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Efecto de la época y el grado de defoliación sobre la producción

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Academic year: 2020

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(1)tli+ !¿. EFECTO DE LA EPOCA Y EL GRADO DE DEFOLIACION 6OBRE LA PRODUCCION. { - .l 5y Ivio Eelalcárar VIctor l * l. l ' l e r c h . - : n V . HLlqo Etaena AranQo, fl. Jor.|e A. Valcncia. Ju¡ t 1f ica r fÉn req!ter-r'li-t folrar Eobre el áreá reeLi=árlos Estudios LoE y Ia Ealidad de la que los rendlnientos pare f'roductriÉn qtte la planta debe mentener no Ee afecten r hen deanostrádo Sin de ocho hojá5Ltn minimd veqetátivo dr-rrante Éu ciclo y eI é p o c F de l"c el efÉcto tocla,./ía EÉ desconoce embárgo. c E n p a r á m e t r ó E a n t e r i o r e s sobr-e Los gr-ado de defoliáción L ( ls r e d r r c i r tRmhién a se É6ntribtlLrj'a conoc-lfii-ento c$ytr q u e y laÉ FIa(las de leg er¡fermedarjes control en el costos Pláttsno. follaje deI el áfectan. Otrirtivo¡. Glcncr.l lieUt. eobre. el lds. eiecto de 1a época y el grado y le tralided de la réndimientos. dr:foliación de pr6rluccién.. Ero.cllico. - Correl.acionar el con defoliación producción. - DetErminür y éFtimáÉ.. para. gredos y de les época6 efecto d e c r e c i m lento loE comPonentes. cada é¡oca. las. - GÉrrelacionar los resLtltados ( d e f o t i eción) curlturales r para . en ferírededet. áreas. foliares. de '/. crítirag. con el empleo de FrácticáE rle les plagaE y el control.

(2) 7El. l1atcrialet. L llétodot. el diseño e>lperirnental ernpleado f rre el cle En este esttrdio en el cutal Iae parcelaE parcÉles divididae, ftrinciFalFiE en (FF). á ocho éF)ocáE y les strbparcelá6 corregpondieron f L r e de c L r y o n ( r m F r o d e f o l i a c i ó n r cede PP á toE Eradós de ' / e c e s . E I t r É s o r , + clo s E r e p i t i ó cintro. Cada tratamicnto q | l e e e d e h o J a s n l l m € ' r o a l correspondió defo¡ iación de á I h c j j á s e : r i s t e n t e s e l t o t a l d e c o n eli.ninó en FÉleción reEPetrtivo. €'I tratamiento momento de efectuar. Re¡ul. I. I I. tado¡. I ns e cle Prorlrrqci ón y cn lt] qtle ciclo ÉI Fara Flrimer d e la 1 a a l t t t r a 5E r-ef Lere cje5err-olIo de E(rmnonentes d cr s n q r r e c r r a l q t r i e r a plenta Ésta muestra Frrerle soportar : i : ' ' d e l o r c l e n d e l d e f o l Í á c i o n e s treB 1eE Étr(]cas eváluades p á r á m e t r o . L .3 t a . l E q u e I c i y se af ecte e 75?sin 50 e r e n c i , ¡ m a y o r d i f L|:-rCtZ r-eqistra .Llna deI defolieción rlL' rel.áción gLlar¡-le pero éEta no Bignificatlva F ' o r I o I as épocas consicreradá-J. con correspondencia n : i i testiQo tr.r-etamiErrto con e1 acuerdo de tánto v o h e d e c e r reqistradas las diferencias def(]lleción FLleden ¡ clef clIi¡rrórr de ajeftoF al trat;miertcr otrog factoreE e (Tábla 29). (?mi.tidÁ5 al Lqt-ra1 núrnero totál L j F - ,h] o j a E cass del En el r l e l e n t r e . I"e tránELltrrirlo IR duración otr€l con ¡reriorlo ' ¡ t ttt 5 ( : r 7 i t i ' " y d e l ? 5 " las defoliacinrreÉ trosechá. EiÉ.nfrrA I r l ( r r ' : t t i s t . r . e n . ¡ rle eEtrr..liarla€ I;rs éFocas cuAlqrriera € ? n c i a í E i l i c , t f F ' r e = t a c l qlre en el ninqLtna di te=tigo. iqLlal de' tr i{t." embarqo, \-.rLEudo sÉ Si.n slgnlficati'ra. r o I o s se r-egi=tra t ( : x 1 7 '. del Far-ánr'lt s def oliaciones ¡ara p r ' : 1crl i c e t i ' / a sr estadísti cas 6iOrrif diferencias ánterforÉs ( : ( t e r l n l ' : fn(!ri3 I a é F c ) s . 1 d e . c r a cor¡ uña cofl S€: no ouar-dan egtag ' . ' n lc¡r r t i e j t r . ¡ r F l m j B m ( ] p u c ] r l e n r e qrre erltrcma-. dos épocas I c t lJ¡¡ e-'jemplo .rI r-esFecl-o fil-eErlrlt'¡n siqnificañcie. de 'ralqtr (]1: qL(e mucgtr.'rn cln 4 '/ :1€l hojRS IeE defoliRcicjnes '-aso F:ñ el cte 3U -3 Y -17.6 ho jas emiticlaE' resnectivc)s y t F f i i l - l ié t i . : n t r e c o = e c h a . sir,'mbra tresnLtrrridB de1 oeríodo ( I a t J l a E y Í O i f ) ' t e n d e n c r a tá rnisma se n|.ledp observár I ¿tL:r1'=' la rle protlrtcción a Iog colnponentes Con relación " ( i[rLicrr e r l c L l á 1 q l t i r : r u r l , 7 1 7 . qlte def ol iat:ionPS de ¡2r indica c J r f i r . a c l / r l ' r cl"l f !' af r:ct.s la di ferenclacicin no evaluada. I r a l l ¡ {le! s e Er.lando Por- 4l contr-ar-io ctpdos. de n(rmero.

