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Diseño de un programa de planeacion, organizacion y control del proceso productivo de la empresa Productos Perla

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Academic year: 2020

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(1)“DISEÑO DE UN PROGRAMA DE PLANEACIÓN, ORGANIZACIÓN Y CONTROL DEL PROCESO PRODUCTIVO DE LA EMPRESA PRODUCTOS PERLA". 1.

(2) “DISEÑO DE UN PROGRAMA DE PLANE ACIÓN, ORG ANIZACIÓN Y CONTROL DEL PROCESO PRODUCTIVO DE LA EMPRES A PRODUCTOS PERLA”. ANTONIO JOSÉ CERV ANTES CASTRO J AIME EDMUNDO DUQUE PEÑA. UNIVERSIDAD DE CARTAGENA FACULTAD DE CIENCI AS ECONÓMICAS PROGRAMA DE ADMINISTRACIÓN INDUSTRI AL Año 2005. 2.

(3) “DISEÑO DE UN PROGRAMA DE PLANE ACIÓN, ORG ANIZACIÓN Y CONTROL DEL PROCESO PRODUC TIVO DE LA EMPRES A PRODUCTOS PERLA”. ANTONIO JOSÉ CERV ANTES CASTRO J AIME EDMUNDO DUQUE PEÑA. Trabajo de Grado para Optar El T ítulo de Adm inistrador Industrial. Asesor Ing. NATIVIDAD VILLABONA GÓMEZ. UNIVERSIDAD DE CARTAGENA FACULTAD DE CIENCI AS ECONÓMICAS PROGRAMA DE ADMINISTRACIÓN INDUSTRI AL Año 2005. 3.

(4) Nota de aceptación: __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________. _____________________________ Presidente del Jurado. _____________________________ Jurado. _____________________________ Jurado. Cartagena de Indias D. T. y C., 21 de Abril de 2005. 4.

(5) DEDICO ESTE PROYECTO, EN PRIMERA INSTANCIA A DIOS A MIS PADRES PABLO Y AMELIA POR SU GRAN APOYO, A LOS DOCENTES Y COMPAÑEROS CON LOS QUIENES SIEMPRE PUDE CONTAR Y TODAS LAS PERSONAS QUE DE UNA U OTRA MANERA APORTARON EN ESTA ETAPA DE MI PROCESO DE FORMACIÓN.. ANTONIO CERVANTES CASTRO. 5.

(6) DEDICO MI ESTE PROYECTO A DIOS, A MI PADRE LEONIDAS DUQUE, A MI MADRE SOR MARIA PEÑA, A MI HIJO ANDRÉS ALFONSO DUQUE SIERRA, Y A TODOS AQUELLOS AMIGOS QUE ME HAN ACOMPAÑADO DURANTE EL TRANSCURRIR DE MI VIDA UNIVERSITARIA .. JAIME DUQUE PEÑA. 6.

(7) AGRADECIMIENTOS. Agradecemos profundamente a todas las personas que n os brindaron su apoyo para la realización de este proyecto. En especial queremos agradecer el apoyo que nos han brindado la Ingeniera Natividad Villabona como nuestra asesora de tesis, quien nos brindó toda su ayuda y siempre pudimos contar con ella. Asimismo queremos agradecer a l Ingeniero Olimpo Paternina, que siempre estuvo presto a colaborarnos. A nuestro gran amigo, Químico farmaceuta, José Ángel Morales García, quien además de su amistad nos brindo sus conocimientos desinteresadamente , para el bien de nuestro proyecto .. 7.

(8) TABLA DE CONTENIDO AGRADECIMIENTOS .................................................................... 7 TABLA DE CONTENIDO ................................................................ 8 LISTADO DE TABLAS ................................................................ 10 LISTADO DE GRÁFICOS Y FIGURAS .......................................... 11 INTRODUCCIÓN ......................................................................... 16 1 PLANTE AMIENTO DEL PROBLEMA .......................................... 17 1. 1. DE S CR I PC IÓ N D EL P RO BL E M A ....................................................... 17. 2 JUSTIFICACIÓN ...................................................................... 19 3 OBJETIVOS ............................................................................. 22 3. 1. O BJ ET I VO G EN E R AL ...................................................................... 22. 3. 2. O BJ ET I VO S ES P E CÍ FI CO S .............................................................. 22. 4 MARCO REFERENCI AL ............................................................ 23 4. 1. ANT EC E DE NT E S ............................................................................ 23. 4. 2. M AR CO H I ST Ó RI CO ........................................................................ 23. 4. 3. M AR CO T EÓ RI CO ........................................................................... 24. 4. 4. M AR CO L EG A L ............................................................................... 27. 5 DISEÑO METODOLÓGICO ........................................................ 28 5. 1. T IPO D E I N V E ST IG AC IÓ N ............................................................... 28. 5. 2. M ÉT O DO D E I N V E ST IG A CIÓ N ......................................................... 28. 5. 3. FU ENT E S E I N ST RU M ENT O S D E R E CO L EC CIÓ N D E I NFO R MA CI Ó N . 28. 5. 3. 1 Fu en tes Pr i mar i as ........................................................................ 28 5. 3. 2 Fu en tes S ec u n dar i as ................................................................... 28 5. 4. A S E SO R E S E I NFO R M ANT E S .......................................................... 29. 6 ORG ANIZACIÓN GENERAL DE LA EMPRES A PRODUC TOS PERLA ....................................................................................... 30 6. 1. RE S E Ñ A H I ST Ó RIC A ....................................................................... 30. 6. 2. E ST RU CT UR A O R G Á NI CA ............................................................... 31. 6. 3. PR O D UCT O S .................................................................................. 32. 6. 4. SI ST E M A PR O D UCT I V O DE L A EM P R E S A ........................................ 33. 8.

(9) 6. 5. PR O C E SO S .................................................................................... 33. 6. 5. 1. B la n q ue a dor ............................................................................ 34. 6. 5. 2. Cr e o l in a ................................................................................... 34. 6. 5. 3. V in a gr e .................................................................................... 34. 6. 5. 4. Es enc i as .................................................................................. 35. 6. 5. 5. G as ......................................................................................... 35. 6. 5. 6. Ca j as d e Car t ón ....................................................................... 35. 6. 5. 7. L im p i ad o d e E nv as es de V idr i o .................................................. 36. 7 PROGRAMA OPERATIVO ......................................................... 37 7. 1. AN Á L IS I S D E LO S PR O C E SO S ........................................................ 38. 7. 2. AD M IN I ST RA CIÓ N D E LA D E MA ND A ................................................ 47. 7. 3. AD M IN I ST RA CIÓ N D E IN V ENT A RI O S ............................................... 62. 7. 4. P L AN D E P RO D UC CI Ó N .................................................................. 71. 7. 4. 1 Pr ogr a m a de Pr od uc c i ón .............................................................. 71 7. 5. P L AN D E R EQ U E RI MI ENT O S D E M AT ER I AL E S ................................. 93. 8 CONCLUSIONES ..................................................................... 95 9 RECOMENDACIONES .............................................................. 96 10 BIBLIOGRAFÍ A ...................................................................... 97 11 ANEXOS ................................................................................ 98. 9.

(10) LISTADO DE TABLAS T abl a 1 :. T iem pos d e Pr o duc c i ó n d el V in a gre .. T abl a 2 :. V en tas R e a les 20 0 3. T abl a 3 :. V en tas R e a les 20 0 4 - 2 00 5. T abl a 4 :. T AB L A B A S E P A R A P RO NÓ ST I CO S D E DE M AN D A. T abl a 5 :. Pr on ós tic os y V en t as de l Vi n a gre. T abl a 6 :. Com par ac i ón de Pr o n ós t ic os d e Se pt i em bre d e 2 0 04 a f ebr er o de 20 0 5 c o n da t os r e al es y P r on ós tic o p ar a e l s i gu i en t e pe ri o do. T abl a 7 :. T iem pos d e l os 3 Es c e nar i os d e Pr o duc c i ó n P os i b l es. T abl a 8 :. Pr on os tic o a 6 Mes es par a e l Vi n ag re. T abl a 9 :. Da tos de Pr o d uc c ió n d e l V in a gr e. T abl a 1 0:. Da tos de Pr o d uc c ió n d e l Des m anc h ad o r 2 5 0 CC. T abl a 1 1:. Da tos de Pr o d uc c ió n d e l Des m anc h ad or 5 0 0 CC. T abl a 1 2:. Da tos de Pr o d uc c ió n d e l Des m anc h ad or 1 0 0 0 CC. T abl a 1 3:. Da tos de Pr o d uc c ió n d e l a Cre o l i na. T abl a 1 4:. Da tos de Pr o d uc c ió n d e l a Es enc i a d e K o l a. T abl a 1 5:. Da tos de Pr o d uc c ió n d e l a Es enc i a d e V a i ni l l a. T abl a 1 6:. Da tos de Pr o d uc c ió n d e l G as d e 2 50 C C. T abl a 1 7:. Da tos de Pr o d uc c ió n d e l G as d e 5 00 C C. T abl a 1 8:. P la n d e Pr o d uc c i ó n ( P rep ar ac ió n) p or Pro d u c tos. T abl a 1 9:. P la n d e Pr o d uc c i ó n ( P rep ar ac ió n) p or Per i o d o. T abl a 2 0:. P la n d e Pr o d uc c i ó n ( L l en a do ) por Pr od uc t os. T abl a 2 1:. P la n d e Pr o d uc c i ó n ( L l en a do ) por P eri o d o. T abl a 2 2:. De ter m i nac i ó n Cos t o Ma n o d e O br a. T abl a 2 3:. G r af ic a d e Pr o duc c i ó n M es d e M ar zo. T abl a 2 4:. T iem pos d e E ntr e ga d e M at er ia Pr im a. T abl a 2 5:. Fec has d e R e qu er im ie nt os d e M at er ia Pr im a. 10.

