes mencionada, integra rla a la s nuevas gene raciones que se desarro llan bajo la influencia de cultu ras distinta s a la suya. Muchas ve ces descono ciendo sus ra íces cultu rale s y musicales, desconociendo la sabiduría y grande za cultu ral de sus a ntepasados.

Además, ¿Cómo se prese rva rá la cultura de un pueb lo si ésta va muriendo con los viejo s?, es necesa rio que todos, e n especia l los jó venes, se aperso nen de sus propias manifestaciones e identidades cultu rales.

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Porque son esas manifestaciones de la cultu ra, en especia l la música, las que hacen a cada pueblo único y especia l, distingu iéndolo de cualquie r otro.

Es cla ro que en u n mundo alfabetiza do no será posible mantener a los jó venes al ma rgen de la s influencias e xte rnas a su cultu ra por lo que se trata de formar en la s nu eva s genera cione s un esp íritu abierto, lib re con la conciencia de su identidad múltip le y dive rs a.

De tal mane ra, qu e al usa r lo s re cu rsos informático s (Página W eb) como mediadores en la prese rvación y d ivulga ción de la música tradiciona l en lo s habitantes de la comunidad de Mangue lito (co rre gimiento de Cereté ), se estaría lo grando con ello, e xtende rla por todas partes y a la ve z se p resta para e l intercambio de ideas y opiniones con otra s cultu ras, sin menospreciar la p ropia.

Porque, es necesario cono cer lo nuestro, lo pro pio, pero no solamente basta con conocerlo, es n ecesario desa rro lla r un senti do de pertenencia po r la re gión, apre cio y amo r por la identidad cultu ral y musica l de e lla.

Teniendo en cuenta el papel tan importante que jue ga la escuela en la formación integral del ser humano, la presente in vestigación busca desarro llar estrategia s metodológicas que permitan integrar lo s

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recu rsos informáticos (página W eb) al fomento de la música tradiciona l del Sinú (porro y fandango) pa ra que sea va lorada, apropiada y con servada por los h abitantes de esta comunidad, especia lmente por los jó venes de l colegio Ge rmán Vargas Cantillo; puesto que el potencial cu ltura l que ella pose e puede ser apro vechado de m anera e quilib rada , esto con lle va rá a l desarrollo y progreso de sus ha bitantes.

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2 JUSTIFICACIÓN

La identidad de un pueblo constitu ye el legado cultu ral y trad icio na l que lo ha ce único ante todo s los de más pueblo s, de igual forma, es una parte muy imp ortante de la vida y la educación de los habitantes de una comunidad, esta se con stitu ye en la heren cia cultural de cada uno de sus integr a ntes, pero el jo ve n de todos los tie mpos, siempre ha sido así, le pa re ce más llamativo e intere sante la música que lle ga hasta él por lo s medios de comunicación muchas vece s con interese s puramente mercantilistas y en cambio las poca s muestra s cultu rale s y folclóricas que alcanzan a se r e xpu estas suelen se r conside radas como de poca importancia ¿po rqué?.

Como lo dice el folclorista y periodista Augusto Amador Soto: “lo que no se conoce no se quiere”. Ignorando el gran valor que tiene la sabiduría popula r y las trad iciones de nuestros antepasados. Por tal motivo es nece sario entre garle al jo ve n el patrimonio cu ltural re giona l sin atenta r en contra de su libertad y creatividad.

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Los niños y lo s jó venes deben recib ir de sus ma yo res o maestros e l patrimonio y las enseñanza s que encierran e xp resiones cultu rales tan importantes como lo es la música tra diciona l.

Especia lmente en nuestros d ías cobra gran importancia el hecho de proponer y d iseñ ar estrate gias me todológica s que apo yen lo s procesos educativos par a el fomento de la música tradicional en los educandos, pues es la escuela e l lugar donde los niños y jó venes esperan encontra r gu ía y re spuestas a muchas de sus pre guntas, es entonces la escu ela el lu ga r ma s adecuado para empeza r una sensib ilización co n respecto a l le gado musical sinua no, donde al educando se le mu estre e l va lor qu e tienen las ra íce s cultu rales en la formación de la personalidad del ser humano.

Bajo estas circunstancias no es posible permitir que todo lo que viene de tiempo atrá s y qu e fue motivo de o rgullo p ara nuestros antepasados sea hoy echado a la basura como algo sin importancia. Es cierto que la so ciedad cambia y partiendo de este hecho vemos en los recu rso s informáticos, en especial la pagina W eb, un apoyo para la potenciación del proceso com unicativo y con sentido de pertenencia por la s tradiciones musicales de la región, de modo que al usa r la tecnolo gía con estos es p ro bable que asuman una posición diferente ante el d esarrollo de los contenidos pro gramáticos de los

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docentes en sus áreas específicas y a pro vechando esta co yuntura se puede cultivar el sentido de pertenen cia so cia l y re giona l.

Pero no debemos pensar en el pasado únicamente, es necesario establece r canale s de comunicació n y cone xión pasado -presente, pues reco rdemos que de l pasado hablan nuestros vie jos pe ro debemos incluir la s muestras y trab ajos que se han desarro llado actualmente sobre la música trad icion al del Sinú.

Creemos que e sta in vestigación pue de constituirse en el punto de partida para que tanto padres, docentes y lo s jó venes mismos creen conciencia de qu e la cultu ra musical un pueblo es motivo para sentirse o rgulloso s y tienen tanto valo r cultu ral co mo para se r mostrado ante todo el mundo.

No debemos olvid ar que estamos h echos de elementos dive r sos, propios y a jenos, somos mestizo s, ne gro s, blan cos e ind ios, americanos, eu ro peos, africanos, sirio -libaneses, etc. Debemos aprender a vivir en un mundo, en mundo multicultu ral, a preciando la identidad cu ltu ral que nos cara cteriza.

