Nuevo León y la colonización del Nuevo Santander

Texto completo

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FOMDOUWVEUITAflO

PRIMERA EDICIÓN: 1 9 9 4 © ISRAEL CAVAZQS GARZA © SECCIÓN 2 1 DEL S N T E

PRODUCCIÓN: PROGRAMA EDITORIAL DE LA SECCIÓN 2 1 DEL SINDICATO NACIONAL DE TRABAIADORES DE LA EDUCACIÓN. COORDINACIÓN: JOSÉ LUIS DEL BOSQUE SÁNCHEZ

DISEÑO DE PORTADA E INTERIORES: FRANCISCO JAVIER BARRIENTOS CLAUDIO.

IMPRESO Y HECHO EN MONTERREY, N . L . , MÉXICO. PRINTED AND M A I » IN MONTERREY, N X . , MÉXICO.

L I C . M A N U E L S I L O S M A R T Í N E Z

RECTOR

C E N T R O DE INFORMACIÓN DE HISTORIA REGIONAL P R O F R . C E L S O G A R Z A GUAJARDO

DIRECTOR

I s w T E

P R O F R A . E L B A E S T H E R GORDELLO M . SECRETARIA GENERAL C E N DEL S N T E

SECCIÓN 2 1 - N U E V O L E Ó N P R O F R A . M A R Í A SANJUANA C E R D A F .

SECRETARIA GENERAL

D R . R A Ú L S Á E N Z R A M Í R E Z PRESIDENTE MUNICIPAL C A MARGO, TAMAULIPAS

P R O F R . ENRIQUE MALDONADO QUINTANILLA

PRESIDENTE MUNICIPAL M IER, TAMAULIPAS

D R . RAFAEL CONTRERAS G U T I É R R E Z

PRESIDENTE MUNICIPAL

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I n d i c e

Pág.

P R E S E N T A C I O N .

I Nuevo León hasta la costa 13

II Explotación de la sal 17

III Alonso de León, el hijo 20

IV Proyectos de colonización 22

V Nombramiento de Escandón 26

VI Escandón ordena 29

VII La entrada de 1747 30

VIII Exodo de Nuevo León 33

IX Villas del sur 35

X Villas del centro de la Colonia 37

XI Las villas del norte 40

XII Decadencia del Nuevo Reino de León. 44

A P E N D I C E S

Documental y de nóminas de pobladores 51

1 Despacho del virrey Revillagigedo, orde-nando al gobernador del Nuevo Reino de León practique lo que se previene en la comisión dada al coronel José de Es-candón, para el escrutinio y pacificación del Seno Mexicano y nombramiento como su lugarteniente. México, 3 de

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Pág.

2 C a r t a del virrey al g o b e r n a d o r del N u e v o Reino de León, adjuntándole el Despacho d e 3 d e s e p t i e m b r e y c o m u n i c á n d o l e

ha-ber p r o r r o g a d o la f a c u l t a d a E s c a n d ó n a t o d a la costa del Seno Mexicano, hasta la b a h í a del Espíritu Santo y p r o v i n c i a s d e C o a h u i l a , T e x a s y N u e v o Reino d e

León. M é x i c o , 30 de s e p t i e m b r e de 1746 55

3 C a r t a de J o s é d e E s c a n d ó n al goberna-dor d e N u e v o León, participándole su sa-lida d e Q u e r é t a r o y d á n d o l e ó r d e n e s e i n s t r u c c i o n e s precisas. Q u e r é t a r o , 13 d e

o c t u b r e d e 1746 57

4 R e v i s t a militar y n ó m i n a de p o b l a d o r e s

d e la villa de P A D I L L A 68

5 R e v i s t a de p o b l a d o r e s d e

l a villa d e G U E M E S 76

6 R e v i s t a militar y d e p o b l a d o r e s d e

l a villa d e S A N T A N D E R 88

7 Revista de p o b l a d o r e s d e

la villa de S A N T I L L A N A 99

8 N ó m i n a militar y d e p o b l a d o r e s d e

S O T O LA M A R I N A 1 0 2

9 R e v i s t a de v e c i n o s de la villa de M I E R 108

10 R e v i s t a de v e c i n o s d e

la villa d e R E V I L L A 112

11 R e v i s t a militar y de p o b l a d o r e s d e

la villa de B U R G O S 118

Pág.

12 Revista militar y de p o b l a d o r e s de

la villa de S A N F E R N A N D O 124

13 Revista militar y de p o b l a d o r e s de

la villa de C A M A R G O ; 132 14 R e v i s t a militar y de vecinos

m a t r i c u l a d o s de la villa de R E Y N O S A . 141

15 Revista de vecinos d e

la villa de L A R E D O 148

16 C o m i s i ó n d a d a por J o s é de E s c a n d ó n a J o a q u í n G a l v á n p a r a reclutar treinta fa-milias para el e s t a b l e c i m i e n t o de la villa de Ntra. Sra. de Monserrat d e

Cruillas.-23 de d i c i e m b r e de 1766 150 17 C o m i s i ó n d a d a por J o s é de E s c a n d ó n a

Luis Fuentes, p a r a reclutar familias p a r a

la villa de San Carlos. 8 de marzo de 1766 153

18 Carta de Francisco M a n r i q u e de Lara, alc a l d e mayor de Labradores, al g o b e r n a -dor Ignacio Ussel y G u i m b a r d a , s o b r e la e m i g r a c i ó n de familias al N u e v o

Santan-der. 11 de abril de 1766 155

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Presentación

a investigación histórica es u n a de esas bellas actividades huma-nas q u e se v u e l v e n indispensa-bles en cualquier s o c i e d a d q u e b u s q u e rescatar del olvido la ri-q u e z a de su pasado y entregar a las n u e v a s g e n e r a c i o n e s una m e m o r i a fiel, q u e les brinde la posibilidad d e com-prender mejor las razones q u e dieron origen a su presente.

El m a e s t r o Israel Cavazos Garza es uno de esos i n c a n s a b l e s investigadores q u e hacen de su diaria f a e n a un v e r d a d e r o apostolado. Entre papeles an-tiquísimos, la mirada a c u c i o s a y analítica, hurga, o r g a n i z a y d a coherencia. Llegado por fin el mo-mento, su p l u m a experimentada se desliza y recrea los pasajes de la historia q u e en el ayer f u e r o n pre-sente; de sus personajes, de su e s p a c i o y de s u t i e m p o .

En esta obra, q u e hoy nos e n t r e g a el t a m b i é n cronista de la ciudad de Monterrey, a b o r d a un t e m a q u e , si b i e n no es del t o d o d e s c o n o c i d o , hasta la f e c h a ha sido poco e x p l o r a d o . Sus bien d o c u m e n -tados párrafos nos trasladan a la é p o c a de la Co-lonia, cuando el norte de nuestro país no era m u c h o m á s q u e un i n m e n s o territorio inhóspito y p l a g a d o d e peligros constantes. Eran los años de las 200 l e g u a s por lado o t o r g a d a s por c é d u l a real p a r a el N u e v o Reino de León.

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de sacrificar sus p r o p i a s poblaciones, cuyos habi-t a n habi-t e s e n c a m i n a r o n sus pasos hacia aquellas habi- tie-rras en b u s c a de mejores oportunidades. La historia c o m i e n z a a poco m e n o s de un lustro de f u n d a d a la c i u d a d de Monterrey.

Por c o n s i d e r a r de singular relevancia esta o b r a q u e d a n u e v a luz sobre los lazos q u e h e r m a n a n el noreste m e x i c a n o y fortalecen n u e s t r a i d e n t i d a d regional, la S e c c i ó n 21 del Sindicato N a c i o n a l de T r a b a j a d o r e s de la E d u c a c i ó n y el Centro d e Infor-m a c i ó n de Historia Regional de la U n i v e r s i d a d Au-t ó n o m a d e N u e v o León se honran en publicar y ofrecer a los n u e v o l e o n e s e s y al p u e b l o de T a m a u -lipas la e d i c i ó n Nuevo León y la Colonización del Nuevo Santander, c o m o un primer paso de n u e v a s y fructíferas c o l a b o r a c i o n e s en aras d e estrechar los v í n c u l o s q u e ya el gran libro de la historia re-gistra en sus páginas. T e n e m o s la f i r m e convicción de que esta aportación se constituirá en una f u e n t e de c o n s u l t a valiosa y f u n d a m e n t a l en f u t u r o s estu-dios e investigaciones.

M a . Sanjuana Cerda Franco

Secretaria General

S e c c i ó n 21 del S N T E

I. NUEVO LEON HASTA LA COSTA

s incuestionable q u e T a m a u l i p a s fue d e s c u b i e r t o e iniciado a po-blar antes que N u e v o León. La historia registra la p r e s e n c i a de n a v e g a n t e s y d e s c u b r i d o r e s e n su costa, tales c o m o A m é r i c o V e s p u c i o , Francisco F e r n á n d e z de C ó r d o b a y otros. H e r n á n Cortés y Ñ u ñ o d e Guz-m á n estuvieron en 1522 en la Provincia d e P á n u c o , a fin de contrarrestar la e n t r a d a de Francisco de Garay, e n v i a d o de Diego Velázquez.

Las d o s primeras p o b l a c i o n e s t a m a u l i p e c a s fue-ron d e carácter misional: el p u e b l o d e T a m a o l i p a y la c u s t o d i a d e San Salvador de T a m p i c o (1544). En u n a u otra se advierte la i n t e r v e n c i ó n del céle-bre e v a n g e l i z a d o r fray A n d r é s de O l m o s .

T u v o t a m b i é n T a m p i c o el rango de alcaldía ma-yor. Luis de Carvajal e r a alcalde en 1567. D e s d e allí i n c u r s i o n ó por la región y d o c e a ñ o s m á s tarde, en 1579, capituló con Felipe II la c o n q u i s t a y pa-cificación del N u e v o Reino d e León.

