c i u d a d de Q u e r é t a r o * Carmen Icazuriaga Montes**
E l presente ensayo se e n m a r c a d e n t r o de l a temática de l a relación e n t r e d e s a r r o l l o u r b a n o y c a m b i o c u l t u r a l .
E n c u a n t o a l d e s a r r o l l o u r b a n o , e l análisis se c e n t r a en datos censa- les referentes a l c r e c i m i e n t o y diversificación de l a e s t r u c t u r a económica d e l estado y m u n i c i p i o de Querétaro. Se destaca l a industrialización como e l f a c t o r p r i n c i p a l - a p a r t i r de 1960-y d e r i v a d o de ésta e l i n c r e - mento d e l sector s e r v i c i o s , que h a f a v o r e c i d o e l aumento y concentración de población de sectores medios (según ocupación) en l a aglomeración u r b a n a de ¡a c i u d a d de Querétaro.
E n c u a n t o a l c a m b i o c u l t u r a l , e l análisis se a p o y a en datos d i r e c t o s - o b t e n i d o s m e d i a n t e u n a r e d u c i d a encuesta a p l i c a d a en 1 9 9 2 - que m u e s t r a n cambios en e l e s t i l o de v i d a de u n a porción de l a población de l a clase m e d i a u r b a n a . D i c h o s cambios se r e f i e r e n a l a s c o n d i c i o n e s m a - t e r i a l e s de su h a b i t a t y a l a percepción que t i e n e n de l a c i u d a d .
U n a de las formas de abordar el análisis del cambio sociocultural es es- tudiar las modificaciones derivadas de la relación entre, los fenómenos llamados "culturales", como son el conocimiento y las ideas acerca de la realidad, los códigos de comunicación, los símbolos, los valores, las normas, etcétera -todo lo cual remite a lo que algunos autores denomi- nan ideología o subjetividad-1 y lo que se denomina la estructura so- cial, que comprende los recursos e c o n ó m i c o s y las formas de organi- z a c i ó n o instituciones a través de las cuales se cumple la i n t e r a c c i ó n social, y que en sentido amplio incluye lo económico y lo político.
* El presente ensayo es un resultado parcial de la investigación sobre "Desa- rrollo urbano y clase media en la ciudad de Querétaro" que estoy llevando a cabo en el Centro de Investigaciones y Estudios Superiores en Antropología Social.
Los datos empíricos en los que está basado este escrito fueron obtenidos me- diante observación participante, charlas informales y primordialmente a través de la aplicación de una encuesta. Esto se efectuó en una primera etapa que fue parte del proyecto titulado "Sectores medios en tres ciudades: México, Guadalajara y Querétaro" de dirección colectiva de González De la Rocha, Esteinoú Madrid e Ica- zuriaga Montes y que se realizó por convenio cnssAs-Conacyt.
Para una segunda etapa de búsqueda y sistematización de datos censales y de otros estudios sobre la aglomeración urbana, el municipio y el estado de Queréta- ro, conté con el apoyo financiero de la Fundación Japón en México.
* * CIESAS.
i Para una exposición sintética de la discusión acerca de cultura y superes- tructura en relación con los fines analíticos de desarrollo y cultura, remito a Ariz- pe (1989: 25-31).
[439]
E n e l presente ensayo, parto de l a forma de abordar l a rela- c i ó n entre desarrollo y c u l t u r a , estableciendo para fines a n a l í t i - cos, por u n lado, lo que se conceptualiza en el n i v e l de las estruc- turas c o m o desarrollo urbano y, por otro, lo que se c o n s i d e r a a l n i v e l de l a c u l t u r a , c o m o forma o estilo de v i d a , l i m i t á n d o m e a las c o n d i c i o n e s materiales, algunas conductas y ciertas valoracio- nes2 que expresan a u n sector de l a p o b l a c i ó n categorizado como clase m e d i a .
P o r desarrollo urbano c o n s i d e r o e l incremento en n ú m e r o y d e n s i d a d de habitantes en u n á r e a y l a e x p a n s i ó n de ésta, l a exis- t e n c i a de infraestructura y e q u i p a m i e n t o urbanos adecuados se- g ú n las i n n o v a c i o n e s que v a n surgiendo (drenaje, l u z , agua, r e d de t e l e c o m u n i c a c i ó n : telégrafo, t e l é f o n o , fax, radio, t e l e v i s i ó n , et- c é t e r a ) , l a d i v e r s i f i c a c i ó n de los servicios (comerciales, educati- vos, de s a l u d , de d i v e r s i ó n , e t c é t e r a ) y l a c o m p l e j i z a c i ó n de l a es- tructura e c o n ó m i c a urbana.
E n cuanto a l estilo de v i d a , o forma de v i d a , u t i l i z o u n c o n - cepto de B o r d i e u q u i e n lo define c o m o e l conjunto de p r á c t i c a s culturales que conforman u n a serie de hábitos o costumbres, que son: "características a u x i l i a r e s que, a m o d o de exigencias t á c i t a s p u e d e n f u n c i o n a r c o m o p r i n c i p i o s de s e l e c c i ó n o de e x c l u s i ó n reales s i n ser j a m á s formalmente enunciadas" (Bordieu, 1990: 17) y que diferencian a las clases sociales. Es decir, que para entender las diferencias entre clases sociales no es suficiente establecer l a forma en que p a r t i c i p a n en l a estructura de p r o d u c c i ó n , sino que
" t a m b i é n c o n s t i t u y e n e l m o d o de ser de u n a clase o f r a c c i ó n de clase, e l barrio en que v i v e n sus miembros, l a escuela a l a que en- v í a n a sus h i j o s , los lugares a los que v a n de v a c a c i o n e s , lo que c o m e n y l a m a n e r a en que l o c o m e n . . . " ( B o r d i e u , 1990: 17). E n esta l í n e a de pensamiento se s i t ú a t a m b i é n G i d d e n s (1983) q u i e n afirma que en t é r m i n o s de l a t e o r í a de l a e s t r u c t u r a c i ó n no es su- ficiente referirse a l a clase en t é r m i n o s de estructura de relaciones c o m o s i no tuviese, c o n t e n i d o , y a que " s i l a clase se convierte en u n a r e a l i d a d social, esta s i t u a c i ó n debe manifestarse en l a forma- c i ó n de pautas c o m u n e s de c o n d u c t a y de a c t i t u d " ( G i d d e n s , 1983: 125).3
2 Estos aspectos ya los he desarrollado parcialmente en otras ponencias, véase Icazuriaga, 1992 y 1993, y se puede ver también en Estrella Hernández, 1992.