(11) LISTADO DE GRÁFICOS Y FIGURAS Fi gu r a 1 :. O r g an i gr am a d e Pr o du c tos Per l a. Fi gu r a 2 :. G r af ic o d e Pr o duc c i ó n d e B l an q u ea d or 2 50 , 50 0 y/ o 1 00 0 CC. Fi gu r a 3 :. G r af ic o d e Pr o duc c i ó n d e V i na gr e. Fi gu r a 4 :. G r af ic o d e Pr o duc c i ó n d e G as 2 5 0 y 5 0 0 CC. Fi gu r a 5 :. G r af ic o d e Pr o duc c i ó n d e Es e nc i as d e K o l a y/ o V a i n i ll a. Fi gu r a 6 :. G r af ic o d e Pr o duc c i ó n d e Cr eo l i na. Fi gu r a 7 :. G r af ic o d e Pr o duc c i ó n d e L a va d o d e E n vas e s. Fi gu r a 8 :. G r af ic o d e Pr o duc c i ó n d e Fa br ic ac i ó n d e Caj as. Fi gu r a 9 :. Fl uj o gr am a G ra l. d e Es c e n ar ios d e F unc i on am ie nt o de l a Em pr es a. Fi gu r a 1 0 :. Fl uj o gr am a Pr im er Es c en ar i o d e F u nc i o n am ie nt o. Fi gu r a 1 1 :. Fl uj o gr am a Se g un d o E s c en ar i o d e F u nc i o n a m ient o. Fi gu r a 1 2 :. Fl uj o gr am a T erc er Es c en ar i o d e F u nc i o n am ie nt o. G raf ic o 1 :. Com por t am ie nt o de l a Dem an d a de l D es m anc ha d or d e 25 0 CC E n er o a D ic i em bre 20 0 3.. G raf ic o 2 :. Com por t am ie nt o de l a Dem an d a de l D es m anc ha d or d e 25 0 CC E n er o de l 2 0 0 4 a Fe brer o d e l 2 00 5 .. G raf ic o 3 :. Com por t am ie nt o de l a Dem an d a de l D es m anc ha d or d e 50 0 CC E n er o a D ic i em bre 20 0 3 .. G raf ic o 4. Com por t am ie nt o de l a Dem an d a de l D es m anc ha d or d e 50 0 CC E n er o de l 2 0 0 4 a Fe brer o d e l 2 00 5 .. G raf ic o 5 :. Com por t am ie nt o d e l a Dem an da d e l D es m anc h a do r de 10 0 0 CC E n er o a D ic i em bre 20 0 3.. G raf ic o 6 :. Com por t am ie nt o d e l a Dem an da d e l D es m anc h a do r de 10 0 0 CC E n er o de l 2 0 0 4 a Fe brer o d e l 2 00 5 .. G raf ic o 7 :. Com por t am ie nt o d e l a Dem an d a d e Cre o l in a E ner o a D ic i em bre d e l 2 0 03. G raf ic o 8 :. Com por t am ie nt o d e l a Dem an d a d e Cre o l in a E ner o d e l 2 00 4 a F ebr ero de l 2 0 05 .. G raf ic o 9 :. Com por t am ie nt o d e l a D em an d a d e Es e nc ias de K ol a y V ai n i l la En er o a D ic ie m bre d e l 2 00 3. G raf ic o 1 0:. Com por t am ie nt o d e l a D em and a d e Es e nc ias de K ol a y V ai n i l la En er o d e l 20 0 4 a Fe br ero de l 2 0 05 .. 11.

(12) G raf ic o 1 1:. Com por t am ie nt o d e l a Dem an d a d e G as d e 2 50 y 5 00 C C E ner o a D ic i em bre d e l 2 0 03. G raf ic o 1 2:. Com por t am ie nt o d e l a Dem an d a d e G as d e 2 50 y 5 00 C C E ner o d e l 2 00 4 a F ebr ero de l 2 0 05 .. G raf ic o 1 3:. Com por t am ie nt o d e l a Dem an d a d el V in a gre E ner o a D ic i em bre d e l 2 0 03. G raf ic o 1 4:. Com por t am ie nt o d e l a Dem an d a d el V in a gre E ner o d e l 2 0 0 4 a F ebr ero de l 2 0 05 .. G raf ic o 1 5:. Com por t am ie nt o d e l a Dem an d a d e l os E n va s es E ner o a D ic i em bre d e l 2 0 03. G raf ic o 1 6:. Com por t am ie nt o d e l a Dem an d a d e l os E n va s es E ner o d e l 2 00 4 a F ebr ero de l 2 0 05 .. G raf ic o 1 7:. Com por t am ie nt o d e l a Dem an d a d e l as Caj as d e C art ón E ner o a D ic i em bre d e l 2 0 03. G raf ic o 1 8:. Com por t am ie nt o d e l a Dem an d a d e l as Caj as d e C art ón E ner o d e l 2 00 4 a F ebr ero de l 2 0 05 .. 12.

(13) LISTADO DE ANEXOS. ANEXO 1: TIEMPOS DE PRODUCCIÓN. ....................................... 99 ANEXO 2: TABLA BASE PARA RECOPILACIÓN DE DATOS .......... 103 ANEXO 3: TABLAS PARA PRONÓSTICO DE DEMAND A CON BASE EN 12, 10, 8 Y 4 PERIODOS. ...................................................... 104 ANEXO 4: PRONOSTICO A 6 MESES PARA TODOS LOS PRODUCTOS. ........................................................................... 108. 13.

(14) GLOS ARIO. Planeación: Es el conjunto de actividades sistemáticamente determinadas, para dirigir los elementos del programa de fabricación relacionados entre sí y con los demás elementos del sistema empresarial. Toda planeación fija una meta. Organización: Es la Estructuración sistematizada de personas, elementos materiales y tecnología, con la finalidad de alcanzar determinados objetivos. Esta tiene dos aceptaciones, como sistema definido y como proceso administrativo. Como sistema equivale a elementos interrelacionados con el fin de alcanzar metas predeterminadas y como proceso equivale a los diferentes pasos y métodos empleados para crear una estructura bien definida y en orden. Control: Coordinar las actividades de transformación de los recursos o insumos en productos exigidos, ésto de acuerdo con el plan trazado para su fabricación. Analizar las desviaciones y proponer las medidas correctivas en cuanto a calidad del producto, cantidad requerida, tiempo de entrega y costo razonable. Sistema de Producción: es el conjunto de partes integradas que constituyen un proceso de producción, que tienen la finalidad común de alcanzar determinados objetivos y que implican una organización y disposición eficiente de los factores que en él intervienen. Proceso: secuencias lógicas para desarrollar un trabajo, tarea o actividad, se refiere también al método. Capacidad: Forma de proporcionar los diferentes recursos que intervienen en los procesos o procedimientos, tiene que ver con instalaciones, maquinarias, materiales, capital de trabajo. Procedimiento: es el conjunto ordenado de operaciones que intervienen en un proceso productivo. Decisiones estratégicas: Son decisiones no programadas, su incidencia es a largo plazo y son costosas. Tienen que ver con: localización de planta, distribución, diseño de productos, etc.. 14.

(15) Decisiones tácticas: Son a corto plazo y se refieren a las actividades del día a día; son menos costosas y se aplican a: control de inventarios, control de calidad, planeación de producción, control de producción, etc. Productividad: Es la cantidad de productos y servicios realizados con los recursos utilizados. La productividad en un periodo generalmente se mide con esta formula:. Pr oductivida d . Cantidadde productososerviciosrealizados cantidadde recursosutilizados. Competitividad: la capacidad de una organización pública o privada, lucrativa o no, de mantener sistemáticamente ventajas comparativas que le permitan alcanzar, sostener y mejorar una determinada posición en el entorno socioeconómico.. 15.

(16) INTRODUCCIÓN Durante mucho tiempo los empresarios de nuestro país fueron personas que por su afán de desarrollar su espíritu empresarial comenzaron desarrollando una actividad específica que a la larga terminaría convirtiéndose en una gran empresa para el país. Estos empresarios empíricos que en algún tiempo se formaron en el territorio nacional tienen algo en común y es precisamente la época en la cual se formaron, fue una épo ca en la cual nuestro país se encontraba en el comienzo del desarrollo de su actividad empresarial y realizar una actividad que en la actualidad parece común, en ese entonces fue una innovación. Es por ésto que a lo largo del presente documento presentar emos la manera como una gran empresa, no en tamaño pero si en trayectoria, como lo es Productos Perla deje de lado la manera empírica como esta desarrollando sus actividades y empiece a trabajar de una manera mas organizada haciendo uso de herramientas administrativas sencillas pero que a su vez son de mucha efectividad a la hora de tomar decisiones. Predecir o anticipar eventos futuros para una empresa, es indispensable por dos razones, una para ahorrar tiempo y energía y dos para sobrevivir y actuar exit osamente en el mercado. Es por esto que mientras Productos Perla, como empresa que se encuentra inmersa en un mercado competitivo, no prevea posibles ocurrencias futuras, no podrá entrar a competir con las demás empresas del sector. Asimismo en este tipo d e empresas las personas encargadas de la toma de decisiones, convertidas en directores integrales ó conocedores de la totalidad del negocio, necesitan el apoyo de herramientas que le faciliten realizar su trabajo de manera efectiva. Este proyecto busca dar un manejo sistemático al proceso productivo de Productos Perla y que se utilice de la mejor manera las herramientas cuantitativas y cualitativas que la Administración de Operaciones nos brinda para una mayor organización y un mejor funcionar de la empres a. Sabemos que la empresa es un conjunto integrado y coherente de factores y que para mantener en correcto funcionamiento se deben tener en cuenta no solo los aspectos relacionados con su proceso de producción, sino también los de mercadotecnia y los de fi nanzas.. 16.

