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Trombo intraprotésico após tratamento endovascular de aneurismas da aorta

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www.elsevier.pt/acv

ANGIOLOGIA

E

CIRURGIA

VASCULAR

ARTIGO

DE

REVISÃO

Trombo

intraprotésico

após

tratamento

endovascular

de

aneurismas

da

aorta

Nelson

Oliveira

a,b,∗

,

Sanne

Hoeks

a

,

Sander

Ten

Raa

a

,

Klaas

Ultee

a

,

Ellen

Rouwet

a

,

Johanna

Hendriks

a

,

Hence

Verhagen

a

e

Frederico

Bastos

Gonc

¸alves

a,c

aServic¸odeAngiologiaeCirurgiaVascular,ErasmusUniversityMedicalCenter,Roterdão,PaísesBaixos bServic¸odeAngiologiaeCirurgiaVascular,HospitaldoDivinoEspíritoSanto,PontaDelgada,Portugal

cServic¸odeAngiologiaeCirurgiaVascular,HospitaldeSantaMarta,CentroHospitalarLisboaCentral,Lisboa,Portugal

Recebidoa3demaiode2015;aceitea24dejunhode2015 DisponívelnaInterneta28deagostode2015

PALAVRAS-CHAVE Trombose; Tromboembolismo; Aneurismaaorta abdominal; Procedimento endovascular

Resumo Aformac¸ãodetrombointraprotésicoéumeventocomumapósEVAR.Contudo,asua histórianaturaleimpactoclínicosãocontroversos.Consequentementeasindicac¸õeseotipode tratamentoparaestasituac¸ãonãoseencontramaindaestabelecidos.Nesteartigo,osautores realizamumarevisãodaliteraturaprocurandoclarificarafisiopatologia,oimpactoclínicoe discute-seasuaabordagemterapêutica.

© 2015 Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular. Publicado por Else-vier España, S.L.U. Este é um artigo Open Access sob a licença de CC BY-NC-ND (http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/). KEYWORDS Thrombosis; Thromboembolism; Abdominalaortic aneurysm; Endovascular procedure

Intraprostheticthrombusfollowingendovascularaorticaneurysmrepair

Abstract Intraprostheticthrombusaccumulation isacommoneventfollowingEVAR. Howe-ver,its’naturalcourseandclinicalimpacthaveremainedcontroversial.Consequently,optimal treatmentisyettobeestablished.Thisarticleprovidesareviewoftheliteraturewhich focu-seshighlightingtheavailableevidenceregardingthepathophysiology,clinicalsignificanceand therapeuticapproachofthisentity.

© 2015 Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular. Published by Else-vier España, S.L.U. This is an open access article under the CC BY-NC-ND license (http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/).

PrémioMelhorComunicac¸ãoJovem---21deJunho,Braga.

Autorparacorrespondência.

Correioeletrónico:[email protected](N.Oliveira).

Introduc

¸ão

A reparac¸ão endovascular dos aneurismas da aorta abdo-minal infrarrenal (EVAR) tem sido adotada cada vez mais frequentemente como modalidade terapêutica primária, http://dx.doi.org/10.1016/j.ancv.2015.06.002

1646-706X/©2015SociedadePortuguesadeAngiologiaeCirurgiaVascular.PublicadoporElsevierEspaña,S.L.U.EsteéumartigoOpen AccesssobalicençadeCCBY-NC-ND(http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/).

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sobretudoem doentes de risco anestésico-cirúrgico inter-médioouelevado1.Entreascomplicac¸õesquetêmlimitado

osucessoclínicoalongoprazoapósEVARencontram-se os eventostromboembólicosassociadosàendoprótese, nome-adamentetrombose de ramoou detoda aendoprótese e comfrequênciamenor,aemboliadosmembrosinferiores2,3.

Afisiopatologia destes eventosnãoestá aindatotalmente esclarecida,masalgunsautoressugeremqueaacumulac¸ão progressivadetrombonointeriordasendoprótesespoderá precederoeventooclusivofinal4,5.

Formac

¸ão

de

trombo

intraprotésico

---um

processo

dinâmico

Aformac¸ãode depósitosmurais detrombo intraprotésico ocorreemcercadeumquintoaumterc¸odosdoentes sub-metidosaEVAR6---8.Contudo,esteeventonãoéexclusivoàs

endopróteses abdominais,tendo já sido identificado tam-bémemdispositivosaórticostorácicos9,10.

Estaformac¸ãodetrombopareceiniciar-seprecocemente após a implantac¸ão da endoprótese. Nos doentes estuda-dospor Wu etal.11, o trombointraprotésicofoi detetado

emmédiaaos10mesesapósEVAR (intervalo1-24meses). Jánogrupo reportadoporWegener etal.(n=82), os pri-meiroscasosforamdemonstradoslogonaprimeirasemana após a intervenc¸ão4. À semelhanc¸a deste último autor, o

nossogrupoidentificouapresenc¸adedepósitosdetrombo intraprotésico logo na primeira angiografia por tomogra-fiacomputorizada(angio-TC)pós-operatóriaem22doentes (correspondendoa32,4%dogrupodeestudoreportado)12.