Existe la Le y de Cultura, que recono ce que el pa ís atra viesa po r una crisis de va lo res que pone en jue go la consolidación de la identidad, que es e l fundamento básico de la na cionalidad co lombiana.

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Esta le y en el título 1, artícu lo 1 define la cultu ra como parte in te gral de la identidad y la considera en sus diferentes ma nifestaciones, fundamentos de la nacionalidad y la actividad prop ia d e la sociedad en su conjunto. Así m ismo en su artículo 6 re conoce la especifi cidad de la cultu ra carib e y e xp resa que brindará e special p ro tección a sus diversas manifesta ciones.

En este sentido la Ley General de Educación considera que “la educación es un p roceso de formació n integra l permane nte, cultu ral y social” y se desarrollará teniendo en cuenta entre otros fines, el de dar p rio ridad al mejoramiento cu ltural y a la ca lidad de vida de la nación y a ello debe tributar la capacidad crítica a sí como los avan ces científicos y tecnoló gico s.

En este conte xto la re gión de l Ca rib e y en e lla el dep artamento de Córdoba, no son a jenos a la prob le mática. Sus hab itantes en su mayo ría una pob lación ju venil inmersa en a cele rados cambios socia les o currido s en las últimas décadas, como son el paso a una mayo r urban izació n, la incorpo ración de la muje r a la fuerza labora l, el afianzamie nto de la familias ind ividua les nucleare s, y con ello nuevas funciones familiares, el acercam iento a una mayo r escola ridad y un gran desa rrollo tecnoló gico e industrial, son elementos que se congre gan para conformar nuevos símbolos y referentes va lorativos .

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El desarrollo de los medios masivos de comunicación, lo s satélites, el computador, telefax, ce lula res, etc., han estimulado e l contacto no solo entre ciudade s, departamentos y re giones, sino con todos los paíse s del mundo, situa ción que sin duda influ ye significativamente en la cultu ra. Esto conlle va a que las actuale s gene raciones, sientan inclinación por lo foráneo y opten por valo res mu y a cordes a la s nuevas circun stancias so ciocu ltu rales.

La presente in vestigación cobra im portancia en la comunidad de Man guelito, en e l municipio de Ce re té y en la re gión, pues busca mostrar, resa ltar y va lo rar cada u na de las manifestaciones y tradiciones cu ltura les mas importante s y dignas de resaltar dentro de l departamento, com o lo e s la música tradicional del Sin ú . Además no sólo da la oportun idad de conoce r a spectos de la cu ltura que sus habitantes ignoran y que mu y poco valoran, sino que a tra vés de los recu rsos informáticos (pá gina W eb) puede darse a conocer en el resto de l pa ís y del mundo.

Esta in vestigación es también de gran va lo r en el área del conocimiento, ya que éste forma parte de la cultura de un pueblo y al potenciar tradicion es, costumbres, va lores cultu rale s y musicale s, se aporta al refuerzo del conocimiento d e los estud iantes p or su h isto ria.

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Tanto escuela como estudiantes hacen parte de este proceso, en la escuela se busca formar inte gra lmente personas que no sólo puedan adquirir conocimie ntos de tipo académico, sino valo res que le s permitan amar, co nserva r y respeta r lo que ha y a su alrededo r , es decir, como sere s que hacen parte de una cultura auténtica e irrepetib le, por tal razón la escuela , docentes y estu diantes con ayuda de los medios que la tecnología ofrece, d eben buscar estrate gias que po tencien e l nivel cu ltura l de cada inte grante de la comunidad, de este modo, se pretende lograr p reservar la cultu ra musical sinuana d entro de un mundo que está influen ciado por la música globa l, pa ra crear y formar va lore s en las genera ciones nacientes de resp onsabilidad, auten ticidad, persona lid ad def inida, amor y re speto por lo prop io.

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3 DESCRIPCIÓN Y FORMULACIÓN DEL

PROBLEMA

La comunidad de Manguelito, es una vereda que pertenece al municipio de Ce reté, en el departame nto de Córdoba.

La comunidad cuenta actualmente con un número apro ximado de 1.000 habitantes apro ximadamente, cu yas p rin cipa le s actividades económicas son e l jorna leo, pe queños agriculto res, empleados de la s pequeñas fábricas de la región, comerciantes independientes a pequeña esca la, madres comunitarias, traba jadora s al se rvicio doméstico y músicos.

Por lo anterior se puede deducir que los hab itantes de la comunidad antes mencionada cuentan con los re curso s nece sarios para sub sistir modestamente.

Es importante anotar dentro de esta descripción, que en la loca lidad existe una banda de músicos conocida como la banda “Nueva Esperanza” de Manguelito integrada por catorce músicos, ésta es

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una fuente de empleo para a lgunos h abitantes de la co munidad que se desempeñan tocando algún instrum ento musical.

Man guelito, es una comunidad qu e se ha caracterizado por su tradición musica l y cultura l, d ifundida especia lmente e n forma oral por los anciano s o personas mayo res, de esta forma la sabiduría musical de las familias se transm ite de padres a hijos constitu yendo ve rdadera s dina stías de mús ico s en la localidad.

Pero muchas ve ce s cuando el vie jo muere, con el también se van muchos relatos y datos de la música trad icional de l Sinú (porro y fandango) en Man guelito.

Además, especialm ente en la juventud , se ha notado de manera sería una prefere ncia por la s cu ltu ras foráneas, dejando de lado o desconociendo la p ropia, con virtiéndo se en un problema de identidad cultu ral y de sentid o de pertenencia por sus costumbres, tradiciones y autenticidad, es posible que problema esté en los conceptos y esquemas que imp eran entre los jó ve nes, dejando de la do o dándole poca importan cia a las manifestaciones autóctonas.

Aunque las influencias de otras cultura s constitu ye n parte del conte xto so cia l es necesario hace rle ve r a l jo ven el va lo r cu ltura l que su re gión tiene y cultiva rle el ap recio y la va lo ración po r ellas.

