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MADRID 2,50 pesetas al mea PROVINCIAS , ....;... " 9,00 ptas. trimestre

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El- TIEMPO (S. Meteorológico N.).'-Probable hasta las seis da la tarde de hoy. Cantabria y Galicia: Vientos de la reg-lón del Oeste y aguaceros. Resto de BspafSa.: Cie- lo con pocas nubes. Temperatura: máxima de ayer, 25 en Alicante; mínima, 2 en León, Falencia y Soria. E n Madrid: máxima de ayer, 13; mínima, 7. (Véase en sép-

tima plana el Boletín Meteorológico.)

E R E C I O S DE SUSCRIRCION

MADRID 2,50 pesetas al mea PROVINCIAS , ....;... " 9,00 ptas. trimestre

PAGO A0BLANTABO FRANQUEO OONCEETADO

M A D R I D . — A ñ o XXíí.-—Núm. 7.053 D o m i n g o 8 de m a y o de 19S3 C I N C O E D I C I O N E S D I A R I A S Apartado 468.—Esd. y 4dm6n., A L F O N S O XI, ^.—Teléfonos 81090, 91092, 91093, 91094, 91095 y 91096

una Asamblea en Falencia para tratar de C 0% T 5 1

iwailialBiii»

F i j a n d o p o s i c i o n e s

U n a observación a n u e s t r a c a m p a ñ a d e exposición y c r í t i c a del p r o b l e m a catalán hemos escuchado, con c i e r t a g-eneralidad r e p e t i d a : q u e n u e s t r o pensa- miento, definido y claro en l a critica, n o se c o n c r e t a en conclusiones positivas.

¿Conclusiones p o s i t i v a s ? A ellas llegaremos... a su tiempo. Al iniciar l a c a m - p a ñ a h u b i e r a sido t o r p e z a insigne l a n u e s t r a , como políticos y como periodistas, consagrarnos al estudio minucioso y d e t a l l i s t a del p r o y e c t o . Con l a exégesis del a p a r t a d o b) del a r t í c u l o c u a r t o n o h u b i é r a m o s logrado... lo que m á s u r g e n t e / necesario e r a ; d e s p e r t a r al país, s a c u d i r a E s p a ñ a , t r a e r l a , a c e r c a r l a al p r o b l e m a del que e s t a b a a u s e n t e y lejana. Y no e r a esto lo peor, sino q u e frente a l a in- diferente inhibición de casi t o d a E s p a ñ a , a c t u a b a C a t a l u ñ a , v i g i l a n t e y e n a r d e - cida desde el a d v e n i m i e n t o de l a República, no con u n a conciencia t a n definida y ciará como s u s r e p r e s e n t a n t e s dicen, pero sí, desde luego, con u n a v o l u n t a d y u n p e n s a m i e n t o c o n é r e t a d o s en l a Generalidad, en ,1a m i n o r í a p a r l a m e n t a r l a de la E s q u e r r a y en el E s t a t u t o . E n fin; t e n í a m o s p o r a g r a v a n t e de e s t a s i t u a - ción, m a l a s e n t a d a , el escaso, nulo i n t e r é s q u é el Gobierno r e v e l a b a en a d v e r t i r y e n t e r a r a l a s g e n t e s de la, g r a v e d a d del p r o b l e m a y a a b o c a d o a s u resolución...

D e s u e r t e que l a cuestión c a t a l a n a e r a , p a r a nosotros, a n t e todo, u n p r o - blema de opinión pública. O en o t r o s t é r m i n o s : su p l a n t e a m i e n t o exigía, como artículo de p r o n u n c i a m i e n t o previo, l a c o m p a r e c e n c i a de t o d a l a opinión espa- ñola y l a rectificación, n e c e s a r i a p a r a llegar a u n a f ó r m u l a viable y a r m ó n i c a , de l a opinión c a t a l a n a . P o r eso h e m o s dedicado varios a r t í c u l o s a i n t e r e s a r . a l país, a r e c o r d a r al Gobierno s u t u t e l a r deber de i l u s t r a r y o r i e n t a r a los Ciuda- danos, y a irfluir c u a n t o p u d i é r a m o s , en modificar el p e n s a m i e n t o y los propó- sitos del nacionalismo c a t a l á n .

N o s h e m o s esforzado en cambiar, a n t e l a opinión pública, el enfoque d e e s t e a s u n t o . Y h e m o s dicho: E s p a ñ a n o h a dr tolerar q u e l a a u t o n o m í a sea, y sola- m e n t e eso, l a realización d e l a v o l u n t a d ue C a t a l u ñ a , n i q u e el E s t a t u t o , desde la - r i m e r a p a l a b r a de su p r e á m b u l o h a s t a el artículo 52, con que t e r m i n a , h a y a de ser, l e t r a a letra, v o t a d o p o r l a s C o r t e s . Si eso se quiere, ¡ni h a b l a r ! N o h a y posibilidad de deliberación sobre l a base de esa r e t ó r i c a de "pueblos libres, autodeterminación, federalismo", etc., etc. N o se puede p a r t i r del reconocimUnto de u n E s t a d o c a t a l á n a u t ó n o m o , nacido el 14 de abril, q u e se d a su ley, y que a h o r a viene a p a c t a r con el Gobierno de M a d r i d su alianza, su f deración con los " d e m á s pueblos ibéricos". H a y q u e p a r t i r , p o r lo c o n t r a r i o , de u n a Nación española de u n a P a t r i a e s p a ñ o l a y. de u n E s t a d o español que, reconociendo, en lusticia, los derechos n a t u r a l e s e históricos de l a s personal dades regionales, v a a e s t u d i a r en s u s Cortes y a v o t a r en ellas u n E s t a t u t o encajado en l a consti- tución nacional, supeditado a l t e x t o de l a Constitución española.