(3) 7A. ge. ) ',] t. .E.

(4) -. 80. E!=. =. 2e-.82=a-. *#Ez;addd. =. ab3=.

(5) 8l. !.--,EE=. .s¡. ? ái;=4 ñ sSREFiñi:=. E-z-€E+as==Eqq+q si=*:cs:*s -222a--. sszq4,\14 FidK=s:Í5F. ==. 2-2aa242. =gEREÉEq :iid:il=fs=. -a = rsssqEqq j;;;¿at= : . <. cq44q Eqcqq =====. € q 4q.C a==3= E4E4\ i==a=. z===. =ÉE=.

(6) 82. +--:..:\:-''?. is*sse¿3. a22-2e-2 =t. ¿,¿ji*s=s. "'l. ':. g*E?s*Éa. ==. E gdÉ::E?=r. =z =EEe EEE=. eqF:e. -. '?.

(7) r. Elf. a cabll I le'¿ar 9e F'lr'lr1"n l(Jt)/. estas deI elef ol iacíoners y en h o j a E h o i a s d e 3 ? l Í r h * e m i t i c l o háEtts el-re la trtant.r i8 3 4 a 2 ( ) ! é p o c a g c c r r r r : E F o n r l i F n t e s I É r s E:n a r l c . l- a ¡ t e . .o ( l e e d a r j á I a a É e n t | l á n d o s e d e t r i m E n t a I e s sn efecto hoias en etspe¿ial y can énfasi'épocas En dichas ?4 hoj.rE. á l 7 A:/s u f l c l i o c s s e v e F a s d e f o l i a c i o n e s l a s ú1tj.m¡ esta r te p r o c e s i o e I r n a r c a d a b e s t a n t e f o r m a en efectan f rutos. y fÉrmación. de los d j.f erenciaci.ón .,i. máyor perárnetro de pcso rlel retrir'llor a l. Respec.to lahla e s t L t d i o , l a d e l d e n t r o y trascendencia imnortancie p o r d e f o l í a c r o n es p É s c e f e c t R d o no eg i:llre st.t ff, re'/ela c iclo d e l é F o c e e r t c n a l q u i e r y 3i-t7.r-eálizadás 25 del r ¡ r o r s t rarr n c ' 5 e f a c t o r e s eEtos entre vegetátivo. o ¡ : u rre s í 1 o c u a l s i c J n i f i c a t i v a s dif Er-E|nÉias eFtadísticas ¡ l e L t T t : t 'Z 7 5 7 ' d e I o r d q ' n r l e defolleciones Y ceEo oaÍ'e eI p l . r n t(f, y u n d e n t r o d e o h t e n i r l E s reslrltados Con báBe én los '/ ( 7 5 r J e f o l l á c i ó n . c l e prár:t ico dichos de vist.r ltrados h o j a s y 1 6 1 2 I a e d a d d e háEta Lctr-r7,). se podria Fr-acticar cat.lá 0r'RcJo'le Fogt*riormente re6pectivamente. emitidas, sfrn l o s cuales j . a c i ó n d e l F t é r e o s . e f e c t o s registrá def ol ge' e f e c t o r l e t l C l ( : ' 7 ' . E t r p a r a L t n e d e f o l t a c i ó n mas rnerceñog de se ecer-ce e Iá etapa mFdida que la Flanta a ecentúe ¡ l e l'a y I é q i c o c l a r o t l n e f e c t o es Ester fLoración. n o r m a l I l e n e d o L t n r e q t . r e r i d a rrara f L(ncién clel ár'ea f ol iar de loÉ frutog protlncciónr log de BegL(ndo ciclo del tr-ata CLrancJo Ee p a r á m e t r o s c o n g l ' l P r á c l c l s l o s oLrtcnirlos regul tlados PRra d i f e r e r l c r á s ¡ ' e q i s t r a r o n l ] enterior.nentt nuéden a p a r ¡ ¡ n t e ' r c - ' nt e n o eIIos. entrF EilnifÍcat-ivaÉ estaclísticas l Ó ts tr'átefiientos c o n de cor-resporrdencie gua:-dan relación lc¡g q u e c t Jrrobora r É s p e c t o ' aI Un.a excepción en Lrtestión. q u e lá5 h n c h o d e e s e l ciclo" ctel res ttárjo6 nrimer =e p e s o L l . r a n d o e g t a s ; e I .l€,f oI iácioneEi dPl t0rl7. af ectr:in . a Far-ti r- cle I e hoj Á ?{1 ef eEtúan. Conclu6fone¡ no jungen apRrentPmente emitirlaE, Las prlrnerág t.? hojat d eEarrol lo y FrodLrcción' de nlngÉtn papel sobre parámetros de q t r e r l e r a r los controleE á consi conrrutre EEto t E e n d é m i c o nodrían de car-ácter foliares eñferrnÉdades ha cmitirio del mornento en qrrer la planta a partrr iniciar de la desFues c-Ínco meses a¡r-o,rirnadamcnte hojás. l? siembra. -. -. Uñe. nlente.. bajo. condicioneÉ. nor-meles de explot-ación. '.

