Implementa
Implementaç
ção das Recomenda
ão das Recomendaç
ções
ões
da OMS referentes
da OMS referentes à
à
Qualidade da
Qualidade da
Á
Água para Consumo Humano
gua para Consumo Humano
José Manuel Pereira Vieira
UNIVERSIDADE DO MINHO
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 2005
2
Sumário
z
Água para consumo: uma questão de saúde pública
Água para consumo: uma questão de saúde pública
z
Limitações do método de controlo do produto final
Limitações do método de controlo do produto final
z
Desenvolvimentos futuros em Portugal
Desenvolvimentos futuros em Portugal
z
Conclusão
Conclusão
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
z
Normas e recomendações internacionais
Normas e recomendações internacionais
z
As recomendações da OMS (3ª Edição)
As recomendações da OMS (3ª Edição)
3
Sumário
z
Água para consumo: uma questão de saúde pública
Água para consumo: uma questão de saúde pública
z
Limitações do método de controlo do produto final
Limitações do método de controlo do produto final
z
Desenvolvimentos futuros em Portugal
Desenvolvimentos futuros em Portugal
z
Conclusão
Conclusão
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
z
Normas e recomendações internacionais
Normas e recomendações internacionais
z
As recomendações da OMS (3ª Edição)
As recomendações da OMS (3ª Edição)
4
Água: via de transmissão de doenças
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
•
Hipócrates
(~300 A.C.)
−
Ferver a água
•
John Snow
(1854)
−
Encerramento da bomba de Broad Street
•
Louis Pasteur
(1863)
−
Descoberta da existência de microrganismos
•
Robert Cock
(1883)
−
Isolamento de Vibrio cholerae
5
Ameaças biológicas emergentes
z
z
Doenças bem conhecidas que podem reemergir
Doenças bem conhecidas que podem reemergir
z
z
Doenças “novas” devido a novos métodos laboratoriais
Doenças “novas” devido a novos métodos laboratoriais
z
z
Novas doenças
Novas doenças
z
z
Mudanças em comportamento de doenças
Mudanças em comportamento de doenças
z
z
Mudanças em condições ambientais
Mudanças em condições ambientais
z
z
Doenças que surgem em ambientes inesperados
Doenças que surgem em ambientes inesperados
z
z
Outros microrganismos aquáticos que podem emergir
Outros microrganismos aquáticos que podem emergir
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 6
Doenças que podem reemergir
z
z
Cólera
Cólera
z
z
Febre tifóide e paratifóide
Febre tifóide e paratifóide
z
z
Shigelose
Shigelose
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
7
Doenças “novas” que podem emergir
z
z
Campilobacteriose
Campilobacteriose
z
z
Giardiase
Giardiase
z
z
Cryptosporidiose
Cryptosporidiose
z
z
Norovirus
Norovirus
z
z
EHEC
EHEC
(
(Enterohemorrhagic
Enterohemorrhagic
Echerichia
Echerichia
coli
coli
)
)
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 8
Novas doenças
z
z
SARS
SARS
z
z
AIDS
AIDS
z
z
EHEC O 157?
EHEC O 157?
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
9
Mudanças em comportamento de doenças
z
z
Vibrio
Vibrio
cholera
cholera
O139
O139
z
z
Tuberculose multi
Tuberculose multi
-
-
resistente
resistente
z
z
Enterococcus
Enterococcus
faecalis
faecalis
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 10
Outros microrganismos
z
z
Aeromonas
Aeromonas
hydrophila
hydrophila
z
z
ETEC
ETEC
(
(
Enterotoxin
Enterotoxin
prod
prod
. E.
. E.
coli
coli
)
)
z
z
EPEC (
EPEC
(
Enteropathogenic E. coli
Enteropathogenic E. coli
)
)
z
z
Yersinia enterocolitica
Yersinia enterocolitica
z
z
Cyanobactérias
Cyanobactérias
z
z
Vibrio
Vibrio
spp
spp.
