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Principales enfermedades del tomate de árbol, la mora y el lulo en Colombia

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Academic year: 2020

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(1)"'"""'oT;;:l:;:"r*,.. Í t4 ou--. {q zstw. Pablo J. Tamayo M. .. Boletín T. RP. Colombia. Colomb¡ana dé Investigación Agropecuaria. (.La S€lvaD. A.A. 1OO,R¡onegrc, Antioquia, de Inv6tigación corpoic€eptn.net.co.

(2) PRESENTACTON Y AGRADECTMIENTOS ............................................. 3 . . . . . . . . . . .4. . .. RESUMEN. DE MANEJOINTEGRADO DE LASENFERMEDADES...... 5 CONCEPTO I t:-4 /\'t't D€ Áft{Jol ANTRACNOSIS DELFRUTO cENlctLLA.OtDlO,MILDEOPOLVOSO. .. ."..... t, ................................ 6 ..............10. .............. 11 DEÁR8O1........ vtRostsDELToMATE 13 DEL,NUDO, MELOTDOGYNE ................................ NEMATODOS MORA DE CASTILLA........,. LI.J LO DE i:A 5T!LL/I. 26. 26 TIZÓNDELLULO,GOTA.PHYTOPHTHORA ALGODONOSA.30 MOHO BLANCO.LAMA BLANCA,PUDRICIÓN 33 VIRUSDE LA HOJAPEQUEÑA 35 DELNUDO.MELOTDOGYNE NEMÁTODOS BtBLtOGRÁF1CAS...,................... REFERENCTAS. 38.

(3) La CorporaciónColombianade InvestigaciónAgropecuaria,Corpoica,en conveniocon e l I n s t i t u t oC o l o m b i a n od e l a R e f o r m aA g r a r i a ,I N C O R Ae, n a t e n c i ó na l a sd e m a n d a s consumidorese investigadode tecnologíapor parte de productores,agroindustriales, res principalmente,ha conformado una agendade proyectosde invest¡gacióny transferencia de tecnologíacon baseen la cual se pretende desarrollary ofrecer productos y p r o c e s otse c n o l ó g i c ovsá l i d o sp a r as u u t i l i z a c i ó nc o m p e t i t i v ay s o s t e n i b l e n l a sp r i n c i p a l e sz o n a sd e p r o d u c c i ó nd e l p a í s . C o r p o i c ad i s p o n ed e u n a e s t r a t e g i ai n t e g r a lp a r a l a s o c i a l i z a c i ódne l o s p r o d u c t o sy procesostecnológicosdesarrolladosen frutales.Paraesto se cuenta con un equipo de lizadosen estoscultivos,dispuestosa ofrecerasesoría Invest c o n ¡ u n t o sy a a t e n d e rl a s d e m a n d a st e c n o l ó g i c ads e dif ena productiva. estasactividadesse ha preparadoun completo pora u d i o v i s u a l eesn t e m á t i c a sd e p r i o r i d a dy a l a l c a n c e .un fundamental oara elevarel imDactodel desarrolio frutales d e á r b o l ,l a m o r a y e l l u l o , la blecimiento de alianzasestratéqicasinstitucionalescomo la que se n g r o p e c u a r i aC, o r p o i c ay C o r p o r a c i ó nC o l o m b i a n ad e I n v e s t i g a c i óA l o m b i a n od e l a R e f o r m aA g r a r i a ,I N C O R Aa, p a r t i rd e l a sc u a l e ss e i zasc¡entíf¡cas, tecnológicas,económicasy de infraestructuray se y desarrollo de proyectosproductivosen áreastemáticas,socialesy geogtffias de p r i o r i d a dn a c i o n a lE . s t ap u b l i c a c i ó nr e s p o n d ea e s t a sa l i a n z a sy p r e t e n d ed a t r ac o n o cer a todos los usuariosd irectosy potenc¡alestos resultadosde la investigacióny trans-. tafo de los. ferenciade tecnologíaquesehangeneradoptoductodel trabajoconiuntóentreestas dos entidades. :. por el a MarioLoboA, |.JorgeA. BernalE.(Corpblca), Elautorexpresa agradecimiento apoyoy estímuloen lostraba¡ossobrepatologíaencultivosde tomatede árbol,mora y luloen Colombia. Agradecimiento a JorgeA. BerñalE.y JuanP Higuera G.(Corpoica), quienesrevisaronla versiónprel¡minary aportaronideasparael coñten¡doy edición fina I de este documento. , J o r g eA . B e r n a lE . ,G e r m á nF r a n c oJ, o r g e otta (Corpo¡ca)y RafaelA. Navarro(Univeri t a r a l g u n a sd e l a s¡ l u s t r a c i o n eysl o sa p o r t e s en este documento sobre el manejo íntegrado t o m a t e d e á r b o l ,l a m o r a v e l l u l o e n C o l o m b i a . A . R o d r í 9 u e zy J o r g eA . B e r n a lE . ( C o r p o i c ap) o r e l C o l o m b i a n od e l a R e f o r m aA g r a r i a( I N C O R Ac) ,u y o i t i v o o a r al a o u b l i c a c i ó n d e e s t ed o c u m e n t o ..

(4) E ld o c u m e n t or e g i s t r al a i m p o r t a n c ¡ ya d i s t r ¡ b u c i ó dn e l a sp r i n c i p a l eesn f e r m e d a d edse loscultivosde tomate de árbol (Cyphomandra betacea (Cav.)sendt.),mora de castilla (Rubus glaucus Benth.)y lulo de castilla(Solanum quitoense Lam.) en Colombia. A s í m i s m o ,s e d e s c r i b e n e ¡ l u s t r a nl o ss í n t o m a sy l o sa c t u a l e sm é t o d o sd e p r e v e n c i ó ny control de las principalesenfermedadesen éstoscultivoscausadaspor hongos.bacter i a s .v i r u sv n e m á t o d o s .. EIcult¡vodel tomate de árbol es severamenteafectado por la antracnosisde losfrutos ( y Colletotr¡chuñ acutatuml y por la virosis,enfermedades c a se i n m e d i a t a sm , i e n t r a sq u e l a c e n i c i l l ap o r d e v e r a n ov l o s e n d é m i c o sn e m á t o d o sd e l Oidium sp. n u d od e l. n l e n t a m e n t el a so l a n t a c i o n eesn t o d a sl a. d a d q u e c a d ad í a m e r e c ee s p e c i aal t e n c i ó ne n t o d a s l a sé p o c a sy e l o i d i o causadopor Oidium sp.,es una enfermedad particularmenteseveraen épocasde v.erano. E n l u l o , s e d e s t a c a np o r s u i m p o r t a n c i ay d i s t r i b u c i ó nn a c i o n a ll a s e n f e r m g d ¿ d e s fungosascomo la gota o tizón (Ph¡rtophthora infestans) y el moho blanco (Scrérct nia scletotiorum). La hoja pequeña del lulo, una enfermedad atr¡bu¡da a un virus no caracterizadoaún, ocas¡onapérdidastotales y los nemátodos del nudo del género la longevidaddel cultivo. en afectar estoscultivosresultaindisra lograr su control. Estemanual ofreás imoortantesde los cultivosde tomate de l l a e n C o l o m b i ac, o n e l f i n d e f a c i l i t a rs u r e c o n o c i y e l c o n t r o li n t e g r a d op o r actualed s e prevención ores de estosfrutales..

(5) DE ENFERMEDADESse entiende la seleccióny uso de. de controldisponibles en una forma apropiada,oporque produzcan una disminución de laspoblaciones se mantengan en un n¡veltan bajo, que no ocasio-. Paraese propósito,se debe hacer uso de todos y cada uno de los cultural,biológico,genéticoy químico.La realizaciónde una práct¡ca y aisladano ofrece fasmísmasgarantÍasde éxíto, que tiene la in ooortuna de las diferenteslaboresde control. La correctay oportuna identificaciónde las enfermedadesque afectan el tomate de árbol, la mora y el lulo en el campo y la integración de los diferentes métodos de control, son la forma más adecuadade obtener éultivossanosy de buena calídad..