(17) 1. 1.1. PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA. DESCRIPCIÓN DEL PROBLEMA. Las empresas de corte industrial, sin importar su tamaño, encuentran en las herramientas técnicas administrativas un elemento fundamental para basar la realización de sus programas de producción. Esto les permite, mejorar el aprovechamiento de los recursos, el cumplimiento con los clientes en cuanto a calidad de sus productos y tiempos de entrega, y por lo tanto mejorar la productividad y competitividad de la empresa. Muy a menudo en nuestro m edio encontramos personas que motivadas por el interés de desarrollar ideas de negocios, terminan convirtiéndose en empresarios empíricos con muchos conocimientos técnicos acerca del producto fabricado o la actividad realizada, pero en algunos casos no con toda la formación en el manejo administrativo del negocio. Es el caso de PRODUCTOS PERLA, esta es una empresa que nació hace más de veinte años, en el año de 1982 en la ciudad de Bogotá envasando un blanqueador llamado “REMI” con maquinaria y espacio para el funcionamiento prestado. Es en 1985 cuando el dueño y fundador de esta empresa, el señor Aniceto Triana Castañeda, se traslada y Cartagena y allí registra la marca comercial “PERLA”; a partir de entonces ha venido diversificando sus funciones. En la actualidad sus actividades van desde la COMPRA DE ENVASES RECICLADOS para su comercialización, algunos de estos son procesados para su utilización como materias primas para envasar los productos que en la empresa se fabrican como son CREOLINA, DESMANCHADOR ES, VINAGRE, ESENCIAS (Kola, Vainilla), GAS, y además se fabrican CAJAS DE CARTON a partir de cajas recicladas y con las especificaciones técnicas requeridas por los clientes y por la misma empresa cuando son para el consumo propio. La empresa posee cuat ro sitios de trabajo, en el sector de Henequén, tiene un lote que sirve para almacenar envases que esperan ser reciclados y la planta de procesamiento (limpiado y desinfectado) de estos envases. En el sector de Bella Vista esta una bodega de almacenamiento de cartón y la planta donde se fabrican y envasan los productos y también se fabrican las cajas de cartón.. 17.

(18) Quien hace las veces de gerente es el mismo dueño de la empresa. La empresa funciona bajo la modalidad de pedidos, a medida que se realizan los ped idos esta comienza su proceso de producción dependiendo del tipo de producto solicitado. Se manejan inventarios de materia prima y productos terminados, pero estos no están basados en ninguna proyección, sino que se manejan de acuerdo a la capacidad de pro ducción. La empresa, a través de su gerente, está gestando una recuperación de mercado, teniendo en cuenta los clientes perdidos, los actuales y los potenciales; así mismo, se está pensando en buscar proveedores de materias primas que en el caso de los productos reciclados resulta a veces difícil de conseguirlas, por lo tanto se complica el manejo de los inventarios de este tipo de materias primas. Como actualmente no se hace una planeación de la producción y además la producción o los procesos producti vos se hacen de una manera desorganizada; es de esperarse que en determinado momento no se pueda cumplir con las metas propuestas por la parte administrativa. Todo esto se ve reflejado en que se deben rechazar algunos pedidos porque no se van a poder cump lir y también algunos pedidos hechos no se entregan a tiempo. También es importante resaltar que todo el trabajo que se realice deberá ser con los mismos recursos y el capital de trabajo que se tiene actualmente dado a que en anteriores oportunidades el g erente intentó incursionar en otros negocios los cuales no dieron buenos resultados.. 18.

(19) 2. JUSTIFICACIÓN. Cada día los productos que las empresas colocan en el mercado se ven sometidos a una mayor competencia, en nuestro medio este fenómeno se empezó a acentu ar a partir de la apertura económica; que si bien es cierto golpe ó a muchas de las empresas de nuestro medio, también motivó a otras a pellizcarse y volverse más competitivas. Sin importar el tamaño las empresas hoy en día necesitan de herramientas administrativas para el pleno desarrollo de sus funciones. No solo con el conocimiento técnico de la actividad desarrollada se pueden alcanzar unas metas que verdaderamente correspondan al ideal del negocio. Cada vez más los clientes esperan productos de mayor calidad a menores precios y con una entrega má s rápida, por esta razón es de mucha importancia que las empresas le dediquen amplios esfuerzos a mejorar sus procesos productivos en general, para poder así cumplir con su cometido. De otro lado, el éxito de una gestión empresarial, cualquiera sea enfoque, se basa en un excelente manejo de los recursos información; esto permite mejorar las bases para la toma decisiones y así dar una respuesta rápida y oportuna; por lo tanto importante manejar de m anera organizada toda la información que pueda acerca de las actividades desarrolladas por la empresa.. su de de es se. “La producción es considerada como un sistema integrado por elementos dinámicos que conlleva a las siguientes responsabilidades: Fabricación de prod uctos de acuerdo con las necesidades del mercado. Cumplimiento en fechas de terminación y entrega. Cumplimiento en la calidad requerida por el producto. Racionalización y minimización de costos.” 1 1. RAMIREZ CAVASSA, Cesar. Administración Industrial, Alternativas para la. Gerencia Técnica. México. Editorial Limusa. 1993. p 457.. 19.

(20) El diseño de un programa de Planeación, Organización y Cont rol en la empresa Productos Perla, ayudará firmemente con los propósitos de ser más productivos y competitivos, para cumplir con las expectativas de los clientes en cuanto a precios, tiempo, calidad, etc. Permitirá además un ordenamiento físico de los fact ores del sistema productivo, para un mejor movimiento del material, almacenamiento, equipos de trabajo, controlar para hacer las respectivas retroalimentaciones y correcciones. Resulta determinante para esta empresa, manejar claramente toda la información concerniente a su sistema productivo; ésto con el fin de mejorar en todo momento la toma de decisiones con respecto a mismo. En estos momentos, aún cuando las ventas de la empresa no son las mejores, la empresa se ve sometida a desaprovechar pedidos por no poder cumplir con ellos, todo esto debido a una mala programación de actividades, al poco manejo de información de los clientes y al mal manejo de inventarios. Hace ya varios años, cuando la competencia no era tan cerrada, esta empresa estuvo en los primeros lugares de su ramo en la ciudad. Pero esa misma forma artesanal de manejar los negocios, junto a otros factores, la f ue relegando a la crisis en la que hoy esta sumida. Los productos ofrecido por esta empresa son: Blanqueador de 250 CC, 500 CC y 1000 CC, Creolina, Gas de 250 CC y 500CC, Vinagre, Esencias de Kola y Vainilla, y Cajas de Cartón. Por la falta de conocimiento acerca del sistema productivo de esta empresa no se ha podido determinar de manera exacta la capacidad de producción del mismo . Por lo tanto no se sabe hasta que punto con los recursos de producción actuales se pueda resistir un incremento en las ventas por unidades. Teniendo en cuenta que esto último es lo que se quiere desde la gerencia. La dirección de una empresa está encar gada de velar porque los recursos de la empresa se combinen de la mejor manera posible para alcanzar la máxima productividad. Por todo lo anterior resulta imperante que en esta empresa se desarrolle este proyecto, é sto contribuirá mucho en el desarrollo y ampliación de la misma. La empresa actualmente cuenta con 7 trabajadores, cada uno con sus funciones específicas así: 1 gerente, 1 asistente, 1 empleado para la fabricación de cajas y envasado de productos, 1 vendedor, 1. 20.

(21) coordinador de la planta de Henequ én y 2 procesadores de envases. Anteriormente la empresa contaba con 13 trabajadores, tenia 6 trabajadores más en producción (entre 1992 hasta 2001). Las ventas en promedio de la empresa se encuentran alrededor de los $7´500.000 mensuales durante los últ imos seis meses; pero éstas han venido decayendo con respecto al semestre inmediatamente anterior al promediado. Se manejan volúmenes promedio de 545 cajas de producto; adicionalmente a esto se tiene que la venta de cajas de cartón y envases reciclados rep resenta aproximadamente el 20% de los ingresos mensuales.. 21.

(22) 3. 3.1. OBJETIVOS. OBJETIVO GENERAL. Diseñar un programa para la toma de decisiones tácticas y de control (a corto y mediano plazo) basado en herramientas técnicas administrativas, que le ayude a la empre sa Productos Perla a ser más productiva y competitiva.. 3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS. Buscar una mayor satisfacción de los clientes mejorando los tiempos de entrega de los productos con respecto a las demás empresas del mercado. Crear una estructura necesaria en cuanto a planeación organización y control de la producción, con el fin de facilitar el proceso de dirección. Realizar las respectivas proyecciones de la demanda, basados en herramientas cuantitativas. Determinar las cantidades necesarias de factores productivos para obtener una y/o más unidades de producto.. 22.