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Teniendo en cuenta que los jó vene s están comportándo se ho y como se comporta ron en su ju ventud quie nes ho y son padres, abuelos y bisabuelo s es ne cesario comprende r que las influencias e xte rio res son normales, sin olvida r que se debe hacer énfasis en el aprecio por lo autóctono, sin d espreciar n i sub va lorar las muestra s musicale s de las demás regiones.

Muchas ve ces es el poco contacto el que impulsa a niños, adolescentes y jó venes a mostrar apatía y despe go a las costumbres que ca racte rizan a la música tradicio nal de Sinú (po rro y fandango) considerándolas pasadas de moda o “corronchas”; si éstos con el pasar de los días van olvidando y rempla zando lo propio por lo ajeno se gene ra un caos a nivel de identificación cu ltura l hasta el punto de no saber ni que so n, ni cual e s su ra zón de vivir y much o a ser capa z de utilizar lo que el medio les p roporciona pa ra soluciona r sus problemas po rque sencillamente no conocen el valo r de lo que lo s rodea.

Se hace necesario que en la escuela se les enseñe la tolerancia, la con viven cia, el re speto al otro y sobre todo a vivir en un mundo multicu ltura l sin olvidar sus ra íces culturales.

De otro lado, pero muy ligado a la labor educativa, se encuentra lo que e l co le gio Germán Vargas Cantillo de Man guelito, está

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realizando entorno al área de Tecnología e Informática, al igual que en muchos otros centros educativo s del departamento esta se ve como una asignatu ra donde se enseñ a solo e l manejo in strumental de la máquina y de la s herramienta s estándar a nivel de l software y se está dejando qu izá de lado la función más importante que debe cumplir la informática dentro de la escuela, como lo es ser un inte grado r de área s para potencia r la comunicación entre los distinto s saberes.

Este cole gio pose e una sala de informática dotada co n 15 equipos , donde estos e stán comunicados entre sí formando una red, la cual está siendo subutilizada y poco se ap ro vecha para la integración de l conocimiento y m ucho menos como ayuda para l a preserva ción y divulga ción de los va lore s musicales que ca racte rizan a ésta re gión.

Nuestros abuelos se enorgullecie ron por su pertenencia a la región, este amor fue lo que los hizo fuertes y luchadore s, nosotros por lo tanto, debemos co ncientizarno s de que nuestra s ra íces nos a yudan a sostenernos y nos hacen únicos an te el mundo.

Teniendo en cuen ta todo lo anterio r, nuestra p reocu pación como jó venes y futuros d ocentes, radica en que las pró ximas generacione s no tendrán nada de que enorgu ll ece rse como lo hiciero n y sintieron nuestros abue los, y lue go al ser personas pe rtenecientes a esta

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re gión y que a dia rio vivimos esta re alidad, formulamos la sigu iente situación prob lémica.

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FORMULACIÓN DEL PROBLEMA

¿DE QUE M ANERA L A UTILIZ ACIÓN DE P AGIN AS WEB PUEDE POTENCI AR EL APRECIO Y L A V ALOR ACIÓN DE L A MUSIC A TR ADICION AL DEL SINU (PORRO Y F AND ANGO) EN LOS ALUMNOS DEL GR ADO 7° DEL COLEGIO GERM AN V ARG AS C ANTILLO DE M ANGUELITO?

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4 BJETIVOS

4.1 OBJETIVO GENERAL

Determina r el valo r educativo de la s página s W eb como recurso tecnoló gico para el fomento de la música trad icional del Sinú en el grado 7-01 de l Co legio Germán Va rga s Cantillo de Man guelito.

4.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS

Indaga r que aspectos cultu rale s autóctonos tienen más fuerza en los jó venes de la comu nidad de Man guelito.

Generar ambiente s inte ractivos con página s W eb para difundir la música trad icional del Sinú en los jó venes de la comunidad de Man guelito.

Implementar una Página W eb como alternativa inte grad ora de cultu ra y tecnolo gía.

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5 ANTECEDENTES

Córdoba, es una región que posee u na cultura trad icio nal con gran va riedad de tradiciones como: las bandas de viento, el fandango, el porro, las riñas de ga llo, la s fiesta s en ca rra leja s, las décimas, cuentos co stumbristas, a rt esan ías como el somb rero vueltiao y objetos de ba rro.

Con el pasar de los años todas estas costumbre s han perdido vigencia entre las genera ciones nacientes espe cialmente la s manifestaciones musica les entre los jóvenes, esto se ha ce notar en el comportamiento qu e manifiestan niños y jó venes en la casa, en la escuela, en la ca lle y en cuanto a su s preferencias musicales.

El prob lema en la falta de apropia ció n y va lora ción de la cultu ra de l porro por parte de nuestros jó venes ha tenido cabida en los planes educativos de a lgu nos cole gio s de la región, abordánd olo desde el punto de vista de la diversión y re creación entre lo s educandos. Existen en algun os centros edu cativo s, grupos d e danzas y comparsas, grupos litera rio s de cuentos costumbristas organizad o s

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por docentes de l área de lite ratura, que ha cen sus p resentaciones cuando estas instituciones realizan semanas cultu rales.

Desafortunadamente, los docentes de las distinta s á rea s hacen mu y poco por fomentar la cu ltura del po rro en sus edu candos, pues e sto s se dedican ún icamente a el desa rro llo de los conten ido s de su área específica, no teniendo en cuenta que dedicarle un poco de tiempo al fomento, conservación y valo ra ción de la música tradicional sinuana hace parte del desarro llo inte gral de la pers ona y sob re todo contribu ye a desarrolla r en los jó venes sentido de perte nencia po r su re gión.