¿ N o es c l a r a l a diferencia d e c r i t e r i o s ? ¿ N o son d i s t i n t a s y a u n a n t a g ó n i c a s l a s dos posiciones a r r i b a d i s e ñ a d a s ? D e s p l a z a d a de u n a de ellas el problema, rechazado el E s t a t u t o de l a Generalidad y el voto p a r t i c u l a r de los señores Xirau y Lluhi sólo entonces es posible i n t e n t a r obra positiva. B a s e de é s t a - t a m b i é n lo h e m o s dicho—es el d i c t a m e n de l a Comisión p a r i a m e n t a r i a . P o r - que allí al menos, el p u n t ' de p a r t i d a es el E s t a d o español, n o federal, sino unitario' a n t e r i o r a l a s reglones que " p u e d a n s e r " a u t ó n o m a s , a l a s q u e se y a a conceder u n a r a z o n a b l e a u t o n o m í a . L o q u e no quiere decir q u e no haya, que h a c e - v a sino llevar el dictamen, convertido en ley. a l a " G a c e t a " . S m duda, s e r á ' o b j e t o de g r a v e s r e p a r o s y q u e r e m o s creer q u e de i m p o r t a n t e s modifi- caciones respecto a g o b e r n a d o r e s , orden público, enseñanza, hacienda, etc. Y cuando se v a y a p l a n t e a n d o c a d a u n o de estos t e m a s , l a m o d e s t a colaboración de n u e s t r o p a r e c e r , c l a r o y positivo, n o h a de f a l t a r . P e r o entonces, como aho- ra n u e s t r a v o z s e g u i r á siendo u n a l e r t a , u n a l l a m a d a a t o d a s las regiones de E s p a ñ a no p a r a l a n z a r l a s c o n t r a C a t a l u ñ a , falsa i m p u t a c i ó n q u e u n d i a n o b a r - celonés n o s hace, p e r o sí p a r a q u e se p e r c a t e n bien d e que con reumones,^ con A s a m b l e a s y con expresión firme del p e n s a m i e n t o colectivo, pueden influir, y mucho e n la solución ú l t i m a del pleito c a t a l á n . , , ,

Tal'es h a n sido n u e s t r o s piopósitos, y n o e s t a d o s descontentos de los resul- tados conseguidos. L a opmión española es y a a c t i v a y celofa. H a c a m m a u o ,a

¿ p o s i c i ó n 3e los e s p í n t u s y n o es a v e n t u r a d o a n t i c i p a r q u e no se d a i á a C a - S a t a n t o como los e x t r e m i s t a s de allá pedían, y q u e t r n m f a r á u n a fórmula

a S a c t o r i a p a r a todos los buenos españoles, de d e n t r o y de fuera de C a t a l u ñ a Conste en fin, q u e n u e s t r o p e n s a m i e n t o y n u e s t r a posición son los de siem- nre M a l U e n d e n n u e s t r a s p a l a b r a s quienes, t r a s r e c o r d a r n u e s t r a s i m p a t í a a l r e l S i s m o c a t a l á n d u r a n t e t a n t o s años, califican de inconsecuencia n u e s t r a IcfuaToposición a i E s t a t u t o de l a Generalidad. E s que son m u y diversos el p r o - Wema de a h o r a y el d e a n t a ñ o . E l d e a n t e s se f o r m u l a b a a s í : c e n t r a h s m o o S r o m a. Y n o s o t r o s d e c l a m o . : centralismo, n o ; autonomía, si. A h o r a se plan- t e a de este m o d o : a u t o n o m í a o federalismo. Y c o n t e s t a m o s : autonomía, sx; fe- l ' ^ " H ¡ n é c ^ o s lo "^i«™o 1 ^ ^ «-y^'"- S ° ^ ^ ° ' d e m a n d a n t e s c a t a l a n e s quienes h a n

variado los t é r m i n o s de s u reclamación.

LU UtíL U1A

C o n s i g n a , s í ; p e r o ¿ c u á í ? L a n o t a m á s , e s t r i d e n t e en p r o de la

"independencia de C a t a l u ñ a h a estado a c a r g o de los c o m u n i s t a s . Los i n t e r n a - cionales de Moscú, p a r a quienes estor- b a n l a s f r o n t e r a s , exigen hoy—curio- so c o n t r a s e n t i d o — q u e C a t a l u ñ a se eri- j a en " E s t a d o i n d e p e n d i e n t e " .

L a F e d e r a c i ó n C o m u n i s t a I b é r i c a y e l Bloque Obrero y Campesino, al p r o - ceder así, se dieen fieles " a su consig- n a del derecho de a u t o d e t e r m i n a c i ó n de l a s nacionalidades". Q u e su a c t i t u d obedece a u n a consigna, y a lo s a b e - mos. P e r o q u e s e a é s t a l a q u e dicen, eso y a es o t r a cosa. Como t a m p o c o es- " s u y a " .

L a consigna es de Oriente, y h a sido d a d a a los c a t a l a n e s p o r mediación de T r o t s k y . H e aquí s u sentido según p a l a b r a s de éste en su ^reciente obra s o - b r e l a revolución en E s p a ñ a : "Mien- t r a s el s e p a r a t i s m o de l a b u r g u e s í a c a t a l a n a — d i c e — e s sólo u n i n s t r u m e n - to de gestión de s u s intereses,' e s g r i m i - do a l a p a r c o n t r a el pueblo c a t a l á n y el español, el s e p a r a t i s m o dé los obreros y c a m p e s i n o s es l a e n v o l t u r a a p a r e n t e d e su r e b e l i ó n social." '

Y a h o r a el p o r q u é de l a t á c t i c a e x t r e m i s t a : " H a y q u e d i s t i n g u i r m u y c u i d a d o s a m e n t e e n t r e e s t a s dos f o r m a s de separB,tismo. P a r a t r a z a r bien la línea divisoria e n t r e los obreros y c a m - pesinos n a c i o n a l m e n t e oprimidos y su burguesía, la v a n g u a r d i a p r o l e t a r i a de- be a d o p t a r e n e s t e p r o b l e m a la pos- t u r a r a d i c a l y violenta. L o s obreros m a n t e n d r á n hasta„ el último m o m e n t o el derecho de los c a t a l a n e s y de los v a s - cos a t e n e r u n a v i d a e s t a t a l indepen- diente..."

H a s t a aquí lleva l a t á c t i c a . ¡ H a s - t a s a l t a r , a la cabeza de un movimien- to q u e p u g n a con l a p r o p i a ideología!