(6) TOMATE DE ARBOL (Cphomandra betacea (Cav-)Sendt) EI{FERMEDADES CAUSADAS POR }IONGOS. ANTRACNOSISDEL FRUTO ColteÍotr¡<hum gloeosporioides (Penz.)Penz& sacc. Colletotrichum acutatum Simmonds Esla enfermedadmásimportantedel cultivoen TMPORTANCIA Y DISTRIBUCIÓN: y porla magnitudde laspérdidas queocasiona Colombia debidoa suampliad¡stribución en Iasregionesdondesecultivaestaespec¡e. Laantracnos¡s esunaenfermedad común en cultivosde tomatede árbol ubicadosen losdepartamentos de Antioquia,Caldas, Risaralda, CesatCundinamarca, Boyacá,Huila,Magdalena,Nariño,Tolima,Caucay Valledel Cauca.Esla enfermedadque mayorescostosdemandaal ágrícultory la que de loscultivosdespués de losdosy medioa tresaños obligaal abandonoo sustituc¡ón de producción. Cuandono se realizanmedidasde control,las pérdidasson totales.En cultivos de usocontinuode fung¡c¡das, seestimanpérdidasque comerciales bajo condiciones resistentes, oicilanentreel 1Qy el 25o/o de losfrutoscosechados. No existenvariedades por lo tanto la enfermedadse debe manejarmediantela integraciónde diferentes métodosde control.Cuandolas lluviassonfrecuentesy la humedadrelativaalta es y severidad, haciendomás continua,la antracnosis del fruto aumentasu incidenc¡a difícil su contrql. La antracnos¡stambién es favorec¡dapor la presenc¡ade ¡nsectos chupadxres, como el chinche patifefiedo (Leptoglossus zonatus), que diseminan el de la enfermedad. ramas,pero el daño másnotorio todos susestadosde desarrollo.En despuésde la inoculación,como t o r n a n n e g r a s ,a u m e n t a n d od e lesionesooseenbordesdefinidos se rodean de una tonalidad. se obsefva. (Figura1)y caídadel fruto. Cuando a la enfermedad (humedad relativa alta, nua). el centro de la lesión adquiere una. de esporas del hongo a la proliferación los frutosse secany momifican(Figura3), al en las hojas mas. antracnosis tamb¡én¡. adheridosal árbol. El hongo permanecelatente los frutos y las ramas.El hongo causantede la. losy ramasdébilescausando necrosis apicaly muerte. descendentede las mismas(Figura4)..

(7) C o n s i s t e n s e m b r a ra d i s t a n c i aasm p l i a s( 4 m x 4 m ) , e n c u a d r o p a r a t r e s b o l i l l o , f a c i l i t a ru n a m a y o ri l u m i n a c i ó ny a i r e a c i ó na l c u l t i v o .E sn e c e s a r i o o r e a l i z a re l d e s p u n t eo p o d ad e f o r m a c i ó nc u a n d ol a p l a n t at e n g a u n a a l t u r ad e 2 0 a 3 0 c m ( F i g u r a5 ) .D u r a n t ep e r i o d o sl l u v i o s os ed e b e r e v i s a sr e m a n a l m e n teel c u l t i v op a r a detectar ooortunamente ataquesde antracnosis..

(8) S e m a n a l m e n tseed e b e ne l i m i n a rl o sf r u t o sa f e c t a d o sp o r a n t r a c n o s i(sF i g u r a6 ) y r e c o g e r l o sf r u t o sc a i d o s( F i gu r a 7 ) . D e s p u éds e c a d ac o s e c h a s ed e b ed e t e r m i n a e r l número t o t a l d e f r u t o sa f e c t a d o sp o r a n t r a c n o s iyss i é s t o ss u p e r a ne l 4 % , e s n e c e s a r i roe f o r z a r l a se s t r a t e g ¡ adse c o n t r o l .C a d a3 0 d í a ss ed e b e r e a l i z a ru n a p o d as a n i t a r i ae, l i m i n a n d o h o j a sy r a m a sv i e j a so m u e r t a sa f e c t a d a sp o r p l a g a sy e n f e r m e d a d e(sF i g u r a8 ) .. I n m e d i a t a m e n tdee g p u é d se r e t ¡ r a rl o s g a r e sa r e J a p r o f un d o s l e se. seoeoen. en lu r o sy a-. cubrrrcon tar lade ten a (. chaslreffffites d a n t r a c n o s iesn l o s. taEFpresenche oatifoliado a c o n s e j a b lree a de Malathion 2 . 5 c d l . L a sc o s e d e a t a q u e sp o r imos a cosechar..

(9) € i,l. .( --l ill. :i ..) i i :': {l. {". J ll. ., ¿¡. coNTRoL qUíMlC0: Lasprácticasde control quimico con fungicidasse debeh;realizar con un producto adherenteo surfactantecadaocho dias durante épocasde invierno y c a d a 1 5 d í a sd u r a n t e l a sé p o c a ss e c a sL. a r o t a c ¡ ó nd e l o sf u n g i c i d a se v i t a e l r i e s g od e que el hongo que causala antracnosisse vuelva resistentea un producto químico en p a r t i c u l a rh, a c i e n d om á sd i f í c i ls u c o n t r o l .L o sf u n g i c i d a ss e d e b e na p l i c a rd e s p u é sd e la poda sanitariay de la recolecciónde frutos afectadospor antracnosis.Con el propósito de facilitar la deteccióny recolecc¡ónde los frutos enfermosy obtener un meior c u b r i m i e n t od e l o s m i s m o sd u r a n t e l a a s p e r s i ó nd e l o s f u n g i c i d a sa, m b a sl a b o r e ss e d e b e nr e a l i z a re n f o r m a c o n t i n u ae n l a m i s m ad i r e c c i ó ny a l o l a r g od e l o ss u r c o sy l a s calles. En la Tabla 1 se relacionanlos resultadosobtenidosen el control de la antracnosisdel tomate de árbol con diferentesfungicidasen los departamentosde Antioquia, Caldas, C a u c av V a l l ed e l C a u c ad. o n d e l a s e v e r i d a d e l a e n f e r m e d a de s v a r i a b l e ..

(10) :i::: Í 11.:.' ! l1 \t. : i'1-. t: f ) i, t:t1:.t a it ..3:.t:i r11 1;.4 1i--í::1' Oidigm Link. l!.fltt j./,:t La cenicillaes una enfermedadcomún en la mayoría i t:?.1t¡' i.:. .. iJi{.;L3.t4".il-'tt::rl:4 de loscult¡vosde tomate de árbol en losdepartamentosde Antioqu ia,Caldas,Risaralda, C u n d ¡ n a m a r cB a ,o y a c áT, o l i m a H , u i l a ,C a u c ay V a l l ed e l C a u c aE. nA n t i o q u i a s, ep r e s e n t a e n t o d a s l a s z o n a sp r o d u c t o r a sy e s c o n s i d e r a d ac o m o l a s e g u n d ae n f e r m e d a de n i m p o r t a n c i ae c o n ó m i c aE. ld a ñ o p o r l a c e ni c i l l as ea c e n t ú ad u r a n t el o sm e s e sm é ss e c o s d e l a ñ o , c u a n d op u e d ec a u s a rc a í d ad e l a s h o j a sb a j e r a sy d e l t e r c i o m e d i o e i n f e r i o r del árbol. En algunoscultivosse ha observadoel hongo Ampelomyces Ces.ex Schlecht., a c t u a n d oc o m o a g e n t ed e c o n t r o lb ¡ o l ó g ¡ c od e l a c e n i c i l l ap, e r os e d e s c o n o cseu g r a d o d e c o n t r o l .L a e n f e r m e d a ds e d i s e m i n af á c ¡ l m e n t ep o r e l v ¡ e n t od e s d el a s m a l e z a so d e s d eo t r o sc u l t ¡ v o sh a c ¡ al a D l a n t a c ¡ ó n . 'iit'.¿\ t:'ti.i1t,,.El hongo que causala cenicilladel tomate de árbol afecta principalmente l a s h o j a sy p e d ú n c u l o so, c a s i o n a n d ol a c a í d ap r e m a t u r ad e l a s h o j a sy l o s f r u t o s .L a c e n i c i l l as ec a r a c t e r i z p a o r a f e c t a re l h a z d e l a sh o j a sm á sv i e j a sd e l á r b o l ,e n d o n d es e o b s e r v a nl e s i o n essu p e r f i c i a l ei rsr e g u l a r eds e c o l o rb l a n c og r i s á c e od e a s p e c t op o l v o s o y cenic¡ento(F¡gura11),de ahí el nombrede la enfermedad.Lossíntomasmásfrecuentes y l l a m a t i v o s eo b s e r v a ne n e l h a z d e l a sh o j a sb a j e r a sp, e Í o e l h o n g ot a m b i é np r o d u c e m a n c h a sn e c r ó t i c a isr r e g u l a r e p s o r e l e n v é s( F i g u r a1 2 ) .C u a n d ol a sl e s i o n e cs u b r e nl a m a y o r p a r t e d e l a l á m i n af o l i a r , l a s h o j a sa f e c t a d a ss e t o r n a n c l o r ó t i c a se, n v e j e c e n p r e m a t u r a m e n t ye c a e n .E n l o s p e d ú n c u l o sl a sl e s i o n e s o n u n i f o r m e sy b l a n q u e c i n a s a l p r ¡ n c ¡ p ¡ yo d e s p u é s et o r n a n n e c r ó t i c a s ..