3 Giddens afirma que existe una: "distinción inicial entre 'reconocimiento de clase' {class awareness) y 'conciencia de clase'. Podemos decir que en tanto que la clase es un fenómeno estructurado, existirá la tendencia a un reconocimiento común y a aceptar unas actitudes y creencias similares, ligadas a un estilo de vida co- mún, entre los miembros de la clase. El reconocimiento de clase en el sentido en que se emplea el término aquí, no implica una aceptación de que esas actitudes
Para fines operativos conceptualizo a l a clase m e d i a como a q u é - lla formada por los i n d i v i d u o s , y las familias que dependen e c o n ó - micamente de éstos, que llevan a cabo tareas no manuales, tanto en el sector secundario, es decir de l a actividad industrial, como en el sector terciario del comercio, el transporte y los servicios.*
I n d u s t r i a l i z a c i ó n , desarrollo urbano y crecimiento de los sectores medios de Querétaro
E l d e s a r r o l l o urbano m o d e r n o , es decir, e l proceso de u r b a n i z a - c i ó n dentro d e l sistema capitalista, h a i d o a l a par h i s t ó r i c a m e n t e con el proceso de p r o d u c c i ó n industrial y las necesidades asociadas a é s t e . s L a i n t e r r e l a c i ó n i n d u s t r i a l i z a c i ó n - u r b a n i z a c i ó n se h a dado en el caso de l a c i u d a d de Q u e r é t a r o , pues é s t a h a tenido u n desarrollo creciente, a partir de l a d é c a d a de los cuarenta, debido a l a l o c a l i z a c i ó n de i n d u s t r i a s de t r a n s f o r m a c i ó n de m a t e r i a s agropecuarias y de otras, de p r o d u c c i ó n de bienes de c o n s u m o , v i n c u l a d a s p r i m o r d i a l m e n t e a l a e c o n o m í a regional.
A partir de los a ñ o s sesenta se produce u n c a m b i o en e l tipo de empresas, i n s t a l á n d o s e industrias de bienes intermedios, algu- nas de las cuales i n i c i a r o n el nuevo proceso de f r a g m e n t a c i ó n en la o r g a n i z a c i ó n de l a p r o d u c c i ó n i n d u s t r i a l e E n este nuevo proce-
y creencias signifiquen una afiliación particular a una clase o de que existan otras clases caracterizadas por actitudes, creencias y estilos de vida diferentes; la con- ciencia de clase por el contrario, tal y como empleo esta noción, implica ambas. La diferencia entre reconocimiento de clase y conciencia de clase es de índole funda- mental, porque el primero puede adoptar la forma de u n a negación de l a existen- cia o de ¡a r e a l i d a d de las clases [sic). Así, el reconocimiento de clase de la clase media, en la medida en que implica creencias que premian la responsabilidad y los logros individuales, es de este orden" (Giddens, 1983: 126).
4 Véase Claudio Stern, "Notas para la delimitación de las clases medias en México", en Loaeza y Stern (coords.), 1990.
5 Castells (1986) señala que aun el 'modelo de desarrollo informacional', que ha llevado a una reorganización del espacio y el surgimiento de la ciudad informa- cional, está inextricablemente entrelazado con el modelo de desarrollo industrial.
e Para mayor detalle de este proceso de industrialización y crecimiento urba- no de la ciudad de Querétaro remito a los trabajos de Munguía Huato (1988), para el desarrollo urbano desde el siglo pasado hasta los años setenta; a los trabajos de García Peralta (1988) para 1960 a 1980, y al de González Gómez y Martner Peyre- longue (1990) que analizan el periodo de 1940 a 1990 y enfatizan los procesos de restructuración espacial debido a la fragmentación en la organización de la pro- ducción.
Para datos complementarios a nivel de la región y enmarcados dentro del con- texto nacional, remito al trabajo clásico de Unikel, Ruiz y Garza (1978) que hace re- ferencia a datos hasta 1970 y para datos referentes hasta 1980, véase Garza (1992).
so de i n s t a l a c i ó n i n d u s t r i a l , adecuado a los requerimientos de l a o r g a n i z a c i ó n e c o n ó m i c a m á s a m p l i a de n i v e l n a c i o n a l y v i n c u l a - do c o n l a p r o d u c c i ó n en el n i v e l i n t e r n a c i o n a l , se da u n n u e v o proceso de r e s t r u c t u r a c i ó n t e r r i t o r i a l en e l estado de Q u e r é t a r o , que hace surgir el corredor i n d u s t r i a l San Juan del R í o - Q u e r é t a r o (que abarca, a d e m á s de esos dos m u n i c i p i o s , a los de E l M a r q u é s , V i l l a Corregidora y Pedro Escobedo). Dentro de este nuevo proce- so de r e l o c a l i z a c i ó n espacial de l a i n d u s t r i a dentro del estado, a partir de 1976 ( G o n z á l e z G ó m e z y Martner Peyrelongue, 1990) el m u n i c i p i o de Q u e r é t a r o deja de ser el p r i n c i p a l lugar para l a insta- l a c i ó n de industrias; éstas a p a r e c e r á n en m u n i c i p i o s a l e d a ñ o s , c o n lo que la a g l o m e r a c i ó n urbana de l a c i u d a d de Q u e r é t a r o , c o n su zona conurbada de m u n i c i p i o s vecinos, sigue siendo el p r i n c i p a l centro de a t r a c c i ó n de inmigrantes no s ó l o para l a p o b l a c i ó n d e l m i s m o estado, sino t a m b i é n de otros ( v é a n s e los cuadros 1 y 2).?
