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O PERFIL SOCIOECONÔMICO DAS (OS) ESTUDANTES

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Academic year: 2020

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(1)O PERFIL SOCIOECONÔMICO DAS (OS) ESTUDANTES.... Denise Kanopf de Araujo 1 Ana Flávia Roatt de Oliveira 2 Zaida Castro de Siqueira 3 Mariana Marques Sebastiany 4 Cristina Kologeski Fraga 5. Resumo: O presente texto é oriundo da pesquisa denominada "A caracterização socioeconômica das (os) estudantes de Serviço Social da UFSM", que está em desenvolvimento através do Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Violência e Serviço Social (NEPEVIS) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), coordenado por uma professora do curso de Serviço Social (SS) da universidade mencionada e inclui a participação de quatro acadêmicas do referido Curso. O objetivo central da pesquisa é delinear o perfil socioeconômico de tais estudantes, com vistas a conhecer as características gerais que se apresentam em tal conformação, dadas as determinações que a permeiam. Já os objetivos específicos são identificar até que ponto essa caracterização socioeconômica implica em especificidades na sua formação profissional e investigar informações relativas à estruturação e implantação do Curso de Serviço Social da UFSM. O Curso de SS da UFSM é proveniente do REUNI (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais), iniciando a primeira turma em 2010. Trata-se, portanto, de um curso muito recente, com apenas três turmas formadas. Em âmbito local, é necessário conhecer a caracterização socioeconômica dos estudantes de SS-UFSM para que o curso como um todo possa propor ações coerentes e eficazes de acordo com a demanda estudantil, o que implicará na formação profissional que oferece. Relacionando ao Serviço Social, a pesquisa poderá contribuir para corroborar ou refutar a questão da configuração histórica da categoria profissional estar se modificando ao longo dos últimos anos, pois o perfil dos estudantes de Serviço Social pode também estar sendo alterado. A abordagem metodológica é quanti-qualitativa e possui aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da UFSM. No aspecto quantitativo, a aproximação com os estudantes do Curso de Serviço Social ocorreu por meio de questionário semiestruturado, aplicado em todas as turmas em curso no primeiro semestre letivo de 2017, tendo como universo amostral a totalidade de estudantes com matrículas ativas nesse período, maiores de 18 anos. Do ponto de vista da abordagem qualitativa, foi feita uma aproximação com os sujeitos que foram os primeiros servidores (docentes e técnicoadministrativo em educação) do Curso de Serviço Social da UFSM, através de entrevistas, buscando.

(2) desvelar suas experiências no que tange à realidade da implantação e implementação do Curso. Nos resultados e discussões serão elencadas as principais categorias relacionadas a caracterização social e econômica dos/as pesquisados/as, os dados referentes a pesquisa e sua relação com o perfil dos/as assistentes sociais brasileiros. Nas considerações finais, é resgatada uma das categorias centrais da pesquisa, o do trabalho, e sua relação com os resultados encontrados até o momento, e sua relação com o perfil histórico da categoria profissional.. Palavras-chave: Serviço Social, Reuni, Formação Profissional. Modalidade de Participação: Iniciação Científica. O PERFIL SOCIOECONÔMICO DAS (OS) ESTUDANTES... 1 Aluno de graduação. [email protected]. Autor principal 2 Aluno de graduação. [email protected]. Co-autor 3 Aluno de graduação. [email protected]. Co-autor 4 Aluno de graduação. [email protected]. Co-autor 5 Docente. [email protected]. Orientador. Anais do 9º SALÃO INTERNACIONAL DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - SIEPE Universidade Federal do Pampa | Santana do Livramento, 21 a 23 de novembro de 2017.