P e r o no p e r d a m o s el tiempo t r a t a n - do de poner en evidencia a n u e s t r o s r e - volucionarios. Con a l g u n a m a y o r e s - p e r a n z a de s e r oídos n o s dirigimo.s a l a s d e r e c h a s c a t a l a n a s p a r a ponerles bien de manifiesto el seritido de c i e r t a s colaboracion^3.

Vale t a n t o como prevenirlas sobre f.i precio que en el m a ñ a n a h a b r á n de p a - g a r p o r semejantes servicios.

L a p r o p a g a n d a p o r " r a d i o "

Asisten represeitaciones diversas de las pr§¥Íncias castellanas

««$<»)taM

El Ayuntamiento de Valladolid acuerda dirigirse directamente a ios Poderes públicos.

H a n salido y a nutridas comisiones de Salam anca y de León. La Diputación de Zaragoza acuerda gestionar la autonomía para A r a g ó n . Protestas de varias ciudades contra todo lo

que signifique m e r m a de la unidad nacional. Conferencias del señor Molina Nieto en To- ledo y de don Miguel de U n a m u n o en Madrid

La Prensa de Barcelona se manifiesta en general satisfecha del tono con que h a empezado la discusión c3el Estatuto en las Cortes y expresa su confianza en que será aprobado

VALLADOLID, 7.—El Ayuntamiento en la sesión que h a celebrado esta no- che, estimó que no e r a necesario asistir a la Asamblea que se celebrará en Fa- lencia sobre la cuestión del E s t a t u t o ca talán, y a que el. Ayuntamiento de estn capital, se dirigirá por escrito- directa- m e n t e a l presidente del Congreso y a los diputados de la provincia, pidiéndole, que

¡de n i n g u n a forma se m e r m e en lo m á s I mínimo la unidad nacional.

P a r a asistir a la citada asamblea mag- na de r e p r e s e n t a n t e s de toda Castilla, ha salido u n a representación de la Aso- ciación P a t r o n a l de Comercio e Indus- tria de Valladolid.^

La reunión de Falencia

LEÓN, 7.—Todas las conversacione,-¡

giran alrededor del E s t a t u t o de Cata- luña. Convocados en la Cámara de Co- mercio se re-unieron representaciones de' comercio, industria, médicos, abogados j

itras profesiones. Se m o s t r a r o n oonír;- rios al E s t a t u t o y por u n a n i m i d a d acor- daron asistir a la asamblea que el do- mingo se celebrará en Falencia. Acorda ron también reunirse p a r a discutir con m á s amplitud esta . cuestión y se adop- t a r o n iguales medidas, .

En Salamanca

Una rectificación de Acción Popular

La g e r e n c i a d e Acción P o p u l a r , a n - tes Acción Nacional, n o s r u e g a la i n - serción de l a siguiente nota:-

"Se h a dicho p o r a l g ú n periódico que u n individuo l l a m a d o Miguel Lahoz, detenido como complicado en u n com- plot, se afilió a Acción N a c i o n a l y p r o n t o se le utilizó p a r a r e a l i z a r a c - tos de p r o p a g a n d a de e s t e p a r t i d o " . E n o t r o diario m a d r i l e ñ o se h a afir- m a d o " q u e todos l o s p i s t o l e r o s de los libres se e n c u e n t r a n identificados en Acción N a c i o n a l " .

U n a y o t r a afirmación son t o t a l m e n t e i n e x a c t a s . E l l l a m a d o L a h o z no h a i n - tervenido en a c t o a l g u n o de p r o p a g a n - da de Acción Nacional, ni h a sido n u n - ca afiliado a ella. L a o t r a -especie, p o r n o d a r s e en ella n o m b r e alguno, h a de r e c h a z a r s e en t é r m i n o s generales, pero r o t u n d a m e n t e y sin r e s e r v a de n i n g u n a especie.

Acción P o p u l a r , a n t e s Acción Nacio- nal, r e c h a z a y condena cualquier a c t u a - ción c o n t r a r i a a l a ley, y en el o r d e n personal n i h a tenido, n i tiene, ni quie- re t e n e r c o n t a c t o a l g u n o cojí g e n t e s que h a b i t u a l m e n t e viven c o n t r a l a ley o fuera de ella.

Serie de conferencias

L a J u n t a de gobierno de Acción P o - p u l a r ( a n t e s Acción N a c i o n a l ) , acordó celebrar todos los días dé l a s e m a n a , a ser posible, conferencias p a r a s e ñ o r a s , obreros, jóvenes, etc., en los locales de la entidad, a p r o v e c h a n d o l a magnífica instalación de a l t a v o c e s q u e se h a m o n - t a d o en t o d a l a c a s a .

S e r á n invitados o r a d o r e s d e , provin- cias y de l a s e n t i d a d e s filiales de Acción P o p u l a r .

M u y en b r e v e s e c e l e b r a r á u n a confe- r e n c i a en l o s locales de Acción P o p u - lar, a c a r g o de d o n A n t o n i o Goicoe- chea, sobre el E s t a t u t o de C a t a l u ñ a . P o r el i n t e r é s e i n t e n s i d a d del a c t u a l m o m e n t o p a r l a n i e n t a r i o , e n q u e s e v a n a discutir p u n t o s t a n i n t e r e s a n t e s p a r a Acción P o p u l a r como el E s t a t u t o de C a t a l u ñ a y l a R e f o r m a A g r a r i a , s e a c o r d ó l i m i t a r todo lo posible los a c - t o s de p r o p a g a n d a del p r e s i d e n t e s e - ñor Gil Robles.

Juventud de Acción Popular

E l p r ó x i m o lunes, d í a 9, a l a s siete y m e d i a de l a t a r d e , don S a n t i a g o M a - g a r i ñ o s d a r á l a lección correspondien- te del cursillo o r g a n i z a d o po? el Circu- lo d e E s t u d i o s de l a J u v e n t u d de A c -

Conmemoración de abogados

— « —

El Papa les envía un telearama a!

celebrar ellos sus bodas de pla- ta con la profesión

»

ZARAGOZA, 7.—Los abogados de 1907 con motivo de las bodas de p l a t a de su promoción, h a n celebrado varios ac- tos. A ellos asistieron 27 abogados de aquella fecha y los catedráticos q u e fueron sus profesores en la F a c u l t a d de Zaragoza. También asistió el Obispo de Osma, que es de la m i s m a promoción.

