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Proyecto Eslabones Urbanos

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Academic year: 2020

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(1)PROYECTO ESLABONES URBANOS. OSCAR RICARDO CORTES BUSTAMANTE. UNIVERSIDAD CATOLICA DE COLOMBIA FACULTAD DE ARQUITECTURA BOGOTA 2015. 1.

(2) PROYECTO ESLABONES URBANOS. OSCAR RICARDO CORTES BUSTAMANTE. Monografía presentada para optar al título de Arquitecto. UNIVERSIDAD CATOLICA DE COLOMBIA FACULTAD DE ARQUITECTURA BOGOTA 2015. 2.

(3) 3.

(4) Nota de aceptación: __________________________ __________________________ __________________________ __________________________. __________________________ Director. __________________________ Jurado. __________________________ Jurado. __________________________ Jurado. Bogotá D.C. 28 de noviembre de 2014 4.

(5) DEDICATORIA. Dedico esta tesis a mi familia por su apoyo incondicional en todo este proceso de mi formación como arquitecto especialmente a mi padre Oscar Eduardo Cortes de quien herede el gusto y la admiración por la profesión, agradezco Dios por darme la constancia y voluntad para continuar adelante cada día, y a mis amigos y colegas quienes estuvieron siempre dispuestos a dar una mano en los momentos que lo necesite. Oscar Ricardo Cortes Bustamante. 5.

(6) CONTENIDO. CONTENIDO ........................................................................................................... 6 LISTA DE FIGURAS ................................................................................................ 6 GLOSARIO ............................................................................................................ 11 RESUMEN ............................................................................................................. 12 INTRODUCCIÓN ................................................................................................... 13 Centro deportivo recreativo y cultural manitas ........................................... 14 1. CONTEXTO ....................................................................................................... 15 .1.1. 1.2 1.3 1.4. Marco teórico ................................................................................ 15. Objetivos ...................................................................................................... 19 Planteamiento del problema. ........................................................... 20 Caracteristicas del lugar de intervencion ..................................................... 21. 2. ANALISIS PROYECTO CABLE AEREO DE BOGOTA ................................... 31 2.1. Estructura general proyecto cable aereo. ........................................ 32. 2.2 Propuesta de estructura urbana areas influencia del cable aereo de ciudad bolivar. ........................................................................................... 39 3. DESARROLLO DEL PROYECTO: ESLABONES URBANOS ......................... 40 3.1 Proyecto urbano .................................................................................. 40 3.2 Proyecto arquitectonico ....................................................................... 51 3.3 Componente constructivo del proyecto ................................................ 66. 4. COMPONENTE BIOCLIMÁTICO DEL PROYECTO ......................................... 77 5.CONCLUSIONES ............................................................................................... 81 6.BIBLIOGRAFÍA .................................................................................................. 82. LISTA DE FIGURAS 6.

(7) Pág. FIGURA 1 Mapa conceptual: Estrategias del proyecto ............................................ 21 FIGURA 2 Plano de localización Upz 67 ...................................................... 22 FIGURA 3 Composición de la población por edad y género. Ciudad Bolívar ................ 23 FIGURA 4 Cuadro de Población y densidad por UPZ, localidad de ciudad Bolívar ........ 23 FIGURA 5 Plano estructura y limites de la UPZ 67 ................................................. 24 FIGURA 6 Plano satelital UPZ 67. ...................................................................... 24 FIGURA 7 Plano de vías principales existentes UPZ 67 .......................................... 25 FIGURA 8 Plano de quebradas y fuentes hídricas UPZ 67 ....................................... 25 FIGURA 9 Plano de vías principales existentes ..................................................... 26 FIGURA 10 Estructura ecológica principal UPZ 67................................................. 27 FIGURA 11 Plano de amenaza y riesgo alto por remoción en masa .......................... 28 FIGURA 12 Estructura Urbana del proyecto cable aéreo Ciudad Bolivar .................... 29 FIGURA 13 Plano de usos del suelo UPZ 67 ........................................................ 30 FIGURA 14 Estructura general del proyecto cable aereo de ciudad bolivar ........................ 32 FIGURA 15 Plano contexto urbanistico UPZ 67 ......................................................... 33 FIGURA 16 Plano limites de intervención UPZ 67 ...................................................... 34 FIGURA 17 Plano de estructura ecológica principal UPZ 67 .......................................... 35 FIGURA 18 Plano de movilidad UPZ 67 ................................................................. 36 FIGURA 19 plano espacio publico y equipamientos UPZ 67 .......................................... 37 FIGURA 20 plano de estructura urbana Proyecto Cable aereo ....................................... 38 FIGURA 21 plano de estructura urbana Barrio juan pablo II .......................................... 38 FIGURA 22 plano de estructura urbana Barrio las manitas ........................................... 39 FIGURA 23 plano de estructura urbana Barrio el mirador ........................................... 39 FIGURA 24 plano general cobertura de cable aéreo y de zona de intervención .................. 40 FIGURA 25 planos de estructura urbana planteada ............................................... 41 FIGURA 26 Plano morfología actual sector de intervención .................................... 42 FIGURA 27 Plano morfología propuesta ............................................................. 43 FIGURA 28 Plano estructura de movilidad propuesta ............................................ 44 FIGURA 29 Plano de usos propuesta ................................................................. 45 FIGURA 30 Plano estructura ecología propuesta .................................................. 46 FIGURA 31 Plano estructura espacio público propuesto ......................................... 47 FIGURA 32 Plano propuesta urbana................................................................... 48 FIGURA 33 Perspectiva aérea 1 propuesta urbana ............................................... 49 FIGURA 34 Perspectiva aérea 2 propuesta urbana ............................................... 49 FIGURA 35 Perspectiva aérea 3 propuesta urbana ............................................... 50 FIGURA 36 Perspectiva aérea 4 propuesta urbana ............................................... 50 7.