C U A D R O 1
Población del estado de Querétaro y su capital, 1900-1990
Año 1 9 0 0 1 9 1 0 1 9 2 1 1 9 3 0 1 9 4 0 1 9 5 0
Estado Ciudad
232 389 33 152
244 663 33 062
220 231 30 073
234 058 32 585
244 737 33 629
286 238 49 440d
Año 1 9 6 0 2970 1 9 8 0 1 9 8 5 1 9 9 0
Estado Ciudad
355 045 69 058
485 523 116 233d
739 605 259 000
882 735 340 000
1051 235 435 424 Nota: La población de estas áreas urbanas está formada por la registrada en el censo -denominada ciudad central- más localidades periféricas que se considera- ron integradas físicamente a la primera, con fundamento en su contigüidad y rela- tiva accesibilidad a la ciudad central.
Fuentes: Elaboración a partir de: Luis Unikel ef al., 1978: 377-380; Munguía Huato, 1980: 29; M a n u a l de Estadísticas Básicas, Edo. de Querétaro, 1985; Gonzá- lez Gómez y Martner Peyrelongue, 1990: 26, y XI Censo G e n e r a l de Población y V i v i e n d a , 1 9 9 0 , Datos por localidad (Integración territorial), pp. 37, 40-41 y 43,
INEGI, México, 1992.
? En relación con la elaboración de los cuadros censales, agradezco la ayuda de Esperanza Estrella Hernández y de Agustín Icazuriaga Z.
C U A D R O 2
Concentración de población por municipios, en la aglomeración de la ciudad de Querétaro, 1990
Población
Unidad t e r r i t o r i a l Total Conurbada Porcentaje que vive en localidades conurbadas
Porcentaje déla aglome-
ración Cd. de Querétaro 385 503
Otras localidades 70 955 Mpio. de Querétaro 456 458 Mpio. de Corregidora 43 775 M p i o . E l Marqués 55 258 Totales 555 491 Estado 1 051 235
385 503 100.00 88.47 10 603" 14.94 2.43 396 106 86.78 90.90 30 443¿ 69.54 6.99 9 180c 16.61 2.11 435 729d 78.44 100.00 435 729 41.45
Fuente: Elaborado con base en: "Datos por localidad (integración territorial)", en XI Censo G e n e r a l de Población y V i v i e n d a , 1 9 9 0 , pp. 37, 40-41 y 43, México,
INEGI, 1992.
Notas:
a . Esta cifra la componen las localidades de:
San Pedro Mártir 1 722 habitantes Sta. María Magdalena 5 198 habitantes Tlacote El Bajo 3 683 habitantes Total 10 603 habitantes b. Esta cifra la componen las localidades de:
El Pueblito Colinas del Bosque Los Olvera
San José de los Olvera Tejeda
Total
23 022 habitantes 307 habitantes 2 383 habitantes 3 794 habitantes
937 habitantes 30 443 habitantes c. Esta cifra la componen las localidades de:
La Cañada 7 815 habitantes Saldarriaga 1 365 habitantes Total 9 180 habitantes
d. Graizbord da la cifra de 497 477 habitantes para la Zona Metropolitana de la Ciudad de Querétaro (véase Cambios territoriales en México: exploraciones r e - cientes, Delgado y Villarreal (coord.), México, U A M Xochimilco, 1992, p. 204).
Observaciones:
Las localidades consideradas como "conurbadas" se ubican en un radio de 12 km a partir del centro de la ciudad de Querétaro, mismo en el que circula el transpor- te urbano y suburbano en horario corrido de las 6:00 a las 21:30 horas.
Otras localidades con mayor población, como Santa Rosa Jáuregui (11 798 ha- bitantes) y Junquilla (1 508 habitantes), cuentan con servicio de transporte que debe abordarse en la Central Camionera, y en Provincia Junquilla (143 habitantes) sus habitantes utilizan autos privados.
A partir de l a d é c a d a de los ochenta, se registra u n crecimiento asociado a l desarrollo i n d u s t r i a l d e l sector terciario, que se c o n - centra en e l m u n i c i p i o de Q u e r é t a r o y consecuentemente e n l a c i u d a d ( v é a n s e los cuadros 3 y 4). Este desarrollo de l a estructura e c o n ó m i c a i m p l i c a u n incremento de los sectores medios, que se o c u p a n h o y d í a tanto en e l sector terciario c o m o en e l sector se- c u n d a r i o (cuadro 5), lo c u a l contrasta c o n lo que s e ñ a l a b a White- ford (1964) e n s u estudio sobre l a c i u d a d de Q u e r é t a r o en 1958.
Ésta es que a diferencia de l a clase m e d i a de las ciudades medias de Estados U n i d o s , en donde l a i n d u s t r i a l i z a c i ó n h a b í a hecho sur- gir diversas ocupaciones "de cuello b l a n c o " c o n r é g i m e n asalaria- do, en l a c i u d a d de Q u e r é t a r o , debido a l a falta de u n n ú m e r o sufi- ciente de i n d u s t r i a s que d e m a n d a r a n t é c n i c o s y profesionistas para ser empleados p o r ellas, l a clase m e d i a casi no contaba c o n miembros de cuello blanco y estaba predominantemente compues- ta p o r c o m e r c i a n t e s y profesionistas que trabajaban p o r cuenta propia.
Paralelamente al desarrollo e c o n ó m i c o de l a c i u d a d de Queréta- ro, aflora e l incremento de l a p o b l a c i ó n demandante de vivienda,»
infraestructura y equipamiento urbanos, los que se c o n s t i t u i r á n en elementos de diferenciación de l a p o b l a c i ó n en el espacio.
E x p a n s i ó n del área urbana y s e g r e g a c i ó n socioespacial
A mediados de l a d é c a d a de los c i n c u e n t a d e l presente siglo, c o n la l o t i f i c a c i ó n y venta de terrenos en l a c o l o n i a Cimatario, l a Jar- d i n e s de Q u e r é t a r o , y d e l f r a c c i o n a m i e n t o C l u b C a m p e s t r e , e l
C U A D R O 3
PEA en el municipio de Querétaro por sectores económicos, 1960-1990
Años
Sectores 1 9 6 0 1 9 7 0 1 9 8 0 1 9 9 0
Primario 39.1 18.0 6.4 3.7
Secundario 25.2 33.0 32.8 37.0
Terciario 35.5 42.0 38.1 57.0
No especificado 0.2 7.0 22.7 2.3
Fuente: Elaborado con base en: García Peralta, 1988: 19 y XI Censo G e n e r a l de Población y V i v i e n d a 1 9 9 0 , Querétaro, INEGI, 1992.
s Véase el incremento de número de viviendas en el municipio de Querétaro;
de 1950 a 1980 en García Peralta, 1988: 26.