En el i n m e n s o c u a d r a d o d e d o s c i e n t a s leguas por lado q u e le f u e c o n c e d i d o , q u e d a r o n c o m p r e n d i d o s los territorios del actual estado de T a m a u l i -pas y u n a gran parte de los de C o a h u i l a y Texas; sin q u e , por razones de s o b r a c o n o c i d a s los pu-diese e n t o n c e s poblar.

" D e s a m p a r a d o " el reino y vuelto m á s t a r d e uno de s u s c o m p a ñ e r o s , Diego de M o n t e m a y o r , f u n d ó éste la c i u d a d de M o n t e r r e y , e n 1596. En el texto del acta de f u n d a c i ó n , M o n t e m a y o r d e s t a c a el

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de sacrificar sus p r o p i a s poblaciones, cuyos habi-t a n habi-t e s e n c a m i n a r o n sus pasos hacia aquellas habi- tie-rras en b u s c a de mejores oportunidades. La historia c o m i e n z a a poco m e n o s de un lustro de f u n d a d a la c i u d a d de Monterrey.

Por c o n s i d e r a r de singular relevancia esta o b r a q u e d a n u e v a luz sobre los lazos q u e h e r m a n a n el noreste m e x i c a n o y fortalecen n u e s t r a i d e n t i d a d regional, la S e c c i ó n 21 del Sindicato N a c i o n a l de T r a b a j a d o r e s de la E d u c a c i ó n y el Centro d e Infor-m a c i ó n de Historia Regional de la U n i v e r s i d a d Au-t ó n o m a d e N u e v o León se honran en publicar y ofrecer a los n u e v o l e o n e s e s y al p u e b l o de T a m a u -lipas la e d i c i ó n Nuevo León y la Colonización del Nuevo Santander, c o m o un primer paso de n u e v a s y fructíferas c o l a b o r a c i o n e s en aras d e estrechar los v í n c u l o s q u e ya el gran libro de la historia re-gistra en sus páginas. T e n e m o s la f i r m e convicción de que esta aportación se constituirá en una f u e n t e de c o n s u l t a valiosa y f u n d a m e n t a l en f u t u r o s estu-dios e investigaciones.

M a . Sanjuana Cerda Franco

Secretaria General

S e c c i ó n 21 del S N T E

I. NUEVO LEON HASTA LA COSTA

s incuestionable q u e T a m a u l i p a s fue d e s c u b i e r t o e iniciado a po-blar antes que N u e v o León. La historia registra la p r e s e n c i a de n a v e g a n t e s y d e s c u b r i d o r e s e n su costa, tales c o m o A m é r i c o V e s p u c i o , Francisco F e r n á n d e z de C ó r d o b a y otros. H e r n á n Cortés y Ñ u ñ o d e Guz-m á n estuvieron en 1522 en la Provincia d e P á n u c o , a fin de contrarrestar la e n t r a d a de Francisco de Garay, e n v i a d o de Diego Velázquez.

Las d o s primeras p o b l a c i o n e s t a m a u l i p e c a s fue-ron d e carácter misional: el p u e b l o d e T a m a o l i p a y la c u s t o d i a d e San Salvador de T a m p i c o (1544). En u n a u otra se advierte la i n t e r v e n c i ó n del céle-bre e v a n g e l i z a d o r fray A n d r é s de O l m o s .

T u v o t a m b i é n T a m p i c o el rango de alcaldía ma-yor. Luis de Carvajal e r a alcalde en 1567. D e s d e allí i n c u r s i o n ó por la región y d o c e a ñ o s m á s tarde, en 1579, capituló con Felipe II la c o n q u i s t a y pa-cificación del N u e v o Reino d e León.

En el i n m e n s o c u a d r a d o d e d o s c i e n t a s leguas por lado q u e le f u e c o n c e d i d o , q u e d a r o n c o m p r e n d i d o s los territorios del actual estado de T a m a u l i -pas y u n a gran parte de los de C o a h u i l a y Texas; sin q u e , por razones de s o b r a c o n o c i d a s los pu-diese e n t o n c e s poblar.

" D e s a m p a r a d o " el reino y vuelto m á s t a r d e uno de s u s c o m p a ñ e r o s , Diego de M o n t e m a y o r , f u n d ó éste la c i u d a d de M o n t e r r e y , e n 1596. En el texto del acta de f u n d a c i ó n , M o n t e m a y o r d e s t a c a el

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cho d e q u e ¡a nueva c i u d a d está

en buen medio para el viaje y trato del puerto de Tampico, que hay sesenta leguas, caminos de carretas.

H a c i a el a ñ o de 1600, A n t o n i o Rodríguez intentó el p r i m e r c o n t a c t o al hacer una j o r n a d a a a q u e l lu-gar d e la costa, p a r a c o m p r a r g a n a d o , " b i e n pre-venido así de c o m p a ñ e r o s , carretas y c a b a l l a d a " . Esta e x p e d i c i ó n y otra de un p o b l a d o r a p e l l i d a d o Meló, se v i e r o n frustradas.1

El m i s m o M o n t e m a y o r autorizó la j o r n a d a h e c h o en 1609 a a q u e l m i s m o puerto por el c a p i t á n J o s é de T r e v i ñ o , c o n una r e c u a c a r g a d a d e harina. Aco-s a d o por loAco-s indioAco-s Aco-se vio p r e c i Aco-s a d o a v o l v e r Aco-s e a Monterrey, d o n d e fabricó ocho carretas y, con ocho c o m p a ñ e r o s y g e n t e de servicio logró llegar a T a m -pico. Proyectaba, a su retorno, realizar un n u e v o viaje, p e r o no lo logró por haber e n c o n t r a d o q u e el g o b e r n a d o r había muerto.2

Hallándose en España, d o n Martín d e Z a v a l a ca-pituló de n u e v o la c o n q u i s t a y p a c i f i c a c i ó n del N u e v o Reino d e León, e n 1625, s e ñ a l á n d o s e l e la m i s m a j u r i s d i c c i ó n q u e a Carvajal. T u v o el g o b e r nador Z a v a l a s o b r e la c o s t a no sólo interés c o m e r -cial, p e r o t a m b i é n de población. El s a r g e n t o m a y o r J a c i n t o García de S e p ú l v e d a , " c o n a r m a s , basti-mento y caballada y diez c o m p a ñ e r o s ' ' hizo j o r n a d a a T a m p i c o en 1633. A u n q u e le m a t a r o n un guía c o n s i g u i ó su propósito. C u a n d o regresó a Cerralvo h u b o alegría por c u a n t o y a les creían muertos.3

1. Alonso de León et. al., Historia de NuevoLeón..., Monterrey 1985 pp. 83 y 84. y' ' 2. Ibid.

3. Ibid.

C i n c o a ñ o s m á s tarde, e n 1638, indios a m i g o s avisaron al g o b e r n a d o r q u e " e n el a g u a g r a n d e " habían visto unos h o m b r e s " c o n b a r b a y cabello rubio, c o n m e d i a s coloradas, j u b o n e s y s o m b r e r o s de h i e r r o " . I n m e d i a t a m e n t e se d e d u j o q u e podría tratarse d e los piratas holandeses de Dieguillo. El g o b e r n a d o r lo participó al virrey pero, por s u parte, o r g a n i z ó u n a c o m p a ñ í a de c u a r e n t a h o m b r e s p a r a q u e , al m a n d o del m i s m o s a r g e n t o mayor J a c i n t o García de Sepúlveda, su m e d i o h e r m a n o , f u e s e n " a reconocer la m a r " . Salieron de Cerralvo el 16 d e a g o s t o p e r o tuvieron m a l a fortuna. " N e b l i n a s bajas y días p a r d o s " les impidieron llegar a la costa por haber p e r d i d o el r u m b o , y p o r q u e no estuvie-ron e x e n t o s d e e n c u e n t r o s c o n indios belicosos.4

La e x p e d i c i ó n m á s i m p o r t a n t e h a c i a el Golfo en la p r i m e r a mitad del Siglo XVII, f u e la e m p r e n d i d a por el c a p i t á n cronista A l o n s o de León. Salió de C a d e r e y t a el 4 de enero de 1645, c o n 25 s o l d a d o s y la g e n t e de servicio. L l e v a b a n capellán, treinta muías c a r g a d a s d e harina " p a r a m u e s t r a de la q u e en este reino se d a b a " , 250 caballos, etc. A los dieciséis días de j o r n a d a e s t a b a n en T a m a o l i p a , e n el Estero.

De allí pasaron a T a m p i c o , d o n d e f u e r o n objeto " d e a g a s a j o s y c o n v i t e s " y se t o m ó el a c u e r d o d e hacer u n a e x p e d i c i ó n c a d a a ñ o en a m b o s sentidos. Los d e T a m p i c o , p a r a llevar a M o n t e r r e y " g é -neros de la tierra" para cambiarlos por plata, reales, harina, plomo y otros frutos; los del N u e v o Reino d e L e ó n p a r a adquirir p e s c a d o , c a m a r ó n , vino, vi-n a g r e , aceite, etc. Otro a c u e r d o i m p o r t a vi-n t e fue el de f u n d a r u n a población i n t e r m e d i a , e n el río de Las Palmas, proyecto q u e se vio frustrado por in-trigas c o n t r a el cronista.5

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O t r a notable e x p e d i c i ó n realizó A l o n s o de L e ó n en 1653, h a c i a la costa. C o n treinta h o m b r e s salió d e C a d e r e y t a a r e c o n o c e r el río de Las Palmas. No h u b o e n este viaje un propósito d e t e r m i n a d o y sólo se hizo " p o r d e s c u b r i r tierras y s a b e r rum-bos, por lo q u e hubiera importar e n lo de a d e l a n t e " . En e s a o c a s i ó n practicó un r e c o n o c i m i e n t o m u y p r o v e c h o s o . Recorrió veinte l e g u a s d e la c o s t a y a v a n z ó c i n c u e n t a h a c i a el norte, con el fin d e es-t a b l e c e r c o n es-t a c es-t o con la Florida.6

6. Ibid. p. 131 y 132. La Florida se extendía entonces hasta el río de las Palmas o Soto la Marina.

II. EXPLOTACION DE LA SAL

U n a n e c e s i d a d q u e motivó la e n t r a d a de los rei-neros h a c i a la c o s t a del Golfo, e r a la de proveerse de sal.

