Efectividad de algunos medios de comunicación en la transferencia de tecnología a la mujer rural
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(2) COLABORADORES 1 l D o c t o rS e r g o i C o r r e aP . Doctora l"laría Teresa Aguirre G. D o c t o r E d u a r d oL i n d a r t e A .. G e r e n t eR e goi n a i 4 , i C A T é c n i c oI I C A . 1 9 8 3 C o n s ut o l r T é c nci o I I C A . 1 9 8 3. A d r i a n aR i v i l l a s A . B e a t r i z E le n a Q u i r o z G . M a r í a L u c il a C a r d o n aC .. E d u c a d o rF a a mIi i a r EducadorF a a mI ii a r E d u c a d o rF a a mIii a r. Ninfa AinayaA.. E d u c a d o rF a a mIii a r. z. A n a C e c il i a G ó m eV. E d u c a d o rF a a mIií a r. j. ¡t: a; a-. Cl'- í. AGRADECIIlIENTOS A:. qr. A l D i r e c t o r y F u n c i o n a r i o sd e l I l C A e n C o l o m b i a P e r s o n aT l é c n i c oD j v i s i ó n d e D i v u l g a c i ó n- I C A U n i v e r s i d a dP o n t i f i c i a B o li v a r i a n a , I f e d eIl í n E s c u e l ad e A d m i n i s t r a c i ó n F , i n a n z a sy T e c n o l o g í aI n d u s t r j a l , E A F I T , MedelI ín P e r s o n a lT é c n i c o- D i s t r i t o R i o n e g r o S e c c i ó nd e D i v u l g a c i ó n- R e g i o n a l4 r ao c i a l L i c . C l a r a P a t r i c i a A g u d e l oV . - C o m u n i c a d o S Carmen E . B e c e r r aV , - S e c n e t a r i a L u z N e y r aP é r e zR . - S e c r e t a r i a A m a n t i n a0 s o r i o C . - S e c r e t a r i a F a mIii a s p a r t i c i p a n t e s e n 1 a i n v e s t i g a c i ó n. ¿ ). I. o i n d a r t e A . ' , C o n s u l t o rT é c n i c o E s p e c i a i a g r a d e c i m i e n taol D o c t o r E d u a n d L d e l I I C A , 1 9 8 3 , p o r s u a p o r t e e n e l d i s e ñ oy a n á 1i s i s i n i c i a l d e r e s u l ae M a í ze n t a d o s , y a l D o c t o r C a r l o s D í a z A m a r í s ,T é c n i c od e l P r o g r a m d l a E s t a c i ó nE x p e r i m e n t aTl u 1i o O s p i n ap o r s u v a l i o s a c o l a b o r a c i ó ne n l a i n t e r p r e t a c i ó nf i n a l y d i s c u s i ó nd e l o s r e s u l t a d o s ..
(3) CONTENIDO ¡. P.ác. .t. INTRODUCCION ANTECEDENTES. J. Y JUSTIFICACION PROBLEMA. 4. OBJETIVOS. 10. I 3-. l. lv. OBJETIVO GENEML. 10. ESPECIFICOS OBJETIVOS. 11. f-{ETODOLOGIA. 11. Y VALIDACION DELPROBLEI,IA: IDENTIFTCACION NUTRICIONAL. 14. Procedimiento Daraprocesarla fnfonnación sobrenutrición.. 19. Evaluaci6ndel estadode nutrición en menores de sels años.. I9. Consurrc de alimentosa nfvel fani'liar, básica.. 20. Dieta. Tratamléntode la informacl6nsobre consuno.. 22. Aná'l isis de nutrientes.. 23.
(4) Pá9. q2. DELAREA IIETODO PARALA SELECCION Y CRITERIOS DELA MUESTRA Y DEFINICION DETMBAJO EL DIAGNOSTICO. 6.. OELDIAGNOSTICO RESULTADOS. 37. A1. ASPECTOS LA POELACION OBJETO QUEIDENTIFICAN DEESTUDIO. 5t. DEALIMENTOS AGRICOLAS Y PECUARIOS PRODUCCION DECAPACITACION TECNOLOGICA Y NECESIDADES. 42. 6.2.1.. de alimentosde origen agrfcola. Producclón. 42. 6.2.2.. de a'limentosde origen pecuario. Produccidn. 44. 6.3.. DEALI}IE}ITOS CONSTJUO Y FORI4AS DE PREPARACION. 48. 6.3.1.. Consumo de a'llmentosde orlgen vegeta'l,. 48. 6.3.2.. Consuno de a'limentosde oriqen anima'l ,. 49. A¿,. EDUCACION NUTRICIONAL. 55. 6.4.1.. sobrenutrici6n y desnutrfclón. Conoclmfento. 55. 6.4.?.. Creenclassobre los aiimentos.. 58. 6.4.3.. Lactancianaterna.. 59. ÁE. LASCOI'.IUNICACIONES ENEL AREADE SOCIALES ESTUDIO. 60. Á81. Exposiclóna mediosimpresos.. 61. 6. 5 . 2 .. Exposfcióna la Radio. 64. 6.2. tl.
(5) P.á9.. 6.5.3.. de la ooblaciónsobremedios Recomendaciones. 67. 7.. REVISION DE LITEMTURASOBREMEDIOSDE COMUNICACION. 72. 'f1. CONMEDIOS AUDIOVISUALES EXPERIENCIAS. 7.?.. II4PRESOS CONMEDIOS EXPERIENCIAS. 78. t -J-. RADIO. 83. 7. 4 .. DE MEDIOS ESTUDIOS COI,IPARATIVOS. 87. 8.. Y USODE LOSMEDIOS PRODUCCION SELECCION,. 93. A1. DE LOSMEDIOS SELECCION. 93. 8 . 1. 1.. La Audiencia,. 93. 8 . 1. 2 .. je. E1 l'lensa. 94. .J.1,.J.. Los Medios.. 96. 8.2.. DE LOSMEDIOS PRODUCCION. 98. 8 . 2 . 1.. El Sonoviso.. 98. 8.2,?.. Las cartillas. 8.2.3.. HÍstorletas gráfi cas;. 103. 8.?.4.. La Radlo.. 105. o2. DE LOSMEDIOS DEAPLICACION ESTRATEGIA. 108. i I ustradas.. 'lt]. 101.
(6) Pás. 9.. 9 .t . al. l. 9.2.. ru.t.r.. I,I{TERPREÍACION DELESTUDIO DE CA¡iIPO SOBRE LA EFECTIVTDAD DEMEDIOS. 111. VARIABLES DELESTUDIO. 113. D e f i n i c i 6 n :d, e V a r a i b le s. 114. APLICACION DELOSTRATAI4IENTOS. 116. RESULTADOS Y DISCUSION. rL7. CAMBIO EN CONOCIMIENTOS. 118. ResultadosGenerales. 1tq. 1 0 . 1 . 2 . Comparacionesde interés para e1 cambio en conocimientospor temas. 121. 70.2.. PREFERENCIAS PORLOSTIEDIOS. r?9. 10.3.. CONOCIIIIENTOS Y ADOPCION. 14Q. 11. CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES. 144. 12. RESUI'IEN. 149. 13,. REFERENCTAS BIBLIOGRAFICAS. 158. 14.. ANEXOS. 1Y.
(7) .¡rE¿j{} n. -- T;1T?TY:*. LISTADETABLAS Pá9. TABLA1.. TABLA2.. TABLA3.. i'. Poblacjónestimadade 1os dfez municipios del Distrito RÍonegro. Proyeccióna 1983.. 7. por munlcipio.y por Fichastécnicas to¡nadas veredapara deflnir el problema. Distrito Rionegro. L982.. 17. de Estadonutricional de los niños menores seis añosen el Distrito Rionegro. 1982.. 20. TABLA4.. promedia de la faml'lia rural en Composición l o s ¡ n u n i c i p i oes s t u d i a d o s .D i s t r i t o R l o n e g r o . 1982.. TABLA5,. en el Distrito Estadonutricional ponderado Rionegro. 1982.. TABLA5.. de El Gradode desnutriciónen el munic'ipio ponderado. 1982 26 Santuarlo,por veredas. PuntaJe. TABLA7.. Gradode desnutriciónen e1 municipiode Marinllla, por veredas. PuntaJeponderado 1982.. TABLA8.. Gradode desnutriciónen e1 municipiode La' Uniónnpor veredas.,PuntaJeponderado,1982.. 28'.
(8) Pás. TABLA9.. TABLAi0.. Gradode desnutriciónen el nuniciplo de SanVlcente, por vereda, PuntaJeponderado. 7982.. 29. Veredasselecclonadas!Distrlto Rioneqro. 7982.. por nunfcipio. TABLA11. Veredasse]eccionadas (Sfntests).. 3t. TABLAL2. Encuestas ap1icadas, Distrlto Rionegro. 7982,. 35. 'la TABLA13. Edadde las personasparticipantesen l n v e s t i g a c i ó n . D i s t r i t o R i o n e g r o .1 9 8 2 .. 38. TABLA14. Escolaridadmediapor veredade los munlcfpios del estudio. Distrlto Rlonegro. 798?.. 40. de seis familiar de niños rDenores TABLA15. Promedio añospor vereday para el área. DJstrito Rionegro. 7982.. 41. TABLAi6.. de alimentosde orlgen agrfcola. Produccl6n Distrlto Rlonegro. 1982.. TA.BIA17. Tenenclade vacade leche. Distrito Rionegro'. 1982. vi. +J. 44. -,.
(9) Pás. )\. de I itros de leche por semana. TABLA18. Producción D i s t r i t o R i o n e g r o .1 9 8 2 .. 45. a e a v e sd e d o b l eu t i l i d a d . D l s t r i t o T A B L A1 9 . T e n e n c i d R i o n e g r o .1 9 8 2 .. 46. de huevospor semana.Distrito TABLA20, Producci6n Rfonegro. 7982-. 47. por municipiode leche por semana. TABLA21.. Consumo Distrfto Rionegro. 7982.. 50. de huevospor semana.Por municipio. TABLA22. Consuno D i s t r i t o R i o n e g r o .1 9 8 2 .. 51. 1itros - Lechepor semana consumo ' TABLA23. Re'lacidn p o r n f ñ o sm e n o r edse s e i s a ñ o s . D j s t r i t o ' R f o n e g r o .1 9 8 2 .. q1. en re'lacJ6ncon de huevospor semana TABLA24, Consumo de seis años. Distrito Rionegro. nifios menores L982. por 1os cua'leshabfan TABLA25. Mediosde comunlcación ofdo hab'larde desnutrici6n. UsuariosDRI.y nó DRI. Dlstrito R'ionegro.L982.. 56. 'la TABLA26. Quées desnutrfcióny causasque originan' segúnsea usuariosDRIo nó DRI. DÍstrito Rionegro. 1982.. s7. viÍ.