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m á s e x c l u s i v o de entonces, se intensifica como s e ñ a l a n G o n z á l e z y G o n z á l e z (1992: 153) " l a c o n s t r u c c i ó n de v i v i e n d a s nuevas cla- r a m e n t e d i f e r e n c i a d a s p o r estratos s o c i o e c o n ó m i c o s . " E n este caso para las capas de "ingresos elevados". Pero es en l a segunda m i t a d de l a d é c a d a de los a ñ o s setenta cuando
[...] la ciudad experimenta su mayor cambio estructural, ya que para 1968 surge el fraccionamiento Jurica, el de mayor extensión en toda la historia de la localidad, mismo que para el momento de su crea- ción se encontraba fuera de los límites del área urbana... Asimismo, surgen otros fraccionamientos importantes, en su mayoría destina- dos a sectores socioeconómicos medios y altos, promovidos por i n - mobiliarias (Chavarría y Sánchez, 1992: 84-85).
Para l a etapa 1970-1980:
la mancha urbana presentó su mayor expansión... La expansión de la ciudad durante esta etapa se presenta hacia la zona agrícola del Bajío (al poniente de la ciudad) por constituir propiedad privada pertene- ciente a ex haciendas.... los asentamientos irregulares que surgieron durante este periodo se presentaron principalmente sobre tierras elí- dales en poblados del municipio próximos a la mancha urbana, lo cual influyó también en la expansión del área urbana de la ciudad.
Los principales poblados fueron Casa Blanca, Menchaca, Bolaños y San Pablo: dichos asentamientos se iniciaron a partir de 1972 (Cha- varría y Sánchez, 1992: 86 y 94).
Para 1980-1990:
[...] la expansión de la mancha urbana disminuye en relación al perio- do anterior...., esto como consecuencia de que la actividad inmobilia- ria disminuye sus acciones, así como también el sector industrial se estabiliza, por lo cual ya no se presenta el acelerado crecimiento ex- perimentado en la década anterior (Chavarría y Sánchez, 1992: 96).
A s i m i s m o , estos autores s e ñ a l a n (1992) que, s i b i e n l a expan- s i ó n d e l área urbana en cuanto a n ú m e r o de h e c t á r e a s fracciona- das p o r agentes privados es menor que durante l a d é c a d a anterior, se i n t e n s i f i c a en e l uso h a b i t a c i o n a l d e l suelo, y l a o c u p a c i ó n y venta ilegal de tierra, lo que empieza a a d q u i r i r i m p o r t a n c i a signi- ficativa en e l proceso de u r b a n i z a c i ó n de l a c i u d a d ; a d e m á s
[...] lo que es relevante en este lapso, es la tendencia a la conurbación de poblados cercanos a la ciudad, [que] si bien físicamente no están fusionados sí lo han hecho de manera funcional como E l Pueblito (perteneciente al municipio de V i l l a Corregidora), la Cañada, Santa
Rosa Jáuregui, Santa María Magdalena y San Antonio de La Punta...
Un hecho que refleja este fenómeno es que la mayor parte de los asentamientos irregulares que surgen en esta etapa se localizan fuera del área urbana (Chavarría y Sánchez, 1992: 97 y 100).
E n s í n t e s i s , podemos decir que l a e x p a n s i ó n d e l área urbana se ha debido primordialmente a l a c o n s t r u c c i ó n de viviendas y en se- gundo lugar a l a c o n s t r u c c i ó n de parques y zonas industriales. L a a d e c u a c i ó n de zonas p a r a uso r e s i d e n c i a l , y e n a l g u n o s casos la c o n s t r u c c i ó n de v i v i e n d a s , h a sido realizada mayoritariamente, desde mediados de l a d é c a d a de los cincuenta hasta l a fecha, por inmobiliarias y fraccionadores que l a destinan para estratos medios y altos de l a p o b l a c i ó n . E n cambio, l a c o n s t r u c c i ó n de zonas resi- denciales para los "sectores populares" ha sido efectuada por el es- tado, de manera intermitente, a partir de l a d é c a d a de los sesenta y representa una menor p r o p o r c i ó n en el área urbana. S i n embargo, a partir de l a d é c a d a de los setenta, y sobre todo en l a de los ochenta, se va incrementando l a v i v i e n d a p o p u l a r de a u t o c o n s t r u c c i ó n so- bre terrenos ejidales. Estas zonas de o c u p a c i ó n ilegal carentes de infraestructura completa v eauipamiento urbano suficiente, son va significativas en e x t e n s i ó n dentro de l a a g l o m e r a c i ó n urbana, pero no se cuenta c o n n ú m e r o s precisos sobre h e c t á r e a s ocupadas, debi- do a s u carácter de "zonas urbanas irregulares".
Las diferentes etapas de c o n s t r u c c i ó n de v i v i e n d a , referidas al desarrollo e c o n ó m i c o de l a c i u d a d y realizadas por diferentes agentes, h a n i n c i d i d o en l a s e g r e g a c i ó n s o c i o e s p a c i a l de l a c i u - dad, e n l a cual se presentan ya características que p o d r í a n conside- rarse c o m o de m e t r o p o l i z a c i ó n . U n a de é s t a s es l a c o n u r b a c i ó n de pueblos, que genera distintos tipos de uso, d e n s i f i c a c i ó n y se- g r e g a c i ó n e n e l e s p a c i o , y o r i g i n a d i s t i n t o s r i t m o s y e s t i l o s de v i d a e n el conjunto de l a z o n a metropolitana.