A deposic¸ão de trombo dentro da endoprótese parece serumprocessodinâmico,ocorrendonamaioria doscasos umaprogressivaacumulac¸ãoaolongodotempo.Noentanto, casosderegressãoforamjáreportados6,12,tendosido

des-critosaté3casosderegressãocompleta(3,7%daamostra) porWegeneretal.4.

Fatores

preditivos

de

formac

¸ão

de

trombo

intraprotésico

A deposic¸ão mural de trombo em endopróteses aórti-cas parece ser um processo multifatorial, resultando da interac¸ão de diversos elementos, nomeadamente fatores hemodinâmicoslocaisesistémicos,fatoreshemorreológicos e,porfim,ascaracterísticasdaprópriaendoprótese.

O tabagismo é responsável por um estado pró--inflamatório mantido, o que leva a uma perturbac¸ão da func¸ão endotelial, com repercussão na adesividade celu-lareaumentodaviscosidadesanguínea13,14.Oaumentoda

viscosidadesanguíneaporsuavezmodificaatensãode cisa-lhamento sobre a parede da endoprótese, favorecendo a formac¸ão detrombo15.Napopulac¸ãoestudadapelo nosso

grupo,nãofoidemonstradaumarelac¸ãoentreotabagismo ativo ouprévio nomomento daimplantac¸ão da endopró-tese e a formac¸ão subsequente de trombo intraprotésico (p=0,166)12.Todavia,nãoeramconhecidososhábitos

tabá-gicos dos doentes após a realizac¸ão doEVAR, pelo que a interpretac¸ãodestesdadosélimitada.

Até à data, a literatura disponível é omissa relati-vamente ao efeito da antiagregac¸ão plaquetária sobre a

acumulac¸ãointraprotésicadetrombo.NoestudodeMaleux et al. todos os doentes se encontravam antiagregados à datadaimplantac¸ão daendoprótese.Estaterapêutica foi continuadaenãoevitouaocorrênciadetrombomuralem 55 dos doentes estudados (28%)8. Noutro estudo, à data

darealizac¸ão doEVAR, não haviadiferenc¸as significativas entre o grupo de estudo (com trombo mural) e grupo de controlo relativamente à utilizac¸ão de antiagregac¸ão pla-quetária(90,2e85,2%,p=0,13).Aadesãoterapêuticados doentes à antiagregac¸ão plaquetária após a intervenc¸ão cirúrgicanãofoireportada12.

Noseu estudo, Mestres etal. sugeriram que o trombo mural da aorta nativa poderia também contribuir para a acumulac¸ãodetrombointraprotésico.Segundoestes auto-res, uma maior carga trombótica dentro do aneurisma impedia que a endoprótese se expandisse totalmente no saco aneurismático após implantac¸ão com consequente alterac¸ão daformageométrica daendoprótese e levando àocorrênciadefluxosturbulentosnoseuinterior5.Onosso

grupo haviajádemonstrado que,defacto, apóso EVAR o trombomuraldaaortanativa desapareceparticularmente nocoloproximalcontrariandoassimomecanismoproposto por Mestres et al.16. Contudo, este tende a

desenvolver--se subsequentemente no interior da endoprótese (odds ratio[OR]1,98,intervalodeconfianc¸ade95%[IC95%] 1,21-3,24)12.Emboracomumaamostramenor,estaassociac¸ãofoi

também corroborada em doentes nacionais, apresentados porMachadoetal.(p=0,038)(dadosnãopublicados, apre-sentados noXII Congresso Anual daSociedade Portuguesa deAngiologiaeCirurgiaVascularem2012).Provavelmente fatoreshemorreológicospoderãojustificarestaassociac¸ão por contraposic¸ão à hipótese daexpansão incompleta da endoprótesepropostaporMestresetal.5.

Ofluxosanguíneonaaortaabdominalapresentapadrões defluxocomplexos,geradosaolongodaaortatorácica,que influenciamatensãodecisalhamentonaparedeaórtica17,18

e que podem variar significativamente de acordo com o estadofisiológicodoindivíduo,nomeadamentecomo exer-cíciofísico19---21.Característicasanatómicaslocaisdaaorta

nativa como a angulac¸ão docolo proximal22 têmtambém

impactonofluxosanguíneo,podendogerarfluxos turbulen-tosehipoteticamenteoriginaraformac¸ãolocaldetrombo. Num modelo in vitro, Chong et al. demonstraram que a angulac¸ão docoloproximaldoaneurismalevavaacriac¸ão depadrõesdefluxoderecirculac¸ãodentrodeendopróteses aórticas abdominais23, o que hipoteticamente favoreceria

a formac¸ão de trombo no interior da endoprótese. Con-tudo,esteefeitonãofoidemonstradoatéàdataemestudos clínicos12.