(11) CONTROLCULTURAL: Se lleva a cabo revisandosemanalmenteel cultivo durante períodos secoso de verano oara detectar síntomasde la enfermedad. cada 30 días se debe realizar la poda sanitaria,eliminando hojasy ramasviejas,muertasy afectadas por cenicillay otras enfermedades.No se recomienda¡ntercalareltomate de árbol con c u l t i v o sd e a h u y a m ay, a q u e é s t et a m b i é ne sa t a c a d op o r l a c e n i c i l l aA. l g u n a sm a l e z a s t a m b i é ns o n a f e c t a d a sp o r e l o i d i o , p o r l o c u a l ,s e d e b e n i d e n t i f i c a rp a r a s u e l i m i n a c i ó n p e r i ó d i c ad e n t r o d e l a p l a n t a c i ó n . CONTROLQUIMICO: Comprendela aspersiónde fungicidascada ocho días durante é p o c a ss e c a sy c a d a1 5 d í a sd u r a n t el o s p e r í o d o sd e i n v i e r n o .L a a p l i c a c i ó nd e l o s p r o d u c t o sf u n g i c i d a s ed e b er e a l i z a re n f o r m a c o n t i n u ae n l a m i s m ad i r e c c i ó ny a l o l a r g o d e l o ss u r c o sy l a sc a l l e sL. o sf u n g i c i d a sa b a s ed e B e n o m i l( B e n l a t ew P ) e n d o s i sd e 0 . 5 g/l y otros a basede Azufre (Elosal720 SC)en dosisde 3.0 cdl utilizadosen rotación, h a n o f r e c i d ou n b u e n c o n t r o ld e l a c e n i c i l l ad e l t o m a t e d e á r b o l .. ENFERMEDADES CAUSADAS POR VIRUS VIROSISDEL TOMATEDE ÁRBOI Virus Alargado y Flexuoso IMPORTANCIA Y DISTRIBUCIÓN: La virosisdel tomate de árbol es considerada acdel cultivoen tualmentecomola enfermedadviral de mayorimportanciaeconómica el departamentode Antioquia,ya que desde1991ha venidoafectandoseveramente los cultivosubicadosen losAltiplanodel Nortey Oriente.Tambiénse han detectado y Valledel Cauca. de Caldas, síntomassimilares en losdepartamentos Cundinamarca Síntomassimilaresa los oue causala virosisdel tomate de árbol en frutos se han observado en el departamento de Cundinamarca.La virosisdel tomate deilrbol detectada semil le e n e l A l t i p l a n oN o r t ed e A n t i o q u i an o s e frutos. enfermos,perosi setransmitemecán bolesafectadossanosmediante el tascontam¡nadas. 5ÍNToMAS: La enfermedadse m. rentesórganosde la planta.Loss¡ riables v no siemore seencuentran un mismo árbol. En algunoscasos,no tomas en lasho¡as,pero síen lasflores y los á r b o l e sp u e d e ns e r a f e c t a d o se n c u a l q u i e r su desarrollo.Lossíntomasse acentúanen los. tiernosy en las hojasnuevas,dondese pr floracionesprematurasy formación de rosetas. h o j a sl o ss í n t o m a s o n m u y v a r i a d o s( F i g u r al 3 ) ..

(12) D e p e n d i e n d od e l a s c o n d i c i o n e a s m b i e n t a l e s e p u e d e n p r e s e n t a sr í n t o m a ss e v e r o s '14), y . o s a i c o( F i g u r a moteado, t a l e sc o m o , d e f o r m a c i o n e sa l a r g a m i e n t od e l a sh o j a s m p r e s e n c i a f o l i ar(Figura y a m p o l l a s o v e j i g a s e n l a l á m i n a engrosamientd oe venas de '15). ( F i g u r a p resentan m u y v a r i a d o s 1 6 ) . E s t o s E n l o sf r u t o s ,l o ss í n t o m a st a m b i é ns o n p a r c i a lo q u e p u e d e n i n t e n s i d a d c u b r i r r n a n c h ¿g s e o r n é t r i c ársl o r ¿ d a sd e d i f e r e r r t e ' 1 7q ) ue ( F i g u r a q u e l i d a d e s r o j i z a s a m e d i d a madu f r u t o c a m b i a n a t o n a t o t a l m e n t ee l r a n ( F i g u r a1 8 ) .O c a s ¡ o n a l m e nat el g u n o sf r u t o sa f e c t a d o sm u e s t r a nt e n d e n c i aa d e f o r m a r s ey a t o r n a r s u p u l p a m á ss e c ay á c i d ar e s p e c t oa u n f r u t o s a n o .. F. k. ,lS¿¿ E l m e j o r m é t o d o d e c o n t r o ld e l a v i r o s i sd e l t o m a t e d e é r b o l p r e v e n i r l l e g a d ad e l a e n f e r m e d a da l h u e r t o . N o s e d e b e n s e m b r a r e n l a cons¡ste . n z o n a sa l t a p l á n t u l a ss o s p e c h o s adse e s t a re n f e r m a so c o n s i n t o m a sd e l a v i r o s i s E m e n t ea f e c t a d a sp o r l a e n f e r m e d a ds, ed e b e nd e s i n f e s t alra sh e r r a m i e n t adse t r a b a j o y l a sm a n o sc o n a g u ai a b o n o s ap e r i ó d i c a m e n t ed,u r a n t el a sl a b o r e sd e p o d a ,d e s y e r b a n y d i s e m i n a c i ó dn e l a v ¡ r o s ¡ s . y c o s e c h ap, a r ad i :.

(13) íl. ). r r b o l p r e s e n t es í n t o m a sd e l a v i r o s i sd e l t o m a t e d e á r b o l e n h o j a so C u a n d oc u a l q u i e á r p o d a r l o sá r b o l e s f r u t o s ,é s t ed e b e e l i m i n a r s e i n m e d ¡ a t a m e n t eN. o s ed e b e ns o q u e a o e n f e r m o sp a r ac o n t r o l a rl a v i r o s i sd e l t o m a t e d e á r b o l ,y a q u e p o c ot i e m p o d e s p u é se n l o s r e b r o t e sa p a r e c e nd e n u e v ol o ss í n t o m a sd e l a e n f e r m e d a d( F i g u r a1 6 ) . L a se n f e r m e d a d ecsa u s a d apso r v i r u sn o s e c o n t r o l a nc o n p r o d u c t o sq u í m i c o s .. ENFERMEDADES CAUSADAS POA NEMATODOS. M eI o i dogy n e i ncog n i ta (Kof oi d Me Io idogyne jauanica (Treub) Meloidogyne hapra Chitwood Me loidogyne exigua (Goeldi) Chitwood Son m encuentran asociados a Dlantac¡onesde to. n e m á t o d o sf o r m a d o r e sd e n u d o sd e l o é n e r o p r o d u c e na e s t ec u l t i v oe n t o d a s l a sz o n a s se encuentraen (ultivos de Antioquia y Caldas.M. ¡avanicay M. reportados de tomate e n A n t ¡ o q u i a ,m i e n t r a s q u e M . e x i g u a a f e c t a c u l t i v o i d e t o m a t e d e á r b o l e n e l departamentode Caldas.Losnemátodosdel nudo afectan las raícese lmpiden la.

(14) asícomola toma de aguay debilitanlentamente absorción eficientede losnutrientes, del nudoaumentan Losnemátodos losárboleshastacausarla muertede la plantación. del tomate de árbol a la bacteriaRalstonia solanacearum,gue la susceptibilidad causala dormiderao marchitez.Ensueloscon altosnivelesde materiaorgánicao en del nudoseven de ésta,losdañospor nemátodos loscualesseaplicanaltascantidades que naturalmente por la presencia fungososy bacteriales de organismos disminuidos ejercencontrolbiológico. por la apariciónde nudoso deformaciones secaracter¡za síNToMAs: Estaenfermedad en lasraíces(Figura19),loscualesvaninvadiendola raízprincipalhastallegaraI cuello pérdida sedeteriorany pudrenprovocando afectadas o coronade losárboles.Lasraíces generaldel árbol,hastallegara un y debilitamiento de anclaje,paloteo,clorosis marchitamiento comoleto.. Al hacer. g masas. (F¡gura20),seobservan afectadas las hembras del nemátodo(Figura a. ¿t),. y almácigos. Durantela semilleros del nudosufrenretrasoen del trasplanteal sitiodefin¡tivo. y almácigos debesersometidoa un trata30 a 45 días.No se debe sembrartomate de. resentadoataquesfuertespor nemátodosdel tomatede árbol en lotesque hayansidosemtr¡oo o cebada.No se debe asoc¡arni intercalar. ya que la mayoriason muy susceptibles a los plántulasafectadas al campo,se recomiendala de lasplántulasconsíntomas raicesy la eliminación por del trasplante. al momento el nemátodo de ataque el tomate de nemátodosdel nudo. inspeccióno revisión.