El Obispo de O s m a en la iglesia de San Carlo.s celebró u n a misa de comu- nión, a la que a.sistieron todos los ci- tados abogados. Después visitaron al rector de la Universidad p a r a demos- t r a r l e su acatamiento a las autoridades académicas. Luego se t r a s l a d a r o n al Pi- lar donde el Obispo de Osmá depositó unos r a m o s de flores en el a l t a r de la Virgen.

Los citados abogados obsequiaron con, comidas a otros t a n t o s niños pobres, y luego se reunieron en u n f r a t e r n a l b a n -

c -••te.

E s t a noche, en el Colegio de Aboga- dos se celebró u n acto con motivo de las bodas de plata. Hablaron el presi- dente del Colegio de Abogados, algunos da los abogados reunidos y distintas personalidades. Se tomó en considera- ción el acuerdo del señor Royo Villano- va (don Antonio), p a r a que se r e s t a u r e a Zaragoza la Academia Jurídico Ara- gonesa. E l Obispo de Osma apoyó la proposición.

I/OS abogados que celebran sus bodas da plata, p o r mediación del Nuncio de su Santidad h a n recibido el siguiente t e l e g r a m a del P a p a :

"Augusto Pontífice corresponde pia- dosa celebración jubileo antiguos alum- nos de la F a c u l t a d de Derecho de Za- ragoza, y les envía su p a t e r n a l afecto y bendición apostólica, p r e n d a de m á s a b u n d a n t e s divinos favores. F i r m a el Cardenal Pacelli."

E l citado t e l e g r a m a h a sido contes- tado con otro m u y respetuoso, én el que los citados abogados encarecen al Nuncio de Su. Santidad h a g a llegar al Pontífice su reconocimiento y su ad- hesión.

Doña Victoria a Bruselas

F O N T A I N E B I E A U , 7.—Doña Victo- r i a de Borbón h a salido en a u t o m ó v i l p a r a B r u s e l a s y L o v a i n a con objeto de v i s i t a r a su hijo don Gonzalo.

E s t a r á de regreso en F o n t a i n e b l e a u el lunes p o r l a noche.

í ^ m J . ^ g ^ a > ^ ^ii iL.i.MjlJtjiu^jj.jlAAja . - u • .

ción P o p u l a r , en su domicilio, Alfon- so X I , n ú m e r o 4.

L a e n t r a d a e s t á r e s e r v a d a a los s o - cios inscritos.

P o r medio de j n a nota,; que v a inser- t a en o t r o l u g a r dle e s t e n ú m e r o , con- t e s t a Unión R a d i o a l a s obseí-vaciones que sobre la difusitón de la p r o p a g a n d a se le h a n hecho en la P r e n s a .

Afirma q u e " s e m a n t i e n e alejada de las luchas de los p a r t i d o s políticos" y q'i^ 'US ^c vjnios, ""mii-ippiemente pú- blicos," se e n c a m i n a n a " s e r v i r a la opinión". Posición justa que aplaudi- r í a m o s s m reservas, si no l a e m p a ñ a s e un t a n t o , cierto concepto que a s e g j i do se deolaVa, y; que, a n u e s t r o juicio, necesita m á s a m p l i o esclarecimiento.

Dice Unión Radio q u e su criterio e s el de difundir todos los " a c t o s g u b e r n a - m e n t a l e s " , y r e s p e c t o a los otros, no n e g a r u n servicio q u e se le pida, cuan- do l a a u t o r i d a d lo consienta y se abo- ne p o r los intereísados l a o o r r c í p o n - diente t a r i f a de eímisión.

El p u n t o delicadio e s t á en el s e n t i - do que se dé en h a n o t a a la p a l a b r a

" g u b e r n a m e n t a l " . ¿ Q u i e r e decir "ofi- cial" ? T a l seria l a i n t e r p r e t a c i ó n confor- m e con u n c r i t e r i o j u s t ó . E n ese caso, n a d a h a b r í a que decir. Todos los q u e en a l g u n a m a n e r a d e s e m p e ñ a n , un s e r - vicio público, siguen la m i s m a nor- m a ; d a r p a s o libre a lo oficial y apli- c a r a lo p r i v a d o la t a r i f a q u e c o r r e s - ponda. N o o t r a es l a c o n d u c t a de l a P r e n s a m i s m a . Pero, ¿ y si la p a l a b r a g u b e r n a m e n t a l s e emplease p o r Unión Radio én el sentido dé todo lo afecto

d lo a g r a d a b l e al Gobierno ? H e a q u í

algo q u e r e s u l t a r í a inadmisible. E l m i - tin de u n p a r t i d o político, a u n q u e e s t é ocupando el Poder, m e r e c e el m i s m o t r a t o q u e el de o t r o q u e se halle en l a oposición. N o puede h a b e r t a r i f a s p a r a un diputado, o un c o n f e r e n c i a n t e poco afecto al Gobierno y g r a t u i d a d p a r a ios adictos. E s o y a no es justo... ni es cri- t e r i o .

Con g n s t o v e r í a m o s q u e Unión Radio a c l á r a s e estos e x t r e m o s y d e m o s t r a s e no h a b e r caído en el g r a v e e r r o r de confundir un servicio público con un servicio al p a r t i d o político q u e e s t é ocupando el Poder.

L a s u v a s d e A l m e r í a

SALAMANCA, 7.—La C á m a r a de Co- mercio se ha reunido en sesión e x t r a e r d i ñ a r í a p a r a t r a t a r del E s t a t u t o catalán y se propuso se convocase a una asam i ble., a todas l i s fuerzas vivas de la ciu- dad para solicitar su opinión de los asis-

¡ tentps, haciéndose constar que la poai i clon de la Cá:mara es de ( r a n e a cordia lidad para levantar el espíritu patriótico sin distinción de ideokv^ías políticas n- de clases uniéndose todos en pro de la unidad de la patria y en defensa de los intereses del Gobierno nacional y de la región castellarioleonesa. Se dio cuents de la Asamblea de, Valladolid y se acor- dó, enviar u n a ' n u t r i d a ! ppresentación » los actos que se celebrarán • m a ñ a n a en Palenoia.