A nive l de cada municipio e xisten centros cu ltura les como son las llamadas Casas d e la Cultu ra que buscan espe cia lmente rescatar jo yas de la cultu ra co rdobe sa don de se e xponen p ara que las personas las visite n, observen y gu sten de todas las ob ras realizadas por los diferente s artistas cordob eses resa ltando siempre las manifestaciones musica les.

Existen personas que se han ded ica do e xclusivamente a estud iar y vivencia r junto con la comunidad el d iario vivir de l hombre cordobé s, podemos citar a un hombre que vivió esta realidad co mo lo fue el Compae Goyo, qu ien con su buen humor se dedicó a rescatar y

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resaltar mediante cuentos costumbristas la vida de las pers onas de esta re gión.

Como la tecnolo gía hace pa rte de la cultura de un pueb lo , a tra vés de los diferentes medios de comunicación se prese ntan algunos programas que alu den a la identidad musica l y cu ltura l de la re gión cordobesa, po r eje mplo, en el canal t ele visivo de la Co sta Atlántica (Telecaribe ) ha y espacios que se dedican a describir humorísticamente situaciones que le pueden suceder al hombre campesino del departamento de Córdoba, de igual forma muestran las presentaciones de las bandas musicales en distinto s evento s de la re gión, como los festiva les y fandangos resa ltando así el desempeño de los músicos en la conservación de la cultu ra musical d e la re gión.

También, algunos espacios radia les buscan penetrar en la conciencia ciudada na para la con ser vación de l medio ambiente, que también hace parte de la cultura y educación de las personas de una comunidad.

Ahora, en materia de recursos inform áticos e xisten en la red Internet Sitio s W eb como Montería.com que hacen referencia a las diferentes tradiciones, va lores musicales y manifestaciones cultura les de Córdoba.

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Natura lmente, todas estas costumb re s y tradicione s pre sentadas por los medio s de co municación y vive nciadas pe rmiten a los jó vene s divertirse y ser so ciable s, pero se h a notado qu e muchas veces han menospreciando y desva lorizando los rasgos cu ltura les que los identifican, especialmente la música, creándose confusión a la hora de ser pe rsonas o rigina les y no ser fiel copia de otra s p ersonas con hábitos diferentes a los nuestros.

Dentro de los an tecedentes pertine ntes a este trab ajo, también podemos anotar la existen cia de la pagina W eb Monteriano.net que se enca rga de d ifundir una visión cu ltural de la ciudad y sus valo res cultu rales como tierra de folclo r, d e igua l forma existen a lgunas pagina s en Intern et que buscan fomentar y d ivulga r el folclor y la música tradicional de Córdoba, entre estas tenemos:

Montería

Sitio W eb dedicado a Córdoba, contiene gale ría, música y pá gina s cordobesas, además, el estado de l tiempo en Mon terí a. (CO)

http://monteria.h yp ermart.net.

Esta página nos aporta datos sobre la historia de la ciudad y las actividades cu ltu rales que en e lla se realizan.

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Yo me llamo Cumb ia .

Música del Ca ribe Colombiano. (CO ).

http://www.geocitie s.co m/BourbonStre et/Delta/5932/

Arte: Música: Música Colomb iana.

En esta pá gina W eb se muestran la s principa les cara cterísticas que presenta la música de la costa atlántica colombiana.

Cimarrón

Grupo de danza y música folclórica, especialmente de las costas colombianas (CO) .

http://w1.860.telia.co m/~u86002590/cimarron.htm .

Arte: Música: Grup os Nacionale s.

Esta pá gina d ifunde el trabajo musical que ha he cho e ste grupo de danzas tradiciona les de la costa atlántica, especialme nte po rros y fandangos.

Música Colombia na en forma to MIDI .

Información sobre la música co lo mbiana, clasifica da por las diferentes re giones, ritmos y mid is (CO) .

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http://venus.jave ria na.edu.co/musica/p aginas/mu sica1.htm

Arte: Música: Mid is.

Córdoba en Fran c ia

Esta pagina contiene una completa información so bre los a ire s musicale s de l Sin ú inclu yendo po rro y fandango, ad emás muestra ilustraciones y fotografías referente s al festiva l del porro de San Pela yo ( Có rdoba).

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6 MARCO TEORICO

Se conoce como cultura e l co njunto de rasgo s distintivos, espiritua les, mate riales, intele ctuale s y afectivos, que ca racte rizan a una sociedad o grupo social en un periodo determ ina do. El término ‘cultura’ engloba además modos de vida, ceremonias , arte, música, in venciones, tecnología , sistema s de valo res, derechos fundamentales del ser humano, trad iciones y creencias.

A tra vé s de la cu ltura se e xpre sa el hombre, toma con ciencia de sí mismo, cuestiona sus realizaciones, b usca nuevo s sign ificados y crea obras que le tra scienden.

Taylor, definió la cultura como “ese complejo total que incluye conocimiento s, creencias, a rtes, leye s, mora l, co stumbres, y cualquie r habilida d adquirida por e l hombre como m iembro de la sociedad”1. Complejo total que f orma la identidad cultura l de un pueblo.

1 NANDA, Serena. Antropología cultural. Adaptaciones socio – culturales. John Joy Collage of Crimal

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La cultu ra se aprende mediante una intera cción social con otras personas en la sociedad. Los humanos, más que ningún otro animal, dependen para sobre vivir, de la tran smisión social de conocimientos, estos pro cesos de aprendiza je po r los cuale s la trad ición cu ltu ral humana es pasada de generació n en generación se llama socia lización, de m odo que una mane ra de pensa r o interactua r para ser considerada pa rte de la cultu ra, d ebe ser compartida por un grupo de persona s.

Algunos patrones cultu rale s son compartidos po r to dos en una sociedad. Las so ciedades en las cu ales la s creen cias importantes, va lore s y costu mbres son compartido s por casi todos, son homogéneas, de este modo el conju nto de material se conserva y transmite de gen eración en generación con consta ntes cambios según la memoria, la necesidad inmediata o el p ropósito del transmisor.2, tenie ndo en cuenta lo anterio r, la cultu ra e s el medio de exp resión de una comunidad, con la cual puede mostrarse al mundo y trascende r en la historia.