El espacio habitacional de una fracción de la clase media urbana La v i v i e n d a para p o b l a c i ó n de ingresos medios es, s e g ú n observa- c i ó n d i r e c t a y a n á l i s i s censal, l a m a y o r i t a r i a e n t é r m i n o s de ex- t e n s i ó n dentro d e l á r e a urbana, aunque q u i z á s no l a que aloje a l mayor n ú m e r o de p o b l a c i ó n , ya que en las zonas populares se re- gistra u n a d e n s i d a d m u c h o mayor. 9
9 Según datos del Censo G e n e r a l de Población y V i v i e n d a de 1 9 9 0 , la densi- dad de ocupantes por vivienda particular en la ciudad dr Querétaro es de 4.96 y en el ejido Bolaños (asentamiento irregular) es hasta de 7.46.
H o y d í a se puede observar de manera directa, l a d i f e r e n c i a - c i ó n notoria de zonas residenciales c o n base en l a infraestructura y e q u i p a m i e n t o urbanos, a s í c o m o a l t a m a ñ o y c a l i d a d de l a v i - v i e n d a . E l l o contrasta c o n l o que s e ñ a l a W h i t e f o r d (1964) p a r a 1958, antes d e l crecimiento i n d u s t r i a l sostenido, cuando en rela- c i ó n c o n l a d i s t r i b u c i ó n espacial de las diferentes clases sociales en l a c i u d a d de Q u e r é t a r o , no p o d í a hablarse de zonas residencia- les exclusivas, de acuerdo c o n cada u n a de las clases (alta, m e d i a y baja), sino que e n general h a b í a u n a m e z c l a de las casas de los miembros de las diferentes clases sociales en e l área urbana de esa é p o c a ; aunque sí e x i s t í a n dos zonas que se consideraban de clase baja (el b a r r i o de S a n F r a n c i s q u i t o y l a z o n a de E l Tepetate), y otras de clase m e d i a , pero en n i n g ú n caso, exclusivas para dichas clases. Las casas de las familias de clase alta, por lo general se l o - c a l i z a b a n e n e l centro - e n las calles adyacentes a l a p l a z a - que era e l mejor lugar para v i v i r , pues contaba u n elevado estatus por ser e n d o n d e se l o c a l i z a b a n y c o n c e n t r a b a n los e d i f i c i o s de go- b i e r n o v r e l i g i o s o s m á s i m p o r t a n t e s de l a c i u d a d S i n embargo t a m b i é n en e l centro se l o c a l i z a b a n v e c i n d a d e s donde v i v í a n fa- m i l i a s de clase baja. Dos nuevas secciones ( c o l o n i a C i m a t a r i o y C l u b Campestre) empezaban a construirse en a a u e l l a é p o c a c o n casas de estilo m o d e r n o que se diferenciaban d e l estilo c o l o n i a l predominante en l a c i u d a d H o v en cambio orolifera e l estilo ar- q u i t e c t ó n i c o m o d e r n o v hasta é l p o s m o d e r n o v se c o n s t r u y e n m á s fraccionamientos y plazas comerciales que son los centros de moda. para, i r de compras y hasta para pasear.
L a s e l e c c i ó n de v i v i e n d a y su l o c a l i z a c i ó n no se basan exclusi- vamente en las preferencias individuales; éstas e s t á n limitadas por el mercado d e l suelo y de l a v i v i e n d a misma.io De esta manera, e l acceso al suelo, la cantidad, calidad y diversidad de l a infraestruc- tura y d e l equipamiento urbanos, y las características de l a v i v i e n - da, s o n todos factores que c o n f l u y e n en l a s e g r e g a c i ó n socioespa- cial, l a cual origina grupos m á s o menos h o m o g é n e o s de p o b l a c i ó n que v i v e n concentrados en zonas e s p e c í f i c a s de l a c i u d a d . " Estas
10 Harvey (1985: 123-124) señala que:
En lugar de, por consiguiente, considerar la diferenciación residencial como el pro- ducto pasivo de un sistema de preferencias basado en las relaciones sociales, tenemos que verlo como una influencia intermediadora integral en los procesos por los cuales las relaciones de clase y las diferenciaciones sociales son producidas y sostenidas. Es claro, aun en esta etapa preliminar del análisis, que la teoría de la diferenciación resi- dencial tiene mucho que ofrecer así como mucho que ganar, de la integración cabal con la teoría social general [traducción de la autora].
11 Para mayor fundamentación teórica de este punto véase "Residential Diffe¬
rentiation and the Social Order" de Harvey (1985).
zonas tienen c a r a c t e r í s t i c a s diferenciales en equipamiento urbano (comercios, escuelas, parques y lugares de esparcimiento, etcétera) e infraestructura ( p a v i m e n t a c i ó n , drenaje, agua, l u z , t e l é f o n o s , et- cétera), lo cual incide en los estilos de v i d a de la p o b l a c i ó n . "
E l grupo de p o b l a c i ó n al que h a r é referencia en r e l a c i ó n c o n su e s p a c i o h a b i t a c i o n a l e l c u a l c o n f o r m a parte de s u e s t i l o de v i d a , es de u n a f r a c c i ó n de la clase m e d i a c i t a d i n a que habita en las colonias: B u r ó c r a t a , Á l a m o s 3a. s e c c i ó n , N i ñ o s H é r o e s , C i m a - tario y Jardines de Q u e r é t a r o . Dichas colonias fueron selecciona- das c o n base en los criterios de c a n t i d a d y c a l i d a d de l a infraes- tructura y el equipamiento urbanos, c a r a c t e r í s t i c a s de l a v i v i e n d a ( e x t e n s i ó n del terreno y costo de los materiales de c o n s t r u c c i ó n ) y fecha de c r e a c i ó n de la colonia, u b i c á n d o l a s dentro de u n c o n t i - nuumde e s t r a t i f i c a c i ó n . E l l o permite abarcar m á s fracciones de clase y ponderar sus diferencias-similitudes, y cubrir a futuro uno de los objetivos de l a i n v e s t i g a c i ó n que estoy desarrollando, que es a n a l i z a r , s i c o m o d i c e n P i n c o n - C h a r l o t , P r e t e c e i l l e y R e n d u (1986), las c a r a c t e r í s t i c a s diferenciales del espacio urbano en el cual se desarrollan las p r á c t i c a s de consumo de las diferentes cla- ses sociales constituyen u n elemento i n d i s p e n s a b l e para el a n á l i - sis de l a p r o d u c c i ó n y l a r e p r o d u c c i ó n de las m i s m a s . "
L a i n f o r m a c i ó n fue obtenida mediante encuestas a 93 u n i d a - des d o m é s t i c a s (U D) de las colonias antes m e n c i o n a d a s . " Dichas colonias fueron clasificadas como de clase m e d i a , c o n base en el espacio r e s i d e n c i a l , s e g ú n los criterios antes m e n c i o n a d o s , com- p a r á n d o l a s c o n otras del á r e a urbana; c o n s t a t á n d o s e d e s p u é s de l e v a n t a d a s las encuestas, c o n base en ingresos y o c u p a c i o n e s ,
12 Vale aquí señalar lo que afirman Pincon-Charlot, Preteceille y Rendu (1986:
108): "En su conjunto, el sistema de los equipamientos colectivos refuerza las de- sigualdades de ingreso, de tiempo, de acceso a la cultura, en el más amplio senti- do, ligados a la ubicación dentro del proceso de trabajo y las relaciones de produc- ción" [traducción de la autora].
