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Revista Jàistmda de MATACION. Enero Ramon Herdeitvàs. vencedor de ia 'Copa de Navidad

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Revista Jàistmda

de

9

mm

M A T A C I O N E n e r o 1916 R a m o n H e r d e i t v à s v e n c e d o r d e i a ' C o p a d e N a v i d a d

(2)

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i B a l m e s , 6 2 iiittiiiPHii'iiimiiriiipKniHiKiuiiiiiiíiiii.iiiMiiiSiírffiTtpS

SANROMA

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'% E S E N C I A E S P E C I A L P A R A A Ü T O M Ó V I L E S Y M O T O R E S I | C A T A S Ü S Y C . A | P A S E O D E C O L Ó N , 2 0 ; T e l e f o n o 4 5 9 ; B A R C E L O N A f. F A B R I C A E N

V I L L A N U E V A

Y GELTRÜ

( B A R C E L O N A )

Probad la nueva cubierta

antideslizante de goma

L e G a u l o i s "

B e r g o u g n a n

R . C. B E R G O U G N A N

M A D R I D : S a g a s t a , 1 5 B A R C E L O N A : R a m b l a C a t a l u n a , 9 6 T e l e f o n o 3 1 6 9

(3)

^ M i i u i i i n n i u i n i i i K n i i J i i i i i i i i u i M i M i M M i í u i r r n n i i U i i n i i H i N n u n i t i M i i n i i i i i i i n i i i i H n i i r i i i i n u i i i M i i i i i i i i i i n i : i i i i i i i i i i i i i i ü i i i i i i i i i i i i i t i i i i i i i i i i i i i i i i i i i n i i i i i i i i i i i i i n i n L

A N O V I - N U M . 1 3 6 1 E N E R O 1 9 1 6

t a c ü u m

REVISTA SELECTA ILUSTRADA DE SPORTS PU8UCACIÓN OU LA EDITORIAL OEPOHT1 VA. 5. *.

S Ü S C K I l ' C l O N ; h s p i n a , HAO. 1 0 p i s . E x l r a m e r n , l i , ú l . , I f : i r A I M Í E C E l . O S S X R A D O S N i i m e r f l s u c ) l n , o i t r r i e n l i : , 2 0 c r u t i . N i i m f i t ) . M i c l l o . í l r a i a d o , '10 c í t t l s . lítU! íiriCiMAS: C o n s e i o C i c m o , J S J . e n l r . ' f e i é f . 7 3 3 - B A R C n t O N A

ÓROANO OFICIAL D E L R E A L AUTOMOVIL C L U B D E C A T A L U R A , D E LA ASOC1ACIÓN D E LAWN-TENN1S D E CATALUNA, D E L MOTO C L U B DEPORTIVO BARCELONA, D E L REAL

POLO J O C K E Y C L U B Y D E LA FEDERACIÓN D E S O C I E D A D E S DEPORTIVAS

F i g u r a s d e r e l i e v e

S

i se rntdiésen p o r los mis-tnos raseros las vidas de-ponivas y polilicas, jcuàntos, al considerar la enorme rapidez con que el doctor F a r n é s ha escalado los niiíselevados pnes-tos de la g o b e r n a c i ó n de nnes-tro «Estado deportivo--, envi-diarian su snerle!

hnpiilsadü por sus aficiones de toda la vida, al'anoso de i m -p r i m i r una marcha activa a los d e p o r t e s , encarinado con el desarrollo de ia cultura física, el doctor Fames i n g r e s ó en nuestra p o l í t i c a como un con-vencido, deseoso de aportar a la acción conuin su concurso, ya que de esta p o l í t i c a nuestra no se puede esperar otra cosa que la satisfacción del deber cumplido, a cambio de m u ç h o s desenganos, algunos disgustos y no poco dinero.

En el Real Aulomóvil Club, en ei que i n g r e s ó hace afios, fué tan apreciada su labor, te-nidas tan en cuenta sus obser-vaciones, que de amistoso con-sejero ha pasado a ser uno de los miembros mas importantes de la Junta directiva, en el seno de la cual desempena la leso-rería.

Una de las caracteríslicas de la actual Junta directiva del Real Automóvil C l u b de Cala-luna es la rectitud que ha sabi-do i m p r i m i r en su administra-cion, y el doctor F a r n é s , desde el sitio que en ella ocupa, ha contribuido no poco a norma-lizar la situación e c o n ò m i c a del Club, hoy en verdad floreciente. En la mente de todos

perdu-L o s p r i m a t e s

DR. D. JUAN FARNÉS

Presldente de la Fcderación de Sociedades Deportivas ra todavia la brillante actuación del doctor F a r n é s en el seno de la C o m i s i ó n organizadora de aquellas dos grandes manifes-taciones automovilistas Copa Tibidabo y Concurso de Ele-gància, que íanto contribuye-ron y han contribuido a sentar el buen nombre de nuestra p r i -mera enlidad automovilista.

D e s i g n à d o por el R. A. C. de C. como deleeado de esta

tan imporlanle enlidad en la F c d e r a c i ó n de Sociedades De-portivas, su misión, desde un principio, fué siempre alenta-dora, llevado por el al'àn meri-lisimo que siente de que la representación toda de las so-ciedades que en Barcelona se dedican al fomento del sport no sólo cumpliese con los fines para que fué creada, sino que reaiizase t o d o s aquellos que pudiesen contribuir mas fàcil y rapidamente al desarrollo del sport en general.

Y así ha o c u r r i d o que, per-suadidos de l o s entusiasmos que atesora el doctor Farnés, de la bondad en que van en-vueitas sus inlenciones y de los p r o p ó s i t o s n o b i l i s i m o s que per-sigue, por dos veces consecu-tivas sus distinguidos compa-iieros de Junta le han elevado a la presidència de la citada F c d e r a c i ó n .

El cargo es de responsabili-dad; quien asume hoy en dia el poder supremo, la dirección y presidència de una Junta en q u e e s t à representado t o d o cuanto vale y significa en el sport b a r c e l o n è s , tiene con-t r a í d o s enormes deberes y com-promisos ante la afición sporti-va, compromisos y deberes que sabrà cumplir el doctor Farnés con el afàn de corresponder a la confianza — que tiene bien merecida — y al a n h e l o que s i e n t e por dejar firmemente consolidada una empresa lla-mada a proporcionar al sport dias de glòria y de ventura.

N . M.

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=' IIMII Ml) STADIUM

P o r t i c ó

Afio nuevo

Aquel conocido refrón que dice: * A n o nue-vo, vida nueva», encierra, indudableniente, u n principio de eficàcia esllmulante p a r a acercar-nos uacercar-nos pasos mas a l tipo de lo perfecta en la ejecución de aquellas obras que p o r su continuidad son susceptibles de recibir y aprovechar las ensenanzas de l a e x p e r i è n c i a .

Cada nuevo ano parece que se anuncie como una vivificante r e n o v a c i ó n de energias, y é s t a s esperan impacientes la h o r a de empe-zar su a c t u a c i ó n a l servicio de los p r o p ó s i t o s siempre bueuos que noshacemos, dejando que n u e s í f à fantasia vuele en los dias de aquel p r ò x i m a porvenir con toda l a fuerza de sua olas, f o r j a n d o planes, labrando proyectos, amontonando material p a r a el edificio que f o r m a n nuestras iiusiones.

Asi entramos otro ano en la lucha de la vida con unos arrestos aparentemente inven-cible*, con la esperanza indestructible de que el ano nuevo ha de ser mejor que los otros. sin acordnrnos de que el ano u l t i m o lo em-pezamos de a n à l o g a manera, y , sin embargo, pasados algunos dias, los primeros meses quizd, duranfe los cuales nuestra f e , nuestra esperanza y nuestra v o l u n t a d hicieron el m i -lagro de que realmente a c o m e t i é r a m o s alguna nueva labor, alguna nueva empresa, o nos sirvieramos en ellas de nuevos moldes y m é -todos. caimos de nuevo, insensiblemente, en el nuis r u t i n à r i a estancamiento.

P o r la fuerza de aquel f e n ó m e n o social que podriamos l l a m a r de afío nuevo, hemos

senti-da la necesisenti-dad imperiosa de remozar las paginas de nuestra Revista y hemos f o n n a d o

un p l a n de confección que constituye, a nues-tro j u i c i o , una notable mejora, de cuyo m i l i t o

y de cuyo valor han de j u z g a r , mas y mejor que nosotros mismos, nuestros lectores y f a -vorecedores, no solo p o r el n ú m e r o que tiene la o p o r t u n i d a d de aparecer el mismisimo dia primero de enero de 1916, sino t a m b i é n p o r los siguientes. que si hoy podemos tener a h o n o r el hecho de presentar a STADIUM refor-mado y mejorado en la medida que permiten su c a r à c t e r especial, l a p e r i o d i c i d a d de su a p a r i c i ó n y las c i r c u n s í a n c i a s difíciles que atravesamos, poco propicias, cierlamente, p a r a empresos de esta naturaleza, no quere-mos caer en el m a l de r u t i n à r i a estanca-miento a que antes aludiamos.

Sinceramente declaramos p o r nuestra p a r -te, como es n a t u r a l , que creemos haber dada nuevos y poderosos aticienles a nuestra Re-vista, dentro de los limites materiales que las circunstancias i m p o n e n ; pero hemos de decla-rar t a m b i é n con l a misma sinceridad. que esas mismas reformas que modestamente apa-recen hoy en nuestra p e r i ò d i c a han llevada a los ojos de nuestras iiusiones la v i s i ó n de una Revista deportiva completa, un tipo de Revista ideal, hacia el c u a l hemos de tender desde

ahora sin descanso, y a l que llegaremos paso a paso y a medida que las casas del mundo, hoy tan desquiciadns, vuelvan a su sitio. Te-nemos de ella la mayor seguridad en nuestros inacabables entusiasmos p o r el s p o r t y p o r ta Prensa deportiva, y aun p o r encima de lodo ello e s t à la f i r m e g a r a n t i a que p a r a to-dos nuestros a m i g o s y favorecedores constituye la seriedad y la f o r m a t i d a d con que p r o -cede en todos sus actos la empresa editora de STADIUM.