(23) 4. 4.1. MARCO REFERENCIAL. ANTECEDENTES. Anterior a la iniciativa planteada en este proyecto no se había tenido ninguna intención de hacerle mejoras al proceso teniendo en cuenta la manera como se venia manejando en la empresa mencionada. Siempre se manej ó el proceso de una manera informal y nunca los administradores del negocio le dieron importancia a cambiar el modo de manejar las cosas. Solo hasta ahora cuando la competencia de la empresa está fortalec ida se ve la importancia de mejorar los procesos internos. También es importante resaltar en cuanto a proyectos similares desarrollados con anterioridad, que se han trabajado proyectos relacionados con el área de la Administración de Operaciones y que tienen como temas fundamentales la parte de organización de la producción, podemos apreciar entre estos: DISEÑO Y DISTRIBUCIÓN DE LA NUEVA PLANTA DE LA LICORERA COLOMBIANA LTDA. DISEÑO DE UN ESTANDARIZACIÓN INDUFRIAL S.A.. SISTEMA DE LOS. DE INFORMACIÓN PARA PROCES OS PRODUCTIVOS. LA DE. REORGANIZACIÓN DEL SISTEMA DE EMPAQUE Y ALMACENAMIENTO DE LA EMPRESA RAFAEL DEL CASTILLO Y CÍA S.A. REDISEÑO DE LA PLANTA FÍSICA DEL LABORATORIO DE PRODUCCIÓN DE DESINFECTANTES EN LA COOPERATIVA DE DISCAPACITADOS DE BOL ÍVAR COODISBOL 4.2. MARCO HISTÓRICO. La empresa comienza a desarrollarse en 1982 en la ciudad de Bogotá por el señor Aniceto Triana Castañeda, motivado por su espíritu empresarial, con una serie e maquinaria y espacio cedido en calidad. 23.

(24) de préstamo se da a la tarea de producir un blanqueador llamado REMI, constituyéndose éste en el primer producto que se proces ó en la empresa. Luego hacia 1985 este señor se traslada a Cartagena junto con sus ideas empresariales, y es a partir de allí donde registra la marca comercial PERLA, es así como se conforma la empresa PRODUCTOS PERLA, continuando sus actividades como lo venia haciendo en Bogotá, al principio solo se producía blanqueador, pero a medida que la empresa fue creciendo las actividades de la misma se fueron diversificando. Las actividades de la empresa pasaron de solo ser la producción de blanqueador a producir desinfectantes, creolina, vinagre, esencias, además, en estos momentos también se fabrican cajas de cartón de acuerdo a las medidas solicitadas por l os clientes y se compran, procesan y comercializan envases reciclados de todo tipo. 4.3. MARCO TEÓRICO. Damos la importancia de mejorar el sistema productivo de la empresa productos Perla por el importante papel que juegan estos productos en el consumo básico de muchas f amilias de nuestra ciudad. Son muchas las familias que a diario están utilizando para el aseo del hogar y consumo familiar productos fabricados por empresas propias de nuestra ciudad; asimismo también hay varias empresas que entran a ser competencia directa de Productos Perla y que se han venido consolidando en el mercado por sus buenas prácticas empresariales. En el documento “EVALUACIÓN DE LAS ESTRATEGIAS DE COMERCIALIZACIÓN DE LOS PRODUCTOS DEL SECTOR MICROEMPRESARIAL” realizado por el Depart amento Nacional de Planeación en 1997, se considera n las Deficiencias en los procesos de planeación, programación, dirección y control de la producción como factor fundamental en la baja productividad de las microempresas en nuestro país. Aun cuando es un documento de hace varios años este problema se sigue presentando en una gran cantidad de empresas que han estancado su crecimiento precisamente por este problema. Aún cuando este documento fue creado en 1997, n os damos cuenta que a la fecha é ste se encuentra vigente en una gran mayoría de las unidades de negocios que pertenecen a este grupo (microempresas).. 24.

(25) Toda empresa debe constituir un sistema coherente y sólido de información en todas sus áreas, para poder así tomar las decisiones acertadas para alcanzar los objetivos propuestos. De las tres áreas primarias de una empresa como son las de: producción, mercadotecnia y finanzas, nuestro proyecto estará enfocado a la primera. Aunque estas se encuentran estrechamente ligadas y las decisiones de una afectan c ompletamente a las otra dos es nuestro interés detallar las influencias de mejorar los pro cesos productivos. No existen demasiadas diferencias en cuanto al área que se está manejando, por lo cual es innumerable la bibliograf ía a la cual se puede acceder co mo fuentes de consulta para apoyar este proyecto. “La Administración de la producción y de las operaciones, es la administración del sistema de producción de una organización, que convierte insumos en productos y servicios. Un sistema de producción toma i nsumos – materias primas, personal, maquinas, edificios, tecnología, efectivo, información y otros recursos – y los convierte en productos – bienes y servicios -. Este proceso de conversión es el centro de lo que se conoce como Producción y es la actividad predominante de un sistema de producción” 2 Un programa de planeación, organización y control de la producción se constituye en herramienta fundamental para cualquier empresa del sector industrial, aún cuando esta sea una microempresa. El programa planteado en este proyecto servirá como herramienta, en la empresa antes mencionada, para mejorar en especial la toma de decisiones operativas o tácticas. También y aunque en menor medida y con menor énfasis se tendrá en cuenta el mejoramiento de la disposición física de las instalaciones. Cuando hablamos de decisiones operativas o tácticas nos referimos a todas aquellas que hacen referencia a las decisiones con respecto a la planeación de la producción para cumplir con la demanda. Las decisiones tácticas hacen r eferencia a lo que es: Planeación agregada y programación maestra. Utilizar las instalaciones a su mayor capacidad y evitar sobrecargas y/o subutilización, reduciendo así los costos de producción y cumplir con la demanda acumulada. Con esto además se p odrá obtener la 2. GAITHER, Norman y FRAZIER, Greg. Administración de Producción y Operaciones. México. international Thomson Editores. 2000. p 5.. 25.

(26) máxima producción en función con los recursos con los que se cuenta, lo que es importante en el caso de los recursos escasos. En cuanto al programa maestro de producción este nos ayudará a establecer el volumen final de cada producto que se va a realizar cada determinado periodo Planeación y control de inventarios de materias primas, productos en proceso y productos terminados. Los inventarios son necesarios, pero también es importante saber cuanto se debe mantener de ellos. Lo anterior se ve reflejado en que mantener inventarios en cierta forma es positivo porque ayuda a evitar o a disminuir los costos por pedido, costos por faltantes, costos por adquisición, etc. Pero también es cierto que mantener una cantidad inadecuada de inventario s resulta perjudicial porque aumenta los costos de almacenamiento, se generan desperdicios, se tiene un capital nulo y sin trabajo, p érdidas por deterioro y posibles obsolescencias, etc.; lo anterior en caso de un exceso pero en caso de una deficiencia ta mbién se generarían problemas por exceso de costos de adquisición, desequilibrio en la producción por falta de insumos, pérdida en las ventas por incumplimiento y falta de producción, entre otros. Por lo tanto es importante saber cuanto pedir de cada material, tanto a proveedores externos como en los departamentos internos, que en el caso de esta empresa se da de la planta de envases y cajas a la de procesamiento de blanqueadores esencias, etc. Cuando colocar los pedidos para que estos lleguen a tiempo. Control de producción. Este aspecto del proyecto es muy importante porque nos permitirá interrelacionar y coordinar los esf uerzos de las diversas áreas funcionales de la empresa, de tal forma que tengan como objetivo común la obtención del producto teniendo en cuenta las rest ricciones de tiempo y cantidad. Asimismo como lo plantea Cecilia Molina en la Guía Planeación, Organización y Control de la Producción “El personal de operaciones de cualquier organización trabaja en torno a la fabricación de los productos o servicios de la compañía de tal forma que:. 26.

(27) a) b) c) d). 4.4. Las necesidades de cantidad de recursos, se satisfagan. Las fechas de terminación y entrega, se cumplan. Los requisitos de calidad, se llenen. Los métodos más económicos para llevar a cabo lo anterior, se seleccionen y se apliquen 3.. MARCO LEGAL. Productos Perla, es una empresa constituida legalmente ante la Cámara de Comercio de Cartagena mediante matricula # 25336. La empresa cuenta con toda su documentación necesaria para empresas de este tipo. Para sus productos para el consumo humano (vinagre, esencias) se tiene licencia de INVIMA (Registro Sanitario) RSAR N°17100800. Para los productos de aseo del hogar como son blanqueadores, desinfectantes no se necesita ningún registro o permiso especial. Asimismo para las cajas de cartón o para los envases de vidrio tampoco se necesita de ningún requisito legal. Además por ser una empresa pequeña podemos enmarcarla en la Ley 590 de 2000, o Ley de Mipymes, con la que se establecieron mecanismos para apoyar y facili tar el acceso a la tecnología, la ampliación de la oferta de mano de obra calificada, la penetración de mercados internos e internacionales, la financiación, las fuentes de información y la capacitación. Adicionalmente, se creó un marco institucional que v elará por el diseño e implementación de planes de desarrollo para la mipyme, así como el seguimiento y la medición del impacto de las políticas adoptadas.. 3. MOLINA NAGLES, Cecilia. Planeación, Organización y Control de la. Producción. Cartagena. 2000. Pág. 19.. 27.