(8) FIGURA 37 Planta arquitectónica general ........................................................... 51 FIGURA 38 Coremas de idea de proyecto .......................................................... 52 FIGURA 39 Coremas de idea de proyecto .......................................................... 52 FIGURA 40 Perspectiva general proyecto ........................................................... 53 FIGURA 41Volumetría general proyecto ............................................................. 54 FIGURA 42 Perspectiva zona de canchas deportivas. .......................................... 55 FIGURA 43 Plano arquitectónico Centro deportivo ................................................ 55 FIGURA 44 Perspectiva Centro deportivo ........................................................... 56 FIGURA 45 Plano piso 1 Centro deportivo ......................................................... 57 FIGURA 46 Plano piso 2 Centro deportivo ......................................................... 57 FIGURA 47 Plano piso 3 Centro deportivo ......................................................... 57 FIGURA 48 Plano piso 4 Centro deportivo ......................................................... 57 FIGURA 49 Perspectiva Centro Recreativo ......................................................... 58 FIGURA 50 Plano piso 1 Centro Recreativo ....................................................... 59 FIGURA 51 Plano piso 2 Centro Recreativo ....................................................... 59 FIGURA 52 Plano piso 3 Centro Recreativo ....................................................... 59 FIGURA 53 Perspectiva Centro Recreativo 2 ...................................................... 60 FIGURA 54 Plano piso 1 Centro Recreativo 2 ..................................................... 61 FIGURA 55 Plano piso 2 Centro Recreativo 2 ..................................................... 61 FIGURA 56 Plano piso 3 Centro Recreativo 2 ..................................................... 61 FIGURA 57 Perspectiva Centro Cultural ............................................................. 62 FIGURA 58 Figura 58 .Plano piso 1 Centro Cultural .............................................. 63 FIGURA 59 Figura 58 .Plano piso 2 Centro Cultural ............................................. 63 FIGURA 60 Figura 58 .Plano piso 3 Centro Cultural ............................................. 63 FIGURA 61 Perspectiva Centro Cultural 2 .......................................................... 64 FIGURA 62 Plano piso 1 Centro Cultural 2 ......................................................... 65 FIGURA 63 Plano piso 2 Centro Cultural 2 ......................................................... 65 FIGURA 64 Plano piso 3 Centro Cultural 2 ......................................................... 65 FIGURA 65 Axonometría cortada Centro Recreativo ............................................. 66 FIGURA 66 Axonometría sistema estructural ....................................................... 67 FIGURA 67 Axonometría pórticos estructurales .................................................... 67 FIGURA 68 Axonometría estructura metálica de envolvente ................................... 68 FIGURA 69 Planta de cimentación ..................................................................... 69 FIGURA 70 Planta Contrapiso .......................................................................... 70 FIGURA 71 Planta Estructural piso 2 .................................................................. 71 FIGURA 72 Planta Estructural piso 3 .................................................................. 72 FIGURA 73 Planta Estructural piso 4 Cubierta ...................................................... 73 FIGURA 74 Corte Fachada 1 ............................................................................ 74 FIGURA 75 Corte Fachada 2 ............................................................................ 75 8.

(9) FIGURA 76 Corte Fachada 3 ............................................................................ 76 FIGURA 77 Detalle baranda metálica ................................................................ 76 FIGURA 78 Plano de esquema de asolación y ventilación ....................................... 77 FIGURA 79 Esquema de asolación .................................................................... 78 FIGURA 80 Esquema de iluminación natural ........................................................ 79 FIGURA 81 Esquema de iluminación natural 2 ...................................................... 79 FIGURA 82 Esquema de ventilación natural ......................................................... 79 FIGURA 83 Esquema de recolección de aguas lluvias ............................................ 79. 9.

(10) 10.

(11) GLOSARIO. ARQUITECTURA: “Arte de proyectar y construir edificios; Estructura lógica y física de los componentes de un computador; Arte de construir edificios y monumentos públicos y particulares no religiosos; Arte de construir templos, monasterios, sepulcros y otras obras de carácter religioso.”1. HÁBITAT: “son unidades territoriales, producto de la capacidad humana de construir un lugar físico y simbólico, en relación con los recursos materiales o técnicos, es el sistema continente en el que un sujeto o una comunidad se realiza, define vínculos de identidad cultural cuyas características y esferas dé acción, involucran la participación de los componentes que lo caracterizan”.2 IMPLANTACIÓN: “Acción y efecto de implantar; Fijación, inserción o injerto de un tejido u órgano en otro; Fijación del huevo fecundado en la mucosa uterina.”3 PROYECTO: “el proyecto es la unidad operacional y totalizadora que a diversas escalas y dentro de un proceso de análisis y síntesis a partir de identificación de problemas, sistematiza, vincula, organiza y contextualiza informaciones,. conceptos,. recursos,. actividades. y. componentes. arquitectónicos y urbanos para resolver necesidades específicas”.4. 1. REAL ACADEMIA DE LA LENGUA ESPAÑOLA. Arquitectura [En línea] [Consultado el 19 de enero de 2014] Disponible desde Internet En: http://lema.rae.es/drae/?val=ARQUITECTURA 2 RIVERA PÁEZ, Jorge Alberto. Concepto de Hábitat. En: Revista de Arquitectura, Universidad Católica de Colombia. Bogotá D.C, 2004 Vol. 6. p 36 3 Ibíd. Disponible desde Internet En: http://lema.rae.es/drae/?val=IMPLANTACIÓN, p. 11 4 BOLAÑOS PALACIOS. Op. cit., p. 11. 11.

(12) RESUMEN. El objetivo del proyecto es revitalizar un sector marginal de la ciudad que carece de infraestructura, de conexión con el resto de la ciudad, y de baja calidad de vida, generando espacio público que actue como elemento articulador que brinde posibilidades de conexión con la ciudad y permita realizar actividades recreativas, deportivas y culturales que den como resultado cambiar las interacciones de los habitantes del sector y su entorno de tal manera que se desarrolle sentido de pertenencia, apropiación y cause un efecto positivo de inclusión y permita que el espacio público sea un elemento que ayude a disminuir las condiciones de desigualdad urbana que se vive en nuestra ciudad. Para iniciar la intervención en el sector de trabajo se tuvo en cuenta que el ubicado en el barrio manitas en la localidad de ciudad bolívar, el cual se encuentra localizado en un sector de pendientes pronunciadas y por el cual atraviesa la quebrada las limas que forma parte del sistema ecológico principal de la ciudad, además de ser uno de los lugares escogidos para albergar la línea del cable aéreo de Bogotá que conectara los barrios más alejados en las lomas de la periferia de la ciudad con el portal de trans milenio del Tunal El estudio urbano del lugar dio como resultado un déficit en equipamientos de tipo recreativo y cultural y un enfoque mayoritario de población joven en el sector. Tomando esto como base el proyecto se centra en generar espacios que satisfagan las necesidades de esta población que es la mayoría de la comunidad pero sin cerrar las puertas para las necesidades de todos los grupos humanos que conforman la totalidad de la comunidad. Al unir la nueva estructura urbana del lugar y las propuestas de objetos arquitectónicos y de infraestructura se quiere lograr la revitalización del sector de intervención cambiando la percepción y el modo de vida de sus habitantes para mejorar y cambiar el imaginario que el resto de la ciudad tiene de dicho lugar así como de brindar a sus habitantes que son en ultimas a quien va dirigido el proyecto más y mejor calidad de vida.. 12.

(13) INTRODUCCIÓN. El propósito de esta intervención es desarrollar un proyecto de carácter público, que ofrezca espacios de desarrollo que fomenten la inclusión de la comunidad en programas de recreación y deporte sin importar la edad, así como de espacios que fomenten la cultura y el acceso a conocimiento y formación intelectual, que permitan cerrar las cicatrices y marcas de desigualdad históricamente presentes en los sectores marginales de la periferia de la ciudad. El sector de intervención es un barrio al sur de la ciudad que carece de condiciones óptimas de equipamientos, espacio público y que tiene en mal estado la estructura ecológica principal, así como déficit en trasporte público y difícil accesibilidad. Con el proyecto se quiere realizar una revitalización tomando como punto de partida los marcos de los proyectos a nivel ciudad que se van a realizar en el sector como lo es la avenida la alameda del sur y el cable aéreo de la ciudad de Bogotá; A esto se suma la QUEBRADA LIMAS la cual está marcada en el plan de recuperación de quebradas del distrito, estos ítems marcan el carácter y la estructura principal del proyecto y se transforman con los ejes articuladores de la intervención de tal manera que no obedece a ideas aleatorias de intervención sino que obedecen a un sustento solido presente en el lugar. El proyecto a nivel urbano pretende abrir espacio público que es actualmente inexistente, con condiciones de movilidad y conexión mejorando las rutas de acceso al barrio no solo por medio de transporte publico sino alternativo como LA LÍNEA DEL CABLE AÉREO y RUTAS DE BICICLETAS, así como ALAMEDAS PEATONALES que se adapten de manera coherente con la topografía del lugar. Del análisis urbano resumido anteriormente surge como resultado la propuesta de DESARROLLAR EL NIVEL DE EQUIPAMIENTO PARA EL SECTOR, el cual será el objeto arquitectónico a diseñar como propósito de esta tesis de grado.. 13.