Los estudio sos con sideran que el folclore, que también h ace parte de la cu ltura de una p ueblo, no se lim ita a las comunidades rura les, sino que también apare ce en la s ciudade s y que, en ve z d e e xtin gu irse,

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continúa siendo p art e activa de l ap rendiza je de todo s los grupos, desde las unidade s familia res a la s nacionale s, aun qu e con formas y funciones diferente s. El folclo re como actividad recreativa y con junto de afirmaciones y creencia s no ve rificables sigue vivo.

Los diferentes objetivo s y pro ced imientos de in ve stigación de antropólo gos, sociólogo s, psicó lo gos, lingü ista s y escritore s han modificado consid erablemente la te ndencia anterior a conside rar la lite ratura y las costumbres folclóricas como a lgo e xtra va gante y romántico o como algo inferior a la cultura trad icional. El folclo re ha lle gado a ser con siderado como parte del proce so de aprendizaje humano y como fuente importante de información para la histo ria de la humanidad.

Nésto r García Can clin i, importante in ve stigado r sob re los temas de cultu ra y folclo r, cuestiona la Carta del folclore Ame ricano que la OEA elabo ró en 1 970, y afirma que el folclore , definido como la cultu ra trad icional, de carácte r ora l, base de la ide ntidad y del patrimonio, estaría viviendo “el pro ceso final de desaparición” frente al avance de los medios masivos y del “progreso moderno”. La política cultural sólo podría “conservar” y “rescatar”, hacer melancólicos muse os y concu rso s de estímulos3.

3 G A R C I A C A N C L I N I , N é s t o r . P o n e n c i a e n la c o n f e r e n c ia i n t e r n a c i o n a l d e C L A C SO s o b r e i d e n t i d a d l a t i n o a m e r ic a n a M o d e r n i d a d y P o s t m o d e r n id a d . B u e n o s A ir e s . 1 9 8 7 .

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El folclo r del que habla esta carta, es la rea lid ad qu e vivimos en nuestra re gión y no deseamos naturalmente, que la tra dición pie rda fuerza en la zona cordobe sa, pues las diferentes manifestaciones cultu rales son las que nos hacen d iferentes ante el resto del pa ís y e l mundo y muchos menos debemos pens ar que e l a vance de los medio s y e l pro greso moderno pueden acabar con la identida d cultura l del pueblo cordobés, por el contra rio, se busca que entre esos medios, como lo son lo s recu rso s informáticos (pá gina W eb) con la inte gración de e strate gia s metodol ógicas a yuden a potencia r la conserva ción y rescate de nuestra m úsica tradiciona l d el Sinú (Porro y fandango ).

Estas posiciones postmodernas e xigen de los discu rsos sob re la sociedad, el arte, la cultura y la música , que más bien concentren lo s esfuerzo s en la exhortación, la motivación y la in spiración, en todo aquello que sirva para profundiza r el sentido mismo de lo humano y para comprometerse vita lmente con él.4

Otras opin iones a cerca de la pérd id a de identidad y erosión de la tradición ha tra ído c omo conse cuencia que la inmensa masa de la población no ha podido soportar qued ar en el vacío y ha creado una nueva a xio lo gía de lo efímero, la trivialidad y la moda que se sustenta en la psicolo gía d el consumo, o lo que otros pensado res han dado

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llamar la sub limación represiva. La modernidad ha engendrado así una muchedumbre solitaria, “en la medida en que le quita al individuo la posib ilidad de la identidad cu ltu ral dentro de un grupo , dentro una comunidad”, precisamente en esa misma medida lo impulsa locamente a busca r grupos; pe ro el a piñamiento de la vida moderna, es deprimente; la gente cada ve z se acerca más, se reúnen en conglomerados, se deprimen más; es el drama de la mo dernidad que genera un efecto d eprimente; es la figu ra moderna de la soledad: la soledad es la mu chedumbre, porqu e no está sola un a va ca en el campo, está lejos, está so lo un hombre entre la multitud y mientras más se apiñe la multitud más sola e stá5.

Problemas como estos son los que a d iario se perciben en comunidades como la del departame nto de Córdoba d onde la poca va lora ción de la m úsica trad iciona l d el Sinú crea en n iñ os y jó venes confusión de tal forma que ellos va n despegándose p oco a poco de su identidad, e lemento indiscutib lemente importan te para el fortalecimiento de su persona lidad.

Es en estos momentos cuando el n iñ o o el jo ven se siente perdido es que los adultos jue gan un papel impo rtante, pue s padre s y docentes son la referencia que é stos tiene n para asumir la s diferentes

5 L a m e t a m o r f o s is d e l a m o d e r n i d a d . D r o g a y M o d e r n i d a d . F a b i o G ir a ld o I s a za . H é c t o r L ó p e z. Pá g . 2 9 3

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situaciones de la vida y si el jo ven no ve en sus ma yo res amor y aprecio por lo p ro pio en cuanto a cultura y música n o se sentirá motivado a hacerlo el.

Flü gel, lle ga a afirmar que la actitud del hombre frente a la sociedad dependerá en gran parte de su expe rien cia familiar6; en la expe rien cia fa milia r e l niño aprende su oficio de hombre; las normas familiares, la s re glas a se gu ir, lo p reparan para la s limitaciones e imposiciones que d ebe recib ir y aceptar en su vida, ade más aprender a vivir en un mundo donde existen tra dicione s que hacen parte de sus ra íces y adaptarse a los cambio s que traen los a vances tecnoló gicos.