(15) Elcontrolculturalen condiciones de camposeiniciaconla siembra de plántulas sanas, es decir,que no tengandeformaciones o nudosidades. Esnecesario inspeccionar frecuentemente el cultivoparaobservar lasraÍces de losárbolesy detectarlasnudosidades causadas oor nemátodos. 5e deberealizarun controlfrecuentede malezas, ya que la mayoria son afectadaspor los nemátodosdel nudo. La aolicaciónal suelode tos de los hongosantagónicoscomo. lilacinus, Metarhizium anisopliae y poblacionesde nemátodos del con abono completo y con g caoaTresmeses.. e l l a st a m b i é n mten-. r las lizar 2.0 Vha),. En suelosaltamente infestados injertado sobre Fr¡egaplatoso. queesteúltimoesresistente a var¡as spp. CONTROLQUiMICO: Consisteen la desinf llero o en el almácigo,con productosa basede a 60.0 g/m'?durante 15 días,dejando airear el procedera sembrar.En condicionesde cultivo, Carbofuran(Furadan3G) en dosisde 50.0 g/pla GR BIODAC)en dosisde 20.0 g/planta, al momento cadatres meses.. icidasa basede ( M o c a p1 5. nsplantey posteriormente.

(16) MORA DE CASTILLA (Rr¡br¿sgla¿rcusBenth.). CAUSADASPORHONGOS ENFERMEDADES BOTRYTIS.PUDRICIÓNDEL FRUTO,MOHO GRIS Botryttis cinerea Pers.ex. Fr. Y DISTRIBUCIUÓN: La pudricióndel fruto es una enfermedadfreIMPORTANCIA de moraen Colombia.Elmohogrisafectaculticuenteen todaslaszonasproductoras vos de mora en los departamentosde Antioquia, Caldas,Risaralda,Boyacá, SantandetNariño,Huilay Cauca.La enfermedades favorecidapor Cundinamarca, y temperaturas baias.La incicontinuas condiciones de humedadrelativaalta,lluvias del mohogrisesvariablesegúnla épocadel año y la zonade prodenciay severidad más una de las enfermedades ducción.Durante1996el moho grisfue considerada limitantesal cultivode la moraen el Or¡enteAntioqueño,de acuerdoconestudiosde de pérdidasque incidencia dondesedemostróque Botryttiscinereaera responsable afectadapor enfermedades. de la fruta cosechada oscilaronentre52 y 760/o ataca síNTOMAS:Botryitiscinerea causala pudricióndel fruto y ocasionalmente floresy hojas.Cuandoafectalasflores,éstassecaenantesde tiempoy sepresentaun que sostiede los pedúnculos secamiento de colorcaféclarode laspartesterm¡nales nen lasflores.yloq.frutos.CuandolasIluviassonfrecuentesel hongo afectatodo el racimode frutos &le se observauna masafungosade aparienciaalgodonosade color gris a negro. LO5. ta los donde. y permanecen a losracimos. Eot4rfis cinereaafecadheridos oue sostienenlos frutos causandouna lesiónde color café claro (Figuar 23).Elhongotambiéncausalesioabundantemente esporula.

(17) n e sd e c o l o rc a f éc l a r ol o c a l i z a d aesn e l á p i c ed e l a sh o j a s( F i g u r a2 4 ) .P o re l e n v é sd e las hojas, las lesionesse caracter¡zanpor presentarun crecimientoafelpado de color c a f é o s c u r od o n d e s e v i s u a l i z a nl a s e s p o r a sy c o n ¡ d ¡ ó f o r o (se s p o r u l a c i ó nd)e l h o n g o q u e c a u s al a e n f e r m e d a d( F i g u r a2 5 ) . _l! :l. jr. E d CONTROLCULTURAL:El control cultural comprende laborespermanentesde aireac i ó nd e l c u l t i v o t, a l e sc o m o l a d e s y e r b ad e l a sc a l l e sy l a sp o d a ss a n i t a r i a sD. a d oq u e e l hongo permaneceen los racimosde frutos, estosse deben removery ademásse deben podar lasramassecascon una frecuenciasemanal.El material colectadodebe ser retir a d o d e l c u l t i v oy q u e m a d os e m a n a l m e n t e .. C O N T R O LQ U i M I C O :E lc o n t r o lq u í m ¡ c os e r e a l i z am e d i a n t e ( S u m i l e x5 0 W P ) e n d o s i sd e 1 . 0g / 1 ,D i c l o f l a b a s ed e P r o c i m i d o n a l L O )e n d o s i sd e 5 0 ) e n d o s i sd e 2 . 0 a 3 . 0 q / l o d e l p r o d i o n e( R o v r aF fungicidasse deben rotar con productosa basede Mancozeb ( B a v i s t i n5 C )e n d o s i sd e 1 . 0 , arbendazim 2 0 0 )e n d o s i sd e 3 . 0 g / 1 C (Control 500 5C)en dosisde 2.5 ccll,para ev¡tar la formación de g e n o r e s i s t e n t eas l o s p r i m e r o sf u n g i c i d a s .. l o ni l. paro-.

(18) MILDEO VELLOSO,PERONOSPORA Peronospora Corda I M P O R T A N C I A Y D I S T R I B U C I Ó N :E l m i l d e o v e l l o s o d e l a m o r a , c a u s a d o p o r Peronospora sp., es una enfermedad de recienteocurrenciaen Colombia.La enfermedad se presentaen cultivosde mora ubicadosen los departamentosde Antioquia, En losúltimosaños,el mildeo Caldas,Risaralda, Santander,Cauca,Huilay Cundinamarca. en cultivosde mora importancia económica enfermedad de una vellosoesconsiderada p p u e d e L a e n f e r m e d a d c a u s a r é r d i d a sd e l o r d e n u b i c a d o se n e l O r i e n t ed e A n t i o q u i a . por afectada enfermedades. del 20 al 30% de la fruta cosechada s¡NToMAs: El agente causaldel m¡ldeovellosoafecta hojas,tallos, pedúnculosy frutos. Losfrutos son parc¡almenteafectadosy presentanun desarrolloirregular (Figura ¿bl.. Losf rutos presentanmaduración d e s u n i f o r m ey p é r d i d a d e t u r g e n c i ay b r i l l o ,l o c u a l d e m e r ¡ t a sucalidad(Figura27).Cuandolas c o n d i c i o n eds e h u m e d a dr e l a t i va son altas (mayoresdel 80%), Drevalecentemoeraturasmoderadasa frias (17 a 20 'C) y se pres e n t a nl l u v i a sc o n t i n u a se l h o n go crecesobrelosfrutos, l05cual e st o m a n u n a a o a r i e n c i ab l a n -. cuzcaensu Los pedúnculos y sentanlesiones c o l o rb l a n c o corresponoe. El pedúncu I amarilleam vellosose. 28).. osidadde color blancoo grisáceoclaro,que gios del patógeno (Figura29 y Figura30).. ia abajo.En las floresse presentaun ue luego se caen. Losdaños por mildeo causauna lesiónde color café claro.

(19)

(20) La lesiónavanzadesdela parteexternahaciael interiordel sépalo(Figura31).Enlos botoneslossépalos muestranun secamiento en el ápicey losbordes,el cualva progrepor momificarlos completoy se presentaesporulación sandouniformementehasta (Figura que 32) causala enfermedad. del hongo de lossépalos, éstosse pasmanquedandoen posiCuandono se presentala necrosis (Figura paralela pedúnculo que sost¡ene el fruto 33).Enlashojas,lossíntomas ción al y ni visibles sóloseobservanlasestructuras del patógenoen el no sontan frecuentes las mismas. envésde. o r i e n t a rh a c i al a e l ¡ m ¡ n a c i ó dn e l o s tel tnl ta. en oe (Br. pooa. arr. el propósitode disminuirlosfocosde de sedebendejarlaspartesafectadas. loorado un adecuadocontrol del mildeo vellosode la mora ncenalesde fungicidas a base de Metalaxyl+Mancozeb(Ridomil (CurzateM-8, Curathane) is de 3.75 g/l o de Cymoxanil+Mancozeb g/1.Losanterioresproductosse deben rotar con productosa base | 500 SC)en dosisde 2.5 ccJlo de Fentín Hidróxido de Estaño. en dosisde 0.5ccl|..