" Aunque también señalan Pincon-Charlot, Preteceille y Rendu (1986: 112) que:
En efecto, las prácticas de consumo, en sentido amplio, de las diferentes clases, fraccio- nes de clase, estratos sociales, no son determinadas de manera mecanicista y unívoca por las condiciones urbanas de estas prácticas. Viejo debate sobre las ilusiones del refor- mismo urbano, que creyó que se "podía cambiar la vida" cambiando solamente la ciu- dad. Las prácticas son el resultado de procesos complejos donde intervienen, al mismo tiempo que las condiciones urbanas, puntos negligibles por lo tanto, todas las condicio- nes inmediatamente determinadas por el lugar dentro del proceso de trabajo (relación salarial y nivel de salario, calificación, condiciones, horarios y lugar de trabajo, etcéte- ra...), aquellas que contienen a las relaciones familiares, así como la huella material y cultural de las condiciones pasadas (patrimonio) [traducción de la autora].
" Agradezco la participación en la primera etapa de la investigación a Raquel González Loyola, Norma Hernández Hernández, Mercedes Guerrero Morales y Su- lima García Falconi, estudiantes de la Universidad Autónoma de Querétaro.
que, efectivamente, las u n i d a d e s d o m é s t i c a s s e l e c c i o n a d a s co- r r e s p o n d í a n a d i c h o sector o clase. L a muestra no fue elaborada de manera representativa e s t a d í s t i c a m e n t e , s ó l o se a p l i c a r o n ma- yor o menor n ú m e r o de encuestas s e g ú n l a cantidad de viviendas en l a c o l o n i a .
Condiciones de vida y valoraciones que expresa la p o b l a c i ó n estudiada
E l t i p o predominante (53%) de l a u n i d a d d o m é s t i c a es de familia n u c l e a r c o m p u e s t a p o r e l padre, l a madre y dos o tres hijos(as) solteras. Cerca de u n a cuarta parte (24%) se compone de unidades d o m é s t i c a s donde v i v e n , a d e m á s de l a familia nuclear, a l g ú n otro pariente, ya sea l a madre d e l ama de casa, l a nuera, o nietos, y c o n m e n o r frecuencia, hermanas d e l ama de casa o sobrinos. A p r o x i - madamente otra cuarta parte (23%) l a forman unidades d o m é s t i - cas donde no existe el padre-esposo, y las mujeres, en su m a y o r í a v i u d a s y c o n menor frecuencia separadas o divorciadas, cubren e l p a p e l de jefas de familia.
L a s edades de estas personas v a n desde u n o hasta 87 a ñ o s , pero p o c o m á s de l a m i t a d (52.7%) t i e n e n de u n o a 25 a ñ o s , lo que nos i n d i c a u n a p o b l a c i ó n joven de hijos(as) solteros, que salen del hogar paterno hasta que se casan; m u y pocos lo hacen por mo- tivos de estudio o de trabajo, que generalmente encuentran fuera de l a c i u d a d , y contados son los casos en que el hijo o l a hija se va para v i v i r solo(a). M á s de l a m i t a d de los hijos o hijas (62%) se d e d i c a ú n i c a m e n t e a l estudio, u n n ú m e r o significativo se encuen- tra e s t u d i a n d o l i c e n c i a t u r a s y hasta posgrados, e n c o i n c i d e n c i a c o n l a v a l o r a c i ó n que expresan los padres y las madres sobre l a i m p o r t a n c i a de que los hijos estudien para valerse por s í m i s m o s y hacer frente a l a crisis e c o n ó m i c a que se v i v e en e l p a í s . L a otra p o r c i ó n (38%) de hijos(as) solteros que v i v e n en e l hogar se ocupa en ayudar a las labores d o m é s t i c a s , sobre todo las mujeres, o b i e n trabajan para obtener u n ingreso, e l c u a l gastan e x c l u s i v a m e n t e en e l l o s m i s m o s para compra de ropa, zapatos o en diversiones, y no c o n t r i b u y e n a los gastos de mantenimiento de l a v i v i e n d a o de a l i m e n t a c i ó n .
E n r e l a c i ó n c o n l a c o m p o s i c i ó n de l a u n i d a d d o m é s t i c a y por tanto d e l tipo de habitantes, se entienden mejor las c a r a c t e r í s t i c a s de l a v i v i e n d a de este sector de p o b l a c i ó n . L a casi totalidad de l a u n i d a d e s d o m é s t i c a s h a b i t a e n casas u n i f a m i l i a r e s , s ó l o 7.5%
v i v e e n departamentos, pues cuando se crearon las colonias d o n - de residen, e l t i p o de v i v i e n d a departamental era i n u s u a l . 78% de
d i c h a s casas es p r o p i e d a d d e l jefe de f a m i l i a o de ambos c ó n y u - ges; 16% son casas rentadas, y 6% prestadas por a l g ú n familiar.