(14) CENTRO DEPORTIVO RECREATIVO Y CULTURA MANITAS. El objetivo centro es multipropósito, es ofrecer espacios para actividades deportivas y recreativas para los diferentes grupos humanos de la comunidad del sector de trabajo, el centro brinda espacios de actividades para todas la edades desde niños y jóvenes así como para adultos mayores que componen la mayoría de la población fija en el sector y que no pose espacios destinados para su bienestar. Dentro del complejo se encuentran espacios dedicado a cada uno de los grupos humanos ya mencionados con actividades específicas y propias de su edad y de sus intereses, de tal manera que no se presenten conflictos por el tipo de actividad que se desarrollan en paralelo para cada grupo en particular. Además el centro cuenta con instalaciones de tipo cultural como la biblioteca y el auditorio los cuales están enfocados no solo a brindar apoyo para las diferentes actividades culturales enfocadas a cada grupo sino también de prestar sus servicios a la comunidad en general, por ello el proyecto no funciona como una sola entidad o elemento rígido sino que está compuesto por elementos sueltos e independientes en su funcionamiento sin dejar de ser parte de una sola entidad mayor que se interconectan entre si y se articular por medio del espacio urbano pero también por medio de elementos físicos arquitectónicos que se expondrán más adelante a detalle. Así mismo el centro pretende generar espacios de encuentro donde la comodidad pueda fortalecer los nexos de conexión entre sus miembros y desarrollar un sentido de pertenecía de identidad y de apropiación por su entorno, por su hábitat.. 14.

(15) 1. CONTEXTO .1.1. Marco teórico Para poder generar un fundamento solido que respaldara el discurso de argumentación para fundamentar el proyecto se tomó como base, el artículo “(los Cables aéreos en zonas marginales urbanas) escrito por el Ing. Jorge E. Acevedo Bogorquez "5. A continuación se encuentran algunos apartes de dicho artículo que sirvieron como guía e inspiración para el enfoque asi como del direccionamiento y el tipo de intervención para el proyecto, no solo en materia de infraestructura y argumentación de los objetivos, sino en temas estrategias institucionales para llevar a cabo proyectos de esta índole, pues aborda las experiencias de proyectos de características similares que ya son una realidad y sirvan como fundamento para el presente proyecto.. Los cables aéreos en zonas marginales urbanas El cable aéreo se ha convertido en un proyecto atractivo de movilidad y alta visibilidad para comunidades marginales urbanas asentadas en sitios escarpados, las cuales, por su mínima capacidad de pago, tienden a asentarse en municipios aledaños a la gran ciudad; es el caso de la zona de Altos de Cazucá, en Soacha, municipio enteramente conurbado con Bogotá, en Colombia, donde se ha propuesto un proyecto de cable aéreo. La experiencia de los metrocables en Medellín ha enseñado que estos proyectos deben acompañarse de múltiples acciones locales (creación y mejoramiento de espacio público, servicios sociales, vivienda, entre otros) para lograr impactos sociales importantes. La gestión exitosa del proyecto en cuanto a decisión, diseño, construcción y coordinación de las obras; 5. Ing. Jorge E. Acevedo Bogorquez. Profesor asociado, Universidad de los Andes. Colombiano. 15.

(16) adquisición, instalación y puesta en marcha de los equipos; operación del sistema, y la financiación de todo el paquete, supone un gran reto institucional y político para sus promotores. Este artículo presenta una estrategia institucional para adelantar esa gestión, en torno a los compromisos necesarios para crear una autoridad metropolitana que permita alinear los intereses de la gran ciudad, del municipio sede del proyecto, de la autoridad regional y del gobierno nacional. Introducción El éxito de los metrocables de Medellín, al usar la vieja tecnología de cable aéreo en una forma novedosa para dar accesibilidad a comunidades urbanas pobres localizadas en sitios escarpados y de difícil movilidad, ha sido un suceso de interés mundial. A partir de este, otras ciudades de economías emergentes han adelantado proyectos similares, y los políticos empiezan a interesarse por esta tecnología. En el caso de Bogotá y su zona de influencia, el presidente Álvaro Uribe prometió la construcción de un cable en la zona de Cazucá, en Soacha, y la administración del alcalde de Bogotá, Gustavo Petro, ha ofrecido construir varios proyectos de cable en zonas montañosas de la ciudad. ¿Qué tan exitoso fue realmente el proyecto en Medellín? ¿Qué enseñanzas pueden obtenerse de esa experiencia para otras ciudades del mundo en desarrollo? Para buscar una respuesta, el University College de Londres adelantó un proyecto de investigación junto con la Universidad Nacional de Colombia, sede Medellín, y la Universidad de los Andes de Bogotá. Esta última, con el apoyo adicional de investigadores sociales de la Universidad del Rosario, se encargó de revisar el proyecto de Cazucá, a la luz de los hallazgos del estudio en Medellín, para complementar sus resultados con las dificultades y desafíos del proyecto local. El estudio sobre el Cazucable El estudio se enfoca en los posibles impactos generados por una infraestructura de transporte visible, moderna y llamativa (el cable aéreo) en áreas marginales de una gran ciudad, habitadas por una población de ingresos bajos. En el caso de Medellín se deben distinguir dos metrocables; el primero, donde se complementó la construcción del proyecto con otras obras locales 16.