Dicho esta, felicidades p a r a l i , lector, y un buen ano p a r a todos.

E s t o s d i a s e n o t r o s t i e m p o s

1 de e n e r o

1898. — Aparece un número cxtraordinario de

Los Deportes, iquelll memorable Revista que fué por tauló liempo única en su aposiolado, con una portada de Gosé, dibujos de Olegario y Scbastian Junyent, y arliculos de David Ferrer, Duran y

Ven-tosa, Masferrer y otros próceres deporlivos. 1900. — Se publica cl primer número de Et Ait-lomovitismo Jluslnido, bajo la dirección de don Ramón Compte (Alplionsc Duchemin).

1907.— Al quedar cerrada la inscripción para la gran carrera de automóviles que se organizó en Alemania con el nombre de «Copa del Empera-dor*, quedaron inscriptos V2 automóviles, que liabían pagado, en junio, por derechos de inscrip-ción, la enorme suma de 345,000 francos.

1909. — Llcgan a

Barcelona

los jugadores del

Stade Helvetique, aquel famoso club suizo que cl dia 3 de enero jugó con el F . C . Barcelona un mo-numental partido de futbol cuyo resultado fué de 3 a 0 a favor de los suizos.

C o n c u r s o d e s i l u e t a s d e p o r t i v a s

C

ON caràcter puramente

ornamental se

seriaran de vez en cuando, en nuestras paginas, algunas siluetas en negro macizo, sacadas directamente de fotografias publicadas en nuestra Revista.

Ello nos

mueve

a

organizar un intercsanie

concurso entre nuestros lectores, concediendo como premio un ano de s u s c r i p c i ó n gratuïta

a nuestro p e r i ó d i c o al primero de nuestros lectores que pueda decirnos el n ú m e r o y la p à g i n a en que se p u b l i c o la fotografia de la cual se ha tomado una silueta cualquiera, con el nombre del interesado.

i LE CHAUFFEUR

: Gran casa especial para la venta ; de toda clase de accesorios para

i A U T O M Ó V I L E S Y C I C L O S •

; Esoecialldad en últlmas novedades de Paris

i • •1 1

• Rambla de Catalufía. 24 - Teléfono 2182 B A R C E L O N A

(5)

£i m i m i i n n i i i n i l i i m m H i i i i i i n n i í m m i H i i m u i n STAD1UM " i r a i m i i i i i m n i i i i i i H i i i i i m i i m i i n i u m n m m u

I

U a t o m a ü i t í s m o & Uerandatica

I

fírtlculos lécnicos g I n v e n t e s y n o u e d a d e s g C u e s ü o n e s pràciicas = H c c l i o s u c o m c n i a i · í o s g

| Sección de g r a n interès

| En breve abriremos una sección de gran | ntilidad para negociantes y del mayor interès | para los compradores de aiilomóviles, en for-| ma similar a la que lienen establecida algunas | revistas especialistas exlranjeras.

1 Se trata de la p u b l i c a c i ó n , en una pàgina | especial, de los resultados de los ensayos de

| coches, verificades por uno de los redactores | de esta sección en un recorrido que pennita | apreciar las condiciones de cada modelo.

Qarantizamos, desde luegO, la imparcialidad | y veracidad mas absolutasen nuestras aprecia-| ciones, ya que en ello va, precisamente, el va-| lor practico de la nueva s e c c i ó n .

| Los compradores de a u t o m ó v i l e s que hasta | hoy no tenian un guia seguro que les aconse-| jara imparcial y desinteresadamente acerca del | coche a elegir s e g ú n las circunstancias, que | necesariamente son distintas en muchos casos, | t e n d r à n por medio de esta sección los datos I precisos y absolutamente cienos para resolver i por si mismos esta i m p o r t a n t í s i m a cuestión sin | necesidad de hacer ninguna otra consulta. | Los negociantes, vendedoies de a u t o m ó v i -| les, t e n d r à n a su vez, en esta sección, un medio | eficacísimo para acreditar p ú b i i c a m e n t e , con | nuestro honrado y veracisimo testimonio, las | m à s sobresalientes cualidades de los coches I qtie ofrecen al publico.

Del famoso match

O t r a o p i n i ó n

?N la Revista Espana A u t o m ó v i l y A e r o n à u -tica se han publicado unas interesantes | consideraciones acerca del match Custals-| Morè, algunas de las cuales reproducimos, en | la creencia de que seràn leídas con gusto por | nuestros lectores:

I « D e s d e nuestro punto de vista, no tiene i m -| portancia que, por el momento, ninguno haya | podido c u m p l i r las condiciones convenidas. I Lo que interesa es ver c ó m o silenciosamente, | demasiado silenciosamente (y este es uno de | los defectos de nuestra indústria) comienzan a | interesarse los talleres m e c à n i c o s en la cons-| trucción de a u t o m ó v i l e s .

| No importa que los principios sean modes-| tos, casi es mejor, y en abono de ello se pue-f den presentar como ejemplos los màs

impor-I E*

tantes talleres del mundo. La mayor fàbrica de | automóviles existente es la fàbrica Ford, de | Detroit, donde hoy tiabajan 24.000 operaries | durante las veinticuatro horas del dia, dividi- | dos en tres equipos de 8.000, que se relevan | cada ocho horas, y que produjo el ano último | 308.000 coches; tuvo, harà unos veinte ano>, i m o d e s t í s i m o s comienzos, y Ford, el multimi- | llonario que ahora viene a Europa cargado de | dinero con la pretension de trabajar por la paz, | era entonces un sencillo constructor mecànico. | Al decir esto, no es que nos hagamos ilusio- | nes de que las nacientesfactorías espanolas lle- | guen a ser colosales aglomeraciones al estilo I de la citada; íaltan en nuestro pais mercadosy | otros muchos requisitos para ello, pero sí cree- i mos que habiendo perseverancia podran arrai- | gar a q u í unos cuantos establecimientos prós- 1 peros que cubran casi todo el consumo na- |

cional. | Por otra parte, lo difícil es llegar a cons- i

truir los bastidores, d à n d o l e s esa mezcla de | fortaleza y flexibilidad que requieren, y obte- i ner bloques de fundición limpia, h o m o g é n e a | e impermeable para hacer los motores. Conse- | guido esto para cochecitos pequenos, el cami- | no està expedito para construir a u t o m ó v i l e s de |

turismo y grandes camiones. | A p u n t à b a m o s antes que uno de los defectos |

de nuestra indústria es su silencio; ese modo | de trabajar medio a escondidas, tratando de | ocultar fantàsticos secretos. El procedimiento | es completamente opuesto al seguido por los | fabricantes de los países que van a la cabeza, y | que, como consecuencia, estan màs expuestos |

a ser imitados. | U n fabricante de automóviles americano, i n - |

glés, francès, a l e m à n , en cuanto presenta un | nuevo tipo de coche, o antes de hacerlo, pre- | para dibujos de conjunto y de detalles, foto- | grafías, redacta una d e s c r i p c i ó n haciendo re- | saltar las novedades que presenta y razona la I

utilidad de las mismas. Ultimamente, con mo- | tivo de la a d o p c i ó n de los motores de 12 ci- | lindros para los automóviles, se ha discutido | en la prensa tècnica norteamericana si esos mo- | toies eran o no preferibles a los seis y a los | ocho, y el ingeniero jefe de la casa que prime- I ro lanzó el 12-cilindros no se ha mostrado i parco en publicar con càlculos y gràficos las | razones que abonan al 12; como animando a i los d e m à s a construir como él 12-cilindros. Y | todo ello lo lanzan a los cuatro vientos publi- |

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^ i i i i i i i i i i i i i n n i í M n i i i imiiiminiiiiiiimiiiii riiiiitiuiiiiiiiin STADIUM iiiiíiiiiMiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiMiiiiiniíiiiiitiiiiiiitiiiiiiiiifiiiiiiiriiiiiiiiiiniiiiiiiiiiiiiiiiiimiiu Q u e d a l e r m i n a n l e m e n l e p r o h i b i d a l a

r e p r o d u c c i ó n d e a r l i c u i o s y f o t o g r a f i a s i n s e r l a d o s e n e s l a p u b l i c a c i ó n , a u n c i t a n d o l a p r o c e d è n c i a .

c à n d o l o en las revistas técnicas de su país y de aquelles adonde exporian, y pagando a eleva-do precio la línea.

A q u i las tornas so vuelven. El edilor de la Revista tècnica tiene que estar en constantes averifítiaciones para poder dar cuenta a sus lectores de la nueva fabrica, del mievo tipo de coche, del nuevo accesorio. Averiguado el hecho, hay que escribir o visitar al constructor y advertirle que la d e s c r i p c i ó n serà gratnità, y que se hace para honra y provecho de la i n -dusti ia nacional. En esas condiciones accede el constructor a dar algunos datos para que el editor escriba el articulo, pero no todos, por-que no cenviene decir esto ni aqucllo, ni dar esle o aquel dibujo de detalles.

Algunas «innovaciones» que tracti hoy mu-chos atitomóviles y que se leen como exlranje-ras en catàlogQS escrites en lengua extranjera, nacieron en nuestro suelo; pero los interesa-dos, nunospreciando, tal vez, nuestra pobre prensa tècnica, que falla de sàvia nacional tie-ne que aliïtie-nentarse de lo que haceu en otras partes, dejaron que los extranos les tomasen la delar.tera, y hoy la mayoria del publico es-panol les liene a ellos por imitadores.

