PDF superior A DESIGUALDADE DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

A DESIGUALDADE DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

A DESIGUALDADE DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

A perspectiva hegemônica de EF escolar, de caráter tecnicista, biologicista e que privilegia a performance esportiva, impõe a lógica competitiva e do rendimento reproduzindo na escola relações de sobreposição entre os mais «fortes» sobre os mais «fracos». Do ponto de vista pedagógico, há evidentes prejuízos de que esta perspectiva limita sobremaneira o acesso à outros conteúdos da EF e, ainda, o conteúdo esportivo é tratado somente pelo viés do desempenho físico- técnico, não abrindo possibilidades de compreensão do fenômeno esportivo de maneira mais ampla. Portanto, cerceando o acesso a este conhecimento para um numero significativo de estudantes que não experiências esportivas exitosas e acabam por terem seu aprendizado prejudicado. Outro aspecto a destacar é que o aprendizado na escola não se limita ao conteúdo das disciplinas, mas também pelas relações estabelecidas entre os sujeitos das instituições de ensino, na relação com docentes e gestores e entre os próprios estudantes que convivem com uma naturalização da desigualdade existente fora do ambiente escolar.
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14 Lee mas

A cultura escolar da educação física no EJA: o paradoxo entre a ruptura com a noção de atividade e a falta da prática corporal

A cultura escolar da educação física no EJA: o paradoxo entre a ruptura com a noção de atividade e a falta da prática corporal

As aulas de Educação Física são na sua maioria de caráter teórico, abrindo exceções quando juntam-se as turmas de diferentes etapas, ensino fundamental e médio, ou quando há mais alunos para ser reali - zada alguma prática já que as turmas possuem um número baixo de alunos, em média três. A dinâmica da disciplina acontece com material didático em forma de textos elaborados pela professora com di - versos conteúdos. Esses aspectos configuram uma cultura escolar (Frago, 1995, 2002) da Educação Fí- sica muito peculiar e que gerou o interesse para desenvolver o presente trabalho. Diante desse quadro, elaboramos o objeto da pesquisa: compreender as diferentes dimensões que caracterizam a cultura es- colar da Educação Física de uma escola estadual na modalidade EJA situada na cidade de Curitiba – PR.
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11 Lee mas

DANÇA COMO PROPOSTA DIVERSIFICADA NA DUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

DANÇA COMO PROPOSTA DIVERSIFICADA NA DUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Falar em dança na escola é falar principalmente de gênero. O gênero configura-se como uma mediação importante para pensarmos o modo como se estruturam as relações sociais, as práticas pedagógicas, o ambiente de ensino e os significados atribuídos ao corpo e ao conteúdo escolar. Estas relações envolvem práticas e crenças bastante definidas pelo tempo, pelo contexto e pela cultura e são capazes de afetar a participação das crianças nas atividades propostas e, circunstancialmente, as aprendizagens e as relações sociais entre alunos e alunas em função daquilo que é considerado masculinizante ou feminilizante na contemporaneidade. (SOTERO, 2010, p.1).
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5 Lee mas

Inovação pedagógica na educação física: o que aprender com práticas bem sucedidas?

Inovação pedagógica na educação física: o que aprender com práticas bem sucedidas?

dão no Brasil com intuito de levar os alunos a perceber e “estranhar” as relações dessa prática corporal com o signifi cado social da escravidão. Destacamos que o interesse e a produção dos alunos estavam focados nas fugas dos escravos e na perseguição dos capitães-do-mato, bem como nas estratégias de defesa dos escravos com movimentos típicos da capoeira. Com o desenvolvimento dessa te- mática, foram trabalhados, também, conteúdos, como o maculelê e a dança afro. No início do trabalho, os alunos assistiram a alguns vídeos sobre o maculelê, com o objetivo de conhecerem essa prática corporal e sua história, e aprenderam algu- mas músicas. Nas situações de aprendizado, Maria usava o aparelho de som ou atabaques e pandeiros para que os alunos cantassem as músicas e realizassem os movimentos no ritmo. No decorrer das situações de ensino, a professora inter- vinha, possibilitando que os alunos criassem diferentes formas de movimentar-se. Esse processo de ensino, tematizando a cultura afro, foi organizado no fi m do ano letivo para uma apresentação a toda a comunidade escolar. As apresentações foram feitas pelas turmas, que anteriormente decidiram o que iriam apresentar a partir de suas criações. Observando essas, percebemos que o trato didático- pedagógico dado aos conteúdos ia além do desenvolvimento da aptidão física e da aprendizagem motora. A compreensão dessa docente considera o movimento humano como histórico e social, exercendo infl uências sobre a apropriação de valores e normas de comportamento, fundamentais para a vida social.
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18 Lee mas