(17) de desarrollo (creación de espacios públicos, servicios sociales, vivienda, entre otros) y coincidió con la percepción de mejoras en la vida comunitaria, muy en especial con la reducción de los niveles de violencia e inseguridad en las zonas de influencia del proyecto; el segundo, que no incluyó las obras complementarias y en el cual los impactos sociales han sido muy inferiores al primero. El grupo de la Universidad de los Andes trató de explorar si las enseñanzas de los metrocables de Medellín son aplicables al proyectado cable aéreo que sería construido en la zona denominada Altos de Cazucá, una comunidad marginal localizada en los extramuros de Bogotá, en el territorio de Soacha, un municipio conurbado con la gran ciudad. Para los efectos de este estudio, el proyecto se denominó el Cazucable. Buena parte del éxito de los proyectos de Medellín se debió a la existencia de una entidad sólida en términos técnicos, financieros y políticos que se encargó del diseño, aseguramiento de financiación, construcción, operación y financiamiento de déficits operativos (ETMVA)2, de la mano de una firme decisión política en cabeza del alcalde de la ciudad, que fue fundamental para que otras entidades municipales coadyuvaran al éxito del primer proyecto con la realización de las obras urbanísticas complementarias. La comuna 4 de Soacha, donde se encuentra localizado Cazucá, es una zona de extrema vulnerabilidad social. Su población es el resultado de una mezcla de pobreza, desempleo, desplazamiento forzado, violencia, pandillas, narcotráfico, degradación ambiental e informalidad urbana. La comuna 4 constituye una zona de riesgo social en relación con la colindante localidad bogotana de Ciudad Bolívar. Esta localidad, una de las más pobres de la capital, está bajo el gobierno de la ciudad y por tanto recibe los beneficios de la acción gubernamental local, tales como las mejoras en infraestructura que vienen con la regularización de barrios, servicios sociales como bibliotecas y parques, y conexión al servicio de transporte público y por este medio a todas las amenidades de la ciudad En resumen, los buenos resultados de Medellín y las enseñanzas de ese proceso parecen ser muy difíciles de replicar en el Cazucable. Sin embargo, el propósito del estudio era encontrar enseñanzas conjuntas (de Medellín y Bogotá) que pudieran ser de utilidad para otras ciudades en desarrollo en el mundo. La constante en muchas de estas ciudades es la conurbación de múltiples municipios pequeños alrededor de una gran ciudad, con las dificultades institucionales que ese hecho genera. Igualmente, el rápido crecimiento de población pobre en estas ciudades tiende a estimular la urbanización de terrenos marginales y baratos, muchas veces en zonas montañosas y con 17.

(18) frecuencia inestables. La pertinencia del cable aéreo resulta justamente de la topografía de estos terrenos marginales. Así, el caso de Bogotá se asemeja más a las condiciones esperables en muchas otras ciudades, en comparación al caso más sencillo y efectivo de Medellín, donde el proyecto se localizó en la ciudad misma, y donde no existieron problemas institucionales. El desafío para un proyecto de este tipo comienza por gestar y lograr un arreglo institucional adecuado, y en ese sentido hemos centrado este artículo alrededor de ese tema, intentando explorar posibles arreglos que hagan viable la realizacióndel proyecto.. 18.

(19) 1.2 OBJETIVOS 1.2 .1 Objetivo general.. Desarrollar un proyecto de renovación urbana con carácter social en un sector en actuales condiciones de vulnerabilidad que mejore las condiciones y calidad de vida de los habitantes del lugar, en el marco de los planes y proyectos de desarrollo de la ciudad que afectan de manera directa el sector de trabajo, de tal manera que sirvan como excusa para el planteamiento de una nueva estructura urbana que permita cambiar las actuales condiciones de difícil acceso, carencia de espacio público, falta de equipamientos, y condiciones de riegos por amenaza por invasión de rondas de quebradas y construcción en zonas no aptas. 1.2.2 Objetivos específicos: . Vincular el sector de intervención con el resto de la ciudad mejorando los sistemas de movilidad convencionales e implementar sistemas alternativos que sirvan como conectores.. . Recuperar la ronda de la quebrada las limas a través de un tratamiento ecológico y de paisajismo por medio de senderos, plazas y miradores que no solo permitan la recuperación ambiental sino que evite futuras invasiones a la ronda de la quebrada.. . Generar espacio público que permita la aparición de escenarios de actividades lúdicas y de encuentro, para ellos se hace una propuesta de reasentamiento de manzanas la necesidad de remover viviendas para las pilonas del cable aéreo.. . Hacer re asentamiento y densificación de vivienda en la que se ubiquen las unidades de vivienda que tengan que ser removidas con motivo de la ejecución y la implantación del proyecto especial mente por motivo de ronda de quebrada ubicación de pilonas, zonas de sesión para la avenida y manzanas a remover por temas de mejoramiento en la morfología del barrio. 19.

(20) . Implantación de un nuevo objeto arquitectónico que satisfaga las necesidades en materia de equipamiento de las cuales carezca en mayor medida el sector. 1.3 PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA El barrio manitas está ubicado en la localidad de ciudad bolívar, en la parte alta de la montaña. El barrio presenta un déficit de espacio público que vulnera los derechos de sus habitantes, la contaminación y la ausencia de espacios peatonales aptos para el desarrollo de actividades sociales, que interrelacionan a los habitantes, el abandono y el deterioro de estas zonas lo convierten en un sector vulnerable e inseguro, las edificaciones existentes son en su mayoría viviendas de uno a dos pisos de autoconstrucción y los terrenos están ocupados casi en su totalidad. Las viviendas existentes carecen de condiciones de habitabilidad y están emplazadas en zonas y terrenos no aptos para construcción. Y debido a la dificultad en el acceso a lugar a causa de la difícil topografía los tiempos de desplazamiento son muy largos y poco eficientes. En materia de equipamientos, hay una buena cobertura cuantitativa en cuanto a equipamientos de tipo educativo y cuenta con un importante hospital, asi como con equipamientos de bienestar social, pero no posee ninguno en materia de recreación y portes, culturales y sus habitantes no tienen acceso a los museos y red de bibliotecas y equipamientos culturales de la ciudad de Bogotá. FIGURA 1. 1.3.1 Pregunta problémica Como revitalizar un sector vulnerable desde un proyecto de infraestructura que permita transformaciones socioculturales a partir de la generación de elementos urbano-espaciales? (Ver figura 1). 20.

(21) FIGURA 1: Mapa conceptual: Estrategias del proyecto. Fuent: Autor. 1.4 CARACTERISTICAS DEL LUGAR DE INTERVENCIÒN. El barrio manitas está ubicado en la localidad de ciudad Bolívar en la upz 67 lucero, limita al norte al occidente con el barrio juan pablo ll, al sur con el barrio san Rafael y al oriente con el barrio villas del recreo. Debido al enfoque principalmente urbano del proyecto, el análisis no se centró únicamente en el barrio manitas que es donde de implanto el objeto arquitectónico propuesto y desarrollado con elemento puntual de esta tesis de grado, sino que se hiso un análisis en diferentes escalas partiendo desde la localidad de ciudad bolívar, pasando a la UPZ 67 el Lucero y por ultimo un análisis de la morfología del barrio, todo esto con el fin de definir los límites de alcance del proyecto los cuales no coinciden necesariamente con la delimitación sectorial o barrial del lugar de trabajo.. 21.

(22) FIGURA 2. Plano de localización Upz 67, mapa de localidades de Bogota.. Fuente: Cartilla upz 67 lucero. Análisis Demográfico. La localidad de ciudad bolívar es en general un sector de estrato 1 y 2 muy ampliamente residencial de autoconstrucción, que aunque inicialmente fue producto de un proceso de invasión y urbanización ilegal, actualmente se encuentra legalizado, pero esto no significa que posea niveles adecuados en materia de inversión estatal y mejoramiento urbano ni adecuados escenarios urbanos o de infraestructura. Su población al último censo es de 682.861 habitantes donde cerca del 58% son jóvenes menores 26 años y es uno de los lugares con mayor densidad poblacional de la ciudad. Los niveles de densidad están asociados, seguramente, a las condiciones de pobreza de la zona y a las características de su desarrollo urbano. 22.