Nues'.ros constructores deben comparar el resiiltado de sus m é t o d o s de pubiicidad con los empleados en otros países. Si estudian de-tenidaniente la cuestióu, creemos que variaran de modo de pensar y veremos un florecimien-to de las revistas técnicas, que serd de gran provecho para la indústria nacional.»

L a bencina

1:1 gasto enorme de gasolina que se hace aciualmente, y niucho mas con motivo de la guerra europea, ha encarecido enormemente este articulo.

El precio medio de la gasolina es actualmen-te, en Paris, de 65 c é n t i m o s litro. Hace Ires anos era de 43, y al comenzar las hostilidades se elevo a 50.

El benzol, que tanto se empleaba en la capi-tal de l 'rancia para los taxis, ó m n i b u s , etc, ha desaparecido en absolulo a causa de haber ac?.-parado el Oobierno la p r o d u c c i ó n total para fabricar explosives.

Amèrica parece ser la Uamada a resolver este

problema, pues el aprovechamiento de enor-mes cantidades de p e t r ó l e o que hasla ahora se venían reputando como inútiles, de una parte, la enorme revolución, revolución que se està operando en los m é t o d o s que se emplean para extraer la gasolina, de otra, y un aumento con-siderable en la p r o d u c c i ó n de ella, hacen alejar mucho el dia de un agotamiento y dejan en-trever la posibilidad de obtenerla, en plazo no lejano, a un precio sumamente reducido.

Insistiendo

Aprovechando la estancia en esta capital del Director general de Comercio, don Alfonso Sala, el Presidente del R. A. C. de C. ha

cele-brado

una deleuida conferencia con el mismo,

para pedirle que estudie la posibilidad de su-p r i m i r los derechos arancelarios sobre el su- pe-tróleo y la gasolina.

De carreteras

Parece iniciarse un movimiento favorable en el Minislerio de Fomento acerca de las tan necesarias reparaciones de iiuestras carreteras. A las continuas gestiones del R. A. C. de C. se han unido las muy acerladas que acaba de realizar el diputado a Cortes seiior Zulueta, a quien ha prometido el Director general de Obras p ú b t i c a s que se giraria una visita de inspección para procurar remediar el actual deplorable estado de dichas carreteras.

E n Andalucía

Con el p r o p ó s i l o de evitar posibles acciden-tes, por la Jefatura de Obras p ú b l i c a s de Sevi-lla se ha ordenado la colocación de dos pos-tes indicadores de peligro de curvas r à p i d a s en San Isidro del Campo, los cuales han sido facilitados por la Real Sociedad Automovilista Sevillana.

Esta entidad, que ocupa uno de los prime-ros lugares entre las de su clase en Espana, se

verí

reiorzada en breve con la i n c o r p o r a c i ó n del Real Automóvil C l u b de Andalucía, que tiene su domicilio en Jerez.

A E R O N À U T I C A

E l Aero Club de Cataluna

Las adhesiones recogidas hasta hoy son mas que suficientes para que pueda hacerse ya algo definitivo en relación a la constitución del Aero C l u b Catalàn.

ammNlNinmi iiHiMiminiiimiiimmiíiiiimmiíitmiiMimiimiiiiiiiiiiiimmiMmiïnimiimiiim

BANDAS MACIZAS U. S.

V a i l e t y F i o l , S. e n C .

(7)

J l l l l i r i l l l l l l l l l l l l l l l l M I M I M I M t M I l l l l l i l l l M I I I I I U I I I I I I i n i l l l l l l l l l l l l l l l l l D l l l i n i l l l l l l l l l l l l l l l l l l STADIUM liíliíiiiiiiiiiiiiiiiiinMiMiiniiiiMiii iliiiiilillilliiiiíiitirlliiiiliniiiliiniliililillllllil·liu E n t e n d i é n d o l o así los que de acuerdo con

el comisionado especial del Real Aero C l u b de Espana han realizado los trabajos prelimi-nares para la fundación de la enlidad, se reu-niran cl miércoies de la semana p r ò x i m a , en el lugar de costumbre y a las siete de la larde, para tomar los acuerdos conducentes a la mas r à p i d a c o n s e c u c i ò n del fin propuesto.

Entre las últimas adhesiones recibidas figu-ran la del conocido banquero senor Tusquets v la del distinguido arlífice y lilerato d o n j u l i o Vallmiljana, ambos muy estimados amigos nuestros.

MOTORISMO

V u e l t a a C a t a l u n a

El Moto C l u b Deportivo Barcelona inau-gura el ano con una grandiosa manifestación: con la prueba de regularidad Vuelta a Cata-luna, en dos etapas: Barcelona-Manresa, con controls en Tarragona y Lérida, y Manre-sa-Barcelona, con control en Qerona.

La distancia total de 579 k i l ó m e t r o s , poco thenos que la que nos separa de M a d r i d , y el tener que marchar motos, sides y cycle-cars a

un c o m p à s ajuslado a una perfecta regulari-dad para alcanzar los premios, hacen de esta nueva manifestación una de las mas difíciles que haya hasla ahora eniprendido el Moto Club. La unanimidad de pareceres es tanta en aquella casa, suman entre todos los socios tal c ú m u l o de voluntades, hàllanse siempre tan cxcelentemente dispuestos sus ànitnos, dotados de tan grandes entusiasmos, que contra lo que se debia esperar, contra loquese podia esperar, son 31 los corredores que al alborar el ano 1916 se l a n z a r à n por esas carreteras y esos mundos de Dios a una lucha en la que el verdadero vencedor serà el motociclismo, afianzàndose y p r o c l a m à n d o s e de un modo absoluto y deíini-tivo, el uso no ya de motos y sides, que harlo probado està, sí que t a m b i é n el de los cycle-cars, que eslamos persuadidos c u m p l i r à n su cometido, dispersando lo que pudo flotar en su contra en una atmósfera viciada, a través de la cual nada pudieron ver aquellos que no quieren ver o no quieren comprender la reali-dad de las cosas.

A c o n t i n u a c i ó n publicamos el cnadro de los inscriptos a esta gran prueba motorista, con e x p r e s i ó n de marcas y horario de la carrera

para cada uno de los concursantes:

Concursantes y marcas l 2 3 4 5 0 7 8 9 UI 11 - . > Cycle-cars R. Clarasó . Billicans. . E. Rujolar . J. Lluch . . J. Custals. . J. Rerpiíia . F. Ricart . . E. Pantaleoni R. Romano . E. Marcel Jep Prim . . E. Bernardo. D y G . . . David. . . David. . . Morgan . . Ideal . . . Ideal . . . David. . . David. . . Buckingham Bombà . . David. . . Renault . . Motocicletas 13 14 15

ie

17 18 19 20 21 22 23 24 23 26 27 7& 29 30 31 M. Armangué . A. Ferran . . J. Vidal . . . P. Estalclla . . S. Codina . . Luis Solé. . . Juan Soler . . A. Arch . . . J, Clavería . . J. M a s . . . . B. Clavería . . J. Borés . . . E. Font . . . Indiun . . . Radge. . . . Zenitb . . . . Indian . . . Rower . . . Ariel . . . . Harley Davidson Hartey Davidson Douglas . . . Douglas. . . Douglas. . . Rower . . . Royal Enfield . Side-cars P. Llorens . E. Antonielti J. Palajón A. Arruga . F. Qüell . . J. Solé. . . Rower. . . Triumph. . Matchtess . Indian . . New-Hudson New-Hudson 1 d e e n e r o Salida Club 1 toia 5,13 5,16 5,17 5,18 3,19 5,20 5.21 5,22 5,23 5,24 5,25 5,26 3i — 5,01 5,02 5,03 5,04 5,05 5,06 5,07 5,08 5,09 5,10 5,11 5,12 C o n t r o l i , j j a d , , Lérida gona Hora 4 , -4,01 4,02 4,03 4,04 4,05 8,35 8,36 8,37 8.38 8,39 8,40 8,41 8,42 8,43 8,44 8,45 8,46 8,20 8,21 8,22 8,23 8,24 8,25 8,26 8,27 8,28 8,29 8,30 8,31 8,32 8,01 8,02 8,03 8,04 8,05 Hora 11,41 11,42 11,43 11,44 11,43 11,46 11,47 11,48 11,49 11,50 11,51 11,52 11,26 11,27 11,28 11,29 11,30 11,31 11,32 11,33 11,34 11,35 11,30 11,37 11,38 11,43 11,44 11,45 11,46 11,47 11,48 Salida Lérida Hora 14,15 14,16 14,17 14,18 14,19 14,20 14,21 14,22 14,23 14,24 14,25 14,26 14,— 14,01 14,02 14,03 14,04 14,05 14,06 14,07 14,08 14,09 14,10 14,11 14,12 13,45 13,46 13,47 13,48 13,49 13,50 Llegada Manresa Hora 18,47 18,48 18,49 18,50 18,51 18,52 18,53 18,54 18,55 18,56 18,37 18,38 18,32 18,33 18,34 18,35 18,36 18,37 18,38 18,39 18,40 18,41 18,42 18,43 18,44 19,11 19.12 19,13 19,14 19,15 19,16 2 d e e n e r o Salida Manresa Hora 7,45 7,46 7,47 7,48 7,49 7,50 7,51 7,52 7,53 7,54 7,55 7,56 7,30 7,31 7,32 7.33 7,34 7,35 7,36 7,37 7,38 7,39 7,40 7,41 7,42 7,— 7,01 7,02 7,03 7,04 7,05 Llegada ü e r o n a llora 12,43 12,44 12,45 12,46 12,47 12,48 12,49 12,50 12,51 12,52 12,53 12,54 12,28 12,29 12,30 12,31 12,32 12,33 12,34 12,35 12,36 12,37 12,38 12,39 12,40 12,57 12,58 12,59 1 3 , -13,01 13,02 Salida Oerona 13,35 15,36 15,37 15,38 15,39 15,40 15,41 15,42 15,43 15.44 15,45 15,46 15,20 15,21 15,22 15,23 15,24 15,25 15,26 15,27 15.28 15,29 13,30 13,31 15,32 15, 13,01 13,02 13,03 15,04 15,05 Llegada = M . C D . | Hora I 18.57 I 18.58 | 18.59

i

1 9 , -

i

19.01

i

19.02 I 19.03 I 19.04 i 19.05

i

19.06 § 19.07

i

19.08 | 18,42 18,43 18,44 18,45 18,46 18,47 18,48 18,49 18,50 18,51 18,52 18,53 18,54 19,02 19,03 19,04 19,05 19.06 19,07 riiiiiiiiiiiiiii)iiiiriiiiiiriiiiiii)iriiiMi)iirniiiiiiiitiiiiitiiiiiiii[iiiiiiiiiniiiiiiiiriuciitiiMirii.'iniiiiMirii i . i l i i l M i : i i l i r : i i . i i f i i i i i i i u i T i i i : i i i i u i i i i i i i i i i i i i u i i i i i i i i i i i i i i i i i i i M : i i : i i i i i i i i i i i l i i i i i i l l i i l l i i l i l i l : i i i i :