E x t e n d i é n d o s e , e n t o n c e s , hasta la c o s t a los lí-mites del N u e v o Reino, los viajes en b u s c a d e ya-c i m i e n t o s salinos s e hiya-cieron f r e ya-c u e n t e s . En la tercera d é c a d a del siglo XVII fue n e c e s a r i a la crea-ción d e la alcaldía mayor d e las Salinas d e S a n t a

Fe.

P r e c i s a m e n t e ante el titular de e s a alcaldía, re-gistró un h a l l a z g o d e este m i s m o carácter A l o n s o H e r n á n d e z , " v e c i n o del real y m i n a s q u e llaman el P a p a g a y o " . Se t r a t a b a de d o s l a g u n a s d e sal, a las c u a l e s d e n o m i n ó " L a s d o s h e r m a n a s " . El de-nuncio lo hizo en p r i m e r o de abril d e 1632.

A fin de q u e certificaran lo a s e n t a d o por Hernán-dez, n o m b r ó al alcalde mayor a J u s e p e d e A c o s t a y a Rodrigo O r d ó ñ e z c o m o v e e d o r e s .

Inspeccion a Inspeccion d o éstos el lugar del d e s c u b r i m i e Inspeccion t o e Inspeccion c o m -pañía del capitán Lorenzo X u á r e z de Longoria, dijeron:

que han andado mucha parte de la salina y han visto en ella un montón grande de sal tierra que les parece tendrá mil y quinientas fanegas, y en otras más pequeñas habrá otras mil fanegas; y la parte de donde ha cogido esta sal queda lim-pia y descubierta, de manera quevieron se va de

nuevo criando mucha más sal.

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exis-tencia, a orü'as de la laguna, de u n j a c a l c o n cu-bierta o t e c h o de zacate, así c o m o la de d o s pozos " q u e han d a d o a g u a " , y q u e todo la había h e c h o el d e s c u b r i d o r a su c o s t a " p o r q u e le han visto an-tes de a h o r a traer la g e n t e a la d i c h a salina y vie-ron c ó m o les p a g a b a " .

Y a el gobernador Martín d e Zavala había f i r m a d o en Cerralvo, el diecinueve d e enero del m i s m o año la m e r c e d en favor de A l o n s o H e r n á n d e z , por d o c e anos, r e c o n o c i e n d o " e l beneficio y utilidad q u e a este reino se r e c r e c í a " . (Merced, A M M , Civil, vol 3, exp. 4, 4 fs.)

En r e f e r e n c i a a estos viajes a la costa, relata el cronista A l o n s o de León q u e , en a g o s t o d e 1643 salió él de la villa de Cerralvo c o n u n a c o m p a ñ í a ' " a l d e s c u b r i m i e n t o de u n a s a l i n a " (p. 14) y q u e e n c o n t r ó u n a q u e llamó de S a n Lorenzo. A l hacer relación de sus servicios ante el rey, en 1655, vuelve a m e n c i o n a r este hallazgo, e x p r e s a n d o q u e " d e s -c u b r i ó la s a l i n a de S a n Lorenzo, m u y -c u a n t i o s a " (p. xxx)

Hay en el A r c h i v o M u n i c i p a l de M o n t e r r e y fre-cuentes constancias d o c u m e n t a l e s d e las j o r n a d a s q u e se hacían d e s d e M o n t e r r e y y d e otros lugares de Nuevo León, d u r a n t e t o d a la e t a p a d e la colo-n i z a c i ó colo-n española, " a atraer s a l " .

El c r o n i s t a J u a n Bautista C h a p a relata q u e e n 1681 el g e n e r a l A l o n s o de León, hijo y h o m ó n i m o del cronista hizo una j o r n a d a a s o f o c a r la altera-ción de los indios de Tanguanchín y que, al regreso,

hallo unas g r a n d e s salinas s o b r e q u e hizo asiento de beneficiarles, a que no dio lugar el t i e m p o " . (His-toria..., p. 189).

(15)

III. ALONSO DE LEON, EL HIJO

En la s e g u n d a m i t a d del siglo XVII, el Gral. A l o n s o d e León, hijo y h o m ó n i m o del cronista, e m p r e n d i ó e n 1686 u n a t r a s c e n d e n t a l e x p e d i c i ó n a T a m a u l i -pas.

El virrey, m a r q u é s de la Laguna, enterado d e q u e los f r a n c e s e s habían poblado en la bahía del Es-píritu Santo, ordenó al gobernador del Nuevo Reino d e L e ó n , m a r q u é s d e San Miguel de A g u a y o , q u e alistara a l g u n a s c o m p a ñ í a s a fin de q u e f u e r a n a reconocer a q u é l lugar, " c o n t o d a precisión y bre-v e d a d " . D e s i g n a d o el Gral. A l o n s o de L e ó n p a r a " f u n c i ó n de t a n t a i m p o r t a n c i a " , f u e r o n organiza-d a s organiza-d o s c o m p a ñ í a s . Se a c o r organiza-d ó iniciar la m a r c h a el 25 d e j u n i o , c o n u n a c o m p a ñ í a d e 25 h o m b r e s de d i c h a c i u d a d , al m a n d o del Cap. Nicolás O c h o a de Elejalde, y otra de veinte, a las ó r d e n e s del C a p . Antonio Leal, de Cadereyta. El gobernador les pasó revista e n esta ú l t i m a población. C u a r e n t a c a r g a s de b a s t i m e n t o s , harina, carne, b i z c o c h o y c h o c o -late f o r m a r o n el bagaje, y, a d e m á s , c u a t r o c i e n t o s s e s e n t a caballos, arrieros y m o z o s de servicio, un c a p e l l á n , etc.

Por haber llovido el 26 la salida se hizo el 27. La ruta s e s i g u i ó por la ribera sur del río de S a n J u a n , en j o r n a d a s d e cuatro, o c h o y h a s t a o n c e leguas diarias. A los c i n c o días llegaron al río G r a n d e , q u e no fue posible vadear. Doce días dpués, el 14 de julio, día de San B u e n a v e n t u r a , es-t a n d o en la n o c h e e n el c a m p a m e n es-t o , " s e oyó el b r a m i d o del m a r " -dice el puntual Derrotero diario... llevado c o n m e t i c u l o s i d a d por J u a n Bautista C h a p a .7

7. El texto del (Derrotero diario)... aparece en op. cit. pp. 199 a la 202.

Al día siguiente y c o n auxilio del astrolabio, se halló estar a los 2 5 ° 4 5 ' . S e practicó luego u n re-c o n o re-c i m i e n t o de la re-c o s t a h a re-c i a el río de las Pal-m a s y s e estuvo de regreso a M o n t e r r e y el 26, e x a c t a m e n t e al m e s de haber salido.

Fue h a s t a otras e x p e d i c i o n e s del m i s m o gene-ral c u a n d o se logró pasar el Bravo, e n b u s c a d e los f r a n c e s e s .

En esta primera jornada, sin e m b a r g o , s e exploró la ribera sur del río hasta s u d e s e m b o c a d u r a , y f u e el Gral. A l o n s o de León el primero e n estar e n los lugares en los c u a l e s habrían de surgir m á s t a r d e R e y n o s a y M a t a m o r o s y las d e m á s a c t u a l e s pobla-c i o n e s fronterizas.8

(16)

IV. PROYECTOS DE COLONIZACION

Y a en el siglo XVIII, en vísperas de la entrada de Escandón, el gobierno del Nuevo Reino de León ordenó al Gral. Bernardo de Posada, fundador de la Punta de Los Lampazos, que hiciera una jornada por la ribera sur del Bravo. Posada llegó t a m b i é n hasta la costa y en s u informe da cuenta de las tierras susceptibles de poblar y de los grupos in-dígenas q u e encontró.9

La colonización de esta inmensa zona oriental del Nuevo Reino de León era urgente y necesaria Las numerosas parcialidades indígenas causaban frecuentes daños a las poblaciones establecidas Por otra parte, se estaban desaprovechando cuan-tiosas riquezas naturales. Era inconcebible, ade-mas, que ya integrada en su casi totalidad la colonización de la Nueva España, estuviese aún sin realizarse lo que el historiador Fernández Sán-chez Barba llama " L a última expansión española en A m é r i c a " .1 0

Son s u m a m e n t e conocidas las referencias a los proyectos presentados con este propósito. Narciso Barquín de Montecuesta, alcalde mayor de la villa de Valles, fue en el siglo XVIII, el primero en pro-ponerla. Tras de hacer en 1735 una descripción de la zona, en la cual f u n d a m e n t a b a su oferta, pe-dia ser honrado con la investidura militar necesa-na y la retribución anual de cuatro mil pesos Garantizaba realizar su proyecto en cuatro años,

9. Ms. Autos fechos por Bernardo de Posada..., Archivo General de la Nación, Ramo Civil, vol. 194, exp. 1 (1741-1752)

10. La última expansión española en América, Instituto de Estudios Po-Irticos Madrid 1957; citado por Jesús Canales Ruiz en: José de tscandon y la S/é/ra Gorda, Santander 1985.

si se le señalaban catorce mil pesos para el sos-tenimiento de los cincuenta soldados que le acom-pañarían. Proponía, además, otros medios econó-micos con qué ayudar a sufragar la empresa, tales c o m o la supresión de los sínodos de las mi-siones existentes —incluso la de Valles— así como la de destinar al proyecto el producto de las Sali-nas de las costas, de cuyo beneficio gozaban Pá-nuco y Tampico desde hacía m u c h o s años.11

Otra proposición fue la formulada al año si-guiente, en 1736, por el gobernador del Nuevo Reino de León José Antonio Fernández de Jáure-gui y Urrutia. Describió también la región, subra-yando el problema de las incursiones de los bárbaros y sugiriendo realizar varias campañas con cien hombres, a costa de la Real Hacienda. En el proyecto de Barquín de Montecuesta no se habla del establecimiento de poblaciones, Fernández de Jáuregui sólo propuso una, de sesenta familias, en Santa Engracia. No sólo el dictamen de Don Prudencio de Palacios, fiscal de la Real Hacienda, pero también el del marqués de Altamira, fiscal de la Real Audiencia, rechazaron con sólidos argu-mentos, ambos proyectos.1 2

Otro vecino del Nuevo Reino de León, personaje inquieto y novelesco, Antonio Ladrón de Guevara, formuló en 1738 ante el virrey, otro plan de

reco-nocimiento y conquista de las tierras del Seno Me-xicano. En vista que la resolución tardaba, decidió viajar a España, donde, ante el Supremo Consejo de las Indias, además de exponer los planes

pre-11. El capitán cronista Alonso de León en su jornada hecha a la costa en 1643, descubrió unas salinas que llamó de San Lorenzo. A partir de entonces, los vecinos del Nuevo Reino de León

ha-rían viajes periódicos a ese lugar, " a traer s a l " . Alonso de León et al., Op. cit. p. 14.