(23) La composición por edad de los habitantes de Ciudad Bolívar muestra una localidad con una población en su mayoría joven, en donde el 33,6% es menor de 15 años y tan sólo un 2,7% es mayor de 64 años; esto significa que existe una alta dependencia económica, pues 57 habitantes de la localidad dependen económicamente de cada 100 habitantes en edad económicamente productiva. La fuerza de trabajo de la localidad está representada por 433.915 personas, que corresponden al 63,7% de la población local.. FIGURA 2: Composición de la población por edad y género. Ciudad Bolívar. Fuente: Documento Recorriendo Ciudad Bolívar. Densidad de población. La localidad de Ciudad Bolívar, que tiene un total de 2.835,22 ha urbanizadas, presenta una densidad de 222 habitantes por hectárea, siendo la sexta localidad con mayor densidad dentro del Distrito. Figura 4. Cuadro de Población y densidad por UPZ, localidad de ciudad Bolívar. Fuente: Documento Recorriendo Ciudad Bolívar.. 23.

(24) 1.5 Análisis y Diagnostico UPZ FIGURA 5 Plano estructura y limites de la UPZ 67. Fuente: Cartilla UPZ 67 Lucero.. DESPIECE DE ELEMENTOS DE LA UPZ LUCERO. FIGURA 6 Plano satelital UPZ 67. Fuente: Sinupot Bogota.. 24.

(25) Vías principales upz: paradójicamente a pesar de que por la upz pasan importantes vías los barrios carecen de buena accesibilidad a las mismas debido al mal estado de las vias secundarias y a la accidentada topografía.. FIGURA 7 Plano de vías principales existentes UPZ 67. Fuente: Sinupot Bogota.. Rondas de quebradas invadidas por construcciones de vivienda. FIGURA 8 Plano de quebradas y fuentes hídricas UPZ 67. Fuente: Sinupot Bogota.. 25.

(26) Barios legalizados La mayoría de los barrios de la upz ya han sido legalizados. FIGURA 9 Plano de vías principales existentes UPZ 67. Fuente: Sinupot Bogota.. ESTRUCTURA ECOLOGICA Estructura ecológica principal cumple un papel importante dentro de la upz, ya que favorece el equilibrio ambiental de la zona y algunos de sus componentes son de gran significado para la ciudad, como los corredores ecológicos de ronda, parques urbanos metropolitanos y corredores ecológicos viales. Corredores ecológicos de ronda: río Tunjuelo – quebrada Limas.. Elementos como los ríos y quebradas están clasificados en el plan de ordenamiento como corredores ecológicos de ronda, los cuales son zonas verdes que siguen el recorrido de los principales ríos del Distrito y que por ser elementos tan importantes para el medio ambiente cuentan con un plan de manejo ambiental y de preservación especial. 26.

(27) Parques urbanos y metropolitanos: parques Meissen y Tanque El Volador. Los parques urbanos y metropolitanos corresponden a los espacios verdes de uso colectivo que ofrecen equilibrio ambiental para la ciudad. Además garantizan un espacio para la recreación, contemplación y ocio de sus habitantes. Corredores ecológicos viales: avenidas Boyacá, Alameda del Sur, Camino a Pasquilla, San Francisco y Tunjuelito. Los corredores ecológicos viales son alamedas que siguen los bordes de las vías principales como parte del manejo ambiental de las mismas y que incrementan la conexión ecológica con otros elementos de la estructura ecológica principal, desde los cerros orientales hasta el río Bogotá.. FIGURA 10 Estructura ecológica principal UPZ 67. Fuente: Cartilla upz 67 lucero.. 27.

(28) Adicionalmente, el terreno sobre el cual se localiza la UPZ Lucero se encuentra influenciado por los cerros más cercanos, dando lugar a que la localización de las viviendas sea en terrenos inestables y que se encuentran en zonas de riesgo.. FIGURA 11 Plano de amenaza y riesgo alto por remoción en masa (derrumbes).UPZ 67. Fuente: Sinupot Bogota.. SISTEMA DE EQUIPAMIENTOS En términos generales, la UPZ Lucero cuenta con una cobertura de equipamientos regular, en la que podemos encontrar 51 establecimientos dedicados a la educación, que representan el 56,04% del total del sector. El siguiente en importancia es el sector cultural, que cuenta con 25 establecimientos que representan el 27,47% del total, seguido por los de bienestar social, con 10 establecimientos y representando el 10,99%. Otros establecimientos como los de salud, culto y recreación y deporte, representan el restante 5,5%. (Partiendo del análisis de estas estadísticas, se decide que el enfoque que debe tenar el equipamiento a proponer como objeto arquitectónico de este proyecto de grado deberá ser un equipamiento de recreación y deporte, que es de los cuales carece principalmente el sector de intervención.) 28.

(29) FIGURA 12 estructura Urbana del proyecto cable aéreo Ciudad Bolivar. Fuente: Documento propuesta urbanismo. 29.

(30) USOS DEL SUELO El sector esta conformado por terrenos que original mente fueron un lugar de exploración de materiales y actualmente son barrios residenciales, entre los cuales se encuentran juan pablo segundo, manitas lucero baja y el mirador. Sectores en los cuales se implantara la línea del cable aéreo En esta UPZ predomina la vivienda, mezclada con comercio y servicios complementarios, ya que es necesario que sea productiva. Las vías principales, especialmente las utilizadas por el transporte público, presentan una mayor concentración de comercio. En la vía principal para acceder a la parte occidental de la UPZ desde la avenida Boyacá, se desarrollan comercio y servicios zonales y vecinales.. El punto de concentración de usos dotacionales (CAMI, CAI, iglesia, colegio), se presenta a lo largo de la vía del transporte público. Existen zonas de comercio de menor importancia en los límites con las UPZ Tesoro y San Francisco. FIGURA 13 plano de usos del suelo UPZ 67. Fuente: Cartilla upz 67 lucero.. 30.

(31) 2. ANÁLISIS PROYECTO CABLE AÉREO DE BOGOTA. Contexto: Como ya se ha mencionado anterior mente, en apartes anteriores, el proyecto del cable aéreo de Bogotá tiene una relevancia fundamental en el marco, contextualización y desarrollo de esta tesis de grado, puesto que el mismo sirvió como fundamento mismo de la intervención del proyecto, como excusa de intervención urbana. El proyecto del cable aéreo es un proyecto de ciudad, el cual cuenta con una serie de elementos propuestos por la ciudad de Bogotá para mejorar la infraestructura alrededor de las estaciones de dicho proyecto. Estas estructuras urbanas marcadas en el proyecto se tomaron como molde y pilares del proyecto realizado como objetivo de esta tesis de grado, las cuales marcaron de forma muy clara los lineamientos lógicos que el proyecto debía tomar para no ser un mero ejercicio de diseño y redesarrollo urbano académicos, sino que tuvieran fundamentación solida con las realidades de desarrollo urbano que se plantean a futuro en la ciudad. A continuación se mostraran las planchas de estructuras urbanas generales ya planteadas para el proyecto del cable área las cuales se tomaron como lineamientos a seguir en el proyecto de grado Eslabones Urbanos.. 31.