(28) 5. 5.1. DISEÑO METODOLÓGICO. TIPO DE INVESTIGACIÓN. El programa de planeación, organización y control del proceso productivo de la empresa Productos Perla, lo podemos clasificar como una investigación de tipo descriptiva, é sto porque el propósito de la misma es describir las características de un conjunto en especial, mas no explicar un caso en particular. 5.2. MÉTODO DE INVESTIGACIÓN. El método teórico utilizado para el desarrollo de este proyecto deductivo; ésto porque teniendo en cuenta las herramientas técnicas – administrativas, se les dará la respectiva aplicación a los procesos productivos de la empresa Prod uctos Perla. 5.3. FUENTES E INSTRUMENTOS DE RECOLECCIÓN DE INFORMACIÓN. 5.3.1 Fuentes Primarias En este grupo se cuenta con la observación de la gestión gerencial y productiva desarrollada en la empresa Productos Perla; todo é sto para diagnosticar la condición de la empresa principalmente en su área de producción y poder desarrollar el programa propuesto, para ello, también se mantienen entrevistas constantes con el personal tanto administrativo como operativo de esta empresa. 5.3.2 Fuentes Secundarias Este grupo de fuentes se constituyen en herramienta fundamental para el desarrollo del proyecto. Dentro de las fuentes secundarias tenemos textos relacionados con el tema y además de proyectos similares que hayan abordado el área de la Administración de Operaciones desa rrollados con anterioridad que sirvan de guía para la realización del nuestro.. 28.

(29) 5.4. ASESORES E INFORMANTES. Para el desarrollo de este proyecto se contará con las asesorías de: Natividad Villabona Gómez – Ingeniero Industrial; Carlos Parga Profesor de metodo logía de la Investigación y José Ángel Morales García – Químico Farmaceuta . Además se contará con informantes como son: Aniceto Triana Castañeda – gerente Productos Perla; Merly Durango – Asistente General de Productos Perla.. 29.

(30) 6. ORGANIZACIÓN GENERAL DE LA EMPRESA PRODUCTOS PERLA. En este capítulo se pretende realizar de manera general una organización de la parte administrativa de la empresa teniendo en cuenta los aspectos bajo los cuales ha venido funcionando desde su creación. Primero se hará una rese ña histórica de la empresa desde sus inicios hasta la fecha, seguido se realizará una descripción de la estructura orgánica con su respectivo organigrama, también se describirán los productos que fabrica la empresa, asimismo como del sistema productivo y de los procesos que utiliza la empresa para la fabricación de los productos. 6.1. RESEÑA HISTÓRICA. Como se mencionó anteriormente la trayectoria de esta empresa es bastante amplia, en anteriores tiempos esta era considerada como una de las empresas con mayor futuro en su sector. A continuación se hace un recuento de esta trayectoria. La empresa comienza a desarrollarse en 1982 en la ciudad de Bogotá el señor Aniceto Triana Castañeda, motivado por su espíritu empresarial, con una serie de maquinaria y espacio cedido en calidad de préstamo se da a la tarea de envasar un blanqueador llamado REMI, constituyéndose éste en el primer producto que se proces ó en la empresa. Luego hacia 1985 este señor se traslada a Cartagena junto con sus ideas empresariales, y es a p artir de allí donde registra la marca comercial PERLA, es así como se conforma la empresa PRODUCTOS PERLA, continuando sus actividades como lo venia haciendo en Bogotá, al principio solo se envasaba blanqueador, pero a medida que la empresa fue creciendo l as actividades de la misma se fueron diversificando.. 30.

(31) Las actividades de la empresa pasaron de solo ser el envasado de blanqueador a envasar creolina, vinagre, esencias, además, en estos momentos también se fabrican cajas de cartón de acuerdo a las medidas solicitadas por los clientes y se compran, procesan y comercializan envases reciclados de todo tipo. En algún momento de su trayectoria, el señor Aniceto Triana se extendió en sus funciones y llegó a dedicarse a comercializar frutas, pero esta actividad ya no se realiza en la empresa. 6.2 ESTRUCTURA ORG ÁNICA La empresa actualmente cuenta con 7 trabajadores, cada uno con sus funciones específicas así: 1 gerente que es el mismo dueño de la empresa, 1 asistente general que a su vez es el encargado de manejar toda la información de la empresa en cuanto a las transacciones realizadas en el software Trident, esta persona se encuentra en la sede principal del negocio en el sector de Bella Vista , 1 operario para la fabricación de cajas y envasado de productos, 1 vendedor, 1 coordinador de la planta de Henequén quien se encarga de coordinar todo lo relacionado con la compra y venta de envases reciclados y 2 procesadores de envases. Anteriormente la empresa contaba con 13 trabajadores, tenia 6 trabajadores más en pr oducción (entre 1992 hasta 2001). Asimismo la empresa cuenta con un contador externo al negocio quien se encarga de revisar y llevar la contabilidad del negocio de manera organizada.. 31.

(32) GERENTE ASISTENTE GENERAL. CONTADOR. VENDEDOR. COORDINADOR HENEQUÉN. OPERARIO 2 OPERARIOS. Fi gu r a 1 : O r g a n igr am a d e Pr o duc t os P er la. 4. 6.3 PRODUCTOS En la actualidad sus actividades van desde la COMPRA DE ENVASES RECICLADOS para su comercialización, algunos de estos son procesados para su utilización como materias primas para envasar los productos que en la empresa se fabrican como son CREOL INA, DESMANCHADORES, VINAGRE, ESENCIAS (Kola, Vainilla), GAS, y además se fabrican CAJAS DE CARTON a partir de cajas recicladas y con las especificaciones técnicas requeridas por los clientes y por la misma empresa cuando son para el consumo propio. Los productos ofrecido por esta empresa son: Blanqueador de 250 CC, 500 CC y 1000 CC, Creolina, Gas de 250 CC y 500CC, Vinagre, Esencias de Kola y Vainilla, y Cajas de Cartón. La industria para la fabricación de envases de vidrio en Colombia está altamente concentrada, Cristalería Peldar S. A. es la empresa más importante dentro de esta industria, por lo que para Productos Perla y para la gran mayoría de empresas de la ciudad que se dedican a estos procesos, resulta de mucha más utilidad utilizar envases reciclados, ya sean estos reciclados por la misma empresa o comprados a otras recicladoras, que mandarlos a fabricar nuevos. 4. Este es un Organigrama propuesto hecho teniendo en cuenta cómo la Empresa se encuentra. funcionando en la actualidad.. 32.

(33) 6.4 SISTEMA PRODUCTIVO DE LA EMPRES A La empresa posee cuatro sitios de trabajo, en el sector de Henequén, tiene un lote que sirve para al macenar envases que esperan ser reciclados y la planta de procesamiento (limpiado y desinfectado) de estos envases. En el sector de Bellavista esta una bodega de almacenamiento de cartón y la planta donde se fabrican y envasan los productos y también se fa brican las cajas de cartón. Como actualmente no se hace una planeación de la producción y además la producción o los procesos productivos se hacen de una manera desorganizada; es de esperarse que en determinado momento no se pueda cumplir con las metas p ropuestas por la parte administrativa. No se tienen estandarizados los procesos productivos en cuanto a tiempo y recursos empleados. Para el segundo caso no se maneja ningún tipo de inventario, por lo tanto resulta complicado realizar entregas de acuerdo a los tiempos requeridos por los clientes. Todo esto se ve reflejado en que se deben rechazar algunos pedidos porque no se van a poder cumplir y también algunos pedidos hechos no se entregan a tiempo. El programa estará enfocado más que todo a los produ ctos de envasado (Desmanchador, Vinagre, Creolina, Gas y Esencias), que son los que más recursos consumen en la empresa. También es importante resaltar que todo el trabajo que se realice deberá ser con los mismos recursos y el capital de trabajo que se tie ne actualmente dado a que en anteriores oportunidades el Gerente intentó incursionar en otros negocios los cuales no dieron buenos resultados. 6.5 PROCESOS Los procesos de fabricación de los productos Perla son procesos sencillos, estos son básicamente proce sos de dilución de productos principales en agua, teniendo en cuenta las proporciones necesaria para mantener las características para su uso domé stico. Cabe resaltar que los envases utilizados por estos productos son envases reciclados.. 33.

(34) Estos procesos lo s podemos clasificar como procesos repetitivos, teniendo en cuenta la clasificación hecha por CHASE y AQUILANO 5; porque se producen artículos en grandes lotes teniendo en cuenta unas mismas características. A continuación hacemos una descripción de cada p roceso para cada uno de los productos que la empresa fabrica. 6.5.1 Blanqueador Para producir y envasar el blanqueador Perla se parte da la materia prima principal que es el Hipoclorito de Sodio (NaOCl), en una concentración del 13% aprox.; este se diluye en a gua y se lleva hasta una concentración del 1% aprox. Y es este el producto que se comercializa en presentaciones de 250, 500 y 1000 CC. El hipoclorito constituye la materia prima que menor tiempo de almacenamiento tiene, debido a que el componente principa l de este que es el cloro, es muy volátil y en un tiempo superior a un mes, en condiciones normales de ambiente, puede perder su concentración. 6.5.2 Creolina La materia prima principal es la creolina concentrada la cual utilizando una proporción de 1 volumen de creolina concentrada y tres volúmenes de agua, se obtiene un producto mas económico para el uso domestico. 6.5.3 Vinagre Para la producción de vinagre se toma la materia prima principal que es el acido acético en proporción comestible y se diluye de una concentración que trae del 4% hasta una concentración del 1 %. Para este producto necesita un preservante que en este caso se utiliza el benzoato de sodio, un colorante que es el colorante caramelo y 5. CHASE, Richard; AQUILANO, Nicholas. Dirección y Administración de la Producción y de las. Operaciones. McGraw Hill. México. 1997. P 67.. 34.