.
z
z
Pleisiomonas
Pleisiomonas
z
z
Helicobacter pylori
Helicobacter pylori
z
z
Rotavirus
Rotavirus
z
z
Adenovirus
Adenovirus
z
z
Entamoeba histolytica
Entamoeba histolytica
z
z
Cyclospora
Cyclospora
cayetanensis
cayetanensis
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
Ameaças químicas emergentes
z
z
Resíduos
Resíduos
farmacêuticos
farmacêuticos
z
z
Compostos
Compostos
disruptores
disruptores
endócrinos
endócrinos
(EDC)
(EDC)
z
z
MTBE
MTBE
(methyl
(methyl
-
-
tert
tert
.
.
-
-
butyl ether)
butyl ether)
z
z
Nitrosaminas
Nitrosaminas
z
z
Pesticidas
Pesticidas
z
z
Biocidas
Biocidas
z
z
Toxinas
Toxinas
algais
algais
/
/
cianobactérias
cianobactérias
z
z
Produtos
Produtos
de
de
higiene
higiene
pessoal
pessoal
z
z
Fragrâncias
Fragrâncias
z
z
…
…
Relevância das substâncias emergentes
sem dados de
sem dados de
efeitos no homem
efeitos no homem
nem de
nem de
ecotoxicologia
ecotoxicologia
;
;
sem informação
sem informação
no comportamento
no comportamento
durante o
durante o
tratamento da
tratamento da
água
água
não incluídas em
não incluídas em
listas oficiais e
listas oficiais e
programas de
programas de
monitorização;
monitorização;
sem valores de
sem valores de
regulação
regulação
?
?
13
O que há de novo com substâncias
emergentes?
z
z
Muitas delas estão presentes no ambiente há muitos anos,
Muitas delas estão presentes no ambiente há muitos anos,
mas só recentemente foram identificadas
mas só recentemente foram identificadas
z
z
Muitas são compostos persistentes
Muitas são compostos persistentes
z
z
O registo de ocorrências, os efeitos na saúde e o
O registo de ocorrências, os efeitos na saúde e o
comportamento no ambiente e durante o tratamento da
comportamento no ambiente e durante o tratamento da
água são insuficientes
água são insuficientes
z
z
Fontes: poluição difusa em vez de poluição pontual
Fontes: poluição difusa em vez de poluição pontual
z
z
Muitas são produzidas e aplicadas em grandes quantidades
Muitas são produzidas e aplicadas em grandes quantidades
z
z
Poluidor:
Poluidor:
NÓS
NÓS
(para além das indústrias químicas
(para além das indústrias químicas
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 14
O que é necessário?
z
z
Mais informação (sistemática) sobre fontes, ocorrência e
Mais informação (sistemática) sobre fontes, ocorrência e
comportamento de
comportamento de
microrganismos e substâncias químicas
microrganismos e substâncias químicas
emergentes
emergentes
z
z
Dados de toxicologia
Dados de toxicologia
z
z
Metodologias de avaliação e gestão de risco
Metodologias de avaliação e gestão de risco
z
z
Estratégias/medidas para redução de níveis de
Estratégias/medidas para redução de níveis de
concentração no ambiente
concentração no ambiente
z
z
Estratégias de remoção
Estratégias de remoção
z
z
Novos conceitos a incluir em legislação para fazer face a
Novos conceitos a incluir em legislação para fazer face a
microrganismos e substâncias químicas emergentes
microrganismos e substâncias químicas emergentes
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas IncidenAplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
15
Quais as exigências do consumidor?