Didactic book in physical education: the public experiences of João Pessoa and Paraná

Didactic book in physical education: the public experiences of João Pessoa and Paraná

Sobre o esporte, conteúdo caro e quase hegemônico nas aulas de Educação Física escolar, houve uma exclusiva discussão sobre o futebol, excluindo todas as outras práticas esportivas. O que intriga e dar a pensar, pois mesmo sendo um esporte de grande representatividade, amplamente praticado e veiculado pelas das mídias de massa, tem-se nessa escolha uma simplificação muito grande da obra em tematizar apenas essa modalidade para o referido conteúdo. O capítulo foi dividido em dois momentos, tematizando o futebol na perspectiva do esporte de rendimento, quase que exclusivamente abordando elementos que orbitavam as Copas do Mundo, e no segundo momento apresentou-se mais articulado, com linguagem mais acessível aos estudantes e estabeleceu conexões importantes com aquela realidade local/regional e dando visibilidade ao feminino, o lugar da mulher na sociedade – suas lutas -, bem como aquelas que jogam futebol.
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6 Lee mas

Matriz de referencia para avaliação cognitiva na dimensão sociocultural da educação física escolar

Matriz de referencia para avaliação cognitiva na dimensão sociocultural da educação física escolar

Após a Segunda Guerra Mundial, dois grandes blocos político-econômicos disputavam poder e notoriedade em diversas áreas, inclusive no esporte. Por isso, a tendência Esportivista caracterizou a supervalorização das práticas esportivas nas aulas de Educação Física, pois esse era utilizado como instrumento de manipulação política e social (Valente & Almeida Filho, 2006). Com o objeti- vo de formar atletas para defender o país, as aulas preconizavam a seleção dos melhores e a ava- liação da aprendizagem focava no rendimento técnico dos gestos dos movimentos dos esportes (Darido, 2003; Rodrigues, 2003).
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10 Lee mas

O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE NA/PARA/COM A EDUCAÇÃO ESCOLAR COMTEMPORÂNEA

O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE NA/PARA/COM A EDUCAÇÃO ESCOLAR COMTEMPORÂNEA

partir do todo para chegar às partes, base fundamental da sua complexidade; 3º) ensinar a condição humana, o ser humano é indivisível, embora constituído de diferentes dimensões como social, cultural, histórica, psíquica, biológica; 4º) ensinar a identidade terrena - no século XXI a tendência é cada vez aproximar mais as civilizações existentes no nosso planeta e para isso deve-se observar as identidades de cada grupo e suas conexões com mundo; 5º) enfrentar as incertezas, aprender aspectos formativos, pela assimilação de uma postura, sendo a incerteza uma postura e não uma instrução; e ela se faz presente nas soluções dos problemas diários; 6º) ensinar a compreensão, fator importante para o relacionamento entre si. Só através dela poderão ser superados problemas sociais, na busca de um convívio pacífico; 7º) a ética do gênero humano, levando em conta o indivíduo, a sociedade e a espécie.
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6 Lee mas

Gênero, educação e desenvolvimento: os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio de número dois e três na América Latina

Gênero, educação e desenvolvimento: os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio de número dois e três na América Latina

O reconhecimento político por parte da sociedade internacional quanto à impor- tância da igualdade de gênero, não apenas como um fim em si mesma, mas também como meio para o desenvolvimento, é um ponto de partida decisivo. De maneira similar, a percepção tanto do valor instrumental quanto inerente da garantia do acesso universal ao ensino básico é fundamental para a solução de muitos problemas globais. A experiência latino-americana evidencia, com seus recentes progressos, que os ODMs dois e três são alcançáveis. Porém, também evidencia que apenas suficiente vontade política, unida ao desenvolvimento econômico, pode levar a avanços quanto à igualdade de gênero na educação – os quais possam ser aferidos em outros âmbitos de relevância social, política e econômica, como o mercado de trabalho e o parlamen- to. Ademais, a experiência da região em tela demonstra que alguns aspectos cruciais para o desenvolvimento regional não foram levados em consideração nos ODMs, mas precisam ser objeto de atenção se a meta é efetivar uma mudança social significativa. É o caso da qualidade da educação, das taxas de deserção escolar e das práticas dis- criminatórias enraizadas na cultura e história latino-americanas.
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19 Lee mas