L a m i t a d de los que son propietarios adquirieron su casa m e d i a n - te e l ahorro, 1 4 % l a a d q u i r i ó mediante p r é s t a m o bancario; 1 5 % m e d i a n t e p r é s t a m o d e l estado (generalmente para v i v i e n d a s de i n t e r é s social); 7% mediante p r é s t a m o s en e l trabajo; 6% por he- rencia, y 3% mediante p r é s t a m o de parientes; pero en l a m a y o r í a de los casos se presentan dos de estas formas combinadas, siendo lo m á s c o m ú n ahorros y p r é s t a m o bancario. L o anterior contrasta con lo que W h i t e f o r d s e ñ a l a para 1958, cuando m u y pocos m i e m - bros de l a clase m e d i a eran propietarios de l a casa donde v i v í a n , aunque sí lo eran los de l a clase m e d i a alta. E n cambio, h o y d í a , l a m a y o r í a de los jefes de f a m i l i a de l a clase m e d i a en s u conjunto son propietarios de su casa, lo que significa que e l gasto destina- do a v i v i e n d a representa solamente u n porcentaje de 5-30% d e l gasto total de l a u n i d a d d o m é s t i c a , v a que l a m a v o r í a de las UD no gastan en renta sino en mantenimiento y servicios (agua, l u z , gas, t e l é f o n o ) de l a v i v i e n d a . A d e m á s , en l a a c t u a l i d a d encontramos que en u n n ú m e r o significativo de las UD, e l padre y (o) l a madre son a d e m á s d u e ñ o s de u n terreno o de otra v i v i e n d a , y los consi- deran c o m o p a t r i m o n i o para sus hijos. P o d e m o s c o n c l u i r sobre este aspecto que l a clase m e d i a queretana h a logrado gracias a l desarrollo urbano, incrementar su patrimonio y consecuentemen- te aumentar s u n i v e l de v i d a a l destinar a otros rubros el gasto que anteriormente se destinaba a renta de l a v i v i e n d a . L o s propieta- rios de las actuales v i v i e n d a s que son originarios de l a c i u d a d de Q u e r é t a r o , v i v í a n anteriormente c a s i todos, en c o l o n i a s c|iie se u b i c a n en pstratos m á s baios r o n ' l o nue S P n ú p d p afirmar aue es- tos jefes de f a m i l i a de sectores medios han tenido u n a m o v i l i d a d social asrpndpntp mip S P manifipsta pn nrimpra instancia ñ o r la zona r e s i d e n c i a l p^ue o c u p a n h o y d í a .
E l n ú m e r o de cuartos y t i p o de materiales de l a v i v i e n d a se r e l a c i o n a n n o s ó l o c o n l a d i f e r e n c i a en e l n i v e l de ingreso, s i n o t a m b i é n en cuanto a l a fecha de c o n s t r u c c i ó n que corresponde a u n estilo a r q u i t e c t ó n i c o y de f u n c i o n a l i d a d . Tenemos a s í , que las v i v i e n d a s v i s i t a d a s fueron c o n s t r u i d a s desde l a d é c a d a de l o s cuarenta hasta hace apenas c i n c o a ñ o s , y por lo tanto existen ma- tices de d i f e r e n c i a c i ó n entre ellas no s ó l o en cuanto a l deterioro, sino a los estilos, pero en general se puede decir que hay u n pro- totipo de v i v i e n d a de clase m e d i a de l a c i u d a d de Q u e r é t a r o , que s e r í a e l siguiente: v i v i e n d a de dos pisos, construida en 200 y has- ta 300 m2 c o n tres r e c á m a r a s , dos b a ñ o s , cocina, sala-comedor, u n cuarto extra para usos diversos, j a r d í n p e q u e ñ o y (o) patio, garage para u n o o dos v e h í c u l o s . Los materiales de que e s t á n hechas son
duraderos: l a d r i l l o o tabique, varillas, cemento, fierro y los recu- b r i m i e n t o s u o r n a m e n t a c i ó n v a r í a s e g ú n e l estilo a r q u i t e c t ó n i c o de l a é p o c a .
L a m a y o r í a (82%) de las UD cuentan c o n a u t o m ó v i l (30% tie- n e n hasta dos a u t o m ó v i l e s y 7% hasta tres o cuatro), y dentro de las finalidades que expresan las amas de casa o los esposos, para realizar u n ahorro, e s t á n en tercer lugar el de l a c o m p r a de u n ve- h í c u l o (antecedido p o r m o t i v o s c o m o e l de tener u n fondo para i m p r e v i s t o s y e l de u t i l i z a r l o c o m o base para s o l i c i t u d de c r é d i - tos). E n este aspecto, p o d e m o s a f i r m a r l o que D o u g l a s e Isher- w o o d (1990: 74) plantean acerca de que: " E n lugar de suponer que los bienes son fundamentalmente necesarios para l a subsistencia y el d e s p l i e g u e c o m p e t i t i v o , asumamos que son necesarios para hacer visibles y estables las c a t e g o r í a s de u n a cultura". E l a u t o m ó - v i l se h a convertido para l a clase m e d i a en u n elemento de estatus que los diferencia de las clases inferiores, a s í t a m b i é n los aparatos e l e c t r o d o m é s t i c o s (lavadora-secadora de ropa, aspiradora de p o l - vo, refrigerador batidora tostador de p a n horno e l é c t r i c o horno de m i c r o o n d a s abrelatas e l é c t r i c o m u l t i p r o c e s a d o r a de a l i m e n - tos, extractor de jugos, aspiradora t e l e v i s i ó n a color computado¬
ra videograbadoias antenas p a r a b ó l i c a s sistemas modulares en- tre otros) se h a n convertido en elementos necesarios, m á s que por su uso intensivo, por ser considerados como elementos de estatus y m o d e r n i d a d (v. g r . el horno de microondas se u t i l i z a para recalen- tar, pues se sigue cocinando preferentemente en l a estufa de gas).