(10) Pág. f,ABLA27. Lecturasy preferencias. Por municipfo. Distrito Rionegro. 7982.. 62. TABLA28. Le gusta leer. 0ué lee. Por escolaridad. Distrito Rioneqro. t982.. OJ. TABLA29. Emisorasque se escuchancon nayor frecuencia en el OrienteAntioqueño. Dlstrlto Rlonegro. t982.. 65. programas TABLA30. Escucha agropecuarios segúnel nunic i p i o . D f s t r i t o R i o n e g r o .1 9 8 2 .. 66. TABLA31. Emisorasque recomiendan para los proqramas. D f s t r i t o R i o n e g r o ;1 9 8 2 . para los programasagrof,eTABLA32. Dlas recomendados cuarfosy horasde sintonfa. Distrito Rionegro. t98?. TABLA33. A través de quémedíodesearecibir infonnaclón sobreeducaciónnutricfonal. Distrito RÍonegro. 1982. para asistir a reuniones TABLA34. Dfas recomendados segfinel tiempo de pennanencia en e1 prograna de usuarlosDRIy nó usuariosDRI. Distrito Rionegro. 1982. vl 1 l. TL.
(11) P.ág'. TABLA 35.. TABLA 36.. TABLA 37.. A s i g n a c i ó dn e t r a t a m i e n t o s o b r em e d i Q s ap1icadosa dos temasagrode comunicaci6n p e c u a roi s. 115. R e s utla d o s p o r v e r e d a . P r e p a r a c i ó n , N u t r i c i ó n y S a n e a m i e n tAom b i e n t a. l D i s t r i t o R io n e q r o . 1 9 8 3 .. 119. R e s u l t a d o sp o r v e r e d a . P r o d u c c i ó nd e r e p o 1 1 oy z a n a h o r i a . D i s t r i t o R i o n e g r o , 1 9 8 3 ,. rz0. TABLA 3 8 .. C a m b i oe n c o n o c i m i e n t osse g ú nc o m b i n a c i ó n de medios, Distrito Rionegro. 1983.. TABLA 39.. C o m p a r a c i o n e s p e c í f i c a sp a r a g a n a n c i ad e c o n o c i m i e n t o s .D js t r i t o R i o n e g r o . 1 9 8 3 ,. 111. P r e f e r e n c i a s . M e d i om á sl l a m a t i v o . D i s t r i t o Rionegro. 1983.. i31. TABLA 40.. TAELA 41.. T A B L A4 2 ,. TABLA 43.. Preferencias ' Itledi o más fácil D is t r i t o R io n e g r o . 1 0 e ?. Ác. entqnder. ! JL. i o q u e I e g u s t am á s .D i s t r i t o Preferencias. l'1ed I R io n e g r o . 1 9 8 3 , o que m á sl o i n t e r e s ó . Preferencias. l'1edi 0istrito Rionegro. 1983. IX. JJ. 134.
(12) Páo. TABLA44.. Preferencias. ttled i o qqe lo conyence más. D i s t r i t o R i o n e g r o .1 9 8 3 .. TABLA45.. Preferenciqspor med'[osegúntema. Res{as¡. D i s t r i t o R i o n e g r o .1 9 8 3 .. IJO. L e c t u r ad e C a r t i l l a s e H r i s t o r i e t a s .p i s t r i t o R i o n e g r o .1 9 8 3 .. n7. G a n a n c idae c o n o c i m i e n t o sE, yd q p c ' i ósne g ú n t r a t a m i e n t o . D i s t r " i t oR i o n e g r o . 1 9 8 3 .. 143. T A B L A4 6 .. T A B L A4 1 ..
(13) LI5TA DE FlGURAS. FIGI.IM.1. Local1¿scilfldel Distrito de Trcnsferencta' Antiqqqla,Cql€mbia. I de lecnoloéfa. Rionegro,. FIGURA?. Area de cobertura del Distrito de Traniferencia de Tecnologfade Rionegro, Antioquia.. a. FI6URA 3.. Areadel estudio sobre "Efectividadde lledios de Comunicaci6n".Distrito de Transferencia de Tecnologfa.Rionegro ' Antioquia.. xi. IO.
(14) ANTXOs. Anexo 1. C u e s t i o n a r i od e i d i a g n ó s t i c o . S i t u a c i ó na n t e s .. A n e x o s2 a l 9. P o r c e n t a j ed e a d e c u a c i ó nd e n u t r i e n t e s c o n b a s ea l c o n s u m do e a i i m e n t o sy a l a r e c o m e n d a c i ódne 1 I C B F ; d e l o s m u n i c i p i o sd e l D i s t r i t o .. Anexo 10. E s t r a t e g i a d e a p l i c a c i ó n d e l o s m e d i o sd e c o m u n i c a c i ó n e n l a T r a n s f e r e n c i ad e T e c n o l o g í a . R e g í o n a l4 .. Anexo li. C u e s t i o n a r i od e e v a lu a c i ó n a n t e s y d e s p u é s . C u lt i v o d e z a n a h o r i a .. Anexo LZ. C u e s t i o n a r i od e e v a l u a c i ó na n t e s y d e s p u é s . c u lt i v o d e r e p o l I o .. Anexo 13. C u e s t i o n a r i od e e v a lu a c i ó n a n t e s y d e s p u é s . La FamiliaRural y su Nutnición.. Anexo 14. c u e s t i o n a r i od e e v a l u a c i ó na n t e s y d e s p u é s , P r e p a r a c i ó nd e A l i m e n t o s .. Anexo 15. C u e s t i o n a r i od e e v a l u a c i ó na n t e s y d e s p u é s . t oe l o s a l i m e n t o se n e l { y u d e m o as l p r o v e c h a m i e n d organi smo.. Anexo ltt. Cuestionario sobre control de cobertura.. Anexo 17. C u e s t i o n a r i os u p l e m e n t a o 1 a p r u e b ap o s t e r i o r a v a r i a bl e s d e c o n t r o l. xl1.
(15) EN LA MEDIOSDE COMUNICACION EFECTIVIDADDE ALGUNOS * RURAL A LA MUJER DE TECNOLOGIA TRANSFERENCIA. A,mparoLoai za C, Héctor M. Lopera R. J o a q unr E . q u l r o s u . J o r g e L o p e r aP , ManuelArévalo A. **. ,I .. INTRODUCCTON. o e C o o p e r a c i ópna r a 1 a A g r i c u l t u r a E l I n s t i t u t o I n t e r a m e r i c a nd ( I I C A ) y e l I n s t i t u t o C o l o m b i a nAog r o p e c u a r i o( I C A )' c e l e b r a r o ne n d i c i e m b r ed e 1 9 8 1e l c o n v e n i oI I C A - I C A p a r a i n v e s t i g a r l a E F E C T I V I DE TECNOLOEN LA TRANSFERENCIA MEDIOSDE COMUNICACION DADDE ALGUNOS a aunar remedianteel cual se comprometieron RURAL, GIA A LA MUJER c u r s o s p a r a t r a b a j a r c o n i u n t a m e n teen l a : a p l i c a c i ó n i d e l a m e t o d o l o gfa de transferencia de tecnología, de la Subgerenciade Fomentoy S e r v i c i o s d e l I C A e n e l á r e a a t e n d i d ap o r e l I C A e n e l D i s t r i t o d e T r a n s f e r e n c i ad e T e c n o l o g í ad e R i o n e g r o 'e n e 1 d e p a r t a m e n tdoe A n t i o q u ia , C ol o n b ia .. AgropecuarioICAy el InsContribuci6n del Instituto Colombiano iiiuto Interamericanode Cooperaciónpara 1a Agricultura IICA. R e s p e c vt ia m e n t:e E c o n o m i s tdae l H o g a r ,M . S . e n P l a n i f i c a c i ó n e n y N u t r i c i ó n ; s o c i ó l o g oM . C . e n D i ü u l g a c i ó nA g r f c o Aiiinentacion o ' A ' e n C o m u n i c a c ' i o n e sI n; g e n i e r oA g r ó l a : I n q e n i e r óA g r ó n o mM A n o m o ,t " l , S .e n E c ó n o m í a g r í c o l a y M é d i c oV e t e r i n a r i o' M . S . e n D e s a i r o l l o R u r a l : R e g i o n a l4 , I C A , A p a r t a d oA é r e o5 1 7 6 4 'M e d e l mbia. 1l fn, Coo.
(16) En ténninosgenerales,tanto en Colombia comoen 1os demás palsesde AméricaLat.ina,la estrateqia sequldapor 'las ins tuciones que han llevado a caboprooramas tendientesa loqrar e'l desarroi l o d e l s e c t o r r u r a l, h a s i d o l a c a p a c i t a c i ó n d e l a c o m u n i d aedn l a s tecnologfasde producciónagropecuaria .y en las prácticas de nejoramientodel nivel de vida de esa poblacJdn. Dentrode este enfooue,en las actividadesde desarro'l'lorura'l rea'llzadastanto con el hombrecomocon la muJer,se han utjlJza'los do diversosmediosde comunicacidn, con predomjnioen todos casos de los métodosde comunicación interpersonal, seane'llos Índividuales o de grupo. L o sm e d i o sm a s i v o sa, u n o u e h a ns l d o u t l l i z a d o s , s u f u n c . i 6 nh a sido másde promocl6n.y apoyoy mu.ypoco en forma sistemática en Drocesoseducativos, No obstante,los efectos loqradosa través del tiempo, han pennitidocrear concJenciade la necesidadde ace'lerarese Drocesode desarro'llotanto para el hombre comopara la mujer rural , l1egandocadavez a un ma.yor númerode personas,sin aumentarlos costos y en e'l menortlenpo oosible. C o ne 1 p r o p ó s i t od e c o n t r i b u i r a 1 a b ú s o u e ddae s o l u c i o n e a s ese problena.y enmarcados dentro de las actividadesde'l Disirjto de Transferenciade Tecnologfade Rioneero,esoecialnenteen el área de Educacidn Nutricfonal, el ICAy e1 IICA acordaronadelantarel pro.yecto de Ínvestigacidnteniendocomobasela netodoloqlade Planesde Comun'icación para la Transferenciade Tecnoloqfaformu'lada por el Inst i t u t o d e s d e7 9 7 7( 2 1 , 3 0 , 3 1 ) ..
(17) 1o s iguiente: La fnvestÍgaclóncontempló U nd i a g n d s t i c o u e p e r m i t i e r ac a r a c t e r i z a rl a p o b l a c l 6 nb a j o estudfoe identificar e1 problemaprincinal a solucionaren cuantoa producciónde a'limentos,conocinlentosaorfcolas, Fecuariosy de nutrición y sobrecomunicaclones. .?.. La planeaclóny eJecuciónde una estrategia de comunicación 'llevar la ínformaci6ntecnolóqicanecesesaria qúe permitfera ' l a p o b l a c i ó np a r a l a s o ] u c f ó nd e l p r o b l e m a . a. .3.. n e ' l a e f e c t i v i d a dd e l o s m e d i o sd e c o m u n i c a c l ó n U n ae v a l u a c i 6 d oue permltieramedir esa de acuerdoa un diseñoexperfmental en niveles de coefectividad en cuantoa cambioe incrementos de medios,nreferencias nocimientos,estrategiasen combinación y p o s i b l e sr e s u l t a d o sp o r s u a p 1i c a c i 6 n .. 2. ANTECEDENTES En Colombia,conoen nuchosotros pafsesde AméricaLatina, se de Desarrol1oRural, tendfentesa ha venfdotrabaiandoen programas v a capacitar al y productividadaqropecuarias ta producción aumentar de Dehonbredel campoparameJorarsu nivel de vida. Los proqramas a polfticas trazadaspor e'l GobiernoNasano'llo Rura'lhan obedecido c i o n a l y e n a l g u n o sc a s o sa l a s d e 1 i n e a d apso r i n s t l t u c i o n e sf n t e r n a c i o n al e s . En téminos generales,1a estralegia seouldapara loorar el desarrollo del sector rura'l ha sído la capacitaciónde la comunidaden.