(17)

sentados en México, se comprometió a hacer po-blaciones y pidió la administración de las Sali-nas.13

Ufano del buen éxito alcanzado, Ladrón de Gue-vara volvió a México, auxiliado por los f o n d o s rea-les con quinientos pesos para el viaje. El mismo fue portador de la real cédula de 10 de junio de 1739, q u e ordenaba al virrey convocar u n a j u n t a para estudiar el asunto y rendir su parecer. Muerto el virrey, d u q u e de la Conquista y gobernando la Real Audiencia, la resolución se retrasó. Ladrón de Guevara acudió entonces directamente al rey. En su nueva petición agregó la de que le fuera con-firmada la sargentía mayor y se le diese título de gobernador y capitán general de las nuevas tie-rras.14

Su actitud originó una nueva cédula: la de 10 de junio de 1743, reconociendo algunas de sus ob-servaciones, pero ordenándole q u e " n o se entre-metiese en la pacificación de los i n d i o s " , asunto que tocaba a la j u n t a resolver; sobre todo porque Guevara proponía el reimplantamiento de las con-gregas, que había abolido Barbadilloen 1715. Bien fuera por ésto, o porque en su escrito al m o n a r c a había hecho Guevara serios cargos y acusaciones contra la Real Audiencia, lo cierto fue q u e los mis-mos fiscales Palacios y Altamira se convirtieron en contradictores del proyecto. Fueron ellos quienes, conocedores de la obra realizada por José de Es-candón en las misiones de la Sierra Gorda, requi-rieron a éste para que se presentara en México a consulta.

El hecho de que lo realizado hasta entonces por

13. Ibíd. p. 124. 14. Ibíd.

Escandón había sido sin costo para la Real Ha-cienda, y de que lo mismo prometió hacer en el Seno Mexicano; el gran influjo del marqués de Al-tamira en la corte virreinal y, más que todo el he-cho importantísimo que subraya el historiador Jesús Canales Ruiz, de que el nuevo virrey, conde Re-villagigedo había nacido en Reynosa, en Cantabria, y era, por lo tanto paisano de Escandón, fueron factores para que la Junta se inclinara por enco-mendar a éste tan importante empresa.1 5

(18)

V. NOMBRAMIENTO DE ESCANDON

En esta d e s i g n a c i ó n c o m u n i c a d a al g o b e r n a d o r del N u e v o Reino de León V i c e n t e B u e n o de la Bor-bolla e n d o c u m e n t o q u e s e c o n s e r v a en el A r c h i v o M u n i c i p a l d e Monterrey, el virrey e x p r e s a :

cerciorado de la buena conducta, procederes, calidad, amor y aplicación al real servicio y otras muchas circunstancias que concurren en la persona de Don José de Escandón, y por los que ha hecho a ambas majestades en la Sierra Gorda a su costa, plantando misiones, catequizando neófitos y conteniendo el orgullo de algunas bárbaras belicosas naciones

en c u y a v i r t u d el virrey c o n d e de Fuenclara, su an-tecesor, " l e dio las gracias en n o m b r e del Rey, pro-m e t i é n d o l e influir al real á n i pro-m o p a r a el p r e pro-m i o de s u s s e r v i c i o s " , Revillagigedo le e n c o m i e n d a el es-crutinio y pacificación del Seno M e x i c a n o y le nom-b r a su lugarteniente, a fin d e q u e , c o m o si y o en p e r s o n a p a s a r a a esta e x p e d i c i ó n , (dicte el gober-nador) c u a n t a s p r o v i d e n c i a s s e a n c o n v e n i e n t e s p a r a s u concecusión.1 6

Las f a c u l t a d e s d a d a s a E s c a n d ó n en este nom-b r a m i e n t o f u e r o n amplísimas. A l participarlo al go-bernador, le o r d e n a darle " e l auxilio, favor y a y u d a le pidiere... o b e d e c i é n d o l e en t o d a s s u s ó r d e n e s y mandatos, c o m o a mi propia p e r s o n a " . Le ordena,

16. Ms. Despacho del virrey, conde de Revillagigedo ordenando al gobernador del Nuevo Reino de León, practique lo que se previene en la comisión dada al coronel José de Escandón para el escrutinio y pacificación del Seno Mexicano y nombramiento como su lugarteniente, México, 3, de septiembre de 1746. En

Providencias dadas... al Nuevo Reino de León sobre colonización del Seno Mexicano, Archivo Municipal de Monterrey, Ramo Civil vol. 75, exp. 5 (1746) 34 fs. folios 1 al 4 (véase el texto del Despacho

en el Apéndice No. 1 de este libro).

darle " e l auxilio, favor y a y u d a q u e le pidiere... obe-deciéndole en todas sus órdenes y mandatos, c o m o a mi p r o p i a p e r s o n a " . Le ordena, a d e m á s , q u e h a g a d e s d e Nuevo L e ó n t o d a s las entradas, derro-t e r o s y r e c o n o c i m i e n derro-t o s q u e a E s c a n d ó n le pare-cieren, t o d o ello " s i n ponerle réplica ni e m b a r a z o a l g u n o , ni p e r m i t i e n d o t a m p o c o q u e otra p e r s o n a de c u a l q u i e r estado, calidad o c o n d i c i ó n q u e s e a se lo ponga.1 7

T e r m i n a n t e m e n t e d i s p o n e t a m b i é n el virrey q u e p o n g a a d i s p o s i c i ó n de E s c a n d ó n no sólo a los sol-d a sol-d o s sol-del presisol-dio sol-d e Cerralvo y sol-de la e s c u a sol-d r a del de B o c a de Leones, s i n o " a los d e m á s milicia-nos y v e c i n o s d e todas las j u r i s d i c c i o n e s " .

C o n c l u y e el virrey su c o m u n i c a c i ó n c o n f i a n d o en q u e el g o b e r n a d o r " n o sólo no r e p u g n a r á esta mi deliberación, sino que gustoso c o a d y u v a r á a ella por las graves r e c o m e n d a c i o n e s divinas y h u m a -nas a q u e s e d i r i g e " .1 8

Este d o c u m e n t o , f e c h a d o e n M é x i c o el 3 de sep-t i e m b r e de 1746, f u e remisep-tido a M o n sep-t e r r e y a d j u n sep-t o a u n a c a r t a personal del virrey, del día 30. En ésta le m a n i f i e s t a q u e extiende e s t a f a c u l t a d al S e n o M e x i c a n o , a t o d a la c o s t a " h a s t a la Bahía del Es-píritu Santo, Provincia de T e x a s y C o a h u i l a y ese N u e v o Reino de L e ó n " , s u b o r d i n a n d o a E s c a n d ó n " l o s g o b e r n a d o r e s , c a p i t a n e s d e presidios, alcal-des mayores, c a p i t a n e s a g u e r r a y d e m á s g e n t e de s u s d i s t r i t o s " ; c o n m i n a n d o al g o b e r n a d o r a q u e h a r á q u e t o d o s les o b e d e z c a n " p o r q u e de lo

con-17. Ibíd. fol. 2 y 3

18. Carta del virrey Revillagigedo al gobernador del Nuevo Reino de León. México, 30 de septiembre de 1746, en Providencias...

(19)

trario procederá contra los que por omisión, excusa o repugnancia quisieran eximirse de cooperar a unas diligencias de a m b a s majestades".1 9

19. ibíd fol. 5 y o

Al mismo tiempo que estos pliegos, el goberna-dor recibió en Monterrey una carta de Escandón, fechada en Querétaro el 13 de octubre, participán-dole que el 7 de enero de 1747 saldría de dicha ciudad para estar en J a u m a v e el día 20.

En esa m i s m a misiva Escandón ordena: que el capitán con el cabo y once soldados de Boca de Leones, más doscientos hombres que el goberna-dor debería organizar, con bastimentos para tres o cuatro meses estuvieran listos para cuando les señalara rumbos.

Ordena asimismo que el costo de los bastimen-tos no gravará a los soldados, sino que se juntará entre los vecinos y los dueños de las haciendas.

Le avisa también Escandón que de Jaumave sal-drá por San Bernardino de las Rucias, faldas del Malinche y tierras incógnitas que siguen, prosi-guiendo la marcha hasta el río Grande del Norte y que, a quince leguas de éste, pondrá el real.