(21) ANTRACNOSISDEL FRUTO,MUERTEDESCENDENTE, SECADERA.PALO NEGRO Glomerella cingulata (Stonem.)Spauld.& Schrenk (=Colletotrichum gtoeosporioides (Penz.) Penz. & Sacc.). I M P O R T A N C I AY D I S T R I B U C I Ó NL: a a n t r a c n o s ¡ se s u n a e n f e r m e d a dd e c o m ú n o c u r r e n c i ae n c u l t i v o sd e m o r a e n l o s d e p a r t a m e n t ods e A n t i o q u i a ,C a l d a sR , isaralda, C u n d l n a m a r c aB, o y a c áV, a l l ed e l C a u c a C , a u c aS , a n t a n d eyr H u i l a .L a p r e s e n c i a de la e n f e r m e d a de sf a v o r e c i d ap o r l a h u m e d a dr e l a t i v aa l t a y l a a b u n d a n c i ad e m a l e z a sL. a antracnosisafecta losfrutos de mora provocandola pudriciónde los mismos.El hongo se presentaen tallos y ramasocasionandola enfermedadconocidacon el nombre de p a l o n e g r o ,m u e r t ed e s c e n d e n t oe s e c a d e r a d e l a m o r a .A l i g u a l q u e e l m o h o g r i s ,l a incidenciay severidadde la antracnosisdepende de la localidady varía con los años. ' 1 9 9 2y Entre 1 9 9 4 , l aa n t r a c n o s iosc a s i o n ól a d e s a p a r i c i ódne a l g u n a sp l a n t a c i o n edse m o r a e n e l O r i e n t e A n t i o q u e ñ o .U n e s t u d i o r e a l i z a d oe n 1 9 9 6 e n l a m i s m a z o n a p r o d u c t o r ad, e t e r m i n óq u e l a a n t r a c n o s ¡ssó l oe r a r e s p o n s a b ldee u n a p é r d i d ad e l 5 % de los frutos afectadospor diferentesenfermedades,sin embargo,en la actualidades u n a e n f e r m e d a dd e i m p o r t a n c i ae c o n ó m i c a l a f e c t a re n t r ee l 5 0 y e l 7 0 % l o st a l l o sd e l a sp l a n t a sd e m o r a c u l t i v a d a s . SíNTOMAS:EIprincipaldaño que ocasionaC, gloeosporiodes en cultivosde mora es la muerte progresivay descendentede los brotesy las ramas(Figura34) quedando los f r u t o s a d h e r i d o sa é s t a s( F i g u r a3 5 ) ..

(22) E n l o s t a l l o sy r a m a ss e o b s e r v a nm a n c h a so v a l a d a sd e c o l o r m o r a d o ó v i o l á c e oq u e c u b r e np a r c i a (l F i g u r a3 6 )o t o t a l m e n t ee l t a l l o .L u e g ol a sl e s i o n esset o r n a n n e g r a sy s e s e c a nd, e a h í q u e e n a l g u n a sz o n a sl a e n f e r m e d a ds e l e c o n o z c ac o n e l n o m b r ed e p a l o negro. Al interior de los tallos afectadosse observauna necrosisde color café claro (Figura37). El hongo penetrapor losbrotestiernosde lasramat lascualesseennegrecen y l a s h o j a sr e c i é nf o r m a d a ss e m a r c h i t a n a, m a r i l l e a ny m u e r e na d h e r i d a sa l a p l a n t a ( F i g u r a3 8 y F i g u r a3 9 ) ..

(23) E n o c a s i o n e sl a, sl e s i o n esse l o c a l i z a na l r e d e d o rd e l a se s p i n a sy s e r o d e a nd e m a n c h a s b l a n c u z c acso n d i m i n u t o sp u n t o s n e g r o s( F ¡ g u r a4 0 y F i g u r a4 1 ) . E l h o n g o e s p o r u l a profusamente s o b r el o st a l l o se n f e r m o sy p r o d u c el e s i o n e d s i m i n u t a sd e c o l o r l a d r i l l o o s a l m ó n( F i g u r a4 2 ) .C u a n d ol a i n f e c c i ó ne n l o st a l l o sp r i n c i p a l eesss e v e r a( F i g u r a4 3 ) , e l h o n g o p r o d u c el a m u e r t ed e l a p l a n t aF i g u r a4 4 ) ..

(24) CONTROL CULTURAL: 5e debena eliminarlasramasafectadas oor la muertedescenparaofreceruna mayoraireadentey a mantenerun adecuadocontrolde malezas, en lasramasy tallosdespués de laspodas cióndentrodel cult¡vo.El hongopersiste por lo cualestosres¡duos sedebencolectary retirarsemanalmente del culsanitarias, TIVO,. CONTROLQUÍMICO: Las aspersionescon fungicidas se deben dirigir a las ramas y tallos. Cuando los ataquesson severos,se recomiendala realizaciónde dos a tres aspersionesseguidasde un fungicida a basede Benomil(BenlateWP) en dosisde 0.5 g/l o Carbendazim(BavistinSC)en dosisde 1.0 cdl. Reducidala severidadde la enferme'15 dad, lasaspersiones se deben realizarcon menor frecuencia,es decir cada a 21 días.. CENICILLA, OIDIO. M¡LDEO POLVOSO, CRESPERA OidiumLink.. IMPORTANGIAY DlSfRlBUClÓN:El mildeo oolvosoo cen¡c¡llaes una enfermedadde importanciaeconómicadurante períodossecosy se presentaen todas las zonas proCundinamarca, ductorasde mora de losdepartamentosde Ant¡oquia,Caldas,Risaralda, B o y a c áS, a n t a n d e rC, a u c ay H u i l a .C u a n d on o s e r e a l i z a nm e d ¡ d a sd e c o n t r o lo p o f t u n o l a e n f e r m e d a dp u e d e l l e g a ra s e r l i m ¡ t a n t ea l c u l t i v o . SINTOMAS: La cenicilla afecta las hojas ióvenes.El síntoma más común de la cenicilla o cresperaes la deformación, amiento de las enroscá m¡entoo. hojas(Figura45). hojasse prese. gulares y difusas suave(Figura ciaarribao forman.. cie de las rrreco. Enalgunas de las c a u s at a bajo inverano proongó puede crecer l a s u p e r f i c i ed e l a s. blanqueun crecimiento l o r b l a n c o( F ¡ g ur a 4 8 ) ..

(25) I.": 4\. ii: *g. r;l = <ro 4fJ fJ t¡¡. !¡¡ o o J. 6. o. CONÍROL CULTURAL:Se debe realizareliminando los teiidos p o d as e m a n a lp, a r ad i s m i n u i rl o sf o c o sd e i n f e c c i ó nN . o s ed e b e n plantasafectadasdentro del cult¡vo.. CONTROLQUÍMICO:Consisteen realizaraspersiones de fu (Anvil5 5C)en dosis0.5a 1.0cdl. Hexaconazol.

(26) ,'%. iffioa;+rrr,. crrA Fr{yrEtFr{THGtHA. LUIO DE CASTILLA (Solanum quitoense Lam.). ET{FERMEDADES CAUSADASPORHONGOS TIZÓN DEL LULO, GOTA. PHYTOPHTHORA Phytophthora ¡nÍestans (Mont.) de Bary. IMPORTANCIAY DISTRIBUCIÓN:La enfermedadconocidacon el nombre de gota o t i z ó n d e l l u l o s e p r e s e n t óp o r p r ¡ m e r av e z e n p l a n t a c i o n e sd e l d e p a r t a m e n t od e Antioqu¡a. Posteriormente,las afeccionespor Phyrtophthora infestans fueron de ¡mportancie a c o n ó m i c ae n e l d e p a r t a m e n t od e N o r t ed e 5 a n t a n d e rE. na m b o sc a s o ss, e e n c o n t r óq u e l a e n f e r m e d a de r a m u y s e v e r ae n c o n d i c i o n edse h u m e d a dr e l a t ¡ v aa l t a y c o n t e m p e r a t u r a se n t r e 1 5 y ' 1 8" C . L o sd a ñ o s p o r e l t i z ó n d e l l u l o e n e s t a sz o n a s p a s a r o nd e s a p e r c i b i d oysc a u s a r o np é r d i d a se n o r m e sp o r l a p o c ad i v u l g a c i ó nd e l o s s í n t o m a sy e l d e s c o n o c ¡ m i e n tdoe l o s m é t o d o sd e c o n t r o l .P o c od e s p u é se, l t i z ó n d e l lulo se presentócon características epidémicasen losdepartamentosde Valledel Cauca, B o y a c áC, u n d i n a m a r c aT,o l i m ay H u i l a ,d o n d e l a a l t a s e v e r i d a dh a o b l i g a d oe n m u c h o s c a s o sa l a b a n d o n od e l c u l t ¡ v o A . d e m á sd e l o s a n t e r i o r e sd e p a r t a m e n t o sl ,a e n f e r m e d a d s e h a o b s e r v a d oc o n c a r a c t e r í s t i cgarsa v e se n C a l d a sQ , u i n d í oy R i s a r a l d a . s l N T o M A s : L ae n f e r m e d a ds ep u e d ep r e s e n t adr e s d el a e t a p ad e a l m á c i g o cs a u s a n d o u n a l i g e r am a r c h i t e zd e l a sh o j a s ,d e b i d oa q u e e l h o n g o a t a c ae l c o g o l l o( F i g u r a4 9 )y l l o d e l a sp l á n t u l a s( F i g u r a5 0 ) .. E¡E¡-rJ.¡rrl. G¡C'TA Fr{YTElFr{Tr#lHA.