(18) las tecnologlasde producciónacropecuaria y en las prácticas de mede'l nivel de vida de la población. para ello, se han emJorami.ento pleadodiversosmedlosy métodosde comunlcación, con na.yorénfas{s en la uti lizacién de los métodosde comunfcacfón interpersonal(ind i v i d u a l e so d e g r u p o ) . L o sn e d i o sm a s í v o s e h a n u t i l i z a d o e n m u choslugaresy con diferentes propósitos,pero no se ha establecido el impactogue con ellos se ha loqradoen térmfnos de motívaciónde 1a comunidad, enseñanza de 1a tecnologfade producciénaoronecuarfa y prácti.casde mejoramiento fami'tlar. Como consecuencfa de lo anterÍor, se sintió la necesidadde uti'lizar algunosnedlbs de conunfcación oue permitierancapacitar un mayornúmerode personasen el menortiempo.y con el menorcosto oosi b ' l e . Oadaesta situaclón, eI IICA .y el ICAse propusleronllevar a cabouna investigación,con la cual se buscódeterminarla efectividad logradamediantela uti'l lzación de medJos maslvosen la motivacÍ6n de la conunfdad,en la enseñanza de tecnologlay eh la inducclón 'la de misma,determinando asl mismoel costo de esta actlvidad.. 3.. PR0BLEI',IA Y JUSTIFICACION. Colombiaposee977.747predios oue tlenen de una a veinte hectáreas (34). Sí se tiene en cuenta, aue por ]o qeneral, cadanredio de éstos pertenecea una familia campesina,.y si estas sé sumana aque'l1as que tienen nenosde una hectárea,nás las de 'los aDarceros y arrendatarios, el núnrero global se acercaal mil16ny nedio de famllias cam-.
(19) pesinasen el pals que tienen prediosmenores o lqua'lesa veinte hectáreas. SegúnIsaza (34), en 1980se atendieronun total de 73.530predios rurales con aslstencia técnica directa individual de un tota] de 1 . 1 7 6 . 8 1 q1 u ee x i s t f a n e n e l p a f s , E s t o sp r e d i o se s t á nd e d i c a d oas y de medianop'lazo,'lo oue hace cultivos transitor{os, peñnanentes pensarque Éstosgeneranlngresosfami'liaresoue qeneralmente están al nive.l de subsistencia. Perouna buenaparte de las famllias ni siquiera logran obtenerestos ingresos, lo cual acusaun deterioro notable en su nfvel de vida. Dadaesta situacl6n, el GobiernoNacionalha diseñadodlversos para superarla situaci6n problemáticaoue vfve este sector programas productores. E1 programamásreciente es e'l de Desarrode pequeños 'llo Rura'lIntegradoDRI, medianteel cual se han canallzadolos esfuerzos y los recursosde todas las instjtuciones relaclonadascon 1a prode los niveles de vida de 1os campesinos duccióny el meJoranriento en beneficio de] sector rura'l. Aoropecuario Dentrode esta concepción,al Instituto Colombiano y transferenclade las funcjonesde generaclón ICAse ie encomendaron 1a producción tecno'logfa,necesarfaspara aumentar .y productividad agrfcola y pecuaria. Esta circunstanciadebeconduclra'l aunentode 1os ingresosde los productores,dadoel supuestooue los demásaspec'las adecuadamente con e] apovode instos de la produccidnrespondan izadas. ti tucionesespecia'l e'l pals organizósu acciónde desarrol'lorura'l Concretamente, 'la poblaclón rucon baseen una serfe de actividadeseducativascon ral en zonasgeográficasespecfficas,cuyoshabitantespresentanun.
(20) l u e n n ú m e r od e c o n d i c i o n e ss o c i o c u l t u r a l e sy e c o n ó m i c assi m i l a r e s . S e h a b l a p o r e l l o d e l o s D i s t r i t o s d e T r a n s f e r e n c i ad e T e c n o ) o g í a , d e l o s c u a l e s R i o n e g r o ,c r e a d oe n 1 9 7 0e s u n o d e l o s m á sa n t i g u o s q u e s e t i e n e n e n e l p a í s . E s t e s e e n c u e n t r au b i c a d oe n e l O r i e n t e d e l d e p a r t a m e n tdoe A n t i o q u i ay a c t u a l m e n t ec u b r e d i e z m u n i c i p i o s c o n u n a p o b l a c i ó nd e 2 7 L . 9 4 0h a b i t a n t e s . D e e s t a p o b l a c i ó n ,e l 5 6 , 4 7 %c o r r e s p o n d e a 1 a p o b l a c i ó nr u r a l , I o q u e i n d i c a q u e a ú n s i g u e p r e d o m i n a n dl ao g e n t e q u e v i v e e n e l c a m p o d , e d i c a d ac a s i e n s u t o t a l i d a d . a l a b o r e sa g r o p e c u a r Í a s . ( T a b l a 1 ) , ( F i g u r a 1 ) . E n e s t e D Í s t r i t o c o m oe n e l r e s t o d e l o s e x i s t e n t e s e n e l p a Í s , e l I C A h a b u s c a d ot r a n s f e r i r a l o s p r o d u c t o r e sl a t e c n o l o g í aa g r í c o 1 a y p e c u a r i ad i s p o n i b l ey h a p r o m o v i d oI a p a r t i c i p a c i ó n d i r e c t a y a c t i v a d e 1 a m u j e r c a m p e s i ne a n a c t i v i d a d e sd e p r o d u c c i ó nd e a l i m e n t o s y m e j o r a m i e n t do e l a v i v ' i e n d a . A s í m i s m o ,h a b u s c a d of o r m a r g r u p o s d e a m a sd e c a s a e n e i á r e a r u r a l , d e j ó v e n e sy a ú n d e a g n i c u l t o r e s , p a r a q u e c o n j u n t a m e n tbeu s q u e ns o l u c i o n e sa 1 a s n e c e s i d a d eys p r o b le m a sd e l a c o m u n i d a d . E n t é r m i n o sg e n e r a l e s ,s e p u e d ea f i r m a r q u e 1 a t r a n s f e r e n c i ad e t e c n o l o g í aa l o s u s u a r i o s , e s u n a a c t i v i d a d e d u c a t i v a , q u e h a s i d o llevada a cabo fundamen tal mentea través de métodosde comunicación i n d i v i d u a l y d e g r u p o s , e n t r e l o s c u a l e s p o r s u f r e c u e n t eu s o , m e r e c e n d e s t a c a r s el a s v i s i t a s a f i n c a s u h o g a r e s ,l a s d e m o s t r a c i o n edse m é t o d o ,l a s d e m o s t r a c i o n edse r e s u lt a d o s , 1 a s g i r a s , y e n e 1 c a s o e s p e c f f i c o d e l D i s t r i t o d e R i o n e g r o ,l o s e n c u e n t r ó sc a m p e s i n o se, s t r a t e g i a e n l a c u a l e l c a m p e s i n toi e n e u n a a l t a p a r t i c i p a c i ó n t a n t o e n l a i d e n t i f i c a c i ó n d e l o s p r o b l e m a s c, o m oe n 1 a p l a n e a c i ó ny e j e c u c i ó n d e l a s s o l u c l o n e s , V a l e I a p e n ad e s t a c a re n e s t e D i s t r i t o , l a r e a l i z a c i ó n d e s e m i n a r i o sy c u r s o s c o n l a p a r t i c i p a c i ó n d e a m a s d e c a s a q u e t i e n e n c a r a c t e r í s t i c a s d e l i d e r a z g oy p r o b l e m a sc o m u n e s ..
(21) lry, TABLA1.. ^c.Fñr !,¡F-^¡ |¡rbi. -Pob'laciónestimadad e l o s d i e z m u n i c l p i o s del D i s t r l t o R f o n e g r o . Proyeccl6na 1983.. Municf pio. Cabecera Munic{pio. R e s t oM u n l c i p i o. Total. Rionegro. 3 7. 4 1 4. 20.939. 58.353. Carmen de Vibora'l. 1 0. 8 3 4. 1 3. 9 7 0. 24.804. Guarne. 5.738. 1 5. 4 5 5. 2 1. 1 9 3. El Peño]. 5.705. 9.190. 14.895. Cocorná. 5.t73. 1 1. 9 1 8. 1 7. 0 9 1. La Unión. 4.277. 8.7?l. 12.998. SanYi cente. 6 .6 6 6. 17.043. 23.709. Sonsón. 14.143. 28.831. 42.974. l4arinJ I Ia. 14.880. 1 6. 4 0 5. 3 1. 2 8 5. Santuario. 1 3 .5 4 5. 11.093. 24.638. Totales. 118.375. 1 5 3. 5 6 5. 277.940. Fuente: GOBERHACION DEANTI00UIA.AnuarioEstadfsticode Antioqufa1982. ftledell fn, Departamento Administrativode p.laneación. 1 9 8 3 ,4 3 7p . ( 2 4 ).
(22) I I I b_. t. V ENEZUELA. \. I ----,^-\. Oaeono Pacíf I ao. O Bogotd. ---N/ BRASIL. del Distritode TronsFIGURAt. Locotizocidn Rionegro, ferenciode Tecnotogío. Antioquio,Colombio..
(23) T a m b i é ns e h a n u t i l i z a d o m e d j o sm a s i v o sc o m ol a r a d i o , I a s c a r t j l l a s , l o s p l e g a b l e s , l o s a f i c h e s , l a s v a l 1 a s , 1 o s m u r a l e sy a ú n l o s p e r i ó d i c o sv e r e d a l e s ,e n m a y o ro m e n o rm e d i d ay c o n d i s t i n t o s p r o p ó s i t o s s e q ú ne l D is t r i t o . E l t r a b a j o c u m p l i d oa 1 o l a r g o d e 1 t i e m p oe n e l D i s t r i t o R i o n e g r o y e n l o s o t r o s D i s t r i t o s d e T r a n s f e r e n c i ad e T e c n o l o g í ad e 1 p a f s y a ú n e n o t r o s p a i s e s , h a d e m o s t r a dqou e e l i r n p a c t oi o g r a d oc o n l o s m é t o d o !d e c o m u n i c a c i óunt i l j z a d o s h a l l e g a d oa u n n ú m e r od e p r o d u c t o r e s q u e e n ü o d o sl o s c a s o ss e h a c o n s i d e r a d ob a j o , l o c u a l, h a s i g n i f i c a d o u n a l ü o c o s t o e n l a s a c t j v i d a d e sr e a l i z a d a s , c u b r i m i e n t og e o g r á f i c o I i m i t a d oy e n g e n e r a l p o c ao p o r t u n i d a dd e q u e e 1 c a m p e s i n soe i n v o l u c r e e n e l p r o c e s od e d e s a r r ol o . D e o t r a p a r t e , c u a n d os e h a h e c h ou s o d e m e d i o sm a s i v o sd e c o m u n i c a c i ó nn, o s e h a i n v e s t i g a d od e t e n i d a m e n t e 1 i m p a c t ol o g r a d oc o n e l l o s , n i l a s c o n d i c i o n e se n q u e p u e d e ns e r u t i l i z a d o s , l o c u a l h a r e D e r c u t i d o ,p o r e j e m p l o , e n q u e n o se tenga material probadode este tipo que puedaser usadopara el des a r r o ll o r u r a l . S e h a p e n s a d oe n t o n c e s ,e n l a n e c e s i d a dd e e n c o n t r a re s t r a t e g i a s d e c o m u n i c a c i ó nq,u e p e r m i t a ne x t e n d e rl o s s e r v i c i o s i n s t i t u c i o n a l e s al mayornúmeroposÍble de agricultores en corto tiempoy con costos r e l a t i v a m e n t eb a j o s . C o nb a s ee n l o a n t e r i o r , s e b u s c ae s t u d i a r h a s t a d ó n d es e p u e d e nl o g r a r e s t o s p r o p ó s i t o s , u t i l i z a n d o m e d i o sm a s i v o s d e c o m u n i c a c i ódne n t r o d e u n a e s t r a t e g i a sd e c o m u n i c a c i 6 nq, u e e n 1 o 'los p o s i b l e d e b e nr e s p o n d e a r las característicasde c a m p e s i n oys e n g e n e r a la l a s c o n d Í c i o n e sd e i a r e g i ó n . P a r a e l c a s o e s p e c í f i c o d e l a m u j e r c a m p e s i n ac, o n s i d e r a d ae n.