' L o s informantes que migraron a l a c i u d a d de Q u e r é t a r o , llega- r o n a ésta desde fecha tan temprana como 1917, y los m á s recien- tes, hace c i n c o a ñ o s . Es a partir de los a ñ o s sesenta que se registra u n incremento de los inmigrantes de l a muestra, y en los a ñ o s se- tenta se incrementa a ú n m á s que en l a d é c a d a anterior. T o d o s los que i n m i g r a r o n , a s í como los originarios de Q u e r é t a r o , se manifes- taron (97%) contentos de v i v i r en esta c i u d a d . A l g u n o s expresaron el deseo, - a u n q u e no p r o y e c t o - de emigrar a otra c i u d a d por l a ra- z ó n p r i m o r d i a l de que su familia r e s i d í a allá. O p i n a n , en general, que les gusta v i v i r en l a c i u d a d de Q u e r é t a r o porque c o n s i d e r a n que se caracteriza por u n a buena c a l i d a d de v i d a y a que ofrece va- riados y diversos comercios y servicios, y porque e s t á b i e n ubica- da, pues es fácil trasladarse a otros sitios. E n cuanto a l a c o l o n i a d o n d e v i v e n , 9 0 % de los que respondieron les agrada porque esti- m a n que e s t á b i e n u b i c a d a y porque es segura y t r a n q u i l a , e n se- g u n d o t é r m i n o , m e n c i o n a r o n que les agradaba por e l estilo de las casas Imooernasl, porque no e s t á n junto a c o l o n i a s p o p u l a r e s y d e b i d o a que tienen "buenos v e c i n o s que son gente c o m o e l l o s " . L o s que manifestaron querer cambiarse de c o l o n i a d i e r o n c o m o
motivos e l exceso de m i d o debido a l incremento d e l tráfico en l a c o l o n i a y l a d i s m i n u c i ó n de l a seguridad ( m á s robos).
R e c o n o c e n todos estos informantes que ya e m p i e z a n a surgir problemas urbanos; entre los p r i n c i p a l e s citaron: l a creciente es- casez de agua, l a deficiencia de vialidades por el creciente tráfico de v e h í c u l o s y l a falta de seguridad p ú b l i c a (referida sobre todo a robos y asaltos). Enfatizan tres desventajas de l a c i u d a d que son:
l a falta de agua, l a i n s u f i c i e n c i a d e l drenaje y l a deficiente v i a l i - dad; los originarios de Q u e r é t a r o s e ñ a l a n t a m b i é n l a sobrepobla- c i ó n . T o d o s los informantes a t r i b u y e n estos problemas a l c r e c i - m i e n t o p o b l a c i o n a l d e b i d o p r i n c i p a l m e n t e , a l a i n s t a l a c i ó n de industrias y, en segundo lugar, a l a d e s c e n t r a l i z a c i ó n de l a c i u d a d de M é x i c o . A pesar de que reconocen que existe a l g ú n p r o b l e m a urbano, los miembros de 8 0 % de las UD declararon no querer irse a v i v i r a otra c i u d a d y entre los que sí quieren salir destacan los que s o n originarios de Q u e r é t a r o , c u v a m o t i v a c i ó n afirman para emigrar es l a de mejorar su c a l i d a d de v i d a .
Cabe m e n c i o n a r l o que s e ñ a l a n L e ñ e r o y F e r n á n d e z (1983:
81), en su estudio sobre l a c i u d a d de Q u e r é t a r o en 1983, respecto a los m i e m b r o s de l a "clase o c u p a c i o n a l " de los profesionales y ejecutivos, a los que u b i c a n en l a clase m e d i a y quienes:
[...] se muestran finalmente como poco críticos al crecimiento de la ciudad y menos deseosos de vivir en otra urbe. Aunque también son los más interesados por los problemas de sus vecinos, son los que plantean una mayor satisfacción personal sin una participación soli- daria y de sentido social. [...] Son, de hecho protagonistas clave en el desarrollo de una modernidad que sigue, en su sentido, la tónica que le imprime este sector a su propia vida, erigida tácita o explícita- mente-aunque e c l ó g i c a m e n t e - como modelo de las formas de vida de la ciudad moderna.
A pesar de que los informantes d e c l a r a r o n c o m o u n o de los m o t i v o s de que les guste s u c o l o n i a e l que l o s r e s i d e n t e s s o n
"gente c o m o e l l o s " , casi no se d a n relaciones entre los v e c i n o s . Para s o l i c i t a r c u a l q u i e r t i p o de ayuda (sea en dinero, a c o m p a ñ a - m i e n t o , r e a l i z a c i ó n de u n trabajo, de i n f o r m a c i ó n , e t c é t e r a ) , los habitantes de l a u n i d a d d o m é s t i c a se a y u d a n entre ellos en p r i - mera i n s t a n c i a y en segundo lugar recurren a familiares de p r i m e r grado no corresidentes. E n tercer lugar, y s ó l o en ciertos casos, re- c u r r e n a c o m p a ñ e r o s de trabajo. L l a m a l a a t e n c i ó n que no esta- b l e z c a n relaciones de intercambio m á s a l l á del saludo c o n sus ve- c i n o s . C o n base en esto p o d r í a plantearse que l a v a l o r a c i ó n que hace l a clase m e d i a respecto a l a h o m o g e n e i d a d de l a z o n a r e s i - d e n c i a l , es u n factor de d e l i m i t a c i ó n frente a los otros, sobre todo
frente a las clases bajas, y constituye u n a c o n d i c i ó n objetiva para la d e f i n i c i ó n de u n estilo de v i d a , que en cuanto a l a i n t e r a c c i ó n puede c o n d u c i r a l aislamiento de las unidades d o m é s t i c a s dentro d e l e s p a c i o r e s i d e n c i a l ; a u n q u e t a m b i é n p u e d e hacer s u r g i r l a c o n f o r m a c i ó n de u n a i d e n t i d a d s o c i a l y l a a c t i v i d a d p o l í t i c a de las clases m e d i a s , a p a r t i r d e l espacio urbano, proceso reciente, s e g ú n lo p l a n t e a M a r í a L u i s a T a r r é s para e l caso de l a organiza- c i ó n p o l í t i c a de colonos de C i u d a d S a t é l i t e de l a Z o n a M e t r o p o l i - tana de l a C i u d a d de M é x i c o (Loaeza y Stern [coords.], 1990). H a - b r í a que estudiar c u á l e s son las c o n d i c i o n e s necesarias para que se c u m p l a d i c h o proceso, y s i está ligado a l t a m a ñ o de l a c i u d a d o son otros los factores relevantes.
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