Ofactodotrombointraprotésicoserdetetado precoce-mente após EVAR sugere-nos que a implantac¸ão da endo-prótese é responsável por introduzir modificac¸ões locais no fluxo sanguíneo que poderão promover a acumulac¸ão de trombo em alguns doentes4,11,12,24,25. A configurac¸ão

do componente principal da endoprótese tem sido con-sistentemente associada a este acontecimento5,8,26,27. As

endopróteses aorto uni-ilíacas (AUI) têm sido associadas a um risco aumentado de formac¸ão de trombo. Num estudoretrospetivodeumcentronacionalapresentadopor Machado et al. (n=92) a correlac¸ão entre este tipo de configurac¸ãodeendopróteseeodesenvolvimentodetrombo intraprotésicoesteve pertodeobtersignificadoestatístico

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(p=0,076).Já numaanálisedonossogrupo,frutodeuma maiordimensãodaamostra,estacorrelac¸ãofoijámaisclara (OR 2,66, IC95% 1,19-5,94)12. Wu et al. sugeriram que o

rápido afunilamento que severifica nasendopróteses AUI gera uma desacelerac¸ão do fluxo sanguíneo a montante, sendoesteomecanismoqueparecefavoreceraformac¸ão detrombo11.

A disposic¸ão geométrica do componente principal da endoprótese dentro do saco aneurismático pode também levar à formac¸ão de trombo intraprotésico. Embora a expansão da endoprótese no colo proximal seja limitada pelodiâmetrodaaortanativa,nosaco aneurismáticonão existegeralmentequalquerrestric¸ãoàsuacompleta expan-são.Assim,asendoprótesesassumemumadisposic¸ão«em barril», em que a área de secc¸ão ao nível do colo proxi-malenatransic¸ãoparaosramosilíacosdaendoprótesesão inferioresàáreadesecc¸ãointermédiadocomponente prin-cipal. Devidoa esta configurac¸ão pensa-se que a gerac¸ão depadrões de fluxo turbulentos e derecirculac¸ão à peri-feriadaendopróteselevarãoàacumulac¸ãodetrombo12,26.

Adicionalmente,estaconfigurac¸ãoembarrilserámais pro-nunciadaemdoentescomcolosproximaisdemaiordiâmetro equereceberamendoprótesesdemaiordimensão, justifi-candoassimarelac¸ãoentreodiâmetrodocoloproximale odesenvolvimentodetrombointraprotésicoreportadapor Machadoetal.(p=0,02).Similarmente,eemanálise multi-variada,osdadosapresentadospelonossogrupoidentificam odiâmetrodo coloproximal≥30mmcomo fatorderisco independenteparaaformac¸ãodetrombointraprotésico(OR 2,39,IC95%1,25-4,58).

De acordo com a literatura publicada, as próteses de poliéster são mais trombogénicas que as de outros materiais28.Umparalelismosemelhantetemtambémsido

trac¸adonoquerespeitaasendoprótesesaórticas.Noestudo deMestresetal.5dos35doentes(14,3%)com endopróte-sesrecobertasporpolitetrafluoroetilenoexpandido(ePTFE) apresentaramdepósitosdetrombointraprotésico,enquanto 13dos 40doentes (32,5%)comendopróteses cobertaspor poliésterapresentaramesteachado5.Emboraevidente,esta

diferenc¸a não alcanc¸ou significado estatístico (p=0,065), possivelmenteporamostrageminsuficiente.Àsemelhanc¸a destes autores, Machado et al. também estiveram perto de demonstrar uma relac¸ão estatisticamente significativa entre o poliéster e a acumulac¸ão de trombo (p=0,079) (dadosnãopublicados).Contudo,jánogrupodedoentesque reportamos(n=414),amesmaassociac¸ãoobtevesignificado estatístico(OR2,22,IC95%1,25-3,92)12.

Impacto

clínico

da

acumulac

¸ão

de

trombo

intraprotésico

O impacto clínico da formac¸ão de trombo intraprotésico apósEVARéaindaumtemacontroverso.Katsargyrisetal.

publicaramumcasodetrombosetardiadeumaartériarenal apósEVARnoqualaresponsabilidadedesteeventofoi atri-buídaàacumulac¸ãodetrombodentrodaendoprótese.Este tromboteráprogredidoproximalmente aolongodo segui-mentoatéenvolveraorigemdaartériarenal26.Noentanto,

osautores reportamque esta artéria renal(direita) tinha já uma estenose prévia(estimada em 60%) e a iconogra-fiado caso pareceatésugerir que podeterocorrido uma

cobertura parcial do ostium da artéria renal pela endo-prótese durante a implantac¸ão, lanc¸ando dúvida sobre a conclusão dos autores. Mestres etal. reportaram a ocor-rênciadetrombosederamooudaprópriaendopróteseem 5doentesdeumgrupode18(28%)aolongodeumperíodo deseguimentode 24meses econcluíram que a formac¸ão detrombointraprotésicopoderiaestarassociadaaeventos tromboembólicossubsequentes5.