La Diputación de Zaragoza

ron p a r t e en el pacto de San Sebastián |servicio forestal (áreas repobladas) y los p a r a accfrdar la deemembración de Es-1 servicios de conservación de obras pú- paña y a d e m á s el odio a la ley y a lajblicas locaies y regionales u n a cantidad autoridad. T e r m i n a diciendo que sü opi-

nión va contra los s e p a r a t i s t a s y contra los que dialogaron con los s e p a r a t i s t a s en San Sebastián.

"El Correo de Zamora"

ZARAGOZA 7 - La Diputación d» Za ragcza ha acordí.'rto íiaeer con=ita'-\ .=u irote''*"a d» le «í extremismos que figxnan en el E«tatu<-o catalán w gestionar una autonomía nara Aragón dentro de la uní dad de la F a t u a

Protestas de Sevilla

SEVILLA, 7 . ^ S i g u e n m a n d á n d o s e a Madrid numerosos telegra,mas ¿e protes- ta contra el E s t a t u t o catalán.

El periódico " L a Unión" publica esta m a ñ a n a un brioso artículo contra el E s - t a t u t o y a r r e m e t e contra los que toma-

',gual a la que el E s t a d o gaste en terri torio centralizado por un'dad de masa forestal u obra pública, multiplicada por el n ú m e r o de unidades del territorio catalán.

e) Cataluña percibirá por ' razón de]

servicio forestal (repoblaciones) u n a can- tidad igual a la que el E s t a d o destine por h e c t á r e a repoblable en el territo- rio centi-Mizadú, multiplicada por el. nú- mero de hectáreas repoblables de Cata- luña.

f) Cataluña recibirá por razón del es- tablecimiento de nuevas obras públicas, locales o regionales un porcentaje fija- do cada tres años de la cantidad que con iguales fines gaste el E s t a d o español en el territorio centralizado.

g) Cuando la H a c i e n d a del E s t a d o crease un im.puesto global sobre la renta o sobre la fortuna, los rendimientos de éste o de ambo.s se adicionarán a los de los tributos a n t e r i o r m e n t e citados, a los efectos de, esta fórmula.

h) Si los servicios descentralizados a cargo de la Generalidad produjeren en e!

territorio de ¡as provincias directamente vinculadas al Poder central t a s a s o ren- dimientos patrimoniales, el importe de éstos se deducirá del costo de los servi- cios a los efectos del cálculo del canon anual.

I) La Generalidad seguirá percibien- do las participaciones que en los tribu- tn.=5 del E s t a d o tienen a c t u a l m e n t e reco- nocidas las corpíiraciones locales y la,=

que ?n lo sucesivo pudiera reconocer a favor d» ia.s corporsic-iones de! terrllorif

nn autónomo Podrá promover trabajos-

de evaluación catsstra-i de la riqueza in mohiliaria catala,na. D» modo genera! se reconoce a la Generalidad !a facultad dp crear t a s a s : tributos directos sobre lo=

productos logrados en territorio c a t a l á n ; recargos sobre los impuestos directos dei Estado, en t a n t o que graven los produc- tos logrados en igual territorio, e im- puestos indirectos sobre transmisiones, en las que no salga del territorio catalán el objeto transmitido La creación de estos t t i b u t o ' no h a b r á d» p e r j u d ' c a r al ren ''iimiento d" los pertemecientes al Esta I do oponerse a las finalidade» ec.momi

...f, . „ _, _ , , " " ' , , ca.= •, nria'es que lo^ rnismí-^- persiguió

^\^^f' ^ T ^ r^oléfiío de Abogados ha¡^^n es*dh,rcfr t r a t o s diffrencisle^ entr*

a c o r d a d o protesta^- contra el E s t a t u t o Cí> , los contr.n v-nle» po- ta^ór -'eograhca talan, pues en la forma que esta p r o i ^ vulneiar ¡a Consti<acion de "la Repú

unidad I blica o el E s t a t u t o

j) La distribución p o r servicios de los ZAMORA, 7.—"El Correo de Z a m o r a "

pubKca u n articulo de fondo en el que dice que Z a m o r a no está dispuesta a pa- gar a Cataluña la organización de su E.statuto. N o estamos diepue6tos~,-dice—

a. que n u e s t r a s contribuciones vayan a p a r a r a manos de Cataluña p a r a enri- quecerse a costa de n u e s t r a pobreza. E s un escarnio p a r a el país, no .sólo la con- cesión del E s t a t u t o , sino u n a suprema- cía sobre el resto de E s p a ñ a . Cataluña intenta supeditar la P a t r i a entera a su propia región destrozándola al separarse de ella rencorosamente.

R e c h a z a m o s fieramente el estableci- miento de ia República c a t a l a n a que crea un E s t a d o dentro de otro con pre- rrogativas p a r a vivir a costa de los de- más sin a p o r t a r n a d a p a r a los preteri- dos. Nos colocamos dei lado de nuestros .A.yuntamientos. porque sobre todas las ideas políticas flota el espíritu de llamar- nos castellanos.

Sobre la autonomía

CIUDAD R E A L , 7. — La, C á m a r a de Comerpio ha. dirigido un t e l e g r a m a a' presidente de las Cortes, en el que piden que no prospere el proyecto del E s t a t u to Catalán que m e r m a r í a la soberanía i nacional, y que se conceda únicamcnt. ¡ a Cataluña, como a cualquier otra re j gión que lo soüeite, la autonomía ad-1 niinistrativa..

Acción Agrai-ia Manciiega

CIUDAD R E A L , 7.—El Comité de Ac- ción Agraria Manchega h a telegrafiado al presidente del Consejo de ministros, consignando su protesta por el E s t a t u t o Catalán

El Colegio de Ahoga- dos de Avila

'/petado es atentatorio contra la de la patria y perjudicial p a r a la , eco nomía

De Calatayud

ZARAGOZA, 7.—El Ayuntamiento de Calatayud h a enviado un escrito al. Go- bierno protestando de! E s t a t u t o de Ca- t.9!uña.