(24) 10. 'la alimentación de su núcleo familiar .v e'l papel de responsablede 'la producciónde alimentos, los prooranas de estar invo'lucradaen de transferencfa de tecno'loola han tenido los mismoso nuizás mayores limitaciones oue los progranasdiriqidos a'l honbre. Por las razonesanterÍores v siendo el IICA e'l orcano rector del desarrollo rural en AméricaLatlna, comolo es e'l ICA en Co]ombia, y dado ademáse'l interés de las dos instjtuciones por contribuir a la búsouedade conocinientosoue nermitan solucionar el nroblemaenunciado,se planteó un proyecto coonerativo de investioación, en e'l cual , para enr¡arcardentro de las actividades del Dlstrito Rio'la solución de un problenraexistente negro y a la vez colaborar en al1í, se se'leccionóel camnode la educacíónnutrfcional nara desar r o l l a r 1 a i n v e s t i g a c i ó n( 3 5 ) .. 4,. OB.]ETIV()S. 'la P ' l a n t e a d a s i t u a c j ó n n r o b l e m á t i c a ,s e f i . i a r o n l o s s { q u l e n t e s Duntos:. GO ENERAL 4.1. OBJETIV nasivos.v de o¡up6, 6¡ Aplicar algunosmediosde comunicación transferenciade tecnoloqíaa'la muJerrura'l, Daradetetminarsu efectividad, coberturay costosde producc{ón, Asf mismo,re'lacionar el costo de produccióndel medfocon su cobertura. 'la.
(25) l1. ESPECIFICOS 4.2. OBJETIVOS .1.. 'la Detenninar efectlvldad de dfferentesmedlosde comunfcacl6n en cuantoa cambioe incrementosen n{ve'lesde conoclmlentos de tecnoloqfa a la rnuJerrural . en la enseñanza. .?.. la efectlvldad de dfferentesestrateoiasde conbJnaDetermfnar ción de medlosen la transferenclade tecnologfaa ]a mujer rura] '. .3.. Establecerla coberturalooradacon . enPleados conunicaci6n. .4.. y utl'lizacjón de los diferenDetermlnarel costo de producc{ón empl eadosen relac{ón con la cobertes mediosde coÍrunlcaclón tura lograda con el'l os.. 'los. dlferentesnedlosde. 5. I.IETODOLOGIA E'l estudio se realiz6 durantelos años1982v 1983en el DJstrlto de Transferenclade Tecnologfade Rlonegro,en el Oriente de Ant{ola lnfraestructuquia en dondeya se habfatrabajado, nara aorovechar ra disponib'ley las experienclasadouiridas. 'lzar una E'l procesonetodolóqlcodel trabaio cons.lstló en rea'l investigaci6npara determinarla efectlvidad de los ülferentes medios de tecno'loofaa la nujer utllizados en la enseñanza de comunicaclón rietodológlco: rura'l, aplicandoel siqulente esouema.
(26) I2. .1.. Identificación y validacl6n de'l problema: nutrlciona'l.. .2.. Métodoy criterio para la selecclóndel área de traba.lo.y de'ta finición de nuestra. 'la Diagn6sticosobre producciónde alimentos,conoclnientos tecnológicosen aspectosagrfcolas, pecuariosy de nutrición y sobrecomunicaciones.. A. Interpretaciónde los datos.. .5.. Pruebasde conoclm{entos antes _ydespuésdel exoerlmento.. .6.. y recomendaciones Discusión,conc1usiones de los resu'ltados.. 'lo Para lograr anterlor y ser consistentesen la mediciónde esosefectos, se conslder6necesarfodetermlnarcon la ma.yor orecique tenla la nob'laclónsobree'l tesión posible, los conoclmlentos na problema(desnutrlclón)y sobre1a produccióny cons'r¡mo de alimen' l a s t o s , a n t e sd e i n i c i a r a c t i v l d a d e s . A s f , s i s e m e d f a nl o s m f s m o s aspectosdespuésde realfzar éstas, se podrfa asumfrde maneravállda que Ia diferencia era debidaa'l trabaJorealizado. En e1 desarro'l1ometodo'lógico de'l rrno.yecto se acordóreunlr Dor una parte, la informacidnrelacionadacon el estadode nutric'lón de 1a poblacióny e1 conocimlento del problemanor otra oarte.,asf cono 'la en e'l área. informaciónre'laclonada con ]os mediosde comunicac{ón Se hab'lapor eso de un dlagnósticotécnico para referJrse a 1o primepara lo seoundo. ro y de un diagnósticode comunfcaciones.
(27) 13. BaJoeste enfoque,se decidió cumplir el diaon6sticoen dos fa'la prlmera determfnó'la situación del estadonutriclona'l se ses: en en toda el área de1 Dfstrito, para seleccionarlas veredas.y e1 público con el cual se trabaJ6. En la segunda,se determinóe] nivel de de la pob'laciónsobree'l temadesnutrición' la producconocimlentos de allmentosy la disponibilidad.v uso de medioso méción y consumo en las veredasoue resultaran se]eccionadas en todos de comunicación' 'la orimerafase. del diaqnósticose Dropuso obtener'la objetlvos genera'les Como informaciónbásicanecesariapara deterrninarla situación actua'ldel estadonutricional de la poblacióndel Dlstrito Rionegroy 1a lnformael díseñoexperinentalcon distlntos ción necesariapara lnp'lementar mediospara transferir tecnologlaa la nuJer rural. En formaesDecffica,con el diagnóstlcose busc6: .l-. I d e n t f f i c a r ' l a s á r e a sP r o bel m a .. .?.. I d e n t i f l c a r l a p o b l a c l 6 no b J e t od e e s t u d l o .. ?. .4.. factibles de utJ'llzar en Identificar los mediosde comunicaci6n a rea'lizar. el Plan de Comunlcactones Ias act'ltudesy el comoortamlento de Determinarel conoclmlento, 'la poblaclónfrente a'l problotta..
(28) 1+. 5.1. IOENTIFICACI0¡{ DELPR0BLEÍTIA: Y VALIDACION NUTRICI0NAL Teniendoen cuentaque el Conrponente Socia'lde1 ICA ha loorado efectos positivos en el camponutricfonal, se acordótrabaJar en aouelllas áreas de mayoratraso. Dadoque el objetivo centra'l de1 pro.vecto fué nrobarla efectlv í d a dd e a l g u n o sm e d i o sd e c o m u n i c a c i ó sne, n o d í at r a b a j a r e n c u a ' l o u l e r para que e'l trabajo tuvJera beneficio para 1a covereda;sin embargo, 'l'levara munidad,se decidió que éste se a caboen las veredasdondee1. problemanutricfona1fuera másacentuado.y en fam'i1iasde mayorriesgo, por riesQoaquel'lasfamilias numerosas entendiendo con madresembarazad a sy n i ñ o se n e d a dp r e - e s c o 1 a r . Conestos p'lanteamientos iniclales del nrob'lema, e1 sicruientena' l a s o c o n s i s t i óe n c u a n t i f i c a r y \ r a l i d a r m a o n i t u d e l n i s n o e n e l D i s trito Rionegro. E s t ee j e r c i c i o , l n f c i a l m e n t ed e f i n l ó 1 a p o b l a c i 6 nd e e s t u d i oe n 3.000 fami'lias oue constJtulane] tota'l de usuariosDRIen el área del de estructurar e1 nroyectode lnvestiDlstrlto Rionegroen e'l momento g a c i ó n . E s t a sf a ¡ n f l l a se s t a b a nd i s t r i b u l d a se n 1 1 0v e r e d a sd e l o s d i e z m u n i c f p i o sd e l D i s t r l t o . 'la En selección y definición de veredas (área qeográflca) .v 1a 'los pob'lación,se tuvieron en cuenta slouJentes crlterlos: 1. Acceso.. Las veredasdebfantener fácil accesodurantela épocade rea'liz a c i ó nd e l t r a b a J o ,d a d oe l t i e m D o. y l o s r e c u r s o sd i s p o n l b l e s ..
(29) 15. De acuerdocon este criterio, se descartaronlos municinios de Cocorná y Sonsón,ouedandopara trabajar ocho de los diez munjcinios oue c o m p r e n d ee' l D i s t r i t o . ( r i g u r a 2 ) .. ,2.. Veredasatendidas Por e1 r n [. Las áreasdondeel ICAha estadotrabaJando,permftíanun mutuo 'lo conocinientoentre los usuarios.y funcionarios, cual favorecfael 'la investigaci6n. l o de desarro'l Cubrimientode. 'los. mediosde comunicación.. BaJoeste criterio se estab'lecióque e1 estudio se rea'lizarfa 'los estuvieranen posicampesinos en aquel'lasveredasen las cuales on u e s e d e c f d i e r au t i b i l i d a d d e u t i l i z a r l o s m e d i o sd e c o m u n i c a c i ó I i zar: de la famlI ia. Tamaño. promedlode nifros Se acord6trabajar en las veredasde ma.vor de seis añospor f:mi] ia, por considerarseoue éstas son las menores de mayorriesgo nutricional. de cuantif{car .y va'lfdar e'l problena nutriAnte la necesidad ciona'len el Distrito y teniendoen cuentalas condicionesanterlores, 'los usuase concluyótrabajar en ochonrunicipioscon 65 veredas. De rios atendidosen esta área, se tomóel 10%de aouellosque tuvieron diliqenciadaetamente FichaTécnica*compl *. Instrumentopara diagn6stico uti'tizado nor e'l ICA en su trabajo de canDo..
(30) BOLIVAR CORDOBA. CHOCO. ANTIOOUIA. Z¡o$ 06. a. qñ. M EDELLIN. BOYACA. V.¡t'otru. o. r z. cocoRNA E L c A R t \ 4 EoNE v t B o R A L. ¡. el pEñou. 4 5. E L S A N Í U AR I O GUARNE. @ 76 @8 FIGURA2. LA UNION MARINILLA. l.|¡ 9 io. lül. sAN vtcENTE soNsoN. Munic¡pros esiud¡odos. RIONEGRO. Areo de coberlurodel Distrito de Tronsferencio de Tecnologíode Rionegro, Antioquio..