Le participa, además, el propósito de establecer poblaciones en los parajes que se hallen más aco-modados y le da instrucciones en cuanto a los q u e quieran acudir como pobladores (a que nos

refe-riremos más adelante).2 0

(20)

La primera entrada de Escandón a Tamaulipas, (enero-marzo de 1747) fue de inspección y podría ser calificada de espectacular. Su plan fue reali-zarla con el carácter de envolvente entre T a m p i c o y la Bahía del Espíritu Santo, en forma simultá-nea.21 Para este propósito, dirigió órdenes e ins-trucciones semejantes a diversos gobiernos. Al de la provincia de San Francisco de Coahuila las hizo llegar por medio del de Nuevo León.

Justo en la fecha q u e había previsto, el 7 de enero, salió de Querétaro. De esta ciudad conven-tual t o m ó el camino a San Luis de la Paz y conti-nuó por Santa María del Río hasta San Luis Potosí. Dos religiosos, fray José de Velasco y fray Lorenzo de Medina; un capitán, dos sargentos y diez sol-dados le acompañaron. En el trayecto se le fueron incorporando otros capitanes con su gente, con-forme lo tenía ordenado. Otros refuerzos recibió en San Luis Potosí, y más adelante, en las hacien-das de San Alberto, el mayordomo de éstas agregó 40 hombres. Prosiguió por Guadalcázar hasta Tula, d o n d e Antonio Fernández de A c u ñ a se le unió con 150 hombres. El alcalde de Labradores (Galeana) contribuyó con diez y otros diez recibió en Jau-mave. El contingente sobrepasó los doscientos veinte hombres, sin contar a herradores, muleros, 50 sirvientes y 30 indios aliados.22

Escandón había ordenado que de Pánuco y Tam-pico salieran desde el día 20 un capitán y 150 sol-dados a reconocer la costa. El capitán de la villa

21. Canales Ruiz, Op. cit. p. 129.

22. Ibíd. pp. 130 y 131. Este mismo autor trae también el itinerario en detalle hasta el río Bravo.

de Valles, con igual número de hombres, saldría por el centro. A unos y otros les daría cuatro días de ventaja para ponerse en igual paralelo de Jau-mave, a fin de hacer la marcha igual.23

De la m i s m a manera había ordenado al capitán de la Bahía del Espíritu Santo que, con 25 solda-dos y otros 25 que le enviaría el gobernador de los Adaes, saliera el 22 rumbo al sur, hasta encontrarse con él.

De la provincia de Coahuila, el gobernador Rá-bago y Terán ordenó al Cap. Miguel de la Garza Falcón la salida el 21 de febrero, con 50 soldados y 25 indios aliados que, en un recorrido de 128 le-guas, llegaran hasta la costa.24

Por lo q u e atañe a Nuevo León, el gobernador se mostró más que diligente. Se movilizaron dos cuerpos distintos. El Cap. Blas María de la Garza Falcón, salió de Cerralvo el 21 d e enero con 42 sol-dados, con rumbo a la confluencia del San J u a n y el Bravo, para continuar por la ribera sur hasta el Golfo. Por su parte Antonio Ladrón de Guevara salió de Linares el 28 con 53 soldados por la ribera del Conchos, donde se incorporó a las fuerzas de Escandón con quien llegó al Bravo el 24 de febrero, estableciendo su c a m p a m e n t o a doce leguas de su desembocadura.2 5 En ese real Escandón logró reunir a más de setecientos cincuenta hombres.

Todos los cuerpos armados tenían orden de re-conocer durante sus jornadas el terreno, los ríos y ensenadas, el temperamento, los indios, etc...

23. Ms. Carta de Escandón, en: Providencias..., f. 9 (ver nota 20). 24. Canales Ruiz, Op. cit., p. 133.

(21)

S o b r e este particular Blas de la G a r z a Falcón in-f o r m ó a c e r c a de los lugares a p t o s p a r a la cría de g a n a d o y sobre q u e los indios en su m a y o r parte eran apóstatas.2 6 Ladrón d e G u e v a r a intervino en

el r e c o n o c i m i e n t o de las Salinas de la Barra y e n averiguar, a u n q u e sin lograrlo, la d i s t a n c i a entre ésta y el Río Bravo. De Nuevo León a c o m p a ñ a r o n a E s c a n d ó n , entre otros, el Cap. Carlos C a n t ú , el alcalde m a y o r de Labradores, Francisco M a n r i q u e de Lara y el m a r q u é s del Castillo de A y s a , d u e ñ o de la h a c i e n d a la Soledad, e n el sur del N u e v o Reino.

La e x p e d i c i ó n se prolongó por tres meses. El viaje de r e t o r n o de c a d a una d e las c o l u m n a s , in-cluso la de E s c a n d ó n , se hizo por c a m i n o distinto, p a r a m a y o r c o n o c i m i e n t o del terreno.

" E s t a gloriosa f u n c i ó n , había d i c h o E s c a n d ó n en su c a r t a de 13 d e octubre anterior al g o b e r n a -dor d e N u e v o León, se dirige al e s t a b l e c i m i e n t o en t o d a la costa y fronteras d e este reino (el de León) de n u e s t r a s a n t a fe católica y a s e g u r a r los d o m i n i o s de n u e s t r o rey y s e ñ o r en g r a n beneficio de los habitantes de estas f r o n t e r a s " .2 7

26. Ibíd.

27. Ms.Caria de Escandón... f. 9 (ver nota 20).

VIII. EXODO DE NUEVO LEON

En esa misma carta, Escandón participaba el pro-pósito de " h a c e r varias poblaciones en los parajes q u e se hallaren m á s a c o m o d a d o s para el e f e c t o " , a g r e g a n d o :

v porque en ese reino hay muchos soldados y vecinos que no tienen tierras y puede resultarles gran conveniencia de entrar a poblar, para que llegue a noticia de todos mandará vuestra seño-ría publicar esta resolución por bando previ-niendo en él que todas las familias que se junten con este motivo serán admitidas bajo la real pro-tección, se les concederán el derecho de pobla-dores, el de soldados arreglados, les mercenaré tierras en común y en particular para que, ra-dicados, queden a sus descendientes; no paga-rán derechos algunos ni el de obvenciones porque los administrarán religiosos de uno de los tres colegios de propaganda fide que al mismo tiempo que los indios de una misión que a poca distan-cia fundaré y contribuiré a todo cuanto conduzca a su mayor alivio y comodidad, nombrando por capitán a la persona de los mismos fundadores que entre ellos por sí eligieron a cuyo cuidado quedará el gobierno militar y político.28

Independientemente de que la orden relacionada a reclutar v e c i n o s fuera p u b l i c a d a por b a n d o , el p r o p i o E s c a n d ó n envió c o m i s i o n a d o s especiales a c a d a uno de los p u e b l o s de Nuevo León, con ese

m i s m o propósito. La presentación de estos envia-dos fue a c o m p a ñ a d a de un mandamiento para c a d a alcalde mayor a fin de q u e le auxiliara en este

(22)

tido.

En los primeros días de diciembre de 1748 a un año y diez meses de su entrada a la inspección, volvió Escandón a salir de Querétaro, " c o n la ¡dea de c o m e n z a r las f u n d a c i o n e s del N u e v o S a n t a n d e r " .2 8*

De las informaciones hechas por Tienda Cuervo en 1757 y que aparecen en el tomo primero del Estado General..., publicado en 1929 por el Archivo General de la Nación, se desprende claramente la procedencia de los pobladores.

28-A. Canales Ruiz, Op. tit. p. 159.

IX. VILLAS DEL SUR

Para el caso de las villas del sur, observamos lo siguiente: los cuarenta vecinos de Altamira, lle-garon de Tampico.2 9

Los de la ciudad de Horcasitas, actual congre-gación Magiscatzín, fueron reclutados " d e la villa de Valles y jurisdicción de la Huasteca, de Río Verde, San Luis Potosí, Valle del Maíz y Tula.30

Para la fundación de la villa de Escandón, actual Xiconténcatl, acudieron en su casi totalidad " d e Río Verde y sus circuitos".3 1 A Santa Bárbara (Ocampo), llegaron familias del valle de Maíz.32 Todos los pobladores del Real de los Infantes, arri-baron a Matehuala, y Charcas.3 3 Los de Palmillas

29. Declaración de Santiago Ventura, en; Estado general de las fun-daciones..., Publicaciones del Archivo General de la Nación, XIV, México, 1929,1.1. p. 238: " A la segunda pregunta dijo: que los pobladores de esta villa de Altamira, primeros en sus estable-cimientos, fueron cuarenta que éstos proceden de Tampico, que ha nueve años que vinieron...".

30. Declaración del Cap. José Antonio Oyarvide: " A la segunda pre-gunta dijo: que los pobladores de esta ciudad de Horcasitas de su primer establecimiento fueron ciento cuarenta y seis los que proceden de la villa de los Valles y jurisdicción de la Huasteca, del Río Verde, San Luis Potosí y otras partes, que va para nueve años que vinieron... "(p. 211) y declaración de Juan Ignacio Fa-jardo:"... que proceden del valle del Maíz, villa de Valles y pue-blo de Tula..." (p. 219). La lista de pobladores en las pp. 199 a 208.

31. Informe de Fr. Francisco Rafael Boronda, Estado general..., p. 178; declaración de Antonio Manuel García, Ibíd. p. 181; y de-claración de Antonio Puga, Ibíd. p. 188. La lista de pobladores en la p. 172.