Lái a oaeienoa ? ei Estatuto 1 ¥.%h

H o y se celebra en A l m e r í a u n a A s a m - blea de p a r r a l e r o s . R e ú n e n s e p a r a bus- c a r soluciones al g r a v e p r o b l e m a co- mercial de su producción u v e r a .

A n t e s d e iniciarse l a depresión eco- nómica actual, prohibieron los E s - tados Unidos—el mejor m e r c a d o de en- tonceg—la i m p o r t a c i ó n de uva.s de A l - mería, fundándose en l a existencia d e l a " m o s c a m e d i t e r r á n e a " en n u e s t r o s p a r r a l e s . P e r o la prohibición, m á s que en motivos s a n i t a r i o s , e s t á i n s p i r a d a en móviles de i n t r a n s i g e n t e proteccionismo comercial. L i b r a r a l a s cosechas a m e r i - c a n a s de " m o s c a m e d i t e r r á n e a " — p l a g a que y a s u f r e n — i m p o r t a b a m e n o s evi- t a r a l a economía yanqui la salida de cerca de dos millones de dólares que v a - lían l a s c o m p r a s de uva, y d e s t e r r a r un rival t r i u n f a n t e de l a s u v a s produ- cidas en el S u r de los E s t a d o s Unidos.

T r a s l a pérdida d e aquel i m p o r t a n t e m e r c a d o vino l a depresión niundial y, sobre todo, el proteccionismo e x t r a n j e - ro. E n los t e l e g r a m a s de P r e n s a se alu- de casi a diario a .a crea.oión p o r I n - g l a t e r r a de impuestos a d u a n e r o s . Y otros paíse-s, como Checoslovaqtiia y Suecia h a n señaldo p a r a l a s u v a s de Al- m e r í a derechos t a n a l t o s que equivalen a su prohibición.

Aperece, pues, como p r i m e r remedio p a r a el p r o b l e m a comercial de l a u v a , la a c t u a c i ó n d" n u e s t r o s o r g a n i s m o s de relaciones exteriores E s t o s n o ' p o d r á n conseguir, sin e m b a r g o garandes éxitos en ios momento.» actúalos F ' muiioo s a - fre honda crisis econom ca y io^ paises se -aferran ,,al, proteccionismo como a remedio únici.

Mas existen o t r a s posibilidades de m e j o r a p a r a los m e r c a d o s u v e r o s y p o r cierto .no a m u c h a costa. N o s refei'imos

C o n t i n ú a s i e n d o l a p r e o c u p a c i ó n g e n e r a l el a s p e c t o d e l a H a c i e n d a e n el E s t a t u t o c a t a l á n . D e e s t e p u n t o c o n c r e t o , a s í c o m o d e o t r o s p r o b l e - m a s q u e p l a n t e a el E s t a t u t o , h e m o s d e t r a t a r e n . l o s a r t í c u l o s d e f o n d o d e l a s e m a n a , p r ó x i m a . E n e l l o s n o s o c u p a r e m o s s i n g u l a r m e n t e d e l a H a - c i e n d a , d e s d e l u e g o , y t a m b i é n del o r d e n p ú b l i c o y d e l a e n s e ñ a n z a .

La fórmula L

" E l Libera^", en su n ú m e r o de ayer, dice lo siguiente acerca de la fórmula p r o p u e s t a en su libro " L a Hacienda pú- blica y el E s t a t u t o c a t a l á n " p o r nues- tro compañero de Redacción, don José L a r r a z :

"Nosotros repetimos lo que .dijimos ayer. L a mejor fórmula es la de don José L a r r a z , desarrollada en un libro perfectamente actual dedicado al e s - tudio de este a s u n t o ; psro a ú n puede h a b e r o t r a s que la superen. Y esto es lo que deberá esclarecerse en el debate parlamientario, que e.-npezó ayer bajo los mejores auspicios."

A continuación inserta l a fórmula, que es como sigue:

" E n consecuencia, proponemos que la fórmula se integre a s í :

a) C a t a l u ñ a percibirá p o r razón de los -servicios de Justicia, y los socia.ies que consistan en prestaciones económi- cas, u n a cantidad igual a la que el Es- tado gaste p o r h a b i t a n t e en la Espa- ña centralizada, multiplicada p o r el nú- mero de h a b i t a n t e s de la región ca- talana.

b) C a t a l u ñ a percibirá u n a cantidad igual a la semisuma de las .siguientes, por razón de los servicios descentraliza- dos de Instrucción pública y Bellas Ar- tes, Beneficencia y Sanidad interior, P o -

ZrKXS,EIL»TlJ,3IXí.^

a l a s t a r i f a s f e r r o v i a r i a s . Se d a el caso de que l a t a r i f a 103 de pequeña velo- cidad aplicable en l a s líneas de M. Z. A.

no es a c e p t a d a p o r l o s f e r r o c a r r i l e s A n - daluces. A s i l a exportación p o r t i e r r a a los países de E u r o p a occidental e s t á m u y dificultada p a r a la u v a s almerien- ses. ¿ P o r qué, pues, no conceder l a t a - rifa menoionac'a p a r a los envíos prove- nientes de m á s allá de Alcantarilla ( e m - p a l m e de M. Z. A . y Andaluces) se- gún tienen solicitado hace a,ños los in- t e r e s a d o s ?

El m e r c a d o i n t e r i o r t a m b i é n p o d r í a ser un recurso salvador p a r a los p a r r a -

y Orden y centros de c o n t r a t a - licía

ción.

1) Lo q:!» el E s t a d o gaste por razón de estos servicios en la E s p a ñ a cen- tralizada se dividirá p o r el número de sus h a b i t a n t e s y el cociente se multipli cara p o r el número de h a b i t a n t e s de Ca- taluña.