(31) 11. E'l procedimientoque se siguió, fué e'l de ana'lizar desdela etamentedi'ligencladahacia atrás, hasta reunlr última ficha compl e l 1 0 1d e c a d am u n i c i P i o . ( T a b l a2 ) .. TABLA2.. por municfpio,Ypor veredapara FichasTécnfcastomadas d e f i n i r e l p r o b l e m a .D i s t r i t o R i o n e o r o ' 1 9 8 2 '. Munici p'lo. Vereda. Fichas Técnicas. B. 26. o Santuari. 10. 32. Rionegro. 5. t4. 11. 24. SanVicente. I. 2l. La Uni6n. 6. 16. E'l Peño]. 6. 14. Marinilla. 11. 25. TOTAL. o3. 17?. Guarne. Cannende Viboral. D e c a d a f i c h a t é c n i c a s e ] e c c i o n a d a s e t o m ó l n'él fomaci6nsobree.| 'la 'la cua'l pertenecla' veredaa del usuarlo, e'l nrunlclpioy nombre 'la .la másfrecuentesseqún de la familia, las enfermedades co¡rposición edadde.|aspersonas,e.|estadonutriciona]delosoreesco.|ares,]a.
(32) 1B. cantidad de a'limentos consumidossemana'lmente por 1a familla y sobre 1a particlpacl'ón de sus miembrosen la parcela f a m i li a r en activi-. v. dades Decuarias.. Parael objetlvo oue se perslgueen e.l estudlo, vale .la pena r e s a l t a r a l l e c t o r q u e1 o o u e s e r e a l . l z 6n o f u é u n m u e s t r e a o] e a t o r f o ' r o s i n o e s t u d i od e c a s o s . E s t o e s v á l r d o o u e s t oo u e o u e s e o u i e r e e s conocerla estructura del estadonutriciona'l.v no realizar inferencias estadlsticas, E'l análisis de esta Ínformación (cuyos resultados se muestran n á s a d e l a n t e ) p e r m r t l ó s e ] e c c i o n a rf n i c l a r m e n t ec u a t r o m u n i c i n . i o ys dentro de cada uno de ellos, las veredas con mayor prob'remade desnut r i c i 6 n ' c o m ol a s á r e a s e n l a s c u a ' l e ss e r e a l i z a r l a l a i n v e s t i q a c i d n . V a l e l a p e n aa n o t a r a q u f q u e e ' l e s t a d on u t r J c i o n a l d e . l a n o b l a c i 6 ns e detenninócon base en la Jnfonnací6nde'la combinacidnde ]os oarámetros peso, talla y edad. (25). Fina]mente,en el proceso de idenfificación .y va:lidaci6n del pro_ b 1 e m a s, e h i z o u n a c o n f r o n t a c i ó nd e ' l a i n f o r m a c i ó no b t e n i d ad e ' l a s f i chas técnicas con la situación prevla al monrento del estudio ()a rea'l l d a d ) . E s t o s e h l z o m e d i a n t eu n a v i s i t a a l a s n i s m a sf a m i l i a s c u . y a s fÍchas técnicas fueron se'leccJonadas en la muestra de los cuatro munlcipios preselecclonados. Al contrastar la infor¡ación oue ésta conten l a , c o n l a s i t u a c i ó n q u e 1 a s f a m il i a s e s t a b a nv i v i e n d o v d a r s e c u e n t a que no habla mayordlferencla, se confiymaronlos cuatro rnunicipios presel ecci onadoscon aquellos en 'tos cua'les se lleyarfa a cabo el trabajo..
(33) 19. 5.i.L. P r o c e d i n r i e n tpoa r a p r o c e s a rl a i n f o r m a c i é ns o b r e n u t r i c i ó n .. L a i n f o r m a c i ó nr e s p e c t oa n u t r i c i ó n , t o m a d ad e l a s f i c h a s t é c n i c a s , s e t a b u l ó e n u n f o r m u l a r i o e n c a b e z a dcoo n e l n o m b r ed e 1 a g r i c u l t o r , c o n e l f í n d e c o m p r o b aer n e l c a m p od i c h a i n f o r m a c i ó n .E 1 p r o c e d i m i e n t of u é a sí :. 5,1.i.1.. s e seis años. E v a l u a c i ó nd e l e s t a d od e n u t r i c i ó n e n m e n o r e d. A c o r d ec o n l a s i t u a c i ó n p r o b l e m á t i c ap l a n t e a d ae n e s t e p r o y e c t o y s e g ú nl o s e s t u d i o s r e a l i z a d o sp o r e i P l a n d e A l i m e n t a c i ó ny N u t r i c i ó n ( P A N ) ," e n C o l o m b i a a, p r o x i m a d a m e netl e 6 0 %d e l o s n i ñ o s m e n o r e sd e s e i s a ñ o s p r e s e n t aa 1 g ú ng r a d od e d e s n u t r i c l ó n " ( 4 8 ) ' y s e g ú n 1 a i n f o r m a c i ó nt o m a d ae n e l á r e a r u r a l d e l D j s t r i t o d e R i o n e g r o ( T a b l a 3 ) , s e o b s e r v ac ó m oa p r o x i m a d a m e netl e 5 0 %d e l a p o b l a c i ó ni n f a n t i l i n c l u í d a e n e l e s t u d i o , s e e n c u e n t r aa f e c t a d ap o r d e s n u t r i c i ó n . S e o b s e r v ac ó m ol o s m u n i c i p i o sd e E l P e ñ o ,l S a n t u a r i o' S a nV i c e n t e y L a U n i ó n , p r e s e n t a nl o s m á sa l t o s p o r c e n t a j e sd e d e s n u t r i c i ó n' l o s c u a l e s v a n d e s d ee l 4 3 , 8 %h a s t a e ' l 6 6 , 7 % . D e i g u a l m a n e r a ,e n e l oe desnum u n i c i p i od e E l S a n t u a r i os e o b s e r v óe l g r a d om á sa v a n z a d d t r i c i ó n ( G r a d oI I I ) s i e n d oa l a v e z e l m u n i c i p i oc o n m a y o rc a n t i d a d d e p o b l a c i ó ni n f a n t i l y p o r l o t a n t o e l d e m á sa l t o r i e s g o e n e s t e problema*.. *. L a e v a lu a c i ó nd e l e s t a d on u t r i c i o n a l e n menoresde sei s años h izo uti I i zandoel m o d e l od i s e ñ a d op o r G 0 I 4 E ZF,. ( 2 s ) ..
(34) 20. TABLA3.. 'los EstadoNutr'lcional de nlños rnenores de seis años en e'l D{strito Rloneoro. 1 9 8 2 .. Muni ci pi os II. Guarne. Grados III T. Niños menoresde seis años N o , d e orden No. Desnutridos %. 9. 4. 74. -1J. 42,4. 5. San Vi cente. 23. 7. 30. 48. 6 2, 5. L. MarinilIa. 15. 7. 2?.. a¿. 42,3. 6. Santuario. 18. 9. 32. 56. 5l,L. 3. El Peñ01. Á. 1. 16. 4.3,8. 4. Ri onegro. 6. 2L. 28,6. I. 5. 6. El Cannende V.. l2. I. La Unión. 25. I. 3 5, 1 26. 39. 5 . 1 . 1 . 2 . C o n s u mdoe a ' l m e n t o sa n i v e l f a m i 'ila r .. 66,7. Dietabásica.. Parael cá'lculode reouerlmientos alimenticlos, se considerócolno u n i d a dd e m e d i d al a f a m i l i a t i r r o p o r m u n i c i p l o ,e n l a c u a l s e t u v o e n 'la de estudJosantecuenta edady el sexo; estos datos fueron tomados r i o r e s y e n ' l a T a b ' l a4 , a p a r e c e l p r o m e d i do e D e r s o n apso r f a m l l i a v p o r m u n i c i p i o ( * ) A n á l i s l s v a r i a b ' l e ss o c j a l e sD i s t r i t o R f o n e q r o . Plan Distrita'l Comoonente Socia'l. *. t eo c i a 'l E s t r u c t ú r a , , l a n D is t r i t a l . C o m p o n e n S L o azi a C , , A m p a r o P 1 9 6 3 1 9 8 6R . io n e g r o . 1 9 8 3 p1 y an de i m p i e m e n t a c i c i n . programación.
(35) 21. TABLA4.. promediade la fam{lia rura'l en 'los Composici6n m u n i c i o l o se s t u d i a d o s .D i s t r i t o d e R l o n e a r o . 1 9 8 2 .. Municipfo. Promediode personas por fani 1fa. Guarne. B. SanVlcente. 7. Marinilla. I. Santuario. 7. El Peñol. 10. Rionegro. I. Calren de Viboral. I. La Unl6n. 6. Promediode] área. 7A. 'la dieta básica son prlncloalLos alJmentosque hacenparte de mentemafz, papa,frfJol , pane]a,arroz, chocolate. En a'limentosde o r l g e na n i m a l : l e c h e , h u e v o ys c a r n e ' a u n o u e n m e n o cr a n t i d a d ' en esta zonaes una de las fuentesde subsistencia, E'l malz cosechado el 1009de su producci6n ya que el 64,1Í de ios productoresconsume (10). cl total de 1a proEl 9,6Í debs productoresde papaconsume comerducción;debidoa las caracterlsticas del cultivo ,y al vo1úmen.
(36) IL. ' c f a l d e l a p r o d u c c l ó né, s t a t i e n e q u ed e d i c a r s e a l a v e n t a . E nc u a n to a'l consumo de frutas, éste es muybaJoen la zona. ( * ). 5 , 1 . 1 . 3 . T r a t a m i e n t od e l a i n f o r m a c i ó ns o b r e c o n s u m o . A'la fnformacJónsobre consumode a'linentos de la famllia se le dió el siguiente tratamiento: se tonaron los datos sobre consumodfa d e a l i m e n t o sy c o n e l l o s s e c o n f o r m a r o tna b l a s d e a p o r t e n u t r i c i o n a l . Estas tablas contienen, por una parte e'l alimento inoerido .y por otra, la cantidad del mismoy su contenido de nutrientes ta1es comoca'lorfas, p r o t e f n a s , g r a s a , c a ' l c f o , h i e r r o , v l t a m i n aA , t i a n i n a , r i b o f l a v i n a , niacina y vitamina C. Para cada grupo se totalizó el consumoa ffn de conocerel aporte porcentua'lde nutrientes de la djeta consumidapor 'la f a m i ' .l l a . ( f 2 1 . Este dato se emplealuego para establecer la relación con 'la recomendación del ICBF (Instituto Co'lombÍano de Bienestar Familiar) (Sf¡ '!os para cada uno de nutr{entes ned'lanteel establecimiento de porcentaJes de adecuacidn con la aplicaciónde 1a slquiente fórmula:. OBSERVADO. x 100 ESPEMDO De dondelo observado equivalea consunos obtenidosen la investigación; 1o esperadoes la recomendación. Se obtiene asl 'los Dorcentajes que son comparados con el 100Í oue serfan los consumos ideales. Coneste procedinriento se obtuvo1a brechade nutriehtes oue se presen'los tan en Anexosdos al nuevepara cadauno de los ochonunicipfos estudiados. * L o a i z aC . , A m p a r o .P l a n D i s t r i t a l. C o m p o n e nS t eo ci a l , ( c i t a d o ).