(8)

nu STADIUM • . i m m i i f i i m i i i n l i . i i t i c i n i

ACTUA L·IDADE^S GRÀFIC AS

Sexto concurso del Real Lavvn-Tennis Club del Turó

m m •"•"•El

/. Senorita Rosa Torras. — 2. Un dctulte de la lerraza del Tliró duranle la celebraciòn del concurso. 3. Senorita Comamala. — 4. Senorita Mimi Muller. 5. Senoritu Núria de Ferraler. — 6. Seílorita

Weper. 7. Seriorita Pilar Bosch. hoios Co

L

A sran afluència de jugadores inscriptos en el concurso interclub, organizado por el Real Lawn-Tennis C l u b d e l T u r ó , ha sido causa de que no pueda lerminarse este con-curso hasta manana o pasado, dias que estan

sefialados

para la celebraciòn de las pruebas

linales pendienles. El solo hecho de haberse

batido el record de las inscripciones es un dato elocuente para formar criterio acerca del gran éxito que ha tenido este concurso, siendo de notar que entre las inscripciones han figu-rado un buen n ú m e r o de distinguidas y nota-bles tenniswomen, algunas de las cuales ador-nan, con su gentil donaire, esta pàgina.

Partidos de futbol, de entrenamiento, para s e l e c c i ó n

Detalles de los partidos celebrados en los campos del R. C. D. Espailol y F. C. Espana r) A H A la p r e p a r a c i ó n de los jugadores que

i han de formar el equipo seleccionado de la l'ederación Catalana de Clubs de Eulbol, el C o m i t è directivo de esta entidad dispuso la MriMtllIírilllllMIHIIIIIIIIIMIinillllllllIMMIllllinillllllItllirUMIHIIIMlIllllllllllllllllIl·ÜUIMIIIIIIIII

celebraciòn de dos partidos de entrenamiento, | que se celebraron los dias 25 y 26. Tanto ei | juego como los jugadores se revelaron muy | por debajo de las circunslancias.

(9)

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J u r í s m o & C x c a r s i a n i s m o

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Monumentos y mamui- M

M lías • hinemflos y uiates M

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Indicaciones ütiles

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Ho te Ces y Bainearios =

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V i s t a g e n e r a l de l a A l h a m b r a d e G r a n a d a c o n sus j a r d i n e s Foto Thomas i

L o s b e l l o s s i t i o s d e E s p a n a

L a A l h a m b r a

L

a mayoría de los arqueólogos que han

de-dicació largos y profundos estudiós a

his-toriar este monumento nacional, que constituye

uno de los brillantes màs bellos y mas

hermo-sos, que màs relucen a los ojos del turismo

mundial, convíenen en que en la colina y

cam-po de Asabica hubo o pudo haber un barrio

que fué habitado por una colònia ibera.

Admiten también que la alcazaba de la

Alham-bra se construyó sobre los restos o ruinas de

un castülo romano o godo, apoyàndose estàs

conjeturas en fundadas razones.

Sobre lo que ya no estan tan acordes los

his-toriadores es sobre la fecha exacta en que fué

construído el maravilloso palacio, ya que si

bien El Edrisi, el sabio geógrafo del siglo xn

que describió con prolijidad la famosa

mez-quita cordobesa, al hablar de Granada no

men-ciona para nada el palacio nazarita, en cambio,

durante el imperio de los almoravides en

Espa-na, suena algunas, aunque muy pocas veces,

el nombre de la Alhambra, en ocasión en que

el ejército de Alhendrú (1162) subió a la

mon-tana que domina el Genil, o anos antes,

Aben-hud entro en la capital granadina por la puerta

de Mouror y se trasladó a la alcazaba de la

Alhambra.

Supónese que a fines del siglo xn

Maho-med I, en proporciones muy modestas, empezó

la construcción de lo que màs tarde debía

cons-tituir residència de soberanos, obra que

persi-guiera su hijo Mahomed II y que continuaron

Yousouf I, Mahomed V, Yousouf 11 y, por

ul-timo, los reyes católicos Isabel y Fernando, que

emplearon enormes riquezas, màs en

conser-var, restaurar y embellecer el palacio que en

proseguir una construcción que parecía haber

tocado a su término.

Dícho esto, y para resumir, diremos que,

prescindiendo de algunos restos y fragmentos

del desordenado cuarto dorado, de la forma

exterior del palacio, del decorado de la torre

de Comares, en todo lo cual se manifiestan

muy diversas diferencias arquitectónicas y

or-namentales, corresponde la construcción al

arte granadino, ya desarrollado y completo,

arte que resulta influído por el persa, que

al-gunos críticos consideran como antepasado

del arte àrabe.

*

* •

(10)

uiiiiiiiiiiiiniiiiiiiiiiiMiiiitiitiiHitiiiiiiiitiiHiiiiiiitiiiiiiiiiiiiiiriiiiiitiiiiriiiiiiiiiiiiiiiiiiiii S I A Dl UM itillilliiiiiiilliJiiiiiiiiiiiiiiiiitiiiiiihitiiiiitiiiiiíiiinniíiiiiiiiiiiiiiiniiliiiiilMiuiiHiHtinm Formando una de las verlientes del

pinlo-resco valle del Darro, al que domina, como por la parte meridional Granada, sobre rojizo eeno, àlzase Aljamrrrí de Nativola, q u i z à de roiiianos y godos, !a Mcdinat Aihambra de la poètica y galanle corte de los monarcas na-zaritas.

LB fortaleza de la Aihambra comprende un perimetro irregular en el que estan emplazados la Alcazaba, los palacios :irabe y de C a i -los 1, la A i h a m b r a alta, el secano, fèrtil campo de investigaciones, el Partal, o sea el baluarte y rninas de ia casa del Mufii, la torre de los picos, con sus cuarteles y puertas para comu-nicar con el Generalife, la torre del cabo de la Carrera, con sus defensas, y la ptierla y torre de siete suelos, la entrada mas imporlante de la Aihambra.

Separada de la Aihambra por un gran ba-rrar.co hàllase T o n e s Bermejas, defensa del campo de Arabica, habiúndose unido d e s p u é s estos centinelas avanzados, la alcazaba de la Aihambra y el Castillo de Mauror, con el gran macizo de colinas donde se asienta el Gene-i al Gene-i fe.

La Aihambra consti tu ye hoy en dia, d e s p u é s de tantas, de tantísimas investigaciones como se lievan hechas, de tanto como se ha escrito y estudiado, un problema artístico y a r q u e o l ó -gico poco menos que indescifrable, que no tendra solución en tanto no se lleven a feliz termino excavaciones en todos aquellos sitios en que puedan estudiarse las construcciones hechas en sus mas profundos cimientos, desde las verdaderas líneas de sus plantas. Cuanto mas y mas se remuevan los escombres allí existentes, cuanto mas se pro/undice, mayor ciaridad se irà irradiando sobre los restosglo-riosos del palacio granadino.

En la hermosa fotografia que llustra este ar-ticulo se nos aparece, radianle de hermosura, el fainoso palacio, rodeado de dilatades jai d i -nes, y aun cuando Aljalib dice, describiendo ia Aihambra, que rodeaban el m u r o de aquella población dilutiulos j a r d i n e s , propios del Sul-tàn, y a r b o k d a s frondosisimns, los bosques y los paseos que hoy deleitan y admiran cuan-tos turistas rinden visita a aquella maravilla enclavada en territorio hispano, se calcula, con sobrada razón, que son posteriores a la recon-quista de Granada, porque es evidente que una plaza fuerte no puede estar rodeada de bosques que la dominen. Los jardines y arbo-ledas de que habla Aljalib e^taban dentro del recinto.

Los documentos de la Aihambra hablan en 1687 de que las alamedas estaban muy fallas de ài boles, p e r ò hasta los anos 18ÓS y 1862 no se llcvaron a cabo las primeras obras moder-nas en esos sitios.

Dicho esto, invitemos al lector a subir por ta calle de Gomeres y a penetrar por la puerta de Granada en el recinto de lo que fué forta-leza (Cala al-hamra, Castillo rojo) y es hoy

una joya de inapreciable valor, admirada por | legión de excursionistas que, al rendir visita | a Éspana, la futura Meca del turismo mundial, p i é s i a n l e los honores debidos a su elevada je-rarquia dentro del arte a r q u i t e e t ó n i c o .