(35) también se le agregan esencias ya sea de piña o de banano. Este producto se comercializa en presentación de 330 CC. 6.5.4 Esencias Las esencias que se fabrican en la empresa productos Perla son únicamente las de Kola y Vainilla, estas por ser las más requeridas por el mercado. Estas esencias se consiguen de manera pu ra como materia prima, para su dilución se tiene en cuenta que la proporción este en que del 100%, el 5% es de esencia pura y el 95% restante se da entre agua, colorante, preservante y CMC (carboximetil Celulosa; este es un espesante); los tres últimos se agregan en una proporción de Cantidad Suficiente Para; este es un termino utilizado en química para nombrar cuando se agrega una cantidad determinada de algún componente teniendo en cuenta los criterios de la persona que lo esta produciendo. Estos product os se comercializan en presentación de 250 CC. 6.5.5 Gas El nombre de este producto es porque así se le conoce popularmente, pero este producto es queroseno reembasado. Se le conoce con este nombre Este proceso es el mas sencillo de la empresa, porque es el mismo producto que en el mercado se consigue en presentaciones no adecuadas para el uso domestico, llevarla a presentaciones los hogares puedan manejar. Este proceso consiste en tomar un tambor de queroseno y se reembasa en presentaciones de 250 y 500 CC par a uso domestico. 6.5.6 Cajas de Cartón Este proceso podemos decir que es el aprovechamiento de las cajas que ya han sido utilizada s para cualquier uso anterior y que pueden ser aprovechadas para empacar productos nuevos en una caja de un tamaño menor.. 35.

(36) El proceso se da básicamente de la siguiente manera, utilizando la materia prima principal que es una caja en buen estado ya utilizada es desarmada en su totalidad de acuerdo a las uniones que esta presenta; a continuación se procede a tomar la medidas para determinar de que lado será cortada para formar una caja nueva, luego esta es cortada por los lados donde se determinó por las medidas tomadas y por ú ltimo se procede a armar la caja nueva con las medidas que se requieren. Es importante decir que la caja nueva a pesar de ser hecha a partir de una caja ya utilizada, en su parte exterior no muestra ningún logotipo o figura ya que siempre se busca que esta quede ubicada para el interior de la caja nueva. 6.5.7 Limpiado de Envases d e Vidrio Este proceso se realiza para reutilizar envases de vidrio en buen estado y sin ningún defecto. Se procede a tomar los envases y se introducen en un tanque que contiene agua e Hipoclorito de sodio. Luego con un punzón se procede desarmar el gotero (si lo tiene), luego con un brillo gr ueso se procede a eliminar cualquier etiqueta de papel que se encu entre adherida al envase y por ú ltimo con un hisopo se lava por dentro para luego enjuagar y poner a secar al sol. Beneficios obtenidos al reciclar el vidrio son muchos, por ejemplo: Por cada envase que se recicla se ahorra la energía necesaria para mantener un televisor prendido por tres horas. El vidrio se recicla las veces que se requiera y en la forma que se requiera, no pierde propiedades. El vidrio reciclado ahorra de un 25 a 32% de la energía utilizada para producir vidrio nuevo.. 36.

(37) 7. PROGRAMA OPERATIVO. Para iniciar, en el capitulo anterior se realizó una descripción general del estado en el que la empresa funciona en la actualidad. En el presente cap ítulo ya se entrará en materi a con el programa propuesto para la realización de este proyecto. También en el capitulo anterior nos dedicamos a describir el estado en el que encontrábamos una empresa que en tiempo atrás fue la líder del mercado de los productos que fabricaba y la mane ra como se realizan los procesos de fabricación, aún cuando en é sta no se encuentran establecido de manera formal unos procedimientos y unos estándares para los procesos productivos, pudimos describir la forma como se realizan. A partir de este cap ítulo nos dedicaremos realizar de manera formal y técnica todo lo descrito anteriormente y a desarrollar un programa que organice todo el proceso productivo de la empresa. Realizar un programa como el propuesto en este proyecto requiere en primera instancia de u na organización completa de toda la información de la empresa en cuanto al comportamiento de cada uno de los productos que en ella se producen y comercializan. Para este efecto y afortunadamente se maneja un historial de ventas facturadas en el software co ntable Trident que ayuda a recopilar toda la información necesaria en cuanto a ventas por cantidades y precios en un determinado periodo. Para realizar este programa utilizaremos como herramienta fundamental la hoja de cálculo de Microsoft Excel. El prime r paso en la organización de dichos datos es el de diseñar una tabla que permita dominar de manera más fácil a todos los miembros de la organización la información de las ventas, lo anterior debido a que no todos tienen el conocimiento para manejar el soft ware contable que utiliza la empresa y además porque en otro programa como la Hoja de Calculo de Excel es mucho más funcional para hacer los respectivos pronósticos. Estas tablas deben contener información como: Cliente, Producto, Precio, Valor de la Venta , Cantidad Vendida, fecha, Número de factura, fecha de pago. (Ver Anexo 2). A partir de los datos recopilados en las tablas anteriormente planteadas se nos permitirá manejar los datos por cliente, por productos, y así hacer los respectivos pronósticos de m anera mucho más fácil.. 37.

(38) Luego a partir de esos datos ya organizados de una manera que cualquier miembro de la organización pueda dominarlos y manejarlos para sacar conclusiones, se procederá a realizar los respectivos pronósticos de demanda para un periodo subsiguiente. La metodología utilizada para realizar los respectivos pronósticos de demanda deberá cumplir con una serie de requisitos que serán determinantes a la hora de la aplicabilidad del programa. Teniendo en cuenta las proyecciones hechas para per iodos futuros se tendrán que manejar los inventarios de productos terminados. Esto será parte primordial a la hora de cumplir con los tiempos de entrega. Al igual que los métodos utilizados para hacer los pronósticos de la demanda las herramientas utilizad as para la administración de los inventarios también deben adaptarse al entorno propio de la empresa. Ya con las proyecciones de demanda y los niveles de inventario a manejar se deben determinar los niveles de producción por periodo, teniendo en cuenta lo s operarios y las funciones que cada uno realiza. Determinar el valor de la mano de obra, los cronogramas de actividades para el siguiente periodo. Ya por ultimo el cronograma de requerimiento de materias primas. Como ya dijo el programa estará enfocado m ás que todo a los productos de envasado, pero a medida que se maneje un registro de las características principales de las cajas de cartón que solicitan los clientes a la empresa también se podrá extender a este producto. A los envases reciclados no se lo aplicamos debido a que todo envase que llega a la empresa se procesa ya sea para utilización propia o para comercialización. 7.1. ANÁLISIS DE LOS PROCESOS. Uno de los aspectos necesarios para la organización de este sistema productivo, es conocer la secuenci a de operaciones que se realizan para la fabricación de cada producto. Para poder analizar cada uno de los productos se realizaron estudios de cada uno de los procesos para todos los productos. Se tomo cada producto en su respectiva presentación y se detall ó con respecto a la materia prima utilizada, y los tiempos que se necesitan para realizar. 38.

(39) las operaciones que terminan cuando el producto es llevado a su sitio de disposición final antes de ser enviado al cliente. A continuación se muestran los tiempos de producción del vinagre, los tiempos de producción de los demás productos se muestran en los Anexos 1, 2, 3, 4, 5, 6 y 7. Tiempo de Producción de 126 Cajas de Vinagre Vinagre 330 CC Operación Actividad Tiempo (Seg) (Min) Preparación 1 Enviar orden de producción a trabajador 300 5 Preparar Materias Primas 2 600 10 3 Llenar el Tanque de Agua y Medir 1800 30 4 Medir Acido Acético 600 10 5 Vaciar Acido en el tanque del agua y agitar 900 15 6 Medir Colorante Caramelo 180 3 7 Vaciar Colorante en el tanque del agua y agitar 900 15 8 Pesar Benzoato de Sodio 120 2 9 Disolver Benzoato en agua 600 10 10 Vaciar Benzoato en al tanque del agua y agitar 900 15 11 Medir Esencias de banano o Piña 180 3 12 Vaciar esencia en el tanque del agua y agitar 900 15 Tiempo de Preparación 7980 133 Llenado 13 llenar 3024 Envase de 330 CC 24242 404 14 Tapar envase 9091 152 15 Limpiar Envase 15152 253 16 Untar Pegante en la etiqueta 9091 152 17 Pegar Etiqueta 15152 253 18 Llevar a Bodega 900 15 Tiempo de Llenado 73627 1227 TIEMPO TOTAL 81607 1360 Días Laborales Necesarios T abl a 1 : T i em pos d e P rod uc c i ón de l V i n agr e .. 39. (Hor) 0,08 0,17 0,50 0,17 0,25 0,05 0,25 0,03 0,17 0,25 0,05 0,25 2,22 6,73 2,53 4,21 2,53 4,21 0,25 20,45 22,67 2,83.

(40) BLAN Q UEAD O R Pegante. Etiqueta. Tapa Rosc a. Hipoc lorito de sodio NaOCl al 13 %. Envase de 250, 500 o 1000 CC. Agua H2O. Llenar Tanque y Medir Llenar Tanque y Medir Vac iado en tanque del Agua y Agitar. Untar Pegante. 40. Llenar Envase. Tapar. Pegar Etiqueta. Materia p rim a: Hip oc lorito de Sodio a l 13% Agua Tapa Rosc a Envase (250, 500 o 1000 c c) Colbón Etiqueta. Almac enar. Fi gu ra 2 : G raf ic o de P rod uc c i ón de Bl a n qu e ad or 2 5 0, 5 0 0 y/ o 10 0 0 CC. 40.