(8) 84. 2.EEE? '6{o-. =3=dÉ===. 2A--a*i ==E13R4\q =ÉR===R=. 1A2-aE-a. ==se':aq5. d====3==. '-2. 2=e. 2,. HEE=. ei r:qSg.

(9) B"i. clc I tl |.le stl Époce cllRlqtrier en puede PreBentár etr q t . r e t a m h i é n n l o d o d e dF 16 hojeÉ elrededot vegetat"ivoI q l te r l e l r o j a s s r n s r t s e1 5(.r7. ptrede pFrder época cualqrrier m | r r t te' de Frincinal IoB FárAmEtros se af ecten Fr-odl-ttrción. e I peso de I rec irno . alrededor16 hoje€ ha emj.tido de qlle la pl anta oartir/leben r l e no 6e siembra, I a desprrés meBes dE Eeits 7 3 7 . r c t tanto qLlGl snpFren é1 FrJrdef ol iacioneg practicar r l e le trrcrt!'lcciÓn. y Ia caliriád renrlímiEntoÉ los af ectán -. A. Recoñ.ndac loner ár-eá f oI iar y For- ger- el Degde el Fr'áctico Fltnto de vlste debe se é¡te importánciá. rrn de tragcenrlental factor foliáres enrjémica5' de enf errnededes pt-oteqer del ataque "' I ? ho'l'¡s o ha ernitido partir rlel momento ::n que Ia planta sl.emhr-'r' de Ia gee me5e5 des¡ués cinco áfrr-oxlmidemente tits{¡ rrrniticlas esta drrrante l,as hojas todas lo tanto' Por a Lrrl pueden ser somPtidas veqetativo ciclo deI lnlcial tii r?rl crteE¡tión m¡ldientq? problcrna deI rigrrrogo control o de sus ár-ea:¡ lá trojá en si de toda mFcánica elimináción eI rndltcir p r á c t i c . a n c } s o l o E s t a P e r m i t e afectadae. ciclo del ¡ : t a r ¡ a s d l r r a n t e i n ó c l t l o d e F o s t e r i o r É s Potencial lr!-5t: Y r n ej o r dar Lln a con tribrrye adcmáE rino ot-re el c o r¡ d e l o s f a c t o r e g d e t o F r o d u c c l ó n t e Élrovecham IEn ¡ r e e c o n Ó m l c o s ' I o s b e n e f i t r i o E i n c r c m e n t o conEe(. tnte.

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