z
z
A água deve ser
A água deve ser
segura
segura
: isenta de microrganismos
: isenta de microrganismos
(bactérias, vírus, protozoários) e de substâncias químicas
(bactérias, vírus, protozoários) e de substâncias químicas
que possam constituir potencial perigo para a saúde
que possam constituir potencial perigo para a saúde
humana
humana
z
z
Sabor, odor e aparência agradáveis
Sabor, odor e aparência agradáveis
z
z
Disponível de forma contínua a pressão adequada
Disponível de forma contínua a pressão adequada
z
z
Adequada para necessidades domésticas
Adequada para necessidades domésticas
z
z
A água não deve ser agressiva para materiais de
A água não deve ser agressiva para materiais de
construção
construção
z
z
Preço socialmente aceitável
Preço socialmente aceitável
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas IncidenAplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 16
Sumário
z
Água para consumo: uma questão de saúde pública
Água para consumo: uma questão de saúde pública
z
Limitações do método de controlo do produto final
Limitações do método de controlo do produto final
z
Desenvolvimentos futuros em Portugal
Desenvolvimentos futuros em Portugal
z
Conclusão
Conclusão
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
z
Normas e recomendações internacionais
Normas e recomendações internacionais
z
As recomendações da OMS (3ª Edição)
As recomendações da OMS (3ª Edição)
17
Actual Directiva Europeia (DWD)
z
z
Focagem em teste do produto final
Focagem em teste do produto final
:
:
Monitorização de conformidade, relativamente a normas
Monitorização de conformidade, relativamente a normas
paramétricas de qualidade da água, baseada em
paramétricas de qualidade da água, baseada em
amostras tomadas a frequências mínimas especificadas
amostras tomadas a frequências mínimas especificadas
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 18
Fiabilidade de organismos indicadores
z
z
Correlação limitada entre patogénicos e organismos
Correlação limitada entre patogénicos e organismos
indicadores (
indicadores (
e.g. E. coli
e.g. E.
coli
)
)
Surto de
Surto de
Millwaukee
Millwaukee
, USA (1993) demonstrou a
, USA (1993) demonstrou a
vulnerabilidade do tratamento “adequado”
vulnerabilidade do tratamento “adequado”
•
403 000 casos de
cryptosporidiose
•
Água tratada com ausência de
E. coli
Resultados negativos para organismos indicadores não
Resultados negativos para organismos indicadores não
significa, necessariamente,
significa, necessariamente,
ausência de perigos
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden19
Muito pouco, muito tarde
z
z
Métodos demorados e de capacidade limitada para alerta
Métodos demorados e de capacidade limitada para alerta
rápido
rápido
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
Resultados de análises conhecidos após 24 horas, no mínimo
Água própria (ou imprópria) para consumo só após o seu fornecimento
20
Pouca representatividade da amostragem
z
z
Volumes de água analisada insignificantemente pequenos
Volumes de água analisada insignificantemente pequenos
e pouco representativos estatisticamente
e pouco representativos estatisticamente
Qualidade da água pode variar rapida e extensivamente
Baixa proporção de água amostrada
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
21
Flutuações na qualidade da água
z
z
Capacidade limitada na detecção de flutuações de curta
Capacidade limitada na detecção de flutuações de curta
duração da qualidade da água
duração da qualidade da água
0,00 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50 4,00 4,50
1-Jul 2-Jul 3-Jul 4-Jul 5-Jul 6-Jul 7-Jul 8-Jul 9-Jul 10-Jul 11-Jul 12-Jul 13-Jul 14-Jul 15-Jul 16-Jul 17-Jul 18-Jul 19-Jul 20-Jul 21-Jul 22-Jul 23-Jul 24-Jul 25-Jul 26-Jul 27-Jul 28-Jul 29-Jul 30-Jul 31-Jul
Tur bi di ty ( N TU) Raw water W ater after sedimentation Filtered water Treated water
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 22
Sumário
z
Água para consumo: uma questão de saúde pública