O universo do circo . Contribuições a educação física escolar

O universo do circo . Contribuições a educação física escolar

Este trabalho relata a observação realizada com os artistas circenses de um circo que se instalou no município de Santa Maria (RS) durante o mês de agosto de 2011, e se deu como parte de estudos já realizados pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) com o projeto de extensão “Circo na Escola”. Buscamos nesse estudo reconhecer as relações sociais no âmbito do circo, buscando aproximações e possíveis contribuições a Educação Física Escolar. Foi utilizada para o estudo a pesquisa exploratória, realizada a partir de entrevistas com os artistas. Com isso, foi possível constatarmos que as atividades circenses podem ser entendidas como elementos que tragam alegria para ao ambiente escolar, isto porque o brincar e o aprender serão uma coisa só, colaborando para o contexto da aprendizagem. Podemos relacionar este aprendizado dos alunos com os saberes dos artistas circenses, pois quando estes relatam seus processos de aprendizagem também não conseguem distinguir os momentos formais de aquisição de conhecimentos.
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8 Lee mas

DESIGUALDADE DE GÊNERO E PORNOGRAFIA DE VINGANÇA: A CULPABILIZAÇÃO DA MULHER DIANTE À VIOLÊNCIA

DESIGUALDADE DE GÊNERO E PORNOGRAFIA DE VINGANÇA: A CULPABILIZAÇÃO DA MULHER DIANTE À VIOLÊNCIA

Dentro do movimento circunscrito pela história, as discussões sobre as naturezas da categoria violência se expandem para muito além da forma mais conhecida que, no caso, é atribuída ao uso da força física, e se manifesta de diversas formas, podendo algumas serem menos visíveis que outras ao olho nu, tais quais: violência psicológica, simbólica, estrutural, entre outras. Também pode vir a acontecer uma simultaneidade de alguns desses exemplos, sendo que ambos são fenômenos reais que impactam na vida do ser social (SILVA, 2008). Nesta concepção, mais ampla sobre a estrutura da violência, Chauí (1985, p, 35) a conceitua como:
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7 Lee mas

A dança no ensino médio: um olhar sobre a Educação Física escolar

A dança no ensino médio: um olhar sobre a Educação Física escolar

O Projeto de Estímulo à Docência da área de Educação Física (PED- EFI) está vinculado ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), programa financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Esse projeto tem como objetivo ajudar na qualidade de ensino da escola pública e incentivar a carreira docente em Educação Física, com ênfase na importância da formação inicial. Busca-se promover o entendimento da escola como lugar de atuação profissional, oportunizando o reconhecimento da cultura escolar, com a problematização de diferentes experiências pedagógicas.
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7 Lee mas

A IMPORTÂNCIA DA CAPOEIRA NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR:  VIVÊNCIAS PRÁTICAS NO 1°ANO

A IMPORTÂNCIA DA CAPOEIRA NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: VIVÊNCIAS PRÁTICAS NO 1°ANO

Ao nos reportarmos a implementação da Lei Federal 10.639/03, nos propomos a minimamente contextualizar este aparato legal, buscando na trajetória do Movimento Social Negro entender como as propostas deste segmento se configuraram em ações afirmativas, considerando-se o momento histórico que o país estava vivendo quando da aprovação da referida lei. Explora-se aqui, as motivações que fazem surgir a necessidade das ações afirmativas e quais encaminhamentos são dados a partir do aparato estatal. Busca-se assim fundamentar nossa compreensão de que a capoeira por ser uma arte brasileira, desenvolvida em um momento de extrema exploração da mão de obra escrava do povo negro que foi trazido brutalmente para o Brasil para exercer o trabalho braçal necessário para o "enriquecimento" dos colonizadores europeus. Neste processo, ocorre a expropriação dos bens culturais e materiais de África, os quais são preservados como estratégia de resistência do povo negro. Neste contexto, busca-se demonstrar que a capoeira pode constituir-se em uma ferramenta pedagógica no trato com a implantação da lei federal 10.639/03 na escola, fazendo sentido então buscarmos compreender algumas estratégias de luta do povo negro no Brasil nos aproximando e refletindo sobre suas perspectivas. Após termos vivido mais de 300 anos de escravidão e considerando que fomos o último país da América latina a abolir a escravidão, e que, portanto, ainda hoje pagamos a conta deste processo, pois vivemos as consequências das mazelas que o sistema escravocrata nos deixou como herança, dentre elas podemos citar as graves desigualdades sociais e raciais, além do mito da "democracia racial", o qual faz que muitas vezes não se assume o racismo existente no país. Entendendo a capoeira como Patrimônio Histórico imaterial, tombada pelo IPHAN e 2009, consideramos que a esta modalidade das lutas proporciona resultados e benefícios apresentados depois da implementação do projeto na comunidade. Em algumas observações realizadas na escola próximo ao bairro a escola Moacir Pereira Jaques durante o recreio identificamos que os alunos da escola participantes do projeto, realizavam rodas de capoeira ensinando aos demais colegas movimentos da capoeira, mobilizando assim, boa parte dos alunos onde muitos observavam atentamente principalmente alunos do 1° ano ao 5° ano do ensino fundamental. O objetivo do trabalho foi analisar as possibilidades de inserção da capoeira nas aulas de Educação Física escolar, com crianças a partir do 1º ano do ensino fundamental com subsidio das vivencias desenvolvidas no Projeto Capoeira Joao Paulo II.
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6 Lee mas

PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O CUIDADO Á SAÚDE NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O CUIDADO Á SAÚDE NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

Desse modo, a escola, apoiada pela família e pelo estado, deve ser a primeira relação dos estudantes com a compreensão de saúde. Tendo em vista que possui a Educação Física enquanto componente curricular obrigatório em todo o ensino básico, possibilitando assim o enriquecimento da cultura corporal de movimento, formando o cidadão que vai transformá-la, em benefício do exercício crítico da cidadania e da melhor qualidade de vida.

7 Lee mas

Refletindo sobre os “problemas de gênero” no Brasil: contribuições para a pesquisa em Educação Física

Refletindo sobre os “problemas de gênero” no Brasil: contribuições para a pesquisa em Educação Física

Butler (1987), ao comentar a obra de Simone de Beauvoir, dá pistas fundamentais para uma compreensão mais ampla desta questão. A autora argumenta que na realidade se é um corpo de início é somente depois que se torna um gênero. Essa afirmação é baseada na célebre frase da autora francesa, “Não se nasce mulher torna-se mulher”, ou seja, esta famosa citação também está baseada no binômio sexo/gênero. Nessa mesma linha argumentativa, Rubin (1998) lança definições semelhantes, ao cunhar a expressão sexo/gênero, que se definia como um conjunto de acordos sobre os quais a sociedade transforma a sexualidade biológica em produtos da atividade humana. Na esteira destas definições, surgem as contribuições do psicanalista Stoller (1993) que argumenta que o sexo refere-se ao estado biológico (cromossomos, genitais externos, gônadas, hormônios e aparatos sexuais internos como útero e próstata) e o gênero se trata somente de um estado psicológico – masculinidade e feminilidade. Para o autor, sexo e gênero de modo algum estão necessariamente relacionados, podendo o sujeito, após experiências pós-natais, modificar e até mesmo sobrepujar tendências biológicas já presentes. Pode-se notar que o biológico (sexo), nas definições de Beauvoir, Rubin e Stoller, assim como nas reflexões de Scott e Weeks, é assumido como base no quais os significados culturais são constituídos.
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10 Lee mas

Intervir através da educação física na coeducação realidade ou intenção?

Intervir através da educação física na coeducação realidade ou intenção?

A área dos jogos, essencialmente os jogos desportivos mais tradicionais (futebol, basquetebol, voleibol e andebol) são aqueles que, mais uma vez, tomam a liderança das modalidades que são percecionadas como mais lecionadas na EF, por alunos e alunas (65.2% e 53.7% respetivamente, do total de atividades mencionadas). Vários autores (Lima & Dinis, 2007; Silva, 2007) referem igualmente este facto, dando-lhe um grande relevo, pois para eles não só há uma grande valoriza- ção das práticas masculinas de desporto na EF, como existe uma verdadeira subordinação feminina às mesmas, o que limitará, por si só, a participação futura das raparigas na prática física a deter- minados tipos de desportos, que concretamente não se conseguem nas práticas diárias, fora do contexto escolar.
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10 Lee mas

A APROPRIAÇÃO DO GÊNERO REPORTAGEM DIGITAL NA ESCRITA COLABORATIVA PARA UM JORNAL ESCOLAR ONLINE

A APROPRIAÇÃO DO GÊNERO REPORTAGEM DIGITAL NA ESCRITA COLABORATIVA PARA UM JORNAL ESCOLAR ONLINE

Ou seja, proporcionar momentos dentro do contexto escolar que possibilite DRV QRVVRV DOXQRV ³QDWLYRV GLJLWDLV´ WRUQDUHP-se digitais sábios e, dessa forma consigam significar as TIC também em sala de aula, pois percebo que eles [alunos] utilizam com facilidade a tecnologia somente para aquilo que os interessa, mas nem todos os recursos disponibilizados pelo computador e internet, por exemplo, são de conhecimento de todos.