(3) 1. O PERFIL SOCIOECONÔMICO DAS (OS) ESTUDANTES DE SERVIÇO SOCIAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA, SUA RELAÇÃO COM A FORMAÇÃO PROFISSIONAL E A EDUCAÇÃO SUPERIOR. 1. INTRODUÇÃO O presente texto é oriundo da pesquisa denominada "A caracterização socioeconômica das (os) estudantes de Serviço Social da UFSM", que está em desenvolvimento através do Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Violência e Serviço Social (NEPEVIS) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), coordenado por uma professora do curso de Serviço Social (SS) da universidade mencionada e inclui a participação de quatro acadêmicas do referido Curso. O objetivo central da pesquisa é delinear o perfil socioeconômico de tais estudantes, com vistas a conhecer as características gerais que se apresentam em tal conformação, dadas as determinações que a permeiam. Já os objetivos específicos são identificar até que ponto essa caracterização socioeconômica implica em especificidades na sua formação profissional e investigar informações relativas à estruturação e implantação do Curso de Serviço Social da UFSM. O Curso de SS da UFSM é proveniente do REUNI (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais), iniciando a primeira turma em 2010. Tratase, portanto, de um curso muito recente, com apenas três turmas formadas. Existe no Brasil, conforme Ristoff (2014), um perfil de estudante de graduação GH ³HOLWH´ XPD PLQRULD TXH FXUVD R HQVLQR médio e a graduação em idade apropriada, associada às condições socioeconômicas dos estudantes e de sua família. Essa discrepância denota a desigualdade social no Brasil, porém Oliveira (2009) aponta que a partir de 2003, no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, são desenvolvidos e melhorados programas de fortalecimento da universalização da educação superior, como o Programa Universidade Para Todos (ProUni), o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), e o já citado REUNI. Ristoff (2014) também menciona em resultados de pesquisas um crescente aumento no ingresso em universidades públicas por estudantes que buscam cursos noturnos. Porém, ainda há fortemente a necessidade de intervenção e políticas que atuem diretamente no auxílio e apoio a esses novos estudantes, que traçam perfil diferente de outrora e necessitam de suporte não apenas para ingressar, mas para permanecer e concluir a graduação. Para isso, torna-se necessário conhecer esse novo perfil, o que ainda é pouco estudado. Em âmbito local, é necessário conhecer a caracterização socioeconômica dos estudantes de SS-UFSM para que o curso como um todo possa propor ações coerentes e eficazes de acordo com a demanda estudantil, o que implicará na formação profissional que oferece. Relacionando ao Serviço Social, a pesquisa poderá contribuir para corroborar ou refutar a questão da configuração histórica da categoria profissional estar se modificando ao longo dos últimos anos, pois o perfil dos estudantes de Serviço Social pode também estar sendo alterado. A hipótese da pesquisa é de que o perfil da (o) estudante do curso Bacharelado em Serviço Social da UFSM é dominante do sexo feminino; de estudantes trabalhadoras; com religião em sua maioria, porém não praticante; com.

