ENSINO HÍBRIDO: UMA PROPOSTA AO COMPONENTE CURRICULAR EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
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(2) Palavras-chave: Ensino hibrido ; Moodle; Tecnologias digitais de informação e comunicação. Modalidade de Participação: Iniciação Científica. ENSINO HÍBRIDO: UMA PROPOSTA AO COMPONENTE CURRICULAR EQUAÇÕES DIFERENCIAIS 1 Aluno de graduação. [email protected]. Autor principal 2 Docente . [email protected]. Co-autor 3 Docente . [email protected]. Co-autor 4 Docente . [email protected]. Co-autor 5 Docente. [email protected]. Orientador. Anais do 10º SALÃO INTERNACIONAL DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - SIEPE.
(3) ENSINO HÍBRIDO: UMA PROPOSTA AO COMPONENTE CURRICULAR EQUAÇÕES DIFERENCIAIS 1 INTRODUÇÃO Tendo em vista o baixo desempenho acadêmico dos discentes matriculados no componente curricular equações diferenciais dos cursos de engenharia da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), campus Bagé, é necessário buscar alternativas ao obsoleto ensino tradicional. Uma vez que, esse contribui significativamente para os altos índices de reprovação. Sendo assim, o uso das TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) no auxílio à prática do ensino híbrido (blended learning) pode ser uma próspera tentativa de proporcionar uma aprendizagem significativa e, consequentemente, modificar o cenário atual.. Híbrido significa misturado, mesclado, blended. A educação sempre foi misturada, híbrida, sempre combinou vários espaços, tempos, atividades, metodologias, públicos. Esse processo, agora, com a mobilidade e a conectividade, é muito mais perceptível, amplo e profundo: é um ecossistema mais aberto e criativo. (MORAN, 2014). No entanto, como adverte Horn e Staker (2015), ³[...] ensino híbrido é fundamentalmente diferente da tendência muito mais ampla de equipar as salas de aula com dispositivos e programas de computador, mas é facilmente confundida com ela.´ O ensino hibrido é qualquer programa educacional formal no qual um estudante aprende pelo menos em parte, por meio de ensino online, com algum elemento de controle do estudante sobre o tempo, o lugar, o caminho e /ou o ritmo. [...] o estudante aprende, pelo menos em parte, em um local físico supervisionado longe de casa. (HORN & STAKER, 2015). Verifica-se a importância do tema quando Horn e Staker (2015) e Belloni (2012) afirmam que o blended learning já se consolidou como uma das tendências mais importantes da educação do século XXI. Sendo assim, este trabalho tem o objetivo de investigar a influência da internet na aprendizagem dos discentes do componente curricular equações diferenciais e, com isso, discutir a viabilidade e a motivação dos alunos em uma futura implementação do ensino híbrido. 2 METODOLOGIA O presente trabalho apresenta uma pesquisa descritiva das formas de pesquisa de opinião e de pesquisa de motivação (Rampazzo, 2013, p. 53). Coletaram-se os dados através de um questionário aplicado em duas turmas de equações diferenciais de diferentes cursos do campus Bagé, no primeiro semestre de 2018. Participaram 26 discentes de cada turma (Turma A e Turma B), totalizando uma amostra de 52 alunos, os quais responderam as perguntas presentes na tabela 1. Para disponibilizar o questionário aos alunos, os docentes optaram por utilizar o ambiente virtual de aprendizagem (AVA) institucional, MOODLE com a utilização da ferramenta ³SHVTXLVD´. Anais do 10º SALÃO INTERNACIONAL DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - SIEPE Universidade Federal do Pampa œ Santana do Livramento, 6 a 8 de novembro de 2018.
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(7) 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS O uso acadêmico da internet já é uma realidade, de acordo com os dados apresentados neste trabalho. Além disso, nota-se que a busca por informação vai além das quatro paredes de uma sala de aula. Sendo assim, o docente tem a responsabilidade de realizar o papel de mediador entre o aluno e a informação. Portanto, é clara a motivação dos discentes em gozar de diferentes práticas pedagógicas. Entretanto, a viabilidade de implantação do blended learning dependerá da motivação do professor. Por fim, é fácil constatar que as dificuldades dos alunos no componente curricular equações diferenciais são elevadas. Também, é notório que o padrão industrial do ensino tradicional possui consideráveis defeitos e não acompanham a evolução da tecnologia. Por outro lado, o ensino híbrido não será a solução de todos os problemas, mas encontram-se, nele, alternativas para minimizar os resultados trágicos registrados nos últimos anos.. REFERÊNCIAS BELLONI, M. L. Educação a distância. Campinas: Autores Associados, 2012. HORN, M. B.; STAKER, H. Blended: usando a inovação disruptiva para aprimorar a educação. Trad. Maria Cristina Gularte Monteiro. Porto Alegre: Penso, 2015 RAMPAZZO, L.; Metodologia científica: para alunos dos cursos de graduação e pósgraduação. 7ed São Paulo, Loyola, 2013. VALENTE, J. A.; Blended learning e as mudanças no ensino superior: a proposta da sala de aula invertida. Educar em Revista, p. 79-97, 2014. MORAN, J.; EDUCAÇÃO HÍBRIDA Um conceito-chave para a educação, hoje. Ensino Híbrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre, Penso, 2015, p.-27-45. TREVISANI, F.; Ensino Híbrido, o que é e como utilizá-lo? Disponível em <https://silabe.com.br/blog/ensino-hibrido-o-que-e/>. Acesso em: 12 set. 2018.. Anais do 10º SALÃO INTERNACIONAL DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - SIEPE Universidade Federal do Pampa œ Santana do Livramento, 6 a 8 de novembro de 2018.
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