Noutros estudos, uma relac¸ão de causalidade entre a formac¸ãodetrombointraprotésicoeaoclusãoderamoou daendopróteseapósEVARnãoparecetãoclara.Noestudo de Wegener et al., dos 82 doentes seguidos ao longo de um período médio de 12 meses, 3 doentes (3,7%) apre-sentaram oclusão de ramo. Contudo, em nenhum destes doentesfoiidentificadaapresenc¸adetrombointraprotésico naangio-TCprecedenteaoevento4.Deformasemelhante,

Wu et al. tambémidentificaram 3 casos (5,9%) de trom-bose de ramo sem qualquer evidência de trombo mural dentroda endoprótesena angio-TC precedente11. Apenas

umdoente(2,0%)apresentouumaemboliafemoralapósa detec¸ão de trombointraprotésico. Segundo Van Zeggeren etal., de maior importância na patogénese da trombose deramoencontram-se a suacompressão e/ou angulac¸ão, assimcomoa presenc¸adelesõesobstrutivas significativas noseixosilíacosajusantedaendoprótesequedeverãoser corrigidasatempadamenteparaevitaroeventooclusivo29.

Por fim, numa populac¸ão estudada pelo nosso grupo, ao finaldeumperíododeseguimentomedianode3,54anos,a frequênciadeeventostromboembólicosnãofoi significati-vamentediferenteentreosdoentescomousemdepósitos detrombointraprotésico(p=0,70),tendoosúnicos2casos deoclusãodeendopróteseocorridosemteremsido prece-didos por formac¸ão de trombointraprotésico nos exames imagiológicosimediatamenteprecedentes12.

Abordagem

terapêutica

Otratamentodos doentes queapresentamaformac¸ãode trombointraprotésicoapósEVARéalvodecontrovérsiadada aescassezdeevidência.Diversasatitudestêmsido propos-taspelos diversos autores, que variam desde a vigilância clínicaeimagiológica8atéàhipocoagulac¸ãooral30.Contudo,

estaúltimanãoparecereduzirataxadeformac¸ãodetrombo intraprotésiconemtãopoucopromoverasuaregressão11.

A presenc¸a de trombo intraprotésico, por si só, não pareceestarassociadaaeventostromboembólicosdurante oseguimento.Porestemotivo,paraosdoentes assintomáti-cos,aatitudemaissensataparece-nosseravigilânciaclínica eimagiológica.

Para os doentes com eventos tromboembólicos asso-ciados à formac¸ão de trombo intraprotésico, as atitudes terapêuticaspoderãoincluirahipocoagulac¸ãooralouainda aexclusãodafontetromboembólicadacirculac¸ãocomuma novaendoprótese.Nesteúltimocaso deveráserpreferida umaendopróteserecobertadeePTFE.

Salienta-sequeosestudosatéàdatapublicadosaeste respeitosãoretrospetivos,têmumaamostragemlimitadae umseguimentoreduzido,peloquenãoéaindapossível reti-rarconclusõesfirmessobreo impactoclínicodaformac¸ão detrombointraprotésicoeaabordagemterapêuticaater.

(4)

Conclusões

A formac¸ão de trombo mural intraprotésico após EVAR é multifatorial, mas parece não estar associada a even-tostromboembólicossubsequentes.Contudo,asevidências disponíveis provêm de estudos retrospetivos de pequena dimensãoecomseguimentoreduzido,peloquenãoé pos-sível aindadefinir com seguranc¸a o impactoclínicodeste acontecimento.Sãonecessários maisestudosparamelhor elucidarahistórianaturalearelevânciaclínicadotrombo intraprotésicoapós EVAR. Até lá, dever-se-á manter uma vigilância clínica cuidada destes doentes com um segui-mentoimagiológicobaseadonaangio-TC.

Responsabilidades

éticas

Protec¸ão depessoaseanimais.Osautoresdeclaramque paraesta investigac¸ão nãose realizaram experiênciasem sereshumanose/ouanimais.

Confidencialidadedosdados.Osautoresdeclaramquenão aparecemdadosdepacientesnesteartigo.

Direitoà privacidade econsentimento escrito.Os auto-resdeclaramquenãoaparecem dadosdepacientesneste artigo.

Conflito

de

interesses

Osautoresdeclaramnãohaverconflitodeinteresses.

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Referencias

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