32. Declaración de Tomás de Soto, Ibíd. p. 480. La nómina de ve-cinos en las pp. 488 y ss.

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se anota que eran " t o d o s de tierra afuera".3 4 La villa de Llera, llamada antiguamente las Rucias (así con c y no con s, por cuanto a que se alude al co-lor del ganado caballar y no al vasto imperio del noroeste europeo) se pobló con familias de Arma-dillo, Guadalcázar, Charcas, Venado etc.35 La vieja comunidad de Jaumave, existente desde 1725 ya había recibido antes de la llegada de Escandón, a 18 familias de tierra afuera y a seis de Río Blanco.3 6

De la villa de Aguayo, f u n d a d a en 1750 y pre-destinada, andando el tiempo, a ser la capital ta-maulipeca con el nombre de Ciudad Victoria, sus primeros pobladores fueron quince familias " d e los pastores que estaban en los ranchos de la antigua población de San Antonio de los L l a n o s " , y los de-más " d e tierra a f u e r a " , según declaración de Juan Diego Guerrero.3 7

La villa que estableció en 1752 Domingo de Un-zaga con el nombre de Santo Domingo de Hoyos (actual Hidalgo), en el centro-sur de Tamaulipas, no fue más que el traslado a corta distancia del antiguo valle de San Antonio de los Llanos. Once familias pasaron de allí a Hoyos; las d e m á s eran de "varias partes de las fronteras y de tierra afuera" de acuerdo con lo declarado por el propio funda-dor Unzaga.3 8

34. " D e varias partes de tierra afuera", declaró Antonio Ramos, p. 503. La nómina en la p. 506 ss.

35. Informe de Fr. Tomás Cortés, Ibíd. p. 153, y declaración de José de los Santos Ortega, p. 157. La revista y nómina de soldados y vecinos en pp. 145 a 150.

36. Declaración de Juan de Bermúdez, p. 466.

37. Ibíd. p. 132. La nómina de primeros pobladores en las pp. 120ss. 38. Declaración de Domingo de Unzaga, Ibíd. p. 99. Sobre la

usur-pación de la jurisdicción de San Antonio de los Llanos, véase el apartado "Decadencia...", de este mismo libro.

X. VILLAS DEL CENTRO DE LA COLONIA

Por cuanto a las familias que hicieron asiento de vecindad en las villas del centro, fueron reclu-tadas, en su casi totalidad, de los pueblos del Nuevo Reino de León.

Para el caso de Padilla, f u n d a d a en 1749 con 39 familias, fray José Márquez declaró en las in-formaciones de 1757 que " l o s pobladores q u e vi-nieron a esta villa los más de ellos vivi-nieron de Río Blanco (Aramberri y Zaragoza) algunos de Linares valle del Pilón y San Antonio de los Llanos"3 9 ase-veración que confirmó el testimonio de José Ol-vera.40 Los apellidos Porras, Castillo y otros, son manifiestamente del sur de Nuevo León.

A la villa de Güemes, establecida en el mismo año, fueron llevadas cuarenta familias procedentes de Nuevo León. Así lo declaró Francisco Javier Gá-mez, con excepción de la del declarante q u e llegó de San Miguel el Grande.4 1 El Capitán J u a n Elias M o c t e z u m a puntualizó más a ú n el origen, al ex-plicar que " l l e g a r o n de Linares, La Mota (General Terán), Labradores (Galeana) y el Pilón (Monte-morelos)".4 2 La revisión de la n ó m i n a de poblado-res de G ü e m e s , hecha por la revista que se pasó en 1757, nos da cuenta de q u e la Mota y el Pilón (Gral. Terán y Montemorelos) aportaron la mayor parte. 43

39. El informe de Fr. Márquez, en la p. 252 (tercer párrafo). 40. En ello coincidió la declaración de José Olvera, p. 258. La

re-vista de soldados y matriculaa de vecinos en las pp. 246 a 250. Véase reproducida en el Apéndice de este libro, bajo el número 4. 41. Ibíd. p. 65.

42. Ibíd. p. 73

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Para la primitiva capital de la Colonia, la villa de los Cinco Señores de Santander, fray Buenaven-tura Antonio Ruiz de Esparza manifestó (14 de ju-nio de 1757) que las familias fundadoras llegaron " d e varios lugares del Nuevo Reino de León".4 4 Los apellidos González de Ochoa, Alanís, Flores, Rodríguez de Montemayor, Mancha, De la Garza, Caballero, Saldívar y otros, a u n q u e en el padrón de la revista no se expresa, nos sitúan en Cade-reyta y en el valle del Huajuco.

La villa de Santillana (Abasolo) tenía en 1757 quince familias. De éstas, ocho eran originarias de Nuevo León y las siete restantes p r o c e d í a n " d e los casamientos que aquí se han h e c h o " . Así lo de-claró el Cap. T o m á s Conde, quien, entre parénte-sis, está esperando a un investigador que se ocupe de su importante figura.4 5

En 1750, fue fundada la villa de Soto la Marina, con " c u a r e n t a y ocho o cincuenta familias de las inmediaciones de M o n t e r r e y " , según expresión de Melchor de Treviño. Este núcleo fundador, al decir del mismo declarante, fue el mismo que había sa-lido con destino al río Nueces pero que, esperando órdenes de Escandón, se situó temporalmente en la ribera sur del Bravo, donde " f o r m a r o n sus ja-cales e iglesia designando al lugar con el nombre de Nuestra Sa. del Refugio. ¿Será éste el

ante-44. Ibid. p. 275. La nómina de pobladores en las págs. 264 a 271. Véase reproducida en el Apéndice 6 de este libro.

45. La declaración del Cap. Tomás Conde, de 17 de junio de 1757, alude también a sus entradas a Tamaulipas desde su natal Ca-dereyta, desde que tenia 15 años de edad. En la p. 287 men-ciona la procedencia de los vecinos y en la 291 afirma ser el descubridor del puerto, por orden de Escandón, en 1750. La revista de pobladores, en las págs. 294-295. Véase reproducida en el Apéndice 7 de este libro.

cedente de Matamoros?. Muerto allí su capitán, Pe-dro González de Paredes, decidieron volverse a sus lugares de origen. Melchor Treviño les acom-pañó, pero fue el mismo quien les persuadió de volver hasta Santander, donde q u e d ó la mayor parte; los d e m á s pasaron a las márgenes del Pu-rificación para fundar Santillana.4 6

Es éste uno de los ejemplos más patéticos de los sufrimientos de estas familias en su penoso pe-regrinar. Hemos visto que murió su capitán. Tre-viño agrega que cuarenta y ocho familias que eran, " p o r haber muerto algunos en el camino sólo lle-garon cuarenta y tres o cuarenta y cuatro".4 7

A ello habría que añadir q u e muchísimas fami-lias no recibieron los cien pesos q u e se les había ofrecido " c o m o ayuda de c o s t a " y que les fueron hechas las mercedes de tierra pero no en f o r m a individual sino en comunidad.4 8 El repartimiento se hizo veinte años más tarde en 1769 cuando mu-chos de los primeros pobladores ya no vivían.49

46. Segunda pregunta, p. 309. La revista y lista de pobladores, en las pp. 301 a 304. (Puede verse, reproducida, en el Apéndice 8 de este estudio).

47. Ibid. p. 310. 48. Ibid. p. 311.

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XI. LAS VILLAS DEL NORTE

Si de las villas del centro he dicho q u e las fa-milias fundadoras procedían en su casi totalidad de Nuevo León; podría afirmarse que todas las de las villas del Norte, fueron reclutadas en el Nuevo Reino.

El lugar o villa de Mier, recibió 38 familias en su fundación, " t o d o s los más de la villa de Ce-rralvo".5 0 Sáenz Gutiérrez, Peña, Vela, Chapa, Hi-nojosa, Guerra, Salinas, Del Bosque, Ramírez, Bazán, Barrera, etc. son apellidos que no d a n lu-gar a d u d a a esta afirmación. Es importante adver-tir que gran parte de las tierras de este lugar, llamado en lo antiguo el Paso del Cántaro, ya para 1734 era de José Félix de Almandos, vecino de Hi-gueras, quien las vendió a Don Prudencio Baste-rra y f u e r o n más tarde de d o n Manuel de Aldaco, acaudalado terrateniente de México. Antes de 1740 las pobló Manuel de Hinojosa y Blas María de la Garza Falcón estableció también allí su rancho ga-nadero; según lo declaró José Florencio Chapa quien de igual modo llevó a ese lugar su familia y sus ganados.5 1

En casó semejante está Revilla (Cd. Guerrero) f u n d a d a c o n 58 familias provenientes del Nuevo Reino de León.52 Serna, Villarreal, A d a m e , Men-diola, Dávila, Canales, Benavides, Gutiérrez, etc., fueron los apellidos predominantes. Este lugar ya estaba poblado años antes de la llegada de Escan-dón. En 1745 se estableció allí Nicolás de la Garza,

50. Declaración de José Florenciano Chapa, en Estado General

p. 413.

51. Ibid. La lista de "vecinos establecidos", en las pp. 408 a 410 (Véase en el Apéndice 9, de este libro).

52. Declaración del Cap. José Báez Benavides, Ibid., p. 428

a cuyo ejemplo pasaron también a poblar el Cap. Francisco Báez de Benavides, con cinco herma-nos suyos, en tierras que pertenecían a Vicente Guerra. Hay referencias a entradas anteriores como las de J u a n de García, " e n tiempo del señor Ge-neral Arriaga... al otro lado del Río Grande en el paraje que llaman la Sierrecilla" en busca de mi-nerales.5 3

A la de Burgos, el capitán Antonio Leal y Guerra condujeron a las familias de Nuevo León. Las tras-ladó desde Santander hasta d o n d e las había lle-vado Ladrón de Guevara. Así lo declaró Leal el 31 de julio de 1757.54 Otra vez los apellidos caracte-rísticos: Leal, Tijerina, Iglesias, León, De la Garza, Treviño, Zamora, Cantú, Selvera, Molina, Ochoa,

Ballí, etc. (De los Ballí fueron Nicolás, Bartolomé, José, Juan).

De San Fernando, pudiera decirse en tono fes-tivo que es una " s u c u r s a l " de Cadereyta. De allí

" y de otras partes del Nuevo R e i n o " , llegaron las cuarenta y tres familias fundadoras Sánchez de Za-mora, Santos, Coy, Villarreal, Hinojosa, Caballero, Flores, Alanís, Montemayor, Cantú, Galván y otras. Así lo testificó Nicolás Iglesias Merino, que fue quien las condujo;5 5 corroborando la referencia el testi-monio de Cayetano Caballero.5 6

La villa de Camargo recibió t a m b i é n de Nuevo León las cuarenta familias que le dieron origen.