Água para consumo: uma questão de saúde pública
z
Limitações do método de controlo do produto final
Limitações do método de controlo do produto final
z
Desenvolvimentos futuros em Portugal
Desenvolvimentos futuros em Portugal
z
Conclusão
Conclusão
z
Normas e recomendações internacionais
Normas e recomendações internacionais
z
As recomendações da OMS (3ª Edição)
As recomendações da OMS (3ª Edição)
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
Exigências do abastecimento público
de água
FIABILIDADE
QUANTIDADE
QUALIDADE
CONSUMIDOR
Recomendações internacionais (1/4)
WHO Guidelines (3
rd
Edition)
z
Dr Kerstin Leitner, WHO Assistant Director-General
{
“uma mudança de orientação extremamente
importante sob o ponto de vista de saúde
pública”
{
“permitirá que a gestão da saúde pública se
focalize na prevenção da contaminação
microbiológica e química da água de
abastecimento”
{
“uma mudança de paradigma na abordagem da
gestão dos sistemas de abastecimento de água
para consumo humano, tanto em países
desenvolvidos como em países em
desenvolvimento”
25
Recomendações internacionais (2/4)
The Bonn Charter Framework
Recursos hídricos & Fontes
Verificação da qualidade da água
Plano de Segurança da Água
At
ri
bu
iç
ões e
responsab
ili
dad
es
Par
tilha
de
conhec
imen
to
Objectivo:
Água para consumo humano que tenha
a confiança dos consumidores
Tratamento Sistema de Distribuição
Sistema Consumidor
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 26
Recomendações internacionais (3/4)
The Drinking-Water Directive
Método Parâmetros
Item
E sobre: Avaliação de risco? Gestão de risco? Abordagem multi-barreiras? Valores Máximos + aceitabilidade + sem alterações anormaisMenos parâmetros, novos parâmetros? E sobre: disruptores endócrinos, protozoários, legionella, nova geração de pesticidas, materiais de construção, etc., etc. 48 parâmetros 2 microbiológicos 26 químicos 20 indicadores > 62 parâmetros
Legislação Futura
Directiva 98/83/EC
Antiga
Legislação
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
27
Recomendações internacionais (4/4)
Diferentes abordagens
z
Guidelines for Drinking-Water Quality (2004) 3rd Edition (OMS)
{
Metodologia de Gestão de Riscos
{
Ênfase nos Processos de Controlo da Produção
{Aplicação de Planos de Segurança da Qualidade da água
z
Directive 98/83/CE – Água para Consumo Humano (Dec. Lei 243/2001)
{
Metodologia de conformidade paramétrica
{Abordagem de gestão de riscos na próxima revisão
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 28
Sumário
z
Água para consumo: uma questão de saúde pública
Água para consumo: uma questão de saúde pública
z
Limitações do método de controlo do produto final
Limitações do método de controlo do produto final
z
Desenvolvimentos futuros em Portugal
Desenvolvimentos futuros em Portugal
z
Conclusão
Conclusão
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
z
Normas e recomendações internacionais
Normas e recomendações internacionais
z
As recomendações da OMS (3ª Edição)
As recomendações da OMS (3ª Edição)
29
As recomendações da OMS (1/5)
Objectivos de qualidade
AVALIAÇÃO DO ESTADO
DA SAÚDE PÚBLICA
OBJECTIVOS DE SAÚDE
PÚBLICA
AVALIAÇÃO DE
RISCOS
GESTÃO DE
RISCOS
RISCOS
ACEITÁVEIS
AVALIAÇÃO DA
EXPOSIÇÃO AMBIENTAL
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 30
As recomendações da OMS (2/5)
Avaliação / Gestão de risco em água para consumo
z
z
Objectivos baseados em saúde pública
Objectivos baseados em saúde pública
z
z
Planos de Segurança da Água
Planos de Segurança da Água
–
–
Avaliação
Avaliação
do
do
sistema
sistema
:
:
da
da
captação
captação
ao
ao
consumidor
consumidor
–
–
Monitorização
Monitorização
operacional
operacional
garantir a segurança da água
garantir a segurança da água
–
–
Planos
Planos
de
de
gestão
gestão
para condições de rotina e excepcionais
para condições de rotina e excepcionais
z
z
Sistema
Sistema
de
de
vigilância
vigilância
independente
independente
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden31
As recomendações da OMS (3/5)