(37) 5 . 1 .1 . 4 , A n á l i s i s d e N u t r i e n t e s ' E l c o n s u mdoe c a l o r í a s a n i v e l d e l D i s t r i t o f u é a c e p t a b l ee n 1 a m a y o r í ad e l o s m u n i c i p i o s ,e x c e p t oe n El Peñol, con la más baja adede Vic u a c i ó n4 0 , 5 % ¡l e s i g u i ó e n s u o r d e n 5 4 , 7 %e n G u a r n e ,E l C a r m e n b o r a l c o n 8 5 , 7 %y l a U n i ó nc o n 8 6 , 6 % . ( A n e x o s2 a l 9 ) . L a p r o t e í n a p r e s e n t au n a a d e c u a c i ó ni g u a l m e n t ea c e p t a b l e ,s i e n del 53,5%; d o I a . e x c e p c i ó nE l P e ñ o,l c o n u n p o r c e n t a j ed e a d e c u a c i ó n s i t u a c i ó n b a s t a n t ec r í t i c a , d a d a I a i m p o r t a n c i ad e l a p r o t e í n a e n l a d i e t a f a m i l i a r . L a p r o t e í n a d e e s t a d i e t a e s b á s i c a m e n tdee o r i g e n vegetal y proviene del fríjol , el mayoraportador de este nutriente para este caso. Un bajo porcentaje de proteína es aportado por a1imentosde origen animal. E n c u a n t oa l c o n s u mdoe v i t a m i n a sy m i n e r a . l e s t, a l e s c o m oc a l c i o , h i e r r o , v i t a m i n aA y n i b o f l a v i n a e s m u yb a j o , d a d o sl o s e s c a s o s c o n s u m odse h o r t a l i z a s y f r u t a s y a ú n d e p r o t e f n a a n i m a l ; d e a h í q u e de estos nutrientes smn bajos para tolos porcentajes de adecuac'ión d o s l o s m u n i c i p i o sd e l D i s t r i t o y e s m á sg r a v e a f i n e n E l P e ñ o ,l M a r i n i l l a , S a n t u a n i oy L a U n i ó n ( A n e x o s2 a ] 9 ) .. ,5.2.. PARALA SELECCION METODO Y CRITERIOS DELAREADE TRABAJO Y DEFINICION DE LA Í'IUESTRA.. que s e t u v o e n c u e n t Ep a r ad e f i n i r e l El problernafundamental n e l e s t u d i of u é e l e s t a d on q t r i c i o n a l d e l a p o b l a á r e ad e o p e r a c i ó d c i ó n i n f a n t i l m e n o dr e s e i s a ñ o s ..
(38) 24. En una prinera instancja y en números rela vos, se encontró q u e l o s m u n i c i p i o sd e l a U n i 6 n ,S a nV l c e n t e ,S a n t u a r l oy E l p e ñ o l eran los másafectadospor e'l problemade desnutrlcldn (Tab'la3). S'lnenbargo,se recurrió a un segundo eJerclcio para lleqar a una deffnlción oue reflejara en una fonnanás contundente e.l proble_ ma; por lo tanto, se hlzo la ponderación*.EI ordenoue se establece asl para los nrunicipiosestudiadosde acuerdoa su estadonutri_ cional, coincide con la sltuac{ón encontrada en la alternativa anterior (Tab'la3); por conslguientefueron dstos 'los oue en definftJva se se'leccionaron para reallzar la inves gacfón, dadala situaclón crftica del problemade desnutriclónexistente. El objet.lvode realizar esta ponderación fué el de resaltar afinmás'la intensidaddel problera.. *. Multl pl Ícandoel núnerode casosde los dfferentesgradosde deso r su respectivoqradoen c a'la n u t r i c i ó n p'la d au n od e l o s m u n i c i p i o sy se efectud sumatorlaque apareceen colunna4 de la Tab'la5 ..
(39) 2\. TABLA5.. en el Dlstr'lto Rfoneoro. EstadoNutrfcional ponderado t982.. l.tunici pf o. r (1) 9. Guarne. Grados IIT(3) II(2) 4. PuntaJe No. de ponderado orden. I. 20. 5. 0. JT. 2. SanVicente. ¿J. Mar'lnl I I a. I5. 7. 0. 29. 3. Santuarlo. 18. 9. 5. 5I. I. El PeñoI. 6. 't. 0. I. 7. Rionegro. 6. 0. 0. 6. I. de Vi bor"rl Carmen. t2. 1. 0. 74. 6. La Unión. 25. I. 0. 27. 4. 'la de que no era factib'le estudlar los ocho BaJo consideraci6n y sus respectivasveredas,se opt6 por establemuniciplosseñalados cer e.l crlterlo de selecciónconsistenteen inclulr oara el estudio los munlcipfosy veredascon 50s o ¡násdel gradode desnutrlclónmáxia'l municfrrlode E'l santuario. o sea de 51 correspondíente moencontrado El resultadoflna'l de esta se'leccfóncon baseen la Tabla 5' fué e'l siguiente: PUNTA.]E 51 2'l. 29 ?7. l'lUN I CIPI0 Santuarlo SanVicente Marinllla La Unión.
(40) ?6. La ubicacfónde estos municipfosdentro del área de'l Dfstrlto de Rionegrose puedeapreclar en la F.lgura3. Siguiendofgual metodologfa se hlzo la se'lLcci6nde las veredas en cadauno de los cuatro munfclplosseleccionados (Tab'la6 a'l 9). 'la En Tabla 10, se resfimeel eJerclcio para las veredasse'leccfonadas del Dlstrito Rionegro,de acuerdoal puntaJeobtenldoy en la Tabla 11 se especiffca para cadauno de estos municipfos,las veredasselecclo,nadas. La Tabla 6, nos muestrac6no]as veredasde portachuelo,pavas, y Valle de l4arfa, presentanlos másaltos gradosde desnutrfBodegas 'las ción y son veredascon mayorpoblaci6nde nlños nenoresde seis años. TABLA6. Gradode Desnutricíónen el nunlcipio de El Santuarfo,por veredas. PuntaJeponderado.1982.. Vereda Bodegas La Tenerfa Aurora Pavas Pantani I Io Va'llede Marla Hontañi tas Portachue'lo Vargas La Paz. Grados. ¡(1) tr(2) rrr(3) 2 2 0 0 1. 4 0 0 I 0 0 I. I. 0 0. 0 0. Tota'l. PuntaJe Frlori dad Pohderado 6 años 10. 9. 13 ? 0 13 0 5. 9. ?. 9. 2. 15 0. 0. n. 2. 0 13 1. 2 E. 3 4 t.
(41) 27. E n e l c a s od e l m u n i c i p i od e M a r i n i l ' l as e s i g u i ó e l p r o c e d i ógico ya ap'licado para deflnir los munic{piosa estumlentometodo'l 'las veredasde nayor puntaie' aunque diar. Se observaen la Tabla 7 los gradosde Jntensidadson nenorescon respectoa'l munlcipfoanterior, en igual númerode veredas.. TABLA7.. o e M a r f n l ' l l a ,p o r Gradode desnutriciónen el m u n i c J p i d ' 1982. veredas. PuntaJePonderado '. Vereda. Total. Grados. r(1) rr(2) rrr(3). 6 años. illl:i:r". Prrorrdad. Socorro. J. 1. 0. 6. 5. 2. Primavera. 2. 2. 0. 6. 6. 1. i tas Montañ. L. 0. 0. ?. 2. 4. Inmacu'lada. 0. 0. n. 2. 0. Chochomayo. 2. 1. 0. 6. 4. Salto Arriba. ¡I. 0. 0. 4. t. La Asunci6n. 0. 0. 0. 3. 0. La Mil agrosa. 0. 0. 0. 2. 0. Las I'tlercedes. I. 0. 6. E. La Esperanza. 0. 0. 0. 5. 0. da La Esmera'l. 4. 1. 0. 9. 6. ,l.
(42) 28. Las veredasa estudlar en La Unjónse deffnleron por idénHco procedlmiento metodológico.Nóteseque e'l niimerode veredases menor con respectoa ¡os dos nunicipios anteriores. Los ,orados de fntensi_ dad del problemadesnutrlción, tanblén son másbaJoscomnarando con E'l Santuarlo. Paraeste casoobsérvesela Tabla B.. TABLA8.. Gradode desnutrfc'ldnen el munlcipiode La Uni6npor veredas. PuntaJeponderado.1982.. Vereda. Grados. Total. r(1) rr(2) rrl(3) 6 años. Las Acacias. 11. SanBartol o. J. 3. La Almerfa. E. 9. La Madera El Carda'l 0uebradaNegra. illl:lir. Pr.roridad. 4 6. ?.
(43) 29. Por filt'lrn,en la defjnlcidn de las veredasde SanVlcentese aplic6 el mlsmoeJerclcio metodológfco .y e'l resultadose aDreciaen la Tab'la9. En este caso,losgradosde intensidadde1 prob'lema descomparando con El Santuario,exceptuannutrici6n tamblénson menores do la veredaChaparralque aparecefuera de Jo non¡al con respectoa para este munfciplo,comoen veredasdefinidas. También las demás [.a Unión,resu]tarontres veredaspara estudiar.. TABLA. Gradode desnutrición en e1 munlcipio de San Vicente por veredas. PuntaJeponderado. 1982,. Grados Vereda. r(1). rr(2) I I I ( 3 ). Total 6 años. r El Porveni. illl:lla. Prioridad ?. La Porquera. 2. 1. 8. 5. SantaRlta. 2. ?. 4. 6. El Socorro. ¿.. La Travesla La Compañfa. 2 ¿.. El Coral Chaparral. 2. 4. 5. 1. 11. 23. 77.
(44) JU. La slntesis de este eJerclclo apareceen la Tabla 10, en la de todas las veredasdeflnldas de cual se aprecia el ordenaniento acuerdoal gradode lntensidaddel problemadesnutrlción. Nótese gue aparecenen los prlmeroslugares, conloya se anotó Chaparraldel municipiode SanVicentey la nrayorlade las veredasde El Santuario. TABLA10.. Veredasselecclonadas.Dlstrito Rioneqro. 1982.. No. de orden. PuntaJe ponderado. 1 ¿ J. 4 E. 6 7 8 9 10 11 T2 13 14. 77 15 13 t?. 9 6 6 6 5 5 E ( R. r. Vereda. Municiplo. Chaparral Portachue'lo Bodegas Pavas L a sA c a c i a s PrJrnvera La Esneralda SantaRlta La Porquera E] Cardal La A]merfa Valle de l4arfa Socorrc Las l,lercedes. SanVlcente El Santuario El Santuario El Santuarlo La Unión l.larinllI a l.larlnll l a SanVicente Sanvlcente La Unión La Unión El Santuarfo Marinl l l a l4arlnl I la.
(45) 31. Porúltlmo,laTablall,contleneeluniversodemunicipios'v de veredasdeflnidos para desarrollar e] estudio sobre mediosde co'la mujer nunicación aplfcados en la transferencia de tecnoloqía a. rural . TABLA11.. oor munJclpio(sfntesis) Veredas seleccionadas. Munlcipio. Vereda. EL SANTUARIo. o Portachuel Bodeqas' Pavas Va]'lede María. SANVICENTE. ChaParral SantaRita La Porouera. MARINILLA. Primavera da La Esmeral socorro Las Mercedes. LA UNI0N. Las Acacias El Cardal La Almerla. Total. ?.