Antonio Montbverdb

Nota importante

P r o p o n i é n d o n o s que esta sección de turis-mo olrezca al lector, a d e m à s del deleite natu-ral por la simpatia que meiecen siempre estos temas, una verdadera utilidad, creemos de i n -terès advertir a todos que agradeceremos a cuantos realicen viajes o excursiones en tren, en a u t o m ó v i l , en vapor o en cualquier otra for-ma, nos envien, a d e m à s de una d e s c r i p c i ó n del viaje, con fotografías a ser posi ble, unas noias haciendo referència a la manera c ó m o han realizado el viaje desde el punto de vista material, es decir, al Servicio de ferrocarriles, al Servicio de hoteles, al Servicio de carruajes, de guias o cualquier otro sobre el cual hayan podido formar una o p i n i ó n en bien o en mal. Si son muchos los que asi lo hacen, realiza-remos entre todos una obra verdaderamente beneficiosa para nuestros semejantes y para nosotros mismos, puesto que estos informes, recogidos en plena vida pràctica del turismo por personas que lo praclican, puede consti-tuir la manera mas viable de evitar a otros molestias sufridas por unos, y viceversa.

Con ello puede hacerse un servicio mutuo de informacioiies cuya utilidad no necesita encareceise, desde el momento que por este sistema p o d r à saberse lo malo y lo bueno de cada lugar, y tal vez se consiga despertar el espíritu de mejoramiento, como resultado f i -nal de las consecuencias que naturalmente h a b r à n de derivarse de esos informes.

Hoteles y Garages de Granada

( Recomendados)

A i h a m b r a - P a l a c e . — Hotel Casino, de gran lujo, silurtdo al lado mísmo del Alcàz.ir. Ascen-sor, elcclricidad, calefacçidn central, bano, w. c, garage.

W a s h i n g t o n I r v i n g . Hotel situado al lado mismo del Alcazar. lilcciricidad, calefacción central, baSOi v . c, garage.

Garage de J o s é Rubio Marquez, calle dc Gra-cia, 38. Taller de reparaciones, depósito de benci-na y accite, inslalación elèctrica para carga de acu-niuladorcs.

(11)

gttiiinnuiuiiiitiiuiiwHiiiiwnimiiimnwuHiifiHniiitminiiiniiNiiiwiniHiMiiinniíi STADIUM

ACXTJ,\UIDADE,S GRÀFIC AS

1

Natación: Campeonato de Invierno, Copa de Navidacï

1 I g g S i l M Í P . I P

Los nadadores que tomaron parte en laspruebas, dispuestos a lanzarse a l agua para la Copa

Na-vídad, celebrada el dia 25 polos Claret

L

A referència que de esta prueba se hace en olro lugar de este n ú m e r o nos guarda de extendernos a q u í en d e m a s í a . Diremos solo

De derecha a Izquierdo: Ramon Berdemds, del C. N . B., vencedor de la prueba; Rodríguez, del Aihleüc, 2.',y Terradellas, de lu U. P. D. E. C , 3 " que la Copa de Navidad ha conslituído un nuevo tritxnfo para B e r d e m à s , el formidable nadador del Barcelona.

| Los partidos de polo para la

i

•Copa del Presidente" i

m i

Aspecto del campo del Real Polo Jockey Club durante el partida jugada el domingo ultimo | T A Copa ofrecida por el presidente del Real

| L i Polo Jockey Club, seiior Marsans, iia lo-| grado llevar mucha anitnación al parque de | deportes de dicha Sociedad con motivo de los | partidos de polo. El d o m i n g o pasado, jugando AiiiiiiniiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiMiiiiiiiiiiiiiiitiiiiiiitiiiiiiiiiiiiiiiiiMiiiMiiiiiiiitiiiiiiiiuniMiiiiiiiiiiiiii

por los rojos los senores Petit, M a r q u é s de | Monsoiís, Pattberg y Ferrer-Vidal, y por los i blancos los senores L ó p e z (E.), Cinnamond | (Normand y Bernardo) y Barón de Güell, |

ganaron los primeros p o r 1 a 0. |

Hotn Inandü E i n i n i i : n . n i ï n I I ' . I I I I I I I I I I I I I I I I I I llim in i M i i i i i i i i r i i i i r i i l i l i i t M i l i i i n l t ü i i n t i n u n u i ; ; u i t n n i ^

(12)

imwmilmirilmmMlmmMimKiiiiiMmiíiiMiiiiiiim iiiiiiuiiiiiiiiiinMniitiiiniii S TADIUM 11 mlMiitii iiiitiiitiiiiiriiiiruiiiifii rrniiiiiMiiii iriiiiiiiiiiiiiiiitiiiiiiniiii^

T E M A S AMENOS

L a poesia del sport

I

SIDRINA era la imichacha mas liiuia que habi-tabaen un precioso refugio de la costa brava. Alia, delgada, ojos claros, en los qLie se re-flejaba con loda exactitud el color de lasaguas que azoiaban violenlamenle las rocas; rubia, fina, delicada; esta figulma, que pcrsonificaba lodas las dulzuras que caben en el alma feme-nina, era, en aqucl plaoido refugio veraniego, reina y senora entre una colección de sober-bias princesitas; la única alegi ía del pueblo.

Los escasos poilos bebian los vientos tras de Isidrina. La mayoría de ellos la amaban en se-creto. Eran contadísiír.os los que le h a b í a n declarado sus atrevidos pensamientos, porque era verdaderamente lemerario atreverse a re-querir de aniores a aquella idealidad de mujer liermosa.

Campo-anior, como habia dado en llamar a Mario Carvajal la juvenlud dorada, poraque-llo de cine tenia mucho de poeta, mas de ena-moradizo, y vivia recluido en el campo para ver de desarraigar de sus pulmones cruel do-lencia, era el ú n i c o que habia puestO cerco a la fortaleza y que en mas de una ocasión habia sido admitido a parlamentar, auiK|iie despe-dido, por lo regular, con risa burlona.

Isidrina recibia casi a diario las mas bellas postal es, con versos preciosos de Mario, en los que éste vertía toda su alma. Las postales corrian de mano en mano por toda su corte de damas, y todas quedaban admiradas de las tiernas frases que se le o c u r r í a n a Compo-amor.

El asedio de M a n o Carvajal íuese convir-tietidO en aigo mas continuado que el bom-bardeo de Beigrado. A las postales sucedieron canas, breves al principio, pero que i ban aunientando de tamano y de diapasón a medi-da que avanzaban aqueilas relaciones... a me-ilias, porque isidrina admitia carlas, postales, flores, bombones, requiebros, pero aparentan-do Ser màs fria que el m à r m o l ; jamiís dejaba desli/ar una promesa por sus labios, causando la d e s e s p e r a c i ó n de .Mario Carvajal, que se figuraba dueno de aquella divinisima criatura. CuandOj niuy avanzado el mes de septibre, la mayoria de las familias veraneantes em-pezaba a pensar en el regreso a la corte, llego una familia compuesta de matrimonio y siete li ocho hijos, que a los dos días habían logia-ilo revolucionar el pueblo.

Desde muy de manana resonaban los ron-quidos de las bocinas de motos y bicicletas; las d l i cas lanzàbanse a jugar, unos días a golf, otros a tennis o croquet, y de sus diversiones no tardaran en participar la mayoría de los jóvenes y las j ó v e n e s de la colònia.

Mario Carvajal, ajeno a aquellos locos aje-treos, seguia impertérrito dirigiendo cartas a Isidrina, encabezandolas con estàs palabras: «jAlma mia!» y t e r m i n à n d o l a s entre lloros y suspiros al no verse correspondido en su arre-batadora pasión.

Aurelio, el mayor de la < tribu deporlista>1 como habia calificado Mario a la familia úlli-inaiuente llegada al pueblo, no tardo en perca-tarse de la sublime belleza de Isidrina.

Lejos de entretenerse en dirigiria odas ni en espetarle endechas, que no h a b r í a sabido es-cribir, porque Dios nuestro sefior no le habia conducido por los terrenos de la poesia, la invitó repetidas veces a participar en sus jue-gos, e Isidrina, en poco tiempo, fué haciendo admirables progresos en el lawn-tennis, en el golf, y hasta se aventuro a tomar asiento en el car acoplado a la magnifica moto de Aurelio.

Los p a p à s de Isidrina, confiades, no ya en la reconocida caballerosidad de Aurelio, sino conocedores de sus excelentes hiíbitos adqui-ridos en Inglaterra, donde se habia educado, no pusieron reparo — a pesar de los m u r m u -llos de la selva y de los rumores que la envi-dia hacía espaicir por el pueblo — en que los paseos de Aurelio e Isidrina se prolongasen mucho m à s de lo debido, a juicio temerario de Mario Carvajal y de las m a m à s de las p r i n -cesinas antes aludidas.

Isidrina fuése convirtiendo en una perfecta sportswoman, y atenta a las persuasivas mani-festaciones de Aurelio, dichas en ruda prosa, acepto su amor.

Ello c o n s t i t u y ó el tema preferente de todas las conversaciones duranie los últimos días de la temporada veraniega.

Don Cristóbal, a quien todos los veranean-tes tenían en el concepto de sabio, al lamentar, como todo el inundo, de que los amores del poeta Carvajal no hubiesen triunfado, acabo por sentar la siguiente premisa:

— Desengàfiense ustedes: en esta ocasión, lo que ha vencido a Isidrina ha sido la enorme poesia que encierra el sport...