(4) 2. visão política de esquerda, sem ligação direta com partido político; de renda bruta com média de dois salários mínimos (tendo por base o salário mínimo nacional vigente), com naturalidade de Santa Maria e que utilizam transporte público para deslocamento casa/trabalho até o campus, custeado com recursos próprios. Esse perfil socioeconômico implicará na formação profissional e poderá alterar a configuração histórica da categoria profissional em longo prazo. O Serviço Social tem seu histórico na sociedade brasileira ligado a processos como as ações de caridade de base católica, a filantropia e o assistencialismo. Com isso, o perfil profissional que se estabeleceu nos primórdios de constituição da profissão era basicamente composto por mulheres, brancas, de classe média-alta, majoritariamente com algum tipo de ligação com a igreja. Com o passar dos anos e com as mudanças societárias que implicaram em transformações para o SS, as características socioeconômicas das (os) assistentes sociais foram se alterando. Conforme o Conselho Federal de Serviço Social (CFESS) (2015), o país tem aproximadamente 120 (cento e vinte) mil profissionais com registro nos 25 (vinte e cinco) Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS), atrás apenas dos Estados 8QLGRV HP TXDQWLWDWLYR GH DVVLVWHQWHV VRFLDLV 6HJXQGR D SHVTXLVD ³$VVLVWHQWHV VRFLDLV QR %UDVLO HOHPHQWRV SDUD R HVWXGR GR SHUILO SURILVVLRQDO´ UHDOL]DGD HP pelo CFESS, em convênio com a Universidade Federal de Alagoas, o perfil geral da (o) assistente social no Brasil é feminino, com idade entre 35 a 44 anos, católica praticante, autodeclarada branca, heterossexual, casada, sem filhos ou constituindo uma prole de dois filhos. Essas características se conformam e se alteram de acordo com os processos que a sociedade brasileira passa e com a correlação de forças internas na categoria, sendo a formação profissional parte crucial desse movimento. De suma importância é também a caracterização do conceito da categoria trabalho, assumindo-o como base de fundamentação teórica e reprodução da vida social dos sujeitos da pesquisa. De acordo com Albornoz (2002), o significado de trabalho se altera no desenvolvimento histórico da sociedade, no entanto, é a partir do capitalismo que o trabalhador perde a propriedade dos meios de produção e se insere na divisão social do trabalho, onde passa a realizar apenas uma pequena parte do processo de produção, tornando-se alienado. Karl Marx parte do princípio que o homem se diferencia dos animais a partir do momento em que produz seus meios de vida e, por consequência, sua própria YLGD PDWHULDO ³> @ $R PHVPR WHPSR HP TXH DWXD VREUH D QDWXUH]D H[WHULRU H D transforma, transforma igualmente sua própria natureza, desenvolvendo suas possibilidades latenWHV H VXEPHWHQGR R MRJR GH VXDV IRUoDV j VXD SUySULD GLVFLSOLQD ´ (MARX, 1959, p. 130). O que caracteriza esse procedimento é a atividade com um propósito, visando um fim, que seria o próprio trabalho. É com base no trabalho que o homem efetua a cooperação, a interação entre eles, o socializar das necessidades, a formação da cultura e a reprodução do ser social (BARROCO, 2005, p. 26). Na origem de elaboração das relações dos homens, o trabalho também permite ao homem criar vínculos sociais, por conseguinte trocar informações através da linguagem, desenvolvendo maneiras de compartilhar necessidades comuns para que, coletivamente, realizem a superação destas. Nos domínios do capital, porém, o conceito de trabalho assume outra forma, tem um sentido alienado; sem possuir uma reflexão crítica da realidade, o trabalhador acaba por acatar e reproduzir o modo de ser dominante1. 1. Modo de ser dominante que para Marx (1982) corresponde ao modo pelo qual a burguesia incorpora suas ideologias, sua moralidade para o controle e proteção do capital..