Quadro para a Segurança da Água para Consumo
Plano de Segurança da Água
Avaliação do
Sistema
Monitorização
Operacional
Planos de
Gestão
Objectivos de Saúde
Vigilância
Independente
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 32
As recomendações da OMS (4/5)
O princípio das barreiras múltiplas
Controlo de qualidade
Normas & tratamento
Sistema de distribuição
Consumidor
z
Sistema operacional de gestão de qualidade
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas IncidenAplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
33
As recomendações da OMS (5/5)
Avaliação/Gestão de riscos da fonte ao consumidor
BACIA HIDROGRÁFICA Drenagem urbana Animais selvagens Poluição humana Fossas sépticas Tratamento de águas residuais a montante Criação de animais domésticos RIO ALBUFEIRA Curto circuito Algas Sedimentos TRATAMENTO TRATAMENTO Eficiência no tratamento Ineficiência no tratamento REDE DE DISTRIBUIÇÃO Reservatórios abertos Formação de biofilmes Contaminação por manutenção Contaminação cruzada TORNEIRA DO CONSUMIDOR Contaminação por manutenção Consumo EXPOSIÇÃOEXPOSIÇÃO Outros riscos RISCO Viabilidade de infecçãoAplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 34
Objectivos de saúde pública
z
Microbiológicos
{
Quantificação de riscos relativos a microrganismos
patogénicos define objectivos que a água para consumo
deve satisfazer, de modo a proteger a saúde pública
z
Químicos
{
Normas baseadas em ingestão diária aceitável (IDA) ou em
modelos teóricos de risco
{
Risco “aceitável”
{
Valores mínimos frequentemente determinados em ensaios
com animais
{
Aplicação de factores de incerteza deve ser transparente e
justificada cientificamente
{
Definição de proporção de IDA em água de consumo,
reflectindo outras fontes de ingestão, pode reflectir menor
fiabilidade científica
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
O que é um Plano de Segurança da Água?
Boa gestão baseada em conhecimento
z
z
Identifica e avalia riscos desde a fonte até ao consumidor
Identifica e avalia riscos desde a fonte até ao consumidor
z
z
Estabelece mecanismos de controlo
Estabelece mecanismos de controlo
z
z
Verifica a sua eficácia
Verifica a sua eficácia
Um PSA é um Documento que
PSA - Gestão integrada do processo
MONITORIZAÇÃO
OPERACIONAL
VALIDAÇÃO
37
PSA - Implementação
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 1. Constituição da equipa
2. Descrição do sistema de abastecimento 3. Construção e validação do diagrama de fluxo
Etapas preliminares
Avaliação do sistema
4. Identificação de perigos 5. Caracterização de riscos
6. Identificação e avaliação de medidas de controlo
10. Procedimentos para a gestão de rotina 11. Procedimentos para a gestão em condições excepcionais 12. Documentação e protocolos de comunicação
Planos de gestão
7. Estabelecimento de limites críticos 8. Estabelecimento de procedimentos de monitorização 9. Estabelecimento de acções correctivas
Monitorização operacional
13. Avaliação do funcionamento do PSA
Validação e verificação
38
PSA – Componentes fundamentais
z
Avaliação do Sistema
z
Monitorização Operacional
z
Planos de Gestão
Vigilância Independente
Avaliação / Gestão de riscos
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
39
Avaliação do sistema
z
Identificação de perigos e ameaças
–
Contaminação das fontes
–
Eventos (cheias, fogos, mudanças no consumo)
–
Relevância para o sistema (estabelecimento de grelha de avaliação)
z
Prevenção e redução de contaminação
–
Evitar riscos (protecção das fontes)
–
Eliminar riscos (tratamento convencional - filtração, desinfecção )
z
Preocupação com melhorias para o sistema
Da captação ao consumidor
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 40
Monitorização operacional
z
O abastecimento de água é um somatório de várias etapas
z
Garantir que as barreiras funcionem ( barreiras
≡
segurança )
z
Frequência de monitorização adequada a cada etapa
z
Diferentes abordagens
–
Exames de qualidade
–
Inspecção visual
–