Y tenia m u c h í s i m a razón. RAMIRO MUNTANER

L o s grabados

para

S T A D I U H

se

ejecutan en los

Talleres Gràficos

T h o m a s

C a l l e M a l l o r c a , 2 9 1 - 2 9 3 T e l . 7 5 8 3 - B a r c e l o n a

(13)

^MliitunilllillilMllilliliiniiliiinininiiiiniiiiiilliiiriiJiiniiiiiiiiMiiriiiiiilttlHlllllilllllill STADIUM iimmniiiimimiiimiimiiii iinniíiiMiiiiiiniiiiiiiiiiinniíiiiiiniui IIIIIIIIIIIIIIIIIIMÇ

i K a j i s t a de Sfc&Hs diuersas

Hloica • Cicítsmó n ú u l i c a • Caza u Pesca M C a í v n t c n m s • Tiro -Depol·lci aiféiícos. 1 CICLISMO

Neófitos y veteranos

Los elememos ciclisias solemnizan la enlia-da de aiio con dos carreras, organizaenlia-das, la una, con el titulo de Copa Bluemel, por el G o m í t é de Cataluna de la U . V. K., reservada para debutantes y corredores de tercera cate-goria, y la otra por el Sport Ciclista Català, en la que solo pueden participar los que, aun con-servando j ó v e n e s sus entusiasmes, pasan ya de la raya y vense clasificados en la categoria de veteranos.

Para la Copa Bluemel, donada por la casa que se dedica a la fabricación de punos y bombas, hay muy cerca de niedio centenar de inscriptos. En la de los viejos ciclistas del Sport Ciclista Català figuran docena y media de los que de buena gana eclipsarian aun, si pudieran, las glorias de un Febrer o de un Magdalena, sobre corlas dislancias.

Los j ó v e n e s se paseordn por Sarrià, M o n cada. Santa Coloma, San Adriàn y San A n -d r é s ; los veteranos iran hasta Castell-defels, los mayores de cuarenta aflos, y hasta Garraf los que aun no aputtian los cuarenta.

N A T A C I O N

"Copa de Navidad"

Este aiio el C l u b de Natación Barcelona no se preocupo gran cosa, ni de jalear su Campeonato de Invierno, ni de presentar el C o n -curso con la magnificència de otras veces.

A pesar de ello, 47 fueron los Inscriptos. El dia de Navidad, el tiempo no se mostro muy bonancible. Ello influyó en que muchos se retrajeran de participar en la prueba de 200 metros.

Veinliocho se lanzaron al agua. Entre Ber-d e m à s , R o Ber-d r í g u e z y TerraBer-dellas se e n t a b l ó la lucha, llegando juntos al viraje.

B e r d e m à s l o g r ó franquear con mayor facili-dad que R o d r í g u e z el grupo de nafacili-dadores que les seguían, con lo cual R o d r í g u e z se vió lian-dicapado.

Llego primero B e r d e m à s , del C l u b Nata-ción Barcelona, obteniendo definitivamente la Copa, por haberla ganado el aiio pasado, y cinco segundos d e s p u é s R o d r í g u e z , del C l u b Natación Athletic, seguido de terradellas, que

defendió brillantemente los colores de la Union Profesional de Dependientes del Comercio.

El éxilo, no trabajado, que obtuvo el C l u b de Natación Barcelona le h a b r à de inover a proporcionar a sus grandes rtiahifestaciones m a r ç o s m à s vistosos, que con la voluntad de su Junta serà fàcil conseguir a muy poca costa.

H Í P I C A

Rally-paper

La Sección Hípica del Real Polo Jockey Club ha dado cima a los trabajos de organi-zación del rally que se verificarà manana en Santa Perpetua de Moguda.

Esta vez, teniendo en cuenta que los socios se dispulan como trofeo una preciosa Ccpa costeada entre todos ellos, base escogido Uíïa pista sembrada de dificultades, de modo que los que alcancen la victorià demostraran que no temen los obstacnlos y que, convencidos de cual es su ròle, lo d e s e m p e n a r à n a con-ciencia.

Con publicar la lista de cuantas distingui-das personalidades integran la Sección Hípica del Polo facilitaríase la tríisión del cronista, pero, dados los entusiasmes que rei nan a la hora actual en el Club, creemos que seran muchas m à s las que concurran, r e s e r v à t u i o n o s el placer de citarlas en el n ú m e r o p r ó x i m o al lener que enumerar sus mérilos.

F U T B O L

Athletic-Barcelona

Desde anteanoche son nuestros h u é s p e d e s los famosos jugadores del Alhlelic Club de B i l -bao, varias veces canipeones de Espaiia y ac-lualmenle en posesión de tan envidiable titulo.

Envidiabíe por algunos de nuestros clubs, pero tal vez — y p e r d ó n e s e n o s esta indicación — m à s e n v í d i a d o por el F. C. Barcelona que por otro alguno.

Dejamos consignado en el n ú m e r o anterior lo que o p i n à b a m o s respecto del Barcelona — del actual Barcelona — y nuestras fundadas esperanzas de que la suerte, acompanada de otros factores, le sea favorable en el aiio 1916 para llegar al p i n à c u l o de sus legítimos or-g u l l ó s .

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iiiimmiímmiíiimimimiiiiii-•jlMlliriiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiitiiiiiiiiiliiltiiiiiiiiiririiiiiiMliíriiiiiiiiiiiiMliíliiiiiiiriiriiiiiiiin STAOl UM iliiiiiiiliiiiMiiiiiliiiiiiiiiiriiiiiiJMiliiiMliíiiiiiiiMMiíiriiiiiliiiiiiiiiitiMiiiiiiiiiiililrririiiiit: Si en el alma ile los once jugadores de su p r i

-mer equipo esas aspiraciones eslan firniemente arraigadas, hoy y manana, en su e s p l é n d i d o campo, ante el publico aficionado que l o Ile-narà en colmo, pucde demoslrarnos que le sobran arrestos y condiciones bastantes para vèncer a su elei no rival y para conquistar con honra y glòria, el titulo de C a m p e ó n de Es-paiia.

Por su parte, el Athleiic de Bilbao, jugando ante el publico b a r c e l o n è s (no decimos barcelonista), siempre corlés, sensato, que no o l -vida el diclado que Cervanles diera a la culta Barcelona, y en un lerreno que no le es propi-cio, con todo y a pesar de ello, l u c h a i à con sus bríos, con sus entnsiasmos de siempre, que tanta y tan legitima fama le han proporciona-do, y de la lucha entre ambos sacarà el espec-tador una impresión agradable, que celebrare-mos poder aplaudir y alabar, sea cual fuere el vencedor y sea cual fuere el vencido.

P E D E S T R I S M O

P r a t - G o s t

Los dos rivales volveràn a medir sus fuer-zas manana, en el v e l ó d r o m o del Tirador, de Palma.

Esta vez parece que Prat hàllase seguro de sus fuerzas y se las p r o m e t é bien felices, mà-xinie d e s p u é s del triunfo que obtuvo última-mente sobre Gosi.

Sea lo que fuere, el jueves habremos de ver conteudiendo nuevamente a Oost y a Prat en el campo del Barcelona, y éste serà malch de-finitivo que v e n d r à a resolver ante el supremo cl pleito que dcsde hace algun tiempo vienen sosteniendo los dos andarines y que al misero escribono le han hecho llenar tantos pliegos.

D E P O R T E S D E N I E V E

Club Alpino Espanol

Con las grandes nevadas de estos dias ha comenzado la a n i m a c i ó n en el «chalet» de Navacerrada, que ya se vió c o n c u r r i d í s i m o el domingo anterior, especialmente por gran nú-mero de sefioras y seiioritas.

La enorme cantidad de nieve acumulada en la carretera i m p i d i ó el acceso de autotnóviles; pero, gracias a los trabajos de espalación hechos en ella por cuenta del C l u b durante la pasada semana, se pudo llegar hasta el

«cha-A d e m à s de las grandes mejoras realizadas en el mismo, se han reformado, a m p l i à n d o l o s convenienternente, dos trampoliues de saltos y las pistas de los kilómetros 19 y 20, dejando este último en condiciones de que puedan

veríftcarse en él diversos concursos.

Se ha comenzado la c o n s t r u c c i ó n de una pista de 200 metros para <ludges> y trineos,

Caí das, C o n t u s í o n e s ,

Heridas...

oxisenada

Volcàll

No e s p e r é i s a que s e infecten

PR1NIMES DKPOSITARIOS

FMMIC1U i - UR1ACH Y C / - Moncada, 20

que en breve se abrirà al p ú b l i c o , con dos virajes emocionantes, y se ha solicitado la pre-sencia en el Club, los domingos, de un cono-cido constructor de «skis>, quien los v e n d e r à al p ú b l i c o , alquilarà y h a r à las reparaciones que en ellos sean necesarias.

Bien surtido el restaurant de toda clase de conservas, vinos y cervezas, en él e n c o n t r a r à n toda clase de facilidades para organizar sus almuei zos, tanto los socios como sus invitados.

I . A W N - T E N N I S

Concurso del Pompeya

N o bien senàlase la hora del t é r m i n o del Concurso del T u r ó , la Sociedad Sportiva Pom-peya celebra la a p a r i c i ó n del aiio con un con-curso dc lawn-lennis, en el queconstan inscrip-tos sus mejores y mas notables jugadores; de modo que no es aventurado predecir un éxito, que se da por desconlado.

6cos u noticias

Con motivo de la festividad de Inocentes, n u í c h o s de nuestios cronistas deportivos han hecho alarde de su ingenio y buen humor en sus respectivos p e r i ó d i c o s . Entre ellos ha lla-mado la atención p o r su o r i g i n a ü d a d , gracejo e intención, la P à g i n a deportiva de Inocentes publicada por E l Correo C a t a l à n .

En Portugal eslàn h a c i é n d o s e gestiones para la creación de una F e d e r a c i ó n de Remo que una a todas las sociedades que allà en Lusita-nia se dedican a dicho deporte,

La idea ha sido muy bien acogida.

Los conocidos deportistas don J o a q u í n , don Agustin, don Enrique y don Lisardo Peris de Vargas pasan la pena de haber visto morir a su querido padre, persona respetabilísima y apreciada, cnyo entierro se verifico el lune's ú l t i m o .