(32) 2.1 ESTRUCTURA GENERAL DEL PROYECTO CABLE AEREO DE CIUDAD BOLIVAR. FIGURA 14 estructura general del proyecto cable aereo de ciudad bolivar: Cartilla upz 67 lucero.. 32.

(33) Proyecto cable aéreo de ciudad bolívar: Plancha de síntesis contexto urbanístico. 33. FIGURA 15 plano contexto urbanistico UPZ 67. Fuente: Documento propuesta urbanismo ..

(34) Proyecto cable aéreo de ciudad bolívar: Plancha de delimitación áreas de intervención. FIGURA 16 plano límites de intervención UPZ 67. Fuente: Documento propuesta urbanismo. 34.

(35) Proyecto cable aéreo de ciudad bolívar: Plancha propuesta estructura ecológica principal. FIGURA 17 plano de estructura ecológica principal UPZ 67. Fuente: Documento propuesta urbanismo. 35.

(36) Proyecto cable aéreo de ciudad bolívar: Plancha propuesta sistema de movilidad. FIGURA 18 plano de movilidad UPZ 67. Fuente: Documento propuesta urbanismo. 36.

(37) Proyecto cable aéreo de ciudad bolívar: Plancha propuesta sistema de espacio público y equipamientos.. FIGURA 19 plano espacio publico y equipamientos UPZ 67. Fuente: Documento propuesta urbanismo. 37.

(38) 2.2 PROPUESTA DE ESTRUCTURA URBANA EN INFLUENCIA DEL CABLE AÉREO DE CIUDAD BOLÍVAR. ÁREAS. DE. FIGURA 20 plano de estructura urbana Proyecto Cable aereo. Fuente: cartografía social IDU. Propuesta de estructura urbana área de influencia estación Juan Pablo II Reserva estación SDM Reserva estación SDP Equipamiento Propuesto Rutas SITP Red Peatonal Acceso Intermodal Paseo Ecológico. FIGURA 21 plano de estructura urbana Barrio juan pablo II. Fuente: cartografía social IDU.. 38.

(39) Propuesta de estructura urbana área de influencia estación manitas Parque Mirador. CML Acceso Intermodal. Reserva estación SDM Reserva estación SDP Desarrollo Propuesto Equipamiento/Vivienda FIGURA 22 plano de estructura urbana Barrio las manitas. Fuente: cartografía social IDU.. Propuesta de estructura urbana área de influencia estación mirador Parque Lineal Rutas SITP. Red Peatonal Equipamiento Propuesto Reserva estación SDP Acceso Intermodal CML. Reserva estación SDM. FIGURA 23 plano de estructura urbana Barrio el mirador. Fuente: cartografía social IDU.. 39.

(40) 3. DESARROLLO DEL PROYECTO: ESLABONES URBANOS 3.1 Proyecto urbano: Partiendo de la estructura urbana ya planteada y mostrada anteriormente en el plan de desarrollo del proyecto del cable aéreo se toma como sector puntual de desarrollo del proyecto urbano el sector comprendido entre los tramos de las estaciones de juan pablo II y la estación de manitas.. FIGURA 24 plano general cobertura de cable aéreo y de zona de intervención. Fuente: Cartilla upz 67 lucero.. Morfología del sector de intervención Para poder implantar las estructura urbana propuesta se debe empezar por suprimir los predios y manzanas requeridas para liberar las rondas de las quebradas dejando la distancia adecuada que pide la norma medioambietal, trazasr los cuevos corredores viales y la implantacion de los nuevos equipamientos y espacio publico propuesto. Esto implica no solo un cambio en la morfologia del barrio sino implica realizar un reacentamiento para todas las viviendas que se van a supimir en el marco de la estructura urbana del proyecto. 40.

(41) A continuacion se muetra en un plano del sector todas las estrategias proyectuales que se van a realizar y cuales son las afectaciones sobre las manzanas y predios existentes.. Plano actual del sector de trabajo. Figura 25 planos de estructura urbana planteada. Fuente: Autor. 41.

(42) Estado actual del sector de intervención, en el cual se ve la carencia de espacio publico de estructura verde y la invasión de las rondas de quebrada de la estructura ecológica principal Planos de delimitacion de la pieza urbana a desarolla, con indicacion de manzanas a suprimir.. Figura 26 Plano morfología actual sector de intervención. Fuente: Autor.. 42.

(43) 3.2 Propuesta Urbana. Nueva estructura morfológica del sector, en la cual se rescatan las rondas de quebrada, se mejoran los sistemas de movilidad y se Privilegia el espacio público, además se proponen nuevas edificaciones de vivienda y de equipamientos.. Figura 27 Plano morfología propuesta. Fuente: Autor.. 43.

(44) Movilidad Red de movilidad propuesta, de la cual hacen parte senderos peatonales, ciclorutas, y sistemas de transporte publico tanto terrestres como aéreo, en el cual de privilegia a los peatones, luego las ciclas y por ultimo los vehículos.. Figura 28 Plano estructura de movilidad propuesta. Fuente: Autor.. 44.

(45) Usos Tipos y zonas de usos propuestos en primer piso de la zona de intervención.. Figura 29 Plano de usos propuesta. Fuente: Autor.. 45.

(46) Estructura ecológica Se recuperan por completo las rondas de las quebradas, y se propone un sistema de zonas verdes que se articular por medio del espacio público propuesto, de tal manera que se garantice que en el futuro no se van a volver a ocupar.. Figura 30 Plano estructura ecología propuesta. Fuente: Autor.. 46.

(47) Espacio público El nuevo espacio público propuesto tiene como función articular todo el proyecto a manera de slabones de una cadena, por eso el nombre del proyecto es eslabones urbanos, puesto que es el espacio publico en hilo articulador de todos los elementos del proyecto.. Figura 31 Plano estructura espacio público propuesto. Fuente: Autor.. 47.

(48) PLANO DE PROPUESTA URBANA FINAL.. Figura 32 Plano propuesta urbana. Fuente: Autor.. 48.

(49) Figura 33 Perspectiva aérea 1 propuesta urbana. Fuente: Autor.. Figura 34 Perspectiva aérea 2 propuesta urbana. Fuente: Autor.. 49.

(50) Figura 35 Perspectiva aérea 3 propuesta urbana. Fuente: Autor.. Figura 36 Perspectiva aérea 4 propuesta urbana. Fuente: Autor.. 50.

(51) 3.2 PROYECTO ARQUITECTONICO: CENTRO DEPORTIVO RECREATICO CULTURAL MANITAS. Figura 37 Planta arquitectónica general. Fuente: Autor.. El centro deportivo recreativo y cultural manitas surge como propuesta de equipamiento para el desarrollo puntual del proyecto arquitectónico objeto de esta tesis después de analizar la situación de localidad de ciudad Bolívar, que es la tiene mayor carencia de equipamientos por persona (0.73 por cada 1000 habitantes), esto se debe a la falta de planificación en el desarrollo del área urbana de la localidad donde son comunes los asentamientos ilegales en vías de legalización Por este motivo era claro que el enfoque del proyecto debía dirigirse a los equipamientos más escasos en el sector, los de recreación y deportes, pero que también ofreciera servicios complementarios para el disfrute y aprovechamiento de toda la comunidad, por eso también incluye servicios de cultura y ocio, esparcimiento y capacitación.. 51.