Procedimentos operacionais padronizados
Medidas de controlo
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
41
Planos de gestão
z
Procedimentos para a gestão de rotina
z
Procedimentos para a gestão em condições excepcionais
z
Protocolos de comunicação
–
Interna
–
Entidade Reguladora
–
Media
e Público
Documentação da avaliação do sistema
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 42
Vigilância independente
z
Baseada em auditorias
z
Investigação directa
z
Validação das medidas de controlo
z
Verificação do produto final
Garantir o funcionamento do sistema
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
43
Sumário
z
Água para consumo: uma questão de saúde pública
Água para consumo: uma questão de saúde pública
z
Limitações do método de controlo do produto final
Limitações do método de controlo do produto final
z
Desenvolvimentos futuros em Portugal
Desenvolvimentos futuros em Portugal
z
Conclusão
Conclusão
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
z
Normas e recomendações internacionais
Normas e recomendações internacionais
z
As recomendações da OMS (3ª Edição)
As recomendações da OMS (3ª Edição)
44
Iniciativas
Desenvolvimentos futuros em Portugal
z
Experiências - piloto em sistemas de abastecimento
z
Parcerias internacionais de âmbito europeu
z
Investigação (novos métodos analíticos e de alerta
on-line
)
z
Acções de formação e publicação de textos a nível nacional
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
45
Manual PSA
Desenvolvimentos futuros em Portugal
1. Introdução 2. Estruturação de um PSA
2.1 Esquema conceptual 2.2 Etapas preliminares 2.3 Avaliação do sistema 2.4 Monitorização operacional 2.5 Planos de gestão 2.6 Validação e verificação do PSA 2.7 Resumo dos conteúdos globais de um PSA 3. Guia de implementação
3.1 Etapas preliminares 3.2 Avaliação do sistema 3.3 Monitorização operacional 3.4 Planos de gestão 3.5 Validação e verificação do PSA
4. Experiência portuguesa –O caso da Águas do Cávado S.A.
4.1 Descrição do sistema de abastecimento 4.2 Motivação específica para aplicação de um PSA 4.3 Processo de elaboração do PSA 4.4 Aspectos de aplicação do PSA 4.5 Nota final
5. Glossário 6. Referências bibliográficas 6. Sobre os autores
Í
ndice
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055 46
Sumário
z
Água para consumo: uma questão de saúde pública
Água para consumo: uma questão de saúde pública
z
Limitações do método de controlo do produto final
Limitações do método de controlo do produto final
z
Desenvolvimentos futuros em Portugal
Desenvolvimentos futuros em Portugal
z
C
C
onclusã
onclusã
o
o
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Inciden
Aplicação em Portugal e na União Europeia das Directivas Incidentes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 200tes no Ciclo Urbano da Água. Covilhã, 19 a 21 de Setembro de 20055
z
Normas e recomendações internacionais
Normas e recomendações internacionais
z
As recomendações da OMS (3ª Edição)
As recomendações da OMS (3ª Edição)
Conclusão
z
z
Necessidade de integração da gestão da água na natureza
Necessidade de integração da gestão da água na natureza
(
(
e.g.
e.g.
actividades fontes de poluição)
actividades fontes de poluição)
e da distribuição até ao
e da distribuição até ao
ponto de consumo
ponto de consumo
(
(
e.g.
e.g.
práticas de manutenção e reparação
práticas de manutenção e reparação
de condutas e instalações)
de condutas e instalações)
no sistema global de avaliação e
no sistema global de avaliação e
de gestão
de gestão
z
z
Aplicação concertada da WFD e da DWFD
Aplicação concertada da WFD e da DWFD
z
z
Aumentar o leque de experiências em todos os tipos de
Aumentar o leque de experiências em todos os tipos de
sistemas
sistemas
z
z
Dedicar atenção especial ao controlo da qualidade da água
Dedicar atenção especial ao controlo da qualidade da água
nas redes de distribuição públicas e domiciliárias
nas redes de distribuição públicas e domiciliárias
José Manuel Pereira Vieira [email protected]