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£11 i innimiiininiuiiii i n i í U N l H i H H i i H i n m u i i W u i i 11:111" S I A Dl L'M n i ú i i i n n i 1 un 1 «ww l ' mmniti

A C T U A 1,1 D A D E S G R À F I C A S |

Concurso de Golf en Pedralbes, Copa de Navidad |

| p - ; " • \ ••••" "'' •• I

/. Cosmc Dantiàn de Churruca, vencedor del concurso Copa de Navidad.—2. Ricurdo de Churruca, cla-sifleado segundo.~3. Los hermanos B . y N . Clnnamondy don Rafael Ohregón, en una fase del fucgo.

| /"^ON el éxito que preside todos los actos que I V-> organiza el Barcelona Golf Club, duranle las fiestas de las últimas Navidades se celebro | un iníeresante concurso para disputarse entre | los socios de aquella aristocràtica entidad las | Copas Uamadas de Navidad, en atención a la | fecha que han sido objeto de contienda. Esta | se d e s a r r o l l ó en tértninos de una gran conipe-| tencia, haciéndose, por parte de la mayoría de

1

E l Athletic Club de Bilbao

Polos Co

los concursantes, hennosisimas jugadas; p e r ò | la victorià fué finalmente para don Cosmc Da- | miàn de Churruca, hijo del dignísinio presi- | dente del C l u b sefíor Conde de Churruca, a i guien cabé la satisfacción de que su s é g u n c ó | hijo Ricardo alcanzara el segundo lugar. |

Regata de moto-canots |

Equipo completo del Athletic Cub de Bilbao, que j u g a r à hoy y manaria con el P. C. Barcelona Foto Claret

En primer termino el canot Joya, del senor Xaa- | daró, vencedor de la regata

s

O

ROANIZADA por el Real Club Nàuiico se | celebro el domingo una regata de canots | a u t o m ó v i l e s , prueba que desperto venladero | interès, dado lo poco que abundan aquí las | regatas de esta clase. Resulto vencedor el canot | Joya, de don Eduardo X a u d a r ó , ganando la |

Copa del C í r c u l o del Liceo. I I

(16)

STADIUM

Acompanamos a los hijos del finado y demas | familia en su justa aflicción, y les testimonia-| mos desde aquí nuestro m à s sentido pcsame.

El dia 9 del actual se celebrarà la gran prue-ba pedestre Cross-country Vallmitjana, organizada bajo el palronaio de la Eederación A t -lètica Catalana.

Se asegura que la F e d e r a c i ó n Catalana de • u b s d e Foot-ballse vol vera atràs de susdeseos de descalificar a los notables jugadores Armet y Alcàntara, porque no puede i m p o n é r s e l e s castigo alguno por su actitud, perfectamenle ajustada al crilerio de los nuevos reglamentos, que en este punto estan de acuerdo con una enmienda presentada por el actual Vicepresi-dente del C o m i t è y aprobada durante la dis-cusión de a q u é l l o s .

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E C C I Ó N

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F I C I A L J |

Real Automóvil Club

de Catalufia

La Junta directiva del Real Automóvil Club de Catalufia l o m ó en su última sesión los siguientes acucrdos:

Aprobar el presupuesto general de gastos del ano p r ó -ximo. Enviar a los socios una circular, junto con un proyecto de contrato para sus mecà-nicos. Seiialar el dia 14 de enero p r ó x i m o para la celebración de la Junta general o r d i n à r i a . A d m i t i r como socios de n ú m e r o a don Juan Serra Arola y don José Borràs Ferrer, y como sociocorresponsal a don Buenaventura Girona, de Tarragona. Y a g r a d e c e r a l senor Presidente las acerladas gestiones realizadas en relación con las subastas de reparaciones de carreteras.

Durante estos dias se c e l e b r a r à n en Lisboa Ires interesantes partidos internacionales de futbol entre el Montriond-Sport, de Lausanne, y el Bemfica.

El M o n t r i o n d - S p o r t ha sido c a m p e ó n de Suiza durante la temporada 1912-1913.

U n p e r i ó d i c o deportivo que se publica en Zaragoza, ha organizado entre sus lectores un concurso, que explican por si solas estàs dos preguntas a que hay que responder al llenar el boletín:

^ Q u é muchacha opina usted,es la m à s g u a p a de Zaragoza?

g Q u é piropo se leocurre a usted ctiando la vé? Tiene la mar de gràcia, ^verdad?

La U n i ó n Velocipédica de Portugal ha ce-lebrado recientemente el 16." aniversario de su fundación.

Por enlusiastas deportistas se estàn practi-cando gestiones para celebrar un imporlante paí tido de futbol a beneficio de la Escola Ca-talana Mossèn Cinto.

Los trabajos de organización de este encuen-tro estàn ya mny adelantados y se cree que

podrà efectuarse dentro de este mismo mes.

Ha fallecido en Bilbao el gran entusiasta del futbol y antiguo jugador del Athletic, Alejan-dro de Acha. Esta muerte ha sido muy sen-tida, dadas las grandes simpatías que contaba el finado.

De ía uida

en sociedad

Maria Barrientos.

Eslas dos palabras, impresas en un cartel, son como un santó y sena para llenar un teatro.

Asi o c u r r i ó en el Liceo el pasado miércoles, por la noche. Cantaba Maria Barrientos, la incomparable diva, y cantaba a beneficio de una hermosa institución que ella fundarà. Na-da, pues, tiene de extrano que nuestro gran teatro se Menarà a rebosar de ese p ú b l i c o se-lecto y distingtiido que sólo acude al Liceo en las grandes solemnidades.

Nuestro gran niundo a c u d i ó en masa a ren-dir nuevo tributo de a d m i r a c i ó n al sublime arte de Maria Barrientos y a tributar un cari-noso saludo de despedida a la insigne artista que parte para America, donde le esperan nuevos aplausos y nuevos triunfos.

Con lo dicho, y con hacer constar que el m i é r c o l e s vimos ocupados por vez primera en esta temporada algunos palcos que permanecían cerrados desde larga fecha, creemos i n -útil citar a q u í la larga lista de los nombres, tan conocidos entre los habituales conctirrentes al gran teatro.

A l tributar desde estàs columnas los últimos aplausos a la eximia cantatriz, le deseamos feliz viaje, felices éxitos y un pronto regteso, para que nuevamente tengamos ocasión de admiraria y de aplaudiria.

U n bello pensamiento ha surgido entre un grupo de aristocràticas damas, cuya p r e s i d è n -cia ha sido confiada, con verdadero acierto, a senora de tan relevantes condiciones como la Condesa de Churruca.

(17)

J i i l t i i i i i l M l i i i l i i l H l i t n i i i i i i i l i i i i i i i i l i l M i i i i H i i i i i i i i u i i i i i ( i ) i i i i i i i i i i i i ) l ) l l i i i : i i i i l ) i l · i i i i S T A D I U M iiiiiiiiiiuiiiniiiiiitiiiitiiitiMiniiiitiiiiiMiiiiiiiMiitiriiiiirtiiMiiiiiiiMiiiiiMiiil·iiiiiiiitiirir

Se trata de ofrecer, por s u s c r i p c i ó n , a la Guardia Civil, una bandera y un estandarte que sean modelo de riqueza y de buen gusto. Eslamos persuadidos de que tan loable y patriótico pensamienlo serà secundado por uiuclias personas, las cuaies pueden dirigírse directamentea laseiiora Condesa de Churruca.

*

A fin de allegar recursos para las escuelas gratuitas que sosliene la Asoclación de Nues-tra Senora de Pompeya en la Travesera, 8 (Gracia), se han organizado tres funciones en el Cine Cataluna, que lendràn lugar los días 4,

11 y 18 del proximo enero.

A juzgar por el gran n ú m e r o de abonos pe-didos, puede augurarse un éxilo completo.

Componen la Junta las siguientes distingui-das senoras y senoritas:

Presidenta, Excma. senora dona F r a n c i s c à Soulere de Rusinol; vicepresidenla, dona Ca-rolina Carbonell de del Río; secretaria, senora Marquesa de Monsolís; vicesecretaria, senorita Maria G i r a l ; tesorera, senorita Mercedes de Sentmenat; tesorera de ni nos, senorita Josefina Bertrand; administradora, senorita Mercedes Bertrand; vocales: Excma. senora Marquesa, viuda de Julià, senora Marquesa de la Laguna de Cameros, dona Mercedes Coma de Ber-trand, dona Teresa de la Figuera de Llompart, dona Ramona M a r q u é s , viuda de Vila, dona Eva Vinamata de Monleys, dona Elena G i r o -na, viuda de Folch, dona Maria Ana Serra, viuda de Gibert, dona Raimunda Reig de Bosch; dona Maria Tapis de Folch, dona Mer-cedes Steva de Garcia, dona josefa Monegal de Palomo, dona Montserrat Carulla, senoriía Josefina Julià, senorita Manolita Ricart,

seno-rita Maria Vila, senoseno-rita Ramona Vila, senoseno-rita M." Teresa de Gibert, senorita Carolina G i -rona y senorita Maria H e n r i c h .

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A u t o m ó v i l e s

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Queda terminantemente p r o h i b i d a la re- | p r o d u c c i ó n de articulos y f o t o g r a f í a s inser- I tados en esta p u b l i c a c i ó n , aun citando la p r o - |

cedencia. | La Ge.encia de la " E d i t o r i a l Deportiva, i

S. A . " , e x i g i r à judicialmente las responsabi- | lidades establecidas en la vigente ley de Pro- | pledad Intelectual por la r e p r o d u c c i ó n de ar- | tículos y grabados que se hayan publicado | en los p e r i ó d i c o s que edita esta Sociedad.

Carnet del sportsman

Resultados técnicos

I

I

g Barcelona g

n •

Ftltbol.—Barcetóna; Parlidos de entrenamiento'. Dia 2ï. Lquipo selección contra equipo entreiia-dor, 4 a 1. —Dia 26, 3 a 2.