(27) L a l e s i ó ne s d e c o l o r p a r d o o s c u r oy r o d e at o t a l m e n t ee l t a l l o ¡ m p i d i e n d oe l p a s od e a g u ay n u t r i e n t e sC . u a n d oe n e l a l m á c ¡ g os e p r e s e n t a nc o n d i c i o n edse h u m e d a dr e l a tiva alta el hongo afecta las hojas,donde ocasionalesioneshúmedasde color negro y b o r d e si r r e g u l a r e q s u e l l e g a na e x t e n d e r s e a l t a l l o p r i n c i p a cl a u s a n d ol a m u e r t et o t a l d e l a p l á n t u l a( F i g u r a5 1 ) . E n o c a s ¡ o n e se,l a t a q u e s e i n i c i ae n e l p e c í o l od e l a h o j a p r o v o c a n d ol a m a r c h i t e zd e l a m i s m a .P o r e l h a z d e l a l á m i n af o l i a r e l h o n g o c a u s a lesionesde color castañoclaro que poseenbordes irregularesy se rodean de un halo c l o r ó t i c o( F i g u r a5 2 )y p o r e l e n v é ss e p r e s e n t aa b u n d a n t ee s p o r u l a c i ó (nF i g u r a5 3 ) .. TróN. EH-u.|l¡rr. ctctrA.

(28) E EL I+'III,. BC'TA, FFÍYTEIFFITHCIHA. El ataque en los frutos no es fácilmente detectado ya que para visualizarel daño es necesario r e t i r a rl o s " t r i c o m a s "o " p e l u s a "q u e l o sc u b r e .L a l e s ¡ ó ns e i n i c i ae n l a b a s e d e l p e d ú n c u l od e l f r u t o y a v a n z ai r r e g u l a r m e n t ceo m o u n a m a n c h aa l g o d e p r i m i d ad e color café oscurohacia la región ecuatorial del mismo hasta cubrirlo parcialo totals e a t a q u e ,e l h o n g o p r o d u c eu n a p u d r i c i ó n m e n t e ( F i g u r a5 4 ) .E n e s t a d o sa v a n z a d o d blanda de los frutos que descomponela corteza y la pulpa, Los frutos afectadosse desprendenfácilmente. En condicionesde campo, los primerossíntomasse observan e n l o sc o g o l l o so b r o t e st i e r n o sd e l a sp l a n t a s l,o sc u a l e ss e d o b l a no m a r c h i t a n( F i g u r a 5 5 )y e n s u p a r t es u p e r i o rs e p r e s e n t au n a d e l g a z a m i e n tdoe l t a l l o q u e t o m a u n a c o l o ración café claro o parda (Figura56). s u p e r f i c i abl l a n q u e c i n oa m a n e E n l a s u p e r f i c i ed e l o st a l l o ss eo b s e r v au n c r e c i m i e n t o ra de rocÍo que correspondea las estructurasreproductivasdel hongo causantede la e n f e r m e d a d( F i g ur a 5 7 ) .. f,tr. ErE r.Lt..t, etrA. FF{yrGtFtstrt#l.A.

(29) I. TEóN. E'EL ¡J. ¡-Clr C¡CrrAr. Pr{YroFr{-I'[;q. Los botones florales también toman una coloración parda o café, se secany se desp r e n d e nf á c i l m e n t eA. l r a s p a rl a sl e s ¡ o n epsr e s e n t eesn e l t a l l o s eo b s e r v au n a l e s i ó nd e c o l o r a c i ó nn e g r u z c ad e b o r d e i r r e g u l a r( F i q u r a5 8 )q u e c o m p r o m e t el a e p i d e r m ¡ ys e n s n l a b a s ed e l t a l l o p r i n c i p a (l F i g u r a5 9 ) ,p r o v o a l g u n o sc a s o sl o st e j i d o sc o n d u c t o r e e a e t o d a l a p l a n t a( F i g u r a6 0 ) . c a n d ol a m a r c h i t e zy m u e r t eg e n e r a l i z a d d. TEóN. DEL rJ.¡rlrr G¡CrrA. a+vron+n$a=.

(30) Eil-At\ElCt, táMA. ELA|\EA. CONIROL CULTURAL: Como prácticade control preventivodel tizón del lulo se recom i e n d al a s i e m b r aa d ¡ s t a n c i aasm p l i a s( 3 m x 3 m ) y m a n t e n e re l c u l t i v oa i r e a d om e d i a n t e l a p o d a m o d e r a d ad e h o j a s .S ed e b e n r e t i r a rl a sm a l e z a sc e r c a n aas l a b a s ed e l a p l a n t a y m a n t e n e rl i m p i ay a i r e a d al a z o n a d e p l a t e o .5 e d e b e n r e t ¡ r a ry q u e m a r f u e r a d e l c u l t i v oc o g o l l o s h. o j a s t, a l l o sy f r u t o s a f e c t a d o s . CONTROLQU|MICO: Cuandose presentenlas primeraslesionesen los tallos,éstasse d e b e n r a s p a rc o n u n c u c h i l l o( c i r u g Í a )l,i m p i a n d ol a e p i d e r m i so c o r t e z ad e l a p a r t e a f e c t a d ah a s t ae n c o n t r a rt e j i d o s a n o .E n l a r e g i ó n d o n d e s e r e a l i z ól a l i m p i e z ad e l t e j ¡ d o a f e c t a d os e d e b e a p l i c a ru n a p a s t ad e u n p r o d u c t oa b a s ed e O x i c l o r u r od e C o b r e( O x i c o bW P ) o d e M a n c o z e b( D i t h a n eM - 4 5 ,M a n z a t e2 0 0 ) .A d i c i o n a l m e n t es,e d e b e n r e a l i z a ra s p e r s i o n edsi r i g i d a sa h o j a s ,b o t o n e sf l o r a l e s t, a l l o sy f r u t o s c o n u n producto a basede Cymoxan il+Mancozeb(CurzateM-8, curathane) en dosis3.0 g/1, alternandocon un producto a basede Clorotalonil(Control 500 5C)en dosisde 2.5 ccl l . T a m b i é ns e p u e d e n r e a l i z a r a s p e r s i o n e sa l t e r n a d a sd e u n p r o d u c t o a b a s e d e l o l d M z 6 8 ) e n d o s i sd e 3 . 7 5g / l y d e C l o r o t a l o n i(lC o n n c o z e b( R i d o m i G M e t al a x y l + M a , a s p e r s ¡ ódne p r o d u c t r o l 5 0 05 C )e n d o s i sd e 2 . 5c d l . E n c a s od e i n f e c c i o n esse v e r a sl a t o s a b a s e d e F o s e t y lA l u m i n i o ( A l ¡ e t t e 8 0 W P ) e n d o s i s d e 3 . 0 g / l o d e F o s e t y l A l u m i ni o + M a n c o z e b( R h o d a x7 0 W P )e n d o s i sd e 2 . 5 g l l , h a n d e t e n i d oe l a v a n c ed e l a e n f e r m e d a dL. a sa s p e r s ¡ o n esse d e b e n r e a l i z a rc o n p r o d u c t o ss u r f a c t a n t epsa r af a c i l i t a r l a a d e c u a d ad i s t r i b u c i ó nd e l o sf u n g i c i d a s o b r el o st e j ¡ d o sd e l a p l a n t a .. MOHO BLANCO, LAMA BLANCA" PUDRICIÓN ALGODONOSA Sclerotinia scterotiorum (Lib.) de Barv Y DISTRIBUCIÓN E:l h o n g o q u e c a u s ae l m o h o b l a n c os e p r e s e n t ae n d e l u l o d e l o s d e p a r t a m e n t o sd e N o r t e d e S a n t a n d e r , . su n a B o y a c áA, n t i o q u i a ,H u i l a ,T o l i m ay V a l l ed e l C a u c a E d e r a b l ei m p o r t a n c i ae c o n ó m i c ay a q u e p u e d e c a u s a rp é r d i d a s no se toman medidasooortunasde control. S, scte¡otiorum es un u n a o r a n v a r i e d a dd e o l a n t a sc u l t i v a d avs s u a t a q u es ev e f a v o r e c i d o d e h u m e d a dr e l a t ¡ v aa l t a y l l u v i a sc o n t i n u a s . oho blancoafecta todas l4s partesde la planta, especialmentetallos el hongo atáca los tejidoc:jóvenesdel tallo o las ramasse observan y ramas. r i e n c i ah ú m e d ay c u a n d oa t a c at e j i d o s de color café manchas a s e c a .E n c o n d i c i o n e d se alta humedad riciónt¡eneuna lignificados t a l l o s u n c r e c ¡ m i e n t o a f e l p a d od e c o l o r o forma sobrelas relat¡va,el h a s t a avanza c o l o n i z a r l otso t a l m e n t e( F ¡ blanquecino p u e d e n ,e l l o s s e o b s e r v a lro se s c l e r o c i oqs u g u r a6 1 ) E sobrelasramas . n q u e d e i r r e g u l a r s o n e s t r u c t u r a s de forma de color 5 0 n u n a sm a s a s ( F i g u r a p o r q u e 6 2 ) . L o s a t a q u e s c a u s at a e n f e r m e d a d sobrevivencia d que que los causan otras enfermedades se diferenciande Sclerotinia r c h i t e zp , o r q u ea l c o r t a re n f o r m a l o n g i t u d i n a l e tl a l l o a f e c t a d o también s e o b s e r v a nl o s e s c l e r o c i oasl ¡ n t e r i o rd e l m i s m oe n l a p a r t e c e n t r a l( m é d u l a )( F i g u r a 63).. H-ANCC!|. LALAETLANGA.