Luego entonce s no s pre guntamos, ¿Qué rela ción gua rda el desa rrollo tecnoló gico con e l mejoram iento de la vida y de la cultu ra?. Si tenemos claro qu e tecnolo gía es cultu ra, entonces, su fomento significa rá e l desa rrollo cultu ral. Fre nte a esta situa ció n e xisten dos posiciones; qu ienes ven que la ciencia y tecno lo gía so n por si sola s las pue rtas que permiten la entra da a la modern id ad y quienes piensan que las pretensione s de la moder nidad pocas veces ha permitido e l triunfo de la barba rie en lugar de la emancip ación7.

6 G O N Z A L EZ I L L I D G E , G u i ll e r m o . C o m p o r t a m ie n t o y S a l u d . 7 C o l o m b i a e l d e s p e r t a r d e l a m o d e r n id a d . P á g . 4 2 6 .

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Pero ambas posiciones son demasiado radicale s, de modo que se plantea un cambio de paradigma, en d onde la te cnolo gía se use como instrumento para fomentar los valo re s y apo rtes que hace la música tradiciona l a la cultura del cordobé s; donde e xista u na auténtica interd isciplina rieda d y complementariedad de los dive rsos saberes y

medios.

Esta complementariedad aclara cómo la cultu ra se fomenta para que sirva de pedago ga de la ciencia y la tecnolo gía y al de sarro llo de una comunidad y sobre todo, como defensora de las manifestaciones cultu rales de la re gión, en este caso, el porro y e l fandango.

Este paradigma plantea una acción comunicativa donde el modo de vida nos abre a la comunicación como mundo de sujetos o de relaciones sociale s, sob re cu ya s tradicione s, va lore s y normas e s posible discutir y acordar determ ina das re glas de co mportamiento gracia s a p roposiciones normativas. Pero finalmente la comunicación permite la cooperación social de lo s participantes en ella, en una interp retación histórica del mundo y en la s posibilid ades de su transformación materia l y simbólica.

La tradición cu ltural y musical pe rmite una relación reflexiva sob re si misma, lo que ab re a la ve z d istinción entre cu ltura y ciencia, sociedad y pe rson a, esto posib ilita la crítica, la confrontación de

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ideolo gías y de gru pos en e l interior d e cada cu ltu ra, lo cual confirma su natura le za comu nicativa e interactiva.

6.1 CULTUR A:

El término cultu ra engloba modos de vida, ceremonia s, arte, música, in venciones, tecnología , sistema s de valo res, derechos fundamentales del ser humano, tradiciones y creencias, se in ventó en occidente como proposición unive rsal entre muchas otras. Las relaciones entre cultura s siempre han sido considera das unive rso s cerrados que o bie n permanecen cerrados o bien, si lle gan abrir, se conside ran que pie rden sus cara cterísticas que los difere ncian de los otros, y se rán po r lo tanto vulne rab les de sucumbir a nte l as más recien te cultura occidental.

6.1.1 La Cultura Como Un Sis tema Adaptativo

La cultu ra e s ada ptativa, en el sentido en que el con ocimiento e s transmitido socialm ente, ya sea de forma oral o escrita e s el principa l mecanismo de adaptación de la especie hum ana, es decir, cada cultu ra tiene su propio estilo de vida, en la cua l se cap acita la gente para sobre vivir, re producirse, enfrentar las diferentes situaciones de un modo particu lar en un entorno particular.

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6.1.2 Cambios Culturales

La cultura muestra tanto es tabilidad como cambios, co mo la cultu ra es un sistema, un cambio en una de sus parte s conlle va a cambios o ajustes en algún otro de sus componentes. Estos cambios dependen de factores geo grá ficos, nive les de te cnolo gía y los valo res cu ltu rales con re lació n a l cam bio.

Cabe anotar, que si un ind ividuo n o posee una identidad cultu ra l sólida, al ve rse influenciado po r otra s cultu ras d iferentes a la de su entorno, puede su mergirse en una co nfusión de no sabe r ni quien es, ni que quie re en la vida. Esto no qui e re decir que no debe estar abierto a cono cer otras cu ltu ras, sino a aprender a conserva r y respeta r lo propio en un mundo donde las diferentes tecnología s de la información permite conocernos más, intercambiar conocimientos, ideas y op iniones.

6.2 TECNOLOGÍ A EN EDUC ACIÓN

Es el efecto contin uo de la s tecno lo gías en la educa ción. El constante cambio de las nueva s tecnolo gías ha producido efectos sign ificativos en la forma de vida , el traba jo y el modo de entende r e l mundo de las gentes. Esto ha provo cado en las personas que tienen acceso a ella

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que empiecen a mirar su entorno de forma distinta y ten er una visión mucho más amplia de cada uno de los procesos que se d an dentro de una sociedad cu ltu ral.

El uso de la tecno logía para tene r a cceso a l a informa ción significa que este fenómeno puede suceder en cualqu ier momento de modo que la s personas que pueden obtenerla y ap ropia rla están en la capacidad de inte grar lo aprend ido en la escuela con la realidad cultu ral en la que vive, además la utilizaci ón de la tecnolo gía, en especia l de pa gina s W eb, puede promove r el fomento de la cu ltu ra del porro con todo el mundo.

Se asiste en la a ctualidad a una re vo lución tecnoló gica en la que se producen cambio s rápido s y b rusco s en la forma co mo la gente intera ctúa con su entorno. Como el ritmo del a vance tecnoló gico no parece que va ya a frenarse, e l reto está en ap render a adaptarse a los cambio s sin qu e estos nos afecte n de forma negativa .

Para con segu irlo, los sistemas de a prendiza je y a que llos que los manejan deben preparar a las pe rsonas a traba jar co n las nue vas tecnolo gías con seguridad y de forma adecuada, y a superar con solvencia los cambios constantes en las nue vas forma s de trabaja r, haciendo del ap ren dizaje un p roce so natural pe rmanente.