Madrid: Partidos intertiacioiiales. Dia 25. Spor-ting de Lisboa-Madrid, 2 a I.—Dia 26. Spoi'tílig dc Lisboa-Allilclic de Madrid, 3 a 1. Dia 28. Spor-ling de Lisboa-Madrid, 1 a 1.

Sun Sebastídlt: Parlidos iuterrcgionalcs. Dia 25. Selección guipuzeoana contra selección barecionc-sa, 5 a I .

h ú n : Parlidos intcrregionales. Dia 26. Selección guipuzcoana contra selección barcelonesa, 4 a L.

Bilbao: Campeonaio Regional del Norte'. Dia U6. Athlciic-Arin, 4 a 0.

Golf. —Búrcelonm Copa de Navidud. Barcclon; Golf Club. Dias 25 y 26. Semifinales. K. de Chu-rruca vence a H . Harrsen por 5 y 4 a jugar. Cosme D. de Churruca vence a A. Rosales por 8 y 7 a jugar. Final. Cosme D. de Churruca vence a R. de Churruca por 2 y 1 a jugar.

Lawn-tennis.—fiarce/o/jo; Concurso interdubs organizado por el Real Lawii-Tennis Club del Turó. Del ly diciembre al 1 de encro. Pinales. Campco-nato individual de caballeros. L. Flaquer veitce a Satrústegui por 6 2 6.3.—Canipeonato de parejas caballeros. Flaquer-J. M . Saguier vencen a A. Or-liz-Satrústegui por 6 2 6 3. Campeonato indivi-dual de senoritas. P. Subirana vence a R. Torras por 6 1 6/1. — Individual de senoritas, con ventajas (final). Senorita Ü, Subirana ( — 3;6) vence a se-norita C. Witty ( - 15) por 6 1 9 7. —Individual dc caballeros, con ventajas Clase A. Dr. Yale ( — 2 6 ) vence a Morales ( — 4,6 ) por 7/5 6 L— Clase 13. Sieva (Ü) vence a Barril ( —2/6.)por 6 5 6 4. Parejas dc senoritas, cou ventajas. S.

Bosch-P. Subirana ( — 30) vencen a C. de Aiguavives-B. Soler ( + 2 6 ) por 6 0 6 2.

M o t o r i s m o . — Barcelona: Regata handicap de canois automóviles. Real Club Nàulico. Dia 26.

Distancia 10 millas. \.",Joya, de E. Xaudarò. N a t a c i ó n . Barcelona: Copa Navidad. Dia 25. Distancia 200 metros y un viraje. 1.°, R. Berdemds, del C. N . B., 3 m. 28 s. 2.°, E. Rodríguez, del C. N . A., 3 ra. 35 s. *iú 3.°, J. Terradellas, de la U. P. D. E. C , 3 m. 55 s. ' -..-Carrera a 50 metros. I . " , M. Armangué, 58 s. ' :.; 2.°, R. Serra, I m. •V·;; 3.°, Saíayet, 1 m. 4 s. % .

Peúestr'xsmo. —Barcelona: Carrera handicap. Campo del Barcelona. Dia 25. Distancia 2.776 mé-ïïtluHmiitimiiilluiimiiiiiiiiiiiiiitiiiiiiiiiiiHliiliili \ 5 iii)>ihiiiiiiii:iiiiiiii)iniiiiiiiiiiiitniMiiiiiiiriiMiiiir)i(iiiiiriii)itifit)liiiiiiliiiiiiiiNiiiiiri[iiiMiiiiniR

(18)

iuiniuMiniinnHiiiiniMiiimiiiiiiJiimiiiiiiiiniiiiiiiriiiiiiiniiiiimintiiiiiiiiiMiiMiiiiiiii STADIUM iiiiiiiiJiijrii'i>ii>iiiiiriiiijiijiiniiiijiiil·nuiiiiirNiiiiii:iiiiiii(niiiiHiih.iin!iiiiiiiiuiirriiu | nos. 1.°, P. Fral (sratch), 9 m. 10 s.; 2.°, García,

| 158 metros dc veniaja, a 40 metros; 3.°, Torres, i 178 metros de ventaja, a ()0 metros. —Cliallenge i Maluquer. Distancia 400 metros. 1.°, Blanc, 1 m. | i s.; 2.-, Costa; 3.°, Friedrich.

| Sun Sebaslidn: Campeonato Vasco Amateurs. | Dia 26. Dístatlda 4.150 metros. 1.°, F. Alegria, I 13 m. 19 s.; 2.", R. Adarraga, 13 m. 30 s.; 3.°, | O. García. 13 m. 30 s. V Por cquipos. 1.°, Jolas-| tokieta, 17 puntos; 2.°, Fortuna, 31 puntos; 3.", = Sliooting Vergara, 43 puntos.

Pelota vasca. — Burcelona: Real Sociedad de Sport Vasco. Dia 25: ü . Ferrer-Mas ganan a Mar-| tinez-Bornis por 40 a 30.— Dia 2(>. Jaumà-Cauals | gaiii ti a üoinila-Torras por 40 a 30. — Lioparl-Bar-| gnnó ganan a Pons-Mas por 40 a 32.

i Polo. — Barcelona: Copa del Presidenie. Con-| cursa del Real Pelo jockey Club. Dia 20. Petit, | Marqués de Monsolis, Pallhetg y Fcrrer-Vidal y

| Qüv'il veiieen a l.ópez Cimiamond (N. y B.) | y Barón dc Güell por 1 a 0. — Dia 30. Marques | de Monsolis, Bofill y Barón de Güell vencen

í .i LópVZ) Pattberg y Ferrer-Vidal y Güell por | 5 a 2.

Yfíchtlng. Barcelona: Rcgatas nacionales or i gaui/.adas por el Real Club Nàutico. Dia 26. Dis-1 lancia Dis-10 millas. Regata scrie 8 y Dis-10 metros. Dis-1.°,

| tttis I I . del Marqués de Alella, 2 h. 6 ni. 3 s.; 2.",

| Jaitet I I , dc L. Raiés, 2 h. 8 m. 5 s. -Sèrie de 7 me-i me-irr)s. me-i.", Giraklilla, de Belive y Bosch, 1 h. 57 m.; | 2.", King-Coal, del Conde de Fígols, 2 h, 34 m ; | 3.", Nort, dc J. Martínez, 2 b. 54 m. Scrie de 6 | metros. 1.°, Àpaclie, de Raich y Riba. -Dia 27. I Regala al viento. Moil.lar nua baliza. Recorrido | ') rtliilas. Sèrie 10 metros. 1.", Incs I I , del Marqués I de Alella, 2 li. 31 m. 13 s. — Sèrie de 7 metros. 1.", I GiralMlta, 2 h. 2 tn. 4 s.; 2.", Norl, de J. Manínez, | 2 h. 14 m. 24 s.; 3.", King-Coal, 2 h. 15 m. 5 s.

Copa Comiti de Remo (cuarta prueba), organi-zada por el Real Club Marlllmo de Barcelona. Dia 25. Distancia 4 millas. 1.", Dragonera, de R. Mora-tó, 55 m. 16 s,; 2.", Ratxa, de Gasóliba, 56 m. 30 s.: 3.", Ligero, de Boscli y Caiaríneu, 1 hi 3 ni. 4 S.

P r o g r a m a p a r a h o y

Motorismo. -Vuella a Catalnna. Prueba de Re-gularUad, de motos, side-cars y cycle-cars. Salída OCl Molo Club Deportivo. A las 4.

Lawn-tenolB. — Concurso inlcrclubs organiza-do por el Real Lawn-Tennis Club del Turó. Parti-dos fiuales. A las 9.

Concurso social dc la Sociedad Sporiiva Pom-peya. A las 9.

Tiro. Tiradas de concurso y de enirenamiento· Poligoiiii del Tiro Nacional. Montana dc Mont-juicll. A las 9.

Hockey.—Panidos de ciitrenamiento entre so-ci os del Real Polo Jockey Club. A las 10.

Partidos de entrenamiento entre socios de la So-ciedad Sporiiva Pompeya. A las 10.

Ciclismo. - Copa Btuemel, orgauizada por cl Comitè regional de la U. V. E. Distancia 46 kiló-metros. Salida de Saus. A las 10.

Pelota vasca. — Partidos de entrenamiento en-tre socios de la Real Sociedad de Sporl Vasco, Fronlóu Condat, A las 11,

Futbol. —Primer partido interregional Athlctic de Bilbao-Barcelona. Campo del Barcelona. A las 15.

Programa para manana

Ciclisme. Carrera de veteranos, orgauizada por cl Sporl Ciclista Català. Salida del Puente dc D," Elisenda. A las 8.

Lawn-tennis.—Concurso social de la Sociedad Sportiva Pompeya. A las 9.

Hípica. —Rally-paper organizado por la Sección Hípica del Real Polo Jockey Club. Rcndez-vous. A las 9,30.

Hockey.—Partidos dc entrenamiento entre so-cios del Real Polo Jockey Club. A las 10.

Partidos de entrenamiento entre socios de la So-ciedad Sporiiva Pompeya. A las 10.

Pelota vasca. - Partidos de entrenamiento en-tre socios de la Real Sociedad de Sport Vasco. Frontóu Condat. A las I I .

Polo. Copa del Presidenie. Partido de polo. Parqne de sporis del Real Polo Jockey Club, A las 11,30.

Natación. — Distribución de premios de la ca-rrera Copa Navidad, orgauizada por el Club Na-tación Barcelona. A las 12.

Futbol.- Scguudo partido interregional Athletic de Bilbao-Barceloua. Campo del Barcelona. A las 15.

Motorismo. Vuelta a Catalnna. Prueba de Rc-gularidad, de motos, side-cars y cycle-cars. Llegada al Moto Club Deponivo. A las 19.

De lodos esios feslivales deponivos publicarà extensa resena. en su número del luues próximo,

El Mnndo Deportivo.

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