(31) MCI.IEI ELAI\ECI¡ L a sr a m a sy t a l l o sa f e c t a d o s e d e s c o m p o n e nl a , sh o j a ss e m a r c h i t a ny c u a n d ol a i n v a s i ó n d e l h o n g o s e p r e s e n t ae n l a b a s ed e l t a l l o p r ¡ n c i p a ll,a p l a n t a s e m a r c h ¡ t at o t a l mente y muere (Figura64).. tvEt}rct.

(32) ¿' '?¿Ho. BLAñ¡cor. LA','AE'ANEA. CONTROLCULTURAL:Si la enfermedadse detectaen estadostempranosde infección. s e r e c o m i e n d ac o r t a r l o s t a l l o sy r a m a sa f e c t a d a s( F ¡ 9 u r a6 5 ) e i n t r o d u c i r l o se n u n a b o l s ap l á s t i c a( F i g u r a6 6 ) p a r a e v i t a r l a c a í d aa l s u e l od e l o se s c l e r o c i odse l h o n g o . L a c e r r a d as ep u e d er e t i r a rd e l h u e r t oo d e j a re n e l c a m p o( F i g u r a6 7 )e n u n b o l s ap l á s t ¡ c a l u g a r d o n d e s e g a r a n t i c ee x p o s i c ¡ ó nd i r e c t a a l o s r a y o s d e l s o l d u r a n t e 3 0 d í a s ( s o l a r i z a c i ósne c a )t,i e m p o d e s p u é sd e l c u a l ,s e r e c o g e nl a sb o l s a sc o n l o s r e s i d u o ss, e r e t i r a ny s e q u e m a ne n u n l u g a r a l e j a d od e l h u e r t oo c u l t i v o . C O N I R O LQ U í M I C O :S ed e b e p r e p a r a ru n a p a s t aa b a s ed e M a n c o z e b( D i t h a n eM - 4 5 , . osteriormente se , de M a n z a t e2 0 0 )p a r a a p l i c a re n l o s c o r t e sd e l a sr a m a sp o d a d a s P ( B e nlate p r o d u c t o s b a s e d e B e n o m i l c o n a a l t e r n a d a s s liares b e n r e a l i z a ra s p e r s i o n ef o ( R o v r a l 1 . 5 c c l l o d e C l o r o t a lonil d o s i s d e 0 . 5 a g / 1 , F L O e ) n l p r o d i o n e W P )e n d o s i sd e 0 . 5 (Control 500 5C)en dosisde 2.5 ccl|,durante un período de un mes hasta detener el a v a n c ed e l a e n f e r m e d a d .. E¡|-ANEGIT LAIVIA. ELANEA.

(33) '" vrFilJE¡ ErE LA HoIJA 'EELTEñA. #. ENFERMEDADES CAUSADASPORVIRUS. VIRUs DE LA HoJA PEQUEÑA Virus. I M P O R T A N C I AY D I S T R I B U C I ó NE: s t ae n f e r m e d a de s e n d e m i c ae n t o d a s l a sz o n a s p r o d u c t o r a sd e C o l o m b i a ,p e r o s u se f e c t o ss o n m á s n o t a b l e se n r e g i o n e sd o n d e s e c u l t ¡ v at a n t o e l l u l o c o m o l a p a p a .H a s t ah a c eu n o sa ñ o sf u e e l d e s o r d e nm á s i m p o r , t a n t e d e l c u l t i v o ,p u e s t oq u e l a p l a n t ae s a f e c t a d ad e s d ep e q u e ñ ai m p i d i e n d os u p r o d u c c i ó nE . s t ae n f e r m e d a ds ed e t e c t óe n 1 9 8 6e n e l m u n i c i p i od e R i o n e g r o( A n t i o q u i a ) . p e r o e s m u y p r o b a b l eq u e e x i s t i e r ad e s d eh a c em u c h ot i e m p oy t a l v e z l o ss i n t o m a s e c o n f u n d Í a nc o n d Í s t u r b i o sf i s i o l ó 9 i c o o s d e f i c i e n c i ansu t r i c i o n a l e se,s p e c i a l m e n tdee e l e m e n t o sm e n o r e s S . i m u l t á n e a m e n tfeu e r o n o b s e r v a d ossí n t o m a ss i m i l a r e e sn cultiv o sd e l u l o e n z o n a sd e C u n d i n a m a r cya B o y a c ár,e g i s t r á n d o seen t r e u n 2 5 y u n 3 5 o / o d e p l a n t a sa f e c t a d a sE. n l a a c t u a l i d a dl a e n f e r m e d a ds e p r e s e n t at a m b i é n e n l o s d e p a r t a m e n t o sd e C a l d a sT, o l i m ay H u i l a . L a e n f e r m e d a dd e l a h o j a p e q u e ñ ae so c a s i o n a d p a r o b a b l e m e n t ep o r u n v i r u sq u e n o s et r a n s m ¡ t em e c á n i c a m e n tyes o l os et r a n s m i t ee n f o r m a p e r s i s t e n t p e o r l o sp u l g o n e s Myzus persicae y Aphis gossypii (F¡gura 68).. vtFtuscrEuAHcrJAPEeudtA. -\.

(34) .%; ''. T. v*nrsE=LAHcL^pEELrd^. . i ' r . ¡ l f i j ¡ t L o s s í n t o m a s q ucea r a c t e r i z alna e n f e r m e d a ds o nu n s e v e r oe n c o c a m i e n t o v c l a r e a m i e n t o a m a r i l l e a m i e n t ion t e r v e n adl e l a sh o j a s( F i g u r a5 9 y F i g u r a7 0 ). P o s t e r i o r m e n t e ,l a m a r i l l e a m i e n tsoe g e n e r a l i z ae n t o d a l a p l a n t ay l a sh o j a sj ó v e n e s s e e n c o c a nh a c i aa b a j o ( F i g u r a7 1 ) y s e o b s e r v aa c o r t a m i e n t od e t a l l o sy p e c í o l o sc o n y a f e c t at o d a sl a s r e d u c c i ó nd e l a p r o d u c c i ó nL. ae n f e r m e d a ds ed i s e m i n ar á p i d a m e n t e p l a n t a sd e l u l o ( F i g u r a7 2 y F i g u r a7 3 ) . P l a n t a sc o n e s t o ss ¡ n t o m a sn o m u e r e n p e r o d e j a n d e p r o d u c i ry n o r e s p o n d e na n i n g ú nt i p o d e t r a t a m i e n t o .. '. r i t { r l C U L T U R A LPTa r ap r e v e n i rl a e n t r a d ad e l v i r u sa c u l t i v o su b i c a d o se n z o n a s "l o estal i b r e sd e l a e n f e r m e d a ds er e c o m i e n d au t i l i z a rs e m i l l as e x u a ol a s e x u a(l e s q u e j e c a ) q u e p r o v e n g ad e p l a n t a ss a n a s 5. e d e b e e v i t a r l a a s o c i a c ¡ ódne l l u l o c o n p l a n t a s s o l a n á c e a cs o, m o l a p a p a ,p u e se s t aú l t i m a p u e d es e r l a f u e n t e p r i m a r i ad e i n f e c c i ó n .. @&.-. VTFIIJC¡ E E LA I{CL¡A. FEOLIENA.