Es-53. Ibid., p. 431 en las tres últimas lineas. Alude al gobernador de Nuevo León Juan de Arriaga y Brambila, (1724-1725). La lista de vecinos en las pp. 419 a 422. Se reproduce aqui en el Apén-dice 10.

54. Ibid., p. 451. Lo ratificó en escrito de primero de agosto, p. 461. La revista de soldados y nómina de pobladores en las pp. 457 a la 461. (Véase también en el Apéndice 11, de este libro). 55. Ibid.., p. 355.

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tas fueron acaudilladas por Blas María de la Garza Falcón, figura también muy destacada en esa época.5 7

Por cuanto a Reynosa, fue el Cap. Carlos Cantú quien a c o m p a ñ ó a las cuarenta familias neolegio-nenses pioneras. En 1757 el padrón registraba veinte más, procedentes también de Nuevo León y de los hijos de los primeros vecinos que y a se habían casado.5 8 Cadereyta, el Pilón, Sabinas y Pesquería Grande (Villa de García) aportaron el ma-yor número.

La jurisdicción del Nuevo Santander llegaba hasta el Nueces. El proyecto de Escandón contem-plaba la fundación de poblaciones entre este río y el Bravo. Y a hemos visto que hacia allá iban las familias que llevaba Pedro González de Paredes. Con aquel rumbo iba también T o m á s Sánchez, na-cido en Ciénega de Flores. Sánchez recorrió el Nue-ces b u s c a n d o sitio adecuado, pero decidió, a la postre, asentarse con diez familias en la ribera norte del Bravo, en el paso de Jacinto. García, Saldívar, Treviño, Sánchez, Díaz, Salinas y otras, fueron las q u e dieron origen, en 1755, a la villa que Escan-dón llamó: San Agustín de Laredo.5 9

57. Declaración del Cap. Blas María de la Garza Falcón, p. 401. La nómina de la escuara de oficiales y soldados y la de pobla-dores, en las pp. 388 a 393. (Reproducidas en el Apéndice 13 de este libro). Sobre la vida del declarante puede verse: Clotilde P. García, Capitán Blas María de la Garza Falcón, colonizer ofsouth Texas, The Jenk-kins Publishing, Austin, 1984, 73 p., ils. 58. Declaración del Cap. Carlos Cantú, Estado General..., I, pp. 379

y 380. La lista de la escuadra y de vecinos en las pp. 368 a 371. (Se reproducen aquí en el Apéndice 14).

59. Declaración de Tomás Sánchez, ibíd., p. 444. Menciona el Paso de Jacinto en la misma página, citando en la 447 su propósito de poner canoa "para su más cómodo tránsito"; pero que, mien-tras, cruzan el río " p o r el paraje que llaman de Miguel de la Garza". La lista de vecinos en las pp. 448 y 449. (Véase tam-bién en el Apéndice 15).

La hacienda de Dolores, " a l otro lado del río G r a n d e " había sido establecida cinco años antes por José Vázquez Borrego, con familias proceden-tes, como él, de San Francisco de Coahuila.6 0

El éxodo de Nuevo León de estas familias pio-neras se repitió al ser ordenada la fundación de otras tres villas propuestas por Tienda de Cuervo y Agustín de la C á m a r a Alta: Cruillas, San Carlos, y Croix (Casas). En el Archivo Municipal de Mon-terrey existe la comisión dada por Escandón a Joa-quín Galván, para reclutar treinta familias para la fundación de Cruillas.61 Y otra dada al Cap. Luis Fuentes, para la de San Carlos.62

60. Testimonio de Bartolomé Borrego. Ibíd., p. 437.

61. Ms. Archivo Municipal de Monterrey, Protocolos, vol. 20, fol. 378, no. 199, 23 de diciembre de 1765. Véase en Apéndice 16 de este libro.

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XII. DECADENCIA DEL N.R. DE LEON

En el interrogatorio p a r a la a v e r i g u a c i ó n h e c h a en 1757 por T i e n d a de Cuervo, s o b r e el estado en q u e se hallaban los pueblos f u n d a d o s por Escan-dón, u n a de las p r e g u n t a s fue f o r m u l a d a en el sen-tido de si la colonización fue benéfica p a r a el Nuevo S a n t a n d e r y para el Nuevo Reino de León. Las res-p u e s t a s f u e r o n s i e m res-p r e favorables. En el Reino de León d i s m i n u y e r o n notoriamente los asaltos d e los indios, y, cosa curiosa, a h o r a los apóstatas no eran de la C o l o n i a s i n o de N u e v o León.

Q u e la p o b l a c i ó n del Nuevo S a n t a n d e r f u e be-néfica es incuestionable. Pero ¿lo fue t a m b i é n p a r a N u e v o León e n t o d o s sus a s p e c t o s ? . C o n v i e n e si-t u a r n o s e n la é p o c a p a r a consi-tessi-tar la p r e g u n si-t a .

N u e v o León p e r d i ó e n t o n c e s m á s de la mitad de su territorio. Los intentos esporádicos h e c h o s por su parte p a r a colonizarlo habían sido i m p o r t a n t e s pero infructuosos.

Es necesario advertir, s i n e m b a r g o , q u e lo fue-ron p o r q u e n u n c a hubo el n ú m e r o de h a b i t a n t e s suficientes para una empresa de tal magnitud. T a m -poco se c o n t ó j a m á s c o n el apoyo moral ni eco-n ó m i c o del g o b i e r eco-n o virreieco-nal.

Ernesto Lemoine, destacado historiador, en con-f e r e n c i a s u s t e n t a d a en Monterrey, c e n s u r ó el he-c h o de que, llegando la jurisdihe-che-ción de Nuevo León hasta el Golfo, M o n t e r r e y no hubiese s i d o f u n d a d a en la costa. Pero haberlo h e c h o allí, h u b i e r a sido t e m e r a r i o a n u e s t r o juicio, por la a m e n a z a cons-t a n cons-t e de los piracons-tas. La a n i q u i l a c i ó n de T a m p i c o en el último tercio del siglo XVII es claro e j e m p l o

de lo q u e h u b i e r a s u c e d i d o en M o n t e r r e y . De ahí q u e s e le d i e r a c o m o asiento el ú n i c o paso n a t u r a l de la S i e r r a M a d r e q u e , por Saltillo, la m a n t u v o e n c o n t a c t o , a u n q u e relativo, c o n la N u e v a E s p a ñ a , y a d i s t a n c i a m á s q u e p r u d e n t e de la a m e n a z a de los corsarios.

U n a d e las f u e n t e s p a r a e n t e r a r n o s d e las con-s e c u e n c i a con-s d e con-s f a v o r a b l e con-s p a r a N u e v o León, la c o n s t i t u y e la Visita General p r a c t i c a d a a s u s pue-blos por el g o b e r n a d o r D. Pedro d e Barrio J u n c o y Espriella, e n 1754, casi recién f u n d a d a s las villas de la Colonia. Monterrey q u e d ó p u n t o m e n o s q u e d e s h a b i t a d a . De tres mil h a b i t a n t e s q u e tenía e n 1746, a h o r a c o n t a b a sólo con seiscientos. A ello se añadía estar " m u y d e m o l i d a " e n lo m a t e r i a l por el h u r a c á n de 1751, " q u e derribó s u s casas, inclu-y e n d o la c á r c e l " .6 3

Al llegar el g o b e r n a d o r a la villa de Cerralvo y e x a m i n a r el p a d r ó n del v e c i n d a r i o , e n c o n t r ó q u e sólo había treinta y d o s familias y la halló " m u y d i m i n u t a " , así por habérseles s u p r i m i d o el presi-dio de d o c e h o m b r e s , establecido más de un siglo antes por Martín de Zavala; y por haber e m i g r a d o no sólo " t o d a la g e n t e q u e c o m p r e n d í a la villa de C a m a r g o y la de t o d o s los r a n c h o s y e s t a n c i a s q u e p a s a r o n a ser de e s a n u e v a f u n d a c i ó n , ; p e r o tam-bién los q u e se hallaban a v e c i n d a d o s c o n s u s ga-nados y estancias, en el paso del C á n t a r o , del río G r a n d e , arrendatarios de Don M a n u e l de A l d a c o " . Este los había c o n m i n a d o a dejar libres las tierras o q u e reconociesen a la n u e v a Colonia. S e les ofre-ció q u e d e p e r m a n e c e r allí q u e d a r í a n c o m o

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ños de a q u e l l a s tierras y q u e gozarían de privilegio de p o b l a d o r e s , " c o n c u y o indulto — e x p r e s a el gobernador— y el amor de su propio interés de casa y g a n a d o s , por haber sido criados los m á s allí, ha-bían d e t e r m i n a d o s u b y u g a r s e a la d i c h a C o l o n i a " .