(52) 3.2.1 ESTRATEGIAS PROYECTUALES Idea de proyecto: Concepto de diseño: Eslabón Operación 1: unión de eslabones: espacio público como elemento Ordenador. Figura 38. Coremas de idea de proyecto. Fuente: Autor. Operación 2: implantación de volúmenes: Los edificios se acomodan Con el espacio publico. Figura 39. Coremas de idea de proyecto. Fuente: Autor. 52.

(53) 3.2.2 Descripción del proyecto El objeto arquitectónico es un complejo formado por 5 volúmenes, de los cuales cada uno tiene un enfoque, función y población específica a la que está destinado, de tal manera que siendo un solo complejo en si mismo, cada uno suple una de las necesidades en materia de equipamiento para el sector de implantación, así mismo estan articulados por medio de un elemento exterior conformado por un puente que interconecta cada uno de los volúmenes independientes, el conjunto en sí mismo no solo articula el espacio público que lo rodea, sino que el proyecto genera espacio público a su alrededor.. Figura 40 perspectiva general proyecto. Fuente: Autor. El proyecto arquitectónico de divide en 3 zonas, las cuales se subdividen en 2 partes cada una. La primera es la zona enfocada a actividades deportivas, la segunda zona a actividades de tipo recreativas y la tercera zona a actividades de tipo cultural.. 53.

(54) ZONA 1: Zona deportiva ZONA 3: Zona cultural. ZONA 2: Zona recreativa. Figura 41 Volumetría general proyecto. Fuente: Autor. 3.2.3 DESPIECE DEL PROYECTO. ZONA 1: Centro Deportivo: Como ya se ha mencionado en pasajes anteriores, una de las principales carencias en materia de equipamiento en el sector son los de tipo deportivo y recreativo, por eso la principal función y es la que encabeza el nombre del proyecto, el equipamiento deportivo. La zona deportiva se subdivide en dos elementos, el primero son una canchas polideportivas cubiertas, destinadas a actividades al aire libre, pero bajo techo, además de poseer graderías, de tal manera que se puedan ubicar espectadores cuando se realicen eventos deportivos.. 54.

(55) Figura 42 Perspectiva zona de canchas deportivas. Fuente (autor). Figura 43 Plano arquitectónico Centro deportivo. Fuente (autor). 55.

(56) El segundo elemento que conforma la zona deportiva es un volumen arquitectónico, el cual consta de: Piso 1: acceso y recepción Piso 2: vestier, baños, duchas y piscina semiolimpica Piso 3: vestier, baños, duchas y gimnasio Piso 4: cafetería, cocina, baños y terraza Además es en este primer volumen arquitectónico donde parte el puente interconector que articula todo el proyecto.. Figura 44 Perspectiva Centro deportivo. Fuente (autor). 56.

(57) Figura 45.Plano piso 1 Centro deportivo. Figura 47. Plano piso 3 Centro deportivo. Figura 46.Plano piso 2 Centro deportivo. Figura 48.Plano piso 4 Centro deportivo. 57.

(58) ZONA 2: Centro Recreativo Siguiendo con lo planteado como objetivo del proyecto, la segunda zona está compuesta por dos volúmenes arquitectónicos destinados a contener actividades recreativas.. Figura 49 Perspectiva Centro Recreativo 1. Fuente (autor). El primer volumen de esta zona alberga actividades recreativas para niños y ancianos las cuales son : Piso 1: Hall de acceso y recepción, zona administrativa, zona de juegos de mesa, bodega, zona de guardería, Baterías de baños. Piso 2: zona de juegos de mesa para adultos mayores, Baterías de baños Piso 3: zona de estar y descanso para adultos mayores, zona de caminadoras, aula de proyecciones, zona de masajes, y aula de baile, baterías de baños, cocineta y la conexión con el puente interconector Piso 4: terraza 58.

(59) 59.

(60) El segundo volumen arquitectónico de la zona recreativa está enfocado a actividades recreacionales para adolescentes y jóvenes.. Figura 53. Perspectiva Centro Recreativo 2. Fuente (autor). Este volumen contiene: Piso 1: Hall de acceso y recepción, zona de televisión y videojuegos, zona de muro de escalar, deposito de insumos, baterías de baños Piso 2: zona de descanso, juegos de mesa y mesas de billar, Baterías de baños Piso 3: zona de taller de pintura, aulas de capacitaciones y talleres, aula de proyección de películas, zona administrativa Piso 4: terraza. 60.

(61) Figura 54 .Plano piso 1 Centro Recreativo 2. Figura 55. Plano piso 2 Centro Recreativo 2. Figura 56. Plano piso 3 Centro Recreativo 2. 61.

(62) ZONA 3: Centro cultural. Como parte de las estrategias de la propuesta urbana es mejorar la red de equipamientos existentes, una de las zonas del proyecto esta enfocada a fortalecer los servicios de tipo cultural, las cuales un volumen destinado a biblioteca y servicios de investigación y acceso a conexión de internet, y el segundo es un auditorio que preste sus servicios a la comunidad, de tal manera que albergue todo tipo de actividades desde presentaciones de danza y teatro, hasta la proyección de películas de todo tipo de entretenimiento audiovisual. El primer volumen de esta zona es el volumen donde funciona la biblioteca.. Figura 57. Perspectiva Centro Cultural. Fuente (autor). Esta consta de los siguientes espacios: Piso 1: Hall de acceso y recepción, zona de lokers, zona de mesas de lectura en sala, zona de consulta, zona de entrega y almacenamiento y prestamo de libros y una baterías de baños públicos.. 62.

(63) Piso 2: zona de mesas de lectura en sala, zona de aulas de consulta virtual, salas de estar y descanso, baterías de baños Piso 3: zona de mesas de lectura en sala, hemeroteca, videoteca, salas de estar y descanso, zona administrativa, baterías de baños Piso 4: terraza. Figura 58 .Plano piso 1 Centro Cultural. Figura 59. Plano piso 2 Centro Cultural. Figura 60. Plano piso 3 Centro Cultural. 63.

(64) Y por último está el segundo volumen de la zona de la zona cultural, el volumen del auditorio.. Figura 61. Perspectiva Centro Cultural 2. Fuente (autor). El auditorio cuenta con: Piso 1: Hall de acceso y recepción, sala de estar,una baterías de baños públicos. Zona de auditorio con sillas y tarima Piso 2: hall de acceso, y mesanine con balcón para sillas con vista a la tarima Piso 3: zona de estar y descanso, balcón de servicios de sonido, luces y proyección para auditorio. Piso 4: terraza. 64.

(65) Figura 62 .Plano piso 1 Centro Cultural 2. Figura 63. Plano piso 2 Centro Cultural 2. Figura 64 Plano piso 3 Centro Cultural 2. 65.