(41) V IN A G R E Pegante Etiqueta. Tapa Rosc a. Enva se d e 25 0 C C. Ese nc ia s. Co lo ra nte Ca ra m e lo. Be nzo a to d e So d io. Ag ua H2 O. Me d ir. Pe sa r. Me d ir. Me d ir. Diso lve r e n Ag ua. Ac id o Ac é tic o Co m e stib le. Va c ia d o e n ta n q u e y Ag ita r. Lle n a r e l Ta nq ue y Me d ir. Va c ia d o e n ta n q u e y A g ita r. Va c ia d o e n ta n q u e y Ag ita r. Untar Pegante. 41. Va c ia d o e n ta n q u e y Ag ita r. Lle na r Enva se. Ta p a r. Ma teria p rim a : Ac id o Ac é tic o En p rop orc ió n C o m e stib le Ag ua C o lo ra n te Ca ra m e lo Be nzo a to d e So d io Ese n cia d e Piñ a o Ba na no Ta p a Rosc a Enva se (2 50 c c ) C o lb ó n Etiq ue ta. Fi gu ra 3 : G raf ic o de P rod uc c i ón de Vi n a gre. 41. Pe g a r Etiq ue ta. Alm a c e na r.

(42) G AS Pegante. Etiqueta. Tapa Rosc a. Envase de 250 o 500 CC. Querosene. Vac iado en ta nque. Llenar Envase. Untar Pegante. 42 Tapar. Pegar Etiqueta. Materia prim a: Querosene Tapa Rosc a Envase (250 o 500 c c ) Colbón Etiqueta. Almac enar. Fi gu ra 4 : G raf ic o de P rod uc c i ón de G as 25 0 y 5 0 0 CC. 42.

(43) ESEN C IAS Pe g an te. Etiq ueta. Ta p a Ro sc a. Envase de 250 CC. CMC. Benzoato de Sodio. Pesar. Colorante. Pesar. Esenc ia Conc entrada. Medir Llenar Tanque y Medir. Pesar Disolver en Agua Disolver en Agua Disolver en Agua. Agua H2O. Vac iado en tanque y Agitar. Vac iado en tanque y Agitar. Vac iado en tanque y Agitar. Vac iado en tanque y Agitar. 43. Unta r Pe ga nte. Llenar Envase. Tapar. Materia p rim a: Esencias Conc entrada de Kola o Vainilla Agua Colorantes Benzoato de Sodio CMC Tapa Rosc a Envase (250 c c ) Colbón Etiqueta. Pegar Etiqueta. Almac enar. Fi gu ra 5 : G raf ic o de P rod uc c i ón de Es e nc i as d e K o la y/ o Va i n il l a. 43.

(44) C REO LIN A Pe g an te. Etiq ueta. Ta p a Ro sc a. Envase de 250 CC. 1 Volum e n de C reolina C onc entrada. 3 Volum e ne s de Agua H2O. M e dir. Lle na r Ta n q u e y M ed ir. Vac ia d o en ta nq ue y A gitar. 44. Unta r Pe ga nte. Lle nar Enva se. Ta pa r. Pe ga r Etiq ueta. Materia prim a: Creolina Conc entrada Agua Tapa Rosca Envase (250 cc ) Colbón Etiqueta. Alma ce na r. Fi gu ra 6 : G raf ic o de P rod uc c i ón de Cr e o li n a. 44.

(45) EN VASES Envases en Buen Estado. Soda Caustic a. Agua. Quita r Gotero Con Punzón Vac iar En Agua y Agitar. Introducir Envases en Tanque y Dejar en Rem ojo. 45. Quita r Etiqueta y Lavar Envases Externam ente. Lavar Envases Internam ente. Enjuagar envase. Poner Envase a Escurrir al Aire Libre. Ma teria prim a: Envases en Buen Estad o Soda Caustic a Agua Fi gu ra 7 : G raf ic o de P rod uc c i ó n de L a v ad o d e E n vas es. 45.

(46) C AJAS D E C ARTÓ N Silica to Neutro. Ca ja de Cartón. Desarma r. Me dir. 46. Cortar. Armar la Caja Nueva. Pega r. Alma cenar. Materia prim a: Caja de cartón Reciclada Silicato Neutro Fi gu ra 8 : G raf ic o de P rod uc c i ón de F abr ic ac i ón de C aj as. 46.

(47) 7.2. ADMINISTRACIÓN DE LA DEMANDA. El referente fundamental para el presente programa sería las técnicas de proyección de demanda que la empr esa utilizará. Lo anterior porque es este el primer paso en la planeación de la producción. Son estas proyecciones las que se deberá n tener en cuenta para el manejo de inventarios de materia prima y productos terminados, así como de la realización de las p rogramaciones de producción y el cálculo de los factores productivos a utilizar en determinado periodo. Si bien es cierto una técnica exacta para pronosticar la demanda puede ser imposible, porque como lo plantean Chase y Aquilano en su libro Dirección y Administración de la Producción y de las Operaciones “… hay demasiados factores en el entorno empresarial que no pueden ser pronosticados con certe za. Por lo tanto, mas que buscar el pronostico perfecto, lo realmente importante es mantener la práctica de realizar continuas revisiones de los pronósticos y aprender a vivir con pronósticos imprecisos.” 6, la cita anterior no hace referencia a la resignación por parte de quien hace los pronósticos o del que hace uso de estos para la toma decisiones, mas bien hac e referencia al continuo seguimiento por parte de las personas implicadas para buscar la mejor técnica para pronosticar y tener en cuenta las desviaciones que ésta pueda tener para que la afectación sobre la toma de decisiones sea sobre su parte positiva. También es importante tener en cuenta a Chase y Aquilano cuando plantean que: “Cuando se pronostica, una buena estrategia es usar dos o tres métodos y verlos en conjunto para obtener una perspectiva de sentido común” 7, esta estrategia es de mucha aplicaci ón para la empresa que estamos tratando debido a la gran cantidad de factores tanto externos como internos propiamente que afectan el desempeño de la empresa. A continuación se hace una descripción de la técnica utilizada para aplicar en la empresa para p ronosticar la demanda de sus productos:. 6. CHASE, Richard; AQUILANO, Nicholas. Dirección y Administración de la Producción y de las. Operaciones. McGraw Hill. México. 1997. P 309. 7. Ibid. 47.

(48) Aún cuando existen cantidades de técnicas para realizar esta labor, el método que se decide aplicar es el método d e Promedios Móviles Ponderado. Esto porque es ajustado a las necesidades de la empresa. Éste promedio permite asignarle mayor o menor peso a valores dependiendo del interés del las persona s que trabajan con el; así podemos teniendo en cuenta la situación actual de la empresa asignar mayor peso para el pronostico a los valores que se van generando en la ac tualidad. También podemos decir que la aplicación de este método se da en gran medida por su fácil manejo ya que puede estar al alcance de cualquier persona. La intención de asignar mayor o menor peso a algunos valores radica en el comportamiento que pres entan los productos Perla, a lo largo del periodo estudiado. Este comportamiento se debe más que todo a factores internos propios del funcionamiento de la empresa más que a factores externos del mercado de los productos. Es pertinente decir que en la complementación de este programa de producción con otros de cómo mercadeo, esta el éxito de su funcionamiento. Esto lo podemos comprobar con el producto que más esfuerzos se le dedica en la empresa 8 que es el vinagre, porque es uno de los que más necesita recursos para su fabricación. Entre los factores determinantes a la hora de examinar los comportamientos de la demanda de los productos de la empresa, tenemos:    . La pasividad en las ventas. La falta de políticas de Mercadeo. La decisión de producir o no en dete rminado periodo. El cumplimiento a los clientes.. Estos aspectos no permiten que el comportamiento de la demanda analizada sea el potencial real en el mercado. El comportamiento de la demanda de la mayoría de estos productos es bastante irregular como los podemos apreciar en cada uno de los gráficos de demanda de los productos que presentamos a continuación. Se presenta la demanda de é stos en dos gráficos para cada producto, correspondientes a dos periodos distintos; el primero 8. Se hace referencia a los esfuerzos que se hacen relacionando este producto con los demás que. se fabrican, no queriendo decir que sean suficientes y los necesarios.. 48.

(49) contiene las ventas hechas d esde enero a diciembre del 2003 y el segundo periodo comprende desde enero del 2004 hasta Febrero del 2005, como se muestra en la siguiente tabla. Para un mejor y más eficiente funcionamiento del programa se hace necesario también manejar periodos de tiemp os mas cortos ya sea en semanas o quincenas. FECHA Año Mes 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03. ENE. FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC. FECHA Año Mes 04 04 04 04 04 04 04 04 04 04 04 04 05 05. ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ENE FEB. CANTIDADES (Cajas) Desmanchador Esencias Gas Creolina 250 500 1000 Kola Vaini 250 500 15 5 10 173 6 134 42 46 13 60 10 3 96 5 11 121 139 5 18 122 40 11 103 14 11 62 12 2 72 1 1 84 110 10 170 197 10 15 50 9 99 42 6 2 76 146 20 99 1 341 759 77 93 1.017 16 21 867 T abl a 2 : V e nt as Re a l e s 2 0 03 CANTIDADES (Cajas) Desmanchador 250. 500. 1000. 55 30 25 20 2 10 15 23 22 5 10 18. 2 5 2 12 35 -. 15 1 5 10 -. 235. Creolina 67 100 184 22 108 105 125 60 20 32 85 60 14 23. Esencias KOLA VAIN 6 -. -. Gas. 20 108 92 65 96 132 132 83 90 37 81 77 1.013. Vinagre. 250. 500. 30 63 48 11 90 85 85 70 65 80 43 56. 215 368 340 272 323 190 272 110 114 98 86 154 214 187. 95 45 169 40 111 95 85 68 34 48 94 112 67 46. 2.943. 1.109. 56 31 1.005 6 726 T abl a 3 : V e nt as Re a l e s 2 0 04 - 2 0 0 5. 49. Vinagre.