(5) 3. 2. METODOLOGIA A abordagem metodológica é quanti-qualitativa e possui aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da UFSM. No aspecto quantitativo, a aproximação com os estudantes do Curso de Serviço Social ocorreu por meio de questionário semiestruturado, aplicado em todas as turmas em curso no primeiro semestre letivo de 2017, tendo como universo amostral a totalidade de estudantes com matrículas ativas nesse período, maiores de 18 anos. O questionário foi escolhido como meio de coleta porque possibilita a participação de todas (os) as (os) estudantes interessadas (os) no referido Curso. O questionário foi respondido por 120 estudantes em um universo de 160 matriculadas (os), totalizando 75% de adesão. Do ponto de vista da abordagem qualitativa, foi feita uma aproximação com os sujeitos que foram os primeiros servidores (docentes e técnico-administrativo em educação) do Curso de Serviço Social da UFSM, através de entrevistas, buscando desvelar suas experiências no que tange à realidade da implantação e LPSOHPHQWDomR GR &XUVR 6HQGR DVVLP SDUD 0DUWLQHOOL S ³> @ PXLWR PDLV do que descrever um objeto, buscam conhecer trajetórias de vida, experiências sociais dos sujeitos, o que exige uma grande disponibilidade do pesquisador e um UHDO LQWHUHVVH HP YLYHQFLDU D H[SHULrQFLD GD SHVTXLVD ´ Os dados quantitativos, coletados junto às (aos) estudantes, foram analisados por meio de análise estatística simples, com base em Barbetta (2006) e Chizzotti (2000). As informações qualitativas, colhidas via entrevistas com os servidores PHQFLRQDGRV HVWmR VHQGR WUDEDOKDGDV QRV SURFHGLPHQWRV GD ³DQiOLVH GH FRQWH~GR´ como ferramentas auxiliares do método dialético, com base em Bardin (1977). 3. RESULTADOS e DISCUSSÃO A pesquisa encontra-se em fase de análise dos dados coletados, paralelamente à realização de revisão bibliográfica. A partir da análise estatística simples, está sendo traçado o perfil das (os) estudantes de Serviço Social da UFSM, e comparado com a hipótese de pesquisa. O perfil encontrado se constitui da seguinte forma: predominantemente composto por mulheres2 (83,33%), estudantes trabalhadoras (es) (78,33%), com religião (89,16%), praticantes de alguma religião (45,6%), com visão política de esquerda (46,67%), 3sem ligação direta com partido político (77,50%), com renda per capita entre um e dois salários mínimos (36,67%), 4 com naturalidade de Santa Maria (44,1%) e que utilizam transporte público para deslocamento casa/trabalho até o campus, custeado com recursos próprios (67,50%). Assim, pode-se notar que o único aspecto divergente entre o perfil apontado pela hipótese e os resultados encontrados foi em relação à praticância de religião. Importa conceituar gênero, bem como contextualizar e problematizar a FDWHJRULD ³LGHQWLGDGH GH JrQHUR´ 7HQGR VXUJLGR HQWUH DV GpFDGDV GH H na academia, os estudos de gênero objetivavam historicizar e desnaturalizar a 2. 1R TXHVWLRQiULR D SHUJXQWD WUD]LD D H[SUHVVmR ³LGHQWLGDGH GH JrQHUR´ HP YH] GH ³VH[R´ DERUGagem que será explicada a seguir. 3 Aqui este percentual se configura como majoritário porém houve um considerável percentual que não se identifica com nenhuma visão política (15,83%) ou não sabe informar (15,83%). 4 Para a renda per capita de até um salário mínimo, responderam 20,83% das (os) estudantes. Dessa forma, pode-se dizer que, com renda per capita de até dois salários mínimos se encontra 57,5% das (os) estudantes, percentual expressivo..