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6.3 MUSIC A TR AD ICION AL DEL SINU

Los aire s musicale s trad iciona les de la re gión sinuana son: el porro y el fandango, que tienen un luga r de p rominencia dentro de la cultu ra autóctona de la región pues son representantes de la identidad cultu ral, estos aires musicales se ejecutan en diversas ocasione s como por ejemplo bailes popu lare s, fiestas patronale s (dedicadas a algún santo), pro ce siones, fiesta s pop ulares, co rra lejas y casetas etc.

Estos a ire s musicales son ejecu tados por banda s d e músicos o bandas de viento, estas bandas están constituida s por trece músico s apro ximadamente inclu yendo a l director de la banda que es conocido como maestro, qu ien es muy respeta do y posee un lu gar prominente dentro de su comu nidad.

Los instrumentos que constitu yen a una banda de viento son los siguiente s: tromp etas, cla rinete s, trombón de embolo, platillos, tambor redoblante y un bombo que e s el que marca la modalidad de porro que se ejecu ta.

6.3.1 Porro Tapa o

Esta es una moda lidad de po rro, qu e se ca racte riza por su sonido mesurado y un po co lento que le da el bombo, tambié n es cono cido

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como porro sabane ro, la eje cución del bombo en este aire musica l es muy determinante , pues se tiene que segu ir un procedim iento especial conocido como “Aguantar y soltar el golpe” , este consiste en colocar la mano sobre la superficie opuesta al golpe que se da al bombo con el fin de controla r o ensordecer un poco el sonido que se produce.

6.3.2 Porro Palitia o

También es conocido como Po rro Pela yero , este aire musica l se caracte riza po r su s tonalidades fuertes y e xpresiva s, e sta modalidad de porro debe su nombre a la e jecución ad icional que hace el interp rete del bombo a una cajita h ueca hecha de madera que se ubica estraté gicam ente el la pa rte su perio r de l in strume nto, esta e s tocada rítmicamente con una especie de baqueta rustica para obtener un sonido que marca el compás dentro del porro.

6.3.3 Fanda ngo

Este es el a ire mu sica l más rep resen tativo de la s fiesta s populare s sinuanas, es un ritmo que cuen ta con una larga historia de ntecedentes culturales, pues cuenta con el aporte de l instrumento 20musical europe o, el ritmo del tambor negro y la alegría del ind ígena.

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El fandango se caracte riza po rque dentro de su interpretación se inclu ye la ejecución de una Bosá genera lmente al inicio, esta se caracte riza por ten er un sonido sua ve y lento reco rdan do los vie jos bailes que traje ro n los españole s, la Bosá es interp retada por la trompeta de más expe rien cia en la ba nda.

6.4 INTERNET Y L A C ULTUR A

La Internet, como gran red de la información, nos brinda la oportunidad de con oce r muchas cu lturas que de otra forma nos serian desconocida s, de igual manera no s p ermite da r a conocer la nuestra al mundo entero, es por ta l motivo , que e l Inte rnet e s una de las herramienta s mas útile s que tenem os para da r a co nocer nuestra cultu ra e int e ractua r con otras.

La Internet, nos a bre las puertas a muchos lu gare s y personas; no s permite “navegar” por un gran mar de conocimientos y es precisamente esa caracte rística la que se puede aprove char como estrate gia llamativa para hacer que los jó vene s se sientan intere sados por su cultura autó ctona al verla reflejada e n una pagina web, así el jo ve n se dará cuenta que e sta al mismo nivel de cualquie r otra en el mundo.

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Al ve r las cara cte rísticas de la cu ltura musical de su re gión en e l Internet e l jo ven se sentirá p rota gonista de su p ropio desarro llo, pues se le esta rá habla ndo de algo con lo cual ha vivido e inte ractuado durante toda su vid a, además, ve rá que es algo tan importante como digno de presenta rse ante el mundo.

Además, la in tera cción y participación que pe rmite la página web alimentará su s in quie tudes e interés por aprender más sobre la música tradicional del Sinú e incentivará el ap recio por ella.

La Internet como instrumento tecnológico de la comu nicación, nos permite en riquece r nuest ros conocimie ntos, entonces seria inteligente usarlo para promo ve r y mostrar la música trad icional del Sinú como tesoro cu ltu ra de la re gión Caribe co lo mbiana.

6.4.1 La Página We b Como Es tra tegia Didáctica

La página W eb ofrece una interactividad entre el usua rio o alumno para acceder a la información a tra vé s de los contenid os expue stos en ella s, las pá ginas que se encue ntran en la red (Internet), nos permiten comunicarnos en forma fácil y económica con millones de otros usua rios alre dedor del mundo.

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Por ta l ra zón la pá gina W eb resulta ser la herramienta mas práctica para fomentar en los jó venes el ap re cio y la va lora ción por la música tradiciona l del Sinú, apro vechando la posib ilidad d e intera ctuar directamente con la información, su gran contenido de im ágenes y sonido que ilustran lo e xpuesto, y la a lternativa de compartir opiniones e impresiones con otro s visitantes de la misma página.

Los sitios W eb están formados por un conjunto de pá ginas o cuadros de información lla mados páginas W eb que son el equ i valente digita l de los lib ros o re vistas imp resos en p apel.

Estas pá ginas W eb se elaboran co n un lengua je llamado HTML (Hype r te xt tran sfer p rotoco l) que forma parte de l p roto colo p rin cipa l o TCP/IP. Este p rotocolo pe rmite a signarle a cada sitio web una dirección URL (Un iform resourse loca tor ) o localizado r universal de recu rsos, po r medio de la cual todo u suario de la red pu ede entrar a un determinado sitio o pá gina web en cualquie r pa rte del mundo usando un comando de la forma http://www.p ress.com.co en donde la primera pa rte sie mpre es la m isma.