(50) A continuación se presenta de mane ra grafica la demanda de cada uno de los productos presentados en las tablas 1 y 2. Para los productos como Desmanchadores, Creolina, Gas, esencias y Vinagres los gráficos son de cantidades por Periodo; pero las Cajas de cartón y los Envases, se presentan en Ingresos (Pesos) por periodo debido la falta de datos históricos en cuanto a las especificaciones o características de cada uno de los productos que se comercializaron.. Cantidades (Cajas). Ventas Desmanchador 250 CC 2003 200 180 160 140 120 100 80 60 40 20 -. 173 139 110. 96 62 42 15. 42. 40 10. 20. 10. ENE. FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC. Meses G r af ic o 1 : Com po r t am ien t o de la s V en tas de l D es m anc ha d or d e 25 0 CC E ner o a D ic i e m bre 2 0 03 .. Ventas Desmanchador 250 CC 2004-2005 60. Cantidades (Cajas). 55 50 40 30. 30 25. 23. 20. 20. 22. 18. 15 10. 10 -. -. 2. -. 10 5. ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ENE FEB. Meses G r af ic o 2 : Com po r t am ien t o de la s V en tas de l D es m anc ha d or d e 25 0 CC E ner o d e l 2 00 4 a F ebr ero de l 2 0 05 .. 50.

(51) Cantidades (Cajas). Ventas Desmanchador 500 CC 2003 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 -. 46. 12 -. 5. 3. -. 6. 5 -. -. -. -. ENE. FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC. Meses G r af ic o 3 : Com po r t am ien t o de la s V en tas de l D es m anc ha d or d e 50 0 CC E ner o a D ic i em bre 2 0 03 .. Ventas Desmanchador 500 CC 2004-2005. Cantidades (cajas). 40. 35. 35 30 25 20 15. 12. 10. 5. 5 -. -. -. -. -. 2. -. -. -. 2. -. -. ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ENE FEB. Meses G r af ic o 4 C om por tam i en t o de la s V en tas de l D es m anc ha d or d e 50 0 CC E ner o d e l 2 00 4 a F ebr ero de l 2 0 05 .. 51.

(52) Cantidades (Cajas). Ventas Desmanchador 1000 CC 2003 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 -. 18 15 13 11. 11. 10. 6. 5. 2. 2. ENE. FEB MAR ABR. MAY JUN. JUL AGO SEP OCT NOV DIC. Meses G r af ic o 5 : Com po r t am ien t o de la s V en tas de l D es m anc ha d or d e 10 00 C C E ner o a D ic i em bre 2 0 03 .. Ventas Desmanchador 1000 CC 2004-2005. Cantidades (Cajas). 16 14. 15. 12. 10. 10 8 6. 5. 4 2 -. -. -. -. 1. -. -. -. -. -. -. -. ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ENE FEB. Meses G r af ic o 6 : Com po r t am ien t o de la s V en tas de l D es m anc ha d or d e 10 00 C C E ner o d e l 2 00 4 a F ebr ero de l 2 0 05 .. 52.

(53) Cantidades (Cajas). Ventas Creolina 2003 180 160 140 120 100 80 60 40 20 -. 170 134. 121 122 103 76. 72. 60 10. 99 50. -. ENE. FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC. Meses G r af ic o 7 : Com po rt am ien t o de la s V en tas de Cre o l in a E ner o a D ic i em bre d e l 2 0 03. Cantidades (Cajas). Ventas Creolina 2004-2005 200 180 160 140 120 100 80 60 40 20 -. 184. 125 108 105. 100. 85. 67. 60 22. 60 20. 32 14. 23. ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ENE FEB. Meses G r af ic o 8 : Com po rt am ien t o de la s V en tas de Cre o l in a E ner o d e l 2 00 4 a F ebr ero de l 2 0 05 .. 53.

(54) Venta Esencias (Kola y Vainilla) 2003. 14. 14. 12. 11. 10. 9. 8 6. IC. L. -. 1 Kola. D. N. O V. AY. N. AB R. 1. O C. -. SE P. -. AG O. -. JU. -. JU. -. M. M. EN. E.. -. AR. 2. T. 4. FE B. Cantidades (Cajas). 16. Vainilla. Meses. G r af ic o 9 : Com po r t am ien t o de la s V en tas de Es enc i as d e K o la y V a i ni l l a E ner o a D ic i em bre d e l 2 0 03. Venta Esencias (Kola y Vainilla) 2004-2005. 6. 6. 5 4 3 2 1. AR. M. EN. E. -. -. -. -. -. -. -. -. -. -. -. -. -. AB R M AY JU N JU L AG O SE P O C T N O V D IC EN E FE B. -. FE B. Cantidades (Cajas). 7. Meses. Kola Vainilla. G r af ic o 1 0: C om por ta m ient o d e l a s V e nt as de Es e nc i as d e K ol a y V a i ni l l a E ner o d e l 2 00 4 a F ebr ero de l 2 0 05 .. 54.

(55) Ventas Gas (250 y 500 CC) 2003 350. 341. 300 250 200. 197. 150. 146. T. -. -. -. NO. -. O C. -. SE P. -. JU L AG O. -. JU N. -. AB R M AY. B FE. EN E.. AR. -. -. DI C. 99. 84. V. 100 50. M. Cantidades (Cajas). 400. 250CC. Meses. 500CC. G r af ic o 1 1: C om por ta m ient o d e l a s V e nt as de G as d e 25 0 y 50 0 CC E ner o a D ic i em bre d e l 2 0 03. Ventas Gas (250 y 500 CC) 2004-2005. Cantidades (Cajas). 400 368. 350. 340. 323. 300 272. 250 200. 272. 215. 214 190. 187 154. 150 100. 90 63. 50 -. 30 -. 48 11. 110 85. 114 85. 98 70. 86 65. 80 43. 56. -. ENE FEB MAR ABR MAY JUN. JUL AGO SEP OCT NOV. Meses. DIC. ENE FEB 250 CC 500 CC. G r af ic o 1 2: C om por ta m ient o d e l a s V e nt as de G as d e 25 0 y 50 0 CC E ner o d e l 2 00 4 a F ebr ero de l 2 0 05 .. 55.

(56) Ventas Vinagre 2003. Cantidades (Cajas). 140. 132 132. 120. 108. 100. 96. 92. 83. 80. 90. 60 40 20. 81 77. 65 37 20. ENE. FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC. Meses. G r af ic o 1 3: C om por ta m ient o d e l a s V e nt as de l Vi n a gre E ner o a D ic i em bre d e l 2 0 03 Ventas Vinagre 2004-2005 180. 169. Cantidades (Cajas). 160 140 120 100. 112. 111 95. 95. 80. 85 68. 60 40. 94. 45. 67 48. 40. 34. 46. 20 ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ENE FEB. Meses G r af ic o 1 4: C om por ta m ient o d e l a s V e nt as de l Vi n a gre E ner o d e l 2 00 4 a F ebr ero de l 2 0 05 .. Para todos los anteriores productos podemos manejar métodos para proyectar la demanda futura. Lo que se debe tener en cuenta es realizar un análisis claro del porque hay productos, especialmente en caso de las esencias, que en un pe riodo bastante amplio no se presenta demanda alguna del producto. Para esos productos la producción no fue constante y el motivo principal es el interés de la empresa de fabricarlos. En caso del Gas, podemos decir que su. 56.

(57) fabricación comienza a mediados del año 2003, y la las variaciones de un mes a otro se presenta por el mismo factor que a los demás productos, que es la pasividad de la empresa en el en el mercado. A continuación se presentan las ventas reales de los Envases y las cajas de Cartón. Ventas Envases 2003 180.000 163.200. 160.000. 162.750. 163.600. 140.000. 133.020. Pesos. 120.000 107.800. 100.000 85.150. 80.000 69.600. 60.000 40.000 20.000. 53.400 41.000 30.000. 50.200. 26.200. ENE. FEB. MAR. ABR. MAY. JUN. JUL. AGO SEP. Meses. OCT NOV. DIC. ENVASES. G r af ic o 1 5: C om por ta m ient o d e l a D em an da d e l os E n v as es E ner o a D ic i em bre d e l 2 0 03 Ventas Envases 2004-2005. 120.000 100.000. 103.800. Pesos. 80.000. 72.000 65.000. 60.000. 42.000 37.27040.000. 40.000 20.000 -. 25.530. 35.000 26.000 23.00025.000 18.000 16.000. -. ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ENE FEB. Meses. ENVASES. G r af ic o 1 6: C om por ta m ient o d e l a D em an da d e l os E n v as es E ner o d e l 2 00 4 a F ebr ero de l 2 0 05 .. 57.

Figure

Tabla 4:  TABLA BASE PARA PRONÓSTICOS DE DEMANDA
Figura 9: Flujograma General de Escenarios de Funcionamiento de la Empresa Recibir el Pedido
Figura 10: Flujograma Primer Escenario de Funcionamiento Recibir el Pedido
Figura 11: Flujograma Segundo Escenario de Funcionamiento Comenzar El Proceso de Producción
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