2) Lo que el E.stado g a s t ; por razón de estos servicios en la IS.=ipaña centra- lizada se dividirá p o r la suma obtenida en dicho territorio de las contribucio- nes territorial, industrial, de utilidades e im.n'is?to de derechos reales y el co- ciente se multiplicará por el rendimien- to global de los mismos tributos en el territorio catalán.

c) C a t a l u ñ a percibirá p o r razón, de los servicios agropecuarios u n a cantidad igual a la que resulte de dividir el cos- to de estos servicios p o r el importe de la contribución rirstica e n . t e r r i t o r i o cen- tralizado, multipl'c.ando el cociente por el rendimiento de la misrna contribución en territorio catalán.

ngresos de la Generalidad se realizará a u t o n ó m i c a m e n t e por ésta.

k) El poder fiscal del E s t a d o no tiene más límites que los nacidos de la Cons- titución de ia República. Sin embargo el E s t a d o dejará de percibir en Cataluña

!os conceptos correspondientes al impues to del Timbre, que constituyen remune- ración por servicios de enseñanz.a, y la-*

t a s a s que én lo sucesivo pudiera crear -sobre servicios que en Cataluña se hallen descentralizados.

.1) C a t a l u ñ a no podrá apelar al crédi to exterior. Si el E s t a d o español emitiera i3euda para iniciar en el territorio cen- tralizado, servicios iguales a los descen- tralizados con cargo a la Generalidad, Ca taluña participará, en el producto de ís emisión, conforme a los mismos módu los que determinan el canon anua!. S:

en e! territorio centralizado los servicio.- flnanciados con la reefrida emisión estn- i'ieren or.ganizados con personalidad eco nómica di.'itinta de la del Estado, y fu«;- ren suficientemente rentables p a r a aten der directamente la amortización e inte- reses de la Deuda absorbida, Cataluña vendrá obligada a devolver a la Hacien da, por los mismos conceptos, u n a canti- dad proporciona! a la porción en que p a r ticipara de la emisión.

nf) A los efectos de la determinación del canon a n u a l se constituirá una Co- misión p a r i t a r i a , formada por igual nú mero de r e p r e s e n t a n t e s de la Hacienda pública y de la Generalidad y presidida por un m i e m b r o , d e l Tribunal de g a r a n tías constitucionales.

J u z g a m o s conveniente que a la preoe dente fórmula se le agreguen a d e m á s dos

la Generalidad y al régimen de tutela, recogiendo las inspiraciones que al final del capítulo primero registramos, con vis- ta de las Constituciones de Austria y Brasil. x'

Y queda pendiente* u n problema. E ! P a r l a m e n t o h a b r á sin duda de precisar a cargo de quién g r a v i t a r á el costo de eje- cución de los servicios de interés no ge- neral que se e n u m e r a n en el artículo 11 del proyecto de E s t a t u t o . Si h a de s e r el E s t a d o quien los pague, de conformidad con la interpretación por nosotros usada, no hay necesidad de a m p l i a r la preceden- te fórmula. Si c o n t r a r i a m e n t e se declara la obligación a cargo de la Generalidad, el costó de los servicios de referencia de- bería integrarse en el sistema preceden- te, compensado conforme a módulos se- mejantes í^ los propuestos. Todo oonslá- tirá en a m p l i a r el contenido de la fór- mula.

Conferencia de U n a m u n o

Anoche, en el Liceo Andaluz, con g r a n concurrencia e n t r e l a q u e figura- ban n u m e r o s a s señoras, dio su anun- ciada conferencia don Miguel de Una- m u n o sobre los E s t a t u t o s regionales en general.

El señor U n a m u n o , q u e fué m u y aplaudido, comenzó agradeciendo los aplausos y pasando al tema, de la con- ferencia, dijo .que a él lo único que le i m p o r t a b a es la cultura. Se puede en- t r e g a r a los c a t a l a n e s la Justicia y la Hacienda, n o le interesa. P e r o la cultu- ra le i m p o r t a sobre todo. No puede haber m á s q u e u n a cultura y querer di- vidirla en vasca o c a t a l a n a es u n a gran equivocación. E n vasco, p o r ejemplo, se loueden p e n s a r m u c h a s cosas, lales co-

! mo la m a n e r a de cuidar u n a vaca y có- jmo se ensaya el maíz, pero los g r a n d e s

¡ pensamientos no pueden ser interpreta- dos.

Claro es que el c a t a l á n está m á s cul- tivado que el vasco, y tiene l a influen- cia de Mistral. P e r o a los catalanes le.s interesa saber el castellnino. E n los tiem- pos modernos h a y q u e tender a la Uni- versidad de la lengua y los que invocan lo contrario están equivocados.

Habla de! pacto de San Sebastián v dice que e<;te no obliga m a s que a pre- s e n t a r el E s t a t u t o en las Cortes nata que ésta«! resuelvan libremente 4n-id«

que el pacto de San Sebastián no *nin la República, que lo mismo hubiera ve- nido sin él. La República la t r a i o Al- fonso X I I I con s u s yerros y l a ' m a s a de opinión que votó el 12 de abril no era republicana, sino a n t i m o n á r q u i c a . Señala la diferencia del federalismo .de Pi y Margal! con pl presente y los elo- gios que hizo del P a p a León X I I I .

Agrega que el problema catalán hay que resolverlo, pero no d e la m a n e r a como ,se quiere hacer. Alude a l a s m a nifestaciones estudiantiles y afirma que ,s-on provocadas p o r Sindicatos de estu- diantes p a r a d o s que n o quieren m á s que a p r o b a r a toda, costa. T e r m i n a di- ciendo que h a y que defender la indivi- dualidad, que es la personalidad v '^ay que defender de ellos miismos a ios qtie desean perderla,.

El señor U n a m u n o fué ovacionado. A la conferencia asistieron varias perso- nalidades políticas, e n t r e ellas, el seüor

Bergaraín q u e felicitó cordialmente al orador. . E l conde de Colombí hizo la

Sil!IIH5!:iBi!il!SÍI!!a^il'llSiills|||giil|iaij¡'íS!¡li;Bl!!rH!ll¡!lil!llWl|

d) Cataluña percibirá por razón del bases, relativas al control de cuentas df

E! Presidente dejó escrito que los funerales fuesen católicos, y se celebrarán ese día en Notre Dame.