Por lo tanto, ya no reconocían al alcalde m a y o r de Cerralvo.6 4

La misión de G u a l e g u a s , i n m e d i a t a a Cerralvo, d e s a p a r e c i ó . El g o b e r n a d o r Barrio e n c o n t r ó a fray Diego d e V á z q u e z c o n cinco indios y tres indias y " a s o l a d a t o d a la misión sin j a c a l ni v i v i e n d a al-g u n a " . U n i c a m e n t e estaba en pie el t e m p l o , aun-q u e maltratado, con a l g u n a s celdas habitables. Al preguntar por los d e m á s indios, fray V á z q u e z y dijo q u e d e s d e q u e se quitó el presidio de Cerralvo " c u -yas a r m a s los c o n t e n í a n " , se habían d i s p e r s a d o por todo el reino viviendo unos e n el m o n t e y otros sirviendo en varias h a c i e n d a s o a particulares.6 5

En Linares sucedía lo m i s m o , el g o b e r n a d o r en-contró únicamente treinta familias, d o c e de las cua-les no e s t a b a n obligadas a o b e d e c e r l e , por estar " e x e n t a s de la j u r i s d i c c i ó n ordinaria de este reino, por o r d e n d e E s c a n d ó n " , q u e le m o s t r a r o n es-crita.6 6

El valle del Huajuco q u e proveyó de n u m e r o s a s familias a la Nueva Colonia, q u e d ó r e d u c i d o a sólo veinteséis.6 7

Ni siquiera intentó el gobernador visitar río Blanco L a b r a d o r e s y San Antonio de los Llanos, en el sur

64. Idem., ed. Acias, p. 8. 65. Ibidem., fs. 7 y 8 66. Ibidem., fs. 13 y 14 67. Ibidem., f. 14.

del N u e v o Reino. Esta ú l t i m a p o b l a c i ó n , curato y alcaldía mayor provistos por el N u e v o Reino desde su f u n d a c i ó n por F e r n a n d o S á n c h e z de Z a m o r a más d e o c h e n t a años antes, pasó a ser del N u e v o S a n t a n d e r . El Cap. D o m i n g o de Unzaga, c o n ins-t r u c c i o n e s de E s c a n d ó n y a l e g a n d o esins-tar despo-blada, trasladó su asiento a corta d i s t a n c i a y f u n d ó Santo D o m i n g o de Hoyos (actual Hidalgo, Tamps.). El g o b e r n a d o r Barrio s u s p e n d i ó la visita por " e s -cusar d i s e n c i o n e s ni disputas, h a b i é n d o l a hallado ya u s u r p a d a (su jurisdicción) a la internación de este g o b i e r n o e n mi posesión y c o n s e n t i d o por mi a n t e c e s o r ; dejándolo, c o m o t o d o a la sola deter-m i n a c i ó n d e Su Excelencia (el Virrey).6 8

Lo expresado por Unzaga era absolutamente ine-xacto. Francisco Javier G á m e z , d e c l a r a n t e en la visita de G ü e m e s (30 de abril de 1757) expresó q u e San A n t o n i o de los Llanos... hoy es la villa q u e lla-man S a n t o D o m i n g o de Hoyos con sólo la diferencia de haberse mudado sus habitantes y vecinos un cuarto de legua más abajo, hacia el terreno de esta nueva co-lonia a quien está agregada....

En el mismo Archivo Municipal de Monterrey existen los autos de visita p r a c t i c a d o s por otros g o b e r -n a d o r e s . E-n los años de la colo-nizació-n, Sa-n A n t o n i o era una p o b l a c i ó n pobre, pero normal. En 1737, al visitarla el gobernador F e r n á n d e z de Jáuregui, e n c o n t r ó al pueblo de tlaxcaltecas y j a n a m -bres al c u i d a d o de fray Pedro del Castillo, c u r a ministro de doctrina, a q u i e n pidió hiciese lo po-sible " p o r q u e no se d e s p o b l a s e y sí se a g r e g u e n a él los q u e fuere p o s i b l e " . El alcalde mayor, Fer-n a Fer-n d o S á Fer-n c h e z de Z a m o r a , h o m ó Fer-n i m o del fuFer-nda- funda-dor, ofreció hacerlo.7 0

68. Ibidem.

69. Estado general... I, p. 65

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En 1742, la visitó el gobernador Barrio. El Valle f o r m a b a entonces u n a sóla alcaldía mayor c o n Santa María del Río Blanco y con Matehuala, y el pueblo de naturales estaba al cuidado de fray J u a n de Aguilar.7 1 El 19 de Diciembre de 1747, justo en el año de la entrada de Escandón a Tamaulipas San Antonio de los Llanos fue visitada por el go-b e r n a d o r Vicente Bueno de la Borgo-bolla quien en-contró q u e en el Valle " n o se había ofrecido cosa a l g u n a d i g n a de r e p r e n s i ó n " . Hizo entonces com-parecer a su gobernador (indígena) y d e m á s hijos, a quienes les previno el mejor modo que debían de p r a c t i c a r " para el mayor adelantamiento de di-cho pueblo.7 2 San Antonio de los Llanos no tenía treinta a ñ o s de estar abandonado.

El valle d e San Pablo de los Labradores, (hoy Cd. de Galeana), " q u e d ó tan limitado — e x p r e s a el g o b e r n a d o r — que, no c o m p r e n d i e n d o más q u e unos ranchos de varios pobres y uno más consi-derable de Francisco Manrique Malacara, quien se halla de capitán de cuarenta hombres, q u e sola-mente con sus sirvientes podrá completar dicho número, y éste ser de cuenta de la Colonia y no haber dejado dé jurisdicción más q u e doce hom-bres, " q u e por su f o r m a l i c a d y entereza no quisie-ron d e c l i n a r j u r i s d i c c i ó n , por lo q u e s o n constantemente mortificados por los colonienses, cuyas quejas tengo remitidas a la superioridad".7 3

En la recluta de gente para las poblaciones tar-días, en 1766, hecha en Labradores por Luis Fuen-tes, el alcalde avisa al gobernador Usel y

71. Ms. Cuaderno de la Visita general, ibíd., Civil vol 72 exD 9 fs... 62 y 64.

72. Ms.Visita geni-ral... ibíd., Civil, vol. 77, exp. 12 fs 12 V 13 73. Ibíd., f. 16.

G u i m b a r d a haberse enlistado " u n a s diez familias, las que en este valle había más decentes y espa-ñoles, porque así las b u s c a n " .7 4 " S u s tierras — d i c e — las dejan en convenio en tres de los q u e q u e d a n " . " E s t o quedará destituido en el todo. Con-cluida esta recluta avisaré a Ud., los vecinos q u e q u e d a n , porque todos están alborotados y Vuestra Señoría determinará c ó m o han de quedar las tie-rras de los q u e se han ido"7 5

Por lo q u e se refiere al norte del Nuevo Reino de León, s u jurisdicción, q u e sobrepasaba el río Nueces, se vio reducida con la creación de la Pro-vincia de los Texas y la fundación de las misiones de San Antonio y otras, a partir de 1718. Al ser fun-dada la villa de San Agustín de Laredo, Escandón extendió los límites del Nuevo Santander y Nuevo León no sólo vio d i s m i n u i d o nuevamente su terri-t o r i o por ese rumbo sino que ni siquiera s e le dejó

colindancia con el río Bravo. La q u e tiene en nues-tros días con la lengüeta de Colombia, se obtuvo por gestiones del gobierno de Bernardo Reyes, en 1892.

Nuevo León y en particular Monterrey, merced a diversos factores históricos, lograron rehacerse, lenta y difícilmente, hasta recuperar y aún superar su antiguo ser.

Al exponer estos comentarios sobre Nuevo León y la colonización del Nuevo Santander, no abriga-mos el menor propósito de ufanía por su

aporta-74. Ms. Carta del alcalde Francisco Manrique Malacgra al gober-nador Ignacio Ussel y Guimbarda, Labradores, 11 de abril de 1766, Ibíd., Protocolos, vol. 18, f. 118-A, no. 61. Véase el texto en Apéndice 18, de este libro.

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ción territorial y humana. La finalidad primordial sólo estriba en la divulgación de estas referencias no estudiadas hasta ahora en detalle y descono-cidas en su mayor parte; y subrayar el hecho de que con el éxodo de las familias pioneras, se echa-ron las bases para la integración de una sola pro vincia social en el noreste de México.

A P E N D I C E S

D O C U M E N T A L Y DE N O M I N A S DE P O B L A D O R E S

Las nóminas de pobladores se reproducen dé! libro: Estado ge-nera/ de las fundaciones hechas por D. José de Escandón en la Colonia del Nuevo Santander..., Talleres Gráficos de la Nación, México, 1929; con permiso del Archivo General de la Nación, Oficio 091, de 14 de agosto de 1991, suscrito por Victoria San Vicente T., titular de la Dirección del Archivo Histórico Central.

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DESPACHO DEL VIRREY REVILLAGIGEDO or-d e n a n or-d o al Gobernaor-dor or-del Nuevo Reino or-de León practique lo q u e se previene en la comisión dada al coronel José de Escandón, para el escrutinio y pac.ficac.on del Seno Mexicano y n o m b r a m i e n t o

de™ 746 !U 9 a r t e n í e n t e- M é x i c o- 3 d e septiembre

Don J u a n Francisco de G ü e m e s y Horcasitas Ten,ente General de los Reales Ejércitos, Virre^ Gobernador y Capitán General de esta Nueva Es-pana y Presidente de la Real A u d i e n c i a de ella, "IL...

Por c u a n t a con motivo de hallarme cerciorado de la b u e n a conducta, procederes, calidad, amor y aplicación al real servicio, y otras m u c h a s loa-bles c.rcunstancias que concurren en la persona

mío t M - ,J°S e d G E s c a n d ó n- Coronel del Regi-miento Miliciano de la ciudad de Querétaro y Te-niente de Capitán General del Presidio de Sierra Gorda, sus misiones y fronteras acreditado con grandes servicios q u e en el servicio de a m b a s ma-jestades ha ejecutado en las entradas q u e a s u costa y de orden de la Capitanía General ha

prac-icado en aquel partido y otros inmediatos, plan-t a n d o m i s i o n e s , c a plan-t e q u i z a n d o n e ó f i plan-t o s y conteniendo el orgullo de algunas bárbaras

beli-q ü e i n f l u i d a s d e l c o m ú n e ne m i g o y bien halladas en su ociosidad hostilizaban

qra-I n T ? 5 P a S a Í e r 0 S y , L J9a r e s circunvecinos c o m e t i e n d o demasiados insultos, cuyas facciones

1) Archivo Municipal de Monterrey, vol. 75 exp., 5 fols. 1 al 4. * En el manuscrito está omitido el nombre José.

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