(35) ENFERMEDADESCAUSADAS POR NEMATO. NEMATODOS DEL NUDO, MELOIDOGYNE Meloidogyne incognita (Kofoid & White)Ch¡twood Meloidogyne javanica (Treub) Chitwood Meloidogyne anenaria (Neal) Chitwood IMPORÍANCIA Y DISTRIBUCIÓN:Los nemátodosdel nudo se pueden presentardur a n t e l a e t a p a d e s e m i l l e r o ys a l m á c i g o L . a sp l a n t a sa f e c t a d a sp o r l o s n e m á t o d o sd e l nudo sufren retraso en su desarrollo y los daños sólo se detectan al momento del trasplantea s¡tio det¡n¡t¡vo.En cultivosde lulo de todas las zonasproductorasde Col o m b i a ,s e h a r e c o n o c i d ol a ¡ m p o r t a n c i ae c o n ó m i c ad e l o s n e m á t o d o sd e l g é n e r o Meloidogyne sp., conocidoscomo formadoresde nudos en las raÍces.La esoeciellt i n c o g n i t a e s t á d ¡ s t r i b u i d ae n l o s d e p a r t a m e n t o sd e A n t i o q u ¡ a , C a l d a s ,C a u c a , Cundinamarcay Valle del Cauca.M, javanica se encuentraen cult¡vosde lulo de los departamentosde Ant¡oquiay Cundinamarca,mientrasque rvt arenaria se encuentra e n e l V a l l ed e l C a u c as, i e n d op o r l o t a n t o l a sd o s p r i m e r a se s p e c i elsa sm á sp r e v a l e n t e s y d i s e m i n a d aesn t o d a sl a sz o n a sp r o d u c t o r a ds e l p a Í s .L o sn e m á t o d o sd e l n u d o f a v o r e c e n l a e n t r a d ad e l a b a c t e r i ay a u m e n t a nl a s u s c e p t i b i l i d adde l a sp l a n t a sd e l u l o a l a marchitez bacterial causada por Ralstonia solanacearurn (= pseudomonas solanacearum). SINTOMAS:Lasraícesde lulo afectadaspor Meloidogyne spp.,no son funcionalesy n o r e s p o n d e na l o s t r a t a m i e n t o sd e f e r t i l i z a c i ó np. o r l o a n t e r i o r ,l a s p l a n t a sd e l u l o afectadaspor el nemátodo del nudo Meloidogyne spp., carecende s o nd e m e n o rt a m a ñ o ,p r e s e n t a na m a r i l l e a m i e n tdoe l a sh o j a sm á s m e r m a nc o n s i d e r a b l e m e n st eu o r o d u c c i ó n .. N4IATffiC'E.NLEE¡I.

(36) t. fE EIC¡S EIEL NLtElc'r ME-C¡IE¡C¡GIYNE E n d í a sc a l u r o s o sl a , sp l a n t a sd e l u l o a f e c t a d a sp o r l o s n e m á t o d o sd e l n u d o m a n i f i e s t a n m a r c h ¡ t a m i e n ttoe m p o r a l .L a sr a í c e sp r e s e n t a nn u m e r o s aas g a l l a so n u d o s( F i g u r a 7 5 ) q u e s e l o c a l i z a nc e r c ad e l a b a s ed e l a p l a n t a( F i g u r a7 6 ) y f a v o r e c e ne l a t a q u ed e de la , c a s i o n a n d ol a p u d r i c i ó nd e l a s m i s m a sy e l d e b i l ¡ t a m ¡ e n t o o t r o s p a t ó g e n o so planta.. fE E CtgoE-NrJEE. !ME.CilE. C'EYNE.

(37) NEMATEIETC'SE ELNUEIC'T CONTROLCULTURAL:El control de Meloidogyne spp. debe ser preventivoen el sem i l l e r oy a l m á c i g o E . l s u e l oq u e v a s e ru s a d oe n l o ss e m i l l e r o ds e b e s e rs o m e t i d oa u n t r a t a m i e n t od e s o l a r i z a c i óhnú m e d ad u r a n t e3 0 a 4 5 d í a s .N o s e r e c o m i e n d a s o c i aer l lulo con plantassusceptibles, sobretodo plantasde la familia de lassolanáceas. Cuand o s e s i e m b r ee l l u l o d e c a s t i l l ae, l c u a l e s s u s c e p t ¡ b lae l o s n e m á t o d o sd e l n u d o d e l género Meloidogyne sp. se debe real¡zarun control fre(uente de malezas,ya que la m a y o r i ad e e l l a st a m b i é ns o n a f e c t a d a sp o r l o s n e m á t o d o sd e l n u d o .. L a a p l i c a c i ó na l s u e l o d e a l g u n o s a i s l a m i e n t o sd e l o s h o n g o s a n t a g ó n i c o sc o m o Verticillium chlamydosporiuñ, Paecilomyces lilacinus, Metarhizium anisopli=. y Beauveria bassiana han logrado reduc¡rlaspoblacionesde nematodosdel géneQ Meloidogyne spp. Paraevitai llevar plántulasafectadasal campo, se recomiáda $ ¡ n s p e c c ¡ óonr e v i s i ó np r e v i ad e l a sr a í c e sy e l i m i n a c i ó nd e l a sp l á n t u l a sc o n s i n t o m a sd { ¡ a t a q u ep o r e l n e m á t o d oa l m o m e n t od e l t r a s p l a n t eE . nc o n d i c i o n edse c u l t i v os e r e c q 6 m i e n d af e r t i l i z a rc o n a b o n o c o m p l e t oy c o n g r a n d e sc a n t i d a d e d s e m a t e r i ao r 9 á n i c f l E ( m á sd e 2 . 0V h a ) ,c a d at r e s m e s e s . "¿ ? u, C O N T R O LG E N É T I C O : 5 er e c o m i e n d ai n j e r t a re l l u l o d e c a s t i l l as o b r e p a t r o n e sd $ Friegaplatoso Frut¡llo (Solanum torvum Swarfz)que son compatiblesy presentarf o alta resistenc¡aa Meloidogyne spp. y a Rarston ia solanacearum. Con el propósit€ d e d i s m ¡ n u ¡lra sp é r d i d a so c a s i o n a d apso r l o sn e m á t o d o sd e l n u d o ,e n 1 9 8 5i n v e s t i g a - 6 1 d o r e s d e l I n s t ¡ t u t o C o l o m b i a n oA g r o p e c u a r i o ,l C A . i n o c u l a r o n 2 . 0 0 0 h u e v o s d e f i Meloidogyne íncognita por planta e identificaron 108 plantascon nivelesbajos de ataque por nemátodo,de lascuales89 pertenecíana híbridosinterespecíficosentre 5. quitoense y S. hirtuñ, Como producto de esetrabajo s¡stemático,se seleccionaron t r e s c l o n e sp a r a s u e v a l u a c i ó ne n c o n d i c i o n e sd e c a m p o . E l t r a b a j o d e e v a l u a c i ó n a g r o n ó m i c ar e a l i z a d op o r C o r p o i c ap e r m i t i ó l a e n t r e g ae n 1 9 9 8 ,d e l p r i m e r m a t e r i a l d e l u l o m e j o r a d oq u e p o s e er e s i s t e n c iaa n e m á t o d o sd e l g é n e r o sp.y q u e a d e m á sp r e s e n t ac a r a c t e r í s t i cdaes a l t a p r o d u c t i v i d a d y s ep u e d e e x p o s i c i ó ns o l a r .E s t eh í b r i d o ,d e n o m i n a d oL u l o L a S e l v a n , o requ n e m a t i c i d ays s e e n c u e n t r ad i s p o n i b l ep a r as u d i s t r i b u c i ó nm e d i a c u l t i v od e t e j i d o se n e l C e n t r od e I n v e s t i g a c ¡ ó"nL a S e l v a "d e Antioqu¡a.. muy para D a z o m e t( B a s a m i dG ) e n d o s i sd e 4 0 . 0 a s u e l op o r ¡ g u a lp e r í o d od e t i e m p o p a r a. d u r a n t e1 5 d í a s , semDrar.. E l c o n t r o lq u í m i c oe n c o n d i c i o n e ds e c a m ser efectivo s u e l o sc u y oc o n t e n ¡ d od e m a t e r i ao r g á n i c a del 3ol0. p o s e r e c o m i e n d aa p l i c a rn e m a t i c i d aas Carbofuran 50.0g/planta,o a basede Ethoprofos(Mocap l.5 GRBIODAC)el al momento del transplantey poster¡ormentecadatres meses.. Daseoe a i r e a re l. r e a l i z ae n de cami 3 G )e n d o s i sd e de 20.0g/planta,.

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Referencias

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