(46) N. ANTIOQUIA. o MEDELLIN I. , \. ) / (. -f-/. FIGURA 3. Areodel estudiosobrs" Efectivídad de mediosde comunicocidnl DistritodeTronsferencio de Tecnologío. Rionogro, Antioquio ..
(47) 33. D e f l n l d o sl o s m u n i c i p i o ys l a s v e r e d a se n l o s c u a l e ss e a d e 'lantarfa 1a lnvestlgacidn,se procedióa establecer unamuestrade de'l universode peoueños fanl] ias de dlcha área, representatJvas nropoblación que la de estudio. Paratal efecto, constitulan ductores se procedióa elaborarunoscriterios de referencia<¡uenen¡itieran de casosrepresentativosde esta poblacf6n. defJnir un número fueron estos: Al nespecto,los criterios fundamentales .1.. lntraveredal, tomando comobasela estructura Altá honogeneidad de producción(peoueños oroductores).v el qrunofamj'lfar (10). La intensidaddel problemaestá bastanteqeneralizadoen las veredasya deffnidas.. .3.. El númerode familias por vereda es de 60 aDroximadamente. en el tarnañode la famil fa de acuerdoa los Existe homogeneldad datos de la Tabla4.. Por estas razones,se consideróoue un nrlnerode velnte famipermitlrfa la signifilias por vereda,serfa suficiente y oue adenrás de'l estudio, Deotro 1ado,pencanclanecesarlaen 1as conclusiones 'los de ausenciau otras dlficultades para sandoen inconvenlentes abordarel núneropropuesto,éste se subi6 a 22 famillas nor vereda para observarun número estandarizado. El objetivo de esta muestratonadaa través de estudlo de casos 'l fué el de identificar un qrupode famf ias a las cualesse les deberla tonar una informaciónpara diagnosticarciertos problenrastecno1ógÍcosdel área y posterformente aplicar a'lqunos mediosde comunfca-.
(48) 34. 'la {dentificacfdn ción en e'l canpo. Para lograr'lo, se procedlóa mediante s e l e c c i ó na l e a t o r i a , u t i l i z a n d o l i s t a d o s d e l a t o t a l i d a d d e 'l las fami'lias de cadavereda(usuariosDRI-v no DRI); istas confec'los cionadaspor funcionarlosdel ICA vlnculadosa'l trabajo de camno en la región y de estas listas se sortearonlas famj'lfas a estudiar. Esta muestra,tal comoresultó por munlcJrlio,vereday seofin las familias fueran o no usuarfosde1 prtgramaDRI' se observaen la Tab'la12.. 5 . 3 . E LD I A G N O S T I C O D e f i n i d o s1 o sm u n l c i p i o sy v e r e d a s e p r o c e d i óa r e a l j z a r e 1 diagn6sticosobre producciónde a'limentos,conocinientostecno'lóqicos en aspectosagrícolas, pecuarios,de nutrición .v sobrecomunicaciones, E s t e d i a g n 6 s t i c of u é 1 a b a s ep a r a : .1.. Definir renglonesproductivospara transferir tecnoloqfa.. .2.. a los mensaJes en la Definir y darle e'l tratamientoadecuado transferenciade tecnologfa.. .3.. Conocercontenfdos,creenclasy espectativasde las fami'lias 'la producc'l6n y nutricidn. frente a. .4.. 'los a emplearen la nediosy métodosde comunicaclón Definir estrategia de transferencia,. .5,. oue peruita ser Estructuraruna estrategia de comunicaciones.
(49) 35. TABLA12.. l,lunÍci pio. apl'icadas. Distrito de Rloneoro. 1982 Encuestas. Vereda. Portachuelo. EL SANTUARIO. Bodegas Pavas ValIe de Marfa. Chaparral SantaRita La Porquera. Primavera da La Esmeral Socorro Las Mercedes. LA UNION. Las Acacias E'l Cardal La A]merla. 5ub-TotaI TOTALES. 14. 24,7. 2 1, 0. 22. 21,7. 52. 19,6. J5. 138. 68 22 22 21 22. 3 7, 7. 9 9 1? 27,7. 84 23 ?3 2?. 18 11 11 72. 13 72 10. 166. 29 6 14. 4 11 10 10. 1C. 14. 3 3, 1. Tota'l. 22 18 22 22. I. 77 9 l5. 35. Sub-Total. 6 I .,. 41. l Sub-Tota. l4ARINILLA. 16 10. 55. Sub-Tota'l. SA}¡VICENTE. ENCLIES TA S Usuarios No U s u a r l o s DRI DRI No. % No.. 87 ?2. 2't 22 2!,7. 65 304. Í¿ .r-{ t..
(50) 36. estadístlcas. sometidaa mediciones .6.. 'la interpretacÍónde 'los Tenera'lgunosconceptosaplicables en 'la evaluaciónsobrecambiode conocinlentos. resultadosde. La encuestase llevó a cabocon e'l concursode profeslonales familiares del f)istrito Rioneoro,previa .y el personalde educadoras generaldel estudio, sus obJetivos, capacitaciónen el conocimiento alcances,instrunentosde tomade información,análisis y procesamiento final, 'las familias estudfadastuvieIgualmente,debedestacarseque ron una participaciónbastanteactiva en todo el proceso,especialmen'la de la tomade informacióny en el desarrollo de te en e'l nomento El amade casa' o oufen hic{era sus veestrategia de comunicac{ones. ces, fué 1a personaouien directanentesuministrdla inforrnacidn. E'l cuestJona|iooue se apllcó en e'l desarrollo de esta encuesta se apreciaen el Anexo1Los resultadosde esta encuestaoue permitendiaqnostica¡Ja n n v a r l a s s e c c i o n e sa, s f : r e a l i d a dd e l D i s t r l t o s e p r e s e n t a e .1.. s u e i d e n t i f i c a n l a p o b J a c i ódne l e s t u d J o . A l g u n o sa s p e c t o o. .2,. La produccÍónde a'llnentosagrfcolasy pecuariosv necesidades tecnol69ica. de capac'itación. .3.. y formasde preparaciónde los alimentos. Consumo. .4.. nutri cional. Educación.
(51) a1. .5.. sociales en el área del estudio. Las comunicaciones. 'los ejercin e r m i t i ór e a l i z a r El análisis de esta informacióp trataniento de cios de se]ecciónde te¡¡as,nedios de comunlcación, 'la 'los y eJecuciónde'l estudio sobre mensajes "Efectividadde aloua la en la Transferenciade Tecno'loqía nos nedios de comunicación 'los capftulos 8 y 9. mujer rura'l", aspectosque se tratan en. 6.. DELDIAGNOSTICO RESULTADOS. OB.]ETO NEESTUDIO OUEIDENTÍFICAN LA POBLACION 6.1. ASPECTOS 'la 0bservando con un pocode deta'lle nuestra, se encuentraoue en su mayorparte es genteque se ubJcaen edadesentre 30 y 45 años (42,4%)y nenosde 30 años (27,2%). Es importanteresaltar oue 'la (mayorde 60 años)es pocaen 'la reoión, poblaci6nde edadavanzada 'los 'la que resu'ltadosde este dlagn6st'lco,como]as tanto apareceen que presentanotras fuentes. (tabla No, 13). fué obJetode cons{deraLa educaci6nde la poblacidntamb'lén 'la lmplementación de un nlan de ción especlal, másaún, tratándosede comunlcac{ón. La importancfade la lnformaciónsobrealfabetlsrno.y añosde es'la se'leccióndel medloo tudio radica en que es un puntobásico para Si los miembrosde medfosa utillzar en el plan de comunJcaciones. a un grupono sabenleer, es obvio que no se puedenl'levar mensaJes.
(52) 5ó. c\.¡ o.. C¡.. (\¡. (\l. @. F{. LS. F! sJ. (\J <f. ra, (\¡. <f. e o. o 2. r-r. rc. ro. +. ¡c¡,. o. J. s e F. CO. (\J. N. 3\J. l-. (f) r€. o o. ba. =. !+ (\t. e| co l¡r. oa. (f) 3\t ct.) ^¡. r0 F\ o. Fl. IJ. L +J. o. z. <o. 14). J=. N. ro (J f9 .+J AJ. É. e € o. ¡.c, r€. Ot. (o. (\l (\r. JTQ J. <f C\¡. O <f. € @ or (\¡. = É. <o =z. (\¡. t¡) f'). ro (\¡. r+ F. rf). o o. N. .o i¡J tJJ. ¡r, o¡ c)oc\Jro. r¡1. O¡. (\¡. C,. Fbe. z. f.). ca. E. t/-¡ L). (\r. F.. I. z, <o v, z,. €. an. (3. rYJ. N. ft). rft. L. rq. o L. oF. É,. ae. (\l. o Fl. (\¡. (\¡. ¡¡,. $JN. t0. o. o o o. o F. ¡o. z, <o vrz. ro. co. C\¡. (u IE rJJ. (f). co F. (,. .F. .C'. E .tt J'q E T¡J. ltr Oururo lcootE í¡ tE |qct o o (!) ¡¡) -i qr(u 'ct .E Fa r, o(t<to cq r>q ¡ c , ó. =óo=. v, lE. rÉ. o r0. ro. tq r.o. 'ct L. L¡J J. f o F.
(53) 39. t r a v é sd e i m p r e s o se; n e s e c a s o , 1 a r a d i o , l o s a u d l o v i s u a ' l ey s1 a s son mediosa'lternatÍvos. demostracJones En este aspecto, se investiqó sobre la escolaridad de la pob'la'los ción y se observóque ésta se encuentracerca del promediode tres años de escolaridad para el área; mjrandoel asunto en deta'lle se ve (Tabla 14) en a'lgunasveredascomoPortachueloen E1 Santuarfoy La A]merfa en La Unión, la escolarfdad promed'loes de 3,77, un crado que ofrece buenasperspectivas para trabajar con mediosescritos. La escolaridad más baja se presenta en la vereda Las Mercedesdel munlcipio de l4arinilla en donde]a población ha cursado 2,09 afrosde escue'la primaria en promed i o.. 'los dlstintos nruniclpios En genera'l , el gradode escolaridaden , e l o s c u a l e ss o b r e s a ' lEe' l S a n t u a r i o , e s t u d i a d oes s b u e n o d Esta informacfónpennitió observaroue e'l área tiene condiciones favorablespara e'l uso de mediosimpresos. La poblaciónmenorde seis años, ha sÍdo obJetode especialconbásicoconsiderado sideración,por su alta re1acj6ncon el prob'lema en este trabaJocomofué el de aspectonutriciona'l. Por conslguiente, r e s e i s a ñ o sp o r s e r é s t a l a s e i n v e s t i g ól a p o b l a c i ó ni n f a n t i l m e n o d m á sv u l n e r a b l ea l o s p r o b l e m a sn u t r i c i o n a l e sy s e r c o n s i d e r a daad e m á s gubernamenta les. con especial énfasis en los programas El resultadodel dfagndsticoen este aspectose observaen la de niños menores de seJs Tabla 15, en la cual aparecenlos promedios 'las v e r e d a se s t u d l a d ays p o r m u n i c i p f o . L l a m d a ñ o se n l a s f a m i l l a s d e de'l nunicipio de El Santuariodonde la atención1a veredaPortachue'lo.