(6) 4. desigualdade entre homens e mulheres (legitimada muitas vezes pela categoria sexo, que tende a ser explicada biologicamente, mas que também sofre implicações sociais), analisando-a de forma relacional, isto é, não devendo limitar-se à categoria mulher, mas analisá-la de forma relacional ao homem (CISNE, 2015). Nisto, Saffioti (2015) refere-se ao gênero como as representações do masculino e do feminino, as imagens construídas pela sociedade em torno do masculino e do feminino, cujas estão inter-relacionadas. Portanto, discutir gênero presentemente é compreender que as mais diversas desigualdades entre mulheres e homens não advém de questões naturais, e/ou de ³HVVrQFLD´ PDVFXOLQD RX IHPLQLQD PDV GH FRQVWUXo}HV VyFLR-históricas que determinam essas relações. Tais desigualdades observadas por análises feministas permitem concluir que o gênero é hierárquico. Os questionados aplicados às (aos) estudantes também trouxeram outros dados, como será mostrado a seguir. Com relação à idade, 20% das (os) sujeitas (os) tem de 17 à 21 anos, 13% de 31 à 40 anos, 14% possui de 41 à 50 anos e 4% informa ter 51 anos ou mais, dessa forma considera-se bastante significativo o dado que contempla a partir de 31 anos ou mais, totalizando 31%. Isso implica compreender que essas (es) sujeitas (os) talvez demandem maior auxílio, pois a faixa etária com que se encontram se refere a um período da vida em que a maior parte das pessoas já não estuda há um tempo considerável. No que diz respeito à opção pelo curso de graduação em Serviço Social, 74% afirmou ser por afinidade e 27% por ser curso noturno. Perguntadas (os) se permaneceriam no curso caso mudasse o turno para o diurno, 50% considerou que não, 49% afirmou que sim e 1% não respondeu. Confirmando uma das principais hipóteses da pesquisa, a maioria (78%) afirmou ser trabalhadora, sendo que, destes, 89,7% o fazem de forma remunerada e 75,9% possuem cobertura dos direitos trabalhistas. Sendo remunerada, 77,53% consideram tal renda totalmente fundamental para sua sobrevivência, ao passo que 17,97% dizem que esta auxilia, mas conseguiriam se manter sem. Apenas 4,5% das (os) estudantes se manteriam totalmente sem essa remuneração. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Cabe destacar a relevância da categoria trabalho entre as (os) estudantes que responderam a pesquisa, como meio de reprodução de sua vida social. Porém, conforme apontado através das referências teóricas marxistas e marxianas, estas formas de trabalho se inserem no contexto da sociedade capitalista, do trabalho alienado e explorado. Relacionado a esse dado, evidencia-se também a baixa renda declarada por parte da maioria das (os) estudantes. Nesse sentido, a relevância da pesquisa se fortalece, mediante a demonstração científica da necessidade de pensar estratégias e ações para a permanência dessas (es) estudantes no ensino superior em Serviço Social. Com relação ao perfil histórico da categoria, é possível perceber aproximações e afastamentos mediante o perfil encontrado. Apesar de o gênero predominante permanecer sendo o feminino, há um recorte de classe hoje inserido nesse perfil, que foge daquele majoritariamente elitista, nos termos de Ristoff (2014). Nesse sentido, os resultados encontrados no que tange aos dados quantitativos, obtidos através dos questionários vão ao encontro daqueles mencionados pelo CFESS (2015), pois se alteram conforme o tempo e momento histórico vivenciado..

(7) 5. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALBORNOZ, S.O que é trabalho. São Paulo: Brasiliense, 2002. 5ª reimpr. - 6ª ed. de 1986. BARBETTA, Pedro Alberto. Estatística Aplicada às Ciências Sociais. - 6ª. Edição revisada. Florianópolis: UFSC, 2006. BARDIN, L. Análise de Conteúdo. Tradução de Luiz Antero Reto e Augusto Pinheiro. Lisboa: Edições 70, 1977. BARROCO, M. L.S. Ética e serviço social: fundamentos ontológicos. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2005. CASTRO, A. M; DIAS, E. F. (Org); DURKHEIN, E; WEBER, M; MARX, K; PARSONS, T. Introdução ao pensamento sociológico. 17.ed. São Paulo: Centauro, 2004. CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e sociais. - 4ª. ed. São Paulo: Cortez, 2000. CISNE, Mirla. Gênero, divisão sexual do trabalho e serviço social. 2.ed. São Paulo: Outras Expressões, 2015. CFESS (CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL). Assistente social: um guia básico para conhecer um pouco mais sobre esta categoria profissional. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/deliberacao3comunica-materialmidia- POSNACIONAL-final.pdf>. Acesso em: 08 de dez. de 2015. MARTINELLI, M. L. O uso de abordagens qualitativas na pesquisa em Serviço Social. In: MARTINELLI, M. L. O uso de abordagens qualitativas na pesquisa em Serviço Social: um instigante desafio. Caderno do Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Identidade ± NEPI, São Paulo, n.1, 1994. P. 11- 18. OLIVEIRA. D. A. As políticas educacionais no governo Lula: rupturas e permanências. Versão online da revista Educação e Sociedade ± v.32, n. 115. Campinas, junho de 2011. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci _arttext&pid=S010173302011000200005>. Acesso em: 16 de nov. de 2015. RISTOFF, D. O novo perfil do campus brasileiro: uma análise do perfil socioeconômico do estudante de graduação. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, Brasil. 2014. SAFFIOTI, H. I. B. Gênero, patriarcado, violência. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2004..

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