La página W eb ofrece interm inable s posib ilidades d e intera cción entre el usua rio y la información o de usuario a u suario en la red, además por ofrecer una cobertura mundial se pue de acceder a luga res e información de biblioteca s y museos del mundo. De tal

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forma la página W eb se ha conve rtido en la herram ienta de consulta y estudio po r e xcele ncia entre los e stu diantes po r su rap idez y facilidad de acceso, por tales ra z ones es tan llamativa y atra yente para los jó venes en edad escolar.

Apro vechando tod as estas cualida des antes mencionadas, se conside ra a la pá gina W eb como una alternativa lla mativa y mu y practica pa ra fomentar en los jó ve nes y mostra r a el mundo la rique za y valo r cu ltura l de la música tradiciona l de Sinú (po rro y fandango).

6.5 L A COMUNIC ACIÓN Y LOS V ALORES CULTUR ALES DE L A MUSIC A TR ADICION AL DEL SINÚ

En los distinto s aires musica les sinua nos (porro y fandango), ha y uno que destaca como manifestación comunicativa de las costumbres y sentimientos del hombre de la re gión del Sinú, este es el po rro cantado.

Este porro se ca racteriza por la pre sencia del vocalista genera lmente masculino que can ta la letra del porro al son de la instrumentación, en estas letras m usica les se refleja n dive rsas manifestaciones del vivir del sinuano.

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La música como e xpresión comunica tiva, busca dar a co nocer, de cir y narra r viven cia s o situaciones del hombre como ser social, pues todo el que canta espe ra ser escuchado p or algu ien y en este proceso casi mágico el hombre descarga en su vo z todas las idea s d e su mente e intera ctúa en forma dire cta y activa co n los demás.

El porro cantado como manifestación musical trad icional del Sinú busca comunicar y perpetua r en la m emoria los valo res cultu rales de la música autócton a del Sinú.

Por ejemplo, reco rdemos las do s p rimera s estrofas de la céleb re composición de Pablito Flores, “Los sabores del porro”:

“Mi porro me sabe a todo lo bueno de mi región, Me sabe a fiesta,

Me sabe a to ro

Me sabe a caña, me sabe a ron. Me sabe a p iña, me sabe a mango Me sabe a leche esperá en co rrá,

Me sabe a ch ina esparascá en fandango Ají con hue vo s en machucá.

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La educación en la escuela jue ga u n papel mu y impo rtante en la formación inte gral del ser humano como individuo p rove choso a la sociedad, en la escuela los n iños y los jó venes ven la oportunidad de encontrar gu ía y respuestas a sus c recien tes in qu ietud es, además, brinda la oportunid ad de intera ctuar e intercambiar imp resione s con otros individuos de su edad.

La escuela como formadora y edu cadora, e s la principal entidad llamada a p rota gon izar el p roceso de fomento y apre cio p or la mú sica tradiciona l del Sin ú, debe cultiva r en los jó venes la valoración por lo autóctono y desde lue go, el respeto por la s e xp resiones cultu rale s foráneas, pues las e xp resione s musicale s sinuan as reflejan la identidad de l hom bre del Sinú, sus creencias y va l o re s, por ello es importantísimo que en la escuela se lle ven a cabo a ctividade s que den a conocer a l e studiante e l valo r d e sus ra íces musicales.

Los educadores d ebemos esforzarn os por fomentar el sentido de pertenencia po r la región e xpre sa do en los herm osos acorde s musicale s de porro s y fandangos para establece r una co nexión fuerte entre el jo ven y la música sinuana.

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6.7 EL P APEL DEL MAESTRO EN EL FOMENTO DEL SENTIDO DE PERTENENCI A REGION AL

El maestro, despu és de lo s padre s es una de las p ersonas más importantes para e l jo ven e studiante, pues ve en e l la pe rsona que lo instru ye y educa en sentido seglar, la persona que lo gu ía en el camino del cono cimiento.

Por lo tanto, e l maestro es una pe rsona de suma importancia en el proceso de afianza miento del senti do de pertenencia re gional, en el sentido de da r el e jemplo para sus alu mnos en la va loración y ap recio por la s ca racte rísticas cultura les p ropias de la re gió n, haciendo énfasis en este caso en la música trad iciona l.

El docente puede manifestar su co labor ación in volu crando a sus alumnos en la s actividades cultu rale s que lle ve a cabo la institución y estimulando e l interés y empeño, ta mbién puede demostra r con su actitud que la música re gional es una expre sión va lio sa y digna de estudio por parte d e cualqui e r intere sado.

De igua l forma y contextua lizando, lo s maestros se pue den tomar el trabajo de destaca r frente a sus alumnos el trabajo in cansable de alguno s representantes loca les de la música tradicion al sinuana, y

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hacer que los co nozcan como personas lab oriosas y d igna s de admiración por su noble labo r de músicos.

El maestro desde la antigüedad siempre ha sido una p ersona d igna de respeto dentro de su comunidad, si e l docente muestra su aprecio y valo ración po r la música tradiciona l del Sinú las demás pe rsonas se darán cuenta de su actitud y muchas veces un buen ejemplo es mas tenido en cuenta que muchas palabra s.

6.8 EL CONSTRUCTIVISMO Y APRENDIZAJ E SIGNIFIC ATIVO

Teniendo en cuenta los nue vos requerimiento s educativo s nos inclinamos por la s opciones de t raba jo y construcción cogn itiva qu e brinda el con stru ctivismo. El constructivismo, es el concepto que propone que el ind ividuo debe fortale cer sus hab ilidades tanto en los aspectos co gnitivo s y sociale s del comportamiento como en lo s afectivo s, su cono cimi ento no e s co pia fiel de la rea lidad, sino una constru cción de ser humano, he aquí el espa cio don de se deben reafirmar los va lo re s cultu ra les y su se ntido de pertenencia re giona l.

La concepción con structivista del ap rendizaje esco la r se sustenta en la idea de que la finalidad de la e ducación que se imparte en la

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