(54) 40. TABLA14.. Escolaridadmedla por vereda de l o s m u n i c i p i o sd e l estudio. Distrlto Rloneoro, 7982.. ( Años) icÍpio. SANTUARIOSANVICENTE I.IARINILLA LA U N I O N E s c o l a r i d a d PromedJ a Genera l. Vereda Esco'laridad Promediapor t"lunicipio. 3,38. Portachuelo Bodegas Pavas Valle de Marfa. 3,77 3,28 2,9L 3, 5 4. Chaparral Santa Rita La Porquera. 2,47. 2,63. 2,94. 2, 3 5 213? 2,60. Prinavera Esmeralda. 3,09 2,32. Socorro Mercedes. ?nq. 2,09. Acacias El Cardal. ?' 3 2 2,73. Al merfa. 1 77. 2,86.
(55) 41. TABLA15.. Promedlo fanfllar de niños menores de seis añospor vereday para el área. Dlstr{to Rfonegro. L982.. tluniclplo. SANTUARIO SANVICENTE MARINILLA LA UNION. Vereda Prqnedio. 1,90. Portachuel o Bodegas Pavas Valle deüarfa. 2,23 2,06 1,59 7,73. Chaparral SantaRlta La Porquera Prirnavera La Esmeral da Socorrc Mercedes Acacias El Cardal Alnerfa. 1, 2 9. 1,63. I. EE. 1,04 1,64 1,15 1,l8 1, 6 8 t,76 1,91 7,82 1,55 !,27.
(56) .+¿. se observae'l mayorporcentajede nlños en esta edad(2,23). Iqualnente, este mismomunic{pfoes el que presentael promedio mása'lto ( 1 , 9 0 n Í ñ o sm e n o r edse s e i s ¡ ¡ n s p o r f a m i ' l i a ) . L o s p r o m e d i odse l a s distintas veredasson fiiuysi;nilares, lo cual fefuerza el conceptooue se ha expresado de la homogenefdad en el área por qrupofamlliar.. 6.2.. PRODUCCION DE ALIIiIENTOS Y PECUARIOS AGRICOLAS Y NECESIDADES CAPACÍTACION TECNOLOGICA.. 'la Paracomp'lementar la informaci6nque se presentóen Drimera fase del diagn6stico,se tuvieron en cuentaotros datos de lnterés para e'l área de nutrlci6n. ta'les como: 6 . 2 . 1 . P r o d u c c i ódne a'lfmentosde origen agrfcola. Esta producc i 6n se reflere a1 tipo de al lmentoproducldopor 'la m u j e r , a n i v e l d e l a s parcelasfami'liares o sea 'las de autoconsumo. 'los En cuatro municipiosde la investigación,e'l mayorporcentai e d e l a s á r e a sd e p a r c e l af a m i l i a r e s t á p o r d e b a J od e l o s 1 0 0n ? ( 7 3 1 ) ; de 201 a 500m2están e1 24%de]as parce'las. Los productoscultlvados segúnla Tabla 16, son básicamente: zanahorianrepollo, coliflor, co'l, tomate,ahu.yama, acelga, entre otros. Sobresa'le cómoun alto porcentaJede estas famflias, cultivan princloalmentecol , repo]lo y zanahorla,produccidnque está destinadabásicaneny los pocosexcedentes te para el autoconsumo se dedlcanpara la venta. ( V e rT a b l a1 6 ) ..
(57) 43 F.r to (\l Of t\¡\e!o <t ff) be ¡!. o C). É cñ Fl. rf r¡, $¡. c\.¡ r¡) r.c. cit tt) t.o. a. t-\ € It. (u. r(').+. t, !o. o. (\. lEl. @ ol. .E aJg. .o L. c, o É o. bc. <t. l\. <f. c.). ¡f. c.,. ¡r,. ro ll-lrlll. r-.. (u. o,. o. g. '|':* v¡. q., o OE. illq. eOFI(OFOr@OF.<t <r: r¡) C\,¡ F1. ¡.¡. É. ¡. co Or. t.() <f. a.) q). @. N. .r1. o. ole .P .O E = qJ. L) lE,¡ Ít. o L 0. td. (u E. ro. u (,. CO cc. llll-l. E+. .u +J (J (l'bq (u E. (u. rF V'l. (f) r.o <f ú (O Ot <t Cn coFR¡toolr¡)rnroro (\¡ (\¡ rJo. r.ft 01. P -E. +J. (\t. O (a (\¡. .-.. O. t\ (\¡. rr,. c\¡. (¡ r+. cfi Fr. co. Fql. rEl. .at. ¡. F.. r.o. (¡) 'o_. Í) F{. (o <f. F. Or. rú. lro. (\¡. l-. Fr. Fr. ro. (ñ. (o. (\¡. to i+. or s1. (\¡ CO. CO g). (\l.. O. ñJ. Él. (\l (\l. gi tl, Ct C! ro¡¡)o!(\ll\€otcoÍrF-. .-l. f.). CD (ñ. C\l. (A. ñ¡. CD C\¡. ¡\ l'\. (g r.O. ..{ .-r. (\¡. F-t. (tr O. C\¡ @. o. t\<',rroo@r¡ooroF-@ (') <t F.. lY) F\. O Or. tO O. rú. (u. r.l F.. \O (\¡. (, J. r.f) r.o. CO. ('r@(¡tD(t¡<\¡lo@l€ @ro(oor!-r.¡)orr,c'r.d Fr $r C! +. lE'. .+ i9. OO qr. l-F¡. o z,. r€ r4) rf@F.. qsf cD É) @_€ ( f r f , < l -. F.b. o o ,rr a, E. (\¡. l¡). L .p. o. r.o O<fFl c., o q¡ o. l-. s o¡h (-). P. .l¡. c,. ol. 1(). (L). (\¡ (g F.. <f Ct¡. tO. (\l. (u (I,. v). .6 L A-. <¡, ¡ú tO.P. (o. co F. F (-J. c¡ É,. o,. 'DE. vr.]o o! Evo. Ld. .t(l,o. !T'T' Loorú C)F!-orE|U (F¡ E ( u .É aEoro>\=¡DiE EAE=q.'!EL rg(uooo,€c)=oo NCE(JL)F. +'. ré. gr. .ct. .p. OJ.
(58) 44. Entre los frutales sobresa'tenla curuba, tomate de árbol mora .y y entre éstos con mayorporcentaje, el tomate de árbol en e1 67,7% de 1os casos, mora en e1 2819?l,siendo cultivos que se tienen actualnen_ te y su producclónes dedlcadafgualmentepara e'l consunofaml.liar.. 6.2.2, Producción de a'llmentosde orlgen pecuarJo. En el diagnósticose encontróque e'l 30,2Í de I a p o b l a c i ó n o p o see vacade 1eche,e1 43,91 poseeuna vaca; nientras oue el 25,9Xrestante, eqúiyalente a 79 famílias, poseen e n t r e d o sy c i n c o v a c a sd e | e c h e . ( V e r T a b l a1 7 ) .. TABLA17.. Tenenclade vacade leche. Djstrito Rionegro. lgg1. No. de FamiI I as. No tiene vaca Tiene una vaca Tienedos vacas Tiene tres vacas Tiene cuatro vacas Tienecinco vacas. 92 134 52 11 5. 17. I. ?Á. 1'6 ?A. 305* *. 30,02 43,9. 1 0 0, 0. En algunasTablascomo.ésta y subsiguientes,aparecentota.les;iferentes a las 304 amasde casa enc las preguntasfueron para respue! nidad para dar unao másrespuesl tambiéntota1esmenores a 304, dr ta . Dues.
(59) 45. Según1a Tabla 18, e\ 34'-41de I as fami'lf as (105) no producen 'leche, el 16,1%producenhasta 10 'l i tros , el 12,8%producenentre y e1 36,7%producem á sd e v e l n t e l i diez y velnte litros por semana tros . TABLA18.. Producclón de litros de leche por semana. Distrito Rionegro. 1982.. No. de FamiI i as. No produce. c. 105. 34,4. Hasta10 litros 'l 10,1 - 20 i trrs. 49. 1 6, 1. 39. L2,g. 20,L -. 49. 1Á 1. 63. 20.6. 305. 100,0. 30 litros. 30,1 y más.
(60) 46. En cuantoa tenenciade galllnas de doble ffn, se encontróque 250familÍas (81,9) las poseen: el númerode ga1'llnas varla' siendo notab'leque hay mayornúnerode famfllas 29'8f oue ooseenentre seis y d i e z g a l l l n a s ( T a b l a1 9 ) .. TABLA19.. Tenenciade avesde doble utl'l idad. Distrito R'fonegro. 1982.. N o , d e F a m i la s No t i enen. 55. 18,0. Hastacinco gall inas. 67. 22,1. 6 - 10 gallinas. 97. 29,8. 1l -. 1 5 g a ' l il n a s. 48. l5,7. 16 -. 2 Qg a l l i n a s. 22. I ¡t. 2L -. 30 gall{nas. 14. 4'6. 31 -. 50 ga'llinas. 8. 2'6. 305. 100,0.
(61) 47,. En cuantoa'la producciónde huevos,se nota un porcentaJea'lto del 36,7f de famllias que no disponende avesy por 1o tanto no produceneste allmento (Tab'la20). La meJorproducclónapareceen la en el 17,4f de las fa¡ni'lias. categorlade 15 - 28 huevospor semana TABLA20.. de huevospor semana.Distrito Rionegro. Producción 1982.. No. Fami I i as 712. 36'7. Hastacinco huevos. 16. 5,2. 6 -. 48. 15'8. 28 huevos. 53. !7,4. 29 -. 42 huevos. 44. 14'4.. 43 -. 32. 10'5. No produce. 15 -. 14 huevos. 70 huevos. 1oo,o.
(62) 48. CONSIJI4O Y FOR¡,IAS DE PREPARACION DEALIIIENTOS. 6.3.1. Consumo de allmentosde origen vegetal. El consumo de frutas se vé llmitado por la no disponibilidad de estos productosen sus parcelas. Es asl comoe'l 40f de las fami_ 'lias no consumen naranJay aducenque su precio es alto en e't mercado. E1 601que la consune,la produceen algunoscasosy la compraen otros, E1 grupode las fam{'lias que las consunen, anotanque es por fórmu.la y otras por su contenidode vitaminas. méd'ica Igual sucedecon el llm6n, dondeel 76Xde las familfas lo consumen comoe¡ementopreventivode algunasenferr¡edades y el grupores_ tante no lo consume. Las hortalizas y las frutas son consun¡idas princioalnrente crudas, ya sea en ensaladaso en Jugosy en algunoscasosen su formanatura.l 'la como zanahoria,repollo, tomatede mesa,'limón, naranJa,moray tomatede árbol. La coliflor y la acelga, sf blen es cierto que se producenen muypqqueña cantfdad,es notab'leque sus fomas de preparación son másvariadas. (Ver Tab'ta16) Lo anterior demuestra l a n e c e s J d adde l l e v a r a ' l a c o n u n i d arde c o 'las mendacfones relacionadascon diferentes formasde consurnirestos que alimentosa ffn de seanfnc'lufdasen formavariadaen la dleta fam i li a r . 'lo En concernienteal consumo de frutas, se tratd de oue 'la comunidad aunentesu disponibilidadya sea con la comprade éstas en el nercadoo en e'l meJoramlento de los frutales existentesnedianteel uso de prácticas cultural es..
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