7 Lee mas

Educação integral: uma estratégia para minimizar os impactos da desigualdades sociais

Educação integral: uma estratégia para minimizar os impactos da desigualdades sociais

O Brasil, assim como muitos outros países, passa por muitas dificuldades no âmbito educacional e um dos fatores dessa desigualdade social é decorrente do problema da má distribuição de renda que favorece a poucos e desampara a grande maioria da população. Por isso que o governo busca ofertar políticas de combate a pobreza, visto que esta situação de vulnerabilidade que as crianças se encontram pode afetar diversas áreas educacionais, como: defasagem idade/série, reprovação e evasão escolar. É nesse contexto que a Educação Integral se faz necessária no Brasil, pois as desigualdades sociais abalam o sistema social e consequentemente, o educacional. Ela sai em defesa dos menos favorecidos buscando formas de combater a pobreza e as desigualdades. Prova disso é que atualmente a política brasileira se baseia em uma postura assistencialista que busca reparar condições sociais como forma de dívida pública (Brasil, 2003).
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10 Lee mas

Representações de professor e aluno nas teorias pedagógicas

Representações de professor e aluno nas teorias pedagógicas

Outro exemplo é a Pedagogia dos Projetos, que se configura explicitamente no âmbito do “aprender a aprender” e que, em sua maioria, repudia o “ensinar” e, ainda que se utilizem do termo “ensino”, sua utilização é feita de maneira a distanciá-lo do verbo “ensinar” no sentido de transmissão de conhecimento, atribuindo a essa transmissão um caráter negativo. A Pedagogia dos Projetos tem, ainda, impactos teórico-metodológicos e curriculares, bem como a Pedagogia Multiculturalista, opondo-se aos currículos preestabelecidos, nos quais o conhecimento é organizado numa sequência lógica e temporal. Devemos, pois, nos atentar justamente para os impactos mais fortes e negativos das pedagogias do aprender a aprender, que são visíveis no campo das discussões sobre o currículo escolar. Segundo Duarte (2010), “o multiculturalismo tem desempenhado o papel do cavalo de Troia que trouxe para dentro da educação escolar o pós-modernismo com toda sua carga de irracionalismo e anticientificismo” (Duarte, 2010, p.43).
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9 Lee mas

Estilos de pensamento de professores italianos sobre a Química Verde na educação química escolar

Estilos de pensamento de professores italianos sobre a Química Verde na educação química escolar

Uma das maiores contribuições de Fleck (1986) a epistemologia das ciências é o entendimento de que o desenvolvimento científico se dá através da evolução e transformações das ideias, não de ruptura ou de acumulação de eventos ou teorias. E isso tem um significado singular, primeiro de contraposição à visão determinista e empirista representada pelo positivismo lógico; e, segundo, pelo caráter sócio-histórico no desenvolvimento das ideias e explicações que os indivíduos possuem sobre determinados fatos. Terceiro, sua epistemologia possibilita trabalhar com a circulação de idéias entre sujeitos que pertencem a distintas culturas, não somente entre comunidades científicas. Assim, para ele, a eficácia na constituição e evolução dessas ideias - do saber em geral e do conhecimento científico em particular – depende da circulação inter e intracoletiva das mesmas; processo pelo qual ocorre a formação/instauração, extensão, manutenção e transformação de um EP. Assim, o EP é “um perceber dirigido com a correspondente elaboração intelectual e objetiva do percebido” (idem, p.145), o qual, ao início, se constitui de forma confusa e pouco organizada, transitando por momentos de emissão de algum conceito, até se tornar mais elaborado e consistente, enfim, um EP instaurado e estilizado.
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25 Lee mas

Por uma educação na era tecnológica

Por uma educação na era tecnológica

Partindo disso, temos uma educação mercantilizada, consumida como um objeto no meio de uma prateleira, que visa apenas ao lucro, desconsiderando uma preocupação maior com o desenvolvimento humano ou mesmo com sua capacidade de pensar por si mesmo, de se tornar um sujeito crítico e capaz de ter uma função social, e não apenas um emprego que lhe trará bens materiais. A educação como mercadoria afasta o sujeito de uma preocupação com o seu próprio meio, desvinculando-o de uma responsabilidade moral até mesmo diante das consequências dos seus atos nas relações humanas e na esfera ambiental e política. Bauman conclui que,
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