(66) 3.3 Componente constructivo del proyecto. Sistema estructural Partiendo del concepto inicial del proyecto y del cual previne su nombre (eslabones urbanos) todos los volúmenes arquitectónicos planteados tienen el mismo sistema estructural, de la misma manera que todos los eslabones de una cadena son iguales y soportan los mismos esfuerzos.. Figura 65. Axonometría cortada. Fuente (autor). Todos los volúmenes constan de un sistema estructural mixto, una estructura general en concreto y otra metalica:. 1. Estructura Vigas, columnas y placas en concreto 2. Estructura metálica exterior para el recubrimiento exterior. 66.

(67) Axonometrías del sistema constructivo. Figura 66. Axonometría sistema estructural. Fuente (autor). Figura 67. Axonometría pórticos estructurales. Fuente (autor). 67.

(68) Figura 68. Axonometría estructura metálica de envolvente. Fuente (autor). 68.

(69) Plantas estructurales. Figura 69. Planta de cimentación. Fuente (autor). 69.

(70) Figura 70. Planta Contrapiso. Fuente (autor). 70.

(71) Figura 71. Planta Estructural piso 2. Fuente (autor). 71.

(72) Figura 72. Planta Estructural piso 3. Fuente (autor). 72.

(73) Figura 73. Planta Estructural piso 4 Cubierta. Fuente (autor). 73.

(74) Detalles constructivos. Figura 74. Corte Fachada 1. Fuente (autor). 74.

(75) Figura 75. Corte Fachada 2. Fuente (autor). 75.

(76) Figura 76. Corte Fachada 3. Fuente (autor). Figura 77. Detalle baranda metálica Fuente (autor). 76.

(77) 4 Componente Bioclimático del proyecto Análisis bioclimático: Implantación, asolación vientos. Figura 78.Plano de esquema de asolación y ventilación. Fuente (autor). 77.

(78) Implantación: Características físicas del lugar: -Temperatura 14° grados Promedio anual -Humedad Relativa Seca y semi-seca -Precipitación Total 600 a 800 mm anuales -Sector contra los cerros del sur de la ciudad 800 a 1000 mm anuales -Altimetría Entre 2400 y 3100 msnm. Figura 79.Esquema de asolación. Fuente (autor). Clima La estación climatológica Simón Bolívar que cubre esta localidad permite establecer un promedio de 14° C para Ciudad Bolívar, con una temperatura mínima de 9° C y una Máxima de 19° C. En la mayor parte del territorio se registra un nivel de precipitación anual de 600 a 800 mm, sin embargo hacia porción de territorio ubicado sobre los cerros del sur de la ciudad, se registran precipitaciones entre los 800 y 1000 mm /año. Dependiendo de la relación precipitación brillo solar, se presenta la condición de zona semiseca en la parte sur oriental de la localidad que va sobre los cerros de la ciudad, y una porción de territorio con condiciones de zona seca 78.

(79) en la parte noroccidental a lo largo del límite con la localidad de Tunjuelito y Bosa. Figura 80. Esquema de iluminación natural. Fuente (autor). Figura 81. Esquema de iluminación natural 2. Fuente (autor). Figura 82. Esquema de ventilación natural. Fuente (autor). Figura 83 Esquema de recolección de aguas lluvias. Fuente (autor). 79.

(80) Fachada ventilada La fachada ventilada es un sistema de aislamiento del exterior, donde se crea el “efecto chimenea” gracias al calentamiento del paramento exterior, que provoca una variación de la densidad de la capa de aire del espacio intermedio, con respecto al aire del ambiente interior, produciendo un movimiento ascendente del primero y la circulación del segundo. El aislamiento térmico de la fachada se adapta a la climatología, logrando que el ambiente del edificio sea saludable y homogéneo. Con la fachada ventilada, en la noche y la madrugada se frenan los peligros de condensación y las sensaciones de baja temperatura, de forma que el ambiente interior no es sensible a los descensos producidos por las bajas temperaturas externas. Durante el día, gran parte del calor de los edificios es reflejado hacia el exterior. Con las fachadas ventiladas, un alto porcentaje de ese calor se filtra al espacio intermedio o cámara, activándose el efecto chimenea, de manera que sólo una mínima parte de calor es absorbida por el edificio. Es una buena fórmula para ahorrar energía, ya que son precisamente las oscilaciones térmicas externas las que desajustan y desgastan los sistemas de climatización de las edificaciones, incrementando el gasto energético para lograr una temperatura idónea en el interior.. 80.

(81) 5. CONCLUSIONES. -. El proyecto revitaliza un sector de la ciudad brindándole mejoría en la red de equipamientos, de espacios públicos, zonas verdes y parques para diferentes actividades, y mejorando los sistemas de movilidad no solo por medio de la línea del cable aéreo, sino completándolo con un sistema multimodal de vías vehiculares, ciclorutas y alamedas.. -. También mediante la generación de un nuevo paradigma urbano, y medicando la morfología se cambia de manera radical estructura la imagen y negativa del sector para transformarlo en una más agradable, con trabajos de paisajismo. De tal manera que los residentes del sector cambien la dinámica de su relación con su entorno y sus vecinos.. -. El proyecto propone la integración social al generar espacios para el encuentro de los miembros de la comunidad, en los cuales se desarrollen diversos tipos de actividades enfocadas a la construcción de una identidad y apropiación por parte de los residentes del sector, además de brindar una mejor calidad de vida para los mismos.. -. El proyecto ofrece espacios específicos para todos los grupos humanos que confirman la comunidad de tal manera que sea el total de la comunidad la que se vea beneficiada por el proyecto y no solo en una fase sino que acompañe de manera permanente las necesidades de los residentes del sector.. -. En cuanto a la parte arquitectónica el proyecto cumple con los estándares de calidad de implantación, para el aprovechamiento de las condiciones físicas del lugar, utiliza tecnologías para reducción de impactos ambientales no solo en cuanto el consumo de energías y recursos, sino también en la elección de los materiales propuestos para el mismo, razones por las cuales se logra un valor agregado a la calidad del proyecto.. 81.

(82) 6. Bibliografía. Documento “cartilla upz 67 lucero” Acuerdos para construir ciudad Documento “RECORRIENDO_CIUDAD_BOLIVAR”: Diagnóstico físico y socioeconómico de las localidades de Bogotá, D.C. Documento “Los cables aéreos en zonas marginales urbanas: un desafío institucional” Jorge E. Acevedo-Bohórquez Documento “2013 07 11 CARTOGRAFIA SOCIAL IDU AXP” Documento “20130711 PROPUESTA URBANISMO” estrategia urbanística para el área de influencia del proyecto cable aéreo de ciudad bolívar Documento “decreto_440_de_30_dic_2004_Lucero” Documento “ Proyecto Cable Ciudad Bolívar y Proyecto Cable San Cristóbal” Secretaria de movilidad, Bogotá humana Departamento administrativo de planeación. Plancha N° 1 de 3, estructura66: UPZ 66, Plano de estructura básica. POT. 82.

(83)

Referencias

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