El cadáver será enterrado en el Panteón

(De nitestro c o r r e s p o n s a l ) P A R Í S , 7.—El p r e s i d e n t e de la R e - púbUca e s p i r ó en, ios b r a z o s de su e s - posa, a l m a f e m e n i n a unida a l a de M. D o u m e r d u r a n t e medio siglo y que c e r r ó s u s ojos a y e r a l a s c u a t r o de l a m a d r u g a d a , A l c l a r e a r el alba u n co- che, t r a s l a d a b a a l a i l u s t r e d a m a , a b r u - m a d a p o r el doiÓT, del hospital ai P a - lacio del Elíseo. Un c u a r t o de hora después el furgón fúnebre llevaba a la residencia presidencial los despojos mor- tales del jefe del E s t a d o . El público que a ú n p e r m a n e c í a frente al hospit-al se descubrió r e v e r e n t e y l o s p r i m e r o s m a d r u g a d o r e s , al salir de su casa, lo m i s m o ; no f a l t a r o n l á g r i m a s de dolor.

L a viuda, que d u r a n t e t o d a la t r i s t e j o r n a d a h a b í a domeiiado su dolor, sal- vo en el m o m e n t o de llegar j u n t o al lecho de su marido, no pudo y a subir las escaleras del Elíseo sino a y u d a d a por s u s hijas. Recluyóse entonces en .sus habitaciones, a b a n d o n a d a a la p e n a a n t e s r e s e r v a d a sólo en su corazón. F u é leros de Almeiia La explotación d e , un m a t r i m o n i o de p e r f e c t a unión El aquel m a s q j p un poblema de t r a n s - la c o n o c ó a los veinte años E r a h e r -

OL L°^ ¡ ! e^ ^Í 1 .X-, I, O ' I Tr i n a r a J' '-no Ot o ÍB c^rD^cO^'Oa MÍ >'~

van a L Í <,""' n i a ' . »i , Ainu i r - ^ ¡ ^y i T

puede rea! z a r °n e s t e «pitido u n a g r a n eos aftos y l e m a necesiQ-id de traod.-i labor P a r a ellt ronin''ia con la simpa j a r como g r a b a d o r p a r a =^guir s u s e s - | tía de todos ios españoles que no des- tudios Su m a d r e , viuda de un erapiea- conocen la situación de aquella piOvín- do u obreio t e r i o v i a r i o que había g a - | cía a n d a l u z a . n a d o s u s buenos dos o t r e s francos dia-

irios, se dedicó a t r a b a j o s humildes p a r a J s o s t e n e r a la familia. Doumer, q u e en

los p r i m e r o s años se l l a m ó A t a n a s i o , a y u d a b a ^ la m a d r e . N o parece, pues, que i n s p i r a b a el g r a b a d o r y e s t u d i a n t e g r a n porvenir p a r a l a familia de l a no- via, pero e s t a dlílcultad sirvió de aci- c a t e al m u c h a c h o , q u e con la licencia- t u r a y el profesorado en M a t e m á t i c a s , conquistó t a m b i é n la autorización de los s u e g r o s p a r a ei m a t r i m o n i o . Ya casi en ascensional c a r r e r a de Paul Doumer, los hijos (cinco v a r o n e s y t r e s h e m b r a s ) , l o s nietos, la m i s m a d e s g r a - cia de l a p é r d i d a . de los c u a t r o hijos en l a g u e r r a (y de otro fuera de ella), t o d a s las circunstanci.as, en fin, afian- zaron m á s !a unidad espiríluai dei m a - trimonio, Eira frecuente que D o u m e r se e x c u s a r a p a r a a b a n d o n a r u n a reunión o u n a c h a r l a o t e r m i n a r a n t e s un a s u n - t o porque su m u j e r le e s p e r a b a o le l l a m a b a .

A y e r a mediodía, en su semilncons- clencia, s e )e oyó decir el n o m b r e de su m u ] c r

ha vist'^

,e 1 V a

B ' a n c a , Blanca. Blanca,

bai que

m a q u e r e f r e n a ' su

íó' , la r e r pción

ases a, cinco

a n g u s t i a , ei de pé.sanie

índice - rPsumeD-

8 mayo 1932

Charlas del tiempo (Las he- ladas de mayo), p o r "Me-

teor" P á g , 4 Deportes P á g . 6 Cinematógrafos y t e a t r o s . . . I ' á g . fi La alegría que vuelve (folle-

tín), por Marie le Miére. P á g , S L a vida en Madrid I ' á g . 7 Boletín financiero (Abril).., P á g . 8 Información c o ra e r c ! a 1 y

financiera' P á g , 9 Crónica d e sociedad P á g . 10 Del color de mi crii?ta! (Me-

nudencias), por "Tirso IMe-

d i n a " P á g . 12 I'aUqnes femeninos (Epis-

tolario), por " E i Amigo

T e d d y " P á g . 12 N o t a s del Wock P á g . 12

—o—

MADRID. — Hoy, solemne sesión de clausura de la A.samblea de Padi-es de Familia. — Una sentencia contra el Ayuntamiento p o r ocupación de terrenos particulares. — Reunión de

¡a Comisión Agrícola Arbitral (pági- nas 5 y 12).

PBOVIISCIAS.—Suspensión de actos ds p r o p a g a n d a al Bloque Agrario en Ledesma.—Hoy se celebra en Falen- cia u n a Asamblea p a r a t r a t a r del E s t a t u t o catalán.—Amenazas de huel-

ga en Gijón (páginas 1 y Si.

—-o—

EXT.K.4N,ÍEBO.—El jueves serán ios funerales de M. D o u m e r ; el m a r t e s será elegido el nuevo Presidente de ia República; suenan los nombres de Lebnjn y Painlevé.—La nueva Cons- titución portuguesa será sometida a un plebiscito.—Ha tallecido en P a r í s r e p e n t i n a m e n t e el presidente de la Oficina I n t e r n a c i o n a l del Trabajo, Al-

bert Tilomas (pá.^ina.s 1 y 3 ) .

(Continúa en l a t e r c e r a p l a n a )

iiiii{^!!iiiiiiiiniii:ia;ii!iai¡ii!^iií!ig;!iii@;iiii^¡¡!i!@jii¡flii!iiaii^¡i¡i:

Ei p r e s e n t g n ú t r i p r o d e i

c o n s t a ü e

D 0 C E P A G Í 1 \ I A S

Cu precio es de DiEZ CÉNTIMOS

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